AÇÃO CIVIL PÚBLICA CONSUMERISTA com pedido de liminar

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1 EXMO. SR. DR. JUIZ DE DIREITO DA COMARCA DA CAPITAL VARA EMPRESARIAL DA UNIVERSO ONLINE S.A. oferecimento de serviços por telemarketing indução do consumidor em erro, de forma a crer que o serviço do provedor UOL é necessário para a fruição do acesso à internet OI-Velox, entre outros contato realizado por prepostos da UOL que dolosamente se fazem passar por representantes da OI-VELOX meio fraudulento para obtenção de clientela violação ao dever de informar publicidade e oferta enganosa onerosidade excessiva. O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, por intermédio do Promotor de Justiça que ao final subscreve, vem, respeitosamente, perante Vossa Excelência, e com fulcro na Lei 7.347/85 e 8.078/90, ajuizar a competente AÇÃO CIVIL PÚBLICA CONSUMERISTA com pedido de liminar em face de UNIVERSO ONLINE S.A., inscrita no CNPJ/MF n.º / , com sede na Avenida Brigadeiro Faria Lima, nº 1384, 6º andar, São Paulo SP, pelas razões que passa a expor: Legitimidade do Ministério Público O Ministério Público possui legitimidade para propositura de ações em defesa dos direitos difusos, coletivos e individuais homogêneos, nos termos do art. 81, parágrafo único, I, II e III c/c art. 82, I, da Lei nº. 8078/90, assim como nos termos do art. 127, caput e art. 129, III da CF. Ainda mais em hipóteses como a do caso em tela, em que o número de 1

2 lesados é muito expressivo e os fatos noticiados graves, expondo os consumidores a práticas lesivas, sendo a matéria de elevada importância. Nesse sentido, podem ser citados vários acórdãos do E. Superior Tribunal de Justiça, entre os quais: PROCESSUAL CIVIL. AÇÃO COLETIVA. DIREITOS COLETIVOS, INDIVIDUAIS HOMOGÊNEOS E DIFUSOS. MINISTÉRIO PÚBLICO. LEGITIMIDADE. JURISPRUDÊNCIA. AGRAVO DESPROVIDO. - O Ministério Público é parte legítima para ajuizar ação coletiva de proteção ao consumidor, inclusive para tutela de interesses e direitos coletivos e individuais homogêneos. (AGA /SP, 4a Turma, DJ 05/06/2000, pág. 176). PROCESSO CIVIL. AÇÃO CIVIL PÚBLICA. LEGITIMIDADE ATIVA DO MINISTÉRIO PÚBLICO. DIREITO INDIVIDUAL HOMOGÊNEO. LEGITIMIDADE E INTERESSE PROCESSUAIS CONFIGURADOS. - O Ministério Público tem legitimidade processual extraordinária para a propositura de ação civil pública objetivando a cessação de atividade inquinada de ilegal de captação antecipada de poupança popular, disfarçada de financiamento para compra de linha telefônica. - Não é da natureza individual, disponível e divisível que se retira a homogeneidade de interesses individuais homogêneos, mas sim de sua origem comum, violando direitos pertencentes a um número determinado ou determinável de pessoas, ligadas por esta circunstância de fato. Inteligência do art. 81, CDC. - Os interesses individuais homogêneos são considerados relevantes por si mesmos, sendo desnecessária a comprovação desta relevância. Precedentes. Recurso especial provido. (REsp /MG, Rel. Ministra NANCY ANDRIGHI, TERCEIRA TURMA, julgado em 02/02/2010, DJe 24/02/2010). (Grifou-se). DOS FATOS A UOL Universo Online é conhecida provedora de acesso à internet, cujos serviços são ofertados frequentemente de forma direta aos consumidores por meio de telemarketing. 2

3 Ocorre que, por meio de procedimento investigatório, cujos autos instruem o presente, foram apurados diversos relatos queixosos quanto à prática abusiva perpetrada por operadores de telemarketing vinculados à ré. Segundo as reclamações registradas, os consumidores, ao adquirirem um serviço de telecomunicação de acesso à internet OI-Velox, entre outros, são imediatamente contatados e informados que a fruição de tal serviço depende do provedor de acesso UOL. O contato exigindo a contratação dos serviços do provedor UOL é muitas vezes realizado por prepostos seus que dolosamente se fazem passar por representantes da OI-VELOX. Dessa forma, a informação transmitida, assumindo a forma de oferta, tem o condão de induzir o consumidor a adquirir desnecessariamente os serviços da ré, vez que o acesso à internet já lhe foi assegurado. Nesse sentido a OI informa em fls. 12 que a escolha de um provedor não influencia na velocidade ou na disponibilidade do serviço. CLARA, PORTANTO, A UTILIZAÇÃO DE MEIOS FRAUDULENTOS PARA ANGARIAR CLIENTELA. Dessa forma, os consumidores, em erro, fornecem seus dados bancários aos atendentes e têm debitados os valores 3

