Palavras chaves: Superexploração, opressão de gênero, economia brasileira.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Palavras chaves: Superexploração, opressão de gênero, economia brasileira."

Transcrição

1 A SUPEREXPLORAÇÃO DA FORÇA DE TRABALHO FEMININA NO BRASIL TAMARA SIEMANN LOPES (autora) 1 CINTHIA DE SOUZA(coautora) 2 Resumo: A inserção da mulher nas atividades econômicas passou a ser uma variável relevante nos estudos sobre o comportamento do mercado de trabalho. Após as transformações ocorridas no mundo do trabalho nas últimas décadas, observou-se uma crescente participação feminina, principalmente nas ocupações formais de trabalho. Essas mudanças estruturais afetaram quantitativa e qualitativamente a participação da mulher no mercado de trabalho, uma vez que, mesmo verificando-se o aumento das oportunidades de trabalho, paralelamente verifica-se que permanecem distorções expressivas de gênero, com destaque para os diferenciais de salários. O Brasil, enquanto país subdesenvolvido e dependente, pode ser considerado um exemplo onde as relações de produção aprofundaram a superexploração da força de trabalho, em particular da mulher. Este trabalho analisa, com base na categoria marxista da superexploração da força de trabalho, a inserção da mulher no mercado de trabalho, utilizando dados e informações relativas à remuneração média, número de trabalhadores e escolaridade. O objetivo geral do estudo é demonstrar como o capitalismo dependente se apropria da opressão de gênero no mercado de trabalho para efetivar a superexploração da força de trabalho. Palavras chaves: Superexploração, opressão de gênero, economia brasileira. 1 Acadêmica do curso de Ciências Econômicas na Universidade Federal de Santa Catarina 2 Acadêmica do curso de Ciências Econômicas na Universidade Federal de Santa Catarina

2 CAPITAL E TRABALHO Os autores clássicos da Economia Política buscavam compreender as leis de funcionamento do capitalismo, mas foi somente com o legado de Marx que dirigia justamente uma crítica à economia política que essas leis foram descobertas. Isso somente se tornou possível porque sua investigação científica conseguiu adentrar na essência das mercadorias a célula da econômica da sociedade burguesa. Com isso, Marx compreendeu que as mercadorias são produtos do trabalho humano concreto e abstrato. O modo de produção capitalista diferencia-se dos demais por realizar a separação do trabalhador e dos meios de produção, transformando com isso a força de trabalho numa mercadoria e separando a sociedade em duas classes distintas: os possuidores dos meios de produção (capitalistas) e os não-possuidores (trabalhadores). Na esfera da produção, os detentores dos meios de produção compram a mercadoria força de trabalho. Por força de trabalho ou capacidade de trabalho compreendemos o conjunto das faculdades físicas e mentais existentes no corpo e na personalidade viva de um ser humano, as quais ele põe em ação toda vez que produz valores-de-uso de qualquer espécie. MARX, 2009 A distinção entre a mercadoria força de trabalho e todas as demais reside no fato dela gerar mais valor do que ela mesma vale. O valor da força de trabalho equivale ao tempo de trabalho necessário para sua produção e manutenção. Entram aí questões históricas e morais, mas, para um país determinado, num período determinado, é dada a quantidade média dos meios de subsistência necessários para que o trabalhador possa se reproduzir. Os meios de subsistência que vão determinar o quanto o trabalhador precisa receber em troca pela sua força de trabalho, mas mesmo que a parte necessária da sua jornada de trabalho seja uma magnitude dada, isso não implica que seja ela mesma a magnitude da própria jornada de trabalho. A jornada de trabalho não é uma grandeza constante, mas variável. Uma das suas partes é determinada pelo tempo de trabalho necessário à reprodução da força de trabalho do próprio trabalhador, mas sua magnitude total varia com a duração do trabalho excedente. A jornada de trabalho é, portanto, determinável, mas considerada em si mesma, é indeterminada. MARX, 2009

3 O trabalho necessário é, assim, parte da jornada de trabalho, paga sob a forma de salário, e parte da jornada de trabalho forma o trabalho excedente, definido como maisvalia. A taxa de mais-valia é, portanto, a medida de exploração da força de trabalho, que varia de acordo com a proporção de quantidade de horas trabalhadas apropriadas pelo capitalista e os trabalhadores. A exploração da força de trabalho se encontra sob duas formas: a mais-valia absoluta e a mais-valia relativa. A mais-valia absoluta advém da apropriação do trabalho através do rebaixamento do seu preço, que pode se dar rebaixando o salário ou prolongando a jornada de trabalho sem aumentar o salário. A forma mais comum de extração de mais-valia se dá através da diminuição de horas necessárias para a produção de mercadorias, realizando então a mais-valia relativa. Dados estes pressupostos básicos da economia capitalista, é possível compreender a oposição dada entre capital e trabalho: este primeiro comandando o segundo. O salário e outras formas de apropriação do produto social por parte dos trabalhadores só podem ser definidos, portanto, a partir da colisão de interesses contraditórios que pressionam o preço da força de trabalho à elevação ou ao rebaixamento em relação ao seu valor. É a partir da luta entre as classes sociais que se define a repartição do produto social, sendo o valor da força de trabalho que delimita o campo de atuação nesta disputa. Segundo Osorio, En definitiva, no es la lucha de clases la que determina el valor, sino que es éste el que define el eje en torno al cual se desarrollará la lucha de clases. (OSORIO, 2004) SUPEREXPLORAÇÃO DA FORÇA DE TRABALHO A categoria da superexploração foi desenvolvida pela Teoria Marxista da Dependência, expressando na esfera da produção uma compensação à situação que a América Latina vive na esfera da circulação, realizando a transferência de mais-valia aos países centrais através do intercâmbio desigual de mercadorias. Segundo Marini: o problema colocado pela troca desigual para a América Latina não é precisamente o de se contrapor à transferência de valor que implica, mas compensar a perda de mais-valia, [...] incapaz de impedi-la no nível das relações de mercado, a reação da economia dependente é compensá-la no plano da produção interna. (MARINI, 2005). Por esse motivo, os capitalistas latino-americanos recorrem ao mecanismo da superexploração para auferir taxas de lucro compensando a perda de mais-valia que ocorre na esfera da circulação de mercadorias, com isso garantindo ainda a estrutura

