MARIA FABIANA SOUSA ROSA

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1 1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO TOCANTINS/CAMETÁ FACULDADE DE CIÊNCIAS NATURAIS/FACIN LICENCIATURA EM CIÊNCIAS NATURAIS MARIA FABIANA SOUSA ROSA A CONTRIBUIÇÃO DO LÚDICO NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DAS CIÊNCIAS NATURAIS NOS ANOS FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL DA REDE PÚBLICA DE CAMETÁ-PA. CAMETÁ-PA 2014

2 2 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO TOCANTINS/CAMETÁ FACULDADE DE CIÊNCIAS NATURAIS/FACIN LICENCIATURA EM CIÊNCIAS NATURAIS MARIA FABIANA SOUSA ROSA A CONTRIBUIÇÃO DO LÚDICO NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DAS CIÊNCIAS NATURAIS NOS ANOS FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL DA REDE PÚBLICA DE CAMETÁ-PA. Monografia apresentada ao curso de Ciências Naturais da Faculdade de Ciências Naturais do Campus Universitário do Tocantins/ Cametá, Universidade Federal do Pará, para obtenção de grau do título de Licenciada em Ciências Naturais. Orientador: Prof. Dr. Fábio Cardoso Borges CAMETÁ-PA 2014

3 3 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) Universitária Salomão Larêdo / Campus de Cametá) Bibliotecário: Éder Antônio Sousa Ferreira CRB-2 / 1276 (Biblioteca Rosa, Maria Fabiana Sousa A contribuição do lúdico no processo de ensino e aprendizagem das Ciências Naturais nos anos finais do ensino fundamental da rede pública de Cametá - PA. / Maria Fabiana Sousa Rosa. _ Cametá, f. Monografia (Graduação) Universidade Federal do Pará, Campus Universitário do Tocantins, Faculdade de Ciências Naturais, Curso de Ciências Naturais, Orientador: Profº Dr. Fábio Cardoso Borges 1. Atividades Lúdicas - Ciências. 2. Ensino e Aprendizagem - Ciências. 3. Ciências Ensino. I. Título. CDD 23. ed

4 4 MARIA FABIANA SOUSA ROSA A CONTRIBUIÇÃO DO LÚDICO NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DAS CIÊNCIAS NATURAIS NOS ANOS FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL DA REDE PÚBLICA DE CAMETÁ-PA. Monografia apresentada ao Curso de Ciências Naturais da Faculdade de Ciências Naturais do Campus Universitário do Tocantins/ Cametá, Universidade Federa do Pará, para obtenção do grau de título de licenciado em Ciências Naturais. BANCA EXAMINADORA: Prof. Dr. Fábio Cardoso Borges (Orientador) Prof. Dr. José Pedro Garcia Oliveira (Avaliador) Prof. Dr. Francinei Bentes (Avaliador) Apresentado em: / / Conceito:

5 5 Dedico este trabalho primeiramente a DEUS, pela força, determinação e superação. A minha família, principalmente a minha filha, pela compreensão e carinho.

6 6 AGRADECIMENTOS Agradeço a Deus pelas inúmeras oportunidades que tem me concedido, por todas as bênçãos que tem realizado na minha vida. A gradeço ao meu esposo Benedito Pontes, pelo incentivo e companheirismo, por todas as vezes que compreendeu a minha ausência. Agradeço a minha mãe, pelo apoio na criação da minha filha. Agradeço a Tainá, que comportou-se muito bem, nas vezes que foi preciso para que eu pudesse conciliar a tarefa de ser mãe e estudar, filha por você tenho vontade de ir mais além e acreditar que tudo é possível. Agradeço aos meus colegas de turma pelos momentos compartilhados, que jamais serão esquecidos. Agradeço aos professores que tive oportunidade de conhecer e fazem parte dessa jornada. E não poderia esquecer meu pai, que acreditou no meu potencial e me incentivou a ir à busca dos meus sonhos, meu muito obrigada.

7 7 Não temas, porque eu sou contigo, não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te esforço e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça. (ISAÍAS 41:10)

8 RESUMO A falta de motivação é a principal causa do desinteresse dos alunos, quase sempre acarretada pela metodologia utilizada pelo educador ao apresentar os conteúdos. Para despertar o interesse do educando para a aprendizagem é necessário o uso de uma linguagem atraente, capaz de aproximá-lo o máximo possível da realidade, transformando os conteúdos em vivência. Portanto, o objetivo deste trabalho é contribuir para com a educação, demonstrando como o lúdico pode contribuir no processo de ensino e aprendizagem, de forma diferenciada, dinâmica e atrativa. Por meio de atividades lúdicas o professor pode colaborar com a elaboração de conceitos; reforçar conteúdos; promover a sociabilidade entre os alunos; trabalhar a criatividade, o espírito de competição e a cooperação. Nesse contexto, foi realizado um trabalho envolvendo atividades lúdicas no decorrer do segundo semestre de 2013, com alunos do 8º e 9º ano das escolas de ensino fundamental Dom Romualdo de Seixas e Prof.ª Noêmia da Silva Martins, ambas no município de Cametá-Pará. A metodologia do trabalho abordou principalmente a análise de questionários aplicados depois da realização das atividades lúdicas mostrando a percepção por meio deste ensino com jogos, brincadeiras e dinâmicas. Através da realização do lúdico em sala de aula, constatou-se maior interesse dos alunos em ciências, mostrando a importância dessa proposta de ensino. Palavras chave: Atividades lúdicas, Ensino e aprendizagem, Ensino de Ciências. 8

9 9 ABSTRACT Lack of motivation is the main cause of the students' disinterest, almost always entailed by the methodology used by the educator to present the content. To arouse the interest of the student to learn the use of an attractive language, able to bring it as much as possible to reality, transforming the contents on experience is necessary. Therefore, the aim of this work is to contribute to education, demonstrating how the play can help in the teaching and learning process, differentiated, dynamic and attractive way. Through play activities teachers can collaborate with the development of concepts; enhance content; promote sociability among students; working creativity, the spirit of competition and cooperation. In this context, work was undertaken involving recreational activities during the second half of 2013, with students of 8th and 9th grade of elementary schools Dom Romualdo de Seixas and Pr.ª Noêmia da Silva Martins, municipality of Cametá, Pará. The methodology of work mainly addressed the analysis of questionnaires administered after the completion of play activities showing the perception through this teaching with games, jokes and dynamics. Through the realization of playfulness in the classroom, there was greater student interest in science, showing the importance of this teaching proposal. Keywords: Recreational activities, Teaching and Learning, Science Teaching.

10 10 LISTA DE FIGURAS Figura 1: Frente da Escola Municipal de Ensino Fundamental D. Romualdo de Seixas 31 Figura 2: Entrada da Escola Municipal de Ensino Fundamental Prof.ª Noêmia da Silva Martins Figura 3- Projeto lixo na escola Figura 4- Noções com os alunos sobre a consciência ambiental Figura 5- Bingo químico sendo aplicado na escola Figura 6- Os alunos marcando o bingo químico Figura 7- Aluno do 8º ano que participou da gincana Figura 8- Alunos que mais acertaram a charada da gincana do lixo.... Erro! Indicador não definido.

11 11 LISTA DE GRÁFICOS Gráfico 1 - Demonstrativo sobre as respostas dos alunos do 9º ano da E.M.E.F. Prof.ª Noêmia Martins sobre o seguinte questionamento: Você considera válida a utilização da atividade lúdica no ensino de ciências? Gráfico 2 - Demonstrativo sobre as respostas dos alunos do 9º ano da E.M.E.F. Prof.ª Noêmia Martins sobre a questão: As atividades lúdicas despertam interesse pelo conteúdo de Ciências? Gráfico 3 - Demonstrativo das respostas dos alunos do 9º ano as E.M.E.F. Profª. Noêmia da Silva Martins sobre a seguinte questão: Como você vê a disciplina de Ciências após a utilização das atividades lúdicas? Gráfico 4 - Demonstrativo sobre as respostas dos alunos do 9º ano da E.M.E.F. Prof.ª Noêmia Martins sobre a questão: Qual a sua opinião quanto ao uso de atividades lúdicas no ensino de ciências? Gráfico 5- Demonstrativo sobre as respostas dos alunos do 9º ano da E.M.E.F. Prof.ª Noêmia Martins sobre a questão: Quanto à competitividade dos participantes durante a realização das atividades? Gráfico 6- Demonstrativo das respostas dos alunos do 8º ano as E.M.E.F. Dom Romualdo de Seixas sobre a seguinte questão: Você considera válida a utilização da atividade lúdica no ensino de ciências? Gráfico 7- Demonstrativo das respostas dos alunos do 8º ano as E.M.E.F. Dom Romualdo de Seixas sobre a seguinte questão: As atividades lúdicas despertam interesse pelo conteúdo de Ciências?... Erro! Indicador não definido. Gráfico 8- Demonstrativo das respostas dos alunos do 8º ano as E.M.E.F. Dom Romualdo de Seixas sobre a seguinte questão: Como você vê a disciplina de Ciências após a utilização das atividades lúdicas? Gráfico 9- Demonstrativo das respostas dos alunos do 8º ano as E.M.E.F. Dom Romualdo de Seixas sobre a seguinte questão: Qual é a sua opinião quanto ao uso das atividades lúdicas no ensino de Ciências?... 49

