DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM E LUDICIDADE: BRINCANDO EU APRENDO. Learning Difficulties And Playfulness: Playing Learn

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM E LUDICIDADE: BRINCANDO EU APRENDO. Learning Difficulties And Playfulness: Playing Learn"

Transcrição

1 DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM E LUDICIDADE: BRINCANDO EU APRENDO Learning Difficulties And Playfulness: Playing Learn Manoelle Silveira DUARTE 1 Juliane Cláudia PIOVESAN 2 RESUMO O presente artigo é fruto do projeto de extensão intitulado Dificuldades de Aprendizagem e ludicidade: brincando eu aprendo. O referido projeto desenvolveu-se no Curso de Pedagogia da URI Câmpus de Frederico Westphalen, objetivando refletir sobre a ludicidade como um elemento facilitador no processo educativo, bem como a importância das atividades lúdicas pedagógicas para o aprender de crianças com dificuldades no processo de ensino. A luz deste objetivo, o texto a seguir realiza um estudo teórico sobre a ludicidade como elemento mediador no processo de aprender e ensinar, relatando as atividades de extensão desenvolvidas com crianças da rede estadual de ensino do Município de Frederico Westphalen. Pode-se destacar que as atividades lúdicas interferem, significativamente, no aprender de crianças com dificuldades de aprendizagem. Por meio delas, a criança é capaz de processar a construção do conhecimento, estruturar o tempo e o espaço, superando obstáculos cognitivos ou emocionais. Assim, o lúdico é uma ponte que auxilia no processo de construção do ser humano, contribuindo no desenvolvimento social, pessoal e cultural, facilitando o processo de socialização, comunicação e expressão, imprescindíveis para o pleno desenvolver do indivíduo. No decorrer deste relato, podemos visualizar a relevância das atividades lúdicas para o aprender das crianças envolvidas, uma vez que, o brinquedo, o jogo e a brincadeira são elementos que contemplam o lúdico, o qual permeia o desenvolvimento físico e mental da criança. Palavras-chave: Dificuldades. Ludicidade. Aprendizagem. ABSTRACT This article is the result of the extension project titled "Learning Disabilities and playfulness: playing I learn. This project was developed in the course of Pedagogy of the URI - Campus of Frederick, aiming to reflect on playfulness as a facilitator in the educational process as well as the importance of recreational activities for the teaching of children with learning difficulties in the teaching process. In light of this goal, the following text conducts a theoretical study on playfulness as a mediator in the process of learning and teaching, reporting outreach activities developed with children of state schools in the city of Fredericksburg. It may be noted that recreational activities interfere significantly in the learning of children with learning difficulties. Through them, the child is able to process the construction of knowledge, structuring time and 1 Pedagoga URI - Câmpus de Frederico Westphalen e bolsista Extensão 2 Professora do Departamento de Ciências Humanas da URI Câmpus de Frederico Westphalen, Mestre em Educação e orientadora do projeto Vivências. Vol. 9, N.17: p , Outubro/

2 space, overcoming obstacles cognitive or emotional. Thus, the playful is a bridge that helps in the construction process of the human being, contributing to the social, personal and cultural, easing the process of socialization, communication and expression, essential for the full development of the individual. Throughout this report, we can see the relevance of learning fun activities for the children involved, since the toy, and game play are elements that comprise the playful, which permeates the physical and mental development of the child. Key words: Difficulty Learning, Playfulness 1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS O Curso de Pedagogia da URI Câmpus de Frederico Westphalen preocupado em estender os saberes teóricos e práticos oriundos dos estudos acadêmicos para além dos prédios da universidade, durante dois anos, desenvolveu o projeto de natureza extensionista Dificuldades de Aprendizagem e ludicidade: brincando eu aprendo. O referido estudo, iniciado em agosto do ano de 2011 e estendendo-se até julho deste ano, obteve êxitos, sendo que os resultados teóricos e práticos serão compartilhados, com o intuito de contribuir no processo de aprender de crianças que apresentam dificuldades, despertando nos professores a busca constante por aulas mais dinâmicas e interativas com as crianças. A menção Dificuldades de Aprendizagem costuma remeter, de maneira imediata, à incapacidade da criança de assimilar a aprendizagem proposta pelo educador. Contudo, muito se tem discutido a respeito desta temática, o que permite refletir sobre as metodologias utilizadas pelos(as) professores(as) no processo de aprender e ensinar. Neste contexto, a ludicidade tornou-se uma ferramenta pedagógica capaz de promover uma aprendizagem mais dinâmica, interativa e, consequentemente, mais eficaz, contribuindo, significativamente, para o aprender de crianças com dificuldades, por permitir maior interação da criança com o aprendizado, por envolver elementos como o jogo, o brinquedo, a música, a brincadeira e os mais diversos recursos que, atrelados ao processo de ensino, tornam a aprendizagem mais atrativa e qualitativa. Considerando a importância desta dimensão lúdica, bem como a necessidade de criar novas metodologias de ensino, durante suas atividades práticas, o projeto buscou visualizar a importância da ludicidade no processo de ensinar e aprender de crianças que apresentam dificuldades. Nesse sentido, o objetivo voltou-se em desenvolver atividades lúdico-pedagógicas, por meio e aulas de reforço, para crianças de 1º a 3º ano do Ensino Fundamental que apresentavam dificuldades no processo de ensino e aprendizagem. Em meio às atividades desenvolvidas foi possível visualizar a importância da ludicidade para o aprendizado dessas crianças que por algum motivo sentiam dificuldade em internalizar o novo, ou construir com facilidade o aprendizado vivenciado pela ação docente. Vale mencionar que, durante os dois anos de atividades, trabalhou-se com 18 crianças oriundas de duas Escolas Estaduais do Município de Frederico Westphalen. A luz deste problema de pesquisa e do objetivo do projeto, tendo por base os estudos teóricos referentes ao processo de ensino e aprendizagem, visualizando o valor educacional da ludicidade e as dificuldades encontradas nesse caminho, o projeto proporcionou a essas crianças momentos de encontro com o lúdico, capazes de fortalecer e, por vezes, sanar limitações na aprendizagem. Vivências. Vol. 9, N.17: p , Outubro/

3 Esses momentos, que totalizaram 10 (dez) encontros por grupo, aconteceram no Laboratório de Ensino e na Brinquedoteca do Curso de Pedagogia URI/FW, pois ambos os locais possuem recursos didáticos que contemplam o planejamento das atividades, uma vez que eram criadas propostas metodológicas interdisciplinares, que envolviam o jogo, do brinquedo, da brincadeira, da música, isto é, dos mais diversos recursos da ludicidade. Como suporte teórico, desenvolveram-se leituras de expoentes da área da educação relativos às dificuldades de aprendizagem e da ludicidade. Como suporte prático-metodológico, realizou-se o contato com a direção e corpo docente da escola, a exposição do projeto aos pais, o contato com as crianças, o planejamento e a confecção de materiais pedagógicos, como jogos e demais recursos didáticos. Auxiliar crianças que apresentam dificuldades de aprendizagem, proporcionando atividades diferenciadas, desafiadoras, capazes de estimular e superar limitações é contribuir para o desenvolvimento do ser humano, não só na aprendizagem, mas também no desenvolvimento social, pessoal e cultural, facilitando no processo de socialização, comunicação, expressão e construção do humano e principalmente do saber. Em meio a esses processos, o estudo teórico e a prática realizada permitem desenvolver uma ação em conjunto com professores, visando uma melhor qualidade no ensino, respeitando que o aprender deve acontecer em seu tempo, em um ato de prazer e curiosidade através do lúdico. Somente assim, a criança será capaz de elaborar e internalizar novo saberes. 2 RESULTADOS TEÓRICOS E PRÁTICOS Cada ser possui seu ritmo e suas particularidades durante seu desenvolvimento, seja ele, cognitivo, social, cultural, físico ou emocional. No processo de ensino e aprendizagem essa situação torna-se mais evidente, pois se utilizam muitos desses aspectos. Partindo dessa reflexão, é possível compreender por que uns aprendem com mais facilidade, outros apresentam algumas dificuldades; uns necessitam de uma maior mediação do professor, o que, talvez, não seja necessário para outros. Segundo Vygotsky (1989), o aprendizado sempre envolve interferência, direta ou indireta, de outros indivíduos e a reconstrução pessoal da experiência e dos significados. No entanto, existem diversos fatores, psicológicos ou sociais, que podem impedir que essa caminhada aconteça com naturalidade, fazendo com que a criança sinta dificuldades e levando-a até mesmo ao fracasso durante a vida escolar. De acordo com Coll (1995, p. 77). Os constantes fracassos nas aprendizagens escolares seriam as causas das alterações nas relações sociais das crianças com dificuldades na aprendizagem, já que provocam nelas atitudes de rejeição em relação à escola e tudo o que a mesma significa, bem como o convencimento de que sua própria incapacidade é a causa de suas dificuldades de aprendizagem. Considerando essa afirmação, pode-se perceber que as dificuldades de aprendizagem podem ser caracterizadas por uma série de incapacidades relacionadas ao insucesso escolar, e envolver questões fisiológicas individuais de cada criança e/ou questões relacionadas ao Vivências. Vol. 9, N.17: p , Outubro/