4 dominante que permite a acumulação de capital. Com isso, os trabalhadores da periferia do capitalismo são atingidos através de efeitos como o aumento da jornada de trabalho, rebaixamento dos salários, informalidade, ampliação do exército de reserva e precarização das condições de trabalho. Algumas confusões teóricas são frequentemente feitas quando se trabalha com o conceito da superexploração em contraposição ao conceito de exploração. Um bom exemplo é dado por Costa (2013), para demonstrar que superexploração não significa mais explorado : É possível demonstrar que o trabalhador pode ser menos explorado e, ao mesmo tempo, superexplorado a partir de um exemplo simples. Pressupondo que: a) Em determinado período histórico, no país A sejam necessárias 2 horas para a produção de todos os valores-de-uso necessários ao trabalhador e este seja exatamente o salário; b) Em um país B sejam necessárias 4 horas e o salário corresponda a 3; c) a jornada de trabalho nos dois países corresponda a 8 horas; d) O adiantamento do capital constante seja equivalente a 2 horas nos dois países. A taxa de exploração (Mv/Cv) no país A é maior (4/2) do que em B (3/3), mas é apenas em B que há superexploração. (COSTA, 2013, pg 30). Portanto, define-se como superexploração o pagamento da força de trabalho abaixo do necessário. Contudo, uma lacuna teórica se impõe neste trabalho: a análise a partir da Teoria Marxista da Dependência da superexploração da força de trabalho feminina. Esta lacuna teórica se expressa não apenas nos estudos dos teóricos dependentistas, mas principalmente dentro da tradição marxista ao abordar questões relativas às opressões na tentativa de compreender o desenvolvimento capitalista. Este trabalho, portanto, vem no sentido de ensaiar uma tentativa de abordar esta temática, num contexto em que as questões de gênero tomam espaço na agenda de debates e onde o marxismo tem papel fundamental, principalmente ao desfazer teses reducionistas que separam a luta de classes da luta pela igualdade de gênero. A partir dos dados que serão apresentados é possível comprovar a discrepância entre homens e mulheres no mercado de trabalho brasileiro, mas não existem fontes teóricas que procurem explicar dentro do desenvolvimento da economia capitalista latino-americana como essas discrepâncias se deram. A escolha metodológica que pareceu mais acertada, dada esta lacuna, foi de apresentar a opressão de gênero como um fenômeno anterior ao capitalismo, e a partir

5 disso como na atualidade as mulheres permanecem como força de trabalho explorada quantitativamente mais do que os homens. INSERÇÃO FEMININA NO MERCADO DE TRABALHO CAPITALISTA A opressão de gênero é um fenômeno anterior ao modo de produção capitalista, com sua origem no fim do modo de produção comunal, que inaugurou a sociedade de classes. Conforme analisa Engels em sua obra Origem da família, da propriedade privada e do Estado, a ausência de instituições classistas nos primórdios da humanidade conferiam às mulheres papel relevante na sociedade, o que desfaz teses que naturalizavam a opressão sofrida pelas mulheres, por se tratarem de indivíduos inferiores, que deveriam cumprir determinado papel na sociedade enquanto na condição de mãe e cuidadora do lar, imposta pela sociedade patriarcal. Conforme o modo de produção capitalista consolidou-se na Inglaterra, as mulheres foram mais fortemente incorporadas ao mercado de trabalho capitalista, assim como crianças. Marx afirma que com a economia de esforços musculares, tornou-se possível empregar trabalhadores que não tivessem força muscular nem o pleno desenvolvimento físico, mas que possuíssem membros mais flexíveis. Por isso, a primeira preocupação do capitalista, ao empregar a maquinaria, foi a de utilizar o trabalho das mulheres e crianças. Isto se deu, contudo, sem realizar uma substituição de trabalhadores, mas sim pela ampliação dos limites do comando do capital ao empregar toda a família do trabalhador, sem distinção de sexo e de idade. Com isso, o processo de desvalorização da força de trabalho se intensifica, pois anteriormente o seu valor era medido pelos meios de subsistência para manter vivo o trabalhador e sua família. Com o emprego de todos os membros da família, este valor é repartido entre todos os que trabalham, desvalorizando assim a força de trabalho do adulto. Desse modo, a máquina, ao aumentar o campo específico de exploração do capital, o material humano, amplia, ao mesmo tempo, o grau de exploração. (MARX, 2009). Neste sentido, é importante pontuar que o desenvolvimento das forças produtivas possibilitou a inserção da mulher no mercado de trabalho, o que não fez cessar, contudo, as desigualdades de gêneros presentes na sociedade capitalista. Isto ocorre pela própria característica do comando do capital sob o trabalho: a extração de mais-valor e rebaixamento do preço da força de trabalho até o seu limite, apropriando-se assim de todas as condições sociais que encontra para que se efetive a exploração.

6 No Brasil, a mulher passa a se integrar mais fortemente ao mercado de trabalho a partir da década de 70, período em que o Brasil viveu uma intensa expansão da sua economia e foi o auge do processo de industrialização e urbanização que se iniciou na década de 40. Apesar do baixo crescimento econômico das décadas de 80 e 90, intensificou-se o processo de inserção feminina no mercado de trabalho. A seguir serão apresentados alguns dados que comprovam que a característica fundamental desta inserção continua sendo a desigualdade. A tabela abaixo apresenta a evolução do número de trabalhadores formalizados entre 2002 e 2011 e a respectiva participação por gênero em relação ao ano de referência. O expressivo aumento do número de postos de trabalho regularmente registrados no Ministério do Trabalho e Emprego trouxe consigo uma elevação da participação da mulher no mercado de trabalho, porém de forma ainda bastante modesta quando comparada com a inserção masculina. Em 2002 existiam ocupações formais, das quais 39,81% se destinavam às mulheres. Entre 2002 e 2011 houve expressivo aumento no número de ocupações formais, se elevando a 61%, enquanto a participação das mulheres teve aumento de aproximadamente 2%. Número de trabalhadores formalizados por sexo e taxa de participação Ano Masculino % do Total Feminino % do Total Total ,19% ,81% ,05% ,95% ,00% ,00% ,67% ,33% ,35% ,65% ,15% ,85% ,91% ,09% ,57% ,43% ,44% ,56% ,10% ,90% Fonte: RAIS/Ministério do Trabalho e Emprego Elaboração: Própria Os dados relativos à remuneração média comprovam que se por um lado os trabalhadores tem alcançado remunerações mais elevadas no decorrer dos anos, este avanço não se aplica quando observamos a disparidade de renda entre homens e mulheres. Durante a série histórica ( ) é possível verificar que não existe uma tendência à queda destas disparidades.

7 Remuneração média real dos trabalhadores formalizados a preços de 2011 Ano Masculino Feminino Diferença Total , ,81 17,69% 1.733, , ,89 17,35% 1.588, , ,95 16,75% 1.461, , ,43 17,63% 1.357, , ,86 17,10% 1.240, , ,55 17,28% 1.169, , ,16 18,33% 1.078, , ,98 18,50% 1.004, , ,15 18,82% 925, , ,65 17,83% 846,95 Fonte: RAIS/Ministério do Trabalho e Emprego Elaboração: Própria Um dos argumentos mais frequentes para justificar a disparidade salarial entre homens e mulheres é a baixa qualificação profissional, apontando que este motivo é a causa das mulheres ocuparem postos de trabalho que exigem menor qualificação e que, portanto tem remunerações inferiores. O mito da baixa qualificação é facilmente rebatido quando analisamos os dados referentes à escolaridade dos trabalhadores formalizados. Entre trabalhadores analfabetos a diferença encontra-se no patamar de 16,67%, e conforme os trabalhadores adquirem maior grau de escolaridade, a discrepância salarial também aumenta, atingindo o teto de 40,31% de diferença para trabalhadores com ensino superior completo, e diminuindo a partir do mestrado e doutorado.

