Relatóriodegestão2013. Mensagem Diretoria Página 2. Notas Explicativas Página 6. Balanço Patrimonial Página 10

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1 Belo Horizonte Ano XXI Número 29 Março de 2014 Relatóriodegestão2013 Mensagem Diretoria Página 2 Notas Explicativas Página 6 Balanço Patrimonial Página 10

2 Mensagem da Diretoria Em 2013, as incertezas do mercado econômico brasileiro atingiram vários segmentos, produção industrial, setor automobilístico e comércio tiveram seu crescimento afetado. A inflação apertou o orçamento das famílias. Em abril, o tomate virou símbolo da alta de preços puxada pelos alimentos. O dólar subiu e o PIB encolheu. Com o crédito não foi diferente. A alta constante da inflação e da taxa básica de juros Selic resultaram em um menor crescimento do crédito. A Selic é o instrumento com o qual o Banco Central do Brasil faz política monetária. O problema não é a Selic, mas o spread bancário, que é a diferença entre o que os bancos pagam na captação de recursos e o que eles cobram ao conceder um empréstimo, ou seja, seu lucro. No Brasil, o spread dos bancos e das financeiras massacram o tomador de empréstimo. Em 2013, o crédito bancário ficou mais caro. Segundo dados do Banco Central, a taxa média de juros dos empréstimos para pessoas físicas subiu 4,1%, e fechou o ano em 38%. Os juros para crédito pessoal, exceto consignado, ficaram 19,8 % maior passando de 66,3% ao ano em dezembro de 2012 para 86,1% no mesmo mês do ano passado. O cheque especial passou de 136% para assustadores 146% ao ano. A taxa de juros do crédito consignado (que tem desconto na folha de pagamento), que ficou menor em 2013, passou de 24,5% ao ano em 2012, para 24,4% ao ano no fim do ano passado. O cartão de crédito se manteve estável nas alturas: 192,94% ao ano o mesmo valor de dezembro de 2012, segundo dados da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade). Mais uma vez, as instituições financeiras cooperativas têm provado a sua força e resistência, beneficiando seus cooperados, funcionários e clientes e destacando-se como alternativa saudável a este cenário. Ao contrário das instituições financeiras tradicionais, as cooperativas de crédito caminham juntas com seus cooperados. As cooperativas existem para resolver problemas comuns de seus cooperados. Não visam o lucro e oferecem tarifas e taxas de juros mais atrativas. Natal Premiado CREDIFISCO Com uma festa na sede da Credifisco, animada com coquetel, música ao vivo e sorteio de brindes, os cooperados celebraram o Natal. Para comprovar, basta conferir as taxas de juros praticadas pela Credifisco e compará-las com as taxas do sistema bancário. No caso do crédito pessoal, por exemplo, a taxa de juros mensal praticada na Credifisco é de 2,2%, enquanto que no sistema bancário, a média é de 4,72%. Na modalidade Empréstimo Expresso, equivalente ao cheque especial dos bancos, a Credifisco oferece a taxa de 2% a.m. e os bancos trabalham com a média de 8%. Mesmo na modalidade crédito consignado que possui os juros mais baratos atualmente, os bancos têm uma média de 1,74% ao mês, enquanto a Credifisco trabalha com a taxa mensal de juros de 1,45%. Não há dúvida de que a Credifisco oferece o que é melhor para seus cooperados. O motivo dessa diferença tão acentuada é simples. Os bancos e financeiras vendem o crédito para o cliente com o objetivo de proporcionar lucros para seus acionistas, enquanto as cooperativas de crédito concedem o crédito para seus cooperados com o objetivo de solucionar problemas ou viabilizar sonhos de seus donos, os próprios cooperados. Seu lucro é justamente manter-se com segurança, atendendo aos interesses de seus associados e donos. Embora o cenário econômico para 2014 não apresente perspectivas muito diferentes, com previsão de inflação para 6,14%, a Credifisco mantém expectativa positiva. A cooperativa vai continuar consolidando sua trajetória dentro dos principais pilares do sistema cooperativista: volume de liquidez, capital integralizado e boas operações de crédito, buscando ampliar ainda mais sua capacidade de maximização dos benefícios aos cooperados. Por isso, ao contratar crédito, lembre-se a cooperativa é dos cooperados. Você é o dono. Aqui você faz o melhor negócio para você. Kit Escolar Como parte de suas ações socioeducativas, em janeiro, a Credifisco distribuiu kits escolares para seus cooperados. Cada kit, composto por cadernos, lápis pretos, borracha, apontador, lápis de cor, tesoura e cola, veio acompanhado por um livro de história infanto-juvenil. Os livros foram doados pelos cooperados que participaram da Festa Natal Premiado Credifisco, realizada em dezembro de

