UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA MESTRADO EM PSICANÁLISE, SAÚDE E SOCIEDADE

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1 UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA MESTRADO EM PSICANÁLISE, SAÚDE E SOCIEDADE Gabriela Abreu da Silva Gouvêa Um Curso num percurso de Inclusão. Contribuições da Psicanálise e da Saúde Pública para a área Educacional. Rio de Janeiro 2008

2 1 Gabriela Abreu da Silva Gouvêa Um Curso num percurso de Inclusão. Contribuições da Psicanálise e da Saúde Pública para a área Educacional. Dissertação apresentada ao Mestrado Profissional em Psicanálise, Saúde e Sociedade da Universidade Veiga de Almeida, como requisito parcial para a obtenção do grau de Mestre. Linha de Pesquisa: Subjetividade nas Práticas das Ciências da Saúde. Orientadora: Prof.ª Dr.ª Fátima Gonçalves Cavalcante Rio de Janeiro 2008

3 2 UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA SISTEMA DE BIBLIOTECAS Rua Ibituruna, 108 Maracanã Rio de Janeiro RJ Tel.: (21) Fax.: (21) FICHA CATALOGRÁFICA G719c Gouvêa, FICHA Gabriela CATALOGRÁFICA Abreu da Silva Um curso num percurso de inclusão: contribuições da psicanálise e da saúde coletiva/ Gabriela Abreu da Silva Gouvêa, p. ; 30 cm. Dissertação (Mestrado) Universidade Veiga de Almeida, Mestrado Profissional em Psicanálise, Saúde e Sociedade, Subjetividade nas Práticas das Ciências da Saúde, Rio de Janeiro, Orientação: Fátima Gonçalves Cavalcante 1. Psicanálise. 2. Psicanálise e educação. 3. Psicologia educacional. 4. Educação inclusiva. I. Cavalcante, Fátima Gonçalves. II. Universidade Veiga de Almeida, Mestrado Profissional em Psicanálise, Saúde e Sociedade, Subjetividade nas Práticas das Ciências da Saúde l. III. Título. CDD Ficha Catalográfica elaborada pela Biblioteca Setorial Tijucal/UVA

4 3 Gabriela Abreu da Silva Gouvêa Um Curso num percurso de Inclusão. Contribuições da Psicanálise e da Saúde Pública para a área Educacional. Rio de Janeiro, 18 de agosto de BANCA EXAMINADORA Profª Drª Fátima Gonçalves Cavalcante (Orientadora) ENSP/FIOCRUZ UVA Doutora em Saúde Pública pela ENSP/FIOCRUZ Profª Drª Maria da Glória Schuab Sadala UVA Doutora em Comunicação e Cultura pela UFRJ Profª Drª Rosita Edler Carvalho - PUC-RJ Doutora em Educação pela UFRJ

5 4 Aos meus amados Pais, Luiz Carlos e Dulce, pela força de vida sempre pulsante em nossa casa e em nossas relações e pelo amor incondicional que sempre nos uniu, ajudando-me a trilhar este longo percurso. Ao meu Irmão, Luiz Augusto, pela descontração e por seu empreendedorismo contagiante. Ao Felipe, meu eterno querido, pela compreensão de minhas ausências, pelo apoio caloroso e por ter se tornado meu marido no percurso deste trabalho. Aos avós e avô, por mais um dia compartilhado e pela história de seus percursos. Aos meus Sogros Nei e Márcia, e cunhados Guilherme, Tatiana e Daniela, por serem parte de minha família e por me garantirem momentos de tanto afeto. A todos os meus amigos e afilhados, que sempre me oferecem, singelamente, um colorido especial aos momentos da vida. A cada um de meus alunos e seus pais, por suas lições de afeto e superação. Às participantes do Curso, por seus ensinamentos...

