Estratégias de Gestão: Orçamento no Agronegócio Uma Necessidade na Agricultura em Nova Mutum-MT

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Estratégias de Gestão: Orçamento no Agronegócio Uma Necessidade na Agricultura em Nova Mutum-MT"

Transcrição

1 Estratégias de Gestão: Orçamento no Agronegócio Uma Necessidade na Agricultura em Nova Mutum-MT Graciele Fantinato Vieira Uggeri Benedito Albuquerque da Silva Elisângela Maria da Silva Marluci demozzi Resumo: A escolha do tema se deu pelo fato de que muitas empresas locais estão inseridas diretamente no agronegócio, e a atual importância e necessidade que as empresas e os agricultores têm em estarem organizados contabilmente. O principal papel do empresário rural, além de produzir, consiste nas atividades relacionadas ao planejamento, em seus controles, decisões e avaliações de resultado, visando uma maximização dos resultados e com um propósito único e específico de lucrar, e para que isso ocorra precisam urgentemente reduzir seus custos de produção, já que os preços de venda principalmente da soja quem determina é o mercado internacional. Palavra Chave: Estratégias. Orçamento. Gestão. Agronegócio. Agricultura Abstract: The choice of this topic is due to the fact that many local businesses are entered directly in the agribusiness, and the current importance and the need that the companies and the farmers must be organized by the accounting. The main role of the rural entrepreneur, and producers, consists of activities related to planning, its controls, decisions and outcome measures, aimed at maximizing the results and with a unique and specific purpose of profit, and for this happen they need urgently reduce their production costs, as sales prices especially soy who determines is the international market. Key words: Strategies. Budget. Management. Agribusiness. Agriculture.

2 1 Introdução As Estratégias de Gestão no ramo do Agronegócio ocorreram principalmente através de fatores externos que nos últimos anos influenciaram negativamente o setor produtivo num modo geral, o fator custo da mercadoria que fora produzida, que levou muitos agricultores a pensar e agir como empresários e não mais simplesmente como produtores rurais. Não bastava apenas produzir mais, e cada vez mais, e que seus produtos tivessem qualidade. Para obter rentabilidade continuada, sucesso e desvencilhar-se de eventuais surpresas comum no ramo, buscaram novas alternativas de administrar suas propriedades pensando e agindo como verdadeiros Gestores Estratégicos, com o intuito de reduzir os custos de produção e chegar ao patamar em que o preço da mercadoria hora vendida fosse maior que os custos. 2 O planejamento Estratégico O Planejamento é geralmente considerado a função principal desempenhada dentro do processo administrativo Kwasnicka, (1995 p.168), ocorre em todos os tipos de atividades e é através dele que os objetivos são decididos e como iremos alcançá-los. Sabemos que nem sempre o que foi planejado não será alterado, mas devido as mudanças externas em constante alterações o planejamento também sofre alterações a fim de acompanhá-las. É por essa razão que flexibilização é importante no que se refere ao planejamento, porque ajuda a definir onde e como a empresa terá êxito. Ao iniciar um processo organizacional numa empresa visando o controle e liderança elabora-se metas estratégicas com propósito de direcionamento às atividades. De acordo com Kwasnicka, (1995, p.168) Um planejamento bem elaborado é a chave de uma administração eficiente. Diagnosticou-se o Planejamento Estratégico nas empresas rurais através da União dos produtores em entidades de classe, como Sindicatos Rurais agindo conjuntamente e formulando estratégias, para enfrentar o mercado e obter respostas aos problemas sociais e políticos que influenciam diretamente o setor produtivo, como o preço final do produto vendido, insumos e impostos.

3 Figura 01 Perspectivas Objetivos Metas de Desempenho Operacional Estratégia Metas estratégicas Programas/orçamento de operações Programas/orçamentos estratégicos Implantação pelas unidades da empresa Implantação por projetos Controle Operacional Controle estratégico Na figura anterior observa-se programas e orçamentos que orientam os empresários na atividade e na geração de resultados. Os programas e orçamentos estratégicos são responsáveis pela capacidade da empresa lucrar no futuro, ambos são complexos, porém necessários a toda e qualquer empresa. Entende-se melhor o planejamento conceituando: planejamento é o plano e a tomada de decisão. A função de planejar define-se buscando e analisando informações presentes e passadas, como por exemplo, na Contabilidade busca-se eventos passados e no Orçamento busca-se um norte para desenvolvimentos futuros. Segundo Ackoff apud Kwasnicka, (1995). O projeto de um estado futuro desejado é de meios efetivos para torná-lo realidade. É através do planejamento em que o plano se torna operacional. O autor explica que tomada de decisão é fazer escolhas entre várias alternativas, e que a alternativa escolhida é a decisão, mas que nem toda tomada de decisão seja o planejamento propriamente dito, porque a decisão é uma tentativa racional. Observa-se que o Planejamento Estratégico é muito importante para trabalhar com as constantes mudanças que enfrentam as empresas nos dias de hoje. Além de complexa sua implantação gera altos custos tanto no aspecto da implantação quanto em seu uso, porém é compensatória. Mas afinal o que seria realmente o Planejamento Estratégico? Define-se como atividade de longo prazo e que o planejamento Tático e Operacional sempre vem após os Estratégicos.

4 3 O Agronegócio em Nova Mutum e as Estratégias Utilizadas Segundo pesquisa de campo realizada por Santos e Pessoa (2009), onde foram entrevistados 24 produtores rurais, representando 9% da área de plantio do município de Nova Mutum. Gráfico 01. Área de plantio dos empresários entrevistados Área dos entrevistados 100% Fonte: Santos e Pessoa (2009). Perguntou-se aos produtores rurais sobre a realização de acompanhamentos mensal de seus custos de produção. O resultado da pesquisa foi que o 45% fazem um acompanhamento mensal de seus custos, 38% fazem as vezes e 17% nunca fazem nenhum tipo de análise ou controle de custos, ou seja, 55% estão trabalhando praticamente às cegas, muito aquém do que sugerem os autores e especialistas pesquisados. Gráfico 02. Empresários que acompanham seus resultados. Fonte: Santos e Pessoa (2009).

5 Ainda segundo pesquisa realizada sobre as formas de acompanhamento dos custos, se verificou que 54% dos produtores controlam seus custos em anotações feitas em cadernos, 33% no computador e 13% guardam estas informações na memória, ou seja, a grande maioria ainda controla apenas em caderneta o que dificulta muito a visualização dos números e resultados alcançados, já que o computador facilita e torna esse processo muito mais ágil. Gráfico 03. Formas de controles utilizados. Fonte: Santos e Pessoa (2009). Quando perguntou-se aos produtores se tinham um planejamento sobre suas despesas e receitas, obtiveram os seguintes resultados: 96% fazem este planejamento e 4% fazem somente algumas vezes. Gráfico 04- Planejamento das despesas e receitas. Fonte:Santos e Pessoa (2009).

6 Verificou-se que a maior parte dos entrevistados diz fazer um planejamento de despesas e receitas, no entanto não podemos considerar confiável esta informação, pois como nos mostra o gráfico 02, apenas 45% dos entrevistados fazem acompanhamento de custo de produção. Gráfico 05- Visualização do resultado financeiro. Fonte: Santos e Pessoa (2009). O gráfico acima vem confirmar que 54% dos produtores acompanham o resultado financeiro através de arquivos em computadores, 33% fazem este acompanhamento visualizando anotações feitas em um caderno e 13% informaram não ter certeza do resultado financeiro da sua propriedade. Segundo Marion, (1996 p. 151), As organizações rurais necessitam de apoio gerencial com um sistema contábil capaz de induzir os gestores às melhores decisões. Gráfico 06- Recursos 33% 25% Próprio Bancos e Tradings Ambos 42% Fonte: Santos e Pessoa (2009).

