A PRESENÇA INDÍGENA NA CONSTITUIÇÃO DA IDENTIDADE BRASILEIRA Renata Baum Ortiz 1

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A PRESENÇA INDÍGENA NA CONSTITUIÇÃO DA IDENTIDADE BRASILEIRA Renata Baum Ortiz 1"

Transcrição

1 157 A PRESENÇA INDÍGENA NA CONSTITUIÇÃO DA IDENTIDADE BRASILEIRA Renata Baum Ortiz 1 Somos a continuação de um fio que nasceu há muito tempo atrás... Vindo de outros lugares... Iniciado por outras pessoas... Completado, remendado, costurado e...continuado por nós. De forma mais simples, poderíamos dizer que temos uma ancestralidade, um passado, uma tradição que precisa ser continuada, costurada, bricolada todo dia. 2 Daniel Munduruku O problema da identidade nacional no Brasil é um tema recorrente entre nós e que, de tempos em tempos, vem à tona, seja através da arte, seja através da manifestação de grupos reivindicando algo de seu que tenha sido esquecido pelo discurso instituído. Pelo visto, não foram poucos os elementos que ficaram de fora desse discurso, pois é longa a busca de uma completude do vazio, de uma identidade que sirva ao cidadão nacional como sendo a mais completa possível. E como não seria recorrente o tema se, como sabemos, a identidade do Novo Mundo, por séculos, não foi mais que um modelo baseado na figura do colonizador, branco e europeu? Como seria completa uma identidade que não tem em si a participação fundamental do negro na constituição da sua história? E ainda, como ter identidade nacional quando não se reconhece a base dessa nacionalidade em seus nativos? A identidade de um Brasil que não olha para dentro de si, que não encara seus índios como raiz da nacionalidade, que está ancorada no longínquo mar português, não poderia, realmente, estar completa. A negação dessas raízes por parte dos brasileiros não é sem razão de ser. A colonização, como sabemos e comentamos atualmente, foi um processo traumático na nossa história 3. Em Sobre a Psicopatologia da Vida Cotidiana, Freud diz que: É universalmente reconhecido que, no tocante à origem das tradições e da história legendária de um povo, é preciso levar em conta (...) que as 1 Universidade Federal do Rio Grande do Sul Rio Grande do Sul Brasil. 2 MUNDURUKU, Daniel. Em busca de uma ancestralidade brasileira. In: Revista fazendo escola. Alvorada. v. 2, ano 2002, p E na história dos colonizadores também. A consciência dos horrores da colonização aparece nas obras de afirmação das identidades das metrópoles colonizadoras como uma mancha negra na história desses países. Em A Flor do Sal (romance português publicado em 2005), a autora Rosa Lobato de Faria apresenta uma outra possibilidade de descobrimento, com a valorização dos povos nativos e a troca mútua oferecida entre descobertos e descobridores. Obras assim surgem como uma espécie de reparação através do reconhecimento da culpa pelo processo histórico da colonização, traumático para ambas as partes.

2 158 lembranças aflitivas sucumbem com especial facilidade ao esquecimento motivado (...) [apagando] da memória tudo o que seja penoso para o sentimento nacional 4. Assim, se temos tendência a esquecer das lembranças aflitivas, podemos pensar que isso aconteceu no nosso processo de formação identitária, explicando a não inclusão do povo escravizado e dominado como parte constituinte de nossa história. Isso justifica a aparição constante de questões de identidade na nossa literatura. Sobre essa afirmação da identidade presente no texto literário, Zilá Bernd diz que: As literaturas que emergem em contextos com passado colonial irão se confrontar necessariamente com a questão da afirmação identitária no seu processo de autonomização. A equação não é complicada: passado colonial gera complexo de dependência que gera crise de identidade 5. Precisamos de quase cinco séculos para que a recalcada questão do índio brasileiro surgisse a partir de uma visão outra que não a dos colonizadores. É a partir dos anos 70 que nossos índios assumem para si o título de índios antes tido como denominação dada pelos brancos e considerado pejorativo e constituem os primeiros movimentos organizados por líderes de diversas tribos, visando uma união em prol da defesa dos valores indígenas 6. Graças à organização dos membros dessas tribos, o movimento dos índios brasileiros garantiu uma série de direitos indígenas na Constituição de Segundo Gersem Luciano, essa constituição consolidou um salto histórico por estabelecer as bases da plurietnicidade do Brasil, reconhecendo expressamente as línguas indígenas e os direitos dos povos indígenas de terem seus próprios processos de educação, o que inclui a prática do bilinguismo intercultural. 7 Essa afirmação da identidade indígena por parte de seus integrantes acabou refletida na identidade brasileira como um todo. Ainda segundo Luciano, atualmente há uma consciência cada vez maior de que os povos indígenas constituem, sim, um dos pilares da sociedade brasileira 8. Tomar para si para a sua identidade as bases 4 FREUD, Sigmund. Sobre a psicopatologia da vida cotidiana, 1987, p BERND, Zilá. Literatura e identidade. In: SOUZA, Edson (org.). Psicanálise e colonização: Leituras do sintoma social no Brasil, 1999, p LUCIANO, Gersem dos Santos. O índio brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil de hoje, 2006, p Ibem, ibidem. Gersem Luciano é índio da tribo Baniwa, graduado em Filosofia pela UFAM, mestre em antropologia pela UNB e representante indígena no Conselho Nacional da Educação. 8 Idem, ibidem, p.38.

