Legislação aplicada às comunicações

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1 Legislação aplicada às comunicações Discussão Neutralidade de Rede e Reflexões sobre Regulação da Mídia Carlos Baigorri Brasília, março de 2015

2 Definição A neutralidade da rede é o princípio de que todo o tráfego da Internet deve ser tratado igualmente. Três definições de neutralidade da rede: 1 - Não-diferenciação absoluta Impossibilidade de fazer qualquer tratamento diferenciado no acesso à rede (incluindo diferenciação de preços em função de volume e velocidade) 2 - Diferenciação limitada sem hierarquização de nível de qualidade Possibilidade de diferenciação, apenas em função de volume e velocidade e não em função do nível de qualidade 3 - Diferenciação e hierarquização limitadas Possibilidade de diferenciação, em função de volume, velocidade e qualidade, desde que respeitando critérios técnicos e éticos

3 Definição PRINCÍPIOS PARA A GOVERNANÇA E USO DA INTERNET NO BRASIL (Resolução CGI.br/RES/2009/003/P) 6. Neutralidade da rede Filtragem ou privilégios de tráfego devem respeitar apenas critérios técnicos e éticos, não sendo admissíveis motivos políticos, comerciais, religiosos, culturais, ou qualquer outra forma de discriminação ou favorecimento. Não veda diferenciação de preços por volume ou velocidade e permite a hierarquização, desde que fundamentada em critérios técnicos e éticos.

4 Cadeia de valor da Internet Neutralidade de rede

5 Nos últimos anos alega-se que há um grande hiato entre a evolução do tráfego na internet e a receita das prestadoras de telecomunicações Tráfego/custo Era da voz Hiato entre receita e tráfego Era do vídeo Receitas

6 Problema econômico Tráfego/custos Receitas O hiato entre receitas e custos é decorrente de um modelo de negócios em que as receitas estão associadas à base de usuários, e não ao volume trafegado Base de clientes Não existe portanto hiato entre a base de clientes e a receita O modelo atual gera dois problemas típicos: - Uso ineficiente - Seleção adversa

7 Tragédia dos comuns O livre acesso e a demanda irrestrita de um recurso finito, termina por condenar estruturalmente o recurso por conta de sua superexploração...

8 Mais problemas econômicos Tráfego atual Tráfego eficiente Como o usuário não paga por volume de tráfego (download ou upload) é natural que haja uma utilização ineficiente dos recursos da rede Esse é um problema clássico da economia e é conhecido como tragédia dos comuns Se o valor pago pelo cliente no fim do mês fosse uma função da sua velocidade de acesso e de seu volume de tráfego, haveria um uso mais eficiente das redes de telecomunicações

9 Mais problemas econômicos Receita Tráfego eficiente Se o valor pago pelo cliente no fim do mês fosse uma função da sua velocidade de acesso e de seu volume trafegado, teríamos o fim do hiato Base de clientes Esse novo modelo é simplesmente o modelo tradicional de telecom, onde o cliente paga um valor fixo e uma valor adicional pelo consumo (SMP, STFC, TV por assinatura)

10 Custo de mudança VALE A PENA PARA A PRESTADORA ABANDONAR O MODELO BUFFET E IR PARA O MODELO SELF SERVICE? O CLIENTE DELA NÃO VAI FICAR INDIGNADO E IR PARA O CONCORRENTE? A RESPOSTA É ÓBVIA... DEPENDE!