12 12 Gráfico 10- Demonstrativo das respostas dos alunos do 8º ano as E.M.E.F. Dom Romualdo de Seixas sobre a seguinte questão: Quanto à competitividade dos participantes durante a realização das atividades? SUMÁRIO 1- INTRODUÇÃO OBJETIVOS OBJETIVO GERAL OBJETIVOS ESPECÍFICOS REVISÃO DE LITERATURA A FORMAÇÃO DOS PROFESSORES O ENSINO DE CIÊNCIAS NAS SÉRIES FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL E OS PCNs A CONTRIBUIÇÃO DO LÚDICO NO ENSINO E APRENDIZAGEM DE CIÊNCIAS NATURAIS A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS E GINCANAS QUE PODEM SER UTILIZADO EM SALA DE AULA Projeto: Lixo no Ambiente Escolar Bingo Químico Gincana do Lixo METODOLOGIA ESCOLAS DE ENSINO FUNDAMENTAL PROF.ª NOÊMIA DA SILVA MARTINS E DOM ROMUALDO DE SEIXAS MATERIAL E MÉTODO RESULTADO E DISCUSSÃO: Para os alunos da E.M.E.F. Prof.ª Noêmia Martins.... Erro! Indicador não definido Para os alunos da E.M.E. F. Dom Romualdo de Seixas CONCLUSÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS APÊNDICES: Apêndice A: Questionário aplicado aos alunos da EM.E.F. Dom Romualdo de Seixas

13 Apêndice B: Questionário aplicado aos alunos da E.M.E.F. Prof.ª Noêmia Martins INTRODUÇÃO Muitas são as dificuldades enfrentadas por educadores para atrair a atenção dos educandos, apresentando os conteúdos de maneira dinâmica e atrativa, e pelos alunos em compreender nomes científicos e conteúdo complexos, sobretudo na área de Ciências Naturais. Diante da realidade e com dificuldades em conseguir a atenção dos alunos, é preciso quebrar as barreiras, pois ainda há uma enorme distância entre o ensino e a aprendizagem. Existem professores com metodologias do ensino tradicional e que torna a aprendizagem insignificante para a maior parte dos alunos. O lúdico, para Verderi (2002), é uma palavra de origem grega, ludus, e significa brincar. o desenvolvimento do aspecto lúdico facilita a aprendizagem, o desenvolvimento pessoal, social e cultural, colabora para a saúde mental, prepara um estado interior fértil, facilita os processos de socialização, comunicação, expressão e construção do conhecimento. Nesse contexto, o ensino de Ciências, ao ser trabalhado apenas teoricamente com os alunos, se torna uma disciplina de difícil compreensão e desvinculada com o dia-a-dia, sendo alvo de desinteresse e fracasso escolar. É de suma importância que os educadores tenham uma proposta inovadora, já que os meios tecnológicos cada vez mais vêm sendo aperfeiçoados, deste modo tirando a atenção dos alunos às metodologias antigas vinculadas ao quadro e giz. O lúdico deve ser analisado e estudado como uma ciência que deve ser planejado dentro de uma proposta pedagógica, na qual o lúdico é inter-relacionado à teoria e à prática (SANTOS, 2001). Nesse sentido, a busca por alternativas para o ensino superficial e transmissivo dos conteúdos de Ciências Naturais é a mais efetiva forma de inserção de atividades lúdicas na organização da missão de ensinar e aprender. Dessa forma, é possível despertar desejos, necessidades e o interesse dos educandos por informações, saberes ou conhecimentos. O lúdico é importante no ensino de Ciências Naturais, pois a aprendizagem ocorre sem utilizar o processo de memorização e repetição de exercícios, visto que a aprendizagem pela descoberta é muito mais duradoura e útil do que aquela que se baseia na memorização e no condicionamento (GONÇALVES, 2007). Nesse contexto, a ludicidade exige um

14 14 envolvimento maior do educador com o educando, não se restringindo apenas na transmissão de conceitos. Ela é muito mais que isso, pois exige um grande envolvimento do professor com a formação dos seus alunos, constituindo uma relação bastante efetiva e comprometida (QUEIROZ, 1999). Nas aulas lúdicas, o professor deixa o papel central no processo de ensino aprendizagem (QUEIROZ, 1999), pois o aluno é incentivado a ter uma postura ativa, tornando-se sujeito de sua própria aprendizagem, além de receber estímulo pra sua criatividade e espontaneidade. Diante dessa temática no âmbito escolar, com a proposta: a contribuição do lúdico no processo de aprendizagem das Ciências Naturais nas séries finais do ensino fundamental da rede pública de Cametá-Pa, foram realizados dois estágios supervisionados na Escola Municipal de Ensino Fundamental Dom Romualdo de Seixas que atende a um total de 465 alunos nos três turnos e na Escola Municipal de Ensino Fundamental Prof.ª Noêmia Silva Martins com 587 alunos matriculados, com atividades nos turnos diurnos, vespertino e noturno, ambas localizadas na cidade de Cametá, estado do Pará. Essas escolas estão situadas no bairro Central e bairro Novo respectivamente. Os estágios supervisionados tiveram como proposta observar, participar e reger assuntos relacionados às Ciências Naturais, utilizando-se de atividades lúdicas com alunos do 8º e 9º ano das séries finais do ensino fundamental da rede pública municipal de educação do município de Cametá-Pa. Os estágios foram realizados com o intuito de mostrar como as atividades lúdicas nas aulas de Ciências Naturais podem tornar o aprendizado significativo e aproximar o educador do educando. Para realização dos estágios foram utilizados, slides, sacolas de TNT, placas de madeirite, lixeiras, bingos de cartolina e outros diversos materiais. Assim, o propósito do trabalho é analisar e relatar a abordagem das atividades lúdicas no ensino de Ciências Naturais, com a intenção de demonstrar a importância dessa metodologia na construção do conhecimento.

15 15 2- OBJETIVOS 2.1- OBJETIVO GERAL Analisar o lúdico como ferramenta de facilitação no aprendizado e no ensino de Ciências Naturais, a fim de despertar o desejo de aprender, de construir o conhecimento dentro de uma aula em que ocorre de fato a troca de conhecimento entre os alunos e professores e entre alunos e alunos OBJETIVOS ESPECÍFICOS Facilitar o ensino e a aprendizagem com o lúdico; Motivar os alunos a participarem das aulas; Permitir a discussão, o diálogo e debate durante as aulas; Mostrar que aprender pode ser agradável;

16 16 3- REVISÃO DE LITERATURA O ensino de Ciências Naturais, relativamente recente na escola fundamental, tem sido algo praticado de acordo com as diferentes propostas educacionais, que se sucedem ao longo das décadas com elaboração das teóricas e que, de diversas maneiras, se expressam nas sala de aula. Muitas práticas, ainda hoje, são baseadas na mera transmissão de informações, tendo como recurso exclusivo o livro didático e sua transmissão na lousa; outras já incorporam avanços, produzidos nas últimas décadas sobre o processo de ensino e aprendizagem em geral sobre o ensino de Ciências em particular. O desenvolvimento científico e tecnológico mundial e brasileiro exerceu e vem exercendo forte influência sobre o ensino de Ciências. A partir da Segunda Guerra Mundial, a ciência e a tecnologia transformaram-se num enorme empreendimento socioeconômico, trazendo uma enorme preocupação com o estudo das ciências nos diversos níveis de ensino (KRASILCHIK, 1987; CANAVARRO, 1999). Até a promulgação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação de 1961 (LDBEN nº 4024/61), ministravam-se aulas de Ciências Naturais apenas nas últimas décadas séries do antigo curso ginasial. Essa lei estendeu a obrigatoriedade do ensino da disciplina a todas as séries ginasiais. Nesse período, a mais significativa busca por melhorias no ensino e ciências em âmbito nacional foi a iniciativa de um grupo de docentes da Universidade de São Paulo, sediados no Instituto Brasileiro de Educação, Ciência e Cultura (IBECC), que se dedicou à elaboração de materiais didáticos e experimentais para professores e cidadãos interessados em assuntos científicos. Nesse período, as mudanças curriculares preconizavam a substituição de métodos expositivos de ensino por métodos ativos e enfatizavam a importância da utilização do laboratório no oferecimento de uma formação científica de qualidade aos estudantes. As atividades educativas tinham a finalidade de motivá-los e auxiliá-los na compreensão de fatos e conceitos científicos, facilitando-lhes a apropriação dos produtos da ciência. Fundamentadas no pressuposto do aprender-fazendo, tais atividades deveriam ser desenvolvidas segundo uma racionalidade derivada da atividade científica e tinham por finalidade com a formação de futuros cientistas (KRASILCHIK,1987). Apesar dos esforços para que ocorressem mudanças, durante a década de 1960 o ensino de ciências continuou focalizando essencialmente os produtos da atividade científica, possibilitando aos alunos a aquisição de uma visão neutra e objetiva da ciência.

