INFLUÊNCIAS DE SISTEMAS ERP NOS FATORES DO SISTEMA SOCIOTÉCNICO: Um estudo com enfoque em médias empresas industriais catarinenses.

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1 INFLUÊNCIAS DE SISTEMAS ERP NOS FATORES DO SISTEMA SOCIOTÉCNICO: Um estudo com enfoque em médias empresas industriais catarinenses. Arnoldo Schmidt Neto Mestre em Ciências Contábeis e Atuariais - PUC/ SP Bacharel em Economia- Univille Bacharel em Administração de Empresas - Univille Professor dos Departamentos de Ciências Contábeis, Administração e Engenharia de Produção da Univille Professor da FCJ Fone: (47)

2 RESUMO Este artigo tem como objetivo principal verificar influências de Sistemas ERP nos fatores do sistema sociotécnico em médias empresas industriais. Além da pesquisa feita em 31 médias empresas industriais das microrregiões Norte e Vale do Itajaí do Estado de Santa Catarina, este trabalho também é composto por revisão da literatura acadêmica e especializada, que respaldam as principais questões abordadas. Os resultados obtidos verificam que os Sistemas ERP, quando visualizados e planejados como instrumentos de mudanças organizacionais, podem ter influências positivas no sistema sociotécnico em médias empresas industriais. Finalmente verifica-se que nas empresas pesquisadas, os Sistemas ERP não melhoram o nível de motivação e comprometimento dos colaboradores que resistem às mudanças organizacionais. Palavras-Chave: Sistemas ERP, sistemas sociotécnicos, mudanças organizacionais, médias empresas industriais. ABSTRACT This article it has as objective main to verify influences of ERP Systems in the factors of sociotechnical system in industrial average companies. Beyond the research made in 31 industrial average companies of the micro regions North and Valley of the Itajaí of Santa Catarina State, this work also is composed for revision of academic and specialized literature, which endorses the main questions boarded. The gotten results verify that ERP Systems, when visualized and planned as instruments of organization changes, they can to have positive influences in the sociotécnico system in industrials average companies. Finally it is verified that in the searched companies, the ERP Systems do not improve the level of motivation and under obligation of the collaborators who they resist the under obligation changes. Keywords: ERP Systems, sociotechnical system, organization changes, industrials average companies.

3 1. Introdução Os Sistemas ERP (Enterprise Resource Enterprise) tem influenciado nestes últimos 15 anos diversas mudanças nos fatores do sistema sociotécnico das empresas. Para tanto, este artigo tem como objetivo verificar estas influências por meio de pesquisas exploratórias baseadas em literaturas - acadêmicas e especializadas - e pesquisa survey em 31 médias empresas industriais catarinenses. Inicialmente apresenta-se a metodologia da pesquisa e suas limitações, posteriormente faz-se abordagem do enfoque de sistemas sociotécnicos. Seguem-se as influências pela adoção de Sistemas ERP nos fatores do sistema sociotécnico. Finalmente, verificam-se os resultados da pesquisa de campo (survey) sobre a influência de Sistemas ERP, sob enfoque de fatores sociotécnicos em médias empresas industriais catarinenses e as considerações finais das pesquisas realizadas. 2. Metodologia da pesquisa Neste trabalho foi utilizado o tipo de pesquisa exploratória porque ela visa proporcionar maior familiaridade com o problema, tornando-o mais explícito (Gil, 1991). São feitos levantamentos bibliográficos, documentais e estatísticos que fundamentam o tema delimitado e para obter maior conhecimento sobre o problema da pesquisa em perspectiva (Mattar, 2000). Esse tipo de pesquisa utiliza-se em pesquisas sociais preocupadas com a atuação prática em organizações e empresas, situação encontrada nesse trabalho. O universo desta pesquisa, conforme dados da FIESC (2002), são empresas dos seguintes complexos industriais: Eletro-metal-mecânico - com empresas, 61 mil trabalhadores, 21% das exportações catarinenses, 4% do ICMS estadual, representando 20% do VBP (valor bruto da produção) de Santa Catarina. Têxtil - com empresas, 107 mil trabalhadores, 10% das exportações catarinenses, 5,5% do ICMS, que representam 19% do VBP de Santa Catarina. Estes complexos estão situados no Vale do Itajaí, que tem como principais cidades Blumenau e Itajaí, e na microrregião Norte, que tem como principal cidade Joinville, a maior do estado de Santa Catarina. Além desses complexos, acrescentou-se para a pesquisa o complexo industrial de plásticos presente em várias microrregiões do Estado de Santa Catarina. As médias empresas destes Complexos Industriais pesquisados têm as seguintes características:

4 Quanto ao número de empregados: 100 a 499 empregados, conforme a RAIS 2002 do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego). Quanto ao faturamento: Faturamento anual de R$ 10 até R$ 100 milhões, conforme classificação do Banco do Brasil (2004) para médias empresas industriais. Possuem Sistemas ERP implementados. Conforme dados da FIESC (2002, p.67), existiam 464 estabelecimentos de médias empresas industriais de transformação em Santa Catarina no ano Desse total, 74 estabelecimentos pertencem ao Complexo Eletro-metal-mecânico, 141 estabelecimentos pertencem ao Complexo Têxtil (inclusive vestuário, calçados e artefatos de tecidos) e 39 estabelecimentos pertencem ao Gênero de Produtos de Matérias Plásticas. O total de elementos da população é de 254 estabelecimentos, representando 54,74% do total de médias empresas industriais de transformação existentes no ano 2000 em Santa Catarina. Com a definição dos elementos da população, providenciou-se a amostra da população e o instrumento de coleta de dados. A amostra da população desse trabalho é do tipo não-probabilística e, de acordo com uma seleção racional e intencional, foram escolhidas amostras que interessam à pesquisa e que possuem características representativas (sujeitos-tipos) do universo da população.no quadro 1 mostram-se as etapas para o entendimento da seqüência da definição da amostragem adotada nesta pesquisa. Quadro 1- Etapas da definição da amostra Etapas Situação nesta pesquisa Definição da população alvo Médias indústrias catarinenses Determinação da amostragem Amostragem não probabilística Seleção das unidades da amostra Cadastro FIESC, Determinação do trabalho da amostra Escolha por conveniência de sujeitos-tipos Condução do trabalho de campo Envio de questionários e entrevistas por e contato pessoal Fonte: Organizado pelo autor O processo de elaboração dos instrumentos de pesquisas foi feito levando-se em consideração a essência da pesquisa, que trata das mudanças organizacionais, sob enfoque de fatores sociotécnicos, em médias indústrias catarinenses após a implementação de Sistemas ERP.O questionário foi baseado na escala Likert. Para o conjunto de termos de atitudes foram dados valores de pontuação de acordo com o esquema exemplificado por Mattar (2000, p. 103) na tabela 1. Tabela 1 - Grau de concordância/ discordância Tipo De Afirmação Grau de concordância/ discordância Valor da Pontuação Concorda Totalmente +2 Favorável Concorda +1 Indeciso 0 Discorda -1 Discorda Totalmente -2 Fonte: Mattar (2000, p. 103) Os questionários foram aplicados durante os meses de junho e julho de 2003 e recebidos até o mês