11 A reduzida diferenciação de produtos prejudica a eficiência econômica... Prestadora A Modelo buffet ($100) Emerson $ Gb Ralf $ Mb Paulinho $ Mb Castán $80 Danilo $50 Prestadora B Modelo buffet ($100) R$/Mb = 0,00099

12 A diferenciação de produtos permite aumento da oferta... Prestadora A Modelo buffet ($100) Fica com o heavy user! Emerson $ Gb Ralf $ Mb Paulinho $50 Até 100Mb Castán $80 Até 130Mb Danilo $50 Até 100Mb Prestadora B Modelo self service ($50 + $1 por Mb e franquia de 100Mb) R$/Mb = 0,00127

13 Mas e se todos migrarem para o modelo novo Prestadora A Modelo self service ($50 + $1 por Mb e franquia de 100Mb)? Emerson $ Gb Ralf $ Mb Paulinho $50 Até 100Mb Castán $80 Até 130Mb Danilo $50 Até 100Mb O que acontece com o Emerson? Prestadora B Modelo self service ($50 + $1 por Mb e franquia de 100Mb) R$/Mb = 0,5833

14 Pq essa demanda toda Emerson? 300Gb para negócios Emerson 300Gb para lazer Esse negócio rende mais que $ /mês? Esse lazer vale $ ? SIM NÃO SIM NÃO R$/Mb = 0,999 R$/Mb = 0,5833 R$/Mb = 0,999 R$/Mb = 0,5833

15 Mais problemas No modelo buffet as prestadoras devem cobrar o mesmo preço do usuário heavy e do usuário light Como, a princípio, a prestadora não sabe quem é quem, ela define um preço médio Esse modelo de negócio gera uma perda de eficiência econômica conhecida como seleção adversa A assimetria de informação entre prestadora e consumidor faz com que a prestadora adote um modelo de negócio que só é bom para os heavy users, expulsando, no limite, os light users do mercado

16 Como resolver? É necessário a mudança do modelo de negócios, de forma que a diferenciação de preços se dê em mais de uma dimensão! Preço(velocidade) Preço(velocidade, franquia, $/mb) Essa diferenciação: 1. reduz o uso ineficiente das redes (tragédia dos comuns) 2. minimiza o problema da assimetria de informação (seleção adversa) 3. Acaba com o subsídio do heavy user pelo light user, permitindo uma precificação mais justa 4. Reduz a atratividade econômica da pirataria 5. Permite a entrada de novos usuários (peso pena users)

17 Mas e a neutralidade? A diferenciação de preços em função de velocidade, franquia e preço adicional por volume de tráfego não fere o princípio da neutralidade Por outro lado... A diferenciação de preços em função de quem está trafegando, ou o que está sendo trafegado, ou em função de prioridade na rede FERE o princípio da neutralidade Além de ferir o princípio, essa diferenciação não é condição necessária para resolver o problema da boca do jacaré.

18 Adicional (Mb/R$) Neutralidade de rede

19 Por que isso não é feito? Para mudar de modelo sem criar resistência nos clientes, as prestadoras precisam conhecer o perfil de cada cliente Conhecendo esses perfis, é possível definir planos de serviço que sejam aderentes aos custos e melhores para os light users O problema é que as prestadoras não conhecem muito bem seus clientes. O problema é de assimetria de informação entre cliente e prestadora. Para resolver o problema da assimetria da informação não é necessário que seja monitorado o que o consumidor acessa. É necessário apenas conhecer o quanto ele consome.

20 Conclusão Se de fato existe o problema da boca do jacaré, sua solução encontra-se no próprio mercado Para resolver esse problema não é necessária a relativização do princípio da neutralidade Nas redes telefônicas já está prevista a priorização de algumas chamadas (ex. nº de emergência) e isso não fere o princípio Essas prerrogativas são previstas como exceções e não estão a venda no mercado

21 Mas e a questão de poder de mercado na Internet? Para avaliarmos a existência de riscos de abuso de poder de mercado devemos primeiro entender como são os relacionamentos entre os agentes econômicos Entendendo essas relações poderemos identificar incentivos ao abuso do poder de mercado

