Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina

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1 ACÓRDÃO N INVESTIGAÇÃO JUDICIAL ELEITORAL - 97* ZONA ELEITORAL - ITAJAÍ Relatora: Juíza Bárbara Lebarbenchon Moura Thomaselli Recorrentes: Coligação "Unidos Pelo Futuro de Itajaí" (PP-PDT-PTB-PMDB-PSC- PR-PPS-DEM-PSDC-PHS-PMN-PTC-PSB-PRP-PSD); Jandir Bellini; Dalva Maria Anastácio Rhenius Recorridos: Coligação "Itajaí Daqui Pra Frente" (PT-PCdoB-PTN); Luciano Zambrota - ELEIÇÕES RECURSO - INVESTIGAÇÃO JUDICIAL - PROPAGANDA ELEITORAL - CONDUTA VEDADA A AGENTE PÚBLICO - ART. 73, I, DA LEI N / USO DE IMAGENS DE BENS PÚBLICOS E SERVIDORES NO EXERCÍCIO DE SUAS FUNÇÕES COTIDIANAS - INTERRUPÇÃO DO SERVIÇO PARA CONCESSÃO DE DEPOIMENTO - IRREGULARIDADE CONFIGURADA - MANUTENÇÃO DA SENTENÇA - PRECEDENTE - DESPROVIMENTO. É lícito o uso, na propaganda eleitoral, de imagens de prédios públicos e servidores no exercício de suas funções rotineiras, até mesmo como forma de possibilitar ao eleitor condições de escolher o candidato mais apto para o exercício do cargo eletivo em disputa. Incide a proibição legal, contudo, àqueles casos em que há a interrupção do serviço público para concessão de depoimentos, porquanto resta caracterizado, nesta hipótese, o desvirtuamento de bens e servidores públicos de suas atividades habituais, apresentando-se a utilização das referidas imagens para fins exclusivamente de campanha eleitoral. Constatado, todavia, que a conduta perpetrada pelo agente não constitui gravidade bastante a ensejar a imposição de sanção de cassação de registro ou, ainda, do diploma dos candidatos diretamente beneficiados, impõe-se tão somente a cominação da penalidade de multa. "Caracterizada a infração às hipóteses do art. 73 da Lei n /1997, é necessário verificar, de acordo com os princípios da razoabilidade e proporcionalidade, qual a sanção que deve ser aplicada. Nesse exame, cabe ao Judiciário dosar a multa prevista no 4 o do mencionado art. 73, de acordo com a capacidade econômica do infrator, a gravidade da conduta e a repercussão que o fato atingiu. Em caso extremo, a sanção pode alcançar o registro ou o diploma do candidato beneficiado, na forma do 5 o do referido artigo" [Representação n , de , Rei. Min. Henrique Neves].

2 ACORDAM os Juízes do Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina, à unanimidade, em conhecer do recurso e a ele negar provimento, nos termos do voto da Relatora, que fica fazendo parte integrante da decisão. Sala de/sessões do Tribunal Regional Eleitoral. L V n 2

3 INVESTIGAÇÃO JUDICIAL ELEITORAL - 97* ZONA ELEITORAL - ITAJAÍ RELATÓRIO Trata-se de recurso interposto pela Coligação "Unidos Pelo Futuro de Itajaí", por Jandir Bellini e por Dalva Maria Anastácio Rhenius contra sentença proferida pelo Juízo da 97 a Zona Eleitoral - Itajaí (fls ), que julgou parcialmente procedente ação de investigação judicial eleitoral ajuizada pela Coligação "Itajaí Daqui Pra Frente", para aplicar a eles multa individual no valor de R$ 5.320,00 (cinco mil, trezentos e vinte reais), além de excluir, para os partidos políticos integrantes da referida coligação, a distribuição de recursos do fundo partidário oriundos da condenação por conduta vedada, com fulcro no art. 73, 9 o, da Lei n /1997. Narra a inicial que os candidatos à reeleição aos cargos de prefeito e vice-prefeito do Município de Itajaí, Jandir Bellini e Dalva Maria Rhenius, respectivamente, teriam feito uso indevido dos meios de comunicação ao veicular imagens de pessoas, bens e serviços oferecidos pelo Executivo Municipal na propaganda eleitoral. Em arremate, assevera que as referidas condutas teriam alta potencialidade lesiva, capaz de interferir na normalidade e no equilíbrio do pleito. Em suas razões de fls , os recorrentes afirmam que as imagens que teriam sido divulgadas na campanha eleitoral seriam de domínio público, porquanto retiradas da rede mundial de computadores, em sítios que constituiriam verdadeiro banco de dados de imagens. Aduzem que restaria ausente nos autos qualquer prova de que tivessem se utilizado de "serviço público para a produção de mídia de propaganda", tanto no que se refere às imagens veiculadas dos profissionais de saúde, da educação ou de merendeiras, quanto àquelas em que apareceriam imagens de creches e de escolas. Sustentam que teriam feito uso de reprodução de outro conteúdo de filmagem jornalística, sem que houvesse a necessidade, nesse caso, de utilização de bens e servidores públicos. Requerem, ao final, a reforma da sentença, a fim de que seja afastada a penalidade de multa pecuniária a eles imposta. Em contrarrazões de fls , a recorrida afirma que as imagens veiculadas pelos recorrentes na campanha eleitoral referentes aos médicos, aos professores, às merendeiras e a outros funcionários públicos no exercício de suas funções públicas, seriam prova bastante da irregularidade por eles perpetrada, mesmo porque, segundo entendem, não seria possível captar as citadas imagens sem que houvesse a efetiva interrupção do serviço público por eles prestado. Postula, ao final, o desprovimento do recurso. O Ministério Público Eleitoral de primeiro grau manifestou-se pelo conhecimento e desprovimento do recurso (fls ), no que foi acompanhado, nesta instância, pela Procuradoria Regional Eleitoral (fls ). É o relatório.

