Irreal 1. PALAVRAS-CHAVE: curta-metragem; trhiller; suspense. 1 INTRODUÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Irreal 1. PALAVRAS-CHAVE: curta-metragem; trhiller; suspense. 1 INTRODUÇÃO"

Transcrição

1 Irreal 1 Adriana Silva PUTINI 2 Aline Aparecida CAMARGO 3 Gabriel Eslava Goulart LOPES 4 Isabela Cristina da SILVA 5 João Augusto GUILHERME 6 Juliana da Rocha ZAGO 7 Lucas dos Santos NASCIMENTO 8 Luciano de SOUZA 9 Universidade Municipal de São Caetano do Sul, São Caetano do Sul, SP RESUMO O Irreal é um curta-metragem de vinte minutos do gênero trhiller, desenvolvido como projeto experimental, e que busca apropriar-se das narrativas existentes para oferecer uma nova proposta de produção ao mercado nacional de curtas. A história aborda questões de ceticismo e objetos místicos, onde o personagem principal se vê preso em meio a um mundo de sonhos e pesadelos. O foco da veiculação é a disponibilização do produto em plataformas como YouTube e Vimeo, de livre acesso ao público. PALAVRAS-CHAVE: curta-metragem; trhiller; suspense. 1 INTRODUÇÃO O projeto Irreal é um curta-metragem do gênero thriller que, através do envolvimento na trama, devido à complexidade dos acontecimentos, cria um cenário perturbador de intensa excitação e nervosismo. À medida que a narrativa se desenvolve, desperta a curiosidade no telespectador, levando-o a compartilhar sentimentos, na tentativa de ligar os fatos e tentar encontrar explicações e hipóteses que tragam sentido aos fatos ocorridos. Como é um gênero que explora a dedução do público, conduz a dúvida quanto ao seu desfecho. O curta-metragem, com duração de aproximadamente vinte minutos, conta a história de um garoto cético chamado Pedro que vê sua vida virar de cabeça para baixo após um objeto amaldiçoado cair em suas mãos, fazendo-o duvidar do que é sonho e realidade. 1 Trabalho submetido ao XXII Prêmio Expocom 2015, na Categoria RT05, modalidade Produção audiovisual para mídias digitais (avulso ou seriado). 2 Aluna graduada em Rádio e TV em 2014, 3 Aluna graduada em Rádio e TV em 2014, 4 Aluno graduado em Rádio e TV em 2014, 5 Aluna graduada em Rádio e TV em 2014, 6 Aluno graduado em Rádio e TV em 2014, 7 Aluna graduada em Rádio e TV em 2014, 8 Aluno líder do grupo, graduado em Rádio e TV em 2014, 9 Orientador do trabalho. Professor do Curso de Rádio e TV, 1

2 O objetivo do projeto é fazer com que o telespectador seja seduzido pela narrativa, despertando a expectativa e a curiosidade quanto ao final do curta. O projeto pretende oferecer opção de conteúdo do gênero thriller tanto ao público da internet, através do Youtube e Vimeo. Decorrente ao grande sucessode filmes como Psicose, O Iluminado e muitos outros, as produções do gênero tornaram-se referência. Com o tempo as ideias desgastaram-se, surgindo o clichê. Almejou-se apresentar novas perspectivas ao telespectador tanto na narrativa quanto na fotografia. Usar fórmulas de sucesso, mas evitar o uso de clichês com exaustividade. 2 OBJETIVO O objetivo geral do projeto foi desenvolver e produzir um curta-metragem do gênero thriller, com duração de aproximadamente vinte minutos, que apresentasse ao telespectador novas perspectivas em relação à narrativa e a fotografia. Utilizou-se fórmulas de sucesso consagradas por grandes mestres do gênero, mas foi evitado ao máximo o uso excessivo de clichês. Dentre os objetivos específicos, destacou-se explorar narrativas e enquadramentos dentro do gênero thriller, também adequados à distribuição e consumo do produto final pela internet através das plataformas Youtube e Vimeo. 3 JUSTIFICATIVA Apesar do produto ser destinado principalmente para as mídias digitais, alguns aspectos colaboraram para o crescimento das produções nacionais no mercado audiovisual, como a Lei da TV paga , que aumentou o incentivo financeiro gerado pela Ancine. Com isso, as produtoras começam a despertar mais interesse em produzir seu próprio conteúdo com a disponibilidade de um orçamento maior. Quanto ao gênero, o thriller ainda não é muito explorado no Brasil, mas recentemente pode-se enxergá-lo como nova aposta nacional, segundo o diretor Fernando Coimbra. Nos anos de 2013 e 2014, pode-se citar produções de longa metragem do gênero como Isolados, de Tomas Portella, Quando Eu Era Vivo, de Marco Dutra, e o Lobo Atrás da Porta, de Fernando Coimbra. Sobre a produção de curtas, pode ser citado o canal Lendas Urbanas, primeiro canal brasileiro a produzir curtas-metragens do gênero de terror para o YouTube. 2

3 Além disso, plataformas de vídeo online, como o YouTube e o Vimeo, tem seu mercado crescendo cada vez mais com produções de vídeos nacionais, já que possibilitam a criação de um canal, um espaço onde o usuário pode fazer o carregamento de suas próprias produções e também consumir o conteúdo feito por outras pessoas. Usuários dessas plataformas, que antes começaram produzindo vlogs (vídeos diários onde o usuário fala sobre algum assunto ou sobre o seu dia para uma câmera a sua frente), hoje em dia começam a se dedicar a produções mais elaboradas e a monetizar todo o seu conteúdo através de cliques por minuto e também com merchandising. Com base nesse estudo, viu-se a oportunidade de realizar a produção de um curtametragem, que pode ser disponibilizado na internet através das plataformas citadas acima e que atende a uma nova aposta do mercado audiovisual brasileiro. 4 MÉTODOS E TÉCNICAS UTILIZADOS A metodologia adotada para realização do projeto consiste em levantamento bibliográfico e eletrônico, visando integrar o conteúdo do cinema, especificamente o gênero thriller, com foco no curta-metragem e sua conquista de espaço nos meios de comunicação. Posteriormente, apurou-se grandes nomes que dirigiram filmes significativos do gênero, no qual foi observado toda dimensão das obras, em especial a narrativa e a fotografia aplicada. Para a realização deste projeto foram efetuadas pesquisas de obras de diretores consagrados, como Alfred Hitchcock, considerado e aclamado mestre do thriller, e também curtas do gênero e seu crescimento em relação à produção nacional atual. Desfrutou-se de pesquisas realizadas anteriormente em outras universidades, para obter novas concepções sobre o assunto. Entende-se por thriller o gênero cinematográfico em que o criador de uma obra, seja ela literária ou cinematográfica, expõe em linhas narrativas sentimentos de apreensão, incerteza ou ansiedade, decorrentes de um fato na qual quem o presenciou busca uma solução, e até que o fato não seja solucionado, os sentimentos descritos anteriormente permanecem no espectador. O suspense não é classificado como gênero, mas sim como um sinônimo do gênero thriller. Por esse motivo o projeto se classifica pelo gênero thriller, mas utilizando em linhas narrativas o suspense. 3

