ANUROFAUNA DA ÁREA DO CENTRO UNIVERSITÁRIO NILTON LINS, MANAUS, AMAZONAS, BRASIL (AMPHIBIA; ANURA)

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1 13 ANUROFAUNA DA ÁREA DO CENTRO UNIVERSITÁRIO NILTON LINS, MANAUS, AMAZONAS, BRASIL (AMPHIBIA; ANURA) Romeu Gonçalves Queiroz Filho 1 ; Telêmaco Jason Mendes-Pinto 2 ; Ana Cristina Fragoso 3 RESUMO - Este estudo apresenta uma lista das espécies de anfíbios anuros que ocorrem em um fragmento de Floresta de Terra Firme na área urbana do município de Manaus, estado do Amazonas. Para o inventário da anurofauna foram utilizados dois métodos de amostragem; 1) Procura visual e auditiva limitada por tempo e 2) Armadilhas de interceptação e queda. Foram registradas 11 espécies de anuros distribuídas em cinco gêneros e cinco famílias. A família com maior representatividade em número de espécies foi Leptodactylidae com 36,3% do total amostrado, seguida por Hylidae com 27,2%, Bufonidae 18,1%, e por fim Microhylidae e Brachycephalidae com respectivos 9,9%. Os resultados mostram-se relevantes tendo em vista as dimensões da área estudada e o elevado grau de antropização observado. Novos estudos são recomendados com a finalidade de conhecer o real status de conservação e aspectos ecológicos de determinados táxons registrados. Unitermos: Anuros, inventário, Nilton Lins, Manaus, Brasil. FROGS FROM THE CENTRO UNIVERSITÁRIO NILTON LINS, MANAUS, AMAZONAS, BRAZIL (AMPHIBIA, ANURA) ABSTRACT - This presents study an list of species of amphibians found in a forest fragment of upland in the urban area of Manaus, Amazonas state. For the inventory of frogs used two sampling methods; 1) Visual and auditory time-limited and 2) Pitfall traps and fall. We recorded 11 frog species distributed in five genera and five families. The family with the largest representation in number of species was Leptodactylidae with 36,3% of total samples, followed by 27,2% with Hylidae, Bufonidae 18,1%, and finally with their Brachycephalidae Microhylidae and 9,9%. The results prove to be relevant in view of the dimensions of the study area and high degree of human disturbance observed. Further studies are recommended in order to know the real status of conservation and ecological aspects of some taxa recorded. Uniterms: Frogs, inventory, Nilton Lins, Manaus, Brazil. INTRODUÇÃO A América do Sul possui a maior riqueza em espécies de anfíbios anuros do mundo (Duellman, 1999), e o Brasil, em especial a Bacia Amazônica, comporta boa parte dessa diversidade, como pode ser observado nos em estudos mais recentes realizados na região norte por Lima et al., (2006), Menin et al. (2007), Menin et al. (2008), Gascon, (1991) e Neckel-Oliveira et al. (2000). 1 Biólogo, Consultor Ambiental, Assessoria e Consultoria Agro-Florestal CONSULFLOR. Manaus-AM. 2 Biólogo, Mestrando em Ciências Florestais e Ambientais, Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Manaus-AM. Voluntário na Coleção de Anfíbios e Répteis do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia - INPA, Manaus-Am. 3 Bióloga, Mestre em Ecologia, professora do Centro Universitário Nilton Lins. Manaus-AM.