6 5 AGRADECIMENTOS Há pessoas que nos falam e nem as escutamos. Há pessoas que nos ferem e nem cicatrizes deixam. Mas há pessoas que simplesmente aparecem em nossa vida E nos marcam para sempre. Cecília Meireles Um trabalho desta magnitude só se viabiliza com apoios e redes de contatos muito especiais. No meu caso, pude contar com pessoas muito queridas e dotadas de capacidades ímpares de colaboração, altruísmo e de contagiantes sorrisos bem humorados algo muito importante em trabalhos coletivos. A todos àqueles que, direta ou indiretamente, ajudaram ou foram ajudados por este belíssimo Projeto de Pesquisa, o meu sincero e caloroso MUITO OBRIGADA! À minha Orientadora deste percurso, Fátima Gonçalves Cavalcante. Pessoa realmente especial, dona de um infinito poder de socialização de seus saberes, Mestra capaz de ser aprendiz, oradora entusiasmada de seus projetos e ideais. Fátima, sem dúvida, iluminou meus caminhos com a beleza da construção de uma pesquisa, dando-me suas mãos para trilharmos com afeto e dedicação, sem perdermos o foco na qualidade e excelência. Minhas palavras seriam poucas, mas a certeza de que serei uma Multiplicadora de seus ensinamentos é maior prova de minha gratidão. À minha sempre querida Mestra Rosita Edler Carvalho, que se tornou minha fonte de referência quando penso em Educação, justamente por ter-me ensinado através dos caminhos do coração. Suas palavras jamais foram esquecidas ao longo da construção desta Dissertação e ao longo de minhas práticas pedagógicas em uma Escola que deseja incluir, sempre! Meu eterno carinho... À Professora e Coordenadora do Curso de Mestrado, Glória Sadala, que acreditou e vislumbrou que uma Educadora poderia nadar na imensidão do oceano da Psicanálise.

7 6 despertares... Aos Professores do Curso do Mestrado em Psicanálise, por tantos Ao Professor Luís Bittencourt, por sua sensibilidade em tantas áreas do conhecimento e pela arte da comunicação. Às minhas amigas de Equipe de Orientação de Dissertação, Marisa Guimarães e Gabriella Barbosa, que estiveram, literalmente, ao meu lado em um apoio incondicional, promovendo ainda uma escuta carinhosa e atenciosa. O meu muito obrigada também por terem partilhado os seus conhecimentos nas palestras do Curso. Às demais amigas e colegas da Turma, sem citar nomes para não esquecer de nenhum deles, que me deixaram suas insígnias de coragem e perseverança. À Eliana Júlia, que já ao final do percurso, compartilhou seus saberes psicanalíticos comigo, lendo o meu trabalho com tanto afeto. Às professoras participantes do Curso de Formação de Multiplicadores, que me ensinaram, com seus exemplos, o poder da Educação no processo de transformação da realidade social. Espero, sinceramente, que multipliquem com persistência e afeto os preceitos da verdadeira Inclusão. À Equipe de Secretaria do João Caetano, sempre dedicada em aprontar os materiais do Curso, deixando-os perfeitos para nosso uso. À Equipe de Apoio do João Caetano, que nos atendia de forma tão calorosa em todos os encontros do Curso, contribuindo de forma significativa para seu sucesso. Incluo, nesta Equipe, o Sr. Jordão e seu data-show. À amiga Libânia Boechat, pessoa ímpar e indispensável na área da Educação Especial, que me forneceu contatos fabulosos e dicas indispensáveis nos momentos de necessidade.