4 correspondentes ao serviço do provedor UOL, desnecessário para os fins propostos. Nesse sentido foram apurados diversos relatos, tanto pela Ouvidoria do Ministério Público, quanto pelo site Reclame Aqui, destacando-se os seguintes: FUI VÍTIMA DE UM GOLPE PRATICADO POR AMBAS, CONSISTENTE NO SEGUINTE: MINUTOS APÓS CONTRATAR, POR TELEFONE, SERVIÇOS DE INTERNET MÓVEL DA EMPRESA OI, RECEBI UMA LIGAÇÃO DE UM FUNCIONÁRIO DA UOL INFORMANDO QUE O SERVIÇO DA OI SÓ ESTARIA DISPONÍVEL MEDIANTE A CONTRATAÇÃO DE PROVEDOR DA UOL, CUJA COBRANÇA DE R$19,90 MENSAIS, PAGOS POR CARTÃO DE CRÉDITO, SERIA `ABATIDA` DA MENSALIDADE DA OI. OCORRE QUE A INFORMAÇÃO FALSA PRESTADA PELA UOL ME INDUZIU A ERRO, ACREDITANDO QUE O SERVIÇO DE PROVEDOR POR ELA OFERECIDO SERIA REALMENTE NECESSÁRIO PARA O FUNCIONAMENTO DO SERVIÇO DE INTERNET MÓVEL DA OI. DESSA FORMA, ACABEI ADERINDO AO SERVIÇO DA UOL, INFORMANDO-LHE OS DADOS DO MEU CARTÃO DE CRÉDITO PARA A COBRANÇA DO MENCIONADO VALOR. AO TOMAR CIÊNCIA DE QUE FUI VÍTIMA DE GOLPE, REQUERI, EM DIA 27/05/11, O CANCELAMENTO DO SERVIÇO DA UOL, SENDO INFORMADA DE QUE NÃO SERIA POSSÍVEL DEIXAR DE COBRAR O VALOR DE R$ 19,90, JÁ QUE O SERVIÇO DE PROVEDOR, EMBORA NUNCA UTILIZADO, TERIA SIDO A MIM DISPONIBILIZADO DURANTE 1 (UM) MÊS. UM ABSURDO. FICA, ENTÃO, A DÚVIDA: COMO O FUNCIONÁRIO DA UOL SABIA O MEU NOME E O FATO DE EU TER ACABADO DE SOLICITAR SERVIÇOS DE INTERNET DA OI? É EVIDENTE O CONLUIO DE AMBAS AS EMPRESAS LESIONANDO OS CONSUMIDORES! TAL ILÍCITO VEM SENDO RECORRENTEMENTE PRATICADO, JÁ QUE OUTROS CONHECIDOS MEUS TAMBÉM JÁ FORAM VÍTIMAS DESSE MESMO GOLPE. (Ouvidoria do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, nº Protocolo ) (Grifou-se) VENHO POR MEIO DESTA MENSAGEM DENUNCIAR A PRÁTICA AGRESSIVA DE TELEMARKETING ADOTADA PELO PROVEDOR UOL (WWW.UOL.COM.BR). RECENTEMENTE FIZ ALTERAÇÃO NO MEU PLANO DE TELEFONE FIXO DA OI, ADOTANDO O OI CONTA TOTAL LIGHT (QUE TAMBÉM ME DARIA DIREITO À MAIOR VELOCIDADE DE BANDA LARGA, SE EXISTISSE A DISPONIBILIDADE) E NESTA SEMANA RECEBI 3 LIGAÇÕES DO PROVEDOR UOL ``ME OBRIGANDO`` (LITERALMENTE) A ASSINAR O PROVEDOR DE ACESSO DELES. NA PRIMEIRA LIGAÇÃO A ATENDENTE ME INFORMOU QUE A PRÓPRIA OI ESTARIA INDICANDO O PROVEDOR UOL COMO CONDIÇÃO PARA TER ACESSO À BANDA LARGA DE MAIOR VELOCIDADE PELO FATO DE QUE A UOL TERIA MAIORES RECURSOS DE ACESSO E SEGURANÇA (O QUE É UMA GRANDE MENTIRA). EU ME RECUSEI A ACEITAR O PROVEDOR, PRINCIPALMENTE PORQUÊ EU JÁ TENHO UM PROVEDOR QUE É DA PRÓPRIA OI E PAGO R$ 2,99, ENQUANTO A UOL ME CUSTARIA R$ 19,90 MENSAIS. MESMO ASSIM A ATENDENTE FORÇOU PARA QUE EU ANOTASSE O NOME DE USUÁRIO E SENHA QUE A UOL ESTAVA ME 4

