Padrões do Catálogo J2EE. Lincoln Souza Rocha, M.Sc.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Padrões do Catálogo J2EE. Lincoln Souza Rocha, M.Sc. (lincolnrocha@gmail.com)"

Transcrição

1 Padrões do Catálogo J2EE Lincoln Souza Rocha, M.Sc.

2 Livros Deepak Alur, John Crupi e Dan Malks. Core J2EE Patters: Best Practices and Design Strategies, Second Edition (2003). Ed. Prentice Hall PTR Bill Dudney, Stephen Asbury, Joseph K. Krozak e Kevin Wittkopf. J2EE AntiPatterns (2003). Ed. Wiley Publishing 2

3 Sites Web The J2EE 1.4 Tutorial (http://java.sun.com/j2ee/1.4/download.html#tutorial) Argo Navis Curso de Padrões de Design J2EE (J931) (www.argonavis.com) OBS: Os slides do curso J931 de Helder L. S da Rocha foram utilizados na confecção desse material 3

4 Parte I 4

5 O que é J2EE? Arquitetura e Componentes J2EE Containers J2EE 5

6 Acrônimo de Java 2 Enterprise Edition Uma plataforma da Sun Microsystems para desenvolvimento de aplicações empresariais distribuídas e multicamada É fundamentada no Java 2 Standard Edition (J2SE) 6

7 Visão Geral 7

8 Camada Cliente Clientes Web (thin client) (1) Web Pages Dinâmicas: que são geradas por componentes que executam na camada web (2) Web Browser: que exibem as páginas recebidas do servidor Usualmente não fazem consultas à banco de dados, não executam regras de negócios complexas ou se conectam à aplicações legadas 8

9 Camada Cliente (cont.) Applets É uma pequena aplicação Java que executa na JVM instalada no Web Browser Contudo, sistemas clientes provavelmente irão precisar do Java Plugin e, possivelmente, de um arquivo de política de segurança para poder executar o applet no Web Browser 9

10 Camada Cliente (cont.) Aplicações Clientes (application clients) Executam na máquina cliente provendo um interface para que os usuários executem suas tarefas remotamente (rich client) Tipicamente possuem interfaces gráficas (GUI) feitas em Swing ou Abstract Window Toolkit (AWT) API, mas interfaces via linha de comando também são possíveis 10

11 Servidor J2EE 11

12 Servidor J2EE - Camada Web 12

13 Servidor J2EE - Camada Web (cont.) Os componentes web são criados usando a tecnologia JSP (Java Server Pages) Servlets são classes criadas programaticamente e que dinamicamente processam requisições e constrem uma resposta Páginas JSP são documentos text-based que executam como servlets mas com uma abordagem mais natural para criar conteúdo estático 13

14 Servidor J2EE - Camada de Negócio 14

15 Servidor J2EE - Camada de Negócio (cont.) A camada de negócio é responsável por implementar, via enterprise beans, a lógica de negócio da aplicação referente à um domínio de negócio particular (e.g., bancário, varejo e Financeiro) Existem três tipos de Enterprise Beans Session Beans, Entity Beans e Message-driven Beans 15

16 Servidor J2EE - Camada de Negócio (cont.) Session Beans: representam a comunicação transiente com o cliente. Quando o cliente finaliza a execução, o session bean e seus dados também são removidos da memória 16

17 Servidor J2EE - Camada de Negócio (cont.) Entity Beans: representam os dados persistentes armazenados em uma tabela do banco de dados. Se o cliente terminar a comunicação ou se o servido for reiniciado o servidor garante que os dados do entity bean é salvo 17

18 Servidor J2EE - Camada de Negócio (cont.) Menssage-driven Beans: combina características de session beans e Java Message Service (JMS) message listener, o que permite que este receba mensagens JMS assincronamente 18

19 Camada de Sistema de Informação (EIS) O EIS representa a parte de software e hardware da empresa e inclui sistema de infra estrutura, servidor de processamento de transações, banco de dados e sistemas de informação legados 19

20 Containers: O que são e para que servem? São a interface entre os componentes J2EE e as funcionalidades de baixo nível da plataforma especifica que suporta o componente Funcionam como um middleware abstraindo a arquitetura de hardware e software subjacente A rigor existem quatro tipos de containers J2EE: Web container, EJB container, Application client container e Applet container 20

21 Tipos de Container J2EE 21

22 Tipos de Container J2EE (cont.) Web container Gerencia a execução de páginas JSP e servlets de aplicações J2EE. Web containers executam dentro do servidor J2EE EJB container Gerencia a execução de enterprise beans de aplicações J2EE. EJB containers executam dentro do servidor J2EE 22

23 Tipos de Container J2EE (cont.) Application client container Gerencia a execução de componentes da aplicação cliente. Tanto a aplicação como o container executam na máquina cliente Applet container Gerencia a execução de applets. É formado basicamente por um Web Browser e o Java Plugin que executam juntos na máquina cliente 23

24 Parte II 24

25 Procedimentos recomendados para desenvolver aplicações J2EE. Divide as aplicações em camadas Camada cliente: interface do usuário ou de serviços. Tipicamente representa uma aplicação independente ou browser rodando applets ou páginas HTML Camada Web: consiste de servlets e páginas JSP com o objetivo de capturar requisições e processar respostas para a camada cliente 25

26 Camada EJB: contém toda a lógica da aplicação e representa o modelo de negócio implementado em EJBs Camada de integração: contém lógica de acesso ao EIS Camada de dados (EIS): consiste de sistemas de bancos de dados, transações e outros recursos legados 26

27 Soluções de design baseadas no J2EE Blueprints Representam soluções consideradas melhores práticas para implementar vários componentes essenciais em cada uma das camadas identificadas pelo J2EE Blueprints Usam e se baseiam em vários padrões GoF 27

28 São padrões de design e não de implementação (idioms) Podem ser implementados usando tecnologias diferentes (e.g., usando RMI ou CORBA) Objetivos Reduzir o tráfego de rede, aumentando a eficiência e facilitando a escalabilidade Reduzir o acoplamento entre as camadas e os componentes 28

29 Não existe um só catálogo de padrões Este curso se baseia no catálogo do Sun Java Center (SJC), cujos padrões estão documentados no site da Sun e em livros como Core J2EE Patterns: Best Practices and Design Strategies Os SJC J2EE Patterns são divididos em camadas lógicas que refletem a organização dos J2EE Blueprints 29

30 O catálogo atual (setembro/2003) define 21 padrões Camada de apresentação: 8 padrões Camada de negócios: 9 padrões Camada de integração: 4 padrões Os nomes dos padrões são significativos 30

31 Padrões refletem soluções para problemas genéricos descritos em abstrações de alto nível Estratégias mostram formas de implementar os padrões usando tecnologias e linguagens de programação específicas 31

32 Um padrão geralmente possui diversas diferentes estratégias de implementação Neste curso serão apresentados os padrões e suas principais estratégias recomendadas pelo SJC 32

33 Intercepting Filter Viabiliza pré- e pós-processamento de requisições Front Controller Oferece um controlador centralizado para gerenciar o processamento de uma requisição Context Object Encapsula estado de forma independente de protocolo para compartilhamento pela aplicação Application Controller Centraliza e modulariza o gerenciamento de Views e de ações 33

