PROGRAMA: Aviação Civil

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1 Filtro selecionado Período: Monitoramento Temático Ano º Semestre Listagem por: Programa - Aviação Civil Órgão: Secretaria de Aviação Civil Elementos a serem exibidos: Objetivos; Metas; Regionalização das Metas; Iniciativas; Fin. Extraorçamentários; Med. Institucionais; Ações; PROGRAMA: Aviação Civil Tipo de programa: Temático OBJETIVOS Objetivo: Adequar a prestação dos serviços aeroportuários e a capacidade de processamento de aeronaves, passageiros e cargas à demanda existente e futura. Órgão: Secretaria de Aviação Civil Análise Situacional do Objetivo: Em 2014, o Brasil seguiu ampliando a capacidade da rede de aeroportos no transporte de passageiros e cargas, com expansão dos investimentos em obras de construção, reforma, ampliação e modernização. A capacidade anual de processamento de passageiros no primeiro semestre de 2014 foi , o que representa 95% da meta para o período do Plano. A capacidade de processamento de cargas da rede de aeroportos para o primeiro semestre de 2014 foi de toneladas, o que representa um aumento de cerca de 14% em relação ao ano anterior e 75% da meta total do PPA. Este ano o Brasil sediou a Copa do Mundo FIFA 2014, o evento aconteceu de 12 de junho a 13 de julho. Entre 10 de junho e 15 julho passaram pelos 21 principais aeroportos brasileiros 17,8 milhões de passageiros, a demanda foi atendida dentro dos padrões esperados, por exemplo, a média de atrasos acima de 30 minutos foi de 6,9%, inferior ao da União Européia, que foi de 7,6% em Para permitir a expansão do setor aeroportuário do país, o Governo Federal estabeleceu critérios para definir a política de outorgas dos aeroportos, definindo os aeroportos que ficarão sob o controle da União, os que devem ser administrados por estados ou municípios e, por fim, os que poderão ser concedidos à iniciativa privada. No primeiro semestre de 2013, foi elaborado o Plano Geral de Outorgas da Infraestrutura Aeroportuária-PGO, o qual foi aprovado no segundo semestre por meio da Portaria nº 110, de 08 de julho de O PGO estabelece políticas, critérios e diretrizes gerais para definição do modelo de exploração de infraestrutura aeroportuária mais adequado para os aeródromos civis públicos. A partir disso estão sendo elaborados Planos de Outorga Específicos-POE para cada aeródromo público, definindo o modelo a ser adotado para a sua exploração. Dando prosseguimento ao processo de concessão dos aeroportos, em 22 de novembro de 2013, realizou-se o leilão de concessão dos aeroportos de Confins (MG) e do Galeão (RJ). Os dois aeroportos foram arrematados por um valor de R$ 20,8 bilhões (1,8 bilhão e 19 bilhões, respectivamente), mais de três vezes o valor mínimo exigido de R$ 5,9 bilhões. As Concessionárias darão início, quando assumirem a operação, a um cronograma de investimentos que, segundo previsão dos Estudos Técnicos que embasaram a concessão, deverá ultrapassar R$ 9 bilhões. Os contratos de concessão foram assinados em abril de 2014, iniciando a fase de transição das operações. Até agosto, a Infraero continuará operando os aeroportos, assistida pela respectiva concessionária e, após essa fase, a concessionária passará a ser responsável pelas operações, assistida pela Infraero, por três meses e depois a gestão do aeroporto será definitivamente transferida à concessionária. No decorrer do primeiro semestre de 2014, foram celebrados 52 novos convênios de delegação da exploração de aeródromos civis públicos, sendo: 36 outorgas para aeródromos até então sem instrumento de exploração da União; 06 outorgas para novos aeródromos; 09 renovações de outorgas (modernização de convênios já existentes); e 01 transferência de delegatário (repasse do Estado para o Município ou vice e versa). No âmbito do Programa Federal de Auxílio a Aeroportos PROFAA, destinado à construção, reforma e ampliação de infraestrutura aeroportuária de interesse regional e estadual, em parceria com os estados da Federação, no primeiro semestre de 2014, foi aprovado o projeto do convênio de Vitória da Conquista/BA, anteriormente já haviam sido aprovados os projetos de Cabo Frio/RJ, Cascavel/PR, Dourados/MS, Fernando de Noronha/PE e Santo Ângelo/RS. As obras dos aeroportos de Cascavel/PR e Vitória da Conquista/BA iniciaram no primeiro semestre de 2014 e os aeroportos de Fernando de Noronha/PE e Santo Ângelo/RS continuam em obras. Para a adequação de aeroportos regionais, existem também convênios para aquisição de 39 Caminhões Contraincêndio de Aeródromos. Até junho de 2014 foram entregues 12 caminhões em 7 estados do Brasil, até o fim de 2014 todos os caminhões serão entregues. Já o Programa para a Aviação Regional, lançado em 2012, constitui-se um novo paradigma de investimentos no âmbito da administração pública federal, cujo escopo de execução é inédito em comparação com outros programas de aviação civil regional de outros países no mundo. A implantação do Programa demandou a estruturação da execução e a realização dos atos normativos no 1º semestre de 2013, além de ajustes na legislação para permitir que o Banco do Brasil passasse a ser o gestor do Fundo Nacional da Aviação Civil - FNAC. O principal enfoque do 2º semestre de 2013 foi a realização dos procedimentos licitatórios para a contratação de estudos (de engenharia e ambiental), projetos, e serviços de engenharia em campo (topografia, perfilamento a laser, ensaios e sondagens de solo), com vista a viabilizar a realização das obras e aquisição dos equipamentos para os aeroportos regionais. Até junho de 2014, mais de 200 Estudos de Viabilidade Técnica foram analisados pela equipe da SAC (cada um contendo 4 cenários de investimento), desses, aproximadamente 140 foram encaminhados para Estudo Preliminar, os demais ou necessitaram de revisão pela empresa projetista ou foram solicitados novos cenários para análise. METAS Meta: Aumentar a capacidade da rede de aeroportos do Brasil de modo a possibilitar o processamento de 305 milhões de passageiros, observadas as normas regulamentares de prestação de serviço adequado expedidas pela ANAC Instituição Responsável pela Apuração: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC Análise Situacional da Meta: A capacidade de movimentação de passageiros, que agrega embarques, desembarques e conexões, para o primeiro semestre de 2014 foi de , dos quais refere-se à Região Sul, à Região Sudeste, à Região Norte, à Região Nordeste e à Região Centro-Oeste. Os dados referem-se aos aeroportos administrados pela Infraero, e aos aeroportos de Brasília, Campinas e Guarulhos, que foram concedidos à iniciativa 18/08/2014, 09:57 Página 1

2 privada. Para atendimento da meta a Infraero está ampliando seus investimentos em obras de construção, reforma, ampliação e modernização dos Terminais de Passageiros dos aeroportos. Por Região, destacam-se as principais obras de infraestrutura e serviços de engenharia em andamento, para garantir a ampliação, modernização e melhoria dos serviços prestados. Região Norte: Reforma, ampliação e modernização do Terminal de Passageiros - TPS do Aeroporto de Manaus, ampliando sua capacidade para 13,5 milhões de passageiros/ano; Reforma e ampliação do Terminal de Passageiros do Aeroporto de Rio Branco, ampliando sua capacidade para 3,0 milhões de passageiros/ano; Região Nordeste: Reforma e ampliação do Terminal de Passageiros TPS do Aeroporto de Fortaleza, aumentando sua capacidade para 14,3 milhões de passageiros/ano; Reforma e adequação do Terminal de Passageiros TPS de Salvador, ampliando sua capacidade para 10,8 milhões de passageiros/ano; Ampliação do Terminal de Passageiros com Módulos Operacionais de Desembarque, Embarque e Saguão do Aeroporto de São Luis, ampliando sua capacidade para 5,9 milhões de passageiros/ano; Região Centro-Oeste: Reforma e ampliação do Terminal de Passageiros TPS do Aeroporto de Cuiabá, ampliando sua capacidade para 5,7 milhões de passageiros/ano; retomada das obras de construção do novo Terminal de Passageiros TPS do Aeroporto de Goiânia, ampliando sua capacidade para 9,8 milhões de passageiros/ano; Região Sudeste: Reforma, modernização e ampliação do Terminal de Passageiros TPS do Aeroporto de Confins, ampliando sua capacidade para 17,1 milhões de passageiros/ano; Reforma do Terminal de Passageiros TPS 1 e 2 do Aeroporto do Galeão, ampliando sua capacidade