Ressalto que o texto intermeia relatos com opiniões pessoais, e portanto, é

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Ressalto que o texto intermeia relatos com opiniões pessoais, e portanto, é"

Transcrição

1 do Brasil Uma definição* "Cooperativismo é a doutrina que preconiza a colaboração e a associação de pessoas ou grupos com os mesmos interesses, a fim de obter vantagens comuns em suas atividades econômicas. O associacionismo cooperativista tem por fundamento o progresso social da cooperação e do auxílio mútuo segundo o qual aqueles que se encontram na mesma situação desvantajosa de competição conseguem, pela soma de esforços, garantir a sobrevivência." Apresentação O presente texto se pauta na experiência do que temos acompanhado há cerca de sete anos do trabalho de criação e manutenção das Coopercon DF e Coopercon BR e serve como uma proposta de texto prévio para incitar pensamentos e análises por parte dos cooperados que participarão do Encontro das Cooperativas regionais sob a coordenação da Coopercon BR previsto para o próximo dia 15 de março das 8h30 às 18h00 no Secovi-SP e no qual discutiremos o Planejamento Estratégico da entidade. Ressalto que o texto intermeia relatos com opiniões pessoais, e portanto, é seguro que o leitor pode concordar ou não do todo ou de parte do mesmo, sua maior utilidade é incitar discussões. Breve histórico A Coopercon BR foi criada em agosto de 2010 fruto bastante do trabalho do Sr Sarkis Nabi Curi presidente da Comat- Cbic e primeiro presidente da entidade. A fundação da entidade coroou anos de trabalho de conscientização e que envolveu visitas variadas a diversas regiões do Brasil, 12 cooperativas participaram da assinatura da ata de criação; CE,PI, Al, PE, MA, PB,BA,RN,SE, RS,DF,GO. Em São Paulo foi criada uma associação entre as cooperativas denominada Compracon-SP, que por razões pessoais optou por não se filiar à Coopercon-BR.

2 Para manutenção financeira da entidade na fase inicial, foi determinado em estatuto que cada uma das cooperativas fundadoras contribuiriam com 12 cotas mensais de R$ 1.000,00(Hum mil reais), a efetivação da filiação na forma de pagamento de cotas é uma obrigação jurídica e consta na lei do cooperativismo 5674 de O principal objetivo da Coopercon BR, ou ao menos o mais visível na sua criação, foi a unificação dos cooperados em torno da busca de preços mais competitivos para produtos como aço e cimento materializada em diversas tentativas da Comat - Cbic para importação do aço através de tradings, bem como ações junto ao CADE de questionamento contra possível pacto entre produtores de cimento e aço para formação de preços. No processo de sensibilização para criação das cooperativas regionais foi dado destaque às ações de sucesso patrocinadas pela Coopercon -CE, fundada em 1997, e representantes desta cooperativa foram convidados por sindicatos de várias regiões do país a prestarem depoimento acerca da relevante experiência. Exceção feita às cooperativas do CE e PE, mais antigas, as demais o surgiram num intervalo próximo de tempo, e antes mesmo da fundação da Coopercon -BR a maioria das cooperativas regionais já se envolviam com negociações que lhes rendiam bons e animadores resultados. Novo Momento Criada a Coopercon BR imediatamente pudemos perceber uma mudança na sua forma de trabalho e organização. Como tínhamos agora uma entidade constituída as discussões passaram a ocorrer de forma mais colegiada e novas sugestões de metas eram constantemente emitidas nas reuniões periódicas, antes e depois de sua criação, e mesmo a bandeira principal, luta em favor de preços de aço e cimento mais favoráveis, passou a contar com novas nuances de abordagem que não apenas a importação do produto via trading.

3 Sempre pareceu consenso que a Coopercon BR deveria centralizar o foco na aquisição de insumos de maior peso na curva ABC. O que entendíamos como melhor caminho era manter a Coopercon BR focada apenas em cimento e aço, mas rotineiramente sugestões do tipo, financiamento à produção, locação e aquisição de equipamentos eram colocadas à mesa, sem contar que a cada reunião novos fornecedores de produto e serviço eram apresentados, processo que foi tomando boa parte do tempo das reuniões dos envolvidos na criação da Coopercon-BR, antes mesmo até da sua fundação. Esta tendência se acentuou com a contratação do consultor de negócios logo após o ENIC -SP, agosto de Em que pese ter sido a nós apresentado uma gama extremamente variada de produtos, muito pouco foi assimilado pelos cooperados. Todavia cabe aqui questionar se não haveria alguma forma de melhor aproveitar este canal de comércio, foi mencionado por representante de uma das cooperadas que antes da pesquisa de produtos seria importante organizarmos uma prospecção entre os cooperados para conhecermos a demanda real. Ainda no que diz respeito as negociações é importante ressaltar que para que tenhamos sucesso nas mesmas é fundamental que construtoras e cooperativas honrem o compromisso realizado, do contrário a Coopercon- BR cai em descrédito entre os fornecedores, e sendo assim é bom pensarmos se todos nós cooperados já atingimos este grau de maturidade. Em abril 2012, em virtude de razões pessoais, o Sr Nabi Sarkis Curi foi obrigado a deixar a presidência da Coopercon -BR assumindo em seu lugar o Sr Dionyzio A.M Klavdianos, presidente da Coopercon-DF. Mantivemos uma rotina de reuniões trimestrais para tratar de temas vários com ênfase na discussão de formas para aquisição dos insumos de maior peso na curva ABC, notadamente aço e cimento. Em diversas reuniões deliberou-se sobre formas e caminhos de obtermos sucesso nestas negociações, mas nenhuma foi efetivada a contento. Site e prospecção de produtos comprados pela cooperativa

4 A maioria das cooperativas regionais ainda não dispõem de um site próprio.conseguimos viabilizar o site da Coopercon-BR e a inserção da mesma em outras redes sociais, como facebook e Twiter, além de permitir àquelas cooperativas regionais que ainda não dispõem de site próprio poderem utilizar do mesmo serviço prestado pela empresa desenvolvedora do site da Coopercon-BR. Desnecessário tecer comentários acerca da relevância de dispormos deste meio de interação entre todos nós cooperados, pois o mesmo serve como difusor de noticias, plataforma de interação, compras coletivas e outros. Ao término do primeiro semestre de 2012 concluiu-se pesquisa de prospecção do volume de compras e tipo de materiais adquiridos pelas cooperativas regionais a partir da data de criação até o mês de julho de Exceção feita a duas cooperativas, as demais forneceram as informações necessárias de forma que pudemos formar um retrato fidedigno do comércio de materiais de construção movimentado pelas cooperativas de compras da construção civil, um embrião do que poderia se tornar um interessante banco de dados, que atualizado pode servir de fonte de pesquisa para as cooperativas regionais, demais interessados na ideia de cooperativismo e para a sociedade como um todo. Impasse e Planejamento Estratégico Embora tivéssemos deliberado em reunião administrativa uma forma justa de divisão de taxa de sucesso entre as cooperativas regionais e BR no caso de efetivação de uma compra em que a Coopercon BR tivesse papel de protagonista nenhuma transação comercial foi efetivada. Vale relembra os casos de negociações concluídas em nível regional e que ao meu ver tiveram importante progresso ou impulso nas reuniões regulares que realizamos, caso de cremalheiras, taxas de financiamento e locação de equipamentos, todavia quando discutimos entre nós se a participação da Coopercon BR foi digna de reconhecimento financeira polemizamos bastante e a maioria foi contra o entendimento. Este exemplo pode ser melhor explorado no encontro para discussão do Planejamento Estratégico, não apenas como opção de financiamento da Coopercon BR, mas como prática da filosofia cooperativista.

