Manual de Logística para Fornecedores Nacionais

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Manual de Logística para Fornecedores Nacionais"

Transcrição

1 Manual de Logística para Fornecedores Nacionais Versão 1.2 Manual de Logística para Fornecedores Nacionais Requerimentos Logísticos do Grupo Bosch

2 Conteúdo Conteúdo...2 Prefácio Informações logísticas Comunicação entre o fornecedor e a BOSCH Contatos Disponibilidade Troca de informações eletrônicas EDI Convencional (STM 400) BeSIS (Bosch eletronic Supplier Interchange System) ASN (Aviso de Embarque) Processamento das ordens Execução de ordens de compra/chamadas Acompanhamento das ordens Envio de pedidos e previsões de consumo Gerenciamento da introdução de itens novos ou em processo de descontinuação Controle da performance logística Forma de Cálculo Nota Ponderada Embalagem Especificação de embalagem Embalagens retornáveis Embalagens descartáveis Gerenciamento de embalagens vazias Aquisição Gerenciamento das embalagens vazias Fornecimento Armazenagem, reparação e compras de reposição Limpeza Expedição Procedimentos de envio Transportadoras Responsabilidade pelo frete Fretes especiais Otimização das remessas Volumes Especificações de remessa...16 Robert Bosch Ltda, RBLA/LEI Página 2(36)

3 3.3 Identificação dos volumes Métodos de identificação Formato e fixação das etiquetas Aviso de liberação para coleta Documentos de transporte Notas Fiscais Conhecimento de transporte Rejeição de peças Avaliações de performance logística Avaliação de desempenho do fornecedor (LEB) Logística...19 Visão...20 Abreviações...21 Anexos...22 Anexo 1 Padrões de embalagem da BOSCH...22 A. Paletes de Madeira ou Similar...23 B. Caixa de Papelão Descartável (Tipo Exportação)...24 C. Container / Berço de Plástico Retornável...24 Grupos de Produtos...25 A - Matérias-Primas Metálicas:...25 B - Matérias-Primas Plásticas e Granulados em Geral...26 C - Matérias-Primas Líquidas e a Granel...27 D - Exemplos de Fornecimentos Proibidos e Corretos...28 E Formulário de Embalagem...30 F Embalagens (Especificações)...31 Anexo 2 - Padrões de Etiqueta da Bosch...31 Anexo 3: Formulário de avaliação de desempenho do fornecedor (LEB): Resultado Logístico (LR)...34 Anexo 4: Modelo de Carta de Informação do IFE...35 Anexo 5: Fluxo para Aprovação de Embalagem...36 Robert Bosch Ltda, RBLA/LEI Página 3(36)

4 Prefácio Gostaríamos de apresentar neste manual de logística para fornecedores nacionais, os principais pilares sobre os quais estaremos construindo o futuro da logística da Robert Bosch Ltda. e o relacionamento com seus fornecedores. A competição, tanto no mercado doméstico quanto internacional, tem se intensificado nos últimos anos. O reflexo dessa realidade tem sido claramente refletida na demanda de nossos clientes, com impactos diretos nas atividades logísticas, principalmente no que se refere à qualidade e flexibilidade. A qualidade da logística tem se tornado cada vez mais importante na competitividade de nossos negócios e um fator crescentemente decisivo no sucesso de nossas estratégias. A Robert Bosch Ltda. entende que os altos níveis de qualidade, tanto de seus produtos quanto de seus serviços, só pode ser obtido em conjunto com fornecedores que trabalhem com o mesmo foco, ou seja, orientados a seus clientes. Este manual tem como objetivo aprimorar o relacionamento da Robert Bosch Ltda. com seus fornecedores, minimizando o risco de perdas em virtude de não-conformidades. O objetivo final é estabelecer uma relação cada vez mais clara e transparente com foco na competitividade de nossos negócios. O presente manual foi elaborado para servir como referência a todas as unidades de negócio e plantas da RBLA - Robert Bosch América Latina Ltda. e suas afiliadas, assumindo os processos padrões e preferenciais como referência. Esses processos podem ser suplantados por padrões específicos de cada planta em função de especificidades não tratadas neste manual. Adicionalmente gostaríamos de ressaltar que os padrões e processos abordados neste manual se aplicam às empresas que forneçam para as unidades da RBLA. Fornecedores nacionais com contratos de fornecimento para outras plantas Bosch que não as localizadas na América do Sul, estão sujeitas às especificidades locais, tratados nos manuais regionais. Robert Bosch Ltda, RBLA/LEI Página 4(36)

5 1 Informações logísticas A comunicação efetiva entre a BOSCH e seus fornecedores é a base para uma colaboração eficiente e funcional. As pré-condições para isto são: - Pronta notificação de alterações de qualquer natureza com impacto em processos com fornecedores (acordos, processos, etc.). - Conformidade e monitoramento dos acordos feitos. 1.1 Comunicação entre o fornecedor e a BOSCH Contatos Os fornecedores devem fornecer o contato da pessoa responsável pelo suporte em assuntos relacionados à logística (nome do contato, substituto, endereço eletrônico, telefone e fax). A pessoa de contato deve ter experiência e conhecimentos nos diversos assuntos sob sua responsabilidade Disponibilidade A principal pessoa de contato designada pelo fornecedor (ou seu substituto) deve estar disponível para contato nos dias úteis das 8:00 às 17:00 h. (horário local do fornecedor). Fora desses horários (e durante períodos de recesso), pessoas qualificadas devem estar acessíveis para lidar com eventuais emergências. 1.2 Troca de informações eletrônicas Com o objetivo de agilizar a troca de informações comerciais, a Robert Bosch Ltda promove e desenvolve a comunicação eletrônica com os seus fornecedores, com o objetivo de evitar perda de tempo e reduzir custos com a emissão e manuseio de documentos, aumentando assim a confiabilidade, rapidez e transparência na troca de informações. A troca eletrônica de informações (EDI / BeSIS) é fundamental em todas as interfaces entre BOSCH e seus fornecedores. Os fornecedores utilizarão o meio eletrônico para receber e transmitir informações (como planejamentos, chamadas de entrega e avisos de embarque) da/e para a BOSCH. Os fornecedores que não dispõem de um link estabelecido com a BOSCH (EDI / BeSIS), deverão estabelecê-lo baseado em um procedimento e calendário acordado entre as partes. A seguir estaremos detalhando os dois sistemas utilizados pela BOSCH para envio e recebimento eletrônico de informações: EDI convencional (STM400) e o BeSIS (Bosch Eletronic Supplier Interchange System). Robert Bosch Ltda, RBLA/LEI Página 5(36)

6 1.2.1 EDI Convencional (STM 400) Para o envio de informações (programas de remessas, pedidos fechados, etc.) via EDI convencional (STM400), a BOSCH utiliza o padrão RND da Anfavea. A versão do layout a ser utilizado pelo fornecedor para o recebimento destas informações deverá ser solicitada à área de Tecnologia de Informática da BOSCH. O fornecedor deverá solicitar também à área de Tecnologia de Informática da BOSCH, que providencie o seu cadastro dentro do diretório de fornecedores BOSCH (DATA CENTER) para que a comunicação eletrônica possa ser estabelecida BeSIS (Bosch eletronic Supplier Interchange System) O sistema BeSIS é um sistema de troca de informações, baseado na internet, que foi desenvolvido pela BOSCH como uma alternativa ao uso do EDI convencional (STM400). Para poder acessar o BeSIS, o fornecedor terá que ser previamente cadastrado, onde receberá um código de Usuário e uma Senha, e receber as orientações necessárias para que possa utilizar ao máximo todos os recursos disponíveis. A responsabilidade em cadastrar o fornecedor e orientá-lo quanto à utilização do sistema, é do coordenador do sistema BeSIS de cada fábrica BOSCH. O contato inicial entre o fornecedor e a BOSCH, para tratar de assuntos relacionados ao BeSIS, deverá ser feito exclusivamente através do Posteriormente, o contato do coordenador do sistema BeSIS de cada fábrica BOSCH, será informado ao fornecedor através desse . Estando cadastrado, o fornecedor poderá acessar o site do BeSIS através do link: https://www2.bosch.com.br/besis/ A figura a seguir ilustra a tela de entrada do BeSIS onde deverá ser informado o Login e a Senha do usuário: Robert Bosch Ltda, RBLA/LEI Página 6(36)

7 Após informado o código de Usuário e a respectiva Senha, o usuário deve clicar sobre o ícone Prosseguir para que possa ter acesso à tela principal do sistema onde estão disponíveis os 5 módulos de informações que compõem o sistema BeSIS. A figura a seguir ilustra a tela principal do BeSIS: No módulo Programa de Remessa, o fornecedor poderá consultar toda a programação de entrega (que é atualizada diariamente no BeSIS) a ser realizada em cada fábrica BOSCH com a opção de poder realizar, manualmente, o download do arquivo da programação de entrega BOSCH, que está no formato RND. No módulo Aviso de Embarque, o fornecedor poderá: consultar o status (em trânsito ou recebido) dos Avisos de Embarques (ASN) enviados para a BOSCH; realizar o Upload do Aviso de Embarque para a BOSCH; criar um Aviso de Embarque através de processo manual. No módulo Informações Financeiras, o fornecedor poderá consultar o status (em aberto ou compensadas) das duplicatas faturadas para a BOSCH, além de poder simular/confirmar a antecipação no pagamento de uma duplicata qualquer. No módulo Preferências o fornecedor poderá visualizar o perfil do seu usuário cadastrado no BeSIS, assim como poderá alterar a qualquer momento as informações relativas a: de contato, telefone comercial, senha e idioma a ser utilizado no sistema. No módulo Informações o fornecedor terá acesso a informações adicionais sobre o sistema, além do manual de utilização ASN (Aviso de Embarque) Com o objetivo de receber informações antecipadas sobre os itens que estão sendo faturados e enviados a BOSCH, e corrigir alguma inconsistência encontrada comparando-se os dados informados na nota fiscal de fatura e os dados que estão cadastrados no sistema SAP da BOSCH, os Robert Bosch Ltda, RBLA/LEI Página 7(36)

