ASPECTOS GERAIS DA CÉDULA DE CRÉDITO BANCÁRIO

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1 ASPECTOS GERAIS DA CÉDULA DE CRÉDITO BANCÁRIO INTRODUÇÃO As instituições financeiras, diante do acelerado desenvolvimento comercial e cambiário começaram a criar novas maneiras de fornecer empréstimos para a sociedade, surgindo desta situação o Contrato de Abertura de Crédito. O Contrato de Abertura de Crédito vigorou por muito tempo como o meio mais seguro para se conceder um empréstimo. Todavia, esse instrumento creditório acabou perdendo a sua aplicação, após a edição da Súmula 233-STJ, que negou força executiva a este, mesmo acompanhado de extrato de conta corrente. Diante dessa situação, várias execuções ajuizadas pelas instituições financeiras, e fulcradas em Contrato de Abertura de Crédito, foram extintas o que ocasionou uma grande perda de capital e a busca por um outro instrumento creditório mais seguro, que possuísse liquidez e exigibilidade. Esse dilema foi contornado com um novo título de crédito: a Cédula de Crédito Bancário, criada pela da Medida Provisória nº editada em outubro de 1.999, atual Medida Provisória nº /01, perenizada pela Emenda Constitucional nº 32, de 11 de setembro de

2 2 A criação deste instrumento proporcionará a concessão do crédito de uma forma mais segura, já que os dispositivos constantes da Medida Provisória nº são bastante rígidos quanto aos requisitos formais, indispensáveis à emissão do título em tela, principalmente para lhe outorgar liquidez e certeza objetivando afastar a decantada iliquidez, que, segundo a jurisprudência dominante feria de morte o Contrato de Abertura de Crédito com título executivo extrajudicial, bem como quanto à transparência dos valores pactuados, dando uma maior segurança ao devedor principal e avalistas. O presente trabalho terá como escopo, em um primeiro momento, o estudo acerca da importância dos títulos de crédito na economia moderna, destacando as instituições financeiras como intermediárias entre as pessoas que necessitam do crédito (público tomador) e as outras que podem fornecê-lo (público poupador), e que ao intercambiarem essa relação fomentam todo o sistema financeiro. Mais adiante, abordaremos em único capítulo a história das cédulas de crédito, comentando sobre a criação da Cédula de Crédito Rural, oriunda do aperfeiçoamento do contrato de penhor, até o surgimento da Cédula de Crédito Bancário que será abordada de maneira mais detalhista em sub-capítulo, onde serão mostrados os elementos e fatores que contribuíram para a sua criação e desenvolvimento.

3 3 Com o desenvolvimento do trabalho mais apurado, apresentaremos no quarto capítulo as características gerais e específicas da Cédula de Crédito Bancário CCB, nos termos da MP Ainda nesse sentido, e após termos esmiuçado todos os elementos específicos da CCB, apresentaremos a semelhanças das cédulas de crédito de uma forma geral, citando especificamente os artigos das legislações que os criaram e a sua parecença com as demais cédulas. Logo depois, debateremos acerca da resistência criada em face da instituição da CCB discutindo, inclusive, em um capítulo posterior, a constitucionalidade da medida provisória que o criou onde, posteriormente, será apresentada a nossa conclusão. 1 OS TÍTULOS DE CRÉDITO E O SEU PAPEL DE IMPORTÂNCIA NA ECONOMIA MODERNA As instituições financeiras, em especial o segmento bancário,

