A DIVULGAÇÃO DE INDICADORES DE DESEMPENHO NAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DO EXERCÍCIO 2012 PELAS EMPRESAS LISTADAS NA BOVESPA

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1 A DIVULGAÇÃO DE INDICADORES DE DESEMPENHO NAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DO EXERCÍCIO 2012 PELAS EMPRESAS LISTADAS NA BOVESPA

2 2 RESUMO A necessidade das empresas de demonstrar ao público externo sua capacidade competitiva, faz com que elas estejam sempre se atualizando e criando novas formas de comunicação. Para atrair investimentos, tão necessários à sobrevivência no mercado, as companhias divulgam informações que demonstram aos acionistas a credibilidade e a segurança da aplicação de seus recursos. Os indicadores de desempenho, são dados, que mostram com um determinado grau de confiança, o desenvolvimento do empreendimento. Quanto mais indicadores são divulgados, maior é o nível de transparência demonstrado na negociação. Em um mercado de risco, a confiança é uma qualidade fundamental entre os negociantes, pois todos os aplicadores desejam ter retorno de seus investimentos ou uma condição de lucratividade maior do que em outras opções do mercado sem o risco de grandes perdas. Neste sentido, conhecer mais profundamente as informações relativas ao desempenho das corporações que sejam relevantes para esclarecer o investidor das perspectivas que a empresa possui perante o mercado é essencial para produzir maior credibilidade no investimento. Por isso, a pesquisa vem mostrar como as empresas estão divulgando, nos relatórios de administração, essas informações de controle, destacando quais são os indicadores mais divulgados e as áreas de atuação e os tipos de mercado onde as corporações produzem as maiores quantidades de dados acerca do seu desenvolvimento produtivo. Palavras Chave: Indicadores de desempenho, Investimentos, Transparência.

3 3 ÍNDICE 1. Introdução Investimento no mercado pela constituição de uma empresa Investimento no mercado através da Bolsa de Valores Referencial Teórico Metodologia Pesquisa de Indicadores A Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros BM&F BOVESPA Níveis Diferenciados de Governança Corporativa - NDGC Setores de Atuação Indicadores de Desempenho Indicadores Gerais Análise dos indicadores gerais por mercado Indicadores Multisetoriais Indicadores Setoriais Conclusão A publicação de indicadores Alinhamento com as referências bibliográficas Bibliografia 30 APÊNDICE I Quantidade de empresas analisadas por mercado 32 APÊNDICE II Indicadores de desempenho 32

4 4 ÍNDICE DE GRÁFICOS Gráfico 1 - Quantidade de empresas por mercado 17 Gráfico 2 Percentual de empresas que publicam os 10 indicadores gerais com maior frequência nos mercados Tradicional e Novo Mercado Gráfico 3 Relevância dos principais indicadores por freqüência entre o Mercado Tradicional e o Novo Mercado Gráfico 4 Relevância dos indicadores gerais entre o Novo Mercado e o mercado Tradicional Gráfico 5 Percentual de empresas que publicam os 10 indicadores setoriais com maior frequência Gráfico Relação dos 10 segmentos, em proporção com o número de empresas, que divulgam a maior quantidade de indicadores setoriais ÍNDICE DE TABELAS Tabela 1 Divisão dos indicadores conforme as perspectivas segundo Kaplan 12 Tabela 2 Exemplos de indicadores de desempenho setoriais 17 Tabela 3 Exemplos de indicadores de desempenho multisetoriais 18 Tabela 4 Relação dos 10 indicadores gerais com maior freqüência de publicação entre as empresas Tabela 5 Indicadores de desempenho mais divulgados e sua representação entre o Mercado Tradicional e o Novo Mercado Tabela 6 Subdivisão dos grupos de indicadores gerais 22 Tabela 7 - Relação dos 10 indicadores multisetoriais com maior freqüência de publicação entre as empresas Tabela 8 Relação dos 10 indicadores setoriais com maior freqüência de publicação entre as empresas 23 24