para 43,2 milhões de passageiros/ano; Construção do novo Terminal de Passageiros TPS do Aeroporto de Vitória, ampliando sua capacidade para 10,7 milhões de passageiros/ano; Região Sul: Ampliação do Terminal de Passageiros TPS do Aeroporto de Curitiba, ampliando sua capacidade para 14,8 milhões de passageiros/ano; Reforma e ampliação do Terminal de Passageiros TPS 1 do Aeroporto de Porto Alegre, ampliando sua capacidade para 18,9 milhões de passageiros/ano; Construção do novo Terminal de Passageiros TPS do Aeroporto de Florianópolis, ampliando sua capacidade para 10,8 milhões de passageiros/ano; Reforma e ampliação do Terminal de Passageiros TPS do Aeroporto de Foz do Iguaçu, ampliando sua capacidade para 3,9 milhões de passageiros/ano; Quantidade alcançada: Passageiros Data de Referência: 30/06/2014 Regionalização da Meta Total Unidade Qtde. Alcançada Data Região Centro-Oeste unidade /06/2014 Região Nordeste unidade /06/2014 Região Norte unidade /06/2014 Região Sudeste unidade /06/2014 Região Sul unidade /06/2014 Meta: Aumentar a capacidade de processamento de cargas dos terminais de carga aérea para 2,4 milhões de toneladas Instituição Responsável pela Apuração: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC Análise Situacional da Meta: A capacidade de processamento de cargas dos Terminais de Carga, no Brasil, no 1º semestre de 2014, foi de toneladas, das quais referem-se à Região Sul, à Região Sudeste, à Região Norte, à Região Nordeste e à Região Centro-Oeste. Ainda que não tenham ocorrido acréscimos significativos nas áreas de movimentação e armazenagem de cargas nos Terminais de Logística da Infraero, durante o primeiro semestre de 2014 houve melhorias nos processos operacionais, que resultaram em maior eficiência e agilidade na liberação de cargas. Como resultado obteve-se ganhos de escala, onde, com a mesma área, foi possível processar maior tonelagem de carga sem a necessidade de investimentos em novos espaços. Desde 2012 ações vem sendo desenvolvidas pela Rede Teca junto a seus clientes estratégicos, através do Programa de Captação e Fidelização de Clientes, em que são apresentadas as instalações, equipamentos e facilidades, bem como, as flexibilizações existentes para a redução das tarifas por segmento e suas movimentações físico-financeiras. Além disso, obteve-se melhorias de processos implementados por meio do Programa Infraero de Eficiência Logística - PIEL, que visa incentivar a eficiência na gestão da cadeia logística responsável pelos processos de importação que se utilizem dos Terminais de Logística da Rede Infraero. Com base em projeções históricas e cenários econômicos anteriores, a estimativa de movimentação de cargas para os Aeroportos da Infraero em 2014 é de 0,46 milhão de toneladas. Para 2015, estima-se que a movimentação de cargas pelos Tecas da Rede Infraero alcance 0,43 milhão de toneladas, mantendo a ocupação dentro de limites operacionais confortáveis. Os investimentos previstos para o quinquênio 2014/2018, voltados para construção, reforma, ampliação, aquisição de equipamentos logísticos e segurança são da ordem de R$ 487 milhões, e somados às melhorias de processos implementadas, proporcionarão o aumento da capacidade de processamento de cargas pelos Terminais de Logística da Infraero. A seguir apresentam-se os principais investimentos em Logística de carga para este período: Construção do novo Complexo Logístico de Cargas do aeroporto de Belém; Construção do novo Complexo Logístico de Cargas do aeroporto de Goiânia; Construção do novo Complexo Logístico de Cargas do aeroporto de João Pessoa; Reforma e ampliação do Terminal de Cargas do aeroporto de Salvador; Aquisição de equipamentos para os Terminais de Carga, tais como: empilhadeiras, transelevadores, paletes, niveladoras (doca e rampa) e envolvedoras para estabilizar e proteger as cargas. O desempenho do Programa Aviação Civil - PPA 2012/ quanto à meta do Objetivo Aumentar a capacidade de processamento de cargas dos terminais de carga aérea para 2,4 milhões de toneladas até 2015, tem se mostrado satisfatório para o biênio 2013/2014 quanto aos Aeroportos da Rede Infraero. Em 2010, a capacidade de processamento de carga da Rede de Terminais de Logística de Carga da Infraero - Rede Teca, que incluía os aeroportos concedidos de Guarulhos, Campinas e Brasília, correspondia a cerca de 1,25 milhão de toneladas. Ao término de 2012, a capacidade de processamento de carga, incluindo os aeroportos concedidos, evoluiu para cerca de 1,52 milhão de toneladas. Após a concessão dos aeroportos, a Rede Teca da Infraero teve 18/08/2014, 09:57 Página 2

3 sua capacidade para processamento de cargas revisada, encerrando o primeiro semestre de 2014 em 0,8 milhão de toneladas por ano. Quantidade alcançada: Toneladas Data de Referência: 30/06/2014 Regionalização da Meta Total Unidade Qtde. Alcançada Data Região Centro-Oeste TON /12/2013 Região Nordeste TON /06/2014 Região Norte TON /06/2014 Região Sudeste TON /06/2014 Região Sul TON /06/2014 Meta: Instituir o Plano de Outorgas da Infraestrutura Aeroportuária Instituição Responsável pela Apuração: Secretaria de Aviação Civil Análise Situacional da Meta: O Departamento de Outorgas da Secretaria de Política Regulatória de Aviação Civil trabalhou durante o primeiro semestre do ano de 2014 na revisão do Plano Geral de Outorgas PGO, aprovado por meio da Portaria nº 110, de 08 de julho de A revisão do PGO busca alinhar a política pública de outorga de aeródromos ao programa de incentivo à aviação regional, recentemente anunciado pelo Governo Federal, por meio do qual serão realizados investimentos na infraestrutura de aeroportos regionais, com o objetivo de universalizar o acesso da população ao transporte aéreo regular. O programa prevê a utilização de recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil FNAC para a reforma e construção de pistas, melhorias em terminais de passageiros, ampliação de pátios, revitalização de sinalizações e de pavimentos, entre outros. A atualização do PGO considera que o setor aéreo é estruturado em rede e para que haja equilíbrio de todo o sistema, deve-se encontrar alternativas que permitam a viabilidade de aeroportos grandes, médios e pequenos, de modo que os passageiros sejam tratados com mesmo padrão de qualidade em todas as regiões do país. O Plano tem por objetivo definir e divulgar as diretrizes de política pública que nortearão as decisões da SAC-PR no processo de seleção do modelo de exploração mais adequado a cada aeródromo civil público, instituindo um conjunto de regras para o planejamento das instituições federais, estaduais e municipais responsáveis pelo desenvolvimento da aviação civil brasileira. Nesse propósito, a SAC-PR submeteu à consulta pública proposta de Portaria que aprova o novo Plano Geral de Outorgas - PGO, estabelecendo diretrizes e modelos para a exploração de aeródromos civis públicos em conformidade com a Política Nacional de Aviação Civil - PNAC, em substituição à Portaria SAC-PR nº 110, de 8 de julho de INICIATIVAS Iniciativa: 006Y - Adequação da capacidade do Aeroporto Internacional de Brasília Individualizada:Sim Análise Situacional da Iniciativa: O Aeroporto Internacional de Brasília recebe cerca de 17 milhões de passageiros por ano, sendo atualmente o segundo maior aeroporto do Brasil e ponto de conexão para vários destinos. A expectativa é de que sejam investidos R$ 2,8 bilhões em modernização e expansão, em 25 anos de concessão. Os terminais 1 e 2 serão totalmente reformados e um novo será construído com 15 novas posições de embarque, divididas em dois píeres. Com isso, as pontes de acesso aos aviões vão aumentar de 13 para 28. Além disso, o estacionamento vai dobrar, atingindo três mil vagas disponíveis e a entrada do aeroporto vai ganhar uma nova cobertura e nova pista. Estima-se que as obras de expansão aumentarão a capacidade do Aeroporto Internacional de Brasília de cerca de 16 milhões de passageiros para 41 milhões na fase final. Primeiramente, destaca-se que os valores contidos no EVTEA são meramente referenciais para estabelecimento de um valor de outorga mínimo, parâmetro inicial utilizado para fins do certame licitatório da concessão em tela. Dessa forma, tem-se que não se trata de valores de investimento vinculantes, tendo o Concessionário total liberdade de projeto e, como consequencia, os valores de