17 17 Na década de 1970, o projeto nacional do Governo Militar preconizava modernizar e desenvolver o país num curto período de tempo. O ensino de ciências era considerado um importante componente na preparação de trabalhadores qualificados, conforme estabelecido na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN nº 5692/71). No entanto, ao mesmo tempo em que a legislação valorizava as disciplinas científicas, na prática elas foram bastante prejudicadas pela criação de disciplinas que pretendiam possibilitar aos estudantes o ingresso no mundo do trabalho. Prejudicou-se a formação básica sem que houvesse benefício para profissionalização (KRASILCHIK,1998). Nesse período, as propostas de melhoria de ensino de ciências estiveram fundamentadas nas teorias comportamentais de ensino-aprendizagem, que tiveram grande impacto na educação brasileira. O conhecimento científico assumia um caráter universalista, pois, em seu processo de hegemonizar-se como única referência para a explicação para o real, a ciência procurava levar os sujeitos a substituir crenças religiosas, determinadas práticas cotidianas e as ideias de senso comum por uma nova crença, a crença na objetividade (MACEDO, 2004). Na perspectiva da redescoberta científica, as aulas práticas eram entendidas como principal meio para garantir a transformação do ensino de ciências, visto que estas possibilitariam aos estudantes a realização de pesquisas e a compreensão do mundo científicotecnológico em que viviam. Apesar de serem desenvolvidos a partir de uma sequência de passos rígidos e mecânicos, os experimentos deveriam garantir aos estudantes o desenvolvimento de habilidades como a capacidade de tomar decisões, de resolver problemas e de pensar lógica, racional e cientificamente (FROTA PESSOA et al.,1987). O final dos anos 1970 foi marcado por uma severa crise econômica e por diversos movimentos populares que passaram a exigir a redemocratização do país. Nesse período, houve grande preocupação em relação ao ensino e à aprendizagem dos conteúdos científicos, bem como o desenvolvimento de habilidades científicas pelos estudantes, visto que o país necessitava enfrentar a guerra tecnológica travada pelas grandes potências econômicas. Preconizava-se uma urgente reformulação no sistema educacional brasileiro, de modo a garantir que as escolas oferecessem conhecimentos básicos aos cidadãos e colaborassem com a formação da elite intelectual que pudesse enfrentar- com maior possibilidade de êxito- os desafios impostos pelo desenvolvimento. Desse modo, as propostas de melhoria de ensino de ciências apareciam com títulos impactantes como, por exemplo, Educação em Ciência para a Cidadania e Tecnologia e Sociedade, tendo em vista contribuir com o desenvolvimento do país (KRASILCHIK, 1998). Pesquisas realizadas posteriormente demonstraram que não

18 18 foram alcançados os resultados esperados, principalmente por não ter havido uma articulação entre essas propostas educativas e os processos de formação dos professores. Em meados dos anos 1980, a redemocratização do país, a busca pela paz mundial, as lutas pela defesa do meio ambiente e pelos direitos humanos, entre outros aspectos, passaram a exigir a formação de cidadãos preparados para viver em uma sociedade que exigia cada vez mais igualdade e equidade (KRASILCHIK,1996). Durante esta década, as pesquisas sobre o ensino de Ciências Naturais revelaram que muitos professores já tinham percebido: que a experimentação sem atitude investigativa mais ampla, não garante a aprendizagem do conhecimento científico. Assim, o ensino de ciências Naturais deveria possibilitar aos alunos uma interpretação crítica do mundo em que viviam, a partir do desenvolvimento de uma maneira científica de pesar e agir sobre distintas situações e realidades. Ao longo dos anos 90, tornaram-se mais evidentes as relações existentes entre ciência, tecnologia e fatores socioeconômicos. Desse modo, o ensino de Ciências deveria criar condições para que os educandos desenvolvessem uma postura crítica em relação aos conhecimentos científicos e tecnológicos, relacionando-os aos comportamentos do homem diante da natureza (MACEDO, 2004). A partir do final dos anos 90, a educação científica passou a ser considerada uma atividade estratégica para o desenvolvimento do país, sendo esta ideia compartilhada, ao menos verbalmente, pela classe política, por cientistas e educadores, independentemente de suas visões ideológicas. Esta ideia apontava a existência de complexas interações entre a ciência e a sociedade; portanto, o simples oferecimento de uma educação científica escolar não seria suficiente para formação de cidadãos capazes de resistir às informações pseudocientíficas que invadiriam a sociedade da época. Sendo o capital humano considerado um fator essencial para o desenvolvimento do país, a educação científica passou a ser vista como uma prioridade para todos, surgindo daí a necessidade de oferecimento de uma alfabetização científica aos estudantes, como forma de colaboração para uma atuação crítica, consciente e cidadã (LÒPEZ CEREZO,1999; MARCO,1997; FOUREZ, 1997). Na década de 2000, as discussões a respeito da educação científica passaram a considerar com maior ênfase a necessidade de haver responsabilidade social e ambiental por parte de todos os cidadãos. No ensino de Ciências, portanto, as questões relacionadas à formação cidadã deveriam ser centrais, possibilitando aos estudantes reconsiderar suas visões de mundo; questionar sua confiança nas instituições e no poder exercido por pessoas ou grupos; avaliar seu modo de vida pessoal e coletivo e analisar previamente a consequência de suas decisões e ações no âmbito da coletividade.

19 19 As diferentes propostas metodológicas, diversas delas reunidas sob a denominação do construtivismo, reconhecem hoje que os mais variados valores humanos não são alheios ao aprendizado científico e que a ciência deve ser apreendida em suas relações com a Tecnologia e com as demais questões sociais e ambientais. As novas teorias de ensino, mesmo que possam ser amplamente debatidas entre educadores especialistas e pesquisadores, continuam longe de ser uma presença efetiva em grande parte de nossa educação fundamental. Propostas inovadoras tem trazido renovação de conteúdo e métodos, mas é preciso reconhecer que pouco alcançam a maior parte das salas de aula onde, na realidade, persistem velhas práticas. Às dificuldades dos professores em romper com uma profunda concepção positivista de ciências e com uma concepção conservadora e autoritária de ensino- aprendizagem como acumulação de informações e de produtos da ciência, que seguem influenciando e orientando suas práticas educativas; às suas carências de formação geral, científica e pedagógica; às inadequadas condições objetivas de trabalho que encontram no exercício da profissão e a determinadas políticas educacionais fundamentadas em princípios contraditórios à formação crítica dos cidadãos A FORMAÇÃO DOS PROFESSORES. Atualmente a formação dos professores ocorre nas Universidades, em cursos superiores, onde estes são licenciados e adquirem conhecimentos básicos para atuar em sala de aula. Devido à pluralidade de concepções inerentes às relações entre ensino, aprendizagem e desenvolvimento do país, passou-se a considerar como essencial o oferecimento de programas de educação continuada aos professores para que se mantivessem atualizados e pudessem acompanhar os avanços das ciências, das tecnologias e as complexas mudanças que caracterizavam a sociedade (VIANNA, 2004). Mudar a formação oferecida aos professores tornou-se prioridade para a melhoria do ensino de ciências, o que favoreceu o surgimento de diversas propostas elaboradas por especialistas ligados às universidades públicas do país, tais como cursos de aperfeiçoamento didático, programas de formação continuada, projetos de educação científica, entre outros. No entanto, foi pouco significativo o reflexo dessas propostas sobre a atuação dos professores e sobre o ensino de ciências (NASCIMENTO, 2009). A formação docente também passou a ser vista sob a perspectiva da investigação (SCHÖN, 1992) e a atuação do professor passou a ser considerada uma atividade complexa que requeria as habilidades de saber, de fazer e de saber-fazer. Para desenvolver um ensino

20 20 consistente e consequente com as necessidades formativas dos estudantes, o professor de ciências deveria submergir-se em um processo constante de aprendizagem; apropriar-se de conhecimentos relevantes científica, cultural e socialmente e posicionar-se criticamente para poder responder efetivamente às demandas do contexto de atuação. Considerando as rápidas transformações de natureza política, social, científica e tecnológica do país e do mundo, esse profissional deveria manter-se em atitude de atualização constante, principalmente porque não se encontraria totalmente formado e preparado para atuar apenas com os conhecimentos adquiridos durante sua formação inicial. Assim como outros profissionais, deveria aprender e aperfeiçoar sua prática educativa continuamente. O Plano Nacional de Educação (PNE), aprovado pela Lei nº , de 09/01/2001, está em consonância com a Constituição Federal e com a LDBEN nº 9394/96, sendo um de seus objetivos a valorização dos profissionais da educação. No entanto, ainda que nos últimos anos tenham sido produzidos significativos conhecimentos a respeito das práticas formativas e educativas realizadas em distintos contextos, ainda são evidentes as dificuldades de implementação de mudanças nas propostas de formação de professores de ciências, principalmente pelo fato de muitos cursos de formação continuar apresentando um caráter estritamente disciplinar e essencialmente cognitivo. Mesmo diante de muitas dificuldades alguns educadores não se detêm apenas na graduação, pois participam de cursos de aperfeiçoamento, pós-graduação, congressos, seminários, cursos, encontros, palestras e oficinas. Portanto, isso se faz indispensável à formação e a capacitação dos professores, que tem papel fundamental no processo de ensino-aprendizagem dos alunos sendo que professores capacitados refletem mais a sua ação, são capazes de inovar, criar ambiente de aprendizagem mais significativo, mas ainda há educadores focados no ensino tradicional que não se abrem a novas formas de ensino e de aprendizagem para trabalhar na construção do conhecimento, Penin (1994), salienta que o professor, no seu exercício da função social que escolheu, vai construindo um conhecimento sobre o ensino, ao mesmo tempo em que pretende partilhar com os alunos o resultado da sua elaboração a respeito dos saberes e conhecimentos culturais a que tem acesso, tanto os processos de construção do seu conhecimento sobre o ensino quanto a organização final que toma seu saber e a forma como ele dispõe para os alunos constituemse em questões tratadas pela pesquisa educacional. A pesquisa no exercício da docência se faz muito importante, tanto para os professores em formação quanto para os professores habilitados, pois as informações estão em constante transformação ou sofrem confrontos críticos na sociedade atual. Levando em consideração, a

