Módulo 2. 2ª. Ferramenta: Diagrama Ishikawa (Espinha de Peixe) 3ª. Ferramenta: Folha de Verificação Exercícios

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1 Módulo 2 2ª. Ferramenta: Diagrama Ishikawa (Espinha de Peixe) 3ª. Ferramenta: Folha de Verificação Exercícios

2 2ª. Ferramenta: Diagrama de Ishikawa Finalidade: Explorar e indicar todas as causas possíveis de uma condição ou um problema específico. O Diagrama de Ishikawa é um método utilizado para localizar a causa original ou raiz de um problema. O Diagrama de Ishikawa foi desenvolvido para representar a relação entre o efeito" e todas as possibilidades de causa que podem contribuir para esse efeito. Também conhecido como Diagrama de Causa e Efeito ou Espinha de Peixe, foi desenvolvido por Kaoru Ishikawa, da Universidade de Tóquio, em 1943, onde foi utilizado para explicar para o grupo de engenheiros da Kawasaki Steel Works como vários fatores podem ser ordenados e relacionados. Porém, somente em 1962, J. M. Juran no QC Handbook "batizou" este diagrama como sendo Diagrama de Ishikawa. Ishikawa observou que embora nem todos os problemas pudessem ser resolvidos por essas ferramentas, ao menos 95% poderiam ser, e que qualquer trabalhador fabril poderia efetivamente utilizá-las. Embora algumas dessas ferramentas já fossem conhecidas havia algum tempo, Ishikawa as organizou especificamente para aperfeiçoar o Controle de Qualidade Industrial nos anos 60. Talvez o alcance maior dessas ferramentas tenha sido a instrução dos Círculos de Controle de Qualidade (CCQ). Seu sucesso surpreendeu a todos, especialmente quando foram exportados do Japão para o ocidente. Esse aspecto essencial do Gerenciamento da Qualidade foi responsável por muitos dos acréscimos na qualidade dos produtos japoneses, e posteriormente muitos dos produtos e serviços de classe mundial. Este sistema permite estruturar hierarquicamente as causas de determinado problema ou oportunidade de melhoria, bem como seus efeitos sobre a qualidade dos produtos. Permite também estruturar qualquer sistema que necessite de resposta gráfica e sintética, por que melhora a visualização. O Diagrama de Ishikawa pode também ser utilizado na verificação e validação de software ou outro produto ou serviço.

3 Estrutura do Diagrama de Ishikawa Causas Meio ambiente Método Material Mão de Obra Efeito Causas Management Medição Matéria Prima Máquina Os diagramas de causa e efeito são elaborados para ilustrar claramente as diversas causas ou fatores que afetam um problema, separando-as em grupos por tipo de causa. Para cada efeito, provavelmente haverá diversas categorias principais de causas, por exemplo, as causas principais da variação do processo são normalmente divididas nos 8M s: Material, Máquina, Mão-de-obra, Método, Meio Ambiente, Management (gerenciamento), Matéria Prima e Medição.

4 Razões e Benefícios para o Uso do Diagrama de Ishikawa Razões para utilizarmos o Diagrama de Ishikawa Para identificar as informações a respeito das causas de um problema Para organizar e documentar as causas potenciais de um efeito ou de uma característica da qualidade Para indicar o relacionamento de cada causa e subcausa as demais, e, ao efeito ou característica da qualidade Reduzir a tendência de deixar de procurar a causa verdadeira, ou parar cedo demais, devido a complexidade do conjunto de informações Benefícios do Diagrama de Ishikawa Ajuda o aperfeiçoamento do processo Documenta de forma visual as causas potenciais, que podem ser revistas e atualizadas com facilidade posteriormente Provê urna estrutura para o brainstorming Ajuda no envolvimento de todos

5 Tipos de Diagramas de Ishikawa As possíveis causas de dispersão nas características da qualidade são mostradas nos diagramas, de forma que todos os relacionamentos são claramente visualizados. Assim, existem várias formas de se fazer um diagrama, modificando sua organização e arranjo em função dos objetivos a serem atingidos. Existem três tipos principais de diagramas: 1. Análise de Dispersão 2. Classificação do Processo Produtivo 3. Enumeração de Causas Estes 3 tipos são comumente usados como pontos de partida, mas são somente sugestões. Você poderá utilizar outros tipos que venham em mente ou que surjam em discussões, na medida em que você ou seu grupo decida.

