LUIZ HENRIQUE DA SILVEIRA Governador do Estado. EDUARDO PINHO MOREIRA Vice-Governador. CARMEM EMÍLIA BONFÁ ZANOTTO Secretária de Estado da Saúde

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "LUIZ HENRIQUE DA SILVEIRA Governador do Estado. EDUARDO PINHO MOREIRA Vice-Governador. CARMEM EMÍLIA BONFÁ ZANOTTO Secretária de Estado da Saúde"

Transcrição

1

2 LUIZ HENRIQUE DA SILVEIRA Governador do Estado EDUARDO PINHO MOREIRA Vice-Governador CARMEM EMÍLIA BONFÁ ZANOTTO Secretária de Estado da Saúde LESTER PEREIRA Diretor Geral WINSTON LUIZ ZOMKOWSKI Superintendente de Vigilância em Saúde LUIS ANTONIO SILVA Diretor de Vigilância Epidemiológica IRACI BATISTA DA SILVA Gerente de Vigilância das DST/HIV/Aids Elaboração ELEONORA D ORSI Revisão LUIS ANTONIO SILVA

3 ESTADO DE SANTA CATARINA Secretaria de Estado da Saúde Sistema Único de Saúde O PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DA AIDS SANTA CATARINA 2006

4 Ficha catalográfica elaborada pela Biblioteca da Secretaria de Estado da Administração C231 Santa Catarina. Secretaria de Estado da Saúde. Diretoria de Vigilância Epidemiológica. O perfil epidemiológico da AIDS. Florianópolis: SEA/DGAO, p., il., tabelas. 1. Saúde pública Santa Catarina. 2. AIDS - Estatística Santa Catarina. I. Título. CDU (816.4)

5 APRESENTAÇÃO O primeiro caso de AIDS no Estado de Santa Catarina foi notificado em Neste mesmo ano começou a mobilização brasileira para o enfrentamento da epidemia, com a parceria e a união de forças entre o Governo e a Sociedade Civil. Este momento nos leva à reflexão. A realização de uma análise crítica e do conhecimento da tendência e das características epidemiológicas da morbimortalidade por AIDS visa fundamentalmente à implementação de novas políticas e de planejamento das ações de promoção, prevenção, tratamento e avaliação das intervenções e medidas de controle disponibilizadas ao longo do tempo. Considerando a importância que a análise da evolução da epidemia em nosso Estado tem para o fortalecimento da resposta local, o presente trabalho tem como objetivo: (i) descrever o perfil de incidência da AIDS em Santa Catarina, segundo sexo, faixa etária, local de residência, categoria de exposição, escolaridade e letalidade; (ii) descrever o perfil de mortalidade por AIDS segundo sexo, faixa etária, escolaridade, regional de saúde e município de residência; (iii) descrever o perfil dos casos notificados de gestantes HIV+ e crianças expostas, no período de 1998 a 2005; e (iv) descrever o perfil dos usuários dos Centros de Testagem e Aconselhamento. O resultado deste trabalho é fruto de consultoria realizada à DIVE pela epidemiologista Eleonora D Orsi Md. Ph.d, conforme contrato de prestação de serviços Nº 6321/2004. A metodologia utiliza-se como fonte de dados o Sistema de Informações de Agravos de Notificação SINANW contendo todos os casos de AIDS notificados em Santa Catarina no período de 1984 a 2005; o Sistema de Informações de Mortalidade - SIM e o Sistema de Informações dos Centros de Testagem e Aconselhamento - SISCTA. Os dados foram tabulados no Tabwin, Tabnet e SPSS, gráficos confeccionados em Excel e texto em Word. Luis Antonio Silva Diretor de Vigilância Epidemiológica

6 Sumário O Perfil da Epidemia de Aids no Estado de Santa Catarina a Número de casos notificados entre adultos (13 anos ou mais) e crianças (até 13 anos) Taxa de incidência da AIDS segundo o sexo Casos notificados segundo idade Taxa de incidência da AIDS segundo sexo e faixa etária AIDS em cada década da vida AIDS entre crianças (0 a 9 anos) AIDS entre adolescentes (10 a 19 anos) AIDS entre adultos (20 a 29 anos) AIDS entre adultos (30 a 39 anos) AIDS entre adultos (40 a 49 anos) AIDS entre adultos (50 a 59 anos) AIDS entre idosos (60 anos ou mais) Taxa de incidência segundo faixa etária, sexo masculino Taxa de incidência segundo faixa etária, sexo feminino Distribuição espacial da taxa de incidência da AIDS Distribuição espacial nos municípios com mais de habitantes Distribuição espacial segundo regionais de saúde Distribuição espacial segundo municípios Distribuição dos casos notificados em adultos segundo escolaridade Distribuição proporcional segundo categoria de exposição em adultos Distribuição proporcional segundo categoria de exposição, sexo masculino Distribuição proporcional segundo categoria de exposição, sexo feminino... 47

7 Distribuição proporcional segundo categoria de exposição em crianças (até 13 anos) Letalidade O Perfil da Mortalidade por AIDS em Santa Catarina a Mortalidade por AIDS em Santa Catarina, 1986 a Mortalidade segundo faixas etárias Mortalidade segundo regional de saúde de residência Mortalidade segundo município de residência Mortalidade segundo escolaridade O Perfil Epidemiológico dos Casos Notificados de HIV em Gestantes no Estado de Santa Catarina a Categoria de exposição da Gestante/Parturiente/Puérpera Informações sobre a parceria sexual Dados do Pré-Natal Dados do parto O Perfil dos usuários dos Centros de Testagem e Aconselhamento - CTA a Características Sóciodemográficas Motivo da procura e tipo de exposição Comportamento sexual - número de parceiros Comportamento sexual com parceiro fixo Compartilhamento de seringas REFERÊNCIAS

8 O PERFIL DA EPIDEMIA DE AIDS NO ESTADO DE SANTA CATARINA A 2005 Número de casos notificados entre adultos (13 anos ou mais) e crianças (até 13 anos) O primeiro caso notificado de AIDS em Santa Catarina ocorreu em 1984, um homem residente no município de Chapecó. Desde então, foram notificados casos de AIDS em indivíduos com 13 anos ou mais de idade, e 819 casos em menores de 13 anos (até 02/02/2006). A razão de masculinidade, entre adultos, no período , foi igual a 1,9 homens para cada mulher (Tabela 1). Tabela 1 Casos notificados de AIDS em indivíduos com 13 ou mais anos de idade, segundo sexo, Santa Catarina, 1984 a Sexo f % Masculino ,0 Feminino ,9 Ignorado 5 0,0 Total ,0 O primeiro caso em mulheres ocorreu em Desde então, o número de casos em mulheres vem crescendo e a razão de masculinidade vem diminuindo a cada ano (Tabela 2). Tabela 2 Número de casos notificados de AIDS em indivíduos com 13 ou mais anos de idade, segundo sexo e ano do diagnóstico, e razões de masculinidade, Santa Catarina, 1984 a Sexo Masculino Feminino Total ~ Razao masculinidade 4,8 4,3 5,1 5,4 3,4 3,1 2,9 2,9 2,8 Sexo Masculino Feminino Total ~ Razao masculinidade Total ,2 2,0 1,8 1,7 1,5 1,7 1,5 1,6 1,6 1,3 1,9 O primeiro caso de AIDS notificado entre crianças (menores que 13 anos de idade) foi em Foram notificados, ao todo, 819 casos em crianças (até 02/02/ 2006). O número de casos foi ascendente até 1997, quando começou a apresentar declínio mantido até 2005 (Gráfico 1). O perfil epidemiológico da AIDS 13

9 Gráfico 1 - Número absoluto de casos notificados de AIDS em crianças (até 13 anos de idade) segundo ano do diagnóstico, Santa Catarina, 1988 a Taxa de incidência da AIDS segundo o sexo Quando calculamos a taxa de incidência de AIDS (número de casos dividido pela população), incluindo-se casos em adultos e crianças, é possível verificar o aumento do risco da doença entre mulheres (Gráfico 2) e a diminuição da razão homem/mulher. Gráfico 2 Taxas de incidência de AIDS (por hab.) segundo sexo e razão de taxas (masculino/feminino), Santa Catarina, 1984 a taxa por hab 5,00 4,50 4,00 3,50 3,00 2,50 2,00 1,50 1,00 0,50 0,00 É possível identificar dois períodos distintos na epidemia: o primeiro até 1996, com crescimento constante das taxas, e o segundo a partir de 1996, no qual 14 O perfil epidemiológico da AIDS Masculino Feminino RAZÃOHM

10 parece haver uma redução na velocidade desse crescimento, com oscilações anuais de aumento e decréscimo, até 2002 (Tabela 3 e Gráfico 3). No período mais recente, a partir de 2003, as taxas parecem estar diminuindo, tanto para homens como para mulheres. Este dado deve ser avaliado com cautela, devido ao atraso de aproximadamente 2 anos na digitação das notificações. Tabela 3 - Taxa de incidência de AIDS (por hab.) segundo sexo, Santa Catarina, 1984 a Sexo Masculino 0,1 0,0 0,5 0,9 2,0 3,5 8,3 11,1 13,8 17,6 22,7 Feminino 0,0 0,0 0,0 0,2 0,5 0,8 1,8 3,3 4,8 6,7 9,2 Total 0,0 0,0 0,2 0,5 1,3 2,1 5,1 7,2 9,3 12,2 16,0 Sexo Masculino Feminino Total ,8 31,1 30,6 37,0 33,2 34,5 39,2 37,3 31,4 26,3 14,6 11,4 14,9 16,1 21,4 20,2 23,0 23,5 24,8 20,2 16,6 10,8 20,1 23,0 23,4 29,2 26,7 28,8 31,3 31,0 25,8 21,4 12,7 Gráfico 3 - Taxa de incidência de AIDS segundo sexo, Santa Catarina, 1984 a ,0 taxa por ,0 35,0 30,0 25,0 20,0 15,0 10,0 5,0 0, Masculino Feminino Total Podemos notar, pela análise das taxas de incidência no período mais recente, que, no sexo masculino, a taxa (que representa o risco de adoecimento) aumenta até 2001, apresentando declínio mantido, em seguida, até No sexo feminino, a taxa cresce até 2002, apresentando queda em seguida (Gráfico 4). A epidemia continua crescendo a um ritmo menor, e parece entrar em declínio a partir de O perfil epidemiológico da AIDS 15

11 Gráfico 4 - Taxas de incidência da AIDS (por hab.) segundo sexo, Santa Catarina, 1996 a ,0 40,0 35,0 30,0 taxa por ,0 20,0 15,0 Masculino Feminino Total 10,0 5,0 0, Comparando Brasil e Santa Catarina, nota-se que, a partir de 1994, a taxa de incidência de AIDS em Santa Catarina ultrapassou a taxa nacional e mantevese, a partir de 2000, praticamente o dobro da taxa brasileira (enquanto no Brasil a taxa oscilou em torno de 15 casos para cada hab., em Santa Catarina este indicador está em torno de 30 casos para cada hab.) (Gráfico 5). No sexo masculino, a taxa de incidência da AIDS apresenta tendência de declínio no Brasil, a partir de 1998, enquanto que, em Santa Catarina, a taxa parece estar diminuindo (a partir de 2001) (Gráfico 6). No sexo feminino, tanto no Brasil como em Santa Catarina, a tendência é de aumento até 2002, com valores sempre superiores, em Santa Catarina, à média nacional (Gráfico 7). A partir de 2003 ocorre queda na taxa em Santa Catarina. Gráfico 5 - Taxa de incidência de AIDS (por hab.), Brasil e Santa Catarina, 1984 a ,0 taxa por ,0 25,0 20,0 15,0 10,0 5,0 0,0 16 O perfil epidemiológico da AIDS BR TOT SC TOT

