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1 Título: Crédito pessoal e desigualdade regional: perfil dos usuários de cartão de crédito no Brasil e seus impactos para a redução da desigualdade entre as regiões. Área para avaliação do artigo: Desigualdade, pobreza e políticas sociais. Autores: João Eduardo Villar Limeira Bacharel em Ciências Econômicas Universidade Federal de Pernambuco Endereço eletrônico: Endereço para correspondência: Rua Bebinho Salgado, 33, monteiro, Recife-PE CEP Telefone: (81) Tatiane Almeida de Menezes Doutorado Universidade de São Paulo Pós-Doutorado Yale University Professora de Graduação e Pós-Graduação do Departamento de Economia da Universidade Federal de Pernambuco. Pesquisadora CNPq. Endereço Eletrônico: Endereço para correspondência: Avenida dos Economistas s/n. Cidade Universitária, Departamento de Economia do CCSA CEP Recife-PE Telefone: (81) R.211

2 Crédito pessoal e desigualdade regional: perfil dos usuários de cartão de crédito no Brasil e seus impactos para a redução da desigualdade entre as regiões. RESUMO Este trabalho tem como objetivo identificar e analisar as principais variáveis que determinam a opção pelo uso do cartão de crédito no Brasil e avaliar quais os impactos do uso do cartão para a redução das desigualdades regionais no país. Houve uma importante expansão do crédito e do número de cartões de crédito nos últimos anos no Brasil, principalmente no período posterior ao plano real. Entretanto, ainda é uma pequena parcela da população que faz o uso do cartão no país, estando a sua utilização bastante condicionada ao nível de renda, características socioeconômicas e localização geográfica dos indivíduos. Para analisar o impacto dessas variáveis na determinação do uso do cartão, utilizou-se o modelo econométrico Probit. As variáveis dependentes escolhidas foram; renda per capita número de pessoas na família, idade, idade ao quadrado, anos de estudo, cor, religião, número de filhos menores que cinco anos, entre 5 e 14 anos, entre 14 e 18 anos e maiores de 18 anos, estado civil, bolsista, aposentado, capital, zona urbana e região metropolitana. Os resultados sugerem que a renda é o fator de maior importância para determinar o uso do cartão de crédito, mas que famílias mais numerosas aumentam a probabilidade do uso do cartão assim, como os indivíduos mais jovens e com mais anos de estudo também estão mais propensos a utilizá-lo. As desigualdades regionais também explicam a utilização do cartão de crédito. Palavras-chave: Cartão de crédito, perfil socioeconômico e desigualdade regional. ABSTRACT This paper intend to identify and analyse de most important variables who determinate the option to use a credit card in Brazil and evaluate what are the impacts of credit card use to the reduction of regional inequalities. In the past few years the credit and the number of credit cards increased, mostly in the period after Plano Real. However, still only a small part of the population, the people who uses credit card in the country, being its utilization extremely conditioned to the individual wage level, socioeconomic characteristic and geographic location. To evaluate the impact of those variables an econometric model was utilized, Probit. The selected dependent variables was, wages per individual, number of persons in family, age, squared age, years of study, religion, and numbers of sons. The results suggested that the wage is the most important variable to determinate the credit card use, but bigger families increase the probability of having a card, as also younger individuals and with more years of study. As well, the regional inequalities explain the use of credit card as well.