8 Remuneração Média dos trabalhadores formalizados por grau de escolaridade e gênero (2011) Escolaridade Masculino Feminino Diferença Total Analfabeto 830,08 691,74 16,67% 813,41 Até 5ª Incompleto 1.047,89 773,26 26,21% 986,43 5ª Completo Fundamental 1.164,19 793,98 31,80% 1.064,45 6ª a 9ª Fundamental 1.172,97 795,39 32,19% 1.067,09 Fundamental Completo 1.242,24 852,73 31,36% 1.119,53 Médio Incompleto 1.148,93 842,32 26,69% 1.042,66 Médio Completo 1.555, ,89 30,18% 1.347,06 Superior Incompleto 2.423, ,27 32,89% 2.008,77 Superior Completo 5.236, ,46 40,31% 3.997,05 Mestrado 6.097, ,12 32,69% 5.000,56 Doutorado 8.578, ,79 20,08% 7.805,15 Total 1.871, ,81 17,69% 1.733,21 Fonte: RAIS/Ministério do Trabalho e Emprego Elaboração: Própria Com relação à jornada de trabalho, este trabalho assumiu que o dispêndio com atividades de cunho doméstico se incorporam à jornada de trabalho. Embora a lacuna teórica já mencionada nos traga mais dúvidas do que explicações dos fenômenos, é possível constatar que as mulheres tem jornadas de trabalho no mercado de trabalho (formal e informal) inferiores às dos homens, mas que no âmbito doméstico a diferença não apenas compensa, mas ocupa mais espaço da vida de uma trabalhadora.

9 Por fim, é importante destacar o contingente de trabalhadores desempregados que compõe o exército industrial de reserva. Em 2011, ele era formado por 59% de mulheres, o que mostra que a maior participação feminina no mercado de trabalho vem acompanhada de uma expansão na proporção que elas representam no volume de desempregados. Enquanto a taxa de desemprego total em 2011 foi de 6,7%, entre os homens esta taxa era de 4,9%, já entre as mulheres, de 9,1%. Comparando com 2009, houve redução na taxa de desemprego total, mas entre os homens ficou no patamar de - 22,27%, já entre as mulheres o decréscimo foi de 18,00%. CONCLUSÕES PRELIMINARES A característica fundamental da inserção feminina no mercado de trabalho continua sendo a disparidade em relação à condição masculina, isto se dá não apenas no Brasil ou na América Latina. Por esse motivo, não existem ilusões de que o desenvolvimento capitalista traga consigo a justiça social, mas pelo contrário, as discrepâncias só se aprofundam. É através da Teoria Marxista da Dependência que se torna possível entender o atraso e a miséria dos países latino-americanos, mas uma lacuna ainda existe quando tratamos da questão de gênero. Nesse sentido, se é a luta de classes que determina a divisão do produto social do trabalho, a luta por equidade entre gêneros se apresenta como um desafio prático aos trabalhadores. Este artigo procurou demonstrar a apropriação da opressão de gênero como um fenômeno presente no capitalismo dependente, e mais do que trazer notas conclusivas, instigar o debate sobre o tema. REFERÊNCIAS COSTA, Arland Tássio de Bruchard. A Superexploração da Força de Trabalho no Brasil ( ). Florianópolis, SC, Trabalho de Conclusão de Curso - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Sócio-Econômico, Curso de Ciências Econômicas. ENGELS, Friedrich. A origem da familia da propriedade privada e do estado. 3. ed. Lisboa: Presença: MARX, Karl. O Capital: Crítica da Economia Política, livro I: O processo de produção do capital. São Paulo: Civilização Brasileira, v. 1. MARX, Karl. O Capital: Crítica da Economia Política, livro I: O processo de produção do capital. São Paulo: Civilização Brasileira, v. 2.

10 MARINI, Ruy Mauro. Dialética da Dependência. In: TRASPADINI, R.; STÉDILE, J.P. (Orgs.) Ruy Mauro Marini: Vida e Obra. São Paulo: Expressão Popular, OSORIO, Jaime. Crítica de la economía vulgar: Reproducción del capital y dependencia. Ciudad de México: UNAM, 2004.

Melhora nos indicadores da presença feminina no mercado de trabalho não elimina desigualdades

Melhora nos indicadores da presença feminina no mercado de trabalho não elimina desigualdades A INSERÇÃO DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO DE PORTO ALEGRE NOS ANOS 2000 Boletim Especial: Dia Internacional das Mulheres MARÇO/2010 Melhora nos indicadores da presença feminina no mercado de trabalho

Leia mais

ANÁLISE CONJUNTURAL DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO CATARINENSE: 2012-2013

ANÁLISE CONJUNTURAL DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO CATARINENSE: 2012-2013 GOVERNO DO ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL, TRABALHO E HABITAÇÃO SST DIRETORIA DE TRABALHO E EMPREGO DITE COORDENAÇÃO ESTADUAL DO SISTEMA NACIONAL DE EMPREGO SINE SETOR

Leia mais

Dinamismo do mercado de trabalho eleva a formalização das relações de trabalho de homens e mulheres, mas a desigualdade persiste

Dinamismo do mercado de trabalho eleva a formalização das relações de trabalho de homens e mulheres, mas a desigualdade persiste Dinamismo do mercado de trabalho eleva a formalização das relações de trabalho de homens e mulheres, mas a desigualdade persiste Introdução De maneira geral, as mulheres enfrentam grandes dificuldades

Leia mais

Manutenção das desigualdades nas condições de inserção

Manutenção das desigualdades nas condições de inserção A INSERÇÃO DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO DA REGIÃO METROPOLITANA DE BELO HORIZONTE MARÇO 2014 Manutenção das desigualdades nas condições de inserção De maneira geral, as mulheres enfrentam grandes dificuldades

Leia mais

A inserção das mulheres nos mercados de trabalho metropolitanos e a desigualdade nos rendimentos

A inserção das mulheres nos mercados de trabalho metropolitanos e a desigualdade nos rendimentos A INSERÇÃO DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO MARÇO 2013 A inserção das mulheres nos mercados de trabalho metropolitanos e a desigualdade nos rendimentos De maneira geral, as mulheres enfrentam grandes dificuldades

Leia mais

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável Sustentabilidade Socioambiental Resistência à pobreza Desenvolvimento Saúde/Segurança alimentar Saneamento básico Educação Habitação Lazer Trabalho/

Leia mais

O Emprego Doméstico na Região Metropolitana de Belo Horizonte em 2013

O Emprego Doméstico na Região Metropolitana de Belo Horizonte em 2013 PESQUISA DE EMPREGO E DESEMPREGO NA METROPOLITANA DE BELO HORIZONTE Ano 19 Nº 13 - O Emprego Doméstico na Região Metropolitana de Belo Horizonte em A partir da aprovação da Emenda Constitucional n 72,

Leia mais

Pesquisa. Há 40 anos atrás nos encontrávamos discutindo mecanismos e. A mulher no setor privado de ensino em Caxias do Sul.

Pesquisa. Há 40 anos atrás nos encontrávamos discutindo mecanismos e. A mulher no setor privado de ensino em Caxias do Sul. Pesquisa A mulher no setor privado de ensino em Caxias do Sul. Introdução Há 40 anos atrás nos encontrávamos discutindo mecanismos e políticas capazes de ampliar a inserção da mulher no mercado de trabalho.