3 Relatório da Administração Senhores Cooperados, Submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Contábeis do exercício de 2013 da COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS INTEGRANTES DAS CARREIRAS DE AUDITORIA FISCAL DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL, SERVIDORES E FUNCIONÁRIOS DO MINISTÉRIO DA FAZENDA EM MINAS GERAIS LTDA - CREDIFISCO, na forma da Legislação em vigor. 1. Política Operacional Em 2013, a CREDIFISCO completou 22 anos mantendo sua vocação de instituição voltada para fomentar o crédito e a educação financeira para seu público alvo, os cooperados. A atuação junto aos seus cooperados se dá principalmente através da concessão de empréstimos e captação de depósitos. 2. Avaliação de Resultados O resultado é apurado pelo regime de competência e inclui os rendimentos e despesas de natureza financeira, incidentes sobre os ativos e passivos. No exercício de 2013, a Credifisco obteve um resultado de R$ ,22 (Setenta e nove mil, vinte e sete reais e vinte e dois centavos). Após a transferência para o Fates do resultado com atos não cooperativos (R$ ,56), e deduzindo as provisões para IRPJ (R$ 8.244,74) e CSLL (R$ 8.244,74) sobre as receitas de atos não cooperativos, foi apurado um resultado de R$ ,18 (Vinte e seis mil, seiscentos e dezoito reais e dezoito centavos). Após a destinação obrigatória de 10% para Reserva Legal (R$ 2.661,82) e 10% para o FATES (R$ 2.661,82), obtivemos o resultado liquido de R$ ,54 (Vinte e um mil, duzentos e noventa e quatro reais e cinquenta e quatro centavos), representando uma rentabilidade anual sobre o Patrimônio Líquido de 0,87%. 3. Ativos Os vinte maiores devedores representavam em 31/12/2013, o percentual de 36,67% da carteira no montante de R$ ,82 (dois milhões, cento e setenta e três mil, duzentos e cinquenta e um reais e oitenta e dois centavos). 4. Captação As captações, no total de R$ ,02 representam os depósitos à prazo, e os vinte maiores depositantes representavam em 31/12/2013 o percentual de 77,90% do montante. 5. Patrimônio de Referência O Patrimônio de Referência da CREDIFISCO era de R$ ,14. O quadro de associados era composto por 570 Cooperados, havendo um decréscimo de 1,89% em relação ao exercício anterior. 6. Política de Crédito A concessão de crédito está pautada em prévia análise do propenso tomador, havendo limites de alçadas pré-estabelecidos a serem observados e cumpridos, observando ainda, todas as consultas cadastrais e com análise do associado através do RATING (avaliação por pontos), buscando assim garantir ao máximo a liquidez das operações. A CREDIFISCO adota a política de classificação de crédito de sua carteira de acordo com as diretrizes estabelecidas na Resolução CMN nº 2.682/99, havendo uma concentração de 99,2% nos níveis de A a C. 7. Conselho Fiscal Eleito na AGO de 2013, com mandato até 2016, o Conselho Fiscal tem a responsabilidade de verificar de forma sistemática os atos da administração da CREDIFISCO, bem como validar seus balancetes mensais e seu balanço patrimonial. 8. Ouvidoria A finalidade principal da Ouvidoria é atender às manifestações dos cooperados, com a atribuição de assegurar o cumprimento das normas relacionadas aos direitos dos usuários de nossos produtos, além de atuar como canal de comunicação com os nossos cooperados e integrantes das comunidades onde estamos inseridos. Conselho de Administração Agradecemos aos cooperados, que respeitam e cumprem seus compromissos, aos empregados e colaboradores pelo empenho e dedicação, e a todos que nos honram com a sua confiança e parceria, que tornaram possível mais um ano de crescimento da Credifisco. 3 Relatório 2013

4 ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA Edital de Convocação A Diretora-Presidente da COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS INTEGRANTES DAS CARREIRAS DE AUDITORIA FISCAL DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL, SERVIDORES E FUNCIONÁRIOS DO MINISTÉRIO DA FAZENDA EM MINAS GERAIS LTDA. - CREDIFISCO, convoca seus 572 associados para a Assembleia Geral Ordinária que será realizada na sede da mesma, à Rua da Bahia, º andar Centro, na cidade de Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais, no dia 09 de abril de 2014, em primeira convocação às 07 horas e 30 minutos, com a presença de, no mínimo, 2/3 (dois terços) do número total de associados. Caso não haja número legal, fica mantida a segunda convocação, para as 08 horas e 30 minutos, no mesmo dia e local, com a presença mínima de metade mais 1 (hum) do número total de associados. Persistindo a falta de quorum legal, a Assembleia realizar-se-á, às 09 horas e 30 minutos, no mesmo dia e local, em terceira e última convocação, com a presença de, no mínimo, 10 (dez) associados, a fim de deliberar sobre os seguintes assuntos: PAUTA da A.G.O. a) Discussão e julgamento do Relatório do Conselho de Administração, Parecer do Conselho Fiscal, Balanço Geral e prestação de contas dos semestres encerrados em 30 de junho e 31 de dezembro de 2013; b) Destinação do saldo da conta Sobras e Perdas do exercício de 2013; c) Assuntos Gerais: 1) Programação do FATES. Belo Horizonte, 10 de março de Rosa Maria Bicalho - Diretora-Presidente Indicadores Financeiros Rentabilidade do Patrimônio Líquido (Sobras x 100 / PL) Retorno sobre o Patrimônio Líquido (Sobras / PL) Liquidez Corrente (Ativo Circulante / Passivo Circulante) 3.0 0,030 2, ,40% 0,025 0,024% 2, ,74% 0,020 0,017% 1,6 1,49% 1,39% 1.5 0,015 1,2 1,07% 1.0 0,87% 0,010 0,009% 0, ,005 0, ASSEMBLEIA GERAL ordinária DA CREDIFISCO DIA 09/04 ÀS 9:30H ÚLTIMA CHAMADA Sua participação é importante! 4

5 Indicadores Financeiros Valores de Operações de Crédito Número de Cooperados - Usuários de empréstimo - (2013) - 83 RDC - Depósitos a prazo* Número de cooperados usuários de Aplicação RDC (2013) ,64% ,86% ,93% % ,16% ,73% ,65% *Valor correspondente ao valor bruto aplicado somado aos juros do período. Capital Evolução Valor Patrimonial por Quota de Capital (Valor em R$) 1,8 Evolução do Capital Social 2.500,00 1,5 1,2 0,9 1,25 1,24 1,24 % ,8% 2.000, , % ,76% 0, % 1.000, ,74% 0, ,8% 500, ,53% Saldo de Capital Quantidade de Cooperados Percentual (%) Até 2.000, ,1 De 2.001,00 a ,7 De 5.001,00 a 8.000, ,8 De 8.001,00 a , ,0 De ,00 a , ,6 Acima de ,00 5 0,9 TOTAL* ,0 5 Relatório 2013