5 OFERECENDO E TIVE QUE SER MAIS EXPLÍCITO QUANTO A MINHA RECUSA. FINALMENTE ELA DEIXOU DE INSISTIR E DESLIGOU. DOIS DIAS DEPOIS RECEBI A MESMA LIGAÇÃO E ME RECUSEI NOVAMENTE, SEMPRE COM A MESMA DIFICULDADE. LIGUEI LOGO EM SEGUIDA PARA OI PORQUE ESTAVA INCONFORMADO COM TANTA INSISTÊNCIA E RECEBI A INFORMAÇÃO QUE A OI NÃO TEM NENHUMA PARCERIA COM A UOL E QUE A VELOCIDADE DA MINHA INTERNET DE QUALQUER JEITO NÃO PODERIA SER AUMENTADA PORQUÊ NÃO EXISTE DISPONIBILIDADE PARA A MINHA REGIÃO. INCLUSIVE, A OI ESTÁ COM UMA POLÍTICA DE SERVIDOR GRATUITO E ME OFERECERAM UMA CONTA DE USUÁRIO GRATUITA, SOMENTE PARA ACESSO À BANDA LARGA. HOJE, DIA 28 DE AGOSTO DE 2011, RECEBI A TERCEIRA LIGAÇÃO DA UOL E IMEDIATAMENTE PEDI PARA FALAR COM O SUPERVISOR DO SETOR. A ATENDENTE TENTOU CONTORNAR E PEDI MAIS UMA VEZ PARA FALAR COM O SUPERVISOR, ATÉ QUE O QUE ERA ÓBVIO ACONTECEU: ELA DESLIGOU O TELEFONE. ESTOU ENVIANDO ESTA DENÚNCIA PORQUÊ ACHO ABSURDO QUE UMA EMPRESA SE APROVEITE DE INFORMAÇÕES DE CLIENTES DE OUTRAS EMPRESAS, QUE IMAGINO QUE DEVERIAM SER CONFIDENCIAIS, PARA VENDER PRODUTOS. AINDA ALÉM, UTILIZANDO INFORMAÇÕES FALSAS E OBRIGAM AS PESSOAS À ASSINAR UM PROVEDOR QUE NÃO TEM INTERESSE. QUERO DENUNCIAR ESTA PRÁTICA POR QUE ME ESTÁ CAUSANDO UM ENORME DESCONFORTO E REVOLTA, PORQUE IMAGINO QUE TANTAS OUTRAS PESSOAS QUE NÃO TENHAM MUITO CONHECIMENTO DE INFORMÁTICA ESTEJAM NESTE MOMENTO SENDO LESADAS POR VENDEDORES QUE RECEBEM ORIENTAÇÕES DE SEREM INFLEXÍVEIS E AGRESSIVOS EM SUAS LIGAÇÕES COM ÚNICO FIM DE LUCRAR, SEM SE IMPORTAR COM A NECESSIDADE E A VONTADE DOS CLIENTES. (Ouvidoria do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, nº Protocolo ) (Grifou-se) Estão dizendo que o provedor gratuito para o speedy não poderá ser mais utilizado e que neste caso você deverá assinar um provedor pago. Eles sabem seus dados, provavelmente são de alguma empresa de marketing ligada a telefônica/uol que atuam por comissão. Eles prometem qualquer coisa para que você assine e você nota que realmente estão em um call center, o que reafirma a minha teoria de que são uma empresa ligada a UOL. O que me deixou muito chateado é o sentimento de invasão(...) O [editado pelo Reclame Aqui] consiste apenas em vender a assinatura da UOL, você compra e eles entregam o serviço, porém, os argumentos que usam são falsos e ardilosos, pois o serviço speedy continua funcionando através de provedores gratuitos segundo informações obtidas pela própria empresa telefonica. A pessoa que me ligou sabia todos os meus dados, qual era meu plano de internet com speedy, o que me deixou seguro para efetuar a compra da assinatura do provedor UOL. Em contato com atendente do speedy fui informado que várias pessoas estão recebendo o mesmo tipo de ligação ( [editado pelo Reclame Aqui]) e estão tendo os mesmos problemas que eu.(...) (Grifou-se) (Reclame Aqui. <http://www.reclameaqui.com.br/ /uol/editado-pelo-reclameaqui-speedy-uol-necessidade-de-proved/>. Data de acesso: 09 dez ) No inicio da semana resolvi fazer uma assinatura de um OI velox, no mesmo dia em que fiz a assinatura, recebo uma ligação do call center da uol, falando que estavam ligando para passar o usuário e a senha do provedor, por sorte mais cedo eu resolvi ligar para oi para saber sobre a senha do provedor, e me passaram a senha e o usuário, então afirmei para atendente da empresa [editado pelo Reclame Aqui] que eu já tinha o provedor e a senha e não pagaria nada por isso.tentando me ludibriar, a atendente afirmou que eu não teria acesso ao conteúdo, e que a uol que era o provedor para eu ter o acesso a internet, fiquei nervoso com ela e falei que isso era um absurdo, que se isso procedesse eu iria 5

