Instituto Superior de Engenharia de Lisboa Departamento de Engenharia da Electrónica e das Telecomunicações e de Computadores

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Instituto Superior de Engenharia de Lisboa Departamento de Engenharia da Electrónica e das Telecomunicações e de Computadores"

Transcrição

1 Nota: Seja preciso e conciso nas suas respostas. Para responder às perguntas de resposta múltipla utilize a tabela abaixo. Todas as outras perguntas devem ser respondidas em folhas de teste. Não faça letra de médico. Responda às perguntas de resposta extensa em folha de teste e às de resposta múltipla nesta página. 11º º teesst t tee: : ppeer rgguunnt ttaass 11 aa 2255; ;; 22º º teesst t tee: : ppeer rgguunnt ttaass 2266 aa 4499; ;; EExxaamee: : TTooddaass aass ppeer rgguunnt ttaass iimppaar i reess maai iiss ddeezz àà eessccool llhhaa ddoo aal lluunnoo Pergunta Resposta 1 A B C D E F 2 A B C D E F 3 A B C D E F 4 A B C D E F 5 A B C D E F 6 A B C D E F 7 A B C D E F 8 9 A B C D E F A B C D E F A B C D E F 17 A B C D E F 18 A B C D E F 19 A B C D E F 20 A B C D E F A B C D E F 24 A B C D E F A B C D E F A B C D E F 30 A B C D E F 31 A B C D E F 32 A B C D E F A B C D E F 37 A B C D E F A B C D E F 40 A B C D E F A B C D E F 47 A B C D E F 48 A B C D E F 49 1

2 2

3 1. Quando em segurança informática se afirma que o segredo é a alma do negócio estamos a referir-nos apenas a: a. Chaves públicas b. Chaves privadas c. Chaves simétricas d. Algoritmos de cifra e. Algoritmo de troca de chaves 2. Um ataque de modificação pode ser considerado um ataque de intercepção? a. Sim b. Não c. São ambos ataques à confidencialidade d. O primeiro é um ataque passivo e o segundo um ataque activo e. O primeiro é um ataque activo e o segundo um ataque passivo 3. Numa cifra de substituição monoalfabética, tomogramica: a. Um carácter do texto em claro é substituído por um carácter do texto cifrante b. Um carácter do texto em claro é substituído por vários caracteres do texto cifrante c. A ordem dos caracteres do texto em claro é trocada de acordo uma ordem pré-definida d. Um carácter do texto em claro é substituído por um de vários caracteres do texto cifrante 4. Len Adelman, Ron Rivest e Adi Shamir deram origem à: a. Criptografia de chave pública ou assimétrica b. Criptografia de chave simétrica usando cifras de transposição c. Criptografia de chave simétrica usando cifras de substituição, polialfabéticas d. Criptografia de chave simétrica usando cifras de substituição, monoalfabética, tomogramica 5. Pode-se classificar o AES como: a. Absolutamente seguro b. Condicionalmente seguro c. Incondicionalmente seguro d. Computacionalmente seguro 6. A cifra de César pode ser classificada como cifra: a. Poligramica b. Polialfabetica c. Monoalfabetica d. De substituição e. De transposição 7. Em que casos o texto cifrado tem uma dimensão superior ao do testo em claro? a. Cifra poligramica b. Cifra tomogramica c. Cifra Polialfabetica d. Cifra de transposição 8. Qual a diferença entre o cifrar e decifrar do DES? 3

4 9. Quais os números inteiros que podem ser factorizados? a. Todos b. Apenas os pares c. Apenas os primos d. Apenas o impares e. Apenas os múltiplos de um número primo f. Apenas os que são potências de um número primo 10. O seu número de aluno tem um inverso multiplicativo módulo da sua idade? 11. Quantos primos relativos tem a sua idade? 12. Alice escolhe um número aleatório grande x e envia X a Bob: X = g x mod n Bob escolhe um número aleatório grande y e envia Y a Alice: Y = g y mod n Quais são os valores acima que podem ser dados a conhecer ao inimigo? 13. Quais os tipos de ataques a que o Diffie-Hellman é mais susceptível? 14. Num MAC que use criptografia assimétrica para proteger o hash, este é cifrado com a chave: a. Pública b. Privada c. Simétrica d. Nenhuma 15. Em que situação um certificado digital pode garantir a integridade mas não a autenticação? 16. Um certificado digital x.509v3 inclui, entre outros parâmetros, os seguintes: a. Chave pública do dono do certificado b. Chave privada do dono do certificado c. Distinguished Name do dono do certificado d. Chave pública da autoridade de certificação que o emitiu e. Chave privada da autoridade de certificação que o emitiu f. Assinatura do certificado utilizando a chave pública da autoridade de certificação 17. Qual a norma de autenticação definida pelo 802.1x? a. DSA b. CHAP c. HMAC d. Nenhuma e. EAP-MD5 18. O IEEE802.1x possibilita: a. Autenticação do suplicante b. Suporte de vários algoritmos de cifra sobre EAP c. Cifra de todos os dados trocados entre o suplicante e a rede d. A troca de mensagens de DHCP e DNS mas nenhum outro tráfego antes da autenticação 4

5 19. O atributo user-password no RADIUS é: a. Passado em claro b. Cifrado usando DES c. Cifrado usando EAP d. Cifrado usando MS-CHAP e. Cifrado com o auxílio de MD5 20. PPP: a. Permite testar a qualidade da ligação b. A sequência original não é garantida c. Por omissão realiza correcção de erros por repetição d. Pode multiplexar vários protocolos de nível de rede em simultâneo 21. Como é que no PPP se negoceia qual o protocolo de autenticação que irá ser usado? 23. Pode-se considerar o PPP um protocolo de nível: a. 1 b. 2 c. 3 d. 4 e Quando o EAP estabelece uma sessão de autenticação (sobre IEEE 802.1x/RADIUS), por exemplo TLS, a sessão é estabelecida entre: a. Cliente e servidor de autenticação b. Cliente e autoridade de certificação c. O cliente (suplicante) e o autenticador d. Autenticador e servidor de autenticação e. O autenticador e a autoridade de certificação 25. Como é garantida a autenticação e a integridade das mensagens EAP? 5