12 Gráfico 6 - Taxa de incidência de AIDS (por homens), sexo masculino, Brasil e Santa Catarina, 1984 a ,0 taxa por ,0 35,0 30,0 25,0 20,0 15,0 10,0 5,0 0, BR MASC SC MASC Gráfico 7 - Taxa de incidência de AIDS (por mulheres), sexo feminino, Brasil e Santa Catarina, 1986 a ,0 taxa por ,0 20,0 15,0 10,0 5,0 0, BR FEM SC FEM O perfil epidemiológico da AIDS 17

13 Casos notificados segundo idade A idade média dos casos notificados entre adultos no período foi de 34,7 (± 9,8 anos), e a mediana foi de 33 anos; 50% dos casos tem entre 28 e 40 anos. (Quadro 1 e gráfico 8). Quadro 1 - Medidas de tendência central e dispersão de idade entre os casos notificados de AIDS, Santa Catarina, 1984 a Número de casos Média Mediana Moda Desvio padrão Mínimo Máximo , , Percentiles 25% 28 50% 33 75% 40 Gráfico 8 - Histograma de idade dos casos notificados de AIDS, Santa Catarina, 1984 a Frequência IDADE A distribuição etária dos casos está se deslocando para idades mais avançadas, conforme pode ser verificado no Gráfico 9. A mediana de idade dos casos notificados aumentou 8 anos no período de 1990 até 2005, passando de 29 anos em 1990 para 37 anos em O perfil epidemiológico da AIDS

14 Gráfico 9 - Idade mediana dos casos de AIDS notificados em adultos (13 anos ou mais) segundo ano do diagnóstico, Santa Catarina, 1990 a Ano diagnóstico Idade mediana O número de casos notificados em todas as faixas etárias aumentou até A partir de 1997, pode-se observar redução do número de casos notificados entre crianças de 0 a 9 anos. Nas outras faixas etárias, o número absoluto de casos continuou aumentando, especialmente entre pessoas com 50 a 59 anos e 60 anos ou mais de idade (Tabela 4). Tabela 4 - Número de casos de AIDS notificados segundo faixa etária, Santa Catarina, 1984 a a a a 29 anos a 39 anos a 49 anos a 59 anos Total a9 10a19 20 a 29 anos 30 a 39 anos 40 a 49 anos 50 a 59 anos 60+ Total TOTAL O perfil epidemiológico da AIDS 19

15 Taxa de incidência da AIDS segundo sexo e faixa etária A faixa etária mais atingida pela epidemia, onde o risco é maior, é a de 30 a 39 anos. Em segundo lugar, encontra-se a faixa etária de adultos jovens (20 a 29 anos), até A partir de 2001, o risco da faixa etária de 40 a 49 anos supera o de 20 a 29 anos, assumindo o segundo lugar. A faixa etária de 20 a 29 anos fica em terceiro lugar até 2004, quando é superada pela faixa etária de 50 a 59 anos (Tabela 5 e Gráfico 10). Tabela 5 - Taxa de incidência de AIDS (por hab.) segundo faixa etária e ano do diagnóstico, Santa Catarina, 1984 a a 9 0,0 0,0 0,0 0,0 0,6 0,8 1,6 1,5 2,4 3,1 7,1 10 a 19 0,0 0,0 0,1 0,4 0,4 0,5 1,4 1,8 1,8 1,5 1,7 20 a 29 0,1 0,1 0,5 1,5 2,8 4,7 11,9 16,5 22,9 27,1 29,0 30 a 39 0,0 0,0 0,7 0,7 2,1 5,0 11,9 17,1 19,4 28,3 38,6 40 a 49 0,0 0,0 0,3 0,3 0,5 1,4 3,0 5,6 8,5 14,2 17,8 50 a 59 0,0 0,0 0,0 0,8 1,9 0,7 1,4 2,1 3,0 3,8 8,4 60 e + 0,0 0,0 0,0 0,0 0,4 0,7 0,0 0,7 0,9 1,3 5,6 Total 0,0 0,0 0,2 0,5 1,3 2,1 5,1 7,2 9,3 12,2 16,0 0a9 10a19 20a29 30a39 40a49 50a59 60e+ Total ,0 8,0 8,9 8,4 6,9 5,5 4,7 4,3 3,0 2,6 0,7 2,8 3,0 2,0 4,7 3,2 2,4 3,4 3,3 2,7 2,0 1,3 34,9 39,4 38,5 49,5 43,0 47,1 49,2 43,2 32,3 28,1 15,3 49,9 57,0 58,8 70,3 67,5 69,3 75,6 75,4 58,9 48,7 28,4 24,6 27,7 30,8 40,4 37,7 42,4 52,1 53,7 52,0 41,3 26,6 11,6 13,6 13,3 19,0 19,4 25,2 22,1 28,2 29,2 24,2 16,6 5,5 6,7 4,9 6,2 5,6 7,2 8,2 10,8 8,7 8,4 5,1 20,1 23,1 23,4 29,3 26,8 28,8 31,3 31,0 25,8 21,4 12,7 Gráfico 10 - Taxa de incidência de AIDS segundo faixa etária, Santa Catarina, 1984 a ,0 taxa por hab 70,0 60,0 50,0 40,0 30,0 20,0 10,0 0,0 20 O perfil epidemiológico da AIDS a9 10a19 20a29 30a39 40a49 50a59 60e+

16 Comparando quatro períodos (1990, 1996, 2000 e 2003), podemos verificar que a taxa de incidência aumentou em todas as faixas etárias entre 1990 e 1996 (Gráfico 11). Entre 1996 e 2000, houve uma queda significativa na faixa etária de 0 a 9 anos e aumento nas outras faixas etárias. No período mais recente, ocorreu redução na taxa de 0 a 9 anos e também de 20 a 29 anos, e aumento em todas as faixas etárias acima de 30 anos (Gráfico 11). Gráfico 11 - Taxa de incidência de AIDS segundo faixa etária, Santa Catarina, 1990, 1996, 2000 e ,0 70,0 60,0 taxa por ,0 40,0 30, ,0 10,0 0,0 0a9 10a19 20a29 30a39 40a49 50a59 60e+ AIDS entre crianças (0 a 9 anos) AIDS em cada década da vida Na faixa etária de 0 a 9 anos, a taxa de incidência aumentou até 1997, quando atingiu quase 10 casos para cada crianças nessa faixa etária. Em seguida, passou a apresentar tendência de queda significativa, caindo para menos de 1 caso para cada crianças em 2005 (gráfico 12). Gráfico 12 - Taxa de incidência de AIDS (por hab.) entre crianças de 0 a 9 anos segundo ano do diagnóstico, Santa Catarina, 1984 a ,0 taxa por hab 9,0 8,0 7,0 6,0 5,0 4,0 3,0 2,0 1,0 0, O perfil epidemiológico da AIDS 21

17 AIDS entre adolescentes (10 a 19 anos) A faixa etária dos adolescentes (10 a 19 anos) é a menos atingida pela epidemia. A taxa de incidência da AIDS entre adolescentes apresentou aumento oscilante até 1996, passando então a apresentar picos de três em três anos intercalados com quedas. A taxa ficou oscilando em torno de 3 casos para cada adolescentes no período mais recente (entre 2000 e 2005), com tendência de queda (Gráfico 13). Gráfico 13 - Taxa de incidência de AIDS (por hab.) entre adolescentes de 10 a 19 anos segundo ano do diagnóstico, Santa Catarina, 1984 a taxa por hab 5,0 4,5 4,0 3,5 3,0 2,5 2,0 1,5 1,0 0,5 0,0 AIDS entre adultos (20 a 29 anos) A faixa etária de adultos entre 20 e 29 anos era a segunda faixa etária mais atingida pela epidemia até 2001, quando foi ultrapassada pela faixa etária de 40 a 49 anos. A taxa de incidência aumentou até 1998, quando atingiu pico de 48 casos para cada adultos de 20 a 29 anos. Em seguida, ficou oscilando entre 40 e 48 casos por (Gráficos 14). No período mais recente (2001 a 2005), o risco nessa faixa etária está diminuindo. Gráfico 14 - Taxa de incidência da AIDS entre adultos de 20 a 29 anos, Santa Catarina, 1984 a taxa por hab 60,0 50,0 40,0 30,0 20,0 10,0 0,0 22 O perfil epidemiológico da AIDS

18 AIDS entre adultos (30 a 39 anos) A faixa etária de 30 a 39 anos é a mais atingida pela epidemia. A taxa foi ascendente até 2002, quando atingiu o pico de 75,4 casos para cada pessoas nessa faixa etária. Desde então, o risco está diminuindo (Gráfico 15). Gráfico 15 - Taxa de incidência da AIDS entre adultos de 30 a 39 anos, Santa Catarina, 1984 a taxa por hab 80,0 70,0 60,0 50,0 40,0 30,0 20,0 10,0 0,0 AIDS entre adultos (40 a 49 anos) Entre adultos de 40 a 49 anos, a taxa de incidência apresenta crescimento constante, com pico máximo de 53,7 casos por adultos nessa faixa etária em A partir de 2001, essa passou a ser a segunda faixa etária mais atingida pela epidemia (Gráfico 16). Gráfico 16 - Taxa de incidência da AIDS entre adultos de 40 a 49 anos, Santa Catarina, 1984 a taxa por hab 60,0 50,0 40,0 30,0 20,0 10,0 0, O perfil epidemiológico da AIDS 23

19 AIDS entre adultos (50 a 59 anos) Entre adultos de 50 a 59 anos, a epidemia se iniciou mais tardiamente que nas faixas etárias anteriores. A taxa de incidência passou a apresentar aumento importante a partir de 1993 e crescimento em torno de 20% a 40% ao ano até 2003, quando atingiu pico máximo de 29,2 casos para cada habitantes nessa faixa etária, sendo, atualmente, a terceira faixa etária mais atingida pela epidemia (Gráfico 17). Gráfico 17 - Taxa de incidência da AIDS entre adultos de 50 a 59 anos, Santa Catarina, 1984 a ,0 30,0 taxa por hab 25,0 20,0 15,0 10,0 5,0 0, AIDS entre idosos (60 anos ou mais) Entre os idosos (60 anos ou mais de idade), a epidemia também surgiu mais tardiamente, com crescimento a partir de Desde então, a taxa de incidência passou por um período de oscilações entre 1994 e 1999, e no período mais recente (a partir de 2000) vem aumentando em torno de 15% a 30% ao ano, com pico máximo de 10,8 casos para cada idosos em 2002 (Gráfico 18). Gráfico 18 - Taxa de incidência da AIDS entre adultos de 60 anos ou mais, Santa Catarina, 1984 a ,0 10,0 taxa por hab 8,0 6,0 4,0 2,0 0, O perfil epidemiológico da AIDS

20 Taxa de incidência segundo faixa etária, sexo masculino A faixa etária mais atingida pela epidemia, entre adultos do sexo masculino, é a de 30 a 39 anos, cuja taxa atingiu 102,4 casos por homens de 30 a 39 anos em Em segundo lugar estava a faixa etária de 20 a 29 anos até 1998, quando foi ultrapassada pela faixa etária de 40 a 49 anos. Em terceiro e quarto lugar estão as faixas etárias de 50 a 59 anos e 60 e mais, ambas em situação de risco ascendente no período mais recente (Tabela 6 e Gráfico 19). Tabela 6 - Taxa de incidência de AIDS segundo faixa etária, sexo masculino, Santa Catarina, 1984 a a 19 0,0 0,0 0,0 0,0 0,9 1,1 2,1 2,3 3,1 1,0 2,0 20 a 29 0,3 0,3 1,0 2,5 4,4 7,9 18,8 25,0 32,3 39,9 42,4 30 a 39 0,0 0,0 1,4 1,0 3,2 8,4 21,3 26,1 29,2 42,0 59,3 40 a 49 0,0 0,0 0,5 0,5 1,0 2,9 5,6 10,3 15,3 23,4 24,8 50 a 59 0,0 0,0 0,0 0,8 3,8 0,7 2,9 4,3 6,1 6,9 13,0 60 e + 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 1,4 1,3 2,0 9,4 10a19 20a29 30a39 40a49 50a59 60e ,8 3,0 2,3 3,4 1,9 1,1 1,5 3,4 1,6 0,9 0,7 49,3 48,2 46,7 57,0 47,1 47,3 55,6 45,1 34,5 29,7 16,2 77,2 81,5 81,1 94,0 89,8 90,3 102,4 95,0 77,6 62,3 32,6 37,1 40,0 44,4 60,2 52,8 54,2 70,1 68,0 66,7 54,2 33,0 17,5 22,0 20,4 23,1 28,7 31,3 28,8 35,7 33,8 35,2 20,0 7,9 11,5 6,6 9,4 7,6 12,9 9,1 15,5 12,4 12,2 7,6 Gráfico 19 - Taxa de incidência de AIDS segundo faixa etária, sexo masculino, Santa Catarina, 1984 a ,0 100,0 90,0 80,0 70,0 60,0 50,0 40,0 30,0 20,0 10,0 0, a19 20a29 30a39 40a49 50a59 60e+ O perfil epidemiológico da AIDS 25