4 ambiente tanto escolar, quanto ao ambiente familiar. Neste sentido, tornou-se importante considerar o que salienta Kenn (1998, p. 31). A noção de capacidade e incapacidade é, na verdade, bastante relativa e existe, principalmente, segundo o ponto de vista de quem fala. Dependendo do ponto de vista, o que uma pessoa consideraria como capaz, para outra seria bastante incapaz. O mesmo se aplica ao velho e ao novo, ao rico e ao pobre, ao grande e ao pequeno são todos conceitos relativos, que dependem de onde nos vemos num determinado continuum. A expressão dificuldade de aprendizagem começou a ser usada na década de 60 e, de maneira errônea, ainda é entendida por pais e professores como uma simples desatenção em sala de aula. É nisso que se encontra o mais grave dos equívocos, pois quando se fala de dificuldade de aprendizagem, é necessário ter-se em mente que [...] a dificuldade pode ser específica, como ocorre quando a criança apresenta dificuldade na leitura, ou ser geral, quando, por exemplo, ela apresenta um aprendizado mais lento que o normal em uma série de tarefas (DOCKRELL, 2000, p ). Essas dificuldades podem ser provocadas por problemas cognitivos ou emocionais, assim como, desencadearem-se do meio externo, podendo afetar qualquer área do desempenho escolar, bem como na vida adulta e social. Todas as crianças gostam de aprender, sentem necessidade de estar em contato com algo novo, criativo e dinâmico. Quando isso não ocorre é porque algo não está indo bem. E, assim, como afirma Dockrell (2000), as estratégias educacionais ineficientes podem interferir no aprendizado da criança. Por este motivo, ressalta-se a importância das atividades lúdicas como uma estratégia para evitar interferências negativas no aprendizado do aluno. Para identificar se uma criança possui dificuldades de aprendizagem, é necessário que haja um diagnóstico, uma avaliação sobre as causas dessas dificuldades. Como enfatiza Bossa (2000, p. 13) conscientemente, ninguém sofre porque quer. Sabemos também que o problema de aprendizagem escolar sempre traz sofrimento. Sofrimento este, que, muitas vezes, é camuflado, através de comportamentos que sugerem desinteresse, desatenção, irresponsabilidade, etc. Nessas situações, na maioria dos casos, os professores, por acompanharem diariamente o processo de ensino, são os primeiros a identificar que a criança apresenta alguma dificuldade, mas os pais e demais membros da família devem ficar sempre atentos ao desenvolvimento e ao comportamento da criança, acompanhando a vida escolar dos pequenos e dialogando com os professores. Esta parceria entre família e escola em prol do bem-estar emocional, intelectual e do aprendizado da criança é de suma importância, por permitir que a criança se sinta assistida e acompanhada, contribuindo de forma incalculável no decorrer desse processo. Com uma intervenção adequada e precoce, as dificuldades podem ser potencialmente superadas. Também, é importante enfatizar que as crianças que apresentam dificuldades de aprendizagem, geralmente, apresentam desmotivação com as tarefas escolares, gerando um sentimento de incapacidade, que leva, naturalmente, para a frustração, o desinteresse e à falta de atenção e concentração. Nesse contexto, muitas vezes, a escola passa a ser vista por elas Vivências. Vol. 9, N.17: p , Outubro/

5 como a causa da infelicidade e começam a não gostar de estudar. Ainda, pode acontecer que, após anos de sofrimento, sem que ninguém perceba e as ajude, acabam abandonando os estudos. Nesse aspecto, salienta Bossa, A escola passa a ser vista pela criança como a causadora da sua infelicidade e a de seus pais e por isso, ela começa a detestá-la. Muitas vezes, após anos de sofrimento, acaba abandonando os estudos, sem saber que foi levada a abrir mão de uma parte da sua felicidade: o prazer de conhecer coisas maravilhosas que a natureza reservou para o ser humano (2000, p. 30). É importante ter cuidado para não rotular crianças como portadoras de dificuldades de aprendizagem, pois por muitas vezes, pequenos desvios de atenção e/ou assimilação estão dentro da normalidade considerando a faixa etária da criança. Por vezes é apenas dificuldade no processo do ensino, a forma como o professor expõe o conteúdo torna-se complicado para a criança assimilar. Ultrapassam, inclusive, situações relacionadas com a realidade sociocultural da criança, o que implica, em certas situações na sua aprendizagem. Aulas que envolvam elementos lúdicos carecem de estratégias didáticas bem planejadas e orientadas pelos professores. O jogo e a brincadeira por si só já são produtores de novos conhecimentos, mas quando mediados pela ação docente expressão a intencionalidade educativa com a atividade proposta. Quando as crianças brincam afloram o seu lado mais sensível, estando aptos a sugar todo o conhecimento que o meio proporciona. O brincar pressupõe liberdade de aprender sem cobrança, de aprender por prazer por apresentar de maneira implícita sua função educativa. Assim, A brincadeira espontânea e agradável leva a criança a expressar seus impulsos instintivos, e dessa forma serve como elemento encorajador e de orientação que, se bem usado, auxilia no desenvolvimento oportuno da inteligência, fazendo com que sejam apuradas as emoções e as suas vontades, individualidade e sociabilidade. Assim, brincadeira é importante para incentivar não só para a imaginação e afeto nas crianças durante o seu desenvolvimento, mas também para auxiliar no desenvolvimento de competências cognitivas e sociais (MELO, 2013, p. 02). Nesse sentido, o lúdico se aproxima da criança pelo clima de descontração que promove durante a realização de suas atividades, ao mesmo tempo, a cada atividade exige e mobiliza a elaboração de novas aprendizagens. Por este motivo, a imaginação e a exploração dos materiais pedagógicos não podem ser ignoradas, pelo contrário, devem ser incentivadas pelos professores. Assim que o professor perceber que a criança está enfrentando algum tipo de dificuldade no espaço escolar, precisa encaminhá-la para atendimento psicopedagógico. Se diagnosticado, por profissionais competentes na área, os problemas de aprendizagem, a criança deve ser submetida, pela escola, a novas metodologias que possam contemplar as atividades com o intuito de maximizar o seu potencial. É nesse contexto, que surge a ludicidade, como uma ferramenta pedagógica capaz atrelar o prazer ao aprender evidenciando a necessidade de repensar práticas a fim de estimular o conhecimento de modo integrado. Vivências. Vol. 9, N.17: p , Outubro/

6 A pergunta que cabe formular, portanto, é a seguinte: a escola está oferecendo atividades lúdicas e prazerosas? Lúdica no sentido de oportunizar à criança, momentos de jogos e brincadeiras, a formulação de conceitos, a capacidade de estabelecer relações lógicas e cognitivas, possibilitando a construção do conhecimento e o desenvolvimento, permitindo que ela conheça o mundo, o sonho, o faz de conta, a imaginação, adquirindo novas competências e habilidades, despertando o gosto pelo aprender, pelo respeito e o saber viver e respeitar o próximo? O aluno deve ser motivado e estimulado, tanto pelos professores na escola, quanto pela família em casa, para desenvolver a construção do conhecimento. Segundo Santos (2000, p. 166) Educadores e pais necessitam ter clareza quanto aos brinquedos, brincadeiras e/ou jogos que são necessários para as crianças, sabendo que eles trazem enormes contribuições ao desenvolvimento da habilidade de aprender a pensar. No jogo, ela está livre para explorar, brincar e/ou jogar com seus próprios ritmos, para autocontrolar suas atividades, muitas vezes é reforçada com respostas imediatas de sucesso ou encorajadas a tentar novamente, se da primeira alternativa não obteve o resultado esperado. Sendo assim, a ludicidade é caracterizada por elementos que envolvem o prazer e propicia a vivência de novas experiências na construção do saber. Neste sentido, a palavra lúdico, originária do latim ludus, significa jogo/brincar, sendo um recurso pedagógico de grande valor educacional que, dentre vários outros elementos, envolve o prazer, a espontaneidade, a alegria, a descontração e a imaginação, gerando a curiosidade e a vontade de aprender em cada educando. Santos (2000, p. 57) afirma que, [...] a palavra lúdico significa brincar. Nesse brincar estão incluídos os jogos, brinquedos e brincadeiras, e é relativo, também, a conduta daquele que joga, que brinca e que se diverte. Conforme afirma o autor, o jogo, os brinquedos e as brincadeiras são atividades de caráter lúdico-pedagógico, que são fontes de diversão e, ao mesmo tempo, produtoras de conhecimentos. Por esse motivo, são de extrema importância para o fazer pedagógico do educador. Conforme Bispo (2009, p. 17), Do ponto de vista pedagógico, percebemos que as brincadeiras auxiliam aos educandos a formar conceitos, relacionar ideias, estabelecer relações lógicas, desenvolver a expressão oral, reforçar habilidades sociais e construir seu próprio conhecimento, confirmando ser esse o papel dos jogos: facilitador no desenvolvimento da criança. Em outras palavras, o lúdico contempla os aspectos físicos, psicológicos, cognitivos e mentais das crianças, que, envolvidas nesse contexto, mergulham em uma atmosfera de prazer, encanto e magia, reunindo dois elementos fundamentais, o brincar e o educar. É exatamente, dessa linguagem lúdica e divertida que os educadores devem aproximarse, pois como enfatiza Bossa (2000, p.106), quando uma criança brinca, joga, desenha, faz histórias e outras coisas mais, revela sentimentos e pensamentos que desconhece, falando numa outra linguagem: a linguagem do desenho, do brinquedo, do jogo. Nesse sentido, pensando no fazer pedagógico do professor, Carvalho e Luppi (2007, p.11) Vivências. Vol. 9, N.17: p , Outubro/