5 de setembro de Para o envio e recebimento do questionário foram utilizados os seguintes meios: (a) 40 (quarenta) foram entregues e recolhidos pessoalmente pelo pesquisador, representando 80% dos questionários enviados e; (b) 10 (dez) foram enviados por correio eletrônico ( ), representando 20% dos questionários enviados. No total, 31 (trinta e um) questionários serviram de base de dados para análises da pesquisa de campo, como mostra o quadro 2 que resume o resultado do envio dos questionários. Quadro 2 - Quadro Resumo de questionários enviados Formas de Envio Encaminhados Devolvidos Inválidos Válidos Pessoal Correio Eletrônico Soma Fonte: Dados da pesquisa As análises das respostas obtidas da pesquisa foram realizadas conforme a contextualização de nível de concordância das frases constantes no questionário - influências no sistema social e no sistema técnico. Os respondentes dos instrumentos de pesquisa foram os gestores econômico-financeiros na empresa, como: Diretores Financeiros, Gerentes Administrativos/ Financeiros, Controllers ou profissionais envolvidos diretamente na implementação do Sistema ERP. Convém destacar inicialmente que em função de suas características exploratórias, além de sua amostra intencional e não-probabilística, com sujeitos-tipos que caracterizam a amostra da população, esse trabalho possui restrições quanto à generalização de seus resultados e conclusões. A pesquisa de campo (survey) desse trabalho e seus resultados restringem-se a médias empresas industriais pesquisadas, sendo a grande maioria da microrregião Norte de Santa Catarina, que implementaram Sistemas ERP. Verificaram-se, tão somente, as mudanças organizacionais influenciadas pela implementação de Sistemas ERP em alguns fatores do sistema sociotécnico em médias empresas industriais, 3. O enfoque de Sistemas Sociotécnicos A essência do enfoque sistêmico é a visualização das organizações como sistemas abertos. Segundo esse conceito, as empresas são conjuntos complexos de elementos interdependentes, sendo influenciados mutuamente para a produção de resultados. O sistema empresa, na visão de sistemas sociotécnicos, tem dois sistemas interdependentes: o sistema técnico e o sistema social. O enfoque dado às empresas como sistemas sociotécnicos foi desenvolvida com base nos conceitos da teoria dos sistemas e nos estudos desenvolvidos nos anos 50 do século XX pelos pesquisadores do Tavistock Institute of Human Relations na Inglaterra para captar as qualidades

6 interdependentes dos aspectos social e técnico das organizações. Os pesquisadores do Instituto Tavistock (Trist & Bamforth, 1951; Rice, 1958) ao estudarem a introdução de nova tecnologia nas minas de carvão britânicas e na indústria de tecelagem da Índia descobriram que a inovação tecnológica, por si só, não podia explicar as diferenças de desempenho. Chegaram a constatar que certas mudanças tecnológicas para melhorar o desempenho acabaram tendo efeito contrário. Revelou-se que o alto desempenho acontecia quando o projeto do sistema técnico e o projeto do sistema social do trabalho eram congruentes (NADLER et al, 1993). O enfoque, segundo Cherns (1976), da implementação do modelo de sistemas sociotécnicos está no conceito dos elementos do sistema social e técnico projetados para se harmonizarem e adequarem. A obtenção de um alto grau de adequação sociotécnico tem como resultado um desempenho elevado da empresa. Diante destas constatações, Morgan (1996, p. 46) esclarece: Quando se escolhe um sistema técnico (seja estrutura organizacional, estilo de liderança, estilo de liderança ou tecnologia), este sempre tem conseqüências humanas e vice-versa. Em resumo, Maximiano (2000, p. 109) esclarece que: Do sistema técnico, fazem parte os objetivos, os recursos, a tecnologia e os regulamentos. Do sistema social, fazem parte as manifestações do comportamento das pessoas e dos grupos, em particular os sentimentos. Todos os movimentos e ações num sistema afetam o outro. O comportamento e o desempenho de qualquer sistema sempre resultam da interação de todos os seus componentes. A luz destas considerações, chega-se à dedução que o enfoque de sistemas sociotécnicos lida com os sistemas de uma empresa de maneira única. A partir deste enfoque os sistemas, social e técnico, são abordados e estudados em conjunto. 3.1 Sistema Social A empresa, como sistema social, corresponde à reunião de indivíduos com anseios, crenças e valores, associadas a experiências e ao ambiente social onde nasceram e desenvolveram-se. Moro (1997) constata que: O sistema social de uma organização são todos os seres humanos que trabalham nela, com todas as suas características psicológicas e sociais, como valores, educação e necessidades. Os indivíduos carregam estas consigo, trazendo para seu ambiente de trabalho, para a organização, seus valores, necessidades e cultura. A organização e o trabalho que esta oferece nada mais é do que o meio para o indivíduo tentar suprir suas necessidades, um lugar para aprender e crescer, para buscar uma melhor qualidade de vida. Deste grupo de pessoas forma-se a cultura da organização que regerá todas as relações interpessoais, como elemento uniformizador, com missão, crenças e valores próprios, diferenciados