8 fornecedores devem transmitir eletronicamente os avisos de embarques (ASN) para as fábricas BOSCH de destino da mercadoria faturada. O arquivo eletrônico relativo ao Aviso de Embarque deve ser desenvolvido pelo fornecedor respeitando-se o layout disponibilizado pela BOSCH, através do coordenador responsável pelo sistema BeSIS de cada fábrica BOSCH, que será informado conforme orientação dada no tópico deste manual. Os arquivos eletrônicos de Avisos de Embarques (ASN) deverão ser enviados para a BOSCH através do sistema EDI convencional (STM400) ou através do sistema BeSIS. Detalhes mais técnicos e formas de transmissão dos arquivos de Avisos de Embarques serão discutidos na fase de desenvolvimento dos mesmos. 1.3 Processamento das ordens Execução de ordens de compra/chamadas As datas de entrega que constam nos pedidos são as datas de entrega na respectiva planta BOSCH. Qualquer exceção a esse padrão, por quaisquer motivos, deve ser objeto de um acordo específico. O fornecedor checa se os pedidos recebidos estão completos, corretos e plausíveis (por exemplo: nome do fornecedor, itens, quantidades e datas estão corretos). Se qualquer discrepância é encontrada, o fornecedor deve imediatamente alertar o respectivo planejador de materiais da BOSCH. Os pedidos serão considerados como plenamente aceitos (datas, quantidade e demais condições de compra) caso o fornecedor não tenha objeção a nenhum dos parâmetros e não avise a BOSCH sobre a não aceitação dentro de dois dias úteis (48 horas) a partir do recebimento dos pedidos. A confirmação das ordens somente é requerida em caso de não concordância ao pedido, ou seja, data e quantidade em específico Acompanhamento das ordens O fornecedor continuamente acompanha as ordens em andamento. O fornecedor é capaz de prover informações sobre o andamento dos pedidos a qualquer momento. Uma metodologia transparente de acompanhamento de pedidos deve ser assegurada. A utilização do sistema BeSIS neste caso é de fundamental importância. Se qualquer problema venha a ocorrer e tenha algum impacto sobre o cumprimento dos pedidos, o fornecedor deve imediatamente tomar medidas corretivas. Se apesar de tomadas as medidas, o fornecedor notar que não conseguirá cumprir o pedido, o fornecedor deve notificar imediatamente por escrito (fax/ ) a BOSCH sobre o ocorrido, informando uma nova data e/ou quantidade. O fornecedor dever ser capaz também de prover as seguintes informações: 1. A causa do problema de fornecimento; Robert Bosch Ltda, RBLA/LEI Página 8(36)

9 2. Alternativas de produção; 4. Disponibilidade de itens alternativos; 5. Quebras de lotes; 6. Possibilidade de redução do tempo de trânsito (fretes emergenciais/especiais); 7. Notificação / Escalação do nível hierárquico imediatamente superior. Se não for possível o estabelecimento de acordo, a pessoa responsável do fornecedor deve envolver seus superiores hierárquicos na busca por uma pronta resolução da divergência Envio de pedidos e previsões de consumo A BOSCH envia semanalmente (via EDI-STM400) a seus fornecedores um plano de remessas atualizado, gerado automaticamente por nosso sistema de planejamento e controle de produção, cujas exceções são analisadas por nossa área de planejamento. O dia da semana em que é enviado o plano de remessas BOSCH varia de planta para planta. O plano de remessas contém os próximos pedidos firmes (período de dias fixados e definidos por cada planta BOSCH), e uma previsão de consumo em médio prazo, ou seja, para os próximos meses. Tal previsão de consumo não significa a obrigatoriedade da BOSCH em confirmar os pedidos. Sua função é prover o fornecedor com uma informação sobre demanda prevista com base em nosso planejamento de vendas, possibilitando ao fornecedor executar, por sua vez, seu próprio planejamento com relação a recursos físicos e humanos Gerenciamento da introdução de itens novos ou em processo de descontinuação Durante os períodos de introdução ou descontinuação da compra de certos itens, faz-se necessário uma maior flexibilidade por parte do fornecedor para lidar com contingências características desses períodos. O planejamento de capacidade deve ser coordenado com o fornecedor caso a caso. 1.4 Controle da performance logística O Robert Bosch Ltda. realiza a avaliação mensal da performance de entrega de seus fornecedores, através do cálculo do indicador denominado IFE (Índice de fidelidade de entrega). O critério utilizado é o da Nota Ponderada. O IFE indica exclusivamente a aderência dos fornecimentos de materiais realizados em relação à data do pedido de cada item, acordada previamente com cada fornecedor Forma de Cálculo Nota Ponderada IFE. A figura a seguir exemplifica o critério de ponderação utilizado para a formação da nota do Robert Bosch Ltda, RBLA/LEI Página 9(36)

10 Tolerância para data conforme dados abaixo: DATA DO PEDIDO ENTREGAS ANTECIPADAS NÃO SÃO ACEITAS POR RBLA Atraso 50 1 de 0 a 2 d.u de 3 a 4 d.u de 5 a 7 d.u > 7 d.u Fórmula: IFE = QRec (1) x Ponderação (1) + QRec (2) x Ponderação (2) + QRec (n) x Ponderação (n) onde: QRec = Quantidade de Entrada do Item. d.u. = Dias Úteis do mês de análise. QRec Total A referência para o cálculo do IFE será sempre a data do pedido informada ao fornecedor. Para fornecimentos realizados na data do pedido ou até 2 dias úteis após esta data, a quantidade fornecida receberá uma ponderação igual a 100. Para fornecimentos realizados de 3 a 4 dias úteis após a data do pedido, a quantidade fornecida receberá uma ponderação igual a 75. Para fornecimentos realizados de 5 a 7 dias úteis após a data do pedido, a quantidade fornecida receberá uma ponderação igual a 50. Para fornecimentos realizados a partir do oitavo dia útil após a data do pedido, a quantidade fornecida receberá uma ponderação igual a 1. Para esclarecer melhor este conceito é apresentado o exemplo a seguir para o cálculo do IFE no sistema de Nota Ponderada: Data Planejada Qtde. Planejada Data Entrada Qtde. Entrada Avaliação 10/ d.u / d.u. 14/ / Na data do Pedido 17/ IFE = (5.000 x 100) + (5.000 x 75) + ( x 100) = Robert Bosch Ltda, RBLA/LEI Página 10(36)

11 O exemplo anterior refere-se apenas à entrega de um item. Caso o fornecedor realize o forncecimento de outros itens, o resultado final do seu IFE será dada pela soma de todas as quantidades ponderadas (quantidade fornecida X a respectiva ponderação), dividida pela soma de todas as quantidades fornecidas por ele e efetivamente recebidas pelas fábricas Bosch durante o mês de análise. O exemplo abaixo demonstra mais claramente este processo: Material Denominação Quantidade Planejada Quantidade Recebida Qtde. Nota Ponderada IFE XXXX.XXX.XXX Tomate M0LA XXXX.XXX.XXX Laranja MOLA XXXX.XXX.XXX Abacaxi MOLA DE COMPRESSAO XXXX.XXX.XXX Mamão MOLA HELICOIDAL IFE = ( ) = = ( ) O indicador IFE calculado será informado ao fornecedor, mensalmente, através de uma carta, juntamente com os índices de qualidade PPM e PLKZ, enviada por até o 10º dia útil do mês corrente à pessoa de contato determinada pelo fornecedor, responsável por efetuar medidas corretivas quando o IFE não atingir o resultado igual a 100%. O modelo desta carta está no anexo 4. 2 Embalagem 2.1 Especificação de embalagem Um dos pontos mais determinantes para a realização de uma logística eficiente, com impacto direto em praticamente toda a cadeia, diz respeito à padronização de embalagens. Tendo tal fato em vista, foram definidos vários tipos de embalagens padrão que estaremos detalhando a seguir. Os tipos e sistemas de embalagens foram definidos a partir de diferentes critérios: ecológicos, econômicos e quantitativos. As embalagens, de maneira geral, devem ser suficientemente robustas para acomodar os itens impedindo que sejam danificados durante o transporte e, ao mesmo tempo, que sejam capazes de serem levados diretamente às linhas de produção sem a necessidade de manuseio. Os seguintes princípios devem ser observados: - Evitar cargas soltas; - A embalagem não deve ser maior ou mais elaborada que o essencial para proteger os itens (superdimensionada); - Deve servir para acomodação das peças e proteção contra intempéries; - O uso de materiais para acomodação interna dos itens deve ser minimizado (Ex: isopor, papel, plástico-bolha,etc.); - Quando do uso de embalagens descartáveis ou recicláveis, esses materiais devem estar devidamente identificados de acordo com as normas e padrões dos serviços de reciclagem e retorno de embalagens; - Uso de materiais do mesmo tipo; Robert Bosch Ltda, RBLA/LEI Página 11(36)