2 14 As florestas tropicais brasileiras têm sido continuamente destruídas e fragmentadas nas últimas décadas (Gascon et al., 2000.; Olmos e Galetti, 2004). Segundo Mesquita et al. (2006), os efeitos imediatos da destruição das paisagens naturais são a redução das populações animais e o seu isolamento nos fragmentos remanescentes o que, conseqüentemente, pode levar a extinção de determinadas espécies. Alguns estudos sobre anuros foram conduzidos no Brasil principalmente no Sudeste (Cardoso et al., 1989; Haddad e Sazima, 1992; Rossa-Feres e Jim, 1994,2001; Pombal, 1997; Bertolucci,1998) corroborando com a centralização de pesquisadores desse grupo nesta região. Nos últimos anos a atenção ao estudo dos anfíbios tem sido intensificada na região norte do país (Crump, 1971; Gascon, 1991; Neckel-Oliveira et al., 2000; Lima et al., 2006; Menin et al., 2007; Menin et al., 2008). Neste sentido o presente este estudo objetivou verificar quais espécies de anfíbios anuros ocorrem em um fragmento de Floresta de Terra Firme na área urbana do município de Manaus, Amazonas. MATERIAL E MÉTODOS Área de estudo O estudo foi realizado em um fragmento de Floresta de Terra Firme na área urbana do município de Manaus, estado do Amazonas, Brasil, aonde se encontra o campus do Centro Universitário Nilton Lins (03'08,64468'' S e 59'59,13529''W). A fitofisionomia predominante na área é caracterizada pela presença de vegetação secundária (Figura 01). O clima é quente e úmido, com temperatura média anual em torno de 26 C, e umidade relativa do ar acima de 80%, e precipitação acima de mm entre os meses novembro e maio (Leopoldo et al., 1987) Figura 01. Localização da área de estudo. Centro Universitário Nilton Lins, Manaus, Amazonas, Brasil. Em destaque (pontos amarelos) local aonde foram instaladas as armadilhas de interceptação e queda. (Fonte: Google Earth, 2009).

3 15 Delineamento amostral O levantamento da anurofauna foi realizado entre os meses de fevereiro e junho de Para o inventário das espécies de anfíbios foram utilizados dois métodos de amostragem; 1) Procura visual e auditiva limitada por tempo (adaptado de Martins & Oliveira, 1998). O método consistiu no deslocamento a pé nas trilhas a procura de anuros embaixo e sobre troncos, galhos de arvores, arbustos, e revolvendo o folhiço. O esforço de procura deste método abrangeu todos os micro-habitats comumente ocupados pela anurofauna. A procura visual ocorreu pela noite entre 18:00 e 22:00hs. A amostragem foi realizada em 16 campanhas de campo. O esforço amostral foi calculado multiplicando o tempo de procura pelo número de coletores. Neste levantamento foram empenhadas 128 horas/observador de procura, esforço obtido através do empenho de dois pesquisadores em campo. 2) Armadilhas de interceptação e queda com cerca guia (Cechin e Martins, 2000). As armadilhas foram confeccionadas com latões de alumínios de 20 litros e 50 cm de diâmetro. Os latões foram enterrados até o limite de sua borda superior num intervalo de 5 metros um do outro e intercalados por uma cerca guia confeccionada com lona plástica de 40 cm de altura. Foram instaladas cinco linhas com quatro baldes em cada. As armadilhas permaneceram abertas ininterruptamente por 30 dias, equivalente a 720 horas de armadilhas (Figura 02). O esforço amostral foi calculado somando-se os esforços dos dois métodos totalizaram 848 horas. Figura 02. (A) Cova para fixação dos latões com dois suportes no fundo para auxiliar na drenagem da água da chuva, (B) Preparo dos latões para as armadilhas, (C), fixação dos latões ao solo e (D) Barreira de contenção para auxiliar na captura dos anuros. (Fotos: Romeu G.Q. Filho) Os sítios de coleta foram denominados como; ponto (1), área aberta próximo a trilhas e poças temporárias, ponto (2), área aberta próximo ao lago, ponto (3), área de baixio (igarapé), e ponto (4), área de com presença de liteira (platô) (Tabela 01).

