23º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental

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1 III PROPOSTA DE PROGRAMA DE RECICLAGEM DE RESÍDUOS ORIUNDOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL PARA A GRANDE JOÃO PESSOA PB: UM ESTUDO PRELIMINAR QUANTO À VIABILIDADE Nelma Mirian Chagas de Araújo (1) Engenheira Civil pela UFPB (1989), Especialista em Engenharia de Segurança do Trabalho pela UFPB (1996), Mestre (1998) e Doutora (2002) em Engenharia de Produção pela UFPB. Professora Titular/Pesquisadora do CEFET-PB (desde 1995) e Pesquisadora da UFPB junto ao Programa de Pós- Graduação em Engenharia de Produção PPGEP (desde 2003). Alexsandra Rocha Meira Engenheira Civil pela UFPB (1993), Mestre em Engenharia de Produção pela UFPB (1996), Doutora em Engenharia de Produção pela UFSC (2002). Professora Titular/Pesquisadora do CEFET-PB (desde 1996) e Pesquisadora da UFPB junto ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção PPGEP (desde 2003). Claudia Coutinho Nóbrega Engenheira Civil pela UFPB (1989), Mestre em Engenharia Sanitária pela UFPB (1991), Doutora em Recursos Naturais pela UFCG (2003). Professora da UFSE (1992 a 1994). Professora Adjunto I da UFPB (desde 1994). Consultora em Gestão de Resíduos Sólidos. Jussara Severo da Silva Engenheira Civil pela UFPB (2001), Mestre em Engenharia Urbana pela UFPB (2004). Endereço (1) : Rua Dep. Balduíno M. de Carvalho, 155/ Bessa João Pessoa - PB - CEP: Brasil - Tel: +55 (83) Fax: +55 (83) RESUMO A reutilização e reciclagem de resíduos na construção civil surgem como alternativas de minimizar problemas oriundos da escassez de áreas de deposição e de redução do uso de matéria-prima natural. Tendo em vista que a utilização parcial ou total dos resíduos, reciclados ou não, em substituição à matéria-prima utilizada na confecção de componentes para a construção civil, pode proporcionar custos menores na construção de edificações, bem como pode minimizar os problemas com áreas de deposição de resíduos, um diagnóstico do volume e da composição dos resíduos sólidos gerados por empresas construtoras, em seus principais canteiros de obra, será de grande valia para a determinação de políticas públicas, principalmente ambientais e habitacionais. Nesse sentido, este trabalho apresenta uma proposta de programa para a reciclagem dos resíduos gerados pela construção civil na grande João Pessoa PB e demonstrando a viabilidade da mesma. PALAVRAS-CHAVE: Construção civil, resíduos sólidos, reciclagem, viabilidade. INTRODUÇÃO Os resíduos sólidos oriundos da construção civil são gerados quer por demolições, obras em processo de renovação, quer por edificações novas, em razão do desperdício de materiais resultante de processos construtivos tradicionais. Estudos realizados pelo NORIE/UFRGS indicam que as perdas de sete materiais básicos da construção, que representam, em média, cerca de 20% do custo de uma obra, podem alcançar patamares de até 12% do custo total da mesma (SCARDOELLI et al., 1994). Segundo Cavalcanti (2004), alguns dos fatores que determinam esse desperdício, plenamente superáveis, são: a) insuficiência de definição em projetos; b) ausência de qualidade nos materiais e componentes de construção ofertados ao mercado; c) ausência de procedimentos e mecanismos de controle na execução. Dentro desse contexto, a melhoria e otimização dos processos construtivos são de fundamental importância e, a reciclagem dos resíduos sólidos aparece como uma das soluções para os materiais que são inevitavelmente perdidos. A reciclagem pode transformar as montanhas desordenadas de resíduos da construção em matérias-primas, as quais poderão ser utilizadas em obras de edificações, em obras de pavimentação, etc. ABES - Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental 1