12 - É mandatório o uso de embalagens retornáveis para os fornecedores nacionais. (salvo alguma impossibilidade e com um aceite formal da BOSCH); - Embalagens retornáveis (ex: paletes PBR, caixas tipo "KLT") passíveis de agrupamento/intercâmbio (ou seja, passíveis de trocas universais entre os agentes de carga, fornecedores e clientes) devem ser preferidas; - As embalagens retornáveis devem possibilitar o seu completo esvaziamento/drenagem, assim como apresentar facilidade de limpeza; - Os formulários de embalagens de itens comprados, contidos no Anexo 1, deverão ser preenchidos no momento em que está sendo realizada a cotação da peça/material, e enviado para o departamento de compras. O mesmo é parte integrante do processo de aprovação do item e deverá ser anexado ao PPAP para que seu fornecimento seja liberado (vide Anexo 5); - A cor das embalagens retornáveis de propriedade do fornecedor deverá ser azul RAL Para facilitar a identificação da propriedade das embalagens em geral, todas deverão possuir o nome e ou logotipo do fornecedor gravado em local de fácil visualização. Para os paletes, a gravação deverá estar na lateral; - Materiais a granel devem vir acondicionados sobre paletes e cintados de forma segura; - Quando as peças ou produtos apresentarem características ou superfícies críticas quanto à qualidade ou operação, deverão vir com proteção contra ferrugem, sujeira, contaminação e danos; - Embalagens danificadas deverão ser retiradas de circulação imediatamente e a manutenção das mesmas ficará a cargo do fornecedor; - Embalagens movimentadas manualmente não devem exceder 18 kg, conforme norma do SESMT (Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho); - Para cintamento das embalagens, só será aceita fita de Poliéster, com exceção do grupo de matérias primas metálicas; - Materiais perigosos deverão estar devidamente identificados e rotulados conforme Norma Técnica NBR 7500, atendendo em conjunto demais regulamentações governamentais; - O fornecedor deverá ter um plano de embalagem para os itens fornecidos. Este plano deve incluir: dimensões da embalagem, número de peças por embalagem, material da embalagem, peso de embalagem cheia/vazia, número de embalagens por palete, etc; Considerando as premissas acima, foram definidos os padrões preferenciais, apresentados no Anexo 1. Quaisquer necessidades de utilização de embalagens fora às especificadas neste anexo, devem ser tratadas diretamente com a(s) planta(s) de destino e acordadas entre a BOSCH e o fornecedor. É do fornecedor a responsabilidade pelo desenvolvimento de embalagens especiais. Dentro do mesmo anexo há um formulário de especificação de embalagem que deve ser preenchido pelo fornecedor para cada um dos itens a serem fornecidos Embalagens retornáveis São as embalagens que retornam para os fornecedores após a utilização das peças armazenadas na mesma. Podem ser divididas em dois grupos: a) Embalagens passíveis de intercâmbio Embalagens do tipo e uso universal e, portanto, intercambiáveis Robert Bosch Ltda, RBLA/LEI Página 12(36)

13 b) Embalagens não-passíveis de intercâmbio Incluem, por exemplo: - Recipientes de plástico ou metal com características particulares (Ex: dimensões especiais, divisões internas, com condutância elétrica, etc.); - Paletes de plástico com dimensões específicas; - Paletes tipo Box com divisões internas Embalagens descartáveis uso. São as embalagens que não retornam para os fornecedores, devendo ser descartadas após o a) Tipos de materiais aceitos: - Plásticos: ABS, PS, PE, PP, EPP; - Caixas e/ou placas de papelão lisas ou corrugadas; - Madeira (somente para paletes). b) Tipos de materiais não aceitos - PVC; - Embalagens de gêneros alimentícios; - Isopor / Espuma. Esses tipos de materiais podem ser apenas utilizados em casos excepcionais e sob consulta. 2.3 Gerenciamento de embalagens vazias Com o objetivo de atingir e garantir a eqüidade de qualidade e os objetivos de fornecimento e inventário, a BOSCH e seus fornecedores devem ter um regulamento unificado de gerenciamento de embalagens vazias Aquisição a) Embalagens estocáveis: - caixas tipo RL -KLT e paletes padrão PBR O fornecedor deve ter embalagens, livre de custo para a BOSCH, suficientes para: - Trânsito; - Armazenagem de seus produtos acabados; - Armazenagem de produtos a serem remetidos para a BOSCH. Robert Bosch Ltda, RBLA/LEI Página 13(36)

14 Casos excepcionais onde haja grande variação no número de embalagens necessárias, serão tratados caso a caso. b) Embalagens não-estocáveis: b1) Embalagens específicas BOSCH; Embalagens de padrão específico da BOSCH serão somente adquiridas por ela mesma. b2) Embalagens específicas do fornecedor; Embalagens de padrão específico do fornecedor deverão ser adquiridas somente por ele mesmo. Obs.: O custo das embalagens no preço final do produto, independente do padrão adotado, deve estar destacado Gerenciamento das embalagens vazias O fornecedor deve manter um controle do saldo de suas embalagens e comunicar a BOSCH caso esteja com saldo insufuciente de embalagens. Discrepâncias nos saldos de embalagem devem ser eliminadas pelo fornecedor com a assistência da área responsável da BOSCH ou do terceiro. Havendo divergência a menor no número de embalagens, essa quantidade deve ser imediatamente reposta pela parte responsável pela embalagem Fornecimento Se o fornecedor não proceder à compra de embalagens no tempo apropriado, deverá então assumir os custos decorrentes de uma eventual falta de embalagens apropriadas. a) Paletes e caixas padronizadas: Paletes padrão PBR e caixas tipo KLT tem suas dimensões e demais padrões definidas pelas entidades responsáveis. Essas embalagens devem ser adquiridas de fabricantes cujos padrões obedeçam às normas em vigor. b) Embalagens específicas BOSCH O fornecedor deve prontamente informar por escrito a BOSCH o número de embalagens que julgue necessário, considerando todos os lead times do processo. As quantidades de embalagens devem ser dimensionadas de acordo com os volumes previstos de fornecimento e pelo período explícito no compromisso de compra Armazenagem, reparação e compras de reposição. A estocagem apropriada das embalagens vazias deve ser assegurada, de forma que todas as condições de armazenamento sejam respeitadas, mesmo ao ar livre. A reparação de embalagens danificadas é reposição das mesmas é de responsabilidade do fornecedor, salvo quando as embalagens forem danificadas pela Bosch. Robert Bosch Ltda, RBLA/LEI Página 14(36)

15 2.3.5 Limpeza a) as embalagens vazias devem ser, se necessário, limpas pelo fornecedor antes de serem utilizadas. O nível de limpeza deve ser realizado de acordo com os requisitos de limpeza do produto que será armazenado, ou de acordo com especificações da BOSCH quando aplicáveis. Quaisquer identificações que não sejam mais válidas (etiquetas, cartões) devem ser eliminadas. b) Para embalagens específicas BOSCH, a mesma se responsabiliza pela devolução de embalagens já limpas. 3 Expedição 3.1 Procedimentos de envio A transportadora deve acusar o recebimento dos materiais e checar o número e tipos de volume; porém não seu conteúdo, peso ou valor. As notas fiscais dos materiais transportados devem acompanhar a carga. (de acordo com a legislação em vigor). Todos os requisitos especiais de transporte, tais como licenças especiais de transporte, mudanças de rota, entre outros, devem ser acordados entre o fornecedor e a transportadora. O requisito final é a garantia de fornecimento dos itens a BOSCH na data, quantidade e qualidade adequados Transportadoras Para materiais que são entregues diretamente pelo fornecedor, seja diretamente nas plantas ou no centro de consolidação designado, o fornecedor é responsável pela contratação do frete Responsabilidade pelo frete A responsabilidade do frete deve ser negociada entre as partes. Sempre que o fornecedor for o responsável pelo frete, independente do local de entrega, o valor desse frete deve estar destacado no preço do produto Fretes especiais Fretes especiais podem ser utilizados pelo fornecedor desde que previamente acordado com a BOSCH. Robert Bosch Ltda, RBLA/LEI Página 15(36)

16 Os custos desses procedimentos devem ser assumidos pela parte responsável pela necessidade dos mesmos. Nos casos de custos a serem assumidos pela BOSCH, faz-se necessária a obtenção de uma permissão por escrito Otimização das remessas Os prestadores de serviço logístico devem garantir o manuseio e transporte dos materiais com aproveitamento de recursos otimizados. Deve-se sempre buscar a unitização de volumes em embalagens coletivas e paletizadas, facilitando o manuseio e respeitando-se os limites dimensionais e de peso Volumes Volumes menores com peso inferior a 31.5 kg e com freqüência de entrega maior do que dez volumes diários por ponto de descarregamento, devem ser agrupados e expedidos em um número menor de volumes, como forma de garantir um melhor aproveitamento dos recursos. 3.2 Especificações de remessa Visando a padronização, maior segurança e confiabilidade dos processos de remessa (expedição) de mercadorias, a BOSCH estabelece as seguintes premissas: - As dimensões máximas do palete devem ser respeitadas, e volumes que excedam essas dimensões devem ser evitados ao máximo; - Todas os volumes expedidos devem estar embalados pelo fornecedor de forma a garantir que o transporte ocorra de forma segura e que as peças estejam protegidas de acesso indevido; - Os itens devem estar embalados por números de tipo. Não se devem agrupar diferentes itens na mesma embalagem primária; - Os volumes, mesmo de diferentes itens, devem ser combinados de modo a formar volumes maiores (embalagem secundária) e que garantam o transporte seguro dos itens; - Pelo menos os volumes situados na parte superior devem estar cobertos e protegidos, conforme modelos no Anexo 1; - Os locais para fixação de etiquetas devem ser utilizados; - As etiquetas podem ser fixadas nas embalagens retornáveis de forma que possibilitem sua fácil remoção posterior; - No caso de utilização de caixas menores do tipo KLT, a camada superior deve formar uma camada uniforme e plana (para fins de proteção e empilhamento); - As embalagens devem estar limpas e estarem de acordo com eventuais requisições específicas de determinadas plantas com relação à limpeza das mesmas; - Exigências especiais aplicam-se para peças altamente sensíveis (Ex: Proteção contra descarga eletrostática). Nesses casos devem estar em acordo com as normas aplicáveis; - Remessas mixtas são, a princípio, permitidas. Porém, devem ser evitadas, e os mesmos números de tipo devem ser colocados no menor número de embalagens possível. As diferentes remessas (volumes) devem estar claramente identificados como remessa mixta na parte externa da embalagem coletiva e conter um packing list. Robert Bosch Ltda, RBLA/LEI Página 16(36)