6 Notas Explicativas NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS PARA O PERÍODO ENCERRADO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 (EM REAIS) 1. Contexto Operacional A Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Integrantes das Carreiras de Auditoria-Fiscal da Receita Federal do Brasil, Servidores e Funcionários do Ministério da Fazenda em Minas Gerais Ltda. -CREDIFISCO, constituída em 27/09/1991 rege-se pelo dispositivo das Leis 4.595/64, 5.764/71, Lei Complementar nº 130/2009, normativos baixados pelo Conselho Monetário Nacional, Banco Central do Brasil e pelo Estatuto Social. Tem sede e administração à Rua da Bahia, º andar Centro na cidade de Belo Horizonte, MG, tem por objetivo a educação financeira e cooperativista dos seus associados, através da ajuda mútua, da economia sistemática e do uso adequado de crédito. Procurará ainda, e por todos os meios, fomentar a expansão do cooperativismo de economia e crédito mútuo. A cooperativa rege-se pelos princípios de neutralidade política e indiscriminação religiosa, racial e social. A CREDIFISCO é filiada a OCEMG/SESCOOP. Em 31/12/2013 estavam associados à CREDIFISCO 570 cooperados. 2. Apresentação das Demonstrações Contábeis As demonstrações contábeis foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, considerando as Normas Brasileiras de Contabilidade, especificamente aquelas aplicáveis às entidades cooperativas, a Lei do cooperativismo nº 5.764/71, Lei Complementar nº 130/2009, normas e instruções do Banco Central do Brasil - BACEN e apresentadas conforme o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional - COSIF, tendo sido aprovadas pela administração em 31/12/2013 Na elaboração das demonstrações contábeis é necessário utilizar estimativas para contabilizar certos ativos, passivos e outras transações. As demonstrações contábeis da cooperativa incluem, portanto, estimativas referentes à seleção das vidas-úteis do ativo imobilizado, provisão para perdas nas operações de crédito, provisão para contingências e outras similares. 3. Principais Práticas Contábeis As principais práticas contábeis adotadas na elaboração dessas demonstrações contábeis estão definidas a seguir: 3.1. Disponibilidades, Títulos e Valores Mobiliários e Relações Interfinanceiras As disponibilidades, os títulos e valores mobiliários e as relações interfinanceiras são avaliados pelo custo ou valor de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidos. Compreendem dinheiro em caixa, depósitos bancários e outros investimentos de curto prazo de alta liquidez Operações de Crédito As operações de crédito com encargos financeiros pré-fixados estão registradas a valor futuro, retificadas por conta de rendas a apropriar. A provisão para perdas com as operações de crédito é constituída em montante julgado suficiente pela administração para cobrir eventuais perdas na realização dos valores a receber, levando-se em consideração a análise das operações em aberto, as garantias existentes, a capacidade de pagamento e liquidez do tomador do crédito e os riscos específicos apresentados em cada operação, contemplando todos os aspectos determinados na Resolução do BACEN, que determina a classificação das operações por nível de risco Depósitos em Garantia Existem situações em que a cooperativa questiona a legitimidade de determinados passivos (PIS e COFINS). Por conta desses questionamentos, os valores em questão estão depositados em juízo, sem que haja a caracterização da liquidação do passivo Investimentos Os investimentos são avaliados ao custo de aquisição Imobilizado Instalações, móveis e equipamentos de uso, sistema de comunicaçãoequipamento, máquinas e equipamentos-hardware e direito de usosoftware são demonstrados pelo custo de aquisição. A depreciação é calculada pelo método linear para baixar o custo de cada ativo a seus valores residuais de acordo com as taxas divulgadas na Nota 8, que levam em consideração a vida útil econômica dos bens. Ganhos e perdas em alienações são determinados pela comparação dos valores de alienação com o valor contábil e são incluídos no resultado não operacional. 6

7 3.6. Demais Ativos e Passivos Circulantes e Não Circulantes Os demais ativos são apresentados ao valor de custo ou de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidos. Os demais passivos são demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e das variações monetárias incorridos Apuração do Resultado Os ingressos e dispêndios são registrados de acordo com o regime de competência. As operações de crédito com taxas pré-fixadas são registradas pelo valor de resgate, e os ingressos e dispêndios correspondentes ao período futuro são apresentados em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. Os ingressos e dispêndios de natureza financeira são contabilizados pelo critério pro - rata temporis e calculados com base no método exponencial, exceto aquelas relativas a títulos descontados, que são calculadas com base no método linear. O resultado é apurado pelo regime de competência e inclui os rendimentos e despesas de natureza financeira, incidentes sobre os ativos e passivos. No exercício de 2013, a Credifisco obteve um resultado de R$ ,22 (Setenta e nove mil, vinte e sete reais e vinte e dois centavos). Após a transferência para o Fates do resultado com atos não cooperativos (R$ ,56), e deduzindo as provisões para IRPJ (R$ 8.244,74) e CSLL (R$ 8.244,74) sobre as receitas de atos não cooperativos, foi apurado um resultado de R$ ,18 (Vinte e seis mil, seiscentos e dezoito reais e dezoito centavos). Após a destinação obrigatória de 10% para Reserva Legal (R$ 2.661,82) e 10% para o FATES (R$ 2.661,82), obtivemos o resultado liquido de R$ ,54 (Vinte e um mil, duzentos e noventa e quatro reais e cinquenta e quatro centavos), representando uma rentabilidade anual sobre o Patrimônio Líquido de 0,87%. Os vinte maiores devedores representavam em 31/12/2013, o percentual de 36,67% da carteira no montante de R$ ,82 (dois milhões, cento e setenta e três mil, duzentos e cinquenta e um reais e oitenta e dois centavos.). 4. Aplicações Financeiras 4.1. R$ ,96 referem-se a aplicações em fundos de curto prazo/caderneta de poupança efetuadas no Banco do Brasil SA. Os rendimentos obtidos nessas aplicações financeiras são considerados atos não cooperativos, e foram transferidos para FATES deduzidos dos impostos: PIS, COFINS, IRPJ e CSLL. 5. Operações de crédito a) Composição por tipo de operação, e classificação por nível de risco de acordo com a Resolução CMN nº de 21/12/1999: Nível / Percentual de Emprést. / Risco / Situação Tít. Desc. Total em 2013 Provisões 2013 A 0,5% Normal , , ,34 B 1% Normal , , ,80 C 3% Normal , , ,82 D 10% Vencidas 7.264, ,00 726,40 F 50% Normal 2.034, , ,10 G 70% Vencidas 3.053, , ,21 H 100% Normal 2.794, , ,41 H 100% Vencidas 2.297, , ,98 Total Normal , , ,47 Total Vencido , , ,59 Total Geral , , ,06 Provisões , , ,06 Total Líquido , ,76 - b) Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa de operações de crédito e outros créditos com características de concessão de crédito: Descrição Saldo Inicial (18.527,97) (20.358,11) Constituições/Reversões no Exercício Transferência/Reversões para Prejuízo no Exercício (39.736,62) ,52 (25.308,47) ,61 Total (21.894,07) (18.527,97) c) Concentração dos Principais Devedores: Descrição 2013 % Carteira Total 2012 % Carteira Total Maior Devedor ,08 2, ,53 2,80 10 Maiores Devedores 50 Maiores Devedores , ,43 21,46 64, , ,96 22,53 64,09 d) Créditos Baixados Como Prejuízo, baixadas e recuperados: Descrição Saldo Inicial 0, ,64 Valor das operações recuperadas no período (0,00) (1.174,64) Saldo Final 0,00 0,00 6. Outros Créditos Valores referentes as importâncias devidas à Cooperativa por pessoas físicas ou jurídicas domiciliadas no País, inclusive as resultantes do exercício corrente, conforme demonstrado: Descrição Rendas a Receber 0,00 0,00 Adiantamentos e Antecipações Salariais 0,00 0,00 Devedores por Depósito e Garantia , ,25 Devedores Diversos 266,02 151,27 Prêmios de Seguro 366,12 268,92 Total , ,44 7. Investimentos 7.1. O saldo em 2012 é representado por aportes de capital e o recebimento de distribuição de sobras efetuados pela SICOOB CREDFAZ. Em 2013 este valor foi devolvido pela SICOOB CREDFAZ pela desfiliação. Discriminação Quotas (SICOOB CREDFAZ) 0, ,62 Total 0, ,62 7 Relatório 2013