3 INTRODUÇÃO O cartão de crédito é um meio eletrônico de efetuar pagamentos à vista ou parcelado de produtos e serviços (PROCON, 2008). A sua origem é bastante controversa e incerta com várias versões e agentes que reclamam para si a sua concepção, a versão mais aceita é a de que em 1914 a empresa Norte americana Western Union iniciou a emissão de um cartão que permitia a compra imediata de serviços, mas com o seu pagamento sendo efetuado posteriormente e podendo até ser feito de maneira diferida. Em 1950 entrou no mercado a empresa, também Norte americana, Diners Club International que criou um produto bastante similar ao cartão de crédito conhecido por nós atualmente (CREDICARD, 2003). No Brasil, o surgimento do primeiro cartão de crédito não demorou muito para acontecer, o empresário tcheco Hanus Tauber adquiriu, em 1954, nos Estados Unidos uma franquia da Diners Club e trouxe para o Brasil o cartão de crédito (IBEF, 2008). Disponível há mais de 50 anos no país, a popularidade do cartão de crédito só começou a crescer de fato nos últimos anos, com a dinamização do setor financeiro, a estabilidade econômica e a elevação da renda da população (REVISTA VEJA, 2007). A sua utilização ficava bastante restrita às pessoas das classes mais abastadas, pois além da dificuldade de obtenção de crédito, possuir um cartão de crédito no Brasil era sinal de status social (BRAZIL EXPORTERS, 2008). A presença do cartão de crédito na economia representa a existência de mais um produto que permite acesso ao crédito, uma maneira adicional que os agentes econômicos têm disponível para efetuar pagamentos e consumir, ele expande a possibilidade de operações no mercado de bens e serviços (BACEN, 2009). O crédito seja ele voltado para o incremento da produção ou expansão do consumo é de fundamental relevância para o desenvolvimento econômico, por isso é importante destacar a influência positiva que ele exerce na atividade econômica de um país, e a participação do crédito passa pela existência de um mercado de capitais desenvolvido. Há a existência de uma correlação positiva entre o grau de desenvolvimento dos mercados financeiros e as taxas de crescimento da economia, nos mercados financeiros mais desenvolvidos os intermediários financeiros alocam os recursos com mais eficiência, dinamizando a atividade econômica (BACEN, 2009). Após a introdução do plano real no Brasil em 1994, a oferta de crédito sofreu algumas mudanças, com o controle da inflação houve uma significativa queda no spread bancário devido à perda de receita por parte dos bancos, provenientes da extinção do float inflacionário. Para compensar essas perdas de receita os bancos expandiram as operações de crédito, que vale salientar também foram impulsionadas pelo ambiente de expectativas favoráveis. Porém o crescimento do crédito foi verificado apenas no setor privado, pessoas físicas e jurídicas e principalmente o crédito voltado para o consumo (SOARES, 2003). O crédito destinado ao consumo foi o que mais cresceu no período pós Plano Real, (CERQUEIRA, 1998). Este acontecimento explica em parte o aumento do número de cartões de crédito no nosso país, além deste aumento creditício, é prudente destacar

4 que houve uma maior popularização do meio eletrônico de pagamento. Tal fato se comprova através da diminuição do ticket médio, valor médio, das operações, (ABECS, 2009). Os ganhos econômicos provenientes do cartão de crédito são evidentes, ele permite acesso rápido, fácil e seguro ao crédito e com isso maior agilidade nas transações comerciais, porém esses ganhos não se restringem ao maior dinamismo do comércio e da economia. O cartão consegue ser ainda um instrumento que permite aos indivíduos alcançarem um nível de bem-estar mais elevado. A característica do cartão de crédito, de possibilitar o parcelamento dos pagamentos, suaviza os desembolsos necessários à compra de bens de consumo semiduráveis, que por terem em média um alto valor não poderiam ser adquiridos com o pagamento do montante todo de uma só vez. As famílias se beneficiam do cartão de crédito antecipando o consumo de bens semiduráveis e com isso elevando o seu estado de bem-estar. Apesar de todo o ambiente favorável à expansão do crédito e do cartão, existem ainda barreiras sociais e institucionais, que impedem que essa expansão abranja todos os indivíduos em todas as regiões. Muitos indivíduos no Brasil não participam dessas transformações por não estarem inseridos em um determinado contexto social, nem habitarem as regiões mais desenvolvidas. O Brasil já possuía em 2003 um sistema financeiro bastante avançado em vários aspectos e com uma densidade de agências relativamente importante, cerca de 10 mil habitantes por agência, porém esse indicador distorce o problema da concentração geográfica, nas regiões do Norte e Nordeste, respectivamente, 57% e 45% dos municípios não possuíam nenhuma agência bancária e 35% dos municípios possuíam apenas uma agência (PARENTE, 2003). Embora o cartão de crédito seja cada vez mais o meio de pagamento mais utilizado no mundo. No Brasil em função do exposto acima, a literatura econômica pouco tem a dizer sobre os usuários de cartão de crédito. A análise socioeconômica dos usuários do cartão de crédito em um país como o Brasil, conhecidamente desigual no que tange às questões distributivas de sua renda, seja na esfera individual ou no âmbito regional e que não oferece as mesmas oportunidades para todos da população, muito pode nos dizer sobre essas discrepâncias inter e intra-regionais, as dificuldades de acesso dos indivíduos à escolarização, à cultura, à inserção no contexto tecnológico, além de entender o papel social que cumpre o cartão de crédito ao se revelar um instrumento que favorece o bem-estar. Diante do que foi dito acima, nosso estudo se propôs a traçar o perfil socioeconômico dos usuários de cartão de cartão de crédito no Brasil, identificando Qual o impacto de sua utilização sobre as desigualdades regionais. A base de dados escolhida para o estudo foi a base de dados contida na Pesquisa de Orçamentos Familiares, POF