8 7 À Educadora Isabel Portella por sua inesquecível palestra sobre seu trabalho com crianças portadoras de deficiência visual em nosso segundo encontro do Curso. Aos Pais do meu querido aluno Felipe Silva, Sérgio e Kátia, que compartilharam suas dúvidas e ansiedades com o Grupo de professores do Curso em nosso terceiro encontro. Desta oportunidade, fortificaram muitas idéias... À Psicóloga Beatriz Cunha, que aceitou participar de nossa jornada de aprendizagens, tornando-se uma convidada muito importante para nosso Curso, devido às suas contribuições. Às colegas de Equipe do Jardim Brotoeja, que repartiram muitas de minhas tarefas do Curso de Multiplicadores e souberam compreender minha fase de atribulações com o Mestrado. Ao meu Pai, o artista Luiz Viégas, por desenhar com os pincéis de sua alma, a Epígrafe deste trabalho... Obrigada, profundamente, a todos vocês!

9 8 Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas. Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do vôo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o vôo. Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são pássaros em vôo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o vôo, isso elas não podem fazer, porque o vôo já nasce dentro dos pássaros. O vôo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado. Rubem Alves

10 9 RESUMO Este trabalho teve como objetivos apresentar as reflexões acerca do impacto causado pelas diferenças entre os sujeitos na contemporaneidade, elucidando, em contrapartida, os movimentos de promoção da inclusão educacional e suas possibilidades de viabilização através da experiência do Curso de Formação de Multiplicadores sobre Inclusão para professores. Demonstrou-se, ao longo desta pesquisa amparada nos respaldos metodológicos da pesquisa-ação, a caracterização da sociedade atual sob o ponto de vista da construção de estereótipos e imagens idealizadas de seus sujeitos. Entretanto, a mesma sociedade que rotula os seus sujeitos, é convocada a incluí-los, principalmente, nas esferas educacionais. Pretendeu-se, portanto, situar o conceito de inclusão nos tempos atuais, respaldando-o nas mais novas legislações do Ministério da Educação (MEC) e amparando-o teoricamente com a Psicanálise e a Saúde Pública. Com a apresentação do virtuoso percurso de um Curso de Formação de Multiplicadores, a pesquisa teve como objetivo mostrar uma experiência de sucesso na área da inclusão junto a uma equipe docente efetivando-se como um produto de um Mestrado Profissional. Esperou-se, com isso, promover ações pedagógicas e sociais mais efetivas na área da educação especial e nos núcleos de atuações dos profissionais envolvidos no Curso. Palavras-chave: Educação Especial; Inclusão; Pensamento Psicanalítico; Saúde Pública; Empoderamento de professores.

11 10 ABSTRACT This work had the intention to present the reflections concerning the impact caused by the differences among the subjects in the contemporary society, elucidating, in compensation, the moments of promotion of the educational inclusion and their possibilities of making possible through the experiences of the Course of Formation of the Multiplificator about the inclusion for teachers. It was demonstrated, among this research aided by the methodological backrests of the action-research, a characterization of the current society under the point of view of the construction of stereotypes and ideolized images of their subjects. However,the same society that labels their subject is called to include them, mainly, in the educational in the spheres. it was intended, therefore, to place the concept of inclusion in the current times, supported by the newest legislations of the Minister of Education (MEC) and helping it theoretically with the psychoanalysis and the public health. With the presentation, along the way, with a virtuous Course of Formation of Multipliers, the research as an objective to show a successful experience in the area of inclusion together with an educational team aimed as the product of a Professional Masters Degree. We expected, with it, to promote more effective pedagogic and social action in the area of the special education and in the nucleos of the performance of professionals involved in the Course. Key words: Special Education; Inclusion; Psychoanalitic Thought; Public Health, Teachers empowerment.

