SITUAÇÕES MATEMÁTICAS SOB O OLHAR DA MODELAGEM MATEMÁTICA, RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS E INVESTIGAÇÃO MATEMÁTICA

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SITUAÇÕES MATEMÁTICAS SOB O OLHAR DA MODELAGEM MATEMÁTICA, RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS E INVESTIGAÇÃO MATEMÁTICA"

Transcrição

1 SITUAÇÕES MATEMÁTICAS SOB O OLHAR DA MODELAGEM MATEMÁTICA, RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS E INVESTIGAÇÃO MATEMÁTICA Lilian Akemi Kato Universidade Estadual de Maringá Denise Knorst da Silva Universidade Federal do Mato Grosso do Sul Claudia Carreira da Rosa Fundação Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Mandaguari Jader Otavio Dalto Universidade Federal do Mato Grosso do Sul Resumo: Este mini-curso pretende comparar e analisar três tendências da Educação Matemática, Modelagem Matemática, Resolução de Problemas e Investigação Matemática, quando aplicadas a uma mesma situação. A Modelagem Matemática é entendida, neste trabalho, como uma proposta metodológica que possibilita aos estudantes, a pesquisa sobre problemas advindos, ou não, da Matemática. A elaboração dos conceitos matemáticos envolvidos ocorre concomitantemente à busca de uma solução adequada para o problema. A Resolução de Problemas é entendida como uma ferramenta didática na qual um conteúdo matemático pode ser explorado a partir da busca da solução do problema apresentado, com possíveis discussões acerca dos resultados obtidos. A Investigação Matemática, embora esteja presente implicitamente nas duas tendências anteriores, possui algumas características pertinentes, como a emulação para formular questões e perseguir uma linha de raciocínio objetivando determinar um padrão ou um modelo. Assim, pretende-se relacionar e discriminar alguns aspectos dessas três tendências da Educação Matemática a fim de aproximá-las nos aspectos comuns quanto a sua implementação na sala de aula e nos aspectos relacionados ao professor, aluno e saber. Palavras-chave: Modelagem matemática; Resolução de problemas; Investigação matemática. Introdução Os Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino da Matemática (Brasil, 1998), apontam que é de fundamental importância ao professor identificar as principais 1

2 características dessa ciência, de seus métodos, de suas ramificações e aplicações, bem como conhecer diversas possibilidades de trabalho em sala de aula para que construa a sua prática. Entre as possibilidades metodológicas disseminadas pela a área da Educação Matemática estão a Resolução de Problemas, a Modelagem Matemática e a Investigação Matemática1. Essas são amplamente utilizadas na formação de professores e recomendadas para que o ensino da matemática se afaste de uma concepção baseada em definição, exemplos, exercícios, fundamentando-se em uma concepção que tem um caminho inverso, ou seja, a aprendizagem de um novo conceito matemático se dá pela apresentação de uma situação problema ao aluno, ficando a formalização do conceito como a última etapa do processo de aprendizagem. A Resolução de Problemas, a Modelagem e as Investigações, conforme a definições adotadas, podem apresentar aspectos em comum e apresentar aspectos que as diferenciam. Nesse trabalho, a intencionalidade é estabelecer alguns parâmetros de comparação entre as três possibilidades metodológicas, num entendimento de que as situações apresentadas poderão contribuir para a utilização dessas no ensino da matemática e com o debate sobre as suas implicações pedagógicas no ensinar e aprender matemática. Modelagem Matemática A Modelagem é defendida na área da Educação Matemática com argumentos que podem ser resumidos em: possibilidade de um ensino com maior motivação, facilitação da aprendizagem, preparação para utilizar a matemática em diferentes áreas, desenvolvimento de habilidades gerais de exploração e compreensão do papel sócio-cultural da matemática. Assim, podemos dizer que a Modelagem é entendida de diferentes formas, que vão desde uma concepção mais genérica de aplicação de matemática em outras áreas do conhecimento, até o entendimento de abordagem pedagógica capaz de associar efetivamente a matemática a outras realidades mediante um processo de investigação. 1 Ao longo do texto Modelagem Matemática será designada por Modelagem e Investigações Matemáticas por Investigações. 2

3 Para Barbosa (2003), Modelagem é um ambiente de aprendizagem em que os alunos são convidados a atuarem sobre situações aplicadas, mediante problematização (criar perguntas) e investigação (busca, seleção, organização, manipulação de informações e reflexões sobre elas). Bassanezi (2006) considera a Modelagem Matemática uma atividade humana cujo desenvolvimento está intrínseco nos problemas da vida social e pode ser compreendida de maneiras distintas de acordo com a atividade desenvolvida pelo profissional que a está utilizando. No âmbito da Educação Matemática, D Ambrosio (1986) considera a Modelagem Matemática como uma forma de interação do conteúdo de sala de aula com questões reais. De acordo com o autor a Modelagem Matemática é um processo muito rico de encarar situações reais, e culmina com a solução efetiva do problema real e não uma simples resolução formal de um problema artificial (p.121). Almeida e Brito (2005 a) considera a Modelagem Matemática como uma alternativa pedagógica na qual fazemos uma abordagem, por meio da Matemática, de um problema não essencialmente matemático. Neste contexto, os autores defendem que a modelagem permite uma compreensão mais global acerca da situação investigada, buscando uma resposta para um problema cuja origem não está, de modo geral, na própria Matemática. Outro fator importante sobre a Modelagem Matemática diz respeito aos diferentes aspectos que podem ser evidenciados numa atividade, podendo assim variar o objetivo central com que a atividade é desenvolvida. Com base nestes aspectos, Kaiser e Sriraman (2006) sistematizaram cinco perspectivas. Essas perspectivas evidenciam diferentes aspectos quanto ao objetivo central com que a atividade de Modelagem é desenvolvida em contextos educativos. Para o desenvolvimento de uma atividade de Modelagem Matemática em sala de aula, em geral, se segue uma seqüência de procedimentos: a identificação do problema, a identificação e seleção das variáveis, a formulação de hipóteses, a dedução e a validação do modelo. Esses procedimentos podem ser chamados de etapas ou rotas de uma atividade 3

4 de Modelagem Matemática, dependendo do autor e da abordagem com que a Modelagem é compreendida. A ordem dessas etapas pode variar, uma vez que esse processo não é linear. Dependendo do enfoque a que se pretende dar ênfase durante o desenvolvimento da atividade, as etapas podem ser menos mais enfatizadas. Vale lembrar que apesar de considerarmos a construção do modelo matemático importante na atividade de Modelagem Matemática, não o consideramos como o fim deste tipo de atividade, mas como uma alternativa que pode permitir uma compreensão mais global sobre a situação investigada e a Matemática utilizada. A partir do momento que o estudante se envolve no desenvolvimento de uma atividade de Modelagem Matemática, segundo Kaiser (2004), ele passa a ter uma visão mais geral dos problemas matemáticos passando a considerar a possibilidade de novas alternativas para resolução. Investigações Matemáticas Investigar nas aulas de matemática desperta no aluno o interesse pelas atividades de pesquisa, uma vez que as questões podem ser definidas ao longo do processo pelo investigador. Isto torna o processo de ensino aberto e imprevisível, estabelecendo uma visão da matemática como processo de/em construção, que pode desencadear a melhor compreensão de conceitos matemáticos. Aprender Matemática não é simplesmente compreender a Matemática já feita, mas ser capaz de fazer investigação de natureza matemática (ao nível adequado a cada grau de ensino). Só assim se pode verdadeiramente perceber o que é a Matemática e a sua utilidade na compreensão do mundo e na intervenção sobre o mundo. Só assim se pode realmente dominar os conhecimentos adquiridos. Só assim se pode ser inundado pela paixão detetivesca indispensável à verdadeira fruição da Matemática (BRAUMANN apud PONTE, 2003, p.19). As investigações são atividades de cunho aberto referentes a contextos variados que podem ter como ponto de partida uma questão ou uma situação proposta pelo professor ou pelo aluno. Os autores defendem que as investigações constituem-se em poderoso processo 4

