UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DEPARTAMENTO DE ECONOMIA. Diego Costa Cavalcante

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DEPARTAMENTO DE ECONOMIA. Diego Costa Cavalcante"

Transcrição

1 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DEPARTAMENTO DE ECONOMIA Diego Costa Cavalcante Análise da importância do crédito consignado no consumo dos aposentados e pensionistas do INSS: um estudo de caso no bairro Potengi de Natal. NATAL/RN 2015

2 2 Catalogação da Publicação na Fonte UFRN / Biblioteca Setorial do CCSA Cavalcante, Diego Costa. Análise da importância do crédito consignado no consumo dos aposentados e pensionistas do INSS: um estudo de caso no Bairro Potengi de Natal / Diego Costa Cavalcante. - Natal, RN, f. Orientadora: Profa. Dra. Valéria Rodrigues Leite. Monografia (Graduação em Economia) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Centro de Ciências Sociais Aplicadas. Departamento de Economia. Curso de Graduação em Ciências Econômicas. 1. Mercado de Crédito - Monografia. 2. Crédito consignado - Monografia. 3. Aposentados e pensionistas do INSS Consumo Monografia. I. Leite, Valéria Rodrigues. II. Universidade Federal do Rio Grande do Norte. III. Título. RN/BS/CCSA CDU

3 3 Diego Costa Cavalcante Análise da importância do crédito consignado no consumo dos aposentados e pensionistas do INSS: um estudo de caso no bairro Potengi de Natal. Monografia de Graduação apresentada ao Departamento de Economia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte como requisito parcial para obtenção do título de Bacharel em Economia. Orientador(a): Leite Prof. Dra. Valéria Rodrigues Natal/RN

4 Diego Costa Cavalcante Análise da importância do crédito consignado no consumo dos aposentados e pensionistas do INSS: um estudo de caso no bairro Potengi de Natal. Monografia de Graduação apresentada ao Departamento de Economia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte como requisito parcial para obtenção do título de Bacharel em Economia. Aprovada em: 11 / 06 / 2015 Profª. Drª. Valéria Rodrigues Leite Orientador/DEPEC-UFRN Profª. M. Maria da Luz Góis Campos Examinador/DEPEC-UFRN

5 Dedico primeiramente a Deus, a minha família e amigos. 5

6 6 AGRADECIMENTOS A Deus pela saúde e inteligência que me proporcionou concluir essa graduação. Agradeço a minha família. A professora Valéria, pela disponibilidade e presteza no atendimento relacionado ao trabalho. Pelas suas contribuições pertinentes e aperfeiçoamentos teóricos que fizeram parte da construção deste trabalho. A todos os professores componentes do departamento de Economia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

7 7

8 8 Os mecanismos que levam o dinheiro a afetar a economia são a disponibilidade de crédito e os termos em que esse crédito é disponibilizado. É o crédito que detém a força econômica. (Joseph Stiglitz)

9 9 RESUMO O trabalho realizado procura demonstrar a influência que a obtenção do crédito consignado tem tido para o consumo da terceira idade de aposentados e pensionistas do bairro Potengi na cidade de Natal/RN, abrangendo o período de maio/2013 a novembro/2013. Neste trabalho foi demonstrada a evolução do crédito, desde a sua origem até os dias atuais, enfatizando o surgimento do crédito consignado para aposentados e pensionistas do INSS. A questão enfoca em descobrir se a obtenção do crédito consignado tem sido importante no consumo de bens e serviços das pessoas da terceira idade. Através da pesquisa bibliográfica e do levantamento de daods foi verificada a relação existente entre consumo x crédito, de modo que se construiu a hipótese de que o crédito consignado tem assumido importante papel no consumo da terceira idade das pessoas entrevistadas. Os resultados demonstraram que na maioria dos entrevistados a correlação positiva entre crédito x consumo esteve presente. Portanto, se conclui que, a obtenção do crédito consignado tem viabilizado e em alguns casos foi indispensável para o consumo dos aposentados/pensionistas do INSS. Palavras-chave: Crédito. Crédito Consignado. Consumo. Aposentados/Pensionistas do INSS.

10 10 ABSTRACT The accomplished work search to demonstrate the influence that the attainment of the consigned credit has had for the consumption of the third age of retired and pensioners of the Potengi quarter in the city of Natal/RN, including the period of may/2013 november/2013. In this work the evolution of the credit was demonstrated, since its origin until the current days, emphasizing the sprouting of the consigned credit for retired and pensioners of the INSS. The question focuses to discover if the attainment of the consigned credit has been important in the consumption of goods and services of the people of the third age. Through the theoretical analysis by means of the revision of the literature and the form application credit was verified the existing relation enters consumption x, so that the hypothesis was constructed of that the consigned credit has assumed important role in the consumption of the third age of the interviewed people. The results had demonstrated that in the majority of interviewed the positive correlation between credit x consumption was present. Therefore, one concludes that, the attainment of the consigned credit has made possible and in some cases it was indispensable for the consumption of the retired persons and pensioners of the INSS. Keywords: Credit. Payroll Credit. Consumption. Retired/Pensions of INSS.

11 11 LISTA DE TABELAS Tabela 1 Taxas de juros de operações de crédito para pessoa física. Tabela 2 Saldo de operações contratadas com pessoas físicas. Tabela 3 Saldo de operações de crédito consignado INSS.

12 12 LISTA DE GRÁFICOS Gráfico 1 Operações de crédito do sistema financeiro para o setor privado milhões de unidades monetárias. Gráfico 2 Evolução do saldo real das operações de crédito para pessoas físicas. Gráfico 3 Quantidade de operações e valor contratado do crédito consignado INSS entre Gráfico 4 Participação da terceira idade no crédito consignado para aposentados e pensionistas do INSS.

13 13 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS PIB Produto Interno Bruto REBC Relatório de Economia Bancária e Crédito INSS Instituto Nacional de Seguridade Social SPC Serviço de Proteção ao Crédito BCB Banco Central do Brasil MPAS Ministério da Previdência Social

14 14 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO REFERENCIAL TEÓRICO Mercado de Crédito Evolução Histórica do Crédito Conceituação do Crédito Crédito para Pessoas Físicas O Papel do Crédito para Pessoas Físicas Crédito Consignado no Brasil O Crédito Consignado Regulamentação Legal Evolução do Crédito Consignado Crédito para Terceira Idade Relação Crédito x Consumo A Sociedade de Consumo Atual Como Crédito tem afetado o Consumo PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Caracterização da Pesquisa Unidade de Análise e Unidade de Observação Elaboração do Instrumento Coleta de Dados Tratamento e Análise dos Dados APRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS Apresentação do Intrumento Apresentação dos Resultados Análise dos Resultados CONSIDERAÇÕES FINAIS...49 REFERÊNCIAS...50 ANEXO A...53 ANEXO B...54

15 15 1. INTRODUÇÃO O crédito no decorrer dos tempos tem evoluído juntamente com a sociedade, na idade média era considerado ilegal devido à usura por parte do credor. A partir do Séc. XVII devido à grande expansão comercial em Amsterdã houve grande circulação de dinheiro (nessa época moedas de prata e ouro) trazendo consigo a necessidade de instituições de verificar a autenticidade das moedas surgia assim os bancos, que perceberam que os recursos lá depositados não precisavam ficar parados utilizando-os parte desses recursos para a concessão de empréstimos mediante a cobrança de juros, no final do Séc. XVII com a abolição da proibição ao crédito por parte da igreja católica provocou uma grande expansão no mercado de créditos na Europa. No Séc. XVIII com a ascensão da Revolução Industrial e consequente surgimento de uma massa de classe operaria ocorreu a democratização do credito acompanhada de uma massificação de certos hábitos de consumo. No Séc. XIX surgiram vários bancos com o objetivo de suprir a crescente necessidade de financiamento no âmbito econômico. Já no Séc. XX uma junção de fatores como o avanço tecnológico e o processo de globalização juntamente com o surgimento da sociedade de consumo propiciaram uma forte expansão do mercado de crédito, essa expansão no crédito vista nos dias de hoje é consequência das transformações ocorridas no seio da sociedade, principalmente no que diz respeito ao frenético consumo dos dias atuais. O modo de produção capitalista vigente tem cada vez mais tem contribuído para massificação do consumo na sociedade em geral, ampliando assim também o consumo das pessoas da terceira idade. A sociedade de consumo atual fez alavancar o crédito para pessoas físicas que se traduz numa operação de crédito destinado às pessoas físicas que consiste em suprir necessidades financeiras para aquisição de bens e serviços, onde o consumidor usufrui de um bem imediatamente que será pago com sua renda futura, então o crédito para pessoas físicas funciona tem como papel dentre outras coisas viabilizar o consumo das famílias. Neste contexto surgiu o crédito consignado, que se trata de um crédito disponibilizado para pessoas físicas onde o valor das parcelas é descontado diretamente na folha de pagamento do contratante do crédito, esse tipo de crédito ganhou força principalmente com a Lei de dezembro de 2003 onde foi regulamentado o crédito consignado para aposentados e pensionistas do INSS, essa modalidade no decorrer dos anos tem crescido chegando em 2011 a corresponder a 3,8% do PIB. A terceira idade em função do aumento da população idosa e maior expectativa de vida aliado ao advento do crédito consignado que tem garantido o acesso ao crédito a milhões