4 4 funcionam como intermediárias entre as pessoas que necessitam do crédito e as outras que podem fornecê-lo. Essa intermediação decorre exatamente da tomada de dinheiro junto ao poupador e, posteriormente o repasse do mesmo quantum para o público tomador. Ao que parece, equivocadamente, uma relação simplória, representa o fomento de todo o Sistema Financeiro Nacional. As entidades bancárias conferem liquidez ao sistema ou seja, elas possuem a capacidade de pagamento e liberação imediata de uma transação financeira, a partir da emissão de um cheque ou da entrega de notas em papel moeda. Os bancos girando com capitais alheios devem criar uma fórmula que possibilite a recuperação rápida das vultuosas quantias emprestadas. Afinal de contas, quanto mais ágil esse ressarcimento, menor será o montante de encargos decorrente dessa recuperação. De forma contrária, quanto mais demorada, maior será a remuneração cobrada. O certo é que o operador bancário não tem como assumir os riscos dos empréstimos, senão exigindo da clientela uma taxa remuneratória que, além de proporcionar-lhe lucro, lhe garanta cobertura para os riscos da inadimplência, nele incluídos os custos da Justiça para cobrar os devedores morosos. A legislação que abarca todas as relações jurídicas travadas no meio do Sistema Financeiro tem que unir os interesses dos tomadores de empréstimos e consumidores dos serviços bancários com o interesse

5 5 público e social que envolve o equilíbrio da moeda e a estabilidade da economia nacional. Levando-se em consideração que as leis de Direito não revogam as leis da Economia, decretando a falta de liquidez do mercado ou o fim de uma recessão, deve o Estado, sempre que possível, intervir na segunda editando leis, ou mesmo criando situações ou condições que proporcionem o desenvolvimento de um determinado ramo econômico, proporcionando dessa forma efeitos benéficos para a coletividade. O Direito como instrumento de política sócio-econômico, deve fornecer à atividade econômica um conjunto de regras lúcidas e claras, que tornem seguras as relações jurídicas, bem como efetivos os direitos de cada um dos agentes que atuam nesse cenário. A economia moderna somente passou a existir e desenvolver-se após a criação dos títulos de crédito que, como instrumentos certos e líquidos, proporcionaram o desenvolvimento das atividades mercantil e financeira. Atualmente, com o desenvolvimento das cambiais, é quase impossível para um banco pactuar todos os seus empréstimos por meio de contratos ordinários de mútuo e, no caso de inadimplemento, fazer a sua

6 6 cobrança judicial pela morosa via ordinária. Não que este método seja impossível, ao contrário, ele é apenas descabido para o complexo mercado atual em que vultuosas quantias são transferidas ou emprestadas todos os dias. A adoção deste método reduziria as operações bancárias em proporções atemorizantes e o custo das que conseguissem implementar seria tão elevado, que desestimularia os empréstimos e, logo, conduziria a uma estagnação econômica. Qualquer especialista no ramo financeiro, por mais neófito que seja, rapidamente chega à conclusão de que a escassez de crédito no mercado encarece o seu custo e, conseqüentemente, provoca recessão econômica. As operações de crédito demandam dois elementos essenciais: confiança e tempo. Segundo João Eunápio Borges 1, a confiança pode repousar tanto no devedor como nas garantias reais ou pessoais que ele ofereça para assegurar a prestação futura prometida. O tempo é o intervalo que medeia entre a prestação presente e atual e a prestação futura. Logo, percebe-se que esses dois elementos são importantíssimos para definição do custo das operações de crédito. Dessa forma, deve o Estado criar instrumentos que proporcionem ao Sistema Financeiro Nacional a captação da poupança interna e o seu repasse para a sociedade tomadora, como forma de fomentar a produção 1 apud, JÚNIOR, Humberto Theodoro. A cédula de crédito bancário. Revista Síntese de Direito Civil e Processo Civil, n.26, p.7., sine loco, Síntese, nov/dez, Artigo.