5 DESCRIÇÃO DOS DADOS A Pesquisa de Orçamentos Familiares do IBGE (POF ) teve por objetivo analisar a composição do consumo e dos rendimentos das famílias brasileiras para o período compreendido entre julho de 2002 e julho de A POF faz o levantamento da estrutura de dispêndios e rendimentos das famílias segundo as principais características demográficas, culturais, e antropométricas. A renda observada na POF está dividida entre a renda monetária e a renda não monetária, poderíamos considerar a parcela monetária da renda como os rendimentos dos indivíduos da maneira clássica, provenientes do trabalho e dos rendimentos dos seus ativos. Já a parcela não monetária da renda compreende os ganhos advindos de doações, trocas ou produção própria. A divisão da renda desta maneira é bastante relevante para o caso brasileiro, uma vez que o país possui uma parcela representativa da população que sobrevive de doações e da produção própria dos seus bens, principalmente nas áreas rurais do país. Entretanto, por melhor se enquadrar no propósito da análise, consideraremos na presente pesquisa apenas a parcela monetária da renda, que representa 75% do total da renda familiar brasileira (POF ). A Pesquisa ouviu famílias brasileiras, de todos os estados e regiões do país, dos quais 19% já faziam uso do cartão de crédito. A nossa análise foi feita entre os usuários de cartão de crédito, que correspondiam a famílias pesquisadas. Uso do cartão de crédito e o acesso a bens O Brasil é um país historicamente muito desigual, (FERREIRA, 2000), e a má distribuição dos recursos entre os indivíduos e as regiões, juntamente com o precário acesso de grande parte de sua população às mínimas condições de dignidade são os principais problemas sociais enfrentados pelo país. A dificuldade de acesso por parte de muitos indivíduos às condições mínimas de dignidade pode ser mitigada pelo uso devido do cartão de crédito, pois o maior consumo e posterior maior estoque de bens elevam essa condição de bem-estar, isto é o que sugere a figura 1. A figura 1 apresenta a parte do consumo de bens explicada apenas pelo uso do cartão de crédito, no Brasil, Norte-Nordeste e Sul-Sudeste. No gráfico acima, primeiro foi feito a regressão entre o estoque de bens duráveis da família em função da renda e da posse de cheque especial o resíduo foi regredido contra o estoque de bens de cada família, obtendo-se assim o efeito da posse do cartão de crédito sobre o estoque familiar de bens, líquido da renda e do cheque especial. Imaginando ser o estoque de bens uma boa proxy para bem estar, o resultado acima sugere que a posse do cartão de crédito está diretamente relacionada ao aumento do bem estar, principalmente nas regiões NO e NE do país.

6 Título do Eixo Figura 1: Correlação entre consumo de bens semiduráveis e uso do cartão de crédito no Brasil, Norte-Nordeste e Sul-Sudeste. 0,10 0,05 0,00 0,00 0,50 1,00 1,50 2,00 2,50 3,00 3,50 4,00 4,50-0,05 Brasil NO-NE SUL-SE -0,10-0,15-0,20 Quantidade de Bens Fonte: cálculos próprios utilizando os dados da POF do IBGE No Norte-Nordeste, o efeito do cartão de crédito sobre a quantidade do estoque de bens é consideravelmente maior do que o efeito sobre a média nacional e sobre o Sul-Sudeste. O que nos permite inferir que, para pessoas de renda semelhante o cartão de crédito eleva sua capacidade de adquirir bens, sendo tal efeito sentido de forma muito mais forte nas regiões mais pobre, sugerindo ser o cartão de crédito um redutor das discrepâncias regionais existentes no país. A partir de agora, o trabalho irá procurar identificar como as características do usuário de cartão se altera entre as regiões e como algumas características socioeconômicas são muito mais relevantes, para explicar a utilização de cartão de crédito em uma região do que em outra. Análise dos usuários de cartão de crédito por estado brasileiro Os resultados apontam para o já esperado alto grau de associação entre uso do cartão e a renda per capita média, com está exercendo papel fundamental na determinação da adesão ao cartão, os estados com as maiores rendas per capita são também os que têm as maiores proporções de adeptos. Os estados que têm as menores proporções da população usuária do cartão de crédito são também os estados com a menor renda per capita, estes estados encontram-