5 de construção do conhecimento e que os alunos podem envolver-se na realização destas através de quatro momentos principais: (i) o reconhecimento da situação, sua exploração preliminar e a formulação de questões; (ii) o processo de formulação de conjecturas a partir da organização dos dados; (iii) a realização de testes e eventual refinamento das conjecturas; (iv) a justificação e avaliação do trabalho realizado, através de argumentações ou demonstrações. (Ponte et al, 2003). As atividades envolvendo investigações caracterizam-se pela ênfase dada ao processo, pois nestas as situações de ensino são mais abertas, cabendo a quem investiga um papel fundamental em sua definição e na tomada de decisões durante o processo. Um fazer pedagógico baseado nas investigações exige do docente, competências mais complexas do que parece à primeira vista, pois: É um trabalho criativo (para o qual não há receitas ) e que tem de ser feito tendo por referência alunos concretos. Este trabalho requer do professor, entre outros aspectos, agilidade matemática, uma boa noção dos conhecimentos, potencialidades e interesses dos seus alunos, bem como um bom domínio dos materiais e recursos que podem ser usados como apoio a esta atividade (OLIVEIRA, 1999, 98). Além de novas competências docentes para desenvolver processos de investigação, são necessárias novas concepções sobre o ensinar matemática, estas correspondem ao reconhecimento de que aprender matemática relaciona-se com o fazer matemática, mediante atividades em que o aluno identifique problemas, expresse suas próprias idéias e as utilize, realize testes para suas hipóteses de acordo com suas experiências prévias e argumente sobre suas considerações de forma crítica. Assim, se o aluno investiga uma situação ele se envolve com a mesma e conseqüentemente esse envolvimento faz com que o problema a ser resolvido fique algo mais pessoal despertando assim um interesse maior por sua solução. Resolução de Problemas A Resolução de Problemas, uma das tendências da Educação Matemática, é assim denominada porque considera que o estudo da Matemática é resolver problemas. De acordo com Gazire (1988), uma pessoa tem um problema quando compreende a situação, não encontra uma solução óbvia imediata, mas reconhece que tal situação exige uma ação. Para Polya (1978) aprender matemática é aprender a resolver problemas. 5

6 Em uma aula na qual a Resolução de Problemas é utilizada como metodologia de ensino de matemática, o ponto de partida da aula é a resolução de um problema e não a apresentação de uma definição, conceito ou teorema por parte do professor. Assim, é preciso que se reflita acerca de como apresentar problemas de modo que os alunos queiram resolvê-los, compreendam e se apropriem do conteúdo envolvido em sua resolução (BURIASCO, 1995). Neste sentido, o papel do professor é fundamental. Sua postura de comunicador, expositor do conteúdo deve ser substituída pela postura de observador, organizador, consultor, mediador, interventor, controlador e incentivador da aprendizagem. Ao propor problemas que desafiem os alunos, o professor acaba mudando também a postura dos alunos, que deixam de ser apenas espectadores do processo de aprendizagem, para se tornarem sujeitos ativos neste processo, responsáveis pela sua aprendizagem. Para resolver um problema, o aluno deve seguir as seguintes etapas que, de acordo com Polya (1978) não podem ser transformados em algoritmo; são elas: compreensão do problema; concepção de um plano; execução do plano e reflexão do que foi realizado. Assim, a situação de resolução de problemas leva os alunos a pensar, a fazer conexões entre os conteúdos necessários para a resolução e demais conteúdos matemáticos e nãomatemáticos. A Resolução de problemas favorece a comunicação entre os alunos, que acreditam que são capazes de fazer Matemática e que a Matemática faz sentido, desenvolvendo a confiança e a auto-valorização dos estudantes (ONUCHIC & ALLEVATO, 2004). Nesse sentido prática da Resolução de problemas está presente nas aulas de matemática desde a as séries iniciais, e, mesmo sendo modesto, se ele desafiar a curiosidade e puser em jogo as faculdades inventivas, quem o resolver, por seus próprios meios, experimentará o triunfo da descoberta. Proposta do Mini-curso As três possibilidades metodológicas serão abordadas no minicurso, mediante a proposição de uma atividade de modelagem matemática, uma atividade envolvendo resolução de problemas e uma atividade de investigação. O enfoque sobre o 6

7 desenvolvimento das atividades, o estabelecimento de relações entre as três tendências e a análise quanto aos aspectos comuns entre elas, será a centralidade do mini-curso. A análise quanto aos aspectos comuns será feita a partir da discussão sobre a forma de implementação das três tendências, com foco nos aspectos relacionados ao professor, ao aluno e ao saber. No referente a implementação nas diferentes concepções de Modelagem Matemática podemos reconhecer a presença de uma situação real, a problematização e a investigação direcionada a Resolução do Problema, definida por alguns autores como busca de um modelo matemático. As investigações matemáticas são implementadas mediante uma questão ou situação aberta, exigindo do aluno, fundamentalmente, um processo de formulação, teste e justificação de conjecturas. A resolução de problemas quando implementada em sala de aula considera o problema como ponto de partida, exigindo do aluno a sua compreensão. As formas de implementação das três tendências indica, explicita ou implicitamente, a presença de uma situação, problemática ou questão capaz de suscitar a investigação pelo aluno. Essa investigação entendida como um processo de busca por estratégias cujo caminho é definido pelo(s) aluno(s) sob orientação do professor, caracterizando atividades de cunho mais aberto diante do rigor muitas vezes estabelecido em aulas mais tradicionais, entendido como ensino como transmissão de conhecimentos (verbalização) e aprendizagem como mera recepção de conteúdos (acúmulo), se traduzindo em aulas que partem de uma definição de conteúdo, exemplos e exercícios. Nesse sentido, nas três tendências, a tríade: saber, aluno e professor, apresenta características diferenciadas das tradicionais. O conteúdo de matemática na Modelagem, nas Investigações e na Resolução de Problemas é desencadeado ao longo da atividade para uma posterior formalização. Esta característica permite, na busca por estratégias pelo aluno, a utilização de conhecimentos já adquiridos e a percepção de que novos conhecimentos são necessários à resolução. Nas três tendências o aluno é parte integrante da construção do conhecimento, sendo transferida a ele, em grande parte, a responsabilidade pela sua própria aprendizagem (ator principal). O professor é mediador, gerador de situações que propiciem o confronto 7

8 de concepções. Aprendizagem se realiza quando o aluno, ao confrontar suas concepções, constrói os conceitos pretendidos pelo professor. Nessa perspectiva, a análise das implementações das três tendências sob a luz dos aspectos relacionados ao professor, ao aluno e ao saber, apresentarão indícios de que as mudanças curriculares por elas provocadas se devem a novas posturas do professor e do aluno, tornando-se mais investigativos, e de uma nova abordagem dos conteúdos de matemática, estes deixam de ser o ponto de partida e são focalizados por sua presença na atividade. Esses indícios podem contribuir para o reconhecimento, por parte dos professores, de que o uso dessas tendências implica em uma concepção diferenciada de ensinar matemática, pautada em diferentes papéis para os sujeitos professor e aluno, e em um novo olhar sobre o saber a ser ensinado. Referências ALMEIDA, L. M. W.; BRITO, D. S. Atividades de Modelagem Matemática: que sentido os alunos podem lhe atribuir?. Ciência e Educação, v.11, n. 3, p , 2005a. BARBOSA, J. C. Modelagem : O que é? Por que? Como? Veritati, n.4, p Modelagem na Sala de Aula. Perspectiva, Erechim, v. 27, n. 98, p , Junho BASSANEZI, R. C. Ensino-aprendizagem com modelagem matemática: uma nova estratégia. São Paulo: Contexto, BICUDO, M. A. V.; Borba, Marcelo. C. (ORG.) Educação Matemática pesquisa em movimento. São Paulo: Cortez, p BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Matemática. Brasília: MEC/SEF, BURIASCO, R. L.C. de. Sobre a Resolução de Problemas. Nosso Fazer. Ano 1, n.5. Secretaria Municipal de Educação de londrina, 1995, p.01. D AMBROSIO, U. Educação Matemática: da teoria à prática. 2.ed. Campinas: Papirus,