17 3.3 Identificação dos volumes Métodos de identificação Todos os volumes devem ser identificados com uma etiqueta mestre (primária). No caso de remessas com vários números de tipo no mesmo volume secundário, deve-se assegurar que: - A embalagem esteja identificada como "contém múltiplos itens"; - Todos os números de tipo BOSCH estejam identificados nas embalagens com suas respectivas quantidades; - Todos os números de tipo diferentes estejam fisicamente separados e com fácil identificação. Todas as embalagens, por menores que sejam, devem conter etiquetas com código de barras. Sua utilização deve ser acordada com a planta BOSCH em questão Formato e fixação das etiquetas. Todos os códigos de barra devem seguir o padrão code 39. Detalhes vide Anexo 2. O local para colocação de etiquetas nas caixas tipo RL-KLT deve ser utilizado. O uso de etiquetas adesivas deve ser evitado. 3.4 Aviso de liberação para coleta O aviso do fornecedor para a transportadora responsável deve ser enviado em tempo hábil para que a empresa de transportes seja capaz de cumprir a data prevista de entrega na respectiva planta BOSCH ou local designado por ela. O transportador deve receber todas as informações relevantes antes da coleta. Dentre as informações, devem constar: Endereço de coleta: Endereço do fornecedor Número Bosch do fornecedor (idêntico ao pedido) Data e horário de coleta Endereço de entrega: Destinatário/endereço de entrega Data de entrega Dados dos itens transportados: Quantidade, tipos de embalagem, e, quando apropriado, dados de volume. Peso bruto Robert Bosch Ltda, RBLA/LEI Página 17(36)

18 O transportador deve realizar as coletas dentro de um intervalo de tempo determinado (janela de coleta), ou em um determinado horário acordado entre o transportador e o fornecedor. O aviso de transporte de materiais perigosos deve ser feito separadamente. O fornecedor é responsável por verificar se o transportador designado para o transporte desse tipo de material está habilitado para tal. Adicionalmente, itens que possuam dimensões tais que não permitam serem embalados, devem ser informados ao transportador antecipadamente. Qualquer controle de temperatura requerido (seja contra frio ou calor), deve ser notificado antecipadamente para o transportador e em tempo hábil para que o mesmo possa providenciar o transporte adequado. 3.5 Documentos de transporte Para identificar os materiais transportados e cumprir com a legislação fiscal vigente, o transportador deve transportar a carga sempre acompanhada das respectivas notas fiscais. Tais documentos devem conter as seguintes informações: Notas Fiscais Endereço do fornecedor; Número do fornecedor; Endereço do destinatário (planta ou local de entrega designado pela BOSCH); Quantidade total e quantidades por; Número de tipo (número Bosch), incluindo tipo e quantidade de embalagens; Número da note; Número do pedido de origem; Número do lote/data de vencimento Conhecimento de transporte O conhecimento de transporte é documento obrigatório para quaisquer cargas, independente da origem, que circulem em território brasileiro. A transportadora que efetuará o transporte é responsável pela emissão deste documento. 3.6 Rejeição de peças A BOSCH se reserva o direito de recusar o recebimento das peças pelos seguintes motivos: - Embalagem avariada com comprometimento da integridade do material; - Quantidade e/ou itens não pedidos pela BOSCH; - Tipos de embalagem fora do padrão e sem aceite da BOSCH; - Materiais misturados ou sem identificação adequada. Nesses casos os custos incorrentes do processo de devolução dos itens correrão por conta do fornecedor. Robert Bosch Ltda, RBLA/LEI Página 18(36)

19 4 Avaliações de performance logística 4.1 Avaliação de desempenho do fornecedor (LEB) Logística O objetivo do processo de avaliação de desempenho do fornecedor (LEB) é obter um indicador claro e objetivo da qualidade de fornecimento dos fornecedores, possibilitando uma avaliação sistemática baseada em um critério uniforme. O resultado da avaliação de desempenho está incorporado dentro do seguinte processo de tomada de decisão: Seleção de fornecedores preferenciais Exclusão de fornecedores com desempenho insatisfatório Medição do desenvolvimento dos fornecedores Seleção de potenciais fornecedores globais Os fornecedores com altos volumes e aqueles classificados como preferenciais, são avaliados, no mínimo, em intervalos regulares. Essa avaliação é baseada na performance de entrega do período da avaliação. A BOSCH realiza a avaliação de desempenho de seus fornecedores, baseada numa média ponderada conforme o critério abaixo: Índice de qualidade 33% Índice de preço/custo 33% Resultado Logístico 34%, dentro do qual: Performance de entrega 50% Flexibilidade 20% Logística 20% Serviço 10% O planejador de materiais responsável da BOSCH pode fornecer detalhes dos resultados logísticos (LR) da planta/divisão específica. O respectivo comprador pode fornecer detalhes da avaliação como um todo. O modelo da planilha de avaliação pode ser visto no anexo 3. Robert Bosch Ltda, RBLA/LEI Página 19(36)

20 Visão A BOSCH está continuamente buscando aprimorar seus processos de logística, ou seja, desenvolvendo continuamente os requisitos expressos neste manual e que refletem a forma como a BOSCH espera trabalhar o relacionamento com seus fornecedores, estarão em constante mudança. O objetivo é formular requisitos uniformes e que sejam em tal complexidade e número que permitam seu gerenciamento através de indicadores de desempenho. A partir das premissas acima, o foco para o futuro será: - Introdução de conceitos VMI e Kanban de fornecimento; - Estabelecimento de uma base de troca eletrônica de dados entre a BOSCH e seus fornecedores e a integração progressiva dos demais participantes da cadeia de fornecimento; - Introdução de uma etiqueta global de transporte (Global Transport Label - GTL) Tais requisitos pressupõem um envolvimento pró-ativo dos fornecedores da BOSCH e de seus prestadores de serviço no sentido de reagirem às mudanças em função do aperfeiçoamento dos processos das áreas envolvidas. Sugerimos também que os fornecedores esudem a aplicação em seus processos internos e com seus fornecedores/prestadores de serviço, dos conceitos apresentados neste manual, como forma de beneficiar-se dos ganhos advindos de uma cadeia de suprimento e processos mais enxutos e integrados. Robert Bosch Ltda, RBLA/LEI Página 20(36)

Manual de Embalagem para peças compradas

Manual de Embalagem para peças compradas Manual de Embalagem para peças compradas ÍNDICE GERAL NORMAS BÁSICAS... 2 Geral... 2 Preliminar... 2 Informações Gerais... 2 Requisitos para equipamentos de manuseio e condições de recebimento de material...

Leia mais

Manual de Logística para Fornecedores Nacionais

Manual de Logística para Fornecedores Nacionais Manual de Logística para Fornecedores Nacionais Versão 1.4 Manual de Logística para Fornecedores Nacionais Requerimentos Logísticos do Grupo Bosch Conteúdo Conteúdo...2 Prefácio...4 1 Informações logísticas...5

Leia mais

GUIA DE EMBALAGENS DE PEÇAS COMPRADAS

GUIA DE EMBALAGENS DE PEÇAS COMPRADAS GUIA DE EMBALAGENS DE PEÇAS COMPRADAS E PADRÃO DE ETIQUETAS 1ª Edição Julho, 2010 INDICE 1- INTRODUÇÃO... 03 2- RESPONSABILIDADES... 04 3- RECOMENDAÇÕES IMPORTANTES... 05 4- PROCEDIMENTOS... 06 5- DESENVOLVIMENTO

Leia mais

Manual de Logística para Fornecedores Nacionais

Manual de Logística para Fornecedores Nacionais Manual de Logística para Fornecedores Nacionais Versão 3.0 Manual de Logística para Fornecedores Nacionais Requerimentos Logísticos do Grupo Bosch Última Revisão: 24/04/2009 Sumário Prefácio...4 1 Informações

Leia mais

INSTRUÇÕES DE EMBALAGEM

INSTRUÇÕES DE EMBALAGEM ZF do BRASIL Ltda INSTRUÇÕES DE EMBALAGEM Versão 1 Sumário Dados gerais de Embalagem... 3 Notas Fiscais (NF-e) para Embalagens... 3 Fluxo com Embalagens do Fornecedor / ZF... 3 Embalagens de Propriedade

Leia mais

REQUISITOS MÍNIMOS DE EMBALAGEM E PRESERVAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS ADQUIRIDOS NO MERCADO NACIONAL OU INTERNACIONAL

REQUISITOS MÍNIMOS DE EMBALAGEM E PRESERVAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS ADQUIRIDOS NO MERCADO NACIONAL OU INTERNACIONAL REQUISITOS MÍNIMOS DE EMBALAGEM E PRESERVAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS ADQUIRIDOS NO MERCADO 1. OBJETIVO Estabelecer requisitos mínimos para a preservação e a embalagem de equipamentos e materiais adquiridos

Leia mais

MANUAL DO FORNECEDOR MF - 01.007 MANUAL DE ENTREGAS

MANUAL DO FORNECEDOR MF - 01.007 MANUAL DE ENTREGAS VERSÃO: 7 PAG: 1 / 16 Esta Instrução tem por finalidade estabelecer o fluxo de operações para entrega de confecções previamente encabidadas, abrangendo a elaboração do Pedido de Compra, a retirada dos

Leia mais

Planejamento Avançado da Qualidade Elementos APQP

Planejamento Avançado da Qualidade Elementos APQP Planejamento Avançado da Qualidade Elementos APQP São descritos a seguir objetivos, expectativas e requisitos relativos à documentação dos elementos individuais do APQP Status Report (ver QSV / S 296001

Leia mais

Processos de Compras. Tecinco Informática Ltda. Av. Brasil, 5256 3º Andar

Processos de Compras. Tecinco Informática Ltda. Av. Brasil, 5256 3º Andar Processos de Compras Tecinco Informática Ltda. Av. Brasil, 5256 3º Andar 1 Centro Cascavel PR www.tecinco.com.br Sumário Controle de Compras... 4 Parametrização... 4 Funcionamento... 4 Processo de Controle...