8 8. Imobilizado de Uso Demonstrado pelo custo de aquisição, menos depreciação acumulada. As depreciações são calculadas pelo método linear, com base em taxas determinadas pelo prazo de vida útil estimado conforme abaixo: IMOBILIZADO Taxas Dezembro 2013 Dezembro 2012 Terrenos 0% , ,80 Imóveis de Uso 4% , ,45 Instalações 10% , ,95 Móveis e Equipamentos em Uso 10% , ,24 Sistema de Comunicação - Equipamentos 10% 1.750, ,00 Máquinas e Equipamentos (Hardware) 20% , ,97 Direito Uso (Software) 20% , ,00 (-) Depreciação Acumulada - ( ,86) ( ,10) Total Imobilizado Líquido de Depreciação , ,31 9. Depósito As captações, no total de R$ ,02 representam os depósitos à prazo, e os vinte maiores depositantes representavam em 31/12/2013 o percentual de 77,90% do montante. As operações de depósito a prazo representam a captação de recursos dos cooperados e está assim representado: DEPÓSITO A PRAZO Dezembro 2013 Dezembro 2012 Depósito a Curto Prazo - RDC , ,64 (-) Despesas a Apropriar - RDC (31,01) (10.138,77) Total , ,87 Em janeiro de 2005, entrou em vigor a lei que alterou a tributação do mercado financeiro e de capitais, estabelecendo alíquotas de imposto de renda de acordo com o prazo de aplicação: - 22,5% até 180 dias; - 20% de 181 a 360 dias; -17,5% de 361 a 720 dias; -15% acima de 720 dias. 10. Outras Obrigações Descrição (a) FATES - Fundo Assist. Técnica, Educacional e Social , ,76 (b) Remuneração do Capital a Pagar 0, ,00 Cotas de Capital a Pagar , ,22 Obrigações Sociais (INSS/FGTS/SINDICAL) , ,49 Provisão para Despesas com Pessoal , ,20 (c) Provisão para Passivos Contingentes , ,25 (d) Provisão para Despesas Administrativas 12,209, ,47 (e) Taxa Garantidora , ,98 Credores Diversos 323,38 385,39 Impostos a Recolher 6.922,75 421,83 Total , ,59 a) O FATES é destinado a atividades educacionais, à prestação de assistência aos cooperados, seus familiares e empregados da cooperativa, é constituído pelo resultado dos atos não cooperativos e por 10% das sobras líquidas do exercício, conforme determinação estatutária. A classificação desses valores em conta de passivo segue determinação do plano de contas do COSIF; b) refere-se à provisão de Juros Sobre Capital Próprio constituída pela CREDIFISCO durante o exercício de Obs: Não foi provisionado Juros sobre o capital durante o exercício de 2013; c) PIS e COFINS - quando do advento da lei no /98, a cooperativa entrou com ação judicial questionando a legalidade da inclusão de seus ingressos decorrentes de atos cooperados na base de cálculo do PIS e COFINS. Com base no artigo 30 da Lei nº /2004 as Cooperativas de Crédito ficaram dispensadas do recolhimento do PIS e da COFINS sobre os atos cooperativos; conseqüentemente, registrou as correspondentes obrigações referentes ao período de março de 1999 a julho de 2004, sendo que os valores equivalentes foram depositados em juízo e estão contabilizados na rubrica Depósitos em Garantia. OBS: a partir da desfiliação do SICOOB CENTRAL CECREMGE, a CREDIFISCO passou a recolher o PIS e a COFINS sobre os atos não cooperativos; d) do valor da data base de 31/12/2013, R$ 4.383,00 se refere a despesas com a elaboração de relatório de gestão; e) provisão constituída conforme resolução da CREDIFISCO nº 02/2009, garante a cobertura de valores devidos por cooperados em caso de falecimento destes. 11. Fundo de Assistência Técnica Educacional e Social - FATES A movimentação do FATES durante os períodos comparados é a seguinte: Demonstração da Constituição e Aplicação do FATES no ano de 2013 SALDOS Saldo Inicial em ,76 Recursos do Semestre Transferido de Sobras/ANC 8.665,55 Total dos Recursos 8.665,55 Aplicações no Semestre Auxílio Educação/Bolsa Estágio 5.976,42 Cursos Diversos 100,00 Promoções ,11 Total das Aplicações (27.309,53) (18.643,98) Saldo em ,78 Recursos do Semestre Transferido de Sobras/ANC ,94 Total dos Recursos ,94 Aplicações no Semestre Auxílio Educação/Bolsa Estágio 7.323,46 Cursos Diversos 0,00 Promoções ,34 Total das Aplicações (54.395,80) 8.060,14 Saldo Final em , Patrimônio Líquido O capital social integralizado, pertencente integralmente aos cooperados sendo representado, em 31/12/2013 por cotas de valor nominal R$ 1,00 cada uma e em 31/12/2012 por quotas mantido o mesmo valor nominal; Antes das destinações dos fundos obrigatórios a Cooperativa transfere para o FATES o resultado com atos não cooperativos; Reserva Legal - refere-se à constituição do Fundo de Reservas das Cooperativas, determinado pela Lei 5.764/71 e destina-se a cobrir prejuízos eventuais e imprevistos. É calculado na forma do estatuto, à razão de 10%, no mínimo, da sobra líquida de cada exercício. 8