5 5 1. INTRODUÇÃO O desenvolvimento do comércio trouxe para o empreendedor moderno uma série de produtos e serviços para investimento do seu capital. A simples abertura de uma conta corrente, a fundação de uma empresa ou até a complexa participação no mercado de ações, são exemplos das diversas opções oferecidas aos investidores. Essas opções podem ser escolhidas de acordo com a estrutura do capital investido, pelo prazo estabelecido para o recebimento, pelo percentual de juros previsto a ser recebido pelo investimento e por outros fatores que venham formar o objetivo do investidor. Um dos fatores que influenciam na decisão é o nível de risco na operação 1. Modelos mais conservadores podem oferecer menos riscos e consecutivamente ganhos menores. Por outro lado, investimentos agressivos podem trazer resultados bem maiores, porém com riscos de perdas elevados. Uma classificação de riscos, elaborada por Jorion (JORION apud MALACRIDA JUNIOR e MALACRIDA, 2007, p. 555), apresenta a seguinte divisão: Risco de crédito: possibilidade de perda pelo não pagamento de uma dívida; Risco de mercado: perda oriunda das alterações de preços dos ativos financeiros; Risco de liquidez: dificuldade de não obter recursos financeiros; Risco operacional: perda por controles inadequados e por falhas humanas ou no sistema; Risco legal: descuido ou incompetência em cumprir determinações legais ou contratuais 2. Para evitar prejuízos e obter sucesso na aplicação dos recursos é importante que o investidor, antes de iniciar a aplicação do capital, conheça previamente o mercado e seus instrumentos, estabeleça uma estratégia própria para atingir os resultados propostos e esteja munido de informações constantemente atualizadas, tais como relatórios de administração, notícias divulgadas pela imprensa sobre as empresas e sobre a conjuntura econômica. Segundo Andrezo e Lima (2007, p. 15), é importante lembrar que o retorno financeiro depende do desenvolvimento econômico, que por sua vez depende da capacidade de expansão da produção das empresas, que também exigem investimentos em capital físico e recursos humanos 1 O primeiro passo é definir o conceito de risco, como sendo a possibilidade de perda. (FORTUNA, 2008, p. 753) 2 Relacionadas às suas operações ativas ou passivas e suas consequências. (FORTUNA, 2008, p. 754)

6 6 e por consequência dependem dos recursos financeiros aplicados pelos investidores, formando assim um círculo virtuoso. O crescimento se acelera quando os investimentos se direcionam para alternativas com maiores retornos econômicos e sociais. Assim, verifica-se um círculo virtuoso, que vai do alto crescimento para poupanças e investimentos elevados e destes para um crescimento ainda maior. Andrezo e Lima (2007, p. 15) 1.1 INVESTIMENTO NO MERCADO PELA CONSTITUIÇÃO DE UMA EMPRESA Quando o investidor opta em constituir uma empresa, se tem um maior poder de decisão sobre o investimento. Segundo Kato (2003), a sobrevivência no mercado e o sucesso dependem muito do desempenho individual de cada organização e de seus gestores. O desenvolvimento dos níveis de competitividade demandados pelo mercado globalizado tem fomentado as empresas a direcionar os esforços para a melhoria constante do desempenho, seja em aspectos diretamente relacionados aos produtos e serviços, seja naqueles ligados a processos que os viabilizam. (RAFAELI e MULLER, 2007, p. 363) O conhecimento do mercado, dos produtos, da estrutura corporativa, das novas técnicas administrativas e dos procedimentos legais produz um arcabouço de informações muito superior à capacidade humana de armazenar, processar e tomar decisões. Através da elaboração de estratégias de produção, muitas informações são geradas e se tornam fundamentais para nortear o processo produtivo da empresa, tais como: os custos de produção, a qualidade, a flexibilidade do volume, a flexibilidade do processo e a confiabilidade da entrega. (SACOMANO NETO e PIRES, 2007, p. 40). Essas informações, codificadas por meio de indicadores de desempenho, devem ser selecionadas e hierarquizadas no sentido de proporcionar meios eficazes para a tomada de decisão. Chiavenato (2000, p. 14) alerta que as mudanças rápidas e bruscas e outros fenômenos mercadológicos criam um ambiente de imprevisibilidade, descontinuidade e instabilidade em todos os setores de atividade. Com isso, o investidor quando aplica seu capital, deve estar atento tanto ao mercado quanto às condições estruturais da empresa investida e o administrador deve