4 16 Tabela 01. Descrições dos sítios de coletas de acordo com as coordenadas geográficas. Pontos Latitude Longitude Altitude (m) '08,64468'' S 59'59,13529''W 49, '12,65220''S 59'57,13047''W 53, '13,55202''S 59'57,85467''W 47, '14,06801''S 59'54,66458''W 47,470 Identificação taxonômica e colecionamento A identificação dos exemplares foi baseada nos trabalhos de descrição das espécies, em chaves dicotômicas e em comparação com o material depositado na de Coleção de Anfíbios e Répteis do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA). Foi seguida a taxonomia proposta pela Sociedade Brasileira de Herpetologia (Bérnils, 2010). Os dados fotográficos foram obtidos através de uma máquina fotográfica digital Nikon modelo D Os espécimes testemunhos foram eutanasiados com uma dose letal de anestésico (Cloridrato de lidocaína a 2%). Depois de sacrificados os exemplares foram fixados em formol a 10% e preservados em álcool a 70%. Após esta etapa os espécimes testemunhos foram tombados na Coleção Didática do Centro Universitário Nilton Lins. RESULTADOS E DISCUSSÃO Foram registradas 11 espécies de anfíbios anuros distribuídas em cinco gêneros e cinco famílias, das quais Leptodactylidae obteve a maior representatividade em número de espécies (36,3% do total amostrado), seguida por Hylidae com 27,2%, Bufonidae 18,1%, por fim Mycrohylidae e Strabomantidae com respectivos 9,9% cada (Figura 03). Figura 03. Representatividade das famílias de anuros encontradas no fragmento florestal do campus do Centro Universitário Nilton Lins, Manaus.

5 17 Hypsiboas lanciformes (Hylidae) foi à espécie mais abundante durante o levantamento, com 19 espécimes avistados, seguida consecutivamente por Elachistocleis bicolor (Micrylidae), com 15 exemplares observados. Dendropsophus nanus (Hylidae) foi à espécie menos avistada durante as atividades de campo (Figura 04). Figura 04. Abundância de espécies registradas na área do campus do Centro Universitário Nilton Lins, Manaus, Amazonas. Todas as espécies registradas são comuns para a região de Manaus e assemelharam-se aquelas encontradas na Reserva Florestal Adolpho Ducke por Menin (2005), Rodrigues (2006), Lima et al. (2006), para região de Rio Preto da Eva por Ilha e Dixo (2010) e na fazenda experimental da Universidade Federal do Amazonas, localizada o Km 38 da rodovia BR- 174 por Ahumada, (2010). (Tabela 02). Os táxons encontrados apresentam ampla distribuição geográfica, ocorrendo ao longo de toda bacia Amazônica e nenhuma das espécies encontra-se na lista de animais em risco de extinção da IUCN (Conservation International, and Nature Serve) (Figura 05). Tabela 02. Lista das espécies de anfíbios anuros registradas no fragmento florestal do campus Universitário Nilton Lins, Manaus, Amazonas. Ao lado dos nomes científicos seguem o ambiente e o método pelo qual a espécie foi amostrada. PT- poças temporárias, IG- igarapé, IF- interior do fragmento, PLT- procura visual e auditiva limitada por tempo, e AIQ- armadilhas de interceptação e queda (Pitfall Trap). Táxons Ambiente Método de coleta PVLT AIQ STRABOMANTIDAE Pristimantes frenestratus (Steindachner, 1864) IG x Cont.

6 18 Cont. BUFONIDAE Rhinella marina (Linnaeus, 1758) PT x x Rhinella granulosa (Spix, 1824) PT x x MICROHYLIDAE Elachistocleis bicolor (Guérin Ménevile, 1838) PT, IG x x HYLIDAE Dendropsophus nanus (Boulenger, 1889) IG x D. minuta (Peters, 1872) IG x Hypsiboas lanciformis (Cope, 1871) IG x LEPTODACTYLIDAE Leptodactylus andreae (Muller, 1923) IG, IF x x L. fuscus (Schneider, 1799) IG, PT, IF x x L. knudseni Heyer, 1972 IG, PT x L. ocellatus (Linnaeus, 1758) IG, PT x x Total de espécies 11 Figura 05. Anuros encontrados no fragmento florestal do Centro Universitário Nilton Lins, Manaus, Amazonas, no período de fevereiro a junho de (A) Elachistocleis bicolor, (B) Leptodactylus ocellatus, (C) Hyla nana, (D) Rhinella granulosa, (E) E. fenestratu, (F) Hyla lanciformis. (Fotos: Telêmaco J. Mendes-Pinto e Romeu G.Q. Filho). A área estudada vem sofrendo agressões constantemente resultantes da exploração ilegal de madeira e pela contaminação do igarapé pelo descarte de lixo dentro do mesmo. Tais atividades afetam de forma direta o fragmento e as formas de vida que dele dependem, aumentando o efeito de borda e o que permite a entrada de espécies generalista que vêm a competir por recursos como é o caso do lagarto Ameiva ameiva ou mesmo a predação como os ataques por cães. O terreno é constituído por solo na sua maioria argiloso, o que favorece processos erosivos.

