Análise de Mercados Potenciais Definições Projeto Centro Cape Artesanato 2010/2011

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1 Análise de Mercados Potenciais Definições Projeto Centro Cape Artesanato 2010/2011 Elaborado pela: Unidade de Inteligência Comercial e Competitiva - Apex-Brasil Tel: Fax: Outubro de 2009 Copyright Copyright Apex-Brasil Todos os os direitos reservados. Distribuição gratuita pela Apex-Brasil.

2 Análise de Mercados Potenciais Definições Projeto Centro Cape Artesanato 2010/2011 Encontro com Artesãos e Representantes do Setor Reunião no Centro Cape, Belo Horizonte (MG), 01º/10/2009 Distribuição gratuita pela Apex-Brasil.

3 EQUIPE TÉCNICA RESPONSÁVEL Marcos Tadeu Caputi Lélis Coordenador da Unidade de Inteligência Comercial e Competitiva (UICC) Ana Vitória Alkimim de Souza Lima Supervisora da Unidade de Inteligência Comercial e Competitiva (UICC) Rodrigo de Andrade Iglesias Analista da Unidade de Inteligência Comercial e Competitiva (UICC) Guilherme Pedretti Cangussú de Lima e Jean de Jesus Fernandes Estagiários da Unidade de Inteligência Comercial e Competitiva (UICC) SEDE Setor Bancário Norte, Quadra 02, lote 11 Edifício Apex-Brasil CEP Brasília DF Tel. 55 (61) Fax. 55 (61) Qualquer parte desta obra poderá ser reproduzida, desde que citada a fonte. Distribuição gratuita pela Apex-Brasil.

4 Índice 2 1. Introdução Avaliação de Mercados Definições... 9

5 3 1. Introdução O presente relatório traz a síntese de reunião realizada com artesãos e representantes do setor de artesanato mineiro, associados ao Centro Cape (Instituto Centro de Capacitação e Apoio ao Empreendedor), que teve as seguintes atividades: Considerações sobre os aspectos que desencadearam a atividade de definição de mercados entre Apex- Brasil e Centro Cape; Apresentação do processo de definição de mercados para atuação de promoção comercial internacional da entidade setorial e artesãos partícipes do projeto em 2010 e 2011; Definições de notas qualitativas dos artesãos e entidade em relação a 36 países pré-selecionados pelo Centro Cape para ações do PSI nos próximos dois anos (6 dos países elencados são provenientes das demais entidades partícipes do setor de artesanato); Apresentação da metodologia elaborada pela Inteligência Comercial da Apex-Brasil para definir os mercados de atuação internacional da entidade através do PSI; Apresentação das variáveis quantitativas consideradas para definição dos mercados do setor de artesanato em duas diferentes verticais (Objetos de Decoração e Moda); Análises comparativas entre os resultados apresentados na nota final quantitativa e aquela proferida pelos artesãos e representantes da entidade para as duas verticais selecionadas; Processo de decisão e definição de 10 mercados a serem desenvolvidos pelo PSI em 2010 e A entidade terá a oportunidade de re-avaliar o ranqueamento dos mercados prioritários em reunião e encaminhará a lista de países para contemplar o PSI 2010/2011 na semana de 19 a 23 de outubro conforme acordado entre os presentes. Na análise foram considerados os seguintes 30 mercados selecionados pelo Centro Cape e 6 considerados por entidades parceiras no setor de artesanato (por continente): África: África do Sul, Angola e Egito; Américas: Argentina, Canadá, Chile, Estados Unidos e Panamá; Europa Ocidental: Alemanha, Bélgica, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Itália, Luxemburgo, Noruega, Países Baixos, Portugal, Reino Unido, Suécia, Suíça; Europa Oriental: Áustria, Grécia, Polônia, República Tcheca e Rússia; Oriente Médio: Arábia Saudita, Emirados Árabes, Israel e Líbano; Ásia e Oceania: Austrália, China, Índia, Japão e Nova Zelândia. 2. Avaliação de Mercados A reunião foi realizada em 01/10/2009 na sede do Centro Cape em Belo Horizonte (MG) a partir das 10h00 com a presença da equipe da entidade parceira (Tânia Machado, Arnaldo Galvão, Catharina Machado, Aurélio Faria), dos artesãos e empresários Leonardo Bueno e Lenice Goes,da Apex-Brasil (Ana Vitória, Nelma Vieira e Rodrigo Iglesias) e do Exportaminas, Paulo Marcius Campos.