6 26. Porque se diz que o ESP fornece apenas confidencialidade limitada do fluxo de tráfego? a. Só suporta DES b. Não suporta cifra c. Não suporta Diffie-Hellman d. Os cabeçalhos do datagrama IP vão em claro 27. Como se sabe se um determinado datagrama IP transporta apenas IPv4 ou IPsec. e, se for IPsec, se é AH ou ESP ou ambos e se usa modo transporte ou modo túnel? 28. Porque razão o NAT coloca problemas ao funcionamento do IPsec? 29. No IPsec quando termina o tempo de vida de uma SA e está uma transmissão em curso, como é que é possível mudar para uma nova SA sem terminar a ligação e sem descontinuidades? a. Não é possível, apenas reiniciando a VPN b. Fazendo reset ao timer antes deste atingir o limite c. Não é necessário dada a sua dimensão. Iria demorar anos a dar a volta d. Criando uma nova ligação (SA child) e actualizando o SPI nos futuros datagramas 30. No contexto do IPSec uma associação de segurança (SA) é identificado de forma única por: a. Security Parameters Index; endereço IP de destino dos pacotes; escolha do AH ou ESP b. Security Parameters Index; endereço IP de origem dos pacotes; escolha do AH ou ESP c. Security Parameters Index; endereço IP de destino dos pacotes; escolha do modo transporte ou túnel d. Security Parameters Index; endereço IP de origem dos pacotes; escolha do modo transporte ou túnel 31. Nos protocolos AH e ESP do IPSec o número de sequência no header IPSec é utilizado para: a. Assegurar que os pacotes chegam na mesma ordem pela qual foram enviados b. Reduzir o risco de ataques por repetição c. Reduzir o risco de ataques de negação de serviço d. Manter a relação com a associação de segurança (SA) utilizada para tratar o pacote e. Para associar comandos com respostas 32. Utilizando modo transporte no IPSec qual dos seguintes é verdadeiro em todos os casos? a. O header do pacote IP original não é afectado b. A carga do pacote IP original é autenticada c. A carga do pacote IP original é cifrada d. O header do pacote IP original é cifrado ou autenticado ou ambos 33. Quais os mecanismos disponíveis no IKE para evitar ataques Version Rollback? 34. No IKE_AUTH, quando são usadas assinaturas digitais, qual o objectivo do Responder assinar usando a sua chave privada a sua mensagem IKE_SA_INIT concatenada com o Ni e o IDr? 35. O que acontece se uma mensagem IKE se perder? 6

7 36. A Security Policy Database (SPD) em IPsec pode especificar uma política deixar passar sem mexer? a. Sim b. Nunca c. Não, só a SAD pode especificar este tipo de política d. Sim, se o tráfego transportado pelo IP usar SSL/TLS 37. No IKE a criação de child SAs adicionais implica a troca de mensagens CREATE_CHILD_SA adicionais. O que é utilizado para criar as novas chaves de uma forma expedita se não for necessário Perfect Forward Secrecy? a. Nonces b. Certificados digitais c. Selectores de tráfego d. Valores Diffie-Hellman 38. No caso do http, por exemplo, quais os protocolos que transportam as mensagens de maneira a garantirem a sua segurança de acordo com o TLS? 39. O pre master secret pode ser gerado: a. Pelo cliente b. Pelo servidor c. Por ambos através de troca DH d. Especificada através de segredos partilhados manualmente 40. Como são autenticadas as mensagens iniciais trocadas entre o cliente e o servidor? a. Não são b. Através de autenticação usando RSA e as chaves trocadas nos certificados c. Através de mensagens seguintes que autenticam as mensagens iniciais anteriores d. As mensagens são todas cifradas com RSA pelo que não necessitam de ser autenticadas 41. Como são evitados os ataques por repetição no SSL? 42. É possível que um sistema baseado em SSL/TLS garanta a integridade mas não a autenticação? 43. O que é um rogue AP? 44. Qual a diferença mais significativa entre o WPA TKIP e o WEP? 45. Porque razão o WEP não resiste bem aos ataques à confidencialidade? 7

8 46. O que define o formato das mensagens compostas, por exemplo, por som, imagens e texto em simultâneo utilizados no ? a. RFCs 822/2822 b. S/MIME c. SMTP d. MIME e. POP3 47. Como é que um destinatário de um no formato S/MIME tem acesso à chave de sessão, assumindo que o conteúdo vem cifrado? a. É obtida a partir dos certificados ISO/ITU-T X.509v3 b. Vem cifrado no corpo do com a chave privada do receptor c. É enviada em claro no corpo do d. Vem cifrado no corpo do com a chave pública do receptor e. Vem cifrado no corpo do com a chave privada do emissor 48. No Domain Keys como é obtido o certificado que contem a chave pública do emissor? a. Autoridade de certificação (CA) indicada no servidor de DNS referido pelo servidor de origem b. Servidor de Domain Keys residente junto do servidor de de origem c. Servidor DHCP (extensão ao protocolo BOOTP) d. Servidor de DNS e. A chave pública é sempre trocada entre os servidores de origem e destino através de certificados X.509v3 pelo que não necessita de nenhum servidor específico para esse fim 49. Um utilizador A, com uma aplicação de especial, enviou um para um utilizador B, mas mandou o directamente do seu PC para o servidor do IPL (não passou pelo servidor do seu domínio). O servidor do IPL rejeitou o . Como é que o servidor de do IPL procedeu para saber que deveria rejeitar aquela mensagem? 8

Nome: Curso: Número:

Nome: Curso: Número: Instituto Superior de Engenharia de Lisboa Departamento de Engenharia da Electrónica e das Telecomunicações e de Computadores MEIC/MEET Teste global - 1ª época de SRC - 2008/06/30 Seja preciso e conciso

Leia mais

Instituto Superior de Engenharia de Lisboa Área Departamental de Engenharia da Electrónica e Telecomunicações e de Computadores

Instituto Superior de Engenharia de Lisboa Área Departamental de Engenharia da Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Nome: Nº de aluno: Nota: Seja preciso e conciso nas suas respostas. Para responder às perguntas de resposta múltipla utilize a tabela abaixo. Não faça letra de médico. Quando terminar entregue apenas esta

Leia mais

Nome: Nº de aluno: 1º teste 25 perguntas de 1 a 38 / 2º teste 25 perguntas de 30 a 58 / Exame Pares

Nome: Nº de aluno: 1º teste 25 perguntas de 1 a 38 / 2º teste 25 perguntas de 30 a 58 / Exame Pares Nome: Nº de aluno: 1º teste 25 perguntas de 1 a 38 / 2º teste 25 perguntas de 30 a 58 / Exame Pares Pergunta Resposta 1 A B C D E F 2 A B C D E F 3 A B C D E F 4 A B C D E F 5 A B C D E F 6 A B C D E F

Leia mais

Instituto Superior de Engenharia de Lisboa

Instituto Superior de Engenharia de Lisboa Nome Número Docente: JA VA Curso: LERCM MEIC MEET MERCM Exame (responda a todas as perguntas pares) / Repetição do 1º teste Nas questões de resposta múltipla (V/F) assinale com uma cruz a resposta correta.

