CENTRO UNIVERSITÁRIO ASSUNÇÃO UNIFAI PEDRO ANIZIO GOMES. LEITURA EM TELEFONES CELULARES: Livro Eletrônico para as massas?

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1 CENTRO UNIVERSITÁRIO ASSUNÇÃO UNIFAI PEDRO ANIZIO GOMES LEITURA EM TELEFONES CELULARES: Livro Eletrônico para as massas? São Paulo 2010

2 PEDRO ANIZIO GOMES LEITURA EM TELEFONES CELULARES: Livro Eletrônico para as massas? Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Biblioteconomia, para obtenção do grau de Bacharel em Biblioteconomia. ORIENTADOR: Profª. NORMA CIANFLONE CASSARES São Paulo 2010

3 PEDRO ANIZIO GOMES LEITURA EM TELEFONES CELULARES: Livro Eletrônico para as massas? Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Biblioteconomia, para obtenção do grau de Bacharel em Biblioteconomia. Aprovado em novembro de 2010 ORIENTADOR: Profª. NORMA CIANFLONE CASSARES

4 AGRADECIMENTOS A Deus, sempre! Aos meus familiares que sempre me proporcionaram um ambiente agradável e propício para o desenvolvimento de minha carreira acadêmica. À bibliotecária Síria Luzia pela primeira oportunidade de estágio na Faculdade Montessori. Oportunidade muito bem aproveitada, onde pude praticar o que aprendi em sala de aula e pela primeira vez tive certeza que estava trilhando um excelente caminho profissional. Ao bibliotecário Sandro Brito, bibliotecário responsável pela Biblioteca Dr. Luiz Flávio Gomes, por me conceder o privilégio de trabalhar com um profissional dinâmico e totalmente de acordo com o perfil que se exige dos profissionais bibliotecários neste século 21, cujos ensinamentos servirão de modelo na minha caminhada profissional como bibliotecário. À bibliotecária Sibele Fausto, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, pelas dicas de bibliografias e correções pontuais neste Trabalho de Conclusão de Curso. Aos bibliotecários e estudantes de biblioteconomia do Brasil que através da internet contribuíram para a realização deste trabalho de Conclusão de Curso. Demonstraram com ações concretas, a importância de colaborar com os colegas de profissão, mesmo à distância, mostrando como estão antenados com as novas tecnologias.

5 RESUMO Baixar livros eletrônicos e lê-los em uma tela monocromática ou de LCD, tarefa antes realizada no microcomputador ou em um notebook, agora pode ser feita na tela do celular, graças ao desenvolvimento de tecnologias que permitem o acesso ao conteúdo informacional armazenado na grande rede. Aparelhos celulares dotados de tecnologia TouchScreen, acesso rápido à internet (3G e WI-FI), visualização de arquivos PDF e telas mais adequadas para leitura, vem impondo certa padronização aos novos celulares lançados aqui no Brasil. Desde o lançamento do iphone em 2007, aparelhos mais simples vem ganhando funcionalidades e características das tecnologias citadas anteriormente e a barreira entre aparelhos celulares comuns e smartphones de uso profissional vem sendo derrubada. Até onde esses fatores poderão atrair leitores de livros impressos para a leitura de livros eletrônicos nas pequenas telas dos aparelhos celulares, cada vez mais consumidos por pessoas de todas as classes sociais? Palavras-chave: Livro Eletrônico - Leitura - Aparelhos Celulares - Tecnologias da Informação e da Comunicação.

6 SUMÁRIO RESUMO SIGLAS E ABREVIATURAS LISTA DE ILUSTRAÇÕES 1. INTRODUÇÃO 2. TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO: LIVROS ELETRÔNICOS E APARELHOS CELULARES 2.1 A invenção de Gutenberg As Revoluções e a Sociedade da Informação A Internet O Livro Eletrônico Aparelhos Celulares LEITURA 3.1 Leitura nos tempos da WEB Leitura de livros eletrônicos em aparelhos celulares O bibliotecário e as Tecnologias da Informação e da Comunicação CONCLUSÃO GLOSSÁRIO REFERÊNCIAS APÊNDICES... 39