3 159 fundadoras deste país é tirar esse vazio que sobra à definição de identidade nacional brasileira. A partir desse processo de superação do trauma histórico causado pela colonização, a questão sobre a nossa ancestralidade indígena passou de assunto evitado a assunto de interesse central em estudos sobre a identidade nacional brasileira, na abordagem literária, no pensamento pedagógico a respeito da educação indígena, entre outros temas relacionados. Segundo Souza, A história da colonização no Brasil deixou marcas muito profundas, o que significa dizer que vivemos sob o efeito destes traços. Enumerá-los, descrevê-los, analisá-los tem sido um desafio e um compromisso que os brasileiros têm com sua origem 9. Compromisso que, de forma otimista ainda que não da forma excelente esperada percebemos que está sendo cumprido, seja na literatura, seja em pesquisas que exploram a história do Brasil anterior ao descobrimento, deixando claro que houve um encontro de uma nova terra habitada, e não uma descoberta de um mundo novo e inabitado 10. Zila Bernd chama atenção para a afirmação da identidade na pósmodernidade, dizendo que esta atem-se mais à recuperação dos fragmentos não ouvidos no passado (como as vozes do negro, das mulheres, dos índios, etc.) do que à recuperação das versões oficiais de nossa história. 11 Atualmente, uma das maiores fontes de narrativas com temática indígena é fruto da produção dos próprios índios brasileiros. Entre essas obras, encontra-se a de Daniel Munduruku 12. No prefácio de Histórias que eu vivi e gosto de contar, o autor fala ao jovem leitor que o livro irá apresentar as histórias que ele viveu, mas deixa também escapar um desejo maior ao dizer que este livro é também um desejo. É o desejo de acordar o povo brasileiro para suas raízes ancestrais. 13 Ler as histórias indígenas narradas pelos próprios índios é uma prova de que, se a cultura branca impôs ao índio a sua escrita, ele soube apropriar-se dessa ferramenta para o dia em que, superado o sentimento de inferioridade, pudesse dela fazer uso em 9 SOUSA, Edson. Memória Barroca. In: SOUZA, Edson (org.). Psicanálise e colonização: Leituras do sintoma social no Brasil, 1999, p Cf. FAUSTO, Carlos. Os Índios antes do Brasil. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, BERND, Zilá. Literatura e identidade. In: SOUZA, Edson (org.). Psicanálise e colonização: Leituras do sintoma social no Brasil, 1999, p Daniel Munduruku é índio da tribo Munduruku, graduado em Filosofia, professor, escritor de livros infanto-juvenis e diretor-presidente do INBRAPI. 13 MUNDURUKU, Daniel. Histórias que eu vivi e gosto de contar, 2006, p. 7.

4 160 prol da defesa de seus próprios interesses. E é isso o que tem acontecido, como nos mostra Gersem Luciano: Na longa história colonial, aprender a falar o português significava esquecer a língua indígena, assim como aprender a escrita objetivava acabar com a oralidade. Atualmente, os povos indígenas realizam uma inversão dessa história: a língua estrangeira o português é considerada uma língua a mais e a escrita é a expressão da oralidade, sem que isso tenha diminuído o sentimento de pertencimento à identidade nacional, do qual manifestamente se orgulham. 14 Daniel Munduruku alerta, sabiamente, que o mundo desenvolve um código que precisa ser compreendido. E apenas os alfabetizados nesta linguagem são capazes de fazer esta leitura. Bilíngue nas linguagens do mundo e da escrita, o autor faz questão de lembrar o motivo pelo qual aceitara viver na cidade: não deixar os códigos da floresta morrer dentro de mim 15. Indo além da atividade em movimentos indígenas, o autor inseriu-se com seu objetivo em atividades acadêmicas, conseguindo mais do que perpetuar os códigos da floresta em seu interior reapresentar esses códigos ao universo do branco, há muito ignorante dessa leitura do mundo. Voltados para o público infanto-juvenil, os livros de Daniel Munduruku trazem o universo indígena para a literatura sem qualquer tendência ilustrativa ou pedagógica, como é possível perceber no trecho que segue. Essa aventura eu vivi quando tinha entre oito e dez anos, não me lembro bem do ano, mas ela foi muito marcante. Nessa época eu vivia na aldeia e lá a gente ouvia sempre muitas histórias da boca dos mais velhos. Era muito comum e ainda hoje é assim nos reunirmos ao cair do dia. 16 No fragmento citado, o personagem-herói da narrativa não aparece caricaturado como o diferente. A narrativa é rica em elementos que permitem ao leitor construir no imaginário o ambiente descrito e perceber o personagem índio que em momento algum foi dito como tal. Apresentar esse universo de aventuras, tão caro ao gosto dos pequenos leitores, é formar, através do prazer da literatura, leitores e mais ainda cidadãos mais críticos. Conscientes das diferenças do outro, e da importância desse outro indígena na constituição da nossa identidade, talvez possamos vislumbrar um futuro onde a inclusão 14 LUCIANO, Gersem dos Santos. O índio brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil de hoje, 2006, p MUNDURUKU, Daniel. Escrita, autoria e identidade. In: Revista discutindo literatura especial. São Paulo, ano 1, n MUNDURUKU, Daniel. Histórias que eu vivi e gosto de contar, 2006, p. 11.

5 161 seja sinônimo de coexistência entre culturas diferentes e não de assimilação de uma cultura pela outra. Referências BACKES, Carmem. O fascínio da brasilidade. In: SOUZA, Eddson (org.). Psicanálise e colonização: Leituras do sintoma social no Brasil. Porto Alegre: Artes e Ofícios, BERND, Zilá. Literatura e identidade. In: SOUZA, Eddson (org.). Psicanálise e colonização: Leituras do sintoma social no Brasil. Porto Alegre: Artes e Ofícios, Literatura e identidade nacional. Porto Alegre: Editora da UFRGS, BULHÕES, Maria Amélia. Identidade, uma memória a ser enfrentada. In: SOUZA, Eddson (org.). Psicanálise e colonização: Leituras do sintoma social no Brasil. Porto Alegre: Artes e Ofícios, FAUSTO, Carlos. Os Índios antes do Brasil. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, FREUD, Sigmund. Sobre a psicopatologia da vida cotidiana. Rio de Janeiro: Imago, LUCIANO, Gersem dos Santos. O índio brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil de hoje. Brasília: MEC/UNESCO, MUNDURUKU, Daniel. Em busca de uma ancestralidade brasileira. In: Revista fazendo escola. Alvorada. v. 2, Escrita, autoria e identidade. In: Revista discutindo literatura especial. São Paulo, ano 1, n. 3.. Histórias que eu vivi e gosto de contar. São Paulo: Callis, SOUSA, Edson. Memória Barroca. In: SOUZA, Edson (org.). Psicanálise e colonização: Leituras do sintoma social no Brasil. Porto Alegre: Artes e Ofícios, 1999.

O CONTO AFRICANO NA SALA DE AULA: PROPOSTA EDUCATIVA DOS SABERES AFRICANOS E LITERÁRIOS NA SALA DE AULA

O CONTO AFRICANO NA SALA DE AULA: PROPOSTA EDUCATIVA DOS SABERES AFRICANOS E LITERÁRIOS NA SALA DE AULA O CONTO AFRICANO NA SALA DE AULA: PROPOSTA EDUCATIVA DOS SABERES AFRICANOS E LITERÁRIOS NA SALA DE AULA INTRODUÇÃO Rafael Nóbrega Araújo, graduando em História (UEPB) 1 e-mail: rafaelnobreg@hotmail.com

Leia mais

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES Introdução ao tema A importância da mitologia grega para a civilização ocidental é tão grande que, mesmo depois de séculos, ela continua presente no nosso imaginário. Muitas

Leia mais

ENTREVISTA. COM o Dr. Rildo Cosson. POR Begma Tavares Barbosa* begma@acessa.com

ENTREVISTA. COM o Dr. Rildo Cosson. POR Begma Tavares Barbosa* begma@acessa.com Entrevista ENTREVISTA 146 COM o Dr. Rildo Cosson. POR Begma Tavares Barbosa* begma@acessa.com * Dra. em Letras pela PUC/RJ e professora do Colégio de Aplicação João XXIII/UFJF. Rildo Cosson Mestre em Teoria