7 Averiguando-se os dados de onde os produtores buscam recursos para realizar o plantio, confirmou-se que 42% buscam recursos nos bancos e tradings, 33% plantam com recurso próprio e buscam parte em bancos e tradings e 25% plantam com recurso próprio. Sejam quais forem os fatores de sucesso no passado, ninguém pode garantir que continuarão atuantes no futuro, pior, que continuarão sendo os diferenciadores que garantem a posição de pioneirismo e liderança da organização. O sucesso do passado e, talvez, o do presente podem até provocar o fracasso no futuro, caso não haja mudanças na mentalidade e no comportamento dos dirigentes. (COSTA, 2003 p.24). Isso reforça a real situação da maioria das empresas rurais atualmente no município de Nova Mutum - MT, no passado as estratégias usadas obtiveram sucesso, mas se seus dirigentes continuarem percorrendo os mesmos caminhos e não se adequarem, possivelmente o sucesso não ocorrerá no futuro.. A Gestão Estratégica de Custos segundo Martins, (1998), vem sendo utilizada nas ultimas décadas para designar a integração que deve haver entre o processo de gestão de custos e o processo de gestão da empresa como um todo. Tal integração faz-se necessária para que as empresas sobrevivam em meio a negócios competitivos, crescentes e globalizados. Mas para que as empresas sobrevivam, elas precisam perseguir e alcançar qualidade, eficiência e produtividade, eliminando desperdícios e reduzindo custos, e para que isso aconteça os gestores necessitam de informações precisas e atuais, para que o apoio se torne eficaz ao processo decisório. 4 A Implantação do Controle Orçamentário O estudo do sistema de controle orçamentário no presente trabalho parte de uma perspectiva ampla na qual o controle não se restringe a aspectos financeiros, ou seja, engloba em sua apresentação a discussão de aspectos organizacionais e outras formas de controle. Em Gomes e Salas (1999, p. 24) estuda-se controles de gestão considerando duas perspectivas: a ampla e a restrita, com a primeira baseada apenas em aspectos financeiros e a segunda considerando também o contexto em que ocorrem

8 as atividades, incluindo estratégia, estrutura organizacional, comportamento individual, cultura organizacional e contexto social e competitivo, sendo analisada também a existência de controles informais. Segundo Otley (1994, p. 295), as organizações contemporâneas sobrevivem por meio da adaptação. Sua evolução decorre das renovações e reinvenções corporativas. Isso requer não somente um foco externo em novos produtos e novos clientes, mas também um foco interno. A importância da organização interna para o desenvolvimento e distribuição de novos produtos e para o alcance de novos clientes resume-se na questão: como criar um ambiente interno que conduza à renovação? O sistema de controle deve encorajar os gestores a arcarem com a responsabilidade de manter, no que lhes diz respeito, a organização afinada com as necessidades do ambiente. Sistemas que contemplem a mensuração do desempenho e recompensas pelo alcance de determinados níveis de desempenho, juntamente com outros mecanismos de prestação de contas (accountability) são as pedras angulares sobre as quais repousa um controle gerencial bem sucedido (Otley, 1994, p. 296). O sistema de controle orçamentário, enquanto sistema de controle gerencial, também pode ser visto de uma perspectiva restrita ou ampla, sendo que sua utilidade e importância tendem a aumentar quando se utiliza a segunda perspectiva. Os estudos sobre sistemas de controle orçamentário foram fortemente influenciados pela administração científica e pela abordagem racional, representada por Anthony (1965). Por outro lado, em Alegría (1996, p.88), destaca-se que o sistema orçamentário deve servir de apoio ao processo de planejamento estratégico, pois ainda que pareça que todas as decisões referentes ao futuro da empresa foram traçadas no planejamento estratégico, há muitas decisões que estão relacionadas no plano detalhado que é representado pelo orçamento. Em outras palavras, o orçamento não substitui o planejamento estratégico, mas é um apoio que a empresa tem para administrar o curto prazo, sem se esquecer do longo prazo. Covaleski et al (2003), apresentam três perspectivas teóricas que podem ser utilizadas no estudo do processo orçamentário: econômica, motivacional e contingencial. A terceira perspectiva tem seu foco em participação, avaliação de desempenho baseada no orçamento e no uso do orçamento para controle gerencial. Ela apóia-se primariamente nos estudos sobre comportamento organizacional e

9 enfatiza a importância das características da organização e de seu ambiente (incerteza ambiental, tamanho da organização e sofisticação tecnológica) no projeto e operação de sistemas de informação contábil, que incluem o orçamento. 5 Modelo de Orçamento em empresa do Agronegócio O Planejamento Orçamentário é a ferramenta gerencial mais poderosa para definir, balancear e priorizar as estratégias das organizações, pois quando se planeja primeiro definimos onde queremos chegar. Tung, (1990), define orçamento como uma forma de demonstrativo quantitativo em detalhes do plano de operações que a empresa irá seguir e com previsões de resultados financeiros que a empresa almeja alcançar com sua implantação. Sendo assim, Orçamento é uma forma de registro dos aspectos físicos do plano de operação da empresa e dos resultados prováveis desse plano, em termos financeiros. As razões para se ter um orçamento são: levar a bons resultados e descobrir planos de atuação; prever retorno com o plano que está sendo executado; determinar os recursos adicionais para a empresa operar; a apresentação de liquidez e lucratividade para obtenção de crédito e principalmente controlar os recursos internos; determinar a aceitação e viabilidade de uma operação através das implicações financeiras conhecidas, adaptando-se a novas conjunturas econômicas criadas em função da política econômica do governo; a avaliação das condições de operações da empresa como um todo. Enfim, são muitas as necessidades de se ter um bom orçamento implantado em qualquer empresa, seja ela pequena, média ou grande. Sabe-se que como no campo econômico, nem sempre o planejamento e o orçamento estão livres de incertezas ou dificuldades. No caso de agricultores, o principal problema é a obtenção de dados, principalmente quando não há registros anteriores, já que os mesmos são desobrigados de efetuar registros contábeis, ocasionando a dificuldade de formularem o preço final de sua produção. Outro fator que dificulta o planejamento e o orçamento é o fato que o preço do produto é formulado por indicadores externos, fato sobre o qual o empresário rural não tem influencia.

10 No caso do agronegócio em que as empresas seguem padrões extremamente incertos e flutuantes, o orçamento nem sempre é capaz de produzir resultados conforme planejados. Todas as estimativas sempre estarão sujeitas a erros ocasionados por mudanças nas políticas do governo, fatores econômicos externos, etc, podendo provocar a ineficácia de todo e qualquer plano operacional por mais bem elaborado, criterioso e baseando nas mais sofisticadas técnicas de registro, previsões e análises. Entretanto não se pode negar que alguns problemas poderão ser resolvidos de forma simples e técnica, quando se tem informações primordiais e relevantes dos fatores que envolvem o processo orçamentário, possibilitando ao analista explicitar os critérios estimados e indicar os desvios prováveis que possam vir a apresentar. Em casos onde os desvios entre orçado e o realizado forem insuperáveis, a ponto de inviabilizar tais dados como base de controle para os próximos períodos, o melhor caminho seria a reformulação do orçamento, ou substituição por bases semestrais, trimestral ou até mesmo mensal. Ao se utilizar somente bases de dados anuais, o espaço de tempo torna-se muito longo. Conforme explica Tung, 1990, na agropecuária ou em qualquer outra atividade, há necessidade de cautela na decisão de investir em negócios incertos ou imprevisíveis, mas a essa cautela exagerada não pode se transformar em receio obsessivo, pois isso poderá fazer com que o empresário paralise suas atividades para não precisar mais correr riscos. Sabe-se que o planejamento e o controle são as formas mais eficientes de reduzir o grau de incertezas, mesmo contendo algumas falhas. Para Tung (1990), o orçamento no agronegócio tem como principal função reduzir as incertezas e adaptar o plano de ação às mudanças, minimizando com isso o impacto dos erros de previsão. O autor recomenda que deve-se: procurar meios para evitar a queda da produção e da qualidade; evitar empreendimentos arriscados e previsões excessivamente pessimistas; fazer seguro dos bens, bem como controlar o estoque e o custo de produção; verificar as condições produtivas da empresa com mecanização racional; utilizar meios computadorizados para registros de controles. Estas entre outras medidas devem ser adotadas para facilitar a defesa contra fatores incertos, a fim de obter meios positivos que ajudam a empresa na redução de custos e obtenção de maiores lucros.