4 VOTO A SENHORA JUÍZA BÁRBARA LEBARBENCHON MOURA THOMASELLI (Relatora): Senhor Presidente, o recurso é tempestivo e preenche os demais requisitos de admissibilidade, razão pela qual dele conheço. Cinge-se a matéria ao uso indevido de serviço ou de servidor público veiculação de imagens de pessoas, bens e serviços oferecidos pelo Executivo Municipal na propaganda eleitoral divulgada pelos candidatos à reeleição, Jandir Bellini e Dalva Maria Rhenius, para os cargos de prefeito e vice-prefeito, respectivamente, que se encontra assim disciplinada no art. 73, incisos I e III, da Lei n /1997, litteris: Art. 73. São proibidas aos agentes públicos, servidores ou não, as seguintes condutas tendentes a afetar a igualdade de oportunidades entre candidatos nos pleitos eleitorais: I - ceder ou usar, em benefício de candidato, partido político ou coligação, bens móveis ou imóveis pertencentes à administração direta ou indireta da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Territórios e dos Municípios, ressalvada a realização de convenção partidária; [...] Ill - ceder servidor público ou empregado da administração direta ou indireta federal, estadual ou municipal do Poder Executivo, ou usar de seus serviços, para comitês de campanha eleitoral de candidato, partido político ou coligação, durante o horário de expediente normal, salvo se o servidor ou empregado estiver licenciado; Em sua defesa, aduzem os recorrentes que as imagens divulgadas na campanha eleitoral seriam de domínio público, porquanto retiradas da rede mundial de computadores, em sítios que constituiriam verdadeiro banco de dados de imagens. Afirmam que restaria ausente nos autos qualquer prova de que tivessem se utilizado de "serviço público para a produção de mídia de propaganda", tanto no que se refere às imagens dos profissionais de saúde, da educação ou mesmo das merendeiras, quanto àquelas em que apareceriam imagens de creches e de escolas. Sustentam, por fim, que teriam feito uso de reprodução de outro conteúdo de filmagem jornalística, sem que houvesse a necessidade, nesse caso, de utilização de bens e servidores públicos. Analisando a mídia apresentada, percebe-se, de fato, em alguns trechos, imagens internas de bens públicos, as quais teriam ocorrido em ambiente escolar, mais precisamente, (1) em salas de aula durante as atividades dos estudantes, (2) em refeitórios no horário das refeições das crianças ; e (3) na cozinha da escola em depoimento de merendeiras durante o horário de expediente ; além de imagens efetuadas em ambiente hospitalar e ambulatorial, mais especificamente, (4) durante o atendimento médico de uma paciente infantil; e,