7 7 nacional e garantir as instituições financeiras a segurança, certeza e liquidez do negócio celebrado. Os títulos de crédito 2 que representam uma das maiores invenções na esfera comercial devem se adequar ao desenvolvimento da sociedade como forma de viabilizar a mobilização da riqueza e a circulação do crédito. No âmbito do Direito Econômico e da intervenção estatal na macroeconomia, o crédito é um bem público merecedor de considerável tutela jurídica. O Estado que, conforme determina a Carta Magna, busca o desenvolvimento e progresso econômico, deve difundir o crédito de forma a pulverizá-lo e barateá-lo, para que fique ao alcance do produtor e do consumidor. É necessário que o dinheiro circule com segurança de retorno. A política monetária e as regras jurídicas sobre o crédito têm, pois, fins sociais, públicos, macroeconômicos. Não possuem as regras jurídicas, nesse campo, propósitos de tutelar e favorecer nenhuma das partes, credor ou devedor. Isso se faz, vez ou outra, apenas como meio de se alcançar um fim público. Ao criar um título executivo, com rígidos requisitos formais, visa o Direito a restabelecer a harmonia, o equilíbrio e a igualdade nas relações de crédito, a trazer paz e segurança jurídica, para, ao final, fortalecer o 2 Fran Martins esclarece que a definição de título de crédito apresentada por César Vivante é a mais completa já formulada, pois encerra, em poucas palavras, algumas das principais características desse instrumento. Eis a definição: Título de crédito é o documento necessário para o exercício do

8 8 crédito, tutelar a poupança e promover o desenvolvimento. 2 BREVE INCURSÃO HISTÓRICA SOBRE AS CÉDULAS DE CRÉDITO A cédula de crédito foi resultado de um aprimorado desenvolvimento direito literal e autônomo, nele mencionado. op.cit. MARTINS, Fran. Títulos de crédito. 4. ed. Rio de

9 9 legislativo tendo como arcabouço a cédula de crédito rural, decorrente do aperfeiçoamento do contrato de penhor, surgido no Brasil para dar incentivo ao crédito rural. O trabalhador rural naquela época possuía enorme dificuldade de oferecer em garantia de um empréstimo bancário seus instrumentos de trabalho, sua lavoura ou seus animais. Levando-se em consideração que havia, por um lado, a precisão de o produtor rural empreender a sua atividade e, por outro, a necessidade do país de acelerar o seu nível produtivo em todos os setores, a legislação foi se desenvolvendo para criar um mecanismo legal que atendesse a essas duas premissas. E foi com a instituição da Lei nº 3272, de 05/10/1885, em seu artigo 107 que ficou estipulada a possibilidade de constituição de penhor de colheita, para garantir o pagamento de empréstimos tomados pelos agricultores. 3 Logo depois, o Decreto nº 370 de 02 de maio de 1890, que versava sobre as operações de crédito móvel, aumentou o prazo de dois para três anos, após voltar a regular sobre o penhor agrícola. Janeiro: Forense, 1993, vol. I, cap I, p Lei 3272, de 05 de outubro de 1885: Art. 107 Sob garantia do penhor agrícola, definido no artigo antecedente, poderão os bancos, sociedades de crédito real, e em geral todo capitalista fazer empréstimos por prazo que não exceda de dois anos, aos agricultores, sejam estes proprietários da terra, ou arrendatários dela ou colonos, ou simplesmente pessoas autorizadas para cultiva-las por concessão graciosa dos proprietários.

10 10 O Código Civil brasileiro, promulgado no dia 1º de janeiro de 1916, abarcou em seu corpo legal, especificamente entre os artigos 781 a 788, nova regulamentação do penhor agrícola, especificando e enumerando os bens a serem empenhados. Apesar de diversas regulamentações, vinculando o penhor rural às diversas safras pendentes ou futuras, bem como ao material agrário e aos animais de desfrute ou mesmo de serviço, o Estado não conseguiu promover o implemento necessário ao crédito agropecuário. As instituições financeiras àquela época não possuíam uma estrutura complexa e mais organizada para conceder o crédito por meio do penhor. Essas estavam apenas preparadas para a prática rotineira de operações de desconto de letras de câmbio, com o empréstimo de dinheiro a juros comerciais, além de prestação de serviços de cobranças e transferências de numerários para as poucas praças que dispunham de sucursal. Ademais, o trabalhador rural, muitas vezes pela falta de instrução, receava em comprometer os seus instrumentos de trabalho vez que era muito mais vantajoso para esse, realizar investimentos de pequeno porte, servindo-se de pequenos créditos junto a agiotas. Como forma de evitar essa estagnação, o então presidente da época Getúlio Vargas, objetivando incentivar o ruralista pátrio a se voltar para a exploração das suas riquezas primárias como forma de embasar o desenvolvimento da indústria

