A rede Multiserviços da AcessoLINE Introdução ao MPLS

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1 A rede Multiserviços da AcessoLINE Introdução ao MPLS Marcelo Balbinot Acessoline Telecom

2 Agenda 2 Apresentação. A Empresa. Evolução do backbone. A tecnologia MPLS. Os serviços adicionais que o MPLS proporcionou. A rede.

3 Apresentação 3 Marcelo Balbinot Graduado em Sistemas de Informações pela Universidade do Contestado (2010). 9 anos na área de redes com ênfase em provedores de acesso. Atualmente, coordena o departamento de operação de redes e serviços IP na Acessoline Telecomunicações. Trabalha principalmente, no planejamento do backbone IP/MPLS, redes de acesso MetroEthernet/PON e engenharia de tráfego Internet.

4 Objetivos 4 Apresentar a linha do tempo de evolução da rede da empresa, bem como as tecnologias que foram sendo aplicadas à ela e pontuar os motivos pelos quais optamos por tais tecnologias. Entre as tecnologias explanar um pouco sobre o MPLS, sua origem, seu objetivo inicial e sua atual utilização no cenário das empresas de telecomunicações.

5 AcessoLINE Telecomunicações 5 É a união de redes e Know-how das marcas:

6 Alguns Números 6 Colaboradores diretos: ~172 Colaboradores Indiretos: ~52 Clientes Atendidos: em 17/11/2015; Número de clientes aguardando instalação: 537 em 17/11/2015; Fornecemos Transito IP para 38 ASN s; Número de clientes indiretos cresce significativamente; Estabelecemos Peering com 15 ISP s da região. Possuímos uma política de peering aberta. Em um esforço para melhorar a experiência de nossos usuário, acolhemos a oportunidade de estabelecer conexões de troca de tráfego com qualquer AS. POP s Wireless: ~1500 Rede Óptica: Mais de 5 Mil KM de fibra Óptica no Estado de Santa Catarina. Número de Veículos Operacionais: 47 Veículos, 1 Moto, 1 Quadrilho. Número de Máquinas de Fusão em Operação: 18 Número de OTDR s em Operação: 5

7 Evolução da Rede 7 Malha de Rádios Digitais Resiliência L3 (OSPF) Soft Routers

8 Evolução da Rede Primeiros projetos de construção de redes Ópticas próprias.

9 Evolução da Rede 9 Acordos de Swap

10 Evolução do Backbone 10 Temos Fibras! Como vamos utiliza-las?

11 Evolução do Backbone 11 Interfaces ethernet 10G de longa distância Wire speed Resiliência L3 (OSPF)

12 Evolução do Backbone (DWDM) 12 Poucas Fibras/Necessidade da banda Multiplexação/DWDM Link Aggregation

13 Evolução do Acesso (PON) 13 Redes MetroEthernet Resiliência L2 (EAPS, RSPT) Redes PON Melhor aproveitamento das fibras Diminuição dos custos Viabilizou redes ópticas no acesso...

14 Novas Demandas e o MPLS 14 Principais Produtos na Época Acesso Banda Larga Trânsito IP Novas demandas Serviços de Lan-to-Lan Como atender? Circuitos de alta capacidade SLA (Acordo de nível de serviço)

15 Backbone IP MPLS 15 Ativado MPLS nos equipamentos do núcleo da rede. Suporte nativo.

16 Tecnologia MPLS 16 MultiProtocol Label Switching Ou comutação de etiquetas de múltiplos protocolos!! Protocolo de Camada 2.5 IP MPLS Ethernet, Frame Relay, ATM, PPP, etc Physical Layer

17 MPLS Como Surgiu 17 A motivação inicial foi aumentar a capacidade e velocidade dos roteadores IP. Objetivo principal de evitar o route lookup Os roteadores IP possuem um algoritmo de roteamento que precisa analisar cada pacote para definir o next-hop. Cada roteador realiza o mesmo processo, para cada um dos pacotes, sem guardar nenhum tipo de memória. Isto é especialmente ineficiente devido ao fato de que a maioria dos pacotes IP pertencem na verdade a fluxos de pacotes com mesmas origens e destinos.