6 cancelar a assinatura do velox, pois ninguém tinha me informado nada disso, ela virou pra mim e falou, se você quiser eu posso cancelar sua assinatura do provedor, ou seja eles alem de [editado pelo Reclame Aqui]r os meus dados, fizeram uma assinatura que eu não pedi, provavelmente vão me mandar boletos ou fazerem algum débito em minha conta (...) (Grifou-se) (Reclame Aqui. < Data de acesso: 09 dez ) Hoje sou surpreendida com uma ligação de um funcionário da UOL (WILTON), se passando por funcionário da OI. Ele dizia que estava liberando meu sinal do Velox e que precisava confirmar alguns dados. Passei endereço, CPF etc.ele me informou usuário e senha. Até aí, normal!! Estava achando que era alguém da OI, até porque a linha é nova e ninguém sabia ainda. Até que o esperto me informa que precisaria do número do meu cartão ou conta bancária porque a primeira mensalidade da minha "taxa de navegação" seria cobrada separadamente da conta. (R$ 16,90). Achei aquilo muito estranho. Perguntei qual era a velocidade do plano, ele não sabia. Perguntei qual era o tel de contato de lá... ele repetia "é o mesmo". Eu perguntava: "É o mesmo qual>". Ele respondia: "É o mesmo". Passei o telefone para o meu marido. Ele queria convencê-lo de que a internet só funcionaria com o tal serviço de navegação. Achamos aquilo incoerente e suspeito. Resolvemos desligar e ligar para o tel da OI. A atendente nos informou que a taxa de R$16,90 se referia ao provedor da UOL (...)(Grifou-se) (Reclame Aqui. <http://www.reclameaqui.com.br/ /uol/editado-pelo-reclame-aqui/>. Data de acesso: 09 dez ) Contratei no dia 10 de Outubro o serviço Velox da Oi, pois bem, a empresa Uol ligou para minha residência, dizendo que era da "Oi", o que não é verdade, exigindo-me que eu assinasse o provedor deles, no valor de R$ 16,90, enquanto no site da própria Oi falava que havia provedor gratuito sem a necessidade de pagar por um. Liguei para Oi reclamando com o atendente e ele educadamente me disse que a Uol empurrou o serviço deles, quando na verdade eu não queria. Sintome [editado pelo Reclame Aqui] (além do stress), quero cancelar o provedor Uol e não quero que descontem nenhum centavo de meu cartão de conta corrente. Além disso, me fizeram gastar telefone deles que não atende de nenhum jeito. Por favor, quero que cancelem o serviço o mais rápido possível e não quero,, digo mais uma vez que descontem do meu cartão. Alex Sandro Fabre Casagrande Juiz de Fora MG (Grifou-se) Contratei há umas 2 semanas o serviço de telefonia fixa da OI + a internet banda larga da Velox, um pacote. Me foi informado o valor da assinatura do fixo + o valor da velox (o plano fale 230 minutos + velox 10Mg). Dois a três dias depois me ligam agendando a instalação da linha e até a instalação foi tudo perfeito. Tava tudo uma maravilha. Atendimento rápido e serviço muito bom. Depois de uns 2 ou 3 dias novamente me ligam da OI para agendar a instalação da Velox. Data agendada e dia seguinte me ligam para me informar o login e senha da UOL e pediram para anotar: LOGIN E SENHA + O NOME - PROVEDOR DE ACESSO BANDA LARGA VELOX UOL START NACIONAL - VALOR DE R$ 16,90. Logo em seguida falou que a OI estava com uma parceria com a UOL e que para eu ter o direito de usar minha internet eu teria que assinar esse provedor por no mínimo 3 meses, para eu poder ter a autenticação do meu modem e depois desses 3 meses eu poderia cancelar. Depois me perguntou qual a data de vencimento que seria ideal para mim.então perguntei: "Ora, mas quando eu solicitei o fixo + a 6

7 banda larga não foi informado que eu teria que assinar um provedor de acesso para eu ter a minha internet. Sou obrigada a adquirir esse produto?". E a resposta: "Não senhora, a senhora não é obrigada, mas para utilizar a internet precisa ter um provedor de acesso". Logo perguntei se existia então algum provedor gratuito, já que na venda da banda larga não tinham me informado sobre esse provedor e disse que eu não tinha condições de pagar mais nada por esse plano.a atendente que estava falando comigo disse que não e me passou para um rapaz chamado Davison, cujo se identificou de supervisor. E ele foi bem claro que para eu ter direito a utilizar a minha internet eu teria que assinar esse plano da UOL. Se eu não tenho como utilizar minha internet sem o provedor de acesso PAGO, então eu sou OBRIGADA a contratar esse serviço, não é mesmo? Isso se chama de PRÁTICA ABUSIVA! Na cartilha do consumidor diz: " Art. 39º, CDC: Existem muitas coisas que o fornecedor não pode fazer, porque são proibidas por lei. Aqui estão algumas delas: 1. O fornecedor não pode condicionar a venda de um produto à compra de outro produto, ou seja, para levar um produto, você não pode ser obrigado a comprar outro, por exemplo, para levar o pão, você tem de comprar um litro de leite. Isto se chama VENDA CASADA e é proibido por lei. É [editado pelo Reclame Aqui]: Lei nº 8.137/90, art. 5º, II". Ou seja, até agora estou sem internet e a visita do técnico que foi agendada para a instalação não veio e mais ninguém da OI me ligou. Então, é direito meu adquirir a internet com acesso gratuito, pois a venda casada é [editado pelo Reclame Aqui] contra o consumidor. (Grifou-se) Adquiri um plano de internet 3G da Oi e pela minha surpresa a UOL recebeu essa informação e esta me contatando para assinar o pacote de conteúdos UOL, se não bastasse meus dados cadastrais ficar rodando por ai a UOL estava me pressionando a fechar assinatura deles alegando que sem isso o modem de internet 3G não funcionaria... Querer vender tudo bem agora enganar pra vender ai alem de imoral é ilegal. UOL e OI mostrando ai uma parceria para enganar os consumidores, abram o olho. (Grifou-se) Prezadas Senhoras, Prezados Senhores, Vou informar o Show que esta empresa Oi Velox fez comigo e com minha família: Confesso que anteriormente estava conformado com a velocidade de 500Kbps que chega em casa, já que a velocidade de 600Kbps que pagamos nunca chegou aqui. E nunca ouvi dizer que chegou em algum lugar. Talvez a falta de Políticos que queiram trabalhar realmente contra os exploradores esteja em falta neste lugar. No dia 04/10/11 às 11h20min o pessoal da Oi Velox ligou aqui pra casa e me ofereceu uma velocidade de 1 Mbps (1 mega) e como já haviam ligado anteriormente e já haviam me explicado a promoção, acabei caindo na besteira de fazer o plano de 1 mega, isso porque era uma boa promoção.."antes" eu pagava R$ 39,90 pelo Velox de 600Kbps e agora com esta grande promoção eu pagaria os mesmos R$ 39,90 PELA VELOCIDADE DE 1 MEGA..Mas com uma condição: Eu teria que assinar a UOL porque senão a Internet de 1 mega não funcionaria. E mais.. o Valor da UOL já estaria embutido nestes R$ 39,90. Seria: R$ velox 7