7 se invariavelmente nas regiões mais pobres do país, Norte e Nordeste, também nestes estados os indicadores sociais ficam abaixo da média nacional. Observando a Tabela 1 percebe-se que os estados com as menores relações entre renda per capita dos que possuem cartão e renda per capita dos que não o possuem (A/B), são também os estados que possuem as maiores proporções de adeptos ao uso do cartão. Nestes estados, as desigualdades se mostram mais suaves, uma melhor distribuição da renda garante uma maior participação dos indivíduos da economia, mais pessoas têm acesso aos benefícios do desenvolvimento econômico. Há também uma menor concentração da riqueza, sugerindo que quanto mais rico o estado, mais igualitária é a distribuição dos fatores. Tabela1: Proporção dos usuários de cartão, renda per capita dos usuários e não usuário de cartão e a razão entre as rendas, estoque de bens dos usuários e não usuários e a razão entre os estoques. UF % Renda per capita usuários (A) Renda per capita não usuários (B) A/B Quantidade de bens usuários (C) Quantidade de bens não usuários (D) C/D Rondônia 14% , ,6 Acre 10% , ,1 Amazonas 22% , ,9 Roraima 19% , ,4 Pará 25% , ,6 Amapá 16% , ,4 Tocantins 12% , ,7 Maranhão 11% , ,7 Piauí 11% , ,9 Ceará 13% , ,0 Rio Grande do norte 16% , ,7 Paraíba 14% , ,8 Pernambuco 18% , ,7 Alagoas 16% , ,0 Sergipe 21% , ,8 Bahia 17% , ,8 Minas Gerais 21% , ,5 Espírito Santo 26% , ,5 Rio de Janeiro 30% , ,6 São Paulo 27% , ,4 Paraná 24% , ,5 Santa Catarina 17% , ,4 Rio Grande do Sul 31% , ,4 Mato Grosso do Sul 18% , ,5 Mato Grosso 18% , ,5 Goiás 17% , ,5 Distrito Federal 38% , ,5 Brasil 23% ,4 16,1 10,2 1,6 Fonte: cálculos próprios utilizando os dados da POF do IBGE