7 SIGLAS E ABREVIATURAS LCD GED ICQ MP3 MSN NTIC s OPAC PDA PDF URL VOIP WWW 3G Liquid Crystal Display (Monitor de Cristal Líquido) Gerenciamento Eletrônico de Documentos Programa de comunicação instantânea. Formato de arquivo compacto de áudio. Programa de comunicação instantânea que permite o envio e o recebimento de mensagens de texto em tempo real. Novas Tecnologias de Informação e da Comunicação Online Public Access Catalog (Catálogos de Acesso Público On-line) Computador de dimensões reduzidas, menor do que uma agenda. Portable Document Format (Formato de Documento Portátil) Uniform Resource Locator (Localizador de Recursos Universal) Voice over Internet Protocol (Voz sobre Protocolo da Internet) World Wide Web (Rede de Alcance Mundial, tradução livre) Terceira geração de padrões e tecnologias de telefonia móvel.

8 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1 - O trabalho na oficina Figura 2 - Reprodução de as duas irmãs (Auguste Renoir, 1889) Figura 3 - Rede Mundial de Computadores Figura 4 A Web e seus recursos chegam aos aparelhos celulares Figura 5 - E-reader: Uma nova forma de leitura Gráfico 1 - Usos dos aparelhos celulares no Brasil Tabela 1 - Tabela comparativa sobre livros impressos ou eletrônicos Tabela 2 Vantagens e desvantagens do livro impresso Tabela 3 Vantagens e desvantagens do livro eletrônico Tabela 4 Tabela comparativa de tamanho de telas de dispositivos móveis Tabela 5 Interesse pela leitura em aparelhos celulares... 25

9 8 1 INTRODUÇÃO Durante a idade média no continente europeu a Igreja Católica monopolizou a produção de livros, criados de maneira artesanal pelos monges copistas. Porém, tanta dedicação investida na criação destes manuscritos tinha um preço: a demora de se produzir um único volume, que depois de pronto, tinha seu uso restrito aos homens da igreja ou a poucos privilegiados que não tinham cargos eclesiásticos. Outro fator que contribuía para a restrição e elitização dos livros era o Latim, que era a língua oficial dos documentos da igreja, mas não era a língua falada pela classe popular, que usava a vulgata, um latim cotidiano. Era necessário produzir livros em larga escala e escritos em uma linguagem que fosse familiar ao povo. A invenção de Gutenberg, que resultou na mecanização e produção de impressos em larga escala, foi importante incentivo para o aumento da circulação de informações em camadas sociais onde o hábito da leitura era novidade, possibilitando uma das primeiras demonstrações de democratização da informação. Muitos movimentos sociais, políticos e religiosos - como a Reforma Protestante e a Revolução Francesa - talvez não tivessem obtido sucesso, não fosse a aceitação dos novos ideais entre o povo, que conheceu as idéias destes movimentos graças aos impressos produzidos pelos companheiros de ofício de Gutemberg espalhados pelo velho mundo. Alguns séculos depois, a internet possibilitou o acesso às informações antes restritas a pequenos grupos. Entre outras coisas, a Internet oferece uma gama de livros eletrônicos de forma gratuita, desde textos da antiguidade clássica até obras inéditas de autores contemporâneos. Os primeiros aparelhos celulares lançados no mercado brasileiro no começo dos anos 90 tinham como única função - e maior chamariz para os consumidores - a telefonia móvel. No final desta primeira década do século XXI, os novos aparelhos apresentam tantos serviços adicionais que a telefonia acabou se tornando só mais um serviço agregado. Vivemos um momento de convergência de tecnologias, onde assistimos o encontro da Internet com a Telefonia Móvel, proporcionando ao usuário experiências que até pouco tempo só eram possíveis vivenciar na frente de um microcomputador ou notebook. Tarefas que se tornaram comuns desde a popularização da internet e o progressivo e lento acesso do consumidor de baixa renda as novidades da tecnologia, como verificar mensagens em webmails, ler notícias on-line, expressar-se através da internet pelo Orkut, Facebook ou Twitter, agora são feitas