Leia mais

Manual de Fornecedores

Manual de Fornecedores Manual de Fornecedores Fornecedores (Responsável pela Qualidade) Carimbo, Assinatura e data. 00 2 de 10 Índice 1. MANUAL DO FORNECEDOR... 3 1.1 INTRODUÇÃO... 3 1.2 OBJETIVO... 3 2. RELAÇÃO DE FORNECEDORES...

Leia mais

GUIA DE UTILIZAÇÃO DO SISTEMA DE COMPRAS VIA WEB

GUIA DE UTILIZAÇÃO DO SISTEMA DE COMPRAS VIA WEB GUIA DE UTILIZAÇÃO DO SISTEMA DE COMPRAS VIA WEB ( c) 2010 Todos os direitos reservados a ABCG Campo Grande-MS INDICE 1. Introdução ao compras web 05 2. Fluxo do processo de compras web 06 3. Como ingressar

Leia mais

MANUAL DO FORNECEDOR

MANUAL DO FORNECEDOR PSQ 27 REVISÃO 00 Histórico da Emissão Inicial Data da Revisão 0 Data da Última Revisão Número de Página 15/01/14 15/01/14 1/14 2/14 1 - Objetivo 1.1 Escopo O conteúdo deste Manual contempla os requisitos

Leia mais

ACORDO DE QUALIDADE ASSEGURADA FUNÇÃO COMERCIAL

ACORDO DE QUALIDADE ASSEGURADA FUNÇÃO COMERCIAL 1. Prefácio 1.1 Dados gerais O presente acordo de qualidade assegurada (QSV) define as exigências de qualidade para os fornecedores da REHAU. Assim, o acordo de qualidade assegurada REHAU QSV é a norma

Leia mais

1 SOBRE O PORTAL TRANSPES (e-transp)

1 SOBRE O PORTAL TRANSPES (e-transp) SUMÁRIO 1 SOBRE O PORTAL TRANSPES (e-transp)... 3 2 REQUISITOS PARA UTILIZAÇÃO DO SISTEMA... 4 3 ACESSO AO SISTEMA (ATORES: TRANSPES/ CLIENTE)... 5 4 PRIMEIROS PASSOS (CADASTROS)... 7 4.1 Cadastros de

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA. Registro de Preços para aquisição de envelopes plásticos para as Eleições 2010

TERMO DE REFERÊNCIA. Registro de Preços para aquisição de envelopes plásticos para as Eleições 2010 TERMO DE REFERÊNCIA Registro de Preços para aquisição de envelopes plásticos para as Eleições 2010 1. OBJETO Registro de Preços para eventual aquisição de envelopes plásticos para as Eleições 2010, de

Leia mais

DECISÃO TÉCNICA DT-124/2007 R-00

DECISÃO TÉCNICA DT-124/2007 R-00 /27 R- RECEBIMENTO, ARMAZENAMENTO, EXPEDIÇÃO E CONTROLE DE MATERIAIS DE ESTOQUE NAS DOCUMENTO NORMATIVO I MAR/27 Í N D I C E 1 OBJETIVO...1 2 DISPOSIÇÕES GERAIS...1 2.1 APLICAÇÃO...1 2.2 RESPONSABILIDADE...1

Leia mais

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE CONTAGEM SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO ANEXO 09 DIRETRIZES AMBIENTAIS MÍNIMAS

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE CONTAGEM SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO ANEXO 09 DIRETRIZES AMBIENTAIS MÍNIMAS ANEXO 09 DIRETRIZES AMBIENTAIS MÍNIMAS 1 Sumário 1. INTRODUÇÃO... 3 2. Adequação às Normas e Legislações Vigentes... 3 3. Definições de Obrigações e Responsabilidades... 3 4. Diretrizes Mínimas Exigidas...

Leia mais

OPERAÇÃO LOGÍSTICA CL CLIENTES DIVERSOS

OPERAÇÃO LOGÍSTICA CL CLIENTES DIVERSOS 1. OBJETIVO Estabelecer procedimento padrão para todos os colaboradores da Irapuru que estão envolvidos na operação logística dos de recebimento, armazenagem e expedição. 2. REGRAS/CONSIDERAÇÕES GERAIS

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM

DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM WMS WAREHOUSE MANAGEMENT SYSTEM SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE ARMAZÉM/DEP M/DEPÓSITO WMS Software de gerenciamento de depósito que auxilia as empresas na busca de melhorias nos

Leia mais

Distribuição: Diretor/ Gerentes/ Chefes / Unidades

Distribuição: Diretor/ Gerentes/ Chefes / Unidades 1 de 5 Assunto: CONDIÇÕES GERAIS DE VENDAS Distribuição: Diretor/ Gerentes/ Chefes / Unidades 1. Conceito 2. Abrangência 3. Documentos Relacionados 4. Regras Gerais 4.1. Pedido e Fornecimento 4.1.1. Pedido

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO

CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO 1. PRINCÍPIOS BÁSICOS Foco no cliente interno e parceria com o fornecedor para garantir a satisfação dos clientes, aliado à filosofia de colocar no mercado produtos de

Leia mais

G-Bar. Módulo Básico Versão 4.0

G-Bar. Módulo Básico Versão 4.0 G-Bar Software para Gerenciamento de Centrais de Corte e Dobra de Aço Módulo Básico Versão 4.0 Pedidos de Vendas Manual do Usuário 1 As informações contidas neste documento, incluindo links, telas e funcionamento

Leia mais

A seguir, sugerimos algumas formas de acondicionamento por tipo de material a ser enviado.

A seguir, sugerimos algumas formas de acondicionamento por tipo de material a ser enviado. Acondicionamento Para o cliente que deseja enviar um objeto via Correios, o correto acondicionamento dos objetos é muito importante para assegurar que as remessas cheguem bem a seus destinos. Recomenda-se

Leia mais

MANUAL DO FORNECEDOR MFI-02.019

MANUAL DO FORNECEDOR MFI-02.019 PAG: 1/ 14 OBJETIVO Estabelecer padrões mínimos de apresentação de embalagens de transporte utilizado para os processos de entrega de produtos importados, visando garantir a integridade dos mesmos, bem

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE DE FORNECEDORES

MANUAL DA QUALIDADE DE FORNECEDORES MANUAL DA QUALIDADE DE DOALPLASTIC INDUSTRIA E COMÉRCIO LTDA. MATRIZ: AVENIDA DIRCEU DIAS CARNEIRO, 151 DISTRITO INDUSTRIAL II - CEP 13457-198 SANTA BÁRBARA D' OESTE - SP - BRASIL FILIAL: AVENIDA MAESTRO

Leia mais

GUIA DE USUÁRIO - GU-

GUIA DE USUÁRIO - GU- 1/22 Revisão 00 de 20//12 1. OBJETIVO Orientar o usuário para a pesquisa e visualização detalhada de todas as ordens de compra emitidas, emitir confirmações de aceite, submeter solicitação de alteração,

Leia mais

Prof. Jean Cavaleiro. Unidade II MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM

Prof. Jean Cavaleiro. Unidade II MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM Prof. Jean Cavaleiro Unidade II MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM Introdução Vamos abordar aqui meios de armazenagem para melhor aproveitar o Pé direito, equipamentos que facilite movimentação em armazenagem

Leia mais

TERMO DE USO TERMOS DE USO DO CLIENTE

TERMO DE USO TERMOS DE USO DO CLIENTE TERMO DE USO TERMOS DE USO DO CLIENTE A) APLICABILIDADE 1. Os presentes termos de uso são aplicáveis aos Usuários da INTERNET POOL COMÉRCIO ELETRONICO LTDA, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 09.491.113/0001-01,

Leia mais

BEM-VINDO AO dhl PROVIEW

BEM-VINDO AO dhl PROVIEW BEM-VINDO AO dhl PROVIEW Guia de Usuário O DHL PROVIEW COLOCA VOCÊ NO CONTROLE DE SEUS ENVIOS. PROVIEW O DHL ProView é uma ferramenta de rastreamento on-line que permite o gerenciamento dos envios, a programação

Leia mais

Manual para Transportadoras

Manual para Transportadoras Índice 1 Objetivo... 3 2 O Projeto e-suprir... 3 3 Introdução... 3 4 Informações Básicas... 4 4.1 Painel de Controle Compras... 4 5 Acessando o Pedido... 5 6 Digitando o Espelho de Nota Fiscal... 7 6.1

Leia mais

NORMAS GERAIS DE FABRICAÇÃO DE FERTILIZANTES

NORMAS GERAIS DE FABRICAÇÃO DE FERTILIZANTES Pág.: 1/10 1. OBJETIVO Definir os procedimentos operacionais relativos às normas gerais de produção e envase de produtos formulados na TERRA NOSSA, desde a emissão da ordem de produção até a entrega do

Leia mais

Manual do Usuário SDMNet PORTAL DE FORNECEDORES

Manual do Usuário SDMNet PORTAL DE FORNECEDORES 1 sdmnet.dana.com.br Página 1 2 Login: Para acessar o Portal de Fornecedores (SDMNet) digite HTTP://sdmnet.dana.com.br. A seguir será solicitado seu Login e Senha. Caso tenha esquecido sua senha/login,

Leia mais

Introdução. Benefícios para todos

Introdução. Benefícios para todos Introdução Esta cartilha tem a finalidade de guiar as empresas na implantação da Nota Fiscal Eletrônica e demonstrar as facilidades e vantagens do sistema para o contribuinte e para a sociedade A Nota

Leia mais

Bem-vindo à. Aqui, suas remessas internacionais são entregues de forma rápida, precisa e totalmente confiável.

