Deve notar-se, que ao introduzir a duração estimada da tarefa, o campo Finish (Conclusão) é preenchido automaticamente pelo Project.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Deve notar-se, que ao introduzir a duração estimada da tarefa, o campo Finish (Conclusão) é preenchido automaticamente pelo Project."

Transcrição

1 Fig Botão para introduzir tarefas. Após a introdução dos nomes das tarefas e das respetivas durações, o gráfico ficará como o da Fig Fig Gráfico de Gantt após a introdução das primeiras tarefas. Deve notar-se, que ao introduzir a duração estimada da tarefa, o campo Finish (Conclusão) é preenchido automaticamente pelo Project. 5. Ativação da Timeline (Linha de Tempo) A Linha de Tempo também aparece designada por Linha Cronológica. Para ativar a Timeline (Linha de Tempo), seleciona-se a respetiva check box no separador View, o que faz com que ela apareça na parte superior do gráfico de Gantt (Fig. 2.13). Fig Vista da Timeline. Terminado o exercício, o leitor deve gravar o ficheiro com o nome Casa_ Base.mpp. 36 FCA - Editora de Informática

2 na Fig onde aparece um ícone correspondente à nota inserida na tarefa. Passando com o cursor do rato sobre ele é possível ler a nota. Fig Indicação de nota na tarefa. EXERCÍCIO 2.5 Opções de Tipo de Tarefa Ficheiro a utilizar: Casa_0.mpp. O Project permite definir três tipos de tarefas. A saber: Fixed Duration (Duração Fixa). Fixed Work (Trabalho Fixo). Fixed Unites (Unidades Fixas). As implicações decorrentes destes tipos só poderão ser explicadas depois de feita a atribuição dos recursos. No entanto, e com vista a uma eventual simplificação do trabalho de planeamento, sugere-se ao leitor que escolha à partida o tipo Fixed Duration. Convém para isso selecionar uma opção que permita predefinir com este tipo todas as tarefas a inserir no projeto. Para isso faz-se clique em File para ativar a Office Backstage View e nesta seleciona-se, no menu, Options > Schedule (Opções > Agenda); em seguida, no campo Default task type (Tipo predefinido de tarefa), seleciona-se Fixed Duration. Nesta mesma janela, e pela mesma razão anteriormente referida, convém desativar a check box New tasks are effort driven (As novas tarefas são orientadas a esforço) (Fig. 2.28). 44 FCA - Editora de Informática

3 4. Atribuição de recursos de equipamento, materiais e custos. Eventualmente, em resultado de cada uma destas fases, haverá necessidade de ajustar o agendamento inicial (Fig. 4.1). SOBRECARGAS AGENDA- MENTO ATRIBUIÇÃO OCUPAÇÃO DESCONTÍNUA INDISPONIBILIDADE TEMPORÁRIA REAVALIAÇÃO DESEMPENHO DESADEQUADO RECURSOS ALTERNATIVOS DURAÇÃO RECOLOCAÇÃO ALTERAR AGENDAMENTO Fig. 4.1 Avaliação da atribuição dos recursos Definição e Atribuição de Recursos Os recursos podem ser divididos em três tipos: Recursos de Trabalho, que incluem recursos humanos, equipamentos e instalações, cujo cálculo é baseado no tempo de utilização. Recursos de Materiais, que são calculados com base na quantidade consumida em cada tarefa. Recursos de Custos, cujo valor monetário é definido em cada atribuição a cada tarefa. Os recursos de trabalho, e dentro destes os recursos humanos, são os que exigem mais cuidados na forma como são atribuídos a cada tarefa. A gestão dos recursos humanos é uma matéria cada vez mais determinante no sucesso ou insucesso de um projeto. 142 FCA - Editora de Informática

4 Recursos (uma unidade corresponde a 100%), de acordo com a opção Show assignment units (Mostrar unidades de atribuição como), no separador File, Options > Schedule (Opções > Agenda) (Fig. 4.3). Fig. 4.3 Opção entre as duas formas de expressar as unidades de recursos. Standard Rate (Taxa Normal) Preço/hora (dia ou semana) normal a aplicar ao recurso. Overtime Rate (Taxa Trabalho Ext.) Preço/hora (dia ou semana) das horas extraordinárias. Cost per Use (Custo/Utilização) Custo a pagar por cada vez que o recurso é atribuído a uma tarefa, e na razão da percentagem de atribuição, independente do tempo de utilização (normalmente aplica-se a equipamentos). Acrue At (Imputar Em) Forma de calcular o custo gasto em determinada fase do projeto, de acordo com o estado de execução da respetiva tarefa. Existem três opções: Prorated (Rateado) Custo proporcional à percentagem de trabalho executado. Start (Início) Custo total imputado no início da tarefa. End (Final) Custo total imputado após a conclusão da tarefa. Base Calendar (Calendário Base) Horário a ser cumprido pelo recurso e que pode ser diferente do horário estabelecido para o projeto. Code (Código) Código do recurso, que pode ser atribuído de acordo com os critérios estabelecidos pelo utilizador (por exemplo, o código que o trabalhador tem na empresa). Também nesta tabela, que define os recursos, o utilizador pode inserir outras colunas com vista a definir mais características dos recursos, de acordo com as necessidades do seu projeto. O preenchimento da folha de recursos pode ser feito de vários modos, que podem ser utilizados alternativa ou complementarmente: 1. Preencher diretamente os campos da folha. FCA - Editora de Informática 145

5 Execução e Controle A imagem parcial desta vista pode ver-se na Fig Cada Baseline é representada por uma cor diferente. Note-se que Baseline e Baseline 1 coincidem (ver Exercício 6.4). Fig Gráfico de Planos de Base múltiplos. Há, ainda, a possibilidade de alterar o grafismo de qualquer dos planos de base com a vista de Gantt. Abrindo esta e, selecionando o separador Format, faz-se clique em Baseline e seleciona-se na lista aquela que se quer representar (Fig. 7.40). Fig Escolha da Baseline a representar. Para melhor se ver a representação, alterou-se o estilo das barras correspondentes a Task, Baseline e Progress (Fig. 7.41). Fig Alteração do estilo das barras. FCA - Editora de Informática 325