7 dos aspectos individuais. Além da formação da cultura organizacional, o sistema social compreende o clima organizacional e grupos informais. Para Norris et al. (2001, p. 133) a cultura organizacional: É a combinação de valores e crenças que dão direcionamento e energia àquilo que as pessoas fazem todo dia. É visível através de toda uma empresa em artefatos e manifestações como padrões de desempenho, ícones, mitos e histórias, rituais, tradições, linguagens e relacionamentos. Valores e crenças culturais estão profundamente arraigados e afetam o comportamento individual e organizacional a cada dia. Os conceitos de cultura e clima organizacional são por muitas vezes confundidos e, para tanto, Santos (2000, p. 41) revela algumas considerações importantes a respeito das diferenças do clima organizacional em relação à cultura organizacional: (1) O clima organizacional influencia o comportamento dos membros da organização, podendo afetar os seus níveis de motivação e satisfação do trabalho. (2) É um conceito abrangente e global por ser uma forma de retratar numerosas percepções através de um número limitado de dimensões. (3) É operacionalizável por meio de medidas objetivas ou subjetivas. (4) Evidencia-se geralmente como atributo da organização, porém na percepção de seus participantes. (5) O conceito de clima difere do de cultura organizacional embora ambos estejam relacionados. (6) O clima organizacional é a expressão ou manifestação da própria cultura. Outro componente importante para o sistema social das empresas são os grupos informais. Como verifica Maximiano (2000, p. 253) as empresas têm grupos formais e informais. O sistema técnico somente enxerga os grupos formais criados pela gestão das empresas. O sistema social reconhece a importância dos grupos informais para o desempenho da empresa. Os grupos informais surgem por questões de: convivência e proximidade com as pessoas; necessidade de relacionamento social e; existência de interesses comuns, similaridades ou compartimento de valores. Os grupos formais e informais têm normas de conduta, que são regras, implícitas ou explícitas, e determinam o comportamento das pessoas na empresa. 3.2 Sistema Técnico O sistema técnico é a maneira pela qual a organização transforma entradas em saídas. Conforme esclarece Pasmore (1982, p. 55): As ferramentas, técnicas, dispositivos, artefatos, métodos, configurações, procedimentos e conhecimento utilizado pelos membros da organização para perceber entradas, transformar as entradas em saídas e prover estas saídas (ex., serviços) para clientes e/ou consumidores. Na concepção de sistemas sociotécnicos o sistema técnico compreende os processos estabelecidos de acordo com objetivos traçados pela empresa, os instrumentos utilizados de acordo com as tecnologias, as exigências das tarefas, a utilização dos recursos disponíveis, a estrutura

8 organizacional, entre outros. Dentre os componentes do sistema técnico, o componente tecnológico, segundo Emery (2004, p. 2): (...) ao converter entradas em saídas, possui um papel principal na determinação das propriedades de auto-regulação de um empreendimento. Ele funciona como uma das principais condições limites do sistema social quando mediando entre os fins de um empreendimento e o ambiente externo. Por causa disto, os materiais, máquinas e território que compõem o componente tecnológico são geralmente definidos, em uma sociedade moderna, como "pertencentes" ao empreendimento, ou são excluídos de controle similar por outros empreendimentos. Eles representam, como eles o são, um "ambiente interno". Moro (1997) presume que tecnologias, ferramentas, meios e dispositivos estão sempre mudando, devido ao fato de que o conhecimento humano também está mudando. O sistema técnico dentro de uma empresa industrial pode variar muito de lugar para lugar, como, por exemplo, de um estado para outro ou de um país para o outro. Algumas empresas industriais em localizações geográficas diferentes podem fazer uso de diferentes tecnologias devido a restrições de ordem local. Em suma, o sistema técnico não é estático. Desenvolvimento de novas tecnologias, a dispersão do conhecimento e de novas técnicas pode facilmente tornar obsoleto todo um modelo e processo de gestão e influenciar as mudanças no sistema social de uma empresa. Quanto ao desenvolvimento de novas tecnologias, o uso intensivo de TI e de Sistemas de Informação estão influenciando as mudanças organizacionais no sistema sociotécnico (mudanças sócio-comportamentais, mudanças estruturais e mudanças tecnológicas) das empresas. 4. Influências de sistemas ERP no sistema sociotécnico A literatura tem abordado as influências e impactos da implementação de diversas formas. Resolveu-se fazer uma distinção entre influências positivas e negativas para sistematizar e padronizar a verificação dos resultados de implementações de Sistemas ERP, feitas em diversas literaturas e na pesquisa survey deste trabalho. As influências positivas da implementação de Sistema ERP geram diversos benefícios. Tais benefícios recebem enfoques diferenciados conforme o autor. Para Hypolito (2000) os benefícios são tangíveis e intangíveis; Norris et al. (2000) classifica como quantitativos e qualitativos; enquanto que Souza (2000) e Lucas (2001) enfocam que os benefícios trazem vantagens como informações consistentes e coerentes, que resultam em confiança dos gestores para tomada de decisões e eficiência nos processos de gestão com a diminuição de custos de retrabalho. Davenport (2002) demonstra um modelo para transformar dados de Sistemas ERP em conhecimento, tendo como resultados influências positivas na mudança comportamental dos