11 São vários os tipos de orçamento, sendo o global o mais indicado por ser mais completo, pois contém todas as atividades da empresa e busca a lucratividade de forma geral. Além da utilidade de controlar o financeiro, o orçamento global passa a ser mais útil quando houver novas operações em outra fazenda, expansão nas atividades, na produção ou mudança de modalidade agrícola para pecuária. O fluxo de caixa orçado também faz parte do orçamento global, e vem ganhando grande número de adeptos, pois prevê antecipadamente o fluxo de entradas e saídas de recursos financeiros internos e também fornecem dados que permitem a empresa na prevenção e preparação antecipada quanto à falta de recursos financeiros futuros. Para elaborar um orçamento global devemos seguir os seguintes passos: 1- Relacionar os recursos disponíveis na empresa e explicitar seus objetivos, incluir dados sobre recursos físicos, financeiros, e humanos, e que contenham elementos restritivos ao desempenho do plano, tudo sendo feito com a maior precisão possível. 2- Estimativa sobre a extensão de terras usadas na agricultura e a distribuição para cada tipo de cultura. 3- Estimar entrada e saídas dos produtos com relação à produção esperada. 4- Estimar os preços, (ponto sensível na formulação do orçamento agropecuário, pois está sempre sujeito a grandes alterações) e multiplicar pela quantidade física estimada de entrada ou saída, e calcular a receita a ser obtida. 5- Fazer uma estimativa de custos, incluindo mão de obra, tempo de máquinas, despesas diversas, juros e impostos e outros. 6- Combinar os totais das receitas, custos e despesas para chegar ao lucro orçado. 7- Por fim e juntamente estimam-se os investimentos e suas fontes de recursos (bancos, tradings etc.) os quais darão origem ao balanço e o fluxo de caixa projetado. É fato que muitos empresários rurais não utilizam o orçamento preparado em planilhas e atualizado em computador, isso facilitaria muito a visualização dos números e diminuiria a probabilidade de decisões precipitadas quanto à venda da produção. Apesar de grande numero de produtores rurais não utilizarem do orçamento para tomarem suas decisões, isso não significa que não seja feito. Muitos empresários já se utilizam dessa ferramenta de trabalho a fim de aumentar a rentabilidade de suas fazendas.

12 Apresenta-se a seguir um modelo já implantado e que vem sendo utilizado com eficácia desde 2004 por empresa do setor agropecuário no Município de Nova Mutum MT.

13 M A R Ç O M A R Ç O ORÇAMENTO DE CAIXA T otais do Mês ENTRADAS ARRENDAMENTO - Cereais/Arroz - Suinocultura - Prestação de serviços - Emprestimos Bancários TOTAL ENTRADAS SAÍDAS Fornecedores em Atraso Fornecedores Cheques Pré-datados SICREDI (EMPRESTIMOS FUTUROS) A VENC 30/03/2009 A VENC 05/04/2009 A VENC 15/04/2009 A VENC 10/05/2009 CUSTEIO BANCO DO BRASIL BANCOS C/EMPRESTIMOS LONGO PRAZO INVESTIMENTOS/MAQUINAS IMPOSTOS PARCELADOS Despesas com Pessoal Encargos Sociais Mão de obra Temporária Fretes / Serv.de Transportes Óleo Diesel Combustiveis e Lubrificantes Consertos de Veic. e Maqs Alimentação Energia Elétrica Outros Segurança Detetizações Equipamentos e Acessórios Material de Limpeza/Desinf. UNIMED Impostos Atrasados/Parcelam INTELECTO Combustiveis (Diesel) Telefone / Internet Telefones Celulares Aluguéis Lubrificantes Cartórios Hon. Contábeis Material de Escritório Caixa Econ- Empr Consignado Consórcios Corr. Mon.e Juros Contratuais Despesas Bancárias IOF 2 - TOTAL DAS SAÍDAS DIFERENÇA DO PERÍODO ( 1-2 ) SALDO INICIAL DE CAIXA SALDO FINAL DE CAIXA (3-4) Modelo de Orçamento elaborado pelo consultor contabil Farid Yazigi

14 ORÇAMENTO 2010 Jan-10 Feb-10 Mar-10 Apr-10 May-10 Jun-10 Previsto Realizado Previsto Realizado Previsto Realizado Previsto Realizado Previsto Realizado Previsto ENTRADAS ARRENDAMENTO VENDA TERRA Cereais/Arroz/soja/milho Suinocultura Prestação de serviços Emprestimos Bancários 1 - TOTAL ENTRADAS SAÍDAS Fornecedores em Atraso Cheques Pré-datados Emprestimos Bancários (PESA/SECURITIZ) BANCOS C/EMPRESTIMOS LONGO PRAZO Parcelas maquinas financiadas Impostos parcelados Insumos agricolas Impostos s/ Receitas Impostos e taxas diversas Salários e Pro Labore Encargos Sociais Mão de Obra temporária Comissões Locação de Maquinas Assessoria Agronomica- Lima Fretes / Serv.de Transportes Óleo Diesel Lubrificantes Manutenção e reparo de Maqs e Equip. Peças p/ maquinas e Equip. Alimentação/ refeições Energia Elétrica Despesas diversas (viagem,uso consumo etc) Segurança Despesas com Pessoal Encargos Sociais Detetizadora Equipamentos e Acessórios Material de Limpeza/Desinf. Energia Elétrica Outros Despesas de Informática Telefone / Internet Telefones Celulares Aluguéis Cartórios Seguros Patrocinios e Doações Geo Rerenciamento Investimentos- Tanque Diesel Construções Consórcio Portobens/Carreta Juros e Corr. Monet. s/ Emprestimos Despesas Bancárias/IOF 2 - TOTAL DAS SAÍDAS DIFERENÇA DO PERÍODO ( 1-2 ) SALDO INICIAL DE CAIXA SALDO FINAL DE CAIXA (3-4)

15 PREVISÃO DAS DESPESAS MARÇO/10 ABRIL/10 MAIO/10 JUNHO/10 JULHO/10 TOTAL DO PERÍODO A - AGRÍCOLA PREVISTO REALIZADO PREVISTO REALIZADO PREVISTO REALIZADO PREVISTO REALIZADO PREVISTO REALIZADO PREVISTO REALIZADO Despesas com Pessoal Encargos Sociais Mão de obra Temporária Fretes / Serv.de Transportes Óleo Diesel Combustiveis e Lubrificantes Consertos de Veic. e Maqs Alimentação Energia Elétrica Outros Segurança TOTAL DESPESAS AGRÍCOLAS B - SUINICULTURA Despesas com Pessoal Encargos Sociais Detetizadora Equipamentos e Acessórios Material de Limpeza/Desinf. Energia Elétrica Outros TOTAL DESPESAS SUINICULTURA C - ADMINISTRATIVA Despesas com Pessoal Encargos Sociais UNIMED Impostos Atrasados/Parcelam INTELECTO Combustiveis (Diesel) Telefone / Internet Telefones Celulares Aluguéis Lubrificantes Cartórios Energia Elétrica Hon. Contábeis Material de Escritório Outros TOTAL DESP. ADMINISTRATIVAS D - INVESTIMENTOS Construções Consórcios TOTAL DOS INVESTIMENTOS E - FINANCEIRO Corr. Mon.e Juros Contratuais

16 Despesas Bancárias IOF TOTAL DESP. FINANCEIRAS F - RESUMO GERAL DAS DESPESAS A - AGRÍCOLA B - SUINICULTURA C - ADMINISTRATIVA D - INVESTIMENTOS E - FINANCEIRO TOTAL GERAL DAS DESPESAS Modelo de Orçamento elaborado pelo consultor contabil Farid Yazigi

17 O modelo acima é sugerido para ser adotado pelos produtores rurais devido sua eficiência e simplicidade, pois o mesmo pose ser confeccionado em planilha do Programa Excel, amplamente conhecido e utilizado. Sugestão de um modelo de orçamento para o Agronegócio, utilizado em indústrias. Premissas Vendas Produção Matéria Prima M.Obra Gastos Gerais de Produção Demonstrações Financeiras Despesas de Vendas Despesas de Adm. Investimentos Financiamentos Fonte: Linkquality Planejamento Estratégico e Orçamentário 6 Considerações Finais A principal finalidade deste trabalho foi sugerir um modelo de orçamento e planejamento estratégico a ser utilizado por produtores rurais, embasado em pesquisa em livros técnicos, bem como levantamento de modelos já implantados na prática e que já vem sendo utilizados por empresas agrícolas no Município de Nova Mutum Conforme a pesquisa realizada, foi detectado que a maioria dos produtores rurais não fazem um controle sistemático de suas contas e investimentos, o que pode ser feito com a utilização do orçamento e planejamento estratégico como ferramentas de apoio. Assim sendo, neste trabalho sugere-se um modelo de