6 Controle Financeiro Podem sintetizar-se estes critérios para uma consulta mais fácil, no Quadro 8.2. > 0 BOM CV, SV e VAC = 0 Como Planeado < 0 MAU > 1 BOM CPI e SPI = 1 Como Planeado < 1 MAU < 1 BOM TCPI = 1 Como Planeado > 1 MAU Quadro 8.2 Índices de avaliação de desempenho. Poderá ver-se, pelos exemplos que se seguem, que todos os indicadores da Análise do Valor Ganho podem ser atribuídos ao conjunto do projeto, às tarefas resumo ou às subtarefas de qualquer nível. Para exemplificar esta análise será utilizado o projeto Casa tendo em conta o resultado da monitorização feita nos exercícios do capítulo anterior. EXERCÍCIO 8.2 Definição das Opções para o Cálculo do Valor Ganho Ficheiro utilizado: Casa_JUL_EX.mpp. O cálculo dos valores da Análise do Valor Ganho baseia-se em três vetores: 1. O Plano de Base. 2. A Data de Estado ou a data atual quando aquela não for definida. 3. O estado de execução de cada tarefa. Qualquer destes três conceitos já foi tratado em exercícios anteriores, onde também se referiu que, em relação ao primeiro e ao último, existem algumas alternativas. Estas são determinadas utilizando a Office Backstage View; fazendo Options > Advanced e utilizando os campos Earned Value options for this project (Opções do Valor Ganho para este projecto) (Fig. 8.11), podem escolher-se as condições em que o cálculo é efetuado. FCA - Editora de Informática 363

7 Fig Gráfico dos valores da AVG durante o mês de julho. 5. AVG em relação aos Recursos A Análise do Valor Ganho referente aos recursos é feita através dos mesmos indicadores mas, neste caso, existe apenas uma tabela predefinida. Depois de ativar uma vista de recursos, por exemplo Resource Sheet, seleciona-se na janela More Tables a tabela Earned Value (Fig. 8.18). Fig Tabelas de Recursos. Para simplificar a análise pode aplicar-se o filtro de Grupo de Recursos e escolher o grupo MO Mão de obra. O resultado pode ver-se na Fig FCA - Editora de Informática

8 Ativando o campo Weekly Calendar (Calendário Semanal), podem obter-se os valores semanais para todo o projeto (Fig. 9.11). Fig Detalhe semanal de custos e trabalho de mão de obra Learned Lessons (Ensinamentos) Os ensinamentos que podem ser obtidos a partir da análise das circunstâncias em que decorreu o projeto constituem um capital de conhecimento de grande valor para os membros da Equipa e para a entidade promotora. Podem-se tirar lições dos sucessos e dos insucessos, mas um dos maiores insucessos será não tirar e aproveitar essas lições. Registar os ensinamentos decorrentes da execução do projeto tem algumas vantagens, entre as quais se podem citar: Desenvolver projetos futuros para obter produtos mais aperfeiçoados e competitivos. Evitar que os promotores, ao definir novos projetos, imponham objetivos irrealizáveis. Aumentar o rigor das avaliações custo/benefício dos recursos a utilizar em projetos futuros. 396 FCA - Editora de Informática

9 Equipa; destina-se a dar aos intervenientes a possibilidade de manifestar as suas opiniões em relação a qualquer aspeto relacionado com o trabalho executado. O objetivo é obter orientações para melhorar o desempenho dos Sprints seguintes. Estas reuniões poderão durar cerca de 3 horas. Esquematicamente, pode representar-se todo o processo como se mostra na Fig Fig Representação esquemática do processo Scrum. Tendo em vista uma clara explicação do envolvimento dos atores referidos no ponto anterior com as atividades aqui descritas, Schawber e Sutherland [11] servem-se de uma curiosa metáfora que envolve um porco e uma galinha, e que, com a devida vénia aqui se transcreve: Um porco e uma galinha encontram-se e diz a galinha para o porco: - Vamos abrir um restaurante? 406 FCA - Editora de Informática

10 Anexo Gestão de Um Portfólio de Projetos Fig. A.1 Digrama de execução. A.2.2. Nivelamento de Recursos Nos procedimentos que adiante se descrevem, o nivelamento de recursos tem por base os seguintes critérios: 1. Ao atribuir recursos a cada obra deve estar ativada a opção Resource Leveling > Automatic (Nivelamento de Recursos > Automático) (Fig. A.2). Deste modo, assegura-se que nesta obra, à medida que se vão atribuindo os recursos, as sobrecargas vão sendo eliminadas. Deve, no entanto, avaliar-se a forma como o Project faz o nivelamento automático, para o caso de se justificar uma alternativa mais favorável aos objetivos da Obra. 2. Ao consolidar uma nova Obra no Projeto Oficina podem surgir situações de sobrecarga. Embora tal não seja obrigatório, aconselha-se a proceder a um nivelamento manual, sem alterar as Obras mais antigas que já tenham o Plano de Base definido. Só depois de todas as tarefas do projeto Oficina terem os recursos nivelados é que se deve definir o Plano de Base da nova Obra. FCA - Editora de Informática 427

Objectivos de um projecto:

Objectivos de um projecto: MSProject2003 Eng. Jaime Martins Projecto: esforço concertado para atingir um objectivo realizado num determinado tempo dispondo de um determinado conjunto de recursos Objectivos de um projecto: realizar

Leia mais

SOBRE O LIVRO... XVII. 1. Introdução à Gestão de Projetos... 1. 1.1 Definição de projeto... 1. 1.2 Ciclo de vida do projeto... 3

SOBRE O LIVRO... XVII. 1. Introdução à Gestão de Projetos... 1. 1.1 Definição de projeto... 1. 1.2 Ciclo de vida do projeto... 3 Índice SOBRE O LIVRO... XVII 1. Introdução à Gestão de Projetos... 1 1.1 Definição de projeto... 1 1.2 Ciclo de vida do projeto... 3 1.3 Gestão de projetos... 3 1.4 Ciclo de vida da gestão de projetos...

Leia mais

Microsoft Project. Manual de apoio. Luís Paulo

Microsoft Project. Manual de apoio. Luís Paulo Microsoft Project Manual de apoio Luís Paulo Manual de Microsoft Project Licença de utilização LICENÇA DE UTILIZAÇÃO DESTE MANUAL Este trabalho está licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição

Leia mais

Microsoft Project 2003 Básico

Microsoft Project 2003 Básico Curso: Logística Disciplina: Teoria da Administração Microsoft Project 2003 Básico Professor: RINALDO DI SCHIAVI 10/11/2009. Nov/2009 2 de 25 Índice Introdução...4 Características Básicas do MS Project...5

Leia mais

MANUAL COMO CRIAR UM PROJETO

MANUAL COMO CRIAR UM PROJETO MANUAL COMO CRIAR UM PROJETO MICROSOFT PROJECT 2010 Menu: Projeto > Informações do Projeto 1º Passo: Criando um novo projeto Um projeto pode ser agendado a partir da Data de inicio do projeto ou Data de

Leia mais

Trabalho Interdisciplinar. MS Project

Trabalho Interdisciplinar. MS Project Aula Prática: Introdução ao Microsoft Project Professional MS Project Como vimos em nossas aulas, a EAP Estrutura Analítica do Projeto é o primeiro passo para criar um cronograma de um projeto estruturado.