9 gestores, produzem novas iniciativas e incluem mudanças nos processos de gestão, que resultam em impactos financeiros positivos. Da mesma forma como as influências positivas, as influências negativas têm diversas interpretações dadas pelos autores como riscos (O LEARY, 2000), problemas e desvantagens (SOUZA, 2000), preocupações (LUCAS, 2001), barreiras e dificuldades (MENDES & ESCRIVÃO FILHO, 2002). 5. Principais avaliações da pesquisa de campo A mediana dos valores dos pontos obtidos pelos dados da pesquisa foi de 30 pontos e o desviopadrão de 5,66 pontos. De acordo com a média aritmética e desvio-padrão obtidos estabeleceram-se as faixas influências da implementação de Sistemas ERP nos fatores pesquisados conforme demonstra a tabela 2. Tabela 2 - Faixas de influência FAIXA INFLUÊNCIA pontos Muito Positiva pontos Positiva pontos Insuficiente pontos Indiferente Fonte: Elaborado pelo autor conforme dados da pesquisa. Na tabela 3 demonstram-se os fatores de influência em ordem decrescente de pontuação. De acordo com a pontuação obtida verificaram-se as principais avaliações gerais da pesquisa de campo (survey), revelando-se as influências mais significativas da implementação de Sistemas ERP nos fatores do sistema sociotécnico em médias empresas industriais catarinenses pesquisadas. Tabela 3 - Fatores de influência por pontuação FATORES FATOR PONTOS INFLUÊNCIA Aumento do nível de qualidade de informações econômico-financeiras Técnico 41 Muito positiva Profissionalização da gestão econômico-financeira. Social 36 Muito positiva Tomada de decisões consistentes c/ disponibilidade de relatórios econômico-financeiros. Técnico 33 Positiva Agilidade e tempestividade de informações econômico-financeiras Técnico 32 Positiva Racionalização da estrutura organizacional Técnico 31 Positiva Diminuição do retrabalho e aumento da integração de processos Técnico 30 Positiva Flexibilização do processo de gestão Técnico 28 Insuficiente Redução de custos internos Técnico 28 Insuficiente Competitividade e melhor gestão de recursos econômico-financeiros Técnico 27 Insuficiente Motivação e comprometimento dos colaboradores Social 26 Insuficiente Adoção de modelos de gestão avançados. Técnico 21 Indiferente Fonte: Dados da pesquisa Os fatores considerados de influência muito positiva em todos os complexos industriais da pesquisa foram o aumento de nível de qualidade das informações econômico-financeiras - fator técnico - e mudanças na cultura organizacional com maior grau de profissionalismo - fator social.