18 orçamento que, entre tantos pesquisados, foi considerado o mais adequado para ser utilizado pelos produtores e empresários agrícolas. AUTOR Graciele Fantinato Vieira Uggeri Aluna graduada em Ciências Contábeis, pela Uninova, atua na área financeira há 7 anos em empresa do ramo de Agronegócios. CO-AUTOR Benedito Albuquerque da Silva Mestrado em Ciências Contábeis e Atuariais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Brasil (2001) e Doutorado em Contabilidade na fase de conclusão pela UNR - Universidade Nacional da Argentina. CO-AUTOR Elizangela Maria da Silva Mestranda em Engenhara da Produção e Coordenadora do Curso de Administração da UNINOVA CO-AUTOR Marluci demozzi Professora de Pesquisa em Administração e Pesquisa aplicada em Ciências Contábeis da UNINOVA 14 Referências Bibliográficas ANTUNES, Luciano Médici. Manual de Administração Rural: Custos de Produção. 2.ed. Guaíba: Agropecuária, ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS ABNT. Elaboração de Trabalhos Acadêmicos. NBR , ABNT. Referências Bibliográficas, NBR. 6023, CREPALDI, Silvio Aparecido. Contabilidade Rural: Uma abordagem Decisorial. 2ª ed. São Paulo: Atlas, COSTA, Eliezer Arantes da. Gestão Estratégica.2ª ed. São Paulo: Saraiva, GOMES, Josir Simeone; SALAS, Joan M. Amat Salas. Controle de Gestão: Uma abordagem Contextual e Organizacional. 2ª ed. São Paulo: Atlas, KWASNICKA, Eunice Lacava. Introdução à Administração. 5ª ed. São Paulo: Atlas, MARION, José Carlos. Contabilidade e Controladoria em Agribusiness. 4ª Ed. São Paulo: Atlas, 1996.

19 MARTINS, Eliseu. Contabilidade de Custos para fins decisórios e gerenciais. 4ª ed. São Paulo: Atlas, RIBEIRO, Osni de M, Contabilidade de Custos Fácil: 6.ed. São Paulo: Saraiva, SANTOS, Nerci dos; PESSOA, Marcelo. Análise comparativa de custos entre o plantio de soja transgênica e convencional no município de Nova Mutum-MT, SILVA, Adriana Cristina da; GONÇALVES, Rosana Carmen de Meiroz Grillo. Caracterização do uso de sistemas de controle orçamentário: Um estudo de caso. Disponível em acessado em TUNG, Nguyen H. Planejamento e controle financeiro das empresas agropecuárias. São Paulo: Edições Universidade-Empresa, 1990.

CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA

CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA Constata-se que o novo arranjo da economia mundial provocado pelo processo de globalização tem afetado as empresas a fim de disponibilizar

Leia mais

CONTROLADORIA NO SUPORTE A GESTÃO EMPRESARIAL

CONTROLADORIA NO SUPORTE A GESTÃO EMPRESARIAL CONTROLADORIA NO SUPORTE A GESTÃO EMPRESARIAL Cristiane de Oliveira 1 Letícia Santos Lima 2 Resumo O objetivo desse estudo consiste em apresentar uma base conceitual em que se fundamenta a Controladoria.

Leia mais

FLUXO DE CAIXA. Entradas a) contas à receber b) empréstimos c) dinheiro dos sócios

FLUXO DE CAIXA. Entradas a) contas à receber b) empréstimos c) dinheiro dos sócios FLUXO DE CAIXA É a previsão de entradas e saídas de recursos monetários, por um determinado período. Essa previsão deve ser feita com base nos dados levantados nas projeções econômico-financeiras atuais

Leia mais

PLANEJAR, ELABORAR E CUMPRIR METAS

PLANEJAR, ELABORAR E CUMPRIR METAS PLANEJAR, ELABORAR E CUMPRIR METAS Fernanda Micaela Ribeiro Theiss Prof. Ademar Lima Júnior Centro Universitário Leonardo da Vinci UNIASSELVI Bacharelado em Ciências Contábeis (CTB 561) 14/05/2012 RESUMO

Leia mais

AS INFORMAÇÕES CONTÁBEIS REFERENTES AOS INDICADORES ECONÔMICO- FINANCEIROS: IMPORTANTE CONHECIMENTO NAS TOMADAS DE DECISÕES.

AS INFORMAÇÕES CONTÁBEIS REFERENTES AOS INDICADORES ECONÔMICO- FINANCEIROS: IMPORTANTE CONHECIMENTO NAS TOMADAS DE DECISÕES. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ UFPA INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS FACULDADE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS AS INFORMAÇÕES CONTÁBEIS REFERENTES AOS INDICADORES ECONÔMICO- FINANCEIROS: IMPORTANTE CONHECIMENTO

Leia mais

FLUXO DE CAIXA INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO

FLUXO DE CAIXA INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO FLUXO DE CAIXA INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO Lúcia de Fátima de Lima Lisboa RESUMO O presente artigo apresenta o fluxo de caixa como uma ferramenta indispensável para a gestão financeira

Leia mais

FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA

FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA Unidade II FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA Prof. Jean Cavaleiro Objetivos Ampliar a visão sobre os conceitos de Gestão Financeira; Conhecer modelos de estrutura financeira e seus resultados; Conhecer

Leia mais

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO P á g i n a 3 INTRODUÇÃO A Administração de Materiais compreende as decisões e o controle sobre o planejamento, programação, compra, armazenamento e distribuição dos materiais indispensáveis à produção

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA 553 A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA Irene Caires da Silva 1, Tamires Fernanda Costa de Jesus, Tiago Pinheiro 1 Docente da Universidade do Oeste Paulista UNOESTE. 2 Discente

Leia mais

Contabilidade Financeira e Orçamentária II

Contabilidade Financeira e Orçamentária II Contabilidade Financeira e Orçamentária II Curso de Ciências Contábeis - 7º período Prof. Edenise Tópicos Iniciais Plano Orçamentário compreende: todo o processo operacional da empresa. Envolve todos os

Leia mais

FLUXO DE CAIXA. Dinâmica: O que faço de diferente ou estranho. (Objetivo: Conhecer um pouco cada participante)

FLUXO DE CAIXA. Dinâmica: O que faço de diferente ou estranho. (Objetivo: Conhecer um pouco cada participante) FLUXO DE CAIXA Dinâmica: O que faço de diferente ou estranho. (Objetivo: Conhecer um pouco cada participante) Brainstorming: Chuva de ideias ou Toró de parpite: O QUE É FLUXO DE CAIXA? (Objetivo: Saber

Leia mais

FLUXO DE CAIXA: IMPORTANTE FERRAMENTA PARA AS DECISÕES EMPRESARIAIS Cristiane Aparecida MOTA 1 Hiroshi Wilson YONEMOTO 2 Marcela de Souza CABRAL 3

FLUXO DE CAIXA: IMPORTANTE FERRAMENTA PARA AS DECISÕES EMPRESARIAIS Cristiane Aparecida MOTA 1 Hiroshi Wilson YONEMOTO 2 Marcela de Souza CABRAL 3 1 FLUXO DE CAIXA: IMPORTANTE FERRAMENTA PARA AS DECISÕES EMPRESARIAIS Cristiane Aparecida MOTA 1 Hiroshi Wilson YONEMOTO 2 Marcela de Souza CABRAL 3 RESUMO: Este trabalho tem a intenção de demonstrar a

Leia mais

Administrando o Fluxo de Caixa

Administrando o Fluxo de Caixa Administrando o Fluxo de Caixa O contexto econômico do momento interfere no cotidiano das empresas, independente do seu tamanho mercadológico e, principalmente nas questões que afetam diretamente o Fluxo

Leia mais

A FUNÇÃO CONTROLE. Orientação do controle

A FUNÇÃO CONTROLE. Orientação do controle A FUNÇÃO CONTROLE O controle é a ultima função da administração a ser analisadas e diz respeito aos esforços exercidos para gerar e usar informações relativas a execução das atividades nas organizações

Leia mais

PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIAS 1. O CENÁRIO DO SETOR AGROPECUÁRIO BRASILEIRO

PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIAS 1. O CENÁRIO DO SETOR AGROPECUÁRIO BRASILEIRO PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIAS 1. O CENÁRIO DO SETOR AGROPECUÁRIO BRASILEIRO A economia brasileira tem passado por rápidas transformações nos últimos anos. Neste contexto ganham espaço novas concepções, ações

Leia mais

1 - Por que a empresa precisa organizar e manter sua contabilidade?

1 - Por que a empresa precisa organizar e manter sua contabilidade? Nas atividades empresariais, a área financeira assume, a cada dia, funções mais amplas de coordenação entre o operacional e as expectativas dos acionistas na busca de resultados com os menores riscos.