8 R$ uol que dariam no total os 39,90. Então fechei negócio. O Protocolo do Oi atendimento é Repetindo o número eu conferi e é este mesmo. (eu sempre confiro - o número que passaram foi este.) Mesmo porque eu já sou desconfiado com a Oi..PASSADOS 10 DIAS DE ESPERA ANCIOSA PELA SUPER VELOCIDADE resolvi ligar pra lá pra saber o porque de tanta demora. Dia 14/10/11 Liguei novamente às 09:10: Protocolo: RESPOSTA DA OI: Não existe solicitação de mudança de velocidade. ACREDITEM eles disseram que não existia pedido de mudança de nada, não há pedido de mudança de velocidade!.mas A UOL meus caros amigos, parceira da velox, estou pagando!!! dá pra acreditar numa coisa dessas?.assim que fiz a assinatura de 1 mega, como prometido, a UOL ligou pra mim e eu fiz a assinatura..liguei de novo pra Velox às 09:40:, não conseguia acreditar nisso: Protocolo: Resposta: NÃO EXISTE SOLICITAÇÃO de velocidade, E O NUMERO DE PROTOCOLO INFORMADO no dia 04/10/11 NÃO EXISTE. n ã o e x i s t e..então pra finalizar LIGUEI PARA A UOL e cancelei a UOL. NÃO É NECESSÁRIO PAGAR UOL E NEM PROVEDOR NENHUM PRA SE CONECTAR NO VELOX. se não sabia, FIQUE SABENDO AGORA. Não é preciso pagar provedores (uol, terra, ig etc..) pra se conectar na VELOX. NÃO PAGUE! eles são obrigados a te darem um grátis da oi pra você se conectar. é lei (ANATEL).Eu não sei ainda o interesse da Oi em querer todo mundo pagando UOL, ainda não sei o que está acontecendo, talvez mais tarde queiram apresentar um relatório dizendo que o Brasil inteiro prefere com provedor, sei lá. Ou talvez querem as pessoas pagando provedor pra mascarar a DESNECESSIDADE de provedores. Fiquem atentos. Pátria Amada Brasil! Sinceramente não espero resposta da empresa, mesmo porque esta augusta empresa NUNCA responde. então só me resta a dizer NÃO UTILIZE OS SERVIÇOS VELOX..Se for usar GRAVE AS LIGAÇÕES. Não adianta anotar protocolo, bobagem, se eles quiserem o protocolo simplesmente SOME!.Estou pensando em.. com alguns advogados e amigos de reclamação a possibilidade de um processo. Talvez um grande processo em conjunto. o que acham? Agradeço a equipe do "Reclame Aqui" Abração. 8

9 Veja-se o número significativo de entradas relacionadas ao fato, quando se pesquisa no site reclameaqui.com.br pelos termos UOL e Velox: Pelo respectivo teor, as reclamações tratam exatamente do engodo de que trata o caso em tela. 9

10 DA FUNDAMENTAÇÃO a) Da violação ao dever de informar no momento da oferta Por preceito constitucional, o consumidor tem o direito a receber especial proteção do Estado, havendo o Código Brasileiro de Defesa do Consumidor reconhecido a sua vulnerabilidade e conferindo devida tutela ao equilíbrio da relação de consumo e à boa-fé objetiva. 10