investimento em realização (ou já realizados) são distintos dos valores constantes do EVTEA. O Aeroporto Internacional de Brasília foi concedido em fevereiro de 2012 e teve o início de vigência de seu contrato de concessão em julho de A partir de então, foram iniciadas duas fases do contrato: a Fase I-A, caracterizada como etapa de transferência operacional da Infraero para o Concessionário, e Fase I-B, caracterizada como o primeiro ciclo de investimentos para adequação da capacidade do referido aeroporto. A Fase I-A teve seu encerramento com sucesso em março de 2013, momento a partir do qual a operação integral do aeroporto passou a ser de responsabilidade do Concessionário. A Fase I-B tem previsão de encerramento em maio de 2014 e de volume total de investimentos de R$ Até junho/2014 foram executados investimentos da ordem de R$ ,00. Isso corresponde a 92,81% do total previsto para toda a Fase I-B. Em relação ao encerramento da Fase I-B no prazo contratual, cumpre mencionar que a ANAC realizou visitas técnicas de acompanhamento e atualmente a situação encontra-se em análise pelas áreas técnicas da Agência. FINANCIAMENTOS EXTRAORÇAMENTÁRIOS Financiamento Extraorçamentário: Valores contidos nas versões finais dos Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) realizados pelo governo na determinação do valor de referência do leilão do aeroporto em questão. 18/08/2014, 09:57 Página 3

4 Unidade Responsável: Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República Valores: 1º Ano PPA: ,00 2º Ano PPA: ,00 3º Ano PPA: ,00 4º Ano PPA: ,00 Fonte: Outras Valor Executado: ,00 Observação: Primeiramente, destaca-se que os valores contidos no EVTEA são meramente referenciais para estabelecimento de um valor de outorga mínimo, parâmetro inicial utilizado para fins do certame licitatório da concessão em tela. Dessa forma, tem-se que não se trata de valores de investimento vinculantes, tendo o Concessionário total liberdade de projeto e, como consequencia, os valores de investimento em realização (ou já realizados) são distintos do valores constantes do EVTEA. O Aeroporto Internacional de Brasília foi concedido em fevereiro de 2012 e teve o início de vigência de seu contrato de concessão em julho de A partir de então, foram iniciadas duas fases do contrato: a Fase I-A, caracterizada como etapa de transferência operacional da Infraero para o Concessionário, e Fase I-B, caracterizada como o primeiro ciclo de investimentos para adequação da capacidade do referido aeroporto. A Fase I-A teve seu encerramento com sucesso em março de 2013, momento a partir do qual a operação integral do aeroporto passou a ser de responsabilidade do Concessionário. A Fase I-B tem previsão de encerramento em maio de 2014 e de volume total de investimentos de R$ Até junho/2014 foram executados investimentos da ordem de R$ ,00. Isso corresponde a 92,81% do total previsto para toda a Fase I-B. Em relação ao encerramento da Fase I-B no prazo contratual, cumpre mencionar que a ANAC realizou visitas técnicas de acompanhamento e atualmente a situação encontra-se em análise pelas áreas técnicas da Agência. Iniciativa: 006Z - Adequação da capacidade do Aeroporto Internacional de Campinas Individualizada:Sim Análise Situacional da Iniciativa: Viracopos é o segundo principal terminal de cargas do Brasil, responsável por movimentar cerca de 40% de toda carga aérea importada no país. Além disso, o transporte de passageiros vem aumentando de maneira significativa nos últimos anos. O Aeroporto Internacional de Campinas foi concedido em fevereiro de 2012 e teve o início de vigência de seu contrato de concessão em julho de A partir de então, foram iniciadas duas fases do contrato: a Fase I-A, caracterizada como etapa de transferência operacional da Infraero para o Concessionário, e Fase I-B, caracterizada como o primeiro ciclo de investimentos para adequação da capacidade do referido aeroporto. A Fase I- A teve seu encerramento com sucesso em fevereiro de 2013, momento a partir do qual a operação integral do aeroporto passou a ser de responsabilidade do Concessionário. Até junho/2014 foram executados investimentos da ordem de R$ ,00. Isso corresponde a 91,63% do total previsto para toda a Fase I-B. Em relação ao encerramento da Fase I-B no prazo contratual, cumpre mencionar que a ANAC realizou visitas técnicas de acompanhamento e atualmente a situação encontra-se em análise pelas áreas técnicas da Agência. Contudo, cabe ressaltar que a Concessionária não finalizou todas as obrigações relativas à referida fase no prazo Contratual. FINANCIAMENTOS EXTRAORÇAMENTÁRIOS Financiamento Extraorçamentário: Valores contidos nas versões finais dos Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) realizados pelo governo na determinação do valor de referência do leilão do aeroporto em questão. Unidade Responsável: Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República Valores: 1º Ano PPA: ,00 2º Ano PPA: ,00 3º Ano PPA: ,00 4º Ano PPA: ,00 Fonte: Outras Valor Executado: ,00 Observação: Primeiramente, destaca-se que os valores contidos no EVTEA são meramente referenciais para estabelecimento de um valor de outorga mínimo, parâmetro inicial utilizado para fins do certame licitatório da concessão em tela. Dessa forma, tem-se que não se trata de valores de investimento vinculantes, tendo o Concessionário total liberdade de projeto e, como consequencia, os valores de investimento em realização (ou já realizados) são distintos do valores constantes do EVTEA. O Aeroporto Internacional de Campinas foi concedido em fevereiro de 2012 e teve o início de vigência de seu contrato de concessão em julho de A partir de então, foram iniciadas duas fases do contrato: a Fase I-A, caracterizada como etapa de transferência operacional da Infraero para o Concessionário, e Fase I-B, caracterizada como o primeiro ciclo de investimentos para adequação da capacidade do referido aeroporto. A Fase I-A teve seu encerramento com sucesso em fevereiro de 2013, momento a partir do qual a operação integral do aeroporto passou a ser de responsabilidade do Concessionário. A Fase I-B tem previsão de encerramento em maio de 2014 e de volume total de investimentos de R$ Até junho/2014 foram executados investimentos da ordem de R$ ,00. Isso corresponde a 91,63% do total previsto para toda a Fase I-B. Em relação ao encerramento da Fase I-B no prazo contratual, cumpre mencionar que a ANAC realizou visitas técnicas de acompanhamento e atualmente a situação encontra-se em análise pelas áreas técnicas da Agência. Contudo, cabe ressaltar que a Concessionária não finalizou todas as obrigações relativas à referida fase no prazo Contratual. Ação: H34 - Adequação do Aeroporto Internacional de Campinas - Viracopos (SP) 18/08/2014, 09:57 Página 4

5 Descrição: Projetos, obras e fiscalizações para a construção da nova área terminal, a implantação da 2ª pista de pouso e decolagem, a reforma e adequação do terminal de passageiros existente, a implantação e recuperação do sistema de pista e pátio existente, Módulo Operacional- MOP, edificações complementares, assim como desapropriação de área de expansão do Aeroporto Internacional Viracopos - Campinas para adequar a infraestrutura do Aeroporto à demanda, a fim de garantir a operacionalidade e a segurança compatíveis com as necessidades do setor. Produto: Obra executada Iniciativa: Adequação da capacidade do Aeroporto Internacional de Confins Individualizada:Sim Análise Situacional da Iniciativa: O aeroporto de Confins atualmente possui a capacidade de movimentação de 10,2 milhões de passageiros ao ano, com os investimentos nos terminais de passageiros iniciados desde setembro de 2011 e com previsão para conclusão no segundo semestre de 2014, a sua capacidade será aumentada para 17,1 milhões de passageiros ao ano. Sua capacidade de movimentação de carga gira em torno de toneladas por ano. Em continuidade às medidas adotadas pelo Governo Federal para melhorar a qualidade dos serviços e da infraestrutura aeroportuária do País, o aeroporto foi incluído no Plano Nacional de Desestatização por meio do Decreto nº 7.896/2013. O leilão para concessão ocorreu em novembro de 2013 e o aeroporto foi arrematado por R$ 1,82 bilhão pelo consórcio AeroBrasil e o prazo de concessão será de 30 anos. O contrato de concessão foi assinado em abril e o início da concessão em maio de Quanto