Leia mais

29/10/2014. Métodos de Custeio TEORIA DA DECISÃO MODELOS DE DECISÃO TEORIA DA MENSURAÇÃO MODELOS DE MENSURAÇÃO. Formas de Custeio

29/10/2014. Métodos de Custeio TEORIA DA DECISÃO MODELOS DE DECISÃO TEORIA DA MENSURAÇÃO MODELOS DE MENSURAÇÃO. Formas de Custeio Gestão de Custos TEORIA DA DECISÃO MODELOS DE DECISÃO Métodos de Custeio TEORIA DA MENSURAÇÃO MODELOS DE MENSURAÇÃO Formas de Custeio TEORIA DA INFORMAÇÃO MODELOS DE INFORMAÇÃO Sistemas de acumulação A

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL Aldemar Dias de Almeida Filho Discente do 4º ano do Curso de Ciências Contábeis Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Élica Cristina da

Leia mais

OS EFEITOS DOS CUSTOS NA INDÚSTRIA

OS EFEITOS DOS CUSTOS NA INDÚSTRIA 3 OS EFEITOS DOS CUSTOS NA INDÚSTRIA O Sr. Silva é proprietário de uma pequena indústria que atua no setor de confecções de roupas femininas. Já há algum tempo, o Sr. Silva vem observando a tendência de

Leia mais

TÍTULO: A IMPORTANCIA DA GESTÃO DO FLUXO DE CAIXA NAS EMPRESAS PARA AS TOMADA DE DECISÕES

TÍTULO: A IMPORTANCIA DA GESTÃO DO FLUXO DE CAIXA NAS EMPRESAS PARA AS TOMADA DE DECISÕES TÍTULO: A IMPORTANCIA DA GESTÃO DO FLUXO DE CAIXA NAS EMPRESAS PARA AS TOMADA DE DECISÕES CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE JAGUARIÚNA

Leia mais

Prof. Cleber Oliveira Gestão Financeira

Prof. Cleber Oliveira Gestão Financeira Aula 2 Gestão de Fluxo de Caixa Introdução Ao estudarmos este capítulo, teremos que nos transportar aos conceitos de contabilidade geral sobre as principais contas contábeis, tais como: contas do ativo

Leia mais

Viabilidade Econômica: Revisão Bibliográfica

Viabilidade Econômica: Revisão Bibliográfica Universidade de São Paulo Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Programa de Educação Tutorial Gerenciamento e Administração da Empresa Agrícola Viabilidade Econômica: Revisão Bibliográfica Felipe

Leia mais

Unidade II Orçamento Empresarial. Profª Msc Mary Wanyza Disciplina : Orçamento

Unidade II Orçamento Empresarial. Profª Msc Mary Wanyza Disciplina : Orçamento Unidade II Orçamento Empresarial Profª Msc Mary Wanyza Disciplina : Orçamento Referências Bibliográficas Fundamentos de Orçamento Empresarial Coleção resumos de contabilidade Vol. 24 Ed. 2008 Autores:

Leia mais

Prezado empreendedor,

Prezado empreendedor, Prezado empreendedor, Caderno do Empreendedor Este é o Caderno do Empreendedor, criado para facilitar o dia-a-dia da sua empresa. Com ele você poderá controlar melhor suas despesas, saber quanto está vendendo

Leia mais

Uso dos computadores e a Tecnologia da informação nas empresas: uma visão geral e introdutória

Uso dos computadores e a Tecnologia da informação nas empresas: uma visão geral e introdutória Uso dos computadores e a Tecnologia da informação nas empresas: uma visão geral e introdutória Não há mais dúvidas de que para as funções da administração - planejamento, organização, liderança e controle

Leia mais

GESTÃO ORÇAMENTÁRIA. João Milan Júnior Tel.: 011 9897 8665 joao@planis.com.br

GESTÃO ORÇAMENTÁRIA. João Milan Júnior Tel.: 011 9897 8665 joao@planis.com.br GESTÃO ORÇAMENTÁRIA João Milan Júnior Tel.: 011 9897 8665 joao@planis.com.br EMPRESAS OBJETIVOS INDIVIDUAIS em instituições de Saúde devido as corporações profissionais, que detém graus de autonomia diferenciados,

Leia mais

INSTRUMENTO DE APOIO GERENCIAL

INSTRUMENTO DE APOIO GERENCIAL INSTRUMENTO DE APOIO GERENCIAL 0405 05 IDENTIFICAÇÃO: Título: ORÇAMENTO EMPRESARIAL Atributo: ADMINISTRAÇÃO EFICIENTE Processo: PLANEJAMENTO E CONTROLE ORÇAMENTÁRIO O QUE É : É um instrumento de planejamento

Leia mais

INSTRUMENTOS DE PLANEJAMENTO: PLANOS, PROGRAMAS E PROJETOS

INSTRUMENTOS DE PLANEJAMENTO: PLANOS, PROGRAMAS E PROJETOS CURSO PÓS-GRADUAP GRADUAÇÃO EM GESTÃO SOCIAL DE POLÍTICAS PÚBLICASP DISCIPLINA: Monitoramento, informação e avaliação de políticas sociais INSTRUMENTOS DE PLANEJAMENTO: PLANOS, PROGRAMAS E PROJETOS Janice

Leia mais

1. Estruturação da Matriz Orçamentária. O Gerenciamento Matricial de Despesas por Carlos Alexandre Sá

1. Estruturação da Matriz Orçamentária. O Gerenciamento Matricial de Despesas por Carlos Alexandre Sá O Gerenciamento Matricial de Despesas por Carlos Alexandre Sá Nos processos tradicionais, quando um executivo prepara o orçamento do departamento sob sua responsabilidade, age como somente o seu centro

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ A IMPORTÂNCIA DO CAPITAL DE GIRO NAS EMPRESAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ A IMPORTÂNCIA DO CAPITAL DE GIRO NAS EMPRESAS UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ KATTH KALRY NASCIMENTO DE SOUZA Artigo apresentado ao Professor Heber Lavor Moreira da disciplina de Análise dos Demonstrativos Contábeis II turma 20, turno: tarde, do curso

Leia mais

Líder em consultoria no agronegócio

Líder em consultoria no agronegócio MPRADO COOPERATIVAS mprado.com.br COOPERATIVAS 15 ANOS 70 Consultores 25 Estados 300 cidade s 500 clientes Líder em consultoria no agronegócio 2. Finanças 2.1 Orçamento anual integrado Objetivo: Melhorar

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS

A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS Gilmar da Silva, Tatiane Serrano dos Santos * Professora: Adriana Toledo * RESUMO: Este artigo avalia o Sistema de Informação Gerencial

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005

SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005 SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005 ÍNDICE Introdução...3 A Necessidade do Gerenciamento e Controle das Informações...3 Benefícios de um Sistema de Gestão da Albi Informática...4 A Ferramenta...5

Leia mais

Planejamento e Controle do Lucro

Planejamento e Controle do Lucro Planejamento e Controle do Lucro Prof.ª Dariane R. Fraga Castanheira www.fia.com.br/proced darianer@fia.com.br Prof. Dariane Castanheira 1 Planejamento e Controle Financeiro Objetivo Apresentar os conceitos

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTAS GERENCIAIS EM PEQUENAS PROPRIEDADES RURAIS DO MUNICÍPIO DE DILERMANDO DE AGUIAR/RS

UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTAS GERENCIAIS EM PEQUENAS PROPRIEDADES RURAIS DO MUNICÍPIO DE DILERMANDO DE AGUIAR/RS UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTAS GERENCIAIS EM PEQUENAS PROPRIEDADES RURAIS DO MUNICÍPIO DE DILERMANDO DE AGUIAR/RS Vagner Hörz - Universidade Federal de Santa Maria-UFSM. Maiara Talgatti - Universidade Federal

Leia mais

Plano de Negócios Faculdade Castro Alves Cursos de Administração.