7 7 compreender as ameaças e adaptar o empreendimento no sentido de superar os desafios da concorrência e das mudanças de cenário no mundo dos negócios. 1.2 INVESTIMENTO NO MERCADO ATRAVÉS DA BOLSA DE VALORES Quando o investidor aplica seus recursos no mercado de capitais esta opção pode ser entendida como uma transferência negociada dos riscos. Segundo YAZBEK (2007, p. 29), o empresário pode ter habilidade para enfrentar desafios e construir soluções, porém a necessidade de assumir riscos desestimula essa empreitada. Para minimizar os riscos é necessário que se construam elementos para proteger o capital investido. Este não se dará somente pelos instrumentos que consolidam essa transferência, mas também pelo estabelecimento de cláusulas de proteção, tais como atribuições de responsabilidades, constituições de garantias, obrigações de informar ou de prestar contas (YAZBEK, 2007, p. 30). Outra ferramenta essencial na proteção do capital, tanto pelos gestores quanto pelos acionistas é o controle, que pode ser interno quando gerido pelos administradores do empreendimento ou externo quando exercido por terceiros, geralmente em razão de disposições contratuais (COMPARATO apud YAZBEK, 2007, p. 34). Segundo Malacrida Junior e Malacrida (2007, p. 553), em 1952, Henry Markowitz revolucionou o estudo de Finanças quantificando o risco de investir. A partir de 1994, segundo os mesmos autores, o Banco J. P. Morgan publicou em método de risco que passou a ser utilizado como medida prática na gestão de investimentos (idem). Ao longo desse período, métodos estatísticos e matemáticos passaram a ser utilizados com maior freqüência. Atualmente, vários indicadores são utilizadas para calcular o risco, entre eles o desvio padrão dos retornos dos preços dessa ação (volatilidade) e o Valor sob risco (VaR - Value at Risk) 3. A Governança Corporativa também é uma forma de garantir credibilidade às empresas. Lima et al. (2007, p. 541) a definem como sendo a criação de mecanismos internos e externos que assegurem que as decisões corporativas sejam tomadas no melhor interesse dos investidores, de forma a maximizar a probabilidade de os fornecedores de recursos obterem para si o retorno sobre seus investimentos. 3 MALACRIDA JUNIOR e MALACRIDA (2007, p. 556) citam, além desses métodos, outros dois: o EWMA Exponentially Weithted Moving Average e o GARCH Generalizaed AutoRegressive Conditional Heteroskedasticity.

8 8 A falta de transparência pode acarretar a redução do custo de capital próprio, uma vez que a dúvida (ocasionada pela falta de transparência) gera risco e, para compensá-lo, o custo aumenta (quanto maior o risco, maior o retorno) [...] Por sua vez, a Controladoria é utilizada para tornar possível o alcance da transparência. Isso ocorre através do aperfeiçoamento dos sistemas de controle interno e da própria Contabilidade, que passa a ser utilizada como um Banco de Dados flexível às necessidades das empresas. (LIMA et. al, 2007, p. 548) A análise de mercado é outro fator fundamental para a previsão de riscos para os investidores. Segundo Fortuna (2008, p. 582), as ações traduzem as expectativas dos agentes econômicos em relação às perspectivas do País e essas tendências são estudadas pelas seguintes escolas: Escola Gráfica ou Técnica tem como base o estudo gráfico dos volumes e preços pelos quais foram comercializadas as ações nos pregões anteriores; Escola Fundamentalista baseia-se nos resultados setoriais e específicos de cada empresa. Os principais indicadores de desempenho utilizados na análise são: o Preço da ação no mercado; o Lucro por ação; o Índice do preço da ação no mercado / lucro por ação; o Índice de preço da ação no mercado / valor patrimonial da ação; o Índice dividendo pago pela ação / preço da ação no mercado (dividend yeld); o Índice dividendo pago pela ação / lucro por ação (pay out); o Índice preço da ação no mercado / fluxo de caixa operacional; o Índice EV (enterprise value) / EBITDA (capacidade de geração de caixa da empresa). Atualmente, esses indicadores são utilizados e divulgados pelas empresas, pois a necessidade de conhecimento do mercado leva os investidores a exigirem determinadas informações que sejam fundamentais para reduzir as incertezas do negócio. Além disso, as empresas listadas na Bolsa de Valores (BM&F BOVESPA) são obrigadas por lei a publicarem relatórios de administração

