SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO DE SOROCABA - SAAE - REVISÃO DO PLANO DIRETOR DO SISTEMA DE ESGOTOS SANITÁRIOS DE SOROCABA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO DE SOROCABA - SAAE - REVISÃO DO PLANO DIRETOR DO SISTEMA DE ESGOTOS SANITÁRIOS DE SOROCABA"

Transcrição

1 SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO DE SOROCABA - SAAE - REVISÃO DO PLANO DIRETOR DO SISTEMA DE ESGOTOS SANITÁRIOS DE SOROCABA RELATÓRIO FINAL VOLUME 1 TEXTO ENGENHARIA S/C LTDA MAIO/2000 CTR-177/00 REV. 1

2 APRESENTAÇÃO

3 APRESENTAÇÃO O presente estudo contempla o escopo do Contrato nº 034/SCL/2 000, firmado em 04 de Abril de 2000, entre o S.A.A.E. - Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Sorocaba - SP e a PROESP - Engenharia S/C Ltda. Tem como objetivo a Revisão do Plano Diretor do Sistema de Esgotos Sanitários da Cidade de Sorocaba, cuja realização é motivada por alterações na legislação de uso e ocupação do solo do município, ocasionadas pela promulgação da Lei n.º de 03/06/1998, que dispõe sobre alterações da descrição perimétrica da Área 1 do artigo 10 da Lei n.º de 17/10/84 e das Áreas 2 e 3 da Lei Municipal n.º de 17/03/92, além de criar áreas destinadas a loteamentos residenciais de alto e médio padrão no município. Tal lei deverá ocasionar alterações significativas, sobretudo no que se refere às densidades demográficas das áreas sob sua jurisdição, que deverão ser integradas ao planejamento municipal para dotação de infra-estrutura dos sistemas de abastecimento de água e de esgotamento sanitário. Desta forma, o presente estudo visa garantir a eficácia dos instrumentos de planejamento municipal, dos quais a perfeita compreensão dos processos de uso e ocupação do solo é parte integrante, incorporando as modificações produzidas por efeito da legislação, de forma a subsidiar futuras intervenções do poder público. Estão aqui apresentadas de forma consolidada o conjunto de intervenções, melhorias e ampliações que deverão nortear, como diretrizes, as obras necessárias a serem implementadas no sistema, objetivando o atendimento da comunidade ao longo do período de alcance do projeto. É oportuno ressaltar que, aproveitando o ensejo da presente revisão, o trabalho (elaborado em 1994/1995) está sendo reeditado de acordo com a versão 97 do Microsoft Word. Por outro lado, os desenhos estão sendo revisados em função das repercussões no trabalho das novas densidades demográficas decorrentes das disposições da Lei n.º de 03/06/1998 e convertidos para meio eletrônico (Auto Cad l4 R14). O conteúdo da revisão em pauta consta do Anexo 9. Da mesma forma, no presente trabalho é estudada a solução a ser dada a Área da Sub-Bacia A com relação as obras de infra-estrutura de esgotos sanitários. Em decorrência da promulgação da Lei n.º 5686 a municipalidade vem sofrendo fortes pressões por parte de empreendedores imobiliários que pretendem implantar loteamentos na referida área e que estão a exigir o posicionamento do poder público com relação a esse assunto, inclusive, no sentido de dotar a mesma com infra-estrutura de saneamento. Ocorre que, em função da referida lei municipal seria permitida a alteração do tipo de ocupação de uma determinada área desde que a mesma seja englobada por área contígua com outro tipo de ocupação. CTR-177/00

4 Aqui, no caso a área que teria o tipo de ocupação alterado seria a da Sub-Bacia A, englobada pela área contígua pertencente a Sub-Bacia Itanguá. O escopo do presente trabalho contempla a problemática dessa área (Sub-bacia A) e propõe soluções a serem dadas a mesma.com relação as obras de infra-estrutura de esgotamento sanitário apontando inclusive os respectivos custos. O conteúdo do Estudo do Sistema de Esgotamento Sanitário para a Área da Sub-Bacia A consta do Anexo 10. Tendo em vista tratar-se de um trabalho elaborado em 1994/1995 e que a revisão esta sendo efetuada em 2000, o conteúdo da revisão está inteiramente contido nos Anexos 9 e l0 e nos desenhos que foram atualizados. Os demais itens do trabalho foram reproduzidos integralmente. É oportuno salientar que o Plano Diretor, objeto da presente revisão, foi desenvolvido com base em dados do Censo Demográfico de 1991 o que significa dizer que, em virtude de já terem decorrido cerca de 10 anos, as projeções efetuadas poderão apresentar desvio em relação a realidade atual. Destaca-se nesse sentido que quando da realização, por parte do IBGE, do Censo Demográfico de 2000 deverão ser reavaliadas e devidamente ajustadas as populações de projeto e suas repercussões sobre o planejamento da infra-estrutura garantindo assim níveis satisfatórios de eficiência no fornecimento dos serviços por parte do SAAE de Sorocaba. O conteúdo do estudo para a Área da Sub-Bacia A consta do Anexo 10. O produto final da presente revisão é constituído por cinco volumes os quais contém: - Volume 1 - Texto - Volume 2 - Anexos 1 a 8 - Volume 3 - Anexo 9 e 10 - Volume 4 - Desenhos - Volume 5 - Desenhos CTR-177/00

5 ÍNDICE VOLUME CARACTERIZAÇÃO DA ÁREA DE PROJETO INTRODUÇÃO LOCALIZAÇÃO E ACESSO TOPOGRAFIA E CLIMA SISTEMA VIÁRIO INFRAESTRUTURA URBANA 2 - ESTUDOS DEMOGRÁFICOS E TERRITORIAIS INTRODUÇÃO SÍNTESE DO ESTUDO DEMOGRÁFICO ZONEAMENTO DEMOGRÁFICO 3 - SISTEMA EXISTENTE DE ESGOTOS SANITÁRIOS DESCRIÇÃO DO SISTEMA AVALIAÇÃO DO SISTEMA EXISTENTE 4 - PARÂMETROS DE PROJETO PERÍODO DE PLANEJAMENTO ÁREA ATENDIDA POPULAÇÃO DE PROJETO E POPULAÇÃO ATENDIDA PARÂMETROS ADOTADOS CONTRIBUIÇÕES DOMÉSTICAS CONTRIBUIÇÕES INDUSTRIAIS CONTRIBUIÇÃO DE INFILTRAÇÃO CONTRIBUIÇÕES TOTAIS CARGAS ORGÂNICAS BACIAS E SUB-BACIAS DE ESGOTAMENTO CONTRIBUIÇÕES POR SUB-BACIAS 5 - PLANEJAMENTO DO NOVO SISTEMA GENERALIDADES SOLUÇÕES ALTERNATIVAS CTR-177/00

6 6 - PRÉ-DIMENSIONAMENTO DAS UNIDADES COLETORES-TRONCO ESTAÇÕES ELEVATÓRIAS INTERCEPTORES ESTAÇÕES DE TRATAMENTO 7 - ESTIMATIVA DE CUSTO CUSTOS DE IMPLANTAÇÃO DESPESAS OPERACIONAIS 8 - ANÁLISE COMPARATIVA 9 - ALTERNATIVA ESCOLHIDA VOLUME 2 - ANEXOS ANEXO 1 - REAVALIAÇÃO DOS ESTUDOS DEMOGRÁFICOS ANEXO 2 - VAZÕES DE PROJETO ANEXO 3 - PRÉ-DIMENSIONAMENTO DOS COLETORES-TRONCO ANEXO 4 - PRÉ-DIMENSIONAMENTO DAS ESTAÇÕES ELEVATÓRIAS COMUNS ÀS ALTERNATIVAS 1 E 2 ANEXO 5 - PRÉ-DIMENSIONAMENTO DO SISTEMA DE INTERCEPTAÇÃO INTERCEPTORES E ESTAÇÕES ELEVATÓRIAS ANEXO 6 - PRÉ-DIMENSIONAMENTO DAS ETE'S PLANEJADAS ANEXO 7 - ESTIMATIVA DE CUSTO DAS UNIDADES LINEARES ANEXO 8 - CÁLCULO DAS DESPESAS OPERACIONAIS VOLUME 3 - ANEXOS ANEXO 9 - REVISÃO DO PLANO DIRETOR DO SISTEMA DE ESGOTOS SANITÁRIOS DE SOROCABA ANEXO 10 - ESTUDO DO SISTEMA DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO DA ÁREA DA SUB-BACIA A VOLUME 4 - DESENHOS VOLUME 5 - DESENHOS CTR-177/00

7 RELAÇÃO DE DESENHOS NÚMERO TÍTULO FOLHA VOLUME PD PD PD PD PD PD-08 VOLUME PD PD PD PD PD PD PD-15 Revisão do Plano Diretor do Sistema de Esgotos Sanitários Planta dos Setores Censitários Revisão do Plano Diretor do Sistema de Esgotos Sanitários Zonas Homogêneas Estudos Demográficos e Territórios Revisão do Plano Diretor do Sistema de Esgotos Sanitários Sistema Existente Revisão do Plano Diretor do Sistema de Esgotos Sanitários Sistema Existente - ETE São Bento Revisão do Plano Diretor do Sistema de Esgotos Sanitários Sub-Bacias de Esgotamento Revisão do Plano Diretor do Sistema de Esgotos Sanitários Sistema Planejado Planta Geral - Alternativa 2 Revisão do Plano Diretor do Sistema de Esgotos Sanitários Sistema Planejado - Esquema Geral - Alternativa 2 Revisão do Plano Diretor do Sistema de Esgotos Sanitários Sistema Planejado - ETE Itanguá Revisão do Plano Diretor do Sistema de Esgotos Sanitários Sistema Planejado - ETE Pitico Revisão do Plano Diretor do Sistema de Esgotos Sanitários Sistema Planejado - ETE Brigadeiro Revisão do Plano Diretor do Sistema de Esgotos Sanitários Sistema Planejado - ETE Aparecidinha Revisão do Plano Diretor do Sistema de Esgotos Sanitários Sistema Planejado - ETE Cajuru Revisão do Plano Diretor do Sistema de Esgotos Sanitários Sistema Planejado - ETE Sorocaba 1/1 1/1 1/1 1/1 1/1 1/1 1/1 1/1 1/1 1/1 1/1 1/1 1/1 CTR-177/00

8 NÚMERO TÍTULO FOLHA 177-PD PD PD-18 Revisão do Plano Diretor do Sistema de Esgotos Sanitários Sistema Planejado - ETE Sorocaba 1 Revisão do Plano Diretor do Sistema de Esgotos Sanitários Sistema Planejado - ETE Sorocaba 2 Revisão do Plano Diretor do Sistema de Esgotos Sanitários Sistema Planejado Alternativa Escolhida 1/1 1/1 1/1 CTR-177/00

9 1 - CARACTERIZAÇÃO DA ÁREA DE PROJETO

10 1 - CARACTERIZAÇÃO DA ÁREA DE PROJETO INTRODUÇÃO O trabalho ora desenvolvido compreende o Plano Diretor do Sistema de Esgotos Sanitários de Sorocaba e tem como área de projeto, além da sede, os distritos de Cajuru do Sul, Eden, Aparecidinha, Brigadeiro Tobias e Zona Industrial LOCALIZAÇÃO E ACESSO O município de Sorocaba está localizado a sudoeste do Estado e pertence à 4ª Região Administrativa do Estado de São Paulo. Suas coordenadas geográficas são 23 29' de latitude Sul e 47 27' de longitude Oeste. Ocupa uma área aproximada de 456 Km 2 e tem como limites, os seguintes municípios: ao norte, Porto Feliz e Itú; ao sul, Votorantim e Salto de Pirapora; a leste, Mairinque e a oeste, Araçoiaba da Serra e Iperó. Distante cerca de 100 Km da capital, seus principais acessos rodoviários são feitos pelas rodovias Castelo Branco (SP-280) e Raposo Tavares (SP-270) e o ferroviário, por rede da FEPASA (antiga Estrada de Ferro Sorocabana). Atravessando a zona industrial e fazendo a ligação entre a sede do município e a Rodovia Castelo Branco, existe a Rodovia Senador José Ermírio de Morais, conhecida, regionalmente, por "Castelinho" TOPOGRAFIA E CLIMA O município de Sorocaba apresenta relevo relativamente acidentado, notadamente nos extremos norte e sul. Na região central, pela proximidade com as áreas de planície, por onde se desenvolve o rio Sorocaba, a topografia é mais ondulada, com declives mais acentuados nas cabeceiras dos córregos secundários que drenam para o curso d'água principal. As cotas variam desde 535 metros, no fundo de vale do rio Sorocaba, até cerca de 650 metros nos pontos mais altos, topos dos morros existentes. Na região central da cidade as cotas são variáveis de 560 metros a 600 metros, enquanto que o fundo de vale principal apresenta, na área de interesse do presente estudo, desnível da ordem de 25 metros, variando desde 560 metros até 535 metros. CTR-177/00 1.1