8 A quantidade de bens, como não poderia deixar de ser, acompanha o mesmo sentido da renda, os indivíduos que utilizam cartão de crédito e que também são os mais ricos possuem mais bens do que os indivíduos que não são usuários e possuem rendas inferiores. Características socioeconômicas O mapeamento do perfil dos possuidores de cartão de crédito nos permite identificar quais outras variáveis, que não apenas a renda e a localização geográfica influenciam positivamente a adesão a este meio de pagamento, pois os resultados sugerem que a familiarização do uso do cartão também está relacionada às questões culturais e mudanças nos hábitos dos indivíduos. O uso do cartão está fortemente relacionado à quantidade de anos de estudo dos indivíduos, a Tabela 2 nos mostra que em todos os estados brasileiros a escolarização dos usuários do meio alternativo de pagamento é bastante superior ao dos não usuários, e essa diferença também aumenta quando nos deslocamos no sentido dos estados das regiões mais pobres. Tabela 2: Análise das características socioeconômicas dos usuários e dos não usuários de cartão de crédito por estados brasileiros. Média de Filhos Média de Anos de Estudo Média de Idade Raça Religão Estado Civil Sexo UF Não Não Não Brancos Católicos Casado Masculino Rondônia 1,6 1,7 10,3 4,8 39,1 42,9 38% 68% 66% 81% Acre 1,7 1,9 20,3 5,5 40,9 43,1 38% 62% 72% 74% Amazonas 1,6 2,1 15,3 6,1 40,9 42,7 44% 65% 77% 81% Roraima 1,5 2,0 17,5 6,2 38,3 41,7 42% 71% 75% 79% Pará 1,7 2,1 9,1 4,8 43,6 45,3 24% 66% 71% 77% Amapá 2,1 2,3 14,5 9,4 42,6 41,5 33% 79% 68% 64% Tocantins 1,3 1,8 14,3 5,5 41,9 44,4 43% 77% 68% 82% Maranhão 1,8 2,2 14,5 4,3 43,1 46,6 37% 78% 71% 72% Piauí 1,6 1,8 14,0 3,3 42,4 47,5 42% 89% 69% 70% Ceará 1,6 2,0 15,7 4,5 43,3 47,9 50% 77% 65% 70% R. G. do norte 1,5 1,7 12,9 5,0 44,4 46,9 48% 78% 73% 77% Paraíba 1,6 1,7 11,8 3,8 44,9 48,6 40% 74% 71% 68% Pernambuco 1,3 1,8 11,7 5,1 43,6 47,0 46% 68% 67% 66% Alagoas 1,5 1,9 14,3 4,1 43,7 46,5 41% 76% 71% 73% Sergipe 1,7 1,9 12,7 4,2 43,8 46,6 37% 86% 69% 73% Bahia 1,4 1,7 13,0 5,0 43,4 48,4 30% 72% 69% 73% Minas Gerais 1,5 1,5 11,3 5,3 45,0 48,5 64% 73% 75% 82% Espírito Santo 1,4 1,5 10,9 7,4 43,2 46,0 50% 60% 75% 73% Rio de Janeiro 1,2 1,3 12,2 6,1 47,3 48,4 70% 61% 65% 74% São Paulo 1,3 1,4 12,3 7,1 44,0 46,8 73% 71% 70% 74% Paraná 1,4 1,4 11,6 6,6 43,9 46,6 77% 72% 78% 80% Stª Catarina 1,3 1,4 15,2 7,6 43,9 45,7 95% 86% 82% 86% R. G. do Sul 1,1 1,3 11,5 6,7 45,5 48,4 88% 78% 65% 69% MS 1,4 1,3 15,3 5,8 42,5 44,7 63% 70% 75% 78% MT 1,5 1,6 12,6 5,7 40,9 43,9 53% 72% 73% 81% Goiás 1,4 1,4 10,4 5,2 41,9 44,7 53% 66% 69% 77% DF 1,2 1,4 15,7 8,8 43,6 44,4 53% 66% 60% 71% Brasil 1,3 1,6 12,3 5,9 44,3 47,0 64% 71% 70% 75% Fonte: cálculos próprios utilizando os dados da POF do IBGE

9 A alta correlação entre os anos de estudo do indivíduo e a utilização do cartão de crédito pode ser explicada por duas razões: primeiro, existe um alto grau de associação entre a quantidade de anos de estudo e a renda, assim o uso do cartão seria é em parte explicado pela renda. E, por mais que seja simples, a utilização do cartão exige sempre uma maior familiarização com uso da tecnologia, que é mais verificada nos indivíduos com maior acesso à informação e educação. Os mais escolarizados estão inseridos no ambiente atual da evolução tecnológica e rápido fluxo de informações, o cartão de crédito além de servir como meio de pagamento simples e puro, oferece uma gama de produtos e facilidades aos seus usuários. Os usuários do cartão de crédito possuem em média uma quantidade menor de filhos, também existe nesta análise o fator renda que influencia a quantidade de filhos, quanto maior a renda per capita, menor a quantidade de filhos. Os chefes de família casados e do sexo masculino representam a grande maioria dos usuários de cartão de crédito no Brasil, média de 70% e 75% respectivamente. A utilização do cartão também está relacionada à idade dos indivíduos, porém impacto da idade sobre o uso do cartão de crédito é dúbio. Por um lado os mais velhos possuem em geral uma renda per capita mais elevada, que como vimos a utilização está bastante associada à renda então, maiores níveis de renda indicam uma maior proporção do uso do cartão, entretanto para os indivíduos mais jovens a utilização do cartão é mais fácil. Os mais jovens possuem uma maior familiarização com as inovações tecnológicas, com automação e informatização. Por utilizarem diariamente e desde cedo computadores, jogos eletrônicos estão mais habituados e já se encontram inseridos no contexto de modernidade e tecnologia, não enfrentando assim dificuldades para utilizar um meio de pagamento eletrônico, como o cartão de crédito (CREDICARD, 2003). Para os mais velhos a familiarização com a tecnologia não é tão evidente como para os mais novos e estes encontram algumas barreiras para utilizá-la, além disto, a utilização de um meio de pagamento alternativo ao dinheiro exige um rompimento com laços culturais, e antigos hábitos de pagamento, para estes indivíduos tais mudanças acabam sendo mais difíceis e estes continuam usando o dinheiro como seu principal instrumento de pagamento, por este motivo esperava-se uma diferença maior do que a encontrada. METODOLOGIA Vimos que a renda, embora importante, não é o único determinante na opção de possuir ou não cartão de crédito. A seção anterior sugere que o uso do cartão de crédito pelos indivíduos está associado renda, a variáveis socioeconômicas e variáveis culturais, assim com o auxilio de um modelo econométrico procuramos identificar o impacto dessas variáveis para determinação da escolha do indivíduo em possuir o meio eletrônico de pagamento, estimamos o modelo PROBIT, abaixo especificado:

10 Onde;. O método de estimação escolhido foi o modelo linear PROBIT, pois os modelos de respostas binárias são os mais recomendados para verificar a influência das variáveis determinantes, quando a variável dependente assume valores discretos, no nosso caso, utilizar ou não cartão de crédito. Esta variável dependente será igual a 1 (um) quando a indivíduo for usuário de cartão de crédito e igual a 0 (zero) quando o indivíduo não for usuário. A probabilidade de ocorrência de cada resposta binária, de acordo com este modelo é função de um conjunto de atributos dos indivíduos, no caso estudado, as variáveis socioeconômicas e o índice de concentração de renda dos estados, também nos preocupamos em especificar o local onde reside o indivíduo, se na zona urbana ou na zona rural (LIMA, 1996). Especificamente o modelo pode ser descrito da seguinte forma: De (1) e (2) tem se que: Estimando a função de máxima verossimilhança, (GUJARATI, 2003) chega-se a: (1) (2) (3) (4) Vale ressaltar que no modelo PROBIT as variáveis dos parâmetros representam o impacto de variável explicativa no índice latente e não na variável dependente. O impacto sobre a variável dependente é chamado efeito marginal. Na Tabela 7 está representado apenas o efeito marginal. O cálculo da probabilidade segue coerente com a análise feita previamente, continuamos utilizando os dados da pesquisa de orçamentos familiares, POF

11 ANÁLISE DOS RESULTADOS Para possibilitar a uma melhor análise das condições brasileiras e entre as regiões, estimamos primeiro o modelo para o Brasil, e em seguida para o Norte- Nordeste e Sul-Sudeste separadamente. Em todos os casos as variáveis utilizadas para determinar a probabilidade de utilização do cartão de crédito foram as mesmas, renda per capita, número de pessoas na família, idade, idade ao quadrado, anos de estudo, cor, religião, número de filhos menores que cinco anos, entre 5 e 14 anos, entre 14 e 18 anos e maiores de 18 anos, estado civil, bolsista, aposentado, capital, zona urbana e região metropolitana. A renda per capita é a variável mais importante na determinação do uso do cartão de crédito, sendo significante nas três análises e também apresentando o maior o coeficiente. No Sul-Sudeste, a renda mostrou-se mais importante para explicar a opção pelo uso do meio eletrônico de pagamentos do que no Norte-Nordeste. O número de pessoas na família não foi significante apenas no Sul-Sudeste, no NO-NE as famílias mais numerosas possuem uma maior propensão ao uso do cartão, elas demandam mais bens, as despesas são maiores, então para manter o seu padrão de consumo elevado os indivíduos utilizam mais o cartão de crédito que possibilita a flexibilização dos pagamentos.. As variáveis idade e idade ao quadrado apresentaram significantes para explicar a utilização do cartão de crédito nos três resultados, a variável idade ao quadrado aparece com o sinal negativo, evidenciando a importância do ciclo de vida, o que também mostra a importância da renda. Acompanhando o sentido da variável idade, a variável anos de estudo se mostrou significante para a determinação da utilização do meio pagamento eletrônico, no Brasil e nas duas secções regionais o seu nível de significância foi positivo. O que nos leva a crer que além de estarem mais habituados com os meios de pagamentos mais modernos, os mais escolarizados tendem a ter mais facilidade em assimilar a evolução tecnológica e aprender novos métodos. A variável cor é significante apenas no Norte-Nordeste, nesta secção regional o indivíduo de cor branca possui uma maior probabilidade de ser usuário de cartão de crédito, o que possivelmente mostra a existência de um maior nível de renda e uma maior facilidade de acesso desses indivíduos à melhores condições de vida. Apesar de a maioria dos usuários de cartão de crédito no Brasil ser católica, essa variável não é significante para determinar a sua utilização. O número de filhos não determina a utilização do cartão de crédito, a não ser o número de filhos entre 14 e 18 anos, no Norte-Nordeste, ainda assim com um coeficiente negativo e pequeno, o que pode significar mais uma influência da renda do que da quantidade de filhos. Como foi visto na seção que descreve os dados a quantidade de filhos guarda uma relação negativa com a renda, quanto maior a renda menor o número de filhos.