11 11 brasileira, determinou ao Banco do Brasil a elaboração de um estudo com o objetivo de criar um setor específico dentro da própria instituição, que tivesse condições de realizar efetivas operações de crédito. A conclusão desse estudo resultou na edição da Lei nº 454 de 09 de junho de 1937, que criou a Carteira de Crédito Agrícola e Industrial do Banco do Brasil cuja estrutura primeva permanece até os dias de hoje. Mesmo finalizada a criação do órgão que comandaria o incremento dos setores agrário e industrial da economia, a sociedade sentiu a necessidade da elaboração de instrumentos jurídicos, que melhor especificassem a concessão de crédito tanto do setor rural como outros setores da economia. Em decorrência, foi promulgada a Lei nº 492 de 30 de novembro de 1937, que criou a cédula rural pignoratícia, novamente regulando o penhor rural e com as mesmas características do penhor agrícola regulado pelo artigo 781 do Código Civil de A professora RUBIA CARNEIRO NEVES em sua obra sobre Cédula de Crédito explica com maiores detalhes a Lei nº 492, in verbis 4 : O projeto de Lei do Poder Executivo que deu origem à Lei 492/37 mereceu exame da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados. Parecer proferido pelo seu presidente, Deputado Waldemar Ferreira, indicava a semelhança entre o título que se criava, que naquele momento tinha o nome proposto de certificado de penhor rural e o bilhete de mercadorias, disciplinado pelo artigo 379 do Decreto 370, de 2/5/1890. Para sublinhar a sua natureza jurídica e individualiza-lo mais 4 NEVES, Rubia Carneiro. Cédula de Crédito: doutrina e jurisprudência. 1. ed. Belo Horizonte: Del Rey, cap.1, p.4.

12 12 acentuadamente, foi indicado o nome de cédula rural pignoratícia. O tratadista Waldemar Ferreira justifica o nome: Era título destinado a facilitar a permuta dos produtos agrícolas por dinheiro ou outro valor. Era novo título de crédito, no presente, permitindo a obtenção de dinheiro e de crédito, para colheitas futuras. Mas não teve aceitação. Não alimentou a circulação creditícia. 5 Segundo a supramencionada lei, o penhor rural poderia ser contratado por escritura tanto pública quanto particular, sendo devidamente registrada no Registro Geral de Imóveis, enquanto que a cédula rural pignoratícia era conseqüência da criação anterior do penhor rural, pois sua finalidade era representar o valor do crédito garantido pelo penhor registrado. Este, resumidamente, era o seu funcionamento: o contrato de penhor era celebrado, logo depois, levado a registro imobiliário, quando seria emitida a cédula pelo oficial do Registro Geral de Imóveis, a pedido do credor. O devedor não participava da constituição da cédula. O Registro Geral de Imóveis notificava o devedor pignoratício, noticiando-lhe que o seu débito passara a estar constituído e representado cedularmente. O objetivo àquela época era colocar um título de criação simples e segura para o financiador, onde pudesse circular com facilidade proporcionando o desenvolvimento do setor rural. Todavia, o resultado almejado não foi alcançado. A praticidade que sempre fora um dos maiores argumentos para a sua criação não proporcionou um dos seus principais objetivos que era circulabilidade, emperrando toda a política