9 9 trimestralmente, isto veio permitir que qualquer investidor possa ter acesso aos dados estratégicos que possibilita a realização da análise fundamentalista, através do estudo dos indicadores de desempenho das empresas. Com isso, a pesquisa se propõe a estudar o seguinte tema: Quais são os indicadores de desempenho mais divulgados pelas empresas listadas pelas BOVESPA? e quais são os setores e os mercados que mais divulgam essas informações? 2. REFERENCIAL TEÓRICO A dificuldade de mensurar as habilidades administrativas aplicadas nas empresas e demonstrá-las nos relatórios contábeis de forma confiável cria um fator impeditivo ao conhecimento das melhorias produtivas implementadas que podem gerar resultados futuros positivos. Tais informações poderiam elevar a cotação das ações e ampliar a capacidade da empresa em obter recursos financeiros para seus projetos. Segundo Kaplan e Norton (1997, p. 8) [...] são esses os ativos e capacidades fundamentais para o sucesso no ambiente competitivo de hoje e amanhã. Kaplan e Norton (1997, p.7) afirmam que o modelo de Contabilidade Financeira deveria comportar indicadores que transmitissem a real situação da empresa quanto à dedicação e o compromisso dos empregados com os resultados, a satisfação dos clientes e a qualidade do processo de gestão. Assim, poderia estar demonstrando aos acionistas a eficácia do gerenciamento a que está sendo conduzida gerando valor ao empreendimento. O ideal é que o modelo da contabilidade financeira se ampliasse de modo a incorporar a avaliação dos ativos intangíveis e intelectuais de uma empresa, como produtos e serviços de alta qualidade, funcionários motivados e habilitados, processos internos eficientes e consistentes, e clientes satisfeitos e fiéis. (KAPLAN e NORTON, 1997, p.7) Para Martins (2006, p. 1), o sucesso de um instrumento de medidas é obtido quando se conseguem resultados merecedores de créditos para a solução de um problema de pesquisa ou relatório de trabalho profissional. Por isso, esse autor estabelece que o primeiro passo é definir o que deve ser medido e como deve ser medido. Assim, esses indicadores podem avaliar os resultados da implementação das estratégias, realizando a análise crítica das informações

10 10 avaliadas e promovendo feedback para o processo que permita a reorientação e a correção de eventuais desvios. (MAIA, OLIVEIRA e MARTINS, 2008, p. 25) Segundo Anthonny e Govindarajan (2006) além dos resultados financeiros que definem o desempenho empresarial, os setores possuem objetivos não financeiros, tais como qualidade do produto, participação no mercado, satisfação do cliente, entrega pontual e motivação do funcionário. Kato (2003, p.116) lembra que medidas apropriadas para a competição global de hoje medem mais que indicadores de produtividade tradicionais e incluem indicadores de utilização e desempenho e acrescenta algumas medidas tais como: retenção de clientes, aquisição de novos clientes e a lucratividade dos clientes. Além disso, afirma que os clientes podem valorizar a rapidez da produção e a pontualidade das entregas ou um fluxo constante de produtos e serviços inovadores (KATO, 2003, p. 118). Simons apud Maia, Oliveira e Martins (2008) complementa que as vendas também são resultados de qualidade, entrega, inovação, flexibilidade e custos. Esses indicadores são fundamentais na formulação da definição de uma estratégia de mercado, indicando os pontos fortes e fracos que devem ser observados pelo gestor. Kaplan e Norton apud Gasparetto (2007, p. 2) afirmam que as organizações não devem administrar com base apenas em medidas de desempenho financeiras e Holmstrom apud Aguiar e Frezzatti (2011, p. 2) afirma que [...] se uma medida de desempenho tem conteúdo informacional sobre os resultados decorrentes da alocação do esforço gerencial, esse indicador deveria ser adicionado ao sistema de avaliação de desempenho da empresa. Os investidores, para avaliar as empresas, necessitam cada vez mais de novos indicadores que possam ser confrontados com as condições do mercado e com a habilidade do gestor em enfrentar desafios. Assim, informações não financeiras podem ser complementadas aos indicadores financeiros tradicionais para produzir uma avaliação com maior nível de credibilidade. Aguiar e Frezzatti (2011, p. 4) destacam que as medidas financeiras produzem nos gestores uma orientação temporal de curto prazo provocando uma miopia gerencial, ou seja uma tendência a concentrar a atenção dos indivíduos nas medidas de desempenho e esquemas de remuneração de curto prazo.