4 Porque a incerteza e a dúvida detêm no thriller um papel nevrálgico, este género tende a partilhar ou a integrar no seu cânone aquilo que se conhece, sinonimamente muitas vezes, por filme de suspense. É o facto de o espectador se encontrar em suspenso ou seja, em dúvida relativamente ao destino das personagens, partilhando empaticamente os seus medos e as suas vulnerabilidades, que lhe provoca o nervosismo, a ansiedade e a angústia que tão envolventes se tornam. O thriller é, portanto, um dos géneros onde a tensão dramática se torna mais forte e onde as expectativas narrativas mais são desafiadas. (NOGUEIRA, 2010, p ) Filmes como Psicose, O Iluminado, M O Vampiro de Dusseldorf, entre outros, deixaram inúmeras marcas no que o mundo conhecia por cinema e realmente causaram mudanças de estética, narrativa e até mesmo, mudanças na percepção do público ao que estavam vendo na tela. O gênero thriller possui como proposta um maior envolvimento, uma imersão do público ao que está acontecendo, a ponto de deixar seus sentimentos mais íntimos transparecerem. Os clássicos são exemplos de como atingir esses objetivos. No ano de 1920, O Gabinete do Dr. Caligari inovou não só o cinema alemão, mas no cinema mundial em diversos aspectos, principalmente no uso dos enquadramentos, na narrativa pesada e da própria edição não linear. A soma desses fatores resultou em um sentimento de apreensão e suspense no público. Em 1960, o filme Psicose, de Alfred Hitchcock, trouxe um impacto gigantesco por sua trama envolvente e principalmente pela junção da imagem e da trilha, escolhida pela esposa de Hitchcock, juntamente com o diretor e o editor do longa. Para uma pesquisa do que o mercado audiovisual já oferecia, foram assistidos filmes clássicos como "O Vampiro de Dusseldorf", "O Iluminado", "Psicose", "O Bebê de Rosemary", "O Orfanato" e o "Cisne Negro". E a partir de uma pesquisa dentro do mercado nacional, foram assistidos filmes como "Confia em Mim", "Entre Nós", "Gata Velha Ainda Mia", O Lobo Atrás da Porta, Quando Eu Era Vivo e Isolados. A fotografia no thriller, em geral, é bastante baseada na reação que determinado enquadramento, ou movimento de câmera, exerce sobre o público. Por ser um gênero que mexe com a ansiedade, com o medo e a agonia, são usados enquadramentos que evidenciam o desconforto, a sensação de claustrofobia e apreensão. Além disso, é comum encontrar um padrão de câmera em POV, colocando o público na pele do personagem que está passando por determinada cena. Outro padrão comum é o de "câmera de mão", em que não há a preocupação na questão de estabilidade, para que o público tenha a sensação de 4

5 desconforto, ou até mesmo para evidenciar que qualquer um poderia estar passando por tudo aquilo. Iluminação é o elemento mais importante da cinematografia. É a tarefa a qual o fotógrafo dedica a sua atenção primária. Ele estuda as características dos negativos de forma que ele possa predizer que efeito a iluminação vai ter ao traduzir a sua cena para a tela. Somente então ele manipula as luzes de acordo. Os filtros são elementos que ajudam nessa tradução. Mas é a iluminação que dá forma à realidade em frente às lentes, lhe dando profundidade ou superficialidade, excitação ou placidez, realidade ou artificialidade. A cinematografia tenta criar e sustentar um clima capturado na tela. Nesse sentido, a iluminação está no cerne da cinematografia. (MALKIEWICZ, 1992, p. 79) A iluminação, assim como as cores, segue os padrões de imagem e tendem a reforçar sentimentos. É comum encontrar, por exemplo, os clássicos tons pastéis e cores opacas, somados a ambientes com pouca iluminação e sombra bem marcadas para causar a sensação de desconforto e desconfiança. A construção dos cenários vem logo após a elaboração do roteiro, onde o roteirista descreve as locações que pretende usar em sua produção. Com essa etapa concluída, já se pode ir à busca de cenários para sua criação. Produção e direção trabalham juntas nesse ponto para poder escolher quais as cores, arranjo de objetivos e adereços para construção dos cenários, contando um pouco da história visualmente. A paleta de cores é de extrema utilidade nas locações, como por exemplo, cores frias e acinzentadas para remeter a coisas sem vida, como cores vibrantes podem levar a coisas alegres. Alguns esboços são feitos para que seja possível ter ideia de como ficará a produção. Depois que isso é feito, as criações tornam-se realidade e começam tomar forma também. Os objetos em cena, além de fazer parte da narrativa, servem para destacar a personalidade do personagem. A aplicação sonora em filmes é utilizada para enriquecer uma narrativa, explorando todos os aspectos de uma cena com o intuito de aprofundar e maximizar o caráter emocional que esta propõe. Falas, músicas, ruídos são incluídos de acordo com o que o momento pede, tudo é construído na busca pelo sentimento em cena. A trilha de um filme é pensada, criada, analisada e estudada desde seu roteiro, sempre pensando na conexão com o texto. Ela deve preencher as cenas com tudo o que foi pensado, nas sensações que serão causadas no público, deve marcar o momento, o tornando único e essencial para a trama. Cenas épicas são lembradas pelo que se ouve ao assisti-las. 5

6 Cenas de suspense são criadas para gerar sentimentos de apreensão e angústia, e a trilha sonora é essencial para isso, para caracterizar os momentos certos com a música e os efeitos exatos. Gerar esses sentimentos é difícil visto do ponto que um erro pode levar a cena para outro rumo, mas um estudo detalhado do que deve ser feito é o que faz a mágica da cena. Nos filmes de thriller a trilha ajuda a deixar a cena mais tensa, trazendo para o telespectador o sentimento de medo, explorando cada aspecto para que a cena fique mais envolvente, fazendo quem assiste sentir a angústia de um determinado momento. Um exemplo clássico em Psicose de Alfred Hitchcock na cena do chuveiro onde em meio às facadas e gritos os violinos ao fundo trazem apreensão, tensão e medo à cena. Em O Iluminado, de Stanley Kubrick, quando se assiste uma mãe protegendo seu filho de um assassinato, a trilha leva ao momento exato do pânico com as machadadas ao fundo e a voz de um pai louco prestes a matar sua mulher e filho. Um som perturbador misturado com alguns momentos de silêncio e gritos mostra como a cena foi construída e pensada para que o medo tomasse conta do momento. No curta há de músicas clássicas a batidas pop, as trilhas se alternam de acordo com o momento, quando a personalidade do personagem está em foco, a trilha segue o estilo do mesmo. Em momentos de surto, sons agudos formam a cena. Para o final em que a trama ganha um ritmo mais acelerado, a composição Tabula Rasa de Arvo Part, conduz os acontecimentos gerando no telespectador os sentimentos de tensão e apreensão. 5 DESCRIÇÃO DO PRODUTO O curta-metragem Irreal trata-se de uma produção de aproximadamente vinte minutos do gênero thriller. Conta a história de Pedro, que sempre fora prático em todas as situações da sua vida, principalmente quando diz questão a querer alguma coisa para si, diferentemente de seu melhor amigo Caio que sempre foi um sonhador e sempre acreditou em diversas coisas. Em um dia das férias da faculdade, os dois estão andando de skate por um parque da região, quando são abordados por uma cigana que prova o ceticismo de Pedro, adivinhando algumas coisas sobre sua vida. A partir daquele dia, o comportamento de Pedro começa a mudar gerando o questionamento do que é ou não é realidade. Ele então passa a viver em uma linha tênue entre sonhos, pesadelos, vida e morte. 6

7 Posteriormente, apurou-se grandes nomes que dirigiram filmes significativos do gênero, no qual foi observado toda dimensão das obras, em especial a narrativa e a fotografia aplicada, como por exemplo, pesquisas de obras de diretores consagrados, como Alfred Hitchcock, considerado e aclamado mestre do thriller, e também curtas do gênero e seu crescimento em relação à produção nacional atual. O roteiro de Irreal foi criado visando as principais características do thriller como um gênero cinematográfico, procurando expor em linhas narrativas sentimentos de apreensão, incerteza ou ansiedade, decorrentes de um fato do qual quem o presenciou busca por uma solução, e até que o fato não seja solucionado, os sentimentos descritos anteriormente permanecem no espectador. O suspense não é classificado como gênero, mas sim como um sinônimo do gênero thriller. Por esse motivo o projeto foi classificado como o gênero thriller, mas utilizando em linhas narrativas o suspense. Buscou-se bastante no curta-metragem trabalhar enquadramentos, ou movimentos de câmera, que pudesse exercer alguma reação sobre o público. Por ser um gênero que mexe com a ansiedade, com o medo e a agonia, foram usados enquadramentos que evidenciaram o desconforto, a sensação de claustrofobia e apreensão, conforme citado no parágrafo acima. Encontra-se cenas filmadas com a câmera em POV, com o objetivo de colocar o público na pele do personagem que está passando por determinada cena. Outro padrão que foi aplicado é o de "câmera de mão", em que não há a preocupação na questão de estabilidade, para que o público tenha a sensação de desconforto, ou até mesmo para evidenciar que qualquer um poderia estar passando por tudo aquilo. No curta há de músicas clássicas a batidas pop, as trilhas se alternam de acordo com o momento, quando a personalidade do personagem está em foco, a trilha segue o estilo do mesmo. Em momentos de surto, sons agudos formam a cena. Para o final em que a trama ganha um ritmo mais acelerado, a composição Tabula Rasa de Arvo Part, conduz os acontecimentos gerando no telespectador os sentimentos de tensão e apreensão. 6 CONSIDERAÇÕES Com o começo do último semestre se aproximando, começamos a nos reunir para a decisão do tema. Ficamos em dúvida, porque tínhamos três ideias que considerávamos boas e que tínhamos vontade de produzir. Optamos por levar a diante o projeto que era um pouco mais simples, mas que possibilitaria com que nos dedicássemos mais. 7