7 afirmam que o ato de educar é instigante, desafiador, ousado e, ao mesmo tempo, tranquilo e criativo, confiante e, essencialmente, criativo. Considerando que esta relação professor/aluno precisa ser pensada e planejada com elementos mediadores criativos, torna-se visível que o processo de ensino e aprendizagem é impulsionado pela vontade de aprender. Os mesmos autores ainda afirmam que aprendemos fazendo, empreendendo, refazendo, reagindo, refletindo e questionando as rotinas e roteiros. Nesse contexto, a aprendizagem é um processo que se realiza, intrinsecamente, em cada indivíduo, sendo que cada um possui seu ritmo, suas dificuldades e características: uns necessitam de maior mediação do educador, durante este processo, enquanto outros superam as expectativas. Contudo, esse processo nem sempre acontece de maneira tranquila e satisfatória, pois são muitos os fatores que podem interferir nessa caminhada escolar. Se não estiver ocorrendo de maneira natural e prazerosa, deve existir um motivo, o qual deve ser identificado e trabalhado, o mais rápido possível, afinal, inicia-se um processo de ensino e aprendizagem desde o nascimento, com o andar, o falar, o alimentar-se e diversas outras situações que irão garantir a socialização e o desenvolvimento integral da criança. Assim, o jogo, um dos componentes da ludicidade, é indispensável à saúde física, emocional e intelectual de todo o indivíduo por desenvolver a linguagem, o pensamento e a socialização, além de contribuir para o desenvolvimento psicomotor e habilidades do pensamento. Além de estimular o observar e o conhecer, testando hipóteses, explorando a sua espontaneidade e a sua criatividade. Nesse aspecto, conforme Winnicott (1995), o lúdico é uma importante ferramenta, é prazeroso, devido à sua capacidade de absorver o indivíduo, de forma intensa e total, criando um clima de entusiasmo. Destaca-se que o espaço da brinquedoteca do Curso de Pedagogia da URI Câmpus de Frederico Westphalen é um local repleto de alternativas lúdicas pedagógicas permitindo, por meio da ludicidade, o ato de aprender brincando. O ambiente proporciona às crianças momentos de prazer, criatividade e construção espontânea do conhecimento. Na brinquedoteca encontram-se jogos e brinquedos, elementos estes que são essenciais para a infância. Nesse aspecto, A brinquedoteca é o espaço certo da ludicidade, do prazer, do autoconhecimento, da afetividade, de empatia, da automotivação, da arte do relacionamento, da cooperação, da autonomia, do aprimoramento da comunicação, da criatividade, da imaginação, da sensibilidade e das vivências corporais. Portanto, a brinquedoteca facilita o equilíbrio entre razão e emoção (SANTOS, 2000, p.61). É partindo desse equilíbrio entre a razão e a emoção, ancorado com recursos metodológicos adequados, que o projeto teve momentos nos quais, às crianças, amparadas pela ludicidade, permitiu-se uma aprendizagem significativa, com descobertas e desafios. O planejamento voltava-se para a construção de materiais/jogos que favoreciam o aprendizado, despertando o desenvolvimento das habilidades operatórias, e contribuindo, assim, para o intenso processo de desenvolvimento das crianças. O brincar, em sua leveza e descontração, é coisa séria, através dele, a criança desenvolve diversos aspectos essenciais, tais como a linguagem, o pensamento, a socialização, a iniciativa e a autoestima. É possível visualizar a importância da utilização de atividades lúdicas, mais especificamente, do brinquedo, uma vez que, interferem, significativamente, na Vivências. Vol. 9, N.17: p , Outubro/

8 aprendizagem das crianças com dificuldades. Nesse sentido, Vygotsky (1989, p. 109) afirma que [...] é enorme a influência do brinquedo no desenvolvimento de uma criança. É no brinquedo que a criança aprende a agir numa esfera cognitiva, ao invés de numa esfera visual externa, dependendo das motivações e tendências internas, e não por incentivos fornecidos por objetos externos. O lúdico deve ser considerado como parte integrante da vida do ser humano. Não apenas no aspecto de divertimento, mas também como uma maneira de adentrar na esfera da realidade, inclusive na realidade social. No aspecto lúdico-sociedade, Kishimoto ressalta que: brincando(...) as crianças aprendem(...),a cooperar com os companheiros(...), a obedecer as regras do jogo(...), a respeitar os direitos dos outros(...), a acatar a autoridade (...), a assumir responsabilidades, a aceitar penalidades que lhe são impostas(...), a dar oportunidades aos demais(...), enfim, a viver em sociedade. (1994, p. 110). Assim, o brincar e o lúdico são a essência da criança e isso permite um trabalho pedagógico que possibilita a produção do conhecimento e, também, a estimulação da afetividade. Esta essência estabelece com o brinquedo uma relação natural, permitindo que suas angústias e paixões, alegrias e tristeza, agressividades e passividades sejam extravasadas. Urge a necessidade de formar educadores que se preocupem com a busca constante pelo conhecimento com criatividade, com o conhecer o ser humano e todo o seu processo de desenvolvimento, para que se fundamente um aprender e um ensinar com mais qualidade e ludicidade. 2.1 Da teoria à prática: um breve relato das atividades de extensão desenvolvidas Neste momento do estudo, evidenciando-se a compreensão teórica da ludicidade e sua utilização como uma estratégia favorecedora no processo de aprendizagem, registram-se alguns apontamentos referentes à metodologia utilizada nas ações do projeto de extensão, além de relatar os resultados obtidos, os quais reforçam a necessidade e a positividade das intervenções. Exatamente como prevê a metodologia do projeto, iniciado em 2011, em ambas as instituições, primeiramente, foi realizado um encontro com os diretores e com as coordenadoras pedagógicas das escolas, que receberam com grande entusiasmo, acreditando na Universidade, em especial no Curso de Pedagogia. Em reunião com estes segmentos da escola, bem como com as professoras do 1º ao 3º ano, decidiu-se que no II semestre do ano de 2011, somente os alunos do 3º ano participariam do projeto, totalizando 7 encaminhamentos das professoras. No I semestre de 2012, novamente foram contemplados os alunos do 2º ano, devido à grande necessidade de auxílio que apresentavam por estar em fase de alfabetização, este grupo de 8 alunos. A fim de dar continuidade ao trabalho que vinha sendo desenvolvido, em nova reunião ficou definido que o projeto daria continuidade ao trabalho realizado no I semestre do ano de Portanto, o grupo de alunos contemplados no ano de 2012 teve a oportunidade de Vivências. Vol. 9, N.17: p , Outubro/

