TÉCNICAS CIRÚRGICAS NOS INTESTINOS

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1 TÉCNICAS CIRÚRGICAS NOS INTESTINOS

2 INTESTINOS - ANATOMIA Intestino de carnívoros 2 a 5 vezes o comprimento do tronco Intestino delgado 4 vezes o tamanho do grosso

3 INTESTINOS - ANATOMIA DUODENO Relativamente fixo à parede abdominal direita, relacionado ao estômago e pâncreas O ducto biliar comum e o ducto pancreático desembocam no início do duodeno, na papila duodenal

4 INTESTINOS - ANATOMIA JEJUNO Mais estreito que o duodeno, longo e geralmente vazio ÍLEO Parede espessa Apresenta a dobra ileocecal na borda antimesentérica, com vasos adicionais (artéria ileocecal)

5 INTESTINOS - ANATOMIA CECO À direita da linha média, entre as porções ascendente e descendente do duodeno É um fundo de saco cego, com forma de vírgula

6 INTESTINOS - ANATOMIA COLO Porções: ascendente, transverso e descendente Apresenta coloração pálida e estrias longitudinais MESENTÉRIO Liga todo o intestino, permitindo mobilidade parcial Contém a vascularização e os linfáticos

7 INTESTINOS - ANATOMIA VASCULARIZAÇÃO Artéria mesentérica cranial originada da aorta, na raiz do mesentério Artéria mesentérica caudal supre o terço final do intestino grosso Linfáticos linfonodos mesentéricos

8 INTESTINOS - ANATOMIA CAMADAS Mucosa Submucosa Muscular Serosa

9 CIRURGIA INTESTINAL - TÉCNICA Laparotomia mediana pré-retro-umbilical permite exposição completa das alças Utilizar afastador auto-estático Gosset ou Balfour Minimizar contaminação bacteriana Isolar a alça afetada com compressas

10 CIRURGIA INTESTINAL - TÉCNICA Ordenhar o conteúdo da alça para longe do local de incisão Isolar com pinças atraumáticas (Doyen) ou com o dedo Utilizar técnica cirúrgica atraumática Preservar a vascularização

11 CIRURGIA INTESTINAL - TÉCNICA Incluir sempre a submucosa na sutura Trocar as luvas e o material cirúrgico após terminar a sutura da alça Lavar a cavidade som solução fisiológica ou Ringer aquecido Cobrir a sutura com omento Fechar a laparotomia

12 AVALIAÇÃO DA VIABILIDADE DAS ALÇAS Comprometimento vascular por oclusão venosa (torção, corpo estranho, intussuscepção); arterial (trombose) ou lesão arteriovenosa (avulsão) Critério de avaliação: cor, pulsação arterial, peristaltismo, textura da parede e sangramento na incisão

13 AVALIAÇÃO DA VIABILIDADE DAS ALÇAS Lesão arterial: mais difícil Peristaltismo: critério mais confiável Fluoresceína ao utilizado na rotina Na dúvida, cortar a mais

14 AVALIAÇÃO DA VIABILIDADE DAS ALÇAS

15 AVALIAÇÃO DA VIABILIDADE DAS ALÇAS

16 ESCOLHA DA SUTURA Absorvíveis sintéticos multifilamentados poliglactina 910 (Vicryl), poliglicólico (Dexon, Safil) Boa segurança no nó e fácil manuseio Podem abrigar bactérias e cortar a alça Absorvíveis sintéticos monofilamentados poliglecaprona (Monocryl), polidioxanona (PDS), poligluconato (Maxon) Fios de escolha

17 ESCOLHA DA SUTURA Inabsorvíveis nylon, polipropileno Animais debilitados Catgut não é recomendado; perde tensão rapidamente na presença de colagenase e é rapidamente fagocitado em tecido infectado Produz reação inflamatória intensa - estenose Inabosrvíveis multifilamentados (algodão, seda) abrigam bactérias e produzem reação granulomatosa Usar fios agulhados, calibre 2-0 a 4-0 Pontos separados por 2 a 4 mm, afastados 2 a 3 mm da borda

18 ANTIBIOTICOTERAPIA Indicações Ressecção extensa com possibilidade de derramamento de conteúdo Obstrução com supercrescimento bacteriano Presença de tecido desvitalizado Pacientes debilitados Colo grande população de anaeróbios Mais utilizados: cefazolina (20 mg/kg, IV), amoxicilina + clavulanato (20 mg/kg, IV), metronidazol (15-20 mg/kg, IV)

19 ENTEROTOMIA INDICAÇÕES Retirada de fragmento para biopsia Corpo estranho

20 ENTEROTOMIA TÉCNICA Isolamento da alça Separar o conteúdo Incisão longitudinal borda antimesentérica Corpo estranho região de aspecto viável, distal ao objeto Sutura longitudinal ou transversal, PSS