6 A reunião foi iniciada com a apresentação da metodologia aplicada para priorização e ranqueamento dos mercados visando à definição dos mercados-alvo do Projeto de Promoção Comercial do Centro Cape em parceria com a Apex- Brasil para os anos de 2010 e Em encontros anteriores entre a equipe de Inteligência Comercial da Agência e o Centro Cape, foi definido que seriam trabalhadas quatro verticais: Objetos de Decoração, Artigos Domésticos, Brinquedos e Moda. No entanto, após discussão para início da apresentação dos resultados do trabalho desenvolvido pela Apex, percebeu-se que o projeto desenvolve atividades focadas para apenas duas verticais: Objetos de Decoração (os quais englobam as peças artesanais anteriormente definidas como Artigos Domésticos e Brinquedos) e Moda (grupo que envolve vestuário; cama, mesa e banho; calçados e bijuterias). Sendo assim, no período matutino, sob a presença dos artesãos e da equipe do Centro Cape, os representantes da Inteligência Comercial da Apex apresentaram o trabalho realizado para a vertical de Objetos de Decoração. Foi explicado e realizado, então, o processo de pontuação qualitativo para os mercados com crucial participação dos artesãos presentes. As notas tiveram a seguinte configuração: Muito interesse: 5 pontos; Interesse regular: 3 pontos; Pouco interesse: 1 ponto; Não tem interesse: - 1 ponto. A análise qualitativa por país (separando-se os resultados por continente) para cada vertical ficou assim: Tabela 1 Notas Qualitativas auferidas por Mercado-Alvo para a vertical de Objetos de Decoração 4 Países Região Geográfica Nota Qualitativa Comentários África do Sul África 3 Poder aquisitivo maior; já houve contatos ainda não concluídos. Angola África 3 Leonardo Bueno: experiência com construtora - mandou móveis e peças de decoração através de contato com arquiteta brasileira. Importante localizar arquitetos e construtoras brasileiras. Problema: fornecedores tem dificuldades em atender a pedidos grandes (se comprometem sem condições de cumprir durante as feiras). Idioma facilita a negociação e defesa do produto Egito África -1 - Argentina Américas -1 Preconceito contra brasileiros em contrapartida à ligação com a Europa (segue tendências). Houve boom no Brasil Casa Design para os argentinos, mas em seguida o ritmo arrefeceu. Canadá Américas 1 Pouquíssimos clientes. Já houve contatos anteriormente, mas sem fechamento de pedidos. Chile Américas -1 Pouquíssimos clientes. Já houve contatos anteriormente, mas sem fechamento de pedidos. Estados Unidos Américas 5 Tem crescido nos últimos três anos e não apresentou recessão. No 1º semestre de 2009 houve estagnação nas vedas, mas já no início do 2º semestre, o crescimento foi retomado. Boa performance do Brasil Casa Design no país semelhante à da Argentina. Também segue Panamá Américas 3 tendências dos EUA. Tem ocorrido boa movimento em construção civil. Experiência negativa com cliente após envio da invoice (a compra não foi finalizada). Arábia Saudita Oriente Médio 3 - Emirados Árabes Oriente Médio 3 - Israel Oriente Médio 1 Já houve algum interesse; espelho dos EUA - seguem modismos. Líbano Oriente Médio -1 - Austrália Ásia e Oceania 3 Muito interessante; ótimo poder aquisitivo e alto preço das peças vendidas, o que melhora o Custo versus Benefício do Brasil; já há interesse por parte de parceiros brasileiros instalados no país, mas com pouco volume. Gostam de gastar, de renovar. Distância é um complicador. China Ásia e Oceania -1 Cópia não é o principal problema; o mercado interno tem muito artesanato; pouca consciência sobre o fundo social do trabalho; foge aos valores do projeto. Valorizam design "assinado". Índia Ásia e Oceania -1 Cópia não é o principal problema; o mercado interno tem muito artesanato; pouca consciência sobre o fundo social do trabalho. Japão Ásia e Oceania 3 Distância complica a abordagem, mas existe interesse. Problema: crise reduziu poder e periodicidade de compra. Nova Zelândia Ásia e Oceania 3 Distância complica a abordagem, mas existe interesse.