21 Entre 1990 e 1996, a taxa de incidência de AIDS no sexo masculino aumentou em todas as faixas etárias. Entre 1996 e 2000, a taxa se manteve nas faixas etárias mais jovens (20 a 29 e 30 a 39 anos) e aumentou nas faixas etárias mais velhas (acima de 40 anos), e no período mais recente (1996 a 2005), houve redução do risco nas faixas etárias mais jovens (20 a 29 anos) e aumento nos mais velhos (40 a 49, 50 a 59 e 60 anos ou mais de idade) (Gráficos 20 a 25). Gráfico 20 - Taxa de incidência de AIDS segundo faixa etária, sexo masculino, Santa Catarina, 1990, 1996, 2000 e ,0 90,0 80,0 taxa por homens 70,0 60,0 50,0 40,0 30,0 20,0 10, ,0 10a19 20a29 30a39 40a49 50a59 60e+ Gráfico 21 - Taxa de incidência da AIDS entre homens de 10 a 19 anos, Santa Catarina, 1984 a ,0 taxa por homens 3,0 2,0 1,0 0, O perfil epidemiológico da AIDS

22 Gráfico 22 - Taxa de incidência da AIDS entre homens de 20 a 29 anos, Santa Catarina, 1984 a ,0 50,0 taxa por homens 40,0 30,0 20,0 10,0 0, Gráfico 23 - Taxa de incidência da AIDS entre homens de 30 a 39 anos, Santa Catarina, 1984 a ,0 100,0 90,0 taxa por homens 80,0 70,0 60,0 50,0 40,0 30,0 20,0 10,0 0, Gráfico 24 - Taxa de incidência da AIDS entre homens de 40 a 49 anos, Santa Catarina, 1984 a ,0 70,0 taxa por homens 60,0 50,0 40,0 30,0 20,0 10,0 0, O perfil epidemiológico da AIDS 27

23 Gráfico 25 - Taxa de incidência da AIDS entre homens de 50 a 59 anos, Santa Catarina, 1984 a ,0 taxa por homens 30,0 20,0 10,0 0, Gráfico 26 - Taxa de incidência da AIDS entre homens idosos (60 anos ou mais), Santa Catarina, 1984 a ,0 15,0 taxa por homens 10,0 5,0 0, Taxa de incidência segundo faixa etária, sexo feminino A faixa etária mais atingida pela epidemia, entre mulheres, também é a de 30 a 39 anos, na qual a taxa atingiu 56 casos por mulheres em Em seguida vem a faixa etária de 20 a 29 anos, que aumentou até o ano de 2000, quando começou a diminuir. Em terceiro lugar estava, até o ano de 2002, a faixa etária de 40 a 49 anos, que apresentou crescimento constante, superando a faixa etária de 20 a 29 anos em Em quarto e quinto lugares estão, respectivamente, as faixas etárias de 50 a 59 anos e 60 anos ou mais, com surgimento mais tardio e aumento no período mais recente (de 1996 a 2005), principalmente nas mulheres de 50 a 59 anos (Tabela 7 e Gráficos 27 e 28). 28 O perfil epidemiológico da AIDS

24 Tabela 7 Taxa de incidência de AIDS (por mulheres) segundo faixa etária e ano do diagnóstico, sexo feminino, Santa Catarina, 1987 a a 19 0,0 0,0 0,0 0,6 1,3 0,4 2,1 1,4 2,8 3,0 20 a 29 0,5 1,2 1,4 5,0 7,9 13,5 14,3 15,6 20,4 30,5 30 a 39 0,3 1,0 1,6 2,4 8,1 9,6 14,6 18,0 22,6 32,6 40 a 49 0,0 0,0 0,0 0,5 0,9 1,7 4,8 10,8 11,9 15,3 50 a 59 0,8 0,0 0,7 0,0 0,0 0,0 0,7 4,0 5,9 5,4 60 e + 0,0 0,7 1,3 0,0 0,0 0,6 0,6 2,3 3,4 2,6 10a19 20a29 30a39 40a49 50a59 60e ,6 5,9 4,5 3,6 5,5 3,2 3,8 3,2 1,9 30,2 42,0 38,9 46,9 42,8 41,3 30,1 26,4 14,4 36,6 46,7 45,1 48,4 49,1 56,0 40,4 35,1 24,2 17,1 20,4 22,6 30,4 33,9 39,5 37,5 28,6 20,4 6,4 15,0 10,3 19,2 15,1 21,0 24,4 13,6 13,2 3,5 3,5 3,9 2,5 7,5 7,0 5,7 5,2 3,1 Gráfico 27 - Taxa de incidência da AIDS (por mulheres) entre mulheres segundo faixa etária, Santa Catarina, 1987 a ,0 50,0 taxa por mulheres 40,0 30,0 20,0 10a19 20a29 30a39 40a49 50a59 60e+ 10,0 0, O perfil epidemiológico da AIDS 29

25 Gráfico 28 - Taxa de incidência de AIDS segundo faixa etária, sexo feminino, Santa Catarina, 1990, 1996, 2000 e ,0 50,0 taxa por mulheres 40,0 30,0 20, ,0 0,0 10a19 20a29 30a39 40a49 50a59 60e+ A análise das taxas no sexo feminino revela tendência de queda da taxa entre mulheres de 20 a 29 anos e 30 a 39 anos e aumento nas faixas etárias de 40 a 49 anos, 50 a 59 anos e 60 ou mais (Gráficos 29 a 34). Gráfico 29 - Taxa de incidência da AIDS entre mulheres de 10 a 19 anos, Santa Catarina, 1987 a ,0 6,0 taxa por mulheres 5,0 4,0 3,0 2,0 1,0 0, O perfil epidemiológico da AIDS

26 Gráfico 30 - Taxa de incidência da AIDS entre mulheres de 20 a 29 anos, Santa Catarina, 1987 a taxa por mulheres 50,0 45,0 40,0 35,0 30,0 25,0 20,0 15,0 10,0 5,0 0, Gráfico 31 - Taxa de incidência da AIDS entre mulheres de 30 a 39 anos, Santa Catarina, 1987 a ,0 50,0 taxa por mulheres 40,0 30,0 20,0 10,0 0, Gráfico 32 - Taxa de incidência da AIDS entre mulheres de 40 a 49 anos, Santa Catarina, 1987 a ,0 40,0 35,0 taxa por mulheres 30,0 25,0 20,0 15,0 10,0 5,0 0, O perfil epidemiológico da AIDS 31

27 Gráfico 33 - Taxa de incidência da AIDS entre mulheres de 50 a 59 anos, Santa Catarina, 1987 a ,0 25,0 taxa por mulheres 20,0 15,0 10,0 5,0 0, Gráfico 34 - Taxa de incidência da AIDS entre mulheres de 60 anos ou mais, Santa Catarina, 1987 a ,0 7,0 6,0 taxa por mulheres 5,0 4,0 3,0 2,0 1,0 0, Distribuição espacial da taxa de incidência da AIDS Distribuição espacial nos municípios com mais de habitantes O município mais atingido pela epidemia era, até 2002, Itajaí, cuja taxa de incidência chegou ao valor de 142,3 casos para cada habitantes em 1998, sendo o município com a taxa de incidência mais alta do Brasil. A partir de 2003, a taxa de Itajaí apresentou declínio importante. Em segundo e terceiro lugar, com taxas entre 60 e 80 por habitantes, encontram-se os municípios de Balneário Camboriú e Camboriú. Em quarto, quinto e sexto lugar, com taxas entre 40 e 60 por habitantes, estão Florianópolis, São José e Brusque. No período mais recente, a taxa de incidência mostra tendência de estabilização 32 O perfil epidemiológico da AIDS

28 em Balneário Camboriú e Camboriú, queda em Itajaí, Florianópolis e São José, e aumento em Joinville, o que pode refletir melhora no sistema de notificação dos casos (Tabela 8 e Gráficos 35 a 38). Tabela 8 - Taxa de incidência da AIDS (por habitantes) segundo município de residência e ano do diagnóstico, Santa Catarina 1984 a Itajaí 0,0 1,0 0,0 1,9 5,4 17,6 37,8 67,7 40,0 87,0 92,8 Balneário Camboriú 0,0 0,0 0,0 0,0 11,3 16,3 46,8 44,7 34,4 51,9 39,5 Camboriú 0,0 0,0 0,0 4,6 0,0 0,0 28,4 19,4 18,3 66,3 36,3 Florianópolis 0,0 0,0 1,3 4,3 9,7 11,5 23,3 30,1 63,5 67,1 74,6 São José 0,0 0,0 0,0 1,7 3,2 3,8 8,2 9,3 14,8 10,8 35,2 Brusque 0,0 0,0 2,0 1,9 0,0 7,3 8,9 12,1 20,2 8,2 24,2 Criciúma 0,0 0,0 0,8 0,0 1,5 1,4 6,3 14,4 18,2 16,9 25,0 Blumenau 0,0 0,0 0,0 0,5 1,0 4,5 8,2 10,8 11,1 19,9 23,1 Biguaçu 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 6,1 11,7 11,4 19,5 30,3 Joinville 0,0 0,0 1,0 0,3 0,6 1,2 5,9 6,6 10,0 10,5 13,5 Palhoça 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 2,9 8,5 12,5 28,7 Rio do Sul 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 4,6 13,4 8,8 2,2 8,3 6,2 Itajaí Balneário Camboriú Camboriú Florianópolis São José Brusque Criciúma Blumenau Biguaçu Joinville Palhoça RiodoSul ,4 78,6 116,0 142,3 108,1 107,1 103,4 122,6 73,7 39,0 15,8 91,6 85,9 57,9 96,4 54,6 84,4 58,2 79,6 84,9 78,3 57,3 78,7 64,6 48,1 109,8 82,6 82,0 60,1 40,2 54,0 71,2 74,2 99,0 94,0 73,0 86,2 78,4 59,6 72,4 58,5 58,0 41,8 26,0 44,5 51,6 63,2 51,1 70,9 62,8 73,1 49,6 48,1 40,8 9,1 28,7 33,1 59,2 61,6 44,9 51,3 66,5 47,6 41,7 45,6 28,7 32,2 52,2 41,3 61,8 41,8 46,9 60,0 41,6 40,5 39,4 29,1 32,0 40,2 35,6 40,8 34,0 36,7 38,5 47,0 38,2 36,9 17,1 24,4 32,5 38,5 37,3 13,6 41,6 56,3 49,0 47,7 14,9 5,3 21,7 20,9 24,2 41,8 38,6 54,7 46,9 47,6 40,7 35,4 15,0 33,7 32,0 29,7 28,8 25,7 34,1 43,0 26,4 22,1 10,3 4,0 20,2 25,1 28,9 38,9 30,4 31,0 24,8 56,7 18,7 25,9 21,7 Gráfico 35 - Taxa de incidência da AIDS (por hab.) segundo município de residência e ano do diagnóstico, Itajaí, Balneário Camboriú e Camboriú, 1984 a taxa por habitantes 160,0 140,0 120,0 100,0 80,0 60,0 40,0 20,0 0, Itajaí Balneário Camboriú Camboriú O perfil epidemiológico da AIDS 33