22 Provedores de Conteúdo / Aplicações Contrato de Hospedagem / Trânsito Detentores de Rede ISP A ISP B Trânsito IP / Peering Trânsito IP / Peering Trânsito IP / Peering ISP C Neutralidade de rede - As redes funcionam como plataformas, onde os serviços são definidos através dos contratos com os diversos agentes (Provedores de Conteúdo, outras redes, usuários etc.) - As políticas de gestão tráfego são orientadas ao cumprimento desses contratos, uma vez que implementam seus SLAs. - O SLA para os usuários finais é definido em seu contrato, mas está sujeito ao RGQ (o prometeu deve ser entregue); Usuários Provimento de Acesso Provimento de Acesso - Os tipos de serviço são baseados nos diversos tipos de conteúdo, e a qualidade de cada tipo está atrelada ao SLA com o provedor do conteúdo 22

23 O que diz o MCI? Características dos contratos Art. 9 o O responsável pela transmissão, comutação ou roteamento tem o dever de tratar de forma isonômica quaisquer pacotes de dados, sem distinção por conteúdo, origem e destino, serviço, terminal ou aplicação. 1 o A discriminação ou degradação do tráfego será regulamentada nos termos das atribuições privativas do Presidente da República previstas no inciso IV do art. 84 da Constituição Federal, para a fiel execução desta Lei, ouvidos o Comitê Gestor da Internet e a Agência Nacional de Telecomunicações, e somente poderá decorrer de: I - requisitos técnicos indispensáveis à prestação adequada dos serviços e aplicações; e II - priorização de serviços de emergência. 2 o Na hipótese de discriminação ou degradação do tráfego prevista no 1 o, o responsável mencionado no caput deve: I - abster-se de causar dano aos usuários, na forma do art. 927 da Lei n o , de 10 de janeiro de Código Civil; II - agir com proporcionalidade, transparência e isonomia; III - informar previamente de modo transparente, claro e suficientemente descritivo aos seus usuários sobre as práticas de gerenciamento e mitigação de tráfego adotadas, inclusive as relacionadas à segurança da rede; e IV - oferecer serviços em condições comerciais não discriminatórias e abster-se de praticar condutas anticoncorrenciais. 3 o Na provisão de conexão à internet, onerosa ou gratuita, bem como na transmissão, comutação ou roteamento, é vedado bloquear, monitorar, filtrar ou analisar o conteúdo dos pacotes de dados, respeitado o disposto neste artigo. O Artigo sobre neutralidade permite uma leitura mais restritiva e uma mais liberal, de maneira que o viés final será dado pela regulamentação. Ocorre que independentemente da visão final, o segredo para a sua implementação está nos contratos entre os detentores de rede e os provedores de conteúdo. 23

24 Regulação da Mídia Questões Para definirmos de forma precisa o escopo da regulação econômica da mídia é preciso primeiro identificar as falhas de mercado existentes. Entretanto, antes de buscarmos as falhas de mercado precisamos primeiramente definir o mercado: Qual produto ofertado nesse mercado? Quais os insumos essenciais para produção? Quem são os concorrentes nesse mercado? Quem são os demandantes por esse produto? Como os ofertantes são remunerados? Esse mercado é nacional ou regional?

25 Regulação da Mídia Questões Uma vez identificado o mercado, definido tanto na dimensão produto quanto na dimensão geográfica, é necessário fazer uma investigação sobre a existência de falhas de mercado: O mercado é concentrado? Algum agente tem poder de mercado? Essa concentração gera aumento de preços? O poder de mercado é exercido? Como? Qual o motivo para tal concentração? Fechamento vertical? Barreiras a entrada? Economias de escala? A tendência é de manutenção da concentração? Existem externalidades no consumo ou na produção? Qual a participação do Estado nesse mercado?

26 Regulação da Mídia Questões Definido o mercado e identificadas as falhas, cabe à regulação econômica o estabelecimento de regras que visem a corrigir essas falhas, por exemplo: Regras de controle e de transparência para evitar fechamento vertical Controle de preços, para evitar abusos Estabelecimento de tributos ou subsídios, para corrigir externalidades Redução de custos fixos, para minimizar efeitos de escala Regulação de acesso a insumos essenciais e aumentar a disponibilidade desses insumos Controle de estruturas societárias Repressão a infrações à ordem econômica

27 Obrigado

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