34 View Helper Encapsula lógica não-relacionada à formatação Composite View Cria uma View composta de componentes menores Service To Worker e Dispatcher View Combinam Front Controller com um Dispatcher e Helpers. O primeiro concentra mais tarefas antes de despachar a requisição. O segundo realiza mais processamento depois 34

35 Business Delegate Desacopla camadas de apresentação e de serviços Service Locator Encapsula lógica de consulta e criação de objetos de serviço Session Facade Oculta complexidade de objetos de negócio e centraliza controle 35

36 Application Service Centraliza e agrega comportamento para oferecer uma camada de serviços uniforme Business Object Separa dados de negócios e lógica usando modelo de objetos Composite Entity Implementa Business Objects persistentes combinando Entity beans locais e POJOs (Plain Old Java Objects) 36

37 Transfer Object Antigamente chamado de Value Object ou DTO Reduz tráfego e facilita transferência de dados entre camadas Transfer Object Assembler Antigamente chamado de Value Object Assembler Constrói um Value Object composto de múltiplas fontes Value List Handler Lida com execução de queries, caching de resultados, etc. 37

38 Data Access Object Abstrai fontes de dados e oferece acesso transparente aos dados Service Activator Facilita o processamento assíncrono para componentes EJB Domain Store Oferece um mecanismo transparente de persistência para objetos de negócio Web Service Broker Expõe um ou mais serviços usando XML e protocolos Web 38

39 39

40 Procure no catálogo um padrão que realize o objetivo desejado Tabela de padrões Roadmap Roadmap associa intenção com padrões "Se você procura por isto... use os padrões tais" Consulte o padrão desejado e analise Analise o problema que ele resolve Analise a solução que ele propõe Escolha uma estratégia e implemente 40

41 Padrões se encaixam bem quando é necessário alterar uma arquitetura para melhorar algum aspecto de um sistema Performance Escalabilidade Reuso e manutenção A maior parte dos padrões foram construídos visando esse tipo de evolução 41

42 Parte III 42

43 Introdução Front Controller 43

44 A camada de apresentação encapsula toda a lógica relacionada com a visualização e comunicação com a GUI Requisições e respostas HTTP Gerenciamento de sessão HTTP Geração de HTML, JavaScript e recursos lado-cliente Principais componentes: Servlets e JSP JSP é indicado para produzir interface do usuário Servlets são indicados para processar dados recebidos e concentrar lógica de controle 44

45 45

46 Objetivo Centralizar o processamento de requisições em uma única fachada. Front Controller permite criar uma interface genérica para processamento de comandos 46

47 Problema 47

48 Descrição do problema Deseja-se um ponto de acesso centralizado para processamento de todas as requisições recebidas pela camada de apresentação para Controlar a navegação entre os Views Remover duplicação de código Estabelecer responsabilidades mais definidas para cada objeto, facilitando manutenção e extensão: JSP não deve conter código algum ou pelo menos não código de controle 48

49 Descrição do problema (cont.) Se um usuário acessa um View sem passar por um mecanismo centralizado, código de controle é duplicado e misturado ao código de apresentação Também não é possível controlar a navegação: cliente pode iniciar em página que não deveria ter acesso 49

50 O que se deseja? (Forças) Evitar a duplicação de lógica de controle Aplicar lógica comum para múltiplas requisições Separar a lógica de processamento do sistema da View Centralizar o controle de pontos de acesso do sistema 50

51 Solução 51

52 Descrição da solução Controlador é ponto de acesso para processamento de requisições Chama serviços de segurança (autenticação e autorização) Delega processamento à camadas de negócio Define um View apropriado Realiza tratamento de erros Define estratégias de geração de conteúdo 52

53 Descrição da solução (cont.) O controlador pode delegar processamento a objetos Helper (Comandos ou ações, Value Beans, etc.) Solução depende do uso de um Application Controller Usado para redirecionar para o View correspondente 53

54 Processamento de uma requisição Envolve dois tipos de atividades Manuseio da requisição Processamento do View Durante o manuseio da requisição, é preciso realizar diversas atividades: Manuseio de protocolo e transformação de contexto Navegação e roteamento Processamento do serviço Repasse da requisição 54

55 Diagrama de classes FrontController: ponto de entrada para manuseio de requisições ApplicationController: gerencia de ações e views Command: encapsula uma ação específica para requisição View: representa a página retornada ao cliente 55

56 56

57 Estratégias de implementação Servlet Front Strategy Implementa o controlador como um servlet Command and Controller Strategy Interface baseada no padrão Command (GoF) para implementar Helpers para os quais o controlador delega responsabilidades via Application Controller Esta é a estratégia mais comum Logical Resource Mapping Strategy Requisições são feitas para nomes que são mapeados a recursos (páginas JSP, servlets) ou comandos (web.xml) Multiplexed Resource Mapping Strategy usa wildcards para selecionar recursos a serem processados: *.do 57

58 Conseqüências Controle centralizado Facilidade de rastrear e logar requisições Melhor gerenciamento de segurança Requer menos recursos. Não é preciso distribuir pontos de verificação em todas as páginas Validação é simplificada Melhor possibilidade de reuso Distribui melhor as responsabilidades 58

59 Padrões relacionados J2EE Patterns Intercepting Filter Application Controller View Helper Dispatcher View and Service to Worker 59

60 Parte IV 60

61 Introdução Transfer Object 61

62 A camada de negócios encapsula a lógica central da aplicação. Considerações de design incluem Uso de session beans para modelar ações. Stateless para operações de um único método. Stateful para operações que requerem mais de um método (que retém estado entre chamadas) Uso de session beans como fachadas à camada de negócios 62

63 Uso de entity beans para modelar dados persistentes como objetos distribuídos Uso de entity beans para implementar lógica de negócio e relacionamentos Eventos e operações assíncronas com messagedriven beans Cache de referências para EJBs em Business Delegates 63

64 64

65 Objetivo Reduzir a quantidade de requisições necessárias para recuperar um objeto. Transfer Object permite encapsular em um objeto um subconjunto de dados utilizável pelo cliente e utilizar apenas uma requisição para transferi-lo 65

66 Problema 66

67 Descrição do problema Cliente precisa obter diversos dados de um Business Object Para obter os dados, é preciso realizar diversas chamadas ao componente As chamadas são potencialmente remotas Fazer múltiplas chamadas através da rede gera tráfego e reduz o desempenho da aplicação 67

68 Solução 68

69 Descrição da solução Uma única chamada remota é necessária para transferir o Transfer Object O cliente pode extrair as informações de interesse através de chamadas locais Cópia do cliente pode ficar desatualizada Transfer Object é solução indicada para dados read-only ou informações que não são alteradas com freqüência, ou ainda, quando as alterações não são críticas (não afetam o processo) Objeto alterado pode ser enviado de volta ao servidor 69

70 Diagrama de classes Client: geralmente um componente de outra camada. Component: qualquer componente de outra camada que o cliente usa para enviar e receber dados. TransferObject: é um POJO (Plain Old Java Object) serializável que contém atributos suficientes para agregar e carregar todos os dados 70

71 71

72 Estratégias de implementação Updatable Transfer Objects Strategy Permite a transferência de um objeto para o cliente, a alteração do objeto pelo cliente e sua devolução ao servidor Multiple Transfer Objects Strategy Permite a criação de Transfer Objects diferentes a partir de uma mesma fonte 72

73 Estratégias de implementação (cont.) Entity Inherits Transfer Object Strategy Entity Bean herda de uma classe de Transfer Object Transfer Object Factory Strategy Suporta a criação dinâmica de Transfer Objects 73