7 Continuação Tabela 1 Países Região Geográfica Nota Qualitativa Comentários Alemanha Europa Ocidental 5 Um dos primeiros países trabalhados. Anteriormente, as feiras alemães atraíam clientes de outros países, mas hoje os clientes locais são foco para o projeto. Madeira tem problemas para inserção no mercado. Bélgica Europa Ocidental 3 Peças foram compradas; mercado atingido via França; foi importante no passado (2008) - o fair trade merece atenção; associados de móveis e decoração têm registros de boas vendas. Dinamarca Europa Ocidental 3 - Espanha Europa Ocidental 5 Bons resultados nos últimos dois anos (80% das compras nas feiras). Madeira: produto tem o perfil do europeu, não é vista como exótica; produtos típicos têm tido pouca aceitação - não se compram peças típicas fora do país de origem! Finlândia Europa Ocidental 3 - França Europa Ocidental 5 - Itália Europa Ocidental 3 Esforços anteriores não surtiram muito efeito. Foi o primeiro país a entrar em crise e pode ser o último a sair. Luxemburgo Europa Ocidental 1 Peças foram compradas; mercado atingido via França. Noruega Europa Ocidental 3 - Países Baixos Europa Ocidental 1 Peças foram compradas; foi importante no passado 92008) - o fair trade merece atenção; associados de móveis e decoração têm registros de boas vendas. Portugal Europa Ocidental 5 Clientes têm frequentado feiras na Espanha e feito pedidos em Madri. Reino Unido Europa Ocidental 1 Foram feitas tentativas com pouco sucesso; moeda apresenta dificuldades; costumes muito diferentes do resto da Europa. Vale investir para o futuro, mas não como prioridade. Suécia Europa Ocidental 3 Peças foram compradas; menor conhecimento. Suíça Europa Ocidental 5 Um cliente suíço faz pedidos pequenos, mas constantes, desde início de contato estabelecido nas feiras da Alemanha. Aconselha visitar feiras menores na Suíça. Existe uma possível parceira interessada em abordar mercados que adotam o idioma alemão como segunda ou terceira língua. Áustria Europa Oriental 5 Importante considerar o interesse de parceiro mencionado em relação à Suíça. Grécia Europa Oriental 1 Pouca experiência; houve pequenos contatos que não se concretizaram; merece alguma atenção. Polônia Europa Oriental -1 Não há conhecimento nem experiências. República Tcheca Europa Oriental -1-5 Rússia Europa Oriental 3 Semelhança ao perfil de Angola: grupo de consumidores de alta renda (novos ricos admiram influência européia); experiência de Leonardo Bueno com proposta anterior de uma cliente russa (contato foi perdido porque ele não teve mais colaboração de tradutor russo/português). Fonte: Representantes do setor de Artesanato do Centro Cape. Elaboração: UICC Apex-Brasil. Observação: Os países em vermelho na coluna Países apontam para os mercados acrescentados pela UICC Apex à lista de países do Centro Cape mediante análise de indicações feitas pelos demais parceiros de artesanato da Agência. Tabela 2 Notas Qualitativas auferidas por Mercado-Alvo para a vertical de Moda Países Região Geográfica Nota Qualitativa Comentários África do Sul África 1 Potencial: país colonizado por ingleses e tende seguir padrões da moda da Europa e Estados Unidos. Angola África -1 Dificuldade em ver potencial. Egito África -1 Dificuldade em ver potencial. Argentina Américas 1 Sem informação. Vale à pena verificar pela proximidade cultural. Canadá Américas 1 Misto de influência Europa x EUA; Exportaminas recebe poucas consultas, mas há alguns diálogos. Chile Américas -1 - Acessórios já foram trabalhados em uma feira específica, mas com pouco Estados Unidos Américas 3 sucesso. Ressalta-se que foi a primeira presença num evento do tipo, decidida de última hora. Exportaminas tem recebido muitas consultas. O Centro Cape tem bastante fechamento de câmbio. Panamá Américas -1 -