11 Não há registros de ocorrências de inundações por ocasião de grandes chuvas, principalmente pela configuração bem definida dos talvegues, e parcela signifivativa dos córregos canalizados pela Prefeitura Municipal. Quanto ao clima, a região apresenta temperatura média anual em torno de 20 C, sendo a média das máximas de 24 C e a média das mínimas de 15 C. A temperatura máxima do mês mais quente é da ordem de 32 C e a mínima do mês mais frio é de aproximadamente 9 C. Apesar das características típicas de clima tropical, pela proximidade do Trópico de Capricórnio, o clima da região é influenciado pela massa polar atlântica, apresentando inverno relativamente úmido, sendo que ocorrem no período cerca de 20% do total anual de chuvas. A preciptação pluviométrica média é de aproximadamente mm, com 220 mm no mês mais chuvoso e 30 mm no mês mais seco. A umidade média do ar é de 75% SISTEMA VIÁRIO A cidade de Sorocaba, pelo seu próprio porte e pujança econômica, apresenta um sistema viário complexo, e nas áreas de ocupação mais consolidada as ruas são praticamente todas pavimentadas.. A malha viária conta com avenidas de porte e devido ao rápido crescimento urbano predominam, nas vias periféricas, a ausência de pavimento e o traçado indefinido. O sistema viário é estrangulado por dois obstáculos de difícil transposição que são o rio Sorocaba e a Estrada de Ferro Sorocabana INFRAESTRUTURA URBANA Drenagem Não existe plano diretor para coleta de águas pluviais, e as obras de galerias e outras afins, são feitas pela Prefeitura Municipal em áreas consideradas de risco, sujeitas a inundação, à medida em que se tornam necessárias. O lançamento é direto no rio Sorocaba e córregos secundários Sistema de Abastecimento de Água A cidade de Sorocaba dispõe de um sistema completo de abastecimento de água composto por captações de águas superficiais e subterrâneas, aduções de água bruta, estações de tratamento de água, aduções de água tratada, centros de reservação e redes de distribuição. CTR-177/00 1.2

12 O principal sistema produtor de água é formado pelas captações do rio Sorocaba e do rio Ipaneminha, responsáveis por cerca de 77% da água produzida, cujo tratamento é feito na ETA I - Cerrado. Do rio Sorocaba são extraídos 991 l/s, na represa do SAAE, localizada à jusante da represa de Itupararanga, a cerca de 14 km da estação de tratamento. A adução é feita, por gravidade, através de três adutoras paralelas. A primeira, implantada em 1938, é constituida por tubos de cimento amianto e 350 mm de diâmetro; a segunda foi construída em 1958, em aço soldado e 500 mm de diâmetro e a terceira, de construção mais recente, é formada por tubos de ferro dúctil de 500 mm de diâmetro. As vazões de adução, segundo medições efetuadas pelo SAAE, são respectivamente, 212 l/s, 346 l/s e 433 l/s. A captação do rio Ipaneminha é responsável por 22% do volume total da água produzida pelo sistema. Esta captação consiste de uma barragem de terra para elevação do nível d'água do rio e formação de um pequeno reservatório de acumulação, com tomada d'água direta e desarenação com gradeamento. As águas captadas são conduzidas, através de recalque, promovido por estação elevatória de água bruta, existente ao lado da captação, para a ETA I - Cerrado. Esta estação de tratamento está localizada no bairro Cerrado, a sudoeste do centro da cidade e está em operação desde É do tipo convencional, com capacidade nominal de l/s e trata atualmente cerca de l/s. Existem mais dois pequenos sistemas produtores que complementam o sistema principal descrito. O sistema Eden é composto por captação e estação elevatória de água bruta do rio Pirajibu- Mirim e estação de tratamento, denominada ETA II ou ETA do Eden, situada anexa à captação. A capacidade nominal do sistema é de 100 l/s, e atualmente está operando com sobrecarga para fornecimento de 180 l/s. O sistema produtor São Bento é formado por captação, estação elevatória e adutora de água bruta e estação de tratamento, denominada ETA III ou ETA São Bento. A captação é feita no rio Sorocaba, dentro do perímetro urbano, à jusante da cidade, proximidades do loteamento Parque São Bento. Junto à captação é feito um pré-tratamento por aeração, aplicação de carvão ativado e cloração de baixo teor. Na área da ETA, logo na caixa de chegada é feita uma nova pré-cloração. A ETA está situada no loteamento Parque São Bento, a aproximadamente 1 km do local de captação. A estação é do tipo convencional, dotada de floculadores mecanizados, decantadores tubulares e filtros rápidos de gravidade. CTR-177/00 1.3

13 O sistema de adução de água bruta é constituído por linha de recalque de 300 mm de diâmetro e cerca de 1 km de extensão. A capacidade nominal deste sistema produtor é de 60 l/s. A produção de água para o atendimento da cidade é complementada com a exploração de 37 poços tubulares profundos, com vazões variáveis de 2,50 m 3 /h a 72 m 3 /h, totalizando perto de 730 m 3 /h, ou seja, 202 l/s. A distribuição de água tratada é feita principalmente a partir da ETA I - Cerrado, através de diversas tubulações, dispostas em forma de anel, que promovem a adução aos principais centros de reservação. A ETA II - Eden é responsável pelo atendimento do Parque Ibiti, Jardim do Eden, dos distritos de Aparecidinha e Cajuru do Sul, Parque Vitória Régia e parte do Parque Industrial. A água tratada na ETA III - São Bento - alimenta exclusivamente o loteamento que lhe empresta o nome, situado na periferia sudeste da cidade. O sistema de abastecimento de água de Sorocaba conta com 16 setores de distribuição, denominados Centro de Distribuição, apresentando um total de 26 áreas de reservação. Nestas áreas estão localizados 23 reservatórios apoiados, semi-enterrados ou enterrados, com volume total de m 3 e 12 reservatórios elevados com capacidade total de m 3. A reservação total do sistema é portanto de m 3. A distribuição de água é promovida por cerca de km de redes, com diâmetros variáveis de 50 mm a 300 mm, constituídos basicamente por tubulações de PVC, Defofo e ferro dúctil. Segundo cadastro do SAAE o número de economias atendidas (Dez/93) é de unidades, sendo residenciais, comerciais, 610 industriais e 173 públicas, correspondendo a um índice de atendimento da ordem de 99% Lixo A coleta de lixo é diária, executada pela Prefeitura Municipal em toda a área urbana e a disposição final dos resíduos é feita em aterro sanitário. CTR-177/00 1.4

14 Outras Concessionárias - Energia Elétrica: o sistema é operado pela ELETROPAULO, atendendo aprox. 100% da população, através de um total de ligações, das quais são residenciais, - Telefonia: o sistema existente é operado pela TELESP. - Gás: não há sistema público de distribuição de gás. A população consome gás distribuído, em butijões por engarrafadoras particulares. CTR-177/00 1.5

15 2 - ESTUDOS DEMOGRÁFICOS E TERRITORIAIS

16 2 - ESTUDOS DEMOGRÁFICOS E TERRITORIAIS INTRODUÇÃO Neste capítulo são apresentados os estudos demográficos, desenvolvidos para embasar a elaboração do novo Plano Diretor de Esgotos Sanitários do Município de Sorocaba. Cabe salientar que recentemente, ainda no corrente ano, a PROESP Engenharia elaborou para o SAAE - Serviço Autônomo de Água e Esgotos de Sorocaba - o planejamento do Sistema de Abastecimento de Água da cidade. No âmbito deste trabalho foi efetuado completo estudo de demografia que serviu de base para sua elaboração. Neste contexto, o referido estudo será aproveitado integralmente, com pequenos ajustes, que serão mostrados adiante, decorrentes das peculiaridades do planejamento ora em elaboração. Nos itens subsequentes o citado estudo é reapresentado de modo que este Plano Diretor do Sistema de Esgotos Sanitários contenha todos os elementos necessários para a compreensão dos parâmetros e critérios utilizados, sem necessidade de se recorrer ao trabalho anterior. De acordo com as recomendações técnicas vigentes o planejamento abrange um período de 20 anos, iniciando-se no ano 1996 e horizonte de projeto no ano SÍNTESE DO ESTUDO DEMOGRÁFICO Aspecto Demográficos Regionais De acordo com a nova divisão político-institucional adotada para o Estado de São Paulo a Região Administrativa de Sorocaba, que se localiza a oeste da Grande São Paulo, é formada por 7 sub-regiões: Sorocaba, Tatuí, Itapetininga, Capão Bonito, Itapeva, Avaré e Botucatu, sendo a Sub-região de Sorocaba formada por 17 municípios a saber: Araçoiaba, Ibiuna, Mairinque, Porto Feliz, São Roque, Tapiraí, Cabreúva, Iperó, Piedade, Salto, Sarapuí, Votorantim, Capela do Alto, Itu, Pilar do Sul, Salto de Pirapora e Sorocaba. Ao analisar as áreas de influência das grandes cidades, a Fundação IBGE demonstra que Sorocaba, como capital regional, é subordinada diretamente a São Paulo, sem a intermediação de nenhum centro sub-metropolitano. Ao todo, a região de influência de Sorocaba subordina 57 municípios. Estas duas informações indicam o grau de importância do município de Sorocaba para o contexto sócio-econômico regional. CTR-177/00 2.1

17 No que se refere à demografia regional, verifica-se que nestes últimos 50 anos a região de Sorocaba tem apresentado taxas de crescimento populacionais sempre positivas, tendo seu número de habitantes crescido cerca de 3,1 vezes entre 1940/1991, bem inferior, porém, ao ritmo do Estado, que se tornou 4,5 vezes maior neste mesmo período. Observa-se que a região vem tendo sua participação relativa no contexto demográfico do Estado cada vez mais reduzida, passando de 14,0% no começo do século, para 9,0%, 6,0% e 6,0% em 1940, 1980 e 1991, respectivamente. No entanto, neste período, a região de Sorocaba vem apresentando taxas populacionais sempre crescentes, tendo diminuído a diferença em relação à taxa verificada no Estado, principalmente no que se refere a esta última década. Isto se deve basicamente ao crescimento de algumas áreas da região, como a sub-região de Sorocaba, que apresentou, entre 1970 e 1980, taxa de crescimento superior a 4,0% ao ano, e em menor escala, de algumas áreas esparsas nas demais sub-regiões. Em outro extremo, situa-se as sub-regiões de Avaré, Itapeva e Capão Bonito, que se constituem nas sub-regiões de menor crescimento populacional da região, tendo, nesta última década crescido apenas em torno de 1,0% ao ano, conforme mostra o Quadro 2.1 a seguir. Quadro Taxas de Crescimento Populacional TAXAS DE CRESCIMENTO (%) SUB-REGIÕES PERÍODO 1940/ / / / /91 Sorocaba 2,34 2,97 3,02 4,13 3,30 Tatuí -0,40 1,22 1,31 2,78 2,98 Itapetininga 0,64 1,36 2,31 2,29 2,85 Capão Bonito 1,75 1,30 2,01 2,92 1,32 Itapeva 0,45 3,14 3,14 2,26 1,56 Avaré -1,43 2,31 1,56 1,18 1,43 Botucatu -0,15 0,60 0,74 1,01 2,56 Região 0,78 2,14 2,32 2,96 2,65 Estado 2,50 3,39 3,33 3,49 2,12 Fonte: Fundação IBGE Como consequência disto, tem ocorrido uma crescente concentração populacional na região, numa área onde se localiza a sede regional e nos seus municípios vizinhos, que, somando-se aos movimentos de migração, tem afetado, principalmente, as sub-regiões de Avaré, Botucatu e Itapetininga, que vêm diminuindo sensivelmente suas participações dentro desta região, pois se, em 1940 elas comportavam 38,5% do total, em 1980 e 1991 esse percentual havia baixado para 25,5% e 24,6%, respectivamente, conforme mostra o Quadro 2.2 a seguir. CTR-177/00 2.2