às obras que ficaram à cargo do Poder Público, temos: a reforma e ampliação do Terminal de Passageiros que será entregue em duas etapas: a primeira para atender a demanda da Copa concluída em junho, incluindo a reforma completa (obras civis e sistemas) do terraço, saguão de embarque e desembarque, check-in, praça de alimentação e administração; substituição das pontes de embarque e obras civis das salas de embarque e desembarque e área comercial. Na segunda etapa após a Copa, serão realizadas a reforma e modernização das áreas dos restaurantes, modernização e substituição dos sistemas eletroeletrônicos, de informativo de voos, instalação de sistemas de som. Para as obras dos pátios, temos: 24 novas posições de estacionamento de aeronaves; ampliação do pátio do terminal de carga e 7 novas posições de estacionamento de aeronaves concluído em maio de 2014; na obra de ampliação da pista de pouso e decolagem - PPD: recapeamento de todas as taxiways, junção da ampliação da PPD e revitalização da PPD existente concluir até agosto de A obra de reforma e ampliação do Terminal de Passageiros - 3 e Terminal de Aviação Geral TAG concluída aguardando homologação da ANAC. FINANCIAMENTOS EXTRAORÇAMENTÁRIOS Financiamento Extraorçamentário: Valores previstos de investimento (CAPEX) pela concessionária responsável pelo aeroporto Unidade Responsável: Agência Nacional de Aviação Civil Valores: 1º Ano PPA: 0,00 2º Ano PPA: 0,00 3º Ano PPA: ,00 4º Ano PPA: ,00 Fonte: Outras Valor Executado: 0,00 Observação: Primeiramente, destaca-se que os valores contidos no EVTEA são meramente referenciais para estabelecimento de um valor de outorga mínimo, parâmetro inicial utilizado para fins do certame licitatório da concessão em tela. Dessa forma, tem-se que não se trata de valores de investimento vinculantes, tendo o Concessionário total liberdade de projeto e, como consequencia, os valores de investimento em realização (ou já realizados) são distintos dos valores constantes do EVTEA. Esclarece-se, também, que conforme constante no contrato de concessão celebrando entre a União e o explorador aeroportuário, ainda não se esvaiu o prazo para apresentação de anteprojeto de investimentos de ampliação e adequação das instalações do aeroporto, de forma que, por esse motivo, não se tem, no momento, os valores de investimentos solicitados. Ação: ZA - Adequação do Aeroporto Internacional de Confins - Tancredo Neves (MG) Descrição: Reforma e ampliação do terminal de passageiros, do sistema de pistas e pátios, com modernização dos seus componentes operacionais e instalações adequadas à demanda, abrangendo projetos, obras, consultoria técnica e fiscalização, ações ambientais e demais investimentos complementares à execução dos empreendimentos para adequar a infraestrutura do Aeroporto Internacional de Confins à demanda, a fim de garantir a operacionalidade e a segurança compatíveis com as necessidades do setor. Produto: Obra executada Iniciativa: Adequação da capacidade do Aeroporto Internacional de Fortaleza Individualizada:Sim Análise Situacional da Iniciativa: O aeroporto de Fortaleza atualmente possui a capacidade de movimentação de 6,2 milhões de passageiros ao ano, com os 18/08/2014, 09:57 Página 5

6 investimentos no terminal de passageiros iniciados em junho de 2012 e com previsão para conclusão em 2017, a sua capacidade será aumentada para 14,3 milhões de passageiros ao ano. Sua capacidade de movimentação de carga gira em torno de toneladas ao ano. A obra de reforma e modernização do Terminal de Passageiros será entregue em duas etapas: a primeira concluída em junho de 2014 com novas áreas de embarque e desembarque, mais balcões de check-in, esteiras de restituição de bagagens, pontes de embarque e desembarque e elevadores. A segunda etapa será entregue até fevereiro de 2017 com a ampliação dos lados leste e oeste do Terminal e reforma geral do TPS existente, adequando e modernizando suas instalações. Ação: ZB - Construção do Terminal de Passageiros 2 do Aeroporto Internacional Pinto Martins - Fortaleza (CE) Descrição: Reforma e ampliação do terminal de passageiros, consultoria técnica, apoio à fiscalização de obras, ações ambientais e demais investimentos complementares à execução do empreendimento para adequar a infraestrutura do Aeroporto de Fortaleza, a fim de garantir a operacionalidade e a segurança compatíveis com as necessidades do setor. Produto: Obra executada Iniciativa: Adequação da capacidade do Aeroporto Internacional de Guarulhos Individualizada:Sim Análise Situacional da Iniciativa: O Aeroporto Internacional de Guarulhos foi concedido em fevereiro de 2012 e teve o início de vigência de seu contrato de concessão em julho de A partir de então, foram iniciadas duas fases do contrato: a Fase I-A, caracterizada como etapa de transferência operacional da Infraero para o Concessionário, e Fase I-B, caracterizada como o primeiro ciclo de investimentos para adequação da capacidade do referido aeroporto. A Fase I - A teve seu encerramento com sucesso em fevereiro de 2013, momento a partir do qual a operação integral do aeroporto passou a ser de responsabilidade do Concessionário. A Fase I-A teve seu encerramento com sucesso em fevereiro de 2013, momento a partir do qual a operação integral do aeroporto passou a ser de responsabilidade do Concessionário. A Fase I-B tem previsão de encerramento em maio de 2014 e de volume total de investimentos de R$ Até março/2014 foram executados investimentos da ordem de R$ ,00. Isso corresponde a 96,82% do total previsto para toda a Fase I-B. Em relação ao encerramento da Fase I-B no prazo contratual, cumpre mencionar que a ANAC realizou visitas técnicas de acompanhamento e atualmente a situação encontra-se em análise pelas áreas técnicas da Agência. FINANCIAMENTOS EXTRAORÇAMENTÁRIOS Financiamento Extraorçamentário: Valores contidos nas versões finais dos Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) realizados pelo governo na determinação do valor de referência do leilão do aeroporto em questão. Unidade Responsável: Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República Valores: 1º Ano PPA: ,00 2º Ano PPA: ,00 3º Ano PPA: ,00 4º Ano PPA: ,00 Fonte: Outras Valor Executado: ,00 Observação: Primeiramente, destaca-se que os valores contidos no EVTEA são meramente referenciais para estabelecimento de um valor de outorga mínimo, parâmetro inicial utilizado para fins do certame licitatório da concessão em tela. Dessa forma, tem-se que não se trata de valores de investimento vinculantes, tendo o Concessionário total liberdade de projeto e, como consequencia, os valores de investimento em realização (ou já realizados) são distintos do valores constantes do EVTEA. O Aeroporto Internacional de Guarulhos foi concedido em fevereiro de 2012 e teve o início de vigência de seu contrato de concessão em julho de A partir de então, foram iniciadas duas fases do contrato: a Fase I-A, caracterizada como etapa de transferência operacional da Infraero para o Concessionário, e Fase I-B, caracterizada como o primeiro ciclo de investimentos para adequação da capacidade do referido aeroporto. A Fase I-A teve seu encerramento com sucesso em fevereiro de 2013, momento a partir do qual a operação integral do aeroporto passou a ser de responsabilidade do Concessionário. A Fase I-B tem previsão de encerramento em maio de 2014 e de volume total de investimentos de R$ Até março/2014 foram executados investimentos da ordem de R$ ,00. Isso corresponde a 96,82% do total previsto para toda a Fase I-B. Em relação ao encerramento da Fase I-B no prazo contratual, cumpre mencionar que a ANAC realizou visitas técnicas de acompanhamento e atualmente a situação encontra-se em análise pelas áreas técnicas da Agência. Iniciativa: Adequação da capacidade do Aeroporto Internacional de Porto Alegre Individualizada:Sim Análise Situacional da Iniciativa: O aeroporto de Porto Alegre atualmente possui a capacidade de movimentação de 15,3 milhões de passageiros ao ano, com os investimentos no Terminal de Passageiros iniciados em setembro de 2013 e com previsão para conclusão em 2016, sua capacidade será aumentada para 18,9 milhões de passageiros ao ano. Sua capacidade de movimentação de carga gira em torno de toneladas ao ano. A obra de reforma e ampliação do Terminal de Passageiros - 1 será entregue em duas etapas: a primeira refere-se à reforma no piso térreo de desembarque e a instalação de 2 esteiras de restituição de bagagens concluída em junho de A segunda etapa refere-se à ampliação do Terminal de Passageiros 1 (1ª Fase) 2º e 3º pavimentos, com elevadores, escadas rolantes, e 2 pontes de embarque, e obra de conexão com o terminal existente. Nesse caso, em decorrência de problemas na execução das obras por parte da empresa contratada, sinaliza-se a possibilidade de rescisão contratual; a obra de ampliação do 18/08/2014, 09:57 Página 6