12 Tabela 3: Variável Dependente: probabilidade de ser usuário de cartão de crédito (resultado do efeito marginal) Brasil Norte-Nordeste Sul-Sudeste Variáveis Coeficiente Erro Padrão Coeficiente Erro Padrão Coeficiente Erro Padrão Renda per capita 0,126 0,005 * 0,093 0,004 * 0,141 0,009 * Pessoas 0,008 0,004 * 0,008 0,003 * 0,006 0,008 Idade 1,650 0,261 * 1,254 0,226 * 1,742 0,417 * Idade 2-0,227 0,035 * -0,174 0,030 * -0,239 0,056 * Anos de Estudo 0,079 0,006 * 0,057 0,004 * 0,085 0,010 * Cor 0,014 0,009 0,015 0,007 * 0,011 0,014 Religião -0,004 0,009-0,011 0,008 0,003 0,014 Filhos menores que 5 anos 0,005 0,009 0,000 0,006 0,011 0,015 Filhos entre 5 e 14 anos 0,003 0,007-0,006 0,005 0,016 0,012 Filhos ente 14 e 18 anos -4,981E-04 0,009-0,013 0,007 * 0,013 0,015 Filhos com 18 anos ou mais -0,004 0,008-0,007 0,006 0,002 0,014 Cônjuge 0,000 0,010-0,008 0,008 0,007 0,016 Bolsista -9,950E-06 4,320E-06 * -3,240E-05 2,950E-05-8,770E-06 4,300E-06 * Aposentado -8,270E-07 8,320E-07 5,500E-07 9,870E-07-1,120E-06 1,180E-06 Capital 0,132 0,015 * 0,191 0,016 * 0,063 0,022 * Região Metropolitana 0,102 0,018 * 0,190 0,028 * 0,048 0,023 * Zona Urbana 0,034 0,011 * 0,053 0,011 * 0,002 0,016 Nº obs obs. P 0, , , pred. P 0, (at x-bar) 0, (at x-bar) 0, (at x-bar) log likelihood , , ,649 Pseudo R2 0,2256 0,3103 0,1864 Fonte: cálculos próprios utilizando os dados da POF do IBGE

13 A variável cônjuge não apresentou significância estatística na determinação do uso do cartão de crédito, ser casado ou solteiro não aumenta, nem diminui a probabilidade de ser usuário de cartão de crédito. Receber um auxílio financeiro seja ele para complementar a renda ou incentivar os estudos aumenta a probabilidade de ser usuário de cartão de crédito no Brasil como um todo e nas regiões mais desenvolvidas do país, Sul-Sudeste. O mesmo não se pode dizer para o Norte-Nordeste, onde a variável bolsista não se apresentou significante para determinar o uso do cartão. A variável aposentado não explica o uso do cartão, os aposentados no Brasil possuem em média uma renda baixa, então a renda influencia bastante a escolha da utilização do cartão. Além desta interpretação, podemos destacar ainda, que existem no Brasil maneiras mais baratas e mais seguras de acesso ao crédito por parte dos aposentados, é o caso dos empréstimos consignados descontados em folha de pagamento. Nosso estudo revela a importância de está localizado na zona urbana, seja na capital, na região metropolitana ou nas cidades mais desenvolvidas, para a determinação do uso do cartão de crédito. A questão da localização geográfica é, sobretudo, mais importante no Norte-Nordeste, com coeficientes três vezes maiores do que os do Sul- Sudeste. A secção regional menos desenvolvida, Norte-Nordeste, apresenta uma segregação mais aguda entre as zonas rurais e urbanas no que tange ao desenvolvimento, as zonas rurais encontram-se isoladas do progresso econômico e social, o que dificulta ainda mais a utilização do cartão de crédito nestes locais. No Sul-Sudeste, apesar de ter apresentado coeficientes bastante inferiores aos do Norte-Nordeste e do Brasil, também revelou ser determinante o fato de o indivíduo residir na capital e em zonas urbanas, apenas a variável região metropolitana não foi significante. Os coeficientes para o Brasil comportam-se claramente como uma média entre as duas secções regionais, o que reforça o problema regional existente no país, de um lado o Sul-Sudeste desenvolvido e mais homogêneo nas questões distributivas, e do outro o Norte-Nordeste conservando o subdesenvolvimento e a má distribuição dos recursos. CONCLUSÕES A distribuição do uso do cartão de crédito no Brasil está em alta medida relacionada às características socioeconômicas do país, o fato de uma parcela da população possuir renda insuficiente para viver dignamente causa um entrave à disseminação da utilização do meio de pagamento eletrônico entre os indivíduos pertencentes a essa realidade. A concentração regional no Brasil também não permite o acesso aos habitantes das regiões mais pobres utilizarem cartão de credito, seja por causa da incipiente renda, seja pela falta de desenvolvimento dos fatores institucionais. Além das características sociais, o perfil etário e educacional dos indivíduos muito nos revelou sobre a utilização do cartão, a exigência desta de um pouco mais de familiarização com as questões tecnológicas e sua maior complexidade em relação ao dinheiro, pode privar uma grande parcela de seu uso.