18 Quadro Participação Relativa das Sub-Regiões SUB-REGIÕES PARTICIPAÇÃO RELATIVA (%) ANO Sorocaba 30,80 46,70 48,40 Tatuí 11,90 8,60 8,40 Itapetininga 10,00 8,50 8,10 Capão Bonito 7,30 7,20 7,30 Itapeva 11,50 12,00 12,30 Avaré 12,90 8,40 8,10 Botucatu 15,60 8,60 8,40 Fonte: Fundação IBGE De fato, observa-se que a sub-região de Sorocaba, que detinha, em 1980, quase a metade dos habitantes da região, em 1940 não chegava a um terço e essa concentração se deve não só à presença da sede regional, que é o maior centro urbano da região, mas também devido à sua proximidade com a área metropolitana. Isso porque esta última região já se encontra num processo de saturação industrial, tendo havido uma procura de áreas relativamente próximas para a sua expansão. E neste ponto as sub-regiões de Sorocaba e, em menor grau, Tatuí, tem atraído diversas unidades industriais, pois, além de serem as áreas mais próximas, contam com alguns centros urbanos bastante desenvolvidos e uma rede viária mais complexa, destacando-se a Via Castelo Branco, o mais importante eixo de penetração industrial na região. O componente migratório foi o principal indutor de crescimento populacional na região. Tal fato pode ser verificado ao se constatar que os municípios que apresentaram nos últimos anos os maiores índices são aqueles cujo poder de atração migratório é mais significativo. Entretanto, o componente vegetativo é verificado como o principal responsável pela manutenção das taxas positivas nos municípios cujo crescimento populacional encontra-se entre 1% e 3% a.a., impedindo o surgimento de taxas negativas em vários municípios da região. A nível de sub-regiões, a componente vegetativa foi menos significativa nos municípios de Sorocaba e Tatuí com, respectivamente, 49% e 58%, entre 1970 e Em Itapetininga e Capão Bonito esse percentual foi de 92% e em Itapeva e, principalmente, em Avaré e Botucatu, com a totalidade do crescimento populacional, uma vez que os saldos migratórios foram negativos. CTR-177/00 2.3

19 O Quadro 2.3 a seguir, apresenta a evolução da população segundo seus componentes para os anos de 1940 a Os dados de 1991 ainda não estão disponíveis não sendo possível sua aferição. Quadro Evolução da População segundo seus Componentes ANO POPULAÇÃO (hab) CRESCIMENTO TOTAL (hab) CRESCIMENTO DESCENAL (%) Total Vegetativo Migratório ,11 16,99-8, ,62 26,38-2, ,83 24,98-0, ,84 23,31 10, Fonte: Fundação IBGE A região de Sorocaba constitui-se, de 1940 a 1960, numa área de expulsão populacional, atingindo em maior grau as sub-regiões de Tatuí, Avaré e Botucatu, que apresentaram grandes perdas populacionais, principalmente no meio rural. A ocupação de algumas áreas rurais, ao sul da região, mais especificamente nas subregiões de Capão Bonito e Itapeva, e o incremento da industrialização na sub-região de Sorocaba, permitiram que esta região apresentasse saldos migratórios quase nulos entre 1960 a Já na década de 1970 ocorreram mudanças na estrutura industrial, com a instalação de unidades mais modernas que procuraram, principalmente, a sub-região de Sorocaba. Dessa forma, esta sub-região, que se constituía na única área que havia apresentado saldos migratórios positivos desde 1940, atraiu considerável número de pessoas, provavelmente, até de outros Estados. O processo de urbanização na região de Sorocaba apresenta-se mais lento que nas demais regiões do Estado. Por exemplo, em 1940, sua taxa de urbanização era igual a da região de Ribeirão Preto, 32,40%, mas em 1980, a de Ribeirão se elevou para 84,3%, enquanto a de Sorocaba era de 71,70% Aspectos do Município de Sorocaba O município de Sorocaba, devido as suas características sócio-econômicas, se consolidou como um importante centro de absorção de fluxos migratórios intra e extra regionais. No Quadro 2.4 a seguir, são apresentadas as populações residentes no município de Sorocaba, conforme dados censitários obtidos junto à Fundação IBGE. CTR-177/00 2.4

20 Quadro População Residente em Sorocaba POPULAÇÃO (HAB) DISTRITOS Urbana Rural Total Urbana Rural Total Urbana Rural Total Urbana Rural Total Sorocaba ###### ###### Brig. Tobias Cajuru do Sul Éden Votorantim TOTAL ###### ###### Fonte: Fundação IBGE CTR-177/00 2.5

21 O município tem apresentado, sucessivamente, taxas positivas de crescimento da população, exceto no que se refere à população rural, que apresentou taxas negativas de crescimento nas décadas de 60 e 70, -10,70 % a.a. e -4,40 % a.a., respectivamente. A população urbana do município experimentou uma forte elevação de 4,60% a.a. na década de 70, condizente com as características do período marcado pelo êxodo rural e uma taxa de 3,45% a.a. na década de 80, bastante próximas daquela verificada para a década de 60 que apontou um crescimento de 3,57% a.a., conforme mostra o Quadro 2.5 a seguir. Quadro Taxas Geométricas de Crescimento Populacional de Sorocaba TAXAS GEOMÉTRICAS DE CRESCIMENTO POPULACIONAL DISTRITOS 1960/ / /1991 Urbana Rural Total Urbana Rural Total Urbana Rural Total Sorocaba 4,26 (8,85) 3,83 4,39 (5,29) 4,29 3,20 6,12 3,22 Brig. Tobias 9,25 (5,52) 1,60 8,19 2,58 6,64 4,60 0,74 33,85 Cajuru do Sul 3,14 3,81 3,67 17,99 0,18 12,84 12,84 Éden 17,52 (1,39) 5,47 13,67 2,65 10,29 8,46 (2,53) 6,95 Votorantim TOTAL 3,57 (10,70) 2,42 4,60 (4,40) 4,39 3,45 2,39 3,44 Fonte:Quadro 2.4 Verifica-se, ainda, que os distritos de Brigadeiro Tobias, Cajuru do Sul e Eden, tiveram participação significativa na manutenção das taxas de crescimento da população total, uma vez que se consolidaram como centros locais, com destaque para o distrito de Cajuru do Sul, que apresentou uma taxa de crescimento de 12,84% a.a.. A taxa de urbanização do município se mantem da ordem de 98%, aproximadamente, desde a década de Área de Projeto Para a elaboração dos estudos demográficos foi adotada como área de projeto aquela representada pelo perímetro urbano da sede do município de Sorocaba acrescida de algumas áreas que, apesar de não pertencerem ao perímetro urbano, apresentam-se loteadas ou com ocupação característica de áreas urbanas. Estas áreas constam também do Plano de Desenvolvimento Integrado, elaborado pela Prefeitura Municipal. Desta forma, foi selecionada a área de ,80 ha, apresentada no Desenho nº 177-PD-002, em anexo. CTR-177/00 2.6

22 Cálculo da População de Saturação Tendo por objetivo apresentar uma informação que norteasse as projeções demográficas para a área em estudo, foi realizada uma análise que visou determinar a população de saturação da mesma. Para a realização deste cálculo foram definidas zonas homogêneas que, do ponto de vista da densidade demográfica, apresentassem as mesmas características. A delimitação destas zonas foi embasada também em uma análise dos padrões de ocupação vigentes na área de projeto e que influenciam decisivamente nas variações das referidas densidades demográficas. A partir dos critérios de tipos de uso, padrão de ocupação e densidade de ocupação foram identificadas 19 áreas distintas. Uma descrição completa de cada uma destas zonas encontra-se no item 2.3.1, do presente estudo. A definição da população de saturação de cada uma destas áreas foi calculada a partir da aplicação do índice de ocupação de 50% da área total, definido no Plano Diretor elaborado pela Prefeitura, sendo calculada, desta forma, a área efetivamente ocupável de cada uma das zonas homogêneas. Esta área foi então dividida pela área do lote mínimo previsto na legislação de uso e ocupação do solo para cada uma das zonas homogêneas, obtendo-se o número de lotes na saturação de cada uma delas. O número de lotes obtido foi então multiplicado pela relação média do número de habitantes por domicílio de cada zona homogênea, calculado a partir dos dados censitários de O resultado desta operação é a população de saturação estimada para cada zona homogênea. Nas zonas ZC, ZM1 e ZM2, de ocupação mais antiga, que encontram-se consolidadas do ponto de vista urbanístico, foi adotada como população de saturação aquela verificada no censo demográfico de O Quadro 2.6 a seguir, apresenta os valores utilizados no cálculo descrito e os resultados obtidos. CTR-177/00 2.7

23 Quadro População de Saturação ÁREA LOTE NÚMERO RELAÇÃO SATURAÇÃO ZONA ÁREA TOTAL MÉDIO DE LOTES HAB/DOM HOMOG. ÚTIL (HA) População Densidade (HAB) (M 2 ) (UN) FIBGE/91 Ajustado (hab) (hab/ha) ZC 180,90 90, ZM1 216,30 108, ZM2 284,40 142, ZR 4.330, , ,95 4, ZRP 2.152, , ,41 4, ZI 5.651, ,85-0 6,85 0, ZIC 958,30 479,15-0 5,50 0, ZSC 3.469, , ,92 4, ZER 1.536,40 768, ,16 4, ZERP 2.809, , ,52 4, ZRM-BT 237,80 118, ,21 4, ZE-BT 199,80 99, ,23 4, ZRM-E 248,20 124, ,71 3, ZE-E 307,70 153, ,67 3, ZRM-A 73,40 36, ,33 4, ZE-A 46,30 23, ,33 4, ZRM-CS 62,20 31, ,72 3, ZE-CS 517,60 258, ,72 3, Z INST 537,10 268, TOTAL ####### , Para uma melhor visualização das áreas delimitadas foi elaborado o Desenho n 177-PD-002, onde estão representadas, graficamente, as diferentes zonas homogêneas identificadas. Concluindo, estima-se em habitantes a população de saturação para a área em estudo Projeção da População Para a estimativa da projeção populacional na área de projeto, optou-se pela adoção da curva logística como modelo matemático para sua representação, tendo em vista que é o que melhor se adapta a cidades de médio a grande porte, como é o caso de Sorocaba. CTR-177/00 2.8

24 Foram estabelecidas três hipóteses de crescimento, conforme os dados utilizados no cálculo das respectivas curvas logísticas, visando uma análise comparativa e seleção daquela que melhor representa a expectativa de evolução demográfica. As três hipóteses foram desenvolvidas a partir do cálculo da população de saturação e dos dados censitários do IBGE referentes aos anos de 1970, 1980 e 1991 para a área de projeto. As projeções foram realizadas para o horizonte de 21 anos, estabelecendo o ano de 2015 como fim do período de planejamento. As três hipóteses formuladas são: Hipótese I: Desenvolvida a partir dos dados relativos à população residente na área em estudo nos anos de 1970 e 1980, contida nos censos demográficos do IBGE e do cálculo da população de saturação. Hipótese II: Desenvolvida a partir dos dados relativos à população residente na área em estudo nos anos de 1970 e 1991, contida nos censos demográficos do IBGE e do cálculo da população de saturação. Hipótese III: Desenvolvida a partir dos dados relativos à população residente na área em estudo nos anos de 1980 e 1991, contida nos censos demográficos do IBGE e do cálculo da população de saturação. Os Quadros 2.7, 2.8 e 2.9 a seguir, apresentam as projeções realizadas. CTR-177/00 2.9