6 Análise de Dispersão - Diagrama Ishikawa Exemplo de Diagrama de Espinha de Peixe Análise de Dispersão Estrutura Qualidade do material Válvula Fonte Qualidade Encanada Quantidade Polimento Quantidade Cozimento Preparação Pressurização Área

7 Classificação do Processo Usando o Diagrama Ishikawa Exemplo de Diagrama de Espinha de Peixe Classificação do Processo Tipo de Compra Água Tipo Mét. medida Varejo Quantidade Especial Classe Tratamento Químico Encanada Potência de Calor Calor Quantidade de ar Importado Nacional Volume de Água Tempo Material Válvula Local de Produção Método de Lavagem Estrutura Ajuste de Temperatura

8 Enumeração da Causas - Diagrama Ishikawa Exemplo de Diagrama de Espinha de Peixe Enumeração de causas Medida Quantidade de Água Método de Medida Método de lavagem Alumínio Material Cerâmica Volume Aço Inox % de sal Curto Fonte Tipo de Água Longo Carvão Gás Tempo Combustível Álcool Tipo Polido Não polido Forte Chama Fraca Grande Forma dos Grãos Presente Pequeno Vendedor Manual Ajuste de calor Automática Automático Tempo Manual

9 Não Conformidade - Preparação do Diagrama Ishikawa Como preparar um Diagrama de Ishikawa para identificar causa de um problema ou NC: Entre as não conformidades identificadas decidir para qual deve ser realizada uma ação corretiva Desenhar um diagrama de Ishikawa, com o efeito anotado à direita (problema, não conformidade etc) Indicar nas espinhas do diagrama as categoria tradicionais de causas principais ou quaisquer outras consideradas úteis na organização das causas Debater com um grupo de envolvidos no problema ou na não conformidade ( brainstorming ) sobre as possíveis causas e alocá-las nas categorias principais apropriadas. Para cada causa, perguntar Por que isto acontece? E Colocar as respostas nas ramificações da causa. Usar o mínimo de palavras possíveis.

10 Qualidade Preparação do Diagrama Ishikawa Como preparar um Diagrama de Ishikawa, na avaliação da qualidade de um produto: 1. Determine as características da qualidade do produto em questão 2. Escolha a característica da qualidade a ser analisada, melhorada ou controlada, e escreva-a em um retângulo, no lado direto do papel; trace a espinha dorsal e trace as espinhas maiores onde, dentro de retângulos são colocadas as causas primárias que afetam ou podem afetar a característica da qualidade escolhida 3. Escreva as causas secundárias (espinhas médias) que afetam ou podem afetar as espinhas maiores e escreva as causas terciárias (espinhas pequenas) que afetam ou podem afetar as espinhas médias 4. Estipule uma importância para cada fator e assinale os fatores que devem ter um efeito mais significativo na característica da qualidade escolhida, costuma-se usar uma elipse ao redor da causa para identificá-la como mais significativa 5. Registre as informações adicionais que considerar necessárias

11 Utilização do Diagrama Ishikawa Importante: Quanto maior o número de causas colocadas em quadros, mais elevado o nível de conhecimento do grupo que estará discutindo o Diagrama. Lembre-se: O Diagrama de causa e efeito pode ser aplicado para solução de qualquer problema, não somente um problema de qualidade. Ele é um guia para ações concretas e quanto mais uso se fizer dele, mais eficiente ele se torna. De analisar as espinhas maiores e considerar a variação que cada uma delas pode trazer à característica da qualidade. Se os dados demonstrarem a existência de variação deve-se indagar a razão pela qual ela existe. Durante a discussão para montagem do diagrama: 1. Certifique-se de que todos concordam com o enunciado do problema; 2. Tente não ultrapassar a área de controle do grupo para minimizar a frustração e 3. Se as idéias estiverem fluindo muito devagar, use as categorias principais como ponto de partida, por exemplo, pergunte: O QUE ME DIZEM do método estar causando?

12 Importância da Utilização do Diagrama Ishikawa Ao prepará-lo, as pessoas se tornam cientes de todos os fatores envolvidos, organizam as idéias e os fatos Ele serve como orientação visual para discussão, não se perde informação Permite buscar e registrar as causas organizada e ativamente. Sua documentação serve como ponto de partida para ações posteriores, pois ajuda a identificar as causas que aparecem freqüentemente Orienta a coleta de dados para determinar as freqüências relativas das diferentes causas e Serve como medida do nível de conhecimento dos profissionais Ajuda no treinamento de novos profissionais na função CAUSAS EFEITO Método Mão de Obra Qualidade Material Máquina

13 Diagrama Ishikawa - Exercício Imagine que você está tentando monitorar falhas de seu próprio comportamento e determinou que seu principal problema é falar demais em momentos impróprios. Elabore um Diagrama de Causa e Efeito para este problema Identifique as causas do problema Use sua criatividade para determinar possíveis motivos para este comportamento impróprio. No próximo slide apontamos uma possível resposta.