11 11 Para diminuir este efeito, esses autores destacam que a inclusão de medidas não-financeiras seria capaz de induzir os gestores a uma orientação temporal mais de longo prazo (AGUIAR e FREZZATTI, 2011, p. 5). [...] de um lado, ao enfatizar somente resultados financeiros de curto prazo, os gestores podem comprometer a habilidade de uma empresa de criar resultados financeiros futuros; de outro lado, ao enfatizar somente resultados financeiros de longo prazo, os gestores podem enfraquecer a habilidade de uma empresa de criar resultados financeiros de curto prazo. (AGUIAR E FREZZATTI, 2011, p. 4) Segundo Frezatti (2009, p. 38), na década de 60, na França, se utilizava o Tableau du Bord que viria a ser o antecedente do BSC Balanced Scorecard, que era uma tabela de rateio para controle financeiro, que com o tempo passou a indicar controles não financeiros. Nos Estados Unidos, a General Eletric já utilizava indicadores de rentabilidade, quotas de mercado, formação e responsabilidade social e indicadores de curto e longo prazo. Em 1983, Kaplan e Norton entendiam que medidas contábeis tradicionais não mais traziam benefícios à gestão e encontraram o seguinte desafio: estabelecer novas medidas de desempenho e, consequentemente, novos processos de produção (KAPLAN e NORTON apud FREZATTI, 2009, p. 38). A Analog Devices, empresa desenvolvedora de conversores analógicos digitais utilizava medidas de curto e longo prazo, medidas financeiras e não financeiras, indicadores de tendência e ocorrência e perspectivas internas e externas. (FREZATTI, 2009, p. 38) Kaplan registrou que o sistema de mensuração havia se transformado em sistema de comunicação e alinhamento estratégico e estava começando a ser explorado como um sistema de gerenciamento de estratégia. (FREZATTI, 2009, p. 39) Com isso, Kaplan demonstrou a existência de dois grupos de indicadores de desempenho (FREZATTI, 2009,p. 39), os Indicadores de Ocorrência (lagging) o modelo pressupõe que as medidas financeiras como retorno sobre o patrimônio líquido ou mesmo o lucro residual, refletem transações que já ocorreram, e os Indicadores de Tendência (landing) a criação de valores futuros exige a exploração de valores intangíveis, o que requer indicadores de tendências, já que

12 12 não existe uma medida única sumariando as metas que precisam ser alcançadas com a finalidade de criação de valor futuro. Em seguida, definiu uma divisão de indicadores de acordo com as perspectivas nos seguintes grupos: financeira (rápido crescimento - rapid growth, sustentação - sustain e colheita harwest), clientes, processos internos e aprendizado e crescimento, conforme demonstrado no quadro a seguir: PERSPECTIVA FINANCEIRA Rápido Crescimento Sustentação Colheita Crescimento nas vendas Retorno sobre capital investido Fluxo de Caixa Novos mercados Lucro operacional Retorno em caixa com Novos consumidores Margem bruta baixa incerteza e curto Novos produtos Investimentos em projetos prazo (Cash Payback) Novos canais de marketing Análises de padrões Fluxo de caixa descontado Vendas e distribuição Orçamento de capital Gastos com P & D Valor Econômico Agregado (EVA) Incremento de valor para o acionista (Shareholder value) Perspectiva dos Clientes Processos Internos Aprendizado e Crescimento Participação no mercado Retenção Captação Satisfação Lucratividade dos Clientes Cadeia de valor genérica Inovação Operação Pós venda Satisfação dos empregados Retenção Treinamento Habilidades Direcionadores específicos Tabela 1 Divisão dos indicadores conforme as perspectivas segundo Kaplan. Fonte: Frezatti (2009,p ) Frezatti (2009, p ) demonstra que a aplicação de indicadores de desempenho deve observar os seguintes critérios: agente a ser privilegiado pelo indicador, hierarquia entre os indicadores (ROI, EVA, EBITDA, entre outros), amplitude da análise (crescimento, lucratividade, retorno sobre o investimento, endividamento - curto e longo prazo, relação entre capital próprio e o de terceiros, gestão de capital de giro, investimento no permanente e capacidade de geração de caixa) e indicadores não financeiros (indicadores de clientes, participação no mercado e