10 9 utilizando um aparelho celular. Houve o encontro entre aplicativos comuns em computadores pessoais com a mobilidade dos dispositivos portáteis. Aparelhos com tela maior e com acesso rápido à Internet, fazem diferença quando se pensa em começar a leitura de um livro eletrônico. A capacidade de visualização de arquivos PDF (Formato de Documento Portátil), que mantém a formatação original de qualquer documento convertido (gráficos, cores e até multimídia) é o pulo do gato para fazer o leitor se interessar ou pelo menos iniciar uma experiência de leitura. Por ser o formato padrão da grande maioria de livros eletrônicos disponíveis na internet, o formato PDF não requer nenhum tipo de adaptação para ser lido, além de ter uma aparência próxima de um livro tradicional. Atualmente as Tecnologias da Informação e da Comunicação permitem acesso a diversas modalidades de leitura, desde aquela na tela de computadores, notebooks, e-readers, netbooks ou em aparelhos celulares. A leitura em aparelhos celulares virou hobby no Japão no final desta primeira década do século 21, não somente a leitura, como também a criação de livros nestes aparelhos. Um fato curioso é o caminho inverso feito por este tipo de publicação: digitam-se textos curtos no celular, enviando-os para blogs acessados por leitores desta nova modalidade de literatura. Quando o livro alcança relativo sucesso, ganha uma versão impressa. Japoneses e sul-coreanos se destacam como criadores e disseminadores de tecnologias apreciadas pela chamada Geração Y. O interesse por este tema surgiu após a leitura (na internet) de uma entrevista feita com o historiador francês Roger Chartier. Nesta entrevista ele enfatizou que o livro eletrônico não veio substituir o livro impresso, mas servir de alternativa para conquistar mais leitores neste mundo globalizado. Este trabalho mostrará se os livros eletrônicos disponibilizados gratuitamente na internet e a integração de serviços Web aos novos celulares estimulará a migração dos leitores de livros impressos para a leitura de livros eletrônicos em aparelhos celulares.

11 10 2. TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO: LIVROS ELETRÔNICOS E APARELHOS CELULARES 2.1 A invenção de Gutenberg Não há progresso sem mudança. E quem não consegue mudar a si mesmo acaba não mudando coisa alguma. George Bernard Shaw ( ), dramaturgo inglês. Com a queda do último imperador romano do Ocidente, Flávio Rómulo Augusto, as famílias mais abastadas começaram a deixar as cidades para se encastelar em grandes propriedades distantes dos antigos centros urbanos, Vicentino e Dorigo (2002) descrevem: As transformações ocorridas no Império Romano do Ocidente, como o êxodo urbano e a ruralização causadas pela crise escravista, foram aceleradas com as invasões bárbaras, resultando na queda do império em 476. A partir daí, e estendendo-se até o século X, sucedeu, então, um período marcado pelo predomínio da vida rural e ausência ou severa redução do comércio no continente europeu, denominado Alta Idade Média (p.117). Chegava ao fim a Idade Antiga e tinha início a Idade Média no continente europeu. Neste momento da História surge um novo poder que por muitos séculos ditaria as regras no mundo ocidental: a Igreja Católica Romana, sob a liderança de homens denominados Papas. Através de suas ordens religiosas, a Igreja monopolizou a produção de livros, que a partir de então passaram a ser criados de maneira artesanal pelos monges copistas, como afirmam Vicentino e Dorigo (2002): O trabalho dos monges copistas, reclusos em mosteiros, permitiu preservar muitos manuscritos da Antiguidade Clássica. No período medieval, esses indivíduos eram praticamente os únicos com cultura letrada. Nesse quadro, não é de estranhar que o principal filósofo medieval tenha sido um religioso do Baixo Império Romano, preocupado basicamente com assuntos ligados à doutrina cristã. Santo Agostinho [ ] (p.137). Muitos livros eram reaproveitados, apagando-se textos antigos e substituindo-os por escritos geralmente de caráter religioso chamado palimpsesto. Porém, tanta dedicação investida na criação destes manuscritos tinha um preço: a demora de se produzir um único volume. Depois de prontos, os livros tinham seu uso restrito aos homens da igreja ou aos poucos privilegiados que não tinham cargos eclesiásticos. Outro fator que contribuía para a restrição e elitização dos manuscritos era o Latim, língua oficial dos documentos da igreja. Porém não