Leia mais

OS NEGROS NO MERCADO DE TRABALHO DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO

OS NEGROS NO MERCADO DE TRABALHO DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO Novembro 2013 OS NEGROS NO MERCADO DE TRABALHO DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO O mercado de trabalho em 2012 Dia Nacional da Consciência Negra A rota de redução de desigualdades na RMSP O crescimento

Leia mais

THOMAS HOBBES LEVIATÃ MATÉRIA, FORMA E PODER DE UM ESTADO ECLESIÁSTICO E CIVIL

THOMAS HOBBES LEVIATÃ MATÉRIA, FORMA E PODER DE UM ESTADO ECLESIÁSTICO E CIVIL THOMAS HOBBES LEVIATÃ ou MATÉRIA, FORMA E PODER DE UM ESTADO ECLESIÁSTICO E CIVIL Thomas Hobbes é um contratualista teoria do contrato social; O homem natural / em estado de natureza para Hobbes não é

Leia mais

ZENUN, Katsue Hamada e; MARKUNAS, Mônica. Tudo que é sólido se desmancha no ar. In:. Cadernos de Sociologia 1: trabalho. Brasília: Cisbrasil-CIB,

ZENUN, Katsue Hamada e; MARKUNAS, Mônica. Tudo que é sólido se desmancha no ar. In:. Cadernos de Sociologia 1: trabalho. Brasília: Cisbrasil-CIB, ZENUN, Katsue Hamada e; MARKUNAS, Mônica. Tudo que é sólido se desmancha no ar. In:. Cadernos de Sociologia 1: trabalho. Brasília: Cisbrasil-CIB, 2009. p. 24-29. CAPITALISMO Sistema econômico e social

Leia mais

Pesquisa Mensal de Emprego - PME

Pesquisa Mensal de Emprego - PME Pesquisa Mensal de Emprego - PME Dia Internacional da Mulher 08 de março de 2012 M U L H E R N O M E R C A D O D E T R A B A L H O: P E R G U N T A S E R E S P O S T A S A Pesquisa Mensal de Emprego PME,

Leia mais

Emprego doméstico na Região Metropolitana de Porto Alegre em 2013

Emprego doméstico na Região Metropolitana de Porto Alegre em 2013 EMPREGO DOMÉSTICO NO MERCADO DE TRABALHO DA REGIÃO METROPOLITANA DE PORTO ALEGRE ABRIL 2014 Emprego doméstico na Região Metropolitana de Porto Alegre em Em, diminuiu o número de empregadas domésticas na

Leia mais

I - A inserção dos trabalhadores negros nos mercados de trabalho metropolitanos entre 1998 e 2004

I - A inserção dos trabalhadores negros nos mercados de trabalho metropolitanos entre 1998 e 2004 DESIGUALDADE RACIAL EM MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS (ROTEIRO DE DIVULGAÇÃO) Embora a segregação racial esteja presente em várias manifestações e estruturas da sociedade brasileira, o mercado de

Leia mais

Karl Marx e o materialismo histórico e dialético (1818-1883)

Karl Marx e o materialismo histórico e dialético (1818-1883) Karl Marx e o materialismo histórico e dialético (1818-1883) O pensamento de Marx: Proposta: entender o sistema capitalista e modificá-lo [...] (COSTA, 2008, p.100). Obra sobre o capitalismo: O capital.

Leia mais

Sumário PNAD/SIMPOC 2001 Pontos importantes

Sumário PNAD/SIMPOC 2001 Pontos importantes Sumário PNAD/SIMPOC 2001 Pontos importantes Sistema de pesquisas domiciliares existe no Brasil desde 1967, com a criação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNAD; Trata-se de um sistema de pesquisas

Leia mais

CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda

CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda www.especifico.com.br DISCIPLINA : Sociologia PROF: Waldenir do Prado DATA:06/02/2012 O que é Sociologia? Estudo objetivo das relações que surgem e se reproduzem, especificamente,

Leia mais

Quase 10% dos brasileiros têm mais de 70 anos. Segundo o IBGE, em 40 anos o número de idosos deverá superar o de jovens

Quase 10% dos brasileiros têm mais de 70 anos. Segundo o IBGE, em 40 anos o número de idosos deverá superar o de jovens Um país de idosos Quase 10% dos brasileiros têm mais de 70 anos. Segundo o IBGE, em 40 anos o número de idosos deverá superar o de jovens A expectativa de vida do brasileiro aumentou mais de 20 anos em

Leia mais

Em defesa de uma Secretaria Nacional de Igualdade de Oportunidades

Em defesa de uma Secretaria Nacional de Igualdade de Oportunidades 1 Em defesa de uma Secretaria Nacional de Igualdade de Oportunidades A Comissão Nacional da Questão da Mulher Trabalhadora da CUT existe desde 1986. Neste período houve muitos avanços na organização das

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE A QUESTÃO SOCIAL

REFLEXÕES SOBRE A QUESTÃO SOCIAL TEORIA MARXISTA NA COMPREENSÃO DA SOCIEDADE CAPITALISTA Disciplina: QUESTÃO E SERVIÇO Professora: Maria da Graça Maurer Gomes Türck Fonte: AS Maria da Graça Türck 1 Que elementos são constitutivos importantes

Leia mais

A presença feminina no mercado de trabalho na Região Metropolitana de São Paulo 2014

A presença feminina no mercado de trabalho na Região Metropolitana de São Paulo 2014 A INSERÇÃO DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO Março de 2015 A presença feminina no mercado de trabalho na Região Metropolitana de São Paulo 2014 Em 2014, a presença de

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Mercado de trabalho. Campos Gerais. Análise setorial do mercado de trabalho. Paraná.

PALAVRAS-CHAVE Mercado de trabalho. Campos Gerais. Análise setorial do mercado de trabalho. Paraná. 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE (x ) TRABALHO (

Leia mais

A INSERÇÃO DOS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS

A INSERÇÃO DOS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS OS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS NOVEMBRO DE 2013 A INSERÇÃO DOS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS A sociedade brasileira comemora, no próximo dia 20 de novembro, o Dia da

Leia mais

PNAD - Segurança Alimentar 2004 2009. Insegurança alimentar diminui, mas ainda atinge 30,2% dos domicílios brasileiros

PNAD - Segurança Alimentar 2004 2009. Insegurança alimentar diminui, mas ainda atinge 30,2% dos domicílios brasileiros 1 of 5 11/26/2010 2:57 PM Comunicação Social 26 de novembro de 2010 PNAD - Segurança Alimentar 2004 2009 Insegurança alimentar diminui, mas ainda atinge 30,2% dos domicílios brasileiros O número de domicílios

Leia mais

BRASIL EXCLUDENTE E CONCENTRADOR. Colégio Anglo de Sete Lagoas Prof.: Ronaldo Tel.: (31) 2106 1750

BRASIL EXCLUDENTE E CONCENTRADOR. Colégio Anglo de Sete Lagoas Prof.: Ronaldo Tel.: (31) 2106 1750 BRASIL EXCLUDENTE E CONCENTRADOR As crises econômicas que se sucederam no Brasil interromperam a política desenvolvimentista. Ocorre que o modelo de desenvolvimento aqui implantado (modernização conservadora

Leia mais

Introdução. Procura, oferta e intervenção. Cuidados continuados - uma visão económica

Introdução. Procura, oferta e intervenção. Cuidados continuados - uma visão económica Cuidados continuados - uma visão económica Pedro Pita Barros Faculdade de Economia Universidade Nova de Lisboa Introdução Área geralmente menos considerada que cuidados primários e cuidados diferenciados

Leia mais

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR.