7 19 Bem como no sudeste do Brasil, na região norte o desmatamento de áreas naturais vem mostrando ser um dos maiores motivos do declínio de populações animais e, seguramente, várias espécies de anfíbios foram extintas antes mesmo que algum especialista pudesse ter acesso a alguns exemplares (Haddad 1998; Pombal-Jr e Gordo 2004). Estes fatores, aliados ao desconhecimento sobre ecologia, história natural, diversidade e status de conservação da fauna de anuros na região Neotropical (Azevedo-Ramos e Galatti 2002; Moraes et al., 2007) corroboram com a necessidade urgente de estudos desta natureza na região. Os efeitos imediatos da destruição das paisagens naturais são a redução das populações animais e o seu isolamento nos fragmentos remanescentes o que, conseqüentemente, pode levar a extinção de determinadas espécies. (Mesquita el al., 2006). Como se trata de um fragmento florestal em meio à área urbana, o processo de antropização se encontra bastante avançado. CONCLUSÃO Inventários herpetofaunísticos demandam estudos de longa duração, ainda assim, novos registros são acrescentados continuamente mesmo para regiões melhores amostradas na Amazônia (ver Duellman, 2005). Os resultados são relevantes, tendo em vista as dimensões da área estudada e o elevado grau de antropização pelo qual a mesma tem sido submetida. Novos estudos são recomendados com a finalidade de conhecer o real status de conservação e aspectos ecológicos dos táxons aqui registrados. Estratégias de conservação e monitoramento são necessárias e urgentes, pois com a contínua retirada da cobertura vegetal e a grande quantidade de descartes poluente despejados no igarapé, certamente em poucos anos as comunidades biológicas que habitam e dependem desta área será drasticamente reduzida ou mesmo extinta. REFERÊNCIAS Ahumada, D.P.R. (2010). Distribuição e abundância de anuros de floresta de Terra Firme na fazenda experimental da Universidade Federal do Amazonas Amazônia Central. Dissertação (Mestrado em Diversidade Biológica). Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Manaus, Brasil. Azevedo-Ramos, C.; Galatti, U. (2002). Patterns of amphibian diversity in Brazilian Amazonia: conservation implications. Biological Conservation 103: Bérnils, R.S. (org.). (2010). Brazilian reptiles List of species. Accessible at Sociedade Brasileira de Herpetologia. Captured on date of your online consult. Acessodia 27/03/2010. Bertoluci, J. (1998). Annual patterns of breeding activity in Atlantic rainforest anurans. J. Herpetol. 32 (4): Cardoso, A.J.; Andrade, G.V.; Haddad, C.F.B. (1989). Distribuição espacial em comunidades de anfíbios (Anura) no sudeste do Brasil. Rev. Bras. Biol. 49 (1): Crump, M. L. (1971). Quantitative analysis of the ecological distribution of a tropical herpetofauna. Occ. Pap. Mus. Nat. Hist. Univ. Kansas 3:1-62.