12 11 era o latim a língua falada pela classe popular, que usava como meio de comunicação oral a vulgata, um latim cotidiano. Era necessário produzir livros em larga escala e escritos em uma linguagem que fosse familiar ao povo. Os chineses já dominavam as técnicas de impressão em papel, inventado por eles no ano 105 d.c. e inserido no continente europeu pelos árabes que dominavam a Espanha. Sobre esta invenção, encontramos a seguinte informação na obra de Manuel Castells (2007): [ ] E, claro, a primeira revolução no processamento da informação foi chinesa: o papel e a imprensa foram inventados na China. O papel foi introduzido nesse país mil anos antes que no Ocidente, e a imprensa provavelmente começou no final do século VII (p.45). Mas o trabalho de gravação desenvolvido pelos orientais não era automatizado e a cada página ou unidade impressa, era necessária a intervenção humana. Os tipos móveis (letras geralmente feitas de metal ou madeira que agrupadas formavam textos), a tinta, prensas e o papel já faziam parte do cotidiano de muitos profissionais no Velho Mundo. Coube a Johannes Gensfleisch, mais conhecido como Gutenberg, juntar técnicas e materiais para mecanizar a produção de material impresso. Foi assim que ele adaptou uma prensa utilizada na produção de vinhos que consistia de um suporte fixo e uma parte superior móvel com o formato de um parafuso gigante. Uma fôrma com os tipos móveis era colocada sob a parte fixa, passava-se tinta no bloco de palavras, colocando-se a folha por cima. Em seguida, a parte superior da prensa era movida para baixo, pressionando o papel contra os tipos. Assim nasceu a Tipografia, precursora da imprensa moderna. FIGURA 1 - O TRABALHO NA OFICINA: O HOMEM DA ESQUERDA CONFERE UMA PÁGINA PRONTA; O DA DIREITA PASSA A TINTA NO BLOCO DE PALAVRAS QUE IRÁ COMPOR A PRÓXIMA PÁGINA. FONTE: GOOGLE IMAGENS [PESQUISE:GUTENBERG]. Os primeiros impressos gerados por meio tipográfico eram de caráter religioso. Considerado o primeiro livro impresso, a Bíblia de 42 linhas (duas colunas com 42 linhas cada) ou B-42,

13 12 publicada por volta de 1456, entrou para a história como a Bíblia de Gutenberg. Parte do sucesso da chamada Reforma Protestante liderada pelo alemão Martinho Lutero ( ) deve-se à invenção da imprensa, dada à rapidez e alcance conseguido pelos impressos difundidos pelos reformadores, depois chamados de protestantes. O historiador Geoffrey Blainey (2009) ressalta: Só nas cidades de língua alemã, mais de 200 imprensas pareciam estar praticamente esperando este acontecimento que, sem nenhum esforço, acabaram ajudando a Reforma Protestante. O monopólio da Igreja Católica sobre a bíblia estava prestes a terminar devido a uma invenção emprestada, em parte, de uma terra onde o nome de Cristo era quase desconhecido. A bíblia era um livro precioso escrito à mão, tão escasso que em algumas igrejas a única cópia era acorrentada à mesa de leitura. Pela primeira vez na cristandade, os evangelhos se tornariam acessíveis a um preço que uma igreja de um vilarejo ou um mercador moderadamente rico pudessem comprar. Um panfleto contendo um simples sermão podia, agora, através da poderosa imprensa, chegar a mais pessoas como nunca antes um sermão havia conseguido (p.83). O reflexo imediato da mecanização e produção de impressos em larga escala foi importante incentivo para o aumento de leitores em camadas sociais onde o hábito da leitura era novidade e aos poucos foi se tornando comum a partir do momento em que a palavra escrita começou a chegar às mãos das massas com uma linguagem familiar, possibilitando uma das primeiras demonstrações de democratização da informação. 2.2 As Revoluções e a Sociedade da Informação Nada dura tanto, exceto a mudança. Heráclito ( a.c.), filósofo grego. Revolução, segundo o popular dicionário Aurélio (2009), significa: Transformação radical de estrutura política, econômica e social, dos conceitos artísticos ou científicos. Sempre que uma quantidade considerável de informações começava a circular entre a camada mais popular da sociedade, gerando troca de idéias e discussões diversas, mudanças não demoravam em acontecer. Segundo Siqueira Júnior (2009): A literatura indica três marcos no desenvolvimento social, que são a revolução agrícola, industrial e tecnológica. Esses marcos causaram grandes mudanças na estrutura social. Marco Antônio Ferreira de Melo alude acerca dessas mudanças por intermédio de três paradigmas: agrícola, industrial e digital. A revolução agrícola inseriu o homem no sistema produtivo. Com a revolução industrial verificaram-se