21 21 maneira como as informações são vinculadas na sociedade, Kronbauer (2008) diz que as instituições de ensino se veem compelidas a ressignificar suas práticas pedagógicas e a buscar novos sentidos para o encontro entre professores e alunos, pois estamos vivendo um processo de ruptura paradigmática, configurando uma nova percepção do mundo, e que construir o conhecimento tecido nas complexas redes contextuais pressupõe assumir o processo pedagógico com objetivos e estratégias pedagógicas diferenciadas. No cotidiano de sala de aula, o professor deve se preocupar com a transmissão de saberes e com a construção do conhecimento, trabalhar os conteúdos de maneira exaustiva, e sem estabelecer relações entre eles não contribui com os objetivos para a formação e nem para a construção do conhecimento dos alunos. O professor deve estar pronto para atender as necessidades dos alunos e tornar a sala de aula um ambiente prazeroso de frequentar, e sobretudo, construir o conhecimento. De acordo com Kronbauer (2008), a formação pautada no paradigma técnico-científico já não dá mais conta da preparação desse professor que deve atuar nesta nova realidade. De um tempo de certezas, passamos à constância da incerteza, e é neste tempo e espaço que se situa o professor, e distante dessas problemáticas a formação tem sido revista, discutida, analisada e tensionada pelos pesquisadores da área O ENSINO DE CIÊNCIAS NAS SÉRIES FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL E OS PCNs. O ensino de Ciências Naturais nas séries finais do ensino fundamental deve proporcionar aos alunos uma abordagem ampla dos conteúdos e associá-los com o cotidiano dos educandos, ou seja, aproximando da realidade para que o aluno reconheça que as ciências estão em constantes transformações devido ao desenvolvimento tecnológico e às diversas mudanças que o mundo vem sofrendo, influenciada pelos fatores sociais, religiosos, históricos, etc. Segundo Libâneo (1994), a preparação das crianças e jovens para a participação ativa na vida social é o objetivo mais imediato da escola pública, e esse objetivo é atingido pela instrução e ensino, tarefas que caracterizam o trabalho do professor. Com efeito, ao possibilitar aos alunos o domínio dos conhecimentos culturais e científicos, a educação escolar socializa o saber sistematizado e desenvolve capacidades cognitivas e operativas para atuação no trabalho e nas lutas sociais pela conquista dos direitos de cidadania, e dessa forma, efetiva sua contribuição para a democratização social e política da sociedade.

22 22 Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) são documentos que auxiliam o professor em sua aula prática pedagógica, abordam os objetivos gerais em cada área e postulam os objetivos em cada disciplina. Assim, os objetivos gerais expressos nos PCNs para o ensino de Ciências no 3º e 4º ciclos do ensino fundamental são os que seguem: Compreender a natureza como um todo dinâmico e o ser humano, em sociedade como agente de transformação do mundo em que vive em relação essencial com os demais seres vivos e outros componentes do ambiente. Compreender a Ciência como um processo de produção de conhecimento e uma atividade humana, histórica, associada aos aspectos de ordem social, econômica, política e cultural. Compreender a saúde pessoal, social e ambiental como bens individuais e coletivos que devem ser promovidos pela ação de diferentes agentes. Valorizar a disseminação de informações socialmente relevantes aos membros de sua comunidade; Elaborar individualmente e em grupo relatos orais, escritos, perguntas e suposições acerca do tema em estudo, estabelecendo relações entre as informações obtidas por meio de trabalhos práticos e de texto, registrando suas próprias sínteses mediante tabelas, esquemas, textos ou maquetes; Valorizar o trabalho em grupo, sendo capaz de ação crítico e cooperativo pela construção coletiva do conhecimento (BRASIL,1998, p.33). Observando os PCNs e seus objetivos na disciplina de Ciências Naturais nota-se que o ensino de Ciências não pode ficar no ensino tradicional, apenas na memorização de conceitos, e sim estimulando nas aulas de Ciências o uso de experimentos, visto que isto estimula e enriquece o aprendizado dos educandos, pois proporciona que eles observem, experimentem e elaborem conclusões sobre um determinado fenômeno. Assim, um educador com formação profissional sabe da necessidade e conhece o método científico e as formas de utilizá-los em sala de aula.

23 A CONTRIBUIÇÃO DO LÚDICO NO ENSINO E APRENDIZAGEM DE CIÊNCIAS NATURAIS. Para que o ensino de Ciências Naturais se torne significativo, o professor precisa deixar de ser o mero informante dos conhecimentos científicos ou o grande organizador das classificações biológicas e passar a investigar o que pensam seus alunos, a interpretar suas hipóteses, a considerar seus argumentos e a analisar suas experiências em relação aos \contextos culturais (OLIVEIRA,1999). Ele precisa, ainda, reconhecer os alunos como construtores de suas ideias de ciências a partir as suas atividades, que devem ser coerentes com a atividade científica, pois para eles não têm sentido os modelos baseados somente na explicação do professor e na realização de exercícios de aplicação. Esta perspectiva de ensinar e do aprender em Ciências é também expressa nos Parâmetros Curriculares Nacionais (BRASIL, 1998) ao considerar que é imprescindível no processo de ensino-aprendizagem: o incentivo às atitudes de curiosidade, de respeito à diversidade de opiniões, a persistência na busca e compreensão das informações as provas obtidas, de valorização da vida, de preservação do meio ambiente, de apreço e respeito à individualidade e a coletividade. Neste sentido, muitos professores procuram tornar as aulas cada vez mais dinâmicas e atraentes, de maneira que o aluno perceba-a como um momento em que está aprendendo e vivendo algo novo, não se distanciando da sua realidade, e torna-se cada vez mais comum o emprego de atividades que fujam do tradicional esquema de aulas teóricas. Dentre estas atividades, as que possuem um caráter lúdico são especialmente interessantes (Ribeiro, 2001). Para Huizinga (1971) e Piaget (1978), a atividade lúdica supõe uma ordenação da realidade, seja ela subjetiva ou intuitiva, ou objetiva e consciente. Rizzi (2001) afirma que o homem sempre manifestou uma tendência lúdica. Muitos autores afirmam que esta atividade não se limita apenas à humanidade, seria anterior até ao próprio homem, pois já era praticada por alguns animais. Huizinga (1971) diz que: Os animais brincam tal como os homens convidam-se uns aos outros para brincar mediante certo ritual de atitudes e gestos. Respeitam a regra que os proíbem morderem, ou pelo menos com violência, a orelha do próximo. Fingem ficar zangados e, o que é mais importante, eles, em tudo isto, parecem experimentam um imenso prazer e divertimento (Huizinga, 1971, p.3).

24 24 Para Piaget (1978) a atividade lúdica humana contribui para o desenvolvimento porque propicia a descontração do individuo, a aquisição de regras, a expressão do imaginário e a apropriação do conhecimento. Para este autor, cada ato de inteligência é definido pelo equilíbrio entre duas tendências: assimilação e acomodação. Na assimilação, o sujeito incorpora eventos, objetos ou situações dentro de formas de pensamento, que constituem as estruturas mentais organizadas. Na acomodação, as estruturas mentais existentes reorganizamse para incorporar novos aspectos do ambiente externo. Durante as atividades lúdicas, o sujeito adapta-se às exigências do ambiente externo enquanto mantém sua estrutura mental intacta. Para Santos (2001), o que distingue a atividade lúdica da não lúdica é uma variação de grau nas relações de equilíbrio entre o real, ou seja, entre a assimilação e a acomodação. Para alguns autores como Kishimoto (1994), a atividade lúdica em associações com as atividades educativas possui características próprias como: Valor experimental: permitir a exploração e a manipulação; Valor da estruturação: fornece suporte a construção da personalidade; Valor da relação: colocar o aluno em contato com outras pessoas, com objetos e com o ambiente em geral; Valor lúdico: avaliar se os objetos possuem as qualidades que estimulam a imaginação. Segundo Chateau (1954), o contexto lúdico favorece ao aluno: o domínio de si, a criatividade, a afirmação da personalidade, o imprevisível. Ele considera o jogo como uma atividade séria em que o aluno se esforça para cumprir uma prova, e por meio da qual o aluno aprende o que é uma tarefa e organiza-se. Mas para o autor, a aplicação do jogo na escola não pode ser reduzida a um simples divertimento, pois iria rebaixar a educação e o aluno. Para facilitar o aprendizado dos educandos, o educador deve saber atuar em diferentes formas durante o processo de ensino-aprendizagem, e deve lançar problemas que desafiem os alunos, a fim que eles busquem soluções Na função de mediador, o professor deve organizar e mediar a participação dos alunos na construção do conhecimento. O lúdico é uma estratégia motivadora de ensino que pode ser aplicada ao ensino de Ciências do ensino fundamental, pois proporciona um aprendizado consistente no ambiente escolar. Soek (2009) preconiza que o educador deve ter em mente que a contextualização poder ser realizada para qualquer modelo de aula, tanto nas mais tradicionais quanto em sala de estudo de campo, experimentação em laboratório, lúdicas ou no desenvolvimento de projetos, e diz ainda que o objetivo da contextualização é criar condições para uma aprendizagem motivadora que proporcione a superação do distanciamento entre o conteúdo estudado e a experiência de vida