5 INVESTIGAÇÃO JUDICIAL ELEITORAL - 97* ZONA ELEITORAL - ITAJAÍ ainda, imagens obtidas em praça pública, (5) em áreas destinadas ao exercício físico de pessoas em aparelhos; e, por fim, em outras atividades públicas, como a referente (6) à entrega de medicamentos em residência, feita por motociclista, em moto própria do programa de saúde popular promovido pela municipalidade. Diante da veiculação das referidas imagens pelos citados candidatos à reeleição, entendeu a Magistrada a quo restar configurada a conduta vedada pela Lei n /1997, aplicando-se a eles a sanção pecuniária prevista no 4 o do art. 73 da citada norma de regência, consoante excerto da sentença, que, por oportuno, transcreve-se: [...] Entretanto, diversas outras imagens efetuadas dentro de postos de saúde e creches/escolas não teriam sido captadas por qualquer equipe de reportagem, tais como: 1) aquelas que foram feitas no interior de postos de saúde, durante consultas médicas, com a participação dos servidores - profissionais da área de saúde, em horário de expediente normal de trabalho; 2) aquelas que foram feitas no interior de creches/escolas, durante as aulas, com a participação dos servidores - profissionais da área da educação, em horário normal de trabalho; 3) aquelas que foram feitas no interior da cozinha de creches/escolas, com depoimento de 3 merendeiras, em horário de expediente normal de trabalho, sobre a excelente qualidade da merenda escolar. Diante disso, não vejo como negar que houve, sim, uso de serviço público para a produção da mídia de propaganda. Evidentemente os profissionais da saúde, da educação e as merendeiras que estavam realizando seus atendimentos/serviços precisariam dispensar algum tempo às filmagens, até mesmo para conseguir autorização das pessoas que estavam sendo atendidas naquele momento. Não seria razoável entender que a equipe de filmagem simplesmente ingressou nos consultórios, nas salas de aula e na cozinha das creches/escolas captando imagens, sem qualquer colaboração por parte das pessoas que ali trabalham. Neste ponto, destaca-se que a participação das merendeiras é inegável, visto que, inclusive, prestaram depoimentos sobre a qualidade da merenda. Está evidente nos autos que os servidores foram mobilizados para alcançar o resultado que se constata na propaganda divulgada pelos Representados. [...] Na espécie, as condutas imputadas aos Representados não exteriorizam a gravidade suficiente para fundamentar a cassação do registro, razão porque impõe-se a aplicação da sanção pecuniária prevista no 4 o do art. 73 da Lei n /1997, aos responsáveis, definidos no 8 o do mesmo artigo como sendo os agentes públicos e os partidos políticos, coligações e candidatos

6 Fls. Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina INVESTIGAÇÃO JUDICIAL ELEITORAL - 97* ZONA ELEITORAL - ITAJAÍ beneficiados. Além disso, há que se determinar a imediata cessação da utilização das imagens registradas na mídia apresentada. Destaca-se, por oportuno, os seguintes trechos da mídia acostada à fl. 52 dos autos, referente aos programas divulgados pela Coligação "Itajaí Daqui Pra Frente", em benefício da reeleição de Jandir Bellini e de Dalva Maria Anastácio Rhenius para a Prefeitura daquela municipalidade: 1) programa veiculado no dia 24 de agosto de 2012: - Trecho 13:08-13: 20 - depoimento das merendeiras, servidoras de escola municipal de Itajaí, durante o horário de expediente, acerca da cooperativa agrícola contratada pela Prefeitura de Itajaí para fornecer alimentos para a merenda escolar: Merendeira Marlene Rocha: "A qualidade dela é 100%". Merendeira Darlene dos Santos: "A gente percebe que colheram no dia e no outro já entregaram na escola". Merendeira Luciana Izebom: "O sabor da comida fica bem mais gostoso, bem mais saboroso, as crianças comem bem melhor". - Trecho 13:47-13:48 - depoimento de uma aluna no refeitório da escola e durante a refeição fornecida pela instituição de ensino: Estudante: "tá uma delícia, vou comer tudo!" 2) programa veiculado no dia 29 de agosto de 2012: - Trecho 13:10-13:16 - depoimento da merendeira da escola acerca da cooperativa agrícola contratada pela Prefeitura de Itajaí para fornecer alimentos para a merenda escolar, durante o horário de expediente: Merendeira Luciana Izebom: "O sabor da comida fica bem mais gostoso, bem mais saboroso, as crianças comem bem melhor". - Trecho 13:40-13:41 - depoimento de uma aluna no refeitório da escola e durante a refeição fornecida pela instituição de ensino: Estudante: "tá uma delícia, vou comer tudo!" Não se pode olvidar que a jurisprudência eleitoral tem aceitado, na propaganda eleitoral, a veiculação de imagens de prédios públicos e até mesmo de servidores no exercício de suas funções, quando as gravações tiverem sido captadas de forma privada [Precedentes: TREPR. RE 7.728, de , Juíza Gisele Lemke; TRESP. RE , de , Juiz Paulo Octávio Baptista Pereira], até mesmo como forma de possibilitar ao eleitor condições de escolher o candidato mais apto para o exercício do cargo eletivo em disputa.