13 13 desenvolvimentista do governo. Dessa forma, e para continuar atendendo os anseios dos agricultores e pecuaristas foi promulgada a Lei nº de 27 de agosto de 1957, que criou a cédula de crédito rural, desdobrada em cédula de crédito rural pignoratícia; cédula de crédito rural hipotecária; cédula de crédito rural pignoratícia e hipotecária; e nota de crédito rural. Na verdade, a lei anteriormente citada foi apenas um pequeno melhoramento da Lei nº 492 que dentre as poucas modificações definiu que seria o devedor o emitente da cédula. 6 Mesmo tendo definido a cédula de crédito rural e instituído algumas normas que até hoje são adotadas, a Lei nº 3253/57, ainda assim, não alcançou o sucesso esperado. Essa situação perdurou por 07 (sete) anos até que em 05/11/1965 foi criada a Lei nº que institucionalizou o crédito rural tendo como principal objetivo meios que proporcionassem a recuperação imediata dos capitais emprestados nos respectivos vencimentos e, obviamente, facilitar a concessão de crédito de forma rápida e segura. Objetivando um desenvolvimento da produção rural pátria, foi editado em 14 5 op. Cit. FERREIRA, Waldemar. Tratado de direito comercial. São Paulo: Saraiva, 1963, v.10, p A doutrinadora Rubia Carneiro Neves assim comenta em uma nota de rodapé da sua obra: Podese citar como exemplo dessas diferenças a possibilidade de o banco financiador escolher o melhor momento para vender os bens apenhados, não sendo mais obrigatória a determinação de expedição de alvará, incontinenti, para a venda dos bens apreendidos, porque na vigência da Lei 492/37 havia o direito de venda antecipada, isto é, o direito de vender os bens oferecidos em garantia na cédula antes de encerrado o processo de execução. Assim, o magistrado determinava a expedição de alvará para alienação e o credor era obrigado a proceder a venda imediatamente, correndo o risco de ter

14 14 de fevereiro de 1967 o Decreto-lei nº 167 que dispôs sobre o crédito rural, dando nova regulamentação à cédula de crédito rural e estabelecendo limites que são adotados até os dias de hoje. Logo depois, ainda no mesmo mês, foi promulgada no dia 28 de fevereiro o Decreto-lei nº 265 que criou a cédula de crédito industrial pignoratícia que autorizou as empresas industriais a receberem crédito das instituições financeiras mediante cédula de crédito. No dia 09 de janeiro de 1969 foi editado o Decreto-lei nº 413 que revogou a legislação acima mencionada, criando a cédula de crédito industrial com grandes semelhanças em relação à cédula de crédito rural. Com o intuito de promover a política de desenvolvimento da exportação brasileira, foram editadas as Leis nº de 16 de dezembro de 1975 e nº de 03 de novembro de 1980 que instituíram, respectivamente, a cédula de crédito à exportação e a cédula de crédito comercial. O desenvolvimento da sociedade brasileira, e a constante busca por instrumentos creditórios que proporcionassem uma circulação rápida de riqueza, culminaram na edição da Lei nº 8.929, promulgada em 22 de agosto de 1994, que instituiu a cédula de produto rural. Essa nova cédula creditória representa uma promessa de entrega de produtos rurais podendo, inclusive, ser negociada na Bolsa de Mercadorias. que colocar à venda produtos ou frutos ainda pendentes. Op. Cit. NEVES, Rubia Carneiro. Cédula de Crédito: doutrina e jurisprudência. 1. ed. Belo Horizonte: Del Rey, cap.1, p.6.

15 15 Por fim, em 14 de outubro de foi editada a Medida Provisória nº que criava a Cédula de Crédito Bancário, até o presente momento não convertida em lei ordinária, mas sempre reeditada. A última reedição ocorreu no dia 24 de agosto de quando a mencionada medida recebeu o número A CRIAÇÃO DA CÉDULA DE CRÉDITO BANCÁRIO A criação da cédula de crédito bancário adveio da necessidade do mercado brasileiro em adquirir empréstimos bancários de forma rápida, segura e mais barata, vez que esses estavam ficando muito restritos, devido à insegurança e à instabilidade causada pelas decisões dos tribunais pátrios que enfraqueciam os vínculos contratuais entre a instituição financeira e o tomador do crédito. Os devedores inadimplentes promoviam grande resistência para quitar os seus débitos perante as instituições financeiras, que forneciam os créditos pela modalidade do cheque especial ou do contrato de abertura de crédito. O crédito era concedido, mas nunca retornava ficando os executados postergando toda essa situação com ações executivas, sob a alegação de ausência de título líquido, certo e exigível. Todo esse contexto acabou gerando um encarecimento do crédito a ser fornecido aos agentes produtores que não possuíam outra alternativa para promover o desenvolvimento social, vez que as instituições financeiras, ao conceder um