14 Exercício Diagrama Ishikawa Possível Resposta Necessidade de chamar a atenção Baixa auto estima Vontade de contar histórias e divertir os outros Falar demais Vontade de Ensinar Necessidade de ser aceito pelo grupo

15 3ª. Ferramenta - Folha de Verificação Finalidade: Facilitar a Coleta e Análise de dados. As folhas de verificação são tabelas ou planilhas simples, usadas para facilitar a coleta e análise de dados. O uso das folhas de verificação economiza tempo, eliminando o trabalho de se desenhar figuras ou escrever números repetitivos. São formulários planejados, nos quais os dados coletados são preenchidos de forma fácil e concisa. Registram os dados dos itens a serem verificados, permitindo uma rápida percepção da realidade e uma imediata interpretação da situação, ajudando a diminuir erros e confusões. Dica: O tempo da coleta não pode ser muito extenso. Deve-se definir um tempo mínimo e um tempo máximo!

16 Folha de Verificação Quando usar? As folhas de verificação são ferramentas que questionam o processo e são relevantes para alcançar a qualidade. São usadas para: Dispor os dados de uma forma organizada, facilitando a utilização. Verificar a distribuição do processo: coleta de dados de amostra da produção ou de processos administrativos. Verificar itens defeituosos ou não conformidades: saber o tipo de defeito e sua porcentagem Verificar a localização do defeito ou da não conformidade: mostrar o local e a forma de ocorrência. Verificar as causas dos defeitos ou das não conformidade. Fazer comparação de uma amostra real com os limites de especificação. Investigar aspectos do defeito. Obter dados de amostras específicas. Determinar o turno, dia, hora, mês e ano, período em que ocorre o problema. Fornecer dados para várias ferramentas, tais como: diagrama de Pareto, diagrama de dispersão, diagrama de controle, histograma, etc.

17 Pré Requisitos para Construção da Folha de Verificação Identificar claramente o objetivo da coleta de dados: quais são os dados a serem coletados e porque. Decidir como coletar os dados: Como serão coletados os dados? Quem irá coletar os dados? Quando serão coletados os dados? Qual método será utilizado para coleta dos dados? Estipular a quantidade de dados que serão coletados: tamanho da amostra. Coletar os dados dentro de um tempo específico: decidir o tipo de folha de verificação a ser usada, decidir qual o formato dos dados, serão números, valores ou símbolos? Fazer um modelo da folha de verificação.

18 Como Deve Ser Feita a Folha de Verificação RESUMINDO Elaborar uma folha de verificação estruturada, adequada para análise posterior e que permita um fácil preenchimento. Definir a quantidade e o tamanho da amostra dos dados. Definir onde será feita a coleta dos dados. Determinar a freqüência com que serão coletados os dados (diária, semanal, ou mensalmente). Escolher quem deverá coletar os dados. Através da folha de verificação realizar a coleta dentro do planejado.

19 Folha de Verificação Relação com Outras Ferramentas Relaciona-se com a maioria das ferramentas, porque é uma etapa básica, é por meio dela que levantamos informações para utilização em outras ferramentas, principalmente para determinar a causa, onde e quando ocorre o problema. Relaciona-se com o brainstorming, Diagrama de Ishikawa, Diagrama de Pareto, Histograma e Diagrama de Dispersão, como formulário para coleta de dados.

20 Exemplo de Folha de Verificação Folha de verificação Nº 023 Freqüência Dimensão Produto: IA 041 Especificação: 1,7cm 2,7cm Nº Total: 184 Nº Lote: Data: 27/07/2006 Fábrica: Capital 01 Inspetor: Luis Antônio Obs: 1 / 1,5 2 // 1,6 6 ///// / Especificação 1,7 13 ///// ///// /// 1,8 10 ///// ///// 1,9 16 ///// ///// ///// / 2,0 19 ///// ///// ///// //// 2,1 17 ///// ///// ///// // 2,2 12 ///// ///// // 2,3 16 ///// ///// ///// / 2,4 20 ///// ///// ///// ///// 2,5 17 ///// ///// ///// // 2,6 13 ///// ///// /// Especificação 2,7 8 ///// /// 2,8 5 ///// 2,9 6 ///// / 3,0 2 // 3,1 1 / 3,2

21 3ª. Ferramenta - Folha de Verificação Como mostrado no slide anterior, a folha de verificação poderá ser utilizada para separar os dados a medida em que eles são coletados e compará-los com os limites de especificação. É um processo mais fácil do que relacionar os dados separadamente e depois fazer uma tabela. Quando a folha de verificação estiver completa deve-se examinar os seguintes pontos: A) A distribuição assume a forma de um sino, isto é, com um só pico e nítido, ou existem dois picos? Os valores apresentam tendência para um lado ou para outro e tem valores isolados? B) Verifique a relação existente entre a distribuição real e os limites da especificação. A largura da distribuição é maior que a da especificação? Descubra a porcentagem que está fora de especificação e tome medidas para diminuição do número de peças, produtos ou serviços defeituosos. σ Se a forma da curva não estiver com o formato de uma curva normal a causa deve ser encontrada e corrigida.