5 "Gastando muito" e sem um resultado efetivo concreto era natural que surgissem alguns questionamentos sobre o papel da Coopercon BR em nossas vidas, o ápice deste debate ocorreu na reunião de novembro de 2012 quando deliberamos consensualmente em favor de um encontro para traçarmos o Planejamento Estratégico da Entidade. Este encontro ocorreria em Salvador -BA num resort para que além do debate propriamente dito tivéssemos oportunidade de interagir socialmente entre os pares, infelizmente quando da efetivação do combinado o número elevado de desistências impediu que parte do objetivo fosse alcançado restando agendar prontamente uma reunião em SP no dia 15 de março próximo no Secovi -SP, durante a Feicon, para tratarmos exclusivamente do Planejamento Estratégico durante um dia inteiro. Ranking No que tange ao grau de desenvolvimento e organização já podemos dividir as doze cooperativas associadas em 04 grupos distintos. 1. Profissional : 2. Avançado: 3. Intermediario: 4. Básico: A nomenclatura, pertinente a meu ver, foi sugerida pelo Robert Willian, e cada responsável de cooperativa pode clasificar sua entidade da maneira que achar conveniente.em que pese os poucos anos de trabalho de boa parte das cooperativas regionais percebe-se que algumas progrediram bem mais que as outras e qualquer discussão que se faça na reunião de Planejamento Estratégico deve levar em conta esta situação, a mudança do caráter do encontro conforme supracitada no último parágrafo do item anterior a meu ver exemplifica este aspecto dos diversos graus de organização das nossas cooperativas. Entendo que uma das boas razões para os encontros regulares das cooperativas regionais seja justamente a troca de experiência entre si, todavia, nunca

6 conseguimos realizar uma discussão de qualidade acerca deste tema entre os cooperados, embora as cooperativas regionais tratem via de regra do mesmo assunto, aquisição de produtos e serviços em preços mais competitivos, há peculiaridades, experiências e dificuldades locais que poderiam ser melhor debatidas por todos em favor da melhoria da qualidade de trabalho prestado pelas cooperativas regionais. A visão de cooperativa que a maioria de nós temos é a que formamos com base no trabalho nas cooperativas regionais, alguns de nós ainda cometem atos falhos do tipo "vocês da Coopercon-BR". O trabalho local é bem mais dinâmico pois estando mais próximos dos cooperado somos pressionados a mostrar resultados com urgência, resultados que são medidos via de regra na forma de melhores preços, todavia entendo que o trabalho da entidade nacional é diferente. Ao menos no estágio atual a Coopercon Brasil não dispõe de estrutura que lhe permita trabalhar também desta forma. Nos poucos casos em que começamos a discutir taxas e comissões acerca de produtos que pensávamos estarem sendo comercializados também pela Coopercon-BR surgiram polêmicas e discussões "perigosas", tal discussão não agrega valor e pode intrigar relacionamentos entre cooperados, estes sim essenciais para o crescimento do movimento cooperativista no Brasil. Um caminho a trilhar pela Coopercon BR talvez seja o de ajudar a diminuir a distância que já existe entre os quatro tipos de organização propostos no início do item. Da mesma forma que partidos políticos dispõem de Institutos de estudo, por exemplo o Instituto Teotônio Vilela, a Coopercon BR poderia assumir um pouco este papel. Sugestões de objetivos Aço e cimento- Como tratar com os grandes fornecedores destes insumos em nível nacional e internacional se ainda não temos claro o grau de representatividade do grupo pelo qual a Coopercon-BR fala em nome? Se ainda são recorrentes as histórias de comercializações em que os cooperados locais não honram a demanda apresentada pela cooperativa regional ao fornecedor, o que dizer de uma negociação em nível nacional? No estágio atual de nossa organização e ainda é mais fácil para

7 uma coopercon regional concluir uma negociação com potencial bilionário dispondo apenas da representatividade de seu grupo de cooperados do que a Coopercon BR, a qual não apenas esta cooperativa regional com suas construtoras, mas outras onze e outro tanto de construtoras são afiliados, lograr resultado. Nestas negociações a Coopercon-BR pode assumir diferentes papeis, por exemplo, no caso da importação do produto, intermediando as negociações em nome das cooperativas regionais e formando um grande grupo de compradores efetivos em nível nacional. De outra maneira pode ajudar alguma cooperativa regional numa ação local, como montagem de um corte e dobra. Demais sugestões- Listo a seguir uma série de sugestões, exceção feita as duas últimas, as demais foram propostas pelo Robert Willian. Independente da concordância dos senhores as mesmas servem de boa base para discussão; 1. A realização de cursos Nacionais em diversas Coopercon sobre Financiamento Negociação Gerenciamento de obra Cursos Técnicos Cursos de BIM Etc... Qualificação do Empregado ou Funcionário Planejamento de carreira e retenção de talentos 2. Realização do Projeto Aprendiz a nível Nacional, com a Coopercon Brasil e a Coopercon Local, com entidades parceiras 3. Realização do Projeto Estagio na Construção com possibilidade de ter Estudantes de Engenharia, Administração, Economia, nas empresas

8 4. Realização de Estágios com Alunos Internacionais, que tragam e aportem novas técnicas, ou usos, e metodologias nas nossas empresas 5. Trabalhos de Consultoria com a Universidade para solucionar problemas de Gestão, Inovação, e inclusive do dia a dia. 6. Realização de Convênios de colaboração e de preço com os grandes Institutos de Certificação, o de testes. 7. Realização de Viagens e Missões Internacionais, com possibilidade de negócios e intercâmbios de conhecimento. 8. Cursos, acordos e benefícios com outras Universidades e Cursos com o objetivo de ter negociação continuada nas nossas empresas de qualidade com bom preço. 9. Solicitação de ajuda, ou colaboração por parte da Coopercon Local, num determinado assunto, negociação ou desenvolvimento. 10. Realização do Market Place na Web entre fornecedores e Cooperativas e Cooperados, com todo tipo de fornecimento de materiais, e com acordos de preço ou taxas de compra-venta. (De forma muito profissional) 11. Fechamento de acordos entre fornecedores nacionais e locais de outras Coopecon ou de fornecedores novos, com Coopercon Locais. 12. Procura de investidores Nacionais ou Internacionais para negócios de Coopercon Locais, dentro do setor. 13. Procurar e homologar parceiros para realizar alguns tramites burocráticos do nosso dia a dia, (tendo a possibilidade amanha de ter nosso próprio departamento ou empresa participada para fazer isso). 14. Consultoria na estruturação de operações ou procura de investidores no caso de projetos de incorporação. (tendo a possibilidade amanha de ter nosso próprio departamento ou empresa participada para fazer isso).