16 16 empréstimo tinham que incluir os riscos jurídicos que muitas vezes eram incontáveis e imprevisíveis. Os Tribunais pátrios variavam o seu entendimento e, no mesmo sentido, o Superior Tribunal de Justiça, ora concedendo força executiva ao contrato de abertura de crédito, ora contra. A discrepância jurisprudencial surgida no enquadramento legal do contrato largamente difundido nas operações bancárias aos requisitos do art. 585, II do CPC, não encontrava precedentes na história do Direito Bancário. Ao contrário, contrastava com a remansosa jurisprudência que se formara desde os anos 30 sobre os contratos de abertura com penhor rural. E neste diapasão, o Banco do Brasil S/A, tendo ajuizado uma execução em face de LN - Indústria de Peças Ltda e outros (sócios), após ter sucumbido na 3ª Turma, interpôs Embargos de Divergência - com relação à discordância de entendimento existente entre as 3ª e 4ª Turmas 7 em cujo julgamento, pela 2ª Seção, prevaleceu, por 05 votos a 04, a tese de que o Contrato de Abertura de Crédito, ainda que acompanhado de extrato da conta-corrente, não se constituía em titulo executivo extrajudicial. O STJ chegou a conclusão de que o Contrato de Abertura de Crédito bem como os cálculos realizados pelas instituições financeiras não se enquadravam em nenhuma das hipóteses previstas no artigo 585 do CPC. E, em ato contínuo, editou 7 Posicionamento da 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça STJ: O Contrato de Abertura de Crédito, mesmo que acompanhado dos extratos de conta-corrente respectiva e dos comprovantes dos débitos, não é título executivo extrajudicial, pois é impossível o título completar-se com extratos fornecidos pelo credor, posto tratar-se de documentos unilaterais.; Posicionamento da 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça STJ: O Contrato de Abertura de Crédito, desde que acompanhado de extratos, em que fiquem devidamente esclarecidos e explicitados nos cálculos, os índices e os critérios adotados para a definição do débito incorrido constitui-se título executivo extrajudicial.

17 17 a Súmula 233, com a seguinte redação: O Contrato de Abertura de Crédito, ainda que acompanhado de extrato da conta-corrente, não é título executivo. A conseqüência imediata foi a extinção da grande maioria das execuções fulcradas em Contrato de Abertura de Crédito, com a condenação das instituições financeiras em sucumbência. Outrossim, houve como conseqüência mediata, o surgimento de um dilema para as instituições financeiras, no que concerne a definição de qual seria a melhor forma a mais segura de se conceder os novos créditos, haja vista a notória preponderância, nas operações bancárias, do Contrato de Abertura de Crédito. Estando o Sistema Financeiro órfão de um instrumento jurídico que conferisse facilidade e celeridade para a concessão de um empréstimo seguro, foi preciso que o Poder Executivo interviesse como forma de suprir a lacuna deixada na legislação, de forma a garantir a paz entre os tomadores e credores, estabelecendo regras que garantissem a exatidão do quantum devido e dando ao banco a certeza de seu recebimento. E em decorrência dessa situação, foi editada no dia 14 de outubro de a Medida Provisória nº que criava a Cédula de Crédito Bancário cujo escopo era harmonizar a relação entre o tomador e o devedor, desonerando as operações de crédito e estabelecendo em seu corpo um conjunto rigoroso de regras que permitia a emissão de um título de crédito capaz de circular com segurança, preservando a boa-fé daqueles que o adquirissem e garantindo também ao credor ação executiva para receber o valor nele mencionado.