11 Como forma de concretização dos princípios expostos, atenta-se à importância da transparência no mercado de consumo, cuja realização é permitida pelo direito básico dos consumidores à informação clara, adequada e correta sobre os serviços comercializados, nos moldes dos arts. 6º, inciso III, e 31, do Código de Defesa do Consumidor. Nesse sentido, o art. 31 dispõe sobre o dever de informação dos fornecedores, no âmbito das ofertas: Art. 31. A oferta e apresentação de produtos ou serviços devem assegurar informações corretas, claras, precisas, ostensivas e em língua portuguesa sobre suas características, qualidades, quantidade, composição, preço, garantia, prazos de validade e origem, entre outros dados, bem como sobre os riscos que apresentam à saúde e segurança dos consumidores. (Grifou-se) Visa o supracitado dispositivo assegurar ao consumidor, em um momento pré-contratual, o acesso a informações que lhe permitam realizar um ato de consumo consentido e livre. É o que ensina Antônio Herman de Vasconcellos, ao tratar da fase pré-contratual nas relações de consumo: Isso porque, sem a informação adequada através da oferta, a informação contratual corre o risco de chegar tarde demais. E é na fase pré-contratual que a decisão do consumidor é efetivamente tomada. Daí a importância de sua informação suficiente ainda nesse estágio. (GRINOVER, Ada Pellegrini...[et al.].código Brasileiro de Defesa do Consumidor, Comentado pelos Autores do Anteprojeto. 9 a edição. Rio de Janeiro: Forense Universitária, p. 602).(Grifou-se) No caso em tela, a conduta da empresa ré opera em completo arrepio às referidas normas de consumo. 11

12 A UOL, através de suas ofertas por telemarketing, descumpre o dever legal à prestação de informações corretas sobre o serviço ofertado, utilizando-se, ao extremo oposto do preceito consumerista, de dados inverídicos e fraudulentos para induzir o consumidor à efetivação do contrato. Desse modo, ao manipular a veracidade dos fatos ao seu benefício, furta dos consumidores a voluntariedade de sua decisão, acabando eles por contratar, em erro, os serviços da ré e arcando com seus desnecessários encargos financeiros, o que, por sua vez, constitui violação ao direito básico de consumo a efetiva prevenção de danos patrimoniais, previsto no art. 6º, inciso VI, do CDC. b) Da publicidade e oferta enganosa Como visto, a UOL faz uso da prática de telemarketing para apresentar e ofertar os seus serviços, precipuamente como provedora de acesso à internet. Ocorre que, à luz das melhores e mais atuais orientações doutrinárias, se confundem, hodiernamente, as figuras da oferta e da publicidade, de forma que não se pode afastar o caráter publicitário do recurso comercial utilizado pela ré. A oferta, nesse sentido, não pode ser restrita a sua concepção clássica e engessada por requisitos específicos 12

13 de existência. À luz da evolução doutrinária e jurisprudencial, tal acepção foi afastada, prevalecendo aquela mais adequada ao mercado de massa e ao direito consumerista, conforme ensina Antônio Herman de Vasconcellos e Benjamin: Oferta, em tal acepção, é sinônimo de marketing, significando todos os métodos, técnicas e instrumentos que aproximam o consumidor dos produtos e serviços colocados a sua disposição no mercado pelos fornecedores. Qualquer uma dessas técnicas, desde que suficientemente precisa, pode transformar-se em veículo eficiente de oferta vinculante (Grifou-se) (GRINOVER, Ada Pellegrini [et al]. Código de Defesa do Consumidor: Comentado pelos Autores do Anteprojeto. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1998 pág. 213). Por esse viés, entende a doutrina que a publicidade, como técnica de apresentação coletiva de produtos e serviços, não se afasta das atividades abarcadas pelo conceito moderno de oferta: Vê-se, então, que a oferta, nesse sentido moderno, abrange não apenas as técnicas de indução pessoal, como ainda outras mais coletivas e difusas, entre as quais estão as promoções de vendas e a própria publicidade. (Grifou-se) (Ibidem, pág. 213). publicitária: Portanto, fala-se, atualmente, em oferta Hoje, diversamente, a melhor doutrina e jurisprudência reconhecem ser normal que se reconheça à publicidade um valor contratual, mesmo que o documento publicitário precise que nada mais tem que um valor indicativo e que não se constitui em um documento contratual (Grifou-se) (Ibidem, pág. 212). 13

14 Nesse diapasão, o Código de Defesa do Consumidor manifesta clara aversão à publicidade enganosa, cujo conceito esclarece o art. 37, 1º, do CDC, in verbis: Art. 37. É proibida toda publicidade enganosa ou abusiva. 1 É enganosa qualquer modalidade de informação ou comunicação de caráter publicitário, inteira ou parcialmente falsa, ou, por qualquer outro modo, mesmo por omissão, capaz de induzir em erro o consumidor a respeito da natureza, características, qualidade, quantidade, propriedades, origem, preço e quaisquer outros dados sobre produtos e serviços. (Grifou-se) Pelo supracitado dispositivo legal, resta evidente que a conduta adotada pela UOL constitui verdadeira publicidade enganosa, vez que os consumidores recebem ligação de operadores de telemarketing que os induzem a crer que o serviço de telecomunicações contratado depende do provedor UOL para sua fruição. Ademais, o fornecedor tem também a obrigação de transmitir informações verídicas em suas ofertas: Art. 31. A oferta e apresentação de produtos ou serviços devem assegurar informações corretas, claras, precisas, ostensivas e em língua portuguesa sobre suas características, qualidades, quantidade, composição, preço, garantia, prazos de validade e origem, entre outros dados, bem como sobre os riscos que apresentam à saúde e segurança dos consumidores. O que se observa, por conseguinte, é o uso de argumentos falsos, repassados por oferta comercial de caráter publicitário e destinados a transmitirem informações inverídicas sobre um serviço, com o objetivo induzir sua contratação. Trata-se, por conseguinte, de conduta expressamente repudiada pelas regras e princípios que regem as relações de consumo. 14