9 GAZIRE, E. S. Perspectivas da Resolução de Problemas em Educação Matemática Dissertação (Mestrado em Educação Matemática). Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Instituto de Geociências e Ciências Exatas. Rio Claro-SP, KAISER, G. Development of mathematical literacy-results of a empirical study. In: 10 Th International Congress in Mathematical Education, 2004,Compenhagem,Dinamarca.Disponívelem: Acesso em: 15 de julho de 2005 KAISER, G.; SRIRAMAN, B. A Global survey of international perspectives on modelling in mathematics education. Zentralblatt fur Didaktik der Mathematik, v 38, n.3, p ONUCHIC, L. DE LA R. ALLEVATO, N. S. G. Novas reflexões sobre o ensinoaprendizagem de matemática através da Resolução de Problema. In: POLYA, G. A Arte de Resolver Problemas: um novo aspecto do método matemático. Rio de Janeiro: Interciência, PONTE, J. P; BROCARDO, J.; OLIVEIRA, H. Investigações Matemáticas na Sala de Aula. Belo Horizonte: Autêntica, OLIVEIRA, H. et al. Os Professores e as Actividades de Investigação. In: PONTE, João Pedro da; BROCARDO, Joana; OLIVEIRA, Hélia. Investigações Matemáticas na Sala de Aula. Belo Horizonte: Autêntica, SKOVSMOSE, O. Cenários para Investigação. BOLEMA, Rio Claro: Ano 13, n. 14, p. 66 a 91,

Aula 1 O processo educativo: a Escola, a Educação e a Didática. Profª. M.e Cláudia Benedetti

Aula 1 O processo educativo: a Escola, a Educação e a Didática. Profª. M.e Cláudia Benedetti Aula 1 O processo educativo: a Escola, a Educação e a Didática Profª. M.e Cláudia Benedetti Profa. M.e Cláudia Benedetti Graduada em Ciências Sociais pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita

Leia mais

n. 18 ALGUNS TERMOS...

n. 18 ALGUNS TERMOS... n. 18 ALGUNS TERMOS... DEFINIÇÃO Uma Definição é um enunciado que descreve o significado de um termo. Por exemplo, a definição de linha, segundo Euclides: Linha é o que tem comprimento e não tem largura.

Leia mais

Aula. Ensino e Aprendizagem: os dois lados da formação docente. Profª. Ms. Cláudia Benedetti

Aula. Ensino e Aprendizagem: os dois lados da formação docente. Profª. Ms. Cláudia Benedetti Aula Ensino e Aprendizagem: os dois lados da formação docente Profª. Ms. Cláudia Benedetti Profa. M.a. Cláudia Benedetti Graduada em Ciências Sociais pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita

Leia mais

A MODELAGEM MATEMÁTICA COMO ESTRATÉGIA DE ENSINO MATHEMATICAL MODELING AS A TEACHING STRATEGY

A MODELAGEM MATEMÁTICA COMO ESTRATÉGIA DE ENSINO MATHEMATICAL MODELING AS A TEACHING STRATEGY A MODELAGEM MATEMÁTICA COMO ESTRATÉGIA DE ENSINO MATHEMATICAL MODELING AS A TEACHING STRATEGY Renata Cristina Sossae 1 Norma Suely Gomes Allevato 2 Silvia Martorano Raimundo 3 Resumo A formação do professor

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO

ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO INTRODUÇÃO As diferentes unidades que compõem o conjunto de cadernos, visam desenvolver práticas de ensino de matemática que favoreçam as aprendizagens dos alunos. A

Leia mais

DESVENDANDO O INTERESSANTE MUDO DA LÓGICA RESUMO

DESVENDANDO O INTERESSANTE MUDO DA LÓGICA RESUMO DESVENDANDO O INTERESSANTE MUDO DA LÓGICA Daniela Batista Santos - UNEB Laion Augusto Correa Silva UESB Rafael Souza Barros UESB RESUMO A busca constante pela melhora do ensino de matemática tem que a

Leia mais

Problema. Exercício. Atividade cujo resolvedor já tem habilidades ou conhecimentos suficientes para resolvê-la

Problema. Exercício. Atividade cujo resolvedor já tem habilidades ou conhecimentos suficientes para resolvê-la Exercício Atividade cujo resolvedor já tem habilidades ou conhecimentos suficientes para resolvê-la Problema... o problema é visto como ponto de partida para a construção de novos conceitos e novos conteúdos;

Leia mais

AÇÃO EDUCATIVA DA REDE DE MEDIADORES DA GALERIA DE ARTE LOIDE SCHWAMBACH FUNDARTE

AÇÃO EDUCATIVA DA REDE DE MEDIADORES DA GALERIA DE ARTE LOIDE SCHWAMBACH FUNDARTE 1 AÇÃO EDUCATIVA DA REDE DE MEDIADORES DA GALERIA DE ARTE LOIDE SCHWAMBACH FUNDARTE Patriciane Teresinha Born 1 Palavras-chave: Ação educativa. Mediação. 3º Salão de Arte 10 x 10. 1 INTRODUÇÃO Este texto

Leia mais

PREPARAÇÃO DE PROJETOS, FORMAS DE REGISTRO E AVALIAÇÃO

PREPARAÇÃO DE PROJETOS, FORMAS DE REGISTRO E AVALIAÇÃO PREPARAÇÃO DE PROJETOS, FORMAS DE REGISTRO E AVALIAÇÃO Profª. Ms. Fabiana Chinalia FACULDADES COC 11 e 12 de maio http://verainfedu.files.wordpress.com/2008/10/legal1.gif Vamos conversar um pouco sobre

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA ERICEIRA. 1º Ciclo CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Disciplina: Português

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA ERICEIRA. 1º Ciclo CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Disciplina: Português Disciplina: Português Lê com fluência, correção e expressividade Lê para apreciar textos literários Compreende mensagens orais Oralidade (O) Leitura e Escrita (LE) Educação Literária (EL) Gramática (G)

Leia mais

Aula 1 O processo educativo: a Escola, a Educação e a Didática. Profª. M.e Cláudia Benedetti

Aula 1 O processo educativo: a Escola, a Educação e a Didática. Profª. M.e Cláudia Benedetti Aula 1 O processo educativo: a Escola, a Educação e a Didática Profª. M.e Cláudia Benedetti Profa. M.e Cláudia Benedetti Graduada em Ciências Sociais pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita

Leia mais

*Formação docente e profissional

*Formação docente e profissional *Formação docente e profissional FORMAR-SE PARA A MUDANÇA E A INCERTEZA 1 1 IMBERNÓN, Francisco. Formação docente e profissional: formar-se para a mudança e a incerteza. 6.ed. São Paulo: Cortez, 2006.

Leia mais

PROVA ESCRITA PARTE A e B

PROVA ESCRITA PARTE A e B PROCESSO DE SELEÇÃO INGRESSO NO 1º SEMESTRE DE 2014 PROVA ESCRITA PARTE A e B INSCRIÇÃO Nº CAMPO GRANDE MS, 25 DE OUTUBRO DE 2013 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO DO SUL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM

Leia mais

PROJETO. Identidade e a prática pedagógica do professor de Ensino Religioso

PROJETO. Identidade e a prática pedagógica do professor de Ensino Religioso PROJETO Identidade e a prática pedagógica do professor de Ensino Religioso A CIDADANIA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA O ENSINO RELIGIOSO LÉO MARCELO PLANTES MACHADO Orientador: DR. SÉRGIO ROGÉRIO AZEVEDO

Leia mais

Estágio - Experimento Didático. Câmpus Camboriú

Estágio - Experimento Didático. Câmpus Camboriú Estágio - Experimento Didático Câmpus Camboriú O CURSO Formação encadeada Disciplinas planejadas Professores organizados Práticas Articuladas TERCEIRO SEMESTRE Tecnologias no Ensino da Matemática Primeiras

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO Secretaria da Educação SECRETARIA DA DA EDUCAÇÃO Contextualização EDUCAÇÃO COMPROMISSO DE SÃO PAULO Programa Educação - Compromisso de São Paulo Institui 5 pilares para a

Leia mais

O estudo da Linguagem Matemática na sala de aula: uma abordagem através da Resolução de Problemas

O estudo da Linguagem Matemática na sala de aula: uma abordagem através da Resolução de Problemas O estudo da Linguagem Matemática na sala de aula: uma abordagem através da Resolução de Problemas Sabrina Aparecida Martins Vallilo 1 GD nº14 Resoluções de problemas Este trabalho tem como objetivo apresentar

Leia mais

Objetivo: Apresentar o Caderno V de modo a compreender sua concepção metodológica a partir de oficinas.