13 13 indicadores de processo - inovação, operação e pós venda e indicadores de aprendizado e crescimento: turn over e satisfação) Por isso, a aderência das empresas em divulgar informações não financeiras em relatórios gerenciais se torna fundamental para que se possa realizar uma análise com mais profundidade e credibilidade. Parâmetros importantes como comportamento dos clientes e do mercado, que atendem as perspectivas da estratégia empresarial, devem ser monitorados pelos investidores no sentido de compreender o posicionamento da empresa analisada perante o mercado. 3. METODOLOGIA Com o objetivo de avaliar os indicadores de desempenho publicados pelas empresas, foram utilizadas como base as demonstrações financeiras do exercício de 2012 das empresas listadas na BOVESPA. Para conduzir aos resultados esperados, foram consultados os documentos das empresas através da página da CVM Comissão de Valores Mobiliários na internet e feita a leitura dos Relatórios de Informações Trimestrais e Relatórios de Administração publicados. Obtidos os dados, foram extraídos os indicadores de desempenho e apontados em planilhas conforme o título do indicador e a empresa que o divulgou. Por fim, foi realizada a consolidação das informações destacando numericamente quantas empresas divulgaram o referido indicador. O conjunto de indicadores detectados foi dividido nas seguintes classes: Indicadores Gerais utilizados por todos os tipos de empresas; Indicadores Multisetoriais utilizados em mais de uma área de atuação; Indicadores Setoriais utilizados em áreas de atuação específicas. A divisão tornou-se necessária para agrupar indicadores similares e constatar a publicação de indicadores de segmentos empresariais e apurar indicadores específicos de cada setor. Para constatar quais foram os mercados e setores que mais divulgaram indicadores foi utilizada a divisão já estabelecida pela BOVESPA:

14 14 - Mercados: Novo Mercado, Nível de Governança 1, Nível de Governança 2, Mercado Tradicional, Balcão Organizado, BDR e BOVESPA Mais, sendo que a comparação da publicação de indicadores se restringiu aos maiores grupos que são: o Novo Mercado e o Mercado Tradicional. - Segmentos: Comércio, equipamentos elétricos, máquinas e equipamentos, material de transporte e serviços, construção e engenharia e transporte, comércio, diversos, hotéis e restaurantes, mídia, tecidos, vestuário e calçados, utilidades domésticas, viagens e lazer, agropecuária, alimentos processados, bebidas, comércio e distribuição, diversos, fumo, produtos de uso pessoal e de limpeza e saúde, Exploração de imóveis, holdings diversificadas, intermediários financeiros, outros, previdência e seguros, securitização de recebíveis e serviços financeiros diversos, Embalagens, madeira e papel, materiais diversos, mineração, químicos e siderurgia e metalurgia, petróleo, gás e biocombustíveis, computadores e equipamentos e programas e serviços, telefonia fixa e telefonia móvel, água e saneamento, energia elétrica e gás. Assim, foi possível destacar os grupos de empresas que mais publicaram indicadores de desempenho e possibilitar a confrontação com as referências bibliográficas sobre o assunto. Ao longo da pesquisa, observou-se que algumas empresas não destacavam quaisquer indicadores de desempenho nos relatórios de administração e foram descartados alguns dados que poderiam interferir no resultado do trabalho. Com isso, foram analisadas 388 empresas de acordo com as seguintes características: 367 empresas em situação normal, 14 empresas em recuperação judicial e 7 empresas com exercício de períodos anteriores analisados. As 134 empresas não representadas na pesquisa foram descartadas pelos seguintes motivos: 125 relatórios sem informação de indicadores de desempenho, 2 empresas em reestruturação financeira, 2 empresas com bens bloqueados, 1 empresa com atividade operacional paralisada, 2 empresas encerradas, 1 empresa com redução de atividades e 1 empresa em fase inicial. O quadro de análise dos relatórios que foram estudados e rejeitados se encontra no anexo I.

15 15 4. PESQUISA DE INDICADORES 4.1. A BOLSA DE VALORES, MERCADORIAS E FUTUROS BM & F BOVESPA S.A A BM&F BOVESPA 4 é a companhia que administra mercados organizados de títulos, valores mobiliários e contratos derivativos, além de prestar serviços de registro, compensação e liquidação. Entre os serviços ofertados estão as ações, títulos de renda fixa, câmbio pronto e contratos derivativos referenciados em ações, ativos financeiros, índices, taxas, mercadorias, moedas, entre outros. A Bolsa possibilita aos clientes a realização de operações destinadas à compra e venda de ações, transferência de riscos de mercado (hedge), arbitragem de preços entre mercados e/ou ativos, diversificação e alocação de investimentos e alavancagem de posições. Segundo Goulart, Lima e Gregório (2007), a fundação da Bolsa de Valores de São Paulo ocorreu em 23 de agosto de 1890 e até meados da década de 60 as bolsas eram vinculadas ao governo. Posteriormente foram transformando-se em associações civis sem fins lucrativos, com o objetivo de manter o local em condições adequadas para as operações de compra e venda de títulos e valores mobiliários. Em 1997 foi implantado o sistema de negociação eletrônica, eliminando o antigo sistema de pregão viva voz. Em 2008, com a integração da Bolsa de Mercadorias & Futuros e da Bovespa Holding foi criada a Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (BM&FBOVESPA) como uma das maiores bolsas do mundo em valor de mercado 5. Atualmente, a BM&F BOVESPA oferece para negociação os seguintes títulos: ações, contratos futuros, de opções, a termo, títulos públicos federais, entre outros 6. Cabe a CVM Comissão de Valores Mobiliários, autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda, criada pela Lei nº 6.385/76, fiscalizar as atividades e os serviços do mercado de valores mobiliários e no caso das companhias abertas, além da fiscalização, compete também a inspeção. 7 4 Fonte: BOVESPA disponível em <http://www.bovespa.com.br>, acesso em 30/08/ Fonte: BOVESPA disponível em acesso em 30/08/ (ibidem) 7 Lei 6.385/76, artigo 8º, incisos III e V.