29 Gráfico 36 - Taxa de incidência da AIDS (por hab.) segundo município de residência e ano do diagnóstico, Florianópolis, São José e Brusque, 1984 a taxa por habitantes 120,0 100,0 80,0 60,0 40,0 20,0 0, Florianópolis São José Brusque Gráfico 37 - Taxa de incidência da AIDS (por hab.) segundo município de residência e ano do diagnóstico, Criciúma, Blumenau e Biguaçu, 1984 a taxa por habitantes 70,0 60,0 50,0 40,0 30,0 20,0 10,0 Criciúma Blumenau Biguaçu 0, Gráfico 38 - Taxa de incidência da AIDS (por hab.) segundo município de residência e ano do diagnóstico, Joinville, Palhoça e Rio do Sul, 1984 a ,0 50,0 taxa por habitantes 40,0 30,0 20,0 10,0 Joinville Palhoça RiodoSul 0, O perfil epidemiológico da AIDS

30 Distribuição espacial segundo regionais de saúde As regionais de saúde atingidas no início da epidemia foram as de Itajaí e Florianópolis. Em seguida, a epidemia se difundiu para as regiões do Norte e do Sul do Estado, com taxas mais elevadas no litoral. Mais recentemente, pode-se observar o fenômeno de interiorização da epidemia, atingindo as regionais de saúde do Oeste do Estado (Mapas 1 a 15). Mapa 1 - Distribuição espacial das taxas de incidência da AIDS segundo regionais de saúde e ano do diagnóstico, Santa Catarina, Mapa 2 - Distribuição espacial das taxas de incidência da AIDS segundo regionais de saúde e ano do diagnóstico, Santa Catarina, O perfil epidemiológico da AIDS 35

31 Mapa 3 - Distribuição espacial das taxas de incidência da AIDS segundo regionais de saúde e ano do diagnóstico, Santa Catarina, Mapa 4 - Distribuição espacial das taxas de incidência da AIDS segundo regionais de saúde e ano do diagnóstico, Santa Catarina, O perfil epidemiológico da AIDS

32 Mapa 5 - Distribuição espacial das taxas de incidência da AIDS segundo regionais de saúde e ano do diagnóstico, Santa Catarina, Mapa 6 - Distribuição espacial das taxas de incidência da AIDS segundo regionais de saúde e ano do diagnóstico, Santa Catarina, O perfil epidemiológico da AIDS 37

33 Mapa 7 - Distribuição espacial das taxas de incidência da AIDS segundo regionais de saúde e ano do diagnóstico, Santa Catarina, Mapa 8 - Distribuição espacial das taxas de incidência da AIDS segundo regionais de saúde e ano do diagnóstico, Santa Catarina, O perfil epidemiológico da AIDS

34 Mapa 9 - Distribuição espacial das taxas de incidência da AIDS segundo regionais de saúde e ano do diagnóstico, Santa Catarina, Mapa 10 - Distribuição espacial das taxas de incidência da AIDS segundo regionais de saúde e ano do diagnóstico, Santa Catarina, O perfil epidemiológico da AIDS 39

35 Mapa 11 - Distribuição espacial das taxas de incidência da AIDS segundo regionais de saúde e ano do diagnóstico, Santa Catarina, Mapa 12 - Distribuição espacial das taxas de incidência da AIDS segundo regionais de saúde e ano do diagnóstico, Santa Catarina, O perfil epidemiológico da AIDS

36 Mapa 13 - Distribuição espacial das taxas de incidência da AIDS segundo regionais de saúde e ano do diagnóstico, Santa Catarina, Mapa 14 - Distribuição espacial das taxas de incidência da AIDS segundo regionais de saúde e ano do diagnóstico, Santa Catarina, O perfil epidemiológico da AIDS 41

37 Mapa 15 - Distribuição espacial das taxas de incidência da AIDS segundo regionais de saúde e ano do diagnóstico, Santa Catarina, Mapa 16 - Distribuição espacial das taxas de incidência da AIDS segundo regionais de saúde e ano do diagnóstico, Santa Catarina, O perfil epidemiológico da AIDS

38 Distribuição espacial segundo municípios Pode-se notar aumento do número de municípios com pelo menos 1(um) caso de AIDS notificado, mostrando a difusão da epidemia por todo o Estado de Santa Catarina (Mapas 16 a 19). Mapa 17 - Municípios com pelo menos 1 caso de AIDS notificado, Santa Catarina, 1984 a Mapa 18 - Municípios com pelo menos 1 caso de AIDS notificado, Santa Catarina, 1990 a O perfil epidemiológico da AIDS 43

39 Mapa 19 - Municípios com pelo menos 1 caso de AIDS notificado, Santa Catarina, 1995 a Mapa 20 - Municípios com pelo menos 1 caso de AIDS notificado, Santa Catarina, 2001 a O perfil epidemiológico da AIDS

40 Distribuição dos casos notificados em adultos segundo escolaridade O fenômeno de pauperização da epidemia, verificado principalmente no período entre 1990 e 1999, quando foi observado aumento da proporção de casos com baixa escolaridade (0 a 3 anos de estudo), de 7,8% em 1990 para 49,1% em 1999, parece estar diminuindo. No período mais recente, a proporção de casos com 0 a 3 anos de estudo caiu de 42,7% em 2000 para 21,0% em A proporção de casos com escolaridade média (4 a 7 anos de estudo) aumentou de 32,5% em 2000 para 40,0% em 2005, e a proporção com alta escolaridade (8 ou mais anos de estudo) também aumentou de 21,7% em 2000 para 32,8% em 2005 (Tabelas 9 e 10 e Gráfico 39). Deve ser lembrado que a distribuição proporcional de casos segundo escolaridade não reflete o risco, podendo refletir apenas a distribuição de escolaridade na população geral. Tabela 9 - Número absoluto de casos notificados de AIDS em adultos segundo escolaridade em anos de estudo, por ano do diagnóstico, Santa Catarina, 1984 a Escolaridade Ign/Branco A De4a OU MAIS Não se Aplica Total Escolaridade Ign/Branco 0A3 De4a7 8OUMAIS NãoseAplica Total Total Tabela 10 - Distribuição percentual de casos notificados de AIDS em adultos segundo escolaridade em anos de estudo, por ano do diagnóstico, Santa Catarina, 1984 a Ign/Branco 0,0 0,0 40,0 13,0 12,5 14,0 26,7 23,2 13,6 13,5 14,7 12,8 0 a 3 0,0 0,0 40,0 4,3 6,3 4,7 7,1 10,6 18,8 13,9 15,6 13,4 4 a 7 100,0 0,0 10,0 39,1 45,8 36,0 39,0 44,4 43,7 50,1 47,9 51,4 8 ou mais 0,0 100,0 10,0 43,5 33,3 45,3 27,1 21,9 24,0 22,6 21,8 21,6 Não se aplica 0,0 0,0 0,0 0,0 2,1 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,9 Total 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 Escolaridade Ign/Branco 0A3 De4a7 8OUMAIS NãoseAplica Total Total 11,4 6,3 3,4 4,5 3,2 4,9 6,4 4,3 5,4 5,6 7,4 15,3 22,2 43,6 48,2 42,7 39,1 25,1 20,1 22,0 21,0 27,6 52,2 52,0 32,7 26,6 32,5 35,4 43,5 44,0 41,1 40,0 41,0 21,1 19,4 20,3 20,6 21,7 20,5 24,8 31,4 31,4 32,8 23,9 0,0 0,0 0,0 0,1 0,0 0,1 0,2 0,1 0,1 0,7 0,1 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 O perfil epidemiológico da AIDS 45

41 Gráfico 39 - Distribuição percentual de casos notificados de AIDS em adultos segundo escolaridade em anos de estudo, por ano do diagnóstico, Santa Catarina, 1990 a % 80% 60% 40% 20% 0% Nãoseaplica 8oumais 4a7 0a3 Ign/Branco Distribuição proporcional segundo categoria de exposição em adultos Podemos observar mudança no perfil dos casos segundo categoria de exposição, com aumento da categoria heterossexual e diminuição da categoria uso de drogas injetáveis (Tabelas 11 e 12 e Gráfico 40). Tabela 11 - Número absoluto de casos notificados de AIDS segundo categoria de exposição hierarquizada, por ano do diagnóstico, Santa Catarina, 1984 a Categoria Exposição Ignorado Homossexual Bissexual Heterossexual Drogas Hemofílico Transfusão Acidente Mat.Biológico Transm.Vertical Total Categoria Exposição Ignorado Homossexual Bissexual Heterossexual Drogas Hemofílico Transfusão Acidente Mat.Biológico Transm.Vertical Total Total O perfil epidemiológico da AIDS

42 Tabela 12 - Distribuição percentual de casos notificados de AIDS segundo categoria de exposição hierarquizada, por ano do diagnóstico, Santa Catarina, 1984 a Categoria Exposição Homossexual 100,0 0,0 40,0 21,7 16,7 16,3 12,2 11,9 10,6 8,9 9,8 7,5 Bissexual 0,0 0,0 30,0 13,0 8,3 10,5 6,3 3,9 4,0 4,8 4,2 4,6 Heterossexual 0,0 0,0 10,0 8,7 8,3 12,8 19,0 18,4 21,5 27,8 33,5 36,7 Drogas 0,0 100,0 20,0 39,1 62,5 46,5 53,7 60,6 56,4 53,0 46,1 45,5 Hemofílico 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 1,2 1,0 0,6 0,2 0,0 0,0 0,1 Transfusão 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 1,2 0,5 0,0 0,2 0,2 0,1 0,5 Acidente Mat.Biológico 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 Transm.Vertical 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 Ignorado 0,0 0,0 0,0 17,4 4,2 11,6 7,3 4,5 6,9 5,4 6,3 5,2 Total 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 Categoria Exposição Homossexual Bissexual Heterossexual Drogas Hemofílico Transfusão Acidente Mat.Biológico Transm.Vertical Ignorado Total Total 8,6 9,2 9,8 7,0 8,3 7,5 5,6 7,4 6,2 7,1 8,1 3,7 4,8 4,0 3,3 5,3 4,5 4,6 4,5 3,9 4,8 4,5 44,6 46,9 53,8 56,7 62,5 63,4 67,1 65,9 69,8 73,9 54,2 37,4 34,1 29,1 27,9 21,3 22,1 17,4 15,3 13,9 10,2 28,3 0,1 0,0 0,1 0,1 0,1 0,1 0,0 0,1 0,1 0,0 0,1 1,0 0,0 0,2 0,0 0,0 0,1 0,1 0,0 0,5 0,0 0,2 0,1 0,0 0,0 0,0 0,1 0,0 0,0 0,0 0,1 0,0 0,0 0,0 0,0 0,1 0,1 0,0 0,0 0,0 0,1 0,0 0,1 0,0 4,4 5,1 2,9 4,9 2,5 2,4 5,3 6,7 5,7 3,9 4,7 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 Gráfico 40 - Distribuição percentual de casos notificados de AIDS segundo categoria de exposição, por ano do diagnóstico, Santa Catarina, 1990 a % 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% Ignorado Transm.Vertical Acidente Mat.Biológico Transfusão Hemofílico Drogas Heterossexual Bissexual Homossexual 10% 0% O perfil epidemiológico da AIDS 47