Leia mais

Gerenciador de Projetos para o Gnome 2

Gerenciador de Projetos para o Gnome 2 MrProject Gerenciador de Projetos para o Gnome 2 MrProject - Características Ferramenta de gerenciamento de projetos desenvolvido pela CodeFactory. Área de trabalho com suporte a: Gráfico de Gantt Visualização

Leia mais

Capítulo 8. Recursos

Capítulo 8. Recursos Capítulo 8 Recursos 138 TRABALHANDO COM RECURSOS CRIANDO A LISTA DE RECURSOS DO PROJETO Para completarmos o planejamento precisamos listar os recursos que serão utilizados no projeto. Esse processo é feito

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA UFBA

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA UFBA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA UFBA Faculdade de Administração Disciplina: Gerência de Operações Industriais Professor: Francisco Teixeira / Ivan Jorge de Azevedo MS PROJECT 2000 SALVADOR Jan / 2001 APRESENTAÇÃO

Leia mais

ZSRest/ZSPos. Manual de Stocks. BackOffice

ZSRest/ZSPos. Manual de Stocks. BackOffice BackOffice 1 1. Índice 2. Introdução... 3 3. Iniciar o ZSRest/ZSPos FrontOffice... 4 4. Produto... 5 Activar gestão de stocks... 5 5. Armazém... 7 a) Adicionar Armazém... 8 b) Modificar Armazém... 8 c)

Leia mais

MANUAL COMO ABRIR PROJETO NO JIRA. Criar Estórias e Tarefas

MANUAL COMO ABRIR PROJETO NO JIRA. Criar Estórias e Tarefas MANUAL COMO ABRIR PROJETO NO JIRA Criar Estórias e Tarefas Criar o projeto Scrum >> Create a new board: escolher as opções abaixo: Agile > selecionar o projeto > no canto direito da tela clicar no botão

Leia mais

Guia Rápido. Projects & Teamwork

Guia Rápido. Projects & Teamwork Guia Rápido Projects & Teamwork Conteúdo 1. Meu Perfil, tutoriais y ajuda contextual... 3 2. Criar projetos... 6 3. Criar usuários e atribuir usuários a projetos e tarefas... 7 4. Criar e controlar tarefas...10

Leia mais

20 Escola Digital Manual do Utilizador Professor

20 Escola Digital Manual do Utilizador Professor 20 Escola Digital Manual do Utilizador Professor Manual do Utilizador Professor... 1 1. Conhecer o 20 Escola Digital... 4 2. Autenticação... 6 2.1. Criar um registo na LeYa Educação... 6 2.2. Aceder ao

Leia mais

Sumário. Ambiente de Trabalho... Erro! Indicador não definido.

Sumário. Ambiente de Trabalho... Erro! Indicador não definido. Sumário Ambiente de Trabalho... Erro! Indicador não definido. Introdução ao Project Um projeto é uma seqüência bem definida de eventos, com um início e um final identificável. O foco de um projeto é obter

Leia mais

MBA / Mestrado em Logística 2005/2006 GESTÃO DE PROJECTOS. Exercícios. José Cruz Filipe 1 / 1

MBA / Mestrado em Logística 2005/2006 GESTÃO DE PROJECTOS. Exercícios. José Cruz Filipe 1 / 1 MESTRADO EM LOGÍSTICA MBA / Mestrado em Logística 2005/2006 GESTÃO DE PROJECTOS Exercícios José Cruz Filipe 1 / 1 EXERCÍCIOS PARA AUTO-ESTUDO Elaboração de cronogramas (Gantt) Determinação da duração do

Leia mais

Funções básicas Cronograma Cronograma Funções Básicas

Funções básicas Cronograma Cronograma Funções Básicas Funções Básicas Fevereiro 2015 - 1) Selecionar o menu Portfólio > Projetos, clique para janela projetos abrir. 2) Selecione botão incluir para abrir um projeto. Preencha os campos obrigatórios nos Dados

Leia mais

Projeto é um empreendimento temporário, com objetivo de criar um produto, um resultado ou serviço único. Projetos podem estar integrados em um

Projeto é um empreendimento temporário, com objetivo de criar um produto, um resultado ou serviço único. Projetos podem estar integrados em um Projetos, Programas e Portfólios Projeto é um empreendimento temporário, com objetivo de criar um produto, um resultado ou serviço único. Projetos podem estar integrados em um programa, quando se relacionam

Leia mais

Iniciar o Data Adapter Configuration Wizard. Toolbox Data Duplo clique em OleDbDataAdapter. Botão next na caixa de diálogo

Iniciar o Data Adapter Configuration Wizard. Toolbox Data Duplo clique em OleDbDataAdapter. Botão next na caixa de diálogo Iniciar o Data Adapter Configuration Wizard Toolbox Data Duplo clique em OleDbDataAdapter Botão next na caixa de diálogo Se carregar em Cancel, o wizard é cancelado e podemos depois definir as propriedades

Leia mais

Capítulo 13. Valor Agregado (Earned Value)

Capítulo 13. Valor Agregado (Earned Value) Capítulo 13 Valor Agregado (Earned Value) 228 TRABALHANDO COM VALOR AGREGADO (EARNED VALUE) Uma das maneiras de acompanhar os gastos de um projeto é a tabela de Valor Acumulado ou Valor Agregado. Essa

Leia mais

Manual de Iniciaça o. Índice

Manual de Iniciaça o. Índice Manual de Iniciaça o Índice Passo 1- Definir... 2 Definir grupos de tarefas... 2 Definir funções... 6 Definir utilizadores... 11 Definir o Workflow... 14 Definir tarefas... 18 Passo 2 - Planear... 21 Planear

Leia mais

Ministério Público. Guia de Consulta Rápida

Ministério Público. Guia de Consulta Rápida Ministério Público Ministério Público Guia de Consulta Rápida Versão 3 (Outubro de 2009) - 1 - ÍNDICE 1. ACEDER AO CITIUS MINISTÉRIO PÚBLICO... 4 2. BARRA DE TAREFAS:... 4 3. CONFIGURAR O PERFIL DO UTILIZADOR...