12 11 LISTA DE TABELA E ILUSTRAÇÕES Figura 1: Pilares da Educação...85 Tabela 1: Dados sobre Conteúdos e Palestrantes Convidados dos Eixos Temáticos do Curso...88 Fotos 1 e 2: Participantes do Curso Foto 3: Abertura do Encontro Foto 4: Diretora da Escola Foto 5: Slide de abertura do encontro Final do Curso, produzido pela pesquisadora Fotos 6 e 7: Encenação do Primeiro Grupo Foto 8: Apresentação do Debate gravado do Primeiro Grupo Foto 9: Apresentação da participante do Segundo Grupo Foto 10: Apresentação do Terceiro Grupo Foto 11: Depoimento da Participante do Terceiro Grupo Foto 12: Slide do Terceiro Grupo Fotos 13 e 14: Sequência de figuras e fotos apresentadas em slides pelo Quarto Grupo Foto 15: Apresentação da participante do Quarto Grupo Foto 16: Orientadora da Pesquisa Fátima Cavalcante, concluindo as apresentações Foto 17: Homenagem das participantes do Grupo à pesquisadora Gabriela Abreu Foto 18: Palavras finais da Pesquisadora e realizadora do Curso Gabriela Abreu Fotos 19, 20 e 21: Exposição de trabalhos realizados pelas participantes ao longo dos encontros do I Curso de Formação de Multiplicadores sobre Inclusão no Colégio João Caetano...143

13 12 SUMÁRIO INTRODUÇÃO...13 CAPÍTULO 1. A Diferença num percurso de Inclusão Reflexões acerca da Diferença na Contemporaneidade O Sujeito da Alteridade...34 CAPÍTULO 2. O Sujeito da Singularidade: contribuições da Psicanálise para a Educação O Sujeito para a Psicanálise: Inconsciente, Linguagem e Significantes...44 CAPÍTULO 3. Educação, Deficiência e Inclusão: O Sujeito na Diversidade Da exclusão do deficiente à inclusão da diferença Inclusão educacional: uma nova realidade Educadores e Inclusão: Por que a diferença incomoda tanto?...67 CAPÍTULO 4. Um Curso num percurso de Inclusão O percurso metodológico da Pesquisa Os percursos do Curso O cenário para percurso do Curso...91 CAPÍTULO 5. A avaliação do percurso do Curso Indicadores de Avaliação do Curso CAPÍTULO 6. Promoção de Saúde e Multiplicadores: enlaces do Terceiro Milênio Recorrendo à História para compreender a atualidade A Promoção de Saúde A Escola Promotora de Saúde e os Multiplicadores A voz e a vez dos Multiplicadores Os Multiplicadores e algumas de suas conclusões CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...153

14 13 O tempo é escasso, mãos à obra. Primeiro é preciso transformar a vida para cantá-la em seguida. Maiakovski Desenho de D., 9 anos. Menino que adora estudar matemática, ler e jogar bola. Na Escola, é monitor da turma e ajudante de três colegas, pois acaba as atividades com muita rapidez devido à sua alta habilidade.

15 14 INTRODUÇÃO Por que a diferença incomoda tanto? Este é um dos questionamentos que sempre me inquietou e que inquieta a muitos profissionais, familiares e aos próprios sujeitos que lidam diariamente com características e situações que são consideradas desviantes ao conceito de normalidade já socialmente instaurado. São as diferenças de alguns sujeitos que chamam a atenção e que criam os estereótipos, gerando imagens preconcebidas e, conseqüentemente, preconceituosas. São as deficiências físicas, mentais ou sensoriais dos sujeitos, são as diferenças étnicas, de aprendizagem, religiosas, sociais e econômicas que vêm provocando incômodos em uma sociedade que se configura como espetacular, que produz imagens a serem consumidas baseadas em um padrão de beleza, saúde, perfeição e felicidade. Guy Debord (1997,p.18) nos esclarece que a sociedade contemporânea é a sociedade do espetáculo, que considera ser um mundo regido pela economia do consumo, estando a mercadoria no centro da vida social. Para o autor, a sociedade regida pelo espetáculo tende a transformar tudo em imagens e estas acabam se tornando reais e motivam, de forma hipnótica, o comportamento dos sujeitos. Sendo assim, o espetáculo é a afirmação da aparência e a afirmação de toda vida humana isto é, social como simples aparência (DEBORD, 1997,p.16). Estamos portanto inseridos na sociedade que valoriza a aparência, que determina comportamentos sociais, que engendra nos sujeitos uma disposição para o consumo de bens materiais em detrimento de valores éticos. Esta ininterrupta fabricação de pseudonecessidades inscreve os objetos como signos de felicidade e satisfação plena, sempre prontos a serem consumidos. Idealizamos para consumirmos imediatamente aquilo que é belo, perfeito, que não produz contrariedades, que não traz insatisfações, aquilo que poderá nos trazer a ilusão da plenitude. Mas, como ficam os sujeitos que não se enquadram nos padrões idealizados por essa sociedade? Como se sentem e se relacionam aqueles que não correspondem às imagens de perfeição, beleza e produtividade? Como estão, nesta sociedade do espetáculo, os que não aprendem conforme o ritmo dos demais em