8 Começamos o trabalho de pesquisa em paralelo com a criação do argumento, em seguida escrevendo o roteiro do curta. Sempre procuramos trabalhar com prazos mais curtos para que não houvesse problemas de atraso nas entregas. Nos organizamos para realizar o casting o quanto antes e começamos a montar o cronograma das gravações. Pela afinidade que o grupo tem, as gravações correram bem nos dias. Infelizmente, alguns imprevistos aconteceram e algumas cenas tiveram de ser regravadas, o que atrasou um pouco no prazo da edição. Nos reunimos diversas vezes durante o processo da edição para acompanhar o andamento e resolver qualquer problema que surgisse. No geral, podemos dizer que atingimos o nosso objetivo e que estamos satisfeitos com o resultado do projeto. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Bibliográficas AREAL, Leonor. Para Uma Teoria do Clichê. Revista de Filosofia e da Imagem em Movimento, Número 2, Escola de Artes e Design das Caldas da Rainha, Universidade Nova de Lisboa. BUSCOMBE, Edward. The Idea of Genre in the American Cinema [A ideia do Genero no Cinema Americano] Estados Unidos: University of Texas Press. BURGESS, Jean; GREEN, Joshua. "YouTube e a revolução digital: como o maior fenômeno da cultura participativa transformou a mídia e a sociedade." São Paulo: Aleph. MALKIEWICZ, Kris J. "Cinematography: a guide for film makers and film teachers Nova Iorque: Simon & Schuster. NOGUEIRA, Luís. Gêneros Cinematográficos Covilhã: Livros LabCom WEINBERG, David. "Everything is miscellaneous: the Power of the new digital disorder." Nova York: Times Books. Cinematográficas Cisne Negro [DVD]. Direção: Darren Aronofsky. Estados Unidos: Fox Film, O Bebê de Rosemary [DVD]. Direção: Roman Polanski. California: Paramount Pictures, O Iluminado [DVD]. Direção: Stanley Kubric. Estados Unidos: Warner Bros, O Orfanato [DVD]. Direção: J.A Bayona. Espanha: California Filmes, Psicose [DVD]. Direção: Alfred Hitchcock. Estados Unidos: Paramount Pictures,

9 Web 10 elementos-chave na obra do mestre do suspense, Alfred Hitchcock. Disponível em: - Acessado em 29/08/2014 à 02h30min A grande oportunidade do audiovisual. Disponível em: - Acessado em 29/08/2014 à 01h17min ANCINE realiza seminário Evolução do Mercado Audiovisual do Brasil, em São Paulo. Disponível em: - Acessado em 29/08/2014 à 01h56min Bloody Cuts Films. Disponível em: https://www.youtube.com/user/bloodycutsfilms/videos/ - Acessado em 01/09/2014 às 12h00min Conheça a Nova Geração do Terror e do Suspense Brasileiro. Disponível em: Acessado em: 11/08/2014 às 14h52min Correntes Cinematográficas Expressionismo Alemão. Disponível em: - Acessado em: 10/08/2014 às 22h00min Estilos da Literatura de Crime e Mistério. Disponível em: Acessado em: 09/08/2014 às 15h50min Festival do Audiovisual Luso Afro Brasileiro. Disponível em: - Acessado em 01/09/2014 às 11h54min Ficção Científica e a Hibridação de Gêneros Cinematográficos. Disponível em: Acessado em 13/08/2014 às 16h30min Filmes Nacionais de Terror e Suspense Renascem. Disponível em: Acessado em: 11/08/2014 às 15h00min Gêneros Cinematográficos. Disponível em: - Acessado em 04/08/2014 às 15h50min Genre Thriller. Disponível em: Acessado em 26/08/2014 às 23h50min 9

10 Lei da TV a cabo motiva crescimento do mercado de audiovisual. Disponível em: - Acessado em 29/08/2014 à 01h41min Lei da TV Paga. Disponível em: - Acessado em 29/08/2014 às 00h42min M O Vampiro de Dusseldorf. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=wfrlp9izmss Acessado em 26/08/2014 às 21h50min Mercado de audiovisual vive um momento de crescimento, avalia diretor executivo. Disponível em: - Acessado em 29/08/2014 às 00h37min O Suspense e Suas Variações. Disponível em: Acessado em 09/08/2014 às 18h21min Porta Curtas. Disponível em: - Acessado em 15/08/2014 às 17h30min Prime Box Brazil e Music Box Brasil chegam à Claro TV. Disponível em: - Acessado em 29/08/2014 às 00h35min RANGEL, Manoel. O Crescimento do mercado de TV paga e os desafios para a televisão brasileira Disponível em: 0v2.pdf - Acessado em 29/08/2014 às 02h12min URSSI, José Nelson. A Linguagem da Cenográfica. Programa de pós-graduação. São Paulo: USP, Disponível em: - Acessado em 15/08/2014 às 16h24min Who s There?. Disponível em: - Acessado em 17/08/2014 às 15h45min 10

UM CAMINHO DE UMA PRODUÇÃO AUDIOVISUAL

UM CAMINHO DE UMA PRODUÇÃO AUDIOVISUAL UM CAMINHO DE UMA PRODUÇÃO AUDIOVISUAL Existem infinitas maneiras de organizar, produzir e finalizar uma obra audiovisual. Cada pessoa ou produtora trabalha da sua maneira a partir de diversos fatores:

Leia mais

Cotas Pra Quê? 1. PALAVRAS-CHAVE: Documentário; Educação; Sistema de Cotas; Ensino Superior.

Cotas Pra Quê? 1. PALAVRAS-CHAVE: Documentário; Educação; Sistema de Cotas; Ensino Superior. Cotas Pra Quê? 1 Sarah Rocha MARTINS 2 Luan Barbosa OLIVEIRA 3 Camilla Alves Ribeiro PAES LEME 4 Instituto de Ensino Superior de Rio Verde, Rio Verde, Goiás RESUMO Este documentário foi planejado e desenvolvido

Leia mais

A essa altura, você deve estar se perguntando qual é a diferença entre cinema e vídeo, audiovisual e multimídia, não é mesmo?

A essa altura, você deve estar se perguntando qual é a diferença entre cinema e vídeo, audiovisual e multimídia, não é mesmo? Pré-Vestibular Social Grupo SOA Suporte à Orientação Acadêmica Ela faz cinema Ela faz cinema Ela é demais (Chico Buarque) CINEMA Chegou o momento de escolher um curso. Diante de tantas carreiras e faculdades

Leia mais

FACULDADE DE ARTES DO PARANÁ CURSO DE BACHARELADO EM CINEMA E VÍDEO Ano Acadêmico de 2008 MATRIZ CURRICULAR

FACULDADE DE ARTES DO PARANÁ CURSO DE BACHARELADO EM CINEMA E VÍDEO Ano Acadêmico de 2008 MATRIZ CURRICULAR MATRIZ CURRICULAR Carga Horária Semestral por Disciplina Disciplinas 1º semestre 2º semestre 3º semestre 4º semestre 5º semestre 6º semestre 7º semestre 8º semestre Total Obrigatórias Optativas Fundamentos

Leia mais

Regulamento das oficinas

Regulamento das oficinas Regulamento das oficinas As oficinas oferecidas pelo Cine Festival Inconfidentes Festival Nacional de Cinema e Vídeo de Mariana são gratuitas e abertas à participação da comunidade; Cada pessoa poderá

Leia mais

Radionovela para e com deficientes visuais 1

Radionovela para e com deficientes visuais 1 Radionovela para e com deficientes visuais 1 Gabriela Rodrigues Pereira CAPPELLINI 2 Raquel PELLEGRINI 3 Christian GODOI 4 Centro Universitário do Monte Serrat, Santos, SP RESUMO Narrar histórias a deficientes

Leia mais

Vídeo de divulgação do FUSCA 2014 - A Forca 1

Vídeo de divulgação do FUSCA 2014 - A Forca 1 Vídeo de divulgação do FUSCA 2014 - A Forca 1 Aryel Silva SIQUEIRA 2 Bryan José Ferreira de SOUZA 3 Adryan Kaike Fortaleza Alves MOREIRA 4 Laércio Cruz ESTEVES 5 Faculdade Estácio do Pará, Belém, PA RESUMO

Leia mais

Trilhando um Blues 1

Trilhando um Blues 1 Trilhando um Blues 1 Cristian Giovani Belló ROSA 2 Eduarda de Oliveira dos SANTOS 3 Francielle CARMINATTI 4 Mayara BOHNENBERGER 5 Mariana Dalpizzo DORINI 6 Robison FLEMMING 7 Arnaldo Telles FERREIRA 8

Leia mais

Prefácio... 9 Introdução... 11

Prefácio... 9 Introdução... 11 SUMÁRIO Prefácio... 9 Introdução... 11 1. Um caminho para a produção em vídeo de baixo orçamento: cinema de grupo... 15 Criando um curta-metragem em vídeo...17 2. O roteiro... 20 A ideia (imagem geradora)...20

Leia mais

Sumário. PARTE 1 A arte do cinema e a realização cinematográfica 1 CAPÍTULO O cinema como arte: Criatividade, tecnologia e negócios...