7 Nesse sentido, aliás, cito recente julgado da lavra do Juiz Eládio Torret Rocha, que se encontra assim ementado: ELEIÇÕES RECURSO - REPRESENTAÇÃO - PROPAGANDA VEICULADA NO HORÁRIO GRATUITO DA TELEVISÃO - PRELIMINAR DE INÉPCIA DA INICIAL REJEITADA - APRESENTAÇÃO DE FEITOS ADMINISTRATIVOS NO EXERCÍCIO DO MANDATO PARLAMENTAR - ALEGADA UTILIZAÇÃO INDEVIDA DE BENS, SLOGANS E SÍMBOLOS DA SEGURANÇA PÚBLICA DO ESTADO - IMAGENS DE SERVIDORES NO EXERCÍCIO DE SUAS ATIVIDADES COTIDIANAS - IRREGULARIDADES NÃO CONFIGURADAS NO CASO CONCRETO - DESPROVIMENTO [Acórdão n , de , Relator Juiz Eládio Torret Rocha]. Contudo, esta não é melhor intelecção a ser conferida à hipótese vertente, porquanto não parece razoável considerar que as imagens divulgadas tenham sido realizadas de forma totalmente privada, além de restar evidente a necessária interrupção do serviço público prestado pelos servidores públicos para a concessão de depoimento no caso das merendeiras na escola pública municipal, ou mesmo em relação às imagens de profissional da saúde durante consulta médica de uma criança. Assim, impossível negar a utilização de bem e de servidor público do Município de Itajaí para a realização de propaganda eleitoral em favor de candidato, em clara afronta aos ditames estabelecidos pelo ditado art. 73, inciso I e III, da Lei n /1997. Esse é o entendimento, aliás, de José Jairo Gomes 1, ao analisar o disposto na aludida norma, litteris: Note-se que a regra em apreço não impede que servidor público sponte própria engaje-se em campanha eletiva. Sua qualidade funcional não lhe subtrai a cidadania, nem o direito de participar do processo político-eleitoral, inclusive colaborando com os candidatos e partidos que lhe pareçam simpáticos. Todavia, deve o servidor guardar discrição. Não poderá atuar em prol de candidatura "durante o horário de expediente normal", muito menos na repartição em que desempenha as funções de seu cargo, tampouco poderá ser cedido pelo ente a que se encontra vinculado. A vedação alcança os servidores de todas as categorias, inclusive os ocupantes de cargos comissionados, conforme entendeu o TSE ao prolatar o Acórdão n , de (JURISTSE 13:124). Ademais, a propaganda eleitoral não pode ser resultante de ações da Administração Pública que venham a interferir na igualdade de oportunidades entre candidatos em um pleito, pelo que, caracterizado o desvirtuamento de bens e servidores públicos de suas atividades cotidianas, circunstância totalmente coibida pela norma de regência, impõe-se a imposição de penalidade. Cito, neste sentido, 1 In Direito Eleitoral. 7 a ed. São Paulo: Atlas, p