25 25 do educando, estabelecendo relações entre os tópicos estudados e trazendo referências que podem ser de natureza histórica, cultural ou social. O interesse dos professores por inserir atividades lúdicas no cotidiano escolar pode contribuir para o enriquecimento de suas aulas, uma vez que a integração dos conteúdos curriculares propostos com o lúdico pode tornar o processo de aprender mais atrativo, prazeroso, motivador e significativo para os estudantes. Além disso, Fortura (2000, p.161) ressalta que a aula lúdica é aquela que desafia o aluno e o professor e situa os como sujeitos do processo pedagógico. É importante que tanto os educandos quanto os educadores sintamse envolvidos, desafiados e se enxerguem como sujeitos dos processos de ensino e aprendizagem, já que não é somente o aluno que aprende e somente o professor que ensina. A relação pedagógica, portanto, se estabelece quando dois sujeitos estão engajados nesses processos, havendo um compartilhamento de experiências e emoções, a tensão do desejo de saber, a vontade de participar e a alegria da conquista impregnação todos os momentos desta aula (FORTURA, 2000, p.161). A aplicação do lúdico no ensino de Ciências Naturais nas séries finais do ensino fundamental se faz indispensável, além de promover um ambiente agradável em sala de aula, o aluno adquire e forma o seu conhecimento espontaneamente. Cabe ao professor o trabalho de preparar, dirigir e avaliar as atividades lúdicas, pois se o educador não inova, as aulas continuam monótonas, saem da atração do aluno e para ele é mais agradável o notebook, trocar mensagens no celular, assistir televisão, ou qualquer outro programa, exceto ir à escola para participar das aulas, pois a mesmice, e as atividades rotineiras não atraem e nem despertam o interesse do aluno em participar nas aulas. Palma (2009) garante que, por sorte nossos estudantes e nossos educadores não são extraterrestres e compartilham muitas coisas, inclusive o contexto e a linguagem, o que parece simplificar, não obstante, as coisas, sendo possível organizar, delimitar e configurar a realidade, pensando no bem estar de uma aula A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS E GINCANAS QUE PODEM SER UTILIZADO EM SALA DE AULA. O jogo contribui para o desenvolvimento da inteligência, personalidade, afeição, socialização, motivação e criatividade, segundo Miranda (2002). A principal importância do jogo educativo é quando aprender se torna divertido, conforme Lopes (2001):

26 26 É muito eficiente aprender por meio dos jogos e, isso é valido para todas as idades, desde o maternal até a fase adulta. O jogo em si, possui componentes do cotidiano e o envolvimento desperta o interesse do aprendiz, que se torna sujeito ativo do processo e a confecção dos próprios jogos é ainda mais emocionante do que apenas jogar. (LOPES, 2001, p/23). aula: Nesse contexto, os jogos, gincanas e dinâmicas que podem ser utilizados em sala de Projeto: Lixo no Ambiente Escolar. Sabemos que o lixo está acarretando diversas consequências para o meio ambiente e para os seres vivos, e vem sendo debatido a cada dia tanto na sociedade como no ambiente escolar. Sendo assim, a fim de criar estes materiais para que esta preservação não seja esquecida promoveremos diversas atividades na comunidade escolar, já que esta se encontra em situações desagradáveis no que diz respeito ao lixo urbano que vem afetando a convivência na escola, como também buscar uma maneira de conscientizar os alunos para este fato. Deste modo, realizamos apresentações de slide com o conteúdo o lixo e suas consequências para a degradação do meio ambiente, foram repassadas atividades subjetivas para os estudantes e os funcionários em forma de questionários, foram feitos dinâmicas ecológicas nas turmas, elaboração de placas sobre a preservação e malefícios do lixo, produção de materiais reciclados, realização de atividades para criar lixeiras nos corredores e salas de aula da escola, já que são poucos frequentes, promover com toda a comunidade, a fim de expor as consequências do lixo e como amenizá-lo, sendo repassado pelos alunos e pelos indivíduos envolvidos. MATERIAIS Lixeiras, EVA (Etil Vinil Acetato) de diversas cores, cola de isopor, tesoura. Placas de madeirite, tinta acrílica, régua e pincéis Bingo Químico. CONFECÇÃO DO JOGO Segundo Santana (2006), forma selecionados 60 elementos da tabela periódica para serem utilizados no bingo, possuindo, em cada cartela, 30 elementos escolhido de forma aleatória. As cartelas possuem apenas os símbolos dos elementos.

27 27 Os materiais que foram necessários para construção das cartelas foram: cartolina, tinta guache colorida para servir de base para as cartelas do bingo, papel ofício ou cartão para imprimir as cartelas, fita dupla face, para fixar as cartelas em sua respectiva base, plástico transparente para plastificar as cartelas, tesoura, computador e impressora (SANTANA; 2006). Tornou-se necessário a confecção de 60 peças de elementos químicos para serem sorteadas no bingo. Nessas 60 peças, que eram para serem utilizadas no sorteio, existiam nomes e símbolos dos elementos. Os materiais utilizados para confecção dessas peças foram emborrachados de EVA, na forma arredondada, tesoura para cortar o emborrachado, papel cartão ou ofício para imprimir as 60 peças, fita dupla face para melhor fixação do papel no emborrachado, um saco ou caixa para guardar as peças (SANTANA; 2006). REGRAS De acordo com Santana (2006), é distribuída uma cartela para cada aluno, e em seguida o professor sorteia os símbolos químicos. O jogo acaba quando o aluno preencher, completamente, uma cartela, e esta forem conferidas pelo professor Gincana do Lixo A brincadeira é feita em duas etapas, mas antes devemos separar o grupo em duas equipes, levando em torno de duas aulas seguidas para serem executadas. PRIMEIRA PARTE O QUE É? Cada equipe portará um saco com vários objetos (algumas sugestões estão no final da descrição da atividade) e escolherá um nome para si própria, que pode ser um animal em extinção ou uma espécie de árvore é interessante sempre utilizar algo próximo ao tema e à realidade local. O facilitador terá em mãos uma série de perguntas (sugestões abaixo), que serão feitas para as duas equipes. As respostas serão relacionadas com os materiais que estão dentro do saco e que serão retirados para facilitar a contagem de pontos. É importante salientar o lúdico e não a competição. Já que o objetivo é a construção do conhecimento para a questão dos resíduos. SEGUNDA PARTE- ESTAFETA Dispor de sacos para coleta seletiva identificada podem ser sacos de diversos materiais, com plástico colado com palavras ou pedaço de papel ou símbolos. Com equipes enfileiradas, ao sinal do facilitador, cada integrante vai pegar um item do conjunto de lixo, sair correndo e depositá-lo no respectivo saco. Na volta, dá uma tapa na mão do primeiro companheiro fará o mesmo e assim por diante, até o lixo acabar.

28 28 Então será feito um círculo ao redor da sucata para observação e discussão, que poderá ser iniciada com algumas das seguintes questões: Qual o material é observado em maior quantidade? Quais itens são recicláveis? O lixo orgânico é lixo mesmo? Ele pode tornar-se adubo ou ainda fonte de energia? Lixo é tudo que não tem mais utilidade mesmo Para onde vai o lixo e qual o impacto ambiental? Qual a origem dos materiais? Será que precisamos usar tudo isso? Conceito dos 4 R s (repensar, reduzir, reutilizar, reciclar). O que se pode fazer para minimizar a quantidade de resíduos? Conceito de consumo responsável. MATERIAIS: Plástico garrafas PET, embalagens; Papel jornal, papelão, folhas usadas; Vidro; Lata refrigerante (alumínio); Outros como: fralda descartável, pilha, isopor, embalagem longa vida. Lembrar que em alguns lugares não há mais espaço para tanto lixo. Assim como os destinos que os lixos recebem, causando impactos ambientais, como a liberação de gás metano na atmosfera e chorume no solo até atingir os lençóis freáticos contaminando não somente o solo, mas também a água. O facilitador que quiser que a brincadeira seja cooperativa pode espalhar o lixo pela sala e estabelecer um limite de tempo para que todos depositem os objetos nos devidos sacos identificados para coleta seletiva. As perguntas podem ser feitas para todos, e qualquer um pode responder. CHARADAS As charadas têm relação com a composição do lixo doméstico, ou seja, principalmente embalagens. Alguns exemplos são citados abaixo:

29 29 Para produzir este objeto, que pode ser reciclado, se gasta muita energia elétrica e muita água, além de matéria-prima ser retirada do solo pelas mineradoras deixando o ambiente degradado. Resposta: lata de alumínio É flutuante, origina-se de derivados do petróleo e demora aproximadamente 300 anos para se decompor. Resposta: isopor. Sou quadradinho e guardo um produto branquinho produzido por um animal herbívoro. Resposta: embalagem para o leite de vaca. Tenho a cabeça cheia de cerdas e deixo os dentes limpos. Resposta: escova de dente. Possui vários formatos e tamanhos, faz brinquedos e rádios funcionarem, só que quando descartada incorretamente pode envenenar o solo e a água. Resposta: pilha.