16 16 de pessoas da terceira idade e isso contribui para esse público tenha ganhado maior notoriedade no mercado de crédito no Brasil. É importante averiguar a importância que o crédito tem assumido no consumo dos aposentados e pensionistas, enfatizando que se trata de um público que sem o crédito consignado teria poucas alternativas de crédito dentro do sistema financeiro, uma vez que o crédito consignado tem tido um papel de inclusão no sistema financeiro dos aposentados e pensionistas. É fundamental então justificar esse trabalho de forma que venha demonstrar um estudo que apresente uma percepção que o crédito consignado tem assumido no consumo dos aposentados / pensionistas, tomando como base o modelo de Meireles (2006) que demonstra a correlação positiva existente entre crédito e consumo. Com base nessa justificativa, elaborouse a seguinte pergunta de partida: A concessão do crédito consignado tem sido de fundamental importância na aquisição de bens de consumo dos aposentados / pensionistas? Visando responder a pergunta de partida, é tomado como base o modelo de análise a correlação positiva existente entre crédito e consumo do estudo de Meirelles (2006), a correlação positiva entre crédito e consumo consiste num estudo que demonstrou que as novas concessões de crédito estão intimamente ligadas a novas aquisições de bens. A hipótese inicialmente construída é que as concessões de crédito consignado por parte dos aposentados e pensionistas tem sido de fundamental importância para a aquisição de bens dos contratantes. Consiste numa pesquisa de ordem quantitativa, que utiliza o método indutivo, partindo da análise da importância do crédito para o consumo num contexto geral, inicialmente, para, posteriormente abordar sua importância para os aposentados e pensionistas. O objetivo geral deste trabalho é avaliar a importância que o crédito consignado tem assumido no consumo dos aposentados e pensionistas no bairro Potengi Natal/RN. Os objetivos específicos são: descrever os aspectos que levam ao consumo; traçar perfil socioeconômico dos aposentados/pensionistas entrevistados, e; demonstrar a evolução do crédito consignado no Brasil. Então este trabalho tem como foco geral verificar a influência entre crédito x consumo. Abordando de modo específico a influência do crédito consignado no consumo dos aposentados e pensionistas, pondo em questão o impacto da obtenção do crédito consignado

17 17 no consumo de bens dos aposentados e pensionistas. A delimitação espaço-temporal da pesquisa abrange 20 aposentados e pensionistas da zona norte de Natal-RN no período de maio de 2013 a novembro de Além desta introdução o trabalho é composto de mais 3 capítulos, o capítulo 2 que trata do referencial teórico necessário para da embasamento ao projeto realizado. O capitulo 3 que trata do procedimentos metodológicos da pesquisa realizada. O capítulo 4 que mostra a apresentação e discussão dos resultados encontrados. E posteriormente, são apresentadas as considerações finais do estudo.

18 18 2. REFERENCIAL TÉORICO 2.1 MERCADO DE CRÉDITO Evolução Histórica do Crédito Na idade média o crédito era considerado ilegal pela igreja católica devido à usura por parte do credor, dentro da comunidade religiosa era proibida a prática do financiamento. Os senhores medievais financiavam os custos das guerras através de financiamentos onde o reembolso era feito através de entradas fiscais de novos territórios conquistados, outra forma de financiamento nesta época era o fornecimento de sementes a agricultores para o trabalho na terra, esse financiamento era liquidado posteriormente com parte da colheita. Já na idade média os caixeiros viajantes recebiam uma espécie de carta de crédito aonde iam retirando conforme a necessidade para as despesas da viagem. No inicio do Séc. XVII em Amsterdã dado sua ótima localização tornou-se um importante porto da Europa, nesta época as atividades comerciais se desenvolveram fortemente e o dinheiro da época (moedas de prata e ouro) circulou abundantemente, diante desse quadro surgiu à necessidade criação de um banco que tinha como principal função de verificar a qualidade das moedas em circulação a fim de assegurar o valor real das moedas em circulação. O banco percebeu que os recursos depositados não precisavam ficar ali parados começando utilizar parte desses recursos depositados para a concessão de empréstimos, mediante a cobrança de juros, segundo Steinbruch (2007) deve-se a alavanca do crédito a prosperidade econômica e cultural ocorrida em Amsterdã no século XVII. No final do Séc. XVII a proibição do crédito foi abolida oficialmente pela igreja católica provocou um grande impulso ao mercado de créditos na população na Europa. No Séc. XVIII durante a Revolução Industrial ocorreu a democratização do crédito, com o surgimento da classe operária que possuía um emprego relativamente estável e recebia salário, dada a previsibilidade do recebimento esse salário poderia ser antecipado, houve também nesta época uma massificação de certos hábitos de consumo. Todo processo decorrente da Revolução Industrial propiciou a produção de novos bens de consumo, geração de riqueza e atividades associadas, como a concessão de crédito. De acordo com Beluzzo (2011) foi depois da revolução industrial que a evolução do sistema de crédito chegou a seu ápice, a expansão dos mercados entre do Séc. XI até a Revolução Industrial no Séc. XVIII foi acompanhado de várias transformações nos sistemas de monetários e no sistema de crédito.

19 19 No início do Séc. XIX foram fundados vários bancos com objetivo de suprir a crescente necessidade de financiamento no âmbito econômico. Na época da industrialização surgiram as cooperativas de crédito que visavam fornecer crédito para estabelecimentos de diversos setores, como agricultura por exemplo. No Séc. XX e XXI uma junção de fatores levaram a uma forte expansão no mercado de crédito, dentre esses fatores pode ser citado: o avanço tecnológico ocorrido nesse século com altos investimentos em P&D, criando assim uma maior diversidade de bens e serviços na sociedade; ações de criação de demanda; e todo processo de globalização interligando os mercados permitindo assim um avanço no mercado de crédito. Grinover et al. (2005) afirmam que o homem do século XX vive em função de modelo novo de associativismo: a sociedade de consumo, caraterizada por um numero crescente de produtos e serviços, pelo domínio do crédito e do marketing Conceituação de Crédito A origem da palavra crédito está relacionada ao termo no latim creditus que significa coisa confiada e está ligada a relação/transação baseada na confiança. No âmbito econômico conceder crédito se traduz em uma relação de confiança onde o credor acredita que o tomador ira honrar o compromisso acordado. Para o SEBRAE (2012) uma operação de crédito consiste no financiamento de valores e condições por uma instituição financeira, sob a promessa de recebimento do valor principal acrescido dos juros da operação onde se estabelece uma relação de confiança do cumprimento do acordo, o significado de crédito está relacionado a: segurança de que alguma coisa é verdadeira, confiança; boa reputação, boa fama, consideração; facilidade de conseguir adiantamentos de dinheiro para fins comerciais, industriais, agrícolas, etc.; soma posta à disposição de alguém num banco, numa casa de comércio, mediante certas vantagens; direito de receber o que se emprestou; troca de bens presentes por bens futuros. Então, conceder crédito é acreditar, confiar, crer na contraparte devedora com base em conhecimentos sobre o passado e o presente e, principalmente, em interpretações sobre o futuro, sendo que este último carrega consigo o componente de risco e incerteza. De uma forma mais simples crédito significa uma soma em dinheiro disponibilizada por uma pessoa, uma entidade financeira ou um banco, por um determinado período.

20 20 Para uma operação de crédito se tornar possível é necessário pelo menos dois agentes, um credor o agente o qual a pessoa (devedora) tem uma dívida financeira; e um devedor o agente que utiliza os recursos disponibilizados pelos credores, ou seja, o crédito, onde a parte devedora restitui a parte credora o valor adiantado integralmente acrescido de juros dentro de determinado período de tempo previamente acordado. Nesse sentido afirmou Jacob (2003): crédito é uma situação que envolve duas partes, uma credora e outra devedora, que estabelecem uma relação entre si, normalmente contratual. Esta situação sugere que uma das partes, a credora, conceda liquidez à outra, a devedora, mediante um prêmio de liquidez ou de risco, comumente intitulado juro. Schrickel (2000) complementa o conceito de Jacob (2003) afirmando que crédito pode ser então todo ato de cessão temporária de parte do patrimônio a um terceiro com a expectativa de que está parcela volte a sua posse integralmente, depois de decorrido o tempo estipulado. Em uma economia capitalista os principais agentes na concessão de crédito são as instituições financeiras, isso se deve ao seu poder de administrar recursos, esses recursos geralmente são advindos dos depósitos de seus clientes, pois de acordo com Belluzzo (2011), os bancos comerciais recebem depósitos à vista do público, sabedores da reduzida probabilidade de que todos venham reclamar seus depósitos ao mesmo tempo, esses bancos emprestam o dinheiro a outros agentes mediante pagamento de juros. Ainda nesse sentido Pandolfo (2007) complementa que em síntese, crédito na esfera bancária define as diversas formas pelas quais as instituições financeiras realizam sua principal função de intermediadores financeiros, servindo como ponte entre poupadores e tomadores, tomando de uns e emprestando a outros.... Esses recursos também são advindos através da captação de recursos em outras instituições a taxas de juros mais baratas que as taxas que serão ofertadas a seus clientes gerando assim um spread positivo. Outro motivo para que as instituições financeiras sejam os principais agentes na concessão de crédito é o fato de que uma operação de crédito envolve risco em função da assimetria de informações, então as instituições financeiras operam como produtor de informações através do relacionamento com seus clientes visando obter informações com o objetivo de diminuir o risco envolvido na contratação do crédito, então a decisão de emprestar será baseada nas informações que o banco possui. A necessidade de contrair crédito pelo consumidor se dá basicamente pelo baixo nível de poupança do consumidor, de modo que para a aquisição de bens e serviços de valores

21 21 superiores a sua renda corrente seriam necessários vários períodos de poupança, porém como o hábito de poupar não faz parte da cultura de certos consumidores é lançada mão do crédito para aquisição de determinado bem ou serviço (Assaf; Silva, 1997) Crédito para Pessoas Físicas O crédito para pessoas físicas trata-se de uma operação de crédito destinado as pessoas físicas que consiste em suprir necessidades financeiras para aquisição de bens e serviços, de modo que o consumidor passa a usufruir imediatamente de um bem ou serviço que será pago com sua renda futura. Segundo Pandolfo (2007) nesta modalidade enquadram-se o crédito benefício, consignação em folha de pagamento, crédito salário, antecipação de IRPF, crédito 13º salário, crédito veículo próprio, renovação, crédito pronto e microcrédito. Ainda para Fortuna (2000) existe uma enorme variedade de produtos disponíveis que se diferenciam em prazos, taxas, forma de pagamento e garantias, com o limite sendo a criatividade do banco diante das limitações impostas pelo Banco Central. Cada linha de crédito tem sua particularidade no que dizem respeito às taxas de juros praticadas; prazos de pagamento de acordo com a modalidade escolhida, nas diversas linhas os pagamentos serão feito mensalmente através de desconto em folha, débito em conta ou através de boletos bancários O Papel do Crédito para Pessoas Físicas O crédito para pessoas físicas tem importante papel, agindo tanto na economia do país como um todo e também no consumo das famílias. Na economia o crédito a pessoas físicas atua como um impulsor a economia, para as famílias tem a função de viabilizar o consumo. Conforme publicação da revista Veja (2008): O crédito pode ser um importante propulsor do crescimento. O aumento do volume aquece a demanda no mercado interno e, assim, atua diretamente e de forma positiva no desempenho do Produto Interno Bruto, que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país. Esse é o melhor cenário. Funciona desta forma: ao fomentar o consumo, o crédito obriga o setor produtivo a fabricar mais bens e, por consequência, empregar mais gente, aumentando a renda da população que melhora seu nível de vida e compra mais.