Bem-vindo à. Aqui, suas remessas internacionais são entregues de forma rápida, precisa e totalmente confiável. Bem-vindo à DHL EXPRESS Aqui, suas remessas internacionais são entregues de forma rápida, precisa e totalmente confiável. Conheça as diversas vantagens de enviar com a DHL Express. Confira agora mesmo

Leia mais

Requisitos Específicos. Sampel Peças Automotivas

Requisitos Específicos. Sampel Peças Automotivas Requisitos Específicos Sampel Peças Automotivas REQUISITOS ESPECÍFICOS Página 2 de 7 Sumário 1. Introdução... 3 2. Objetivo... 3 3. Aplicação... 3 4. Documentos de Referência... 3 5. Sistema de Gestão...

Leia mais

Aula 7 Sistemas de Armazenagem e Movimentação de Carga ARMAZENAGEM. Uma abordagem multidisciplinar. Prof. Fernando Dal Zot

Aula 7 Sistemas de Armazenagem e Movimentação de Carga ARMAZENAGEM. Uma abordagem multidisciplinar. Prof. Fernando Dal Zot Aula 7 Sistemas de Armazenagem e Movimentação de Carga ARMAZENAGEM Uma abordagem multidisciplinar Prof. Fernando Dal Zot 1 Visão geral das atividades do Almoxarifado / Depósito / Armazém Início RECEBER

Leia mais

MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE

MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE Revisão: 07 Data: 05.03.09 Página 1 de 7 Copia controlada MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE José G. Cardoso Diretor Executivo As informações contidas neste Manual são de propriedade da Abadiaço Ind. e Com.

Leia mais

Armazenagem. Por que armazenar?

Armazenagem. Por que armazenar? Armazenagem Introdução Funções da armazenagem Atividades na armazenagem Objetivos do planejamento de operações de armazenagem Políticas da armazenagem Pilares da atividade de armazenamento Armazenagem

Leia mais

Cód. Doc. TAB-RHU-003

Cód. Doc. TAB-RHU-003 1 de 27 ÁREA: SUPERINTENDÊNCIA CARGO: Diretor Superintendente Garantir o correto funcionamento dos sistemas de informação utilizados pela empresa; Aprovar projetos de melhorias nos equipamentos e sistemas

Leia mais

MANUAL FORNECEDORES. Santo Ângelo (RS) 16/09/2015 REV.02

MANUAL FORNECEDORES. Santo Ângelo (RS) 16/09/2015 REV.02 Santo Ângelo (RS) 16/09/2015 REV.02 MANUAL FORNECEDORES A Fundimisa Fundição e Usinagem Ltda pretende com este Manual aprimorar a relação com seus fornecedores e padronizar informações entre as partes.

Leia mais

Política de Atendimento de Lubrificantes. Índice. Item Tópico Página. 1. Introdução e Propósito 2. 2. Nossa Missão 2. 3.

Política de Atendimento de Lubrificantes. Índice. Item Tópico Página. 1. Introdução e Propósito 2. 2. Nossa Missão 2. 3. Política de Atendimento de Lubrificantes Índice Item Tópico Página 1. Introdução e Propósito 2 2. Nossa Missão 2. CALL Center 2 e. Disponibilidade de Produtos.1 Pedidos Mínimos.2 Tipos e Características

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2014 SCLCS - SISTEMA DE COMPRAS, LICITAÇÕES, CONTRATOS E SERVIÇOS N.º 01/2014

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2014 SCLCS - SISTEMA DE COMPRAS, LICITAÇÕES, CONTRATOS E SERVIÇOS N.º 01/2014 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2014 SCLCS - SISTEMA DE COMPRAS, LICITAÇÕES, CONTRATOS E SERVIÇOS N.º 01/2014 Versão: 01 Data de aprovação: 7 de outubro de 2014. Ato de aprovação: Resolução n.º 112 /2014 Unidade

Leia mais

Definir os procedimentos para gestão dos bens e materiais do TJAC.

Definir os procedimentos para gestão dos bens e materiais do TJAC. Código: MAP-DILOG-004 Versão: 00 Data de Emissão: 01/01/2013 Elaborado por: Gerência de Bens e Materiais Aprovado por: Diretoria de Logística 1 OBJETIVO Definir os procedimentos para gestão dos bens e

Leia mais

ANEXO 01 ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ARMÁRIOS PARA CRMS

ANEXO 01 ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ARMÁRIOS PARA CRMS Página 1 de 5 ÍNDICE DE REVISÕES REV. DESCRIÇÃO E/OU FOLHAS ATINGIDAS 0 PARA LICITAÇÃO ORIGINAL REV. A REV. B REV. C REV. D REV. E REV. F DATA 01.08.11 25.04.14 EXECUÇÃO JADR AF VERIFICAÇÃO JADR JADR APROVAÇÃO

Leia mais

Recebimento, Armazenagem, Movimentação e Expediçao de Produtos à Granel

Recebimento, Armazenagem, Movimentação e Expediçao de Produtos à Granel Recebimento, Armazenagem, Movimentação e Expediçao de Produtos à Granel Produto : Logix, WMS, 12 Chamado : PCREQ-1926 Data da criação : 03/07/2015 Data da revisão : 24/07/15 País(es) : Todos Banco(s) de

Leia mais

Comex Exportação. Comercial. A partir de integração com o módulo de faturamento, o sistema de controle de exportação,

Comex Exportação. Comercial. A partir de integração com o módulo de faturamento, o sistema de controle de exportação, Comex Exportação A partir de integração com o módulo de faturamento, o sistema de controle de exportação, facilita a impressão dos principais documentos da exportação como fatura comercial, packing list,

Leia mais

DEAMB DIVISÃO DE EMERGÊNCIAS AMBIENTAIS

DEAMB DIVISÃO DE EMERGÊNCIAS AMBIENTAIS DIVISÃO DE INFORMAÇÃO E SISTEMATIZAÇÃO DEAMB DIVISÃO DE EMERGÊNCIAS AMBIENTAIS MANUAL DO LICENCIAMENTO ON-LINE DE FONTES MÓVEIS DE POLUIÇÃO TRANSPORTE DE PRODUTOS E/OU RESÍDUOS PERIGOSOS VERSÃO 2015 INTRODUÇÃO

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO 01.00

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO 01.00 PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO 01.00 TÍTULO: Programação dos Medicamentos do Consórcio pelo município SEÇÃO: Farmácia do Município Nº do POP 01.00 Nº da Revisão 01 OBJETIVO: Este POP tem como objetivo

Leia mais

NORMA NBR ISO 9001:2008

NORMA NBR ISO 9001:2008 NORMA NBR ISO 9001:2008 Introdução 0.1 Generalidades Convém que a adoção de um sistema de gestão da qualidade seja uma decisão estratégica de uma organização. O projeto e a implementação de um sistema

Leia mais

Manual do usuário (v 1.2.0) E-commerce

Manual do usuário (v 1.2.0) E-commerce Manual do usuário (v 1.2.0) E-commerce Sumário Acessando o sistema gerencial... 1 Enviando logomarca, banners e destaques... 1 Logomarca... 1 Destaques... 2 Banners... 3 Cadastrando produtos... 4 Embalagem...

Leia mais

WMS. Agenda. Warehouse Management Systems (WMS) Warehouse Management Systems Sistema de Gerenciamento de Armazéns

WMS. Agenda. Warehouse Management Systems (WMS) Warehouse Management Systems Sistema de Gerenciamento de Armazéns WMS Warehouse Management Systems Sistema de Gerenciamento de Armazéns Breno Amorim brenoamorim@hotmail.com Informática Aplicada a Logística Profº Breno Amorimsexta-feira, 11 de setembro de 2009 Agenda

Leia mais

Atualização do Sistema T-Car-Win Versão 1.15.5

Atualização do Sistema T-Car-Win Versão 1.15.5 Atualização do Sistema T-Car-Win Versão 1.15.5 O sistema T-Car-Win está sendo atualizado para a versão 1.15.5. Esta versão tem o objetivo de agregar as seguintes funcionalidades ao sistema: Possibilidade

Leia mais

5 passos para. implementação. do código de barras IDENTIFIQUE CAPTURE COMPARTILHE

5 passos para. implementação. do código de barras IDENTIFIQUE CAPTURE COMPARTILHE 5 passos para implementação do código de barras IDENTIFIQUE CAPTURE COMPARTILHE O que é o código de Barras? Os números de identificação de um produto podem ser representados por meio de um código, possibilitando

Leia mais

MANUAL DO SISTEMA. Versão 6.12

MANUAL DO SISTEMA. Versão 6.12 MANUAL DO SISTEMA Versão 6.12 Pagueban...2 Bancos...2 Configurando Contas...5 Aba Conta Banco...5 Fornecedores Referências Bancárias...7 Duplicatas a Pagar...9 Aba Geral...10 Aba PagueBan...11 Rastreamento

Leia mais

PORTAL DE COMPRAS SÃO JOSÉ DO RIO PRETO

PORTAL DE COMPRAS SÃO JOSÉ DO RIO PRETO Compra Direta - Guia do Fornecedor PORTAL DE COMPRAS SÃO JOSÉ DO RIO PRETO Página As informações contidas neste documento, incluindo quaisquer URLs e outras possíveis referências a web sites, estão sujeitas