14 13 novos tipos de energia e, finalmente, a revolução tecnológica traz a informação como produtora de riqueza (p.217). No século XVIII o advento da Revolução Francesa decretou o fim da Idade Moderna e deu início a Idade Contemporânea no mundo ocidental. Antes desse tempo, o poder da Igreja Católica já não era tão grande e vinha sendo minado aos poucos por diversos movimentos econômicos e sociais, como o crescimento e fortalecimento de uma classe burguesa vinda do comércio, a criação de universidades, a Reforma Protestante e o Iluminismo. Foi dado início a uma reurbanização das cidades, algo que não acontecia efetivamente desde a queda do Império Romano do Ocidente. Fosse como trabalhadores ou consumidores, começava a se desenhar ali uma sociedade envolvida com as tecnologias que a época oferecia e que começava a valorizar e ser valorizada pelas informações e conhecimentos que possuíam. Eram os primeiros esboços de uma sociedade que com o passar dos anos viria a ser chamada de Sociedade da Informação. Uma excelente definição do que seria essa sociedade, encontramos na obra de Siqueira Júnior (2009): A expressão Sociedade da Informação é entendida no contexto dessa sociedade pósindustrial, no que ela apresenta de qualitativamente relacionado à informação. Isso significa que não engloba toda a sociedade contemporânea, na medida em que muitas regiões e populações estão hoje excluídas do ambiente informacional, mas sim aquele setor dominante do mundo globalizado, o qual se caracteriza pela informação, comunicação e pelo domínio da tecnologia de ponta (p.216). FIGURA 2 - REPRODUÇÃO DE AS DUAS IRMÃS (AUGUSTE RENOIR, 1889). FONTE: GOOGLE IMAGENS [PESQUISE:LEITURA]. 2.3 A internet Quando todos pensam da mesma maneira, ninguém pensa grande coisa. Carl Sandburg ( ), jornalista e militante político norte-americano. Sua origem foi um projeto militar idealizado pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos durante a Guerra Fria. Nesta guerra, os combates eram travados no campo

15 14 ideológico entre capitalistas representados pelos Estados Unidos e socialistas representados pela União Soviética. Sobre esta época, Castells (2007) escreve: Quando o lançamento do primeiro Sputnik [satélite artificial], em fins da década de 50, assustou os centros de alta tecnologia estadunidenses, a ARPA empreendeu inúmeras iniciativas ousadas, algumas das quais mudaram a história da tecnologia e anunciaram a chegada da Era da Informação em grande escala (p.82). Os norte-americanos temiam um ataque que destruísse suas bases de dados que armazenavam informações militares estratégicas. Foi desenvolvida uma tecnologia que ligava diversos computadores localizados em lugares diferentes e faziam com que os dados circulassem entre eles e, caso um computador fosse destruído, não se perderia nenhuma informação importante, pois a mesma não estava centralizada ali na máquina que por ventura fosse destruída e sim em algum outro ponto daquela rede de computadores. Nascia a ARPANET, inicialmente militarizada e depois aberta aos acadêmicos e pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento, o que possibilitou o desenvolvimento de novas tecnologias e da própria rede em si, que anos mais tarde separou-se em diversos ramos: militar na MIL.NET, acadêmico na CSNET e a BITNET para acadêmicos não-científicos, entre outras redes. No decorrer dos anos, a ARPANET atraiu também pesquisadores de outros países e grandes empresas do ramo de telecomunicações que injetaram dinheiro e conhecimentos técnicos na rede que teve seu nome mudado para INTERNET. A internet é fruto do desenvolvimento tecnológico, segundo Zaniolo (2007): Fruto da convergência do desenvolvimento das telecomunicações e dos computadores, a rede internet é a grande responsável pela revolução no mundo das comunicações e dos computadores. O telégrafo, o telefone, o rádio e o computador prepararam o palco para a integração de capacidades únicas da rede, que é, ao mesmo tempo, um mecanismo disseminação de informações de alcance mundial e um meio de interação e colaboração entre pessoas e computadores, independente de sua localização geográfica (pág.27). Apesar de tantas inovações, o conhecimento informático além da estrutura oferecida pela rede de telefonia local - exigido para utilizar os recursos da internet era um dos fatores que impediam o acesso em massa à rede, assim como fazemos hoje. Sistemas Operacionais Gráficos como o Windows, não eram comuns e nem mesmo a utilização do mouse para clicar em ícones - pequeno símbolo gráfico usado para representar um programa ou atalho para algum documento - para abrir documentos.