74 Conseqüências Simplifica Entity Bean e interface remota Transfere mais dados em menos chamadas Reduz tráfego de rede Reduz duplicação de código Pode introduzir objetos obsoletos Pode aumentar a complexidade do sistema Sincronização Controle de versões para objetos serializados 74

75 Padrões relacionados J2EE Patterns Session Facade Transfer Object Assembler Value List Handler Composite Entity 75

76 Parte V 76

77 Introdução Data Access Object 77

78 A camada de integração encapsula a lógica relacionada com a integração do sistema com a camada de informação distribuída (EIS) É acoplada com a camada de negócios sempre que esta camada precisar de dados ou serviços que residem na camada de recursos (dados) 78

79 Os componentes nesta camada podem usar tecnologias de acesso aos serviços específicos que isolam (JDBC, JMS, middleware proprietário, etc.) 79

80 80

81 Objetivo Abstrair e encapsular todo o acesso a uma fonte de dados. O DAO gerencia a conexão com a fonte de dados para obter e armazenar os dados 81

82 Problema 82

83 Descrição do problema Forma de acesso aos dados varia consideravelmente dependendo da fonte de dados usado Banco de dados relacional Arquivos (XML, CSV, texto, formatos proprietários) LDAP 83

84 Descrição do problema (cont.) Persistência de objetos depende de integração com fonte de dados (ex: business objects) Colocar código de persistência (ex: JDBC) diretamente no código do objeto que o utiliza ou do cliente amarra o código desnecessariamente à forma de implementação Ex: difícil passar a persistir objetos em XML, LDAP, etc. 84

85 Solução 85

86 Descrição da solução Data Access Object (DAO) oferece uma interface comum de acesso a dados e esconde as características de uma implementação específica Uma API: métodos genéricos para ler e gravar informação Métodos genéricos para concentrar operações mais comuns(simplificar a interface de acesso) 86

87 Descrição da solução (cont.) DAO define uma interface que pode ser implementada para cada nova fonte de dados usada, viabilizando a substituição de uma implementação por outra DAOs não mantêm estado nem cache de dados 87

88 Diagrama de classes Client: objeto que requer acesso a dados: Business Object, Session Façade, Application Service, Value List Handler,... DataAccessObject: esconde detalhes da fonte de dados DataSource: implementação da fonte de dados Data: objeto de transferência usado para retornar dados ao cliente. Poderia também ser usado para receber dados. ResultSet: resuldados de uma pesquisa no banco 88

89 89

90 Estratégias de implementação Custom DAO Strategy Estratégia básica. Oferece métodos para criar, apagar, atualizar e pesquisar dados em um banco Pode usar Transfer Object para trocar dados com clientes 90

91 Estratégias de implementação (cont.) DAO Factory Method Strategy Utiliza Factory Methods em uma classe para recuperar todos os DAOs da aplicação DAO Abstract Factory Strategy Permite criar diversas implementações de fábricas diferentes que criam DAOs para diferentes fontes de dados 91

92 Conseqüências Transparência quanto à fonte de dados Facilita migração para outras implementações Basta implementar um DAO com mesma interface Reduz complexidade do código nos objetos de negócio (ex: Entity Beans BMP) 92

93 Conseqüências (cont.) Centraliza todo acesso aos dados em camada separada Qualquer componente pode usar os dados (servlets, EJBs) Camada adicional Pode ter pequeno impacto na performance Requer design de hierarquia de classes (Factory) 93

94 Padrões relacionados J2EE Patterns Transfer Object Transfer Object Assembler Value List Handler GoF Factory Method POSA - 1 Broker 94

95 Padrões do Catálogo J2EE Lincoln Souza Rocha, M.Sc.

Argo Navis J931 - Padrões de Design J2EE. Introdução. Objetivos de aprender padrões J2EE. Conhecer padrões para uso na plataforma J2EE

Argo Navis J931 - Padrões de Design J2EE. Introdução. Objetivos de aprender padrões J2EE. Conhecer padrões para uso na plataforma J2EE Padrões de Projeto J2EE J931 Introdução Helder da Rocha (helder@acm.org) argonavis.com.br Objetivos de aprender padrões J2EE Conhecer padrões para uso na plataforma J2EE Padrões permitem maior reuso, menos

Leia mais

4 - Padrões da Camada de Integração. Introdução

4 - Padrões da Camada de Integração. Introdução Padrões de Projeto J2EE J931 Padrões da Camada de Integração Helder da Rocha (helder@acm.org) argonavis.com.br Introdução A camada de integração encapsula a lógica relacionada com a integração do sistema

Leia mais

Argo Navis J931 - Padrões de Design J2EE. Versão 2.0 (setembro de 2003) Objetivos

Argo Navis J931 - Padrões de Design J2EE. Versão 2.0 (setembro de 2003) Objetivos de Projeto J931 J2EE Versão 2.0 (setembro de 2003) Helder da Rocha (helder@acm.org) argonavis.com.br Objetivos Identificar os principais padrões de projeto J2EE Distinguir os principais padrões de projeto

Leia mais

J550 Padrões de Projeto J2EE para Aplicações Web

J550 Padrões de Projeto J2EE para Aplicações Web J550 Padrões de Projeto J2EE para Aplicações Web Helder da Rocha (helder@acm.org) www.argonavis.com.br 1 Introdução Este módulo aborda os principais padrões de projeto J2EE, dentre o catálogo organizado

Leia mais

Tecnologias Web. Padrões de Projeto - Camada de Apresentação

Tecnologias Web. Padrões de Projeto - Camada de Apresentação Tecnologias Web Padrões de Projeto - Camada de Apresentação Cristiano Lehrer, M.Sc. Padrões da Camada de Apresentação (1/2) Intercepting Filter Viabiliza pré e pós processamento de requisições. Front Controller

Leia mais

3 - Padrões da Camada de Negócios. Introdução. A camada de negócios encapsula a lógica central da aplicação. Considerações de design incluem

3 - Padrões da Camada de Negócios. Introdução. A camada de negócios encapsula a lógica central da aplicação. Considerações de design incluem Padrões de Projeto J2EE J931 Padrões da Camada de Negócios (EJB) Helder da Rocha (helder@acm.org) argonavis.com.br Introdução A camada de negócios encapsula a lógica central da aplicação. Considerações

Leia mais

Uso de Design Patterns e J2EE: um estudo de caso

Uso de Design Patterns e J2EE: um estudo de caso Uso de Design Patterns e J2EE: um estudo de caso Rogério Sorroche (FURB) rs@furb.br Maurício Capobianco Lopes (FURB) mclopes@furb.br Resumo. Este trabalho apresenta um estudo de caso sobre o desenvolvimento

Leia mais

Sistemas Distribuídos na WEB (Plataformas para Aplicações Distribuídas) Sumário. Java 2 Enterprise Edition. J2EE (Java 2 Enterprise Edition)

Sistemas Distribuídos na WEB (Plataformas para Aplicações Distribuídas) Sumário. Java 2 Enterprise Edition. J2EE (Java 2 Enterprise Edition) Sistemas Distribuídos na WEB (Plataformas para Aplicações Distribuídas) J2EE () Sumário Introdução J2EE () APIs J2EE Web Container: Servlets e JSP Padrão XML 2 J2EE é Uma especificação para servidores