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR. ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR. ÉTICA E SERVIÇO SOCIAL: Elementos para uma breve reflexão e debate. Perspectiva de Análise Teoria Social Crítica (Marx e alguns marxistas)

Leia mais

CURSO E COLÉGIO ESPECÍFICO DESIGUALDADES SOCIAIS DISCIPLINA:SOCIOLOGIA PROFESSOR: WALDENIR 2012

CURSO E COLÉGIO ESPECÍFICO DESIGUALDADES SOCIAIS DISCIPLINA:SOCIOLOGIA PROFESSOR: WALDENIR 2012 CURSO E COLÉGIO ESPECÍFICO DESIGUALDADES SOCIAIS DISCIPLINA:SOCIOLOGIA PROFESSOR: WALDENIR 2012 ESTAMOS CONDENADOS A SER DESIGUAIS? No mundo em que vivemos, percebemos que os indivíduos são diferentes

Leia mais

Taxa de analfabetismo

Taxa de analfabetismo B Taxa de analfabetismo B.1................................ 92 Níveis de escolaridade B.2................................ 94 Produto Interno Bruto (PIB) per capita B.3....................... 96 Razão de

Leia mais

Exercícios Classe Social x Estratificação Social

Exercícios Classe Social x Estratificação Social Exercícios Classe Social x Estratificação Social 1. Para Karl Marx o conceito de Classes Sociais se desenvolve com a formação da sociedade capitalista. Dessa forma, é correto afirmar que : a) As classes

Leia mais

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Ensino Médio Elaborar uma proposta curricular para implica considerar as concepções anteriores que orientaram, em diferentes momentos, os

Leia mais

No entanto, a efetividade desses dispositivos constitucionais está longe de alcançar sua plenitude.

No entanto, a efetividade desses dispositivos constitucionais está longe de alcançar sua plenitude. A MULHER NA ATIVIDADE AGRÍCOLA A Constituição Federal brasileira estabelece no caput do art. 5º, I, que homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações e reconhece no dispositivo 7º a igualdade de

Leia mais

Salários na Construção Civil nos anos 2000: entre a formalização e a rotatividade

Salários na Construção Civil nos anos 2000: entre a formalização e a rotatividade Dezembro 2011 Nº 6 Salários na Construção Civil nos anos 2000: entre a formalização e a rotatividade Durante a década de 1990, com o enfraquecimento das instituições reguladoras da economia e da sociedade

Leia mais

Karl Marx e a crítica da sociedade capitalista

Karl Marx e a crítica da sociedade capitalista Karl Marx e a crítica da sociedade capitalista As bases do pensamento de Marx Filosofia alemã Socialismo utópico francês Economia política clássica inglesa 1 A interpretação dialética Analisa a história

Leia mais

Seminário RMC e os desafios para o século XXI OBSERVATÓRIO DAS METRÓPOLES/UFPR

Seminário RMC e os desafios para o século XXI OBSERVATÓRIO DAS METRÓPOLES/UFPR Seminário RMC e os desafios para o século XXI OBSERVATÓRIO DAS METRÓPOLES/UFPR : mudanças na estrutura produtiva e no mercado de trabalho no período 1991/2010 Paulo Delgado Liana Carleial Curitiba, 17

Leia mais

ESCOLARIDADE AUMENTA NA ÚLTIMA DÉCADA, MAS A DESIGUALDADE ENTRE NEGROS E NÃO NEGROS AINDA É BASTANTE ALTA 1

ESCOLARIDADE AUMENTA NA ÚLTIMA DÉCADA, MAS A DESIGUALDADE ENTRE NEGROS E NÃO NEGROS AINDA É BASTANTE ALTA 1 OS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS ESCOLARIDADE AUMENTA NA ÚLTIMA DÉCADA, MAS A DESIGUALDADE ENTRE NEGROS E NÃO NEGROS AINDA É BASTANTE ALTA 1 Nos últimos anos, o Brasil experimentou expressiva

Leia mais

SEMANA 3 A CONTRIBUIÇAO DOS ESTUDOS DE GÊNERO

SEMANA 3 A CONTRIBUIÇAO DOS ESTUDOS DE GÊNERO SEMANA 3 A CONTRIBUIÇAO DOS ESTUDOS DE GÊNERO Autor (unidade 1 e 2): Prof. Dr. Emerson Izidoro dos Santos Colaboração: Paula Teixeira Araujo, Bernardo Gonzalez Cepeda Alvarez, Lívia Sousa Anjos Objetivos:

Leia mais

David Ricardo. Já a riqueza era entendida como os bens que as pessoas possuem, bens que eram necessários, úteis e agradáveis.

David Ricardo. Já a riqueza era entendida como os bens que as pessoas possuem, bens que eram necessários, úteis e agradáveis. David Ricardo David Ricardo nasceu em Londres, em 18 ou 19 de abril de 1772. Terceiro filho de um judeu holandês que fez fortuna na bolsa de valores, entrou aos 14 anos para o negócio do pai, para o qual

Leia mais

O mercado de trabalho no biênio 2011-2012. Dia Nacional da Consciência Negra

O mercado de trabalho no biênio 2011-2012. Dia Nacional da Consciência Negra PESQUISA DE EMPREGO E DESEMPREGO NA REGIÃO DO ABC 1 Novembro 2013 OS NEGROS NO MERCADO DE TRABALHO DA REGIÃO DO ABC O mercado de trabalho no biênio 2011-2012 Dia Nacional da Consciência Negra 1. Compreende

Leia mais

Anuário do Trabalho na Micro e Pequena Empresa 2012: análise dos principais resultados de Santa Catarina

Anuário do Trabalho na Micro e Pequena Empresa 2012: análise dos principais resultados de Santa Catarina Anuário do Trabalho na Micro e Pequena Empresa 2012: análise dos principais resultados de Santa Catarina A 5ª edição do Anuário do Trabalho na Micro e Pequena Empresa é um dos produtos elaborados por meio

Leia mais

Ano 3 Nº 37 Novembro de 2007. Escolaridade e Trabalho: desafios para a população negra nos mercados de trabalho metropolitanos

Ano 3 Nº 37 Novembro de 2007. Escolaridade e Trabalho: desafios para a população negra nos mercados de trabalho metropolitanos Ano 3 Nº 37 Novembro de 2007 Escolaridade e Trabalho: desafios para a população negra nos mercados de trabalho metropolitanos Escolaridade e Trabalho: desafios para a população negra nos mercados de trabalho

Leia mais

Expediente: Autor: Érika Andreassy Editor Responsável: Érika Andreassy Diagramação: Érika Andreassy Abril/ 2012 2

Expediente: Autor: Érika Andreassy Editor Responsável: Érika Andreassy Diagramação: Érika Andreassy Abril/ 2012 2 A mulher no mercado de trabalho e na organização sindical Expediente: Produzido pelo Instituto Latinoamericano de Estudos Socioeconômicos. Praça Padre Manuel da Nóbrega, 16-4º andar. Sé - São Paulo SP.

Leia mais

Analfabetismo no Brasil

Analfabetismo no Brasil Analfabetismo no Brasil Ricardo Paes de Barros (IPEA) Mirela de Carvalho (IETS) Samuel Franco (IETS) Parte 1: Magnitude e evolução do analfabetismo no Brasil Magnitude Segundo estimativas obtidas com base

Leia mais

TEMA: A Mulher no Mercado de Trabalho em Goiás.