14 A estimação da probabilidade da utilização, ou não do cartão de crédito nos permitiu avaliar com mais precisão as variáveis mais importantes na determinação da escolha do indivíduo em fazer uso do cartão. Possibilitou que entendêssemos que existem outras variáveis além da renda que influenciam a utilização do cartão de crédito e em qual medida essas variáveis atuam para determinar a probabilidade de uso ou não do cartão. Foi visto também que as condições necessárias de afirmar quem usa cartão no Brasil, onde ele mora, quanto ele ganha e como ele gasta a sua renda, qual a sua idade, quantos filhos possui, qual o seu grau de escolaridade. No Brasil, podemos dizer que os indivíduos que mais utilizam cartão de crédito, estão nas cidades mais desenvolvidas, das regiões mais ricas, possuem um nível de renda elevado, a sua família é mais numerosa, são indivíduos jovens com grau de escolaridade alto. Por fim, as evidências apontam que a utilização do cartão de crédito por parte da população das regiões mais pobres, permite que as mesmas tenham um maior acesso à aquisição de bens duráveis minimizando assim as desigualdades regionais. REFERÊNCIAS BACEN. Banco Central do Brasil. Disponível em <http://www.bcb.gov.br/>. Acesso em dezembro de ABECS. Associação Brasileira das Empresas de Cartão de Crédito. Mercado de Cartões. Disponível em <http://www.abecs.org.br/>. Acesso em dezembro de BRAZIL EXPORTERS, Cartão de Crédito Classe C. Disponível em <http://www.brazilexporters.com/>. Acesso em janeiro de CASTRO, P. F.; MAGALHÃES, L. C. G. Recebimento e dispêndio das famílias brasileiras: evidências recentes da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 1995/1996. Brasília: Ipea, 1998 (Texto para Discussão, n. 614) CERQUEIRA, Daniel. R. C.; Créditos e inadimplência no sistema financeiro nacional: evolução recente. Brasília: jul p. (Boletim Conjuntural, n. 48). CREDICARD, Adolescentes e o Cartão de Crédito. Disponível em <http://www.comunique-se.com.br/>. Acesso em novembro de FERREIRA, Francisco. H. G.; Os determinantes da desigualdade de renda no Brasil: Luta de Classes ou heterogeneidade educacional. Seminário de Desigualdade e Pobreza no Brasil, Departamento de Economia, PUC - Rio, Rio de Janeiro: fev p. GUJARATI, Damodar N., Econometria Básica. Editora Campus, IBEF, Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças de São Paulo. Disponível em <http://www.ibef.com.br/>. Acesso em janeiro INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Pesquisa de Orçamentos Familiares : primeiros resultados. Rio de Janeiro: IBGE, p.

15 LIMA, Ricardo C. Modelos de respostas binárias: especificação, estimação e inferência. Agricultura em São Paulo, SP, 43(2):19-25, PARENTE, Silvana. O mercado financeiro e a população de baixa renda. Brasil: Cepal, mar p. (LC/BRS/R.136). PROCON, Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor. Disponível em: <http://www.procon.sp.gov.br/>. Acesso em dezembro de REVISTA VEJA. Edição 2037, 5 de dezembro de Disponível em <http://www.veja.abril.com.br/>. Acesso em dezembro de SOARES, Daniel E. Análise quantitativa da concessão de crédito versus inadimplência: um estudo empírico. Dissertação (Mestrado). Porto Alegre: UFRGS, p.

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