Leia mais

Laboratório EJB e J2EE Uma aplicação completa

Laboratório EJB e J2EE Uma aplicação completa J530 - Enterprise JavaBeans Laboratório EJB e J2EE Uma aplicação completa Helder da Rocha (helder@acm.org) argonavis.com.br 1 Objetivos O objetivo deste módulo é construir e implantar uma aplicação J2EE

Leia mais

Java 2 Enterprise Edition Uma aplicação J2EE completa

Java 2 Enterprise Edition Uma aplicação J2EE completa Java 2 Enterprise Edition Uma aplicação J2EE completa Helder da Rocha www.argonavis.com.br 1 Objetivos O objetivo deste módulo é construir e implantar uma aplicação J2EE completa Inicialmente, será mostrada

Leia mais

ENTERPRISE JAVABEANS 3. Msc. Daniele Carvalho Oliveira

ENTERPRISE JAVABEANS 3. Msc. Daniele Carvalho Oliveira ENTERPRISE JAVABEANS 3 Msc. Daniele Carvalho Oliveira Apostila Servlets e JSP www.argonavis.com.br/cursos/java/j550/index.html INTRODUÇÃO Introdução Enterprise JavaBeans é um padrão de modelo de componentes

Leia mais

UFG - Instituto de Informática

UFG - Instituto de Informática UFG - Instituto de Informática Especialização em Desenvolvimento de Aplicações Web com Interfaces Ricas EJB 3.0 Prof.: Fabrízzio A A M N Soares professor.fabrizzio@gmail.com Aula 5 Servidores de Aplicação

Leia mais

Padrões Arquiteturais no Java EE 7

Padrões Arquiteturais no Java EE 7 Padrões Arquiteturais no Java EE 7 Vagner F. Le Roy Júnior Curso de Pós Graduação em Arquitetura de Software Distribuído Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais Belo Horizonte, MG Brasil vagnerleroy@gmail.com

Leia mais

Linguagem de Programação JAVA. Professora Michelle Nery Nomeclaturas

Linguagem de Programação JAVA. Professora Michelle Nery Nomeclaturas Linguagem de Programação JAVA Professora Michelle Nery Nomeclaturas Conteúdo Programático Nomeclaturas JDK JRE JEE JSE JME JVM Toolkits Swing AWT/SWT JDBC EJB JNI JSP Conteúdo Programático Nomenclatures

Leia mais

Laboratório de Programação Web I e Estimativa, Teste e Inspeção de Software

Laboratório de Programação Web I e Estimativa, Teste e Inspeção de Software Laboratório de Programação Web I e Estimativa, Teste e Inspeção de Software Apresentação da Disciplina Marcos Camada marcos.camada@catu.ifbaiano.edu.br Objetivo Geral Conhecimento no desenvolvimento aplicações

Leia mais

Web Technologies. Tópicos da apresentação

Web Technologies. Tópicos da apresentação Web Technologies Tecnologias de Middleware 2004/2005 Hugo Simões hsimoes@di.fc.ul.pt 1 A Web Tópicos da apresentação Tecnologias Web para suporte a clientes remotos (Applets,CGI,Servlets) Servidores Aplicacionais

Leia mais

Arquitetura JEE Introdução à Camada de Negócios: Enterprise Java Beans (EJB) Marcos Kalinowski (kalinowski@ic.uff.br)

Arquitetura JEE Introdução à Camada de Negócios: Enterprise Java Beans (EJB) Marcos Kalinowski (kalinowski@ic.uff.br) Arquitetura JEE Introdução à Camada de Negócios: Enterprise Java Beans (EJB) (kalinowski@ic.uff.br) Agenda Arquiteturas Web em Java (Relembrando) Arquitetura Java EE Introdução a Enterprise Java Beans

Leia mais

Histórico de revisões

Histórico de revisões Design Patterns Histórico de revisões Data Versão Descrição Autor 15/1/2014 1.0 Finalização da primeira versão HEngholmJr OBJETIVOS Fornecer uma visão geral sobre Design Patterns visando atingir os requisitos

Leia mais

Enterprise Java Beans

Enterprise Java Beans Enterprise Java Beans Prof. Pasteur Ottoni de Miranda Junior DCC PUC Minas Disponível em www.pasteurjr.blogspot.com 1-O que é um Enterprise Java Bean? O Entertprise Java Bean (EJB) é um componente server-side

Leia mais

PadrãoIX. Módulo II JAVA. Marcio de Carvalho Victorino. Servlets A,L,F,M

PadrãoIX. Módulo II JAVA. Marcio de Carvalho Victorino. Servlets A,L,F,M JAVA Marcio de Carvalho Victorino 1 Servlets 2 1 Plataforma WEB Baseada em HTTP (RFC 2068): Protocolo simples de transferência de arquivos Sem estado (não mantém sessão aberta) Funcionamento (simplificado):

Leia mais

Resumo: Perguntas a fazer ao elaborar um projeto arquitetural

Resumo: Perguntas a fazer ao elaborar um projeto arquitetural Resumo: Perguntas a fazer ao elaborar um projeto arquitetural Sobre entidades externas ao sistema Quais sistemas externos devem ser acessados? Como serão acessados? Há integração com o legado a ser feita?

Leia mais

Web Services. (Introdução)

Web Services. (Introdução) Web Services (Introdução) Agenda Introdução SOA (Service Oriented Architecture) Web Services Arquitetura XML SOAP WSDL UDDI Conclusão Introdução Comunicação distribuída Estratégias que permitem a comunicação

Leia mais

Desenvolvimento de Aplicações. Desenvolvimento de Aplicações. Desenvolvimento de Aplicações. Dificuldades no uso de Bancos de Dados

Desenvolvimento de Aplicações. Desenvolvimento de Aplicações. Desenvolvimento de Aplicações. Dificuldades no uso de Bancos de Dados Desenvolvimento de Aplicações Desenvolvimento de Aplicações Dificuldades no uso de Bancos de Dados Um leigo não sabe o que é e como funciona um BD Mesmo um profissional da área de informática pode ter

Leia mais

UNIDADE IV ENTERPRISE JAVABEANS

UNIDADE IV ENTERPRISE JAVABEANS UNIDADE IV ENTERPRISE JAVABEANS MODELO J2EE COMPONENTES DE Camada de Negócios NEGÓCIOS JAVA SERVLET, JSP E EJB Nos capítulos anteriores, foi mostrado como desenvolver e distribuir aplicações servlet e

Leia mais

Padrão J2EE Data Access Object (DAO)

Padrão J2EE Data Access Object (DAO) Introdução CRUD DAO Exemplo Padrão J2EE Data Access Object (DAO) Prof. Enzo Seraphim Motivação para usar Componentes precisam acessar e armazenar informações em armazenamento persistente As APIs de armazenamento

Leia mais

DESENVOLVIMENTO COM JAVA EE E SUAS ESPECIFICAÇÕES

DESENVOLVIMENTO COM JAVA EE E SUAS ESPECIFICAÇÕES DESENVOLVIMENTO COM JAVA EE E SUAS ESPECIFICAÇÕES Hugo Henrique Rodrigues Correa¹, Jaime Willian Dias 1 Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil hugohrcorrea@gmail.com, jaime@unipar.br Resumo.