Leia mais

Unidade II. Outras ferramentas que também auxiliam o gerenciamento de projetos são: WBS, gráficos Gantt, PERT/CPM, ECD, entre outros.

Unidade II. Outras ferramentas que também auxiliam o gerenciamento de projetos são: WBS, gráficos Gantt, PERT/CPM, ECD, entre outros. GERENCIAMENTO DE PROJETOS DE TI Unidade II 2 FERRAMENTAS PARA GESTÃO DE PROJETOS A gestão de projeto como já visto no capítulo anterior é uma tarefa trabalhosa que requer muito controle. Assim, para ajudar

Leia mais

Folha de Cálculo Introdução à Folha de Cálculo

Folha de Cálculo Introdução à Folha de Cálculo Introdução à Folha de Cálculo O Excel é uma folha de cálculo capaz de guardar dados, executar cálculos e gerar gráficos. Introdução à Folha de Cálculo Uma folha de cálculo, por exemplo o Excel, permite

Leia mais

1 Inicie um novo. Guia de Referência Rápida de Gerenciamento de Projeto para o Project 2007. projeto

1 Inicie um novo. Guia de Referência Rápida de Gerenciamento de Projeto para o Project 2007. projeto Guia de Referência Rápida de Gerenciamento de Projeto para o Project 2007 1 Inicie um novo Antes de começar um novo, uma organização deve determinar se ele se enquadra em suas metas estratégicas. Os executivos

Leia mais

Pesquisa e organização de informação

Pesquisa e organização de informação Pesquisa e organização de informação Capítulo 3 A capacidade e a variedade de dispositivos de armazenamento que qualquer computador atual possui, tornam a pesquisa de informação um desafio cada vez maior

Leia mais

Equipa PTE. Janeiro 2012

Equipa PTE. Janeiro 2012 Janeiro 2012 Equipa PTE Índice Introdução... 3 Registo Online... 3 Instalação... 6 Dropbox Online... 9 Separador Files (Ficheiros)... 10 Restaurar arquivos... 11 Recuperar arquivos... 11 Separador "Events"...

Leia mais

Guia Rápido Programs & Portfolio

Guia Rápido Programs & Portfolio Guia Rápido Programs & Portfolio Índice Índice 2 1. Meu Perfil, tutoriais y ajuda contextual... 3 2. Criar projetos... 6 3. Criar usuários e atribuir usuários a projetos e tarefas... 7 4. Criar e gerenciar

Leia mais

LeYa Educação Digital

LeYa Educação Digital Índice 1. Conhecer o 20 Aula Digital... 4 2. Registo no 20 Aula Digital... 5 3. Autenticação... 6 4. Página de entrada... 7 4.1. Pesquisar um projeto... 7 4.2. Favoritos... 7 4.3. Aceder a um projeto...

Leia mais

1.4.4 Configurar serviços de armazenamento

1.4.4 Configurar serviços de armazenamento 1.4.4 Configurar serviços de armazenamento Esta versão do Office permite guardar os documentos na nuvem do OneDrive, de modo que possa posteriormente aceder aos seus conteúdos a partir de qualquer dispositivo

Leia mais

TEMA: Processo de Manutenção de Viaturas Configurações, workflow e funcionalidades

TEMA: Processo de Manutenção de Viaturas Configurações, workflow e funcionalidades APLICAÇÃO: XRP Gestão de Frota TEMA: Processo de Manutenção de Viaturas Configurações, workflow e funcionalidades ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO EM: 13 de Outubro de 2014 ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO POR: Carolina Esteves Pedro

Leia mais

Manual de Administração Intranet BNI

Manual de Administração Intranet BNI Manual de Administração Intranet BNI Fevereiro - 2010 Índice 1. Apresentação... 3 2. Conceitos... 5 3. Funcionamento base da intranet... 7 3.1. Autenticação...8 3.2. Entrada na intranet...8 3.3. O ecrã

Leia mais

Telefone sem fios Manual de configuração Office

Telefone sem fios Manual de configuração Office Telefone sem fios Manual de configuração Office Índice Configurar o Office sem fios 5 Configurar o seu telefone sem fios 5 Configurar a base do telefone 5 Associar o telefone à base 8 Configurar uma conta

Leia mais

Manual de Utilizador Documentos de Transporte. TOConline. Suporte. Página - 1

Manual de Utilizador Documentos de Transporte. TOConline. Suporte. Página - 1 TOConline Suporte Página - 1 Documentos de Transporte Manual de Utilizador Página - 2 Índice Criação de um documento de transporte... 4 Definições de empresa- Criação de moradas adicionais... 9 Comunicação

Leia mais

José Joaquim Rosado Crispim Formador Certificado EDF 22879/2001 DL http://clientes.netvisao.pt/rcrispim. Manual de Apoio à Formação

José Joaquim Rosado Crispim Formador Certificado EDF 22879/2001 DL http://clientes.netvisao.pt/rcrispim. Manual de Apoio à Formação José Joaquim Rosado Crispim Manual de Apoio à Formação Março de 2004 Índice Índice Introdução... 2 1 Definição de Projecto: 1.1 Conceito de Projecto... 3 1.2 Gestão de Projectos... 4 1.3 Classificação

Leia mais

Para inserir custo fixo às tarefas, siga os passos abaixo :

Para inserir custo fixo às tarefas, siga os passos abaixo : Capítulo 9 Custos 166 CUSTOS INSERINDO CUSTO FIXO AO PROJETO O custo total do projeto é o custo total de recurso somado ao custo total de custos fixos. O custo com recurso já é computado quando alocamos

Leia mais

[GESTÃO DE REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COM O ENDNOTE]

[GESTÃO DE REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COM O ENDNOTE] 2015 FEP Centro de Documentação, Informação e Arquivo (CDIA) [GESTÃO DE REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COM O ENDNOTE] Documento de apoio na utilização do Endnote. ÍNDICE ÍNDICE... 1 BREVE INTRODUÇÃO... 2 O

Leia mais

COMPETÊNCIAS BÁSICAS EM TIC NAS EB1

COMPETÊNCIAS BÁSICAS EM TIC NAS EB1 COMPETÊNCIAS BÁSICAS EM TIC NAS EB1 Oficina do Correio Para saber mais sobre Correio electrónico 1. Dicas para melhor gerir e organizar o Correio Electrónico utilizando o Outlook Express Criar Pastas Escrever

Leia mais

Manual de Transição TWT Sítio de Disciplina para Moodle 2.6

Manual de Transição TWT Sítio de Disciplina para Moodle 2.6 Universidade Católica Portuguesa Direcção de Sistemas de Informação Manual de Transição TWT Sítio de Disciplina para Moodle 2.6 Manual de utilização - Docentes DSI Outubro 2014 V2.6 ÍNDICE 1 OBJETIVO DESTE