10 6. Considerações Finais As influências da implementação de Sistemas ERP na cultura organizacional das médias empresas industriais catarinenses são consideradas positivas e possibilitam uma mudança da visão departamental para visão de processos, possibilitando maior responsabilidade de todos os envolvidos e a preocupação com o resultado final do processo. Além dessa mudança de visão de processos, tem-se mudança da cultura do colaborador que é dono da informação para responsável pela informação. Outra constatação feita com a pesquisa é que a implementação de sistemas ERP possibilita ao colaborador ter uma postura mais profissional e centrada. As influências nos fatores sociais estão relacionadas às influências nos fatores técnicos, pois os elementos do sistema técnico - objetivos, recursos, processos, tecnologia e burocracia - ao serem bem implementados ajudam a quebrar as barreiras quanto à utilização do Sistema ERP implementado. No quadro 3 são sintetizadas as principais constatações das influências positivas e negativas no sistema social da implementação de Sistemas ERP. Quadro 3 - Influências no Sistema Social INFLUÊNCIAS NO SISTEMA SOCIAL ELEMENTO POSITIVAS NEGATIVAS Clima Organizacional Cultura Organizacional Grupos Informais Fonte: Organizado pelo autor Colaboradores mais motivados Satisfação dos usuários com a diminuição do retrabalho Maior conscientização sobre o impacto causado pelo trabalho de cada colaborador Maior compreensão dos objetivos do trabalho Maior comprometimento e responsabilidade do colaborador As pessoas passam a se preocupar com o resultado final do processo Mudança da visão departamental para a de processos Mudança cultural da visão de dona da informação para a de responsável pela informação Aumento da visão sobre clientes externos Profissionalização da gestão Econômico- Financeira Valorização da capacidade de trabalhar em equipe O grupo repudia o colaborador que procrastina a execução de suas tarefas Traumas em colaboradores em virtude das mudanças Insegurança dos funcionários em relação ao manuseio e utilização do sistema Frustração devido a falsas expectativas quanto ao sistema Insatisfação dos usuários quanto à usabilidade do sistema Perda de motivação no trabalho Falta de crença da Alta Administração no Sistema ERP implementado Resistência dos colaboradores mais antigos Resistência à mudança dos processos Centralização demasiada das decisões e perda de autonomia do trabalho Mudanças organizacionais não são assimiladas pelos grupos informais da empresa Boicote dos líderes informais quanto ao uso dos sistemas Para os autores e pesquisadores do Modelo de Sistema Sociotécnico, o sistema técnico é o responsável pela eficiência potencial das organizações. Para o modelo de Sistema Sociotécnico das organizações, a organização eficiente seria aquela que considera tanto as importações que o sistema técnico faz do ambiente, como também as do sistema social. O fundamento desta abordagem é que qualquer sistema de produção requer tanto uma organização tecnológica como uma organização do trabalho.

11 As principais influências positivas e negativas verificadas no sistema técnico são sintetizadas no quadro 4. As influências são geradas de acordo com a acuracidade e com nível de qualidade técnica e profissional da equipe envolvida no projeto de implementação do Sistema ERP. Os elementos do sistema técnico influenciados pela implementação de Sistemas ERP são: objetivos, recursos, processos, tecnologia e burocracia. Quadro 4 - Influências no Sistema Técnico INFLUÊNCIAS NO SISTEMA TÉCNICO ELEMENTO POSITIVAS NEGATIVAS Objetivos Recursos Melhoria no desempenho econômicofinanceiro da empresa. Maior objetividade nas decisões Aumento da competitividade Qualificação Profissional Obtenção de informações em tempo real Melhoria na qualidade da informação Fechamento de relatórios contábeis mensais em menor prazo (05 a 10 dias) Redução de custos internos Redução de custos de treinamento Redução de Estoques Racionalização e otimização de recursos Facilita a reengenharia de processos Redução no tempo de processamento das informações. Integração das diversas áreas da empresa Controle e Integridade das informações. Diminuição no retrabalho de tarefas Processos administrativas Melhoria do nível de controle Maior agilidade nos processos decisórios Otimização dos processos Realinhamento e racionalização dos processos Agilidade no atendimento a clientes Evolução da base tecnológica da empresa Conectividade de Tecnologias de Produção com Tecnologias de Informação Tecnologia Eliminação de interfaces entre sistemas isolados Redução de Backlog de aplicações Racionaliza a estrutura organizacional Otimização e uniformização dos procedimentos internos Burocracia Redução do fluxo de papéis Melhoria nos controles internos da empresa Melhoria do nível técnico dos funcionários Padronização dos processos de trabalho Fonte: Organizado pelo autor Customização cara e complexa Perda de algumas funções essenciais dos negócios Tempo de resposta lento no atendimento pelo fornecedor Dependência do fornecedor do sistema Erros constantes nas operações devido à desqualificação dos colaboradores Alto custo de manutenção do sistema Empresa não detém o conhecimento sobre o sistema Grande dependência dos recursos da informação do sistema Falha no sistema pode parar a empresa Planejamento inadequado Processamento de dados falho com informações inconsistentes Perda de informações (histórico) durante o processo de conversão. Não há mudanças nos métodos de gestão de custos Complexidade na gestão da implementação Problemas de performance e lentidão no processamento de dados. Problemas de interação entre ERP x Banco de Dados x Sistema Operacional Dificuldade em implementar upgrades do sistema Excesso de burocracia, gerando grande quantidade de telas e campos a serem preenchidos. Acúmulo de funções por parte de alguns cargos Não há influências significativas na racionalização da estrutura organizacional em empresas altamente formalizadas e especializadas Referências CHERNS, Albert. Principles of Social-Technical Design. Slightly revised from a paper in Human Relations, 29:783-92, Disponível em: <http://www.moderntimesworkplace.com>. Acesso em: 26 mar