9 15. Observar as Inovações mundiais, e trazer algumas delas via partners ao Brasil, realizando a Coopercon Cursos, e tendo a possibilidade de participar dos negócios. 16. Utilizar a Coopercon-BR como entidade aglutinadora de informações obtidas junto às entidades regionais, tais como volume de compras, materiais negociados, preços praticados, nome dos fornecedores, condições comerciais praticadas, etc. 17. Centro de estudo acerca do cooperativismo Conclusão O Planejamento Estratégico da entidade não deve ser engessado, planejaremos algo para um determinado período e que atenda o nosso nível de organização como um todo e levando em conta o estágio de desenvolvimento diverso dos cooperados, algo que ajude as Coopercons regionais a se desenvolverem mais e melhor, mas que sirva para que a Coopercon-BR possa de forma paulatina ir se tornando também independente financeiramente. Qualquer que seja o papel que venha ter a Coopercon -BR no futuro a mesma precisará de aportes financeiros para se manter, entendo que não nos serve muito uma entidade apenas no papel, obrigações básicas como manutenção do site, contato com os cooperados e até pagamento de impostos parada e sem funcionar demandam verbas, além disto entendo ser fundamental a manutenção de um funcionário de escritório para cuidar do dia a dia da entidade. Por outro lado ao assumirmos grandes negociações, como a do aço, a Coopercon-BR deverá assumir os gastos com deslocamentos, estadias, viagens e outros. Os casos de sucesso envolvendo busca de independência financeira de entidades regionais devem ser debatidos para que possamos encontrar algo que sirva à entidade nacional. O movimento cooperativista ainda é uma ideia muito recente entre as construtoras brasileiras, e em que pese os poucos anos de trabalho, vem conseguido

10 bons resultados. Ter isto em mente é fundamental para que possamos definir metas coerentes para a Coopercon BR e que contribuam para o fortalecimento de nossa luta. * Fonte: Wikipédia Atenciosamente, DIONYZIO A. M. KLAVDIANOS COOPERATIVA CENTRAL DA CONSTRUÇÃO CIVIL DO BRASIL COOPERCON - BRASIL

Foram reapresentados pelo consultor os objetivos aprovados na reunião de 15 de março em São Paulo para o biênio 2013/2014;

Foram reapresentados pelo consultor os objetivos aprovados na reunião de 15 de março em São Paulo para o biênio 2013/2014; Na reunião do conselho administrativo realizada em 17 de maio de 2013 na cidade de Natal Rio Grande do Norte compareceram os representantes do DF, RS, PB,AL,PI,RN,PE que discorreram acerca dos seguinte

Leia mais

PROJETO DE COOPERAÇÃO FACES DO BRASIL/ AGÊNCIAS DE COOPERAÇÃO INTERNACIONAL E NACIONAL PARA A IMPLEMENTAÇÃO DO COMÉRCIO ÉTICO E SOLIDÁRIO DO BRASIL

PROJETO DE COOPERAÇÃO FACES DO BRASIL/ AGÊNCIAS DE COOPERAÇÃO INTERNACIONAL E NACIONAL PARA A IMPLEMENTAÇÃO DO COMÉRCIO ÉTICO E SOLIDÁRIO DO BRASIL PROJETO DE COOPERAÇÃO FACES DO BRASIL/ AGÊNCIAS DE COOPERAÇÃO INTERNACIONAL E NACIONAL PARA A IMPLEMENTAÇÃO DO COMÉRCIO ÉTICO E SOLIDÁRIO DO BRASIL Brasil, outubro de 2004 1 ÍNDICE JUSTIFICATIVA... 3 OBJETIVO...

Leia mais

ETERNIT S.A. C.N.P.J. nº 61.092.037/0001-81 NIRE 35.300.013.344 ATA DA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REALIZADA EM 17 DE SETEMBRO DE 2.

ETERNIT S.A. C.N.P.J. nº 61.092.037/0001-81 NIRE 35.300.013.344 ATA DA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REALIZADA EM 17 DE SETEMBRO DE 2. ETERNIT S.A. C.N.P.J. nº 61.092.037/0001-81 NIRE 35.300.013.344 ATA DA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REALIZADA EM 17 DE SETEMBRO DE 2.008 Aos 17 dias do mês de setembro do ano de dois mil e oito,

Leia mais

Orientações iniciais para estabelecimento de um SPIN Software and Systems Process Improvement Network

Orientações iniciais para estabelecimento de um SPIN Software and Systems Process Improvement Network 2010 Orientações iniciais para estabelecimento de um SPIN Software and Systems Process Improvement Network Material desenvolvido pelo SPIN São Paulo para apoio à formação de novos SPIN s versão 2 Orientações

Leia mais

nacional; Comissionamento diferenciado na venda e pós-venda em todos os produtos e

nacional; Comissionamento diferenciado na venda e pós-venda em todos os produtos e PROGRAMA DE PARCERIA Objetivo do Programa de Parceria Atuando no mercado de CRM (Customer Relationship Manager) desde 1994, a KANKEI é uma empresa de capital Nacional que oferece soluções de marketing

Leia mais

ATA DA REUNIÃO IX DA REUNIÃO DO COLEGIADO TÉCNICO CONSULTIVO DO PNAGE

ATA DA REUNIÃO IX DA REUNIÃO DO COLEGIADO TÉCNICO CONSULTIVO DO PNAGE ATA DA REUNIÃO IX DA REUNIÃO DO COLEGIADO TÉCNICO CONSULTIVO DO PNAGE A IX reunião do Colegiado Técnico Consultivo do PNAGE foi realizada nos dias 10 e 11 de junho de 2008, na cidade de Palmas e contou

Leia mais

Designação Profissional CERSIM Corretor Especialista da Rede Secovi de Imóveis REGULAMENTO

Designação Profissional CERSIM Corretor Especialista da Rede Secovi de Imóveis REGULAMENTO Designação Profissional CERSIM Corretor Especialista da Rede Secovi de Imóveis REGULAMENTO As Diretorias do SECOVI SP (Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais

Leia mais

Sistemas web e comércio eletrônico. Aula 02 Arquiteturas de comércio eletrônico

Sistemas web e comércio eletrônico. Aula 02 Arquiteturas de comércio eletrônico Sistemas web e comércio eletrônico Aula 02 Arquiteturas de comércio eletrônico Tópicos abordados Arquitetura do e-commerce Aspectos importantes do e-commerce Modelos de negócios Identificação do modelo

Leia mais

Orientação ao mercado de trabalho para Jovens. 1ª parte. Projeto Super Mercado de Trabalho 1ª parte Luiz Fernando Marca

Orientação ao mercado de trabalho para Jovens. 1ª parte. Projeto Super Mercado de Trabalho 1ª parte Luiz Fernando Marca Orientação ao mercado de trabalho para Jovens 1ª parte APRESENTAÇÃO Muitos dos jovens que estão perto de terminar o segundo grau estão lidando neste momento com duas questões muito importantes: a formação

Leia mais

Byte Software POLÍTICA COMERCIAL. Parceiros Comerciais

Byte Software POLÍTICA COMERCIAL. Parceiros Comerciais Byte Software POLÍTICA COMERCIAL Parceiros Comerciais 2013 1. Apresentação Este guia descreve o Programa de Parceria Byte Software através de uma estrutura básica, incluindo como participar e, ainda, uma

Leia mais

Byte Software POLÍTICA COMERCIAL. Parceiros Comerciais/CVB s

Byte Software POLÍTICA COMERCIAL. Parceiros Comerciais/CVB s Byte Software POLÍTICA COMERCIAL Parceiros Comerciais/CVB s 2013 1. Apresentação Este guia descreve o Programa de Parceria Byte Software através de uma estrutura básica, incluindo como participar e, ainda,

Leia mais

Sociedade PÓLO DE EXPORTAÇÃO DE SERVIÇOS DE SOFTWARE DO PLANALTO MÉDIO REGIMENTO INTERNO

Sociedade PÓLO DE EXPORTAÇÃO DE SERVIÇOS DE SOFTWARE DO PLANALTO MÉDIO REGIMENTO INTERNO Sociedade PÓLO DE EXPORTAÇÃO DE SERVIÇOS DE SOFTWARE DO PLANALTO MÉDIO REGIMENTO INTERNO Aprovado em Reunião Ordinária do Conselho de Administração conforme registro em ata. Este Regimento Interno Regulamenta