Sumário. PARTE 1 A arte do cinema e a realização cinematográfica 1 CAPÍTULO O cinema como arte: Criatividade, tecnologia e negócios... Sumário APRESENTAÇÃO DA EDIÇÃO BRASILEIRA... 13 PREFÁCIO... 19 PARTE 1 A arte do cinema e a realização cinematográfica 1 CAPÍTULO O cinema como arte: Criatividade, tecnologia e negócios... 29 Decisões

Leia mais

O Desenho: desenhando com Kari Galvão 1

O Desenho: desenhando com Kari Galvão 1 O Desenho: desenhando com Kari Galvão 1 Paulo Souza dos SANTOS JUNIOR 2 Maria Carolina Maia MONTEIRO 3 Universidade Católica de Pernambuco, Recife, PE RESUMO Este trabalho apresenta uma produção multimídia

Leia mais

Mestres 1 RESUMO. 4. Palavras-chave: Comunicação; audiovisual; documentário. 1 INTRODUÇÃO

Mestres 1 RESUMO. 4. Palavras-chave: Comunicação; audiovisual; documentário. 1 INTRODUÇÃO Mestres 1 Tiago Fernandes 2 Marcelo de Miranda Noms 3 Mariane Freitas 4 Tatiane Moura 5 Felipe Valli 6 Bruno Moura 7 Roberto Salatino 8 Conrado Langer 9 Prof. Msc. Luciana Kraemer 10 Centro Universitário

Leia mais

Apostila Artes Audiovisuais

Apostila Artes Audiovisuais INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CAMPUS SERTÃOZINHO Apostila Artes Audiovisuais ROTEIRO Cinema,Televisão e Vídeo 3a. Revisão 2010 Prof. MS. Ricardo Stefanelli 1 Projeto para Roteiro Audiovisual Vídeo Artes

Leia mais

Todos os direitos reservados a Fluxo - Escola de Fotografia Expandida. por Caio Amon. Imagens Sonoras. A Expansão da Imagem pelo Som

Todos os direitos reservados a Fluxo - Escola de Fotografia Expandida. por Caio Amon. Imagens Sonoras. A Expansão da Imagem pelo Som Imagens Sonoras por Caio Amon A Expansão da Imagem pelo Som Todos os direitos reservados a Fluxo - Escola de Fotografia Expandida Aprenda a produzir som e trilha para seus projetos. Imagens Sonoras A Expansão

Leia mais

Produzindo e divulgando fotos e vídeos. Aula 1 Criando um vídeo

Produzindo e divulgando fotos e vídeos. Aula 1 Criando um vídeo Produzindo e divulgando fotos e vídeos Aula 1 Criando um vídeo Objetivos 1 Conhecer um pouco da história dos filmes. 2 Identificar a importância de um planejamento. 3 Entender como criar um roteiro. 4

Leia mais

Websérie Minha Quase Última Vítima 1

Websérie Minha Quase Última Vítima 1 Websérie Minha Quase Última Vítima 1 Eloá AGUADO 2 Gustavo MIACIRO 3 Leonardo YOSHIDA³ Lucas TEIXEIRA³ Lucas LOPES³ Mariana MATOS³ Matheus PINHEIRO³ Mayra OLIVEIRA³ Thito CASSIMIRO³ Vinícius BORGES³ Viviane

Leia mais

WORKSHOP Sanguecine Sanguecine

WORKSHOP Sanguecine Sanguecine WORKSHOP Sanguecine é um workshop sobre a história, a produção e o mercado de cinema de gênero em âmbito mundial. Ele é derivado de um cineclube dedicado exclusivamente ao cinema fantástico e de gênero

Leia mais

AS CRIANÇAS E SUAS NARRATIVAS AUDIOVISUAIS: UMA PESQUISA EM PROCESSO Renata Gazé UNIRIO

AS CRIANÇAS E SUAS NARRATIVAS AUDIOVISUAIS: UMA PESQUISA EM PROCESSO Renata Gazé UNIRIO AS CRIANÇAS E SUAS NARRATIVAS AUDIOVISUAIS: UMA PESQUISA EM PROCESSO Renata Gazé UNIRIO Resumo Hoje muitas crianças convivem com narrativas audiovisuais na tv, no cinema e na Internet. Como se relacionam

Leia mais

Para pensar o. livro de imagens. Para pensar o Livro de imagens

Para pensar o. livro de imagens. Para pensar o Livro de imagens Para pensar o livro de imagens ROTEIROS PARA LEITURA LITERÁRIA Ligia Cademartori Para pensar o Livro de imagens 1 1 Texto visual Há livros compostos predominantemente por imagens que, postas em relação,

Leia mais

WORKSHOP DE EXPRESSÃO AUDIOVISUAL

WORKSHOP DE EXPRESSÃO AUDIOVISUAL WORKSHOP DE EXPRESSÃO AUDIOVISUAL PROGRAMA Tronco Comum SESSÃO 1 Apresentação do Workshop e Introdução à Linguagem Audiovisual 3 horas Apresentação dos intervenientes (formador e formandos). Apresentação

Leia mais

Constelação 1 RESUMO. PALAVRAS-CHAVE: haicai; minimalismo; poesia; imaginação INTRODUÇÃO

Constelação 1 RESUMO. PALAVRAS-CHAVE: haicai; minimalismo; poesia; imaginação INTRODUÇÃO Constelação 1 Bruno Henrique de S. EVANGELISTA 2 Daniel HERRERA 3 Rafaela BERNARDAZZI 4 Williane Patrícia GOMES 5 Ubiratan NASCIMENTO 6 Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, RN RESUMO Este

Leia mais

Missão. Objetivo Geral

Missão. Objetivo Geral SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO Curso: CINEMA E AUDIOVISUAL Missão O Curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Estácio de Sá tem como missão formar um profissional humanista, com perfil técnico e artístico

Leia mais

Cadê? 1. PALAVRAS-CHAVE: Cinema; curta-metragem; ficção; roteiro; visão.

Cadê? 1. PALAVRAS-CHAVE: Cinema; curta-metragem; ficção; roteiro; visão. Cadê? 1 Mirielle Katarine do Nascimento CAHUHY 2 Claudilma Marques Mendes da SILVA 3 Karen Alves de LIMA 4 Sara Raquel REIS 5 Anaelson Leandro de SOUSA 6 Universidade do Estado da Bahia, Juazeiro, BA RESUMO

Leia mais

Eletiva VOCÊ EM VÍDEO

Eletiva VOCÊ EM VÍDEO Eletiva VOCÊ EM VÍDEO E.E. Princesa Isabel Número da sala e sessão Professor(es) Apresentador(es): Adriana Prado Aparecida Pereira da Silva Realização: Foco A Escola Estadual Princesa Isabel, por meio

Leia mais

REGULAMENTO Festival Luz de Cinema 1º Festival de cinema latino-americano Curitiba, 20 a 24 de outubro de 2014

REGULAMENTO Festival Luz de Cinema 1º Festival de cinema latino-americano Curitiba, 20 a 24 de outubro de 2014 REGULAMENTO 1º Festival de cinema latino-americano Curitiba, 20 a 24 de outubro de 2014 1 ORGANIZAÇÃO O evento será realizado pela Escola de Comunicação e Artes da Pontifícia Universidade Católica do Paraná

Leia mais

Raízes Manauaras 1. Nicolas Tien-Yun da Silva THAINER 2 Synde Libório dos SANTOS 3 Andriella Paluzza Evelyn dos SANTOS 4 Joana Frota REBOUÇAS 5