16 15 uma turma, os que não se locomovem como os outros, os que não conseguem ouvir ou enxergar os frenéticos movimentos do dia-a-dia? Como esta sociedade está acolhendo aqueles que podem causar um certo incômodo por não produzirem ou consumirem conforme as exigências da contemporaneidade? É justamente ao olhar o outro-diferente, o que não se enquadra nos padrões predeterminados da normalidade, que a sociedade acaba excluindo seus sujeitos, em movimentos de segregação social, econômica e educacional. A Escola, que deveria ser um lugar de encontros, de socialização, de mobilização coletiva de todos os seus participantes, vem, ao longo dos anos, enaltecendo ainda mais a exclusão daqueles que deveria incluir! Ressalto isso, porque TODOS devemos estar incluídos e envolvidos no processo educacional - independente de nossas condições físicas, intelectuais ou sociais - aprendendo juntos (professores e alunos), trocando experiências, pesquisando, indagando, interagindo... Entretanto, em muitas realidades educacionais vemos as diferenças e impossibilidades em seus alunos com deficiências ou com dificuldades de aprendizagem sendo ressaltadas, relegando-os o papel de excluídos do direito de participarem ativamente em TODAS as etapas e atividades educacionais. O conceito de uma escola inclusiva pressupõe uma nova maneira de entendermos as respostas educativas que se instauram, visando a efetivação do trabalho na diversidade. Segundo Rosita Edler Carvalho um dos grandes referenciais na área de Educação Especial no Brasil, a inclusão dos alunos com deficiências ou com necessidades educacionais especiais está baseada nos seguintes pressupostos: na defesa dos direitos humanos de acesso, ingresso e permanência em escolas de boa qualidade (onde se aprende a aprender, a fazer, a ser e conviver); no direito de integração com colegas e educadores; de apropriação e construção do conhecimento, o que implica, necessariamente, em previsão e provisão de recursos em toda a ordem (CARVALHO, 2006,p.36). Ainda segundo a autora, para que a escola possa verdadeiramente promover a inclusão, é necessária uma mudança de atitudes frente às diferenças individuais, desenvolvendo-se a consciência de que somos todos diferentes uns dos outros e de nós mesmos, porque evoluímos e nos modificamos (idem, 2006, p.36, grifo meu). E lidar com a diferença em nossas salas de aula não se constitui como uma tarefa fácil, pois precisamos entrar em contato com as nossas próprias