2 O presente artigo tem por objetivo demonstrar a viabilidade de um programa de reciclagem municipal para os resíduos sólidos gerados pela construção civil, ainda que de forma superficial, e servir de subsídio para pesquisas mais profundas e ações gerenciais dos envolvidos no processo, com vistas à adequação às disposições contidas na Resolução n 307 do Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA (BRASIL, 2002). METODOLOGIA Partindo de pesquisa realizada por Meira e Araújo (2003), onde foram realizadas entrevistas em vinte empresas construtoras e em três empresas coletoras de resíduos, além de bibliografia sobre o tema em foco e dados fornecidos pela Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (EMLUR), buscou-se evidenciar a viabilidade de um programa para reciclagem dos resíduos sólidos gerados pela construção civil na grande João Pessoa. RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL Caracterização Os resíduos gerados na construção civil possuem características peculiares, haja vista a diversidade de técnicas e metodologias de produção existente nessa indústria. Segundo Zordan (2003), características como composição e quantidade gerada dependem, diretamente, do estágio de desenvolvimento local dessa indústria (qualidade da mão-de-obra, adesão a programas da qualidade, técnicas construtivas adotadas, dentre outros). Na pesquisa realizada por Meira e Araújo (2003), constatou-se que a composição do resíduo gerado por vinte empresas construtoras de edificações verticais variava de forma significativa, dependendo de fatores como o tipo de material utilizado nas construções e as técnicas construtivas empregadas. Além disso, dentro de uma mesma obra, a composição do resíduo também variou de acordo com as atividades realizadas. Nas obras visitadas foi possível verificar a variação do resíduo de acordo com a etapa construtiva em que cada uma delas se encontrava. O Quadro 1 apresenta a composição do resíduo sólido de cada obra. Ressalta-se que os materiais reutilizados pelas construtoras como aterro não estão apresentados no Quadro 1. Como exemplo tem-se a Obra 2, onde, apesar de haver execução de alvenaria e, conseqüentemente, desperdício de tijolos, os mesmos não foram considerados resíduos, pois foram completamente reutilizados como aterro na própria obra. Em 90% das obras observou-se a produção de resíduo do tipo argamassa ou concreto. Apesar de não terem sido quantificados os resíduos, pela constância de argamassas e concretos, pode-se supor, de forma geral, uma maior geração de resíduos dessa natureza. ABES - Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental 2

3 Quadro 1: Composição do entulho das obras pesquisadas. OBRA Concreto e Solo e Cerâmica Madeira Aço Tijolo Outros* argamassa areia *engloba materiais provenientes das instalações hidro-sanitárias e elétricas, bem como gesso, papelão etc. Gerenciamento No Brasil, de acordo com Pinto (1999), a parcela de resíduos de construção e demolição (RCD) gira em torno de 45% dos resíduos sólidos municipais (RSM). Entretanto, as discussões no país normalmente priorizam o ponto de vista econômico, sendo o resíduo oriundo de obras visto apenas como a materialização de falhas no processo construtivo (desperdício) e a dificuldade de gestão do grande volume gerado é simplesmente repassada ao poder público. No ano de 2003, segundo dados coletados na EMLUR, o volume de resíduos dispostos no Lixão do Roger/Aterro Sanitário Metropolitano, oriundo da construção civil, foi de t, o que corresponde a uma média mensal de 1.076,25 t. Por outro lado, em 30% das obras pesquisadas por Meira e Araújo (2003), além do resíduo proveniente da construção, são misturados, a esse todo, o resto de material orgânico gerado na obra, bem como material de escritórios e banheiros. Nas demais obras (70%), ocorrem a separação dos resíduos não provenientes das construções, sendo esses coletados pela Prefeitura Municipal. Nas obras onde o resíduo proveniente da construção é colocado separadamente não se observou, entretanto, nenhum tipo de tratamento diferenciado de acordo com o tipo de material, exceto quando o material é destinado a aterro. Nesses casos, há a separação de materiais como madeira e gesso, que podem interferir na qualidade do serviço. Mesmo para esses casos onde ocorre essa