Raízes Manauaras 1. Nicolas Tien-Yun da Silva THAINER 2 Synde Libório dos SANTOS 3 Andriella Paluzza Evelyn dos SANTOS 4 Joana Frota REBOUÇAS 5 Raízes Manauaras 1 Nicolas Tien-Yun da Silva THAINER 2 Synde Libório dos SANTOS 3 Andriella Paluzza Evelyn dos SANTOS 4 Joana Frota REBOUÇAS 5 Marcela Medeiros de LEIROS 6 Allan Soljenítisin Barreto RODRIGUES

Leia mais

TÍTULO / TÍTULO: A DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA AUDIOVISUAL ENTRE O TELEJORNALISMO E O CINEMA

TÍTULO / TÍTULO: A DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA AUDIOVISUAL ENTRE O TELEJORNALISMO E O CINEMA TÍTULO / TÍTULO: A DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA AUDIOVISUAL ENTRE O TELEJORNALISMO E O CINEMA AUTOR / AUTOR: Iara Cardoso INSTITUIÇÃO / INSTITUCIÓN: Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) Unicamp,

Leia mais

APÊNDICE Como se faz Cinema PARTE 2 Etapas da Produção

APÊNDICE Como se faz Cinema PARTE 2 Etapas da Produção Apostila de Cinematografia Prof. Filipe Salles 103 APÊNDICE Como se faz Cinema PARTE 2 Etapas da Produção 1.Pré-Produção A etapa de pré-produção de um filme começa quando há verba disponível; e portanto,

Leia mais

PALAVRAS CHAVES: Programa Sintonia; Cinema; Música; Encarte DVD.

PALAVRAS CHAVES: Programa Sintonia; Cinema; Música; Encarte DVD. RESUMO: Programa Sintonia: Encarte DVD 1 Adilson Soares Ferreira 2 Andre Renato Tambucci 3 Adam Pierre 4 Renata Boutin Becate 5 Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio CEUNSP Salto - SP Para atrair

Leia mais

Resumo expandido CONPEEX 2011. A Construção da Narrativa Fílmica Através do Discurso Fotográfico na Obra de Chris Marker.

Resumo expandido CONPEEX 2011. A Construção da Narrativa Fílmica Através do Discurso Fotográfico na Obra de Chris Marker. Resumo expandido CONPEEX 2011 TÍTULO A Construção da Narrativa Fílmica Através do Discurso Fotográfico na Obra de Chris Marker. NOMES DOS AUTORES, UNIDADE ACADÊMICA E ENDEREÇO ELETRÔNICO Luciana Miranda

Leia mais

CINEMATOGRAFIA JOGOS DE LUZES E SOMBRAS NA DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA. por Bruno Polidoro

CINEMATOGRAFIA JOGOS DE LUZES E SOMBRAS NA DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA. por Bruno Polidoro CINEMATOGRAFIA JOGOS DE LUZES E SOMBRAS NA DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA por Bruno Polidoro O CURSO O curso pretende um mergulho do participante no universo da direção de fotografia para o audiovisual, com foco

Leia mais

O 9 FESTIVAL DE CINEMA CURTA CABO FRIO, acontecerá no mês de outubro de 2015 na cidade de Cabo Frio - Região dos Lagos - Rio de Janeiro.

O 9 FESTIVAL DE CINEMA CURTA CABO FRIO, acontecerá no mês de outubro de 2015 na cidade de Cabo Frio - Região dos Lagos - Rio de Janeiro. O 9 FESTIVAL DE CINEMA CURTA CABO FRIO, acontecerá no mês de outubro de 2015 na cidade de Cabo Frio - Região dos Lagos - Rio de Janeiro. Nos meses posteriores ao Festival serão realizadas mostras itinerantes

Leia mais

Telejornal Sala 221 1

Telejornal Sala 221 1 Telejornal Sala 221 1 Thayane dos Santos MOREIRA 2 Gabriela Barbosa NEVES 3 Kamila Katrine Nascimento de FREITAS 4 Marcelo LIMA 5 Maryjane da Costa PEREIRA 6 Cogenes Felipe Silva de LIRA 7 Zulmira NÓBREGA

Leia mais

Regulamento para Inscrição na Mostra Competitiva Mercocidades -----------------------------------------------------

Regulamento para Inscrição na Mostra Competitiva Mercocidades ----------------------------------------------------- Regulamento para Inscrição na Mostra Competitiva Mercocidades ----------------------------------------------------- 1 - O Evento: O Primeiro Plano 2015 - Festival de Cinema de Juiz de Fora e Mercocidades,

Leia mais

h p://www.confabulefilmes.com.br/fes vais inscrições até junho/11

h p://www.confabulefilmes.com.br/fes vais inscrições até junho/11 1 de 5 21/06/2011 17:55 FESTIVAIS inscrições até junho/11 1ª MOSTRA DE VÍDEO UNIVERSITÁRIO DA UNICAP A 1ª Mostra de Vídeo Universitário da Unicap é uma atividade integrada à programação de comemoração

Leia mais

Curta-metragem Se Houver Quórum 1

Curta-metragem Se Houver Quórum 1 Curta-metragem Se Houver Quórum 1 Marcelo GERNHARDT 2 Giancarlo Backes COUTO 3 Luan Menezes KONRATH 4 Lucas de Quadros POOCH 5 Leonardo COUTO 6 Fábio SCHMITZ 7 Donesca CALLIGARO 8 José Francisco Mendonça

Leia mais

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO 1. AUDIOVISUAL NO ENSINO MÉDIO O audiovisual tem como finalidade realizar-se como crítica da cultura,

Leia mais

Tutorial de animação quadro a quadro

Tutorial de animação quadro a quadro Tutorial de animação quadro a quadro quadro a quadro é uma técnica que consiste em utilizar imagens ou fotografias diferentes de um mesmo objeto para simular o seu movimento. Nesse caso, trata-se de relatar

Leia mais

Vinheta Sala de Cinema 1. Felipe Bruno 2 Graciene Silva de SIQUEIRA 3 Universidade Federal do Amazonas, Parintins, AM

Vinheta Sala de Cinema 1. Felipe Bruno 2 Graciene Silva de SIQUEIRA 3 Universidade Federal do Amazonas, Parintins, AM Vinheta Sala de Cinema 1 Felipe Bruno 2 Graciene Silva de SIQUEIRA 3 Universidade Federal do Amazonas, Parintins, AM RESUMO Esse trabalho surgiu a partir das atividades de um projeto de extensão (Pibex)

Leia mais

Videoclipe: Só sei dançar com você 1

Videoclipe: Só sei dançar com você 1 Videoclipe: Só sei dançar com você 1 Bruno Olhero BOTAS 2 Gabriela dos Santos SILVA 3 Grazielli FERRACCIOLLI 4 Guilherme Henrique de SOUZA 5 Isa Dias Colombo SANTOS 6 Rahessa da Silva VITÓRIO 7 Yasmin

Leia mais

Centro Educacional Juscelino Kubitschek

Centro Educacional Juscelino Kubitschek Centro Educacional Juscelino Kubitschek ALUNO: N.º: DATA: / / ENSINO: Fundamental II 8ª série) DISCIPLINA: Artes PROFESSOR (A): Equipe de Artes TURMA: TURNO: Roteiro e Lista de estudo para recuperação

Leia mais

TV Analógica e TV Digital: como conviver com os dois formatos?

TV Analógica e TV Digital: como conviver com os dois formatos? 1 TV Analógica e TV Digital: como conviver com os dois formatos? Willians Cerozzi Balan Setembro/2009 Autores, pesquisadores e profissionais da área de produção em televisão reconhecem que a imagem exerce

Leia mais

Guerra dos Mundos em São Luís 1

Guerra dos Mundos em São Luís 1 Guerra dos Mundos em São Luís 1 Ana Paula Silva de SOUSA 2 Dara de Sousa SANTOS 3 Silvanir Fernandes da SIVA 4 Polyana AMORIM 5 Universidade Federal do Maranhão, MA RESUMO O documentário Guerra dos Mundos

Leia mais

3 DICAS QUE VÃO AJUDAR A POUPAR DINHEIRO EM SEU PRÓXIMO PROJETO DE VÍDEO

3 DICAS QUE VÃO AJUDAR A POUPAR DINHEIRO EM SEU PRÓXIMO PROJETO DE VÍDEO 3 DICAS QUE VÃO AJUDAR A POUPAR DINHEIRO EM SEU PRÓXIMO PROJETO DE VÍDEO Fazer vídeos hoje em dia já não é o bicho de 7 cabeças que realmente foi a pouco tempo atrás. Nesse e-book você vai começar a aprender