Leia mais

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Outubro 2009 Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Sustentabilidade Articulação Ampliação dos limites Sistematização Elementos do Novo Modelo Incubação

Leia mais

ATA DA OCTAGÉSIMA QUARTA REUNIÃO DO CONSELHO CURADOR DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE FLUMINENSE DARCY RIBEIRO UENF

ATA DA OCTAGÉSIMA QUARTA REUNIÃO DO CONSELHO CURADOR DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE FLUMINENSE DARCY RIBEIRO UENF 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 ATA DA OCTAGÉSIMA QUARTA REUNIÃO DO CONSELHO CURADOR DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE FLUMINENSE DARCY RIBEIRO UENF

Leia mais

Volume II Estratégia Documento Base Brasília Março de 2013

Volume II Estratégia Documento Base Brasília Março de 2013 Volume II Estratégia Documento Base Brasília Março de 2013 Volume II Estratégia Sumário I Considerações Iniciais 1 II Estratégia 2 II.1 Construção do Pacto 2 II.1.1 Consolidação do entendimento 2 II.1.2

Leia mais

Partner Network. www.scriptcase.com.br

Partner Network. www.scriptcase.com.br www.scriptcase.com.br A Rede de Parceiros ScriptCase é uma comunidade que fortalece os nossos representantes em âmbito nacional, possibilitando o acesso a recursos e competências necessários à efetivação

Leia mais

REDES DE PEQUENAS EMPRESAS

REDES DE PEQUENAS EMPRESAS REDES DE PEQUENAS EMPRESAS As micro, pequenas e médias empresas, em decorrência da globalização e suas imposições,vêm buscando alcançar vantagem competitiva para sua sobrevivência no mercado. CONTEXTO

Leia mais

EBRAE. UNISciesp UNIVERSIDADE CORPORATIVA SCIESP. Escola Brasileira de Ensino a Distância

EBRAE. UNISciesp UNIVERSIDADE CORPORATIVA SCIESP. Escola Brasileira de Ensino a Distância UNISciesp UNIVERSIDADE CORPORATIVA SCIESP EBRAE Escola Brasileira de Ensino a Distância Vantagens da Exclusividade para o Corretor de Imóveis Devemos observar que a atividade do corretor de imóveis é formal

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO FÓRUM NACIONAL DE PREVENÇÃO E ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL CAPÍTULO I DA FINALIDADE

REGIMENTO INTERNO DO FÓRUM NACIONAL DE PREVENÇÃO E ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL CAPÍTULO I DA FINALIDADE REGIMENTO INTERNO DO FÓRUM NACIONAL DE PREVENÇÃO E ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL CAPÍTULO I DA FINALIDADE Art. 1 o O Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil, constituído em 1994,

Leia mais

VIII-003 PREPARO DE RECURSOS HUMANOS PARA A IMPLANTAÇÃO DA ISO 14001 EM ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ESGOTOS

VIII-003 PREPARO DE RECURSOS HUMANOS PARA A IMPLANTAÇÃO DA ISO 14001 EM ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ESGOTOS VIII-003 PREPARO DE RECURSOS HUMANOS PARA A IMPLANTAÇÃO DA ISO 14001 EM ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ESGOTOS Andréia Guaracho Ramos (1) Bacharel em Química e Pós Graduada em Química Industrial pela Fundação

Leia mais

Seja um parceiro Xact Tecnologia e ofereça ao mercado nossas soluções, voltadas para gerenciamento total dos processos críticos do negócio.

Seja um parceiro Xact Tecnologia e ofereça ao mercado nossas soluções, voltadas para gerenciamento total dos processos críticos do negócio. Seja um parceiro Xact Tecnologia e ofereça ao mercado nossas soluções, voltadas para gerenciamento total dos processos críticos do negócio. Participe da rede de distribuição dos produtos exclusivos da

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CONSELHO DE GRADUAÇÃO R E G I M E N T O I N T E R N O CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CONSELHO DE GRADUAÇÃO R E G I M E N T O I N T E R N O CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CONSELHO DE GRADUAÇÃO R E G I M E N T O I N T E R N O CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1. Este Regimento dispõe sobre a composição, competências e funcionamento

Leia mais

A transição Agroecológica da Cajucultura familiar no Município de Barreira, Ceará, Brasil.

A transição Agroecológica da Cajucultura familiar no Município de Barreira, Ceará, Brasil. A transição Agroecológica da Cajucultura familiar no Município de Barreira, Ceará, Brasil. GIRÃO, Enio G. Eng. Agrônomo, Embrapa Agroindústria Tropical, Fortaleza CE, enio@cnpat.embrapa.br; OLIVEIRA, Francyálisson

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ENGENHARIA DE PRODUÇÃO MILLENA SILVA PAIVA ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ENGENHARIA DE PRODUÇÃO MILLENA SILVA PAIVA ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ENGENHARIA DE PRODUÇÃO MILLENA SILVA PAIVA ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO GOIÂNIA 2015 2 UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO

Leia mais

+100 organizações 1ª edição

+100 organizações 1ª edição Objetivo Fortalecer a gestão sustentável e a incorporação da RSE em suas estratégias de negócios com fornecedores e clientes, tornando-os parceiros na construção de uma nova forma de fazer negócio e desenvolvimento

Leia mais

Plano de Trabalho da ASPAS Gestão 2008/2011. Atividades e Metas para 2008

Plano de Trabalho da ASPAS Gestão 2008/2011. Atividades e Metas para 2008 Plano de Trabalho da ASPAS Gestão 2008/2011 Atividades e Metas para 2008 1 - Ações institucionais 1.1 - Acompanhar a gestão atuarial e de investimentos do PS-I e do PS-II, tomando medidas em defesa dos

Leia mais

Gestão do Conhecimento Case Documentar

Gestão do Conhecimento Case Documentar Gestão do Conhecimento Case Documentar GESTÃO DO CONHECIMENTO CASE DOCUMENTAR Empresa: Documentar Tecnologia e Informação Localização: R. Barão de Macaúbas 460 20º Andar Santo Antônio BH/MG Segmento: Tecnologia,

Leia mais

FACULDADE BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO E CULTURA FABEC BRASIL REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

FACULDADE BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO E CULTURA FABEC BRASIL REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO FABEC BRASIL REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Artigo 1º - O presente regulamento tem por finalidade normatizar as atividades relacionadas ao Trabalho

Leia mais

1ª Fase: Período de Transição 1991 a 1994. Incorporação do tema Seguros: recomenda a criação de uma comissão

1ª Fase: Período de Transição 1991 a 1994. Incorporação do tema Seguros: recomenda a criação de uma comissão 1ª Fase: Período de Transição 1991 a 1994 Assunto: Seguros III ata Análise da atividade seguradora IV ata Incorporação do tema Seguros: recomenda a criação de uma comissão V ata Analise comparativa da

Leia mais

O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações

O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações Projeto Saber Contábil O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações Alessandra Mercante Programa Apresentar a relação da Gestão de pessoas com as estratégias organizacionais,

Leia mais

Gestão de Processos Estratégicos

Gestão de Processos Estratégicos Gestão de Processos Estratégicos Fevereiro/2014 DEFINIÇÕES Rede de Desenvolvimento Integrado Arranjos que estimulam e proporcionam um comportamento (em rede) cooperativo entre agentes governamentais e