separação e para os demais casos (85% das obras), a realidade observada vai de encontro ao que estabelece a resolução n o 307 do CONAMA, ao determinar a separação dos resíduos em quatro classes distintas, conforme as características dos resíduos. Dependendo da obra, o resíduo é depositado diretamente em caçambas colocadas dentro dos canteiros (Figura 1) ou nas áreas externas (Figura 2), depositado em espaços reservados nos próprios canteiros ou, ainda, colocado diretamente nas áreas externas às obras, de forma desordenada. No caso do resíduo colocado em caçambas, estas são recolhidas pelas empresas prestadoras de serviços quando o próprio pessoal das obras requisita a retirada e reposição. Verificou-se que em 50% das obras pesquisadas o resíduo é depositado diretamente em caçambas fornecidas por empresas coletoras. ABES - Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental 3

4 Figura 1: Disposição da caçamba no interior da obra. Figura 2: Disposição da caçamba fora da obra (calçada). Quando o resíduo é depositado em locais dentro da própria obra, o sistema de retirada do mesmo é por meio de caminhões ou caminhonetes. Nesse caso, o material pode ser transportado diretamente do canteiro para o automóvel quando há possibilidade da entrada do mesmo até o local de deposição do resíduo, ou, caso não seja possível, todo o resíduo gerado na obra é retirado até a calçada para que, só então, seja requisitado o transporte. Observou-se que 45% das obras depositam os resíduos nos canteiros, e em 22% desses casos, todo o resíduo é retirado até a calçada para que possa ser coletado através de caminhão ou caminhonete. Salienta-se, ainda, que dentre todas as obras pesquisadas, apenas três explicitaram a reutilização de parte dos resíduos provenientes da construção, sendo elas Obra 2, Obra 5 e Obra 18. Isso implica que 85% das construções pesquisadas transformam, em resíduos, parte dos desperdícios que não ficam incorporados à obra (espessuras de revestimentos e de contrapiso, por exemplo). As três obras que reutilizam resíduos, empregam esse material unicamente no aterro da própria obra ou de outras construções da empresa. O engenheiro da Obra 5 afirmou que todo o desperdício gerado no local até então está sendo reutilizado em aterro, exceto o madeiramento, que foi reaproveitado por outra obra. Verificase, portanto, que alternativas apontadas pela literatura visando à reutilização dos resíduos em pavimentações, concretos e argamassas, por exemplo, não foram constatadas em nenhuma obra. O problema de deposição de resíduos em aterros clandestinos está, muitas vezes, associado à existência de cobrança de taxa para disposição em aterros cadastrados. No mercado local, as empresas coletoras manifestaram-se insatisfeitas com a cobrança de taxa no valor de R$ 15,00, por caçamba, para depósito dos resíduos no aterro sanitário metropolitano da grande João Pessoa, inaugurado no dia 05/08/2003, data em que também foram cessadas as atividades do Lixão do Roger. ABES - Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental 4

5 Reciclagem A indústria da construção, particularmente a construção, operação e demolição de edifício, provavelmente representa a atividade humana com maior impacto sobre o meio ambiente. A definição de estratégias para minimização do uso de recursos não renováveis, economia de energia e redução de resíduos de construção, em especial, vêm sendo estimuladas por agências governamentais, instituições de pesquisa e pelo setor privado de diversos países (SILVA, 2000). A extração descontrolada de recursos naturais, muitos deles não renováveis, poderá levar ao esgotamento de reservas e perdas irreparáveis de biodiversidade. Nesse sentido, a reutilização e reciclagem de resíduos sólidos apresentam diversas vantagens potenciais do ponto de vista da sustentabilidade. Essa percepção tem levado diferentes países a adotarem políticas específicas, com o intuito de criar condições para que elas se tornem realidade. A reciclagem de resíduos no Brasil como materiais de construção, comparada a