16 15 A internet chegou ao Brasil em 1988, sendo inicialmente restrita a universidades e centros de pesquisas, até que a portaria 295 de possibilitou às empresas denominadas Provedores de Acesso comercializar o acesso a ela (KAMINSKI, 2003). Faltava somente uma pequena mudança para popularizar a internet: criar uma linguagem audiovisual que tornasse fácil e intuitivo a pesquisa de dados. Neste momento entra em cena o programador inglês Tim Berners-Lee, pesquisador do CERN (Conselho Europeu para Pesquisa Nuclear), segundo Castells (2007): [ ] A invenção da WWW deu-se na Europa, em 1990, no Centre Européen poour Recherche Nucleaire (CERN) em Genebra, um dos principais centros de pesquisas físicas do mundo. Foi inventada por um grupo de pesquisadores do CERN chefiado por Tim Berners Lee (sic) e Robert Cailliau. [ ] Basearam-se parcialmente no trabalho de Ted Nelson que, em seu panfleto de 1974, Computer Lib, convocava o povo a usar o poder dos computadores em benefício próprio. Nelson imaginou um novo sistema de organizar informações que batizou de hipertexto, fundamentado em remissões horizontais. A essa idéia pioneira, Berners Lee (sic) e seus colegas acrescentaram novas tecnologias adaptadas do mundo da multimídia para oferecer uma linguagem audiovisual ao aplicativo (p.88). Outro personagem que deve ser lembrado ou conhecido quando se conta a história da internet é Marc Andreessen, criador do programa Mosaic, considerado o primeiro Navegador Web no início dos anos 90. Alguns anos depois, em 1994, já com suporte financeiro de uma grande empresa, lançou o programa Netscape Navigator, que junto com o ICQ, tornou-se um dos sucessos de público nos primórdios da internet, assim como hoje temos o Skype, MSN e outros programas populares e gratuitos que facilitam tanto a troca de informações e a interação entre as pessoas. Sobre a facilidade de acesso à rede proporcionada pela Web e os navegadores, temos uma afirmação feita por Almeida (2003): Antes do aparecimento da Web e dos navegadores gráficos, navegar na internet era algo reservado apenas aos iniciados. A informação, abundante e de qualidade, estava distribuída em locais inacessíveis à maioria. Uma enorme biblioteca sem fichas catalográficas. A situação, no momento atual, é diferente. Os mecanismos de busca de informação na internet evoluíram de forma surpreendente. Sítios como o Google elevaram a busca de informações na web praticamente ao estado da arte, sem um acréscimo de complexidade ao usuário final (p.33).