22 22 Do mesmo modo Arango (2009) destaca que do ponto de vista de economia em geral (abordagem macroeconômica), a existência de um sistema de crédito permite a possibilidade de induzir o setor produtivo da economia a aumentar seu ritmo de produção, via aumento da demanda. Segundo Belluzzo (2004) a importância do mercado de crédito foi apontado pelos dois fundadores da macroeconomia, Keynes e Kalecki, afirmaram que contrariando o senso comum que o crescimento da renda da comunidade e dos lucros empresariais depende da disposição de um grupo social, especialmente dos empresários mas também dos consumidores, do governo ou dos estrangeiros de gastar acima de sua renda corrente, isto é, de colocar mais dinheiro na economia do que está tirando. Prossegue o autor: Em uma economia monetária desenvolvida, empresários e consumidores, em conjunto, podem gastar acima de suas receitas correntes por conta da existência do sistema de crédito. O crédito para pessoas físicas é de grande relevância para economia de um país, pois aquece a demanda e viabiliza o consumo das famílias, conforme Malucelli (2008) a relevância do crédito justifica-se ao passo que ele fomenta o crescimento das atividades por meio da introdução do capital em circulação. A introdução do capital em circulação possibilitada pelo crédito as pessoas físicas fomenta o crescimento das atividades econômicas, além de reduzir as restrições de liquidez na economia gerando uma expansão no consumo, nesse sentido Alexandre (2007) cita: Quando se fornece crédito a pessoas físicas, reduzem-se as restrições à liquidez e, consequentemente, incentiva-se o consumo. Assim, frente à conjuntura no momento da implementação ação da política e à teoria sobre crédito, o primeiro objetivo percebido para a implementação da medida em estudo é o aumento do consumo (e o consequente aquecimento da economia, através da redução das restrições à liquidez). No Brasil com a implantação do Plano Real e estabilização da economia os bancos procuraram novas formas de obter lucro e as operações de crédito se tornaram o carro chefe na busca desse lucro. Segundo Goncalves (2007) as operações de crédito ocorrem em três setores: industrial; comércio, e; pessoa física (gráfico 1). Com destaque para o crédito para pessoas físicas, que a partir de 2005 é o setor com maior volume de crédito negociado, conforme pode ser visualizado no gráfico que se segue:

23 23 Gráfico 1 Operações de Crédito do Sistema Financeiro para o Setor Privado milhões de unidades monetárias Fonte: Banco Central do Brasil Segundo o Relatório de Economia Bancária e Crédito (REBC 2006) o crescimento do crédito para pessoas físicas e jurídicas foi estimulado, principalmente, pelo declínio significativo nas taxas ativas dos empréstimos e financiamentos, ao longo do processo de flexibilização da politica monetária iniciado em setembro de 2005, que determinou reduções sucessivas nas taxas básicas de juros.... O crédito a pessoas físicas historicamente tem assumido relevante importância no plano macroeconômico do país, a experiência estadunidense demonstra isso, Frade e Magalhães (2006) citam que a economia americana cedo compreendeu os efeitos positivos do crédito aos consumidores no plano macroeconômico, pelo que baseou grande parte do seu crescimento na expansão do crédito a particulares. Então o crédito bem concedido pode garantir aos cidadãos maior acesso ao consumo com menores encargos, ampliando seu poder aquisitivo, o que leva a um aumento da produção, gera empregos e, portanto, ajuda o país a crescer e se desenvolver. Costa e Manolescu (2004) destacam a importância do crédito, apresentando o crédito como sendo essencial no funcionamento dos setores produtivos e também às famílias.

24 24 Além do benefício que o crédito para pessoas físicas proporciona para economia, ele também beneficia e tem importante papel para os indivíduos e famílias, possibilitando as famílias comprar a prazo adiantando a aquisição de determinado bem. Malucelli (2008) enfatiza o papel do crédito as famílias ao citar que nem todos dispõem de recursos para alimentar e satisfazer suas supostas necessidades. É nesse contexto que o crédito assume relevante papel. A disponibilidade de crédito no país para pessoas físicas altera os hábitos de consumo das classes sociais, sobretudo das classes C, D e E, lhes possibilitando a aquisição de produtos mais caros, neste sentido Bertoncello e Lima (2004) citam que só entre 2005 e 2006 no Brasil mais de dois milhões de pessoas saíram das classes D e E para a classe C, tendo eles absorvido cerca de 17 bilhões de reais de crédito ao mercado, totalizando 2,15 milhões de famílias. Malucelli (2008) acrescenta que o crédito, indubitavelmente, oportuniza inclusão social, na medida em que garante acesso a bens de consumo, que podem representar melhora na qualidade de vida das pessoas. Dessa forma se pode verificar o importante papel do crédito às pessoas físicas, dado o fato que o crédito tem possibilitado a inserção de muitas famílias no mercado de consumo atual, os fazendo participantes da sociedade de consumo, pessoas que até então muitas vezes se encontravam marginalizadas desse mercado de consumo. O crédito tem contribuído para o bem-estar das famílias, tornando possível a aquisição determinados bens, sobre isto Gelpi e Julien-Labruyère (2000) observam que o crédito oportuniza, ou, ao menos contribui, à conquista da realização pessoal dos consumidores, considerando que esta é tida como um simbólico acréscimo do nível de vida. 2.2 CRÉDITO CONSIGNADO NO BRASIL O Crédito Consignado O crédito consignado tem contribuído para a expansão no crédito no Brasil nos últimos anos, consiste numa operação de crédito onde as prestações são descontadas diretamente na folha de pagamento do contratante e repassada pelo órgão vinculado do contratante a instituição financeira onde foi realizada a operação de crédito.

25 25 Sobre a expansão do crédito possibilitada pelo crédito consignado Alexandre (2007) enfatiza em seu estudo que a medida implementada através da Lei / diz respeito a crédito para pessoas físicas, possibilitando uma linha de crédito com menor custo do que as disponíveis até este momento. No momento de implementação da medida, a economia encontrava-se bastante desaquecida, o percentual de crédito em relação ao PIB era baixo e o spread bancário para pessoas físicas bastante elevado. Gigliucci (2011) complementa que esta modalidade de crédito teve um número de contratações muito grande, e modificou de forma importante o mercado de crédito a pessoa física. O crédito consignado para aposentados e pensionistas tem facilitado o acesso ao crédito dos beneficiários do INSS e desde o seu surgimento tem sido responsável por entrada substancial de recursos na economia brasileira. De acordo com dados da Previdência Social só em 2013 o crédito consignado para beneficiários do INSS injetou na economia brasileira R$ ,18 bilhões, o que é considerado um volume bastante expressivo, considerando que nesse mesmo ano o PIB do Brasil foi de 4,84 trilhões. Devido à segurança da operação do crédito consignado haja vista que as parcelas mensais do empréstimo são repassadas diretamente pelo órgão aos bancos conveniados tendo assim baixas taxas de inadimplência e também pela regulamentação existente as taxas de juros são menores que em outras operações de crédito. Em seu estudo Rodrigues et al. (2006) afirma que o crédito consignado foi um importante fator para redução das taxas cobradas no crédito pessoal, isto pode ser visualizado na tabela a seguir: Tabela 1 1 Lei que regulamentou o crédito consignado para os aposentados e pensionistas do INSS.