Leia mais

Desenvolvimento WEB II. Professora: Kelly de Paula Cunha

Desenvolvimento WEB II. Professora: Kelly de Paula Cunha Desenvolvimento WEB II Professora: Kelly de Paula Cunha O Java EE (Java Enterprise Edition): série de especificações detalhadas, dando uma receita de como deve ser implementado um software que utiliza

Leia mais

World Wide Web e Aplicações

World Wide Web e Aplicações World Wide Web e Aplicações Módulo H O que é a WWW Permite a criação, manipulação e recuperação de informações Padrão de fato para navegação, publicação de informações e execução de transações na Internet

Leia mais

J2EE. J2EE - Surgimento

J2EE. J2EE - Surgimento J2EE Java 2 Enterprise Edition Objetivo: Definir uma plataforma padrão para aplicações distribuídas Simplificar o desenvolvimento de um modelo de aplicações baseadas em componentes J2EE - Surgimento Início:

Leia mais

J2EE TM Java 2 Plataform, Enterprise Edition

J2EE TM Java 2 Plataform, Enterprise Edition CURSO DE GRADUAÇÃO J2EE TM Java 2 Plataform, Enterprise Edition Antonio Benedito Coimbra Sampaio Junior abc@unama.br OBJETIVOS DO CURSO Capacitar os alunos no desenvolvimento de aplicações para a WEB com

Leia mais

Mini-curso Gratuito Globalcode Slide 1

Mini-curso Gratuito Globalcode Slide 1 Mini-curso Gratuito Slide 1 Mini-curso Gratuito Introdução Enterprise Java Beans (EJB) 3.0 Slide 2 Agenda Plataforma Java EE Conceitos Iniciais (EJB) Session Bean Message-Driven Bean (MDB) Java Persistence

Leia mais

WebSphere MQ. Bruno Miguel de Sousa Gonçalves

WebSphere MQ. Bruno Miguel de Sousa Gonçalves WebSphere MQ Bruno Miguel de Sousa Gonçalves 1.Introdução ao WebSphere Os produtos WebSphere providenciam comunicação entre programas através da interligação entre componentes heterogéneos, processadores,

Leia mais

Tecnologia Java. Daniel Destro do Carmo Softech Network Informática daniel@danieldestro.com.br

Tecnologia Java. Daniel Destro do Carmo Softech Network Informática daniel@danieldestro.com.br Tecnologia Java Daniel Destro do Carmo Softech Network Informática daniel@danieldestro.com.br Origem da Tecnologia Java Projeto inicial: Oak (liderado por James Gosling) Lançada em 1995 (Java) Tecnologia

Leia mais

Desenvolvendo Aplicações Web com NetBeans

Desenvolvendo Aplicações Web com NetBeans Desenvolvendo Aplicações Web com NetBeans Aula 3 Cap. 4 Trabalhando com Banco de Dados Prof.: Marcelo Ferreira Ortega Introdução O trabalho com banco de dados utilizando o NetBeans se desenvolveu ao longo

Leia mais

Informática UFRGS. Programação com Objetos Distribuídos (C. Geyer) J2EE EJBs 1

Informática UFRGS. Programação com Objetos Distribuídos (C. Geyer) J2EE EJBs 1 EJB Introdução Versão Atual (maio/06): 3.0 Versão anterior: 2.1 Programação com Objetos Distribuídos (C. Geyer) J2EE EJBs 1 Autores Autores Cláudio Geyer Eduardo Studzinski Estima de Castro Gisele Pinheiro

Leia mais

UM ESTUDO SOBRE ARQUITETURA PARA DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE WEB UTILIZANDO NOVAS TECNOLOGIAS

UM ESTUDO SOBRE ARQUITETURA PARA DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE WEB UTILIZANDO NOVAS TECNOLOGIAS UM ESTUDO SOBRE ARQUITETURA PARA DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE WEB UTILIZANDO NOVAS TECNOLOGIAS Edi Carlos Siniciato ¹, William Magalhães¹ ¹ Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil edysiniciato@gmail.com,

Leia mais

UTILIZAÇÃO DA TECNOLOGIA ENTERPRISE JAVABEANS NO DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES DISTRÍBUIDAS

UTILIZAÇÃO DA TECNOLOGIA ENTERPRISE JAVABEANS NO DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES DISTRÍBUIDAS UTILIZAÇÃO DA TECNOLOGIA ENTERPRISE JAVABEANS NO DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES DISTRÍBUIDAS ¹Lucas Martins de Andrade, ¹Jaime William Dias ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil lucasm748@gmail.com

Leia mais

Arquiteturas de Aplicações Distribuídas

Arquiteturas de Aplicações Distribuídas Arquiteturas de Aplicações Distribuídas Fernando Albuquerque 061-2733589 fernando@cic.unb.br www.cic.unb.br/docentes/fernando Tópicos Introdução. HTTP / CGI. API sockets. JDBC. Remote Method Invocation.

Leia mais

Front-End: corresponde ao que será visualizado pelo utilizador via web. Deve ser acessível para todo e qualquer utilizador.

Front-End: corresponde ao que será visualizado pelo utilizador via web. Deve ser acessível para todo e qualquer utilizador. Projecto Final Introdução O objectivo do projecto final da disciplina de Computação na Internet é colocar em prática todos os conhecimentos adquiridos na disciplina e, assim, desenvolver um sistema que

Leia mais

Padrões de Projeto Implementados em Infraestrturas de Componentes

Padrões de Projeto Implementados em Infraestrturas de Componentes Padrões de Projeto Implementados em Infraestrturas de Componentes Paulo Pires paulopires@nce.ufrj.br http//genesis.nce.ufrj.br/dataware/hp/pires 1 distribuídas baseadas em componentes Comunicação transparente,

Leia mais

TDC2012. EJB simples e descomplicado, na prática. Slide 1

TDC2012. EJB simples e descomplicado, na prática. Slide 1 TDC2012 EJB simples e descomplicado, na prática Slide 1 Palestrantes Kleber Xavier Arquiteto Senior / Globalcode kleber@globalcode.com.br Vinicius Senger Arquiteto Senior / Globalcode vinicius@globalcode.com.br

Leia mais

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código)

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Roteiro Processos Threads Virtualização Migração de Código O que é um processo?! Processos são programas em execução. Processo Processo Processo tem

Leia mais

Arquitetura de uma Webapp

Arquitetura de uma Webapp Arquitetura de uma Webapp Arquitetura J2EE Containers e componentes MVC: introdução Frederico Costa Guedes Pereira 2006 fredguedespereira@gmail.com Plataforma J2EE World Wide Web e a Economia da Informação

Leia mais

Padrões Arquiteturais e de Integração - Parte 1

Padrões Arquiteturais e de Integração - Parte 1 1 / 58 - Parte 1 Erick Nilsen Pereira de Souza T017 - Arquitetura e Design de Aplicações Análise e Desenvolvimento de Sistemas Universidade de Fortaleza - UNIFOR 11 de fevereiro de 2015 2 / 58 Agenda Tópicos

Leia mais

UFG - Instituto de Informática

UFG - Instituto de Informática UFG - Instituto de Informática Especialização em Desenvolvimento de Aplicações Web com Interfaces Ricas EJB 3.0 Prof.: Fabrízzio A A M N Soares professor.fabrizzio@gmail.com Aula 10 Persistência de Dados

Leia mais

Programação para a Internet. Prof. M.Sc. Sílvio Bacalá Jr sbacala@gmail.com www.facom.ufu.br/~bacala

