Pesquisador Cien.fico Dr. LUIS ALBERTO AMBRÓSIO

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1 Centro de Análise e Pesquisa Tecnológica do Agronegócio Bovinos de Leite Instituto de Zootecnia Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo Pesquisador Cien.fico Dr. LUIS ALBERTO AMBRÓSIO

2 Centro de Análise e Pesquisa Tecnológica do Agronegócio Bovinos de Leite Instituto de Zootecnia Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo Resiliência dos sistemas de produção de bovinos de leite aos distúrbios das mudanças climá8cas: Enfoque de capitais. Pesquisador Cien.fico Dr. LUIS ALBERTO AMBRÓSIO

3 O que é resiliência? RESILIÊNCIA Ø A resiliência é o potencial de um arranjo parfcular de um sistema de produção para manter sua estrutura e função quando ocorre um distúrbio. Ø E, é a capacidade dos sistemas para se reorganizarem (adaptar) conforme mudam os distúrbios. IPCC: Atributos de sistemas resilientes: Persistência funcional, auto- organização e aprendizagem social.

4 RESILIÊNCIA Qual a importância da resiliência? Explorar o conceito de resiliência possibilita compreender e planejar melhor as ações em busca da sustentabilidade dos sistemas de produção de leite. No Estado de São Paulo, os distúrbios provocados pelas mudanças climáfcas nos sistemas de produção de leite deixou de ser uma ameaça distante e passou a ser uma ameaça no presente, no horizonte temporal da pesquisa.

5 RESILIÊNCIA DO QUE, PARA O QUE? Qual sistema? - Produção de leite, carne ou ambos (dupla apfdão)? - Estrutura dos Cinco Capitais (Humano, Social, Físico, Financeiro e Natural). - Funções interligadas. - Localização. Quais Distúrbios? - Mudanças climá8cas. - VolaFlidade dos preços dos produtos. - Aumentos nos custos de produção. - Pressão sobre o uso da terra. - Pressão sobre o uso dos recursos hídricos. - Efeitos cruzados. Qual direção? - Cenários diversos devido as grandes e múlfplas incertezas. - Enfoque ParFcipaFvo: produtores e outras partes interessadas da sociedade. - Gestão de comunicação: Acesso à informação. - Aprender com as experiências. - Inovação com adoção de tecnologias resilientes.

6 Resiliência dos sistemas de produção de leite aos distúrbios das mudanças climáfcas. PROBLEMA: Quais são os Fpos de sistema de produção (estrutura de capitais) que abastecerão a demanda crescente por leite em situações de pressão por áreas culfváveis, alta volaflidade dos preços, custos elevados e eventos climáfcos extremos? Existem tecnologias de produção e manejo de rebanho que contribuem para o aumento da resiliência dos sistemas de produção de leite aos distúrbios das mudanças climáfcas? Como medir e quanfficar a resiliência dos sistemas de produção de leite aos distúrbios das mudanças climáfcas? Quais são os distúrbios climáfcos relevantes para os sistemas de produção de leite? ESTRUTURA LÓGICA.

7 Os biomas englobam animais e vegetação existentes em um dado clima. Supõe-se que os sistemas de produção de leite estão adaptados a estes padrões.