Leia mais

Portal de Fornecedores Não-Revenda

Portal de Fornecedores Não-Revenda Portal de Fornecedores Não-Revenda Emissão de Nota Fiscal e Criação de Espelho Consulte neste manual os procedimentos para emissão de Nota Fiscal para o Walmart e as atividades relativas à Criação do Espelho

Leia mais

RELATÓRIO DE ESTÁGIO 3/3 (terceiro de três) Período: de 13/12/2007 a 13/02/2008

RELATÓRIO DE ESTÁGIO 3/3 (terceiro de três) Período: de 13/12/2007 a 13/02/2008 Universidade Federal de Santa Catarina Centro Tecnológico Departamento de Engenharia Mecânica Coordenadoria de Estágio do Curso de Engenharia Mecânica CEP 88040-970 - Florianópolis - SC - BRASIL www.emc.ufsc.br/estagiomecanica

Leia mais

OPERAÇÃO LOGÍSTICA CL PILKINGTON

OPERAÇÃO LOGÍSTICA CL PILKINGTON 1. OBJETIVO Estabelecer procedimento padrão, para todos os colaboradores da Irapuru que estão envolvidos na operação logística da Pilkington (OE-Operação Marcopolo) e Pilkington AGR de recebimento, armazenagem

Leia mais

Sistema de Devolução Web

Sistema de Devolução Web Manual Sistema de Devolução Web Usuário Cliente ÍNDICE Sumário 1. Prazos...3 2. Solicitação de Devolução... 4 3. Autorização de Devolução... 4 4. Coleta de Mercadoria... 4 5. Acompanhamento da Devolução...

Leia mais

Focaliza o aspecto econômico e de formação de preços dos serviços de transporte.

Focaliza o aspecto econômico e de formação de preços dos serviços de transporte. GERENCIAMENTO DO TRANSPORTE Focaliza o aspecto econômico e de formação de preços dos serviços de transporte. Trade-off CUSTO x NÍVEL DE SERVIÇO FORMAÇÃO DO PREÇO FINAL Para elaboração de uma estratégia

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERACIONAL MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS DE OBRAS (MMO)

PROCEDIMENTO OPERACIONAL MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS DE OBRAS (MMO) PO MAT 0 18/10/21 1. REFERÊNCIA/OBJETIVO ÁREA APLICÁVEL Controlar a logística de materiais de obras (físico e contábil), incluindo as requisições reservas de materiais (RM), aplicações mensais, devoluções

Leia mais

TUTORIAL/MANUAL CONFIGURAR E GERAR NOTAS FISCAIS. Document Version: 1.0 Release Date: 19/02/2013

TUTORIAL/MANUAL CONFIGURAR E GERAR NOTAS FISCAIS. Document Version: 1.0 Release Date: 19/02/2013 1 P a g e TUTORIAL/MANUAL CONFIGURAR E GERAR NOTAS FISCAIS Document Version: 1.0 Release Date: 19/02/2013 Author(s) Via Express Informática LTDA. Carlos Belgine Analista de Suporte 2 P a g e OBJETIVO O

Leia mais

Instrução Técnica nº 25/2011 - Segurança contra incêndio para líquidos combustíveis e inflamáveis - Parte 3 Armazenamento... 625

Instrução Técnica nº 25/2011 - Segurança contra incêndio para líquidos combustíveis e inflamáveis - Parte 3 Armazenamento... 625 Instrução Técnica nº 25/2011 - Segurança contra incêndio para líquidos combustíveis e inflamáveis - Parte 3 Armazenamento... 625 SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO

Leia mais

ANEXO C MANUAL DE POLÍTICA DE FORNECIMENTO PARA ATENDIMENTO ÀS LOJAS DA REDE PRÓPRIA

ANEXO C MANUAL DE POLÍTICA DE FORNECIMENTO PARA ATENDIMENTO ÀS LOJAS DA REDE PRÓPRIA ANEXO C MANUAL DE POLÍTICA DE FORNECIMENTO PARA ATENDIMENTO ÀS LOJAS DA REDE PRÓPRIA Prezados Senhores, Face à constante processo de melhoria contínua nos procedimentos da Rede de Valor Le Postiche, elaboramos

Leia mais

AVALIAÇÃO E SELEÇÃO DE FORNECEDORES

AVALIAÇÃO E SELEÇÃO DE FORNECEDORES VERIFICAÇÃO APROVAÇÃO ARQUIVO SQ SIGLA DA UO SULOG RUBRICA SIGLA DA UO G-SCQ RUBRICA 1 OBJETIVO Definir os requisitos e procedimentos mínimos para avaliação e seleção de fornecedores, assegurando fontes

Leia mais

PREGÃO ELETRÔNICO Nº 05/14 ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA MEMORIAL DESCRITIVO ANEXO I

PREGÃO ELETRÔNICO Nº 05/14 ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA MEMORIAL DESCRITIVO ANEXO I MEMORIAL DESCRITIVO ANEXO I TUBOS DE PEAD 1 - OBJETIVO 1.1 A presente licitação tem por objeto o fornecimento e entrega, pela empresa a ser CONTRATADA, de tubos de POLIETILENO DE ALTA DENSIDADE PE 100

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS DE VENDA Versão 04

CONDIÇÕES GERAIS DE VENDA Versão 04 CONDIÇÕES GERAIS DE VENDA Versão 04 1. As vendas dos produtos da Aperam Inox América do Sul serão efetuadas de acordo com as presentes condições gerais de vendas, ressalvada eventual alteração dos termos

Leia mais

RESOLUÇÃO SEMA Nº 028/2010

RESOLUÇÃO SEMA Nº 028/2010 RESOLUÇÃO SEMA Nº 028/2010 Dispõe sobre a coleta, armazenamento e destinação de embalagens plásticas de óleo lubrificante pós-consumo no Estado do Paraná. O SECRETÁRIO DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE E RECURSOS

Leia mais

Aspectos e Impactos Ambientais

Aspectos e Impactos Ambientais PÁGINA: 1/18 1 OBJETIVO Estabelecer e garantir uma sistemática para identificar, avaliar e gerenciar os aspectos e impactos ambientais das atividades, produtos ou serviços, da empresa x que possam ser

Leia mais

Estamos presentes no mercado de prestação de serviços logísticos há 11 anos; Temos Know-how europeu;

Estamos presentes no mercado de prestação de serviços logísticos há 11 anos; Temos Know-how europeu; Estamos presentes no mercado de prestação de serviços logísticos há 11 anos; Temos Know-how europeu; Fazemos uma parceria total com o cliente, combinando redução de custos fixos e otimização de recursos

Leia mais

EMPRESAS RANDON MANUAL DE ACESSO PORTAL EDI

EMPRESAS RANDON MANUAL DE ACESSO PORTAL EDI EMPRESAS RANDON MANUAL DE ACESSO PORTAL EDI 1 TREINAMENTO PORTAL EDI EMPRESAS RANDON Etapa I Configurações Prezado (a) Usuário, Segue abaixo algumas informações e configurações importantes antes de acessar

Leia mais

Manuseio de Compressor

Manuseio de Compressor Manuseio de Compressor Índice Item... Página 1 - Introdução... 02 2 - Remover o palete... 03 3 - Deslocar o palete... 04 4 - Erguer o palete... 05 5 - Movimentar o palete... 06 6 - Empilhar o palete...

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA ESTUDOCOMPARATIVO NBRISO13485:2004 RDC59:2000 PORTARIA686:1998 ITENSDEVERIFICAÇÃOPARAAUDITORIA 1. OBJETIVO 1.2. 1. Há algum requisito da Clausula 7 da NBR ISO 13485:2004 que foi excluída do escopo de aplicação

Leia mais

Copyright 2004/2015 - VLC

Copyright 2004/2015 - VLC Nota Fiscal Eletrônica de Serviços Perguntas Frequentes Versão 8.1 Atualizado em 26/08/2015 Copyright 2004/2015 - VLC As informações contidas neste caderno de Perguntas e Respostas são de propriedade da

Leia mais

Sistema representação G3.ss. Tabela de Clientes. Tabela de Representantes. Tabela de Fornecedores

Sistema representação G3.ss. Tabela de Clientes. Tabela de Representantes. Tabela de Fornecedores Tabela de Clientes Além de registrar os dados principais do cliente, pode-se registrar vários contatos, o endereço de cobrança e de entrega (se forem diferentes do principal). Cada cliente tem um registro

Leia mais

NeXT ERP Manual do usuário. Resumo das principais funcionalidades. Dezembro/2009. NeXT Software

NeXT ERP Manual do usuário. Resumo das principais funcionalidades. Dezembro/2009. NeXT Software NeXT ERP Manual do usuário Resumo das principais funcionalidades Dezembro/2009 NeXT Software Página 1 de 33 Índice Iniciando NeXT ERP...3 Tela inicial...3 Interface padrão do NeXT ERP...3 Interface - Cadastro

Leia mais

Condições Gerais de Compra da Air Products Brasil Ltda.