Leia mais

Segurança em Redes IP

Segurança em Redes IP IPSec 1 Segurança em Redes IP FEUP MPR IPSec 2 Requisitos de Segurança em Redes» Autenticação: O parceiro da comunicação deve ser o verdadeiro» Confidencialidade: Os dados transmitidos não devem ser espiados»

Leia mais

Criptografia e Segurança das Comunicações. IPsec

Criptografia e Segurança das Comunicações. IPsec Criptografia e Segurança das Comunicações IPsec IPsec : 1/27 Introdução (1) Os datagramas IP do nível de rede da pilha de protocolos v4 são inseguros! Endereço fonte pode ser mistificado ( spoofed ). Conteúdo

Leia mais

Segurança em Redes IP

Segurança em Redes IP IPSec 1 Segurança em Redes IP FEUP MPR IPSec 2 Introdução Conceitos básicos IP Seguro Criptografia Segurança em redes IP Associação de Segurança, Modos de funcionamento AH, ESP, Processamento de tráfego,

Leia mais

Internet Protocol Security (IPSec)

Internet Protocol Security (IPSec) Internet Protocol Security (IPSec) Segurança de Computadores IPSec - Introdução Preocupados com a insegurança na Internet o IETF (Internet Engineering Task Force) desenvolveu um conjunto de protocolos,

Leia mais

Criptografia de chaves públicas

Criptografia de chaves públicas Marcelo Augusto Rauh Schmitt Maio de 2001 RNP/REF/0236 Criptografia 2001 RNP de chaves públicas Criptografia Introdução Conceito É a transformação de um texto original em um texto ininteligível (texto

Leia mais

Criptografia de Chave Pública

Criptografia de Chave Pública Criptografia de Chave Pública Aplicações Privacidade, Autenticação: RSA, Curva Elíptica Intercâmbio de chave secreta: Diffie-Hellman Assinatura digital: DSS (DSA) Vantagens Não compartilha segredo Provê

Leia mais

Criptografia e Certificação Digital Sexta Aula. Prof. Frederico Sauer, D.Sc.

Criptografia e Certificação Digital Sexta Aula. Prof. Frederico Sauer, D.Sc. Criptografia e Certificação Digital Sexta Aula Prof. Frederico Sauer, D.Sc. Segurança em Correio Eletrônico Aplicação mais usada no mundo Altamente vulnerável Serviços necessários: Confidencialidade Autenticação

Leia mais

Capítulo 8. Segurança em redes de computadores

Capítulo 8. Segurança em redes de computadores 1 Capítulo 8 Segurança em redes de computadores 2 Redes de computadores I Prof.: Leandro Soares de Sousa E-mail: leandro.uff.puro@gmail.com Site: http://www.ic.uff.br/~lsousa Não deixem a matéria acumular!!!

Leia mais

Capítulo 8. Segurança de redes

Capítulo 8. Segurança de redes Capítulo 8 Segurança de redes slide 1 2011 Pearson Prentice Hall. Todos os direitos reservados. Computer Networks, Fifth Edition by Andrew Tanenbaum and David Wetherall, Pearson Education-Prentice Hall,

Leia mais

www.projetoderedes.com.br Gestão da Segurança da Informação Professor: Maurício AULA 08 Protocolos de Segurança

www.projetoderedes.com.br Gestão da Segurança da Informação Professor: Maurício AULA 08 Protocolos de Segurança www.projetoderedes.com.br Gestão da Segurança da Informação Professor: Maurício AULA 08 Protocolos de Segurança Protocolos de Segurança A criptografia resolve os problemas envolvendo a autenticação, integridade

Leia mais

Segurança de Sistemas na Internet. Aula 10 - IPSec. Prof. Esp Camilo Brotas Ribeiro cribeiro@catolica-es.edu.br

Segurança de Sistemas na Internet. Aula 10 - IPSec. Prof. Esp Camilo Brotas Ribeiro cribeiro@catolica-es.edu.br Segurança de Sistemas na Internet Aula 10 - IPSec Prof. Esp Camilo Brotas Ribeiro cribeiro@catolica-es.edu.br Slide 2 de 31 Introdução Há inúmeras soluções de autenticação/cifragem na camada de aplicação

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE REDES DE COMPUTADORES 5/12/2005 UALG/FCT/DEEI 2005/2006

ADMINISTRAÇÃO DE REDES DE COMPUTADORES 5/12/2005 UALG/FCT/DEEI 2005/2006 ADMINISTRAÇÃO DE REDES DE COMPUTADORES Segurança 5/12/2005 Engª de Sistemas e Informática Licenciatura em Informática UALG/FCT/DEEI 2005/2006 1 Classes de criptografia Criptografia simétrica ou de chave

Leia mais

Instituto Superior de Engenharia de Lisboa. ADEETC Grupo de Redes de Comunicação. Segurança em Redes de Computadores. 3ª Ficha de avaliação Maio 2016

Instituto Superior de Engenharia de Lisboa. ADEETC Grupo de Redes de Comunicação. Segurança em Redes de Computadores. 3ª Ficha de avaliação Maio 2016 Instituto Superior de Engenharia de Lisboa ADEETC Grupo de Redes de Comunicação Segurança em Redes de Computadores 3ª Ficha de avaliação Maio 2016 A resposta às fichas deve ser individual. Se a copiar

Leia mais

Protocolos Básicos e Aplicações. Segurança e SSL

Protocolos Básicos e Aplicações. Segurança e SSL Segurança e SSL O que é segurança na rede? Confidencialidade: apenas remetente e destinatário pretendido devem entender conteúdo da mensagem remetente criptografa mensagem destinatário decripta mensagem

Leia mais

Criptografia e Segurança de Redes Capítulo 16

Criptografia e Segurança de Redes Capítulo 16 Criptografia e Segurança de Redes Capítulo 16 Quarta Edição por William Stallings Lecture slides by Lawrie Brown Capítulo 16 Segurança de IP Se uma noticia secreta é divulgada por um espião antes da hora

Leia mais

Criptografia. 1. Introdução. 2. Conceitos e Terminologias. 2.1. Criptografia. 2.2. Criptoanálise e Criptologia. 2.3. Cifragem, Decifragem e Algoritmo