Leia mais

Educação escolar indígena

Educação escolar indígena Educação escolar indígena O principal objetivo desta apresentação é fazer uma reflexão sobre a cultura indígena kaingang, sobre as políticas educacionais integracionistas e sobre a política atual, que

Leia mais

Cultura Juvenil e as influências musicais: pensando a música afro-brasileira e a sua utilização entre os jovens na escola

Cultura Juvenil e as influências musicais: pensando a música afro-brasileira e a sua utilização entre os jovens na escola Cultura Juvenil e as influências musicais: pensando a música afro-brasileira e a sua utilização entre os jovens na escola Patrícia Cristina de Aragão Araújo 1 Thaís de Oliveira e Silva 2 A escola existe

Leia mais

Daniel Chaves Santos Matrícula: 072.997.003. Rio de Janeiro, 28 de maio de 2008.

Daniel Chaves Santos Matrícula: 072.997.003. Rio de Janeiro, 28 de maio de 2008. Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Departamento de Artes & Design Curso de especialização O Lugar do Design na Leitura Disciplina: Estratégia RPG Daniel Chaves Santos Matrícula: 072.997.003

Leia mais

1. Pateo do Collegio conhecia não conhecia não responderam 16 18 0. 1. Pateo do Collegio gostei não gostei não responderam 33 0 1

1. Pateo do Collegio conhecia não conhecia não responderam 16 18 0. 1. Pateo do Collegio gostei não gostei não responderam 33 0 1 1. Pateo do Collegio conhecia conhecia 16 18 0 1. Pateo do Collegio gostei gostei 33 0 1 Pateo do Collegio 3% Pateo do Collegio gostei 0% conhecia 53% conhecia 47% gostei 97% Por quê? Aprendi mais sobre

Leia mais

CULTURA AFRO CULTURA AFRO

CULTURA AFRO CULTURA AFRO CULTURA AFRO ESCOPO Apresentamos o projeto Cultura Afro com o compromisso de oferecer aos alunos do ensino fundamental um panorama completo e diversificado sobre a cultura afro em nosso país. Levamos em

Leia mais

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Pensar na realidade é pensar em transformações sociais. Atualmente, temos observado os avanços com relação à

Leia mais

MANUAL SERVIÇOS AMBIENTAIS NO CORREDOR ETNOAMBIENTAL TUPI MONDÉ CADERNO DE ATIVIDADES

MANUAL SERVIÇOS AMBIENTAIS NO CORREDOR ETNOAMBIENTAL TUPI MONDÉ CADERNO DE ATIVIDADES MANUAL SERVIÇOS AMBIENTAIS NO CORREDOR ETNOAMBIENTAL TUPI MONDÉ CADERNO DE ATIVIDADES MÓDULO I Corredor Etnoambiental Tupi Mondé Atividade 1 Conhecendo mais sobre nosso passado, presente e futuro 1. No

Leia mais

A IMPRENSA E A QUESTÃO INDÍGENA NO BRASIL

A IMPRENSA E A QUESTÃO INDÍGENA NO BRASIL FACULDADE SETE DE SETEMBRO INICIAÇÃO CIENTÍFICA CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL COM HABILITAÇÃO EM PUBLICIDADE E PROPAGANDA ALUNA: NATÁLIA DE ARAGÃO PINTO ORIENTADOR: PROF. DR. TIAGO SEIXAS THEMUDO A IMPRENSA

Leia mais

Chantilly, 17 de outubro de 2020.

Chantilly, 17 de outubro de 2020. Chantilly, 17 de outubro de 2020. Capítulo 1. Há algo de errado acontecendo nos arredores dessa pequena cidade francesa. Avilly foi completamente afetada. É estranho descrever a situação, pois não encontro

Leia mais

Cais da Leitura: leitura em ação

Cais da Leitura: leitura em ação Cais da Leitura: leitura em ação Conceição Flores. Universidade Potiguar (UnP). Carla Rosiane C. Andrade. Universidade Potiguar (UnP). Nos últimos tempos, estamos sendo quase que cotidianamente bombardeados

Leia mais

E Deus viu que tudo era bom

E Deus viu que tudo era bom E Deus viu que tudo era bom Nunca pensei que fosse assim O Livro do Gênesis é o livro mais fascinante da Bíblia e o mais complicado. Foi escrito milhares de anos depois dos fatos que ele narra. Foram vários

Leia mais

EVENTOS COMO FORMA DE MEMÓRIA

EVENTOS COMO FORMA DE MEMÓRIA 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( x ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA EVENTOS COMO FORMA DE MEMÓRIA Apresentador 1 Merylin Ricieli

Leia mais

PROJETO QUARTA LITERÁRIA

PROJETO QUARTA LITERÁRIA PROJETO QUARTA LITERÁRIA * Francisca Wládia de Medeiros Inocêncio ** Leni Oliveira da Silva Este artigo pretende socializar o Projeto Quarta Literária, desenvolvido no Centro Educacional do Projeto SESC

Leia mais

PRÁTICAS CORPORAIS E MANIFESTAÇÕES CULTURAIS INDÍGENAS E SUAS RELAÇÕES COM OS JOGOS DOS POVOS INDÍGENAS DO BRASIL

PRÁTICAS CORPORAIS E MANIFESTAÇÕES CULTURAIS INDÍGENAS E SUAS RELAÇÕES COM OS JOGOS DOS POVOS INDÍGENAS DO BRASIL PRÁTICAS CORPORAIS E MANIFESTAÇÕES CULTURAIS INDÍGENAS E SUAS RELAÇÕES COM OS JOGOS DOS POVOS INDÍGENAS DO BRASIL Bruna Maria de Oliveira (¹) ; Elcione Trojan de Aguiar (2) ;Beleni Salete Grando (3) 1.Acadêmica

Leia mais

Áfricas no Brasil: aprendendo sobre os sons, as cores, as imagens e os sabores

Áfricas no Brasil: aprendendo sobre os sons, as cores, as imagens e os sabores Áfricas no Brasil: aprendendo sobre os sons, as cores, as imagens e os sabores Rosália Diogo 1 Consideramos que os estudos relacionados a processos identitários e ensino, que serão abordados nesse Seminário,

Leia mais

O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER

O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER ALVES, Ivanir da Costa¹ Universidade Estadual de Goiás Unidade Universitária de Iporá ¹acwania@gmail.com RESUMO A leitura é compreendida como uma ação que deve se