8 6 Continuação Tabela 2 Países Região Geográfica Nota Qualitativa Comentários Arábia Saudita Oriente Médio -1 Cultura dificulta venda de vestuário. Jóias são priorizadas. Emirados Árabes Oriente Médio -1 Cultura dificulta venda de vestuário. Jóias são priorizadas Israel Oriente Médio -1 Cultura dificulta venda de vestuário. Jóias são priorizadas. Líbano Oriente Médio -1 Cultura dificulta venda de vestuário. Jóias são priorizadas. Austrália Ásia e Oceania 1 Exportaminas: Austrália tem feito consultas ligadas à moda; perfil "easy-going guy". Projeto tem recebido consultas, mas com poucos envios. Merece atenção. China Ásia e Oceania -1 Contraria os princípios do projeto ante o Selo IQS - Economicamente viável, socialmente justo e ecologicamente correto! Índia Ásia e Oceania -1 - Japão Ásia e Oceania 1 Potencial - segmento jovem. Há ânsia por diferenciação. Nova Zelândia Ásia e Oceania 1 Perfil semelhante ao da Austrália. Alemanha Europa Ocidental 3 Menor potencial para moda. A Futurarte tem vendido bolsas para o país. Há vendas de rendas (tipo filé) do Ceará. Bélgica Europa Ocidental 1 - Dinamarca Europa Ocidental 1 - Espanha Europa Ocidental 5 Artesãos têm exportado Moda Artesanal para Espanha apesar do projeto ainda não contemplar eventos para moda neste mercado. Finlândia Europa Ocidental 1 - França Europa Ocidental 5 Itália Europa Ocidental 5 Projeto tem maior experiência; maior escala; Artesãos têm exportado moda apesar do projeto ainda não contemplar eventos para moda neste mercado. Projeto tem maior experiência; maior escala; Artesãos têm exportado moda apesar do projeto ainda não contemplar eventos para moda neste mercado. Luxemburgo Europa Ocidental 1 - Noruega Europa Ocidental 1 - Países Baixos Europa Ocidental 1 - Portugal Europa Ocidental 1 Os artesãos não têm vendido moda para este mercado. Reino Unido Europa Ocidental 3 Percepção de potencial em feira de Londres - maioria dos estandes eram de moda (experiência única). Suécia Europa Ocidental 1 Suíça Europa Ocidental 3 Áustria Europa Oriental -1 Faltam informações. Grécia Europa Oriental 1 - Polônia Europa Oriental -1 - República Tcheca Europa Oriental 1 Existe um cliente que compra mensalmente; vale verificar se o produto é redistribuído ou modal. Rússia Europa Oriental -1 Movimentação no âmbito do Governo, mas sem foco exclusivo no artesanato. Fonte: Representantes do setor de Artesanato do Centro Cape. Elaboração: UICC Apex-Brasil. Observação: Os países em vermelho na coluna Países apontam para os mercados acrescentados pela UICC Apex à lista de países do Centro Cape mediante análise de indicações feitas pelos demais parceiros de artesanato da Agência. Na seqüência às notas qualitativas, foram apresentadas as variáveis quantitativas consideradas em blocos com os títulos que seguem (variáveis comuns e exclusivas às verticais, observar distinção):