Criptografia. 1. Introdução. 2. Conceitos e Terminologias. 2.1. Criptografia. 2.2. Criptoanálise e Criptologia. 2.3. Cifragem, Decifragem e Algoritmo 1. Introdução O envio e o recebimento de informações são uma necessidade antiga, proveniente de centenas de anos. Nos últimos tempos, o surgimento da Internet e de tantas outras tecnologias trouxe muitas

Leia mais

Auditoria e Segurança da Informação GSI536. Prof. Rodrigo Sanches Miani FACOM/UFU

Auditoria e Segurança da Informação GSI536. Prof. Rodrigo Sanches Miani FACOM/UFU Auditoria e Segurança da Informação GSI536 Prof. Rodrigo Sanches Miani FACOM/UFU Revisão Criptografia de chave simétrica; Criptografia de chave pública; Modelo híbrido de criptografia. Criptografia Definições

Leia mais

Execícios de Revisão Redes de Computadores Edgard Jamhour. Filtros de Pacotes Criptografia SSL

Execícios de Revisão Redes de Computadores Edgard Jamhour. Filtros de Pacotes Criptografia SSL Execícios de Revisão Redes de Computadores Edgard Jamhour Filtros de Pacotes Criptografia SSL Exercício 1 Configure as regras do filtro de pacotes "E" para permitir que os computadores da rede interna

Leia mais

Auditoria e Segurança da Informação GSI536. Prof. Rodrigo Sanches Miani FACOM/UFU

Auditoria e Segurança da Informação GSI536. Prof. Rodrigo Sanches Miani FACOM/UFU Auditoria e Segurança da Informação GSI536 Prof. Rodrigo Sanches Miani FACOM/UFU Princípios de Criptografia Tópicos O papel da criptografia na segurança das redes de comunicação; Criptografia de chave

Leia mais

M3D4 - Certificados Digitais Aula 2 Certificado Digital e suas aplicações

M3D4 - Certificados Digitais Aula 2 Certificado Digital e suas aplicações M3D4 - Certificados Digitais Aula 2 Certificado Digital e suas aplicações Prof. Fernando Augusto Teixeira 1 2 Agenda da Disciplina Certificado Digital e suas aplicações Segurança Criptografia Simétrica

Leia mais

Auditoria e Segurança de Sistemas Aula 09 Criptografia. Felipe S. L. G. Duarte Felipelageduarte+fatece@gmail.com

Auditoria e Segurança de Sistemas Aula 09 Criptografia. Felipe S. L. G. Duarte Felipelageduarte+fatece@gmail.com Auditoria e Segurança de Sistemas Aula 09 Criptografia Felipe S. L. G. Duarte Felipelageduarte+fatece@gmail.com Criptologia Esteganografia Criptografia Criptanálise Cifragem Chaves Assimétrica Chaves Simétrica

Leia mais

Segurança em Redes IP

Segurança em Redes IP IPSec 1 Segurança em Redes IP FEUP MPR IPSec 2 Requisitos de Segurança em Redes» Autenticação: O parceiro da comunicação deve ser o verdadeiro» Confidencialidade: Os dados transmitidos não devem ser espiados»

Leia mais

Unidade 3 Dispositivos e Tecnologias

Unidade 3 Dispositivos e Tecnologias Unidade 3 Dispositivos e Tecnologias 95 Firewalls firewall Isola a rede interna de uma organização da rede pública (Internet), permitindo a passagem de certos pacotes, bloqueando outros. Rede administrada

Leia mais

Autenticação: mais uma tentativa. Autenticação: mais uma tentativa. ap5.0: falha de segurança. Autenticação: ap5.0. Assinaturas Digitais (mais)

Autenticação: mais uma tentativa. Autenticação: mais uma tentativa. ap5.0: falha de segurança. Autenticação: ap5.0. Assinaturas Digitais (mais) Autenticação: mais uma tentativa Protocolo ap3.1: Alice diz Eu sou Alice e envia sua senha secreta criptografada para prová-lo. Eu I am sou Alice encrypt(password) criptografia (senha) Cenário de Falha?

Leia mais

802.11 PROTOCOLO DE SEGURANÇA

802.11 PROTOCOLO DE SEGURANÇA UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ 802.11 PROTOCOLO DE SEGURANÇA Nome: Micaella Coelho Valente de Paula Matrícula: 201207115071 2 o Período Contents 1 Introdução 2 2 802.11 3 3 Seu Funcionamento 3 4 História 4

Leia mais

Domín í io d e C onhecimento t 2 : Se S gurança e m C omunicações Carlos Sampaio

Domín í io d e C onhecimento t 2 : Se S gurança e m C omunicações Carlos Sampaio Domínio de Conhecimento 2: Segurança em Comunicações Carlos Sampaio Agenda Segurança de acesso remoto 802.1x (Wireless) VPN RADIUS e TACACS+ PPTP e L2TP SSH IPSec Segurança de E-Mail MIME e S/MIME PGP

Leia mais

CONCEITOS AVANÇADOS EM IRCS

CONCEITOS AVANÇADOS EM IRCS CONCEITOS AVANÇADOS EM IRCS VIRTUAL PRIVATED NETWORK - VPN VPN: Rede Virtual Privativa que usa a estrutura aberta e distribuída da Internet para a troca de dados segura e confiável entre redes corporativas

Leia mais

Nível de segurança de uma VPN

Nível de segurança de uma VPN VPN Virtual Private Network (VPN) é uma conexão segura baseada em criptografia O objetivo é transportar informação sensível através de uma rede insegura (Internet) VPNs combinam tecnologias de criptografia,

Leia mais

Rede Privada Virtual - VPN. Eng. Alessandro Coneglian Bianchini alessanc@gmail.com

Rede Privada Virtual - VPN. Eng. Alessandro Coneglian Bianchini alessanc@gmail.com Rede Privada Virtual - VPN Eng. Alessandro Coneglian Bianchini alessanc@gmail.com Tópicos Abordados Introdução a VPN Protocolos de Tunelamento Criptografia Infraestrutura de Chave Pública - PKI Introdução

Leia mais

Segurança em Redes VPNs IKEv2

Segurança em Redes VPNs IKEv2 Segurança em Redes VPNs IKEv2 Redes de Comunicação Departamento de Engenharia da Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Instituto Superior de Engenharia de Lisboa Internet Key Exchange IKE 21-09-2011

Leia mais

Segurança em Redes de Computadores. Kelvin Lopes Dias Diego dos Passos Silva (kld/dps4@cin.ufpe.br)