Objetivo: Apresentar o Caderno V de modo a compreender sua concepção metodológica a partir de oficinas. Pacto Nacional Para o Fortalecimento do Ensino Médio Encontro de Planejamento Professor Formador de IES Duílio Tavares de Lima 03/2015 CADERNO 5 - Áreas de conhecimento e integração curricular Tema: Apresentação

Leia mais

EIXO 2: Políticas de educação básica e de formação e gestão escolar

EIXO 2: Políticas de educação básica e de formação e gestão escolar EIXO 2: Políticas de educação básica e de formação e gestão escolar A IDENTIDADE DO ENSINO MÉDIO, UM DESAFIO PARA AS POLÍTICAS EDUCACIONAIS Silvana Mesquita Pontifícia Universidade Católica RJ silvana.mesquita@ig.com.br

Leia mais

APRENDER E ENSINAR CIÊNCIAS NATURAIS NO ENSINO FUNDAMENTAL Apresentação do PCN (Parâmetros Curriculares Nacionais) de Ciências Naturais

APRENDER E ENSINAR CIÊNCIAS NATURAIS NO ENSINO FUNDAMENTAL Apresentação do PCN (Parâmetros Curriculares Nacionais) de Ciências Naturais APRENDER E ENSINAR CIÊNCIAS NATURAIS NO ENSINO FUNDAMENTAL Apresentação do PCN (Parâmetros Curriculares Nacionais) de Ciências Naturais INTRODUÇÃO Para o ensino de Ciências Naturais é necessária a construção

Leia mais

FACULDADES INTEGRADAS SÃO JUDAS TADEU PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA

FACULDADES INTEGRADAS SÃO JUDAS TADEU PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA FACULDADES INTEGRADAS SÃO JUDAS TADEU PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA Curso de Pedagogia Linha de Pesquisa: Educação a Distância Professora Proponente: Daiane Grassi - daiane@saojudastadeu.edu.br. 1. IDENTIFICAÇÃO

Leia mais

ANÁLISE HISTÓRICA DOS CONTEÚDOS EXISTENTES NO LIVRO DIDÁTICO DE CIÊNCIAS

ANÁLISE HISTÓRICA DOS CONTEÚDOS EXISTENTES NO LIVRO DIDÁTICO DE CIÊNCIAS ANÁLISE HISTÓRICA DOS CONTEÚDOS EXISTENTES NO LIVRO DIDÁTICO DE CIÊNCIAS Autor(es): Ewerton Jefferson Barbosa Ferreira Layrla Gabriele Santos de Sousa Luciano Feitosa do Nascimento Rhuan Rommell Bezerra

Leia mais

Certificamos que o trabalho Scrum in Practice: Evaluating an Activity to Support Agile Software Development Learning de autoria de Cleiton Tavares,

Certificamos que o trabalho Scrum in Practice: Evaluating an Activity to Support Agile Software Development Learning de autoria de Cleiton Tavares, Certificamos que o trabalho Scrum in Practice: Evaluating an Activity to Support Agile Software Development Learning de autoria de Cleiton Tavares, Fischer Ferreira, Eduardo Fernandes, Johnatan Oliveira

Leia mais

Prof. Ms. Heitor de Andrade Rodrigues. Apresentação:

Prof. Ms. Heitor de Andrade Rodrigues. Apresentação: Prof. Ms. Heitor de Andrade Rodrigues Apresentação: É formado em Licenciatura Plena em Educação Física pela Universidade Estadual Paulista (UNESP-RC), possui mestrado em Ciências da Motricidade (UNESP-RC)

Leia mais

TREINAMENTO COMERCIAL

TREINAMENTO COMERCIAL TREINAMENTO COMERCIAL Potencializando a Equipe de Vendas Conceitos Equivocados Sou atendente e não vendedora; Não reconhecer a área de vendas como profissão; Não tenho dom de vender. Potencializando a

Leia mais

RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS: COMBINATÓRIA EM GEOMETRIA. Palavras-chave: Resolução de problemas; Combinatória; Geometria.

RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS: COMBINATÓRIA EM GEOMETRIA. Palavras-chave: Resolução de problemas; Combinatória; Geometria. RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS: COMBINATÓRIA EM GEOMETRIA Heitor Achilles Dutra da Rosa Instituto Federal do Rio de Janeiro - IFRJ heitor_achilles@yahoo.com.br Resumo: Existem várias questões geométricas que podem

Leia mais

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA Vanessa Martins Hidd Santos NOVAFAPI INTRODUÇÃO A avaliação institucional constitui objeto de preocupação e análise na NOVAFAPI, desde sua fundação quando

Leia mais

Contrato didático e (in)disciplina. Professora: Dra. Eduarda Maria Schneider

Contrato didático e (in)disciplina. Professora: Dra. Eduarda Maria Schneider Contrato didático e (in)disciplina Professora: Dra. Eduarda Maria Schneider Objetivos Trabalhar o Contrato Didático como um conceito da didática e importante teoria na compreensão das diversas situações

Leia mais

Estratégias de Observação na Investigação Sobre Práticas de Ensino e Avaliação de Docentes do Ensino Superior

Estratégias de Observação na Investigação Sobre Práticas de Ensino e Avaliação de Docentes do Ensino Superior Estratégias de Observação na Investigação Sobre Práticas de Ensino e Avaliação de Docentes do Ensino Superior Domingos Fernandes University of Lisboa Institute of Education dfernandes@ie.ulisboa.pt Sumário

Leia mais

ARQUITETURA E URBANISMO COORDENADOR DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO

ARQUITETURA E URBANISMO COORDENADOR DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO ARQUITETURA E URBANISMO TURMA BM6AU ENIO MORO JUNIOR COORDENADOR DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO Graduação (1983), Mestrado (1999) e Doutorado (2005) em Arquitetura e Urbanismo pela Faculdade de Arquitetura

Leia mais

Construção de Conceitos em Trigonometria. Departamento de Matemática e Estatística Universidade de Caxias do Sul

Construção de Conceitos em Trigonometria. Departamento de Matemática e Estatística Universidade de Caxias do Sul Construção de Conceitos em Trigonometria Isolda Giani de Lima iglima@ucs.br Solange Galiotto Sartor sgsartor@ucs.br Departamento de Matemática e Estatística Universidade de Caxias do Sul Resumo. Um ambiente

Leia mais

FORMAÇÃO DO PROFESSOR DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: UM GUIA DE ESTUDOS

FORMAÇÃO DO PROFESSOR DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: UM GUIA DE ESTUDOS SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL/PDE VALÉRIA AUGUSTA PELLICANO FORMAÇÃO DO PROFESSOR DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: UM GUIA DE ESTUDOS

Leia mais

Palavras-chave: Educação Matemática; Resolução de Problemas; Transição Ensinos Fundamental/Médio Ensino Superior.

Palavras-chave: Educação Matemática; Resolução de Problemas; Transição Ensinos Fundamental/Médio Ensino Superior. A METODOLOGIA DE ENSINO-APRENDIZAGEM-AVALIAÇÃO DE MATEMÁTICA ATRAVÉS DA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS NA TRANSIÇÃO DOS ENSINOS FUNDAMENTAL E MÉDIO PARA O ENSINO SUPERIOR Fabiane Cristina Höpner Noguti Fundação

Leia mais

CURSO: MÚSICA EMENTAS º PERÍODO

CURSO: MÚSICA EMENTAS º PERÍODO CURSO: MÚSICA EMENTAS - 2017.2 2º PERÍODO DISCIPLINA: TEORIA E PERCEPÇÃO MUSICAL II Desenvolvimento da percepção dos elementos da organização musical, através de atividades práticas; utilização de elementos

Leia mais

CIÊNCIA, TECNOLOGIA E SOCIEDADE. O que é Ciência?