9 Volume de Comércio Exterior (Variável Comum) 1. Exportações do Brasil de Produtos Prioritários por Vertical via Exporta Fácil (2008) em US$ 2. Variação das Exportações do Brasil de Produtos Prioritários por Vertical via Exporta Fácil (2003/08) em US$ 3. Exportações do Brasil de Produtos Secundários por Vertical via Exporta Fácil (2008) em US$ 4. Variação das Exportações do Brasil de Produtos Secundários por Vertical via Exporta Fácil (2003/08) em US$ 5. Exportações do Brasil de Produtos Prioritários por Vertical via Tradings (2008) em US$ 6. Variação das Exportações do Brasil de Produtos Prioritários por Vertical via Tradings (2003/08) em US$ 7. Exportações do Brasil de Produtos Secundários por Vertical via Tradings (2008) em US$ 8. Variação das Exportações do Brasil de Produtos Secundários por Vertical via Tradings (2003/08) em US$ 9. Exportações do Brasil de Produtos Prioritários por Vertical via Micro e Pequenas Empresas (2008) em US$ 10. Variação das Exportações do Brasil de Produtos Prioritários por Vertical via Micro e Pequenas Empresas (2003/08) em US$ 11. Exportações do Brasil de Produtos Secundários por Vertical via Micro e Pequenas Empresas (2008) em US$ 12. Variação das Exportações do Brasil de Produtos Secundários por Vertical via Micro e Pequenas Empresas (2003/08) em US$ Crescimento de Comércio Exterior (Variável Comum) 13. Crescimento das Exportações do Brasil de Produtos Prioritários por Vertical via Exporta Fácil (2003/08) em % 14. Crescimento das Exportações do Brasil de Produtos Secundários por Vertical via Exporta Fácil (2003/08) em % 15. Crescimento das Exportações do Brasil de Produtos Prioritários por Vertical via Tradings (2003/08) em % 16. Crescimento das Exportações do Brasil de Produtos Secundários por Vertical via Tradings (2003/08) em % 17. Crescimento das Exportações do Brasil de Produtos Prioritários por Vertical via Micro e Pequenas Empresas (2003/08) em % 18. Crescimento das Exportações do Brasil de Produtos Secundários por Vertical via Micro e Pequenas Empresas (2003/08) em % Acesso (Variável Comum) 19. Nº de documentos (média) para importação de mercadorias - Indicador do Relatório Doing Business 2009; 20. Nº de dias (média) para importar mercadorias - Indicador do Relatório Doing Business 2009; 21. Nº de procedimentos (média) necessários para cumprimento de contratos - Indicador do Relatório Doing Business 2009; 22. Nº de dias (média) para finalizar cobrança de contratos não cumpridos - Indicador do Relatório Doing Business 2009; 23. Condições de eficiência e eficácia da aduana do país, além de outros controles fronteiriços - Indicador do Índice de Performance Logística 2009; 24. Condição de pontualidade para carga/mercadoria chegar ao destino - Indicador do Índice de Performance Logística 2009; 25. Distância média entre países considerando capitais de Estado em quilômetros (fonte: International Trade Center - ITC) Volume Macroeconômico (Variável Comum) 26. PIB PPP per capita em 2008 (US$ per capita) 27. PIB PPP em 2008 (Bilhões US$) 7