43 Distribuição proporcional segundo categoria de exposição, sexo masculino No sexo masculino, a principal categoria de exposição é a heterossexual, podendo-se verificar aumento da proporção de casos nesta categoria e diminuição da proporção de uso de drogas injetáveis (Tabelas 13 e 14 e Gráfico 41). Tabela 13 - Número absoluto de casos notificados de AIDS segundo categoria de exposição, sexo masculino, por ano do diagnóstico, Santa Catarina, 1984 a Categoria Exposição Homossexual Bissexual Heterossexual Drogas Hemofílico Transfusão Acidente Mat.Biológico Ignorado Total Categoria Exposição Homossexual Bissexual Heterossexual Drogas Hemofílico Transfusão Acidente Mat.Biológico Ignorado Total Total Tabela 14 - Distribuição percentual de casos notificados de AIDS segundo categoria de exposição, sexo masculino, por ano do diagnóstico, Santa Catarina, 1984 a Categoria Exposição Homossexual 100,0 0,0 40,0 26,3 20,5 19,4 14,5 15,4 14,1 12,0 13,2 10,1 Bissexual 0,0 0,0 30,0 15,8 10,3 12,5 7,6 5,0 5,2 6,5 5,7 6,3 Heterossexual 0,0 0,0 10,0 0,0 5,1 9,7 15,1 12,5 13,4 18,5 22,8 23,6 Drogas 0,0 100,0 20,0 36,8 59,0 43,1 54,1 61,3 61,6 57,9 53,1 54,8 Hemofílico 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 1,4 1,2 0,8 0,3 0,0 0,0 0,2 Transfusão 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 1,4 0,6 0,0 0,3 0,2 0,0 0,3 Acidente Mat.Biológico 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 Ignorado 0,0 0,0 0,0 21,1 5,1 12,5 7,0 5,0 4,9 5,0 5,1 4,8 Total 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 Categoria Exposição Homossexual Bissexual Heterossexual Drogas Hemofílico Transfusão Acidente Mat.Biológico Ignorado Total Total 12,5 13,7 15,1 11,2 13,9 11,8 9,0 12,1 9,4 11,2 12,3 5,5 7,1 6,3 5,3 8,8 7,1 7,7 7,4 6,3 8,3 6,9 30,9 31,1 37,0 40,8 44,7 48,8 53,2 51,7 57,7 59,9 39,2 46,1 43,0 38,7 37,0 30,2 29,8 24,8 21,8 19,0 15,0 36,7 0,1 0,0 0,1 0,1 0,1 0,1 0,0 0,1 0,1 0,0 0,1 0,8 0,0 0,2 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,7 0,0 0,2 0,1 0,0 0,0 0,0 0,1 0,0 0,0 0,0 0,1 0,0 0,0 3,9 5,0 2,5 5,5 2,3 2,4 5,3 6,9 6,6 5,7 4,7 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 48 O perfil epidemiológico da AIDS

44 Gráfico 41 - Distribuição proporcional dos casos notificados de AIDS segundo categoria de exposição e ano do diagnóstico, sexo masculino, Santa Catarina, 1990 a % 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% Ignorado Acidente Mat.Biológico Transfusão Hemofílico Drogas Heterossexual Bissexual Homossexual Distribuição proporcional segundo categoria de exposição, sexo feminino No sexo feminino também se observa aumento da proporção de casos na categoria de exposição heterossexual, principal categoria no sexo feminino, e redução na proporção de casos por uso de drogas injetáveis. (Tabelas 15 e 16 e Gráfico 42). Tabela 15 - Número absoluto de casos notificados de AIDS segundo categoria de exposição, sexo feminino, por ano do diagnóstico, Santa Catarina, 1987 a Categoria Exposição Homossexual Heterossexual Drogas Transfusão Acidente Mat.Biológico Transm.Vertical Ignorado Total Categoria Exposição Homossexual Heterossexual Drogas Transfusão Acidente Mat.Biológico Transm.Vertical Ignorado Total Total O perfil epidemiológico da AIDS 49

45 Tabela 16 - Distribuição percentual de casos notificados de AIDS segundo categoria de exposição, sexo feminino, por ano do diagnóstico, Santa Catarina, 1987 a Categoria Exposição Homossexual 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,3 Heterossexual 50,0 22,2 28,6 39,4 38,6 46,5 54,7 64,0 73,3 74,2 Drogas 50,0 77,8 64,3 51,5 58,6 40,4 38,8 25,8 19,4 18,8 Transfusão 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,6 0,9 1,2 Acidente Mat.Biológico 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 Transm.Vertical 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 Ignorado 0,0 0,0 7,1 9,1 2,9 13,1 6,5 9,6 6,5 5,5 Total 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 Categoria Exposição Homossexual Heterossexual Drogas Transfusão Acidente Mat.Biológico Transm.Vertical Ignorado Total Total 0,0 0,2 0,0 0,0 0,3 0,4 0,2 0,9 1,6 0,3 78,6 83,5 83,9 89,1 88,1 87,9 88,1 89,2 92,7 82,2 16,1 12,0 12,4 8,1 9,3 6,3 5,2 5,5 3,8 12,6 0,0 0,2 0,0 0,0 0,2 0,1 0,0 0,2 0,0 0,2 0,0 0,0 0,0 0,2 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,4 0,2 0,0 0,0 0,0 0,2 0,0 0,3 0,1 5,4 3,6 3,6 2,7 2,1 5,2 6,3 4,2 1,6 4,5 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 Gráfico 42 - Distribuição percentual de casos notificados de AIDS segundo categoria de exposição, sexo feminino, por ano do diagnóstico, Santa Catarina, 1990 a % 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% Ignorado Transm.Vertical Acidente Mat.Biológico Transfusão Drogas Heterossexual Homossexual Distribuição proporcional segundo categoria de exposição em crianças (até 13 anos) A principal categoria de exposição em crianças (até 13 anos) é a transmissão vertical. Entretanto, existem 2 casos relatados de transmissão por via sexual (heterossexual), 2 casos por uso de drogas endovenosas, 4 casos em hemofílicos e 4 casos adquiridos por transfusão sanguínea (Tabelas 17 e 18 e Gráfico 43). 50 O perfil epidemiológico da AIDS

Briefing. Boletim Epidemiológico 2010

Briefing. Boletim Epidemiológico 2010 Briefing Boletim Epidemiológico 2010 1. HIV Estimativa de infectados pelo HIV (2006): 630.000 Prevalência da infecção (15 a 49 anos): 0,61 % Fem. 0,41% Masc. 0,82% 2. Números gerais da aids * Casos acumulados

Leia mais

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 Notas importantes: O Banco de dados (BD) do Sistema de Informação Nacional de Agravos de Notificação (SINAN) vem sofrendo nos últimos

Leia mais

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 Notas importantes: O Banco de dados (BD) do Sistema de Informação Nacional de Agravos de Notificação (SINAN) vem sofrendo nos últimos

Leia mais

BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO HIV/ AIDS ESTADO DE GOIÁS

BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO HIV/ AIDS ESTADO DE GOIÁS BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO HIV/ AIDS ESTADO DE GOIÁS GOIÁS 2015 Situação Epidemiológica da AIDS no Estado de Goiás Secretaria de Estado da Saúde de Goiás Superintendência de Políticas de Atenção Integral à

Leia mais

BOLETIM INFORMATIVO nº 04 HIV/AIDS 2015

BOLETIM INFORMATIVO nº 04 HIV/AIDS 2015 BOLETIM INFORMATIVO nº 04 HIV/AIDS 2015 AIDS O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde estima que aproximadamente 734 mil pessoas vivam com HIV/aids no país, o que corresponde

Leia mais

Diminui a mortalidade por Aids no Estado de São Paulo

Diminui a mortalidade por Aids no Estado de São Paulo Diminui a mortalidade por Aids no Estado de São Paulo Em 2012, ocorreram 2.767 óbitos por Aids no Estado de São Paulo, o que representa importante queda em relação ao pico observado em 1995 (7.739). A

Leia mais

I n f o r m e E p i d e m i o l ó g i c o D S T - A I D S 1

I n f o r m e E p i d e m i o l ó g i c o D S T - A I D S 1 1 2 GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE DO RIO DE JANEIRO SECRETÁRIO DE ESTADO DE SAÚDE José Leôncio de Andrade Feitosa SUPERINTENDENTE DE SAÚDE Angela Cristina Aranda SUPERINTENDENTE

Leia mais

Hélio Vasconcellos Lopes

Hélio Vasconcellos Lopes HIV/AIDS no Município de Santos e dados brasileiros Hélio Vasconcellos Lopes Coordenador do Programa Municipal DST/AIDS/Hepatites da Secretaria Municipal de Saúde Professor titular da Faculdade de Medicina

Leia mais

PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DO HIV/AIDS E COINFECÇÕES NO ESTADO DE GOIÁS

PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DO HIV/AIDS E COINFECÇÕES NO ESTADO DE GOIÁS SUPERINTENDÊNCIA DE POLÍTICAS DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE GERÊNCIA DE PROGRAMAS ESPECIAIS COORDENAÇÃO ESTADUAL DE DST/AIDS PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DO HIV/AIDS E COINFECÇÕES NO ESTADO DE GOIÁS Goiânia, 2012

Leia mais

HIV/aids no Brasil - 2012

HIV/aids no Brasil - 2012 HIV/aids no Brasil - 2012 Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde Novembro de 2012 HIV Dados gerais Prevalência do HIV maior entre homens (15

Leia mais

Resumo do Perfil epidemiológico por regiões. HIV e Aids no Município de São Paulo 2014 SAÚDE 1

Resumo do Perfil epidemiológico por regiões. HIV e Aids no Município de São Paulo 2014 SAÚDE 1 Resumo do Perfil epidemiológico por regiões HIV e Aids no Município de São Paulo 2014 Resumo do perfil epidemiológico por regiões SAÚDE 1 HIV e Aids no Município de São Paulo 2014 APRESENTAçÃO Hoje, no

Leia mais

SECRETARIA DE SAÚDE DO ESTADO DE ALAGOAS. BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO AIDS/DST E HEPATITES VIRAIS Ano III nº 01

SECRETARIA DE SAÚDE DO ESTADO DE ALAGOAS. BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO AIDS/DST E HEPATITES VIRAIS Ano III nº 01 SECRETARIA DE SAÚDE DO ESTADO DE ALAGOAS BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO AIDS/DST E HEPATITES VIRAIS Ano III nº 01 1 2013. Secretária de Saúde do Estado de Alagoas É permitida a reprodução parcial ou total desta

Leia mais

B O L E T I M EPIDEMIOLÓGICO ISSN 1517 1159 AIDS DST. ano VIII nº 01

B O L E T I M EPIDEMIOLÓGICO ISSN 1517 1159 AIDS DST. ano VIII nº 01 B O L E T I M EPIDEMIOLÓGICO ISSN 1517 1159 AIDS DST ano VIII nº 01 27ª a 52ª semanas epidemiológicas - julho a dezembro de 2010 01ª a 26ª semanas epidemiológicas - janeiro a junho de 2011 2012. Ministério

Leia mais

Epidemiologia da Transmissão Vertical do HIV no Brasil

Epidemiologia da Transmissão Vertical do HIV no Brasil Epidemiologia da Transmissão Vertical do HIV no Brasil Letícia Legay Vermelho*, Luíza de Paiva Silva* e Antonio José Leal Costa** Introdução A transmissão vertical, também denominada materno-infantil,

Leia mais

Vigilância Epidemiológica da aids e mortalidade

Vigilância Epidemiológica da aids e mortalidade Vigilância Epidemiológica da aids e mortalidade Seminário: Estudos e Pesquisas em DST/HIV/Aids determinantes epidemiológicos e sóciocomportamentais Porto Alegre 14-16/12/09 Ângela Tayra Divisão de Vigilância

Leia mais

CARACTERISTICAS DA FEMINIZAÇÃO DA AIDS EM TRÊS LAGOAS 1 ANDRESSA MARQUES FERREIRA 2 MARIA ANGELINA DA SILVA ZUQUE

CARACTERISTICAS DA FEMINIZAÇÃO DA AIDS EM TRÊS LAGOAS 1 ANDRESSA MARQUES FERREIRA 2 MARIA ANGELINA DA SILVA ZUQUE CARACTERISTICAS DA FEMINIZAÇÃO DA AIDS EM TRÊS LAGOAS 1 ANDRESSA MARQUES FERREIRA 2 MARIA ANGELINA DA SILVA ZUQUE 1 Discente de graduação do curso de Biomedicina 2 Doutoranda Docente das Faculdades Integradas

Leia mais

BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO HIV/AIDS

BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO HIV/AIDS BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO HIV/AIDS CURITIBA/PR 2014 BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO HIV/AIDS CURITIBA/PR 2014 Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba Centro de Epidemiologia Coordenação de Vigilância Epidemiológica

Leia mais

BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO HIV/ AIDS ESTADO DE GOIÁS

BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO HIV/ AIDS ESTADO DE GOIÁS BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO HIV/ AIDS ESTADO DE GOIÁS GOIÁS 2014 Situação Epidemiológica da AIDS no Estado de Goiás Secretaria de Estado da Saúde de Goiás Superintendência de Políticas de Atenção Integral à

Leia mais

AIDS NÃO TEM CARA. A DOENÇA ESTÁ SEMPRE CAMISINHA É A ÚNICA PROTEÇÃO.