9 vivenciar momentos de construção de conhecimento durante todo o ano de O último grupo concentrou 3 alunos do 2º ano de uma das escolas estaduais, considerando a necessidade da intervenção. Assim, como em todos os inícios de semestre, via direção das escolas, encaminhou-se para os pais um comunicado, apresentando, previamente, a proposta do projeto, bem como marcando a data para a reunião com a bolsista e orientadora do projeto nas dependências da URI. Vale mencionar que a participação do grupo familiar nessa reunião era o que garantia a inserção a criança no projeto, pois neste dia é que eram apresentados os objetivos, metas e cronograma das atividades. Salienta-se, ainda, que o envolvimento dos pais foi de suma importância para alcançar os objetivos em relação à aprendizagem das crianças. Afinal, é dessa relação, família, escola e universidade que se constituiu um dos propósitos deste projeto. Fazendo um recorte dos resultados, é indispensável aqui, mencionar que o feedback que constantemente os pais traziam era um fator positivo que se somava a cada planejamento. Contatou-se com a participação dos responsáveis, que os mesmos demonstraram muita preocupação com a vida escolar dos filhos, sendo imprescindível destacar a alegria, confiança, entusiasmo e disponibilidade ao aderirem ao projeto. Posterior a isso, conforme programado iniciava-se o encontro semanal com os grupos para realização das atividades práticas. O estudo teórico que vinha sendo realizado, concomitantemente, permitia que as atividades fossem de acordo com as dificuldades diagnosticadas. Durante a realização das atividades, dos quatro grupos trabalhados, vivenciaram-se momentos nos quais, amparadas pelo lúdico, houve criação, construção, reflexão e muita aprendizagem. O planejamento desses encontros era realizado juntamente com a orientadora do projeto e voltava-se para a construção de materiais/jogos capazes de promover o aprendizado. No decorrer dos encontros foi possível perceber a importância deste trabalho, pois, apresentava-se como um diferencial na vida escolar das crianças participantes, pois desafios eram corajosamente enfrentados, exigindo muita atenção e concentração. Quando surgia dificuldade de entendimento na realização de alguma tarefa proposta, era realizado o atendimento individual visando à compreensão da situação problema. O tempo e a forma como eram conduzidas as atividades dependia do rendimento e entendimento do grupo. Destaca-se que eram postuladas, ainda, propostas de diversas atividades que contemplavam a coordenação motora, lateralidade e esquema corporal, princípios básicos para a leitura e escrita, como questões lógicas matemáticas, com jogos de bingo, construção e compreensão do processo das leis matemáticas, a leitura como uma viagem ao mundo da imaginação, fantasia, escrita e interpretação textual, observação e, principalmente, a atenção e a concentração. As crianças se revelaram em um clima de interesse, vontade de aprender, envolvidas em espírito de equipe e ajudando os colegas na realização das tarefas. Isso acontece quando o educador propõe atividades capazes de estimular os diversos aspectos das crianças, atendendo seus desejos e expectativas, considerando o tempo e maneira de internalização desse saber. É visível e tornou-se gratificante perceber o envolvimento das crianças nas atividades propostas. Aos poucos, elas naturalmente iam demonstrando suas dificuldades e apresentando resultados positivos. Vivências. Vol. 9, N.17: p , Outubro/

10 O termo ludicidade, neste projeto, foi o elemento fundamental que se refere ao planejamento dinâmico e criativo do professor, sendo capaz de auxiliar e facilitar a compreensão dos conteúdos trabalhados em sala de aula. Pode-se afirmar que toda a sala de aula deveria ser um espaço lúdico-pedagógico de reforço e consolidação de aprendizagem, nas quais se aprende brincando e se brinca aprendendo. A riqueza desses encontros somou-se ao ato de aprender brincando e mostrou um caminho viável para sanar algumas das dificuldades que as crianças vinham apresentando na escola. A busca de tais resultados está alicerçada em teoria e estudos de autores da educação, sendo imprescindível que o educador perceba o educando numa perspectiva de constante construção do conhecimento, respeitando seu tempo e ritmo de aprendizagem e a necessidade da ludicidade nesse processo. Afinal, no decorrer de todo esse processo, é importante que os alunos possam sistematizar novos conhecimentos, superar barreiras, compreender o desenvolvimento de situações e problemas propostos. A tarefa do professor, como se observa, é indispensável, é sua forma de mediação e interação com o aluno que irão contribuir para resultados positivos. Sabe-se que a tarefa de planejar requer do educador uma postura para descobrir novas possibilidades de ensinar e aprender, tendo como suporte a ludicidade, desenvolvendo habilidades operatórias a cada desafio proposto. Para o desencadeamento das atividades propostas, foi de fundamental importância a mediação/interação do educador durante o desenvolvimento as atividades, os questionamentos realizados aos alunos, permitindo que eles levantassem diferentes hipóteses/soluções para cada situação apresentada. Para que esta prática torne-se efetivamente válida é necessário que o educador auxilie, incentive e acompanhe as crianças durante o jogo, a brincadeira, enfim a atividade que está sendo realizada. Durante a realização das atividades, com o grupo de alunos, primava-se pela atenção às interações afetivas que, por sua vez, contribuíam, de maneira significativa, no processo educativo. Santos (2000, p. 37) enfatiza que sabe-se que não existe ensino sem que ocorra aprendizagem, e esta não acontece senão pela transformação do educando, pela ação facilitadora do professor no processo de busca e construção do conhecimento, que deve sempre partir do aluno. Considerando a maneira como acontece a aprendizagem, torna-se importante mencionar que durante os encontros vivenciados, oportunizaram-se a criação, a construção e a reflexão. Considerando esse referencial, volta-se um olhar criterioso para a prática docente, sendo que o professor deve organizar atividades que sejam significativas para o aluno, criando condições para um trabalho em grupo ou individual, facilitando seu desenvolvimento, oportunizando a compreensão, o entendimento de cada situação problema. Somente no lúdico a criança tem a oportunidade de vivenciar regras, normas, transformar, recriar, aprender de acordo com suas necessidades, desenvolver seu raciocínio e sua linguagem, sendo esse processo realizado de forma prazerosa. 3 CONCLUSÃO Se a criança é levada a buscar seu material, a fazer sua elaboração, a se expressar argumentando, a buscar fundamentar o que diz, a fazer uma crítica ao que vê e lê, ela vai amanhecendo como sujeito capaz de uma Vivências. Vol. 9, N.17: p , Outubro/

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO Marcelo Moura 1 Líbia Serpa Aquino 2 Este artigo tem por objetivo abordar a importância das atividades lúdicas como verdadeiras

Leia mais

ENSINAR MATEMÁTICA UTILIZANDO MATERIAIS LÚDICOS. É POSSÍVEL?

ENSINAR MATEMÁTICA UTILIZANDO MATERIAIS LÚDICOS. É POSSÍVEL? 1 de 7 ENSINAR MATEMÁTICA UTILIZANDO MATERIAIS LÚDICOS. É POSSÍVEL? Jéssica Alves de Oliveira Maria José dos Santos Chagas Tatiane de Fátima Silva Seixas RESUMO: De uma maneira geral, existe, por parte

Leia mais

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância Nilce Fátima Scheffer - URI-Campus de Erechim/RS - snilce@uri.com.br

Leia mais

Núcleo de Educação Infantil Solarium

Núcleo de Educação Infantil Solarium 0 APRESENTAÇÃO A escola Solarium propõe um projeto de Educação Infantil diferenciado que não abre mão do espaço livre para a brincadeira onde a criança pode ser criança, em ambiente saudável e afetivo

Leia mais

O BRINCAR E SUA FUNÇÃO NA INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA EM INSTITUIÇÕES ESCOLARES: O QUE DIZEM OS PSICOPEDAGOGOS? DIOGO SÁ DAS NEVES

O BRINCAR E SUA FUNÇÃO NA INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA EM INSTITUIÇÕES ESCOLARES: O QUE DIZEM OS PSICOPEDAGOGOS? DIOGO SÁ DAS NEVES 1 O BRINCAR E SUA FUNÇÃO NA INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA EM INSTITUIÇÕES ESCOLARES: O QUE DIZEM OS PSICOPEDAGOGOS? Introdução DIOGO SÁ DAS NEVES A Psicopedagogia compromete-se primordialmente com o sistema

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Lúcia Peranzoni 1 Fabiana Lacerda da Silva 2 Resumo: O presente trabalho foi desenvolvido na disciplina Estágio Básico II no segundo semestre de 2011, tendo

Leia mais

Colégio La Salle São João. Professora Kelen Costa Educação Infantil. Educação Infantil- Brincar também é Educar

Colégio La Salle São João. Professora Kelen Costa Educação Infantil. Educação Infantil- Brincar também é Educar Colégio La Salle São João Professora Kelen Costa Educação Infantil Educação Infantil- Brincar também é Educar A importância do lúdico na formação docente e nas práticas de sala de aula. A educação lúdica

Leia mais

Mostra de Projetos 2011 BRINQUEDOTECA: O LÚDICO NO RESGATE

Mostra de Projetos 2011 BRINQUEDOTECA: O LÚDICO NO RESGATE Mostra de Projetos 2011 BRINQUEDOTECA: O LÚDICO NO RESGATE Mostra Local de: Londrina. Categoria do projeto: Projetos finalizados. Nome da Instituição/Empresa: (Campo não preenchido). Cidade: Londrina.

Leia mais

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO ESTRUTURA GERAL DOS ROTEIROS DE ESTUDOS QUINZENAL Os roteiros de estudos, cujo foco está destacado nas palavras chaves, estão organizados em três momentos distintos: 1º MOMENTO - FUNDAMENTOS TEÓRICOS -

Leia mais

BRINCAR E APRENDER: A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL

BRINCAR E APRENDER: A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL BRINCAR E APRENDER: A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL GEANE SANTANA ROCHA QUIXABEIRA CMEI Criança Feliz geanezinha@gmail.com ANADIR FERREIRA DA SILVA Secretaria Municipal de Educação laurapso@hotmail.co.uk

Leia mais

Brincadeiras que ensinam. Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem

Brincadeiras que ensinam. Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem Brincadeiras que ensinam Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem Por que as crianças brincam? A atividade inerente à criança é o brincar. A criança brinca para atribuir significados

Leia mais

A LUDICIDADE NO CONTEXTO ESCOLAR

A LUDICIDADE NO CONTEXTO ESCOLAR Resumo A LUDICIDADE NO CONTEXTO ESCOLAR Ana Regina Donato de Moraes 1 Lourdes Keila Casado Pulucena 2 Lucieni Vaz dos Santos 3 Aprender brincando não é apenas um passatempo, quando se trata de ensinar.