Leia mais

Concurso Literário. O amor

Concurso Literário. O amor Concurso Literário O Amor foi o tema do Concurso Literário da Escola Nova do segundo semestre. Durante o período do Concurso, o tema foi discutido em sala e trabalhado principalmente nas aulas de Língua

Leia mais

1» A revolução educacional e a educação em valores 11

1» A revolução educacional e a educação em valores 11 Sumário Introdução 9 1» A revolução educacional e a educação em valores 11 Introdução 12 As causas da revolução educacional 12 O triplo desafio pedagógico 14 Da transmissão à educação 15 O que pretende

Leia mais

A PSICANÁLISE E OS MODERNOS MOVIMENTOS DE AFIRMAÇÃO HOMOSSEXUAL 1

A PSICANÁLISE E OS MODERNOS MOVIMENTOS DE AFIRMAÇÃO HOMOSSEXUAL 1 A PSICANÁLISE E OS MODERNOS MOVIMENTOS DE AFIRMAÇÃO HOMOSSEXUAL 1 Este artigo trata da difícil relação entre a teoria psicanalítica, que tradicionalmente considerava os comportamentos eróticos entre pessoas

Leia mais

A CRIANÇA DE SEIS ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL

A CRIANÇA DE SEIS ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL A CRIANÇA DE SEIS ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL Por que a criança de seis anos no ensino fundamental? Porque, pelo que entendi, em minha vida inteirinha, para umas coisas serei grande, para outras, pequenininha.

Leia mais

Prova bimestral. Língua portuguesa. 2 o Bimestre 4 o ano. 1. Leia o texto.

Prova bimestral. Língua portuguesa. 2 o Bimestre 4 o ano. 1. Leia o texto. Material elaborado pelo Ético Sistema de Ensino Ensino fundamental Publicado em 2012 Prova bimestral 2 o Bimestre 4 o ano Língua portuguesa Data: / / Nível: Escola: Nome: 1. Leia o texto. Daniel Wiedemann/shutterstock

Leia mais

Semeadores de Esperança

Semeadores de Esperança Yvonne T Semeadores de Esperança Crônicas de um Convite à Vida Volume 11 Crônicas de um Convite à Vida Livre d IVI Convidados a Viver PREFÁCIO Estou comovida por escrever este prefácio : tudo o que se

Leia mais

MOTIVAÇÃO E DESMOTIVAÇÃO NO APRENDIZADO DE LÍNGUAS

MOTIVAÇÃO E DESMOTIVAÇÃO NO APRENDIZADO DE LÍNGUAS MOTIVAÇÃO E DESMOTIVAÇÃO NO APRENDIZADO DE LÍNGUAS Prof. Dr. Richard Schütz www.sk.com.br Referência: SCHÜTZ, Ricardo. "Motivação e Desmotivação no Aprendizado de Línguas" English Made in Brazil .

Leia mais

A GENTE RECRIA POESIAS COM PALAVRAS E IMAGENS

A GENTE RECRIA POESIAS COM PALAVRAS E IMAGENS A GENTE RECRIA POESIAS COM PALAVRAS E IMAGENS Diana Carvalho (E. M. Argentina Sala de Leitura) Eixo temático: Fazendo escola com múltiplas linguagens RESUMO Este texto relata uma experiência em leitura

Leia mais

XI Encontro de Iniciação à Docência

XI Encontro de Iniciação à Docência 4CCHLADLEMPLIC04 OBSERVAÇÃO EM SALA DE AULA E/LE Bruna Mikaele Siquiera (1) María del Pilar Roca (3) Centro de Ciências Humanas, Artes e Letras/ Departamento de Letras Estrangeiras Modernas RESUMO Esse

Leia mais

Programa de Pós Graduação em Educação da FCT/UNESP, Presidente Prudente, SP. depenna05@yahoo.com.br

Programa de Pós Graduação em Educação da FCT/UNESP, Presidente Prudente, SP. depenna05@yahoo.com.br Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 18 a 22 de outubro, 2010 799 INTERVENÇÃO EM ARTE COM O AUXÍLIO DO SOFTWARE PHOTOSHOP Denise Penna Quintanilha Programa de Pós Graduação em

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 49 Discurso no encontro com grupo

Leia mais

Texto 1 O FUTEBOL E A MATEMÁTICA Modelo matemático prevê gols no futebol Moacyr Scliar

Texto 1 O FUTEBOL E A MATEMÁTICA Modelo matemático prevê gols no futebol Moacyr Scliar PROFESSOR: EQUIPE DE PORTUGUÊS BANCO DE QUESTÕES - LÍNGUA PORTUGUESA - 5 ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ========================================================================== Texto 1 O FUTEBOL E A MATEMÁTICA

Leia mais

Para pensar o. livro de imagens. Para pensar o Livro de imagens

Para pensar o. livro de imagens. Para pensar o Livro de imagens Para pensar o livro de imagens ROTEIROS PARA LEITURA LITERÁRIA Ligia Cademartori Para pensar o Livro de imagens 1 1 Texto visual Há livros compostos predominantemente por imagens que, postas em relação,

Leia mais

EMMANUEL NASSAR Figura 1 Foto de Emmanuel Nassar. Acervo pessoal de Emmanuel Nassar

EMMANUEL NASSAR Figura 1 Foto de Emmanuel Nassar. Acervo pessoal de Emmanuel Nassar EMMANUEL NASSAR Figura 1 Foto de Emmanuel Nassar. Acervo pessoal de Emmanuel Nassar Acho que criatividade não é uma qualidade exclusiva dos artistas. Viver é um exercício de criatividade. Por Marialba

Leia mais

IMPORTÂNCIA DOS CONTOS INFANTIS PARA EDUCAÇÃO

IMPORTÂNCIA DOS CONTOS INFANTIS PARA EDUCAÇÃO IMPORTÂNCIA DOS CONTOS INFANTIS PARA EDUCAÇÃO Magna Flora de Melo Almeida Ouriques 1 Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) mellomagna@gmail.com Co-Autor Renan de Oliveira Silva 2 rennanoliveira8@gmail.com

Leia mais

A LINGUAGEM E A AQUISIÇÃO DO PORTUGUÊS COMO LÍNGUA MATERNA

A LINGUAGEM E A AQUISIÇÃO DO PORTUGUÊS COMO LÍNGUA MATERNA A LINGUAGEM E A AQUISIÇÃO DO PORTUGUÊS COMO LÍNGUA MATERNA Flávia Santos Silva * José Mozart de Góis * Isa Ursole Brito** Luiz José da Silva*** Sergio Luiz Malta de Azevedo**** INTRODUÇÃO Constituindo-se

Leia mais

O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NA SALA DE AULA UNIDADE 5 ANO 2