25 Quadro Projeção Demográfica de Sorocaba - Hipótese I Dados Básicos: Parâmetros Básicos To = 1970 P. Sat. = A = 2, T1 = 1980 P.To = B = 0, T = 10 P.T1 = ANO POPULAÇÃO ANO POPULAÇÃO ANO POPULAÇÃO ANO POPULAÇÃO ANO POPULAÇÃO CTR-177/

26 Quadro Projeção Demográfica de Sorocaba - Hipótese II Dados Básicos: Parâmetros Básicos To = 1970 P. Sat. = A = 2, T1 = 1991 P.To = B = 0, T = 21 P.T1 = ANO POPULAÇÃO ANO POPULAÇÃO ANO POPULAÇÃO ANO POPULAÇÃO ANO POPULAÇÃO CTR-177/

27 Quadro Projeção Demográfica de Sorocaba - Hipótese III Dados Básicos: Parâmetros Básicos To = 1980 P. Sat. = A = 1, T1 = 1991 P.To = B = 0, T = 11 P.T1 = ANO POPULAÇÃO ANO POPULAÇÃO ANO POPULAÇÃO ANO POPULAÇÃO ANO POPULAÇÃO CTR-177/

28 Para uma melhor visualização da evolução do crescimento populacional de cada uma das hipóteses foi elaborado o Quadro 2.10, a seguir, que apresenta, de forma sintetizada, os valores resultantes, ao longo do período de projeto. Quadro Resumo das Projeções Elaboradas ANO HIPÓTESE I HIPÓTESE II HIPÓTESE III TCG 2,89% a.a. 2,75% a.a. 2,43% a.a. A análise das projeções revela que a população de saturação estimada para o município de Sorocaba, habitantes, não será atingida dentro do horizonte de projeto. De acordo com as análises anteriormente realizadas o município de Sorocaba possui algumas características peculiares que devem ser levadas em consideração na escolha da alternativa a ser adotada. Verificou-se que o município, ao contrário das demais da região, não se caracteriza por ser uma área de expulsão populacional, tendo demonstrado ao longo dos últimos 40 anos, capacidade de absorção populacional dos saldos vegetativos e migratórios, sempre positivos. Mesmo na década de 70, quando vários municípios do interior paulista apresentaram saldos migratórios negativos, função do poder de atração das regiões mais industrializadas, o município de Sorocaba demonstrou capacidade de manter o saldo migratório positivo, sobretudo devido a sua indústria, que manteve seu ritmo de crescimento mesmo na década de 80. Um forte indicador desta característica é o fato de que a expansão recente, captada pela relação municipal do licenciamento de atividades e pela declarão de ICMS, revelam que cerca de 20% do valor agregado na indústria local em agosto de 1989 proveio de instalações posteriores a janeiro de Portanto, a expansão da indústria no município de Sorocaba, que abrangeu 76% do valor da produção indústrial regional em 1980, manteve os mesmos ritmos de crescimento verificados na década anterior, apesar de contar com uma conjuntura econômica claramente recessiva. CTR-177/

29 Desta forma, verifica-se que o município manteve, na década de 80, as mesmas características que possibilitaram manter, na década de 70, taxas de crescimento populacional positivas, acima da média verificadas para o conjunto da região. Noutros termos, é de se esperar que a região tenha se firmado como receptora de mão de obra e que prossiga retendo, regionalmente, parte expressiva de sua população rural expulsa pelo avanço nas transformações do seu campo. Entretanto, verifica-se uma sensível queda nas taxas de crescimento populacional para as áreas urbanas entre a década de 70, 4,60% a.a., e a década de 80, 3,45% a.a., que refletem sobretudo a diminuição dos fluxos migratórios motivada pela queda dos índices de crescimento econômico no país. É, portanto, razoável afirmar que esta tendência de queda das taxas de crescimento populacional tende a se aprofundar, sobretudo devido à consolidação da estrutura urbana no município. A análise do Quadro 2.10 revela que a adoção de períodos distintos, 70/80, 70/91 e 80/91, as projeções apresentam variações que refletem dinâmicas diferenciadas verificadas ao longo dos últimos 20 anos. A utilização dos dados referentes à década de 70, hipoteses I e II, período considerado atípico devido às elevadas taxas de desenvolvimento econômico nacional, faz com que as estimativas de crescimento contidas nestas hipóteses se elevem, sendo que, os elementos conjunturais característicos dessa epóca dificilmente voltarão a ocorrer dentro do horizonte de projeto. Desta forma, optou-se pela utilização da Hipótese III, que refere-se ao período 80/91. Este período é considerado como de consolidação da estrutura sócio-econômica da grande maioria dos municípios do interior paulista, exceção feita à região de Campinas, cujas características de centro industrial apresentou uma dinâmica diferenciada do restante do Estado. Neste sentido, o principal fator que justifica a adoção desta hipótese é a premissa básica de que a conjuntura econômica vigente no país na década de 80, quais sejam, diminuição da atividade produtiva, com os conseqüentes rebatimentos na estrutura urbana e rural, alternando períodos de crescimento e recessão econômica, deverão perdurar nos próximos anos, sendo considerada improvável a ocorrência de novos surtos de desenvolvimento capazes de causar impactos na demografia da região onde se insere a área de projeto. Prevê-se, desta forma, para o horizonte de 2015 o total de habitantes na área de projeto. CTR-177/

30 2.3 - ZONEAMENTO DEMOGRÁFICO Zonas Homogêneas Com o objetivo de se agrupar áreas semelhantes do ponto de vista dos tipos de usos, densidades ocupacionais e padrões de ocupação foram efetuados estudos urbanísticos, iniciando-se pela análise da atual estrutura ocupacional. Foram consideradas também as proposições contidas no novo Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado, que pretende disciplinar o uso e ocupação do solo na área urbana do município. Desta forma, dentro dos limites da área de projeto, foram identificadas 19 zonas homogêneas, a saber: ZC - Zona Comercial: região central da cidade, de ocupação mais antiga, que concentra a grande maioria dos estabelecimentos comerciais, bancários e empresas de prestação de serviços, bem como residências térreas e edifícios residenciais e comerciais. Área consolidada do ponto de vista urbanístico; possui área total de 180,90 ha e média de 3,04 hab/dom. ZM1 - Zona de Uso Misto: área adjacente à Zona Comercial, onde predomina o uso residencial de médio padrão, com lotes médios de 250 m 2. Verifica-se a presença de estabelecimentos comerciais de médio e pequeno portes, destinados ao atendimento da demanda local e extra local, pequenas indústrias e empresas de prestação de serviços. Apresenta unidades verticalizadas de uso residencial e comercial. Área consolidada do ponto de vista urbanístico; possui área total de 216,30 ha e média de 3,54 hab/dom. ZM2 - Zona de Uso Misto: área adjacente à Zona Comercial, com grande número de estabelecimentos comerciais de médio e pequeno portes, destinados ao atendimento da demanda local e extra local, pequenas indústrias e empresas de prestação de serviços, bem como uso residencial de médio a alto padrão, com lotes médios de 250 m 2. Apresenta unidades verticalizadas de uso residencial e comercial. Área consolidada do ponto de vista urbanístico; possui área total de 284,40 ha e média de 3,60 hab/dom. ZR - Zona Residencial: área de uso predominantemente residencial de médio a alto padrão, com lotes médios com cerca de 300 m 2. Apresenta estabelecimentos comerciais destinados ao abastecimento familiar diário. Possui área total de 4.330,20 ha e média de 3,95 hab/dom. ZRP - Zona Residencial Popular: área de uso predominantemente residencial de baixo padrão, onde se localizam os conjuntos habitacionais populares, com lotes médios de 125 m 2. Apresenta estabelecimentos comerciais destinados ao abastecimento familiar diário. Possui área total de 2.152,00 ha e média de 4,41 hab/dom. CTR-177/

31 ZI - Zona de Uso Industrial: áreas de uso exclusivamente industrial, com limites e usos definidos pelo Plano Diretor, onde estão instaladas boa parte das indústrias de grande porte. Possui área total de 5.651,70 ha. O censo demográfico da Fundação IBGE constatou a existência de uma pequena população residente, sendo que o Plano Diretor não permitirá a ocupação residencial destas áreas. ZIC - Zona Industrial de Uso Condicionado: área de uso exclusivamente industrial, com limites e usos definidos pelo Plano Diretor, que, por localizar-se na bacia hidrográfica de um dos mananciais de abastecimento de água da cidade, tem seu uso condicionado e restrito apenas a atividades não poluentes. Possui área total de 958,30 ha, não sendo permitida sua ocupação residencial. ZSC - Zona de Sítios e Chácaras: Área de sítios e chácaras de laser, definida pelo Plano Diretor que prevê lotes mínimos de m 2 ; Possui área total de 3.469,80 ha e apresentou a média de 4,92 hab/dom. ZER - Zona de Expansão Residencial: compreende a totalidade dos vazios urbanos existentes dentro da Zona Residencial ZR; sua ocupação futura deverá obedecer aos padrões existentes nas áreas adjacentes, de médio a alto padrão, com lotes médios de cerca de 300 m 2. Possui área total de 1.536,40 ha e média de 4,16 hab/dom. ZERP - Zona de Expansão Residencial Popular: compreende a totalidade dos vazios urbanos existentes dentro da Zona Residencial Popular ZRP; sua ocupação futura tende a manter o baixo padrão das áreas ocupadas adjacentes, sobretudo conjuntos habitacionais populares, com lotes médios de 125 m 2. Possui área total de 2.809,70 ha e média de 4,52 hab/dom. ZRM-BT - Zona Residencial Mista de Brigadeiro Tobias: área de uso predominantemente residencial de médio a baixo padrão, com lotes médios de 250 m 2. Apresenta estabelecimentos comerciais destinados ao abastecimento local e extra local, pequenas indústrias e empresas prestadoras de serviços. Possui área total de 237,80 ha e média de 4,21 hab/dom. ZE-BT - Zona de Expansão do Distrito de Brigadeiro Tobias: compreende a totalidade dos vazios urbanos existentes dentro da zona ZRM-BT; sua ocupação futura deverá obedecer aos mesmos baixos padrões existentes das áreas ocupadas adjacentes, com lotes médios de cerca de 250 m 2. Possui uma área total de 199,80 ha e média de 4,23 hab/dom. ZRM-E - Zona Residencial Mista de Eden: área de uso predominantemente residencial de médio a baixo padrão, com lotes médios de 250 m 2. Apresenta estabelecimentos comerciais destinados ao abastecimento local e extra local, pequenas indústrias e empresas prestadoras de serviços. Possui área total de 248,20 ha e média de 3,71 hab/dom. CTR-177/