Condições Gerais de Compra da Air Products Brasil Ltda. Condições Gerais de Compra da Air Products Brasil Ltda. 1. Aplicabilidade 2. Entrega 3. Preços e pagamentos 4. Inspeção 5. Garantia 6. Cancelamento 7. Subcontratação e Cessão 8. Código de conduta 9. Saúde

Leia mais

RECOMENDAÇÕES SOBRE RECEBIMENTO, ARMAZENAMENTO E ESTOCAGEM DE VIDRO

RECOMENDAÇÕES SOBRE RECEBIMENTO, ARMAZENAMENTO E ESTOCAGEM DE VIDRO 1ª VIA DO REMETENTE RECOMENDAÇÕES SOBRE RECEBIMENTO, ARMAZENAMENTO E ESTOCAGEM DE VIDRO DESCARGA 1. O descarregamento não inclui transporte vertical (o vidro não deverá ser manuseado pelo nosso pessoal

Leia mais

Manual do Sistema de Almoxarifado P á g i n a 2. Manual do Sistema de Almoxarifado Módulo Requisição. Núcleo de Tecnologia da Informação

Manual do Sistema de Almoxarifado P á g i n a 2. Manual do Sistema de Almoxarifado Módulo Requisição. Núcleo de Tecnologia da Informação Divisão de Almoxarifado DIAX/CGM/PRAD Manual do Sistema de Almoxarifado Módulo Requisição Versão On-Line Núcleo de Tecnologia da Informação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul Manual do Sistema

Leia mais

CONDIÇÕES DE FORNECIMENTO

CONDIÇÕES DE FORNECIMENTO CONDIÇÕES DE FORNECIMENTO I - Formalização e Aceitação do Pedido 1.1 - O Aceite será automático caso o fornecedor não faça uma recusa parcial ou total, Por escrito no prazo de 2(dois) após o recebimento

Leia mais

Manual de instruções Módulo eletrônico VEGAMIP Série 60 - Unidade emissora VEGAMIP Série 60 - Unidade receptora. Document ID: 37349

Manual de instruções Módulo eletrônico VEGAMIP Série 60 - Unidade emissora VEGAMIP Série 60 - Unidade receptora. Document ID: 37349 Manual de instruções Módulo eletrônico VEGAMIP Série 60 - Unidade emissora VEGAMIP Série 60 - Unidade receptora Document ID: 37349 Índice Índice 1 Sobre o presente documento 1.1 Função..................................

Leia mais

Manual do Fornecedor/cedente (MPE) Balcão Financeiro

Manual do Fornecedor/cedente (MPE) Balcão Financeiro Manual do Fornecedor/cedente (MPE) Balcão Financeiro Painel de recebíveis e Painel de linhas de crédito Versão 1.0 1 As informações contidas neste documento, incluindo quaisquer URLs e outras possíveis

Leia mais

Roteiro Básico para Exportação

Roteiro Básico para Exportação Roteiro Básico para Exportação As empresas interessadas em efetuar exportações deverão, em primeiro lugar, inscrever-se no RADAR, que corresponde ao Registro de Exportadores e Importadores da Inspetoria

Leia mais

OPERAÇÃO LOGÍSTICA GRV SCB NAKATA

OPERAÇÃO LOGÍSTICA GRV SCB NAKATA 1. OBJETIVO Estabelecer procedimento padrão para todos os colaboradores da Irapuru que estão envolvidos na operação logística de recebimento, armazenagem e expedição do fornecedor DANA SCB e DANA NAKATA

Leia mais

ERP ERP MRP. Page 1. Visão Funcional. Visão de Materiais: Compras Estoque

ERP ERP MRP. Page 1. Visão Funcional. Visão de Materiais: Compras Estoque ERP Visão Funcional ERP Visão de Materiais: Compras Estoque MRP Parâmetros: Estoque de Segurança Lead time Fornecedor Lead time Compras Ponto de Reabastecimento Previsão de Consumo Previsão de Vendas Planejamento

Leia mais

MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE LUCAS DO RIO VERDE CONTROLE INTERNO

MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE LUCAS DO RIO VERDE CONTROLE INTERNO 1/5 1) DOS OBJETIVOS: 1.1) Normatizar os procedimentos de entrada e saída de materiais adquiridos pelo Município; 1.2) Garantir recebimento dos materiais no que se refere a quantidade, qualidade e prazo

Leia mais

PROCEDIMENTOS PARA ORGANIZAÇÃO E ENTREGA DE DOCUMENTOS NOVOS

PROCEDIMENTOS PARA ORGANIZAÇÃO E ENTREGA DE DOCUMENTOS NOVOS PROCEDIMENTOS PARA ORGANIZAÇÃO E ENTREGA DE DOCUMENTOS NOVOS Este manual foi elaborado para orientar o Cliente, Órgão/Entidade, sobre os procedimentos necessários a serem seguidos com relação à preparação

Leia mais

SISTEMA DE INSUMOS ESTRATÉGICOS SIES

SISTEMA DE INSUMOS ESTRATÉGICOS SIES SISTEMA DE INSUMOS ESTRATÉGICOS SIES ÁREA PRAGUICIDA AJUSTE DE ESTOQUE E MOVIMENTAÇÃO DE INSUMOS Para a realização da gestão dos insumos estratégicos no sistema SIES, faz-se necessário, inicialmente, conferir

Leia mais

MQ-02 Manual de Desenvolvimento de Fornecedores

MQ-02 Manual de Desenvolvimento de Fornecedores MQ-02 Manual de Desenvolvimento de Fornecedores Este Manual é de propriedade da Martiaço Indústria Ltda. Sem autorização não pode ser distribuído ou copiado. SUMÁRIO 1. A EMPRESA... 3 2. OBJETIVO... 4

Leia mais

Condições Gerais de Uso Cartão Rendimento Visa TravelMoney

Condições Gerais de Uso Cartão Rendimento Visa TravelMoney Condições Gerais de Uso Cartão Rendimento Visa TravelMoney BANCO RENDIMENTO S/A, com sede na Av. Brigadeiro Faria Lima, 2.092, 19ºandar, São Paulo, Capital, inscrito no C.N.P.J. sob no. 68.900.810/0001-38,

Leia mais

PRONIM ED - EDUCAÇÃO Financeiro

PRONIM ED - EDUCAÇÃO Financeiro PRONIM ED - EDUCAÇÃO Financeiro SUMÁRIO 1. FINANCEIRO... 5 1.1. ED - SECRETARIA... 5 1.2. ED - ESCOLA... 5 1.3. USUÁRIOS POR ENTIDADE NO ED SECRETARIA E ESCOLA... 6 2. FINANCEIRO - SECRETARIA... 7 2.1.

Leia mais

GARANTIA DELTAFIRE. Sistemas de Alarme de Incêndio Wireless SISTEMAS DE SEGURANÇA

GARANTIA DELTAFIRE. Sistemas de Alarme de Incêndio Wireless SISTEMAS DE SEGURANÇA GARANTIA DELTAFIRE Sistemas de Alarme de Incêndio Wireless SISTEMAS DE SEGURANÇA Deltafire Ltda. R. Pinheiro Machado, 3271 Caxias do Sul, RS Tel. 54 3204-4000 CEP 95020-172 www.deltafire.com.br Garantia

Leia mais

LOGÍSTICA EMPRESARIAL

LOGÍSTICA EMPRESARIAL LOGÍSTICA EMPRESARIAL FORNECEDORES Erros de compras são dispendiosos Canais de distribuição * Compra direta - Vendedores em tempo integral - Representantes dos fabricantes Compras em distribuidores Localização

Leia mais

CERTIDÕES UNIFICADAS

CERTIDÕES UNIFICADAS CERTIDÕES UNIFICADAS Manual de operação Perfil Cartório CERTUNI Versão 1.0.0 MINISTÉRIO DA JUSTIÇA Departamento de Inovação Tecnológica Divisão de Tecnologia da Informação Sumário LISTA DE FIGURAS... 2

Leia mais

Caro representante este Manual do Representante tem por objetivo apresentar as regras e procedimentos de trabalho da Unity Brindes.

Caro representante este Manual do Representante tem por objetivo apresentar as regras e procedimentos de trabalho da Unity Brindes. Caro representante este Manual do Representante tem por objetivo apresentar as regras e procedimentos de trabalho da Unity Brindes. Neste guia você encontrará informações importantes para suas vendas e

Leia mais

MANUAL NOTA FISCAL ELETRÔNICA ESCRITÓRIO CONTÁBIL CAIRES

MANUAL NOTA FISCAL ELETRÔNICA ESCRITÓRIO CONTÁBIL CAIRES MANUAL NOTA FISCAL ELETRÔNICA ESCRITÓRIO CONTÁBIL CAIRES Por: Douglas Adolpho Maicon F. Campos COMO BAIXAR EMISSOR DE NF-e (novo!). Acesse o site da Secretária do Governo do Estado de São Paulo (www.fazenda.sp.gov.br/nfe),

Leia mais

MARISOL ON LINE MANUAL. IDMarisol 1

MARISOL ON LINE MANUAL. IDMarisol 1 MANUAL Índice Tela de Login.... ª Via do Boleto Bancário.... Quero me Cadastrar.... Esqueci Minha Senha...... Consulta de Ordens... Consulta de Duplicatas...0 Consulta de Notas Fiscais... Peça Fácil Proposta

Leia mais

Pagamento - Fornecedor

Pagamento - Fornecedor Pagamento - Fornecedor MT-212-00137 - 1 Última Atualização 30/08/2014 I. Objetivos Após este módulo de capacitação você será capaz de: Carregar Documentos Fiscais Verificar o status de envio dos documentos

Leia mais

Unidade IV ADMINISTRAÇÃO DE. Profa. Lérida Malagueta

Unidade IV ADMINISTRAÇÃO DE. Profa. Lérida Malagueta Unidade IV ADMINISTRAÇÃO DE PRODUÇÃO E OPERAÇÕES Profa. Lérida Malagueta Planejamento e controle da produção O PCP é o setor responsável por: Definir quanto e quando comprar Como fabricar ou montar cada

Leia mais

Coordenação Geral de Tecnologia da Informação - CGTI. SIGED - Sistema de Gestão Eletrônica de Documentos MANUAL DO USUÁRIO Módulo de Arquivos

Coordenação Geral de Tecnologia da Informação - CGTI. SIGED - Sistema de Gestão Eletrônica de Documentos MANUAL DO USUÁRIO Módulo de Arquivos SIGED - Sistema de Gestão Eletrônica de Documentos MANUAL DO USUÁRIO Módulo de Arquivos O objetivo deste Manual é permitir a reunião de informações dispostas de forma sistematizada, criteriosa e segmentada

Leia mais