Leia mais

O LÚDICO: JOGOS, BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS NA CONSTRUÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Simone Helen Drumond Ischkanian

O LÚDICO: JOGOS, BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS NA CONSTRUÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Simone Helen Drumond Ischkanian O LÚDICO: JOGOS, BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS NA CONSTRUÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL. O projeto - o lúdico: jogos, brinquedos e brincadeiras na construção do processo de aprendizagem

Leia mais

A LUDICIDADE COMO EIXO DE FORMAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A LUDICIDADE COMO EIXO DE FORMAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A LUDICIDADE COMO EIXO DE FORMAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Resumo LIMA, Márcia Regina Canhoto de - FCT/UNESP marcialima@fct.unesp.br LIMA, José Milton de - FCT/UNESP miltonlima@fct.unesp.br ORLANDI, Leonardo

Leia mais

REVISTA CONTEÚDO O JOGAR E O BRINCAR EM UM CONTEXTO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

REVISTA CONTEÚDO O JOGAR E O BRINCAR EM UM CONTEXTO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL O JOGAR E O BRINCAR EM UM CONTEXTO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Nara Fernanda de Campos 1 RESUMO Considerando os jogos e as brincadeiras infantis como uma ferramenta ideal ao aprendizado, podemos dizer

Leia mais

Palavras-chaves: Jogos matemáticos; Ensino e aprendizagem.

Palavras-chaves: Jogos matemáticos; Ensino e aprendizagem. Emanuella Filgueira Pereira Universidade Federal do Recôncavo da Bahia O JOGO NO ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA Resumo O presente artigo apresenta resultados parciais de uma pesquisa mais ampla que

Leia mais

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE Sérgio Dal-Ri Moreira Pontifícia Universidade Católica do Paraná Palavras-chave: Educação Física, Educação, Escola,

Leia mais

mhtml:file://c:\documents and Settings\Angela Freire\Meus documentos\cenap 2...

mhtml:file://c:\documents and Settings\Angela Freire\Meus documentos\cenap 2... Page 1 of 6 O lúdico na educação infantil Com relação ao jogo, Piaget (1998) acredita que ele é essencial na vida da criança. De início tem-se o jogo de exercício que é aquele em que a criança repete uma

Leia mais

LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO

LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO Inês Aparecida Costa QUINTANILHA; Lívia Matos FOLHA; Dulcéria. TARTUCI; Maria Marta Lopes FLORES. Reila Terezinha da Silva LUZ; Departamento de Educação, UFG-Campus

Leia mais

COLÔNIA DE FÉRIAS JOGOS E BRINCADEIRA SOCIOINTERATIVAS. Área Temática: Área 4 Educação. Joicemara Severo Silveira (Coordenadora da Ação de Extensão)

COLÔNIA DE FÉRIAS JOGOS E BRINCADEIRA SOCIOINTERATIVAS. Área Temática: Área 4 Educação. Joicemara Severo Silveira (Coordenadora da Ação de Extensão) COLÔNIA DE FÉRIAS JOGOS E BRINCADEIRA SOCIOINTERATIVAS Área Temática: Área 4 Educação Joicemara Severo Silveira (Coordenadora da Ação de Extensão) Joicemara Severo Silveira 1 Aline Keryn Pin 2 Ana Cristina

Leia mais

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa Pedagogia Prof. Marcos Munhoz da Costa Tecnologias da informação e mídias digitais na educação Objetivos deste tema Refletir sobre as mudanças de experiências do corpo com o advento das novas tecnologias;

Leia mais

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças PADILHA, Aparecida Arrais PMSP cidarrais@yahoo.com.br Resumo: Este artigo apresenta uma

Leia mais

OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA

OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA 1 OBSERVANDO A PRÁTICA DOCENTE E O APRENDIZADO DAS CRIANÇAS EM UMA CRECHE MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE PRISCILLA SILVESTRE DE LIRA OLIVEIRA 1. Introdução: Compreendendo que a Educação Infantil é uma etapa

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

HORA DO CONTO: NA EDUCAÇÃO INFANTIL... 1019

HORA DO CONTO: NA EDUCAÇÃO INFANTIL... 1019 HORA DO CONTO: NA EDUCAÇÃO INFANTIL... 1019 HORA DO CONTO: NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Evelise Raquel de Pontes Mariane Soares Sana Orientadora: Renata Junqueira de Souza. Instituição: Universidade Estadual

Leia mais

O USO DO TANGRAM COMO QUEBRA-CABEÇA PARA UMA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA SOBRE MULTIPLICAÇÃO DE POLINÔMIOS

O USO DO TANGRAM COMO QUEBRA-CABEÇA PARA UMA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA SOBRE MULTIPLICAÇÃO DE POLINÔMIOS ISSN 2177-9139 O USO DO TANGRAM COMO QUEBRA-CABEÇA PARA UMA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA SOBRE MULTIPLICAÇÃO DE POLINÔMIOS Morgana Fernandes da Silva 1 morganaf60@gmail.com Faculdades Integradas de Taquara,

Leia mais

O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula

O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula INTRODUÇÃO Josiane Faxina Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Câmpus Bauru e-mail: josi_unesp@hotmail.com

Leia mais

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G)

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) Resumo: Este artigo procurou abordar o ensino da matemática na Educação Infantil através de brincadeiras,

Leia mais

Laboratório de aprendizagem: espaço de superação

Laboratório de aprendizagem: espaço de superação Laboratório de aprendizagem: espaço de superação Valéria Carvalho de Leonço Resumo Este artigo contempla algumas reflexões sobre o trabalho nos laboratórios de aprendizagem inserido nos espaços escolares,

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DAS BRINCADEIRAS E JOGOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A IMPORTÂNCIA DAS BRINCADEIRAS E JOGOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DAS BRINCADEIRAS E JOGOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL PINHO, Luis Marcelo Varoneli Graduando do curso de Pedagogia, da Faculdade de Ciências Humanas da Associação Cultural e Educacional de Garça,

Leia mais

Por uma pedagogia da juventude

Por uma pedagogia da juventude Por uma pedagogia da juventude Juarez Dayrell * Uma reflexão sobre a questão do projeto de vida no âmbito da juventude e o papel da escola nesse processo, exige primeiramente o esclarecimento do que se

Leia mais

ESPAÇOS PEDAGÓGICOS ADAPTADOS: EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGENS DE ADAPTAÇÃO QUE ENRIQUECEM A EDUCAÇÃO

ESPAÇOS PEDAGÓGICOS ADAPTADOS: EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGENS DE ADAPTAÇÃO QUE ENRIQUECEM A EDUCAÇÃO 1 ESPAÇOS PEDAGÓGICOS ADAPTADOS: EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGENS DE ADAPTAÇÃO QUE ENRIQUECEM A EDUCAÇÃO VOGEL, Deise R. 1 BOUFLEUR, Thaís 2 RAFFAELLI, Alexandra F. 3 Palavras chave: Espaços adaptados; experiências;

Leia mais

LUDICIDADE E EDUCAÇÃO: O ENCANTAMENTO DE APRENDER BRINCANDO

LUDICIDADE E EDUCAÇÃO: O ENCANTAMENTO DE APRENDER BRINCANDO LUDICIDADE E EDUCAÇÃO: O ENCANTAMENTO DE APRENDER BRINCANDO Tatiane Testa Ferrari e-mail: tatitferrari@ig.com.br Ticiane Testa Ferrari e-mail: ticiferrari@ig.com.br Araceli Simão Gimenes Russo e-mail:

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Alfabetização de Crianças O Professor Alfabetizador é o profissional responsável por planejar e implementar ações pedagógicas que propiciem,

Leia mais

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA Autores: FIGUEIREDO 1, Maria do Amparo Caetano de LIMA 2, Luana Rodrigues de LIMA 3, Thalita Silva Centro de Educação/

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA RELAÇÃO DE RESUMOS DE MONOGRAFIAS E ARTIGOS DE PÓS- GRADUAÇÃO Lato sensu Curso: Língua Inglesa/2005 Nome Aluno(a) Título Monografia/Artigo Orientador/Banca Annelise Lima

Leia mais

O LÚDICO NA APRENDIZAGEM

O LÚDICO NA APRENDIZAGEM O LÚDICO NA APRENDIZAGEM RESUMO Aline Hahn Affeldt Prof. Janaina de Souza Aragão Centro Universitário Leonardo da Vinci-UNIASSELVI Pedagogia (PED 7051) Metodologia e Conteúdos Básicos de Comunicação e