Leia mais

Computação Móvel 2007/2008

Computação Móvel 2007/2008 Computação Móvel 2007/2008 Tutorial 2 Criação de uma nova publicação de base de dados no SQL Server 2005 Standard Edition / Enterprise Edition / Developer Edition No computador cliente: 1. Estabelecer

Leia mais

FIGURA. 2.2 ECRÃ DE TRABALHO

FIGURA. 2.2 ECRÃ DE TRABALHO Noções Básicas FIGURA. 2.2 ECRÃ DE TRABALHO 2.2.1 Painel de Tarefas (Task Pane) O painel de tarefas constitui a grande novidade do ecrã de trabalho desta nova versão do Word. Para utilizadores menos experientes,

Leia mais

Introdução à realização de macros

Introdução à realização de macros Introdução à realização de macros 1 Introdução Macros são ações que se executam automaticamente num documento do MS Office, tal como abrir um arquivo, selecionar um campo ou fazer um cálculo, isto é, é

Leia mais

ZS Rest. Manual Avançado. Gestão de Stocks Local. v2011

ZS Rest. Manual Avançado. Gestão de Stocks Local. v2011 Manual Avançado Gestão de Stocks Local v2011 1 1. Índice 2. Introdução... 3 3. Iniciar o ZSRest FrontOffice... 4 4. Produto... 5 b) Activar gestão de stocks... 5 i. Opção: Faz gestão de stocks... 5 ii.

Leia mais

Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores. 2013/2014 1º Semestre. Portfolio MEEC. Guia de Laboratório.

Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores. 2013/2014 1º Semestre. Portfolio MEEC. Guia de Laboratório. Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores 2013/2014 1º Semestre Portfolio MEEC Guia de Laboratório -- Trabalho 2 -- Preparado por João Miranda Lemos Instituto Superior Técnico Departamento

Leia mais

Sobre o Livro... XV. FCA Editora de Informática

Sobre o Livro... XV. FCA Editora de Informática Índice Sobre o Livro... XV Capítulo 1 Configurar o Excel... 1 1.1 Iniciar o Excel... 1 1.2 Ambiente de trabalho... 3 1.3 Personalização do ambiente de trabalho... 6 1.3.1 Opções da interface do utilizador...

Leia mais

Ferramentas de Comunicação da Internet no Ensino/Aprendizagem

Ferramentas de Comunicação da Internet no Ensino/Aprendizagem Centro de Formação da Batalha Centro de Competência Entre Mar e Serra Ferramentas de Comunicação da Internet no Ensino/Aprendizagem Batalha Novembro de 2001 1 - Como começar com o Outlook Express Com uma

Leia mais

Manual do Utilizador. PowerPoint 2013. Carlos Diniz

Manual do Utilizador. PowerPoint 2013. Carlos Diniz Manual do Utilizador PowerPoint 2013 Carlos Diniz Índice 1. Acerca do PowerPoint 2013... 3 1.1. Principais caraterísticas do PowerPoint 2013... 3 2. Trabalhar no interface do PowerPoint 2013... 3 2.1.

Leia mais

A VISTA BACKSTAGE PRINCIPAIS OPÇÕES NO ECRÃ DE ACESSO

A VISTA BACKSTAGE PRINCIPAIS OPÇÕES NO ECRÃ DE ACESSO DOMINE A 110% ACCESS 2010 A VISTA BACKSTAGE Assim que é activado o Access, é visualizado o ecrã principal de acesso na nova vista Backstage. Após aceder ao Access 2010, no canto superior esquerdo do Friso,

Leia mais

[MANUAL DO NOVO PROGRAMA DE GESTÃO DE UNIVERSIDADES SENIORES]

[MANUAL DO NOVO PROGRAMA DE GESTÃO DE UNIVERSIDADES SENIORES] Dez 2014, v1 RUTIS Associação Rede de Universidades da Terceira idade [MANUAL DO NOVO PROGRAMA DE GESTÃO DE UNIVERSIDADES SENIORES] Desenvolvido por RUTIS Manual do Novo programa de Gestão de Universidades

Leia mais

Programa Inovar Alunos e Inovar Profissional - Sumários, Faltas e Comportamento

Programa Inovar Alunos e Inovar Profissional - Sumários, Faltas e Comportamento Programa Inovar Alunos e Inovar Profissional - Sumários, Faltas e Comportamento 1A. Programa Inovar Alunos - Fazer sumários e marcar faltas 1. O sumário e a marcação de faltas, no Inovar Alunos, deve ser

Leia mais

MODELO BASE DA CONTA DE CULTURA DO SOBREIRO ContaSb 1.0

MODELO BASE DA CONTA DE CULTURA DO SOBREIRO ContaSb 1.0 1 Corknow-How: Conhecimento Suberícola em Rede Operação 0400162 do PRRN Programa para a Rede Rural Nacional Manual de utilização MODELO BASE DA CONTA DE CULTURA DO SOBREIRO ContaSb 1.0 Dezembro de 2013

Leia mais

Monitoramento e Controle. Leonardo Gresta Paulino Murta leomurta@ic.uff.br

Monitoramento e Controle. Leonardo Gresta Paulino Murta leomurta@ic.uff.br Monitoramento e Controle Leonardo Gresta Paulino Murta leomurta@ic.uff.br O que é? O plano pode ser visto como lacunas (contendo tarefas), que estão previstas mas ainda não foram executadas É possível

Leia mais

POSTOUCH. Manual Software

POSTOUCH. Manual Software POSTOUCH Manual Software Introdução Introdução POS TOUCH é uma solução direcionada a pequenos postos de venda, que tem necessidade de criação de muitos talões de uma forma linear e rápida. A solução implementa

Leia mais

Aleph 18.01 Manual de utilização do módulo de circulação e empréstimos

Aleph 18.01 Manual de utilização do módulo de circulação e empréstimos Aleph 18.01 Manual de utilização do módulo de circulação e empréstimos Elaborado por: Amélia Janeiro e Ana Cosmelli SDUL 2008 Índice Apresentação... 3 1. Gestão de leitores... 5 1.1 Pesquisa de leitores...