7 sistema de pátios e pistas de táxi tem previsão de conclusão para novembro de Além disso, a obra do novo terminal de cargas TECA está prevista para ser licitada no segundo semestre de Ação: LF - Adequação do Aeroporto Internacional de Porto Alegre - Salgado Filho (RS) Descrição: Reforma e ampliação do terminal de passageiros, pátio de aeronaves e pista de pouso e decolagem e construção de terminal de carga aérea, com edifício administrativo, central de utilidades, galpões de cargas de exportação e importação, depósito de cargas restritivas e estacionamento remoto de caminhões, abrangendo desapropriações, obras, projetos, consultoria técnica e fiscalização, ações ambientais e demais investimentos complementares à execução dos empreendimentos para adequar a infraestrutura do Aeroporto Internacional de Porto Alegre à demanda, a fim de garantir a operacionalidade e a segurança compatíveis com as necessidades do setor. Produto: Obra executada Iniciativa: Adequação da capacidade do Aeroporto Internacional do Galeão Individualizada:Sim Análise Situacional da Iniciativa: O aeroporto do Galeão atualmente possui a capacidade de movimentação de 17,4 milhões de passageiros ao ano, com os investimentos no terminal de passageiros 1 e 2 iniciados em agosto de 2012 e com previsão para conclusão em 2015, a sua capacidade será aumentada para 43,2 milhões de passageiros ao ano. Sua capacidade de movimentação de carga gira em torno de toneladas ao ano. Em continuidade às medidas adotadas pelo Governo Federal para melhorar a qualidade dos serviços e da infraestrutura aeroportuária do País, o aeroporto foi incluído no Plano Nacional de Desestatização por meio do Decreto nº 7.896/2013. O leilão para concessão ocorreu em novembro de 2013 e o aeroporto foi arrematado por R$ 19 bilhões pelo consórcio Aeroportos do Futuro e o prazo de concessão será de 25 anos. O contrato de concessão foi assinado em abril e o início da concessão em maio de A baixa realização da obra de reforma do Terminal de Passageiros - 1 decorre dos atrasos por parte da contratada na entrega dos projetos executivos. A obra de reforma do Terminal de Passageiros 2 tem previsão de conclusão em dezembro de 2014 e a recuperação e revitalização dos sistemas de pistas e pátios foi concluída em março aguardando certificação pela ANAC. FINANCIAMENTOS EXTRAORÇAMENTÁRIOS Financiamento Extraorçamentário: Valores previstos de investimento (CAPEX) pela concessionária responsável pelo aeroporto Unidade Responsável: Agência Nacional de Aviação Civil Valores: 1º Ano PPA: 0,00 2º Ano PPA: 0,00 3º Ano PPA: ,00 4º Ano PPA: ,00 Fonte: Outras Valor Executado: 0,00 Observação: Primeiramente, destaca-se que os valores contidos no EVTEA são meramente referenciais para estabelecimento de um valor de outorga mínimo, parâmetro inicial utilizado para fins do certame licitatório da concessão em tela. Dessa forma, tem-se que não se trata de valores de investimento vinculantes, tendo o Concessionário total liberdade de projeto e, como consequencia, os valores de investimento em realização (ou já realizados) são distintos dos valores constantes do EVTEA. Esclarece-se, também, que conforme constante no contrato de concessão celebrando entre a União e o explorador aeroportuário, ainda não se esvaiu o prazo para apresentação de anteprojeto de investimentos de ampliação e adequação das instalações do aeroporto, de forma que, por esse motivo, não se tem, no momento, os valores de investimentos solicitados. Ação: J01 - Adequação do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão - Antonio Carlos Jobim (RJ) Descrição: Adequação do sistema de pistas e pátios aeronaves e táxi, terminais de passageiros 1 e 2, terminal de cargas 1 e demais instalações abrangendo obras, projetos, serviços técnicos, fiscalização, ações ambientais e demais investimentos complementares à execução dos empreendimentos para adequar a infraestrutura do Aeroporto Internacional do Galeão à demanda, a fim de garantir a operacionalidade e a segurança compatíveis com as necessidades do setor. Produto: Obra executada Iniciativa: Construção e Adequação das Infraestruturas Aeronáutica Civil e Aeroportuária de Interesse Federal 18/08/2014, 09:57 Página 7

8 Ação: UC - Construção, Reforma e Reaparelhamento das Infraestruturas Aeronáutica Civil e Aeroportuária de Interesse Federal UO: Fundo Nacional de Aviação Civil - FNAC Descrição: Realização de serviços especializados, elaboração de projetos de engenharia, construções, ampliações, reformas, manutenção, aparelhamento, bem como o desenvolvimento e implantação de sistemas e aquisição de equipamentos para a modernização e a adequação tecnológica das infraestruturas aeronáutica civil e aeroportuária, respectivas facilidades, e demais edificações de apoio, visando desenvolver a aviação civil, conforme as diretrizes da Política Nacional de Aviação Civil - PNAC e do Sistema de Nacional de Viação SNV. Produto: Aeroporto adequado Unidade de Medida: unidade Ação: Z9 - Reforma e Adequação do Terminal de Passageiros 1 do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes - Manaus (AM) Descrição: Reforma e adequação do terminal de passageiros 1 do Aeroporto de Manaus, efetuando a atualização das áreas operacionais em função do aumento da demanda do aeroporto, com ampliação do edifício na profundidade e criação de mais 1 nível operacional abrangendo projetos, obras, consultoria técnica e fiscalização, ações ambientais e demais investimentos complementares à execução do empreendimento, dessa forma adequando a infraestrutura do Aeroporto, a fim de garantir a operacionalidade e a segurança compatíveis com as necessidades do setor. Produto: Obra concluída Ação: LD - Adequação do Aeroporto Internacional de Salvador - Dep. Luís Eduardo Magalhães (BA) Descrição: Adequação do terminal de passageiros e pátio de aeronaves, abrangendo obras, projetos, consultoria técnica e fiscalização, ações ambientais e demais investimentos complementares à execução dos empreendimentos, adequando a infraestrutura do Aeroporto Internacional de Salvador à demanda, a fim de garantir a operacionalidade e a segurança compatíveis com as necessidades do setor. Produto: Obra concluída Ação: V - Ampliação da Infraestrutura do Aeroporto de Aracaju (SE) Descrição: Ampliação e reforço da pista de pouso e decolagem e implantação de áreas de segurança de fim de pista (RESAs), construção do terminal de passageiros, pátio de aeronaves, estacionamento, centro de manutenção, urbanização de novas áreas para companhias aéreas, hangares e atividades comerciais e outras edificações e infraestruturas complementares, adequando a infraestrutura do Aeroporto de Aracaju à demanda, a fim de garantir a operacionalidade e a segurança compatíveis com as necessidades do setor. Produto: Obra concluída Ação: X - Adequação do Aeroporto de Macaé (RJ) Descrição: Construção de terminal de passageiros, edifício administrativo-operacional, subestação principal, sistema viário e estacionamento de veículos, abrangendo obras, projetos, consultoria técnica e fiscalização, ações ambientais e demais investimentos complementares à execução dos empreendimentos, adequando a infraestrutura do Aeroporto de Macaé à demanda, a fim de garantir a operacionalidade e a segurança compatíveis com as necessidades do setor. Produto: Obra executada Ação: F52 - Adequação do Aeroporto de Goiânia (GO) 18/08/2014, 09:57 Página 8