AIDS NÃO TEM CARA. A DOENÇA ESTÁ SEMPRE CAMISINHA É A ÚNICA PROTEÇÃO. ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA GERÊNCIA DE VIGILÂNCIA DAS DST/HIV/AIDS E HEPATITES VIRAIS CARNAVAL 2011 AIDS NÃO TEM CARA. A DOENÇA ESTÁ SEMPRE

Leia mais

BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO HIV/ AIDS ESTADO DE GOIÁS

BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO HIV/ AIDS ESTADO DE GOIÁS BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO HIV/ AIDS ESTADO DE GOIÁS GOIÁS 2014 Situação Epidemiológica da AIDS no Estado de Goiás Secretaria de Estado da Saúde de Goiás Superintendência de Políticas de Atenção Integral à

Leia mais

Redução da Morbimortalidade por Acidentes e Violências Diagnóstico do Problema em Santa Catarina

Redução da Morbimortalidade por Acidentes e Violências Diagnóstico do Problema em Santa Catarina Redução da Morbimortalidade por Acidentes e Violências Diagnóstico do Problema em Santa Catarina Heloisa Côrtes Gallotti Peixoto Introdução Os acidentes e violências passaram a figurar, no início da década

Leia mais

TEMA DO ANO: DOENÇAS EMERGENTES E REEMERGENTES

TEMA DO ANO: DOENÇAS EMERGENTES E REEMERGENTES INDICADORES E DADOS BÁSICOS PARA A SAÚDE 28 (IDB-28) TEMA DO ANO: DOENÇAS EMERGENTES E REEMERGENTES SUMÁRIO Introdução... 1 Aids... 2 Dengue... 7 Leishmaniose Visceral... 11 Leishmaniose Tegumentar Americana...

Leia mais

EXPOSIÇÃO DE RISCO DOS PARTICIPANTES DO PROJETO UEPG-ENFERMAGEM NA BUSCA E PREVENÇÃO DO HIV/AIDS

EXPOSIÇÃO DE RISCO DOS PARTICIPANTES DO PROJETO UEPG-ENFERMAGEM NA BUSCA E PREVENÇÃO DO HIV/AIDS 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA EXPOSIÇÃO DE RISCO DOS PARTICIPANTES DO PROJETO UEPG-ENFERMAGEM

Leia mais

B O L E T I M EPIDEMIOLÓGICO ISSN 1517 1159 AIDS DST. ano VII nº 01

B O L E T I M EPIDEMIOLÓGICO ISSN 1517 1159 AIDS DST. ano VII nº 01 B O L E T I M EPIDEMIOLÓGICO ISSN 1517 1159 AIDS DST ano VII nº 01 27ª a 52ª semanas epidemiológicas - julho a dezembro de 2009 01ª a 26ª semanas epidemiológicas - janeiro a junho de 2010 2010. Ministério

Leia mais

PROJETO: MATEMÁTICA NA SAÚDE GRUPO C

PROJETO: MATEMÁTICA NA SAÚDE GRUPO C EE JUVENTINO NOGUEIRA RAMOS PROJETO: MATEMÁTICA NA SAÚDE TEMA : AIDS GRUPO C ADRIANO OSVALDO DA S. PORTO Nº 01 ANDERSON LUIZ DA S.PORTO Nº 05 CÍNTIA DIAS AVELINO Nº 11 CLAUDINEI MOREIRA L. JUNIOR Nº 12

Leia mais

B O L E T I M EPIDEMIOLÓGICO ISSN 1517 1159 HIV AIDS. Brasília - 2012

B O L E T I M EPIDEMIOLÓGICO ISSN 1517 1159 HIV AIDS. Brasília - 2012 B O L E T I M EPIDEMIOLÓGICO ISSN 1517 1159 HIV AIDS Brasília - 2012 Ano I - nº 01 até semana epidemiológica 52ª - dezembro de 2012 Sumário Apresentação... 03 Introdução... 05 HIV e Aids no Brasil... 06

Leia mais

Cenário Epidemiológico do Estado de Alagoas

Cenário Epidemiológico do Estado de Alagoas Cenário Epidemiológico do Estado de Alagoas Situação epidemiológica da AIDS em Alagoas 1 Registro de caso Total de casos Nº de óbitos Até 06.2010 1986 3842 949 (fonte MS/SVS/Departamento de DST/Aids e

Leia mais

PREVENÇÃO DE DST/AIDS APÓS VIOLÊNCIA SEXUAL AVALIAÇÃO DOS CASOS NOTIFICADOS À SES/RS.

PREVENÇÃO DE DST/AIDS APÓS VIOLÊNCIA SEXUAL AVALIAÇÃO DOS CASOS NOTIFICADOS À SES/RS. PREVENÇÃO DE DST/AIDS APÓS VIOLÊNCIA SEXUAL AVALIAÇÃO DOS CASOS NOTIFICADOS À SES/RS. Introdução e método: A violência física em especial a violência sexual é, sem dúvida, um problema de saúde pública.

Leia mais

O retrato do comportamento sexual do brasileiro

O retrato do comportamento sexual do brasileiro O retrato do comportamento sexual do brasileiro O Ministério da Saúde acaba de concluir a maior pesquisa já realizada sobre comportamento sexual do brasileiro. Entre os meses de setembro e novembro de

Leia mais

Os caminhos e descaminhos de uma epidemia global

Os caminhos e descaminhos de uma epidemia global Os caminhos e descaminhos de uma epidemia global Por Rodrigo Cunha 5 de junho de 1981. O Relatório Semanal de Morbidez e Mortalidade do Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos

Leia mais

A POLÍTICA DE DST/AIDS NA VISÃO DE UM TRABALHADOR DO SUS. SORAIA REDA GILBER Farmacêutica Bioquímica LACEN PR

A POLÍTICA DE DST/AIDS NA VISÃO DE UM TRABALHADOR DO SUS. SORAIA REDA GILBER Farmacêutica Bioquímica LACEN PR A POLÍTICA DE DST/AIDS NA VISÃO DE UM TRABALHADOR DO SUS SORAIA REDA GILBER Farmacêutica Bioquímica LACEN PR BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO DA AIDS NO BRASIL Desde o início de 1980 até junho de 2012 foram registrados

Leia mais

ANÁLISE DA MORTE VIOLENTA SEGUNDO RAÇA /COR

ANÁLISE DA MORTE VIOLENTA SEGUNDO RAÇA /COR 8 ANÁLISE DA MORTE VIOLENTA SEGUNDO RAÇA /COR Secretaria de Vigilância em Saúde/MS 435 ANÁLISE DA MORTE VIOLENTA SEGUNDO RAÇA/COR MORTALIDADE POR CAUSAS EXTERNAS Evolução da mortalidade por causas externas

Leia mais

Arquivos de definição: aidsw.def (aids adulto) e aidscw.def (aids criança) Base de dados: Iaids.DBF (aids adulto) e Iaidsc.

Arquivos de definição: aidsw.def (aids adulto) e aidscw.def (aids criança) Base de dados: Iaids.DBF (aids adulto) e Iaidsc. AIDS Para construir série histórica de alguns indicadores epidemiológicos e operacionais referentes a casos de aids adulto e criança anteriores ao ano de 2007, incluídos no SinanW, deve-se utilizar os

Leia mais

Terceira Idade: não leve um baile do HIV! Alexandre Ramos Lazzarotto alazzar@terra.com.br 9808-5714

Terceira Idade: não leve um baile do HIV! Alexandre Ramos Lazzarotto alazzar@terra.com.br 9808-5714 Terceira Idade: não leve um baile do HIV! Alexandre Ramos Lazzarotto alazzar@terra.com.br 9808-5714 Número de casos de AIDS no Brasil 77.639 433.067 37.968 13.200 572 Região Sul RS POA NH Localidades BRASIL.

Leia mais

SAúDE e PReVENÇãO NaS ESCoLAS Atitude pra curtir a vida

SAúDE e PReVENÇãO NaS ESCoLAS Atitude pra curtir a vida SAúDE e PReVENÇãO NaS ESCoLAS Atitude pra curtir a vida UNAIDS/ONUSIDA Relatório para o Dia Mundial de Luta contra AIDS/SIDA 2011 Principais Dados Epidemiológicos Pedro Chequer, Diretor do UNAIDS no Brasil

Leia mais

MS divulga retrato do comportamento sexual do brasileiro

MS divulga retrato do comportamento sexual do brasileiro MS divulga retrato do comportamento sexual do brasileiro Notícias - 18/06/2009, às 13h08 Foram realizadas 8 mil entrevistas com homens e mulheres entre 15 e 64 anos. A análise das informações auxiliará

Leia mais

Acidentes de transportes passam a ser a principal causa de morte não natural do Estado de São Paulo

Acidentes de transportes passam a ser a principal causa de morte não natural do Estado de São Paulo Resenha de Estatísticas Vitais do Estado de São Paulo Ano 10 nº 2 Março 2010 Acidentes de transportes passam a ser a principal causa de morte não natural do Estado de São Paulo Hoje, os acidentes de transporte

Leia mais

Saúde. reprodutiva: gravidez, assistência. pré-natal, parto. e baixo peso. ao nascer

Saúde. reprodutiva: gravidez, assistência. pré-natal, parto. e baixo peso. ao nascer 2 Saúde reprodutiva: gravidez, assistência pré-natal, parto e baixo peso ao nascer SAÚDE BRASIL 2004 UMA ANÁLISE DA SITUAÇÃO DE SAÚDE INTRODUÇÃO No Brasil, as questões relativas à saúde reprodutiva têm

Leia mais

BENTO GONÇALVES RELATÓRIO EPIDEMIOLÓGICO SÍNDROME DA IMUNODEFICIÊNCIA ADQUIRIDA - SIDA SISTEMA DE INFORMAÇÕES SOBRE AGRAVOS DE NOTIFICAÇÃO SINAN

BENTO GONÇALVES RELATÓRIO EPIDEMIOLÓGICO SÍNDROME DA IMUNODEFICIÊNCIA ADQUIRIDA - SIDA SISTEMA DE INFORMAÇÕES SOBRE AGRAVOS DE NOTIFICAÇÃO SINAN Bento Gonçalves SIDA 1986 a 2013 SMS Serviço de Vigilância Epidemiológica 1 2 Bento Gonçalves SIDA 1986 a 2013 SMS Serviço de Vigilância Epidemiológica BENTO GONÇALVES RELATÓRIO EPIDEMIOLÓGICO SÍNDROME

Leia mais

AIDS E ENVELHECIMENTO: UMA REFLEXÃO ACERCA DOS CASOS DE AIDS NA TERCEIRA IDADE.

AIDS E ENVELHECIMENTO: UMA REFLEXÃO ACERCA DOS CASOS DE AIDS NA TERCEIRA IDADE. AIDS E ENVELHECIMENTO: UMA REFLEXÃO ACERCA DOS CASOS DE AIDS NA TERCEIRA IDADE. Milca Oliveira Clementino Graduanda em Serviço social pela Universidade Estadual da Paraíba - UEPB milcaclementino@gmail.com

Leia mais

Indicadores e Dados Básicos: situando Santa Catarina

Indicadores e Dados Básicos: situando Santa Catarina Secretaria da Saúde do Estado de Santa Catarina Diretoria de Planejamento e Coordenação Gerência de Estatística e Informática Setor de Mortalidadade Indicadores e Dados Básicos: situando Santa Catarina

Leia mais

Porque a violência e o trauma tornaram-se um problema de Saúde Pública e o que fazer para diminuir sua incidência?