Leia mais

Produção Eletrônica em Rádio e TV

Produção Eletrônica em Rádio e TV Produção Eletrônica em Rádio e TV Conceitos de Produção Audiovisual Etapas de Produção Sinopse, Roteiro, Análise Técnica Equipe Técnica / Produção Planos e Movimentos de Câmera Prof. Dirceu Lemos dirceulemos@yahoo.com.br

Leia mais

Joaozinho, o repórter 1. Fábio Willard de OLIVEIRA 2 Tárcio ARAUJO 3 Moises Henrique Cavalcante de ALBUQUERUQUE 4

Joaozinho, o repórter 1. Fábio Willard de OLIVEIRA 2 Tárcio ARAUJO 3 Moises Henrique Cavalcante de ALBUQUERUQUE 4 Joaozinho, o repórter 1 Fábio Willard de OLIVEIRA 2 Tárcio ARAUJO 3 Moises Henrique Cavalcante de ALBUQUERUQUE 4 Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, Mossoró, RN. RESUMO O documentário Joãozinho,

Leia mais

De Ponto a Ponto: a experiência de um roteiro vivo 1

De Ponto a Ponto: a experiência de um roteiro vivo 1 De Ponto a Ponto: a experiência de um roteiro vivo 1 Aline Guerra SANTOS 2 Vanessa Matos dos SANTOS 3 Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, MG RESUMO O roteiro do programa De ponto a ponto tem

Leia mais

RESUMO. PALAVRAS-CHAVE: Experimental, Animação, Seriado, Criatividade. INTRODUÇÃO. Adeus, Johnny!¹

RESUMO. PALAVRAS-CHAVE: Experimental, Animação, Seriado, Criatividade. INTRODUÇÃO. Adeus, Johnny!¹ Adeus, Johnny!¹ Débora Caroline de Oliveira AZEVEDO² Bruna Camara ALEXANDRINO³ Renata Boutin BECATE 4 Faculdade de Comunicação, Artes e Design do Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio, Salto,

Leia mais

Plano de Trabalho Docente - 2014. Ensino Médio

Plano de Trabalho Docente - 2014. Ensino Médio Plano de Trabalho Docente - 2014 Ensino Médio Código: 0262 ETEC ANHANQUERA Município: Santana de Parnaíba Área de Conhecimento: Linguagens, códigos e suas tecnologias. Componente Curricular: Artes Série:

Leia mais

SESC Petrolina 09, 10 e 11 de agosto de 2010. Marcus Ramos UNIVASF

SESC Petrolina 09, 10 e 11 de agosto de 2010. Marcus Ramos UNIVASF SESC Petrolina 09, 10 e 11 de agosto de 2010 Marcus Ramos UNIVASF Engenheiro elétrico (USP/82); Mestre em Sistemas Digitais (USP/91); Professor do curso de Engenharia de Computação da UNIVASF em Juazeiro-BA

Leia mais

PROGRAMA TRILHA SETRE NA TRILHA DAS ARTES CURSOS DE 400 HORAS. 1. Qualificação Social 100 horas

PROGRAMA TRILHA SETRE NA TRILHA DAS ARTES CURSOS DE 400 HORAS. 1. Qualificação Social 100 horas PROGRAMA TRILHA SETRE NA TRILHA DAS ARTES CURSOS DE 400 HORAS 1. Qualificação Social 100 horas INCLUSÃO DIGITAL - 30 horas (15 h de prática) Ementa: Introdução à informática, hardware e software. Descrição

Leia mais

17º FESTIVAL BRASILEIRO DE CINEMA UNIVERSITÁRIO. 06.08 a 12.08 Rio de Janeiro 13.08 a 19.08 São Paulo

17º FESTIVAL BRASILEIRO DE CINEMA UNIVERSITÁRIO. 06.08 a 12.08 Rio de Janeiro 13.08 a 19.08 São Paulo 17º FESTIVAL BRASILEIRO DE CINEMA UNIVERSITÁRIO 06.08 a 12.08 Rio de Janeiro 13.08 a 19.08 São Paulo APRESENTAÇÃO O 17º Festival Brasileiro de Cinema Universitário acontecerá de 6 a 12 de agosto de 2012,

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Centro de Comunicação e Letras Curso de Propaganda, Publicidade e Criação PLANO DE ENSINO

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Centro de Comunicação e Letras Curso de Propaganda, Publicidade e Criação PLANO DE ENSINO PLANO DE ENSINO CÓDIGO 042 CÓD. CURSO CÓD. DISC. 12035351 CRÉDITOS UNIDADE CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS CURSO PROPAGANDA, PUBLICIDADE E CRIAÇÃO DISCIPLINA LINGUAGEM DO SOM E DA IMAGEM II (Áudio/Vídeo)

Leia mais

Pré-requisito: Conhecimentos básicos de língua inglesa.

Pré-requisito: Conhecimentos básicos de língua inglesa. Pare de assistir e comece a escrever, criar e produzir para a televisão! A arte de contar histórias é a força cultural dominante no mundo contemporâneo, e as séries televisivas são o meio mais atraente

Leia mais

Universidade Federal da Bahia

Universidade Federal da Bahia + Universidade Federal da Bahia Instituto de Humanidades, Artes e Ciências Prof. Milton Santos UFBA NOVA BACHARELADOS INTERDISCIPLINARES 2010 ÁREA DE CONCENTRAÇÃO EM XXXXXXXX + IDENTIFICAÇÃO DA PROPOSTA

Leia mais

Passo a passo para fazer um bom vídeo. 1. Escolher a história

Passo a passo para fazer um bom vídeo. 1. Escolher a história Passo a passo para fazer um bom vídeo 1. Escolher a história Os vídeos devem relatar histórias verídicas de cidadania vivida em função da correta aplicação das normas previstas no Estatuto da Criança e

Leia mais

Estética Contemporânea

Estética Contemporânea Estética Contemporânea Mário Xavier Gomes Rocha Ua 71145 Nicolas Provost Moving Stories Nicolas Provost é um realizador e artista visual, que vive e trabalha em Bruxelas. Estudou na Royal Academy of Fine

Leia mais

Projeto: O cinema vai à escola Do enredo à trilha sonora: os desafios da linguagem cinematográfica

Projeto: O cinema vai à escola Do enredo à trilha sonora: os desafios da linguagem cinematográfica Projeto: O cinema vai à escola Do enredo à trilha sonora: os desafios da linguagem cinematográfica Profª Mariana Villaça SESC-SP, 23/5/2013 Elementos da linguagem cinematográfica: identificando o enredo

Leia mais

Pós-Produção. Prof. Adriano Portela

Pós-Produção. Prof. Adriano Portela Pós-Produção Prof. Adriano Portela Pós-Produção A pós-produção pode ser o aspecto menos compreendido pelo produtor. É nessa fase que as cenas e o áudio são editados e mixados para criar uma obra coerente

Leia mais

CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA

CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA 1 CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INTRODUÇÃO A PUBLICIDADE E PROPAGANDA... 4 02 HISTÓRIA DA ARTE... 4 03 COMUNICAÇÃO

Leia mais

Alzheimer: de Volta ao Começo 1

Alzheimer: de Volta ao Começo 1 Alzheimer: de Volta ao Começo 1 Marcelo de Paula LEMOS 2 Marcela Terra Cunha MATARIM 3 Mariana Alves MENDES 4 Celi CAMARGO 5 Universidade de Uberaba, Uberaba, MG RESUMO Alzheimer: de Volta ao Começo é

Leia mais

PRODUTORA DE NOTÍCIAS VESTIBULAR 1. Letycia CARDOSO 2 João Gabriel MARQUES 3 Márcio de Oliveira GUERRA 4

PRODUTORA DE NOTÍCIAS VESTIBULAR 1. Letycia CARDOSO 2 João Gabriel MARQUES 3 Márcio de Oliveira GUERRA 4 PRODUTORA DE NOTÍCIAS VESTIBULAR 1 Letycia CARDOSO 2 João Gabriel MARQUES 3 Márcio de Oliveira GUERRA 4 Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora, MG RESUMO Como forma de estimular a criatividade

Leia mais

Jingle Sabores do Brasil para a marca Chocolates Brasil Cacau 1

Jingle Sabores do Brasil para a marca Chocolates Brasil Cacau 1 Jingle Sabores do Brasil para a marca Chocolates Brasil Cacau 1 Simone MARIANO 2 Sheilla REIS 3 Mariana BRASIL 4 Mariane FREITAS 5 Amanda CARVALHO 6 Jéssica SANTOS 7 Suelen VALENTE 8 Universidade Católica