CIÊNCIA, TECNOLOGIA E SOCIEDADE. O que é Ciência? CIÊNCIA, TECNOLOGIA E SOCIEDADE O que é Ciência? O QUE É CIÊNCIA? 1 Conhecimento sistematizado como campo de estudo. 2 Observação e classificação dos fatos inerentes a um determinado grupo de fenômenos

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE PLANO DE ENSINO

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE PLANO DE ENSINO UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE PLANO DE ENSINO Unidade Universitária: CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE Curso: EDUCAÇÃO FISICA Núcleo Temático: Disciplina:

Leia mais

PROGRAMA DE DISCIPLINA

PROGRAMA DE DISCIPLINA PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Fundamentos e Metodologia nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental II Código da Disciplina: EDU 325 Curso: Pedagogia Semestre de oferta da disciplina: 5º Faculdade responsável:

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE PLANO DE ENSINO

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE PLANO DE ENSINO UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE PLANO DE ENSINO Unidade Universitária: CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE Curso: EDUCAÇÃO FISICA Disciplina: CRESCIMENTO

Leia mais

Ministério da Educação UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ. Câmpus Ponta Grossa PLANO DE ENSINO

Ministério da Educação UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ. Câmpus Ponta Grossa PLANO DE ENSINO Ministério da Educação UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Câmpus Ponta Grossa PLANO DE ENSINO CURSO Licenciatura Interdisciplinar em Ciências Naturais MATRIZ 763 FUNDAMENTAÇÃO LEGAL Resolução 037/11-COGEP

Leia mais

CONTROLE DE CONTEÚDO SENADO FEDERAL ANALISTA LEGISLATIVO PROCESSO LEGISLATIVO

CONTROLE DE CONTEÚDO SENADO FEDERAL ANALISTA LEGISLATIVO PROCESSO LEGISLATIVO CONTROLE DE CONTEÚDO SENADO FEDERAL ANALISTA LEGISLATIVO PROCESSO LEGISLATIVO PORTUGUÊS 1 Leitura, compreensão e análise de textos. Inferência (informações explícitas e implícitas). Tipologia textual:

Leia mais

PLANO DE ENSINO ANO LETIVO 2017

PLANO DE ENSINO ANO LETIVO 2017 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DA 2ª FASE DO ENSINO FUNDAMENTAL E ENSINO MÉDIO PLANO DE ENSINO ANO LETIVO 2017 Disciplina:

Leia mais

A FORMAÇÃO DO EDUCADOR QUÍMICO

A FORMAÇÃO DO EDUCADOR QUÍMICO Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro IFRJ A FORMAÇÃO DO EDUCADOR QUÍMICO Prof. Rita de Cássia A. Costa rita.costa@ifrj.edu.br O educador químico e o currículo na educação

Leia mais

Disciplina: Novas Lógicas e Literacias Emergentes no Contexto da Educação em Rede:

Disciplina: Novas Lógicas e Literacias Emergentes no Contexto da Educação em Rede: Escola de Comunicação e Artes Universidade de São Paulo Disciplina: Novas Lógicas e Literacias Emergentes no Contexto da Educação em Rede: Práticas, Leituras e Reflexões Docente: Brasilina Passarelli Aluna:

Leia mais

PENSAMENTOS DE PROFESSORES UNIVERSITÁRIOS SOBRE SABERES DOCENTES: DEFINIÇÕES, COMPREENSÕES E PRODUÇÕES.

PENSAMENTOS DE PROFESSORES UNIVERSITÁRIOS SOBRE SABERES DOCENTES: DEFINIÇÕES, COMPREENSÕES E PRODUÇÕES. PENSAMENTOS DE PROFESSORES UNIVERSITÁRIOS SOBRE SABERES DOCENTES: DEFINIÇÕES, COMPREENSÕES E PRODUÇÕES. Amayra Rocha da Silva Graduanda do Curso de Pedagogia. Bolsista-CNPq, UFPI. Profª. Drª. Maria da

Leia mais

Produzido pela Ciência Química. Presente nos Parques. Presente nos Museus de Ciências. Presente nos livros didáticos. Presente nas escolas ...

Produzido pela Ciência Química. Presente nos Parques. Presente nos Museus de Ciências. Presente nos livros didáticos. Presente nas escolas ... Como é o Conhecimento Químico? Produzido pela Ciência Química Presente nos Parques Presente nos Museus de Ciências Presente nos livros didáticos Presente nas escolas... A transposição didática põe em evidência

Leia mais

CONCEITO E APLICAÇÃO DE INTEGRAÇÃO NUMÉRICA PELOS MÉTODOS DE NEWTON-CÔTES: 1ª E 2ª REGRAS DE SIMPSON

CONCEITO E APLICAÇÃO DE INTEGRAÇÃO NUMÉRICA PELOS MÉTODOS DE NEWTON-CÔTES: 1ª E 2ª REGRAS DE SIMPSON CONCEITO E APLICAÇÃO DE INTEGRAÇÃO NUMÉRICA PELOS MÉTODOS DE NEWTON-CÔTES: 1ª E 2ª REGRAS DE SIMPSON Júlio Paulo Cabral dos Reis¹ Dimas Felipe Miranda² ¹PUC-MG/DME, julio.cabral.reis@hotmail.com ²PUC-MG/DME,

Leia mais

A EXPERIÊNCIA DO PIBID NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE SOCIOLOGIA

A EXPERIÊNCIA DO PIBID NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE SOCIOLOGIA A EXPERIÊNCIA DO PIBID NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE SOCIOLOGIA Carolina Aparecida Gonçalves 1 O presente ensaio apresenta uma reflexão acerca dos limites e possibilidades do Programa Institucional de Bolsas

Leia mais

NÚCLEO TEMÁTICO I CONCEPÇÃO E METODOLOGIA DE ESTUDOS EM EaD

NÚCLEO TEMÁTICO I CONCEPÇÃO E METODOLOGIA DE ESTUDOS EM EaD UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ-UFPR SETOR DE EDUCAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA MAGISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INFANTIL E ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL CURSO DE PEDAGOGIA MAGISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INFANTIL E DOS ANOS

Leia mais

FICHAMENTO RESUMO. Curso: Licenciatura em Matemática PIBID Aluno: Jéssica Marilda Gomes Mendes Prof. Me. Mauricio Ramos Lutz

FICHAMENTO RESUMO. Curso: Licenciatura em Matemática PIBID Aluno: Jéssica Marilda Gomes Mendes Prof. Me. Mauricio Ramos Lutz Curso: Licenciatura em Matemática PIBID Aluno: Jéssica Marilda Gomes Mendes Prof. Me. Mauricio Ramos Lutz FICHAMENTO MÜLLER, I. Tendências atuais de Educação Matemática. unopar Cient., Ciênc. Hum. Educ.,

Leia mais

Plano de ensino: CONTEÚDO, METODOLOGIA E PRÁTICA DE ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA CONTEÚDO, METODOLOGIA E PRÁTICA DE ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA

Plano de ensino: CONTEÚDO, METODOLOGIA E PRÁTICA DE ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA CONTEÚDO, METODOLOGIA E PRÁTICA DE ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA Plano de ensino: CONTEÚDO, METODOLOGIA E PRÁTICA DE ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA Título Contextualização Ementa Objetivos gerais CONTEÚDO, METODOLOGIA E PRÁTICA DE ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA A língua portuguesa,

Leia mais

A Webquest como proposta metodológica para o ensino de Matemática

A Webquest como proposta metodológica para o ensino de Matemática na Contemporaneidade: desafios e possibilidades A Webquest como proposta metodológica para o ensino de Fernando Henrique Pereira Mestrando em Ensino de Universidade Federal Tecnológica do Paraná UTFPR

Leia mais

Desempenho mínimo esperado (S 1º, 2º e 3º anos)

Desempenho mínimo esperado (S 1º, 2º e 3º anos) Critérios Específicos por ano e por disciplina curricular 1.º Ciclo Critérios de Avaliação 1.º, 2.º, 3.º e 4.º Anos de escolaridade Elementos a avaliar Insuficiente (4º ano) Desempenho mínimo esperado