26 26 Fonte: Banco Central Em uma operação de crédito consignado para aposentados/pensionistas e servidores públicos são necessários três agentes: o aposentado/pensionista/servidor que irá contratar este tipo de crédito; a instituição financeira que disponibilizara os recursos do empréstimo, e; o órgão averbador responsável em repassar a instituição financeira o valor da prestação. Conforme pode ser visualizado na ilustração de Furlan (2009): Para solicitar esse tipo de crédito o aposentado/pensionista do INSS deve se dirigir até um banco ou financeira conveniados com INSS e autorizar através de contrato a retenção de

27 27 parte dos seus ganhos, após solicitação do empréstimo o banco conveniado irá enviar a informação a Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social (Dataprev) para que seja verificada a possibilidade da inclusão do desconto. Uma peculiaridade desse tipo de crédito é que ele pode ser ofertado para pessoas com restrição, ou seja, inscritos em cadastro restritivos como o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e Centralização dos Serviços Bancários S/A (SERASA) Regulamentação Legal O mercado de crédito consignado apesar de ter tido maior ascensão nos últimos anos já possui legislação no Brasil desde 1946 durante o governo de Eurico Gaspar Dutra, regulamentado pela Lei nº 9.790, que permitia a consignação em folha para pagamentos a Institutos e Caixas de Aposentadoria e Pensões. Na década de 90 o então Presidente através do decreto 1502/95 estabeleceu que funcionários públicos federais poderiam tomar empréstimos mediante a consignação em folha de pagamento e em 2004 foi editado mais um decreto, o decreto que disciplinou as consignações em folha para os servidores públicos civis, aposentados e pensionistas da administração direta, autárquica e fundacional do Poder Executivo da União. O crédito consignado para os aposentados e pensionistas do Instituo Nacional de Seguridade Social (INSS) teve sua regulamentação com a Lei nº de dezembro de 2003 e foi regulamentado pelo decreto de janeiro de 2004, de acordo com Malucelli (2008) este foi o texto legal responsável pela inclusão no mercado de consumo de crédito consignado de uma população até então marginalizada nesse setor, que são os aposentados e pensionistas do INSS. Essa mesma lei também regulamentou o crédito consignado para os empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho. De acordo com a Lei uma operação de crédito consignado é uma operação em caráter irrevogável e irretratável, ou seja, após o contrato firmado, teoricamente, não é possível ser desfeito. A regulamentação atual permite ao aposentado/pensionista do INSS comprometer até 30% do valor do seu benefício, depois de deduzido descontos obrigatórios, podendo ser 30% exclusivamente em empréstimos consignados ou para os que possuem cartão de crédito consignado vinculado ao benefício a margem reservada para o empréstimo consignado fica em 20% pode ser comprometido mais 10% com o cartão de crédito consignado, totalizando 30%. Caso seja lançado um valor prestação onde seja descontado mais de 30% do valor do

28 28 beneficio do aposentado/pensionista o INSS através da DATAPREV recusará o pedido da consignação. No que se refere ao prazo permitido em uma operação de crédito consignado para aposentado/pensionista do INSS a Portaria nº 1.177de 26/9/2014 estabelece 72 (setenta e dois) meses como o prazo máximo por cada operação. O INSS limita a taxa máxima de juros que podem ser cobradas pelos bancos conveniados, de acordo com Diário Oficial da União de 23/Mai/2012 o INSS determina que a taxa máxima que pode ser cobrada pelas 44 instituições financeiras que operam com o consignado para o INSS é de 2,14% a.m. e para o cartão de crédito 3,06% a.m.; vale salientar que essa taxa vem sendo reduzida no decorrer dos anos. É vedada pelo INSS qualquer cobrança de taxa de abertura de crédito aos beneficiários desde maio de Evolução do Crédito Consignado A evolução do crédito consignado no Brasil se deu, sobretudo após o ano de 2003 com a regulamentação da Lei /03 e alguns fatores explicam a evolução recente do crédito consignado, conforme Banco Central do Brasil (BCB): A Lei /03 autorizou o desconto em folha de pagamento de parcelas referentes a empréstimos e financiamentos concedidos por instituições financeiras. A grande vantagem dessa modalidade de crédito é o menor risco de inadimplência, tendo em vista que a liquidação do crédito é efetuada diretamente na folha de pagamento do trabalhador. Consequentemente, a taxa de juros dessa modalidade contratual tende a ser inferior à taxa cobrada nas modalidades com maior risco de crédito. Em função da menor taxa de juros, que o torna bastante atrativo em relação às demais modalidades, o crédito consignado vem apresentando taxas de crescimento bem superiores à média de expansão do crédito pessoal. Em 2004 crédito consignado correspondia a 0,6% do PIB brasileiro, sete anos mais tarde em 2011 esse percentual já era de 3,8% do PIB, isto mostra seu crescimento no decorrer dos anos. O gráfico 2 a seguir demonstra essa evolução:

29 29 Gráfico 2 Fonte: Banco Central Em relação às demais operações de crédito para pessoas físicas o crédito consignado tem se destacado acumulando alta no decorrer dos anos passando de R$ 9,7 bilhões em 2004 para R$ 139,7 bilhões em 2011, conforme tabela 2:

30 30 Fonte: Banco Central Em 2011, de todo montante de R$ 139,7 bilhões negociados através do crédito consignado na economia, os aposentados e pensionistas do INSS foram responsáveis por 28,4 bilhões o que corresponde a 20,3 % do total de crédito total negociado. O crédito consignado para aposentados/pensionistas do INSS passa por um período de ascensão, onde cresceu em torno de 300% entre 2006 e 2011 passando de R$ 7,4 bilhões em 2006 para R$ 28,4 bilhões em 2011, conforme pode ser visualizado na tabela 3 que se segue: Tabela 3 - Saldo de Operações de Crédito Consignado INSS Ano Valor Consignado INSS (em bilhões de R$) , , , , , , , ,18 Fonte: MPAS - Ministério da Previdência e Assistência Social. No gráfico 3 que se segue pode ser visualizado a quantidade de operações e valor contratado do crédito consignado INSS entre : Quantidade e Valor das Operações de Crédito realizadas por Instituições Financeiras com Aposentados e Pensionistas do INSS 2010 a (bilhões de R$): Gráfico 3 2 De janeiro a setembro de 2014.

31 31 Fonte: MPAS Ministério da previdência e assistência Social. No Brasil foram negociados em 2013 R$ 41,2 bilhões, a principal região na contratação de crédito consignado para os aposentados/pensionistas INSS é o Sudeste, onde foram negociados no ano de 2013 o valor de R$ 21,2 bilhões no ano de 2013, sendo São Paulo o principal estado, responsável por 55,2% desse total da região. Logo em seguida vem o estado do Nordeste, onde foram negociados no ano de 2013 o valor de R$ 8,9 bilhões, sendo o estado da Bahia o principal estado na contratação, responsável por 24,2% do total da região. O Rio Grande do Norte é o sexto estado na região Nordeste no valor de contratações no ano de 2013, onde foram negociados R$ , Crédito para Terceira Idade A terceira idade ainda é considerada um público pouco explorado no Brasil, o que vem mudando com a ascensão do crédito consignado, sobretudo o crédito consignado para aposentados e pensionistas do INSS que permitiu a entrada de milhões de pessoas no mercado de crédito facilitando aquisição, possibilitando empréstimos com menores taxas de juros e com menor burocracia. Outro fator que contribui para ascensão do consignado INSS é a maior expectativa de vida da população, em 1991 a população com idade superior a 65 anos era de 4,8%, em 2000

32 32 esse percentual subiu para 5,9% e em 2010 esse percentual chegou a 7,4%, segundo projeções do IBGE em 2020 a proporção de pessoas com 60 anos ou mais será de 13% e em 2050 essa proporção será de 25%, ou seja, um quarto da população brasileira. Segundo Shephard (2003) o avanço na economia e também na medicina, além de outros fatores como progressos científicos e tecnológicos são os principais responsáveis pela maior expectativa de vida e também pela melhor qualidade de vida. Novaes (2005) destaca esse mercado consumidor da terceira idade ressaltando que o mercado cinza 3 é de grande interesse para os profissionais de marketing por possuírem a mais alta renda média do Brasil. Freitas (2010) ressalta em seu estudo que a terceira idade passa por um dilema que é o elevado custo de vida e defasagem salarial, contratando o crédito consignado como possível solução para sanar a necessidade presente. Freitas (2010) relata em seu estudo que o perfil da terceira idade tem mudado no decorrer dos tempos, deixando de ser aquela pessoa sem condição financeira de se manter para um membro da família com perfeitas condições de contribuir com o aumento da renda per capita da família, o que é confirmado com estudos de Camarano (2004) onde fica evidenciado que famílias com idosos possuem maior renda per capita que famílias sem idosos. Marques (2009) baseado nos estudos realizados por Tongren (1988) e Leventhal (1997) sintetiza os aspectos relativos ao consumo na terceira idade conforme pode ser visualizado no quadro que se segue: 3 Nome atribuído ao mercado de consumidores da terceira idade.

33 33 Características e Comportamentos dos Consumidores da Terceira Idade Fonte: MARQUES (2009) Segundo afirma Desideri (2012) O momento econômico favorável do Brasil, ações governamentais e as medidas de estímulo ao crédito proporcionam a intensa participação da terceira idade em negociações de crédito.... Dados do Ministério da Previdência Social (MPAS) de janeiro de 2012 apresentam uma noção da grande participação da terceira idade no crédito consignado para aposentados e pensionistas do INSS:

SECRETARIA DA JUSTIÇA E DA DEFESA DA CIDADANIA FUNDAÇÃO DE PROTEÇÃO E DEFESA DO CONSUMIDOR DIRETORIA DE ESTUDOS E PESQUISAS

SECRETARIA DA JUSTIÇA E DA DEFESA DA CIDADANIA FUNDAÇÃO DE PROTEÇÃO E DEFESA DO CONSUMIDOR DIRETORIA DE ESTUDOS E PESQUISAS Resultados dos estudos sobre a redução de taxas de juros praticadas por bancos públicos e privados. Orientações aos consumidores. Face aos diversos anúncios de redução de juros veiculados na mídia a partir

Leia mais

FINANÇAS A B C D A R$ 24.000,00. B R$ 12.000,00. C R$ 2.000,00. D R$ 0,00.

FINANÇAS A B C D A R$ 24.000,00. B R$ 12.000,00. C R$ 2.000,00. D R$ 0,00. ESPE/Un SERE 2013 Nas questões a seguir, marque, para cada uma, a única opção correta, de acordo com o respectivo comando. Para as devidas marcações, use a Folha de Respostas, único documento válido para

Leia mais

ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1

ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1 ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1 PESQUISA DE JUROS As taxas de juros das operações de crédito voltaram a ser elevadas em janeiro/2015. Estas elevações podem ser atribuídas aos seguintes

Leia mais

PESQUISA DE JUROS. As taxas de juros das operações de crédito voltaram a ser elevadas em dezembro/2013 sendo esta a sétima elevação do ano.