Leia mais

FILIAÇÃO JUNTO AO SINDICATO DOS ESTABELECIMENTOS PARTICULARES DE ENSINO DO DISTRITO FEDERAL

FILIAÇÃO JUNTO AO SINDICATO DOS ESTABELECIMENTOS PARTICULARES DE ENSINO DO DISTRITO FEDERAL FILIAÇÃO JUNTO AO SINDICATO DOS ESTABELECIMENTOS PARTICULARES DE ENSINO DO DISTRITO FEDERAL 1. Apresentar cópia da seguinte documentação *Autorização de Funcionamento junto à Secretaria de Educação * CNPJ

Leia mais

Cases. Estratégias de Marketing de Conteúdo por quem entende do assunto

Cases. Estratégias de Marketing de Conteúdo por quem entende do assunto Cases Estratégias de Marketing de Conteúdo por quem entende do assunto ContaAzul O ContaAzul é um sistema de gestão empresarial para micro e pequenas empresas. O objetivo é ajudá-las a crescer de forma

Leia mais

LEI Nº 2.422, DE 08 DE ABRIL DE 2008 CERTIDÃO Certifico e dou fé que esta Lei foi publicada no placard do Município no dia- / /

LEI Nº 2.422, DE 08 DE ABRIL DE 2008 CERTIDÃO Certifico e dou fé que esta Lei foi publicada no placard do Município no dia- / / LEI Nº 2.422, DE 08 DE ABRIL DE 2008 CERTIDÃO Certifico e dou fé que esta Lei foi publicada no placard do Município no dia- / / JANE APARECIDA FERREIRA =Responsável pelo placard= Dispõe sobre a composição,

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Breves comentários aos contratos eletrônicos Alessandro Fonseca* Conceito e Contratação nos dias atuais Conceito de contrato eletrônico Antes de abordar o conceito de contrato eletrônico,

Leia mais

Também organizamos eventos, seminários, palestras e encontros, de acordo com as possibilidades e necessidades dos nossos associados.

Também organizamos eventos, seminários, palestras e encontros, de acordo com as possibilidades e necessidades dos nossos associados. APRESENTAÇÃO O FDJUR - Fórum de Departamentos Jurídicos tem como objetivo disseminar modelos e ferramentas de gestão para o mercado jurídico empresarial e incentivar os associados ao estudo, desenvolvimento,

Leia mais

Regulamento para utilização do FATES

Regulamento para utilização do FATES Regulamento para utilização do FATES 1 / 6 Sumário 1. OBJETIVO... 3 2. FINALIDADE... 3 3. DA FORMAÇÃO... 3 4. DA ALOCAÇÃO E APLICAÇÃO DE RECURSOS... 3 4.1- DA ASSISTÊNCIA TÉCNICA... 3 4.2- DA ASSISTÊNCIA

Leia mais

Rede CIN CIN MS. Centro Internacional de Negócios FIEMS

Rede CIN CIN MS. Centro Internacional de Negócios FIEMS Rede CIN CIN MS Centro Internacional de Negócios FIEMS O que é a REDE CIN? Coordenada pela Confederação Nacional da Indústria - CNI, e criada com o apoio da Agência Nacional de Promoção de Exportações

Leia mais

100 Dicas do Presidente do RI Sakuji Tanaka para Fortalecer os Rotary Clubs

100 Dicas do Presidente do RI Sakuji Tanaka para Fortalecer os Rotary Clubs 100 Dicas do Presidente do RI Sakuji Tanaka para Fortalecer os Rotary Clubs 1. Fazer mais atividades humanitárias com maior enfoque. 2. Ajustar o número de comissões ao tamanho do clube. 3. Fazer com que

Leia mais

PROGRAMA DE COOPERAÇÃO TÉCNICA DESCENTRALIZADA SUL-SUL RETIFICADO

PROGRAMA DE COOPERAÇÃO TÉCNICA DESCENTRALIZADA SUL-SUL RETIFICADO PROGRAMA DE COOPERAÇÃO TÉCNICA DESCENTRALIZADA SUL-SUL I. CONTEXTO RETIFICADO Nos anos 90 e início dos 2000, diversas cidades brasileiras e latino-americanas lançaram-se em ações internacionais, prática

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJETO E DURAÇÃO

ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJETO E DURAÇÃO ESTATUTO SOCIAL DOC I CAPÍTULO I - DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJETO E DURAÇÃO Art. 1º: SOCIALCRED S/A SOCIEDADE DE CRÉDITO AO MICROEMPREENDEDOR E À EMPRESA DE PEQUENO PORTE rege-se pelo presente estatuto social

Leia mais

Carta de São Paulo 1º FEIRATUR Feira Nacional de Turismo Rural

Carta de São Paulo 1º FEIRATUR Feira Nacional de Turismo Rural Carta de São Paulo 1º FEIRATUR Feira Nacional de Turismo Rural No período compreendido entre os dias 16 e 19 do mês de setembro de 2004, realizou-se a Primeira Feira Nacional do Turismo Rural - 1º FEIRATUR,

Leia mais

O desafio de construir sem degradar

O desafio de construir sem degradar Construindoum um mundosustentável O desafio de construir sem degradar Missão Missão Promover, divulgar e fomentar a utilização dos conceitos e tecnologias sustentáveis na Construção Civil. Escopo Espaço

Leia mais

CEMIG TRADING S.A. ESTATUTO SOCIAL. CAPÍTULO I Denominação, Sede, Objeto e Duração

CEMIG TRADING S.A. ESTATUTO SOCIAL. CAPÍTULO I Denominação, Sede, Objeto e Duração CEMIG TRADING S.A. O presente Estatuto é uma consolidação do aprovado pela Escritura Pública de Constituição, em 29-07-2002 - arquivada na JUCEMG em 12-08-2002, sob o nº 3130001701-0, e pelas Assembléias

Leia mais

REGIMENTO INTERNO. - Associação Brasileira de Energia Nuclear - (Aben)

REGIMENTO INTERNO. - Associação Brasileira de Energia Nuclear - (Aben) REGIMENTO INTERNO - Associação Brasileira de Energia Nuclear - (Aben) Este Regimento Interno, aprovado na Assembléia Geral Ordinária da Associação Brasileira de Energia Nuclear (ABEN), realizada em 29

Leia mais

VENDAS DE ALTO IMPACTO B2B. Resultado Esperado: Responder as indagações. - Como alcançar metas desafiadoras? - Como vender qualitativamente?

VENDAS DE ALTO IMPACTO B2B. Resultado Esperado: Responder as indagações. - Como alcançar metas desafiadoras? - Como vender qualitativamente? Oficina de trabalho VENDAS DE ALTO IMPACTO B2B Resultado Esperado: Responder as indagações - Como alcançar metas desafiadoras? - Como vender qualitativamente? - Como manter uma força de vendas matadora?

Leia mais

Panorama do Mercado de Planos Odontológicos SINPLO Simpósio Internacional de Planos Odontológicos

Panorama do Mercado de Planos Odontológicos SINPLO Simpósio Internacional de Planos Odontológicos Proposta comercial para Apoiadores Patrocinadores e Expositores Panorama do Mercado de Planos Odontológicos O mercado de planos odontológicos cresceu a um ritmo médio anual de 17% nos últimos dez anos.