países do primeiro mundo, é ainda incipiente, excetuando-se os casos das indústrias de cimenteiras (recicla aproximadamente mais de 5 milhões de toneladas por ano de escória de alto-forno, cinzas volantes, pneus, etc.) e siderúrgicas (6 milhões de sucata reciclada anualmente). Segundo John (2000), as aplicações possíveis dos resíduos coletados devem ser aquelas que melhor aproveitem as características físico-químicas de tais resíduos. Assim, a aplicação do resíduo não deve ser em torno de idéias pré-concebidas. De acordo com a caracterização dos resíduos oriundos dos canteiros pesquisados (Quadro1), estes podem ser utilizados de duas formas: sem tratamento, apenas com uma simples separação (reutilização), e com tratamento (reciclagem). Os resíduos sem tratamento podem ser utilizados em aterros, na própria obra ou em outras obras. Essa é a forma mais econômica de reutilização do resíduo, porém é também bastante limitada, haja vista que os serviços de aterro em uma obra não são representativos em relação aos demais serviços. Outro ponto que deve ser ressaltado é que quando os serviços de aterro têm representatividade, devido à topografia do terreno, por exemplo, a execução dos mesmos deve ser realizada no início da obra, o que inviabiliza a utilização de resíduos que serão gerados em serviços futuros da obra (estrutura, alvenaria, acabamento). Já os resíduos oriundos da construção, após passarem por um processo de reciclagem, podem ser utilizados em um maior número de serviços. Estudos realizados por alguns pesquisadores, demonstram que os resíduos sólidos de construção e demolição (RCDs) podem ser reutilizados de diversas formas, dentre as quais: como agregado para o concreto não estrutural (ZORDAN e PAULON, 2003; XAVIER et al., 2002); na confecção de argamassas e em pavimentação (ZORDAN, 2003). O gesso, identificado nos resíduos gerados pelas obras pesquisadas como integrante do item outros (Quadro 1), possui grande representatividade no volume gerado em obras quando estas estão realizando serviços de revestimento interno ou forro. Todas as empresas pesquisadas utilizam o gesso como forro em suas obras, e algumas também utilizam esse material como revestimento interno. O volume de resíduo gerado pelo gesso é bastante expressivo. Em um outro estudo, Meira e Araújo (2004) constataram que quando estão sendo realizados os serviços de revestimento interno e/ou de forro de gesso, uma só obra pode produzir até duas caçambas de resíduos em um só dia, totalizando 10 m 3. O resíduo originado por esse material pode ser utilizado, após ser reciclado, como aglomerante, na produção de cimento, na correção de solos, como aditivo para compostagem, na secagem de lodo de esgoto e como forração para animais (JOHN e CINCOTTO, 2003). Deve-se salientar, todavia, que embora potencialmente reciclável, aspectos de mercado e a inevitável contaminação dificultam a reciclagem dos resíduos do gesso. John e Cincotto (2003) afirmam que essa reciclagem é tecnicamente possível, mas a viabilização da reciclagem em escala comercial depende de diversos fatores, inclusive de características regionais. PROPOSTA DE PROGRAMA DE RECICLAGEM Um programa de reciclagem voltado para os resíduos gerados pela indústria da construção civil deve ter por objetivo a gestão dos mesmos de forma adequada, dentro de padrões de qualidade que apontem para a satisfação da totalidade dos envolvidos no processo construtivo. Esse programa deve se corporificar em ABES - Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental 5