Leia mais

OFICINAS PEDAGÓGICAS: CONSTRUINDO UM COMPORTAMENTO SAUDÁVEL E ÉTICO EM CRIANÇAS COM CÂNCER

OFICINAS PEDAGÓGICAS: CONSTRUINDO UM COMPORTAMENTO SAUDÁVEL E ÉTICO EM CRIANÇAS COM CÂNCER OFICINAS PEDAGÓGICAS: CONSTRUINDO UM COMPORTAMENTO SAUDÁVEL E ÉTICO EM CRIANÇAS COM CÂNCER Autores RESUMO LIMA 1, Matheus OCCHIUZZO 2, Anna Rosa Centro de Ciências da Saúde Departamento de Enfermagem Psiquiatria

Leia mais

MADRINA-Desenvolvimento Infantil e Parental 1

MADRINA-Desenvolvimento Infantil e Parental 1 MADRINA-Desenvolvimento Infantil e Parental 1 PROJETO MEU TEMPO DE CRIANÇA Missão Visão Valores Colaborar com a importante tarefa de educar as crianças, nesse momento único de suas jovens vidas, onde os

Leia mais

O uso de jogos no ensino da Matemática

O uso de jogos no ensino da Matemática 607 O uso de jogos no ensino da Matemática Cyntia Luane Silva Godoy 1 Marlene Menegazzi 2 RESUMO Neste trabalho irei abordar a importância do uso de jogos no ensino da Matemática como um recurso didático

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA

EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA Q U E S T Õ E S E R E F L E X Õ E S Suraya Cristina Dar ido Mestrado em Educação Física, na Escola de Educação Física da Universidade de São Paulo, SP, 1987 1991 Doutorado em

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NO ENSINO-APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NO ENSINO-APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NO ENSINO-APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Jacqueline Liedja Araújo Silva Carvalho Universidade Federal de Campina Grande jliedja@hotmail.com Introdução A Educação de

Leia mais

O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS

O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS Daiana Rodrigues dos Santos Prado¹; Francine de Paulo Martins² Estudante do Curso de Pedagogia; e-mail:

Leia mais

O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 0 O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Renato da Guia Oliveira 2 FICHA CATALOGRÁFICA OLIVEIRA. Renato da Guia. O Papel da Contação

Leia mais

Projeto Ludoteca do Turismo: atuação em escolas de Pelotas

Projeto Ludoteca do Turismo: atuação em escolas de Pelotas Projeto Ludoteca do Turismo: atuação em escolas de Pelotas Carmen Maria Nunes da Rosa 1. Universidade Federal de Pelotas Resumo: O presente trabalho trata das atividades, desenvolvidas pelo projeto Elaboração

Leia mais

O LÚDICO COMO INSTRUMENTO TRANSFORMADOR NO ENSINO DE CIÊNCIAS PARA OS ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA.

O LÚDICO COMO INSTRUMENTO TRANSFORMADOR NO ENSINO DE CIÊNCIAS PARA OS ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA. O LÚDICO COMO INSTRUMENTO TRANSFORMADOR NO ENSINO DE CIÊNCIAS PARA OS ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA. Autor (1)Suzânia Maria Pereira de Araújo; Autor (2) Eleilde de Sousa Oliveira; Orientador (1)Denise Silva

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

PSICOPEDAGOGIA. DISCIPLINA: Desenvolvimento Cognitivo, Afetivo e Motor: Abordagens Sócio Interacionistas

PSICOPEDAGOGIA. DISCIPLINA: Desenvolvimento Cognitivo, Afetivo e Motor: Abordagens Sócio Interacionistas PSICOPEDAGOGIA DISCIPLINA: Fundamentos da Psicopedagogia EMENTA: Introdução e fundamentos da Psicopedagogia. O objeto de estudo. Visão histórica e atual. Concepções que sustentam a Psicopedagogia. O papel

Leia mais

ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS DO ENSINO DE CIÊNCIAS NO FUNDAMENTAL I: UMA ANÁLISE A PARTIR DE DISSERTAÇÕES

ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS DO ENSINO DE CIÊNCIAS NO FUNDAMENTAL I: UMA ANÁLISE A PARTIR DE DISSERTAÇÕES ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS DO ENSINO DE CIÊNCIAS NO FUNDAMENTAL I: UMA ANÁLISE A PARTIR DE DISSERTAÇÕES Tamiris Andrade Nascimento (Mestranda do Programa Educação Cientifica e Formação de Professores da Universidade

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Rendimento escolar, fracasso escolar, prática educativa.

PALAVRAS-CHAVE: Rendimento escolar, fracasso escolar, prática educativa. 1 RENDIMENTO ESCOLAR: ACOMPANHAMENTO PEDAGÓGICO PARA ESTIMULOS À APRENDIZAGEM NO ENSINO DE FÍSICA E MATEMÁTICA. Lidiane Prestes Auad 1 Professora Orientadora: Sonia Regina Silva Duarte 2 Resumo O estudo

Leia mais

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA RESUMO Os educadores têm se utilizado de uma metodologia Linear, que traz uma característica conteudista; É possível notar que o Lúdico não se limita

Leia mais

Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de Ciências e Tecnologia- UNESP. E-mail: rafaela_reginato@hotmail.com

Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de Ciências e Tecnologia- UNESP. E-mail: rafaela_reginato@hotmail.com 803 AS CONTRIBUIÇÕES DO LÚDICO PARA O DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL INFANTIL NO CONTEXTO ESCOLAR Rafaela Reginato Hosokawa, Andréia Cristiane Silva Wiezzel Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de

Leia mais

EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS

EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS Cordeiro, Juliana SEMED/Pinhais, vínculo efetivo, Pinhais, Paraná, Brasil juliana.cordeiro@pinhais.pr.gov.br

Leia mais

PRÁTICAS LÚDICAS NO PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LÍNGUA ESCRITA DO INFANTIL IV E V DA ESCOLA SIMÃO BARBOSA DE MERUOCA-CE

PRÁTICAS LÚDICAS NO PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LÍNGUA ESCRITA DO INFANTIL IV E V DA ESCOLA SIMÃO BARBOSA DE MERUOCA-CE 1 PRÁTICAS LÚDICAS NO PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LÍNGUA ESCRITA DO INFANTIL IV E V DA ESCOLA SIMÃO BARBOSA DE MERUOCA-CE 1 Rochelle Lopes da Silva- UVA 2 Andrea Abreu Astigarraga- UVA INTRODUÇÃO De acordo

Leia mais

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos.

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos. Etapa de Ensino Faixa Etária Prevista Duração Educação Infantil 3 a 5 anos Ensino Fundamental: Anos Iniciais 6 a 10 anos 5 anos Ensino Fundamental: Anos Finais 11 a 14 anos 4 anos EDUCAÇÃO INFANTIL EDUCAÇÃO

Leia mais

O ENSINO DA MATEMÁTICA NOS ANOS INICIAIS ATRAVÉS DA UTILIZAÇÃO DE JOGOS EM SALA DE AULA E DE UM OLHAR SENSÍVEL DO PROFESSOR

O ENSINO DA MATEMÁTICA NOS ANOS INICIAIS ATRAVÉS DA UTILIZAÇÃO DE JOGOS EM SALA DE AULA E DE UM OLHAR SENSÍVEL DO PROFESSOR O ENSINO DA MATEMÁTICA NOS ANOS INICIAIS ATRAVÉS DA UTILIZAÇÃO DE JOGOS EM SALA DE AULA E DE UM OLHAR SENSÍVEL DO PROFESSOR Erika Aparecida Domiciano Moser 1 RESUMO A alegria não chega apenas no encontro

Leia mais

PRÁTICAS DE INCLUSÃO SÓCIO EDUCATIVAS, CULTURAIS E RECREATIVAS COMO FORMA DE REDUZIR DESIGUALDADES.