18 MPLS - Uso Atual 18 Originalmente o objetivo era aumentar a capacidade dos roteadores IP, permitindo que a velocidade de roteamento L3 fosse equivalente ao L2. Mas a evolução do hardware e chipsets modernos tornou obsoleto esse objetivo.

19 MPLS - Uso Atual 19 Razões para a crescente adoção do MPLS nas redes: Engenharia de tráfego Habilidade de controlar e escolher como o tráfego é encaminhado na rede, permitindo gerenciar a qualidade de serviço, priorização de fluxos e controle da capacidade. Redes multisserviço Habilidade de utilizar uma única infraestrutura de rede para transportar diversos serviços e protocolos. (L3VPN, L2VPN, VPLS, AToM)

20 MPLS - Nomenclaturas 20 CE (Customer Edge Router) possui a função de prover conectividade na rede MPLS e é situado na borda do cliente (saída para rede). Não encaminha e nem troca labels. PE (Provider Edge Router) ou LER (Label Edge Router) é responsável pela conexão entre uma rede IP (rede do cliente) e a rede MPLS (rede da Operadora/Provider) P (Provider Router) ou LSR (Label Switch Router) é responsável pelo encaminhamento de pacotes baseando-se nos labels.

21 MPLS - LSP 21 MPLS Label Switch Path (LSP) O MPLS trabalha pré-determinando os caminhos de dados, onde, estas informações são codificadas em rótulos, que possam ser entendidos pelos roteadores. O Caminho estabelecido entre um ponto ao outro na rede é chamado de LSP (Label-Switched Path ou, caminho de comutação de rótulos). Significa um túnel unidirecional entre dois roteadores da rede MPLS. Um LSP é necessário para que aconteça o encaminhamento na rede.

22 MPLS - LSP 22 No momento em que um pacote entra numa rede MPLS, este é associado a uma classe de equivalência (FEC) e assim é criado um LSP relacionado a esta FEC. Como a criação de uma LSP só ocorre na entrada de uma rede MPLS, os LSR ( Label Switch Router) da nuvem só terão o trabalho de fazer as trocas dos rótulos (swap), encaminhando assim o pacote de acordo com o LSP determinado anteriormente, não havendo mais a necessidade de fazer o roteamento dos pacotes (somente a comutação via Label).

23 MPLS - Sinalização 23 Para usar um LSP, antes ele tem que ser sinalizado Um LSP tem significado global na rede, mas um label tem significado local. A sinalização faz um mapeamento do LSP com os label nos roteadores do caminho. Existem dois protocolos de sinalização mais usados Label Distribution Protocol (LDP) Protocolo simples sem funcionalidades de engenharia de tráfego Usa a tabela do IGP (OSPF ou ISIS) para encontrar o melhor caminho Resource Reservation Protocol Traffic Engineering (RSVP-TE) Protocolo mais complexo, com cabeçalho maior, mas que permite o uso de engenharia de tráfego e reserva de recursos na rede.

24 MPLS - Serviços 24 L3VPN VPN baseada em IP (camada 3) O conceito de VRF (virtual router) é utilizado nos roteadores PE Cada cliente tem sua própria VRF

25 MPLS Serviços L2VPN VPWS 25 VPWS (Virtual Private Wire Service) Circuitos ponto a ponto Emulação de um circuito sobre MPLS Não há aprendizado de MAC pelos equipamentos da operadora. Nomes Comerciais: Ponto a ponto Clear channel E-line Lan to Lan

26 MPLS Serviços L2VPN VPLS 26 VPLS (Virtual Private Lan Service) É usado para emular uma rede local sobre uma rede MPLS. Na visão do cliente toda a rede do provedor é vista como um grande switch de camada 2 Cria um switch multiponto virtual Emula as funções de um switch, como: Aprendizado de MAC Broadcast flood Unkown unicast flood

27 Rede ALT 27 Múltiplos caminhos do extremo Oeste até Florianópolis para fornecimento seguro dos serviços. Redundância via SP. Múltiplas bordas/upstreams para provimento de serviços de transito/acesso. Conteúdo Local Google Global Cache (Multi-node Chapecó e São José.), Akamai, Azion.

28 Caso de Uso - Circuitos RNP 28

29 Perguntas? 29

30 Patrocínio Organização Apoio

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