17 16 inquietações com relação ao que o diferente provoca em nós mesmos, aprendendo a vislumbrar a diversidade dos alunos como uma oportunidade de enriquecimento para todos da comunidade escolar. Estas reflexões fundamentaram a construção do objeto desta pesquisa que busca a reflexão teórica da exclusão enquanto um processo social na contemporaneidade, elucidando, em contrapartida, os movimentos de promoção da inclusão educacional e suas possibilidades de viabilização através da experiência do Curso de Formação de Multiplicadores sobre Inclusão para professores. A pesquisa objetiva, portanto, caracterizar a sociedade atual sob o ponto de vista da construção de estereótipos e imagens idealizadas de seus sujeitos e situar o conceito de inclusão nos tempos atuais, respaldando-o nas mais novas legislações do Ministério da Educação (MEC) e amparando-o teoricamente com a Psicanálise e a Saúde Pública. Com a apresentação do percurso de um Curso de Formação de Multiplicadores sobre inclusão para professores, a pesquisa teve como objetivo mostrar uma experiência de sucesso na área da inclusão junto a uma equipe docente de Educação Infantil e Ensino Fundamental, efetivando-se como um produto de um Mestrado Profissional. A relevância da Psicanálise neste trabalho é a de contribuir para um olhar mais dimensionado à particularidade de cada aluno, fazendo emergir o conceito de sujeito. Segundo Elia (2004), o sujeito da psicanálise se constitui a partir da linguagem, por um emaranhado de representações. Sigmund Freud, o fundador da Psicanálise, desloca a concepção de sujeito enlaçada com a consciência e dominada pela razão para o sujeito do inconsciente, determinado por Leis próprias, que extrapolam as possibilidades do sujeito racional. Diz-nos Bezerra (1989, p.234) que o sujeito do inconsciente se apresenta nas lacunas, nas quais o discurso da racionalidade nada tem a dizer. Somente o sujeito que fala livremente, amarrado pelas leis do inconsciente, pode constituir o sentido e o valor do enredamento discursivo produzido e articulado por ele. É este conceito de sujeito do inconsciente, dotado de desejos e significantes particulares, que nos remete a pensar em uma Educação para o sujeito, para a sua singularidade, considerando o ato educativo como uma tarefa que nunca termina e que convoca o professor a sair de sua posição de Mestre absoluto, aquele que detém o saber universal, e colocar-se como um eterno caçador do saber-nãosabido, considerando que o seu significante não é o único significante do desejo.

18 17 Para Mrech (2005), não basta que o professor seja reflexivo, pois muito do nosso processo em sala de aula decorre de um plano inconsciente. Segundo a autora, talvez esta seja a grande contribuição da Psicanálise para a Educação: proporcionar um olhar mais atento para aquilo que fazemos, como fazemos, de que jeito fazemos, com quem fazemos etc. Almeida (2006) ressalta que educar e educar-se implica, sobretudo, estar em contato permanente com a alteridade e ter de se haver com as diferenças e com sua própria diferença. A Psicanálise, ainda segundo a autora, oferece ao campo da Educação um despertar para uma postura mais reflexiva sobre a tarefa educativa, que supõe uma nova significação por parte do professor acerca de sua atuação junto aos alunos. Todavia, para uma Educação voltada para a singularidade dos sujeitos, levando em conta seus desejos, suas necessidades e suas particularidades, é preciso que o professor esteja adequado. Este conclame é muito mais do que uma tarefa; é um longo percurso, onde toda a escola (pais, alunos e funcionários) deve estar envolvida. Para que o processo de valorização de cada aluno enquanto sujeito singular seja possível, é extremamente necessário ouvir o professor em suas necessidades, compreender seus desafios, escutar e acolher suas reações causadas pelo estranho em sua sala de aula. Na Escola fala-se muito em prazos, notas, ritmo de aprendizagem, conteúdos a serem dados, punições, erros e acertos... Mas fala-se pouco sobre o sentimento de desqualificação do professor, sobre seu despreparo acadêmico quanto à Educação Especial, sobre a falta de formação continuada de todo o corpo docente... Fala-se menos ainda sobre a ausência, em muitos casos, de locais dentro da própria escola, de discussão, reflexão e (re)significação do conceito de inclusão com toda a equipe envolvida, o que acaba caracterizando tais instituições como meros depósitos de alunos que necessitam de uma atenção mais especializada. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN) nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, assegura o direito de acesso a pessoas com deficiências ao ensino regular e destaca que precisam receber educação diferenciada, recursos pedagógicos e metodologias educacionais específicas, em virtude de sua condição de portador de deficiência auditiva, visual, mental, múltipla ou física, ou ainda, altas habilidades ou condutas típicas (BRASIL, 1996).