Porque a violência e o trauma tornaram-se um problema de Saúde Pública e o que fazer para diminuir sua incidência? Porque a violência e o trauma tornaram-se um problema de Saúde Pública e o que fazer para diminuir sua incidência? Dados preliminares do sistema de informações de mortalidade do Ministério da Saúde de

Leia mais

RESUMO. Palavras-chave: Saúde do adolescente; Síndrome de Imunodeficiência Adquirida; HIV.

RESUMO. Palavras-chave: Saúde do adolescente; Síndrome de Imunodeficiência Adquirida; HIV. SISTEMA DE INFORMAÇÃO EM SAÚDE: A EPIDEMIA DA AIDS EM ADOLESCENTES NO BRASIL, 2001-2010. KOGLIN, Ilivelton Martins 1 ; TASSINARI, Tais Tasqueto 2 ; ZUGE, Samuel Spiegelberg 3 ; BRUM, Crhis Netto de 3 ;

Leia mais

A Evolução da Morbidade e Mortalidade por Câncer de Mama entre a População Feminina de Minas Gerais 1995 a 2001 *

A Evolução da Morbidade e Mortalidade por Câncer de Mama entre a População Feminina de Minas Gerais 1995 a 2001 * A Evolução da Morbidade e Mortalidade por Câncer de Mama entre a População Feminina de Minas Gerais 1995 a 2001 * Andréa Branco Simão UFMG/Cedeplar Luiza de Marilac de Souza UFMG/Cedeplar Palavras Chave:

Leia mais

Mudanças no Padrão da Mortalidade por Aids no Estado de São Paulo *

Mudanças no Padrão da Mortalidade por Aids no Estado de São Paulo * Mudanças no Padrão da Mortalidade por Aids no Estado de São Paulo * Bernadette Cunha Waldvogel Fundação Seade Lilian Cristina Correia Morais Fundação Seade Palavras-chave: mortalidade, Aids, distribuição

Leia mais

Estado de Santa Catarina Secretaria de Estado da Saúde Sistema Único de Saúde SUS

Estado de Santa Catarina Secretaria de Estado da Saúde Sistema Único de Saúde SUS Estado de Santa Catarina Secretaria de Estado da Saúde Sistema Único de Saúde SUS ROTEIRO PARA USO DO SISTEMA INFORMATIZADO DA MONITORIZAÇÃO DAS DOENÇAS DIARRÉICAS AGUDAS - SIVEP_DDA. LUIZ HENRIQUE DA

Leia mais

CRT DST/Aids Coordenação Estadual DST/Aids SP

CRT DST/Aids Coordenação Estadual DST/Aids SP CRT DST/Aids Coordenação Estadual DST/Aids SP 2012 6º Objetivo de Desenvolvimento do Milênio COMBATER O HIV/AIDS, A MALÁRIA E OUTRAS DOENÇAS A inclusão do combate ao HIV/Aids nas Metas do Milênio, foi

Leia mais

Chapecó. 1. Secretaria de Estado da Saúde Secretaria de Estado do Desenvolvimento Regional de

Chapecó. 1. Secretaria de Estado da Saúde Secretaria de Estado do Desenvolvimento Regional de Perfil epidemiológico dos clientes com AIDS cadastrados no Sistema de Controle Logístico de Medicamentos no Hospital Dia Aids no município de Chapecó-SC no ano de 2007. Otilia Cristina Coelho Rodrigues

Leia mais

BUSCA ATIVA DE POSSÍVEIS PORTADORES DE HIV/AIDS EM PROJETO EXTENSIONISTA E SEU PERFIL

BUSCA ATIVA DE POSSÍVEIS PORTADORES DE HIV/AIDS EM PROJETO EXTENSIONISTA E SEU PERFIL 9. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE ( ) TRABALHO (

Leia mais

Pesquisa Mensal de Emprego - PME

Pesquisa Mensal de Emprego - PME Pesquisa Mensal de Emprego - PME Dia Internacional da Mulher 08 de março de 2012 M U L H E R N O M E R C A D O D E T R A B A L H O: P E R G U N T A S E R E S P O S T A S A Pesquisa Mensal de Emprego PME,

Leia mais

SITUAÇÃO DOS ODM NOS MUNICÍPIOS

SITUAÇÃO DOS ODM NOS MUNICÍPIOS SITUAÇÃO DOS ODM NOS MUNICÍPIOS O presente levantamento mostra a situação dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) nos municípios brasileiros. Para realizar a comparação de forma mais precisa,

Leia mais

Anuário do Trabalho na Micro e Pequena Empresa 2012: análise dos principais resultados de Santa Catarina

Anuário do Trabalho na Micro e Pequena Empresa 2012: análise dos principais resultados de Santa Catarina Anuário do Trabalho na Micro e Pequena Empresa 2012: análise dos principais resultados de Santa Catarina A 5ª edição do Anuário do Trabalho na Micro e Pequena Empresa é um dos produtos elaborados por meio

Leia mais

Envelhecimento da população residente em Portugal e na União Europeia

Envelhecimento da população residente em Portugal e na União Europeia Dia Mundial da População 11 julho de 15 1 de julho de 15 Envelhecimento da população residente em e na União Europeia Para assinalar o Dia Mundial da População (11 de julho), o Instituto Nacional de Estatística

Leia mais

Construção de um sistema de monitoramento da epidemia de aids: Desafios e Lições Aprendidas

Construção de um sistema de monitoramento da epidemia de aids: Desafios e Lições Aprendidas Construção de um sistema de monitoramento da epidemia de aids: Desafios e Lições Aprendidas XVIII Congresso Mundial de Epidemiologia Porto Alegre, 21-24 de outubro 2008 Célia Landmann Szwarcwald celials@cict.fiocruz.br

Leia mais

Vigilância em Saúde. Perfil do Tétano em Alagoas de 2007 a 2014. Nesta Edição: ANO 4 Nº 01 ANUAL JANEIRO 15

Vigilância em Saúde. Perfil do Tétano em Alagoas de 2007 a 2014. Nesta Edição: ANO 4 Nº 01 ANUAL JANEIRO 15 Diretoria de Epidemiológica Gerência de Doenças Imunopreveníveis e Programa de Imunizações ANO 4 Nº 01 ANUAL JANEIRO 15 Nesta Edição: 1. Perfil do Tétano em Alagoas de 2007 a 2. Intensificação das Ações

Leia mais

Panorama de 25 anos da mortalidade por Aids no Estado de São Paulo

Panorama de 25 anos da mortalidade por Aids no Estado de São Paulo Resenha de Estatísticas Vitais do Estado de São Paulo Ano 12 nº 2 Maio 2012 Panorama de 25 anos da mortalidade por Aids no Estado de São Paulo As estatísticas de mortalidade produzidas pela Fundação Seade,

Leia mais

A evolução e distribuição social da doença no Brasil

A evolução e distribuição social da doença no Brasil A evolução e distribuição social da doença no Brasil Por Ana Maria de Brito Qualquer epidemia é o resultado de uma construção social, conseqüência do aparecimento de uma doença com características biomédicas,

Leia mais

BENTO GONÇALVES RELATÓRIO EPIDEMIOLÓGICO SÍNDROME DA IMUNODEFICIÊNCIA ADQUIRIDA - SIDA SISTEMA DE INFORMAÇÕES SOBRE AGRAVOS DE NOTIFICAÇÃO SINAN

BENTO GONÇALVES RELATÓRIO EPIDEMIOLÓGICO SÍNDROME DA IMUNODEFICIÊNCIA ADQUIRIDA - SIDA SISTEMA DE INFORMAÇÕES SOBRE AGRAVOS DE NOTIFICAÇÃO SINAN 1 2 BENTO GONÇALVES RELATÓRIO EPIDEMIOLÓGICO SÍNDROME DA IMUNODEFICIÊNCIA ADQUIRIDA - SIDA SISTEMA DE INFORMAÇÕES SOBRE AGRAVOS DE NOTIFICAÇÃO SINAN 7ª REVISÃO 1986 a 2012 Rio Grande do Sul Bento Gonçalves

Leia mais

PERFIL DOS TRABALHADORES NA CONSTRUÇÃO CIVIL NO ESTADO DA BAHIA

PERFIL DOS TRABALHADORES NA CONSTRUÇÃO CIVIL NO ESTADO DA BAHIA PERFIL DOS TRABALHADORES NA CONSTRUÇÃO CIVIL NO ESTADO DA BAHIA SETEMBRO /2012 ÍNDICE INTRODUÇÃO 3 1. Dimensão e características da ocupação no setor da construção civil no Brasil e na Bahia (2000 e 2010)...

Leia mais

Sumário. Aids: a magnitude do problema. A epidemia no Brasil. Característica do Programa brasileiro de aids

Sumário. Aids: a magnitude do problema. A epidemia no Brasil. Característica do Programa brasileiro de aids Sumário Aids: a magnitude do problema A epidemia no Brasil Característica do Programa brasileiro de aids Resultados de 20 anos de luta contra a epidemia no Brasil Tratamento Prevenção Direitos humanos

Leia mais

Expectativa de vida do brasileiro cresce mais de três anos na última década

Expectativa de vida do brasileiro cresce mais de três anos na última década 1 FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO PROFESSOR BAHIA TEXTO DE CULTURA GERAL FONTE: UOL COTIDIANO 24/09/2008 Expectativa de vida do brasileiro cresce mais de três anos na última década Fabiana Uchinaka Do UOL Notícias

Leia mais

O ACONSELHAMENTO NO HIV EM UMA COMUNIDADE COMO MEDIDA PREVENTIVA

O ACONSELHAMENTO NO HIV EM UMA COMUNIDADE COMO MEDIDA PREVENTIVA O ACONSELHAMENTO NO HIV EM UMA COMUNIDADE COMO MEDIDA PREVENTIVA Zardo L*¹ Silva CL*² Zarpellon LD*³ Cabral LPA* 4 Resumo O Vírus da Imunodeficiência humana (HIV) é um retrovírus que ataca o sistema imunológico.através

Leia mais

Analfabetismo no Brasil

Analfabetismo no Brasil Analfabetismo no Brasil Ricardo Paes de Barros (IPEA) Mirela de Carvalho (IETS) Samuel Franco (IETS) Parte 1: Magnitude e evolução do analfabetismo no Brasil Magnitude Segundo estimativas obtidas com base

Leia mais

PNAD - Segurança Alimentar 2004 2009. Insegurança alimentar diminui, mas ainda atinge 30,2% dos domicílios brasileiros

PNAD - Segurança Alimentar 2004 2009. Insegurança alimentar diminui, mas ainda atinge 30,2% dos domicílios brasileiros 1 of 5 11/26/2010 2:57 PM Comunicação Social 26 de novembro de 2010 PNAD - Segurança Alimentar 2004 2009 Insegurança alimentar diminui, mas ainda atinge 30,2% dos domicílios brasileiros O número de domicílios

Leia mais

Programa Estadual de Controle da Tuberculose. Coordenadora: Nardele Maria Juncks Equipe: Márcia Aparecida Silva Sônia Maura Coelho Mariana Hoffelder

Programa Estadual de Controle da Tuberculose. Coordenadora: Nardele Maria Juncks Equipe: Márcia Aparecida Silva Sônia Maura Coelho Mariana Hoffelder SANTA CATARINA Programa Estadual de Controle da Tuberculose Coordenadora: Nardele Maria Juncks Equipe: Márcia Aparecida Silva Sônia Maura Coelho Mariana Hoffelder tuberculose@saude.sc.gov.br SECRETARIA

Leia mais

Capítulo 3. Fichas de Qualificação de Indicadores

Capítulo 3. Fichas de Qualificação de Indicadores Capítulo 3 Fichas de Qualificação de Indicadores A Demográficos População total A.1................................... 58 Razão de sexos A.2................................... 60 Taxa de crescimento da