Leia mais

4.1. TRABALHAR COM O CALENDÁRIO

4.1. TRABALHAR COM O CALENDÁRIO Calendário 2Calendário 14 INTRODUÇÃO O Calendário é uma grande ferramenta do Outlook que se pode usar como livro de reuniões para escalonar eventos, aperceber-se de datas importantes e gerir a lista de

Leia mais

Manual de Access 2007

Manual de Access 2007 Manual de Access 2007 Índice Introdução... 4 Melhor que um conjunto de listas... 5 Amizades com relações... 6 A Estrutura de uma Base de Dados... 8 Ambiente do Microsoft Access 2007... 9 Separadores do

Leia mais

SClínico - SAPE - Autor: Eloy Boo ULSAM - USF LETHES Ponte de Lima

SClínico - SAPE - Autor: Eloy Boo ULSAM - USF LETHES Ponte de Lima - Autor: Eloy Boo ULSAM - USF LETHES Ponte de Lima SClínico SAPE Agradecimentos: À enfermeira Cármen Cunha, pela sua grande paciência, disponibilidade e ajuda. Índice geral 1. Introdução... 3 2. Iniciar

Leia mais

Microsoft Project 2003

Microsoft Project 2003 [Módulo 1] Microsoft Project 2003 Apresentação do software 1 Características do Software. Principal ferramenta para o Gerenciamento de Projetos; Versátil, fácil utilização e interface prática; Uso da Internet

Leia mais

GERENCIAMENTO DE PROJETOS

GERENCIAMENTO DE PROJETOS GERENCIAMENTO DE PROJETOS SERENA OPEN PROJ FABIANO KEIJI TAGUCHI ESTE MATERIAL TEM UM OBJETIVO DE COMPLEMENTAR OS ASSUNTOS ABORDADOS DENTRO DE SALA DE AULA, TORNANDO-SE UM GUIA PARA UTILIZAÇÃO DA FERRAMENTA

Leia mais

Neste curso, seguiremos um tutorial de aprendizado. Este tutorial, por sua vez, segue as nossas etapas essenciais de planejamento como visto abaixo.

Neste curso, seguiremos um tutorial de aprendizado. Este tutorial, por sua vez, segue as nossas etapas essenciais de planejamento como visto abaixo. 1. Criação e Edição de Projetos 1.1. Visão Geral: Neste curso, seguiremos um tutorial de aprendizado. Este tutorial, por sua vez, segue as nossas etapas essenciais de planejamento como visto abaixo. Planejamento

Leia mais

ADSE DIRETA - PROTOCOLOS DE DOCUMENTOS REGIME LIVRE

ADSE DIRETA - PROTOCOLOS DE DOCUMENTOS REGIME LIVRE ADSE DIRETA - PROTOCOLOS DE DOCUMENTOS REGIME LIVRE MANUAL DE APOIO ÀS ENTIDADES EMPREGADORAS Este documento destina-se a apoiar as entidades empregadoras na elaboração dos protocolos dos documentos de

Leia mais

ADSE DIRETA MANUAL DE UTILIZAÇÃO PARA PRESTADORES DA REDE DA ADSE

ADSE DIRETA MANUAL DE UTILIZAÇÃO PARA PRESTADORES DA REDE DA ADSE ADSE DIRETA MANUAL DE UTILIZAÇÃO PARA PRESTADORES DA REDE DA ADSE 2 ÍNDICE ADSE Direta... 4 Serviços Disponíveis... 6 Atividade Convencionada... 7 Atualizar/Propor Locais de Prestação... 9 Propor Novo

Leia mais

Usando o Excel ESTATÍSTICA. A Janela do Excel 2007. Barra de título. Barra de menus. Barra de ferramentas padrão e de formatação.

Usando o Excel ESTATÍSTICA. A Janela do Excel 2007. Barra de título. Barra de menus. Barra de ferramentas padrão e de formatação. Barra de deslocamento ESTATÍSTICA Barra de menus Barra de título Barra de ferramentas padrão e de formatação Barra de fórmulas Conjuntos e Células (Intervalos) Área de trabalho Separador de folhas Barra

Leia mais

MANUAL INOVAR ALUNOS Área Docente

MANUAL INOVAR ALUNOS Área Docente MANUAL INOVAR ALUNOS Área Docente Índice INOVAR ALUNOS Área Docente 1. Menu Eventos... 2 2. Menu Inicial - Faltas... 4 2.1. Inserir Faltas... 5 2.1.1. Falta por aluno... 5 2.1.2. Por disciplina... 5 2.1.

Leia mais

Aplicações de Escritório Electrónico

Aplicações de Escritório Electrónico Universidade de Aveiro Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Águeda Curso de Especialização Tecnológica em Práticas Administrativas e Tradução Aplicações de Escritório Electrónico Folha de trabalho

Leia mais

Manual de Configuração

Manual de Configuração Manual de Configuração Índice Criar conta de Administrador... 3 Criar Negócio... 5 Back office... 7 Criar Locais... 11 Criar Menu... 13 Itens complexos... 18 One Click... 19 Painel de Pedidos... 20 QR

Leia mais

MicroMIX Comércio e Serviços de Informática, Lda.

MicroMIX Comércio e Serviços de Informática, Lda. 1 P á g i n a Procedimentos Inventário AT 2014 Software Olisoft-SIG.2014 Verificar Versão dos Módulos Instalados Em primeiro lugar deveremos verificar se o programa SIG está actualizado. Esta nova rotina

Leia mais

20 Aula Digital Manual do Utilizador do Professor

20 Aula Digital Manual do Utilizador do Professor 20 Aula Digital Manual do Utilizador do Professor Versão 1.0 Índice I. Começar a utilizar o 20 Aula Digital... 4 1. Registo... 4 2. Autenticação... 4 2.1. Recuperar palavra-passe... 5 II. Biblioteca...

Leia mais

Acordo de licenciamento do EMPRESÁRIO

Acordo de licenciamento do EMPRESÁRIO Acordo de licenciamento do EMPRESÁRIO Ao abrir a caixa do CD que contém o programa EMPRESÁRIO, o utilizador aceita os termos do contracto de licenciamento deste acordo. Licença Garantias A T&T outorga-lhe

Leia mais

Oficina de Construção de Páginas Web

Oficina de Construção de Páginas Web COMPETÊNCIAS BÁSICAS EM TIC NAS EB1 Oficina de Construção de Páginas Web Criação e Publicação Guião Páginas WWW com o editor do Microsoft Office Word 2003 1. Introdução. 2. Abrir uma página Web. 3. Guardar

Leia mais

MANUAL DE UTILIZAÇÃO DA PLATAFORMA MOODLE

MANUAL DE UTILIZAÇÃO DA PLATAFORMA MOODLE MANUAL DE UTILIZAÇÃO DA PLATAFORMA MOODLE A EQUIPA DO PTE 2009/2010 Índice 1. Entrar na plataforma Moodle 3 2. Editar o Perfil 3 3. Configurar disciplina 4 3.1. Alterar definições 4 3.2. Inscrever alunos

Leia mais

1. FILTRAR OS DADOS ATRAVÉS DE FORMULÁRIO (FILTER BY FORM)

1. FILTRAR OS DADOS ATRAVÉS DE FORMULÁRIO (FILTER BY FORM) Nesta aula prática iremos usar uma base de dados fictícia já preenchida com o nome Espaço Projecto - InfantJaundice2006.accdb. Este ficheiro foi criado pelo curso Data Management for Research, 2005, UCSF.