TEMA: A Mulher no Mercado de Trabalho em Goiás. TEMA: A Mulher no Mercado de Trabalho em Goiás. O Dia Internacional da Mulher, celebrado dia 8 de março, traz avanços do gênero feminino no mercado de trabalho formal. Segundo informações disponibilizadas

Leia mais

TEMA: A importância da Micro e Pequena Empresa para Goiás

TEMA: A importância da Micro e Pequena Empresa para Goiás TEMA: A importância da Micro e Pequena Empresa para Goiás O presente informe técnico tem o objetivo de mostrar a importância da micro e pequena empresa para o Estado de Goiás, em termos de geração de emprego

Leia mais

O MERCADO DE TRABALHO NO AGLOMERADO URBANO SUL

O MERCADO DE TRABALHO NO AGLOMERADO URBANO SUL O MERCADO DE TRABALHO NO AGLOMERADO URBANO SUL Abril /2007 O MERCADO DE TRABALHO NO AGLOMERADO URBANO SUL A busca de alternativas para o desemprego tem encaminhado o debate sobre a estrutura e dinâmica

Leia mais

O Mercado de Trabalho nas Atividades Culturais no Brasil, 1992-2001

O Mercado de Trabalho nas Atividades Culturais no Brasil, 1992-2001 1 Ministério da Cultura Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) Data de elaboração da ficha: Ago 2007 Dados das organizações: Nome: Ministério da Cultura (MinC) Endereço: Esplanada dos Ministérios,

Leia mais

Pesquisa Mensal de Emprego

Pesquisa Mensal de Emprego Pesquisa Mensal de Emprego EVOLUÇÃO DO EMPREGO COM CARTEIRA DE TRABALHO ASSINADA 2003-2012 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE 2 Pesquisa Mensal de Emprego - PME I - Introdução A Pesquisa

Leia mais

Número 24. Carga horária de trabalho: evolução e principais mudanças no Brasil

Número 24. Carga horária de trabalho: evolução e principais mudanças no Brasil Número 24 Carga horária de trabalho: evolução e principais mudanças no 29 de julho de 2009 COMUNICADO DA PRESIDÊNCIA Carga horária de trabalho: evolução e principais mudanças no 2 1. Apresentação Este

Leia mais

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNAD 2011

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNAD 2011 Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNAD 2011 Rio de Janeiro, 21/09/2012 1 Abrangência nacional Temas investigados: Características Características gerais dos moradores Educação Migração Trabalho

Leia mais

Katia Luciana Sales Ribeiro Keila de Souza Almeida José Nailton Silveira de Pinho. Resenha: Marx (Um Toque de Clássicos)

Katia Luciana Sales Ribeiro Keila de Souza Almeida José Nailton Silveira de Pinho. Resenha: Marx (Um Toque de Clássicos) Katia Luciana Sales Ribeiro José Nailton Silveira de Pinho Resenha: Marx (Um Toque de Clássicos) Universidade Estadual de Montes Claros / UNIMONTES abril / 2003 Katia Luciana Sales Ribeiro José Nailton

Leia mais

Gênero e Pobreza no Brasil: contexto atual

Gênero e Pobreza no Brasil: contexto atual Gênero e Pobreza no Brasil: contexto atual Hildete Pereira de Melo Economia/UFF Projeto SPM/CEPAL Caracterização do tema Gênero: visão diferenciada dos papéis de mulheres e homens na vida econômica e social.

Leia mais

Análise Sociológica do Filme -Notícias de Uma Guerra Particular [1999], (de Katia Lund e João Moreira Salles)

Análise Sociológica do Filme -Notícias de Uma Guerra Particular [1999], (de Katia Lund e João Moreira Salles) FACULDADE CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE Curso de Bacharel em Direito Turma A Unidade: Tatuapé Ana Maria Geraldo Paz Santana Johnson Pontes de Moura Análise Sociológica do Filme -Notícias de Uma Guerra Particular

Leia mais

Presente ruim e futuro econômico desanimador para a construção civil

Presente ruim e futuro econômico desanimador para a construção civil CONFEDERAÇÃO NACIONAL DOS TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS DA CONSTRUÇÃO E DO MOBILIÁRIO RECONHECIDA NOS TERMOS DA LEGISLAÇÃO VIGENTE EM 16 DE SETEMBRO DE 2010 Estudo técnico Edição nº 17 outubro de 2014 Organização:

Leia mais

Contribuição sobre Economia solidária para o Grupo de Alternativas econômicas Latino-Americano da Marcha Mundial das Mulheres Isolda Dantas 1

Contribuição sobre Economia solidária para o Grupo de Alternativas econômicas Latino-Americano da Marcha Mundial das Mulheres Isolda Dantas 1 Contribuição sobre Economia solidária para o Grupo de Alternativas econômicas Latino-Americano da Marcha Mundial das Mulheres Isolda Dantas 1 Economia solidária: Uma ferramenta para construção do feminismo

Leia mais

PERFIL EMPREENDEDOR DE ALUNOS DE GRADUAÇÃO EM DESIGN DE MODA

PERFIL EMPREENDEDOR DE ALUNOS DE GRADUAÇÃO EM DESIGN DE MODA PERFIL EMPREENDEDOR DE ALUNOS DE GRADUAÇÃO EM DESIGN DE MODA Alini, CAVICHIOLI, e-mail¹: alini.cavichioli@edu.sc.senai.br Fernando Luiz Freitas FILHO, e-mail²: fernando.freitas@sociesc.org.br Wallace Nóbrega,

Leia mais

na região metropolitana do Rio de Janeiro

na região metropolitana do Rio de Janeiro O PERFIL DOS JOVENS EMPREENDEDORES na região metropolitana do Rio de Janeiro NOTA CONJUNTURAL MARÇO DE 2013 Nº21 PANORAMA GERAL Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD/IBGE) de 2011,

Leia mais

Violência contra as Mulheres em Pernambuco

Violência contra as Mulheres em Pernambuco Violência contra as Mulheres em Pernambuco Recife, 25 de novembro de 2015 FICHA TÉCNICA Coordenação: Equipe do SOS Corpo Instituto Feminista para Democracia Pesquisadora: Ana Paula Melo (pesquisadora convidada)

Leia mais

O IMPACTO DAS MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO E OS TRABALHADORES DE ENFERMAGEM

O IMPACTO DAS MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO E OS TRABALHADORES DE ENFERMAGEM O IMPACTO DAS MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO E OS TRABALHADORES DE ENFERMAGEM Salete Beatriz Scheid 1 Neide Tiemi Murofuse 2 INTRODUÇÃO: Vivemos atualmente numa sociedade marcada pelas intensas e rápidas

Leia mais

Arrefecimento do mercado de trabalho penalizou mais as mulheres

Arrefecimento do mercado de trabalho penalizou mais as mulheres A INSERÇÃO DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO DA REGIÃO METROPOLITANA DE FORTALEZA MARÇO - 2014 Arrefecimento do mercado de trabalho penalizou mais as mulheres O mercado de trabalho metropolitano de Fortaleza,

Leia mais

Autor(es) RENATA NAYARA ZANE. Orientador(es) FRANCISCO CONSTANTINO CROCOMO, MARIA THEREZA MIGUEL PERES. Apoio Financeiro PIBIC/CNPQ. 1.