9 Fundo de Assistência Técnica Educacional e Social - FATES - calculado a razão de 10%, no mínimo, das sobras do período. Destinação do Resultado - as sobras líquidas de cada exercício, após a constituição do Fundo de Reserva e do Fates, ficam submetidos à deliberação da Assembléia Geral Ordinária: Descrição Sobras líquidas, base de cálculo das destinações , ,15 Destinações estatutárias Reserva legal - 10% 2.661, ,52 Fundo de assistência técnica, educacional e social - 10% 2.661, ,52 Sobras à disposição da Assembleia Geral , , Partes Relacionadas As partes relacionadas existentes são as pessoas físicas que têm autoridade e responsabilidade de planejar, dirigir e controlar as atividades da cooperativa e membros próximos da família de tais pessoas. As operações são realizadas no contexto das atividades operacionais da Cooperativa e de suas atribuições estabelecidas em regulamentação específica. Nos termos do art. 31, 2º da Resolução 3.442/2007, do Conselho Monetário Nacional, a concessão de créditos e a prestação de garantias a membros de órgãos estatutários devem observar critérios idênticos aos utilizados para os demais associados. As operações com tais partes relacionadas não são relevantes no contexto global das operações da cooperativa, e caracterizamse basicamente por transações financeiras em regime normal de operações, com observância irrestrita das limitações impostas pelas normas do Banco Central, tais como movimentação de contas correntes, aplicações e resgates de RDC e operações de crédito. Montante das operações ativas no exercício de 2013: MONTANTE DAS OPERAÇÕES ATIVAS % em relação à carteira total R$ ,72 11,06% Foram realizadas transações com partes relacionadas, na forma de: depósito a prazo e empréstimos, à taxa/remuneração relacionada no quadro abaixo, por modalidade: Natureza das Operações Ativas e Passivas Empréstimos R$ ,53 Aplicação Financeira R$ ,26 Taxas aplicadas em relação às partes relacionadas Taxa aprovada pelo Conselho de Administração/Diretoria Executiva Taxa média 1,88% De 1,45% a 2,5% *Taxa média 0,46% De 0,42% a 0,55% No exercício corrente os benefícios monetários destinados às partes relacionadas foram representados por honorários, apresentando-se da seguinte forma: BENEFÍCIOS MONETÁRIOS EXERCÍCIO DE 2013 Honorários R$ , Cobertura de Seguros Em 31 de dezembro de 2013, os seguros contratados são considerados suficientes pela administração para cobrir eventuais sinistros relacionados a garantia de valores da cooperativa. 15. Composição da Diretoria e Conselhos DIRETORIA EXECUTIVA Diretora Presidente Diretor Financeiro Diretor Administrativo CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Efetivos Suplentes Rosa Maria Bicalho Geraldo Hélcio Fontes Oneida Cunha de Macedo Nunes Carlos Alberto Ramos Geraldes Pacheco Délson Roberto Braga de Sousa Eugênio Cota Guimarães Geraldo Hélcio Fontes Maria Angelica Bernardes Maria Cristina Roza da Costa Neusa Magalhães Pereira da Silva Oneida Cunha de Macedo Nunes Rosa Maria Bicalho Clarita Ayres Carneiro de Souza Marilena Fonseca Fernandino Sebastião Rômulo Russo Operações ativas e passivas saldo em 31/12/2013: Presidente Fernando de Bulhões Lacerda Pereira OPERAÇÕES ATIVAS SALDO 31/12/13 NATUREZA DA OPERAÇÃO DE CRÉDITO VALOR DA OPERAÇÃO DE CRÉDITO PCLD (PROVISÃO PARA CRÉDITO DE LIQUIDAÇÃO DUVIDOSA) % DA OPERAÇÃO DE CRÉDITO EM RELAÇÃO À CARTEIRA TOTAL CONSELHO FISCAL Efetivos Suplentes Secretário José Maria Borges Secretário Anisia Eustaquia Koury Ferreira Mariângela Eduarda Braga Binda Olavo Antônio Vitoriano Suely Polisseni Cordeiro Empréstimo R$ ,53 R$ 1.079,52 9,93% OPERAÇÕES PASSIVAS - SALDO EM 31/12/2013 Aplicações Financeiras % em relação à carteira total Taxa Média - % R$ ,26 12,03 0,46 CONTABILIDADE Ruas e Martins Contadores Associados S/C Ltda. CNPJ / CRC/MG /00-7. Contador Responsável: Sérgio Ruas Martins - CRC/MG 68533/0-8 Aplicações Credifisco Invista com segurança e rentabilidade garantida RDC - Recibo de Depósito Cooperativo (31) Relatório 2013