12 DAVENPORT, Thomas H. Missão Crítica - Obtendo vantagem competitiva com os sistemas de gestão empresarial. Porto Alegre: Bookman, EMERY, F. Characteristics of the Socio-Technical Systems. Disponível em: <www.moderntimesworkplace.com/good_reading/archives/ericsess/sessvol2>. Acesso em: 25 mar FIESC - Unidade de Política Econômica e Industrial. Santa Catarina em Dados. V. 12. Florianópolis, GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, HYPOLITO, Christiane Mendes. Sistemas Integrados de Gestão SIG. Um estudo sobre problemas na implantação. Itajubá: EFEI, p. Dissertação de mestrado - Programa de Pós- Graduação em Engenharia de Produção da Escola Federal de Engenharia de Itajubá. LUCAS, Elisabete. Perspectivas dos Gestores sobre os Sistemas Integrados de Gestão. Lisboa: UniWeb Consultoria e Formação SA, 2001, disponível em: <http://www.uniweb.pt>, acesso em: 20 mar MATTAR, Fauze N. Pesquisa de Marketing Edição Compacta. 2ª ed. São Paulo: Atlas, MAXIMIANO, Antonio Amaru. Introdução a Administração. 5ª ed. São Paulo: Atlas, MENDES, Juliana Veiga & ESCRIVÃO FILHO, Edmundo. Sistema Integrado de Gestão (ERP) em Empresas Médio Porte: um confronto entre o referencial teórico e a prática empresarial. In: ENANPAD, MORGAN, Gareth. Imagens da Organização. São Paulo: Atlas, MORO, Francisco Baptista Pereira. Investigação do efeito de características individuais na organização: uma abordagem sistêmica. Ago Tese (Doutorado em Engenharia de Produção). Departamento de Engenharia de Produção e Sistemas, Universidade Federal de Santa Catarina, Disponível em: <http://www.eps.ufsc.br>. Acesso em: 07 fev NADLER, David et al. Arquitetura Organizacional - a chave para a mudança empresarial. 5ª ed. Rio de Janeiro: Campus, NORRIS, Grant et al. E-Business and ERP: Transforming the Enterprise. New York: John Wiley & Sons, Inc., O LEARY, Daniel E. Enterprise Resource Planning Systems: systems, lyfe cycle, electronic commerce, and risk. New York: Cambridge University Press, PASMORE, W., FRANCIS, C., HALDEMAN, J. Sociotechnical Systems: A North American Reflection on Empirical Studies of the Seventies. Human Relations, 35 v., 12, p , RICE, A.K. Productivity and Social Organization: The Ahmedabad Experiment. London. Tavistock Publications. Reissued i987, New York: Garland, Disponível em: <http://www.moderntimesworkplace.com>. Acesso em: 27 mar SANTOS, Neusa Maria Bastos F. Cultura Organizacional e Desempenho: Pesquisa, Teoria e Aplicação. Lorena: Stiliano, SOUZA, Cesar Alexandre de. Sistemas Integrados de Gestão Empresarial: Estudos de Casos de Implementação de Sistemas ERP. São Paulo, f. Dissertação - Mestrado em Administração - Departamento de Administração da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo. TRIST, Eric & BAMFORTH, Ken. Some Social and Psychological Consequences of the Longwall Method of Coal-Getting. Human Relations, 4:3-38, Disponível em: <http://www.moderntimesworkplace.com>. Acesso em: 27 mar

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