Leia mais

Manual do Sistema "Vida Controle de Contatos" Editorial Brazil Informatica

Manual do Sistema Vida Controle de Contatos Editorial Brazil Informatica Manual do Sistema "Vida Controle de Contatos" Editorial Brazil Informatica I Vida Controle de Contatos Conteúdo Part I Introdução 2 1 Vida Controle... de Contatos Pessoais 2 Part II Configuração 2 1 Configuração...

Leia mais

2.1.10. Trabalhar com CDs e DVDs

2.1.10. Trabalhar com CDs e DVDs 2.1.10. Trabalhar com CDs e DVDs Os procedimentos utilizados para gravar informação num CD ou num DVD variam conforme a forma como estes forem formatados. A formatação é efectuada em discos vazios e consiste

Leia mais

Software-Global 1/11

Software-Global 1/11 Não esquecer que a senha do Administrador é ADMIN Botões do programa: Acesso ao Programa: O Acesso ao programa deve ser feito através do utilizador ADMINISTRADOR, que tem todas as permissões para gerir

Leia mais

POS significa Point of Sale Posto de Venda um local onde ocorre uma transação financeira, por exemplo,

POS significa Point of Sale Posto de Venda um local onde ocorre uma transação financeira, por exemplo, Módulo POS Loja O que é um POS? Para que serve? POS significa Point of Sale Posto de Venda um local onde ocorre uma transação financeira, por exemplo, uma Loja que efetue venda ao público. Por outras palavras,

Leia mais

NOÇÕES ELEMENTARES DE BASES DE DADOS

NOÇÕES ELEMENTARES DE BASES DE DADOS 1 NOÇÕES ELEMENTARES DE BASES DE DADOS Este primeiro capítulo aborda conceitos elementares relacionados com bases de dados. Os conceitos abordados neste capítulo são necessários para trabalhar adequadamente

Leia mais

Microsoft Project 2007

Microsoft Project 2007 Microsoft Project 2007 Todas as marcas citadas neste material, são propriedades de seus respectivos fabricantes. Índice Introdução ao Microsoft Project 2007... 1 Conceitos sobre Gerenciamento de Projetos...

Leia mais

Google Apps para o Office 365 para empresas

Google Apps para o Office 365 para empresas Google Apps para o Office 365 para empresas Mude O Office 365 para empresas tem um aspeto diferente do Google Apps, por isso, ao iniciar sessão, obterá esta vista para começar. Após as primeiras semanas,

Leia mais

Manual de apoio à plataforma de candidaturas a cursos de mestrado e pós-licenciatura

Manual de apoio à plataforma de candidaturas a cursos de mestrado e pós-licenciatura Manual de apoio à plataforma de candidaturas a cursos de mestrado e pós-licenciatura Centro de Informática e Técnico 1 passo 1: abrir candidatura O primeiro passo consiste em efetuar a abertura do processo

Leia mais

Um Software com mais funcionalidades...a pensar no seu negócio

Um Software com mais funcionalidades...a pensar no seu negócio Manual SM Contratos & Avenças Versão 2.8.4 Um Software com mais funcionalidades...a pensar no seu negócio 1 Índice SoftSolutions, Lda 2000/2012. Todos os direitos reservados...3 Todos os direitos reservados...3

Leia mais

Tarefa Orientada 6 Edição de Dados

Tarefa Orientada 6 Edição de Dados Tarefa Orientada 6 Edição de Dados Objectivos: Inserção de dados. Alteração de dados. Eliminação de dados. Definição de Listas de Pesquisa (Lookup Lists) O Sistema de Gestão de Bases de Dados MS Access

Leia mais

Manual do PDFCreator Versão 1

Manual do PDFCreator Versão 1 Manual do PDFCreator Versão 1 O PDFCreator é um software livre que permite criar documentos em formato PDF a partir outras aplicações. Centro de Formação de Penalva e Azurara www.cfpa.pt 2006 Índice Índice...

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO Gerente de projeto

MANUAL DO USUÁRIO Gerente de projeto MANUAL DO USUÁRIO Gerente de projeto Conteúdos 1. O gerente de projeto... 3 2. Painel de início... 4 3. Parâmetros gerais do projeto... 5 4. Designar usuários a projetos e tarefas... 6 5. Orçamento...

Leia mais

Guia de Introdução. Procurar Pode procurar uma pasta, subpastas e até outras caixas de correio.

Guia de Introdução. Procurar Pode procurar uma pasta, subpastas e até outras caixas de correio. Guia de Introdução O Microsoft Outlook 2013 tem uma aparência diferente das versões anteriores, pelo que criámos este guia para o orientar na aprendizagem. Torne-o seu Personalize o Outlook. Escolha entre

Leia mais

Projectos de Software

Projectos de Software Projectos de Software Patrícia Macedo Engenharia de Software 2005/2006 EST, Setúbal Gestão de Projecto Engenharia de Software 2 1 Estrutura de Conceitos Engenharia de Software 3 Estruturas das Equipas

Leia mais

Programação Básica em STEP 7 Símbolos. SITRAIN Training for Automation and Drives Página 4-1

Programação Básica em STEP 7 Símbolos. SITRAIN Training for Automation and Drives Página 4-1 Conteúdo Pág. Endereçamento Absoluto e Simbólico... 2 Endereçamento Absoluto - Panorâmica... 3 Abrindo a Tabela de...... 4 Editar: Procurar e Substituir... 5 Visualizar: Filtro... 6 Visualizar: Ordenar...

Leia mais

Índice 1 INTRODUÇÃO...2 2 PESQUISA DE ENTIDADES...8 3 CRIAÇÃO DE ENTIDADES...12 4 DEPENDÊNCIAS...17 5 BANCOS, SEGURADORAS E CONSERVATÓRIAS...