PRÁTICAS DE INCLUSÃO SÓCIO EDUCATIVAS, CULTURAIS E RECREATIVAS COMO FORMA DE REDUZIR DESIGUALDADES. PRÁTICAS DE INCLUSÃO SÓCIO EDUCATIVAS, CULTURAIS E RECREATIVAS COMO FORMA DE REDUZIR DESIGUALDADES. TÍTULO: INSERÇÃO DO LÚDICO (BRINCAR) AO PROCESSO DA INCLUSÃO PRODUTIVA. INTRODUÇÃO Verifiquei a importância

Leia mais

VAI E VEM DAS EQUAÇÕES: UMA EXPERIÊNCIA NO ENSINO FUNDAMENTAL

VAI E VEM DAS EQUAÇÕES: UMA EXPERIÊNCIA NO ENSINO FUNDAMENTAL VAI E VEM DAS EQUAÇÕES: UMA EXPERIÊNCIA NO ENSINO FUNDAMENTAL Tanise Coppetti Universidade Federal de Santa Maria tani_coppetti@hotmail.com Resumo: Este trabalho apresenta uma atividade a respeito de equações

Leia mais

PROJETO DE ESTÁGIO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

PROJETO DE ESTÁGIO NA EDUCAÇÃO INFANTIL PROJETO DE ESTÁGIO NA EDUCAÇÃO INFANTIL BRIZOLA, Silene Francisca dos Santos. (UNEMAT) silenefsb@hotmail.com SILVA, Maria Ivonete da. (UNEMAT) ivonete0304@hotmail.com RESUMO Este projeto foi desenvolvido

Leia mais

Revista Científica Eletrônica de Psicologia

Revista Científica Eletrônica de Psicologia A IMPORTÂNCIA DE ATIVIDADES LÚDICAS NO DESENVOLVIMENTO COGNITIVO DE CRIANÇAS NA PRÉ-ESCOLA DE 3 A 6 ANOS. RESUMO. Daniela, SCARPINELLI¹. Gabriel Gonçalves, MATTOS². O presente artigo teve como objetivo

Leia mais

DESENVOLVIMENTO LÚDICO COM BEBÊS: REPENSANDO OS POSSÍVEIS ESPAÇOS

DESENVOLVIMENTO LÚDICO COM BEBÊS: REPENSANDO OS POSSÍVEIS ESPAÇOS DESENVOLVIMENTO LÚDICO COM BEBÊS: REPENSANDO OS POSSÍVEIS ESPAÇOS Marcielen Vieira Santana (Autora) 1 Alessandra B. da Rocha (Co-autora) 2 Introdução Este trabalho surge da necessidade de compreender sobre

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO ATO DE LER

A IMPORTÂNCIA DO ATO DE LER A IMPORTÂNCIA DO ATO DE LER OLIVEIRA, Jucinéia Costa. Discente do curso de Pedagogia da FAHU/ACEG PELOZO, Rita de Cássia Borguetti. Docente da FAHU/ACEG E-MAIL: ritapelozo@itelefonica.com.br RESUMO: O

Leia mais

SEDUC SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MATO GROSSO ESCOLA ESTADUAL DOMINGOS BRIANTE ANA GREICY GIL ALFEN A LUDICIDADE EM SALA DE AULA

SEDUC SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MATO GROSSO ESCOLA ESTADUAL DOMINGOS BRIANTE ANA GREICY GIL ALFEN A LUDICIDADE EM SALA DE AULA SEDUC SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MATO GROSSO ESCOLA ESTADUAL DOMINGOS BRIANTE ANA GREICY GIL ALFEN A LUDICIDADE EM SALA DE AULA Projeto apresentado e desenvolvido na Escola Estadual Domingos Briante

Leia mais

Apresentação do Professor. Ludicidade. Pedagogia. Ementa. Contextualização. Teleaula 1

Apresentação do Professor. Ludicidade. Pedagogia. Ementa. Contextualização. Teleaula 1 Ludicidade Teleaula 1 Prof. Me. Marcos Ruiz da Silva tutoriapedagogia@grupouninter.com.br Pedagogia Apresentação do Professor Marcos Ruiz da Silva Graduado em Educação Física UEL Especialista em Educação

Leia mais

PROJETO BRINQUEDOTECA: BRINCANDO E APRENDENDO

PROJETO BRINQUEDOTECA: BRINCANDO E APRENDENDO INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DE FLORESTA ISEF PROJETO BRINQUEDOTECA: BRINCANDO E APRENDENDO FLORESTA PE 2013 SUMÁRIO I. JUSTIFICATIVA II. OBJETIVO A. GERAIS B. ESPECIFICOS III. DESENVOLVIMENTO IV. CRONOGRAMA

Leia mais

O PAPEL DOS JOGOS LÚDICOS PARA O DESENVOLVIMENTO POR MEIO DA COMPREENSÃO

O PAPEL DOS JOGOS LÚDICOS PARA O DESENVOLVIMENTO POR MEIO DA COMPREENSÃO O PAPEL DOS JOGOS LÚDICOS PARA O DESENVOLVIMENTO POR MEIO DA COMPREENSÃO 1 BARALDI, Tabata Branco, 2 BARBOZA Deisi, 3 PEDROSO, Alessandra Maria Leite, 4 VANZO, Marília Moura, 5 ANTONIO, Fernanda Peres.

Leia mais

A LITERATURA INFANTIL PARA A FORMAÇÃO DE LEITORES

A LITERATURA INFANTIL PARA A FORMAÇÃO DE LEITORES A LITERATURA INFANTIL PARA A FORMAÇÃO DE LEITORES Mércia Rodrigues Gonçalves Pinheiro, UESB RESUMO O presente trabalho foi articulado através de pesquisa de campo, utilizando observação direta e entrevista

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS Projeto: uma nova cultura de aprendizagem ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Projeto: uma nova cultura de aprendizagem. [S.l.: s.n.], jul. 1999. A prática pedagógica

Leia mais

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Josiane Lima Zanata (Seduc) josianezanata@hotmail.com Ivani Souza Mello (UFMT) ivanimello1@hotmail.com

Leia mais

JOGO DIDÁTICO COMO INSTRUMENTO FACILITADOR NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DA TABELA PERIÓDICA

JOGO DIDÁTICO COMO INSTRUMENTO FACILITADOR NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DA TABELA PERIÓDICA JOGO DIDÁTICO COMO INSTRUMENTO FACILITADOR NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DA TABELA PERIÓDICA Vera Lucia Rocha da Silva (Universidade Federal do Piauí - UFPI/ CMRV) Email: veraelimaocommel@hotmail.com

Leia mais

ESTUDO DE CASO PSICOPEDAGÓGICO

ESTUDO DE CASO PSICOPEDAGÓGICO ESTUDO DE CASO PSICOPEDAGÓGICO Autora: Suellen Viviane Lemos Fernandes Co-autora: Maria Irene Miranda Bernardes Universidade Federal de Uberlândia suellenped65@hotmail.com Introdução O presente trabalho

Leia mais

LUDICIDADE E ENSINO: UMA PARCERIA QUE CONTRIBUI COM A EDUCAÇÃO

LUDICIDADE E ENSINO: UMA PARCERIA QUE CONTRIBUI COM A EDUCAÇÃO LUDICIDADE E ENSINO: UMA PARCERIA QUE CONTRIBUI COM A EDUCAÇÃO INTRODUÇÃO Ana Lucia da Silva 1 Franchys Marizethe Nascimento Santana Ferreira 2 O presente projeto justifica-se pela necessidade verificada,

Leia mais

No final desse período, o discurso por uma sociedade moderna leva a elite a simpatizar com os movimentos da escola nova.

No final desse período, o discurso por uma sociedade moderna leva a elite a simpatizar com os movimentos da escola nova. 12. As concepções de educação infantil Conforme OLIVEIRA, a educação infantil no Brasil, historicamente, foi semelhante a outros países. No Séc. XIX tiveram iniciativas isoladas de proteção à infância

Leia mais

REGIMENTO ESCOLAR EDUCAÇÃO INFANTIL

REGIMENTO ESCOLAR EDUCAÇÃO INFANTIL INSTITUIÇÃO SINODAL DE ASSINTÊNCIA, EDUCAÇÃO E CULTURA - ISAEC ESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTAL SINODAL SETE DE SETEMBRO NÃO-ME-TOQUE /RS REGIMENTO ESCOLAR EDUCAÇÃO INFANTIL 1 SUMÁRIO 1- CARACTERIZAÇÃO DA

Leia mais

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Introdução A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional afirma que cabe aos estabelecimentos de ensino definir

Leia mais

O BRINCAR NA INFÂNCIA

O BRINCAR NA INFÂNCIA O BRINCAR NA INFÂNCIA BARALDI, Tabata Branco 1 SILVA, Joice Ribeiro Machado da 2 RESUMO O processo lúdico auxilia o desenvolvimento espontâneo da linguagem e compreensão por meio de seus conhecimentos

Leia mais

FUNDAÇÃO CARMELITANA MÁRIO PALMÉRIO FACIHUS FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS Educação de qualidade ao seu alcance SUBPROJETO: PEDAGOGIA

FUNDAÇÃO CARMELITANA MÁRIO PALMÉRIO FACIHUS FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS Educação de qualidade ao seu alcance SUBPROJETO: PEDAGOGIA SUBPROJETO: PEDAGOGIA Alfabetizar letrando com as tecnologias INTRODUÇÃO A escola necessita formar seu aluno a aprender a ler o mundo, ter autonomia para buscar seu conhecimento, incentivá-lo a ser autor

Leia mais

ALVES, Fernanda de O. 2 VIERO, Francieli C. 2 ; GONÇALVES, Camila dos S. 3

ALVES, Fernanda de O. 2 VIERO, Francieli C. 2 ; GONÇALVES, Camila dos S. 3 A IMAGINOTECA HOSPITALAR COMO UM ESPAÇO DE (DES)ENVOLVIMENTO ALVES, Fernanda de O. 2 VIERO, Francieli C. 2 ; GONÇALVES, Camila dos S. 3 1 Trabalho de Projeto de Extensão _UNIFRA 2 Acadêmicas do Curso de