10 Balanço Patrimonial (31/12/2013 e 31/12/2012) ATIVO 31/12/13 Vertical 31/12/12 Vertical Variação Horizontal CIRCULANTE Caixa 500,00 0,03% 500,00 0,03% - 0,00% Depósitos Bancários ,72 0,70% 9.362,62 0,53% 2.121,10 22,65% Aplicações Financeiras ,96 65,94% ,71 66,77% (99.328,75) -8,40% Empréstimos a Cooperados ,78 24,09% ,77 24,11% (31.298,99) -7,33% (-) Provisão p/ Liquidação Duvidosa (10.880,31) -0,66% (5.047,66) -0,28% (5.832,65) 115,55% Depósitos Judiciais ,76 9,86% ,25 8,83% 5.624,51 3,59% Devedores Diversos 266,02 0,02% 151,27 0,01% 114,75 75,86% Prêmios de Seguro 366,12 0,02% 268,92 0,02% 97,20 36,14% Total do Circulante ,05 100,00% ,88 100,00% ( ,83) - NÃO CIRCULANTE Realizável a Longo Prazo Empréstimos a Cooperados ,04 100,62% ,97 100,83% ,07 9,07% (-) Provisão p/ Liquidação Duvidosa (11.013,76) -0,62% (13.480,31) -0,83% 2.466,55-18,30% Subtotal ,28 100,00% ,66 100,00% ,62 9,29% Investimentos Quotas Sicoob Central Cecremge/CREDFAZ ,62 100,00% (2.063,62) -100,00% Subtotal - 0,00% 2.063,62 100% (2.063,62) -100,00% Imobilizado Terrenos ,80 16,62% ,80 15,89% - 0,00% Imóveis de Uso ,45 113,98% ,45 108,96% - 0,00% Móveis e Equipamentos em Uso ,44 20,72% ,24 19,53% 635,20 1,39% Instalações ,95 10,65% ,95 10,18% - 0,00% Máquinas e Equipamentos (Hardware) ,97 19,38% ,97 18,34% 419,00 0,98% Direito Uso (Software) ,38 6,88% 5.699,00 2,44% 9.641,38 169,18% Sistema de Comunicação 1.750,00 0,78% 1.750,00 0,75% - 0,00% (-) Depreciação Acumulada ( ,86) -89,00% ( ,10) -76,09% (20.970,76) 11,81% Subtotal ,13 100,00% ,31 100,00% (10.275,18) - Intangivel Licenciamento Direito Uso (Software) , , ,00% (-) Amortização Acumulada (12.376,89) - (12.332,37) - (44,52) 0,36% Subtotal - 100,00% 44,52 100,00% (44,52) - Total do Não Circulante ,41 0,00% ,11 0,00% (12.383,32) - Total do Ativo , ,99 - ( ,15) - PASSIVO 31/12/13 Vertical 31/12/12 Vertical Variação Horizontal CIRCULANTE Depósito a Curto Prazo - RDC ,02 49,12% ,64 48,40% ,38 1,77% (-) Despesas a Apropriar - RDC (31,01) 0,00% (10.138,77) -0,86% ,76-99,69% Fundo Assist. Técnico Educacional ,92 4,84% ,76 5,75% (10.583,84) -15,57% Remuneração do Capital a Pagar - 0,00% ,00 5,07% (60.000,00) -100,00% Cotas de Capital a Pagar ,36 11,03% ,22 10,01% ,14 10,52% Obrigações Sociais (INSS/FGTS/SINDICAL) ,07 0,86% 8.957,49 0,76% 1.229,58 13,73% Provisão p/despesas c/ Pessoal ,20 1,73% ,20 1,65% 1.002,00 5,14% Provisão p/passivos Contigentes ,76 13,66% ,25 13,23% 5.624,51 3,59% Provisão p/desp. Administrativas ,80 1,03% ,47 1,18% (1.795,67) -12,82% Taxa Garantidora ,07 17,12% ,98 14,74% ,09 16,48% Credores Diversos 323,38 0,03% 385,39 0,03% (62,01) -16,09% Impostos Recolher 6.922,75 0,58% 421,83 0,04% 6.500, ,12% Total do Circulante ,32 100,00% ,46 100% PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital Social ,92 80,75% ,56 80,35% ,36 0,74% Reserva de Lucros (Reserva Legal) ,68 18,38% ,86 17,91% ,82 2,90% Sobras e Perdas Acumuladas ,54 0,87% ,11 1,74% (21.245,57) -49,94% Total do Patrimônio Líquido ,14 100,00% ,53 100,00% 5.974,61 Total do Passivo , , ,47-10

11 Demonstração das Mutações Patrimoniais (31/12/2013) Descrição das Mutações Ocorridas Capital Social Reserva de Lucros Sobras Acumuladas Total Final Saldo em , , , ,82 Integralização de Capital 1º Semestre/ , ,86 Amortização de Empréstimos (32.031,59) - - (32.031,59) Devolução de Capital 1º Semestre/2.012 (69.924,39) - - (69.924,39) Transferido de Juros s/ Capital , ,97 Capital a Pagar (1.047,55) - - (1.047,55) Resultado Líquido do 1º Semestre/ , ,46 Transferido de Sobras Acumuladas , ,00 Transferido para Fundo de Reserva - - (20.000,00) (20.000,00) Transferido para FATES - - (56.727,47) (56.727,47) Saldo em , , , ,11 Integralização de Capital 2º Semestre/ , ,06 Amortização de Empréstimos (90.657,22) - - (90.657,22) Devolução de Capital 2º Semestre/2.012 (12.603,88) - - (12.603,88) Capital a Pagar (45.153,82) - - (45.153,82) Resultado Líquido do 2º Semestre/ , ,52 Transferido de Sobras Acumuladas , ,52 Transferido para Fundo de Reserva - - (5.317,52) (5.317,52) Transferido para FATES - - (10.511,24) (10.511,24) Saldo em , , , ,53 Integralização de Capital 1º Semestre/ , ,30 Amortização de Empréstimos (60.821,73) - - (60.821,73) Devolução de Capital 1º Semestre/2.013 (64.662,60) - - (64.662,60) Capital a Pagar Resultado Líquido do 1º Semestre/ , ,70 Transferido de Sobras Acumuladas Transferido para Fundo de Reserva Transferido para FATES - - (8.665,55) (8.665,55) Saldo em , , ,26 2, ,65 Integralização de Capital 2º Semestre/ , ,61 Amortização de Empréstimos (59.843,80) - - (59.843,80) Devolução de Capital 2º Semestre/2.012 (84.693,42) - - (84.693,42) Capital a Pagar Resultado Líquido do 2º Semestre/ , ,04 Transferido de Sobras Acumuladas , ,82 Transferido para Fundo de Reserva - - (12.661,82) (12.661,82) Transferido para FATES - - (62.455,94) (62.455,94) Saldo em , , , ,14 CONFIRA AS LINHAS DE CRÉDITO CREDIFISCO: - Crédito Pessoal Cooperativo - Crédito Especial Cooperativo - Antecipação de 13º Salário - Antecipação de Restituição IR - Empréstimo Expresso 11 Relatório 2013