9 Descrição: Construção do novo terminal de passageiros, pátio de estacionamento de aeronaves, pistas de taxiamento, estacionamento público de veículos, acesso viário, edificações de apoio e demais obras complementares, consultoria e apoio técnico à fiscalização, adequando a infraestrutura do Aeroporto de Goiânia à demanda, a fim de garantir a operacionalidade e a segurança compatíveis com as necessidades do setor. Produto: Obra executada Ação: F53 - Construção de Terminal de Passageiro no Aeroporto Internacional de Macapá - Alberto Alcolumbre (AP) Descrição: Construção do novo terminal de passageiros e obras complementares, abrangendo projetos, obras, consultoria e fiscalização, desapropriação, ações ambientais e demais investimentos complementares à execução do empreendimento, adequando a infraestrutura do Aeroporto à demanda, a fim de garantir a operacionalidade e a segurança compatíveis com as necessidades do setor. Produto: Obra concluída Ação: F54 - Reforma e Ampliação do Terminal de Passageiros e do Sistema de Pistas e Pátios do Aeroporto do Rio de Janeiro - Santos Dumont (RJ) Descrição: Execução das obras e serviços de engenharia de reforma e ampliação do terminal de passageiros-tps e do sistema de pistas e pátios, de obras complementares e da elaboração dos projetos executivos e construção do novo alimentador de energia elétrica no Aeroporto Internacional Santos Dumont, abrangendo projetos, obras, consultoria técnica e fiscalização, ações ambientais e demais investimentos complementares à execução do empreendimento. Produto: Obra concluída Ação: F56 - Construção do Terminal de Passageiros, de Sistemas de Pistas e Pátios, de Estacionamento de Veículos e Acesso Viário no Aeroporto Internacional de Florianópolis (SC) Descrição: Elaboração dos projetos e construção do novo terminal de passageiros, pátio de aeronaves, pista de táxi, estacionamento, acesso viário e edificações complementares, consultoria técnica, apoio à fiscalização, ações ambientais e demais investimentos complementares à execução do empreendimento, adequando a infraestrutura do Aeroporto à demanda, a fim de garantir a operacionalidade e a segurança compatíveis com as necessidades do setor. Produto: Obra concluída Ação: J95 - Adequação do Aeroporto Internacional de Vitória - Eurico de Aguiar Salles (ES) Descrição: Elaboração de projetos, construção dos novos terminais de passageiros e de cargas, torre de controle, central de utilidades e sistema de pistas, edifício do corpo de bombeiros e obras complementares, abrangendo obras, projetos, consultoria técnica e fiscalização, ações ambientais e demais investimentos complementares à execução dos empreendimentos, adequando a infraestrutura do Aeroporto Internacional de Vitória à demanda, a fim de garantir a operacionalidade e a segurança compatíveis com as necessidades do setor. Produto: Obra executada Ação: J98 - Adequação do Terminal de Passageiros do Aeroporto Internacional de Cuiabá (MT) Descrição: Reforma do terminal de passageiros, consultoria de projeto, apoio a fiscalização e ações ambientais, adequando a infraestrutura do Aeroporto à demanda, a fim de garantir a operacionalidade e a segurança compatíveis com as necessidades do setor. Produto: Obra executada Ação: Manutenção da Infraestrutura Aeroportuária 18/08/2014, 09:57 Página 9

10 Descrição: Produto: Unidade de Medida: Contratação e execução de obras e serviços, aquisição de veículos, máquinas e equipamentos necessários à manutenção da infraestrutura aeroportuária, abrangendo operações, segurança, infraestrutura de apoio e ações ambientais para manter as instalações aeroportuárias sob a jurisdição da Infraero em condições adequadas de utilização, a fim de garantir a operacionalidade e a segurança compatíveis com as necessidades do setor. Ação: U24 - Adequação do Aeroporto Internacional Marechal Cunha Machado - São Luís (MA) Descrição: Ampliação do terminal de passageiros e do estacionamento, consultoria de projeto, apoio a fiscalização, ações ambientais e obras complementares, adequando a infraestrutura do Aeroporto à demanda, a fim de garantir a operacionalidade e a segurança compatíveis com as necessidades do setor. Produto: Aeroporto adequado Iniciativa: Construção e Adequação dos Aeroportos e Aeródromos de Interesse Regional Ação: Gestão e Coordenação do Programa de Aceleração do Crescimento - PAC UO: Fundo Nacional de Aviação Civil - FNAC Descrição: Produto: Unidade de Medida: Esses gastos compreendem as seguintes despesas em apoio à implementação do PAC: serviços administrativos; aquisição, manutenção e uso de frota veicular; aquisição de mobiliário, tecnologia da informação (contratação de serviços, aquisição de hardware e software); sistemas de informações gerenciais; despesas com viagens e locomoção (aquisição de passagens, pagamento de diárias e afins); capacitação de agentes envolvidos com a viabilização dos empreendimentos, serviços de consultoria técnica, pesquisa de satisfação e monitoramento e avaliação da implantação e funcionamento dos empreendimentos e demais atividades necessárias à gestão dos empreendimentos do PAC, no âmbito do próprio Órgão e/ou em parceria com outras entidades do Governo Federal. Constituir um centro de custos para contabilizar os gastos com a gestão do Programa de Aceleração do Crescimento- PAC, agregando as despesas que não são passíveis de apropriação em ações finalísticas do PAC. Ação: UB - Construção, Reforma e Reaparelhamento de Aeroportos e Aeródromos de Interesse Regional UO: Fundo Nacional de Aviação Civil - FNAC Descrição: Reforma, construção e reaparelhamento de aeródromos e aeroportos, incluindo elaboração de projetos de engenharia e serviços correlacionados, bem como aquisição de equipamentos (veículos contraincêndio, detectores de metais para inspeção de segurança e outros), visando desenvolver a infraestrutura aeroportuária de interesse regional ou estadual, e suas facilidades, de forma a atender a demanda do transporte aéreo com segurança e conforto. Produto: Aeroporto adequado Unidade de Medida: unidade Iniciativa: Delegação da administração de aeroportos de interesse regional a estados e municípios Medida Institucional Normativa: Revisão dos atuais convênios de delegação de competências para exploração da infraestrutura aeroportuária com estados e municípios e estabelecimento de novos convênios. Iniciativa: 007B - Fomento dos investimentos privados na infraestrutura aeroportuária 18/08/2014, 09:57 Página 10

11 Medida Institucional Normativa: Celebração de contratos de concessões para construção, manutenção e exploração dos aeroportos. Medida Institucional Normativa: Instituição do modelo de concessão a ser adotado para os aeroportos. Iniciativa: 04BT - Adequação da Capacidade do Aeroporto Internacional Afonso Pena Individualizada:Sim Análise Situacional da Iniciativa: O aeroporto de Curitiba/Afonso Pena atualmente possui a capacidade de movimentação de 7,9 milhões de passageiros ao ano, com os investimentos no terminal de passageiros iniciados em maio de 2013 e com previsão para conclusão em 2016, a sua capacidade será aumentada para 14,8 milhões de passageiros ao ano. Sua capacidade de movimentação de carga gira em torno de toneladas ao ano. A obra de reforma e modernização do Terminal de Passageiros será entregue em duas etapas: a primeira, concluída compreendendo a ampliação do conector com três novas pontes de embarque, reforma e modernização do terminal existente. A segunda etapa será entregue até março de 2016 compreendendo a ampliação de salas de embarque e desembarque com 5 (cinco) novas pontes de embarque, ampliação das áreas comerciais de saguão, praça de alimentação, adequação das vias de acesso e meio fio de embarque e desembarque, novas áreas para órgãos públicos e acesso ao estacionamento. Com relação ao projeto de construção da terceira pista de pouso, os estudos preliminares foram concluídos em janeiro, aguardando Decreto de desapropriação de áreas para posteriormente a Infraero contratar os projetos básicos e executivos, para em seguida contratar a obra. Já a ampliação do pátio as obras foram concluídas aguardando homologação da ANAC. Ação: J93 - Adequação do Aeroporto Internacional de Curitiba - Afonso Pena (PR) Descrição: Adequação da infraestrutura aeroportuária com ampliação dos terminais de passageiros e de cargas, do sistema de pistas e pátios, macrodrenagem, edificações de apoio e obras complementares e construção da 3ª pista de pousos e decolagens, implantação da pistas de táxi, abrangendo obras, projetos, consultoria técnica e fiscalização, ações ambientais e demais investimentos complementares à execução dos empreendimentos, para adequar a infraestrutura do Aeroporto Internacional de Curitiba à demanda, a fim de garantir a operacionalidade e a segurança compatíveis com as necessidades do