Índice 1 INTRODUÇÃO...2 2 PESQUISA DE ENTIDADES...8 3 CRIAÇÃO DE ENTIDADES...12 4 DEPENDÊNCIAS...17 5 BANCOS, SEGURADORAS E CONSERVATÓRIAS... Índice 1 INTRODUÇÃO...2 1.1 JANELA ÚNICA DE ENTIDADES...3 1.2 PERMISSÕES POR UTILIZADOR...4 1.3 RESTRIÇÕES À VISUALIZAÇÃO/MANIPULAÇÃO...6 2 PESQUISA DE ENTIDADES...8 2.1 CRITÉRIOS DE PESQUISA...8 2.2 LISTA

Leia mais

GERIR REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS com o software Mendeley. Bibliotecas da Universidade de Aveiro

GERIR REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS com o software Mendeley. Bibliotecas da Universidade de Aveiro GERIR REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS com o software Mendeley Bibliotecas da Universidade de Aveiro 2014 2 sumário 1. Citações em texto e referências bibliográficas conceitos chave vantagens 2. Essencial do

Leia mais

RENT versão desktop Manual de Utilizador para empresa

RENT versão desktop Manual de Utilizador para empresa RENT versão desktop Manual de Utilizador para empresa @ Copyright 2015 Desenvolvido pela Dória Software versão manual 1.3 Última atualização 23.03.2015 Sobre o RENT I. O que é o RENT? RENT- Registo Nominal

Leia mais

ANÁLISE DE PROJETO NO TEMPO. Construção de uma pequena casa: Código Tarefa Duração Precedências

ANÁLISE DE PROJETO NO TEMPO. Construção de uma pequena casa: Código Tarefa Duração Precedências CAPÍTULO 3 ANÁLISE DE PROJETO NO TEMPO Exemplo Construção de uma pequena casa: Código Tarefa Duração Precedências (semanas) 1 Preparo do terreno 2 --- 2 Fundações 3 1 3 Alvenaria 3 2 4 Esgotos 1 2 5 Telhado

Leia mais

TUTORIAL CORTADORA LASER. Software de Edição e Output ADOBE ILLUSTRATOR. 1. Abrir o programa ADOBE ILLUSTRATOR localizado na barra de tarefas

TUTORIAL CORTADORA LASER. Software de Edição e Output ADOBE ILLUSTRATOR. 1. Abrir o programa ADOBE ILLUSTRATOR localizado na barra de tarefas TUTORIAL CORTADORA LASER Software de Edição e Output ADOBE ILLUSTRATOR 1. Abrir o programa ADOBE ILLUSTRATOR localizado na barra de tarefas 2. Para iniciar a edição do trabalho para enviar para o equipamento,

Leia mais

CFAC: Introdução ao AutoCAD - II. Capitulo II: Configuração e Organização

CFAC: Introdução ao AutoCAD - II. Capitulo II: Configuração e Organização Introdução ao AutoCAD João Manuel R. S. Tavares Joaquim O. Fonseca Objetivos Configurar desenhos que utilizam diferentes unidades; Criar uma folha de desenho que reflita adequadamente a escala pretendida;

Leia mais

GIGrecibos. Sistema de Emissão de Recibos de Donativos. Para Igrejas. Produzido e distribuído por: VIBISinfor Rua Nova, 10 7490-250 MORA

GIGrecibos. Sistema de Emissão de Recibos de Donativos. Para Igrejas. Produzido e distribuído por: VIBISinfor Rua Nova, 10 7490-250 MORA wgig GIGrecibos Sistema de Emissão de Recibos de Donativos Para Igrejas Produzido e distribuído por: VIBISinfor Rua Nova, 10 7490-250 MORA tel: 266403273 www.vibis.com 1 Conteúdo wgig... 1 Avisos legais...

Leia mais

Manual do utilizador. Aplicação de agente

Manual do utilizador. Aplicação de agente Manual do utilizador Aplicação de agente Versão 8.0 - Otubro 2010 Aviso legal: A Alcatel, a Lucent, a Alcatel-Lucent e o logótipo Alcatel-Lucent são marcas comerciais da Alcatel-Lucent. Todas as outras

Leia mais

User Guide. PRIMAVERA EXPRESS V7 Versão 1.0. Março de 2012. Pg 1

User Guide. PRIMAVERA EXPRESS V7 Versão 1.0. Março de 2012. Pg 1 User Guide PRIMAVERA EXPRESS V7 Versão 1.0 Março de 2012 Pg 1 1. Instalação Para poder efetuar o download do produto PRIMAVERA Express deve começar por se registar no site da PRIMAVERA, indicando os dados

Leia mais

Explorar os comandos no friso Todos os separadores do friso têm grupos e todos os grupos têm um conjunto de comandos relacionados.

Explorar os comandos no friso Todos os separadores do friso têm grupos e todos os grupos têm um conjunto de comandos relacionados. Guia de Introdução O Microsoft Excel 2013 tem um aspeto diferente das versões anteriores, pelo que criámos este guia para ajudar a minimizar a curva de aprendizagem. Adicionar comandos à Barra de Ferramentas

Leia mais

Ano Lectivo 2006/2007 1º. Semestre, 3.º ano Licenciatura em Engenharia Eléctrica e Electrónica [Bolonha]

Ano Lectivo 2006/2007 1º. Semestre, 3.º ano Licenciatura em Engenharia Eléctrica e Electrónica [Bolonha] ADEE EST Universidade do Algarve 2003 Prática Ano Lectivo 2006/2007 1º. Semestre, 3.º ano Licenciatura em Engenharia Eléctrica e Electrónica [Bolonha] Índice INTRODUÇÃO AO PROJECT... 3 1. OBJECTIVOS:......

Leia mais

Manual de configuração de Impostos

Manual de configuração de Impostos Manual de configuração de Impostos De forma a contemplar as várias necessidades dos utilizadores das aplicações XD, foram efetuadas diversas alterações nas configurações de impostos. Nas versões anteriores

Leia mais

www.highskills.pt geral@highskills.pt

www.highskills.pt geral@highskills.pt Objetivos Gerais Microsoft Project no Suporte à Gestão Profissional de Projetos Este Curso pretende dotar os participantes das seguintes competências: utilização eficaz da ferramenta Microsoft Project

Leia mais

Manual utilização. Dezembro 2011. Instituto Politécnico de Viseu

Manual utilização. Dezembro 2011. Instituto Politécnico de Viseu Manual utilização Dezembro 2011 Instituto Politécnico de Viseu 1 Índice Zona pública... 3 Envio da ideia de negócio... 3 Inscrição nas Oficinas E... 4 Zona privada... 5 Administração... 5 Gestão de utilizadores...

Leia mais