19 18 Portanto, a educação da pessoa com deficiência deve ser compreendida em uma dimensão bem ampla, não só educativa, mas também sócio-cultural, com o objetivo de desenvolver suas potencialidades, respeitando suas dificuldades. Para que isso aconteça, Freitas e Castro (2004,p.04) destacam que nas escolas regulares, para trabalhar com alunos com necessidades educativas especiais, em seu ensino comum, os professores precisam de formação adequada. As autoras enfatizam ainda que, a capacitação dos docentes para atuar numa perspectiva inclusiva, deve visar o desenvolvimento do sujeito autônomo, levando os profissionais a uma constante reflexão sobre sua prática e métodos pedagógicos. Considerando que não há nenhuma receita milagrosa para salvar os professores dos desafios e obstáculos que precisarão enfrentar, é essencial encorajá-los ao debate, que minimiza angústias e cria possibilidades de reflexão e construção. É fato, portanto, que a Escola e os profissionais que recebem estas crianças com deficiências precisam de constante capacitação, de modo a revisar permanentemente seus conceitos acadêmicos e suas próprias impossibilidades, articulando-as com as necessidades educativas especiais que estas crianças, e todas as outras demandam. Enquanto educadora, essa tarefa de conviver com o diferente sempre me preocupou. Em minha trajetória profissional, percebi que, ao receber alunos com necessidades especiais em minha sala de aula, deixava aflorar minhas maiores mazelas, minhas grandes deficiências enquanto profissional, meus medos e segredos diante de fatos tão desconhecidos: receio de errar, desconhecimento do caminho a percorrer pedagogicamente, insegurança ao abordar o tema com as famílias, despreparo para formular redes de contatos e ajuda para a criança, sensação de não ter com quem compartilhar todas as minhas incertezas... Na minha escola de atuação, apesar de promover a inclusão há quase duas décadas, ainda não havia um espaço sistemático de reflexão e livre expressão dos docentes sobre a questão da educação inclusiva. Eis que me deparei com o Programa de Formação de Multiplicadores em Promoção da Saúde, Defesa dos Direitos e Prevenção da Violência na área da Deficiência, ao longo do curso de Mestrado, através da Professora e Pesquisadora da área de Saúde Pública Fátima Gonçalves Cavalcante, fruto de pesquisas anteriores de Cavalcante et al (2007). O Projeto veio ao encontro dos meus desejos de redimensionar, principalmente, o atendimento oferecido aos alunos com