Segurança em Redes de Computadores. Kelvin Lopes Dias Diego dos Passos Silva (kld/dps4@cin.ufpe.br) Segurança em Redes de Computadores Kelvin Lopes Dias Diego dos Passos Silva (kld/dps4@cin.ufpe.br) Agenda Criptografia Criptografia de Chave Simétrica Criptografia de Chave Assimétrica Segurança de Redes

Leia mais

Atributos de segurança. TOCI-08: Segurança de Redes. Ataques a canais de comunicação. Confidencialidade

Atributos de segurança. TOCI-08: Segurança de Redes. Ataques a canais de comunicação. Confidencialidade Atributos de segurança TOCI-08: Segurança de Redes Prof. Rafael Obelheiro rro@joinville.udesc.br Aula 9: Segurança de Comunicações Fundamentais confidencialidade integridade disponibilidade Derivados autenticação

Leia mais

Introdução. Criptografia. Aspectos de segurança em TCP/IP Secure Socket Layer (SSL) Rd Redes de Computadores. Aula 28

Introdução. Criptografia. Aspectos de segurança em TCP/IP Secure Socket Layer (SSL) Rd Redes de Computadores. Aula 28 Introdução Inst tituto de Info ormátic ca - UF FRGS Rd Redes de Computadores td Aspectos de segurança em /IP Secure Socket Layer (SSL) Aula 28 Na Internet, ninguém sabe que você é um cachorro. Peter Steiner,

Leia mais

Conceitos de Segurança em Sistemas Distribuídos

Conceitos de Segurança em Sistemas Distribuídos Conceitos de Segurança em Sistemas Distribuídos Francisco José da Silva e Silva Laboratório de Sistemas Distribuídos (LSD) Departamento de Informática / UFMA http://www.lsd.ufma.br 30 de novembro de 2011

Leia mais

Avaliação do Desempenho de Sistemas de Segurança com Suporte WPA

Avaliação do Desempenho de Sistemas de Segurança com Suporte WPA Logotipo Viana do Castelo Avaliação do Desempenho de Sistemas de Segurança com Suporte WPA Luís Barreto Instituto Politécnico de Viana do Castelo Susana Sargento Universidade de Aveiro 8ª Conferência sobre

Leia mais

Conceitos de Criptografia e o protocolo SSL

Conceitos de Criptografia e o protocolo SSL Conceitos de Criptografia e o protocolo SSL TchêLinux Ulbra Gravataí http://tchelinux.org/gravatai Elgio Schlemer Ulbra Gravatai http://gravatai.ulbra.tche.br/~elgio 31 de Maio de 2008 Introdução Início

Leia mais

Segurança e Auditoria de Sistemas. Segurança de Redes VPN - Virtual Private Network

Segurança e Auditoria de Sistemas. Segurança de Redes VPN - Virtual Private Network Segurança e Auditoria de Sistemas Segurança de Redes VPN - Virtual Private Network Prof. Me Willians Bueno williansbueno@gmail.com UNIFEB/2013 INTRODUÇÃO; ROTEIRO APLICAÇÕES; VANTAGENS; CARACTERÍSTICAS;

Leia mais

Administração de Sistemas (ASIST)

Administração de Sistemas (ASIST) Administração de Sistemas (ASIST) Criptografia Outubro de 2014 1 Criptografia kryptós (escondido) + gráphein (escrita) A criptografia utiliza algoritmos (funções) que recebem informação e produzem resultados

Leia mais

Sistemas Distribuídos Introdução a Segurança em Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Introdução a Segurança em Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Introdução a Segurança em Sistemas Distribuídos Departamento de Informática, UFMA Graduação em Ciência da Computação Francisco José da Silva e Silva 1 Introdução Segurança em sistemas

Leia mais

Amigos e inimigos: Alice, Bob e Trudy

Amigos e inimigos: Alice, Bob e Trudy Unidade 2 Criptografia e Certificação Digital 33 Amigos e inimigos: Alice, Bob e Trudy dados Bob e Alice querem se comunicar de forma segura. Trudy (intruso) pode interceptar, apagar e adicionar mensagens

Leia mais

Criptografia Digital. Prof. Flávio Humberto Cabral Nunes

Criptografia Digital. Prof. Flávio Humberto Cabral Nunes Criptografia Digital Prof. Flávio Humberto Cabral Nunes Conteúdo 1. Introdução 2. Aplicações 3. Criptografia e seus Conceitos 4. Tipos de Criptografia em Relação ao Uso de Chaves 5. Autenticação Comum

Leia mais

EAP (Extensible Authentication Protocol) RFC 3748

EAP (Extensible Authentication Protocol) RFC 3748 EAP (Extensible Authentication Protocol) RFC 3748 Redes de Comunicação Departamento de Engenharia da Electrónica e Telecomunicações e de Computadores Instituto Superior de Engenharia de Lisboa EAP (Extensible

Leia mais

Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Introdução a Criptografia e Criptografia Simétrica

Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Introdução a Criptografia e Criptografia Simétrica Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Introdução a Criptografia e Criptografia Simétrica Francisco José da Silva e Silva Laboratório de Sistemas Distribuídos (LSD) Departamento de Informática / UFMA

Leia mais

Segurança na Internet

Segurança na Internet Segurança na Internet Muito do sucesso e popularidade da Internet é por ela ser uma rede global aberta Por outro lado, isto faz da Internet um meio não muito seguro É difícil identificar com segurança

Leia mais

OTES07 - Segurança da Informação Módulo 08: VPN

OTES07 - Segurança da Informação Módulo 08: VPN OTES07 - Segurança da Informação Módulo 08: VPN Prof. Charles Christian Miers e-mail:charles.miers@udesc.br VPN: Virtual Private Networks Uma Rede Virtual Privada (VPN) é um meio de simular uma rede privada

Leia mais

Capítulo 8 Segurança na Rede Prof. Othon Marcelo Nunes Batista Mestre em Informática

Capítulo 8 Segurança na Rede Prof. Othon Marcelo Nunes Batista Mestre em Informática Capítulo 8 Segurança na Rede Prof. Othon Marcelo Nunes Batista Mestre em Informática slide 1 Capítulo 8: Esboço 8.1 O que é segurança na rede? 8.2 Princípios de criptografia 8.3 Integridade de mensagem

Leia mais

Processo para transformar a mensagem original em uma mensagem ilegível por parte de uma pessoa não autorizada

Processo para transformar a mensagem original em uma mensagem ilegível por parte de uma pessoa não autorizada Criptografia Processo para transformar a mensagem original em uma mensagem ilegível por parte de uma pessoa não autorizada Criptografia Onde pode ser usada? Arquivos de um Computador Internet Backups Redes

Leia mais

Fernando M. V. Ramos, fvramos@ciencias.ulisboa.pt, RC (LEI), 2015-2016. Heavily based on 1996-2010 J. Kurose and K. Ross, All Rights Reserved.