10 8 Crescimento Macroeconômico (Variável Comum) 28. Crescimento 2003/2008 do PIB PPP per capita (em %) 29. Crescimento do PIB PPP 2003/2008 (em %) 30. Previsão do Crescimento do PIB PPP 2010/2011 (em %) Ambiente Sócio-Educacional (Variável Comum) 31. Doações Internacionais co-relacionadas ao artesanato (Educação, Proteção dos Direitos Humanos e das Leis, Recuperação Econômica e da Infraestrutura, Coordenação e Suporte em Atividades Humanitárias, Atividades Multi-Setoriais e outras correlatas) em 2008 (US$) 32. Crescimento de Doações Internacionais co-relacionadas ao artesanato (conforme descrição acima) 2003/2008 (em %) 33. Acúmulo de Doações Internacionais dos mercados-alvo para o Brasil co-relacionadas ao artesanato (conforme descrição acima) de 2003 a 2008 (em US$) 34. Nº de ONGs com atuação na área de Desenvolvimento com sede nos mercados-alvo e cadastradas na Associação Mundial de ONGs (WANGO, sigla em inglês) 35. Nº de ONGs com atuação na área de Negócios e Empreendedorismo com sede nos mercados-alvo e cadastradas na Associação Mundial de ONGs (WANGO, sigla em inglês) 36. IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) referente à 2006 publicado em Evolução do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) referentes ao período 2003/ PIB (Produto Interno Bruto) voltado à Educação em 2008 (US$ milhões) 39. Crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) voltado à Educação de 2003/2008 (em %) 40. Pontuação no Índice Global da Paz (2009) - Vision of Humanity 41. Nº de pessoas com educação superior em 2008 (x1000) 42. Crescimento do Nº de pessoas com educação superior no período 2003/2008 (em %) 43. Variação do Nº de pessoas com educação superior no período 2003/2008 (x1000) Análise Populacional (Variável Comum) 44. População Urbana em 2008 (x1000) 45. Crescimento da População Urbana no período 2003/2008 (em %) 46. Previsão de Crescimento da População Urbana no período 2009/2015 (em %) 47. Nº de mulheres entre 15 e 64 anos em 2008 (x1000) 48. Crescimento do Nº de mulheres entre 15 e 64 anos no período 2003/2008 (em %) 49. Nº de Turistas Estrangeiros que visitaram o Brasil em Nº de Turistas Estrangeiros que visitaram o estado de Minas Gerais em Crescimento do Nº de Turistas Estrangeiros que visitaram o Brasil 2003/2008 (%) 52. Participação de entrada de estrangeiros no Brasil pela população total do país em 2008 (%) Indicadores exclusivos de Objetos de Decoração alocados em Análise Populacional Nº de Usuários de Internet em 2008 (x1000) Crescimento do Nº de Usuários de Internet no período de 2003/2008 (%) Variação do Nº de Usuários de Internet no período de 2003/2008 (x1000) Nº de Domicílios Urbanos em 2008 (x1000) Crescimento de Domicílios Urbanos no período de 2003/2008 (%) Potencial de Consumo (Variável Comum) 53. Domicílios com renda anual disponível acima de US$ (x 1000) em 2008

11 9 54. Crescimento de Domicílios com renda anual disponível acima de US$ /2008 (%) 55. Percentual de Domicílios com renda anual disponível acima de US$ sob o total em 2008 (%) 56. Variação de Domicílios com renda anual disponível acima de US$ sob o total 2003/2008 (%) Indicadores exclusivos de Objetos de Decoração alocados em Potencial de Consumo Valor total de Vendas em Galerias de Arte em 2008 (US$ milhões) Crescimento de Vendas em Galerias de Arte no período de 2003/2008 (%) Valor total de Vendas em Museus em 2008 (US$ milhões) Crescimento de Vendas em Museus no período de 2003/2008 (%) Nº de Museus de Arte em 2008 Crescimento do Nº de Museus de Arte 2003/2008 (%) Observação: Os indicadores descritos em itálico tiveram a nota padrão invertida conforme análise. Exemplo: A nota 5, no indicador de distância, foi atribuída ao país mais próximo do Brasil e não àquele que possuía maior distância em quilômetros (este recebeu nota -1). Assim, verifica-se a inversão das notas. 3. Definições Considerando as notas quantitativas segregadas por bloco de dados correlatos e a respectiva nota final da análise quantitativa para cada vertical, bem como as notas qualitativas designadas pelos representantes de artesanato presentes em reunião, a configuração do ranqueamento dos 36 mercados pré-selecionados ficou conforme segue nas tabelas a seguir (observar que a nota final para o ranqueamento é a média da soma da nota final quantitativa com a nota qualitativa em cada vertical):