8 MUDANÇAS CLIMATICAS E CLASSIFICAÇÃO CLIMÁTICA Estado de São Paulo

9 MUDANÇAS CLIMATICAS E CLASSIFICAÇÃO CLIMÁTICA Estado de São Paulo

10 MUDANÇAS CLIMATICAS E CLASSIFICAÇÃO CLIMÁTICA Estado de São Paulo Aw Cfa Cwa CZ

11 MUDANÇAS CLIMATICAS E CLASSIFICAÇÃO CLIMÁTICA Estado de São Paulo Aw Cfa Cwa CZ

12 MUDANÇAS CLIMATICAS E CLASSIFICAÇÃO CLIMÁTICA Estado de São Paulo Cwa

13 MUDANÇAS CLIMATICAS E CLASSIFICAÇÃO CLIMÁTICA Estado de São Paulo

14 MUDANÇAS CLIMATICAS E CLASSIFICAÇÃO CLIMÁTICA Estado de São Paulo

15 MUDANÇAS CLIMATICAS E CLASSIFICAÇÃO CLIMÁTICA Estado de São Paulo

16 MUDANÇAS CLIMATICAS E CLASSIFICAÇÃO CLIMÁTICA Estado de São Paulo

17 MUDANÇAS CLIMATICAS E CLASSIFICAÇÃO CLIMÁTICA Estado de São Paulo

18 EFEITOS DOS DISTÚRBIOS CLIMÁTICOS NA BOVINOCULTURA LEITEIRA Mudanças climáfcas no Estado de São Paulo. Pontos chaves - CENÁRIOS CAPTA Bovinos de Leite. v O aumento da temperatura. Inverno mais quente, noites mais quentes. v Mudanças na precipitação: Aumento e diminuição da precipitação anual, com distribuição mais irregular. v O aumento da intensidade de eventos de precipitação: mais inundações e mais secas prolongadas. v Aumento do Indice de Temperatura e Umidade ITU. v O aumento da concentração de dióxido de carbono na atmosfera.

19 ENTENDENDO A COMPLEXIDADE DO SISTEMA DE PRODUÇÃO DE LEITE: Aplicando o enfoque da dinâmica dos estoques dos Cinco Capitais. CAPITAL HUMANO CAPITAL SOCIAL CAPITAL NATURAL CAPITAL FÍSICO CAPITAL FINANCEIRO

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21 CAPITAL FÍSICO Sistema de produção de leite. Ø Barragens de represas, terraceamentos, pontes, estradas, galpões, cercas, linhas de transmissões elétricas, meios de transporte, pastos, capineiras, canavial forrageiro etc. DISTÚRBIOS CLIMÁTICOS: Capital gsico foi projetado para as condições climáfcas do passado e não do futuro. A vida úfl das infraestruturas e os custos de manutenção e reparos apresentam grande risco de serem afetados por eventos climáfcos extremos. Melhorar o planejamento de invesfmento em infraestrutura para mifgar os danos potenciais no capital gsico.

22 EFEITOS DE EVENTOS CLIMÁTICOS SOBRE O CAPITAL FÍSICO hkp://nofcias.terra.com.br/ hkp://www.esperancafm.com.br/

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24 EFEITOS DE EVENTOS CLIMÁTICOS SOBRE O CAPITAL NATURAL ÁGUA SOLO Biodiversidade: aumento de pragas, patógenos, plantas daninhas. Influência nas Reservas florestais, componentes arbóreos. Fotos: Davi Ribeiro/Folhapress

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26 EFEITOS DE EVENTOS CLIMÁTICOS SOBRE O CAPITAL FINANCEIRO Enchente matou 500 animais Itajai, hkp://www.portaldoagronegocio.com.br/nofcia/ governo- diz- que- seca- ainda- nao- causou- danos Aumento dos gastos com ração. Aumento dos emprésfmos bancários. Aumento na inadimplência dos pecuaristas.

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28 Os efeitos dos fenômenos climá8cos extremos sobre o Capital Humano. O objefvo é o bem estar das pessoas. A resiliência dos seres humanos é um estado dinâmico que varia para cada pessoa durante toda a vida.

29 EFEITOS DE EVENTOS CLIMÁTICOS SOBRE O CAPITAL HUMANO ObjeFvo = Bem- estar das pessoas Ø Os fatores de resiliência internos, bem como fatores do ambiente influenciam resiliência individual. Ø A resiliência não é um estado estacionário em um indivíduo. Ø A capacidade de ser resiliente varia para cada pessoa ao longo da vida.