21 ENTEROTOMIA

22 ENTEROTOMIA

23 ENTEROTOMIA

24 ENTEROTOMIA

25 ENTEROTOMIA

26 ENTEROTOMIA

27 ENTEROTOMIA

28 ENTEROTOMIA

29 ENTEROTOMIA

30 ENTERECTOMIA E ANASTOMOSE INDICAÇÕES Remoção de tecido isquêmico ou necrótico Neoplasias Intussuscepção

31 ENTERECTOMIA E ANASTOMOSE TIPOS DE ANASTOMOSE Término-terminal Término-lateral Látero-lateral

32 ENTERECTOMIA E ANASTOMOSE TIPOS DE SUTURA A INVERSÃO OU INVAGINANTE Cushing, Lembert, Parker-Kerr Produz compressão dos vasos e redução do fluxo à parte invertida edema necrose Maior resistência a tensão nas primeiras 24 horas Menor percentual de falha Causa maior estenose e fibrose pós-cicatricial

33 SUTURA DE INVERSÃO OU INVAGINANTE

34 ENTERECTOMIA E ANASTOMOSE TIPOS DE SUTURA B EVERSÃO Tentativa de minimizar o risco de necrose Aumenta a ocorrência de inflamação e retarda a normalização do fluxo sanguíneo Produz aderências (exposição da mucosa) Pode provocar estenose

35 SUTURA DE EVERSÃO

36 ENTERECTOMIA E ANASTOMOSE TIPOS DE SUTURA C APROXIMAÇÃO / APOSIÇÃO Permite realinhamento das camadas intestinais, acelerando a cicatrização Fácil realização Resistência igual à invaginante após 24 horas Permite regeneração rápida da mucosa, reduz a deposição de tecido fibroso e menor inflamação Reduz a formação de aderências e estenose

37 SUTURA DE APROXIMAÇÃO / APOSIÇÃO

38 ENTERECTOMIA E ANASTOMOSE TÉCNICA Identificação e isolamento da alça Avaliar a viabilidade da alça Isolar o conteúdo duas pinças traumáticas e duas atraumáticas Ligar os vasos correspondentes ao segmento ressecado

39 ENTERECTOMIA E ANASTOMOSE

40 ENTERECTOMIA E ANASTOMOSE TÉCNICA Cortar entre as pinças Excisar o excesso de mucosa Aproximar as bordas Iniciar a sutura na borda mesentérica (PSS) Suturar a falha no mesentério (chuleio simples)

41 ENTERECTOMIA E ANASTOMOSE

42 ENTERECTOMIA E ANASTOMOSE

43 ENTERECTOMIA E ANASTOMOSE CORREÇÃO DE DISPARIDADES ENTRE AS BOCAS DA ANASTOMOSE Incisão longitudinal Fechamento parcial da boca maior

44 ENTERECTOMIA E ANASTOMOSE

45 ENTERECTOMIA E ANASTOMOSE

46 COLOPEXIA INDICAÇÕES Fixação do colo à parede abdominal Prolapso retal recidivante TÉCNICA Localizar e isolar o colo descendente Reduzir o prolapso Criar uma incisão longitudinal seromuscular no colo e uma semelhante na parede abdominal Suturar as bordas

47 COLECTOMIA SUBTOTAL INDICAÇÕES Megacolon TÉCNICA Semelhante à descrita para ressecção e anastomose Manter a válvula ileocecocólica reduz a contaminação

48 TIFLECTOMIA INDICAÇÕES Impactação cecal Inversão cecal TÉCNICA Localização e isolamento do ceco Colocar duas pinças atraumáticas uma no ceco e outra na altura do intestino Cortar entre as pinças Sutura de Parker-Kerr

49 PRINCIPAIS PATOLOGIAS INTESTINAIS Corpo estranho / CE linear Torção mesentérica Intussuscepção Trauma Avulsão Esmagamento / contusão Laceração

50 Intussuscepção

51 Corpo estranho

52 PRINCIPAIS PATOLOGIAS INTESTINAIS Neoplasias Linfoma Carcinomas Megacolon

53 Linfoma intestinal

54 Linfoma intestinal

55 DOENÇAS INTESTINAIS SINTOMATOLOGIA Vômitos Diarréia / obstipação Abdome distendido Dor à palpação Sintomas inespecíficos letargia, anorexia, prostração

56 DOENÇAS INTESTINAIS DIAGNÓSTICO Histórico / anamnese Ultra-sonografia Radiografia Simples Contrastada (sulfato de bário)

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60 COMPLICAÇÕES DA CIRURGIA INTESTINAL Falha na sutura Deiscência Ileus Perfuração

61 COMPLICAÇÕES DA CIRURGIA INTESTINAL Peritonite Choque Estenose Síndrome do intestino curto Morte

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