PESQUISA DE JUROS. As taxas de juros das operações de crédito voltaram a ser elevadas em dezembro/2013 sendo esta a sétima elevação do ano. PESQUISA DE JUROS As taxas de juros das operações de crédito voltaram a ser elevadas em dezembro/2013 sendo esta a sétima elevação do ano. Esta elevação é reflexo da elevação da Taxa Básica de Juros (Selic)

Leia mais

PESQUISA DE JUROS. Estas reduções podem ser atribuídas aos fatores abaixo:

PESQUISA DE JUROS. Estas reduções podem ser atribuídas aos fatores abaixo: PESQUISA DE JUROS Após longo período de elevação das taxas de juros das operações de crédito, as mesmas voltaram a ser reduzidas em setembro/2014 interrompendo quinze elevações seguidas dos juros na pessoa

Leia mais

ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1

ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1 ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1 PESQUISA DE JUROS As taxas de juros das operações de crédito ficaram praticamente estáveis em janeiro/2013 frente a dezembro/2012. Pessoa Física Das seis

Leia mais

ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1

ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1 ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1 PESQUISA DE JUROS As taxas de juros das operações de crédito voltaram a ser elevadas em fevereiro/2015. Estas elevações podem ser atribuídas aos seguintes

Leia mais

IMA Institute of Management Accountants PESQUISA DE JUROS

IMA Institute of Management Accountants PESQUISA DE JUROS PESQUISA DE JUROS As taxas de juros das operações de crédito voltaram a ser elevadas em outubro/2013, sendo esta a sexta elevação no ano. Esta elevação pode ser atribuída à última elevação da Taxa de Juros

Leia mais

Para poder concluir que chegamos a: a) registrar os eventos; b) controlar o patrimônio; e c) gerar demonstrações

Para poder concluir que chegamos a: a) registrar os eventos; b) controlar o patrimônio; e c) gerar demonstrações Contabilidade: é objetivamente um sistema de informação e avaliação, destinado a prover seus usuários com demonstrações e análise de natureza econômica financeira. tratar as informações de natureza repetitiva

Leia mais

Demonstrações Contábeis

Demonstrações Contábeis Demonstrações Contábeis Resumo Demonstrações contábeis são informações e dados que as empresas oferecem ao fim de cada exercício, com a finalidade de mostrar aos acionistas, ao governo e todos os interessados,

Leia mais

Administrando o Fluxo de Caixa

Administrando o Fluxo de Caixa Administrando o Fluxo de Caixa O contexto econômico do momento interfere no cotidiano das empresas, independente do seu tamanho mercadológico e, principalmente nas questões que afetam diretamente o Fluxo

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO FINANCEIRA VICE-DIRETORIA ADMINISTRATIVA

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO FINANCEIRA VICE-DIRETORIA ADMINISTRATIVA POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO FINANCEIRA VICE-DIRETORIA ADMINISTRATIVA ABRIL 2011 1 1. APRESENTAÇÃO A expansão das atividades de ensino e melhoramento da infraestrutura física ofertada tem exigido da Faculdade

Leia mais

www.anefac.com.br Rua 7 de abril. 125 - conj. 405 - CEP 01043-000 República - São Paulo-SP - Telefone: 11 2808-320 PESQUISA DE JUROS

www.anefac.com.br Rua 7 de abril. 125 - conj. 405 - CEP 01043-000 República - São Paulo-SP - Telefone: 11 2808-320 PESQUISA DE JUROS PESQUISA DE JUROS As taxas de juros das operações de crédito voltaram a ser elevadas em maio/2014, sendo esta a décima segunda elevação seguida, quinta elevação no ano. Estas elevações podem ser atribuídas

Leia mais

PESQUISA DE JUROS. As taxas de juros das operações de crédito apresentaram em agosto/2014 comportamentos distintos.

PESQUISA DE JUROS. As taxas de juros das operações de crédito apresentaram em agosto/2014 comportamentos distintos. PESQUISA DE JUROS As taxas de juros das operações de crédito apresentaram em agosto/2014 comportamentos distintos. Na pessoa física as taxas de juros tiveram uma pequena elevação sendo esta a décima quinta

Leia mais

Visão. Crédito à pessoa física responde por 27% do crescimento da economia entre 2004 e 2009. do Desenvolvimento. nº 84 6 ago 2010

Visão. Crédito à pessoa física responde por 27% do crescimento da economia entre 2004 e 2009. do Desenvolvimento. nº 84 6 ago 2010 Visão do Desenvolvimento nº 84 6 ago 2010 Crédito à pessoa física responde por 27% do crescimento da economia entre 2004 e 2009 Por Gilberto Borça Jr. e Leandro Coutinho Economista e advogado da APE Expansão

Leia mais

Administração Financeira e Orçamentária I

Administração Financeira e Orçamentária I Administração Financeira e Orçamentária I Sistema Financeiro Brasileiro AFO 1 Conteúdo Instituições e Mercados Financeiros Principais Mercados Financeiros Sistema Financeiro Nacional Ações e Debêntures

Leia mais

GESTÃO DO CRÉDITO: AVALIAÇÃO DO RISCO, E ANÁLISE PARA TOMADA DE DECISÃO DE CRÉDITO

GESTÃO DO CRÉDITO: AVALIAÇÃO DO RISCO, E ANÁLISE PARA TOMADA DE DECISÃO DE CRÉDITO Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 109 GESTÃO DO CRÉDITO: AVALIAÇÃO DO RISCO, E ANÁLISE PARA TOMADA DE DECISÃO DE CRÉDITO Claudinei Higino da Silva,

Leia mais

Sistema de Informações de Crédito do Banco Central Solidez para o Sistema Financeiro Nacional Facilidades para os tomadores de empréstimos

Sistema de Informações de Crédito do Banco Central Solidez para o Sistema Financeiro Nacional Facilidades para os tomadores de empréstimos Sistema de Informações de Crédito do Banco Central Solidez para o Sistema Financeiro Nacional Facilidades para os tomadores de empréstimos Transparência para a sociedade istema de Informações de Crédito

Leia mais

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Abril 2012

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Abril 2012 Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Abril 2012 O RISCO DOS DISTRATOS O impacto dos distratos no atual panorama do mercado imobiliário José Eduardo Rodrigues Varandas Júnior

Leia mais

MICROFINANÇAS. Programa de Remessas e Capacitação para Emigrantes Brasileiros e seus Beneficiários no Brasil

MICROFINANÇAS. Programa de Remessas e Capacitação para Emigrantes Brasileiros e seus Beneficiários no Brasil MICROFINANÇAS Programa de Remessas e Capacitação para Emigrantes Brasileiros e seus Beneficiários no Brasil Programa de Remessas e Capacitação para Emigrantes Brasileiros e seus Beneficiários no Brasil

Leia mais

2. O que a Funpresp Exe traz de modernização para o sistema previdenciário do Brasil?

2. O que a Funpresp Exe traz de modernização para o sistema previdenciário do Brasil? Perguntas Frequentes 1. O que é a Funpresp Exe? É a Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal do Poder Executivo, criada pelo Decreto nº 7.808/2012, com a finalidade de administrar

Leia mais

Programa CAIXA Melhor Crédito

Programa CAIXA Melhor Crédito Programa CAIXA Melhor Crédito CAIXA REDUZ A PARTIR DE HOJE TAXAS DE JUROS EM ATÉ 88% O Caixa Melhor Crédito trará beneficio imediato para mais de 25 milhões de clientes A Caixa Econômica Federal anunciou

Leia mais

Microcrédito é a designação para diversos tipos de empréstimos dos quais apontamos as seguintes características:

Microcrédito é a designação para diversos tipos de empréstimos dos quais apontamos as seguintes características: O QUE É MICROCRÉDITO Microcrédito é a designação para diversos tipos de empréstimos dos quais apontamos as seguintes características: Apesar de maiores limites determinados pelo governo, comumente percebemos

Leia mais

ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1

ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1 ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1 PESQUISA DE JUROS As taxas de juros das operações de crédito voltaram a ser elevadas em setembro/2013, sendo esta a quinta elevação no ano. Esta elevação

Leia mais

Cooperativismo. Cooperativa de Crédito Mútuo dos Empregados da INFRAERO

Cooperativismo. Cooperativa de Crédito Mútuo dos Empregados da INFRAERO Cooperativismo Cooperativa de Crédito Mútuo dos Empregados da INFRAERO GESTÃO: Samuel José dos Santos Diretor Presidente Marco Antonio da C.Guimarães - Diretor Operacional João Gonçalves dos Santos Diretor

Leia mais

Circular nº 3477. Total de Créditos Tributários Decorrentes de Diferenças Temporárias Líquidos de Obrigações Fiscais 111.94.02.01.