Leia mais

COMUNICADO Nº 01 07/08/2011 Processo Seletivo SEBRAE Nacional nº 02/2011 SÍNTESE DAS VAGAS

COMUNICADO Nº 01 07/08/2011 Processo Seletivo SEBRAE Nacional nº 02/2011 SÍNTESE DAS VAGAS COMUNICADO Nº 01 07/08/2011 Processo Seletivo SEBRAE Nacional nº 02/2011 SÍNTESE DAS VAGAS IMPORTANTE: 1. Este documento não substitui o Comunicado 01 e constitui-se em mera síntese para divulgação das

Leia mais

MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE A AUSTRALIAN SECURITIES COMMISSION E A COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DO BRASIL

MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE A AUSTRALIAN SECURITIES COMMISSION E A COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DO BRASIL MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE A AUSTRALIAN SECURITIES COMMISSION E A COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DO BRASIL INTRODUÇÃO 1. A Australian Securities Commission e a Comissão de Valores Mobiliários, reconhecendo

Leia mais

TERMO DE ADESÃO. Para participação em Projetos de Promoção de Exportação

TERMO DE ADESÃO. Para participação em Projetos de Promoção de Exportação TERMO DE ADESÃO Para participação em Projetos de Promoção de Exportação A empresa..., de CNPJ n.º..., por seu(s) representante(s) legal(is), adere ao projeto BRAZILIAN PUBLISHERS, proposto à APEX-Brasil

Leia mais

Faça com que o CRM trabalhe da mesma maneira que o seu pessoal de vendas

Faça com que o CRM trabalhe da mesma maneira que o seu pessoal de vendas Faça com que o CRM trabalhe da mesma maneira que o seu pessoal de vendas APROVEITE AS TECNOLOGIAS DE HOJE PARA MAXIMIZAR A ADOÇÃO POR PARTE DOS USUÁRIOS Para os profissionais de venda, o tempo nunca havia

Leia mais

Actuality Consultoria Empresarial Ltda

Actuality Consultoria Empresarial Ltda Proposta de Projeto Preparado p/: Sescap/CE Preparado por: Renata Motta 17 de Agosto de 2012 Actuality Consultoria Empresarial Ltda renata@actualityconsultoria.com.br - www.actualityconsultoria.com.br

Leia mais

O que é ser um RH estratégico

O que é ser um RH estratégico O que é ser um RH estratégico O RH é estratégico quando percebido como essencial nas decisões estratégicas para a empresa. Enquanto a área de tecnologia das empresas concentra seus investimentos em sistemas

Leia mais

PORQUE E COMO ABRIR O CAPITAL DE UMA EMPRESA

PORQUE E COMO ABRIR O CAPITAL DE UMA EMPRESA PORQUE E COMO ABRIR O CAPITAL DE UMA EMPRESA! Os custos! As vantagens! Os obstáculos! Os procedimentos Francisco Cavalcante (francisco@fcavalcante.com.br) Sócio-Diretor da Cavalcante & Associados, empresa

Leia mais

Segue abaixo demonstrativo gráfico da evolução dos recursos já integralizados, e do patrimônio imobiliário sob gestão da TRX Realty:

Segue abaixo demonstrativo gráfico da evolução dos recursos já integralizados, e do patrimônio imobiliário sob gestão da TRX Realty: Comentários Iniciais Passado o primeiro semestre do ano, é o momento para realizarmos um balanço dos principais acontecimentos deste período e apresentar nossas expectativas para o 2º semestre. Nas sessões

Leia mais

MANUAL DE CONTROLES E PROCEDIMENTOS INTERNOS SR RATING

MANUAL DE CONTROLES E PROCEDIMENTOS INTERNOS SR RATING MANUAL DE CONTROLES E PROCEDIMENTOS INTERNOS SR RATING OUTUBRO DE 2014 MANUAL DE CONTROLES E PROCEDIMENTOS INTERNOS SR RATING A atenção com os controles e procedimentos internos na atividade de classificação

Leia mais

Public Disclosure Authorized Public Disclosure Authorized Public Disclosure Authorized Public Disclosure Authorized

Public Disclosure Authorized Public Disclosure Authorized Public Disclosure Authorized Public Disclosure Authorized Public Disclosure Authorized Public Disclosure Authorized Public Disclosure Authorized Public Disclosure Authorized Inovação tecnológica na reforma do setor público: o sistema eletrônico de aquisições

Leia mais

Histórico das ações sobre Carga Horária de psicólogos no município do Rio de Janeiro pelo Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro - CRP/05

Histórico das ações sobre Carga Horária de psicólogos no município do Rio de Janeiro pelo Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro - CRP/05 Histórico das ações sobre Carga Horária de psicólogos no município do Rio de Janeiro pelo Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro - CRP/05 Dezembro/2003 - A discussão sobre carga horária para

Leia mais

Manual do SGI Sistema de Gestão Integrada

Manual do SGI Sistema de Gestão Integrada Manual do SGI Sistema de Gestão Integrada Revisão 02 Manual MN-01.00.00 Requisito Norma ISO 14.001 / OHSAS 18001 / ISO 9001 4.4.4 Página 1 de 14 Índice 1. Objetivo e Abrangência 2. Documentos Referenciados

Leia mais

FORUM PERMANENTE DA AGENDA 21 LOCAL DE SAQUAREMA REGIMENTO INTERNO. CAPITULO 1-Da natureza, sede, finalidade, princípios e atribuições:

FORUM PERMANENTE DA AGENDA 21 LOCAL DE SAQUAREMA REGIMENTO INTERNO. CAPITULO 1-Da natureza, sede, finalidade, princípios e atribuições: FORUM PERMANENTE DA AGENDA 21 LOCAL DE SAQUAREMA REGIMENTO INTERNO CAPITULO 1-Da natureza, sede, finalidade, princípios e atribuições: Artigo I: O Fórum Permanente da Agenda 21 de Saquarema, criado pelo

Leia mais

Elas formam um dos polos mais dinâmicos da economia brasileira, e são o principal sustentáculo do emprego e da distribuição de renda no país.

Elas formam um dos polos mais dinâmicos da economia brasileira, e são o principal sustentáculo do emprego e da distribuição de renda no país. Fonte: http://www.portaldaindustria.org.br 25/02/2015 PRONUNCIAMENTO DO PRESIDENTE DO CONSELHO DELIBERATIVO NACIONAL (CDN) DO SERVIÇO BRASILEIRO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS (SEBRAE), NA SOLENIDADE

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 1 OBJETIVOS 1. Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? 2. Como os sistemas de informação apóiam as principais funções empresariais:

Leia mais

Documento base sobre Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário. O que é e para quem é o Comércio Justo e Solidário?

Documento base sobre Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário. O que é e para quem é o Comércio Justo e Solidário? Documento base sobre Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário Este é um documento que objetiva apresentar a proposta do Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário, sua importância, benefícios

Leia mais

Diagnóstico de Competências para a Exportação

Diagnóstico de Competências para a Exportação Diagnóstico de Competências para a Exportação em Pequenas e Médias Empresas (PME) Guia de Utilização DIRECÇÃO DE ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL Departamento de Promoção de Competências Empresariais Índice ENQUADRAMENTO...

Leia mais

a Romênia! Boletim virtual mensal no.32/agosto 2011

a Romênia! Boletim virtual mensal no.32/agosto 2011 Faça a bons negócios com a Romênia! Boletim virtual mensal no.32/agosto 2011 Escritório rio Comercial da Romênia em São Paulo Alameda Casa Branca, no.343, São Paulo SP, CEP 01408-001, 001, tel.: (11)31712591,

Leia mais

GAMIFICATION... Você sabe o que é? NÃO SIM. Então, você sabia que a Apoena possui soluções para aplicar Gamification nos processos de desenvolvimento?