Fernando M. V. Ramos, fvramos@ciencias.ulisboa.pt, RC (LEI), 2015-2016. Heavily based on 1996-2010 J. Kurose and K. Ross, All Rights Reserved. Questionário Socrative: início de aula 7. Segurança de redes Redes de Computadores Objetivos Estudar os princípios da segurança de redes Criptografia Confidencialidade, autenticidade, integridade A implementação

Leia mais

Introdução. Iremos procurar ver aqui alguns mecanismos de proteção mais utilizados como: criptografia e SSL. 1.0 Criptografia

Introdução. Iremos procurar ver aqui alguns mecanismos de proteção mais utilizados como: criptografia e SSL. 1.0 Criptografia Introdução Atualmente no mundo internacional das redes e com o comércio eletrônico, todo sistema de computador se tornou um alvo em potencial para intrusos. O problema é que não há como saber os motivos

Leia mais

C.I.A. Segurança de Informação. Carlos Serrão (MSc., PhD.) IUL-ISCTE, DCTI, Adetti/NetMuST. carlos.serrao@iscte.pt carlos.j.serrao@gmail.

C.I.A. Segurança de Informação. Carlos Serrão (MSc., PhD.) IUL-ISCTE, DCTI, Adetti/NetMuST. carlos.serrao@iscte.pt carlos.j.serrao@gmail. C.I.A. Segurança de Informação Carlos Serrão (MSc., PhD.) IUL-ISCTE, DCTI, Adetti/NetMuST carlos.serrao@iscte.pt carlos.j.serrao@gmail.com http://www.carlosserrao.net http://blog.carlosserrao.net http://www.iscte.pt

Leia mais

Segurança de Sistemas

Segurança de Sistemas Faculdade de Tecnologia Senac Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Segurança de Sistemas Edécio Fernando Iepsen (edeciofernando@gmail.com) Certificação Digital Ampla utilização

Leia mais

IPSec & Redes Virtuais Privadas

IPSec & Redes Virtuais Privadas IPSec & Redes Virtuais Privadas Informe Técnico Página 1 de 19 I. Introdução A Unicert Brasil Certificadora é uma empresa que atua em tecnologia de informação, com produtos e serviços consistentes com

Leia mais

Handson Cisco IOS VPN

Handson Cisco IOS VPN Handson Cisco IOS VPN IPSec VPN A utilização generalizada das VPN s deve- se à necessidade de garantir segurança em comunicações tendencialmente inseguras. O IPSec tem a responsabilidade de garantir os

Leia mais

Capítulo 8 Segurança em rede

Capítulo 8 Segurança em rede Capítulo 8 Segurança em rede Nota sobre o uso destes slides ppt: Estamos disponibilizando estes slides gratuitamente a todos (professores, alunos, leitores). Eles estão em formato do PowerPoint para que

Leia mais

Centro Universitário Fundação Santo André. Disciplina Redes de Computadores Módulo 07

Centro Universitário Fundação Santo André. Disciplina Redes de Computadores Módulo 07 Centro Universitário Fundação Santo André Disciplina Redes de Computadores Módulo 07 2006 V1.0 Conteúdo INVASÃO AMEAÇAS AMEAÇAS INVASÃO AÇÃO CRIMINOSA DE PESSOAS OU GRUPO DE PESSOAS, VISANDO A QUEBRA DE

Leia mais

Segurança em Redes Sem Fio

Segurança em Redes Sem Fio Segurança em Redes Sem Fio Prof. Rafael Guimarães Redes sem Fio Aula 17 Aula 17 Rafael Guimarães 1 / 60 Sumário Sumário 1 Motivação e Objetivos 2 Segurança 3 Princípios da Criptografia 4 Criptografia Simétrica

Leia mais

Walter Cunha Tecnologia da Informação Segurança

Walter Cunha Tecnologia da Informação Segurança Walter Cunha Tecnologia da Informação Segurança ESAF 2008 em Exercícios 37 (APO MPOG 2008) - A segurança da informação tem como objetivo a preservação da a) confidencialidade, interatividade e acessibilidade

Leia mais

Segurança da Informação

Segurança da Informação Segurança da Informação (Extraído da apostila de Segurança da Informação do Professor Carlos C. Mello) 1. Conceito A Segurança da Informação busca reduzir os riscos de vazamentos, fraudes, erros, uso indevido,

Leia mais

Mecanismos de certificação e a criptografia

Mecanismos de certificação e a criptografia Mecanismos de certificação e a criptografia Os mecanismos de certificação são responsáveis em atestar a validade de um documento. Certificação Digital A Certificação Digital pode ser vista como um conjunto

Leia mais

Segurança na Internet partes 3 & 4. Criptografia com Chave Pública. Distribuição da Chave Secreta

Segurança na Internet partes 3 & 4. Criptografia com Chave Pública. Distribuição da Chave Secreta Segurança na Internet partes 3 & 4 Prof. Elias P. Duarte Jr., Ph.D. DInfo UFPR Itaipu 11/07/2003 Criptografia com Chave Pública Distribuição da Chave Secreta O maior problema é a chave DEIXAR de ser secreta

Leia mais

Manual de Configuração de Ipsec

Manual de Configuração de Ipsec Manual de Configuração de Ipsec Versão 0 BRA-POR Definições de observações Utilizamos o ícone a seguir ao longo deste Manual do Usuário: Os ícones de ensinam como agir em determinada situação ou fornecem

Leia mais

Segurança. Sistemas Distribuídos. ic-sod@mega.ist.utl.pt 09/05/2005 1

Segurança. Sistemas Distribuídos. ic-sod@mega.ist.utl.pt 09/05/2005 1 Segurança Sistemas Distribuídos ic-sod@mega.ist.utl.pt 1 Tópicos abordados I - Mecanismos criptográficos Cifra simétrica, cifra assimétrica, resumo (digest) Assinatura digital Geração de números aleatórios

Leia mais

Software de Telecomunicações. Introdução à Cifra

Software de Telecomunicações. Introdução à Cifra Software de Telecomunicações Introdução à Cifra Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Introdução : 1/21 Plano de estudos Parte I Definições básicas Cifras clássicas: Substituição: monoalfabética