8 Fls. Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina julgado desta Corte, da lavra do Juiz Odson Cardoso Filho, cuja ementa é a seguir transcrita: ELEIÇÕES RECURSO - REPRESENTAÇÃO - UTILIZAÇÃO DE BEM E SERVIDOR PÚBLICO EM PROPAGANDA ELEITORAL - ACESSO PRIVILEGIADO À LOCAL DE SEGURANÇA DA GUARDA MUNICIPAL E OBTENÇÃO DE DADOS EXCLUSIVOS E RESERVADOS GERADOS PELO MONITORAMENTO DAS ÁREAS PÚBLICAS E DE DECLARAÇÕES DE SERVIDOR PÚBLICO EM SERVIÇO A FAVOR DO SISTEMA IMPLANTADO PELO PREFEITO LICENCIADO, CANDIDATO Ã REELEIÇÃO - IRREGULARIDADES PRESENTES NA CONFECÇÃO E DIVULGAÇÃO DA PUBLICIDADE ELEITORAL - APLICAÇÃO DE SANÇÃO PECUNIÁRIA - RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO. A propaganda eleitoral, de integral responsabilidade dos pretendentes, não pode ser resultante de ações da Administração Pública que afetem a igualdade de oportunidades entre candidatos [Acórdão n , de , Rei. Juiz Odson Cardoso Filho]. E, mais recentemente: ELEIÇÕES RECURSO - REPRESENTAÇÃO - PRELIMINAR DE ILEGITIMIDADE PASSIVA AD CAUSAM DA COLIGAÇÃO - NÃO CONHECIMENTO - CONDUTA VEDADA AOS AGENTES PÚBLICOS - USO, NA PROPAGANDA ELEITORAL, DE IMAGENS CAPTADAS EM ESTABELECIMENTO DA REDE MUNCIPAL DE ENSINO - ILICITUDE CARACTERIZADA - SENTENÇA REFORMADA DESPROPORCIONALIDADE DA PENALIDADE DE CASSAÇÃO DO REGISTRO OU DIPLOMA - APLICAÇÃO DE PENA DE MULTA - PROVIMENTO PARCIAL [Acórdão n , de , Rei. Juiz Luiz Henrique Martins Portelinha]. Constata-se, todavia, que a conduta perpetrada não apresenta gravidade bastante a ensejar a imposição da sanção de cassação de registro ou mesmo de cassação do diploma dos candidatos diretamente beneficiados, sendo aplicável ao caso, portanto, tão somente a imposição de penalidade pecuniária, pelo que acertada a sentença proferida pelo Juízo de origem, que não merece qualquer reparo. Este é o entendimento consolidado da Corte Superior Eleitoral, consoante julgados abaixo transcritos: Representação. Conduta vedada. Inauguração de obra pública. 1. Este Tribunal Superior já firmou entendimento no sentido de que, quanto às condutas vedadas do art. 73 da Lei n /1997, a sanção de cassação somente deve ser imposta em casos mais graves, cabendo ser aplicado o princípio da proporcionalidade da sanção em relação à conduta. A

9 Fls. Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina [...] [Agravo Regimental no Recurso Ordinário n , de , Rei. Min. Arnaldo Versiani] Representação. Conduta vedada. Art. 73, VI, b e 10, da Lei n / Segundo a atual jurisprudência do Tribunal Superior Eleitoral, quanto ao tema das condutas vedadas do art. 73 da Lei das Eleições, deve ser observado o princípio da proporcionalidade e somente se exige a potencialidade do fato naqueles casos mais graves, em que se cogita da cassação do registro ou do diploma. 2. Caso exigida potencialidade para configuração de qualquer conduta vedada descrita na norma, poderiam ocorrer situações quem que, diante de um fato de somenos importância, não se poderia sequer aplicar multa, de modo a punir o ilícito. 3. Ainda que a distribuição de bens não tenha caráter eleitoreiro, incide o 10 do art. 73 da Lei das Eleições, visto que ficou provada a distribuição gratuita de bens sem que se pudesse enquadrar tal entrega de benesses na exceção prevista no dispositivo legal. Agravo regimental a que se nega provimento [Agravo Regimental no Agravo de Instrumento n , de , Rei. Min. Arnaldo Versiani]. ELEIÇÕES CONDUTA VEDADA. USO DE BENS E SERVIÇOS. MULTA. 1. O exame das condutas vedadas previstas no art. 73 da Lei das Eleições deve ser feito em dois momento. Primeiro, verifica-se se o fato se enquadra nas hipóteses previstas, que, por definição legal, são "tendentes a afetar a igualdade de oportunidades entre candidatos nos pleitos eleitorais". Nesse momento, não cabe indagar sobre a potencialidade do fato. 2. Caracterizada a infração às hipóteses do art. 73 da Lei n /1997, é necessário verificar, de acordo com os princípios da razoabilidade e proporcionalidade, qual a sanção que deve ser aplicada. Nesse exame, cabe ao Judiciário dosar a multa prevista no 4 o do mencionado art. 73, de acordo com a capacidade econômica do infrator, a gravidade da conduta e a repercussão que o fato atingiu. Em caso extremo, a sanção pode alcançar o registro ou o diploma do candidato beneficiado, na forma do 5 o do referido artigo. 3. Representação julgada procedente [Representação n , de , Rei. Min. Henrique Neves]. Nesse sentido, aliás, a manifestação da Procuradoria Regional Eleitoral, consoante excerto do parecer que, por oportuno, transcreve-se a seguir: A