17 16 FIGURA 3 - REDE MUNDIAL DE COMPUTADORES. FONTE: GOOGLE IMAGENS [PESQUISE:LEITURA E INTERNET]. A internet democratizou o acesso às informações antes restritas a pequenos grupos, abriu caminhos que conduzem à democratização do acesso ao conhecimento e não pode ser encarada simplesmente como um amontoado de computadores interligados em rede e sim como uma rede de pessoas interagindo das formas mais diversas. 2.4 O Livro Eletrônico Sinto-me nascido a cada momento para a eterna novidade do mundo. Fernando Pessoa ( ), poeta português. A crescente popularização do uso da internet e seus usos na vida cotidiana tornaram inevitável o encontro dos livros com a tecnologia. Quem gosta de ler um bom livro - tradicional ou eletrônico - sempre tem aquela livraria ou sebo sua preferência. Tem aqueles que gostam de ficar no meio de estantes - muitas vezes empoeiradas - entupidas de livros ou preferem tomar um café enquanto ouvem um áudiobook em livrarias onde a tecnologia mostra claramente seus benefícios e que veio para ficar. Livro eletrônico, virtual books, e-books ou livro virtual, diversos nomes para definir os arquivos digitalizados a partir de um livro impresso ou criados diretamente em meio eletrônico. Sobre o livro eletrônico, Dedim (2008) nos diz: A evolução da ciência, aliada ao desenvolvimento da tecnologia da informação, apresenta inúmeros reflexos nas relações interpessoais, na educação, na economia, no direito. O chamado livro eletrônico ou e-book é fruto dessa evolução nas formas de armazenamento, processamento e recuperação de dados e informações (p.44). Diversas obras da literatura mundial, desde textos da Antiguidade Clássica até obras inéditas de autores contemporâneos desconhecidos do mercado editorial estão disponíveis gratuitamente na internet, em domínio público. Se você sentir vontade de ler textos de Aristóteles, A Divina Comédia de Dante, Don Quixote de Cervantes, as histórias maravilhosas de Victor Hugo ou aquelas poesias singelas de Mário Quintana, basta acessar a internet, localizar o livro eletrônico de sua preferência e lê-lo na tela de seu computador, copiar para seu disco rígido ou transferí-lo para seu celular. No artigo Sobre a transitoriedade dos suportes, o escritor Umberto Eco (2009) fala sobre livros eletrônicos:

18 17 Não me considero um reacionário preso ao passado. Em um disco rígido portátil de 250 gigas, gravei as maiores obras mestras da literatura mundial e da história da filosofia: é muito mais confortável recuperar do disco rígido em poucos segundos, uma citação de Dante ou da Summa Theologica, que levantar-se e pegar um volume pesado nas prateleiras mais altas. Mas estou feliz de os livros continuarem nas minhas prateleiras, é uma garantia da memória para quando os fios dos instrumentos eletrônicos entrarem em curto. Na obra Do Papel até a Web, Tony McKinley (1998) também opina sobre os livros eletrônicos: Obviamente para os puristas à moda antiga, os livros em papel ainda terão o seu charme. Podemos fazer anotações ou outras marcações neles com facilidade, e eles ainda podem ser lidos em quase qualquer condição de iluminação e de ambiente. Levará pelo menos uma ou duas gerações humanas até que os livros digitais possam carregar tal presença física e emoção, se é que conseguirão (p.15). Uma iniciativa importante do Governo Brasileiro foi a criação do Portal Domínio Público [www.dominiopublico.gov.br] que disponibiliza gratuitamente para download obras fundamentais da literatura mundial. Além de textos, disponibiliza também áudios e vídeos que podem ser lidos, ouvidos ou vistos utilizando-se o aparelho celular. O atual debate sobre a preferência dos leitores por livros impressos ou livros eletrônicos, pode ser representado pela tabela abaixo que mostra a quantidade de livros tradicionais e eletrônicos lidos em um ano. Esta pesquisa foi realizada com 45 bibliotecários de todo o Brasil em diversos grupos de discussões na internet. A escolha deste grupo de profissionais deu-se pela relação dos bibliotecários com a leitura, livros e como mediadores de leitura em muitas instituições educacionais. Veja a seguir tabelas com dados sobre a quantidade de livros lidos em um ano: LIVRO IMPRESSO Leitura/ano LIVRO ELETRÔNICO Leitura/ano Livros Leitores Livros Leitores