Circular nº 3477. Total de Créditos Tributários Decorrentes de Diferenças Temporárias Líquidos de Obrigações Fiscais 111.94.02.01. Detalhamento do patrimônio de referência (PR) : 100 110 111 111.01 111.02 111.03 111.04 111.05 111.06 111.07 111.08 111.90 111.90.01 111.91 111.91.01 111.91.02 111.91.03 111.91.04 111.91.05 111.91.06 111.91.07

Leia mais

A FORMALIZAÇÃO COMO TENDÊNCIA

A FORMALIZAÇÃO COMO TENDÊNCIA EVOLUÇÃO DO SEGMENTO DE PROMOÇÃO DE CRÉDITO: A FORMALIZAÇÃO COMO TENDÊNCIA Desenvolvendo Pessoas e Fortalecendo o Sistema Renato Martins Oliva Agenda O que é ABBC Missão e valores Bancos de pequena e média

Leia mais

Nova Estrutura de Dados de Crédito

Nova Estrutura de Dados de Crédito Nova Estrutura de Dados de Crédito Este boxe apresenta as principais alterações introduzidas recentemente nas estatísticas de crédito publicadas pelo Banco Central 1. A reformulação objetivou ampliar a

Leia mais

O que é e como funciona uma operação de swap

O que é e como funciona uma operação de swap O que é e como funciona uma operação de swap! O que é Swap! O que é Hedge! Mecanismo básico de funcionamento de uma operação de Swap Autores: Francisco Cavalcante(f_c_a@uol.com.br)! Administrador de Empresas

Leia mais

EXERCÍCIOS PROF. SÉRGIO ALTENFELDER

EXERCÍCIOS PROF. SÉRGIO ALTENFELDER 1- Uma dívida no valor de R$ 60.020,54 deve ser paga em sete prestações postecipadas de R$ 10.000,00, a uma determinada taxa de juros. Considerando esta mesma taxa de juros, calcule o saldo devedor imediatamente

Leia mais

Conceito de Contabilidade

Conceito de Contabilidade !" $%&!" #$ "!%!!&$$!!' %$ $(%& )* &%""$!+,%!%!& $+,&$ $(%'!%!-'"&!%%.+,&(+&$ /&$/+0!!$ & "!%!!&$$!!' % $ $(% &!)#$ %1$%, $! "# # #$ &&$ &$ 0&$ 01% & $ #$ % & #$&&$&$&* % %"!+,$%2 %"!31$%"%1%%+3!' #$ "

Leia mais

Manual do agente de crédito Banco Solidario

Manual do agente de crédito Banco Solidario Manual do agente de crédito Banco Solidario Trechos relacionados a evitar o superendividamento dos clientes, traduzidos do espanhol A filosofia Viver Solidário pode ser aplicada a tudo na vida. Em nossa

Leia mais

DO PLANO DE CONTRIBUIÇÃO DEFINIDA

DO PLANO DE CONTRIBUIÇÃO DEFINIDA GUIA PARA A ESCOLHA DO PERFIL DE INVESTIMENTO DO PLANO DE CONTRIBUIÇÃO DEFINIDA Caro Participante: Preparamos para você um guia contendo conceitos básicos sobre investimentos, feito para ajudá-lo a escolher

Leia mais

GPME Prof. Marcelo Cruz

GPME Prof. Marcelo Cruz GPME Prof. Marcelo Cruz Política de Crédito e Empréstimos Objetivos Compreender os tópicos básicos da administração financeira. Compreender a relação da contabilidade com as decisões financeiras. Compreender

Leia mais

1 INTRODUÇÃO 1.1 O problema

1 INTRODUÇÃO 1.1 O problema 1 INTRODUÇÃO 1.1 O problema Para se estudar os determinantes do investimento é preciso, em primeiro lugar, definir o investimento. Segundo Galesne (2001) fazer um investimento consiste, para uma empresa,

Leia mais

Módulo 2 Pr T odít ut U os L e O S erx viços Financeiros

Módulo 2 Pr T odít ut U os L e O S erx viços Financeiros Módulo 2 Produtos TÍTULO e Serviços X Financeiros CRÉDITO PESSOAL Olá! Neste módulo, vamos aprofundar nossos conhecimentos sobre os produtos e serviços financeiros que podemos oferecer aos nossos clientes.

Leia mais

Plano de Contribuição Definida

Plano de Contribuição Definida Plano de Contribuição Definida Gerdau Previdência CONHEÇA A PREVIDÊNCIA REGIME DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR Oferecido pelo setor privado, com adesão facultativa, tem a finalidade de proporcionar uma proteção

Leia mais

II - Evolução do crédito, da taxa de juros e do spread bancário 1

II - Evolução do crédito, da taxa de juros e do spread bancário 1 II - Evolução do crédito, da taxa de juros e do spread bancário 1 Desde março do ano passado, a partir da reversão das expectativas inflacionárias e do início da retomada do crescimento econômico, os juros

Leia mais

Investimento internacional. Fluxos de capitais e reservas internacionais

Investimento internacional. Fluxos de capitais e reservas internacionais Investimento internacional Fluxos de capitais e reservas internacionais Movimento internacional de fatores Determinantes da migração internacional: diferencial de salários; possibilidades e condições do

Leia mais

Sistema de Informações de Crédito do Banco Central SCR

Sistema de Informações de Crédito do Banco Central SCR Departamento de Supervisão Indireta e Gestão da Informação Desig Diretoria de Fiscalização Sistema de Informações de Crédito do Banco Central SCR Visão Geral O que é o SCR Experiência em outros países

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º, DE 2002

PROJETO DE LEI N.º, DE 2002 PROJETO DE LEI N.º, DE 2002 (Do Sr. Augusto Nardes) Institui o Fundo de Desenvolvimento da Empresa de Micro e de Pequeno Porte - Banco do Pequeno Empresário, e dá outras providências. O Congresso Nacional

Leia mais

APRESENTAÇÃO NO INSTITUTO DO VAREJO

APRESENTAÇÃO NO INSTITUTO DO VAREJO APRESENTAÇÃO NO INSTITUTO DO VAREJO 18 de Agosto de 2006 Demian Fiocca Presidente do BNDES www.bndes.gov.br 1 BRASIL: NOVO CICLO DE DESENVOLVIMENTO Um novo ciclo de desenvolvimento teve início em 2004.

Leia mais

Manual Explicativo. Beleza é viver o futuro que você sempre sonhou. Boticário Prev

Manual Explicativo. Beleza é viver o futuro que você sempre sonhou. Boticário Prev Manual Explicativo Beleza é viver o futuro que você sempre sonhou. Boticário Prev 1. MANUAL EXPLICATIVO... 4 2. A APOSENTADORIA E VOCÊ... 4 3. PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR: O que é isso?... 4 4. BOTICÁRIO

Leia mais

Elementos de Análise Financeira Matemática Financeira e Inflação Profa. Patricia Maria Bortolon

Elementos de Análise Financeira Matemática Financeira e Inflação Profa. Patricia Maria Bortolon Elementos de Análise Financeira Matemática Financeira e Inflação O que é Inflação? Inflação É a elevação generalizada dos preços de uma economia O que é deflação? E a baixa predominante de preços de bens

Leia mais

REGULAMENTO DE EMPRÉSTIMO A PARTICIPANTE DO PLANO DE BENEFICIO CEBPREV.

REGULAMENTO DE EMPRÉSTIMO A PARTICIPANTE DO PLANO DE BENEFICIO CEBPREV. REGULAMENTO DE EMPRÉSTIMO A PARTICIPANTE DO PLANO DE BENEFICIO CEBPREV. Sumário Capítulo I Da finalidade...1 Capítulo II - Dos contratantes...1 Capítulo III - Dos limites individuais...2 Capítulo IV -

Leia mais

VALE ALIMENTAÇÃO PARA FUNCIONÁRIOS

VALE ALIMENTAÇÃO PARA FUNCIONÁRIOS Prezados Senhores, Ref. VALE ALIMENTAÇÃO PARA FUNCIONÁRIOS A Associação Comercial de Ilhabela está disponibilizando para as empresas da cidade, que fornecem para seus funcionários cestas básicas (ou vale-alimentação),

Leia mais

Recupere a saúde financeira e. garanta um futuro tranquilo Reitoria da UNESP, 13/05/2015

Recupere a saúde financeira e. garanta um futuro tranquilo Reitoria da UNESP, 13/05/2015 Recupere a saúde financeira e garanta um futuro tranquilo Reitoria da UNESP, 13/05/2015 Objetivo geral Disseminar conhecimento financeiro e previdenciário dentro e fora da SP-PREVCOM buscando contribuir

Leia mais

(com base na Nota do Banco Central do Brasil de 27-05-2009) Edição de 27 de Maio de 2009

(com base na Nota do Banco Central do Brasil de 27-05-2009) Edição de 27 de Maio de 2009 Relatório Febraban - Evolução do Crédito do Sistema Financeiro (com base na Nota do Banco Central do Brasil de 27-05-2009) Edição de 27 de Maio de 2009 Em Abril de 2009, operações de crédito atingiram

Leia mais

UNIDADE 4 INTRODUÇÃO À TEORIA MONETÁRIA OBJETIVOS ESPECÍFICOS DE APRENDIZAGEM

UNIDADE 4 INTRODUÇÃO À TEORIA MONETÁRIA OBJETIVOS ESPECÍFICOS DE APRENDIZAGEM UNIDADE 4 INTRODUÇÃO À TEORIA MONETÁRIA OBJETIVOS ESPECÍFICOS DE APRENDIZAGEM Ao finalizar esta Unidade você deverá ser capaz de: Conhecer o funcionamento do sistema monetário; Compreender a importância

Leia mais

Cenário positivo. Construção e Negócios - São Paulo/SP - REVISTA - 03/05/2012-19:49:37. Texto: Lucas Rizzi

Cenário positivo. Construção e Negócios - São Paulo/SP - REVISTA - 03/05/2012-19:49:37. Texto: Lucas Rizzi Cenário positivo Construção e Negócios - São Paulo/SP - REVISTA - 03/05/2012-19:49:37 Texto: Lucas Rizzi Crescimento econômico, redução da pobreza, renda em expansão e dois grandes eventos esportivos vindo

Leia mais

Direito Empresarial II. Foed Saliba Smaka Jr. Curso de Direito ISEPE Guaratuba 2015/2

Direito Empresarial II. Foed Saliba Smaka Jr. Curso de Direito ISEPE Guaratuba 2015/2 Direito Empresarial II Foed Saliba Smaka Jr. Curso de Direito ISEPE Guaratuba 2015/2 Contratos Aula 18 Contratos: Teoria Geral; Classificação; Requisitos; Objetos; Elementos; Contratos em Espécie: Compra

Leia mais

Educação Financeira. Crédito Consignado. Módulo 3: Gerenciamento de dívidas

Educação Financeira. Crédito Consignado. Módulo 3: Gerenciamento de dívidas Educação Financeira Crédito Consignado Módulo 3: Gerenciamento de dívidas Objetivo Auxiliar no gerenciamento de dívidas e de como quitá-las, conscientizando as pessoas da importância em diminui-las e de

Leia mais

Discurso do presidente Alexandre Tombini na comemoração dos 30 anos da Associação Brasileira de Bancos Comerciais (ABBC).