18 18 A opção adotada pelo Poder Executivo Federal foi louvável, vez que criou um modelo de título derivado de outros 8 já amplamente usados no mercado, com construções legislativas muito maduras, amplamente revisadas pelo Poder Judiciário e plenamente conveniente às volumosas operações de abertura de crédito. Ademais, cumpre ressaltar que a edição de Medida Provisória supramencionada ocorreu em data anterior à Emenda Constitucional nº 32, publicada em 11 de setembro de 2.001, que estabeleceu que as medidas provisórias editadas anteriormente à promulgação desta, ficariam prorrogadas até ulterior deliberação do Poder Legislativo Federal. Concluindo, denota-se claramente que as cédulas crédito são documentos que foram evoluindo ao longo dos anos, pois se mostraram como instrumentos eficazes na representação das operações de créditos proporcionando um desenvolvimento da atividade econômica, ao garantir ao tomador do empréstimo uma incrementação de suas atividades. 3 ASPECTOS GERAIS, ESPECÍFICOS E GARANTIAS DA CÉDULA DE CRÉDITO BANCÁRIO CCB, INTERPRETADOS E ANALISADOS NOS TERMOS DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº DE 23 DE AGOSTO DE Cédula de Crédito Rural, DL 167, de 14/02/1.967 Cédula de Crédito Industrial, DL 413, de 09/01/1.969 Cédula de Crédito à Exportação, Lei nº 6.313, de 16/12/1.975 Cédula de Crédito Comercial, Lei nº 6.840, de 03/11/1.980 Cédula de Produto Rural, Lei nº 8.929, de 22/08/1.994

19 19 Vimos no capítulo anterior a história das cédulas de crédito, sua construção legislativa e aplicação de uma forma geral. Entretanto, antes de continuarmos o presente estudo, é preciso que façamos uma abordagem mais detalhada acerca da Cédula de Crédito Bancário analisando e comentando os artigos mais importantes da Medida Provisória que a instituiu e determinando, assim o seu conceito, requisitos, forma e limite de abrangência. 3.1 CONCEITO E NATUREZA JURÍDICA O artigo 1º da MP nº a define a Cédula de Crédito Bancário - CCB como um título de crédito emitido, por pessoa física ou jurídica, em favor de instituição financeira ou de entidade a esta equiparada, representando promessa de pagamento em dinheiro, decorrente de operação de crédito, de qualquer modalidade. Logo depois, os seus parágrafos determinam que a instituição credora deve integrar ao Sistema Financeiro Nacional podendo emitir a cédula em favor de instituição domiciliada no exterior, em moeda estrangeira, mas desde que essa relação esteja sujeita à lei e foro brasileiro. Da leitura do artigo supramencionado infere-se que o presente título inova em relação aos outros, vez que se coloca como documento representativo de promessa de pagamento em dinheiro decorrente de qualquer modalidade de operação de

20 20 crédito. A legitimidade para emissão da CCB pode ser tanto de pessoa física, desde que maior e dentro da plenitude de sua capacidade civil, ou da pessoa jurídica, representada por pessoa habilitada no seu estatuto ou contrato social. O favorecido dessa relação (credor) será sempre uma instituição financeira ou entidade a esta equiparada pela legislação especial, domiciliada no Brasil ou exterior, mas que seja integrante do Sistema Financeiro Nacional. A legislação e o foro a serem aplicados para essa relação será exclusivamente brasileiro, apesar de ser permitida a emissão do referido título em moeda estrangeira, se a entidade possuir domicílio no exterior. Todavia, para fins de pagamento e execução, haverá de ser convertido o valor em reais no câmbio oficial do dia. Ademais, cumpre ressaltar que a Cédula de Crédito Bancário - CCB é utilizada em qualquer operação de crédito, ou seja, quando se disponibiliza algum crédito em favor do emitente do título de qualquer modalidade, não existindo restrição quanto ao pacto ajustado entre o emitente e o credor. O artigo 3º 9, como um todo, pode ser considerado o mais importante da MP nº , pois ele determina a natureza jurídica da CCB como sendo um título 9 Art. 3º - A Cédula de Crédito Bancário é título executivo extrajudicial e representa dívida em dinheiro, certa, líquida e exigível seja pela soma nela indicada, seja pelo saldo devedor demonstrado em planilha de cálculo, ou nos extratos da conta-corrente, elaborados conforme previsto no 2º.