16 NÍVEIS DIFERENCIADOS DE GOVERNANÇA CORPORATIVA NDGC A necessidade de implementar medidas incentivadoras de aplicação de práticas de Governança Corporativa conduziu a BOVESPA a criar níveis diferenciados entre as empresas listadas no mercado de bolsa. Os motivos, segundo Fortuna (2008, pg 632), foram os seguintes: Necessidade de crescimento e maior competitividade do mercado de capitais brasileiro; Consenso de que a valorização e a liquidez das ações em mercado são positivamente influenciadas pela consistência, grau de segurança e qualidade das informações prestadas pelas empresas; Resoluções do CMN que motivam o cumprimento das regras de boas práticas de governança corporativa; Debate internacional sobre a governança corporativa, envolvendo o IFC (International Finance Corporation) e a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Desta forma, os segmentos da BOVESPA são divididos pelos seguintes grupos: Balcão Organizado, Mercado Tradicional, BOVESPA Mais, Nível 1 de Governança, Nível 2 de Governança e Novo Mercado. O segmento Novo Mercado, criado a partir do ano 2000, estabeleceu um conjunto de exigências, no sentido de atingir um padrão de transparência exigido pelos investidores para as novas aberturas de capital 8. Segundo o relatório Boletim Empresas de Janeiro de , no final do exercício de 2012, a BOVESPA listava 452 empresas para negociação em mercado de bolsa, além de 3 empresas listadas no segmento BOVESPA Mais e 67 empresas no segmento de Balcão Organizado. O total obtido foi um conjunto de 522 empresas, sendo que a maioria, perfazendo um percentual de 8 Site da BOVESPA: <acesso em 29/03/2013>. 9 Disponível em <http://www.bmfbovespa.com.br/pt-br/download/boletim-estatistico-empresas-janeiro-2013.pdf>, acesso em 30/08/2013.

17 17 74,52%, se encontra nos segmentos de Mercado Tradicional e Novo Mercado, conforme demonstrado no gráfico a seguir: Tradicional 262 Novo Mercado 127 Balcão Organizado 67 Nível 1 33 Nível 2 BDR BOVESPA Mais 3 Gráfico 1 Quantidade de empresas por mercado SETORES DE ATUAÇÃO 10 Outro fator de diferenciação das empresas listadas é o seu setor de atuação. Atualmente, a BOVESPA divide as empresa nos seguintes setores: Bens industriais, Construção e transportes, Consumo cíclico, Consumo não cíclico, Financeiro e outros, Materiais básicos, Petróleo, gás e biocombustíveis, Tecnologia da informação, Telecomunicações e Utilidade pública. Esses ramos de atividades são divididos em subsetores e posteriormente em 95 segmentos 4.2 INDICADORES DE DESEMPENHO A partir da extração das informações dos Relatórios de Administração das empresas listadas, foi possível identificar 738 indicadores de desempenho publicados. Dentro desse número, foi possível perceber que 461 eram específicos de um único segmento, tais como: Indicador Descrição Setor Landbank Estoque de terrenos para construção Construção Civil Veículos Quantidade comparativa em veículos equivalentes Exploração de Rodovias 10 Disponível em <http://www.bmfbovespa.com.br/cias-listadas/empresas-listadas/buscaempresalistada.aspx? idioma=pt-br>, acesso em 30/08/2013.