19 Total Total Total Total TABELA 1 - TABELA COMPARATIVA SOBRE QUANTIDADE DE LIVROS IMPRESSOS OU ELETRÔNICOS LIDOS EM UM ANO Fica evidente a preferência pelo livro impresso entre estes profissionais da informação. Veja a seguir alguns depoimentos (grafia dos mesmos) sobre vantagens e desvantagens destes dois tipos de livros. VANTAGENS E DESVANTAGENS DO LIVRO IMPRESSO VANTAGENS Menor esforço visual, preço. Consigo carregar o livro comigo e ler em qualquer lugar. Tamanho, peso. Gasta árvores. DESVANTAGENS "Portabilidade" e fácil manuseio. (facilidade de leitura em qualquer ambiente, ônibus, cama, salas de espera e Preço. etc). Portabilidade, mais cômodo Para mim a vantagem é de poder levar em qualquer lugar. Eu levo comigo para qualquer lugar, faço anotações com mais facilidade e da forma como quero, empresto para amigos e parentes, dou para alguém depois que leio, vendo se for valioso, troco com muita facilidade... Vantagem ler onde quiser. Contato físico com a obra, folhear. Ocupa um lugar físico na estante, retém poeira, não posso copiar trechos para citação (preciso digitar). Volume de materiais (quanto + livros, + peso). A desvantagem, hoje podendo compará-lo a livros eletrônicos, é não ter uma maneira fácil de localizar determinada idéia, frase ou palavra. Busca por partes do livro, palavras-chave. Sua vida útil e fragilidade. O livro impresso, posso ler onde quiser, carregá-lo, não necessita de tecnologia, geralmente é mais leve que um O volume (tamanho e peso). notebook, etc. Portabilidade, tradição, costume, recorrência à infância, cheiro, lembranças, etc. Desvantagem, muitas vezes são pesados. Ler a trilogia do "Senhor dos anéis" faz mal para a coluna!!! :P O preço não ajuda muito...

20 19 TABELA 2 VANTAGENS E DESVANTAGENS DO LIVRO IMPRESSO VANTAGENS E DESVANTAGENS DO LIVRO ELETRÔNICO VANTAGENS Mais compacto (não ocupa espaço físico para guardar e dá para levar consigo vários livros). Fácil "aquisição" de um exemplar (download) que não está disponível em uma biblioteca próxima. Gratuito. Posso copiar (às vezes) um trecho para citação. É + barato ou até mesmo gratuito. Vantagem de acessar o conteúdo em qualquer lugar, ocupa pouco espaço. Facilidade para encontrar o texto ou tópico procurado. Podemos ter uma biblioteca de 100 livros em um Pendrive. Procura é muita e o livro sempre está reservado. Não pesa e vc pode levá-lo para qualquer lugar. É barato, pq vc baixa de graça na internet, quer dizer, de graça não pq vc paga a conta telefônica, a do provedor, da internet banda larga...(no meu caso é de graça mesmo pq acesso à internet do estágio). Pela disponibilidade. Porque nem sempre dá para pegar determinado livro na biblioteca, ou porque não tem ou porque tem pouquíssimos exemplares disponíveis. DESVANTAGENS Os aparelhos portáteis que leem e-books disponíveis atualmente no Brasil têm a tela muito pequena. Cansaço de realizar a leitura em uma tela (claridade, ângulo), dependência de fontes de energia elétrica (tomadas, pilhas, baterias). Se não tiver um aparelho especial para visualizar os textos (e-book reader) a leitura fica cansativa e pode ficar presa a um local onde tenha um computador. É muito incômodo de se ler. Leitura cansativa, ergonomicamente desconfortável. É desconfortável e desmotivador ler através de uma tela... É muito cansativo para ler por mais de 30 min. Cansaço visual. A desvantagem é o fato de não se fazer marcações a lápis (ainda), e a insegurança nas cidades impede de se abrir o laptop para ler. Talvez a falta de costume de utilizá-lo fazendo a comparação ao livro impresso ao qual estou acostumada desde que me alfabetizei. TABELA 3 VANTAGENS E DESVANTAGENS DO LIVRO ELETRÔNICO Sobre livros impressos e livros eletrônicos, o historiador Roger Chartier (2009) faz um alerta: Num momento em que se discute a possibilidade ou necessidade de as bibliotecas digitalizarem suas coleções (particularmente os jornais e revistas) tal observação lembra que, por mais fundamental que seja esse projeto de digitalização, ele nunca deve conduzir a relegação ou à destruição dos objetos impressos do passado.(p.28). Como leitores, como cidadãos, como herdeiros do passado, devemos, pois, exigir que as operações de digitalização não ocasionem o desaparecimento dos objetos

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