Autor(es) RENATA NAYARA ZANE. Orientador(es) FRANCISCO CONSTANTINO CROCOMO, MARIA THEREZA MIGUEL PERES. Apoio Financeiro PIBIC/CNPQ. 1. 19 Congresso de Iniciação Científica ANÁLISE COMPARATIVA DA INFORMALIDADE NA CIDADE DE PIRACICABA: OS PERMISSIONÁRIOS DO CAMELÓDROMO E OS DA FEIRA DE ARTESANATO Autor(es) RENATA NAYARA ZANE Orientador(es)

Leia mais

A Constituição das desigualdades

A Constituição das desigualdades Introdução Muitos estudos, especialmente na área da sociologia da educação, têm demonstrado que os projetos de democratização das sociedades modernas enfrentam dificuldades relacionadas à efetivação dos

Leia mais

Observatório de micro e pequenos empreendimentos no Rio de Janeiro IETS

Observatório de micro e pequenos empreendimentos no Rio de Janeiro IETS Proposta para SEBRAE/RJ Observatório de micro e pequenos empreendimentos no Rio de Janeiro IETS Maio de 2011 Introdução As boas perspectivas de desenvolvimento para o Estado do Rio de Janeiro, com grandes

Leia mais

Como anda a desigualdade de gênero no Brasil?

Como anda a desigualdade de gênero no Brasil? Como anda a desigualdade de gênero no Brasil? Luísa Cardoso Guedes de Souza 1 (14/11/2011) Desde 2006, o Fórum Econômico Mundial divulga anualmente o Global Gender Gap Index (GGI), que quantifica a magnitude

Leia mais

Estrutura Populacional e Indicadores socioeconômicos

Estrutura Populacional e Indicadores socioeconômicos POPULAÇÃO BRASILEIRA Estrutura Populacional e Indicadores socioeconômicos Desde a colonização do Brasil o povoamento se concentrou no litoral do país. No início do século XXI, a população brasileira ainda

Leia mais

Desigualdade entre gêneros no mercado de trabalho: desafio para o sindicalismo

Desigualdade entre gêneros no mercado de trabalho: desafio para o sindicalismo Desigualdade entre gêneros no mercado de trabalho: desafio para o sindicalismo Lorena Ferraz C. Gonçalves 1 Para se tratar das desigualdades de gênero na esfera laboral é prudente considerar primeiro o

Leia mais

1. INTRODUÇÃO CONCEITUAL SOBRE O DESENVOLVIMENTO E O CRESCIMENTO ECONÔMICO

1. INTRODUÇÃO CONCEITUAL SOBRE O DESENVOLVIMENTO E O CRESCIMENTO ECONÔMICO 1. INTRODUÇÃO CONCEITUAL SOBRE O DESENVOLVIMENTO E O CRESCIMENTO ECONÔMICO A análise da evolução temporal (ou dinâmica) da economia constitui o objeto de atenção fundamental do desenvolvimento econômico,

Leia mais

Pesquisa. Há 40 anos atrás nos encontrávamos discutindo mecanismos e. O setor privado de ensino sob um perspectiva de gênero.

Pesquisa. Há 40 anos atrás nos encontrávamos discutindo mecanismos e. O setor privado de ensino sob um perspectiva de gênero. Pesquisa O setor privado de ensino sob um perspectiva de gênero. Introdução Há 40 anos atrás nos encontrávamos discutindo mecanismos e políticas capazes de ampliar a inserção da mulher no mercado de trabalho.

Leia mais

Simon Schwartzman. A evolução da educação superior no Brasil diferenças de nível, gênero e idade.

Simon Schwartzman. A evolução da educação superior no Brasil diferenças de nível, gênero e idade. A educação de nível superior superior no Censo de 2010 Simon Schwartzman (julho de 2012) A evolução da educação superior no Brasil diferenças de nível, gênero e idade. Segundo os dados mais recentes, o

Leia mais

Principais Sociólogos

Principais Sociólogos Principais Sociólogos 1. (Uncisal 2012) O modo de vestir determina a identidade de grupos sociais, simboliza o poder e comunica o status dos indivíduos. Seu caráter institucional assume grande importância

Leia mais

mhtml:file://e:\economia\ibge Síntese de Indicadores Sociais 2010.mht

mhtml:file://e:\economia\ibge Síntese de Indicadores Sociais 2010.mht Page 1 of 7 Comunicação Social 17 de setembro de 2010 Síntese de Indicadores Sociais 2010 SIS 2010: Mulheres mais escolarizadas são mães mais tarde e têm menos filhos Embora abaixo do nível de reposição

Leia mais

SÉCULO XIX NOVOS ARES NOVAS IDEIAS Aula: 43 e 44 Pág. 8 PROFª: CLEIDIVAINE 8º ANO

SÉCULO XIX NOVOS ARES NOVAS IDEIAS Aula: 43 e 44 Pág. 8 PROFª: CLEIDIVAINE 8º ANO SÉCULO XIX NOVOS ARES NOVAS IDEIAS Aula: 43 e 44 Pág. 8 PROFª: CLEIDIVAINE 8º ANO 1 - INTRODUÇÃO Séc. XIX consolidação da burguesia: ascensão do proletariado urbano (classe operária) avanço do liberalismo.

Leia mais

Ano 3 Nº 24 setembro de 2006. A ocupação dos jovens nos mercados de trabalho metropolitanos

Ano 3 Nº 24 setembro de 2006. A ocupação dos jovens nos mercados de trabalho metropolitanos Ano 3 Nº 24 setembro de 2006 A ocupação dos jovens nos mercados de trabalho metropolitanos A ocupação dos jovens nos mercados de trabalho metropolitanos No Brasil, as profundas transformações pelas quais

Leia mais

Este artigo é uma breve resenha da tese de mestrado em economia de Albernaz,

Este artigo é uma breve resenha da tese de mestrado em economia de Albernaz, AMELHORIA DA QUALIDADE DA EDUCAÇÃO NO BRASIL: UM DESAFIO PARA O SÉCULO XXI Introdução ANGELA ALBERNAZ* Este artigo é uma breve resenha da tese de mestrado em economia de Albernaz, 2002, 1 cujo objetivo

Leia mais

O PERFIL DOS ALUNOS DO CURSO DE PEDAGOGIA DA FURG

O PERFIL DOS ALUNOS DO CURSO DE PEDAGOGIA DA FURG O PERFIL DOS ALUNOS DO CURSO DE PEDAGOGIA DA FURG Juliana Diniz Gutierres FURG Stephany Sieczka Ely FURG Maria Renata Alonso Mota FURG Suzane da Rocha Vieira FURG Resumo: Esse estudo apresenta parte dos

Leia mais

TÍTULO: DESIGUALDADE SOCIAL E O FENÔMENO DA GLOBALIZAÇÃO CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS

TÍTULO: DESIGUALDADE SOCIAL E O FENÔMENO DA GLOBALIZAÇÃO CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: DESIGUALDADE SOCIAL E O FENÔMENO DA GLOBALIZAÇÃO CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS

Leia mais

3Apesar dos direitos adquiridos pelas

3Apesar dos direitos adquiridos pelas objetivo. promover a igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres mulheres ao longo do século 20, ainda há considerável desigualdade entre os gêneros no mundo. Em geral, as mulheres sofrem com a

Leia mais

Taxa de desocupação foi de 9,3% em janeiro

Taxa de desocupação foi de 9,3% em janeiro Taxa de desocupação foi de 9,3% em janeiro A taxa de desocupação registrada pela Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE, nas seis principais Regiões Metropolitanas do país (Recife, Salvador, Belo Horizonte,

Leia mais

A ideologia alemã. Karl Marx e Friedrich Engels

A ideologia alemã. Karl Marx e Friedrich Engels A ideologia alemã Karl Marx e Friedrich Engels Percurso Karl Marx (1817-1883) Filho de advogado iluminista Formou-se em Direito, Filosofia e História pela Universidade de Berlim; não seguiu carreira acadêmica

Leia mais

Um forte elemento utilizado para evitar as tendências desagregadoras das sociedades modernas é:

Um forte elemento utilizado para evitar as tendências desagregadoras das sociedades modernas é: Atividade extra Fascículo 3 Sociologia Unidade 5 Questão 1 Um forte elemento utilizado para evitar as tendências desagregadoras das sociedades modernas é: a. Isolamento virtual b. Isolamento físico c.