18 18 Equivalentes que utilizaram uma rodovia pedagiada EBITDAR EBITDA do setor aéreo Transporte Aéreo Tabela 2 Exemplos de indicadores de desempenho setoriais Outros 90 indicadores eram freqüentes em mais de um segmento, porém não seria possível aplicar a todas as empresas devido às suas características segmentadas, tais como: Mercado Imobiliário, Mercado Financeiro, Prestadores de Serviços, Comércio e setor agrícola. Indicador Descrição Setor VSO Vendas sobre ofertas Mercado Imobiliário Carteira de Crédito Volume financeiro aplicado em Carteiras de Crédito Mercado Financeiro Área de Cultivo Área utilizada para cultivo Setor Agrícola Tabela 3 Exemplos de indicadores de desempenho multisetoriais Os demais 187 indicadores (gerais) são os que possibilitam a aplicação em todos os ramos, e com isso, permitem a sua comparabilidade, sendo utilizado como parâmetro para avaliar o nível de divulgação realizado pelas empresas listadas, pois se referem à abrangência financeira, clientes, empregados, endividamento, faturamento, lucratividade, entre outros INDICADORES GERAIS Os indicadores gerais representam 26% do total de indicadores selecionados e a quantidade de empresas que divulgam os indicadores selecionados entre os 10 que possuem a maior frequência é apresentada na tabela a seguir. O EBITDA e a Margem EBITDA destacam-se como os dois principais indicadores publicados:

19 19 Indicador Descrição Frequência EBITDA Lucro líquido antes dos Impostos, Juros, Taxas, Depreciação, Amortização e Exaustão 266 Margem EBITDA Relação entre o EBITDA e a Receita Operacional Líquida 213 Empregados CAPEX Quantidade de empregados da Companhia no encerramento do exercício Montante de investimentos no Ativo da Companhia no período Dívida Líquida Saldo entre a Dívida Bruta e o Caixa 176 Dívida Bruta Montante das Dívidas da Companhia 169 Quantidade vendida Valorização das Ações Receita por linha de produtos ou serviços Valor de Mercado Quantidade de produtos vendidos pela Companhia, sendo medido em unidades, peso, comprimento, etc Percentual de alteração da cotação da ação entre o final de dois períodos consecutivos Percentual da Receita Operacional Líquida obtida pela comercialização de cada produto ou serviço ou conjunto de ambos pela Companhia Resultado da multiplicação entre a cotação da ação no final do período e a quantidade de ações pertencentes à Companhia Tabela 4 - Relação dos 10 indicadores gerais com maior freqüência de publicação entre as empresas ANÁLISE DOS INDICADORES GERAIS POR MERCADO O gráfico anterior apresentou a frequência de publicação dos índices em relação a todas as empresas pesquisadas. Porém, para se obter uma análise quanto à apresentação dos indicadores por níveis de governança corporativa, foi realizada uma apuração somente com as empresas do mercado Tradicional e outra com o Novo Mercado. A partir desse estudo, pode-se obter uma

20 20 comparação de relevância de publicação entre os dois segmentos, conforme demonstrado no gráfico seguinte: EBITDA 58% EBITDA 90% CAPEX 46% Margem EBITDA 78% Número de Empregados 44% Dívida Líquida 62% Margem EBITDA 43% CAPEX 54% Dívida Bruta 37% Dívida Bruta 53% Dívida Líquida 37% Número de Empregados 52% Quantidade Vendida 30% Valor de Mercado 50% Receita por linha de produto ou serviço 17% Valorização das Ações 48% Dívida Líquida / EBITDA 17% Volume médio diário negociado 45% Free Float 16% Dívida Líquida / EBITDA 43% Mercado Tradicional Novo Mercado Gráfico 2 - Percentual de empresas que publicam os 10 indicadores gerais com maior frequência nos mercados Tradicional e Novo Mercado Na comparação entre o mercado Tradicional e Novo Mercado da BOVESPA, foi observado que neste último o percentual de empresas que divulgam indicadores de desempenho é maior considerando os 10 maiores itens selecionados que se destacam em ambos os segmentos. Indicador em Comum Mercado Tradicional Novo Mercado EBITDA 58% 90% CAPEX 46% 54% Número de Empregados 44% 52% Margem EBITDA 43% 78% Dívida Líquida 37% 62% Dívida Bruta 37% 53% Dívida Líquida / EBITDA 17% 43% Tabela 5 Quadro comparativo dos indicadores de desempenho mais divulgados e sua representação entre o Mercado Tradicional e o Novo Mercado.

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