Leia mais

Unidade Universitária: CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE. Disciplina: Projetos Educacionais para o Ensino de Biologia

Unidade Universitária: CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE. Disciplina: Projetos Educacionais para o Ensino de Biologia Unidade Universitária: CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE Curso: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Disciplina: Projetos Educacionais para o Ensino de Biologia Professor(es): Rosana dos Santos Jordão Carga horária:

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DO RACIOCÍNIO LÓGICO: PROPOSTA DE TAREFAS SOBRE O CÁLCULO PROPOSICIONAL

DESENVOLVIMENTO DO RACIOCÍNIO LÓGICO: PROPOSTA DE TAREFAS SOBRE O CÁLCULO PROPOSICIONAL Sociedade Brasileira de Matemática Matemática na Contemporaneidade: desafios e possibilidades DESENVOLVIMENTO DO RACIOCÍNIO LÓGICO: PROPOSTA DE TAREFAS SOBRE O CÁLCULO PROPOSICIONAL Keila Tatiana Boni

Leia mais

Formação Inicial de Professores para a Educação Básica no Espírito Santo e no Brasil atual Luiza Helena Christov

Formação Inicial de Professores para a Educação Básica no Espírito Santo e no Brasil atual Luiza Helena Christov Formação Inicial de Professores para a Educação Básica no Espírito Santo e no Brasil atual Luiza Helena Christov Universidade Estadual Paulista-UNESP Fundação Carlos Chagas IMPORTÂNCIA Do total de empregos

Leia mais

Resolução de Problemas no Ensino de Matemática

Resolução de Problemas no Ensino de Matemática 10º Simpósio de Educação de Itaboraí Resolução de Problemas no Ensino de Matemática Prof. Mônica Mandarino (UNIRIO;UFRJ; Cesgranrio) 10 de agosto de 2012 Afinal, o que é PROBLEMA? Para alunos e professores,

Leia mais

Unidade I APRENDIZADO ORGANIZACIONAL. Prof. Dr. Evandro Prestes Guerreiro

Unidade I APRENDIZADO ORGANIZACIONAL. Prof. Dr. Evandro Prestes Guerreiro Unidade I APRENDIZADO ORGANIZACIONAL Prof. Dr. Evandro Prestes Guerreiro Itens de Estudo 1. O que significa aprender? 2. O tempo da aprendizagem 3. O Conhecimento formal 4. Aprender individual Questão

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DA RETA REAL POR ALUNOS DO ENSINO MÉDIO CONSIDERANDO A METODOLOGIA DE INVESTIGAÇÃO MATEMÁTICA: ALGUMAS REFLEXÕES1 1

A CONSTRUÇÃO DA RETA REAL POR ALUNOS DO ENSINO MÉDIO CONSIDERANDO A METODOLOGIA DE INVESTIGAÇÃO MATEMÁTICA: ALGUMAS REFLEXÕES1 1 A CONSTRUÇÃO DA RETA REAL POR ALUNOS DO ENSINO MÉDIO CONSIDERANDO A METODOLOGIA DE INVESTIGAÇÃO MATEMÁTICA: ALGUMAS REFLEXÕES1 1 Paula Maria Dos Santos Pedry 2, Sandra Beatriz Neuckamp 3, Andréia De Fátima

Leia mais

Modelo Curricular High/Scope

Modelo Curricular High/Scope Modelo Curricular High/Scope Origem e Evolução Década de 60: David Weikart inicia Perry Preschool Project Combate ao Insucesso Escolar Intervenção precoce Escolha do modelo curricular Investigação Década

Leia mais

CARGA HORÁRIA SEMANAL: 04 CRÉDITO: 04

CARGA HORÁRIA SEMANAL: 04 CRÉDITO: 04 1. IDENTIFICAÇÃO PERÍODO: IV CARGA HORÁRIA SEMANAL: 04 CRÉDITO: 04 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 NOME DA DISCIPLINA: FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS DA GEOGRAFIA NOME DO CURSO: PEDAGOGIA 2. EMENTA Geografia:

Leia mais

Papel das micro e pequenas empresas no Desenvolvimento do Nordeste

Papel das micro e pequenas empresas no Desenvolvimento do Nordeste ESPECIALISTAS EM PEQUENOS NEGÓCIOS Papel das micro e pequenas empresas no Desenvolvimento do Nordeste As micro e pequenas empresas na economia A IMPORTÂNCIA ECONÔMICA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS Fonte: Elaboração

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA 1 - JUSTIFICATIVA A cada dia cresce a expectativa de que os profissionais da área da Psicologia possam oferecer para a população em geral,

Leia mais

DESDEMONIZANDO O ENSINO DE GRAMÁTICA. Emilio Pagotto - USP

DESDEMONIZANDO O ENSINO DE GRAMÁTICA. Emilio Pagotto - USP DESDEMONIZANDO O ENSINO DE GRAMÁTICA Emilio Pagotto - USP Duas formas de conceber o ensino de gramática Ensino de gramática voltado para o desenvolvimento das competências dos alunos. É preciso ampliar

Leia mais

Universidade de São Paulo Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto Enf. Psiquiátrica e Ciências Humanas. Profa. Karina de M. Conte

Universidade de São Paulo Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto Enf. Psiquiátrica e Ciências Humanas. Profa. Karina de M. Conte Universidade de São Paulo Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto Enf. Psiquiátrica e Ciências Humanas Profa. Karina de M. Conte 2017 DIDÁTICA II Favorecer a compreensão do processo de elaboração, gestão,

Leia mais

Vinícius Jonas de Aguiar Curriculum Vitae

Vinícius Jonas de Aguiar Curriculum Vitae Vinícius Jonas de Aguiar Curriculum Vitae August/2016 Vinícius Jonas de Aguiar Curriculum Vitae Dados pessoais Nome Nascimento Passaporte Vinícius Jonas de Aguiar 28/03/1990 - Londrina/PR - Brasil FJ395559

Leia mais

Processos Pedagógicos em Enfermagem TENDÊNCIAS PEDAGÓGICAS

Processos Pedagógicos em Enfermagem TENDÊNCIAS PEDAGÓGICAS Processos Pedagógicos em Enfermagem TENDÊNCIAS PEDAGÓGICAS Aprender é apropriar-se ativamente do conteúdo da experiencia humana, daquilo que seu grupo social conhece. (DAVIS & OLIVEIRA, 1992) Ato de produzir,

Leia mais

Grelha de Avaliação Contínua Qualitativa - Aulas Clínicas Ano letivo XXXX-XXXX, X.º semestre

Grelha de Avaliação Contínua Qualitativa - Aulas Clínicas Ano letivo XXXX-XXXX, X.º semestre Grelha de Avaliação Contínua Qualitativa - Aulas Clínicas Área Disciplinar: Número de aluno: 1. Assiduidade e pontualidade 2. Participação e integração no conteto clínico 3. Relação com doentes e familiares

Leia mais

O OLHAR DOS FUTUROS PROFESSORES DE FÍSICA SOBRE O PAPEL DO PIBID EM SUA FORMAÇÃO

O OLHAR DOS FUTUROS PROFESSORES DE FÍSICA SOBRE O PAPEL DO PIBID EM SUA FORMAÇÃO O OLHAR DOS FUTUROS PROFESSORES DE FÍSICA SOBRE O PAPEL DO PIBID EM SUA FORMAÇÃO Simone Marks Santos 1 Alessandro Frederico da Silveira 2 Resumo: O presente artigo apresenta o resultado de uma investigação

Leia mais

GEOPLANO CIRCULAR: UM ALIADO NO ENSINO DA TRIGONOMETRIA

GEOPLANO CIRCULAR: UM ALIADO NO ENSINO DA TRIGONOMETRIA GEOPLANO CIRCULAR: UM ALIADO NO ENSINO DA TRIGONOMETRIA Elizabethe Gomes Pinheiro CIEP 146 SPA -RJ bethematica@hotmail.com Daniele Tinoco Pereira CIEP 146 SPA -RJ danatinoco@yahoo.com.br Marilene da Silveira