GAMIFICATION... Você sabe o que é? NÃO SIM. Então, você sabia que a Apoena possui soluções para aplicar Gamification nos processos de desenvolvimento? GAMIFICATION... Você sabe o que é? SIM Então, você sabia que a Apoena possui soluções para aplicar Gamification nos processos de desenvolvimento? NÃO Gamification é o uso de mecanismos e pensamentos baseado

Leia mais

1. Informações Gerais:

1. Informações Gerais: 1. Informações Gerais: Razão Social: Contato/cargo: Endereço: Bairro: Cidade: Estado: CEP: Telefone: E mail: Fax: Segmento: website Obs.: Empresa já certificada ISO 9000 1994? 2. Por que a Empresa busca

Leia mais

2. O Comitê adotou o projeto de ordem do dia que figura no documento PC-58/09 Rev. 1.

2. O Comitê adotou o projeto de ordem do dia que figura no documento PC-58/09 Rev. 1. PC 60/10 24 março 2010 Original: inglês P Decisões e Resoluções adotadas pelo Comitê de Promoção em sua 17 a reunião 1. O Comitê de Promoção, presidido pelo Sr. Mick Wheeler, de Papua-Nova Guiné, reuniu-se

Leia mais

TERMO DE REFERENCIA. Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher

TERMO DE REFERENCIA. Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher TERMO DE REFERENCIA Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher Supervisão Geral No âmbito do Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher, conveniado com a Secretaria Especial

Leia mais

Metodologia para a Elaboração do POA Web 2011

Metodologia para a Elaboração do POA Web 2011 Em 24/05/2010 Metodologia para a Elaboração do POA Web 2011 I Antecedentes Implantado em 2006, o POA Web faz parte do Sistema Integrado de Planejamento SIP, pensado, concebido e desenvolvido pela PROPLAN

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE INOVAÇÃO DE FIBRIA CELULOSE S.A. CAPÍTULO I DO COMITÊ DE INOVAÇÃO

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE INOVAÇÃO DE FIBRIA CELULOSE S.A. CAPÍTULO I DO COMITÊ DE INOVAÇÃO REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE INOVAÇÃO DE FIBRIA CELULOSE S.A. CAPÍTULO I DO COMITÊ DE INOVAÇÃO 1. O Comitê de Inovação (o "Comitê") é um órgão colegiado de assessoramento e instrução, instituído pelo

Leia mais

Questionário de entrevista com o Franqueador

Questionário de entrevista com o Franqueador Questionário de entrevista com o Franqueador O objetivo deste questionário é ajudar o empreendedor a elucidar questões sobre o Franqueador, seus planos de crescimento e as diretrizes para uma parceria

Leia mais

MANUAL DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

MANUAL DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL MANUAL DE RESPONSABILIDADE Definição: A responsabilidade socioambiental é a responsabilidade que uma empresa ou organização tem com a sociedade e com o meio ambiente além das obrigações legais e econômicas.

Leia mais

Projeto 8: Conhecimento para Inovação. Universidade de Brasília LACIS/CDS/FAU

Projeto 8: Conhecimento para Inovação. Universidade de Brasília LACIS/CDS/FAU Projeto 8: Conhecimento para Inovação Universidade de Brasília LACIS/CDS/FAU CADEIA DE SUPRIMENTOS CADEIA PRINCIPAL OU DE PROCESSOS CADEIA AUXILIAR Indústria Cimento Complexidade da CPIC Indústria Cerâmica

Leia mais

CRITÉRIOS DE CREDENCIAMENTO DA SOLUÇÃO TECNOLÓGICA. Área de Operações Indiretas - AOI

CRITÉRIOS DE CREDENCIAMENTO DA SOLUÇÃO TECNOLÓGICA. Área de Operações Indiretas - AOI CRITÉRIOS DE CREDENCIAMENTO DA SOLUÇÃO TECNOLÓGICA Área de Operações Indiretas - AOI CARTA AO FORNECEDOR Classificação: Documento público Caro fornecedor, Este documento elenca os CRITÉRIOS exigidos para

Leia mais

POR QUE SUA EMPRESA DEVE SE ASSOCIAR À AURESIDE? Filiação categoria BETA Empresas de projeto, integração e instalação

POR QUE SUA EMPRESA DEVE SE ASSOCIAR À AURESIDE? Filiação categoria BETA Empresas de projeto, integração e instalação POR QUE SUA EMPRESA DEVE SE ASSOCIAR À AURESIDE? Filiação categoria BETA Empresas de projeto, integração e instalação Representatividade A AURESIDE atua no Brasil desde o ano 2000 e tem participado de

Leia mais

EDITAL 02.2014. 1.3 Auxiliares Administrativos: Serviço de recepção, protocolo e encaminhamento interno de processos.

EDITAL 02.2014. 1.3 Auxiliares Administrativos: Serviço de recepção, protocolo e encaminhamento interno de processos. EDITAL 02.2014 Convênio MTE/SENAES n. 78/2012 SICONV 776109/2012 Edital 02.2014 Contratação de profissionais de apoio técnico e administrativo para assessorar a ASSOCENE na Execução de Atividades Orientadas

Leia mais

REDES, UMA ALTERNATIVA DE ALIANÇA ESTRATÉGICA

REDES, UMA ALTERNATIVA DE ALIANÇA ESTRATÉGICA REDES, UMA ALTERNATIVA DE ALIANÇA ESTRATÉGICA Disciplina de Estágio Supervisionado II - Curso de Administração UNIFRA Preparado pela Acadêmica Ana Carolina Cozza Josende Orientadora: Profª. Greice de Bem

Leia mais

Pesquisa Thomas: Tendências em Gestão de Pessoas 2012

Pesquisa Thomas: Tendências em Gestão de Pessoas 2012 Pesquisa Thomas: Tendências em Gestão de Pessoas 2012 O estudo foi realizado no mês de novembro de 2012, e contou com a participação de 224 empresas de diferentes portes e segmentos de negócio. Podemos

Leia mais

TOTVS S.A. CNPJ/MF Nº 53.113.791/0001-22 NIRE 35.300.153.171 ANEXO I À ATA DE REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REALIZADA EM 18 DE DEZEMBRO DE 2015

TOTVS S.A. CNPJ/MF Nº 53.113.791/0001-22 NIRE 35.300.153.171 ANEXO I À ATA DE REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REALIZADA EM 18 DE DEZEMBRO DE 2015 TOTVS S.A. CNPJ/MF Nº 53.113.791/0001-22 NIRE 35.300.153.171 ANEXO I À ATA DE REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REALIZADA EM 18 DE DEZEMBRO DE 2015 POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES RELEVANTES E

Leia mais

MODELO PLANO DE NEGÓCIO

MODELO PLANO DE NEGÓCIO MODELO PLANO DE NEGÓCIO Resumo dos Tópicos 1 EMPREENDEDOR... 3 1.1. O EMPREENDIMENTO... 3 1.2. OS EMPREENDEDORES... 3 2 GESTÃO... 4 2.1. DESCRIÇÃO DO NEGÓCIO... 4 2.3. PLANO DE OPERAÇÕES... 4 2.4. NECESSIDADE

Leia mais

Calendário Anual de Atividades da APPBCL Planejamento 2014

Calendário Anual de Atividades da APPBCL Planejamento 2014 Calendário Anual de Atividades da APPBCL Planejamento 2014 Calendário de Atividades 2014 Atividades SET OUT NOV DEZ Reunião Comunidades 20 Eventos Agronegócio na Sede 30 Balde Cheio Itinerante Cursos online

Leia mais

Aberta e a Distância - CEAD, da UNIFAL-MG.