Leia mais

www.projetoderedes.com.br Gestão da Segurança da Informação Professor: Maurício AULA 06 Criptografia e Esteganografia

www.projetoderedes.com.br Gestão da Segurança da Informação Professor: Maurício AULA 06 Criptografia e Esteganografia Gestão da Segurança da Informação Professor: Maurício Criptografia A forma mais utilizada para prover a segurança em pontos vulneráveis de uma rede de computadores é a utilização da criptografia. A criptografia

Leia mais

Capítulo 13. Segurança de dados em redes de computadores. Redes Privadas Virtuais (VPNs)

Capítulo 13. Segurança de dados em redes de computadores. Redes Privadas Virtuais (VPNs) Capítulo 13 Segurança de dados em redes de computadores. Redes Privadas Virtuais (VPNs) Neste capítulo faz-se uma introdução a aplicações e standards que implementam segurança (por encriptação) na comunicação

Leia mais

Centro Universitário Fundação Santo André. Disciplina Redes de Computadores Módulo 07

Centro Universitário Fundação Santo André. Disciplina Redes de Computadores Módulo 07 Centro Universitário Fundação Santo André Disciplina Redes de Computadores Módulo 07 Segurança em Redes de Computadores 2006 V1.0 Conteúdo INVASÃO AMEAÇAS RECURSOS DE PROTEÇÃO AMEAÇAS TÉCNICAS DE PROTEÇÃO

Leia mais

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br Curso de Tecnologia em Redes de Computadores Disciplina: Tópicos Avançados II 5º período Professor: José Maurício S. Pinheiro AULA 2: Padrão X.509 O padrão X.509

Leia mais

Redes de Computadores (RCOMP 2014/2015)

Redes de Computadores (RCOMP 2014/2015) Redes de Computadores (RCOMP 2014/2015) Redes Privadas Virtuais (VPN) Protocolo PPP 1 Virtual Private Network (VPN) Uma VPN é uma infra-estrutura de comunicação de nível 2 (camada de ligação lógica) que

Leia mais

Network WPA. Projector Portátil NEC NP905/NP901W Guia de Configuração. Security WPA. Suportado Autenticação Método WPA-PSK WPA-EAP WPA2-PSK WPA2-EAP

Network WPA. Projector Portátil NEC NP905/NP901W Guia de Configuração. Security WPA. Suportado Autenticação Método WPA-PSK WPA-EAP WPA2-PSK WPA2-EAP USB(LAN) WIRELESS WIRELESS USB LAN L/MONO R L/MONO R SELECT 3D REFORM AUTO ADJUST SOURCE AUDIO IN COMPUTER / COMPONENT 2 IN PC CONTROL Security HDMI IN AUDIO IN AC IN USB LAMP STATUS Projector Portátil

Leia mais

Capítulo 8 Segurança em rede

Capítulo 8 Segurança em rede Capítulo 8 Segurança em rede Nota sobre o uso destes slides ppt: Estamos disponibilizando estes slides gratuitamente a todos (professores, alunos, leitores). Eles estão em formato do PowerPoint para que

Leia mais

ROTEIRO. Fundamentos. Bibliografia complementar. Fundamentos. Fundamentos 03/10/2014. REDES DE COMPUTADORES Segurança de Redes

ROTEIRO. Fundamentos. Bibliografia complementar. Fundamentos. Fundamentos 03/10/2014. REDES DE COMPUTADORES Segurança de Redes 03/10/2014 ROTEIRO REDES DE COMPUTADORES Segurança de Redes Alexandre Augusto Giron Bibliografia complementar STALLINGS, William. Cryptography and network security: principles and practice. 4. ed. New

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES Segurança de Redes. Alexandre Augusto Giron

REDES DE COMPUTADORES Segurança de Redes. Alexandre Augusto Giron REDES DE COMPUTADORES Segurança de Redes Alexandre Augusto Giron ROTEIRO Fundamentos: Segurança na rede Criptografia Simétrica Assimétrica Camada de transporte: SSL Camada de Rede: IPSec e VPN Segurança

Leia mais

Capítulo 13. Segurança de dados em redes de computadores. Redes Privadas Virtuais (VPNs)

Capítulo 13. Segurança de dados em redes de computadores. Redes Privadas Virtuais (VPNs) Capítulo 13 Segurança de dados em redes de computadores. Redes Privadas Virtuais (VPNs) Neste capítulo faz-se uma introdução a aplicações e standards que implementam segurança (por encriptação) na comunicação

Leia mais

Segurança em Redes Wi-Fi

Segurança em Redes Wi-Fi Segurança em Redes Wi-Fi (um Estudo de Caso) Ewerton L. Madruga (PUC-Rio( PUC-Rio) Seminário de Capacitação e Inovação Rede Nacional de Pesquisa - RNP Recife PE, Dezembro 2004 1 Tópicos Redes Wi-Fi (IEEE

Leia mais

OSRC Segurança em Redes de Computadores Módulo 11: VPN

OSRC Segurança em Redes de Computadores Módulo 11: VPN OSRC Segurança em Redes de Computadores Módulo 11: VPN Prof. Charles Christian Miers e-mail: charles.miers@udesc.br VPN: Virtual Private Networks Uma Rede Virtual Privada (VPN) é um meio de simular uma

Leia mais

Criptografia assimétrica e certificação digital

Criptografia assimétrica e certificação digital Criptografia assimétrica e certificação digital Alunas: Bianca Souza Bruna serra Introdução Desenvolvimento Conclusão Bibliografia Introdução Este trabalho apresenta os principais conceitos envolvendo

Leia mais

TRANSMISSÃO DE DADOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com

TRANSMISSÃO DE DADOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com - Aula 7 1. A CAMADA DE APLICAÇÃO Parte 1 Depois de estudar todas as camadas preliminares, chegamos à camada onde são encontradas todas as aplicações. As camadas situadas abaixo da camada de aplicação

Leia mais

IPSec. IPSec Internet Protocol Security OBJETIVO ROTEIRO ROTEIRO

IPSec. IPSec Internet Protocol Security OBJETIVO ROTEIRO ROTEIRO OBJETIVO Internet Protocol Security Antonio Abílio da Costa Coutinho José Eduardo Mendonça da Fonseca Apresentar conceitos sobre segurança em redes de comunicação de dados, relacionados ao Protocolo (Internet

Leia mais

Gerenciamento e Segurança de Dados

Gerenciamento e Segurança de Dados Prof. Wanderson Reis professor@wanderson.pro.br Gerenciamento e Segurança de Dados 04/03/2011 Informática - PDS Tópicos principais Definições básicas de segurança da informação Políticas de segurança da