Leia mais

Linguagens Formais e Autômatos P. Blauth Menezes

Linguagens Formais e Autômatos P. Blauth Menezes Linguagens Formais e Autômatos P. Blauth Menezes blauth@inf.ufrgs.br Departamento de Informática Teórica Instituto de Informática / UFRGS Matemática Discreta para Ciência da Computação - P. Blauth Menezes

Leia mais

FATORES QUE INFLUENCIAM O APRENDIZADO DOS ALUNOS NAS QUATRO OPERAÇÕES FUNDAMENTAIS

FATORES QUE INFLUENCIAM O APRENDIZADO DOS ALUNOS NAS QUATRO OPERAÇÕES FUNDAMENTAIS FATORES QUE INFLUENCIAM O APRENDIZADO DOS ALUNOS NAS QUATRO OPERAÇÕES FUNDAMENTAIS Lucas Raphaell Rodrigues de Sousa (Autor); Everaldo Ismael da Silva (Coautor 1); Edvan Alves Canuto Segundo (Coautor 2);

Leia mais

ATUAÇÃO DA CPA. Roteiro. Avaliação do ensino superior. Avaliação do Ensino Superior. Autoavaliação na UFMS

ATUAÇÃO DA CPA. Roteiro. Avaliação do ensino superior. Avaliação do Ensino Superior. Autoavaliação na UFMS ATUAÇÃO DA CPA Avaliação do ensino superior Roteiro Avaliação do Ensino Superior Legislação SINAES Autoavaliação Institucional Dimensões Autoavaliação na UFMS Instrumentos AVALIAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR

Leia mais

Língua Portuguesa Matemática. 2.º Ciclo do Ensino Básico

Língua Portuguesa Matemática. 2.º Ciclo do Ensino Básico 2011 PROVAS DE AFERIÇÃO Língua Portuguesa Matemática INFORMAÇÃO-PROVAS DE AFERIÇÃO 2.º Ciclo do Ensino Básico GAVE Provas de Aferição 2010-2011 1_7 INTRODUÇÃO Nos próximos dias 6 e 11 de Maio, de manhã,

Leia mais

P L A N O D E E N S I N O. DEPARTAMENTO: Matemática PROFESSOR: Valdir Damázio Júnior DISCIPLINA:Didática da Matemática SIGLA: ODIM0001 TURMA:

P L A N O D E E N S I N O. DEPARTAMENTO: Matemática PROFESSOR: Valdir Damázio Júnior DISCIPLINA:Didática da Matemática SIGLA: ODIM0001 TURMA: P L A N O D E E N S I N O DEPARTAMENTO: Matemática PROFESSOR: Valdir Damázio Júnior DISCIPLINA:Didática da Matemática SIGLA: ODIM0001 TURMA: CARGA HORÁRIA TOTAL: 72 horas TEÓRICO/PRÁTICA: 72 horas CURSO(S):

Leia mais

Língua Portuguesa Matemática. 1.º Ciclo do Ensino Básico

Língua Portuguesa Matemática. 1.º Ciclo do Ensino Básico 2011 PROVAS DE AFERIÇÃO Língua Portuguesa Matemática INFORMAÇÃO-PROVAS DE AFERIÇÃO 1.º Ciclo do Ensino Básico GAVE Provas de Aferição 2010-2011 1_7 INTRODUÇÃO Nos próximos dias 6 e 11 de Maio, de manhã,

Leia mais

Publicação Semestral da Faculdade Estácio de Sá Juiz de Fora ISSN X

Publicação Semestral da Faculdade Estácio de Sá Juiz de Fora ISSN X Publicação Semestral da Faculdade Estácio de Sá Juiz de Fora ISSN 1809-046X Faculdade Estácio de Sá de Juiz de Fora Avenida Presidente João Goulart 600 Cruzeiro do Sul Juiz de Fora (MG) Direção Geral Márcia

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E CONHECIMENTOS TECIDOS NO COTIDIANO DE UMA ESCOLA PÚBLICA DA REGIÃO SUL FLUMINENSE

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E CONHECIMENTOS TECIDOS NO COTIDIANO DE UMA ESCOLA PÚBLICA DA REGIÃO SUL FLUMINENSE EDUCAÇÃO AMBIENTAL E CONHECIMENTOS TECIDOS NO COTIDIANO DE UMA ESCOLA PÚBLICA DA REGIÃO SUL FLUMINENSE Educação ambiental e conhecimentos tecidos no cotidiano de uma escola pública da região Sul Fluminense.

Leia mais

AGRUPAMENTO de ESCOLAS Nº1 de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2013/2014 PLANIFICAÇÃO ANUAL

AGRUPAMENTO de ESCOLAS Nº1 de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2013/2014 PLANIFICAÇÃO ANUAL AGRUPAMENTO de ESCOLAS Nº1 de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2013/2014 PLANIFICAÇÃO ANUAL Documento(s) Orientador(es): PROGRAMA DE MATEMÁTICA A, PROJETO EDUCATIVO ENSINO SECUNDÁRIO MATEMÁTICA A 11º ANO TEMAS/DOMÍNIOS

Leia mais

SMA 0186 PRÁTICA DO ENSINO DE MATEMÁTICA I- 2011

SMA 0186 PRÁTICA DO ENSINO DE MATEMÁTICA I- 2011 SMA 0186 PRÁTICA DO ENSINO DE MATEMÁTICA I- 2011 Responsável: Dra. Miriam Cardoso Utsumi Horário: quarta-feira 16:10h as 17:50h, sala : LEM Atendimento a alunos: PRESENCIALMENTE apenas às terças e quintas:

Leia mais

EDITAL DE CREDENCIAMENTO PARA ESCOLA DE TEMPO INTEGRAL PARA ATUAÇÃO EM 2017.

EDITAL DE CREDENCIAMENTO PARA ESCOLA DE TEMPO INTEGRAL PARA ATUAÇÃO EM 2017. GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE CAMPINAS OESTE Rua Candido Mota, 186, Fundação da Casa Popular Campinas/SP CEP 13.031-385 Fone:: (19) 3772-2795/2796/2798

Leia mais

METODOLOGIA DO ENSINO DO FUTEBOL DE SALÃO. Osvaldo Tadeu da Silva Junior

METODOLOGIA DO ENSINO DO FUTEBOL DE SALÃO. Osvaldo Tadeu da Silva Junior METODOLOGIA DO ENSINO DO FUTEBOL DE SALÃO Osvaldo Tadeu da Silva Junior MÉTODOS/ESTILOS DE ENSINO FERREIRA (1986): do grego méthodos, "caminho para chegar a um fim". Caminho pelo qual se atinge um objetivo.

Leia mais

Alcançando metas através da abordagem fria!

Alcançando metas através da abordagem fria! Orientação On Line AO VIVO Alcançando metas através da abordagem fria! HOJE, 27/06 21:00 Acesse o link abaixo: https://www.eventials.com/raquelpassos/alcancando-metas-com-abordagem-fria/ Com a Diretora

Leia mais

PLANO DE ENSINO. CURSO Licenciatura Interdisciplinar em Ciências Naturais MATRIZ 763

PLANO DE ENSINO. CURSO Licenciatura Interdisciplinar em Ciências Naturais MATRIZ 763 Ministério da Educação UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Câmpus Ponta Grossa PLANO DE ENSINO CURSO Licenciatura Interdisciplinar em Ciências Naturais MATRIZ 76 FUNDAMENTAÇÃO LEGAL Resolução 07/11-COGEP

Leia mais

Lógica Proposicional

Lógica Proposicional Lógica Proposicional Lógica Computacional Carlos Bacelar Almeida Departmento de Informática Universidade do Minho 2007/2008 Carlos Bacelar Almeida, DIUM LÓGICA PROPOSICIONAL- LÓGICA COMPUTACIONAL 1/28

Leia mais

Dedução Natural e Sistema Axiomático Pa(Capítulo 6)

Dedução Natural e Sistema Axiomático Pa(Capítulo 6) Dedução Natural e Sistema Axiomático Pa(Capítulo 6) LÓGICA APLICADA A COMPUTAÇÃO Professor: Rosalvo Ferreira de Oliveira Neto Estrutura 1. Definições 2. Dedução Natural 3. Sistemas axiomático Pa 4. Lista

Leia mais

NOTA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO PERMANENTE COMO ESTRATÉGIA DE REFLEXÃO PARA ORGANIZAÇÃO DO PROCESSO DE TRABALHO NA ATENÇÃO BÁSICA À SAÚDE

NOTA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO PERMANENTE COMO ESTRATÉGIA DE REFLEXÃO PARA ORGANIZAÇÃO DO PROCESSO DE TRABALHO NA ATENÇÃO BÁSICA À SAÚDE NOTA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO PERMANENTE COMO ESTRATÉGIA DE REFLEXÃO PARA ORGANIZAÇÃO DO PROCESSO DE TRABALHO NA ATENÇÃO BÁSICA À SAÚDE Para refletir... A educação seja doravante permanente, isto é, um processo

Leia mais

Palavras-chave: Tecnologias da Informação e Comunicação; Software GeoGebra; Formação de Professores.