Discurso do presidente Alexandre Tombini na comemoração dos 30 anos da Associação Brasileira de Bancos Comerciais (ABBC). São Paulo, 21 de março de 2013. Discurso do presidente Alexandre Tombini na comemoração dos 30 anos da Associação Brasileira de Bancos Comerciais (ABBC). Senhoras e senhores É com grande satisfação que

Leia mais

A importância dos Fundos de Investimento no Financiamento de Empresas e Projetos

A importância dos Fundos de Investimento no Financiamento de Empresas e Projetos A importância dos Fundos de Investimento no Financiamento de Empresas e Projetos A Importância dos Fundos de Investimento no Financiamento de Empresas e Projetos Prof. William Eid Junior Professor Titular

Leia mais

Cartilha Plano A. Índice

Cartilha Plano A. Índice Cartilha Plano A Cartilha Plano A Índice Apresentação A Previnorte Histórico Patrimônio Plano de Benefícios e Plano de Custeio Salário Real de Contribuição Jóia Requisitos exigidos para filiação à PREVINORTE

Leia mais

REGULAMENTO DE EMPRÉSTIMO

REGULAMENTO DE EMPRÉSTIMO REGULAMENTO DE EMPRÉSTIMO Art. 1º Este documento, doravante denominado Regulamento de Empréstimo, estabelece os direitos e as obrigações da Boticário Prev, dos Participantes e Assistidos, para a concessão

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO FINANCEIRA

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO FINANCEIRA POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO FINANCEIRA Diretoria Acadêmica e de Administração fev-2010 Anexo I - PORTARIA Nº 08/2010-DIR Considerando que o melhoramento constante da infra-estrutura física ofertada e a busca

Leia mais

REGULAMENTO A CONCESSÃO E MANUTENÇÃO DE EMPRÉSTIMO SIMPLES AOS PARTICIPANTES E ASSISTIDOS DO PLANO BENEFÍCIO PREV-RENDA.

REGULAMENTO A CONCESSÃO E MANUTENÇÃO DE EMPRÉSTIMO SIMPLES AOS PARTICIPANTES E ASSISTIDOS DO PLANO BENEFÍCIO PREV-RENDA. REGULAMENTO A CONCESSÃO E MANUTENÇÃO DE EMPRÉSTIMO SIMPLES AOS PARTICIPANTES E ASSISTIDOS DO PLANO BENEFÍCIO PREV-RENDA. Índice Capítulo I Da Carteira de Empréstimo Simples... 3 Capítulo II Dos Recursos

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.477. I - bancos múltiplos, bancos comerciais, bancos de investimento, bancos de câmbio e caixas econômicas;

CIRCULAR Nº 3.477. I - bancos múltiplos, bancos comerciais, bancos de investimento, bancos de câmbio e caixas econômicas; CIRCULAR Nº 3.477 Dispõe sobre a divulgação de informações referentes à gestão de riscos, ao Patrimônio de Referência Exigido (PRE), de que trata a Resolução nº 3.490, de 29 de agosto de 2007, e à adequação

Leia mais

Guia do uso consciente do crédito. O crédito está aí para melhorar sua vida, é só se planejar que ele não vai faltar.

Guia do uso consciente do crédito. O crédito está aí para melhorar sua vida, é só se planejar que ele não vai faltar. Guia do uso consciente do crédito O crédito está aí para melhorar sua vida, é só se planejar que ele não vai faltar. Afinal, o que é crédito? O crédito é o meio que permite a compra de mercadorias, serviços

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS»CONTABILIDADE «

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS»CONTABILIDADE « CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS»CONTABILIDADE «21. A respeito das funções da Contabilidade, tem-se a administrativa e a econômica. Qual das alternativas abaixo apresenta uma função econômica? a) Evitar erros

Leia mais

Unidade II. Mercado Financeiro e de. Prof. Maurício Felippe Manzalli

Unidade II. Mercado Financeiro e de. Prof. Maurício Felippe Manzalli Unidade II Mercado Financeiro e de Capitais Prof. Maurício Felippe Manzalli Mercados Financeiros Definição do mercado financeiro Representa o Sistema Financeiro Nacional Promove o fluxo de recursos através

Leia mais

Assim, integram a Categoria E os rendimentos de capitais, enumerados no artigo 5.º do CIRS.

Assim, integram a Categoria E os rendimentos de capitais, enumerados no artigo 5.º do CIRS. CATEGORIA E RENDIMENTOS DE CAPITAIS Definem-se rendimentos de capitais, todos os frutos e demais vantagens económicas, qualquer que seja a sua natureza ou denominação, pecuniários ou em espécie, procedentes,

Leia mais

1 Introdução 1.1. Contextualização

1 Introdução 1.1. Contextualização 1 Introdução 1.1. Contextualização O mercado de cartões no Brasil ainda está em fase de amadurecimento. A maior estabilização da economia brasileira com o plano real após 1994 permitiu uma explosão da

Leia mais

APURAÇÃO DO RESULTADO (1)

APURAÇÃO DO RESULTADO (1) APURAÇÃO DO RESULTADO (1) Isnard Martins - UNESA Rodrigo de Souza Freitas http://www.juliobattisti.com.br/tutoriais/rodrigosfreitas/conhecendocontabilidade012.asp 1 Apuração do Resultado A maioria das

Leia mais

IDÉIAS EM CONSTRUÇÃO DOCUMENTOS PARA ESTUDO 03-03

IDÉIAS EM CONSTRUÇÃO DOCUMENTOS PARA ESTUDO 03-03 1 IDÉIAS EM CONSTRUÇÃO DOCUMENTOS PARA ESTUDO 03-03 O PAPEL DO FUNDO ROTATIVO NA FORMAÇÃO DE UMA NOVA CULTURA DE CRÉDITO Introdução Obedecendo a mesma dinâmica dos dois números anteriores, esse texto trata

Leia mais

Direcional Engenharia S.A.

Direcional Engenharia S.A. 1 Direcional Engenharia S.A. Relatório da Administração Exercício encerrado em 31 / 12 / 2007 Para a Direcional Engenharia S.A., o ano de 2007 foi marcado por recordes e fortes mudanças: registramos marcas

Leia mais

Fernanda de Paula Ramos Conte Lílian Santos Marques Severino RESUMO:

Fernanda de Paula Ramos Conte Lílian Santos Marques Severino RESUMO: O Brasil e suas políticas sociais: características e consequências para com o desenvolvimento do país e para os agrupamentos sociais de nível de renda mais baixo nas duas últimas décadas RESUMO: Fernanda

Leia mais

Taxas de juros das operações de crédito têm terceira elevação no ano, constata ANEFAC

Taxas de juros das operações de crédito têm terceira elevação no ano, constata ANEFAC Taxas de juros das operações de crédito têm terceira elevação no ano, constata ANEFAC Todas as linhas de crédito para pessoas jurídicas subiram. Para pessoas físicas, houve aumento nos juros do comércio,

Leia mais

o CONGRESSO NACIONAL decreta:

o CONGRESSO NACIONAL decreta: 2 ANEXO AO PARECER N,DE 2015 Redação final do Projeto de Lei de Conversão n 2, de 2015 (Medida Provisória n" 661, de 2014). Autoriza a União a conceder crédito ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico

Leia mais

NORMA DE CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMOS AOS PARTICIPANTES

NORMA DE CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMOS AOS PARTICIPANTES 1. OBJETIVO Esta norma tem por objetivo estabelecer os critérios e procedimentos a serem adotados para concessão e liberação de empréstimos aos participantes. 2. CAMPO DE APLICAÇÃO As operações de empréstimos

Leia mais

FLUXO DE CAIXA. Dinâmica: O que faço de diferente ou estranho. (Objetivo: Conhecer um pouco cada participante)

FLUXO DE CAIXA. Dinâmica: O que faço de diferente ou estranho. (Objetivo: Conhecer um pouco cada participante) FLUXO DE CAIXA Dinâmica: O que faço de diferente ou estranho. (Objetivo: Conhecer um pouco cada participante) Brainstorming: Chuva de ideias ou Toró de parpite: O QUE É FLUXO DE CAIXA? (Objetivo: Saber

Leia mais

Seguro Vida Servidor Federal

Seguro Vida Servidor Federal Seguro Vida Servidor Federal Condições Gerais do Produto Produto: Seguro de Vida Público-Alvo Servidores Públicos Federais Civis - SIAPE Coberturas Morte Qualquer Causa Sorteio mensal no valor de R$ 10.000,00*,

Leia mais

UNIDADE 7 Fontes para obtenção de capital

UNIDADE 7 Fontes para obtenção de capital UNIDADE 7 Fontes para obtenção de capital Muitos empreendedores apontam como principal retardo para o crescimento das MPE s no Brasil a dificuldade em se obter financiamento, devido às exigências estabelecidas

Leia mais

Perícia Contábil. Prof. Guilherme Luiz Bertoni Pontes 17/5/2013. UNISEB Centro Universitário

Perícia Contábil. Prof. Guilherme Luiz Bertoni Pontes 17/5/2013. UNISEB Centro Universitário Perícia Contábil Prof. Guilherme Luiz Bertoni Pontes UNISEB Centro Universitário 17/5/2013 Módulo 6.2 Unidade 5 UNISEB Centro Universitário Perícia Contábil em Processos Bancários 3 A PERÍCIA BANCÁRIA

Leia mais

Procon, Fiscalizadores, Reguladores e a transparência na relação consumo.