Leia mais

OS PROJETOS DE TRABALHO E SUA PRODUÇÃO ACADÊMICA NOS GT07 E GT12 DA ANPED ENTRE OS ANOS 2000/2013

OS PROJETOS DE TRABALHO E SUA PRODUÇÃO ACADÊMICA NOS GT07 E GT12 DA ANPED ENTRE OS ANOS 2000/2013 OS PROJETOS DE TRABALHO E SUA PRODUÇÃO ACADÊMICA NOS GT07 E GT12 DA ANPED ENTRE OS ANOS 2000/2013 Resumo Indira Aparecida Santana Aragão 1 - FCT/UNESP Grupo de Trabalho Educação da Infância Agência Financiadora:

Leia mais

AS CONTRIBUIÇÕES DO CURRÍCULO E DE MATERIAS MANIPULATIVOS NA FORMAÇÃO CONTINUADA EM MATEMÁTICA DE PROFESSORES DOS ANOS INICIAS DO ENSINO FUNDAMENTAL

AS CONTRIBUIÇÕES DO CURRÍCULO E DE MATERIAS MANIPULATIVOS NA FORMAÇÃO CONTINUADA EM MATEMÁTICA DE PROFESSORES DOS ANOS INICIAS DO ENSINO FUNDAMENTAL AS CONTRIBUIÇÕES DO CURRÍCULO E DE MATERIAS MANIPULATIVOS NA FORMAÇÃO CONTINUADA EM MATEMÁTICA DE PROFESSORES DOS ANOS INICIAS DO ENSINO FUNDAMENTAL Sheila Valéria Pereira da Silva (UFPB Campus-IV) sheilavaleria88@yahoo.com.br

Leia mais

Palavras-chave: Lúdico. Aprendizagem. Desenvolvimento. Necessidades Especiais.

Palavras-chave: Lúdico. Aprendizagem. Desenvolvimento. Necessidades Especiais. Nesse artigo realizamos uma discussão sobre a importância de atividades lúdicas na educação de crianças com necessidades especiais. Propomos explicitar a possibilidade de levar para o ambiente escolar

Leia mais

VAMOS PARA O PÁTIO? O LUGAR DA BRINCADEIRA NA ESCOLA RESUMO

VAMOS PARA O PÁTIO? O LUGAR DA BRINCADEIRA NA ESCOLA RESUMO VAMOS PARA O PÁTIO? O LUGAR DA BRINCADEIRA NA ESCOLA PRATI, Angela Comassetto Felippeto; KRUEL, Cristina Saling Mat. 2450291 ; Mat.14054 1 Trabalho de Pesquisa _UNIFRA 2 Acadêmica do Curso de Psicologia

Leia mais

A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA

A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA - APRESENTAÇÃO 1- COMO SURGIU A IDÉIA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA? 2- O QUE SIGNIFICA INCLUSÃO ESCOLAR? 3- QUAIS AS LEIS QUE GARANTEM A EDUCAÇÃO INCLUSIVA? 4- O QUE É UMA ESCOLA

Leia mais

Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA

Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA Resumo: O presente trabalho apresenta uma análise, que se originou a

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores A PROPOSTA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: OBSERVAÇÃO PARTICIPATIVA NO ESTÁGIO Monica Isabel

Leia mais

UNIVERSIDADE DO CONTESTADO UnC CAMPUS MAFRA/RIO NEGRINHO/PAPANDUVA NÚCLEO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E MEIO AMBIENTE

UNIVERSIDADE DO CONTESTADO UnC CAMPUS MAFRA/RIO NEGRINHO/PAPANDUVA NÚCLEO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E MEIO AMBIENTE UNIVERSIDADE DO CONTESTADO UnC CAMPUS MAFRA/RIO NEGRINHO/PAPANDUVA NÚCLEO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E MEIO AMBIENTE PROJETO AVALIAÇÃO INTEGRAL DA CRIANÇA MAFRA 2009 Núcleo de Ciências da Saúde e Meio Ambiente

Leia mais

Curso de Especialização Educação Infantil 2ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS

Curso de Especialização Educação Infantil 2ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS Curso de Especialização Educação Infantil 2ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem da Criança de 0 a 5 anos Docente do Curso Gilza Maria Zauhy Garms Total da Carga

Leia mais

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções)

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE

Leia mais

Projeto Acelerando o Saber

Projeto Acelerando o Saber Projeto Acelerando o Saber Tema: Valorizando o Ser e o Aprender Lema: Ensinar pra Valer Público Alvo: Alunos do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino contemplando o 3º ano a 7ª série. Coordenadoras:

Leia mais

CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS E AS PRÁTICAS DE LETRAMENTO NO ENSINO FUNDAMENTAL: REFLEXÕES SOBRE O ESTÁGIO SUPERVISIONADO DESENVOLVIDO NA PUCGOIÁS/GOIÂNIA

CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS E AS PRÁTICAS DE LETRAMENTO NO ENSINO FUNDAMENTAL: REFLEXÕES SOBRE O ESTÁGIO SUPERVISIONADO DESENVOLVIDO NA PUCGOIÁS/GOIÂNIA GT 13 - DIÁLOGOS ABERTOS SOBRE A EDUCAÇÃO BÁSICA CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS E AS PRÁTICAS DE LETRAMENTO NO ENSINO FUNDAMENTAL: REFLEXÕES SOBRE O ESTÁGIO SUPERVISIONADO DESENVOLVIDO NA PUCGOIÁS/GOIÂNIA Daniella

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

USO DAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PRESENCIAL E A DISTÂNCIA

USO DAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PRESENCIAL E A DISTÂNCIA USO DAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PRESENCIAL E A DISTÂNCIA Daricson Caldas de Araújo (IFPE) daricsoncaldas@gmail.com RESUMO Este artigo de revisão de literatura

Leia mais

SALAS TEMÁTICAS: ESPAÇOS DE EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGEM. Palavras Chave: salas temáticas; espaços; aprendizagem; experiência.

SALAS TEMÁTICAS: ESPAÇOS DE EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGEM. Palavras Chave: salas temáticas; espaços; aprendizagem; experiência. 1 SALAS TEMÁTICAS: ESPAÇOS DE EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGEM BAGEGA, Chariane 1 BONI, Marina 2 RAFFAELLI, Alexandra F. 3 Palavras Chave: salas temáticas; espaços; aprendizagem; experiência. 1 INTRODUÇÃO A

Leia mais

A LUDICIDADE NA EDUCAÇÃO DE CRIANÇAS SURDAS

A LUDICIDADE NA EDUCAÇÃO DE CRIANÇAS SURDAS 110 A LUDICIDADE NA EDUCAÇÃO DE CRIANÇAS SURDAS Dayanne Barbosa Dias Especializando em Educação Especial Inclusiva - CENSUPEG Dayanne16barbosa@hotmail.com Resumo: O presente trabalho apresenta a relevância

Leia mais

Principais discussões sobre o ensino-aprendizagem de matemática na educação infantil

Principais discussões sobre o ensino-aprendizagem de matemática na educação infantil 1 Introdução: A matemática é uma disciplina de fundamental importância na vida de todo mundo. Desde tempos antigos o ensino dessa matéria vem fazendo cada vez mais parte da vida dos seres humanos. Basta

Leia mais

Situando o uso da mídia em contextos educacionais

Situando o uso da mídia em contextos educacionais Situando o uso da mídia em contextos educacionais Maria Cecília Martinsi Dentre os pressupostos educacionais relevantes para a época atual, considera-se que as múltiplas dimensões do ser humano - intelectual,

Leia mais

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Camila Turati Pessoa (Universidade Federal de Uberlândia) camilatpessoa@gmail.com Ruben de Oliveira

Leia mais

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 NATAÇÃO E DESEMPENHO ESCOLAR: EXPERIÊNCIA DE UMA EXTENSÃO DA UFG COM UMA ESCOLA PÚBLICA Poliana Siqueira Pedroza 1 Luís César de Souza 2 RESUMO Comunidade Aquática é um projeto de extensão do curso de

Leia mais

FACULDADE DE CUIABÁ FAUC CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA E INSTITUCIONAL. João Rodrigues de Souza

FACULDADE DE CUIABÁ FAUC CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA E INSTITUCIONAL. João Rodrigues de Souza FACULDADE DE CUIABÁ FAUC CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA E INSTITUCIONAL João Rodrigues de Souza A PSICOPEDAGOGIA E A INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL CUIABÁ- MT JULHO 2015 2 RESUMO

Leia mais

Centro Acadêmico Paulo Freire - CAPed Maceió - Alagoas - Brasil ISSN: 1981-3031

Centro Acadêmico Paulo Freire - CAPed Maceió - Alagoas - Brasil ISSN: 1981-3031 COORDENADOR PEDAGÓGICO E SUA IMPORTÂNCIA NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM Polyana Marques Lima Rodrigues 1 poly90lima@hotmail.com Willams dos Santos Rodrigues Lima 2 willams.rodrigues@hotmail.com RESUMO

Leia mais