22 Tipos de Folha de Verificação FOLHA DE VERIFICAÇÃO PARA DISTRIBUIÇÃO DO PROCESSO DE PRODUÇÃO: Esse tipo de folha de verificação é usado quando se quer coletar dados de amostras de produção. Coleta-se os dados, calcula-se a média e constrói-se uma tabela de distribuição de freqüência, isto é, um histograma para analisar a distribuição do processo de produção. À medida em que os dados são coletados eles já são comparados com as especificações. Os dados coletados para este tipo de folha de verificação não podem ou não devem ser interrompidos, porque queremos conhecer a variação nas dimensões de um certo tipo de peça, por exemplo, a espessura da peça após o biscoito ser prensado no processo de fabricação de cerâmica. FOLHA DE VERIFICAÇÃO DE ITENS DEFEITUOSOS: Este tipo de folha de verificação é usado quando queremos saber os tipos mais freqüentes de defeitos e as causas desses defeitos. Exemplo: Numa peça de azulejo, podemos identificar os tipos e as causas de defeitos após o produto estar acabado.

23 Tipos de Folha de Verificação FOLHA DE VERIFICAÇÃO PARA LOCALIZAÇÃO DE DEFEITO: É usada para localizar defeitos externos, tais como: mancha, sujeira, risco, pinta, e outros. Geralmente esse tipo de lista de verificação tem um desenho do item a ser verificado, no qual é assinalado o local e a forma de ocorrência dos defeitos. Por exemplo: Bolha estourada na superfície do vidrado, nas peças de cerâmica. Esta folha nos mostra o local onde mais aparece a bolha estourada. Esse tipo de folha de verificação é uma importante ferramenta para a análise do processo, pois nos conduz para onde e como ocorre o defeito. FOLHA DE VERIFICAÇÃO DE CAUSAS DE DEFEITOS: Este tipo de folha de verificação é geralmente usado para investigar as causas dos defeitos, sendo que os dados relativos à causa e os dados relativos aos defeitos são colocados de tal forma que torna-se clara a relação entre as causas e os efeitos. Posteriormente os dados são analisados através da estratificação de causas ou do diagrama de dispersão.

24 Exemplo de Folha de Verificação ERRO DE DIGITAÇÃO JAN. FEV. MAR. ABR. TOTAL Ortografia l ll l l 5 Pontuação lll llll ll llll 13 Números errados l l 2 Manchas l l l l 4 Parágrafos ll lll lllll ll 12 Alinhamento llll llllll llll llllll 20 TOTAL Que eventos estão ocorrendo? Por exemplo, tipo de defeito: Ortografia, Pontuação, Manchas, Parágrafos, Números errados e Alinhamento. Quando ou quantas vezes ocorrem os eventos? Por exemplo, freqüência dos defeitos: ortografia: 5; Pontuação:13; Manchas: 4; Parágrafos:12; Números Errados: 2; Alinhamento: 20. Onde estão ocorrendo os eventos? Por exemplo, localização do defeito: No local onde foram colhidas as informações.

25 Exemplo de Folha de Verificação Analise: Os eventos em questão estão ocorrendo junto com outras mudanças ou eventos? (Ex.: outros fatores de influência). Alterações de profissional, equipamento etc. Depois pergunte: Esqueci de alguma coisa? Então faça uma reflexão. Em resumo, lembre-se da finalidade da coleta de dados e tente elaborar uma lista de verificação apropriada e de fácil utilização, para atender as suas necessidades.

26 Folha de Verificação - Exercício Para praticar a elaboração de uma folha de verificação, vamos escolher um processo simples e rotineiro: a realização de compras em um mercado; Pensando neste processo, elabore uma folha de verificação para acompanhar as não conformidades que podem ocorrer; Determine possíveis falhas que comprometeriam o processo de compra, o orçamento do comprador, ou qualquer outra ação que seria indesejável para o bom resultado do processo de compra; Estabeleça a freqüência de ocorrência de cada falha ao longo do tempo; use espaços de tempo semanais; No próximo slide, é apresentada uma possível resposta.

27 Exercício Folha de Verificação - Resposta Fazer compras no mercado Falhas 1º sem 2º sem 3º sem 4º sem 5º sem 6º sem 7º sem total Faltou a sacola 1 1 A lista de necessidades não foi feita Foram comprados muitos doces Os produtos congelados não couberam na geladeira Foi gasto mais que o recurso disponível

28 Fim do módulo 2 Fim

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