30 4- PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Para realização deste trabalho foi feito uma pesquisa exploratória, que teve como objetivo proporcionar maior familiaridade com o problema, tendo em vista torna-lo mais explícito ou construir hipótese, que se estendeu no segundo semestre de O microambiente da pesquisa foram as E.M.E.F. Dom Romualdo de Seixas e Prof.ª Noêmia da Silva Martins, sendo os sujeitos da pesquisa 24 alunos do 9º ano da E.M.E.F. Prof.ª Noêmia da silva Martins e 23 alunos do 8º ano da escola Dom Romualdo de Seixas, que logo após as atividades lúdicas com esses alunos foi aplicado um questionário semiestruturado, feito isso ocorreu à análise dos dados através da criação de gráficos com auxílio do EXCEL ESCOLAS DE ENSINO FUNDAMENTAL PROF.ª NOÊMIA DA SILVA MARTINS E DOM ROMUALDO DE SEIXAS Na realização deste trabalho foi feita pesquisa que envolveu alunos do 8º ano, com faixa etária entre 12 e 14 anos de idade, da Escola Municipal Dom Romualdo de Seixas, que é o grupo escolar mais antigo da cidade, foi inaugurado no ano de 1905 no governo estadual de Augusto Montenegro, recebeu esse nome em homenagem a um ilustre cametaense que foi arcebispo e politico e está localizado na Rua Gentil Bittencourt nº 2, no Bairro Central (Figura 1) e alunos do 9º ano com idade entre 12 e 16 anos, da escola Municipal Prof.ª Noêmia da Silva Martins, que foi fundada no dia 1 de abril de 1997, recebeu esse nome em homenagem a uma professora que prestou relevantes serviços educacionais neste município, e está localizada na Avenida Deodoro de Mendonça s/n, Bairro Novo (Figura 2). Essas Escolas estão situadas ao Município de Cametá-Pa.

31 31 Figura 1: Frente da Escola Municipal de Ensino Fundamental D. Romualdo de Seixas. Fonte: ROSA (2013) Figura 2: Entrada da Escola Municipal de Ensino Fundamental Prof.ª Noêmia da Silva Martins. Fonte: ROSA (2013)

32 MATERIAL E MÉTODOS Os instrumentos escolhidos para realização deste trabalho foram os seguintes: Revisão de literatura, construção e apresentação do projeto nas escolas. Para ter embasamento teórico sobre o projeto pedagógico foi necessário fazer a revisão bibliográfica, buscando fontes seguras nas bibliotecas dos Campi das Universidades Federal e Estadual presentes no município de Cametá, aquisição de livros sobre o assunto, consultas em sites, guias online, artigos científicos, monografias e dissertações. Após as consultas foram escolhidos os textos que melhor abordassem as atividades lúdicas, sua contribuição para o processo de ensino e aprendizagem, e a partir desse momento foi possível selecionar o jogo, a gincana e a dinâmica que foram abordados neste trabalho. Para a realização das atividades lúdicas nas escolas foi devidamente feito o pedido para autorização dos mesmos para direção escolar. Logo em seguida, foram selecionadas as turmas das séries finais do ensino fundamental, sendo uma turma do 8º ano na E.M.E.F. Dom Romualdo de Seixas e uma turma do 9º ano na escola Noêmia da Silva Martins. Os educadores das turmas foram comunicados sobre as atividades extras que os alunos iriam realizar, assim sobre o horário das aulas, e a adaptação do lúdico com o conteúdo trabalhado em sala e o material adotado pelos professores nas aulas de ciências, como livros, apostilas e etc Elaboração e efetivação das atividades nas escolas selecionadas. Para elaborar as atividades lúdicas que seriam executadas no decorrer das aulas com as turmas selecionadas, foi preciso ter acesso ao conteúdo que seria usado pelos professores, analisar os livros de ciências e planejar junto com o corpo docente qual atividade lúdica seria realizada naquele momento concordando com o assunto que estava sendo abordado. Para isso foram montados slides, apostilas, vídeos e dinâmicas temáticas. Durante os encontros semanais com os alunos foram ministradas aulas com exposição dialogal, acompanhado com recurso didático (Datashow), atividades extraclasse, jogos como o bingo químico e a gincana do lixo e, simulações dessa forma verificando os conhecimentos prévios dos educandos, para posterior comparação com os conhecimentos sistematizados, contribuindo para o desenvolvimento intelectual dos alunos. 1º Atividade desenvolvida: Projeto lixo na Escola. Para a atividade Projeto Lixo na Escola com os alunos do 9º ano,elaborou-se o projeto com o auxílio da professora da turma, sendo que houve o esclarecimento sobre

33 33 problemas relacionados ao lixo com o meio ambiente e saúde. Realizou-se um questionário para verificar os conhecimentos prévios dos alunos acerca do assunto abordado sobre a questão do lixo. A análise do questionário mostrou que eles apresentavam pouca ou nenhuma responsabilidade com o ambiente escolar. Como se a escola não representasse importância relevante em suas vidas, daí o descaso em relação ao descarte de lixo de forma inadequada no ambiente escolar. Concluído o projeto, o passo seguinte foi colocá-lo em prática da seguinte forma: contou-se o número de salas, que no total são dez (10). Para cada sala, um grupo de três alunos da turma do 9 ano ficou responsável por customizar uma lixeira, o que surpreendeu os educadores, pois na customização os alunos demostraram intensa criatividade (Figura 3). Posteriormente, para cada grupo de aluno distribui-se uma placa de madeirite (Figura 4) que foi trabalhada com avisos de conscientização ambiental, sendo que na confecção das placas os alunos usaram habilidades de pintura, criatividade, raciocínio e espírito de equipe. Figura 3 - Projeto lixo na escola. Fonte: ROSA (2013)

34 34 Figura 4- Noções com os alunos sobre a consciência ambiental. Fonte: ROSA (2013) 2ª atividade desenvolvida bingo químico Esta atividade teve como objetivo contribuir para que os alunos se tornem familiarizados com a tabela periódica e os símbolos dos elementos químicos, com também levar o aluno a desenvolver uma relação entre os nomes e os símbolos dos elementos da tabela periódica. Esse jogo é para ser jogado individualmente. (SANTANA, 2006) Para iniciar a segunda atividade, com os alunos do 9º ano da EMEF Prof.ª Noêmia da Silva Martins, foi necessário apresentar conceitos sobre a tabela periódica, então foi ministrada uma aula dialogada expositiva com o auxílio do datashow e livro didático. Percebeu-se que os alunos demostraram pouco interesse pela aula, e não conseguiam elaborar perguntas sobre o tema discutido em sala, sendo que alguns alunos chegaram a comentar que a tabela periódica era de difícil compreensão. Para chamar a atenção dos alunos visando o aumento do interesse, foi apresentado a estes o bingo químico. Este jogo didático tem a finalidade de desvendar a tabela periódica, deixando-a mais interessante, e com a contribuição desta atividade os discentes aprenderam sobre os símbolos dos elementos químicos, o nome dos elementos e o grupo ou família do qual fazem parte.

35 35 A atividade desenvolvida consistiu em distribuir uma cartela individual aos alunos, e explicada a dinâmica, dentro de uma sacola colocou-se papelotes com o nome dos sessenta (60) elementos selecionados (os mais conhecidos). Para marcação do bingo foram distribuídos grãos de milho, e deu-se início ao sorteio, premiando aquele que preenchesse totalmente a cartela.. Figura 5- Bingo químico sendo aplicado na escola. Fonte: ROSA (2013) Figura 6- Os alunos marcando o bingo químico. Fonte: ROSA (2013)

36 36 À medida que foram sendo chamados os elementos pelo professor, os aluno, iam marcando nas suas cartelas, e o professor ia escrevendo no quadro os elementos que já haviam sido sorteados para ter um maior controle do jogo e da turma. O jogo só acaba quando um aluno completa toda a cartela com os 12 elementos e é devidamente conferido juntamente com o professor e os outros alunos. 3ª atividade gincana do lixo Essa atividade realizou-se com os alunos do 8º ano da escola de E.M.E.F. Dom Romualdo de Seixas, sendo ministrada uma aula expositiva dialogada para os alunos sobre a temática da degradação ambiental, a fim que desenvolvam a consciência ambiental, direcionando seus estudos sobre a poluição do solo, associando-se a compreensão da origem dos diferentes materiais poluentes ou presentes no lixo aos processos de reciclagem, e quais destinos são dados aos resíduos sólidos urbanos e a coleta seletiva. Perguntou-se aos alunos sobre destino dado ao lixo depois de coletado, da importância do reaproveitamento e do consumo exagerado, que é um dos principais agentes nocivos sobre o meio ambiente. Então para dar início da gincana do lixo, determinou-se uma competição entre os alunos, premiando o que trouxesse de sua casa a maior quantidade de embalagens descartáveis, isopor, garrafa pet, pilha, sacola, revistas, vidros vazios de conserva ou de remédios e etc. Depois disso iniciou-se a gincana com charadas em relação ao lixo plástico, vidro, metal, papel e lixo orgânico. Ai o aluno que acertava teria que colocar em uma sacola correspondente à cor referida ao tipo de lixo, pois sabemos que dependendo da natureza do lixo este apresenta uma cor correspondente, se as sacola for azul- papel ou papelão, sacola amarela- metal-, sacola verde vidro-, sacola marrom orgânico-, sacola preta- madeira e assim por diante, no entanto, para essa dinâmica foram utilizadas somente embalagens que não apresentam perigo para os estudantes.

37 37 Figura 7 - Aluno do 8º ano que participou da gincana. Fonte: ROSA (2013)

38 38 Figura 8 - Alunos que mais acertaram a charada da gincana do lixo. Fonte: ROSA (2013) Logo após o final das atividades lúdicas, foi aplicado um questionário semiestruturado (Apêndice A) e (Apêndice B) a todos os sujeitos da pesquisa para averiguar o conhecimento construído em sala de aula, com o auxílio do lúdico Apresentação e análise dos resultados As atividades desenvolvidas nas escolas serão descritas e analisadas criteriosamente sendo que os resultados serão avaliados quantitativamente baseando-se em questionários, com perguntas fechadas aplicadas aos sujeitos da pesquisa, com a finalidade de verificar se as ações lúdicas podem ou não servir como meio capaz de fomentar a aprendizagem de maneira significativa.