O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NA SALA DE AULA UNIDADE 5 ANO 2 O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NA SALA DE AULA UNIDADE 5 ANO 2 O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NA SALA DE AULA INICIANDO A CONVERSA APROFUNDANDO O TEMA Por que ensinar gêneros textuais na escola? Registro

Leia mais

informações em documentos.

informações em documentos. C O L É G I O L A S A L L E EducaçãoInfantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Guarani, 2000- Fone (045) 3252-1336 - Fax (045) 3379-5822 http://www.lasalle.edu.br/toledo/ DISCIPLINA: PROFESSOR(A): E-MAIL:

Leia mais

Trabalhando com Projetos

Trabalhando com Projetos Trabalhando com Projetos Educar para a diversidade étnica e cultural investigação e ação Ricardo Luiz da Silva Fernandes Educar para a compreensão da pluralidade cultural é a luta para construção da igualdade

Leia mais

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Maria do Socorro Pimentel da Silva 1 Leandro Mendes Rocha 2 No Brasil, assim como em outros países das Américas, as minorias étnicas viveram

Leia mais

LITERATURA INFANTIL E JUVENIL E A FORMAÇÃO DE LEITORES NA BIBLIOTECA ESCOLAR. Lília Santos

LITERATURA INFANTIL E JUVENIL E A FORMAÇÃO DE LEITORES NA BIBLIOTECA ESCOLAR. Lília Santos LITERATURA INFANTIL E JUVENIL E A FORMAÇÃO DE LEITORES NA BIBLIOTECA ESCOLAR Lília Santos NA BIBLIOTECA ESCOLAR, a MEDIAÇÃO com crianças e jovens acontece o tempo todo. É preciso ter atenção com os conteúdos

Leia mais

Dedico esta obra ao meu esposo Milton Jr. pelo apoio, por estar ao meu lado em todos os momentos difíceis e por me dar segurança em todos os

Dedico esta obra ao meu esposo Milton Jr. pelo apoio, por estar ao meu lado em todos os momentos difíceis e por me dar segurança em todos os Dedico esta obra ao meu esposo Milton Jr. pelo apoio, por estar ao meu lado em todos os momentos difíceis e por me dar segurança em todos os aspectos, e à Bruna, minha amada filha que fez nascer em mim

Leia mais

EDUCAÇÃO, LETRAMENTO E ALFABETIZAÇÃO A PARTIR DO FILME NARRADORES DE JAVÉ

EDUCAÇÃO, LETRAMENTO E ALFABETIZAÇÃO A PARTIR DO FILME NARRADORES DE JAVÉ EDUCAÇÃO, LETRAMENTO E ALFABETIZAÇÃO A PARTIR DO FILME NARRADORES DE JAVÉ Geane Apolinário Oliveira Graduada em Pedagogia pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) - Geane-cg@hotmail.com RESUMO: Este

Leia mais

Estudo de Caso. Cliente: Rafael Marques. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses

Estudo de Caso. Cliente: Rafael Marques. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses Estudo de Caso Cliente: Rafael Marques Duração do processo: 12 meses Coach: Rodrigo Santiago Minha idéia inicial de coaching era a de uma pessoa que me ajudaria a me organizar e me trazer idéias novas,

Leia mais

Entusiasmo diante da vida Uma história de fé e dedicação aos jovens

Entusiasmo diante da vida Uma história de fé e dedicação aos jovens Entusiasmo diante da vida Uma história de fé e dedicação aos jovens A obra salesiana teve início em Turim, na Itália, onde Dom Bosco colocou em prática seus ideais de educação associados ao desenvolvimento

Leia mais

Leya Leituras Projeto de Leitura

Leya Leituras Projeto de Leitura Leya Leituras Projeto de Leitura Nome do livro: JAPĨĨ E JAKÃMĨ Uma história de amizade Autor: Yaguarê Yamã Nacionalidade do autor: Brasileira Currículo do autor: Escritor, professor e artista plástico

Leia mais

Aula SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS NO ESTUDO DOS GÊNEROS TEXTUAIS. (Fonte: http://aprendafacil.files.wordpress.com).

Aula SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS NO ESTUDO DOS GÊNEROS TEXTUAIS. (Fonte: http://aprendafacil.files.wordpress.com). SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS NO ESTUDO DOS GÊNEROS TEXTUAIS Aula 9 META Destacar a importância da progressão no desenvolvimento dos comportamentos leitores e escritores. OBJETIVOS Ao fi nal desta aula, o aluno

Leia mais

Leitura na escola reflexões pedagógicas sobre os processos de formação de leitores e escritores na educação infantil, jovens e adultos.

Leitura na escola reflexões pedagógicas sobre os processos de formação de leitores e escritores na educação infantil, jovens e adultos. Leitura na escola reflexões pedagógicas sobre os processos de formação de leitores e escritores na educação infantil, jovens e adultos. Diogo Vieira do Nascimento 1 (UERJ/EDU) Fabiana da Silva 2 (UERJ/EDU)

Leia mais

E.E.I.E.F SÃO FRANCISCO ROTEIRO DO CURTA METRAGEM TEMA: A LENDA DA PEDRA DA BATATEIRA- MITO E REALIDADE 1ª PARTE

E.E.I.E.F SÃO FRANCISCO ROTEIRO DO CURTA METRAGEM TEMA: A LENDA DA PEDRA DA BATATEIRA- MITO E REALIDADE 1ª PARTE E.E.I.E.F SÃO FRANCISCO ROTEIRO DO CURTA METRAGEM TEMA: A LENDA DA PEDRA DA BATATEIRA- MITO E REALIDADE 1ª PARTE De inicio nos reunimos com alguns monitores do Programa Mais Educação para realizarmos a

Leia mais

Finalmente, chegamos ao último Roteiro de Estudos do Segundo ano! Você já sabe como proceder! Organize seu material, revise o conteúdo e mãos à obra!

Finalmente, chegamos ao último Roteiro de Estudos do Segundo ano! Você já sabe como proceder! Organize seu material, revise o conteúdo e mãos à obra! ROTEIRO DE ESTUDOS DE LITERATURA PARA A 3ª ETAPA 2ª SÉRIE Finalmente, chegamos ao último Roteiro de Estudos do Segundo ano! Você já sabe como proceder! Organize seu material, revise o conteúdo e mãos à

Leia mais

EXPERIÊNCIAS DE UM PROJETO DE APOIO ESCOLAR COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIAL Extensão em andamento

EXPERIÊNCIAS DE UM PROJETO DE APOIO ESCOLAR COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIAL Extensão em andamento EXPERIÊNCIAS DE UM PROJETO DE APOIO ESCOLAR COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIAL Extensão em andamento Jéssica Albino 1 ; Sônia Regina de Souza Fernandes 2 RESUMO O trabalho

Leia mais

O livro que falava com o vento e outros contos

O livro que falava com o vento e outros contos LER a partir dos 10 anos GUIA DE LEITURA MARIAALZIRACABRAL O livro que falava com o vento e outros contos JOSÉ JORGE LETRIA Ilustrações de Alain Corbel Apresentação da obra O Livro Que Falava com o Vento

Leia mais

É verdade que só começo um livro quando descubro uma pluma branca. Isso é um ritual que me impus apesar se só escrever uma vez cada dois anos.