setor. Produto: Obra executada Iniciativa: 04DW - Adequação da capacidade do Aeroporto Internacional de São Gonçalo do Amarante FINANCIAMENTOS EXTRAORÇAMENTÁRIOS Financiamento Extraorçamentário: Fontes privadas de financiamento para a construção do Terminal de Passageiros do aeroporto de São Gonçalo do Amarante (Concessão). Unidade Responsável: Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República Valores: 1º Ano PPA: 0,00 2º Ano PPA: ,00 3º Ano PPA: ,00 4º Ano PPA: ,00 Fonte: Outras Valor Executado: ,00 Observação: Primeiramente, destaca-se que os valores contidos no EVTEA são meramente referenciais para estabelecimento de um valor de outorga mínimo, parâmetro inicial utilizado para fins do certame licitatório da concessão em tela. Dessa forma, tem-se que não se trata de valores de investimento vinculantes, tendo o Concessionário total liberdade de projeto e, como consequencia, os valores de investimento em realização (ou já realizados) são distintos do valores constantes do EVTEA. O Aeroporto Internacional de São Gonçalo do Amarante foi concedido em agosto de 2011 e teve o início de vigência de seu contrato de concessão em janeiro de A partir de então, foi iniciada a Fase I do contrato de concessão, caracterizada pela construção parcial do aeroporto. A Fase I tem previsão de encerramento em janeiro de 2015 e de volume total de investimentos de R$ Atéjunho/2014 foram executados investimentos da ordem de R$ ,00. Isso corresponde a 97,93% do total previsto para toda a Fase I-B. Foi emitida Ordem de Serviço com ressalvas para a Fase II do Aeroporto de São Gonçalo do Amarante em 30/05/2014 e sua operação foi iniciada em 31/05/2014. Ação: F55 - Construção do Sistema de Pista, Pátio e Acessos do Aeroporto de São Gonçalo do Amarante (RN) 18/08/2014, 09:57 Página 11

12 Descrição: Execução do desmatamento, terraplanagem, pavimentação, drenagem, proteção vegetal, sinalização horizontal, abrangendo projetos, obras, consultoria técnica e fiscalização, ações ambientais e demais investimentos complementares à execução dos investimentos, visando à construção de Complexo Aeroportuário pela iniciativa privada para atender a demanda existente e futura. Produto: Obra executada Objetivo: Ampliar a oferta de transporte aéreo regular de passageiros e cargas. Órgão: Secretaria de Aviação Civil Análise Situacional do Objetivo: Em 31/12/2011, o total de aeroportos atendidos por transporte aéreo regular de passageiros e cargas era de 130 e o número de rotas servidas por transporte aéreo regular de passageiros e cargas era de 848, de acordo com dados da contextualização do Programa Temático Aviação Civil e com dados do sistema Horário de Transporte - HOTRAN, da ANAC, respectivamente. Durante o ano de 2012 chegou-se a 124 aeroportos e ao fim do ano de 2013 esse número foi reduzido para 120. Já o número de rotas era de 789 ao fim de 2012 e em dezembro de 2013 registrou-se 663 rotas servidas por transporte aéreo regular de passageiros e cargas. O primeiro semestre de 2014 findou com 111 aeroportos e 638 rotas servidos por transporte aéreo regular de passageiros e cargas. A otimização da malha aérea para evitar possíveis prejuízos e a maior concentração do mercado devido a aquisições realizadas no ano de 2012 e 2014 são alguns dos fatores relacionados a esse cenário de diminuição do número de aeroportos atendidos por transporte aéreo regular de passageiros e cargas. O Programa de Investimentos em Logística: Aeroportos (PIL), anunciado pelo Governo Federal em dezembro de 2012, prevê a ampliação da oferta de transporte aéreo à população brasileira e a reconstrução da rede de aviação regional por meio de investimentos no valor de R$ 7,3 bilhões em 270 aeroportos, bem como parcerias com Estados e Municípios para a gestão dos aeroportos. Assim, com fundamento no 1º do art. 63-A da Lei nº , de 5 de agosto de 2011, a SAC-PR, em 2013, firmou contrato com o Banco do Brasil S/A, que tem prestado serviços ao Governo Federal para realização de investimentos em logística nos aeroportos regionais. Os recursos alocados para os investimentos são oriundos do Fundo Nacional da Aviação Civil FNAC e são destinados à modernização, construção, ampliação ou reforma dos aeródromos regionais integrantes do PIL. Os motivos para a redução no número de operações são diversos, pois as empresas concessionárias de serviços aéreos possuem liberdade para operar voos para os destinos que as convier, de acordo com o 1º do art. 48 da Lei /2005. Ressalte-se que, após um período de forte concorrência, as empresas vêm readequando seus custos, por meio de diversas ações, tais como otimização da malha, de forma a melhorar o aproveitamento (taxa de ocupação dos assentos) das aeronaves. Contudo, as dificuldades decorrentes do aumento dos custos operacionais se destacam. Tais custos foram especialmente afetados pelo aumento do preço do Querosene de Aviação e pelo aumento do valor do dólar norte-americano frente ao real. É importante registrar que a participação do combustível nos custos operacionais da indústria de transporte aéreo, em decorrência do aumento de preços, é da ordem de 40%. Além do combustível, há uma série de itens influenciados pela variação cambial, como por exemplo, os custos com arrendamento, compra e manutenção de aeronaves. Por fim, a maior concentração do mercado, devido a aquisições realizadas no ano de 2012 (GOL/WEBJET) e em 2014 (AZUL/TRIP), impactaram diretamente a oferta de voos. No âmbito das competências da SAC-PR, têm sido objeto de análise medidas que possam contribuir para a redução do custo operacional da indústria de transporte aéreo. Tais medidas deverão impactar de imediato no aumento da oferta de novas rotas. Quanto à iniciativa de efetivação de mecanismos de financiamento de aeronaves, já no ano de 2012, realizou-se articulação junto ao Ministério da Fazenda, que informou estar o Fundo Garantidor regulamentado pelo Decreto nº 7.333, de 19/10/2010. Tais informações foram repassadas às empresas, pois consideravam que o Fundo Garantidor não estava operacional para a aquisição de aeronaves. Em relação às medidas de estímulo à concorrência entre os prestadores de serviço de transporte aéreo, o Projeto de Lei nº 6.716/09 e apensos, que alteram a Lei nº 7.565/1986 (Código Brasileiro de Aeronáutica), com vistas a atualizar o referido código, continuaram sem movimentação na Câmara dos Deputados durante o 1º semestre de Em continuidade às tratativas iniciadas em 2013 visando a redução de barreiras à entrada de novas companhias aéreas em aeroportos coordenados, após a realização das duas audiências públicas sobre o tema (Consulta Pública nº 1/2013 SAC e Audiência Pública nº 02/2013 ANAC), foi publicada a Resolução CONAC nº 3, de 8 de julho de 2014, específica para o Aeroporto de Congonhas (SBSP), com um conjunto de diretrizes para implantação de uma sistemática de redistribuição periódica dos slots perdidos pelas companhias aéreas em decorrência de critérios de regularidade e pontualidade, bem como para alocação de novos slots que venham a surgir no aeroporto em decorrência de uma expansão da sua capacidade declarada. Após a publicação da Resolução CONAC nº 3, a ANAC publicou a Resolução nº 336, de 9 de julho de 2014, por meio da qual regulamentou o procedimento de alocação de slots em Congonhas de acordo com as diretrizes estabelecidas pelo CONAC. O normativo da ANAC com regras gerais para todos os aeroportos saturados, por sua vez, deverá ser publicado em breve, após a conclusão das análises sobre as contribuições recebidas dos diversos agentes do setor. Visando a instituição de plano de incentivos para o desenvolvimento e a expansão do transporte aéreo regular de passageiros em ligações de baixo e médio potencial de tráfego, com o intuito de fortalecer a aviação regional, de 1º/2 a 3/3/2013 foi submetido à consulta pública modelo de subsídio para rotas aéreas de baixa e média densidade de tráfego, intitulado Programa de Subsídio de Rotas Regionais. O principal objetivo do programa é ampliar o acesso da população brasileira ao transporte aéreo por meio da redução do custo operacional das empresas que operam em municípios de baixo e médio potencial de tráfego. 18/08/2014, 09:57 Página 12