Leia mais

DESENVOVIMENTO DE GAMES APRESENTAÇÃO. MARCELO HENRIQUE DOS SANTOS http://www.marcelohsantos.com marcelosantos@outlook.com

DESENVOVIMENTO DE GAMES APRESENTAÇÃO. MARCELO HENRIQUE DOS SANTOS http://www.marcelohsantos.com marcelosantos@outlook.com JOGOS DIGITAIS DESENVOVIMENTO DE GAMES APRESENTAÇÃO MARCELO HENRIQUE DOS SANTOS http://www.marcelohsantos.com marcelosantos@outlook.com Bacharel em Sistema de Informação Pós Graduado em Games : Produção

Leia mais

II FESTIVAL NACIONAL CURTA NO CELULAR GUIA CURTA FÁCIL

II FESTIVAL NACIONAL CURTA NO CELULAR GUIA CURTA FÁCIL II FESTIVAL NACIONAL CURTA NO CELULAR GUIA CURTA FÁCIL O FEST CURT CELU Guia Curta Fácil 2 A câmera de cinema funciona como se fosse uma máquina fotográfica que dispara milhares de foto em um espaço muito

Leia mais

Ainda dá... : vídeo para a campanha 1 minuto pelo clima 1

Ainda dá... : vídeo para a campanha 1 minuto pelo clima 1 Ainda dá... : vídeo para a campanha 1 minuto pelo clima 1 Alciene LYRA 2 Rosiel do Nascimento MENDONÇA 3 Ila Clícia FERREIRA 4 Luiza Elayne AZEVEDO 5 Universidade Federal do Amazonas, Manaus, AM RESUMO

Leia mais

ESCOLA E B 2,3 INFANTE D. FERNANDO

ESCOLA E B 2,3 INFANTE D. FERNANDO Agrupamento de Escolas de Vila Real de Santo António ESCOLA E B 2,3 INFANTE D. FERNANDO UNIDADE DE TRABALHO: ANIMAÇÃO DE IMAGENS COMO DAR VIDA ÀS IDEIAS Prof. Helena Gomes Ano letivo: 2011/2012 Escola

Leia mais

AGENDA DE CURSOS SEMESTRAL

AGENDA DE CURSOS SEMESTRAL AGENDA DE CURSOS SEMESTRAL Sobre a AIC A Academia Internacional de Cinema (AIC) abriu suas portas no dia 5 de agosto de 2004 em Curitiba, PR, oferecendo cursos livres na área de audiovisual além de curso

Leia mais

Ementa das disciplinas optativas 2011.1 (em ordem alfabética independente do curso e do turno)

Ementa das disciplinas optativas 2011.1 (em ordem alfabética independente do curso e do turno) Ementa das disciplinas optativas 2011.1 (em ordem alfabética independente do curso e do turno) Disciplina Ementa Pré- requisito C.H. Curso Assessoria de Comunicação Conhecimento geral, reflexão e prática

Leia mais

A Pobreza tem Cor no Brasil: Precisamos Reverter este Quadro 1

A Pobreza tem Cor no Brasil: Precisamos Reverter este Quadro 1 A Pobreza tem Cor no Brasil: Precisamos Reverter este Quadro 1 Andrey Scariott FILIPPI 2 Lucas Paiva de OLIVEIRA 3 Marcelo Barbosa CORRÊA 4 Virgínia FEIX 5 Centro Universitário Metodista do IPA, Porto

Leia mais

Aula 05. CINEMA: profissões

Aula 05. CINEMA: profissões Aula 05 CINEMA: profissões Profissões do Cinema O cinema pode ser dividido em diversos processos, onde se envolvem diferentes tipos de profissionais: Roteiro Produção Realização Decupagem Decupagem de

Leia mais

Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, RS. PALAVRAS-CHAVE: Stop motion; animação; filme publicitário; Universitar.

Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, RS. PALAVRAS-CHAVE: Stop motion; animação; filme publicitário; Universitar. Universitar: o Desafio da Cidadania na versão stop motion 1 Annelena Silva da LUZ 2 Filipe Mendes AYOUB 3 Giandra Carla dos SANTOS 4 Mariângela Barichello BARATTO 5 Juliana PETERMANN 6 Universidade Federal

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 3.958, DE 31 DE MARÇO DE 2010

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 3.958, DE 31 DE MARÇO DE 2010 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 3.958, DE 31 DE MARÇO DE 2010 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Cinema

Leia mais

M U N D O L I V R E 9 3. 9 F M

M U N D O L I V R E 9 3. 9 F M M U N D O L I V R E 9 3. 9 F M Mais que uma programação feita para ouvintes exigentes, a Mundo Livre FM ultrapassa a frequência do rádio e se estabelece como uma identidade conceitual. No ar há 7 anos,

Leia mais

Universidade Federal Fluminense IACS - Instituto de Arte e Comunicação Social Departamento de Comunicação Social Curso de Publicidade e Propaganda

Universidade Federal Fluminense IACS - Instituto de Arte e Comunicação Social Departamento de Comunicação Social Curso de Publicidade e Propaganda Universidade Federal Fluminense IACS - Instituto de Arte e Comunicação Social Departamento de Comunicação Social Curso de Publicidade e Propaganda Disciplinas Optativas Publicidade Carga horária total

Leia mais

PARA TODOS: MEU ROTEIRO DE INCLUSÃO CONCURSO ESPORTE. Regulamento

PARA TODOS: MEU ROTEIRO DE INCLUSÃO CONCURSO ESPORTE. Regulamento Regulamento O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), da Diretoria de Formulação de Conteúdos Educacionais, da Coordenação Geral de Mídias e Conteúdos Digitais e da TV

Leia mais

Escola Superior de Tecnologia de Abrantes

Escola Superior de Tecnologia de Abrantes Instituto Politécnico de Tomar Escola Superior de Tecnologia de Abrantes Curso Curso de Comunicação Social Ano Lectivo 2008/2009 Ficha da Unidade Curricular Unidade Curricular Área Científica TECNOLOGIAS

Leia mais

Web site Espia Amazonas 1

Web site Espia Amazonas 1 1 Web site Espia Amazonas 1 Lidiane CUNHA 2 Adália CORDEIRO 3 Breno CABRAL 4 Iara RODRIGUES 5 Marcela MORAES 7 Gabrielle NASCIMENTO 8 Faculdade Boas Novas, Manaus, AM RESUMO O web site Espia Amazonas foi

Leia mais

CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA

CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA 1 CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INTRODUÇÃO A PUBLICIDADE E PROPAGANDA... 4 02 HISTÓRIA DA ARTE... 4 03 COMUNICAÇÃO

Leia mais

O Bilhete 1 Ricardo Costa FELIX 2 Ana Cecília Aragão GOMES 3 Gustavo Henrique Ferreira BITTENCOURT 4 Universidade Potiguar - UnP - Natal / RN

O Bilhete 1 Ricardo Costa FELIX 2 Ana Cecília Aragão GOMES 3 Gustavo Henrique Ferreira BITTENCOURT 4 Universidade Potiguar - UnP - Natal / RN O Bilhete 1 Ricardo Costa FELIX 2 Ana Cecília Aragão GOMES 3 Gustavo Henrique Ferreira BITTENCOURT 4 Universidade Potiguar - UnP - Natal / RN RESUMO O curtametragem em animação stop-motion O Bilhete, com

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: narrativa sonora; som; bullying, PNE.