39 RESULTADO E DISCUSSÃO: O projeto lixo na escola possibilitou o despertar dos alunos para a questão ambiental, pois durante o evento estes demonstraram-se receptivos, ajudando nas dinâmicas sugeridas, participando ativamente, criando as lixeiras, e as placas sobre a preservação do meio ambiente. Dessa maneira, os estudantes foram criativos e colaboradores e, desempenharam um papel central como agentes transformadores da sociedade em que estão inseridos. De certa forma, os alunos que ajudaram na construção das lixeiras e placas para a escola sentiram-se responsáveis pela manutenção das mesmas, o que contribui para tornar o ambiente escolar mais limpo e saudável. A atividade lúdica tem o objetivo de propiciar o meio para que o aluno induza o seu raciocínio, a reflexão e consequentemente a construção do seu conhecimento. Promove a construção do conhecimento cognitivo, físico, social e psicomotor o que leva a memorizar mais facilmente o assunto abordado. Além disso, desenvolve as habilidades necessárias às práticas educacionais da atualidade. De acordo com Melo (2005), o lúdico é um importante instrumento de trabalho. O mediador, no caso o professor, deve oferecer possibilidades na construção do conhecimento, respeitando as diversas singularidades. Essas atividades oportunizam a interlocução de saberes, a socialização e o desenvolvimento pessoal, social, e cognitivo se bem exploradas. A aplicação do bingo dos elementos químicos envolveu aproximadamente 24 alunos, sendo que os mesmos mostraram um grande interesse pelo jogo, e estavam felizes por participarem ativamente do mesmo. Foi observado que o jogo aguçou a curiosidade dos alunos a respeito dos elementos químicos e seus símbolos, tornando-se mais significativa a aprendizagem. Esse jogo ajuda o aluno a saber estudar com regras, com previsibilidade e com o ambiente de trabalho bem estruturado, no caso a escola, bem como proporcionar a interação entre cada aluno com seus colegas de turma, com a escola e com o professor. Durante as atividades do bingo químico, os alunos ficaram bastante atentos, pois reconheciam os elementos químicos relacionando ao símbolo e a família com mais rapidez e entusiasmo, o que facilitou para agilizar o raciocínio da resposta quando se referia a algum elemento químico apresentado. No entanto, o uso do milho na atividade provocou a princípio um desconforto, pelo fato de alguns alunos sujarem a sala comprometendo a dinâmica, porém em seguida ao término do bingo, os próprios estudantes espontaneamente encarregaram-se de limpar, a sala demostrando assim a consciência ambiental.

40 40 Quando se cria ou se adapta um jogo ao conteúdo escolar, ocorrerá o desenvolvimento de habilidades que envolvem o indivíduo em todos os aspectos: cognitivos, emocionais e sociais. Tem como finalidade torná-lo mais competente na produção de respostas criativas e eficazes para solucionar respostas. A gincana do lixo foi uma atividade desenvolvida, e sugerida pelo professor da turma, pois no momento estavam abordando o conteúdo às ameaças ao solo. Nessa ocasião surgiu à ideia, então se notou que durante a aula expositiva sobre a poluição do solo, a questão do lixo, a reciclagem, a coleta seletiva os alunos mostravam pouca motivação pelo conteúdo, pois durante a aula alguns estudantes conversavam, saiam da sala, enfim, poucos interagiam. Após a aula dialogal, começou a gincana e o que surpreendeu foi a participação de todos os alunos, aqueles que estavam distraídos logo ficaram atentos, respondiam as respostas com rapidez e entusiasmo. No final da gincana eles aprenderam conceitos sobre meio ambiente e a relação com a qualidade de vida e bem estar comum a todos. As atividades lúdicas, ao contrário do livro didático, permitem que o aluno e professor tenham uma relação mais igualitária e um laço de afetividade e intimidade maior, pois o educador deixa de ser aquele que tem maior conhecimento e passa a ser aprendiz, juntamente com seus alunos. Isso desperta um interesse maior pela disciplina e inibe o medo em se expor, mostrar suas dúvidas e anseios. Assim, o uso da ludicidade no ensino de Ciências como jogos, gincanas e dinâmicas possibilita a construção do conhecimento, motivando-os e constatando que aprender é agradável, além de representar uma fuga das metodologias tradicionais comumente utilizadas pelos professores ANÁLISE DOS QUESTIONÁRIOS APLICADOS PARA OS ALUNOS DA E.M.E.F PROFª. NOÊMIA DA SILVA MARTINS. Perguntou-se entre os 24 alunos do 9º ano, Você considera válida a utilização das atividades lúdicas no ensino de ciências? Dezesseis alunos (66,60%) responderam que concordam que essa alternativa didática auxilia na aprendizagem dos conteúdos, e cinco alunos (20,80%) também concordam, pois motiva o estudante a estudar o conteúdo; somente um aluno ( 4,10%) discorda, pois a metodologia acaba fugindo do foco, descontraindo os discentes, e dois (8,50%) alunos afirmam que tal método irá depender do conteúdo do estudo (Gráfico 1 ); nenhum (0%) considera ruim assim como nenhum (0%) aluno respondeu não, pois nem todos participam ativamente da aula.

41 41 O objetivo da atividade lúdica não é apenas levar o aluno a memorizar mais facilmente o assunto abordado, mas sim induzir o raciocínio do aluno, a reflexão, o pensamento e consequentemente a construção do seu conhecimento, pois promove a construção do conhecimento cognitivo, físico, social e psicomotor, além do desenvolvimento de habilidades necessárias às práticas educacionais da atualidade. De acordo com Melo (2005) o lúdico é um importante instrumento de trabalho, e o mediador, no caso, o professor, deve oferecer possibilidades na construção do conhecimento, respeitando as diversas singularidades. Essas atividades quando bem exploradas oportunizam a interlocução de saberes, a socialização e o desenvolvimento pessoal, social, e cognitivo. 8,50% Depende, para alguns conteúdos é mais fácil a compreensão utilizando a metodologia tradicional Ruim, porque a metodologia adotada pelo professor não facilita a compreensão. Não, porque há um desvio do foco da aula, nos desconcentrando Não, porque nem todos os alunos participam ativamente da aula Sim, porque motiva o aluno, sendo necessário estudar o conteúdo 0% 4,10% 0% 20,80% Sim, pois é algo divertido e diferente, tornando a aula mais atrativa 66,60% 0,00% 10,00%20,00%30,00% 40,00% 50,00%60,00%70,00% Gráfico 1- Demonstrativo sobre as respostas dos alunos do 9º ano da E.M.E.F. Prof.ª Noêmia Martins sobre o seguinte questionamento: Você considera válida a utilização da atividade lúdica no ensino de ciências? Fonte: ROSA (2014) De acordo com o (Gráfico 2 ) percebe-se o interesse despertado por essa metodologia, pois permite maior aprendizado e norteia os alunos na busca por conhecimento, desenvolvendo seu raciocínio; Com relação a seguinte questão: As atividades lúdicas

42 42 despertam interesse pelo conteúdo de Ciências? onde 13 alunos (54%) consideram que aprendem mais e podem associar as atividades de modo espontâneo conteúdos, e também conseguem associá-los com seu cotidiano; onze alunos (46%) responderam sim, pois conseguem aprender o conteúdo de forma atrativa, enquanto que as demais perguntas nenhum (0%) aluno respondeu. Guimarães (2009) propõe que o planejamento das rotinas da sala de aula deve considerar as exigências sociais do contexto atual e suas demandas, como também promover um ensino significativo para os alunos, articulando os conteúdos factuais, conceituais e atitudinais de maneira eficiente, a fim de alcançar um espaço verdadeiramente formativo. Outros 0% Não, porque as atividades são formas de brincar com os conteúdos 0% Não, porque não gosto de atividades lúdicas. 0% Sim, porque fica mais fácil contextualiza 0% Sim, porque através da brincadeira é possível aprender os conteúdos de forma mais atrativa 46% Sim, porque há uma maior aprendizagem e pode-se associar os conteúdos ao dia-a-dia. As atividades lúdicas despertam interesse 54% 0,00% 10,00% 20,00% 30,00% 40,00% 50,00% 60,00% Gráfico 2- Demonstrativo sobre as respostas dos alunos do 9º ano da E.M.E.F. Prof.ª Noêmia Martins sobre a questão: As atividades lúdicas despertam interesse pelo conteúdo de Ciências? Fonte: ROSA (2014) De acordo com a questão Como você vê a disciplina de Ciências após a utilização das atividades lúdicas? dezesseis (67%) dos alunos afirmaram que boa mais e exige dedicação e esforço para compreendê-la, seis (25%) dos estudantes afirmam ser boa, está relacionada com o dia-a-dia, um (4%) aluno respondeu regular pois não tem muita