32 ZE-E - Zona de Expansão do Distrito de Eden: compreende a totalidade dos vazios urbanos existentes dentro da zona ZRM-E; sua ocupação futura deverá obedecer ao mesmo baixo padrão existente das áreas ocupadas adjacentes, com lotes médios de cerca de 250 m 2. Possui área total de 307,70 ha e média de 3,67 hab/dom. ZRM-A - Zona Residencial Mista de Aparecidinha: área de uso predominantemente residencial de médio a baixo padrão com lotes médios de 125 m 2. Apresenta estabelecimentos comerciais destinados ao abastecimento local e extra local, pequenas indústrias e empresas prestadoras de serviços. Possui área total de 73,40 ha e média de 4,33 hab/dom. ZE-A - Zona de Expansão de Aparecidinha: compreende a totalidade dos vazios urbanos existentes dentro da zona ZRM-A; sua ocupação futura deverá obedecer ao mesmo baixo padrão existente nas áreas adjacentes, com lotes médios de cerca de 125 m 2. Possui uma área total de 46,30 ha e média de 4,33 hab/dom. ZRM-CS - Zona Residencial Mista de Cajuru do Sul: área de uso predominantemente residencial de médio a baixo padrão, com lotes médios de 125 m 2. Apresenta estabelecimentos comerciais destinados ao abastecimento local e extra local, pequenas indústrias e empresas prestadoras de serviços. Possui área total de 62,20 ha e média de 3,72 hab/dom. ZE-CS - Zona de Expansão de Cajuru do Sul: compreende a totalidade dos vazios urbanos existentes dentro da zona ZRM-CS; sua ocupação futura tende a manter o baixo padrão existente das áreas adjacentes, com lotes médios de cerca de 125 m 2. Possui área total de 517,60 ha e média de 3,72 hab/dom. ZINST - Áreas de uso público e institucional: concentram as atividades de laser e do poder público, bem como clubes públicos e privados, cemitérios, etc. Não são passíveis de ocupação. Possui área total de 537,10 ha. Para uma melhor visualização das zonas homogêneas identificadas foi elaborado o Desenho n 177-PD-002, em anexo, que apresenta a divisão proposta Tendência de Crescimento Urbano e Estrutura Urbana Futura A atual malha urbana da cidade de Sorocaba foi constituída a partir do surgimento de loteamentos periféricos ao núcleo central, que datam dos anos 70 e 80. Estes loteamentos apresentam graus distintos de ocupação, sendo que, via de regra, dispõem de áreas passíveis de adensamento, assim como a sua localização, em muitos casos, se dá de modo descontínuo em relação às áreas já ocupadas, gerando espaços vazios entre os mesmos. CTR-177/

SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO DE SOROCABA - SAAE - REVISÃO DO PLANO DIRETOR DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA DE SOROCABA

SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO DE SOROCABA - SAAE - REVISÃO DO PLANO DIRETOR DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA DE SOROCABA SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO DE SOROCABA - SAAE - REVISÃO DO PLANO DIRETOR DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA DE SOROCABA RELATÓRIO FINAL VOLUME 1 TEXTO ENGENHARIA S/C LTDA MAIO/2000 CTR-177/00 REV.

Leia mais

CONSUMOS DE ÁGUA CONSUMOS DE ÁGUA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA - ETA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA - ETA

CONSUMOS DE ÁGUA CONSUMOS DE ÁGUA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA - ETA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA - ETA CONSUMOS DE ÁGUA Componentes da demanda de água de uma população Doméstico Comercial Industrial Público Especial Perdas Desperdícios Principais fatores influenciam a demanda VOLUME DE ÁGUA A SER TRATADA

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO DECIV DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL Consumo de Água DISCIPLINA: SANEAMENTO PROF. CARLOS EDUARDO F MELLO e-mail: cefmello@gmail.com Sistema de Abastecimento de Água

Leia mais

Concepção de instalações para o abastecimento de água

Concepção de instalações para o abastecimento de água Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas Departamento de Engenharia Civil CIV 640 Saneamento Urbano Concepção de instalações para o abastecimento de água Prof. Aníbal da Fonseca Santiago Universidade

Leia mais

O sistema ora descrito apresenta as seguintes unidades operacionais: O sistema conta com dois mananciais, ambos com captações superficiais:

O sistema ora descrito apresenta as seguintes unidades operacionais: O sistema conta com dois mananciais, ambos com captações superficiais: 3.8 SÃO JOÃO NEPOMUCENO Projeto Preparatório para o Gerenciamento dos Recursos Hídricos do Paraíba do Sul A Companhia de Saneamento de Minas Gerais - COPASA, é o órgão responsável pela operação e manutenção

Leia mais

SISTEMAS URBANOS DE ÁGUA E ESGOTO PROJETO 1 DATA DE ENTREGA:

SISTEMAS URBANOS DE ÁGUA E ESGOTO PROJETO 1 DATA DE ENTREGA: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS CENTRO DE ENGENHARIAS SISTEMAS URBANOS DE ÁGUA E ESGOTO PROJETO 1 DATA DE ENTREGA: 05/10/2015 1. Objetivo A expansão do sistema de abastecimento de

Leia mais

SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTOS DE ITAPIRA

SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTOS DE ITAPIRA NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO PARA LOTEAMENTOS URBANOS 1 DO OBJETIVO A presente Norma estabelece os requisitos mínimos a serem obedecidos

Leia mais

Projeto da Rede Coletora de Esgoto Sanitário. Profª Gersina Nobre

Projeto da Rede Coletora de Esgoto Sanitário. Profª Gersina Nobre Projeto da Rede Coletora de Esgoto Sanitário Profª Gersina Nobre Na elaboração do projeto da rede coletora de esgoto sanitário devem se observadas as seguintes normas da ABNT: NBR 9648 Estudo de concepção

Leia mais

História da Habitação em Florianópolis

História da Habitação em Florianópolis História da Habitação em Florianópolis CARACTERIZAÇÃO DAS FAVELAS EM FLORIANÓPOLIS No início do século XX temos as favelas mais antigas, sendo que as primeiras se instalaram em torno da região central,

Leia mais

3.9 VISCONDE DE RIO BRANCO

3.9 VISCONDE DE RIO BRANCO 3.9 VISCONDE DE RIO BRANCO Projeto Preparatório para o Gerenciamento dos Recursos Hídricos do Paraíba do Sul Em Visconde de Rio Branco, o sistema público de abastecimento de água é operado e mantido pela

Leia mais

DISCIPLINA: SISTEMA SANITÁRIO (2/7)

DISCIPLINA: SISTEMA SANITÁRIO (2/7) DISCIPLINA: SISTEMA SANITÁRIO (2/7) Rede de capitação, tratamento e distribuição de água Rede de drenagem de águas pluviais Rede de coleta e tratamento de esgoto Serviço de coleta e tratamento de resíduos

Leia mais

3.5 SANTOS DUMONT. Quanto ao sistema de esgotamento sanitário, sua operação e manutenção cabe a Prefeitura local, através da Secretaria de Obras.

3.5 SANTOS DUMONT. Quanto ao sistema de esgotamento sanitário, sua operação e manutenção cabe a Prefeitura local, através da Secretaria de Obras. Esta unidade compõe-se de três conjuntos moto-bombas idênticos, dos quais dois operam em paralelo, ficando o terceiro como unidade de reserva e/ou rodízio. Estão associados, cada um, a um motor elétrico

Leia mais

3.3 CATAGUASES. Quanto ao sistema de esgotamento sanitário, a responsabilidade pela sua operação e manutenção cabe a Prefeitura local.

3.3 CATAGUASES. Quanto ao sistema de esgotamento sanitário, a responsabilidade pela sua operação e manutenção cabe a Prefeitura local. Da caixa de areia a água chega às quatro câmaras onde estão interligadas as tubulações de sucção das bombas, essas unidades de bombeamento são em número de quatro, cada uma com capacidade de recalque de

Leia mais

ESGOTAMENTO. Conceitos básicosb

ESGOTAMENTO. Conceitos básicosb ESGOTAMENTO SANITÁRIO Conceitos básicosb Interrelação entre captação de água e lançamento de esgotos ESGOTO SANITÁRIO ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTO (ETE) ÁREA URBANA COM REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA

Leia mais

Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas Departamento de Engenharia Civil CIV 640 Saneamento Urbano

Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas Departamento de Engenharia Civil CIV 640 Saneamento Urbano Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas Departamento de Engenharia Civil CIV 640 Saneamento Urbano Reservatórios e Redes de Distribuição de Água Universidade Federal de Ouro Preto Escola de

Leia mais

3.1. JUIZ DE FORA. 3.1.1 Sistema Existente de Abastecimento de Água

3.1. JUIZ DE FORA. 3.1.1 Sistema Existente de Abastecimento de Água A adução é feita por gravidade, partindo da barragem que garante a submergência de duas tubulações que encaminham a água captada a duas estruturas de controle (Foto 2), ambas construídas em concreto armado,

Leia mais

SOLUÇÕES PARA O SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA PARA REGIÃO METROPOLITANA DE BELÉM PA

SOLUÇÕES PARA O SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA PARA REGIÃO METROPOLITANA DE BELÉM PA SOLUÇÕES PARA O SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA PARA REGIÃO METROPOLITANA DE BELÉM PA Jaqueline Maria Soares (1) Engenheira Sanitarista pela Universidade Federal do Pará - UFPA. Mestre em Engenharia Civil

Leia mais

SISTEMAS DE TRATAMENTO DE ESGOTOS SANITÁRIOS PROJETO, IMPLANTAÇÃO E OPERAÇÃO DA ETE - ROTEIRO DO ESTUDO

SISTEMAS DE TRATAMENTO DE ESGOTOS SANITÁRIOS PROJETO, IMPLANTAÇÃO E OPERAÇÃO DA ETE - ROTEIRO DO ESTUDO SISTEMAS DE TRATAMENTO DE ESGOTOS SANITÁRIOS PROJETO, IMPLANTAÇÃO E OPERAÇÃO DA ETE - ROTEIRO DO ESTUDO Projetos de interceptor, emissário por gravidade, estação elevatória de esgoto e linha de recalque,

Leia mais

Protegida pelas últimas ramificações da Serra da Mantiqueira, em pleno vale do Rio Camanducaia.

Protegida pelas últimas ramificações da Serra da Mantiqueira, em pleno vale do Rio Camanducaia. MONTEALEGRE ALEGRE DO MONTE DOSUL SUL Protegida pelas últimas ramificações da Serra da Mantiqueira, em pleno vale do Rio Camanducaia. MONTE ALEGRE DO SUL Área 110,306 km² População (estimativa para 2014)

Leia mais

Nº ALGUMAS DAS PROPOSTAS INDICAÇÃO DA ALTERAÇÃO 1 Aumento do tamanho dos lotes:

Nº ALGUMAS DAS PROPOSTAS INDICAÇÃO DA ALTERAÇÃO 1 Aumento do tamanho dos lotes: Instituto Defenda Sorocaba aponta contradição no Plano Diretor 2014: meta de projeção de uma cidade sustentável e a ampliação do parcelamento de lotes são incompatíveis O Instituto Defenda Sorocaba (entidade

Leia mais

Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas Departamento de Engenharia Civil CIV 640 Saneamento Urbano

Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas Departamento de Engenharia Civil CIV 640 Saneamento Urbano Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas Departamento de Engenharia Civil CIV 640 Saneamento Urbano Consumo de água Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas Departamento de Engenharia

Leia mais

VIII EXPOSIÇÃO DE EXPERIÊNCIAS MUNICIPAIS EM SANEAMENTO

VIII EXPOSIÇÃO DE EXPERIÊNCIAS MUNICIPAIS EM SANEAMENTO ASSEMAE VIII EXPOSIÇÃO DE EXPERIÊNCIAS MUNICIPAIS EM SANEAMENTO Título do trabalho O SEMASA E O TRATAMENTO DE ESGOTO NA CIDADE DE SANTO ANDRÉ Nome do Autor ISABEL CRISTINA ALEIXO DIAS CURRÍCULO DO AUTOR

Leia mais

de Saneamento Básico do Município de

de Saneamento Básico do Município de Plano de Desenvolvimento para o Sistema de Saneamento Básico do Município de Mossoró DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO ATUAL A apresentação se dará em duas etapas: 1ª etapa - Resultado da Análise Técnico- operacional

Leia mais

2.1 DINÂMICA POPULACIONAL

2.1 DINÂMICA POPULACIONAL DIMENSÃO SOCIAL . DINÂMICA POPULACIONAL Esta seção tem como objetivo expor a evolução e distribuição da população no território paranaense, apontando, em particular, a concentração que se realiza em determinadas