12 Tabela 3 Notas: Quantitativas por bloco, Quantitativa Final, Qualitativa e Final para a vertical de Objetos de Decoração (ranqueamento pela nota final) Países VOLUME CRESCIMENTO AMBIENTE POTENCIAL Região VOLUME CRESCIMENTO AMBIENTE NOTA NOTA NOTA ACESSO MACRO MACRO SÓCIO DE Geográfica COMEX COMEX POPULACIONAL QUANTITATIVA QUALITATIVA FINAL ECONOMICO ECONOMICO EDUCACIONAL CONSUMO Alemanha Europa Ocidental Estados Unidos Américas França Europa Ocidental Áustria Europa Oriental Emirados Árabes Oriente Médio Espanha Europa Ocidental Suíça Europa Ocidental Arábia Saudita Oriente Médio Bélgica Europa Ocidental Japão Ásia e Oceania Noruega Europa Ocidental Reino Unido Europa Ocidental Angola África Argentina Américas Austrália Ásia e Oceania China Ásia e Oceania Dinamarca Europa Ocidental Finlândia Europa Ocidental Israel Oriente Médio Itália Europa Ocidental Luxemburgo Europa Ocidental Nova Zelândia Ásia e Oceania Países Baixos Europa Ocidental Panamá Américas Portugal Europa Ocidental Rússia Europa Oriental Suécia Europa Ocidental África do Sul África Canadá Américas Chile Américas Índia Ásia e Oceania Egito África Grécia Europa Oriental Líbano Oriente Médio Polônia Europa Oriental República Tcheca Europa Oriental Fonte: Diversas. Elaboração: UICC Apex-Brasil. Observação: Os países em vermelho na coluna Países apontam para os mercados acrescentados pela UICC Apex à lista de países do Centro Cape mediante análise de indicações feitas pelos demais parceiros de artesanato da Agência. 10

13 Tabela 4 Notas: Quantitativas por bloco, Quantitativa Final, Qualitativa e Final para a vertical de Moda (ranqueamento pela nota final) Países Região Geográfica VOLUME COMEX CRESCIMENTO COMEX ACESSO VOLUME MACRO ECONOMICO CRESCIMENTO MACRO ECONOMICO AMBIENTE SÓCIO EDUCACIONAL Fonte: Diversas. Elaboração: UICC Apex-Brasil. Observação: Os países em vermelho na coluna Países apontam para os mercados acrescentados pela UICC Apex à lista de países do Centro Cape mediante análise de indicações feitas pelos demais parceiros de artesanato da Agência. POTENCIAL DE CONSUMO AMBIENTE POPULACIONAL NOTA QUANTITATIVA 11 NOTA NOTA QUALITATIVA FINAL França Europa Ocidental Itália Europa Ocidental Espanha Europa Ocidental Estados Unidos Américas Alemanha Europa Ocidental Reino Unido Europa Ocidental Suíça Europa Ocidental Argentina Américas Austrália Ásia e Oceania Bélgica Europa Ocidental China Ásia e Oceania Emirados Árabes Oriente Médio Grécia Europa Oriental Japão Ásia e Oceania Luxemburgo Europa Ocidental Noruega Europa Ocidental Países Baixos Europa Ocidental Áustria Europa Oriental Canadá Américas Chile Américas Dinamarca Europa Ocidental Finlândia Europa Ocidental Índia Ásia e Oceania Nova Zelândia Ásia e Oceania Portugal Europa Ocidental Suécia Europa Ocidental África do Sul África Angola África Arábia Saudita Oriente Médio Israel Oriente Médio Panamá Américas República Tcheca Europa Oriental Rússia Europa Oriental Egito África Líbano Oriente Médio Polônia Europa Oriental