12 Demonstração das Sobras e Perdas dos Exercícios Encerrados em 31/12/2013 e 31/12/2012 (em R$) I T E N S 2º Sem /12/2013 % 31/12/2012 % Variação % RECEITAS BRUTAS Receitas de Operações de Crédito , ,65 76,90% ,48 75,68% (38.699,83) -6,72% Rendimento Aplicações Financeiras , ,06 11,77% ,15 9,73% 8.197,91 11,07% Recuperação Despesas de Captação - 0,50 0,00% 1.174,64 0,15% (1.174,14) -99,96% Receitas Administrativas , ,10 10,11% ,42 9,63% (2.645,32) -3,61% Outras Receitas 1.120, ,81 1,22% ,33 4,80% (28.022,52) -76,65% Total Receita Intermediação Financeira , ,12 100,00% ,02 100,00% (62.343,90) -8,19% Menos: Custo de Captação Despesas de Captação , ,64 90,19% ,36 104,32% (13.268,72) -30,00% Provisão Crédito Liquidação Duvidosa 234, ,10 9,81% (1.830,14) -4,32% 5.196,24-283,93% Custo da Intermediação Financeira , ,74 100,00% ,22 100,00% (8.072,48) -19,04% LUCRO BRUTO , , ,80 - (54.271,42) -7,55% DESPESAS Mensalidade Sicoob Central Cecremge - - 0,00% 4.433,48 0,78% (4.433,48) -100,00% Despesas com Pessoal , ,26 28,45% ,54 27,25% ,72 7,53% Previdência Social/FGTS , ,08 11,52% ,51 11,41% 2.559,57 3,94% Assistência Social a Empregados , ,12 6,25% ,21 6,63% (1.062,09) -2,82% Impostos e Contribuições Legais 7.289, ,73 2,25% ,52 2,15% 975,21 7,99% Condução e Transporte 2.728, ,63 0,99% 5.872,80 1,03% (67,17) -1,14% Despesas de Comunicação , ,20 5,11% ,12 7,37% (11.965,92) -28,56% Serviços Terceirizados , ,00 6,26% ,00 7,14% (3.966,00) -9,76% Processamento de Informações , ,37 9,18% ,05 7,65% ,32 23,59% Despesas Bancárias 1.699, ,42 0,91% 6.119,36 1,08% (776,94) -12,70% Despesas da Administração , ,10 25,48% ,69 24,04% ,41 9,17% Depreciação e Amortização , ,28 3,59% ,72 3,48% 1.201,56 6,06% Total Despesas Operacionais , ,19 100,00% ,00 100,00% ,19 2,98% Resultado , , ,80 - (71.214,61) -47,43% Despesas Juros s/ Depósitos Judiciais (3.046,74) (5.543,41) - (5.729,75) - 186,34 - Receitas Juros s/ Depósitos Judiciais 3.127, , ,75 - (105,24) - Outras Receitas SOBRAS LÍQUIDAS DO PERÍODO , , , ,51 47,37% Destinações IRPJ 6.255, , ,41 - (2.426,33) -41,70% CSLL 6.255, , ,41 - (2.426,33) -41,70% Fates (destinação de sobras) , , ,35 - (2.084,97) -6,80% Fundo para Reserva Legal , , , ,30 138,12% SOBRAS APÓS AS DESTINAÇÕES (8.090,61) , ,11 - (81.245,50) -79,23% Juros Sobre o Capital - 0, ,00 - (59.999,93) -100,00% SOBRAS À DISPOSIÇÃO DA AGO (8.090,61) , ,11 - (21.245,57) -49,94% Quantidade de Quotas Capital , , ,00 0,74% Sobras/Prejuízo Líquidas por Quota - 0,01-0,02 - (0,01) -50,31% Total do Patrimônio Líquido , , ,61 0,24% Valor Patrimonial por Quota de Capital - 1,2384-1, (0,01) -0,49% Área Restrita do Cooperado Mais facilidade para você no site da Credifisco Quem é Cooperado Credifisco agora pode consultar sua movimentação a hora que desejar. Basta acessar o site da Credifisco e inserir seu usuário* e sua senha* no campo Área Restrita para acompanhar, onde e quando você quiser, toda a sua vida financeira. * Para receber seu usuário e senha, é necessário ligar para (31) e solicitar seu cadastramento. 12