É verdade que só começo um livro quando descubro uma pluma branca. Isso é um ritual que me impus apesar se só escrever uma vez cada dois anos. 1) Como está sendo a expectativa do escritor no lançamento do livro Ser como um rio que flui? Ele foi lançado em 2006 mas ainda não tinha sido publicado na língua portuguesa, a espera do livro pelos fãs

Leia mais

INT. BIBLIOTECA (1960) - DIANTE DO BALCãO DA BIBLIOTECáRIA

INT. BIBLIOTECA (1960) - DIANTE DO BALCãO DA BIBLIOTECáRIA INT. BIBLIOTECA (1960) - DIANTE DO BALCãO DA BIBLIOTECáRIA Carolina e, acompanhados de, estão na biblioteca, no mesmo lugar em que o segundo episódio se encerrou.os jovens estão atrás do balcão da biblioteca,

Leia mais

A Literatura no Brasil está dividida em duas grandes eras: Que parâmetros foram utilizados para estabelecer tais era?

A Literatura no Brasil está dividida em duas grandes eras: Que parâmetros foram utilizados para estabelecer tais era? A Literatura no Brasil está dividida em duas grandes eras: Era Colonial Era Nacional Que parâmetros foram utilizados para estabelecer tais era? Evolução Política Evolução Econômica Essas eras apresentam

Leia mais

A língua inglesa a serviço da interação Uma experiência de uso prático de projetos pedagógicos no ensino de língua estrangeira

A língua inglesa a serviço da interação Uma experiência de uso prático de projetos pedagógicos no ensino de língua estrangeira A língua inglesa a serviço da interação Uma experiência de uso prático de projetos pedagógicos no ensino de língua estrangeira Quando falávamos em projetos nas cadeiras teóricas da faculdade não conseguia

Leia mais

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS Daniel Silveira 1 Resumo: O objetivo desse trabalho é apresentar alguns aspectos considerados fundamentais para a formação docente, ou

Leia mais

Índios do Brasil. Episódio 7: Nossas Terras. Modalidade Educação de Jovens e adultos Fundamental e Médio.

Índios do Brasil. Episódio 7: Nossas Terras. Modalidade Educação de Jovens e adultos Fundamental e Médio. Índios do Brasil Episódio 7: Nossas Terras Resumo A série "Índios no Brasil", com duração média de 20 minutos, traça um perfil da população indígena brasileira e mostra a relação dessa população com a

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL

ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL ORIENTAÇÕES PARA OS GRUPOS QUE ESTÃO PRODUZINDO UMA: REPORTAGEM Tipos de Textos Características

Leia mais

Caracterização da Escola

Caracterização da Escola 28 O CORDEL DOS TIRADENTES Flávia Helena Pontes Carneiro* helena.flavia@gmail.com *Graduada em Pedagogia, Mestre em Educação pela Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais, Professora

Leia mais

DESCRIÇÃO DO PROJETO E DA AÇÃO.

DESCRIÇÃO DO PROJETO E DA AÇÃO. TÍTULO: 4 a FEIRA CULTURAL O HOMEM E O CINEMA AUTORAS: EVANDRA CRISTINA DA SILVA E RENATA APARECIDA DOS SANTOS ESCOLA ESTADUAL JARDIM DAS ROSAS (SERRANA/SP) COMUNICAÇÃO RELATO DE EXPERIÊNCIA DESCRIÇÃO

Leia mais

FACULDADE EÇA DE QUEIRÓS

FACULDADE EÇA DE QUEIRÓS FACULDADE EÇA DE QUEIRÓS GISELE CRISTINA DE SANTANA FERREIRA PEREIRA JÉSSICA PALOMA RATIS CORREIA NOBRE PEDAGOGIA: PROJETO MENINA BONITA DO LAÇO DE FITA JANDIRA - 2012 FACULDADE EÇA DE QUEIRÓS GISELE CRISTINA

Leia mais

O Teatro do Oprimido e suas contribuições para pensar a prática artística coletiva: Uma experiência na formação de promotoras legais populares

O Teatro do Oprimido e suas contribuições para pensar a prática artística coletiva: Uma experiência na formação de promotoras legais populares O Teatro do Oprimido e suas contribuições para pensar a prática artística coletiva: Uma experiência na formação de promotoras legais populares Fabiane Tejada da Silveira Instituto de Artes e Design da

Leia mais

JONAS RIBEIRO. ilustrações de Suppa

JONAS RIBEIRO. ilustrações de Suppa JONAS RIBEIRO ilustrações de Suppa Suplemento do professor Elaborado por Camila Tardelli da Silva Deu a louca no guarda-roupa Supl_prof_ Deu a louca no guarda roupa.indd 1 02/12/2015 12:19 Deu a louca

Leia mais

APRENDER A LER PROBLEMAS EM MATEMÁTICA

APRENDER A LER PROBLEMAS EM MATEMÁTICA APRENDER A LER PROBLEMAS EM MATEMÁTICA Maria Ignez de Souza Vieira Diniz ignez@mathema.com.br Cristiane Akemi Ishihara crisakemi@mathema.com.br Cristiane Henriques Rodrigues Chica crischica@mathema.com.br

Leia mais

MÓDULO 5 O SENSO COMUM

MÓDULO 5 O SENSO COMUM MÓDULO 5 O SENSO COMUM Uma das principais metas de alguém que quer escrever boas redações é fugir do senso comum. Basicamente, o senso comum é um julgamento feito com base em ideias simples, ingênuas e,

Leia mais

Por uma pedagogia da juventude

Por uma pedagogia da juventude Por uma pedagogia da juventude Juarez Dayrell * Uma reflexão sobre a questão do projeto de vida no âmbito da juventude e o papel da escola nesse processo, exige primeiramente o esclarecimento do que se

Leia mais

AUTORA: Djenane Sichieri Wagner Cunha - djenanewagner@uol.com.br. INSTITUIÇÕES: Faculdade de Educação São Luís e Universidade Interativa COC

AUTORA: Djenane Sichieri Wagner Cunha - djenanewagner@uol.com.br. INSTITUIÇÕES: Faculdade de Educação São Luís e Universidade Interativa COC AUTORA: Djenane Sichieri Wagner Cunha - djenanewagner@uol.com.br INSTITUIÇÕES: Faculdade de Educação São Luís e Universidade Interativa COC TÍTULO: O TRABALHO COM OS PARADIDÁTICOS EM SALA DE AULA: Estratégias

Leia mais

QUE ESCOLA QUEREMOS PARA AS NOSSAS CRIANÇAS?