14 A partir da análise dos resultados da reunião, os representantes da entidade em conjunto com a gestora do projeto, solicitaram prazo para análise dos dados para apontar os mercados-alvo do projeto. Salienta-se que será realizada análise de mercados com tradings e comerciais exportadoras de artesanato durante a Feira Nacional do Artesanato de de novembro de 2009 em Belo Horizonte (MG). A análise das tradings será anexada ao relatório do Centro Cape, consolidando as informações em conjunto aos mercados apontados pela entidade até o dia 23/10/2009. Abaixo segue tabela com as notas finais para cada vertical com média para fechamento dos mercados-alvo para o projeto de promoção comercial do Centro Cape em 2010 e 2011: Rank Países Região Geográfica NOTA QUANTITATIVA Moda NOTA QUALITATIVA Moda NOTA QUANTITATIVA Objeto Decoração Fonte: Diversas. Elaboração: UICC Apex-Brasil. Observação: Os países em vermelho na coluna Países apontam para os mercados acrescentados pela UICC Apex à lista de países do Centro Cape mediante análise de indicações feitas pelos demais parceiros de artesanato da Agência. NOTA QUALITATIVA Objeto Decoração 12 MÉDIA 1 França Europa Ocidental ,0 2 Estados Unidos Américas ,5 3 Alemanha Europa Ocidental ,0 4 Espanha Europa Ocidental ,0 5 Itália Europa Ocidental ,5 6 Suíça Europa Ocidental ,5 7 Emirados Árabes Oriente Médio ,0 8 Reino Unido Europa Ocidental ,0 9 Áustria Europa Oriental ,5 10 Bélgica Europa Ocidental ,5 11 Japão Ásia e Oceania ,5 12 Noruega Europa Ocidental ,5 13 Argentina Américas ,0 14 Austrália Ásia e Oceania ,0 15 China Ásia e Oceania ,0 16 Luxemburgo Europa Ocidental ,0 17 Países Baixos Europa Ocidental ,0 18 Arábia Saudita Oriente Médio ,5 19 Dinamarca Europa Ocidental ,5 20 Finlândia Europa Ocidental ,5 21 Nova Zelândia Ásia e Oceania ,5 22 Portugal Europa Ocidental ,5 23 Suécia Europa Ocidental ,5 24 Angola África ,0 25 Canadá Américas ,0 26 Chile Américas ,0 27 Grécia Europa Oriental ,0 28 Índia Ásia e Oceania ,0 29 Israel Oriente Médio ,0 30 Panamá Américas ,0 31 Rússia Europa Oriental ,0 32 África do Sul África ,5 33 Egito África ,5 34 República Tcheca Europa Oriental ,5 35 Líbano Oriente Médio ,0 36 Polônia Europa Oriental ,0

15 13 4. Conclusão Considerando a análise realizada pela entidade a posteriori e de acordo com o prazo estipulado, o Centro Cape definiu como mercados de atuação os seguintes países: 1. França 2. Estados Unidos 3. Alemanha 4. Espanha 5. Itália 6. Suíça 7. Portugal 8. Reino Unido 9. Áustria 10. Bélgica Vale ressaltar que Portugal é um país estratégico para o desenvolvimento de negócios de artesãos na Europa considerando que apenas um dos 10 mercados selecionados está fora desse continente. Em decorrência ao idioma local do país (português) e por já haver representante brasileira dos artesãos mineiros atuante no país para atingir o mercado português, como também outros da Europa, Portugal deve-se manter entre os alvos do projeto em 2010 e Um dos mercados que foi preterido, neste momento, foi o dos Emirados Árabes, considerando a necessidade do foco e também a seleção minuciosa e reduzida conforme os critérios de priorização de mercados, o que não impede um realinhamento estratégico nos próximos anos considerando o cenário internacional e o andamento do setor, entidade e artesãos na atividade de promoção comercial.

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