Plano de Negócios Faculdade Castro Alves Cursos de Administração. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO PLANO DE NEGÓCIIOS Prroff.. Carrllos Mellllo Saal lvvaaddoorr JJANEI IRO/ /22000066 Introdução Preparar um Plano de Negócios é uma das coisas mais úteis que um empresário

Leia mais

ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO*

ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO* ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO* RESUMO Marilia Costa Machado - UEMG - Unidade Carangola Graciano Leal dos Santos

Leia mais

INDICADORES FINANCEIROS NA TOMADA DE DECISÕES GERENCIAIS

INDICADORES FINANCEIROS NA TOMADA DE DECISÕES GERENCIAIS INDICADORES FINANCEIROS NA TOMADA DE DECISÕES GERENCIAIS ANA BEATRIZ DALRI BRIOSO¹, DAYANE GRAZIELE FANELLI¹, GRAZIELA BALDASSO¹, LAURIANE CARDOSO DA SILVA¹, JULIANO VARANDAS GROPPO². 1 Alunos do 8º semestre

Leia mais

Demonstrações Contábeis

Demonstrações Contábeis Demonstrações Contábeis Resumo Demonstrações contábeis são informações e dados que as empresas oferecem ao fim de cada exercício, com a finalidade de mostrar aos acionistas, ao governo e todos os interessados,

Leia mais

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação Módulo 15 Resumo Neste módulo vamos dar uma explanação geral sobre os pontos que foram trabalhados ao longo desta disciplina. Os pontos abordados nesta disciplina foram: Fundamentos teóricos de sistemas

Leia mais

GPME Prof. Marcelo Cruz

GPME Prof. Marcelo Cruz GPME Prof. Marcelo Cruz Política de Crédito e Empréstimos Objetivos Compreender os tópicos básicos da administração financeira. Compreender a relação da contabilidade com as decisões financeiras. Compreender

Leia mais

Processos Gerenciais

Processos Gerenciais UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Processos Gerenciais Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciais. 1.

Leia mais

APLICAÇÃO DOS MÉTODOS DE CUSTEIO: VARIÁVEL E POR ABSORÇÃO, PARA O PROCESSO DECISÓRIO GERENCIAL DOS CUSTOS

APLICAÇÃO DOS MÉTODOS DE CUSTEIO: VARIÁVEL E POR ABSORÇÃO, PARA O PROCESSO DECISÓRIO GERENCIAL DOS CUSTOS APLICAÇÃO DOS MÉTODOS DE CUSTEIO: VARIÁVEL E POR ABSORÇÃO, PARA O PROCESSO DECISÓRIO GERENCIAL DOS CUSTOS ANACLETO G. 1 1. INTRODUÇÃO Este estudo tem a finalidade de apuração dos resultados aplicados pelos

Leia mais

O custeio ABC e sua utilização para estudar o preço de venda de produtos em uma empresa alimentícia e outra de bem durável na cidade de Uberlândia

O custeio ABC e sua utilização para estudar o preço de venda de produtos em uma empresa alimentícia e outra de bem durável na cidade de Uberlândia O custeio ABC e sua utilização para estudar o preço de venda de produtos em uma empresa alimentícia e outra de bem durável na cidade de Uberlândia Elaine Gomes Assis (UNIMINAS) elainega@uniminas.br Luciane

Leia mais

ORÇAMENTO ESTÁTICO x ORÇAMENTO FLEXÍVEL ORÇAMENTO

ORÇAMENTO ESTÁTICO x ORÇAMENTO FLEXÍVEL ORÇAMENTO ORÇAMENTO ESTÁTICO x ORÇAMENTO FLEXÍVEL ORÇAMENTO É a etapa do processo do planejamento estratégico em que se estima (projeta) e determina a melhor relação entre resultados e despesas para atender às necessidades

Leia mais

FLUXO DE CAIXA COMO FERRAMENTA DE GESTÃO FINANCEIRA PARA MICROEMPRESA

FLUXO DE CAIXA COMO FERRAMENTA DE GESTÃO FINANCEIRA PARA MICROEMPRESA FLUXO DE CAIXA COMO FERRAMENTA DE GESTÃO FINANCEIRA PARA MICROEMPRESA Laércio Dahmer 1 Vandersézar Casturino2 Resumo O atual mercado competitivo tem evidenciado as dificuldades financeiras da microempresa.

Leia mais

Existem três categorias básicas de processos empresariais:

Existem três categorias básicas de processos empresariais: PROCESSOS GERENCIAIS Conceito de Processos Todo trabalho importante realizado nas empresas faz parte de algum processo (Graham e LeBaron, 1994). Não existe um produto ou um serviço oferecido por uma empresa

Leia mais

Informações e orientações para organização do processo decisório

Informações e orientações para organização do processo decisório Informações e orientações para organização do processo decisório Prof. Pedro Paulo H. Wilhelm, Dr. Eng. Prod (Dep. Economia) WILHELM@FURB.BR Prof. Maurício C. Lopes, Msc. Eng. Prod. (Dep. Computação) MCLOPES@FURB.BR

Leia mais

CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO

CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO EM ECOTURISMO Objetivo: O Curso tem por objetivo capacitar profissionais, tendo em vista a carência de pessoas qualificadas na área do ecoturismo, para atender,

Leia mais

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 3 O QUE É PLANEJAMENTO DE VENDAS E OPERAÇÕES?

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 3 O QUE É PLANEJAMENTO DE VENDAS E OPERAÇÕES? PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 3 O QUE É PLANEJAMENTO DE VENDAS E OPERAÇÕES? Índice 1. O que é planejamento de...3 1.1. Resultados do planejamento de vendas e operações (PVO)...

Leia mais

Unidade I FUNDAMENTOS DA GESTÃO. Prof. Jean Cavaleiro

Unidade I FUNDAMENTOS DA GESTÃO. Prof. Jean Cavaleiro Unidade I FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA Prof. Jean Cavaleiro Introdução Definir o papel da gestão financeira; Conceitos de Gestão Financeira; Assim como sua importância na gestão de uma organização;

Leia mais

AGRONEGÓCIO PANORAMA ATUAL

AGRONEGÓCIO PANORAMA ATUAL AGRONEGÓCIO PANORAMA ATUAL IMPORTÂNCIA ECONOMICA 1- Exportações em 2014: Mais de US$ 100 bilhões de dólares; 2- Contribui com aproximadamente 23% do PIB brasileiro; 3- São mais de 1 trilhão de Reais e

Leia mais

CONTROLE ESTRATÉGICO

CONTROLE ESTRATÉGICO CONTROLE ESTRATÉGICO RESUMO Em organizações controlar significa monitorar, avaliar e melhorar as diversas atividades que ocorrem dentro de uma organização. Controle é fazer com que algo aconteça como foi

Leia mais

Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2

Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2 Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2 Miriam Regina Xavier de Barros, PMP mxbarros@uol.com.br Agenda Bibliografia e Avaliação 1. Visão Geral sobre o PMI e o PMBOK 2. Introdução

Leia mais

A IMPORTÃNCIA DO CAPITAL DE GIRO E ALGUMAS SOLUÇÕES PARA O PROBLEMA DE CAPITAL DE GIRO

A IMPORTÃNCIA DO CAPITAL DE GIRO E ALGUMAS SOLUÇÕES PARA O PROBLEMA DE CAPITAL DE GIRO A IMPORTÃNCIA DO CAPITAL DE GIRO E ALGUMAS SOLUÇÕES PARA O PROBLEMA DE CAPITAL DE GIRO Este artigo cientifico, apresenta de maneira geral e simplificada, a importância do capital de giro para as empresas,

Leia mais

WORKER SISTEMA COMERCIAL PARA COMÉRCIO VAREJISTA E PRESTADORES DE SERVIÇO

WORKER SISTEMA COMERCIAL PARA COMÉRCIO VAREJISTA E PRESTADORES DE SERVIÇO WORKER SISTEMA COMERCIAL PARA COMÉRCIO VAREJISTA E PRESTADORES DE SERVIÇO VILAS BOAS, M. A. A. 1 ; GOMES, E. Y. 2 1- Graduando em Sistemas de Informação na FAP - Faculdade de Apucarana 2- Docente do Curso

Leia mais

João Telles Corrêa Filho Março de 2010

João Telles Corrêa Filho Março de 2010 Administrar é medir. Esta frase dá bem a medida da importância de contarmos com bons indicadores. Mas, afinal, o que são e porque usar medidas de desempenho? Estas medidas, também chamadas de indicadores

Leia mais

Auditoria Interna Como assessoria das entidades

Auditoria Interna Como assessoria das entidades Auditoria Interna Como assessoria das entidades Francieli Hobus 1 Resumo A auditoria interna vem se tornando a cada dia, uma ferramenta indispensável para as entidades. Isso está ocorrendo devido à preocupação

Leia mais

PROVA ESPECÍFICA Cargo 06

PROVA ESPECÍFICA Cargo 06 27 PROVA ESPECÍFICA Cargo 06 QUESTÃO 41 Correlacione a primeira com a segunda coluna: COLUNA I COLUNA II 1 Manual de Organização ( ) deveres e direitos dos funcionários 2 Manual de Normas e Procedimentos

