DAS T.E.I. Segurança em Sistemas Distribuídos. Segurança de Sistemas. Segurança de Sistemas

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1 DAS T.E.I. Segurança em Sistemas Distribuídos 1ª Parte José Eduardo Malta de Sá Brandão Orientação: Joni da Silva Fraga Segurança de Sistemas Quando um sistema está seguro? Quando ninguém pode usar o computador? Quando o computador não está em rede? Quando o computador está desligado da tomada? Colocando o computador em um cofre de aço selado? Jogando o cofre com o computador no fundo do oceano? Segurança de Sistemas Em geral, pode-se dizer que um computador é seguro se ele está livre de preocupações e se está a salvo de ameaças. Carl E. Landwehr [LAN01] Outra forma de se sentir seguro é através da ignorância, como a Velhinha de Taubaté.

2 Segurança Segurança não é uma tecnologia. Não se pode comprar um dispositivo que torne um sistema seguro Não é possível comprar ou criar um software que torne um sistema seguro Segurança não é um estado que se possa alcançar Segurança é um processo Processo de Segurança Aprenda tudo que puder sobre as ameaças que encontrar Planeja o melhor possível de acordo com o que aprendeu, antes de implementar qualquer coisa Pense de uma maneira patológica no projeto e fortaleça-o o máximo possível Implemente exatamente o que foi projetado Verifique tudo continuamente para ter certeza de que nada foi alterado Pratique a execução para ter certeza de que a compreendeu e será capaz de opera-la de maneira correta Pense de uma maneira patológica na implementação e fortaleça-a ao máximo Simplifique o que deseja que as pessoas façam Dificulte o que não deseja que as pessoas façam Facilite a identificação do problema Dificulte esconder o que não deseja que fique escondido Teste tudo o que puder testar Pratique tudo o que puder praticar Melhore tudo o que puder melhorar Repita esse processo continuamente T.A. Wadlow [WAD00] Histórico 1ª Geração Prevenção de violações Desenvolvimento de tecnologias para prevenir acesso a dados sensíveis 2ª Geração Tecnologias para limitar e detectar violações que não podem ser previstas Firewalls / IDS 3ª Geração Habilidade a tolerar ataques e continuar funcionando, ainda que de um modo degradado, enquanto um ataque está em progresso Tolerância a Intrusões

3 Propriedades dos Sistemas Seguros Disponibilidade Autenticidade Confidencialidade Integridade Não Repúdio Propriedades dos Sistemas Seguros Disponibilidade Autenticidade Confidencialidade Integridade Não Repúdio OSI + Controle de Acesso Confidencialidade Garante que uma informação não será revelada sem a autorização adequada. Problemas éticos Segurança nacional

4 Integridade Garante que uma informação não será alterada sem a autorização adequada. Disponibilidade Garante que a informação estará acessível aos usuários legítimos quando solicitada. Autenticidade Garante que cada indivíduo é quem ele diz ser. Envolve Identificação e Autenticação

5 Não Repúdio Garante que uma parte neutra possa ser convencida de que uma transação particular ou um evento tenha ocorrido (ou não). Comércio eletrônico Regulamentação legal Responsabilidade Um indivíduo ou sistema deve prestar contas pelos seus atos. Envolve autenticação correta e autorização Ações críticas devem ser auditadas, para que, após um fato, a responsabilidade pela inicialização da ação possa ser confiavelmente rastreada até um indivíduo. Violações de Segurança

6 Ameaças Intenção de infringir dano a um sistema Qualquer circunstância ou ação que forneça algum potencial de violação de segurança. Vulnerabilidades São postos fracos do sistema Falhas ou características indesejáveis nos meios de proteção ou uma falta destes, que podem ser exploradas para concretizar uma ameaça. Defeito de software, senhas pobres, sistemas mal configurados, etc. Common Vulnerabilities and Exposures (CVE) DOE-CIAC High Risk Vulnerabilities Principais Vulnerabilidades SANS Institute - Top Vulnerabilities to Windows Systems W1 Internet Information Services (IIS) W2 Microsoft Data Access Components (MDAC) -- Remote Data Services W3 Microsoft SQL Server W4 NETBIOS -- Unprotected Windows Networking Shares W5 Anonymous Logon -- Null Sessions W6 LAN Manager Authentication -- Weak LM Hashing W7 General Windows Authentication -- Accounts with No Passwords or Weak Passwords W8 Internet Explorer W9 Remote Registry Access W10 Windows Scripting Host Top Vulnerabilities to Unix Systems U1 Remote Procedure Calls (RPC) U2 Apache Web Server U3 Secure Shell (SSH) U4 Simple Network Management Protocol (SNMP) U5 File Transfer Protocol (FTP) U6 R-Services -- Trust Relationships U7 Line Printer Daemon (LPD) U8 Sendmail U9 BIND/DNS U10 General Unix Authentication -- Accounts with No Passwords or Weak Passwords

7 Vulnerabilidades Reportadas Vulnerabilidades x Perdas Fonte: Risco Probabilidade que um sistema não será capaz de cumprir sua política de segurança, em face de um ataque. É uma função da exposição das vulnerabilidades do sistema no contexto da arquitetura de segurança e o nível de ameaça contra o sistema em um determinado tempo.

8 O que está em Risco? Componentes Afetados por Vulnerabilidades Fonte: Onde está o Perigo? Fonte: Ataques Uma ou mais ações realizadas por um intruso malicioso, visando violações de segurança. Uso de vulnerabilidades

9 Mau uso Uso intencional, por usuários autorizados, de informações para outros fins além daqueles propósitos autorizados, os quais podem causar violações de segurança. Pode ser efetuado por usuários internos ou externos Incidentes Global Incidentes - Brasil Fonte:

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