Leia mais

O sistema ora descrito apresenta as seguintes unidades operacionais:

O sistema ora descrito apresenta as seguintes unidades operacionais: A elevatória apresenta três conjuntos moto-bombas (Foto 3), dos quais dois operam em paralelo, ficando um de reserva, cada um associado a um motor elétrico de 150 cv de potência e recalcando uma vazão

Leia mais

SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA NA CIDADE DE PASSO FUNDO/RS

SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA NA CIDADE DE PASSO FUNDO/RS SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA NA CIDADE DE PASSO FUNDO/RS Giovani Meira de Andrade (*), Jennifer Domeneghini 2, Alcindo Neckel 3, Aline Ferrão Custodio Passini 4, Andreia do Nascimento 5 * Faculdade

Leia mais

Notas: Aprovada pela Deliberação Ceca nº 868, de 08 de maio de 1986. Publicada no DOERJ de 19 de maio de 1986

Notas: Aprovada pela Deliberação Ceca nº 868, de 08 de maio de 1986. Publicada no DOERJ de 19 de maio de 1986 IT-1815.R-5 - INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE EDIFICAÇÕES RESIDENCIAIS MULTIFAMILIARES (PERMANENTES E TRANSITÓRIAS), GRUPAMENTOS DE EDIFICAÇÕES E CLUBES. Notas: Aprovada pela Deliberação

Leia mais

PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO AMBIENTAL DA REGIÃO METROPOLITANA DA BAIXADA SANTISTA

PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO AMBIENTAL DA REGIÃO METROPOLITANA DA BAIXADA SANTISTA PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO AMBIENTAL DA REGIÃO METROPOLITANA DA BAIXADA SANTISTA Diretoria de Tecnologia, Empreendimentos e Meio Ambiente - T Sistema Produtor de Água Mambu - Branco REUNIÃO DO COMITÊ TÉCNICO

Leia mais

Rio Catucá (Barragem de Botafogo), Cumbe, Pilão, Tabatinga, Conga, Arataca/Jardim e ainda os Rios Pitanga e Utinga.

Rio Catucá (Barragem de Botafogo), Cumbe, Pilão, Tabatinga, Conga, Arataca/Jardim e ainda os Rios Pitanga e Utinga. SISTEMA BOTAFOGO INÍCIO DE OPERAÇÃO DO SISTEMA: 1986 (1ª etapa) UNIVERSO DE ATENDIMENTO: Produz, aproximadamente, 17% do volume distribuído na Região Metropolitana do Recife, abrangendo Igarassu (parcialmente),

Leia mais

ANEXO XIII - Termo de referência para contratação do projeto de redes de água. Avenida Professor Oscar Pereira

ANEXO XIII - Termo de referência para contratação do projeto de redes de água. Avenida Professor Oscar Pereira ANEXO XIII - Termo de referência para contratação do projeto de redes de água 1-Objetivo Avenida Professor Oscar Pereira Elaboração de projeto executivo para substituição/ampliação das redes de abastecimento

Leia mais

Dimensionamento da Rede Coletora de Esgotos

Dimensionamento da Rede Coletora de Esgotos Dimensionamento da Rede Coletora de Esgotos Prof. Robson Alves de Oliveira robson.aoliveira@gmail.com.br Ji-Paraná - 2014 Atividades realizadas pelo projetista da rede coletora de esgoto: Identificação

Leia mais

Instruções Técnicas Licenciamento Prévio para Destinação Final de RESIDUOS DE FOSSA SÉPTICA

Instruções Técnicas Licenciamento Prévio para Destinação Final de RESIDUOS DE FOSSA SÉPTICA Instruções Técnicas Licenciamento Prévio para Destinação Final de RESIDUOS DE FOSSA SÉPTICA DISA INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO: As instruções necessárias para o preenchimento da folha de rosto deste formulário,

Leia mais

RESIDENCIAL SANTA MONICA MEMORIAL DESCRITIVO ANEXO I

RESIDENCIAL SANTA MONICA MEMORIAL DESCRITIVO ANEXO I RESIDENCIAL SANTA MONICA MEMORIAL DESCRITIVO ANEXO I CONTRATO N.º ANEXO I MEMORIAL DESCRITIVO DO RESIDENCIAL SANTA MÔNICA A INFRAESTRUTURA DE IMPLANTAÇÃO DO LOTEAMENTO RESIDENCIAL SANTA MONICA OBEDECERÁ

Leia mais

2 ASPECTOS DEMOGRÁFICOS

2 ASPECTOS DEMOGRÁFICOS 2 ASPECTOS DEMOGRÁFICOS Neste capítulo se pretende avaliar os movimentos demográficos no município de Ijuí, ao longo do tempo. Os dados que fomentam a análise são dos censos demográficos, no período 1920-2000,

Leia mais

RELATÓRIO 2.1 ESTUDO DE DEMANDAS POR ROTA COMERCIAL

RELATÓRIO 2.1 ESTUDO DE DEMANDAS POR ROTA COMERCIAL 1 RELATÓRIO 2.1 ESTUDO DE DEMANDAS POR ROTA COMERCIAL 2 SUMÁRIO 2.1.1 OBJETIVOS DO RELATÓRIO 5 2.1.2 DISTRIBUIÇÃO DAS DEMANDAS ATUAIS 6 2.1.3 PREVISÃO DAS DEMANDAS FUTURAS POR ROTA / SEDE 15 2.1.4 PREVISÃO

Leia mais

VIABILIDADE ECONÔMICO-FINANCEIRA PARA IMPLANTAÇÃO DO SES AJURICABA-RS

VIABILIDADE ECONÔMICO-FINANCEIRA PARA IMPLANTAÇÃO DO SES AJURICABA-RS VIABILIDADE ECONÔMICO-FINANCEIRA PARA IMPLANTAÇÃO DO SES AJURICABA-RS Giuliano Crauss Daronco (1) Doutor em Recursos Hídricos e Saneamento. Departamento de Ciências Exatas e Engenhariais. (DCEEng). Universidade

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO DE URBANIZAÇÃO SUMÁRIO 1.0 - OBJETIVO 2 0 - DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 3.0 - ESCOPO 3.1 - PROCEDIMENTOS FORMAIS

ESPECIFICAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO DE URBANIZAÇÃO SUMÁRIO 1.0 - OBJETIVO 2 0 - DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 3.0 - ESCOPO 3.1 - PROCEDIMENTOS FORMAIS ESPECIFICAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO DE URBANIZAÇÃO SUMÁRIO 1.0 - OBJETIVO 2 0 - DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 3.0 - ESCOPO 3.1 - PROCEDIMENTOS FORMAIS 3.2 - COMPONENTES ESPECÍFICOS 3.2.1 - Plano de Intervenção

Leia mais

AS PRINCIPAIS MUDANÇAS PROPOSTAS PELA PREFEITURA DE SÃO PAULO PARA O NOVO PLANO DIRETOR ESTRATÉGICO DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO

AS PRINCIPAIS MUDANÇAS PROPOSTAS PELA PREFEITURA DE SÃO PAULO PARA O NOVO PLANO DIRETOR ESTRATÉGICO DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO AS PRINCIPAIS MUDANÇAS PROPOSTAS PELA PREFEITURA DE SÃO PAULO PARA O NOVO PLANO DIRETOR ESTRATÉGICO DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO Marcia Heloisa P. S. Buccolo, consultora jurídica de Edgard Leite Advogados

Leia mais

COSEMA - FIESP Programas e Ações A para os grandes problemas da RMSP. Paulo Massato Yoshimoto Diretor Metropolitano - Sabesp

COSEMA - FIESP Programas e Ações A para os grandes problemas da RMSP. Paulo Massato Yoshimoto Diretor Metropolitano - Sabesp COSEMA - FIESP Programas e Ações A da Sabesp para os grandes problemas da RMSP Paulo Massato Yoshimoto Diretor Metropolitano - Sabesp Evolução Populacional - RMSP Reversão da centrifugação Menor pressão

Leia mais

: Sistemas de Abastecimento de Água

: Sistemas de Abastecimento de Água PROGRAMA DA DISCIPLINA Fls 01 de 05 UNICAMP CÓDIGO: NOME CV641 : Sistemas de Abastecimento de Água T:02 P:01 L:OO0:01 D:01 E:02 HS:07 SL:03 C:04 EX:S EMENTA: Introdução. Previsão populacional. Consumo

Leia mais

BOA GOVERNANÇA PARA GESTÃO SUSTENTÁVEL DAS ÁGUAS URBANAS PROGRAMA DRENURBS

BOA GOVERNANÇA PARA GESTÃO SUSTENTÁVEL DAS ÁGUAS URBANAS PROGRAMA DRENURBS BOA GOVERNANÇA PARA GESTÃO SUSTENTÁVEL DAS ÁGUAS URBANAS PROGRAMA DRENURBS Um programa para integrar objetivos ambientais e sociais na gestão das águas Superintendência de Desenvolvimento da Capital -

Leia mais

6. Leitura e Interpretação da Situação Urbana PLANO DE AÇÃO PARA REABILITAÇÃO URBANA DA ÁREA CENTRAL DE PIRACICABA 27

6. Leitura e Interpretação da Situação Urbana PLANO DE AÇÃO PARA REABILITAÇÃO URBANA DA ÁREA CENTRAL DE PIRACICABA 27 6. Leitura e Interpretação da Situação Urbana PLANO DE AÇÃO PARA REABILITAÇÃO URBANA DA ÁREA CENTRAL DE PIRACICABA 27 6. Leitura e Interpretação da Situação Urbana 6.1. A Dinâmica de Uso e Ocupação do

Leia mais

P L A N O M U N I C I P A L D E S A N E A M E N T O B Á S I C O

P L A N O M U N I C I P A L D E S A N E A M E N T O B Á S I C O P L A N O M U N I C I P A L D E S A N E A M E N T O B Á S I C O V o l u m e V R E L A T Ó R I O D O S P R O G R A M A S, P R O J E T O S E A Ç Õ E S P A R A O A L C A N C E D O C E N Á R I O R E F E R

Leia mais

NOTA TÉCNICA DE AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA DO MURO DE ARRIMO EM PORTO GRANDE

NOTA TÉCNICA DE AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA DO MURO DE ARRIMO EM PORTO GRANDE PLANO BÁSICO AMBIENTAL DA AHE CACHOEIRA CALDEIRÃO NOTA TÉCNICA DE AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA DO MURO DE ARRIMO EM PORTO GRANDE Licença Prévia 0112/2012 Condicionante Específica Nº 2.26 Elaborar um estudo específico

Leia mais

INÍCIO DE OPERAÇÃO DO SISTEMA: A primeira etapa entrou em operação em 1975 e a segunda, em 1982.