Palavras-chave: Tecnologias da Informação e Comunicação; Software GeoGebra; Formação de Professores. POSSIBILIDADES E LIMITAÇÕES DO SOFTWARE GEOGEBRA COMO FERRAMENTA DE ENSINO E APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA Débora Janaína Ribeiro e Silva Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia da Paraíba debora_jr10@yahoo.com.br

Leia mais

ALGUMAS REFLEXÕES SOBRE A HISTÓRIA DO ENSINO DE MATEMÁTICA EM FRANCA

ALGUMAS REFLEXÕES SOBRE A HISTÓRIA DO ENSINO DE MATEMÁTICA EM FRANCA 519 ALGUMAS REFLEXÕES SOBRE A HISTÓRIA DO ENSINO DE MATEMÁTICA EM FRANCA Rodrigo Morais Santos 1 (Uni-FACEF) Orientadora: Silvia Regina Viel Rodrigues 2 (Uni-FACEF) INTRODUÇÃO Sabe-se que a perspectiva

Leia mais

SERVIÇO SOCIAL BRASILEIRO E O DESENVOLVIMENTO DE COMUNIDADE DE 1945 A 1953

SERVIÇO SOCIAL BRASILEIRO E O DESENVOLVIMENTO DE COMUNIDADE DE 1945 A 1953 ISSN 2359-1277 SERVIÇO SOCIAL BRASILEIRO E O DESENVOLVIMENTO DE COMUNIDADE DE 1945 A 1953 RESUMO Bruna Fonseca Moreira, bruna.fonsecamoreira@gmail.com Carlos Henrique Lopes da Silva, carloshenriquelopess@hotmail.com

Leia mais

CRITÉRIOS/INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO DO 1ºCICLO

CRITÉRIOS/INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO DO 1ºCICLO CRITÉRIOS/INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO DO 1ºCICLO CRITÉRIOS/INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO LÍNGUA PORTUGUESA 1ºAno e 2ºAno de escolaridade Domínios Competências Sabe escutar para reproduzir pequenas mensagens

Leia mais

Formulação e resolução de problemas de matemática: teoria e prática. Luiz Roberto Dante

Formulação e resolução de problemas de matemática: teoria e prática. Luiz Roberto Dante Formulação e resolução de problemas de matemática: teoria e prática. Luiz Roberto Dante O que é um problema? Intuitivamente, todos nós temos uma ideia do que seja um problema. De maneira genérica, pode-se

Leia mais

RESOLUÇÃO 04/2016. I Tipo de alteração: INCLUSÃO DE DISCIPLINAS NOME CRÉDITOS 4 SÚMULA ETAPA ACONSELHADA NOME CRÉDITOS 3 SÚMULA ETAPA ACONSELHADA NOME

RESOLUÇÃO 04/2016. I Tipo de alteração: INCLUSÃO DE DISCIPLINAS NOME CRÉDITOS 4 SÚMULA ETAPA ACONSELHADA NOME CRÉDITOS 3 SÚMULA ETAPA ACONSELHADA NOME UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA COMISSÃO DE GRADUAÇÃO EM MATEMÁTICA Av. Bento Gonçalves 9500 - Agronomia - 91509-900 Porto Alegre - RS - BRASIL Tel: (051)3308-6189/3308-6186

Leia mais

Plano de Ensino. Identificação. Código Disciplina Seriação ideal Fundamentos da Educação Matemática 2

Plano de Ensino. Identificação. Código Disciplina Seriação ideal Fundamentos da Educação Matemática 2 Curso 1503 - Licenciatura em Matemática Enfase Identificação Código Disciplina Seriação ideal 0004111 Fundamentos da Educação Matemática 2 Departamento Departamento de Educação Unidade Faculdade de Ciências

Leia mais

CONCEPÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA ENTRE DOCENTES DE ENSINO SUPERIOR: A EDUCAÇÃO FÍSICA EM QUESTÃO

CONCEPÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA ENTRE DOCENTES DE ENSINO SUPERIOR: A EDUCAÇÃO FÍSICA EM QUESTÃO 1 CONCEPÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA ENTRE DOCENTES DE ENSINO SUPERIOR: A EDUCAÇÃO FÍSICA EM QUESTÃO Danielle Batista Mestranda em Educação Universidade Federal de Mato Grosso Bolsista Capes Profº. Dr.

Leia mais

CURRÍCULO BASEADO NO PLANEJAMENTO DO ENSINO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE CIÊNCIAS

CURRÍCULO BASEADO NO PLANEJAMENTO DO ENSINO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE CIÊNCIAS CURRÍCULO BASEADO NO PLANEJAMENTO DO ENSINO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE CIÊNCIAS Yara A. F. Guimarães Universidade de São Paulo (USP), yguimaraes@usp.br Marcelo Giordan Universidade de São Paulo (USP),

Leia mais

UMA EXPERIÊNCIA DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS COM ALUNOS DE QUINTA SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL

UMA EXPERIÊNCIA DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS COM ALUNOS DE QUINTA SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL UMA EXPERIÊNCIA DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS COM ALUNOS DE QUINTA SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL GT 01 Educação Matemática nos Anos Iniciais e Ensino Fundamental Daiana Moraes UNIFRA daianamor2@yahoo.com.br

Leia mais

UMA ANÁLISE DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE PEDAGOGIA NA PERSPECTIVA DO TRABALHO DOS PEDAGOGOS (2010) 1

UMA ANÁLISE DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE PEDAGOGIA NA PERSPECTIVA DO TRABALHO DOS PEDAGOGOS (2010) 1 UMA ANÁLISE DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE PEDAGOGIA NA PERSPECTIVA DO TRABALHO DOS PEDAGOGOS (2010) 1 RIBEIRO, Eliziane. Tainá. Lunardi. 2 ; ALVES, Bruna. Pereira.³; SIQUEIRA, Gabryely. Muniz. 4 ;

Leia mais

A FORMAÇÃO DO ENGENHEIRO AMBIENTAL NUMA PERSPECTIVA CTS POR MEIO DE PROJETOS DE MODELAGEM ESTATÍSTICA

A FORMAÇÃO DO ENGENHEIRO AMBIENTAL NUMA PERSPECTIVA CTS POR MEIO DE PROJETOS DE MODELAGEM ESTATÍSTICA A FORMAÇÃO DO ENGENHEIRO AMBIENTAL NUMA PERSPECTIVA CTS POR MEIO DE PROJETOS DE MODELAGEM ESTATÍSTICA Dilson Henrique Ramos Evangelista 1 Cristiane Johann Evangelista 2 RESUMO: Este artigo apresenta um

Leia mais

O LIVRO DIDÁTICO NAS AULAS DE MATEMÁTICA: UM ESTUDO A PARTIR DAS CONCEPÇÕES DOS PROFESSORES. Introdução

O LIVRO DIDÁTICO NAS AULAS DE MATEMÁTICA: UM ESTUDO A PARTIR DAS CONCEPÇÕES DOS PROFESSORES. Introdução O LIVRO DIDÁTICO NAS AULAS DE MATEMÁTICA: UM ESTUDO A PARTIR DAS CONCEPÇÕES DOS PROFESSORES Autor: Marcelo Silva Bastos Instituição: SME-RJ; Centro Universitário Celso Lisboa e-mail:profsbastos@uol.com.br

Leia mais