QUE ESCOLA QUEREMOS PARA AS NOSSAS CRIANÇAS? SEMINÁRIO DE PESQUISA OBJETIVO DEBATER E PROBLEMATIZAR QUESTÕES RELACIONADAS ÀS PRÁTICAS DOCENTES NA EDUCAÇÃO INAFANTIL, BEM COMO ESTABELECER DIÁLOGO COM TEÓRICOS DA PEDAGOGIA, DA EDUCAÇÃO INFANTIL E DAS

Leia mais

QUESTÃO 1 Nessa charge, o autor usou três pontos de exclamação, na fala da personagem, para reforçar o sentimento de

QUESTÃO 1 Nessa charge, o autor usou três pontos de exclamação, na fala da personagem, para reforçar o sentimento de Nome: N.º: endereço: data: telefone: E-mail: Colégio PARA QUEM CURSA O 6.O ANO EM 2013 Disciplina: Prova: português desafio nota: Texto para a questão 1. (Disponível em: )

Leia mais

PROCESSO SELETIVO VESTIBULAR 2013 DIREITO

PROCESSO SELETIVO VESTIBULAR 2013 DIREITO Questão 0 A tese do caixa dois: HISTÓRIA (Imagem disponível em>http://amarildocharge.wordpress.com/0//0/a-tese-do-caixa-dois/ < acesso em: 0 out. 0) MARGINAIS DO PODER A 0º secção do julgamento do mensalão

Leia mais

RELENDO A HISTÓRIA AO LER HISTÓRIAS

RELENDO A HISTÓRIA AO LER HISTÓRIAS RELENDO A HISTÓRIA AO LER HISTÓRIAS BRASÍLIA ECHARDT VIEIRA (CENTRO DE ATIVIDADES COMUNITÁRIAS DE SÃO JOÃO DE MERITI - CAC). Resumo Na Baixada Fluminense, uma professora que não está atuando no magistério,

Leia mais

Áreas de conhecimento: Língua Portuguesa, História e Temas Transversais.

Áreas de conhecimento: Língua Portuguesa, História e Temas Transversais. Projeto Bolsa Escola pública e Universidade na Alfabetização Faculdade Morumbi Sul E.E. Prof.ª Maria JAnnuzzi Mascari Série: 4ª série H PIC Professor Responsável: Tiago Aquilano Aluna Pesquisadora: Milena

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA

FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA Fabiana de Jesus Oliveira União de Ensino do Sudoeste do Paraná fabiana@unisep.edu.br Diversas são as pesquisas que têm mostrado que o ensino encontra-se

Leia mais

ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR?

ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? O que dizem as crianças sobre o brincar e a brincadeira no 1 ano do Ensino Fundamental? Resumo JAIRO GEBIEN - UNIVALI 1 Esta pesquisa visa investigar os momentos

Leia mais

PALÍNDROMO Nº 7 /2012 Programa de Pós Graduação em Artes Visuais CEART/UDESC

PALÍNDROMO Nº 7 /2012 Programa de Pós Graduação em Artes Visuais CEART/UDESC ENTREVISTA MUSEO DE ARTE LATINOAMERICANO DE BUENOS AIRES MALBA FUNDACIÓN CONSTANTINI Entrevista realizada com a educadora Florencia González de Langarica que coordenou o educativo do Malba até 2012, concedida

Leia mais

Por que há sonhos dos quais não nos esquecemos?

Por que há sonhos dos quais não nos esquecemos? Opção Lacaniana online nova série Ano 3 Número 8 julho 2012 ISSN 2177-2673 Por que há sonhos dos quais não nos esquecemos? Luciana Silviano Brandão Lopes Quem já não teve a sensação de ter tido muitos

Leia mais

ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: que lugar é este?

ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: que lugar é este? Universidade do Sul de Santa Catarina UNISUL maria.schlickmann@unisul.br Palavras iniciais... As reflexões que apresento neste texto são um recorte de estudo que venho realizando na minha tese de doutorado.

Leia mais

Nossa memória é nossa coerência, nossa razão, nossa ação, nosso sentimento. Sem ela, somos nada." Luis Buñuel, cineasta

Nossa memória é nossa coerência, nossa razão, nossa ação, nosso sentimento. Sem ela, somos nada. Luis Buñuel, cineasta 1 A HISTÓRIA NA EMPRESA: IDENTIDADES E OPORTUNIDADES Karen Worcman, graduada em História e mestre em Lingüística pela Universidade Federal Fluminense. Fundadora e diretora do Instituto Museu da Pessoa.

Leia mais

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Ensino Médio Elaborar uma proposta curricular para implica considerar as concepções anteriores que orientaram, em diferentes momentos, os

Leia mais

R I T A FERRO RODRIGUES

R I T A FERRO RODRIGUES E N T R E V I S T A A R I T A FERRO RODRIGUES O talento e a vontade de surpreender em cada projecto deixou-me confiante no meu sexto sentido, que viu nela uma das pivôs mais simpáticas da SIC NOTÍCIAS.

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 24 Discurso na solenidade de entrega

Leia mais

Redação do Site Inovação Tecnológica - 28/08/2009. Humanos aprimorados versus humanos comuns

Redação do Site Inovação Tecnológica - 28/08/2009. Humanos aprimorados versus humanos comuns VOCÊ ESTÁ PREPARADO PARA CONVIVER COM OS HUMANOS APRIMORADOS? http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=voce-esta-preparado-conviver-humanosaprimorados&id=010850090828 Redação do

Leia mais

OS SENTIDOS DO LER E ESCREVER NA SOCIEDADE E NA ESCOLA

OS SENTIDOS DO LER E ESCREVER NA SOCIEDADE E NA ESCOLA OS SENTIDOS DO LER E ESCREVER NA SOCIEDADE E NA ESCOLA JOSE MABEL PEREIRA LOPES DAS NEVES (UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS). Resumo A pesquisa tem como objetivo conhecer quais os saberes que as ingressantes

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 14 Discurso: em encontro com professores

Leia mais

A INFLUÊNCIA DAS NOVAS TECNOLOGIAS NO PROCESSO DE ENSINO: VANTAGENS E DESVANTAGENS

A INFLUÊNCIA DAS NOVAS TECNOLOGIAS NO PROCESSO DE ENSINO: VANTAGENS E DESVANTAGENS A INFLUÊNCIA DAS NOVAS TECNOLOGIAS NO PROCESSO DE ENSINO: VANTAGENS E DESVANTAGENS Vitor Cleton Viegas de Lima 1 Cristiane Camargo Aita 2 Daniele Pinto Andres 3 Resumo: este artigo tem por objetivo levantar

Leia mais

Meu nome é José Guilherme Monteiro Paixão. Nasci em Campos dos Goytacazes, Norte Fluminense, Estado do Rio de Janeiro, em 24 de agosto de 1957.