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31 EFEITOS DE EVENTOS CLIMÁTICOS SOBRE O CAPITAL SOCIAL hkp://www.fliasnews.com/ CAMINHÃO DE LEITE NÃO CONSEGUE CHEGAR ÀS FAZENDAS EM RUBIATABA, GO. PONTES TÊM MAIS DE 50 ANOS E NUNCA FORAM REFORMADAS, DIZEM PRODUTORES. hkp://cabresto.blogspot.com.br/ Capital social é fonte de resiliência para os sistemas sócio- ecológicos se adaptarem às mudanças. Perda de confiança nas lideranças e insftuições. Mais laços de ligação menos laços de ponte entre comunidades.

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33 EFEITOS DE EVENTOS CLIMÁTICOS SOBRE OS BOVINOS LEITEIROS Estresse Animal devido ao Calor e Umidade: - Reduz o crescimento, reprodução e produção leite. - Aumento dos custos de climafzação e enriquecimento ambiental. Fonte: LUCIANDRA MACEDO DE TOLEDO CAPTA BOVINOS DE LEITE

34 Efeito na biodiversidade do Sistema de Produção de Leite. Pragas de insetos: Um número maior, com aumento da resistência a insefcida. Maior risco de adaptação de patógenos de plantas e animais provenientes do exterior. Mudanças na resposta patógeno- hospedeiro nas forrageiras e nos animais. Medidas de controle culturais (rotação, vazio sanitário) podem ser menos confiáveis. Eventos extremos pode espalhar sementes de plantas daninhas com maior vigor e resistência a herbicidas.

35 Efeitos e sensibilidade nos componentes dos Sistemas de Produção de Leite no Estado de São Paulo. Produção de Alimentos, grãos e forragem: - QuanFdade e Qualidade irão Diminuir, - Produção com aumento de Custo. Ø Milho: temperaturas noturnas elevadas, altas temperaturas durante a polinização, o estresse hídrico. Ø Soja: estresse hídrico, altas temperaturas. Ø Pasto: estresse hídrico curva de crescimento e produção de forragem.

36 Construindo a resiliência Ø Uma melhor compreensão das funções dos cinco capitais. Ø Entender as exposições potenciais de eventos extremos. Ø Concentrar nos eventos extremos, bem como nas alterações médias. Ø Entender as sensibilidades de cada componente do sistema e suas interações. Ø Definir os limites crífcos e as interações. Ø Aperfeiçoar a capacidade adaptafva. Ø Sistemas resilientes: Cultura, Rebanho e Trabalhadores prontos para responderem aos distúrbios. Ø Quanto melhor o tratamento dado a incerteza e risco climáfco e a adaptação, melhor a tomada de decisão e a formulações de polífcas. Ø Potenciais impactos são reais, mas inerentemente incertos.

37 Necessidades das pesquisas sobre Resiliência. ü Informações sobre as projeções climáfcas de curto prazo e de longo prazo. ü Informações sobre a representação do clima em escala regional. ü Usar modelos atualizados e com capacidade de manipulação dos fatores do ecossistema. ü Analisar as interações entre os cinco capitais. ü Compreender os processos básicos com enfoque de sistemas: Dinâmica, Retroalimentações, Interações e Demoras nas respostas e nos efeitos. ü Pesquisar e monitorar os sistemas de produção atuais resilientes. ü Construir sistemas experimentais resilientes, ü Indicadores de adaptação de animais e culturas. ü Melhores prá8cas para a conservação do solo, água e biodiversidade. ü Promover o enriquecimento ambiental visando o bem- estar animal. ü Gerenciar para aumentar a capacidade de adaptação em escalas de campo, fazenda e bacia hidrográfica. Em geral resultam em pesquisas dependentes de grande quan8dade de dados em escalas temporal e

38 MODELAGEM DA DINÂMICA DA RESILIÊNCIA DOS SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE LEITE MODELAGEM APLICANDO A DINÂMICA DE SISTEMAS Hipótese de trabalho A dinâmica da resiliência dos sistemas de produção de leite depende da disponibilidade, em termos de quanfdade e qualidade dos cinco capitais: humano, social, gsico, financeiro e natural; e da integração destes afvos (estoques) na propriedade leiteira.