15 b) Da onerosidade excessiva A conduta ilícita em comento ainda importa em onerosidade excessiva aos consumidores que porventura adquiram, sob argumentos e informações falsas, o serviço de acesso à internet da UOL, vez que devem arcar com os valores pela sua prestação, os quais são debitados diretamente de sua conta bancária. Nota-se que o Código de Defesa do Consumidor manifesta clara aversão à vantagem excessiva que possa ser concretizada em desfavor dos destinatários finais de produtos e serviços. Tal é o reconhecimento desse fenômeno, que a norma consumerista conferiu-o status de prática abusiva, pelo cotejo de seu art. 39, inciso V: Art. 39. É vedado ao fornecedor de produtos ou serviços, dentre outras práticas abusivas: IV exigir do consumidor vantagem manifestamente excessiva; Todavia, o dispositivo legal supramencionado não é elucidativo quanto à abrangência do que seria entendido como vantagem excessiva, de forma que se mostra necessário um trabalho hermenêutico para se extrair um sentido prático do texto em controvérsia. Benjamin: Nesse sentido, esclarece Antônio Herman V. 15

16 Mas o que vem a ser a vantagem excessiva? O critério para o seu julgamento é o mesmo da vantagem exagerada (art. 51, 1º). Aliás, os dois termos não são apenas próximos são sinônimos. (BENJAMIN, Antônio Herman V., Manual de Direito do Consumidor/Antônio Herman V. Benjamin, Claudia Lima Marques, Leonardo Boscoe Bessa 2. Ed. rev., atual. e ampl. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, Pg. 223). Portanto, encontra-se na seção de cláusulas contratuais abusivas, uma maior precisão para o entendimento do que venha a ser a vantagem excessiva, aqui tratada como vantagem exagerada, nos moldes do art. 51, 1º, que dispõe: Art. 51. (...) 1º. Presume-se exagerada, entre outros casos, a vantagem que: I ofende os princípios fundamentais do sistema jurídico a que pertence; II restringe direitos ou obrigações fundamentais inerentes à natureza do contrato, de tal modo a ameaçar seu objeto ou equilíbrio contratual; III se mostra excessivamente onerosa para o consumidor, considerando-se a natureza e conteúdo do contrato, o interesse das partes e outras circunstâncias peculiares ao caso. (Grifou-se) Destarte, infere-se que a vantagem excessiva, na relevância do art. 39 do CDC, pode ser verificada em situações de significativa onerosidade ao consumidor, uma vez que se tenha em consideração os critérios estabelecidos no inciso III supracitado. Voltando-se para o caso em tela, resta evidente a configuração da prática abusiva em comento, em decorrência do encargo financeiro suportado por consumidores que contratem serviços ofertados de forma enganosa e ilícita, à luz dos preceitos legais de defesa do consumidor. Cumpre atentar, ainda, que a conduta em comento propicia o enriquecimento sem causa da empresa ré, vez que 16

17 aufere valores ilicitamente obtidos e implicando, também por isso, ofensa ao equilíbrio dos direitos e obrigações contraídos pelas partes. com justiça que, in verbis: Nelson Nery Júnior, neste aspecto, preleciona a onerosidade excessiva pode propiciar o enriquecimento sem causa, razão por que ofende o princípio da equivalência contratual, princípio esse instituído como base das relações jurídicas de consumo (art. 4 o, n.º III e art. 6 o, n.º II, CDC) (GRINOVER, Ada Pellegrini...[et al.].código Brasileiro de Defesa do Consumidor, Comentado pelos Autores do Anteprojeto. 9 a edição. Rio de Janeiro: Forense Universitária, p. 602).(Grifou-se) Portanto, trata-se, no caso em controvérsia, de gritante desconformidade às normas consumeristas pela conduta danosa aos consumidores em virtude de prática abusiva adotada pela fornecedora ré. d) Os danos materiais e morais individuais e coletivos Nesse cenário, a conduta da ré tem o condão de gerar aos consumidores danos de natureza material e moral, individual e coletivo. Os danos individuais são cabíveis uma vez que a ação civil pública tem como um de seus fundamentos a economia processual seguindo o princípio do máximo benefício da tutela coletiva, possibilitando que após a sentença de mérito os consumidores lesados possam ingressar no processo para obter ressarcimento dos prejuízos que comprovarem através da liquidação individual prevista no artigo