Procon, Fiscalizadores, Reguladores e a transparência na relação consumo. Classificação das Sociedades - Existem 2 categorias : Conglomerados financeiros Concentram se em público-alvo, que são os clientes do próprio conglomerado, pertence a uma sociedade participativa liderada

Leia mais

Administração Financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras

Administração Financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras Administração Financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras Prof. Onivaldo Izidoro Pereira Finanças Corporativas Ambiente Econômico Em suas atividades uma empresa relacionase com: Clientes

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 4.000, DE 25 DE AGOSTO DE 2011

RESOLUÇÃO Nº 4.000, DE 25 DE AGOSTO DE 2011 RESOLUÇÃO Nº 4.000, DE 25 DE AGOSTO DE 2011 Altera e consolida as normas que dispõem sobre a realização de operações de microcrédito destinadas à população de baixa renda e a microempreendedores. Altera

Leia mais

Condições Gerais do Contrato de Concessão de Empréstimo mediante Consignação em Benefícios de Aposentadoria e Pensão do INSS

Condições Gerais do Contrato de Concessão de Empréstimo mediante Consignação em Benefícios de Aposentadoria e Pensão do INSS Condições Gerais do Contrato de Concessão de Empréstimo mediante Consignação em Benefícios de Aposentadoria e Pensão do INSS ESTAS CONDIÇÕES GERAIS REGEM O CONTRATO DE CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMO MEDIANTE

Leia mais

Investimento para Mulheres

Investimento para Mulheres Investimento para Mulheres Sophia Mind A Sophia Mind Pesquisa e Inteligência de Mercado é a empresa do grupo de comunicação feminina Bolsa de Mulher voltada para pesquisa e inteligência de mercado. Cem

Leia mais

Contabilidade Financeira

Contabilidade Financeira Contabilidade Prof. Dr. Alvaro Ricardino Módulo: Contabilidade Básica aula 04 Balanço Patrimonial: Grupo de Contas II Aula 4 Ao final desta aula você : - Conhecerá os grupos de contas do Ativo e Passivo.

Leia mais

DECRETO Nº, DE DE DE. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e

DECRETO Nº, DE DE DE. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e DECRETO Nº, DE DE DE. Aprova a Política Nacional da Indústria de Defesa (PNID). A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e Considerando

Leia mais

Volume de crédito segue em expansão em 2008

Volume de crédito segue em expansão em 2008 Relatório Febraban - Evolução do Crédito do Sistema Financeiro (com base na Nota do Banco Central do Brasil de 25-03-2008) Edição de 25 de março de 2008 Volume de crédito segue em expansão em 2008 O ritmo

Leia mais

RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA

RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA Indicadores CNI RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA Previdência 20 Maioria dos brasileiros apoia mudanças na previdência Sete em cada dez brasileiros reconhecem que o sistema previdenciário brasileiro apresenta

Leia mais

MACROECONOMIA II PROFESSOR JOSE LUIS OREIRO PRIMEIRA LISTA DE EXERCÍCIOS

MACROECONOMIA II PROFESSOR JOSE LUIS OREIRO PRIMEIRA LISTA DE EXERCÍCIOS MACROECONOMIA II PROFESSOR JOSE LUIS OREIRO PRIMEIRA LISTA DE EXERCÍCIOS 1 Questão: Considere uma economia na qual os indivíduos vivem por dois períodos. A população é constante e igual a N. Nessa economia

Leia mais

VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA

VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA ABRAMGE-RS Dr. Francisco Santa Helena Presidente da ABRAMGE-RS Sistema ABRAMGE 3.36 milhões de internações; 281.1 milhões de exames e procedimentos ambulatoriais; 16.8

Leia mais

PESQUISA DE JUROS ANEFAC ref a Novembro/2013 Após seis elevações no ano, taxas de juros das operações de crédito ficam estáveis

PESQUISA DE JUROS ANEFAC ref a Novembro/2013 Após seis elevações no ano, taxas de juros das operações de crédito ficam estáveis PESQUISA DE JUROS ANEFAC ref a Novembro/201 Após seis elevações no ano, taxas de juros das operações de crédito ficam estáveis Com 4,27 no mes, Minas Gerais e Paraná registraram as maiores taxas de juros

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM Nº 51, DE 09 DE JUNHO DE 1986.

INSTRUÇÃO CVM Nº 51, DE 09 DE JUNHO DE 1986. INSTRUÇÃO CVM Nº 51, DE 09 DE JUNHO DE 1986. Regulamenta a concessão de financiamento para compra de ações pelas Sociedades Corretoras e Distribuidoras. O Presidente da Comissão de Valores Mobiliários

Leia mais

M = C. (1 + (i. T)) Juros compostos:- Como calcular juros compostos: montante, capital inicial, fórmula, taxa, tempo, etc.

M = C. (1 + (i. T)) Juros compostos:- Como calcular juros compostos: montante, capital inicial, fórmula, taxa, tempo, etc. Material de Estudo para Recuperação 9 ano. Juros Simples O regime de juros será simples quando o percentual de juros incidirem apenas sobre o valor principal. Sobre os juros gerados a cada período não

Leia mais

O que é Finanças? instituições, mercados e instrumentos envolvidos na transferência de fundos entre pessoas, empresas e governos.

O que é Finanças? instituições, mercados e instrumentos envolvidos na transferência de fundos entre pessoas, empresas e governos. Demonstrações Financeiras O Papel de Finanças e do Administrador Financeiro Professor: Roberto César O que é Finanças? Podemos definir Finanças como a arte e a ciência de administrar fundos. Praticamente

Leia mais

A Importância do Plano Financeiro no Plano de Negócios

A Importância do Plano Financeiro no Plano de Negócios A Importância do Plano Financeiro no Plano de Negócios Vanessa da Silva Sidônio vanessa_sidonio@hotmail.com Professor Heber Lavor Moreira heber@peritocontador.com.br Trabalho da Disciplina Administração

Leia mais

CAPACITAÇÃO EM SERVIÇO

CAPACITAÇÃO EM SERVIÇO CAPACITAÇÃO EM SERVIÇO TEMA: ELABORAÇÃO DE PROJETOS COM FOCO NA FAMÍLIA Março/2010 ELABORAÇÃO DE PROJETOS ELABOR-AÇÃO: palavra-latim-elabore preparar, formar,ordenar AÇÃO: atuação, ato PRO-JETOS: palavra-latim-projetus

Leia mais

Cooperativismo - Forma ideal de organização

Cooperativismo - Forma ideal de organização Cooperativismo - Forma ideal de organização Cooperativismo é modelo socioeconômico capaz de unir desenvolvimento econômico e bem-estar social. Seus referenciais fundamentais são: participação democrática,

Leia mais

A IMPORTÃNCIA DO CAPITAL DE GIRO E ALGUMAS SOLUÇÕES PARA O PROBLEMA DE CAPITAL DE GIRO

A IMPORTÃNCIA DO CAPITAL DE GIRO E ALGUMAS SOLUÇÕES PARA O PROBLEMA DE CAPITAL DE GIRO A IMPORTÃNCIA DO CAPITAL DE GIRO E ALGUMAS SOLUÇÕES PARA O PROBLEMA DE CAPITAL DE GIRO Este artigo cientifico, apresenta de maneira geral e simplificada, a importância do capital de giro para as empresas,

Leia mais

LEI Nº 1556, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2000.

LEI Nº 1556, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2000. LEI Nº 1556, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2000. Institui o Plano de Custeio do Regime de Previdência dos Servidores Municipais e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE DUQUE DE CAXIAS decreto e eu sanciono

Leia mais

Quais estratégias de crédito e cobranças são necessárias para controlar e reduzir a inadimplência dos clientes, na Agroveterinária Santa Fé?

Quais estratégias de crédito e cobranças são necessárias para controlar e reduzir a inadimplência dos clientes, na Agroveterinária Santa Fé? 1 INTRODUÇÃO As empresas, inevitavelmente, podem passar por períodos repletos de riscos e oportunidades. Com a complexidade da economia, expansão e competitividade dos negócios, tem-se uma maior necessidade

Leia mais

SINCOR-SP 2015 JULHO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS

SINCOR-SP 2015 JULHO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS JULHO 2015 CARTA DE CONJUNTURA DO SETOR DE SEGUROS 1 Sumário Palavra do presidente... 3 Objetivo... 4 1. Carta de Conjuntura... 5 2. Análise macroeconômica... 6 3. Análise do setor de seguros 3.1. Receita

Leia mais

O capitalismo e o Advento de uma sociedade de consumo

O capitalismo e o Advento de uma sociedade de consumo O capitalismo e o Advento de uma sociedade de consumo Camila Fernandes Colégio Mãe de Deus T. 301 Resumo: A condição da redução do cidadão em consumidor, e a criação de tal cultura global, deu-se através

Leia mais

SUPERENDIVIDAMENTO. Saiba planejar seus gastos e evite dívidas.

SUPERENDIVIDAMENTO. Saiba planejar seus gastos e evite dívidas. SUPERENDIVIDAMENTO Saiba planejar seus gastos e evite dívidas. Nos últimos anos, houve um crescimento significativo de endividados no Brasil. A expansão da oferta de crédito e a falta de controle do orçamento

Leia mais

O NOVO SISTEMA PREVIDENCIÁRIO PARA O SERVIDOR PÚBLICO

O NOVO SISTEMA PREVIDENCIÁRIO PARA O SERVIDOR PÚBLICO O NOVO SISTEMA PREVIDENCIÁRIO PARA O SERVIDOR PÚBLICO MEIRELES 1, Jéssica Maria da Silva KATAOKA 2, Sheila Sayuri Centro de Ciências Sociais Aplicadas /Departamento de Finanças, Contabilidade e Atuária

Leia mais