PALAVRAS-CHAVE: narrativa sonora; som; bullying, PNE. O que os olhos não veem, o coração não sente 1 Adrielly Campos e ALMEIDA 2 Camila Peixoto LESSA 3 Matheus Vitorino BUENO 4 Roberto RODRIGUES 5 Thalita Magalhães BASTOS 6 Geórgia Cynara Coelho de Souza

Leia mais

FICSAM - WORKSHOP INTENSIVO DE CINEMA DIGITAL (com rodagem de curta-metragem) Dias 8, 9 e 10 OUTUBRO de 2015 (três dias de formação)

FICSAM - WORKSHOP INTENSIVO DE CINEMA DIGITAL (com rodagem de curta-metragem) Dias 8, 9 e 10 OUTUBRO de 2015 (três dias de formação) FICSAM - WORKSHOP INTENSIVO DE CINEMA DIGITAL (com rodagem de curta-metragem) Dias 8, 9 e 10 OUTUBRO de 2015 (três dias de formação) Horário: Dias 8 e 9 das 18h às 22h Dia 10 das 10:30 às 13:30 e das 14:30

Leia mais

Fazendo cinema na escola

Fazendo cinema na escola Fazendo cinema na escola Arte audiovisual dentro e fora da sala de aula Alex Moletta FAZENDO CINEMA NA ESCOLA Arte audiovisual dentro e fora da sala de aula Copyright 2014 by Alex Moletta Direitos desta

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR PRÓREITORIA DE GRADUAÇÃO Curso: 50 CINEMA Documentação: jetivo: Titulação: Diplomado em: criado pela Resolução n 008/CEG/2003, de 18 de dezembro de 2003 Resolução nº 020/CEG/2008, de 26/11/2008 Reconhecido

Leia mais

CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL (Publicidade e Propaganda)

CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL (Publicidade e Propaganda) CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL (Publicidade e Propaganda) NÚCLEO DE TECNOLOGIA E COMUNICAÇÃO FACULDADE DA CIDADE DE MACEIÓ Regulamento de Funcionamento do Laboratório de Comunicação I INTRODUÇÃO: O Núcleo

Leia mais

Fotografia Cinematográfica

Fotografia Cinematográfica Fotografia Cinematográfica por Edu Rabin Fluxo Escola de Fotografia Expandida Todos os direitos reservados a Fluxo - Escola de Fotografia Expandida Fotografia Cinematográfica Registrando e recriando a

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: mémoria; ficção; fotografia; fotovideonovela; internet. do Programa de Educação Tutorial (PETCOM), email: hannah.veras@hotmail.

PALAVRAS-CHAVE: mémoria; ficção; fotografia; fotovideonovela; internet. do Programa de Educação Tutorial (PETCOM), email: hannah.veras@hotmail. RESUMO Em vermelho 1 Anilton dos Santos Oliveira JUNIOR 2 Hannah Serrão Alves VERAS 3 Joana Frota REBOUÇAS 4 Marina Ribeiro EVANGELISTA 5 Thaís Caruta TRUVISCO 6 Thaísa de Lima e SILVA 7 Itala Clay de

Leia mais

RÁDIONOVELA ALÉM DA PRODUTORA 1

RÁDIONOVELA ALÉM DA PRODUTORA 1 RESUMO RÁDIONOVELA ALÉM DA PRODUTORA 1 Felipe Montejano da SILVA 2 Juliana de Carvalho CRAVO 3 Melina Sampaio MANFRINATTI 4 Roberta POMPERMAYER 5 Stéfani Bilibio PARNO 6 Luiz VELOSO 7 Universidade Metodista

Leia mais

Anima Mundi 2015 23º Festival Internacional de Animação do Brasil Rio de Janeiro 10 a 19 de julho São Paulo 22 a 26 de julho

Anima Mundi 2015 23º Festival Internacional de Animação do Brasil Rio de Janeiro 10 a 19 de julho São Paulo 22 a 26 de julho Anima Mundi 2015 23º Festival Internacional de Animação do Brasil Rio de Janeiro 10 a 19 de julho São Paulo 22 a 26 de julho REGULAMENTO 1. PRAZOS 10/03 Data limite para finalizar a ficha de inscrição

Leia mais

OS PADRÕES NORMATIVOS DE GÊNERO E SEXUALIDADE: UMA ANÁLISE A PARTIR DO FILME A BELA E A FERA

OS PADRÕES NORMATIVOS DE GÊNERO E SEXUALIDADE: UMA ANÁLISE A PARTIR DO FILME A BELA E A FERA OS PADRÕES NORMATIVOS DE GÊNERO E SEXUALIDADE: UMA ANÁLISE A PARTIR DO FILME A BELA E A FERA Geane Apolinário Oliveira UEPB Geane-cg@hotmail.com Introdução O presente artigo tem por objetivo enfatizar

Leia mais

Filme: O Lobisomem e o Coronel

Filme: O Lobisomem e o Coronel Filme: O Lobisomem e o Coronel Gênero: Animação Diretor: Elvis K. Figueiredo, Ítalo Cajueiro Ano: 2002 Duração: 10 min Cor: Colorido Bitola: 35mm País: Brasil Disponível no Porta Curtas: www.portacurtas.com.br/curtanaescola/filme.asp?cod=1518

Leia mais

Roteiro. Coordenador do curso Prof. Dr. Francisco Isidro Massetto. Autor Professor Conteudista Rafael Moralez

Roteiro. Coordenador do curso Prof. Dr. Francisco Isidro Massetto. Autor Professor Conteudista Rafael Moralez Roteiro 1 Coordenador do curso Prof. Dr. Francisco Isidro Massetto Autor Professor Conteudista Rafael Moralez PACC Programa Anual de Capacitação Continuada Curso: Produção de Vídeo. de Massetto, F. I.,

Leia mais

REPRESENTAÇÃO FEMININA NO AUDIOVISUAL BRASILEIRO: UMA ANÁLISE DO FILME LOUCAS PRA CASAR

REPRESENTAÇÃO FEMININA NO AUDIOVISUAL BRASILEIRO: UMA ANÁLISE DO FILME LOUCAS PRA CASAR REPRESENTAÇÃO FEMININA NO AUDIOVISUAL BRASILEIRO: UMA ANÁLISE DO FILME LOUCAS PRA CASAR Ana Karolyne Florencio Amorim (1); Anderson Klisnmann Costa Dantas (1) Francicléia Lopes Silva (2); Kamilla de Fátima

Leia mais

Guia Curta Fácil 1 Festival Nacional Curta no Celular de Taubaté

Guia Curta Fácil 1 Festival Nacional Curta no Celular de Taubaté 1 Conteúdo TIPOS DE PLANOS... 3 PLANO GERAL... 3 PLANO MÉDIO... 3 PLANO AMERICANO... 4 PRIMEIRO PLANO OU CLOSE-UP... 4 PRIMEIRÍSSIMO PLANO... 4 MOVIMENTOS DE CÂMERA... 5 PANORÂMICAS - PANS... 5 PANORÂMICA

Leia mais

REGULAMENTO. a) Os filmes participantes do Festival Internacional Pequeno Cineasta devem ser feitos por crianças e jovens entre 8 e 17 anos.

REGULAMENTO. a) Os filmes participantes do Festival Internacional Pequeno Cineasta devem ser feitos por crianças e jovens entre 8 e 17 anos. REGULAMENTO Objetivos O Festival Internacional Pequeno Cineasta tem como objetivo promover o debate sobre o universo infantil, discutindo os conceitos educacionais atuais e os valores dentro da diversidade

Leia mais

TQC 1. Lucimara GONÇALVES 2 Anelise TODT 3 Franciane P. MARTINS 4 Jessica LUZ 5 Kezia M. SILVA 6 Suzana SEGALLA 7 Flávia BESPALHOK 8 Juliane MARTINS 9

TQC 1. Lucimara GONÇALVES 2 Anelise TODT 3 Franciane P. MARTINS 4 Jessica LUZ 5 Kezia M. SILVA 6 Suzana SEGALLA 7 Flávia BESPALHOK 8 Juliane MARTINS 9 TQC 1 Lucimara GONÇALVES 2 Anelise TODT 3 Franciane P. MARTINS 4 Jessica LUZ 5 Kezia M. SILVA 6 Suzana SEGALLA 7 Flávia BESPALHOK 8 Juliane MARTINS 9 Universidade Federal do Paraná, Curitiba, PR RESUMO

Leia mais

Verdade? 1. Geraldo Augusto Aquino Guimarães 2 Jefferson José Ribeiro de Moura 3 Faculdades Integradas Teresa D Ávila - Lorena, SP

Verdade? 1. Geraldo Augusto Aquino Guimarães 2 Jefferson José Ribeiro de Moura 3 Faculdades Integradas Teresa D Ávila - Lorena, SP Verdade? 1 Geraldo Augusto Aquino Guimarães 2 Jefferson José Ribeiro de Moura 3 Faculdades Integradas Teresa D Ávila - Lorena, SP RESUMO No trabalho apresentado aqui, tem-se um roteiro, um unitário com

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO ESTUDO DO FIGURINO PARA O DESIGN DE PERSONAGENS DE GAMES

A IMPORTÂNCIA DO ESTUDO DO FIGURINO PARA O DESIGN DE PERSONAGENS DE GAMES A IMPORTÂNCIA DO ESTUDO DO FIGURINO PARA O DESIGN DE PERSONAGENS DE GAMES The importance of the study of the costume for the design of character design. Verdelli, Caio Matheus de Almeida; Graduando; Universidade

Leia mais