Programação para a Internet. Prof. M.Sc. Sílvio Bacalá Jr sbacala@gmail.com www.facom.ufu.br/~bacala Programação para a Internet Prof. M.Sc. Sílvio Bacalá Jr sbacala@gmail.com www.facom.ufu.br/~bacala A plataforma WEB Baseada em HTTP (RFC 2068) Protocolo simples de transferência de arquivos Sem estado

Leia mais

Enterprise Java Bean. Enterprise JavaBeans

Enterprise Java Bean. Enterprise JavaBeans Enterprise Java Bean Introdução Elementos do Modelo Enterprise JavaBeans A especificação do Enterprise JavaBeansTM (EJB) define uma arquitetura para o desenvolvimento de componentes de software distribuídos

Leia mais

Projeto da Certificação SCEA 5 Um estudo de caso de um projeto fictício para obter a certificação de arquiteto Java EE

Projeto da Certificação SCEA 5 Um estudo de caso de um projeto fictício para obter a certificação de arquiteto Java EE c a p a Projeto da Certificação SCEA 5 Um estudo de caso de um projeto fictício para obter a certificação de arquiteto Java EE Márcio Varchavsky (marciovar@gmail.com): engenheiro de Computação formado

Leia mais

Associação Carioca de Ensino Superior Centro Universitário Carioca

Associação Carioca de Ensino Superior Centro Universitário Carioca Desenvolvimento de Aplicações Web Lista de Exercícios Métodos HTTP 1. No tocante ao protocolo de transferência de hipertexto (HTTP), esse protocolo da categoria "solicitação e resposta" possui três métodos

Leia mais

J550. Model View Controller

J550. Model View Controller J550 Model View Controller 1 Design de aplicações JSP Design centrado em páginas Aplicação JSP consiste de seqüência de páginas (com ou sem beans de dados) que contém código ou links para chamar outras

Leia mais

Componentes para Computação Distribuída

Componentes para Computação Distribuída Componentes para Computação Distribuída Conceitos Foi a partir do fenômeno da Internet (WWW), no início dos anos noventa, que a computação distribuída passou a ter relevância definitiva, a ponto de a Internet

Leia mais

Prova Específica Cargo Desenvolvimento

Prova Específica Cargo Desenvolvimento UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ Centro de Educação Aberta e a Distância CEAD/UFPI Rua Olavo Bilac 1148 - Centro CEP 64.280-001 Teresina PI Brasil Fones (86) 3215-4101/ 3221-6227 ; Internet: www.uapi.edu.br

Leia mais

EXPLORE - UMA FERRAMENTA DE SOFTWARE PARA EXPERIMENTAÇÃO PRÁTICA COM TRANSAÇÕES DISTRIBUÍDAS EM SISTEMAS BASEADOS EM COMPONENTES

EXPLORE - UMA FERRAMENTA DE SOFTWARE PARA EXPERIMENTAÇÃO PRÁTICA COM TRANSAÇÕES DISTRIBUÍDAS EM SISTEMAS BASEADOS EM COMPONENTES TRABALHO DE GRADUAÇÃO EXPLORE - UMA FERRAMENTA DE SOFTWARE PARA EXPERIMENTAÇÃO PRÁTICA COM TRANSAÇÕES DISTRIBUÍDAS EM SISTEMAS BASEADOS EM COMPONENTES Aluno: Fábio Ottobeli Machado Orientador: Márcia Pasin

Leia mais

Padrões de Projeto WEB e o MVC

Padrões de Projeto WEB e o MVC Padrões de Projeto WEB e o MVC Padrões de Projeto WEB e o MVC O que são padrões? "Cada padrão descreve um problema que ocorre freqüentemente em seu ambiente, e então descreve o cerne da solução para aquele

Leia mais

Programação WEB Introdução

Programação WEB Introdução Programação WEB Introdução Rafael Vieira Coelho IFRS Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Campus Farroupilha rafael.coelho@farroupilha.ifrs.edu.br Roteiro 1) Conceitos

Leia mais

Aplicativo web para definição do modelo lógico no projeto de banco de dados relacional

Aplicativo web para definição do modelo lógico no projeto de banco de dados relacional Aplicativo web para definição do modelo lógico no projeto de banco de dados relacional Juarez Bachmann Orientador: Alexander Roberto Valdameri Roteiro Introdução Objetivos Fundamentação teórica Desenvolvimento

Leia mais

UNIVERSIDADE. Sistemas Distribuídos

UNIVERSIDADE. Sistemas Distribuídos UNIVERSIDADE Sistemas Distribuídos Ciência da Computação Prof. Jesus José de Oliveira Neto Web Services Web Services Existem diferentes tipos de comunicação em um sistema distribuído: Sockets Invocação

Leia mais

UFG - Instituto de Informática

UFG - Instituto de Informática UFG - Instituto de Informática Especialização em Desenvolvimento de Aplicações Web com Interfaces Ricas EJB 3.0 Prof.: Fabrízzio A A M N Soares professor.fabrizzio@gmail.com Aula 6 EJB Enterprise Java

Leia mais

Padrões de Interação com o Usuário

Padrões de Interação com o Usuário Padrões de Interação com o Usuário Granularidade dos Padrões Padrões estão relacionados a 3 elementos: Contexto ocorre Problema resolve Solução Problemas e Soluções podem ser observados em diferentes níveis

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Faculdades SENAC Análise e Desenvolvimento de Sistemas 28 de abril de 2010 Principais suportes de Java RMI (Remote Method Invocation), da Sun Microsystems DCOM (Distributed Component Object Model), da

Leia mais

Programação Avançada. Padrões de Projeto de Software. Fonte: Oswaldo B. Peres e K19 Treinamentos

Programação Avançada. Padrões de Projeto de Software. Fonte: Oswaldo B. Peres e K19 Treinamentos Programação Avançada Padrões de Projeto de Software 1 Fonte: Oswaldo B. Peres e K19 Treinamentos Introdução Projetar software OO reusável e de boa qualidade é uma tarefa difícil; Para realizar essa tarefa

Leia mais

Laboratório de ENGSOF Estudo de Caso. Prof. André Pereira, MSC, PMP

Laboratório de ENGSOF Estudo de Caso. Prof. André Pereira, MSC, PMP Laboratório de ENGSOF Estudo de Caso Aula de Hoje: Desenvolver um sistema UML inteiro: Aplicação Banco Online. Nosso Estudo de Caso! RSA V7 O que será feito para o projeto? 1) Criando um Projeto UML: 1)

Leia mais

Framework. Marcos Paulo de Souza Brito João Paulo Raittes

Framework. Marcos Paulo de Souza Brito João Paulo Raittes Framework Marcos Paulo de Souza Brito João Paulo Raittes Sobre o seu surgimento A primeira versão do spring foi escrita por Rod Johnson em 2002, quando ele estava Lancando o seu livro Expert One-on-One

Leia mais

Introdução a Servlets

Introdução a Servlets Linguagem de Programação para Web Introdução a Servlets Prof. Mauro Lopes 1-31 21 Objetivos Iniciaremos aqui o estudo sobre o desenvolvimento de sistemas web usando o Java. Apresentaremos nesta aula os

Leia mais

MVC e Camadas - Fragmental Bliki

MVC e Camadas - Fragmental Bliki 1 de 5 20-03-2012 18:32 MVC e Camadas From Fragmental Bliki Conteúdo 1 Introdução 2 Camadas: Separação Entre Componentes 3 MVC: Interação Entre Componentes 4 Conclusão 5 Referências Introdução A Arquitetura

Leia mais

CURSO DESENVOLVEDOR JAVA Edição Intensiva de Férias

CURSO DESENVOLVEDOR JAVA Edição Intensiva de Férias CURSO DESENVOLVEDOR JAVA Edição Intensiva de Férias O curso foi especialmente planejado para os profissionais que desejam trabalhar com desenvolvimento de sistemas seguindo o paradigma Orientado a Objetos

Leia mais

Cadernos UniFOA. Proposta de um Framework para aplicações web. Proposal for a Framework for web applications. 1. Introdução.