Leia mais

CAUSAS DE MORTE NO ESTADO DE SÃO PAULO

CAUSAS DE MORTE NO ESTADO DE SÃO PAULO CAUSAS DE MORTE NO ESTADO DE SÃO PAULO Morrem mais brancos por causa naturais e negros por motivos externos. A s estatísticas de morbidade e mortalidade têm sido utilizadas por epidemiologistas, demógrafos

Leia mais

Pelo segundo mês consecutivo cai o endividamento e a inadimplência em Santa Catarina. Síntese dos resultados Meses Situação da família

Pelo segundo mês consecutivo cai o endividamento e a inadimplência em Santa Catarina. Síntese dos resultados Meses Situação da família Núcleo de Pesquisas Pelo segundo mês consecutivo cai o endividamento e a inadimplência em Santa Catarina Os dados levantados pela Pesquisa de Endividamento e Inadimplência dos Consumidores (PEIC) de Santa

Leia mais

B O L E T I M EPIDEMIOLÓGICO HEPATITES VIRAIS. ano III nº 01

B O L E T I M EPIDEMIOLÓGICO HEPATITES VIRAIS. ano III nº 01 B O L E T I M EPIDEMIOLÓGICO HEPATITES VIRAIS ano III nº 01 2012. Ministério da Saúde É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte. Expediente Boletim Epidemiológico Hepatites

Leia mais

Alguns Indicadores de Saúde da Cidade do Rio de Janeiro segundo a variável Raça/Cor

Alguns Indicadores de Saúde da Cidade do Rio de Janeiro segundo a variável Raça/Cor Subsecretaria de Ações e Serviços de Saúde Superintendência de Vigilância em Saúde Gerência de Informações Epidemiológicas Alguns Indicadores de Saúde da Cidade do Rio de Janeiro segundo a variável Raça/Cor

Leia mais

Especificidades das mortes violentas no Brasil e suas lições. Maria Cecília de Souza Minayo

Especificidades das mortes violentas no Brasil e suas lições. Maria Cecília de Souza Minayo Especificidades das mortes violentas no Brasil e suas lições Maria Cecília de Souza Minayo 1ª. característica: elevadas e crescentes taxas de homicídios nos últimos 25 anos Persistência das causas externas

Leia mais

Anuário do Trabalho na Micro e Pequena Empresa 2013: análise dos principais resultados de Goiás

Anuário do Trabalho na Micro e Pequena Empresa 2013: análise dos principais resultados de Goiás Anuário do Trabalho na Micro e Pequena Empresa 2013: análise dos principais resultados de Goiás A 6ª edição do Anuário do Trabalho na Micro e Pequena Empresa é um dos produtos elaborados por meio da parceria

Leia mais

Mortalidade por Aids no Estado: redução contínua desde 1996

Mortalidade por Aids no Estado: redução contínua desde 1996 Resenha de Estatísticas Vitais do Estado de São Paulo Ano 5 nº 13 Novembro 2004 Mortalidade por Aids no Estado: redução contínua desde 1996 A quantificação dos óbitos por Aids revela que, no Estado de

Leia mais

3. POPULAÇÃO E INDICADORES DEMOGRÁFICOS

3. POPULAÇÃO E INDICADORES DEMOGRÁFICOS 3. POPULAÇÃO E INDICADORES DEMOGRÁFICOS 37 38 3.1. Introdução Para a interpretação dos dados de saúde, quer de morbilidade quer de mortalidade, e nomeadamente para, com base nesses dados, se fazer o planeamento

Leia mais

Mapa da Violência 2012: Os Novos Padrões da Violência Homicida no Brasil. Consolidação dos Dados da Violência Homicida por Unidade Federada

Mapa da Violência 2012: Os Novos Padrões da Violência Homicida no Brasil. Consolidação dos Dados da Violência Homicida por Unidade Federada Mapa da Violência 2012: Os Novos Padrões da Violência Homicida no Brasil Consolidação dos Dados da Violência Homicida por Unidade Federada Julgamos que seria de grande utilidade consolidar as informações

Leia mais

Homens que fazem sexo com homens: vulnerabilidades a partir de comportamentos sexuais

Homens que fazem sexo com homens: vulnerabilidades a partir de comportamentos sexuais Homens que fazem sexo com homens: vulnerabilidades a partir de comportamentos sexuais Elisabeth Anhel Ferraz César Schwenck Inês Quental Palavras-chave: homossexualidade; comportamento sexual; Aids; risco.

Leia mais

Nome: n o : Geografia. Exercícios de recuperação

Nome: n o : Geografia. Exercícios de recuperação Nome: n o : Ensino: Fundamental Ano: 7 o Turma: Data: Professor(a): Maria Silvia Geografia Exercícios de recuperação 1) Para a geografia, qual é o conceito de região? 2) Entre os aspectos utilizados para

Leia mais

VIGITEL 2014 Periodicidade Parceria: População monitorada 40.853 entrevistas

VIGITEL 2014 Periodicidade Parceria: População monitorada 40.853 entrevistas Ministério da Saúde Abril de 2014 VIGITEL 2014 Medir a prevalência de fatores de risco e proteção para doenças não transmissíveis na população brasileira Subsidiar ações de promoção da saúde e prevenção

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Hanseníase no Brasil DADOS E INDICADORES SELECIONADOS

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Hanseníase no Brasil DADOS E INDICADORES SELECIONADOS MINISTÉRIO DA SAÚDE Hanseníase no Brasil DADOS E INDICADORES SELECIONADOS Brasília DF 2009 MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância Epidemiológica Hanseníase no

Leia mais

acesso GraTUITO ao TraTaMENTO aumenta a SOBrEVIDa DOS PaCIENTES COM HIV/aIDS

acesso GraTUITO ao TraTaMENTO aumenta a SOBrEVIDa DOS PaCIENTES COM HIV/aIDS acesso GraTUITO ao TraTaMENTO aumenta a SOBrEVIDa DOS PaCIENTES COM HIV/aIDS GRÁFICO 1 35 3 25 2 15 1 5 Estima-se que 63 mil pessoas vivam com HIV/AIDS no País [1]. A taxa de prevalência da infecção na

Leia mais

Acidentes fatais com motocicleta param de crescer no Estado de São Paulo

Acidentes fatais com motocicleta param de crescer no Estado de São Paulo Resenha de Estatísticas Vitais do Estado de São Paulo Ano 11 nº 4 Maio 2011 Acidentes fatais com motocicleta param de crescer no Estado de São Paulo O número de mortes por acidentes de motocicleta manteve-se

Leia mais

I - A inserção dos trabalhadores negros nos mercados de trabalho metropolitanos entre 1998 e 2004

I - A inserção dos trabalhadores negros nos mercados de trabalho metropolitanos entre 1998 e 2004 DESIGUALDADE RACIAL EM MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS (ROTEIRO DE DIVULGAÇÃO) Embora a segregação racial esteja presente em várias manifestações e estruturas da sociedade brasileira, o mercado de

Leia mais

Josana Aparecida Dranka Horvath. A epidemia de aids no município de Cascavel - PR

Josana Aparecida Dranka Horvath. A epidemia de aids no município de Cascavel - PR Josana Aparecida Dranka Horvath A epidemia de aids no município de Cascavel - PR Monografia apresentada no Curso de Especialização em Prevenção ao HIV/Aids no quadro da Vulnerabilidade e dos Direitos Humanos

Leia mais

Hepatites virais no Brasil: situação, ações e agenda

Hepatites virais no Brasil: situação, ações e agenda Hepatites virais no Brasil: situação, ações e agenda Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde I. Apresentação II. Contexto epidemiológico III.

Leia mais

SITUAÇÃO DO HIV/AIDS NO BRASIL E OS FATORES QUE INFLUENCIAM A INFECÇÃO

SITUAÇÃO DO HIV/AIDS NO BRASIL E OS FATORES QUE INFLUENCIAM A INFECÇÃO SITUAÇÃO DO HIV/AIDS NO BRASIL E OS FATORES QUE INFLUENCIAM A INFECÇÃO Jader Dornelas Neto 1 ; Daniel Antonio Carvalho dos Santos 2 ; Guilherme Elcio Zonta 3 ; Simone Martins Bonafé 4 RESUMO: O objetivo

Leia mais

Taxa de desocupação foi de 9,3% em janeiro

Taxa de desocupação foi de 9,3% em janeiro Taxa de desocupação foi de 9,3% em janeiro A taxa de desocupação registrada pela Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE, nas seis principais Regiões Metropolitanas do país (Recife, Salvador, Belo Horizonte,

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SES/GO

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SES/GO SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SES/GO SUPERINTENDÊNCIA DE POLÍTICAS DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE-SPAIS Goiânia Agosto/2011 SUPERINTENDÊNCIA DE POLÍTICAS DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE - SPAIS 6. GERÊNCIA DE

Leia mais

Transmissão Vertical do HIV e da Sífilis: Os Avanços no Controle do HIV e. O Descompasso no Controle da. Sífilis Congênita

Transmissão Vertical do HIV e da Sífilis: Os Avanços no Controle do HIV e. O Descompasso no Controle da. Sífilis Congênita Transmissão Vertical do HIV e da Sífilis: Os Avanços no Controle do HIV e O Descompasso no Controle da Sífilis Congênita Porquê é um Desafio para a Saúde Pública? Agente etiológico conhecido História natural

Leia mais

Boletim PNAD Resultados da PNAD 2011 Educação Junho de 2013

Boletim PNAD Resultados da PNAD 2011 Educação Junho de 2013 Boletim PNAD Resultados da PNAD 2011 Educação Junho de 2013 RESULTADOS DA PNAD 2011 EDUCAÇÃO Apresentação 2 Governo do Estado da Bahia Jaques Wagner Secretaria do Planejamento (Seplan) José Sergio Gabrielli

Leia mais

NOVAS TECNOLOGIAS DE PREVENÇÃO CIRCUNCISÃO MÉDICA MASCULINA

NOVAS TECNOLOGIAS DE PREVENÇÃO CIRCUNCISÃO MÉDICA MASCULINA NOVAS TECNOLOGIAS DE PREVENÇÃO CIRCUNCISÃO MÉDICA MASCULINA Dr. Robinson Fernandes de Camargo Interlocução de DST/Aids da Coordenadoria Regional de Saúde - Sudeste CIRCUNCISÃO MÉDICA MASCULINA No início

Leia mais

2 ASPECTOS DEMOGRÁFICOS

2 ASPECTOS DEMOGRÁFICOS 2 ASPECTOS DEMOGRÁFICOS Neste capítulo se pretende avaliar os movimentos demográficos no município de Ijuí, ao longo do tempo. Os dados que fomentam a análise são dos censos demográficos, no período 1920-2000,

Leia mais

Ficha catalográfica. BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO, C.R.T. DST/AIDS. C.V.E., Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, 2013

Ficha catalográfica. BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO, C.R.T. DST/AIDS. C.V.E., Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, 2013 AIDS DST BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO C.R.T.. DST/AIDS. C.V.E.. ANO XXX - Nº 1. 2013 Veja estas e outras publicações em: issuu.com/crtdstaidsspcrtaids/docs Encontre um serviço perto de você #tireopesodaduvida

Leia mais

Briefing. Boletim Epidemiológico 2011

Briefing. Boletim Epidemiológico 2011 Briefing Boletim Epidemiológico 2011 1. HIV Estimativa de infectados pelo HIV (2006): 630.000 Prevalência da infecção (15 a 49 anos): 0,61 % Fem. 0,41% Masc. 0,82% 2. Números gerais da aids * Casos acumulados

Leia mais

Tendência da mortalidade da população paulista por neoplasias malignas

Tendência da mortalidade da população paulista por neoplasias malignas Resenha de Estatísticas Vitais do Ano 8 nº 3 Novembro 2007 Tendência da mortalidade da população paulista por neoplasias malignas O século XX se caracterizou, sob o ponto de vista da saúde, pela transição

Leia mais