Leia mais

Orientação para elaboração de provas de acordo com o ENADE

Orientação para elaboração de provas de acordo com o ENADE Orientação para elaboração de provas de acordo com o ENADE Alexandre Porto de Araujo São José dos Campos, abril de 2014 Estrutura do item de múltipla escolha Item de múltipla escolha utilizado nos testes

Leia mais

Fluxo de caixa: organize e mantenha as contas no azul

Fluxo de caixa: organize e mantenha as contas no azul Fluxo de caixa: organize e mantenha as contas no azul O segredo do sucesso da sua empresa é conhecer e entender o que entra e o que sai do caixa durante um dia, um mês ou um ano. 1 Fluxo de caixa: organize

Leia mais

Teoria da Decisão MÉTODOS QUANTITATIVOS DE GESTÃO

Teoria da Decisão MÉTODOS QUANTITATIVOS DE GESTÃO Teoria da Decisão MÉTODOS QUANTITATIVOS DE GESTÃO INTRODUÇÃO Todo problema de decisão envolve julgamento sobre um conjunto conhecido de alternativas; Informações Disponíveis (Dados) Conhecidos com certeza;

Leia mais

Unidade II. Unidade II

Unidade II. Unidade II Unidade II REESTRUTURAÇÃO FINANCEIRA NAS ORGANIZAÇÕES Neste módulo, estudaremos como ocorre a reestruturação financeira nas empresas, apresentando um modelo de planejamento de revitalização, com suas características

Leia mais

Princípios de Finanças

Princípios de Finanças Princípios de Finanças Apostila 02 A função da Administração Financeira Professora: Djessica Karoline Matte 1 SUMÁRIO A função da Administração Financeira... 3 1. A Administração Financeira... 3 2. A função

Leia mais

04/02/2009. Curso Superior de Tecnologia: Redes de Computadores. Disciplina: Gestão de Projetos de TI. Prof.: Fernando Hadad Zaidan. Unidade 1.

04/02/2009. Curso Superior de Tecnologia: Redes de Computadores. Disciplina: Gestão de Projetos de TI. Prof.: Fernando Hadad Zaidan. Unidade 1. Faculdade INED Curso Superior de Tecnologia: Redes de Computadores Disciplina: Gestão de Projetos de TI Prof.: Fernando Hadad Zaidan 1 Unidade 1.1 2 Introdução ao Gerenciamento de Projetos 3 1 Leitura

Leia mais

MRP COMO FERRAMENTA DE CONTROLE E PLANEJAMENTO

MRP COMO FERRAMENTA DE CONTROLE E PLANEJAMENTO MRP COMO FERRAMENTA DE CONTROLE E PLANEJAMENTO Augusto Cesar Giampietro, Unisalesiano de Lins, e-mail: guto.mkt@gmail.com Bruno Bodoia, Unisalesiano de Lins, e-mail: bruno.bodoia@bertin.com.br Carlos Silva,

Leia mais

Controle Financeiro. 7 dicas poderosas para um controle financeiro eficaz. Emerson Machado Salvalagio. www.guiadomicroempreendedor.com.

Controle Financeiro. 7 dicas poderosas para um controle financeiro eficaz. Emerson Machado Salvalagio. www.guiadomicroempreendedor.com. Controle Financeiro 7 dicas poderosas para um controle financeiro eficaz Emerson Machado Salvalagio Quando abrimos uma empresa e montamos nosso próprio negócio ou quando nos formalizamos, após algum tempo

Leia mais

Planejamento e Controle do Lucro Empresas de Pequeno e Médio Porte

Planejamento e Controle do Lucro Empresas de Pequeno e Médio Porte Planejamento e Controle do Lucro Empresas de Pequeno e Médio Porte Profa. Dariane Reis Fraga Castanheira darianer@fia.com.br www.fia.com.br/proced Profa. Dariane Reis Fraga Castanheira 1 Objetivo Planejamento

Leia mais

Planejar Soluções em TI e Serviços para Agronegócio. Software de Gestão Rural ADM Rural 4G

Planejar Soluções em TI e Serviços para Agronegócio. Software de Gestão Rural ADM Rural 4G Planejar Soluções em TI e Serviços para Agronegócio Software de Gestão Rural ADM Rural 4G 2011 ADM Rural 4G Agenda de Apresentação E Empresa Planejar O Software ADM Rural 4G Diferenciais Benefícios em

Leia mais

FINANÇAS A B C D A R$ 24.000,00. B R$ 12.000,00. C R$ 2.000,00. D R$ 0,00.

FINANÇAS A B C D A R$ 24.000,00. B R$ 12.000,00. C R$ 2.000,00. D R$ 0,00. ESPE/Un SERE 2013 Nas questões a seguir, marque, para cada uma, a única opção correta, de acordo com o respectivo comando. Para as devidas marcações, use a Folha de Respostas, único documento válido para

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Informação e Documentação Disciplina: Planejamento e Gestão

Leia mais

Unidade III FINANÇAS EM PROJETO DE TI. Prof. Fernando Rodrigues

Unidade III FINANÇAS EM PROJETO DE TI. Prof. Fernando Rodrigues Unidade III FINANÇAS EM PROJETO DE TI Prof. Fernando Rodrigues Quando se trabalha com projetos, é necessária a utilização de técnicas e ferramentas que nos auxiliem a estudálos, entendê-los e controlá-los.

Leia mais

7. Viabilidade Financeira de um Negócio

7. Viabilidade Financeira de um Negócio 7. Viabilidade Financeira de um Negócio Conteúdo 1. Viabilidade de um Negócios 2. Viabilidade Financeira de um Negócio: Pesquisa Inicial 3. Plano de Viabilidade Financeira de um Negócio Bibliografia Obrigatória

Leia mais

A Análise dos Custos Logísticos: Fatores complementares na composição dos custos de uma empresa

A Análise dos Custos Logísticos: Fatores complementares na composição dos custos de uma empresa Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Engenharia de Custos e Orçamentos Turma 01 10 de outubro de 2012 A Análise dos Custos Logísticos: Fatores complementares na composição dos custos de uma

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Programa de Graduação em Ciências Contábeis com Ênfase em Controladoria

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Programa de Graduação em Ciências Contábeis com Ênfase em Controladoria PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Programa de Graduação em Ciências Contábeis com Ênfase em Controladoria Aline Fernanda de Oliveira Castro Michelle de Lourdes Santos A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE

Leia mais

Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9

Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9 Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9 AULA 9 Assunto: Plano Financeiro (V parte) Prof Ms Keilla Lopes Mestre em Administração pela UFBA

Leia mais

Gestão do Fluxo de Caixa em Épocas de Crise

Gestão do Fluxo de Caixa em Épocas de Crise Gestão do Fluxo de Caixa em Épocas de Crise Lucro que não gera caixa é ilusão "Se você tiver o suficiente, então o fluxo de caixa não é importante. Mas se você não tiver, nada é mais importante. É uma

Leia mais

GESTÃO DE CUSTOS PARA EMPRESAS RURAIS RESUMO

GESTÃO DE CUSTOS PARA EMPRESAS RURAIS RESUMO GESTÃO DE CUSTOS PARA EMPRESAS RURAIS CLAYTON CARVALHO DE ARAÚJO Graduando em Ciências Contábeis - UFPA RESUMO Dentro do contexto do processo administrativo, a Gestão Financeira do negócio é uma das ferramentas

Leia mais

PLANO DE ESTAGIO INTEGRADO A PROPOSTA PEDAGOGICA DO CURSO. Curso: 000571 - TECNOL.GESTAO FINANCEIRA Nivel: Superior

PLANO DE ESTAGIO INTEGRADO A PROPOSTA PEDAGOGICA DO CURSO. Curso: 000571 - TECNOL.GESTAO FINANCEIRA Nivel: Superior PLANO DE ESTAGIO INTEGRADO A PROPOSTA PEDAGOGICA DO CURSO Curso: 000571 - TECNOL.GESTAO FINANCEIRA Nivel: Superior Area Profissional: ECONOMIA Area de Atuacao: GESTAO FINANCEIRA/ECONOMIA Administrar os

Leia mais

FTAD - Formação técnica em Administração de Empresas Módulo de Contabilidade e Finanças. Prof. Moab Aurélio