8 20 Duellman, W.E. (1999). Global distribution of amphibians: patterns, conservation and future challenges. In Patterns of distribution of amphibians: A global perspective (W.E. Duellman, ed.). The John Hopkins University Press, Baltimore & London, p Duellman, W.E. (2005). Cusco Amazónico the lives of amphibians and reptiles in an Amazonian rainforest. Cornell University Press, 433p. Gascon, C. (1991). Population-and community-level analyses of species occurrences of Central Amazonian Rainforest tadpoles. Ecology 72(5): Gascon, C.; Williamson, G.B.; Fonseca, G.A.B. (2000). Receding forest edges and vanishing reserves. Science 288(5470): Haddad, C.F.B.; Sazima, I. (1992). Anfíbios anuros da Serra do Japi. In: História natural da Serra do Japi: ecologia e preservação de uma área florestal no sudeste do Brasil. (L.P.C. Morellato, org.). Unicamp. Campinas, p Haddad, C.F.B. (1998). Biodiversidade dos anfíbios no estado de São Paulo; p In C. A. Joly and C. E. M. Bicudo (ed.). Biodiversidade do Estado de São Paulo, Brasil: síntese do conhecimento ao final do século XX. 6: Vertebrados. São Paulo: FAPESP. Ilha, P.; Dixo, M. (2010). Anurans and Lizards, Rio Preto da Eva, Amazonas, Brazil. Check List Volume (6). IUCN, Conservation International, and Nature Serve. (2007). Global Amphibian Assessment. Electronic Database accessible at <http:// Captured on 20 March Leopoldo, P.R.; Franken, W.E. S.; Ribeiro, M.N.G. (1987). Towards a water balance in Central Amazonian region. Experientia 43: Lima, A.P.; Magnusson, W.E.; Menin, M.; Erdtmann, L.K.; Rodrigues, D.J.; Keller, C.; Hödl, W. (2005). Guia de sapos da Reserva Adolpho Ducke, Amazônia Central = Guide to the frogs to Reserva Adolpho Ducke, Central Amazonia. Atemma, Manaus. Menin, M. (2005). Padrões de distribuição e abundância de anuros em 64km2 de floresta de terra firme na Amazônia Central. Tese (Doutorado em Ecologia). Instituto Nacional de Pesquisas da Amazbônia INPA, Universidade Federal do Amazonas - UFAM, Manaus, Amazonas. Menin, M.; Lima, A.P.; Magnusson, W.E.; Waldez, F. (2007). Topographic and adaphic effcts on the distribution of terrestrially reproducing anurans in Central Amazonia: mesoscale spatial patterns. Journal Tropical Ecology. 23: Menin, M.; Lima, A.P.; Waldez, F. (2008). Temporal Variation in the abundance and number of species of frogs in 10,000 ha a Forest in Central Amazonia, Brazil. South American Journal of Herpetology, 3(1),

9 21 Mesquita, D.O.; Costa, G.C.; Colli, G.R. (2006). Ecology of an Amazonian savanna lizard assemblage in Monte Alegre, Pará State, Brazil. South American Jouronal of Herpetology 1(1) Moraes, R.A.DE.; Sawaya, R.J.; Barrella, W. (2007). Composição e diversidade de anfíbios anuros em dois ambientes de Mata Atlântica no Parque Estadual Carlos Botelho, São Paulo, sudeste do Brasil. Biota Neotropica v7(n2). Neckel-Oliveira, S.; Magnussom, W.E.; Lima, A.P.; Albernaz, A.L.K. (2000). Diversity and distribution of frogs in an Amazonian savanna in Brazil. Amphibia-Reptilia 21: Olmos, F.; Galetti, M. (2004). A conservação e o futuro da Juréia: isolamento ecológico e impacto humano. In Estação Ecológica Juréia- Itatins: Ambiente físico, flora e fauna (O.A.V. Marques & W. Duleba, eds.). Editora Holos, Ribeirão Preto, p Pombal-Jr., J.P. (1997). Distribuição espacial e temporal de anuros (Amphibia) em uma poça permanente na Serra de Paranapiacaba, Sudeste do Brasil. Rev. Bras. Biol. 57(2): Pombal-Jr, J.P.; Gordo, M. (2004). Anfíbios Anuros da Juréia; p In O. A. V. Marques e W. Duleba (ed.). Estação Ecológica Juréia-Itatins. Ambiente Físico, Flora e Fauna. Ribeirão Preto: Holos Editora. Rodrigues, D.J. (2006). Influência de fatores bióticos e abióticos na distribuição temporal e espacial de girinos de comunidade de poças temporárias em 64 km2 de floresta de terra firme na Amazônia Central. Tese (Doutorado em Ecologia). Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Universidade Federal do Amazonas. Manaus (UFAM). 98pp. Rossa-feres, D.C.; JIM, J. (1994). Distribuição sazonal em comunidades de anfíbios anuros na região de Botucatu, São Paulo. Rev. Bras. Biol. 54: Rossa-Feres, D.C.; Jim, J. (2001). Similaridade do sítio de vocalização em uma comunidade de anfíbios anuros na região noroeste do Estado de São Paulo, Brasil. Rev. Bras. Zool. 18(2):

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