13 Demonstração dos Fluxos de Caixa pelo Método Indireto DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA PELO MÉTODO INDIRETO 2 Sem FLUXOS DE CAIXA DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS Sobras/(perdas) líquidas antes imposto de renda e contribuição social , , ,98 Contas de resultado credoras , , ,38 Contas de resultado devedoras , , ,40 Apuração de resultado (imposto de renda e contribuição social) Ajustes as sobras/perdas líquidas: (não afetaram o caixa) , , ,72 (Despesas de amortização) - 44,52 191,64 (Despesas de depreciação) , , ,08 (Despesas de ajustes em investimentos em coligadas e controladas) Apuração de resultado (imposto de renda e contribuição social) Outros ajustes Variações patrimoniais: (afetaram o ,58 resultado/receitas e despesas) ( ,58) ,13 Aplicações interfinanceiras de liquidez Títulos e valores mobiliários Relações interfinanceiras Relações interdependências Operações de crédito (20.714,55) ( ,98) ,48 Outros créditos ,22 (5.836,46) (3.060,46) Outros valores e bens Depósitos , ,14 (99.428,31) Instrumentos financeiros derivativos Outras obrigações ,24 (16.902,28) ,42 Receitas de exercícios futuros Ajuste ao valor de mercado-tvm e Instrumentos Financeiros Derivativos Outros ajustes Demonstração dos Fluxos de Caixa pelo Método Indireto (cont.) DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA PELO MÉTODO INDIRETO 2 Sem Alienação de investimentos , ,23 Alienação de imobilizado de uso - 44,49 Aquisição de investimentos - (3.715,02) (2.063,62) Aquisição de imobilizado de uso (7.135,20) (10.695,58) (13.870,79) Aplicação no diferido Aplicação no Ativo Intangível Outros Ajustes FLUXOS DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO (83.573,55) (56.563,20) (56.103,27) Variações patrimoniais: Aumento de Capital Social , , ,92 Redução de Capital Social ( ,22) ( ,55) ( ,45) Reservas de capital Reservas de reavaliação Reservas de lucros Despesas de juros ao capital - (0,07) (60.000,00) Juros incorporados ao capital ,97 Constituição do Exercício - FATES (62.455,94) (71.121,49) (67.238,71) Obrigações por operações compromissadas Empréstimos no país - instituições oficiais Empréstimos no país - outras instituições Empréstimos no exterior Repasses do país - instituições oficiais Outros ajustes CAIXA LÍQUIDO USADO NAS ATIVI- DADES DE FINANCIAMENTO Aumento líquido de caixa e de equivalentes de caixa (83.573,55) (56.563,20) (56.103,27) (11.743,06) (97.207,65) ,87 CAIXA LÍQUIDO PROVENIENTE DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS FLUXOS DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO ,69 (32.012,49) ,83 (7.135,20) (8.631,96) ,31 Variação Líquida das disponibilidades (11.743,06) (97.207,65) ,87 Caixa e equivalentes de caixa no início do período Caixa e equivalentes de caixa no fim do período , , , , , ,33 Aqui na credifisco você é o dono! A Credifisco é um cooperativa de crédito. Isso significa que, ao se tornar um cooperado, você passa a ser um dos donos do capital social. Além de maior poder de participação e tomadas de decisão, você passa a usufruir de taxas e condições especiais. Junte-se já à Credifisco! Você tem privilégios de dono sem pagar nada mais por isso. 13 Relatório 2013

14 Parecer do Conselho Fiscal Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras Expediente Informativo da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Integrantes das Carreiras de Auditoria Fiscal da Receita Federal do Brasil, Servidores e Funcionários do Ministério da Fazenda em Minas Gerais Ltda. Sede: Rua da Bahia, 1033, 7.º andar, Centro Belo Horizonte - MG - CEP: CNPJ: Home-page: CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO: Diretoria- Executiva: Diretora-Presidente: Rosa Maria Bicalho Diretora-Administrativa: Oneida Cunha de M. Nunes Diretor-Financeiro: Geraldo Hélcio Fontes Conselheiros Efetivos: Carlos Alberto Ramos Geraldes Pacheco, Delson Roberto Braga de Sousa, Eugênio Cota Guimarães, Maria Cristina Roza da Costa, Neusa Magalhães Pereira da Silva, Maria Angélica Bernardes, Oneida Cunha de Macedo Nunes, Rosa Maria Bicalho, Geraldo Hélcio Fontes. Conselheiros Suplentes: Marilena Fonseca Fernandino, Clarita Ayres Carneiro de Souza, Sebastião Rômulo Russo. CONSELHO FISCAL: Efetivos: Presidente: Fernando de Bulhões Lacerda Pereira, Secretários: José Maria Borges, Anísia Eustáquia Koury Ferreira. Suplentes: Mariângela Eduarda Braga Binda, Olavo Antônio Vitoriano, Suely Polisseni Cordeiro. OUVIDORIA CREDIFISCO: Ouvidor: Sebastião Rômulo Russo Diretor-responsável: Geraldo Hélcio Fontes EQUIPE ADMINISTRATIVA: Gerente Administrativa: Síntia Cássia do Carmo Santos Auxiliares Administrativas / Financeiro: Adriana Márcia Martins Laís Gomes de Oliveira Nathália Santos Silvestre JORNAL CREDIFISCO - Relatório de Gestão Ano 2013: Assessoria de Comunicação: Agência Ciclo Alessandra Amaral Reg. Prof.: Editoração: RLM Comunicação e Marketing Tiragem: 700 exemplares Impressão: Paulinelli Serviços Gráficos CONTABILIDADE: CNPJ: / CRC/MG: /00-7 Contador Responsável: Sérgio Ruas Martins CRC/MG: 68533/0-8O 14

15 Balanço Social Evolução do Quadro Social Composição do quadro social Situação Funcional 0,9% 0,7% 2,1% 4,7% 28,4% 14,7% 48,4% Aposentados: 28,4% Ativos: 48,4% Familiares cooperados: 14,7% Empresas: 0,9% Pensionistas: 4,7% Funcionários: 2,1% Prestadores de serviço: 0,7% Faixa Etária 0 % ,33% ,89% ,16% 0,9% 8,2% 13,2% 18,6% 59,1% 75 anos ou mais: 18,6% Entre 65 e 75 anos: 13,2% Entre 40 e 65 anos: 59,1% Menos de 40 anos: 8,2% Empresas: 0,9% Contribuições para a Sociedade Tributos recolhidos - Comparativo 2012 / Sexo 49,1% 50% 0,9% Homens: 49,1% Mulheres: 50% Empresas: 0,9% R$ ,67 R$ , Situação ,6% 81,4% Direto: 81,4% Indireto: 18,6% Cidade Impostos recolhidos: INSS, FGTS, IRRF s/ folha a recolher, IRRF s/ serviços PJ a recolher, IRRF s/ juros ao capital, IRRF s/ RDC a recolher, IRRF s/ folha de pagamento, taxa de incêndio, TLFF, IPTU. 28,8% 71,2% Belo Horizonte: 71,2% Outras cidades: 28,8% ATUALIZE SEU CADASTRO ENTRE EM CONTATO CONOSCO PARA ATUALIZAR SEUS DADOS Relatório 2013

16 Remetente: CREDIFISCO MG LTDA Telefax: (31) Rua da Bahia, 1033, 7 o andar Centro CEP: BH/ MG

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