39 CONSTRUÇÃO DE MODELO CONCEITUAL. Modelo conceitual simples da resiliência que tem um ciclo de retroalimentação negafvo sujeito a um distúrbio climáfco.

40 Modelo de Resiliência de Primeira Ordem (a) Diagrama de ciclo causal do Modelo Conceitual de Resiliência de Primeira Ordem, Ciclo de Balanço (B1). Nos retângulos destacam-se as variáveis estado. (b) Padrão de referência do comportamento dinâmico da resiliência, gráfico com traços hipotéticos para exemplificação do padrão de referência.

41 Modelo de Resiliencia de Primeira Ordem com Estoque de capitais

42 Modelo de Resiliência de Segunda Ordem

43 Modelo de Resiliencia de Segunda Ordem: Ciclo de Reforço (R)

44 Modelo de Resiliencia de Terceira Ordem

45 Modelo de Resiliência de Terceira Ordem e Ciclos de Reforços (Rj) (Rj)

46 Distúrbios Climá8cos Ciclo de Reforço simplificado da resiliência dos sistemas de produção de leite aos distúrbios climáfcos. Tendo como indicadores da resiliência o desempenho do sistema, os níveis dos estoques dos capitais e os índices de resiliência baseados em suas relações.

47 Distúrbio Climá8co Distúrbio Climá8co Capital Natural Capital Natural Capital Natural Capital Físico Capital Físico Capital Físico Estoques Capital Financeiro Capital Humano Capital Social Estoques Capital Financeiro Capital Humano Capital Social Estoques Capital Financeiro Capital Humano Capital Social Estabilidade Resiliência 1ª ordem Resiliência 2ª ordem t 0 t 1 t 2 Indicador de Resiliência (R), para os j capitais (K): R= j=1 5 [ t=0 t=1 ( K j ( t 0 ) w j K j ( t 1 ) d t + t=1 t=2 ( K j ( t 1 ) w j K j ( t 2 ) d t ]

48 Modelo Computacional Resiliência So ware: SIMILE Dinâmica de Sistemas

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50 Resiliência Nível 3: Aprender com a simulação dos cenários de mudanças climáfcas.

51 Para simplificar a modelagem computacional, inicialmente, serão modelados separadamente os subsistemas de propriedade leiteira: Nutrição, Comportamento animal, ReproduFvo, Saúde dos animais, Econômico e Social. MODELAGEM MODULAR

52 PROGRAMA DE PESQUISA INSTITUCIONAL Centro de Análise e Pesquisa Tecnológica do Agronegócio Bovinos de Leite Instituto de Zootecnia Resiliência dos sistemas de produção de LINHAS DE PESQUISA: bovinos leiteiro. Ambiência e enriquecimento ambiental. Comportamento e bem- estar animal. Sanidade e qualidade do leite. Reprodução e bem- estar animal. Sistema semi- intensivo de produção de leite Raça holandesa. Sistema de produção de leite orgânico Raça holandesa. Sistema de produção de leite Melhoramento genéfco Raça Gir leiteiro. Sistema silvo- pastoril de produção de leite Mogno africano (InsFtuto Zootecnia). Sistema silvo- pastoril de produção de leite Mogno brasileiro (InsFtuto Zootecnia). Modelagem da resiliência dos sistemas de produção de bovinos leiteiro.

53 EXTENSÃO - EDUCAÇÃO ü Reunião mensal com produtores de leite da região de Nova Odessa SP. ü Curso de Pós- graduação nível de mestrado do InsFtuto de Zootecnia. ü Cursos de modelagem dos problemas dos sistemas de produção de leite, usando Dinâmica de Sistemas. INFORMAÇÕES Ins8tuto de Zootecnia: PqC. Ambrósio:

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