21 21 executivo extrajudicial, presumido de certeza, liquidez e exigibilidade. Outrossim, com a presença de 2 (duas) testemunhas, afigura-se a situação prevista no inciso II do art. 585 do CPC, reforçando, ainda mais, a condição da CCB como título executivo extrajudicial. Vale destacar que a CCB não é um contrato e muito menos um Contrato de Abertura de Crédito. Embora, efetivamente, se assemelhe em algumas características com um Contrato de Abertura de Crédito, a medida provisória foi bastante rígida nas exigências que haverão de acompanhar a CCB, sem as quais a sua liquidez e certeza restariam abaladas. 3.2 REQUISITOS ESSENCIAIS, FORMA DE TRANSMISSÃO, NÚMERO DE VIAS E POSSIBILIDADE DE RETIFICAÇÃO O artigo 4º da referida Medida, assim dispõe: [...] Art. 4º A cédula de Crédito Bancário deve conter os seguintes requisitos essenciais: I a denominação Cédula de Crédito Bancário ; II a promessa do emitente de pagar a dívida em dinheiro, certa, líquida e exigível no seu vencimento ou, no caso de dívida oriunda de contrato de abertura de crédito bancário, a promessa do emitente de pagar a dívida em dinheiro, certa, líquida e exigível correspondente ao crédito utilizado; III a data e o lugar do pagamento da dívida e, no caso de pagamento parcelado, as datas e os valores de cada prestação, ou os critérios para essa determinação; IV o nome da instituição credora, podendo conter cláusula à ordem; V - a data e o lugar da emissão; e VI a assinatura do emitente e, se for o caso, do terceiro garantidor da obrigação, ou de seus respectivos mandatários. 1º - A Cédula de Crédito Bancário será transferível mediante endosso em preto, ao qual se aplicarão, no que couberem, as normas do direito cambiário, caso em que o endossatário, mesmo não sendo instituição financeira ou entidade a ela equiparada,

22 22 poderá exercer todos os direitos por ela conferidos, inclusive cobrar juros e demais encargos na forma pactuada na cédula. 2º - A Cédula de Crédito Bancário será emitida por escrito, em tantas vias quantas forem as partes que nela intervierem, assinadas pelo emitente e pelo terceiro garantidor, se houver, ou por seus respectivos mandatários, devendo cada parte receber uma via. 3º - Somente a vida do credor será negociável, devendo constar nas demais vias a expressão não negociável. 4º - A Cédula de Crédito Bancário pode ser aditada, retificada e ratificada mediante documento escrito, datado, com os requisitos previstos no caput deste artigo, passando esse documento a integrar a Cédula para todos os fins. O requisito do inciso I é aplicado nos demais títulos de crédito em geral. Afinal de contas, o nome atribuído à espécie do título é o primeiro requisito de identificação de uma cambial. Em relação ao inciso II este traz as exigências de praxe da promessa do emitente pagar em dinheiro, mais a certeza, liquidez e exigibilidade do vencimento da dívida. Relevante é a menção expressa à situação da emissão da CCB oriunda de contrato de abertura de crédito bancário, na qual se reveste esta operação pelas mesmas características de uma CCB nova, estabelecendo ao final que o valor exigível é apenas aquele correspondente ao crédito utilizado. Impõe o inciso III, que a CCB deverá conter o local do pagamento da dívida ou as parcelas, com a indicação dos valores de cada prestação. É possível, nesse caso, a previsão de critérios diferentes para estes pagamentos, como por exemplo: uma parcela será paga em determinado domicílio e as demais em outros. O objetivo é principalmente liquidar saldos negativos em contas e agências diversas. No que concerne ao inciso V, imprescindível a data e o lugar da emissão, inclusive para se determinar a competência territorial, mais a assinatura do emitente e garantidores das obrigações. É preciso salientar que, no caso de pessoas jurídicas, deve-se verificar quem são verdadeiramente as pessoas qualificadas para

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