Cadernos UniFOA. Proposta de um Framework para aplicações web. Proposal for a Framework for web applications. 1. Introdução. 19 Proposta de um Framework para aplicações web Proposal for a Framework for web applications Francisco de Oliveira Dantas Filho 1 Hevanderson da Silva 1 Angelo Márcio de Paula 2 Artigo Original Original

Leia mais

SCC-0263. Técnicas de Programação para WEB. Rodrigo Fernandes de Mello http://www.icmc.usp.br/~mello mello@icmc.usp.br

SCC-0263. Técnicas de Programação para WEB. Rodrigo Fernandes de Mello http://www.icmc.usp.br/~mello mello@icmc.usp.br SCC-0263 Técnicas de Programação para WEB Rodrigo Fernandes de Mello http://www.icmc.usp.br/~mello mello@icmc.usp.br 1 Cronograma Fundamentos sobre servidores e clientes Linguagens Server e Client side

Leia mais

Este livro é dedicado a minha esposa Edna e a todos os desenvolvedores que fizeram do software livre um meio profissional levado a sério.

Este livro é dedicado a minha esposa Edna e a todos os desenvolvedores que fizeram do software livre um meio profissional levado a sério. EDSON GONÇALVES Este livro é dedicado a minha esposa Edna e a todos os desenvolvedores que fizeram do software livre um meio profissional levado a sério. AGRADECIMENTOS Primeiramente gostaria de agradecer

Leia mais

Escola Superior de Tecnologia de Setúbal. Projecto Final

Escola Superior de Tecnologia de Setúbal. Projecto Final Instituto Politécnico de Setúbal Escola Superior de Tecnologia de Setúbal Departamento de Sistemas e Informática Projecto Final Computação na Internet Ano Lectivo 2002/2003 Portal de Jogos Executado por:

Leia mais

Java II. Sérgio Luiz Ruivace Cerqueira sergioruivace@gmail.com

Java II. Sérgio Luiz Ruivace Cerqueira sergioruivace@gmail.com Java II Sérgio Luiz Ruivace Cerqueira sergioruivace@gmail.com Java Web Arquitetura Aplicações web são basicamente constituídas de: Requisições Respostas Model View Controller (MVC) O que é MVC? Padrão

Leia mais

Java 2 Enterprise Edition Fundamentos básicos de Transações

Java 2 Enterprise Edition Fundamentos básicos de Transações Java 2 Enterprise Edition Fundamentos básicos de Transações Helder da Rocha www.argonavis.com.br 1 Objetivos Apresentar conceitos essenciais sobre transações em aplicações J2EE Este curso não aborda o

Leia mais

CURSO DESENVOLVEDOR JAVA WEB E FLEX Setembro de 2010 à Janeiro de 2011

CURSO DESENVOLVEDOR JAVA WEB E FLEX Setembro de 2010 à Janeiro de 2011 CURSO DESENVOLVEDOR JAVA WEB E FLEX Setembro de 2010 à Janeiro de 2011 O curso foi especialmente planejado para os profissionais que desejam trabalhar com desenvolvimento de sistemas seguindo o paradigma

Leia mais

UFG - Instituto de Informática

UFG - Instituto de Informática UFG - Instituto de Informática Especialização em Desenvolvimento de Aplicações Web com Interfaces Ricas EJB 3.0 Prof.: Fabrízzio A A M N Soares professor.fabrizzio@gmail.com Aula 13 Web Services Web Services

Leia mais

DESENVOLVENDO APLICAÇÃO UTILIZANDO JAVA SERVER FACES

DESENVOLVENDO APLICAÇÃO UTILIZANDO JAVA SERVER FACES DESENVOLVENDO APLICAÇÃO UTILIZANDO JAVA SERVER FACES Alexandre Egleilton Araújo, Jaime Willian Dias Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil araujo.ale01@gmail.com, jaime@unipar.br Resumo.

Leia mais

SISTEMA DE AUXÍLIO À MATRÍCULA DE ALUNOS UTILIZANDO JAVA 2 ENTERPRISE EDITION

SISTEMA DE AUXÍLIO À MATRÍCULA DE ALUNOS UTILIZANDO JAVA 2 ENTERPRISE EDITION UNIVERSIDADE REGIONAL DE BLUMENAU CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS CURSO DE CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO (Bacharelado) SISTEMA DE AUXÍLIO À MATRÍCULA DE ALUNOS UTILIZANDO JAVA 2 ENTERPRISE EDITION TRABALHO

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Sistemas Distribuídos Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Sistemas Distribuídos Basedos na Web Capítulo 12 Agenda Arquitetura Processos Comunicação Nomeação Sincronização Consistência e Replicação Introdução

Leia mais

CURSO DESENVOLVEDOR JAVA Edição 2009

CURSO DESENVOLVEDOR JAVA Edição 2009 CURSO DESENVOLVEDOR JAVA Edição 2009 O curso foi especialmente planejado para os profissionais que desejam trabalhar com desenvolvimento de sistemas seguindo o paradigma Orientado a Objetos e com o uso

Leia mais

ARQUITETURA DO SISTEMA ERP PEGASUS

ARQUITETURA DO SISTEMA ERP PEGASUS ARQUITETURA DO SISTEMA ERP PEGASUS Elaborado por: Bruno Duarte Nogueira Arquiteto de Software Data: 05/03/2012 1 Sumário 1. Introdução... 3 2. Tecnologias... 3 2.1. Web Tier... 3 2.1.1. Facelets 1.1.14...

Leia mais

MÓDULO. Linguagem de Programação para Web 2

MÓDULO. Linguagem de Programação para Web 2 MÓDULO Linguagem de Programação para Web 2 Distribuição das Disciplinas de Programação para Web LPW 1: MVC Servlets JSP LPW2: Visão geral do JEE, JSF MVC, Facelets, PrimeFaces,... Padrões de projeto relacionadas

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. Informatização de farmácias publicas utilizando software livre.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. Informatização de farmácias publicas utilizando software livre. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Informatização de farmácias publicas utilizando software livre. MURILO NUNES ELIAS FLORIANÓPOLIS SC 2007/2 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE

Leia mais

Sistemas Distribuídos e Tolerância a Falhas Mestrado em Engenharia Informática 1ª ano / 2ª semestre

Sistemas Distribuídos e Tolerância a Falhas Mestrado em Engenharia Informática 1ª ano / 2ª semestre Sistemas Distribuídos e Tolerância a Falhas Mestrado em Engenharia Informática 1ª ano / 2ª semestre Prática: 1 - A plataforma JEE (Java Enterprise Edition) UBI, DI, Paula Prata SDTF T01 1 Arquitectura

Leia mais

Prof. Fellipe Araújo Aleixo fellipe.aleixo@ifrn.edu.br

Prof. Fellipe Araújo Aleixo fellipe.aleixo@ifrn.edu.br Prof. Fellipe Araújo Aleixo fellipe.aleixo@ifrn.edu.br A arquitetura Enterprise JavaBeans é uma arquitetura de componentes para o desenvolvimento e a implantação de aplicativos de negócio distribuídos