43 43 motivação para aprender o conteúdo, outro aluno (4%) considera ruim, porque é de difícil compreensão, nenhum aluno (0%) respondeu que não gosta de atividades lúdicas, também a resposta não foi escolhida por nenhum aluno não, pois as atividades são uma forma de brincar com os conteúdos e outros. No processo de ensino-aprendizagem as atividades lúdicas ajudam a construir uma práxis emancipadora e integradora, ao tornarem-se um instrumento de aprendizagem que favorece a aquisição do conhecimento em perspectivas dimensões que perpassam o desenvolvimento do educando. Que não permite a utilização de metodologias alternativas Tradicional e não motiva a aprendizagem. 0% 0% Ruim, porque é de difícil compreensão 4% Regular, pois não motiva aprender os conteúdos. 4% Boa, está muito relacionada ao diaa-dia 25% Boa, mas exige dedicação e esforço para compreendê-la 67% Gráfico 3- Demonstrativo sobre as respostas dos alunos do 9º ano da E.M.E.F. Prof.ª Noêmia Martins sobre a questão: Como você vê a disciplina de Ciências após a utilização das atividades lúdicas? Fonte: ROSA (2014)

44 44 100,00% 90,00% 87,50% 80,00% 70,00% 60,00% 50,00% 40,00% 30,00% 20,00% 10,00% 0,00% 0,00% 12,50% Divertido Didático Cansativo Gráfico 4 - Demonstrativo sobre as respostas dos alunos do 9º ano da E.M.E.F. Prof.ª Noêmia Martins sobre a questão: Qual a sua opinião quanto ao uso de atividades lúdicas no ensino de ciências? Fonte: ROSA (2014) Verifica-se que na pergunta Qual a sua opinião quanto ao uso de atividades lúdicas no ensino de ciências? vinte e um (87,50%) dos estudantes opinaram que o uso das atividades lúdicas no ensino de ciências é divertido, nenhum (0,00%) aluno opinou por didática e três indivíduos (12,50%) afirmam ser cansativo. Podemos concluir também, conforme interpretação dos dados analisados, que a utilização das atividades lúdicas como instrumento de revisão de conteúdo é uma das principais alternativas que este material didático disponibiliza ao professor. Entretanto, o lúdico não se limita a uma única forma de utilização, pois o professor pode conduzi-lo em diversas fases do ensino de ciências, inclusive como atividade introdutória.

45 45 22% Estressante, difícil ficar atento. 48% A competição atrapalha para a realização das atividades. 19% Não foi muito competitivo. 11% A competição foi necessária, para verificar os alunos que estão mais atentos. Gráfico 5 -Demonstrativo sobre as respostas dos alunos do 9º ano da E.M.E.F. Prof.ª Noêmia Martins sobre a questão: Quanto à competitividade dos participantes durante a realização das atividades? Fonte: ROSA (2014) Analisando a Figura acima com a seguinte questão Quanto à competitividade dos participantes durante a realização das atividades? Verificou-se que os seis (22%) alunos afirmam que é estressante difícil ficar atento, cinco alunos (19%) responderam que a competição atrapalha as atividades, três alunos (11%) afirmam que não foi muito competitivo e dez (48%) alunos concordam que a competição foi necessária, para verificar os alunos que estão mais atentos, reconhecendo assim que em sala de aula o professor precisa buscar meios para prender a atenção dos alunos e reconheceram que a competição é necessária para sua conclusão. A competição é algo inerente ao ser humano e contribui na motivação dos alunos em concluírem a atividade até o fim. No geral, os participantes sinalizaram que a competição é sim necessária à atividade, para que resistam a competição e consigam êxito nos seus propósitos.

46 5.2-ANÁLISE DOS QUESTIONÁRIOS APLICADOS AOS ALUNOS DA E.M.E.F. DOM ROMUALDO DE SEIXAS. 46 Perguntou-se aos 23 alunos, Você considera válida a utilização da atividade lúdica no ensino de ciências?, quinze (62,5%) responderam que sim, pois diverte as aulas, seis alunos (25%) responderam sim, pois motiva o aluno a estudar o conteúdo e apenas dois (12,50%) dos alunos responderam não, pois nem todos os alunos participam da aula, e nenhum (0%) dos estudantes respondeu não, porque nem todos participam e desconcentra as aulas e nenhum (0%) dos alunos considera ruim, pois não facilita a compreensão. Assim, os resultados do (Gráfico 6 ) mostram que a maioria dos estudantes aprovam a atividade lúdica como os jogos, brincadeiras, dinâmicas e gincanas como recurso metodológico que contribui para o aprendizado significativo, além de permitir momentos de diversão e desenvolver a responsabilidade nos mesmos em estudar o conteúdo. 62,5% 25,00% 12,50% 0% 0% Sim, pois é divertido e diferente, tornando a aula atrativa. Sim, porque motiva o aluno, sendo necessário estudar o conteúdo Não, porque nem todos os alunos participam ativamente da aula. Não, porque há um desvio do foco da aula, nos desconcentrando Ruim, porque a metodologia adotada pelo professor não facilita a compreensão. Depende, para alguns conteúdos é mais fácil a compreensão utilizando a metodologia tradicional Gráfico 6 - Demonstrativo das respostas dos alunos do 8º ano as E.M.E.F. Dom Romualdo de Seixas sobre a seguinte questão: Você considera válida a utilização da atividade lúdica no ensino de ciências? Fonte: ROSA (2014)

47 47 Quanto à questão, As atividades lúdicas despertam interesse pelo conteúdo de Ciências?, ( Gráfico 7 ) nove alunos (39%) responderam que sim, pois há maior aprendizagem e podem relacionar os conteúdos com o cotidiano deles, onze alunos (48%) responderam sim, pois através da brincadeira é possível aprender de forma fascinante e três alunos (13%) responderam sim, pois fica mais fácil contextualizar. Observa-se que 100% dos alunos entrevistados veem nas atividades lúdicas, um recurso a mais para mostrarem-se interessados pelo conteúdo de Ciências, o que dessa maneira pode promover a construção do conhecimento cognitivo, físico e social dos estudantes. Outros 0% Não, porque as atividades são formas de brincar com os conteúdos 0% Não, porque não gosto de atividades lúdicas 0% Sim, porque fica mais fácil contextualizar. 13% Sim, porque através da brincadeira é possível aprender os conteúdos de forma mais atrativa 48% Sim, porque há uma maior aprendizagem e pode-se associar os conteúdos ao dia-a-dia. 39% 0,00% 10,00% 20,00% 30,00% 40,00% 50,00% Gráfico 7 - Demonstrativo das respostas dos alunos do 8º ano as E.M.E.F. Dom Romualdo de Seixas sobre a seguinte questão: As atividades lúdicas despertam interesse pelo conteúdo de Ciências? Fonte: ROSA (2014)

48 48 Ao analisar à questão, Como você vê a disciplina de Ciências após a utilização das atividades lúdicas? ( gráfico 8), onze (48%) dos alunos responderam boa, mas exige dedicação e esforço para compreendê-la, oito (35%) dos alunos considera boa, pois está muito relacionada ao dia-a-dia, três (13%) dos alunos opinaram por regular, pois não motiva o suficiente para aprendizagem dos conteúdos, somente um (4%) considera que não permite a utilização de metodologias alternativas, e nenhum (0%) dos alunos considera tradicional, assim como não considera ruim. Verifica-se que mais de 80% dos alunos após participarem das atividades lúdicas, consideram o estudo científico como um processo de aprendizagem bom, podendo relacioná-lo com suas vivências, porém exige certa dedicação para que seja capaz de subsidiar a construção do conhecimento formando, assim cidadãos conscientes. Que não permite a utilização de metodologias alternativas 4% Tradicional e não motiva a aprendizagem. 0% Ruim, porque é de difícil compreensão 0% Regular, não há muita motivação para a aprendizagem dos conteúdos 13% Boa, está muito relacionada ao dia-adia. 35% Boa, mas exige dedicação e esforço para compreendê-la. 48% 0,00% 10,00%20,00%30,00%40,00%50,00% Gráfico 8 - Demonstrativo das respostas dos alunos do 8º ano as E.M.E.F. Dom Romualdo de Seixas sobre a seguinte questão: Como você vê a disciplina de Ciências após a utilização das atividades lúdicas? Fonte: ROSA (2014)

49 49 Com relação à questão: Qual é a sua opinião quanto ao uso das atividades lúdicas no ensino de Ciências?, (Gráfico 9 ) vinte e um (95%) dos entrevistados afirmaram ser divertida, dois alunos (5%) responderam didático, e nem um (0%) dos alunos opinaram por cansativa. Os resultados do Gráfico acima nos mostra que todos os envolvidos na pesquisa consideram o lúdico como divertido e didático, sendo possível que, se o professor adotar as atividades lúdicas no seu plano de aula, pode observar quais são habilidades e competências que cada estudante desempenha, durante as mais diversas atividades, como pintura, jogo, debate oral que inclua raciocínio rápido, desenho etc. 100,00% 90,00% 80,00% 70,00% 60,00% 50,00% 40,00% 30,00% 20,00% 10,00% 0,00% 95% 5% 0,00% Divertido Didático Cansativo Gráfico 9 - Demonstrativo das respostas dos alunos do 8º ano as E.M.E.F. Dom Romualdo de Seixas sobre a seguinte questão: Qual é a sua opinião quanto ao uso das atividades lúdicas no ensino de Ciências? Fonte: ROSA (2014) Na quinta questão foi feito o seguinte questionamento: Quanto à competitividade dos participantes durante a realização das atividades? ( Gráfico 10 ) quatro alunos (17%) respondeu estressante, pois é complicado ficar atentos, um aluno (4%) afirmou que a competição atrapalha a realização das atividade, nenhum(0%) aluno respondeu que não foi competitivo e dezoito (79%) alunos declararam foi necessária para verificar a atenção dos mesmos.

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