Aberta e a Distância - CEAD, da UNIFAL-MG. RESOLUÇÃO Nº 023/2011, DE 28 DE ABRIL DE 2011 CONSELHO UNIVERSITÁRIO UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS UNIFAL-MG O Conselho Universitário da UNIFAL-MG, no uso de suas atribuições regimentais e estatutárias,

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 3.931, DE 19 DE SETEMBRO DE 2001. Regulamenta o Sistema de Registro de Preços previsto no art. 15 da Lei nº 8.666, de 21

Leia mais

Infraestrutura de informações geoespaciais e georreferenciadas

Infraestrutura de informações geoespaciais e georreferenciadas Infraestrutura de informações geoespaciais e georreferenciadas 1. Apresentação do Problema Epitácio José Paes Brunet É cada vez mais expressiva, hoje, nas cidades brasileiras, uma nova cultura que passa

Leia mais

Núcleo de Pesquisa e Estudos em Ciências Contábeis ESTATUTO

Núcleo de Pesquisa e Estudos em Ciências Contábeis ESTATUTO Núcleo de Pesquisa e Estudos em Ciências Contábeis ESTATUTO Art. 1º O Núcleo de Pesquisa e Estudos em Ciências Contábeis (NUPECON), vinculado a Escola de Agronomia e Engenharia de Alimentos, constitui-se

Leia mais

UMA EXPERIÊNCIA DE SUCESSO PARA O AGRONEGÓCIO SUSTENTÁVEL - PROGRAMA NACIONAL DE CERTIFICAÇÃO DA CACHAÇA.

UMA EXPERIÊNCIA DE SUCESSO PARA O AGRONEGÓCIO SUSTENTÁVEL - PROGRAMA NACIONAL DE CERTIFICAÇÃO DA CACHAÇA. 2, 3 e 4 de Julho de 2009 ISSN 1984-9354 UMA EXPERIÊNCIA DE SUCESSO PARA O AGRONEGÓCIO SUSTENTÁVEL - PROGRAMA NACIONAL DE CERTIFICAÇÃO DA CACHAÇA. Cláudio Jorge Martins de Souza (Independente) Resumo Em

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM Nº 565, DE 15 DE JUNHO DE 2015

INSTRUÇÃO CVM Nº 565, DE 15 DE JUNHO DE 2015 INSTRUÇÃO CVM Nº 565, DE 15 DE JUNHO DE 2015 Dispõe sobre operações de fusão, cisão, incorporação e incorporação de ações envolvendo emissores de valores mobiliários registrados na categoria A. O PRESIDENTE

Leia mais

Varejista, junte-se à Abióptica.

Varejista, junte-se à Abióptica. Varejista, junte-se à Abióptica. Por que vale se associar à ABIÓPTICA A Abióptica é a mais representativa instituição do segmento óptico brasileiro. Seu quadro de associados é composto por empresas que

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DE CORRÊA RIBEIRO S/A COMÉRCIO E INDÚSTRIA CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJETO SOCIAL E PRAZO DE DURAÇÃO:

ESTATUTO SOCIAL DE CORRÊA RIBEIRO S/A COMÉRCIO E INDÚSTRIA CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJETO SOCIAL E PRAZO DE DURAÇÃO: ESTATUTO SOCIAL DE CORRÊA RIBEIRO S/A COMÉRCIO E INDÚSTRIA CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJETO SOCIAL E PRAZO DE DURAÇÃO: Denominação Artigo 1º - Corrêa Ribeiro S/A Comércio e Indústria é uma sociedade

Leia mais

GUIA PARA CONCORRÊNCIAS PRIVADAS.

GUIA PARA CONCORRÊNCIAS PRIVADAS. GUIA PARA CONCORRÊNCIAS PRIVADAS. CONHEÇA O SINAPRO SANTA CATARINA O Sindicato das Agências de Propaganda do estado de Santa Catarina (Sinapro/SC) tem como principal objetivo o fortalecimento do setor

Leia mais

Candidatura ao FIAEA Regulamento

Candidatura ao FIAEA Regulamento Candidatura ao FIAEA Regulamento ARTIGO 1 Objectivos 1.1 A Candidatura ao FIAEA é um processo sistemático e ágil para a avaliação de projetos de investimento de capital de risco no âmbito da Agenda Açoriana

Leia mais

EDITAL DE AUDIÊNCIA PÚBLICA SDM Nº 08/13 Prazo: 25 de setembro de 2013

EDITAL DE AUDIÊNCIA PÚBLICA SDM Nº 08/13 Prazo: 25 de setembro de 2013 EDITAL DE AUDIÊNCIA PÚBLICA SDM Nº 08/13 Prazo: 25 de setembro de 2013 Assunto: Alteração da Instrução CVM nº 358, de 3 de janeiro de 2002, e da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009 Divulgação

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA Capítulo 2 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 2.1 2003 by Prentice Hall OBJETIVOS Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? Como os sistemas de informação apóiam

Leia mais

A Comunicação da Rede Social de Cidades. Maio de 2012

A Comunicação da Rede Social de Cidades. Maio de 2012 A Comunicação da Rede Social de Cidades Maio de 2012 Sistematização da pesquisa virtual realizada entre os integrantes da Rede no período de abril a maio de 2012 A pesquisa de satisfação da Comunicação

Leia mais

Estatutos da Aliança Francesa

Estatutos da Aliança Francesa Estatutos da Aliança francesa Estatutos da Aliança Francesa Preâmbulo A Aliança francesa é um movimento internacional criado em 1883, apolítico e não confessional, que se deu por missão ensinar a língua

Leia mais

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 1 2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Fundamentos da Vantagem Estratégica ou competitiva Os sistemas de informação devem ser vistos como algo mais do que um conjunto de tecnologias que apoiam

Leia mais

PADRÕES DE BUIÇÃO. Acordo de. Distribuição. a agir em seu em nosso nome sejam. você solicite. os nossos. & Nephew. Smith.

PADRÕES DE BUIÇÃO. Acordo de. Distribuição. a agir em seu em nosso nome sejam. você solicite. os nossos. & Nephew. Smith. PADRÕES DE CONFORMIDADE ADICIONAIS AO CONTRATO DE DISTRIB BUIÇÃO Estes padrões de conformidade fazem parte dos requisitoss detalhados referidos na cláusula 16.3 do Acordo de Distribuição ("TSA") entre

Leia mais

Este briefing contém atividades que deverão ser desenvolvidas durante o convênio supracitado.

Este briefing contém atividades que deverão ser desenvolvidas durante o convênio supracitado. Briefing Prestação de Serviços de Comunicação e Marketing para o Instituto Nacional do Plástico Programa de Incentivo à Exportação Think Plastic Brazil Introdução Este briefing propõe e organiza as ações

Leia mais

Rede de Responsabilidade Social Empresarial pela Sustentabilidade

Rede de Responsabilidade Social Empresarial pela Sustentabilidade Rede de Responsabilidade Social Empresarial pela Sustentabilidade Existe a compreensão evidente por parte das lideranças empresariais, agentes de mercado e outros formadores de opinião do setor privado

Leia mais