Leia mais

ARQUITETURA DE SISTEMAS. Cleviton Monteiro (cleviton@gmail.com)

ARQUITETURA DE SISTEMAS. Cleviton Monteiro (cleviton@gmail.com) ARQUITETURA DE SISTEMAS Cleviton Monteiro (cleviton@gmail.com) Roteiro Definição Documento de arquitetura Modelos de representação da arquitetura Estilos arquiteturais Arquitetura de sistemas web Arquitetura

Leia mais

Padrões de Projeto em Aplicações Web Desenvolvendo projetos web consistentes baseados em reuso de soluções

Padrões de Projeto em Aplicações Web Desenvolvendo projetos web consistentes baseados em reuso de soluções 1/ Padrões de Projeto em Aplicações Web Desenvolvendo projetos web consistentes baseados em reuso de soluções Adote as melhores práticas de reuso de soluções com a abordagem de Padrões de Projeto (Design

Leia mais

3 Um Framework Orientado a Aspectos para Monitoramento e Análise de Processos de Negócio

3 Um Framework Orientado a Aspectos para Monitoramento e Análise de Processos de Negócio 32 3 Um Framework Orientado a Aspectos para Monitoramento e Análise de Processos de Negócio Este capítulo apresenta o framework orientado a aspectos para monitoramento e análise de processos de negócio

Leia mais

1.264 Aula 15. Ambientes de desenvolvimento da rede: Java Script Java Applets Java Servlets Páginas ativas de servidor

1.264 Aula 15. Ambientes de desenvolvimento da rede: Java Script Java Applets Java Servlets Páginas ativas de servidor 1.264 Aula 15 Ambientes de desenvolvimento da rede: Java Script Java Applets Java Servlets Páginas ativas de servidor Ambientes de Desenvolvimento XML e WSDL são documentos SOAP é uma extensão http UDDI

Leia mais

Eduardo Bezerra. Editora Campus/Elsevier

Eduardo Bezerra. Editora Campus/Elsevier Princípios de Análise e Projeto de Sistemas com UML 2ª edição Eduardo Bezerra Editora Campus/Elsevier Capítulo 11 Arquitetura do sistema Nada que é visto, é visto de uma vez e por completo. --EUCLIDES

Leia mais

Geração e execução de scripts de teste em aplicações web a partir de casos de uso direcionados por comportamento 64

Geração e execução de scripts de teste em aplicações web a partir de casos de uso direcionados por comportamento 64 direcionados por comportamento 64 5 Estudo de caso Neste capítulo serão apresentadas as aplicações web utilizadas na aplicação da abordagem proposta, bem como a tecnologia em que foram desenvolvidas, o

Leia mais

Trabalho de Sistemas Distribuídos

Trabalho de Sistemas Distribuídos Cássio de Olivera Ferraz Trabalho de Sistemas Distribuídos Petrópolis 2015, v-1.0 Cássio de Olivera Ferraz Trabalho de Sistemas Distribuídos Trabalho sobre sistemas distribuídos e suas tecnologias. Universidade

Leia mais

Como criar um EJB. Criando um projeto EJB com um cliente WEB no Eclipse

Como criar um EJB. Criando um projeto EJB com um cliente WEB no Eclipse Como criar um EJB Criando um projeto EJB com um cliente WEB no Eclipse Gabriel Novais Amorim Abril/2014 Este tutorial apresenta o passo a passo para se criar um projeto EJB no Eclipse com um cliente web

Leia mais

Curso - Padrões de Projeto Módulo 5: Model-View- Controller

Curso - Padrões de Projeto Módulo 5: Model-View- Controller Curso - Padrões de Projeto Módulo 5: Model-View- Controller Vítor E. Silva Souza vitorsouza@gmail.com http://www.javablogs.com.br/page/engenho http://esjug.dev.java.net Sobre o Instrutor Formação: Java:

Leia mais

Projuris Enterprise Visão Geral da Arquitetura do Sistema

Projuris Enterprise Visão Geral da Arquitetura do Sistema Projuris Enterprise Visão Geral da Arquitetura do Sistema Março/2015 Página 1 de 17 Projuris Enterprise Projuris Enterprise é um sistema 100% Web, com foco na gestão de contencioso por empresas ou firmas

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSOS

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSOS 1 de 6 PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSOS BURITREINAMENTOS MANAUS-AM MARÇO / 2015 2 de 6 PACOTES DE TREINAMENTOS BURITECH A Buritech desenvolveu um grupo de pacotes de treinamentos, aqui chamados de BuriPacks,

Leia mais

Cliente/Servidor. Conceitos Gerais. Graça Bressan. Graça Bressan/LARC 2000 1

Cliente/Servidor. Conceitos Gerais. Graça Bressan. Graça Bressan/LARC 2000 1 Cliente/Servidor Conceitos Gerais Graça Bressan Graça Bressan/LARC 2000 1 Forças de marketing que conduzem à arquitetura cliente/servidor "Cliente/Servidor é um movimento irresistível que está reformulando

Leia mais

Implementar servidores de Web/FTP e DFS. Disciplina: Serviços de Redes Microsoft Professor: Fernando Santorsula fernando.santorsula@esamc.

Implementar servidores de Web/FTP e DFS. Disciplina: Serviços de Redes Microsoft Professor: Fernando Santorsula fernando.santorsula@esamc. Implementar servidores de Web/FTP e DFS Disciplina: Serviços de Redes Microsoft Professor: Fernando Santorsula fernando.santorsula@esamc.br Conteúdo programático Introdução ao protocolo HTTP Serviço web

Leia mais

HIBERNATE EM APLICAÇÃO JAVA WEB

HIBERNATE EM APLICAÇÃO JAVA WEB HIBERNATE EM APLICAÇÃO JAVA WEB Raul Victtor Barbosa Claudino¹, Ricardo Ribeiro Rufino¹ ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil victtor.claudino@gmail.com, ricardo@unipar.br Resumo: Este

Leia mais

Arquitetura de Software e Atributos de Qualidade

Arquitetura de Software e Atributos de Qualidade Arquitetura de Software e Atributos de Qualidade Jair C Leite Requisitos e atributos de qualidade Requisitos Características, atributos, propriedades e restrições associadas ao software. Requisitos funcionais

Leia mais

Padrões de Projeto. Prof. Jefersson Alex dos Santos (jefersson@dcc.ufmg.br) http://www.dcc.ufmg.br/~jefersson

Padrões de Projeto. Prof. Jefersson Alex dos Santos (jefersson@dcc.ufmg.br) http://www.dcc.ufmg.br/~jefersson Padrões de Projeto Prof. Jefersson Alex dos Santos (jefersson@dcc.ufmg.br) http://www.dcc.ufmg.br/~jefersson Apresentação Conceitos Definição Ponto de vista prático História Padrões de Projeto Conhecidos

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CURSO DE GRADUAÇÃO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Contribuições do MDA para o desenvolvimento de software

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CURSO DE GRADUAÇÃO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Contribuições do MDA para o desenvolvimento de software UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CURSO DE GRADUAÇÃO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Contribuições do MDA para o desenvolvimento de software Anna Carla Mohr Verner Helder Eugenio dos Santos Puia Florianópolis,

Leia mais