10 Fls. Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina No entanto, quanto à aplicação aos candidatos beneficiados com referida publicidade da penalidade prevista no 5 o do referido dispositivo legal de cassação do registro, entendo ser aplicável à espécie o princípio da proporcionalidade para tão-somente aplicar a sanção de multa prevista no 4 o do art. 73 da Lei n /1997, mantendo incólume a decisão de 1 o grau, que julgou parcialmente procedente a representação. Nesse sentido, tem-se os seguintes precedentes: AGRAVO REGIMENTAL. AGRAVO DE INSTRUMENTO. RECURSO ESPECIAL. CONDUTA VEDADA. PROPAGANDA INSTITUCIONAL. PERÍODO. PROIBIÇÃO. LEI N /97, ART. 73, VI, b. REEXAME DE FATOS E PROVAS. IMPOSSIBILIDADE. (SÚMULAS NS. 7/STJ E 279/STF). FUNDAMENTOS NÃO INFIRMADOS.D ESPROVIMENTO. 1. No caso vertente, o Tribunal de origem constatou a ocorrência de publicidade institucional realizada no período vedado, por meio da divulgação do símbolo e slogan da administração municipal em cortinas de escolas públicas, uniformes estudantis e placa de projeto social, o que atrai a incidência das sanções previstas no 4 o do art. 73 da Lei n /1997, quais sejam, suspensão do ato e multa. 2. Não há como reformar o acórdão sem reexaminar o acervo fáticoprobatório dos autos, providência inviável em sede de recurso especial [TRE- SC. Acórdão n , de , Rei. Juiz João Irineu da Silva]. E, ainda, Recurso Eleitoral. Eleições Conduta vedada. Publicidade institucional nos três meses que antecedem o pleito. Representação julgada parcialmente procedente. Condenação em multa. Preliminar de ilegitimidade passiva. O afastamento do cargo de Prefeito, em data anterior às eleições, não afasta, por si só, a responsabilidade pela prática de conduta vedada aos agentes públicos. Matéria que deve ser analisada junto com o mérito. Preliminar rejeitada. Mérito. Utilização da logomarca da Administração Municipal nos três meses que antecedem o pleito. Publicidade institucional. Configuração da conduta vedada prevista no art. 73, VI, b, da Lei n /1997. Comprovação de ínfima propagação da conduta. Recurso a que se dá parcial provimento para reduzir o valor da multa aplicada [TRE-MG. Recurso Eleitoral n. 1100, de , Rei. Juíza Mariza de Melo Porto]. Ante o exposto, conheço do recurso e a ele nego provimento. É o voto. r\ 10

11 EXTRATO DE ATA RECURSO ELEITORAL N RECURSO ELEITORAL - REPRESENTAÇÃO - PROPAGANDA POLÍTICA - PROPAGANDA ELEITORAL - INTERNET - CONDUTA VEDADA A AGENTE PÚBLICO - PEDIDO DE CASSAÇÃO DE REGISTRO - PEDIDO DE CASSAÇÃO DE DIPLOMA - PEDIDO DE APLICAÇÃO DE MULTA - 97 a ZONA ELEITORAL - ITAJAÍ RELATORA: JUÍZA BÁRBARA LEBARBENCHON MOURA THOMASELLI RECORRENTE(S): COLIGAÇÃO UNIDOS PELO FUTURO DE ITAJAÍ (PP-PDT-PTB-PMDB- PSC-PR-PPS-DEM-PSDC-PHS-PMN-PTC-PSB-PRP-PSD); JANDIR BELLINI; DALVA MARIA ANASTÁCIO RHENIUS ADVOGADO(S): ANDERSON CARLOS DEÓLA DA SILVA; LUCIANO ZAMBROTA RECORRIDO(S): COLIGAÇÃO ITAJAÍ DAQUI PRA FRENTE (PT-PCdoB-PTN) ADVOGADO(S): JOSEMAR SIEMANN; AUGUSTO JOSÉ WANDERLINDE; RONALDO CAMARGO SOUZA PRESIDENTE DA SESSÃO: JUIZ LUIZ CÉZAR MEDEIROS PROCURADOR REGIONAL ELEITORAL: ANDRÉ STEFANI BERTUOL Decisão: à unanimidade, conhecer do recurso e a ele negar provimento, nos termos do voto da Relatora. Apresentou sustentação oral o advogado Luciano Zambrota. Foi assinado o Acórdão n Presentes os Juízes Luiz Cézar Medeiros, Eládio Torret Rocha, Luiz Antônio Zanini Fornerolli, Luiz Henrique Martins Portelinha, Ivorí Luis da Silva Scheffer e Bárbara Lebarbenchon Moura Thomaselli. SESSÃO DE

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