Leia mais

Capítulo 5 Métodos de Defesa

Capítulo 5 Métodos de Defesa Capítulo 5 Métodos de Defesa Ricardo Antunes Vieira 29/05/2012 Neste trabalho serão apresentadas técnicas que podem proporcionar uma maior segurança em redes Wi-Fi. O concentrador se trata de um ponto

Leia mais

ÍNDICE. www.leitejunior.com.br 16/06/2008 17:11 Leite Júnior

ÍNDICE. www.leitejunior.com.br 16/06/2008 17:11 Leite Júnior ÍNDICE CRIPTOGRAFIA...2 TERMOS DA CRIPTOGRAFIA...2 MENSAGEM ORIGINAL...2 CIFRAR(ENCRIPTAR)...2 DECIFRAR(DECRIPTAR)...2 ALGORITMO DE CRIPTOGRAFIA...2 MENSAGEM CIFRADA(OU ENCRIPTADA)...2 CHAVE...2 TAMANHO

Leia mais

Segurança da Informação e Proteção ao Conhecimento. Douglas Farias Cordeiro

Segurança da Informação e Proteção ao Conhecimento. Douglas Farias Cordeiro Segurança da Informação e Proteção ao Conhecimento Douglas Farias Cordeiro Criptografia Revisando A criptografia trata da escrita de um texto em códigos de forma a torná-lo incompreensível; A informação

Leia mais

Redes de Computadores II

Redes de Computadores II Redes de Computadores II Prof. Celio Trois portal.redes.ufsm.br/~trois/redes2 Criptografia, Certificados Digitais SSL Criptografia Baseada em Chaves CRIPTOGRAFA Texto Aberto (PlainText) Texto Fechado (Ciphertext)

Leia mais

SISTEMAS DISTRIBUIDOS. Prof. Marcelo de Sá Barbosa

SISTEMAS DISTRIBUIDOS. Prof. Marcelo de Sá Barbosa Prof. Marcelo de Sá Barbosa Introdução Visão geral das técnicas de segurança Algoritmos de criptografia Assinaturas digitais Criptografia na prática Introdução A necessidade de proteger a integridade e

Leia mais

MERC. Aplicações e Implementações de Algoritmos Criptográficos. Relatório Pormenorizado. Grupo 1 : Bernardo Simões 63503 Guilherme Vale 64029

MERC. Aplicações e Implementações de Algoritmos Criptográficos. Relatório Pormenorizado. Grupo 1 : Bernardo Simões 63503 Guilherme Vale 64029 MERC Aplicações e Implementações de Algoritmos Criptográficos Relatório Pormenorizado Grupo 1 : Bernardo Simões 63503 Guilherme Vale 64029 Introdução No projecto de AISS foi nos pedido para desenvolver

Leia mais

Mecanismos de Autenticação dos Emails

Mecanismos de Autenticação dos Emails Mecanismos de Autenticação dos Emails De uma forma generalizada, pode-se identificar os seguintes problemas relacionados com a autenticidade dos emails: Envio de mensagens não solicitadas (spam), que pode

Leia mais

Segurança da Informação

Segurança da Informação Segurança da Informação 1 Agenda Segurança em Comunicações Protocolos de Segurança VPN 2 1 Comunicações Origem Destino Meio Protocolo 3 Ataques Interceptação Modificação Interrupção Fabricação 4 2 Interceptação

Leia mais

Criptografia. Módulo III Aplicações Correntes da Criptografia. M. B. Barbosa mbb@di.uminho.pt. Departamento de Informática Universidade do Minho

Criptografia. Módulo III Aplicações Correntes da Criptografia. M. B. Barbosa mbb@di.uminho.pt. Departamento de Informática Universidade do Minho Criptografia Módulo III Aplicações Correntes da Criptografia M. B. Barbosa mbb@di.uminho.pt Departamento de Informática Universidade do Minho 2005/2006 Online Certificate Status Protocol (OCSP) Pedidos

Leia mais

Segurança no Acesso Remoto VPN

Segurança no Acesso Remoto VPN Segurança no Acesso Remoto Edmar Roberto Santana de Rezende 1 Orientador: Prof. Dr. Paulo Lício de Geus 1 Financiado por Robert Bosch Ltda 1de 31 Apresentação Motivação Redes Privadas Virtuais () Análise

Leia mais

Administração de VPNs IPSec

Administração de VPNs IPSec Administração de VPNs IPSec Conferência ESTG Segurança em Redes IP 4 de Abril de 2001 João Gomes Systems Engineer Team Leader Cisco Systems Portugal joao.gomes@cisco.com Conf_ESTG 2001,Cisco Systems, Inc.

Leia mais

Privacidade no email. Fevereiro de 2009 Luís Morais 2009, CERT.PT, FCCN

Privacidade no email. Fevereiro de 2009 Luís Morais 2009, CERT.PT, FCCN Privacidade no email Fevereiro de 2009 Luís Morais 2009, CERT.PT, FCCN 1 Introdução... 3 2 Funcionamento e fragilidades do correio electrónico... 3 3 Privacidade no correio electrónico... 5 3.1 Segurança

Leia mais

Rede de Computadores II

Rede de Computadores II Prof. Fábio Nelson Colegiado de Engenharia de Computação Slide 1 Colegiado de Engenharia de Computação Slide 2 Autenticação Processo de provar a própria identidade a alguém. Na rede a autenticação se dá

Leia mais

2. SEGURANÇA COMPUTACIONAL E CRIPTOGRAFIA

2. SEGURANÇA COMPUTACIONAL E CRIPTOGRAFIA 2. SEGURANÇA COMPUTACIONAL E CRIPTOGRAFIA A segurança tornou-se um aspecto fundamental diante da quantidade de informação que nos cerca e que é transmitida continuamente por meio eletrônico. Por conseqüência,

Leia mais

Remote Authentication Dial in User Service (RADIUS) Rômulo Rosa Furtado

Remote Authentication Dial in User Service (RADIUS) Rômulo Rosa Furtado Remote Authentication Dial in User Service (RADIUS) Rômulo Rosa Furtado O que é RADIUS: RADIUS é uma rede de protocolo que fornece Autorização, Autenticação e Contabilidade (AAA). Para que serve? Ele serve

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES E TELECOMUNICAÇÕES MÓDULO 13

REDES DE COMPUTADORES E TELECOMUNICAÇÕES MÓDULO 13 REDES DE COMPUTADORES E TELECOMUNICAÇÕES MÓDULO 13 Índice 1. Criptografia...3 1.1 Sistemas de criptografia... 3 1.1.1 Chave simétrica... 3 1.1.2 Chave pública... 4 1.1.3 Chave pública SSL... 4 2. O símbolo

Leia mais