Meu nome é José Guilherme Monteiro Paixão. Nasci em Campos dos Goytacazes, Norte Fluminense, Estado do Rio de Janeiro, em 24 de agosto de 1957. Rio de Janeiro, 5 de junho de 2008 IDENTIFICAÇÃO Meu nome é José Guilherme Monteiro Paixão. Nasci em Campos dos Goytacazes, Norte Fluminense, Estado do Rio de Janeiro, em 24 de agosto de 1957. FORMAÇÃO

Leia mais

A atuação do Residente de Psicologia nos Grupos de Pré-consulta *

A atuação do Residente de Psicologia nos Grupos de Pré-consulta * ARTIGOS A atuação do Residente de Psicologia nos Grupos de Pré-consulta * Raquel Moreira Pádova ** Introdução A questão que analiso neste trabalho, se refere à atuação do psicólogo nos grupos de pré-consulta

Leia mais

20 ANOS DE UNESCO NO COLÉGIO BENJAMIN CONSTANT

20 ANOS DE UNESCO NO COLÉGIO BENJAMIN CONSTANT 20 ANOS DE UNESCO NO COLÉGIO BENJAMIN CONSTANT Fachada restaurada e preservada do Colégio Benjamin Constant (igual de 1924) Neste ano de 2012, o Colégio Benjamin Constant comemora 20 anos de associação

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA Diretoria de Políticas de Formação, Materiais Didáticos e Tecnologias para a Educação Básica Coordenação Geral de Materiais Didáticos PARA NÃO ESQUECER:

Leia mais

Os aparelhos de GPS (Sistema de Posicionamento Global) se tornaram

Os aparelhos de GPS (Sistema de Posicionamento Global) se tornaram GPS Os aparelhos de GPS (Sistema de Posicionamento Global) se tornaram ferramentas importantes para nos localizarmos com mais facilidade. Agora imagine que você pudesse ter um GPS que, além de lhe fornecer

Leia mais

CULTURA E HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA NA AULA DE INGLÊS: E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL NA ESCOLA

CULTURA E HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA NA AULA DE INGLÊS: E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL NA ESCOLA CULTURA E HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA NA AULA DE INGLÊS: E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL NA ESCOLA Júlio César Paula Neves Tânia Mayra Lopes de Melo Modalidade: Pôster Sessão Temática 5: Educação e

Leia mais

Os sindicatos de professores habituaram-se a batalhar por melhores salários e condições de ensino. Também são caminhos trilhados pelas lideranças.

Os sindicatos de professores habituaram-se a batalhar por melhores salários e condições de ensino. Também são caminhos trilhados pelas lideranças. TEXTOS PARA O PROGRAMA EDUCAR SOBRE A APRESENTAÇÃO DA PEADS A IMPORTÂNCIA SOBRE O PAPEL DA ESCOLA Texto escrito para o primeiro caderno de formação do Programa Educar em 2004. Trata do papel exercido pela

Leia mais

2ª Etapa: Propor a redação de um conto de mistério utilizando os recursos identificados na primeira etapa da atividade.

2ª Etapa: Propor a redação de um conto de mistério utilizando os recursos identificados na primeira etapa da atividade. DRÁCULA Introdução ao tema Certamente, muitas das histórias que atraem a atenção dos jovens leitores são as narrativas de terror e mistério. Monstros, fantasmas e outras criaturas sobrenaturais sempre

Leia mais

Pão, pão, pão. Estêvão Marques, Marina Pittier e Fê Sztok Ionit Zilberman. escrito por. ilustrado por

Pão, pão, pão. Estêvão Marques, Marina Pittier e Fê Sztok Ionit Zilberman. escrito por. ilustrado por elaboração: Tatiana Pita Mestre em Educação pela PUC (SP) Pão, pão, pão escrito por ilustrado por Estêvão Marques, Marina Pittier e Fê Sztok Ionit Zilberman 2 O encanto e as descobertas que o livro nos

Leia mais

Os brasileiros precisam conhecer a história dos negros. (textos e fotos Maurício Pestana)

Os brasileiros precisam conhecer a história dos negros. (textos e fotos Maurício Pestana) Os brasileiros precisam conhecer a história dos negros (textos e fotos Maurício Pestana) Responsável pelo parecer do Conselho Nacional de Educação que instituiu, há alguns anos, a obrigatoridade do ensino

Leia mais

A LEITURA LITERÁRIA: UM OLHAR SOBRE AS ESTRATÉGIAS DE INCENTIVO À LEITURA DA LITERATURA NAS ESCOLAS PÚBLICAS DE ENSINO FUNDAMENTAL DE SÃO SEBASTIÃO

A LEITURA LITERÁRIA: UM OLHAR SOBRE AS ESTRATÉGIAS DE INCENTIVO À LEITURA DA LITERATURA NAS ESCOLAS PÚBLICAS DE ENSINO FUNDAMENTAL DE SÃO SEBASTIÃO A LEITURA LITERÁRIA: UM OLHAR SOBRE AS ESTRATÉGIAS DE INCENTIVO À LEITURA DA LITERATURA NAS ESCOLAS PÚBLICAS DE ENSINO FUNDAMENTAL DE SÃO SEBASTIÃO Autores: Rúbia Ribeiro LEÃO; Letícia Érica Gonçalves

Leia mais

Educação familiar e escolar para o terceiro milênio. nosso tema

Educação familiar e escolar para o terceiro milênio. nosso tema Prefácio As pessoas já têm mil noções feitas bem antigas! com relação à palavra educação. Os pais e a escola têm de ensinar para as crianças, em palavras e só com palavras, quase tudo sobre os conhecimentos

Leia mais

Situação Financeira Saúde Física

Situação Financeira Saúde Física Um dia um amigo me fez uma séria de perguntas, que me fez refletir muito, e a partir daquele dia minha vida vem melhorando a cada dia, mês e ano. Acreditando que todos temos um poder interno de vitória,

Leia mais

SOBRE A LÍNGUA DA ALFABETIZAÇÃO INDÍGENA

SOBRE A LÍNGUA DA ALFABETIZAÇÃO INDÍGENA SOBRE A LÍNGUA DA ALFABETIZAÇÃO INDÍGENA Maria Elisa Ladeira Coordenadora do Programa Educação Centro de Trabalho Indigenista Muito se tem discutido, ultimamente, sobre a questão da alfabetização bilíngüe

Leia mais