INÍCIO DE OPERAÇÃO DO SISTEMA: A primeira etapa entrou em operação em 1975 e a segunda, em 1982. SISTEMA TAPACURÁ INÍCIO DE OPERAÇÃO DO SISTEMA: A primeira etapa entrou em operação em 1975 e a segunda, em 1982. UNIVERSO DE ATENDIMENTO: Produz, aproximadamente, 36% do volume distribuído na Região Metropolitana

Leia mais

Desafios e metas do Estado de São Paulo

Desafios e metas do Estado de São Paulo 1º Seminário Saneamento Básico Universalização do Saneamento: Desafios e Metas para o Setor 07 de novembro de 2011 Desafios e metas do Estado de São Paulo Edson Giriboni Secretário de Saneamento e Recursos

Leia mais

NOTA TÉCNICA MANUTENÇÃO DA PRODUÇÃO DO SISTEMA CANTAREIRA PARA A POPULAÇÃO DA RMSP

NOTA TÉCNICA MANUTENÇÃO DA PRODUÇÃO DO SISTEMA CANTAREIRA PARA A POPULAÇÃO DA RMSP NOTA TÉCNICA MANUTENÇÃO DA PRODUÇÃO DO SISTEMA CANTAREIRA PARA A POPULAÇÃO DA RMSP O abastecimento da RMSP foi concebido para atuação integrada entre seus sistemas produtores, buscando sempre a sinergia

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO 2

MEMORIAL DESCRITIVO 2 R:\Senador Canedo\Produtos 2007\Projeto SAA\PROJETO BÁSICO ÁGUA\HIDRÁULICO\RELATÓRIO\0.doc MEMORIAL DESCRITIVO 2 CONTROLE INTERNO Data JAN/08 Nº Folhas 18 Folhas Rev. Responsável Daniela Verificação Aprovação

Leia mais

AVALIAÇÃO DA RELEVÂNCIA DOS PARÂMETROS INTERVENIENTES NO CONSUMO DE ÁGUA NA CIDADE DE MARINGÁ. Rodrigo Fernandes Junqueira 1

AVALIAÇÃO DA RELEVÂNCIA DOS PARÂMETROS INTERVENIENTES NO CONSUMO DE ÁGUA NA CIDADE DE MARINGÁ. Rodrigo Fernandes Junqueira 1 AVALIAÇÃO DA RELEVÂNCIA DOS PARÂMETROS INTERVENIENTES NO CONSUMO DE ÁGUA NA CIDADE DE MARINGÁ Rodrigo Fernandes Junqueira 1 Paulo José Alves Lourenço 2 Sandro Rogério Lautenschlager 3 RESUMO Neste trabalho

Leia mais

GT/FE/ Número / versão / ano ENG/CA/050/01/08 Data de aprovação 05.11.2008 Doc. de aprovação Resolução nº 4951/08

GT/FE/ Número / versão / ano ENG/CA/050/01/08 Data de aprovação 05.11.2008 Doc. de aprovação Resolução nº 4951/08 NORMA GT/FE/ Número / versão / ano ENG/CA/050/01/08 Data de aprovação 05.11.2008 Doc. de aprovação Resolução nº 4951/08 CADASTRO TÉCNICO DE SISTEMAS DE SUMÁRIO 1 OBJETIVO... 2 2 CAMPO DE APLICAÇÃO... 2

Leia mais

ESTUDO SOBRE O PLANO INTEGRADO DE MELHORIA AMBIENTAL NA ÁREA DE MANANCIAIS DA REPRESA BILLINGS Relatório Final

ESTUDO SOBRE O PLANO INTEGRADO DE MELHORIA AMBIENTAL NA ÁREA DE MANANCIAIS DA REPRESA BILLINGS Relatório Final 32 PROJETO DE EXECUÇÃO DAS OBRAS 32.1 Cronograma de execução e estimativa do custo das obras (1) Cronograma de execução O cronograma de execução da obra, tal como apresentado na Figura 32.1.1, terá início

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS - UFPEL CENTRO DE ENGENHARIAS - CENG DISCIPLINA: SISTEMAS URBANOS DE ÁGUA E ESGOTO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS - UFPEL CENTRO DE ENGENHARIAS - CENG DISCIPLINA: SISTEMAS URBANOS DE ÁGUA E ESGOTO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS - UFPEL CENTRO DE ENGENHARIAS - CENG DISCIPLINA: SISTEMAS URBANOS DE ÁGUA E ESGOTO SISTEMAS DE ESGOTO SANITÁRIO Prof. Hugo Alexandre Soares Guedes E-mail: hugo.guedes@ufpel.edu.br

Leia mais

AULA 3. Aspectos Técnicos da Regularização Fundiária.

AULA 3. Aspectos Técnicos da Regularização Fundiária. Regularização Fundiária de Assentamentos Informais em Áreas Urbanas Disciplina: Regularização Fundiária e Plano Diretor Unidade 03 Professor(a): Laura Bueno e Pedro Monteiro AULA 3. Aspectos Técnicos da

Leia mais

Eixo Temático ET-04-005 - Gestão Ambiental em Saneamento PROPOSTA DE SANEAMENTO BÁSICO NO MUNICÍPIO DE POMBAL-PB: EM BUSCA DE UMA SAÚDE EQUILIBRADA

Eixo Temático ET-04-005 - Gestão Ambiental em Saneamento PROPOSTA DE SANEAMENTO BÁSICO NO MUNICÍPIO DE POMBAL-PB: EM BUSCA DE UMA SAÚDE EQUILIBRADA 225 Eixo Temático ET-04-005 - Gestão Ambiental em Saneamento PROPOSTA DE SANEAMENTO BÁSICO NO MUNICÍPIO DE POMBAL-PB: EM BUSCA DE UMA SAÚDE EQUILIBRADA Marcos Antônio Lopes do Nascimento¹; Maria Verônica

Leia mais

Cidade de São Paulo. 3ª CLÍNICA INTEGRADA ENTRE USO DO SOLO E TRANSPORTES Rio, out/2011

Cidade de São Paulo. 3ª CLÍNICA INTEGRADA ENTRE USO DO SOLO E TRANSPORTES Rio, out/2011 Cidade de São Paulo 3ª CLÍNICA INTEGRADA ENTRE USO DO SOLO E TRANSPORTES Rio, out/2011 LOCALIZAÇÃO POPULAÇÃO (Censo 2010) RMSP...19.683.975 habitantes Município de São Paulo...11.253.563 habitantes Estatuto

Leia mais

AGÊNCIA REGULADORA DE SERVIÇOS DE SANEAMENTO BÁSICO DO MUNICÍPIO DE NATAL

AGÊNCIA REGULADORA DE SERVIÇOS DE SANEAMENTO BÁSICO DO MUNICÍPIO DE NATAL AGÊNCIA REGULADORA DE SERVIÇOS DE SANEAMENTO BÁSICO DO MUNICÍPIO DE NATAL RESOLUÇÃO Nº 002/2011, de 25 de maio de 2011. Dispõe sobre determinações a serem cumpridas pela CAERN, no âmbito do Município do

Leia mais

Norma Técnica Interna SABESP NTS 024

Norma Técnica Interna SABESP NTS 024 Norma Técnica Interna SABESP NTS 024 REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA Elaboração de Projetos Procedimento São Paulo Maio - 1999 NTS 024 : 1999 Norma Técnica Interna SABESP S U M Á R I O 1 RECOMENDAÇÕES DE

Leia mais

REDUÇÃO DE PERDAS REAIS NA ÁREA PILOTO DO PARQUE CONTINENTAL.

REDUÇÃO DE PERDAS REAIS NA ÁREA PILOTO DO PARQUE CONTINENTAL. REDUÇÃO DE PERDAS REAIS NA ÁREA PILOTO DO PARQUE CONTINENTAL. TEMA DO TRABALHO: ABASTECIMENTO DE ÁGUA Nome dos Autores: Luiz Eduardo Mendes Divisão de Manutenção e Operação Cargo: Engenheiro Civil - Formação:

Leia mais

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Maio 2012 BAIRROS PLANEJADOS UMA REALIDADE NO BRASIL

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Maio 2012 BAIRROS PLANEJADOS UMA REALIDADE NO BRASIL Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Maio 2012 BAIRROS PLANEJADOS UMA REALIDADE NO BRASIL Ivo Szterling, Arquiteto Urbanista Diretor de Urbanismo da Cipasa Desenvolvimento

Leia mais

No presente estudo foram consideradas as seguintes premissas:

No presente estudo foram consideradas as seguintes premissas: 11. ANÁLISE DE VIABILIDADE ECONÔMICA O presente capítulo consiste da avaliação econômica do Plano Estadual de Recursos Hídricos. Esta avaliação objetiva quantificar e demonstrar os impactos da implementação

Leia mais

ASPECTOS DA REDE URBANA DO ESTADO DE SÃO PAULO

ASPECTOS DA REDE URBANA DO ESTADO DE SÃO PAULO ASPECTOS DA REDE URBANA DO ESTADO DE SÃO PAULO SIMÃO, Rosycler Cristina Santos Palavras chave: rede urbana; São Paulo; disparidades regionais; Censo Demográfico 2000. Resumo O objetivo do trabalho é mostrar

Leia mais

Prefeitura do Município de Santana de Parnaíba

Prefeitura do Município de Santana de Parnaíba Prefeitura do Município de Santana de Parnaíba Município de Santana de Parnaíba Plano Diretor 2005/2006 (para o período 2006/2013) ANEXO A.02 SANTANA DE PARNAÍBA DADOS GERAIS Referência em: Art. 8º 0 SANTANA

Leia mais

os projetos de urbanização de favelas 221

os projetos de urbanização de favelas 221 5.15 Favela Jardim Floresta. Vielas e padrão de construção existente. 5.16 Favela Jardim Floresta. Plano geral de urbanização e paisagismo. 5.17 Favela Jardim Floresta. Seção transversal. 5.18 Favela Jardim

Leia mais

1 Qualificar os serviços de Abastecimento de água potável

1 Qualificar os serviços de Abastecimento de água potável nos núcleos rurais com mais de 10 economias nas áreas quilombolas nas áreas indígenas Planilha de Objetivos, Indicadores e Ações Viabilizadoras GT Saneamento A Santa Maria que queremos Visão: "Que até

Leia mais

Instrução Normativa SEMARH nº 11 de 12/12/2011

Instrução Normativa SEMARH nº 11 de 12/12/2011 Instrução Normativa SEMARH nº 11 de 12/12/2011 Dispõe sobre o licenciamento dos sistemas de abastecimento de água e dos sistemas de esgotamento sanitário, no Estado de Goiás. O Secretário de Estado do

Leia mais

DIRETRIZES DO CADASTRO TÉCNICO DE REDES DE ESGOTOS SANITÁRIOS

DIRETRIZES DO CADASTRO TÉCNICO DE REDES DE ESGOTOS SANITÁRIOS DIRETRIZES DO CADASTRO TÉCNICO DE REDES DE ESGOTOS SANITÁRIOS 1. OBJETIVO Esta Diretriz fixa as condições exigíveis na elaboração de plantas e relatórios detalhados do cadastro de redes de coleta de esgoto,

Leia mais

INTRODUÇÃO E CONCEPÇÃO DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA

INTRODUÇÃO E CONCEPÇÃO DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS - UFPEL CENTRO DE ENGENHARIAS - CENG DISCIPLINA: SISTEMAS URBANOS DE ÁGUA E ESGOTO INTRODUÇÃO E CONCEPÇÃO DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA Prof. Hugo Alexandre Soares

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO

PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO 1. INTRODUÇÃO O Plano Municipal de Saneamento de Patos de Minas abrange a sede municipal, os distritos de Areado, Santana de Patos, Pindaíbas, Bom Sucesso de Patos, Major

Leia mais

As Diretrizes de Sustentabilidade a serem seguidas na elaboração dos projetos dos sistemas de abastecimento de água são:

As Diretrizes de Sustentabilidade a serem seguidas na elaboração dos projetos dos sistemas de abastecimento de água são: OBJETIVO A SANEPAR busca prestar serviços de Saneamento Ambiental de forma sustentável, a fim de contribuir com a melhoria da qualidade de vida. Portanto evidencia-se a necessidade de considerar o conceito

Leia mais

2.6. Sistemas de Abastecimento de Água

2.6. Sistemas de Abastecimento de Água 2.6. Sistemas de Abastecimento de Água A RMSP está localizada na porção sudeste do estado de São Paulo e abrange 39 municípios. Destes, 33 são operados pela SABESP e 6 têm Administração Municipal. Do total

Leia mais

Parcelamento do Solo. Projeto de Loteamentos

Parcelamento do Solo. Projeto de Loteamentos Introdução Parcelamento do Solo Projeto de Loteamentos Prof. Mário Barreiros O parcelamento e a estruturação da cidade O parcelamento do solo é o principal instrumento de estruturação do espaço urbano

Leia mais

A seguir faz-se a descrição das unidades operacionais dos referidos sistemas: Captação e Adução de Água Bruta ( trecho por gravidade )

A seguir faz-se a descrição das unidades operacionais dos referidos sistemas: Captação e Adução de Água Bruta ( trecho por gravidade ) 3.2 UBÁ Projeto Preparatório para o Gerenciamento dos Recursos Hídricos do Paraíba do Sul O sistema de abastecimento de água de Ubá é operado e mantido pela Companhia de Saneamento de Minas Gerais - COPASA,

Leia mais

MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009

MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009 DOU de 05/10/09 seção 01 nº 190 pág. 51 MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009 Estabelece orientações relativas à Política de Saneamento Básico e

Leia mais

SANEAMENTO É SAÚDE João José da Silva

SANEAMENTO É SAÚDE João José da Silva Democratização da Política de Serviços de Saneamento Básico por Meio de Inovações Sociotécnicas. Lições para enfrentar os desafios. Seminário do Projeto DESAFIO SANEAMENTO É SAÚDE João José da Silva Recife,

Leia mais

PODER EXECUTIVO MUNICIPIO DE ROLIM DE MOURA SECRETARIA MUNICIPAL DE COMPRAS E LICITAÇÃO

PODER EXECUTIVO MUNICIPIO DE ROLIM DE MOURA SECRETARIA MUNICIPAL DE COMPRAS E LICITAÇÃO ANEXO VIII INFORMAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DA PROPOSTA TÉCNICA AS LICITANTES deverão elaborar a PROPOSTA TÉCNICA observando o disposto no presente documento, descrito em duas partes a saber: - PARTE A- DIRETRIZES

Leia mais

É CORRETO afirmar que essa modalidade de desemprego é conseqüência. A) da adoção de novas tecnologias de produção e gerenciamento industrial.