20 19 necessidades especiais e de promover um espaço de escuta a estes profissionais, permitindo-lhes (re)significar o conceito de deficiência algo tão impositivo em seus cotidianos. O redimensionamento do Programa de Formação de Multiplicadores na área da Deficiência (op cit) foi necessário para que pudesse adaptá-lo, em novas bases, e transformá-lo em um Curso para formar multiplicadores sensíveis às necessidades dos alunos com deficiências e necessidades educacionais especiais de nossa escola, tendo como eixo a inclusão. Surgia, então, uma pesquisa baseada na metodologia da pesquisa-ação, cuja riqueza reside no contínuo processo de coleta de dados, discussão e ação, possibilitando a construção (e não a imposição) do conhecimento por parte da pesquisadora e dos envolvidos na pesquisa. Depois da aprovação pelo Comitê de Ética da FIOCRUZ (Claves/ENSP) 1 do Projeto de Pesquisa intitulado: Curso de Formação de Multiplicadores sobre Deficiência e Inclusão educacional: contribuições da Psicanálise e da Saúde Pública para a área educacional, iniciou-se o I Curso de Formação de Multiplicadores sobre Inclusão para professores no Colégio João Caetano. O Curso teve como principais objetivos promover a escuta de seus participantes sobre suas experiências pedagógicas na área da inclusão, (re)significar os conceitos acerca da deficiência através das discussões grupais ao longo dos Três Eixos Temáticos do Curso e desenvolver capacidade de empoderamento dos profissionais participantes para ações inclusivas mais eficazes, promovendo saúde e defesa da cidadania dentro e fora da Escola. O amplo percurso do Curso, desenvolvido em 8 (oito) encontros, direcionados por 3 (três) Eixos Temáticos que nortearam discussões e estudos na área da Deficiência e Inclusão, da Defesa de Direitos e da Promoção de Saúde, pôde revelar a riqueza das contribuições de cada um dos participantes. Quando houve a divulgação do Curso no Colégio João Caetano, muitos professores da Educação Infantil e do Ensino Fundamental se interessaram. No primeiro encontro, foram esperados 23 participantes inscritos e ao final do Curso, tivemos a participação efetiva de, pelo menos, 17 deles. Este número representou uma grande adesão à proposta e baixa desistência, apesar das adversidades. Tratava-se de encontros mensais, aos sábados pela manhã, contando com um primeiro momento 1 A sigla Claves significa Centro Latino-Americano de Estudos de Violência e Saúde, criado pela Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP) da Fundação Oswaldo Cruz, em 1989.

21 20 de reflexão teórica e de discussão coletiva, e num segundo momento a participação de palestrantes convidados. Os palestrantes tinham o compromisso de fomentar ainda mais os debates, contribuindo com suas experiências pessoais e profissionais ligadas ao Eixo Temático em questão. O percurso do Curso, que acabou sendo o título desta dissertação, possibilitou um repensar acerca da própria função da instituição escolar, que deve permitir a emergência da multiplicidade, polifonia, diversidade de pensamentos, atitudes, aprendizagens e idéias de professores, famílias e alunos. Ao longo do Curso, os participantes puderam perceber - e expressaram isto em suas falas, de que dentro da Escola, apesar dos desígnios de uma sociedade globalizada e capitalista que transforma tudo em produto homogeneizado, há o que os contextos sociais vêm tentando excluir: a particularidade, a diferença, as exceções. Tendo este cenário como realidade, o I Curso de Formação de Multiplicadores sobre inclusão objetivou elaborar estratégias para a melhoria das ações sociais e das atuações pedagógicas dos participantes, visando a inclusão, a defesa dos direitos dos deficientes e a promoção de saúde de todos os envolvidos no processo educacional como realidades possíveis. Para tanto, os conceitos da área da Saúde Pública foram essenciais, principalmente no que se refere à promoção de saúde. A promoção da saúde deve ser entendida como um progresso nas estratégias da saúde coletiva na medida em que sua abordagem desloca o foco do sujeito para os atores coletivos como a cidade, a escola, a fábrica, o meio ambiente (SILVA, 1997). Segundo a Carta de Otawa (BRASIL, 2001,p.02), a promoção de saúde pode ser concebida como o processo destinado a capacitar os indivíduos para exercerem um maior controle sobre sua saúde e sobre os fatores que podem afetá-la... reduzindo os fatores que podem resultar em risco e favorecendo os que são protetores e saudáveis...a saúde se desenvolve e é gerada no marco da vida cotidiana: nos centros de ensino, de trabalho e de recreação. A saúde é o resultado dos cuidados que cada indivíduo dispensa a si mesmo e aos demais, da capacidade de tomar decisões, de controlar sua própria vida e de garantir que a sociedade em que vive ofereça a todos os seus membros a possibilidade de gozar de um bom estado de saúde. Várias estratégias têm sido utilizadas, em nível mundial, para se implantar políticas de promoção da saúde. Uma importante estratégia, que tem sido adotada por vários países, estados, municípios ou serviços, é a Escola Promotora da Saúde, é a escola que tem uma visão integral do ser humano, que considera os sujeitos, em

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