18 No que tange aos danos morais coletivos, esses não só encontram previsão legal, como também já vem sendo admitido pelos tribunais. A natureza dos danos morais coletivos difere dos individuais, uma vez que estes se configuram com a lesão a um dos direitos da personalidade, ao passo que aqueles têm caráter pedagógico e preventivo. Tais diretrizes já vêm sendo adotadas pelos tribunais sempre que existente a necessidade de se coibir condutas ilícitas que geram às empresas lucratividade por quantidade de atingidos, gerando aos fornecedores excessivo lucro em detrimento dos indefesos consumidores. Exatamente o caso dos autos, em que a ré aumentou seu faturamento mantendo, por meios fraudulentos, em erro os consumidores. Certamente, se soubessem das reais características dos serviços oferecidos pela ré, inúmeros consumidores não os teriam contratado. Inúmeros, certamente há muito mantém a assinatura, ignorantes da sua desnecessidade. Vê-se, nesse sentido, que tal prática merece ser reprimida através da aplicação direta da teoria do desestímulo com a condenação por danos morais coletivos. A majoração dos danos morais coletivos com fundamento nessa teoria tem o condão não somente de evitar condutas repetitivas, mas também, de retirar da ré eventuais lucros indevidos oriundos de suas condutas ilícitas. Mostra-se, 18

19 portanto, justo, pois nem as rés auferirão vantagem indevida, nem os consumidores serão ressarcidos a mais do que deveriam, sendo, portanto, medida razoável e proporcional. Vale ressaltar que a função pedagógica do dano moral vem sendo cada vez mais aplicada no ordenamento pátrio a exemplo do Enunciado 379 da IV Jornada de Direito Civil: Enunciado Art O art. 944, caput, do Código Civil não afasta a possibilidade de se reconhecer a função punitiva ou pedagógica da responsabilidade civil. (grifou-se). O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro também vem adotando esta teoria, conforme provimento da apelação interposta pelo Ministério Público contra sentença de improcedência do pedido de dano moral coletivo: APELACAO DES. JOSE GERALDO ANTONIO - Julgamento: 16/02/ SETIMA CAMARA CIVEL AÇÃO CIVIL PÚBLICA - PRELIMINARES DE ILEGITIMIDADE PASSIVA E CERCEAMENTO DE DEFESA REJEITADAS - ADULTERAÇÃO DE COMBUSTÍVEL PARTICIPAÇÃO DA SEGUNDA APELANTE NÃO COMPROVADA DANO MATERIAL A SER APURADO EM LIQUIDAÇÃO DE SENTENÇA - DANO MORAL COLETIVO - POSSIBILIDADE FIXAÇÃO - RAZOABILIDADE/PROPORCIONALIDADE -PRECEDENTES JURISPRUDENCIAIS. O Juiz é o destinatário da prova, incumbindo-lhe avaliar e decidir sobre a necessidade ou não da sua produção, nos termos dos Art. 130 e 131 do CPC.Os estabelecimentos que comercializam combustíveis adulterados possuem legitimidade para figurar no pólo passivo da ação civil pública. É dever dos fornecedores do produto disponibilizar no mercado produtos que observem as normas estabelecidas pelo órgão regulador. A Lei nº 7347/85 prevê a possibilidade de ação civil pública de responsabilidade por danos morais e materiais, sendo admissível seu ressarcimento coletivo. Desprovimento do primeiro e terceiro recursos e provimento do segundo. (grifouse). 19

20 Justiça: Há precedentes, inclusive do Superior Tribunal de DANO MORAL COLETIVO. PASSE LIVRE. IDOSO. A concessionária do serviço de transporte público (recorrida) pretendia condicionar a utilização do benefício do acesso gratuito ao transporte coletivo (passe livre) ao prévio cadastramento dos idosos junto a ela, apesar de o art. 38 do Estatuto do Idoso ser expresso ao exigir apenas a apresentação de documento de identidade. Vem daí a ação civil pública que, entre outros pedidos, pleiteava a indenização do dano moral coletivo decorrente desse fato. Quanto ao tema, é certo que este Superior Tribunal tem precedentes no sentido de afastar a possibilidade de configurar-se tal dano à coletividade, ao restringi-lo às pessoas físicas individualmente consideradas, que seriam as únicas capazes de sofrer a dor e o abalo moral necessários à caracterização daquele dano. Porém, essa posição não pode mais ser aceita, pois o dano extrapatrimonial coletivo prescinde da prova da dor, sentimento ou abalo psicológico sofridos pelos indivíduos. Como transindividual, manifesta-se no prejuízo à imagem e moral coletivas e sua averiguação deve pautar-se nas características próprias aos interesses difusos e coletivos. Dessarte, o dano moral coletivo pode ser examinado e mensurado. Diante disso, a Turma deu parcial provimento ao recurso do MP estadual. REsp RS, Rel. Min. Eliana Calmon, julgado em 1º/12/2009.(grifos nossos). e) Os pressupostos para o deferimento da liminar PRESENTES AINDA OS PRESSUPOSTOS PARA O DEFERIMENTO DE LIMINAR, quais sejam, o fumus boni iuris e o periculum in mora. O fumus boni iuris encontra-se configurado, já que a ré vem desrespeitando a lei de defesa do consumidor, não só pela manutenção de prática que desrespeita o dever de informação pelos fornecedores de produtos e serviços, bem como por constituir verdadeira publicidade enganosa. Tal pode ser aferido pela a análise do Inquérito Civil nº 070/2011, que contém diversas reclamações que atestam a conduta abusiva em apreço, além de constar 20

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