Leia mais

O EMPREGO DOMÉSTICO. Boletim especial sobre o mercado de trabalho feminino na Região Metropolitana de São Paulo. Abril 2007

O EMPREGO DOMÉSTICO. Boletim especial sobre o mercado de trabalho feminino na Região Metropolitana de São Paulo. Abril 2007 O EMPREGO DOMÉSTICO Boletim especial sobre o mercado de trabalho feminino na Abril 2007 Perfil de um emprego que responde por 17,7% do total da ocupação feminina e tem 95,9% de seus postos de trabalho

Leia mais

PALAVRA DO PRESIDENTE

PALAVRA DO PRESIDENTE PALAVRA DO PRESIDENTE A Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria CNTI por meio da Secretaria para Assuntos do Trabalho da Mulher, do Idoso e da Juventude, dando seguimento ao nosso trabalho

Leia mais

OS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS NOVEMBRO DE 2015

OS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS NOVEMBRO DE 2015 OS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS NOVEMBRO DE 2015 OS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS E m comemoração ao 20 de novembro, consagrado como o Dia da Consciência Negra, o DIEESE

Leia mais

MULHERES NO MERCADO DE TRABALHO: DESIGUALDADES SALARIAIS ENTRE GÊNEROS NA ATUALIDADE.

MULHERES NO MERCADO DE TRABALHO: DESIGUALDADES SALARIAIS ENTRE GÊNEROS NA ATUALIDADE. Anais do IV Seminário Eniac 2012 IV Encontro Da Engenharia Do Conhecimento Eniac IV Encontro De Iniciação Científica Eniac PROJETO DE PESQUISA MULHERES NO MERCADO DE TRABALHO: DESIGUALDADES SALARIAIS ENTRE

Leia mais

7ºano 2º período vespertino 25 de abril de 2014

7ºano 2º período vespertino 25 de abril de 2014 GEOGRAFIA QUESTÃO 1 A Demografia é a ciência que estuda as características das populações humanas e exprime-se geralmente através de valores estatísticos. As características da população estudadas pela

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Peruíbe, SP 30/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 323,17 km² IDHM 2010 0,749 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 59773 hab. Densidade

Leia mais

O capital enquanto relação social

O capital enquanto relação social 1 O capital enquanto relação social Pablo Bielschowsky (UCB, UFF) Resumo O artigo busca recuperar o debate sobre o capital enquanto relação social. A primeira parte do texto argumenta que a teoria do fetichismo

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Novo Mundo, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 5826,18 km² IDHM 2010 0,674 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 7332 hab. Densidade

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Vera, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 2962,4 km² IDHM 2010 0,680 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 10235 hab. Densidade demográfica

Leia mais

DIREITOS HUMANOS, FEMINISMO E POLÍTICAS PÚBLICAS DE GÊNERO: APLICABILIDADE DA LEI Nº 11.340/06 EM CAMPINA GRANDE/PB

DIREITOS HUMANOS, FEMINISMO E POLÍTICAS PÚBLICAS DE GÊNERO: APLICABILIDADE DA LEI Nº 11.340/06 EM CAMPINA GRANDE/PB DIREITOS HUMANOS, FEMINISMO E POLÍTICAS PÚBLICAS DE GÊNERO: APLICABILIDADE DA LEI Nº 11.340/06 EM CAMPINA GRANDE/PB (ASFORA, R. V. S.) - Raphaella Viana Silva Asfora/Autora ¹ Escola Superior da Magistratura

Leia mais

Desigualdade e desempenho: uma introdução à sociologia da escola brasileira

Desigualdade e desempenho: uma introdução à sociologia da escola brasileira Desigualdade e desempenho: uma introdução à sociologia da escola brasileira Maria Lígia de Oliveira Barbosa Belo Horizonte, MG: Argvmentvm, 2009, 272 p. Maria Lígia de Oliveira Barbosa, que há algum tempo

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de São José do Rio Claro, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 5074,56 km² IDHM 2010 0,682 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 17124 hab.

Leia mais

Karl Marx e a Teoria do Valor do Trabalho. Direitos Autorais: Faculdades Signorelli

Karl Marx e a Teoria do Valor do Trabalho. Direitos Autorais: Faculdades Signorelli Karl Marx e a Teoria do Valor do Trabalho Direitos Autorais: Faculdades Signorelli "O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém, desviamo-nos dele. A cobiça envenenou a alma dos homens,

Leia mais

Promover a igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres

Promover a igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres Promover a igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres META 3 Eliminar as disparidades entre os sexos no ensino fundamental e médio, se possível, até 2005, e em todos os níveis de ensino, o mais

Leia mais

Aumento da participação de mulheres no mercado de trabalho: mudança ou reprodução da desigualdade?

Aumento da participação de mulheres no mercado de trabalho: mudança ou reprodução da desigualdade? Aumento da participação de mulheres no mercado de trabalho: mudança ou reprodução da desigualdade? Natália de Oliveira Fontoura * Roberto Gonzalez ** A taxa de participação mede a relação entre a população

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Porto Alegre do Norte, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 3994,51 km² IDHM 2010 0,673 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 10748 hab.

Leia mais

Brasileiros na América. Quem somos? Quantos somos? Onde vivemos? O que fazemos?

Brasileiros na América. Quem somos? Quantos somos? Onde vivemos? O que fazemos? Brasileiros na América Quem somos? Quantos somos? Onde vivemos? O que fazemos? Álvaro Lima - Maio, 2009 I. Introdução: Este documento tem sua origem numa observação feita por um proeminente brasileiro

Leia mais

Informativo Fundos Solidários nº 13

Informativo Fundos Solidários nº 13 Informativo Fundos Solidários nº 13 Em dezembro de 2014, em Recife, Pernambuco, foi realizado o 2º seminário de Educação Popular e Economia Solidária. Na ocasião, discutiu-se sobre temas relevantes para

Leia mais

A TEORIA DA DEPENDÊNCIA: INTERPRETAÇÕES SOBRE O (SUB)DESENVOLVIMENTO NA AMÉRICA LATINA

A TEORIA DA DEPENDÊNCIA: INTERPRETAÇÕES SOBRE O (SUB)DESENVOLVIMENTO NA AMÉRICA LATINA A TEORIA DA DEPENDÊNCIA: INTERPRETAÇÕES SOBRE O (SUB)DESENVOLVIMENTO NA AMÉRICA LATINA Introdução Pedro Henrique Evangelista Duarte 1 Edílson José Graciolli 2 No pós Segunda Guerra Mundial, surgiram na

Leia mais

Duração do trabalho em todo o mundo: Principais achados e implicações para as políticas

Duração do trabalho em todo o mundo: Principais achados e implicações para as políticas Duração do trabalho em todo o mundo: Principais achados e implicações para as políticas Brasília, 25 de março de 2010 Jon C. Messenger Programa de Condições de Trabalho e Emprego Escritório da Organização

Leia mais