6 políticas de curto e médio prazo, embasadas nos princípios de simplicidade, facilidade, incentivo, interação e busca de melhoria contínua. A adoção de um programa desse porte deve buscar, também, a inversão da atual situação em que a administração pública corre atrás dos resíduos e dos problemas que eles causam, ofertando áreas adequadas para a sua correta disposição. Para tanto, se faz necessário abolir as práticas incorretas e introduzir novas práticas, sistematizando uma nova forma de solucionar os problemas, com maior eficiência e menor custo. Nesse sentido, se faz imprescindível, também, o envolvimento dos setores externos à administração pública, estabelecendo parcerias transparentes com cada um dos envolvidos no processo construtivo, cabendo aos mesmos os seguintes papéis: construtores reduzir a geração de resíduos na fonte, reutilizar e/ou reciclar os resíduos eventualmente gerados; poder público ativar instrumentos financeiros e tributários, incentivar a reutilização e/ou reciclagem dos sub-produtos, alargar a disponibilidade de uso de material reciclado, promover orientação, educação e controle para uma ação correta. Esse programa seria implantado em duas etapas, quais sejam: na primeira, seria trabalhada a conscientização e a preparação do setor produtivo, por meio da adoção de procedimentos que viabilizem a coleta seletiva dos resíduos sólidos gerados pela construção civil (canteiros de obras, reformas e demolições); na segunda, seria efetuada a articulação entre o poder público e o setor produtivo para detalhamento e implantação da proposta (abrangendo diagnóstico, planejamento, definição de áreas específicas para disposição dos resíduos, definição de responsabilidades dos envolvidos, estímulo à aplicação dos resíduos reciclados e criação de mercado para a aplicação dos resíduos reciclados). CONSIDERAÇÕES FINAIS A diversidade de aplicações possíveis da maioria dos resíduos, com certeza, é bastante grande. Daí a importância de se concentrar esforços e pesquisas nas alternativas consideradas mais viáveis em termos de desempenho técnico, dos impactos ambientais, da viabilidade de mercado e dos aspectos sociais. A cadeia produtiva da construção civil apresenta diversas vantagens que a credencia a ser uma grande recicladora. Enquanto setor, a oportunidade de reduzir o significativo impacto ambiental através da reciclagem também é extremamente interessante. A caracterização dos resíduos gerados pelas empresas pesquisadas demonstra que existe uma potencialidade considerável dos mesmos quanto à reciclagem. Um gerenciamento integrado dos serviços municipais de coleta e disposição dos resíduos sólidos, desenvolvido de acordo com a Resolução n. 307 do CONAMA, e o envolvimento da comunidade (empresas construtoras, sindicatos, ONGs, instituições de pesquisa) podem tornar viável a reciclagem dos resíduos oriundos da construção. São exemplos de ações desse tipo os programas Obra Limpa (São Paulo SP), Bairro Limpo (São José dos Campos SP), Reciclagem de Entulho (Belo Horizonte MG) e Entulho Limpo (Brasília DF). A adoção do programa resultará em impactos significativos, como: ambiental além de proporcionar um destino correto aos resíduos, os mesmos sendo reciclados diminuiriam a quantidade de recursos naturais utilizados pela indústria da construção, eliminaria o impacto visual causado pela disposição inadequada; econômico através da utilização de produtos reciclados, haveria uma redução dos custos com materiais utilizados e social geração de novos empregos, na central de triagem e reciclagem dos resíduos. Para as construtoras, o engajamento em projetos como o Obra Limpa teriam, ainda como vantagens: redução do volume de resíduos a descartar; redução do consumo de materiais, como agregados, por exemplo; mudança de cultura da empresa, diferencial de imagem no mercado, otimização do fluxo de resíduos, ajustes aos padrões de desenvolvimento sustentável, não ser responsabilizada por passivo ambiental e atender aos requisitos ambientais de programas de certificação, como a ISO Outro ponto que deve ser ressaltado, diz respeito às exigências da Resolução n. 307 do CONAMA, que estariam sendo atendidas, por parte da administração municipal e empresas construtoras. Os maiores desafios para implantação do programa na grande João Pessoa - PB, seriam: conscientização dos geradores de resíduos para uma coleta seletiva do material, pois se isso não acontecer, a reutilização e/ou ABES - Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental 6