FTAD - Formação técnica em Administração de Empresas Módulo de Contabilidade e Finanças. Prof. Moab Aurélio FTAD - Formação técnica em Administração de Empresas Módulo de Contabilidade e Finanças Prof. Moab Aurélio Competências a serem Trabalhadas Planejamento Orçamentário Contabilidade Gestão financeira ACI

Leia mais

AUDITORIA INTERNA DA ATLAS

AUDITORIA INTERNA DA ATLAS AUDITORIA INTERNA DA ATLAS A auditoria interna serve à administração como meio de identificação de que todos os processos internos e políticas definido pela ATLAS, assim como sistemas contábeis e de controle

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO FINANCEIRO The importance of Financial Planning

A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO FINANCEIRO The importance of Financial Planning A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO FINANCEIRO The importance of Financial Planning OLIVEIRA, Donizete Cosme Faculdade de Jaguariúna Resumo: Este trabalho tem como objetivo principal consolidar a necessidade

Leia mais

ANÁLISE FINANCEIRA VISÃO ESTRATÉGICA DA EMPRESA

ANÁLISE FINANCEIRA VISÃO ESTRATÉGICA DA EMPRESA ANÁLISE FINANCEIRA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA NAS EMPRESAS INTEGRAÇÃO DOS CONCEITOS CONTÁBEIS COM OS CONCEITOS FINANCEIROS FLUXO DE OPERAÇÕES E DE FUNDOS VISÃO ESTRATÉGICA DA EMPRESA Possibilita um diagnóstico

Leia mais

Política de Gestão de Riscos

Política de Gestão de Riscos Política de Gestão de Riscos 1 OBJETIVO Fornecer as diretrizes para a Gestão de Riscos da Fibria, assim como conceituar, detalhar e documentar as atividades a ela relacionadas. 2 ABRANGÊNCIA Abrange todas

Leia mais

UFPB PRG X ENCONTRO DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA

UFPB PRG X ENCONTRO DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA 7CCSADFCMT01 A UTILIZAÇÃO DA CONTABILIDADE DE CUSTOS NA FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA Marília Caroline Freire Cunha (1) ; Maria Sueli Arnoud Fernandes (3). Centro de Ciências Sociais Aplicadas/Departamento

Leia mais

ISO 9001 Relatórios. A importância do risco em gestao da qualidade. Abordando a mudança. ISO Revisions. ISO Revisions

ISO 9001 Relatórios. A importância do risco em gestao da qualidade. Abordando a mudança. ISO Revisions. ISO Revisions ISO 9001 Relatórios A importância do risco em gestao da qualidade Abordando a mudança BSI Group BSI/UK/532/SC/1114/en/BLD Contexto e resumo da revisão da ISO 9001:2015 Como uma Norma internacional, a ISO

Leia mais

FLUXO DE CAIXA. Administração Financeira aplicação de recursos. distribuição CONCEITOS. Fluxo de caixa previsão de: ingressos desembolsos

FLUXO DE CAIXA. Administração Financeira aplicação de recursos. distribuição CONCEITOS. Fluxo de caixa previsão de: ingressos desembolsos 1 FLUXO DE CAIXA O fluxo de caixa é o instrumento que permite a pessoa de finanças planejar, organizar, coordenar, dirigir e controlar os recursos financeiros de sua empresa para determinado período. captação

Leia mais

Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE

Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE Belo Horizonte 2011 Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE

Leia mais

GESTÃO DE ESTOQUES SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE

GESTÃO DE ESTOQUES SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE GESTÃO DE ESTOQUES SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE Gestão Pública - 1º Ano Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais Prof. Rafael Roesler Aula 5 Sumário Classificação ABC Previsão de estoque Custos

Leia mais

PLANEJAMENTO OPERACIONAL: RECURSOS HUMANOS E FINANÇAS MÓDULO 16

PLANEJAMENTO OPERACIONAL: RECURSOS HUMANOS E FINANÇAS MÓDULO 16 PLANEJAMENTO OPERACIONAL: RECURSOS HUMANOS E FINANÇAS MÓDULO 16 Índice 1. Orçamento Empresarial...3 2. Conceitos gerais e elementos...3 3. Sistema de orçamentos...4 4. Horizonte de planejamento e frequência

Leia mais

TIPOS DE PROCESSOS Existem três categorias básicas de processos empresariais:

TIPOS DE PROCESSOS Existem três categorias básicas de processos empresariais: PROCESSOS GERENCIAIS Conceito de Processos Todo trabalho importante realizado nas empresas faz parte de algum processo (Graham e LeBaron, 1994). Não existe um produto ou um serviço oferecido por uma empresa

Leia mais

Plataforma da Informação. Finanças

Plataforma da Informação. Finanças Plataforma da Informação Finanças O que é gestão financeira? A área financeira trata dos assuntos relacionados à administração das finanças das organizações. As finanças correspondem ao conjunto de recursos

Leia mais

Para a citação deste material como referência, favor seguir conforme abaixo:

Para a citação deste material como referência, favor seguir conforme abaixo: Para a citação deste material como referência, favor seguir conforme abaixo: ALVARELI, Luciani Vieira Gomes. Novo roteiro para elaboração do projeto de trabalho de graduação. Cruzeiro: Centro Paula Souza,

Leia mais

A Sustentabilidade nos Sistemas Associativistas de Produção

A Sustentabilidade nos Sistemas Associativistas de Produção IV SIMPÓSIO BRASILEIRO DE AGROPECUÁRIA SUSTENTÁVEL IV SIMBRAS I CONGRESSO INTERNACIONAL DE AGROPECUÁRIA SUSTENTÁVEL A Sustentabilidade nos Sistemas Associativistas de Produção Prof. José Horta Valadares,

Leia mais

INSTRUMENTOS DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO

INSTRUMENTOS DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO INSTRUMENTOS DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO Sistema de informações gerenciais Sistema de informações gerencial => conjunto de subsistemas de informações que processam dados e informações para fornecer

Leia mais

P ortal da Classe Contábil w w w.classecontabil.com.br. Artigo

P ortal da Classe Contábil w w w.classecontabil.com.br. Artigo P ortal da Classe Contábil w w w.classecontabil.com.br Artigo 31/10 A utilização da contabilidade de custos na formação do preço de venda INTRODUÇÃ O Atualmente a Contabilidade de Custos é vista sob dois

Leia mais

2º CICLO DE PALESTRAS SODEPAC GESTÃO DE PEQUENOS NEGÓCIOS

2º CICLO DE PALESTRAS SODEPAC GESTÃO DE PEQUENOS NEGÓCIOS 2º CICLO DE PALESTRAS SODEPAC GESTÃO DE PEQUENOS NEGÓCIOS Msc. Economista Carlos Kibuba INAPEM-MALANJE carloskibuba@hotmail.com GESTÃO DE PEQUENOS NEGÓCIOS CARLOS QUIBUBA REPRESENTANTE PROVINCIAL DO INAPEM-MALANJE.

Leia mais

MÉTODOS DE ANÁLISE DE INVESTIMENTO COM A UTILIZAÇÃO PRÁTICA DA CALCULADORA HP12C E PLANILHA ELETRÔNICA

MÉTODOS DE ANÁLISE DE INVESTIMENTO COM A UTILIZAÇÃO PRÁTICA DA CALCULADORA HP12C E PLANILHA ELETRÔNICA 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 MÉTODOS DE ANÁLISE DE INVESTIMENTO COM A UTILIZAÇÃO PRÁTICA DA CALCULADORA HP12C E PLANILHA ELETRÔNICA Amanda de Campos Diniz 1, Pedro José Raymundo 2

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIOS. Causas de Fracasso:

PLANO DE NEGÓCIOS. Causas de Fracasso: PLANO DE NEGÓCIOS Causas de Fracasso: Falta de experiência profissional Falta de competência gerencial Desconhecimento do mercado Falta de qualidade dos produtos/serviços Localização errada Dificuldades

Leia mais

DEFINIÇÃO DE MIX DE PRODUÇÃO COM USO DE PROGRAMAÇÃO LINEAR E CUSTOS EMPRESARIAIS

DEFINIÇÃO DE MIX DE PRODUÇÃO COM USO DE PROGRAMAÇÃO LINEAR E CUSTOS EMPRESARIAIS DEFINIÇÃO DE MIX DE PRODUÇÃO COM USO DE PROGRAMAÇÃO LINEAR E CUSTOS EMPRESARIAIS Resumo A proposta deste trabalho é realizar um estudo de programação linear para definir a viabilidade da produção, assim

Leia mais