É CORRETO afirmar que essa modalidade de desemprego é conseqüência. A) da adoção de novas tecnologias de produção e gerenciamento industrial. PROVA DE GEOGRAFIA QUESTÃO 09 Parcela considerável do desemprego que se verifica, atualmente, no mundo, está associada a mudanças estruturais na economia é o denominado desemprego estrutural. É CORRETO

Leia mais

Nº 1.0.0 Nº 1.2.0 Nº 1.2.8

Nº 1.0.0 Nº 1.2.0 Nº 1.2.8 Macroprocesso Processo Subprocesso Gerência GERÊNCIA REGIONAL Nº 1.0.0 Nº 1.2.0 Nº 1.2.8 1.2.8.1 Receber e analisar solicitação Receber solicitação de demanda de expansão do sistema de Supervisor de Unidade

Leia mais

limites definidos por barreiras físicas significativas como linha da TRENSURB, Av. Farrapos, Av.

limites definidos por barreiras físicas significativas como linha da TRENSURB, Av. Farrapos, Av. ÁREA 3-3 Limites e potencialidades limites definidos por barreiras físicas significativas como linha da TRENSURB, Av. Farrapos, Av. dos Estados e a free-way/ RS- 290. espaço adequado para novas atividades

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS - UFPEL CENTRO DE ENGENHARIAS - CENG DISCIPLINA: SISTEMAS URBANOS DE ÁGUA E ESGOTO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS - UFPEL CENTRO DE ENGENHARIAS - CENG DISCIPLINA: SISTEMAS URBANOS DE ÁGUA E ESGOTO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS - UFPEL CENTRO DE ENGENHARIAS - CENG DISCIPLINA: SISTEMAS URBANOS DE ÁGUA E ESGOTO REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA Prof. Hugo Alexandre Soares Guedes E-mail: hugo.guedes@ufpel.edu.br

Leia mais

UniVap - FEAU CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO Prof. Minoru Takatori ESTUDO PRELIMINAR

UniVap - FEAU CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO Prof. Minoru Takatori ESTUDO PRELIMINAR 1 ESTUDO PRELIMINAR OBJETIVOS Analise e avaliação de todas as informações recebidas para seleção e recomendação do partido arquitetônico, podendo eventualmente, apresentar soluções alternativas. Tem como

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E ESGOTAMENTO SANITÁRIO DE LOTEAMENTO URBANO

INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E ESGOTAMENTO SANITÁRIO DE LOTEAMENTO URBANO SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO GUANHÃES MG INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E ESGOTAMENTO SANITÁRIO DE LOTEAMENTO URBANO SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO

Leia mais

7ºano 2º período vespertino 25 de abril de 2014

7ºano 2º período vespertino 25 de abril de 2014 GEOGRAFIA QUESTÃO 1 A Demografia é a ciência que estuda as características das populações humanas e exprime-se geralmente através de valores estatísticos. As características da população estudadas pela

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL BRASIL PREFEITURA DE ESTRELA Rua Julio de Castilhos, 380 Centro Estrela/RS Fone: 39811000

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL BRASIL PREFEITURA DE ESTRELA Rua Julio de Castilhos, 380 Centro Estrela/RS Fone: 39811000 PROJETO DE LEI Nº 044-02/2014 Acrescenta dispositivos à Lei Municipal nº 1.621, de 28 de dezembro de 1979, que dispõe sobre os loteamentos e dá outras providências. Art. 1º Além dos dispositivos constantes

Leia mais

Considerando a necessidade de conferir maior agilidade na implantação das obras de saneamento básico, visando a melhoria da qualidade de vida;

Considerando a necessidade de conferir maior agilidade na implantação das obras de saneamento básico, visando a melhoria da qualidade de vida; 1 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02/2010 Dispõe sobre licenciamento de sistemas de abastecimento de água e sistemas esgotamento sanitário, no Estado de Goiás. O Secretário da Secretaria do Meio Ambiente e dos

Leia mais

GEOGRAFIA. Professores: Marcus, Ronaldo

GEOGRAFIA. Professores: Marcus, Ronaldo GEOGRAFIA Professores: Marcus, Ronaldo Questão que trabalha conceitos de cálculo de escala, um tema comum nas provas da UFPR. O tema foi trabalhado no Módulo 05 da apostila II de Geografia I. Para melhor

Leia mais

Os pontos cardeais, colaterais e subcolaterais

Os pontos cardeais, colaterais e subcolaterais Os pontos cardeais, colaterais e subcolaterais Dois trópicos e dois círculos Polares Tipos de Escalas Gráfica Numérica 1 : 100.000 Principais projeções cartográficas Cilíndrica Cônica Azimutal ou Plana

Leia mais

PLANO DIRETOR DE DRENAGEM URBANA

PLANO DIRETOR DE DRENAGEM URBANA II Seminário Estadual de Saneamento Ambiental PLANO DIRETOR DE DRENAGEM URBANA Prof. Dr. Eng. Civil Adilson Pinheiro Programa de Pós-Graduação em Engenharia Ambiental Departamento de Engenharia Civil UNIVERSIDADE

Leia mais

SANEAMENTO - DESAFIOS ÀREAS: RURAL e URBANA

SANEAMENTO - DESAFIOS ÀREAS: RURAL e URBANA SANEAMENTO - DESAFIOS ÀREAS: RURAL e URBANA Caxias do Sul Rio Grande do Sul 96 km POA região nordeste, altitude média 760 m População: 404.187 hab.ibge 2010 território: 165.731,00 ha; urbano: 13.344,00

Leia mais

Profa. Margarita Ma. Dueñas Orozco margarita.unir@gmail.com

Profa. Margarita Ma. Dueñas Orozco margarita.unir@gmail.com Profa. Margarita Ma. Dueñas Orozco margarita.unir@gmail.com FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA UNIR CAMPUS DE JI-PARANÁ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AMBIENTAL CONCEITO CONCEITO Unidade do SAA constituída

Leia mais

2 Caracterização climática da região Amazônica 2.1. Caracterização da chuva em climas tropicais e equatoriais

2 Caracterização climática da região Amazônica 2.1. Caracterização da chuva em climas tropicais e equatoriais 2 Caracterização climática da região Amazônica 2.1. Caracterização da chuva em climas tropicais e equatoriais Para uma maior precisão na modelagem da atenuação provocada pela precipitação no sinal radioelétrico,

Leia mais

III Conferência Municipal de Política Urbana ESTUDOS URBANOS Transformações recentes na estrutura urbana

III Conferência Municipal de Política Urbana ESTUDOS URBANOS Transformações recentes na estrutura urbana III Conferência Municipal de Política Urbana ESTUDOS URBANOS Transformações recentes na estrutura urbana PBH/SMURBE Núcleo de Planejamento Urbano da Secretaria Municipal de Políticas Urbanas de Belo Horizonte

Leia mais

A seguir, far-se-á a descrição das unidades operacionais dos referidos sistemas:

A seguir, far-se-á a descrição das unidades operacionais dos referidos sistemas: 3.4 MURIAÉ Projeto Preparatório para o Gerenciamento dos Recursos Hídricos do Paraíba do Sul Os sistemas de abastecimento de água e de esgotamento sanitário da cidade de Muriaé são operados e mantidos

Leia mais

SEMINÁRIO PROJETO BÁSICO E PROJETO EXECUTIVO NAS CONTRATAÇÕES PÚBLICAS ASPECTOS TÉCNICOS SIURB

SEMINÁRIO PROJETO BÁSICO E PROJETO EXECUTIVO NAS CONTRATAÇÕES PÚBLICAS ASPECTOS TÉCNICOS SIURB SEMINÁRIO PROJETO BÁSICO E PROJETO EXECUTIVO NAS CONTRATAÇÕES PÚBLICAS ASPECTOS TÉCNICOS SIURB PROJETOS DE INFRAESTRUTURA URBANA DRENAGEM CANAIS RESERVATÓRIOS MICRODRENAGEM OU DRENAGEM SUPERFICIAL OBRAS

Leia mais

Introdução. Porto Alegre Bacia do Arroio Areia

Introdução. Porto Alegre Bacia do Arroio Areia Manejo integrado de bacias urbanas e planos diretores de drenagem urbana: Porto Alegre e Caxias do Sul - RS - Brasil Adolfo O. N. Villanueva, Ruth Tassi e Daniel G. Allasia Instituto de Pesquisas Hidráulicas

Leia mais

O Tangará é um pássaro característico da região sudeste paulista que tem seu nome derivado de duas palavras da língua tupi que significam andar em

O Tangará é um pássaro característico da região sudeste paulista que tem seu nome derivado de duas palavras da língua tupi que significam andar em O Tangará é um pássaro característico da região sudeste paulista que tem seu nome derivado de duas palavras da língua tupi que significam andar em volta. Por isso, é considerado um verdadeiro acrobata.

Leia mais

Elevatórias de Esgoto Sanitário. Profª Gersina N.R.C. Junior

Elevatórias de Esgoto Sanitário. Profª Gersina N.R.C. Junior Elevatórias de Esgoto Sanitário Profª Gersina N.R.C. Junior Estações Elevatórias de Esgoto Todas as vezes que por algum motivo não seja possível, sob o ponto de vista técnico e econômico, o escoamento

Leia mais

Cadastro Técnico de Sistemas de Abastecimento de Água

Cadastro Técnico de Sistemas de Abastecimento de Água 1 NORMA GT/FE/ Número / versão / ano ENG/CA/049/01/08 Data de aprovação 05 /11 / 2008 Doc. de aprovação Resolução nº 4950/2008 Cadastro Técnico de Sistemas de Abastecimento de Água SUMÁRIO 1 OBJETIVO...

Leia mais

PUBLICADO DOC 10/01/2012, p. 1 c. todas

PUBLICADO DOC 10/01/2012, p. 1 c. todas PUBLICADO DOC 10/01/2012, p. 1 c. todas LEI Nº 15.525, DE 9 DE JANEIRO DE 2012 (Projeto de Lei nº 470/11, do Executivo, aprovado na forma de Substitutivo do Legislativo) Institui o Projeto Estratégico

Leia mais

ANEXO III INFORMAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DA PROPOSTA TÉCNICA

ANEXO III INFORMAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DA PROPOSTA TÉCNICA ANEXO III INFORMAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DA PROPOSTA TÉCNICA ENVELOPE 1 PROPOSTA TÉCNICA 1 ) Descrição Sintética da Documentação Exigida Envelope II Proposta Técnica: I -CONHECIMENTOS GERAIS DO SISTEMA

Leia mais