7 reciclagem tornam-se inviável; conscientização dos envolvidos no processo construtivo quanto à importância recursos financeiros a serem investidos em pesquisas e montagem de uma central de triagem e reciclagem dos resíduos; mudança de cultura quanto à crença de que material reciclado é produto de baixa qualidade. Enquanto isso, as principais atividades necessárias para implementar o programa, seriam: otimização das atividades dos pequenos coletores de resíduos; mudança na ação dos agentes públicos no sentido de atuar, em um primeiro momento, como instrutores e não como agentes fiscalizadores; melhoria da cadeia de informação sobre deposição de resíduos e reciclagem, a fim de mudar os hábitos das pessoas envolvidas com a indústria da construção civil; implementação de serviços de recuperação ambiental em áreas previamente degradadas; incentivo à reciclagem de resíduos e à utilização de resíduos reciclados; definição de uma política de reciclagem e utilização de materiais reciclados em obras públicas. Pelo exposto, anteriormente, pode-se afirmar que os resíduos oriundos das obras de edificações verticais da grande João Pessoa - PB têm potencialidade para serem reciclados e voltarem à cadeia produtiva de diversas formas. Entretanto, para tanto, faz-se necessário uma maior conscientização, e posterior envolvimento, dos geradores dos resíduos (empresas construtoras) e do poder público municipal, que até o presente momento não tomaram nenhuma medida concreta no sentido de atender às disposições da Resolução n. 307 do CONAMA, no tocante à construção civil. Percebe-se que no município de João Pessoa existe demanda de material (resíduo gerado pela construção), local apropriado para disposição de resíduos e montagem de uma planta de reciclagem, que demonstram, assim, a viabilização de um programa municipal de reciclagem. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. BRASIL, Resolução CONAMA n. 307, de 5 de julho de Estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 17 de julho de CAVALCANTI, D. K. C. Políticas para a reciclagem de resíduos da construção civil. Disponível em: < Acesso em: 26 mai JOHN, V. M. Reciclagem de resíduos na construção civil: contribuição à metodologia de pesquisa e desenvolvimento. São Paulo: EPUSP, (Tese de Livre Docência) 4. JOHN, V. M.; CINCOTTO, M. A. Alternativas de gestão dos resíduos de gesso Disponível em: < Acesso em: 27 fev MEDEIROS, F. Resíduos da construção: leis e projetos tentam solucionar o destino final do material que sobra nas obras. Qualidade na Construção. São Paulo, n. 26, p. 6-10, abr/mai MEIRA, A. R.; ARAÚJO, N. M. C. Gestão de resíduos em empresas construtoras da grande João Pessoa. In: ENCONTRO NACIONAL SOBRE GESTÃO EMPRESARIAL E MEIO AMBIENTE, 7, 2003, São Paulo. Anais... São Paulo: FEA/USP, CD 7. MEIRA, A. R.; ARAÚJO, N. M. C. Geração de resíduos em diferentes etapas construtivas: o caso de edificações verticais. In: ENCONTRO NACIONAL DE TECNOLOGIA DO AMBIENTE CONSTRUÍDO, 10, 2004, São Paulo. Anais... São Paulo: USP, CD. 8. PINTO, T. P. Metodologia para a gestão diferenciada de resíduos sólidos da construção urbana. São Paulo: EPUSP, (Tese de Doutorado) 9. SCARDOELLI, L. S.; et al. Melhorias da qualidade e produtividade: iniciativas das empresas de construção civil. Porto Alegre: Programa da Qualidade e Produtividade da Construção Civil no Rio Grande do Sul, SILVA, V. G. Avaliação do desempenho ambiental de edifícios. Qualidade na Construção. São Paulo, n. 25, p , XAVIER, L. L.; et al. Diagnóstico do resíduo de construção civil da região de Florianópolis e sua potencialização como agregado graúdo para a confecção de novos concretos. In: ENCONTRO NACIONAL DE TECNOLOGIA DO AMBIENTE CONSTRUÍDO, 9, 2002, Foz do Iguaçu. Anais... Foz do Iguaçu: ANTAC:UFPR:UEL, CD 12. ZORDAN, S. E. Entulho da indústria da construção civil. Disponível em: < Acesso em: 15 nov ZORDAN, S. E.; PAULON, V. A. A utilização do entulho como agregado para o concreto. Disponível em: < Acesso em: 15 nov ABES - Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental 7

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