13 A implantação do modelo de subsídios depende de autorização legislativa, que se deu com a publicação da Medida Provisória nº 652, de 25 de julho de 2014, a qual cria o Programa de Desenvolvimento da Aviação Regional PDAR, que tem como objetivos aumentar o acesso da população brasileira ao sistema aéreo de transporte; integrar comunidades isoladas à rede nacional de aviação civil, no intuito de facilitar a mobilidade de seus cidadãos e o transporte de bens fundamentais, como alimentos e medicamentos; facilitar o acesso a regiões com potencial turístico; aumentar o número de municípios e rotas atendidos por transporte aéreo regular de passageiros; e aumentar o número de frequências das rotas regionais operadas regularmente. Promoveu-se, no primeiro semestre de 2014, a celebração de novos Acordos de Serviços Aéreos, bem como a atualização de Acordos já vigentes com diferentes países. Dentre os Acordos negociados e atualizados no período, tem-se: - Brasil/Japão acordadas alterações no quadro de rotas, regime tarifário, código compartilhado e Artigos de Segurança Operacional (Safety) e Segurança da Aviação (Security); - Brasil/Panamá acordado aumento faseado da capacidade, com liberação total prevista para dezembro de 2016; - Brasil/Rússia atualizado o projeto de Acordo, rubricado por ocasião da visita presidencial russa ao Brasil (a rubrica aconteceu em 14/7/14). Também foram alocadas as seguintes frequências internacionais: - Argentina - 1 frequência semanal para a OCEANAIR e 5 para a ABSA (serviços exclusivamente cargueiros); - Chile - 1 frequência semanal exclusivamente cargueira para a OCEANAIR, 3 do mesmo tipo para a ABSA e 14 frequências semanais mistas para a TAM; - Colômbia - 2 frequências semanais exclusivamente cargueiras e 7 frequências semanais mistas para a OCEANAIR; - Panamá - 2 frequências semanais para a OCEANAIR (serviços exclusivamente cargueiros) - Venezuela - 3 frequências semanais para a VRG (serviços mistos); - Canadá - 7 frequências semanais mistas para a TAM; - Nigéria - 3 frequências semanais mistas para a VRG (prorrogado por mais 6 meses em 23/12, até 28/05/2014); - Paraguai - 7 frequências semanais mistas para a TAM. METAS Meta: Ampliar para o número de rotas servidas por transporte aéreo regular de passageiros e cargas Instituição Responsável pela Apuração: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC. Análise Situacional da Meta: Em 31/12/2011, o número de rotas servidas por transporte aéreo regular de passageiros e cargas era de 848, de acordo com dados do sistema Horário de Transporte - HOTRAN, da ANAC. Ao fim dos anos de 2012 e 2013 chegou-se a 789 e 663 rotas, respectivamente, e ao fim do primeiro semestre de 2014 registrou-se 638 rotas servidas por transporte aéreo regular de passageiros e cargas. Os motivos para a redução no número de operações são diversos, pois as empresas concessionárias de serviços aéreos possuem liberdade para operar voos para os destinos que as convier, de acordo com o 1º do Art. 48 da Lei /2005. Ressalte-se que, após um período de forte concorrência, as empresas vêm readequando seus custos, por meio de diversas ações, tais como otimização da malha, de forma a melhorar o aproveitamento (taxa de ocupação dos assentos) das aeronaves. Contudo, as dificuldades decorrentes do aumento dos custos operacionais se destacam. Tais custos foram especialmente afetados pelo aumento do preço do Querosene de Aviação e pelo aumento do valor do dólar norte-americano frente ao real. É importante registrar que a participação do combustível nos custos operacionais da indústria de transporte aéreo, em decorrência do aumento de preços, é da ordem de 40%. Além do combustível, há uma série de itens influenciados pela variação cambial, como por exemplo, os custos com arrendamento, compra e manutenção de aeronaves. Por fim, a maior concentração do mercado, devido a aquisições realizadas no ano de 2012 (GOL/WEBJET) e a fusão das empresas aéreas TRIP e AZUL em 2014, impactaram diretamente a oferta de voos. No âmbito das competências da SAC-PR, têm sido objeto de análise medidas que possam contribuir para a redução do custo operacional da indústria de transporte aéreo. Tais medidas deverão impactar de imediato no aumento da oferta de novas rotas. Com o intuito de fortalecer a aviação regional, de 1/2 a 3/3/2013 foi submetido à consulta pública modelo de subsídio para rotas aéreas de baixa e média densidade de tráfego, intitulado Programa de Subsídio de Rotas Regionais. O principal objetivo do programa é ampliar o acesso da população brasileira ao transporte aéreo por meio da redução do custo operacional das empresas que operam em municípios de baixo e médio potencial de tráfego. A implantação do modelo de subsídios depende de autorização legislativa, que deu-se com a publicação da Medida Provisória nº 652, de 25 de julho de 2014, que cria o Programa de Desenvolvimento da Aviação Regional PDAR e que tem como objetivos aumentar o acesso da população brasileira ao sistema aéreo de transporte; integrar comunidades isoladas à rede nacional de aviação civil, no intuito de facilitar a mobilidade de seus cidadãos e o transporte de bens fundamentais, como alimentos e medicamentos; facilitar o acesso a regiões com potencial turístico; aumentar o número de municípios e rotas atendidos por transporte aéreo regular de passageiros; e aumentar o número de frequências das rotas regionais operadas regularmente. Quantidade alcançada: 638 Rotas Data de Referência: 30/06/ /08/2014, 09:57 Página 13

14 Meta: Ampliar para 150 o número de aeroportos atendidos por transporte aéreo regular de passageiros e cargas Instituição Responsável pela Apuração: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC. Análise Situacional da Meta: Em 31 de dezembro de 2011, o total de aeroportos atendidos por transporte aéreo regular de passageiros e cargas era de 130, de acordo com dados da contextualização do Programa Temático Aviação Civil. Ao fim dos anos de 2012 e 2013 chegou-se a 124 e 120 aeroportos, respectivamente, sendo que em 30 de junho de 2014 esse número foi reduzido para 111 aeroportos atendidos por transporte aéreo regular de passageiros e cargas. De dezembro de 2012 a junho de 2014, o número de aeroportos variou da seguinte forma: a Região Centro-Oeste perdeu 2 dos 15 aeroportos, a Região Nordeste recebeu mais 2 aeroportos, totalizando 21, no Norte a variação foi de 35 para 32 aeroportos, no Sudeste de 31 para 28 e no Sul, de 24 para 17. A única região que apresentou aumento do número de aeroportos atendidos por transporte aéreo regular de passageiros e cargas foi a Nordeste, entretanto todas as regiões necessitam de mais aeroportos para que a meta seja atingida. A otimização da malha aérea para evitar possíveis prejuízos e a maior concentração do mercado devido a aquisições realizadas no ano de 2012 e 2014 são alguns dos fatores relacionados a esse cenário de diminuição do número de aeroportos atendidos por transporte aéreo regular de passageiros e cargas. O Programa de Investimentos em Logística: Aeroportos (PIL), anunciado pelo Governo Federal em dezembro de 2012, prevê a ampliação da oferta de transporte aéreo à população brasileira e a reconstrução da rede de aviação regional por meio de investimentos no valor de R$ 7,3 bilhões em 270 aeroportos, bem como parcerias com Estados e Municípios para a gestão dos aeroportos. Assim, com fundamento no 1º do art. 63-A da Lei nº , de 5 de agosto de 2011, a SAC-PR, em 2013, firmou contrato com o Banco do Brasil S/A, que tem prestado serviços ao Governo Federal para realização de investimentos em logística nos aeroportos regionais. Os recursos alocados para os investimentos são oriundos do Fundo Nacional da Aviação Civil FNAC e são destinados à modernização, construção, ampliação ou reforma dos aeródromos regionais integrantes do PIL. Quantidade alcançada: 111 Aeroportos Data de Referência: 30/06/2014 Regionalização da Meta Total Unidade Qtde. Alcançada Data Região Centro-Oeste 19 unidade 13 30/06/2014 Região Nordeste 28 unidade 21 30/06/2014 Região Norte 46 unidade 32 30/06/2014 Região Sudeste 30 unidade 28 30/06/2014 Região Sul 27 unidade 17 30/06/2014 INICIATIVAS Iniciativa: 007J - Efetivação de mecanismos de financiamento de aeronaves Medida Institucional Normativa: Articulação junto ao ministério da Fazenda e BNDES, com vistas a tornar efetivos o fundo garantidor e linha de financiamento de aeronaves. Iniciativa: 007K - Estímulo à concorrência entre os prestadores de serviços de transporte aéreo regular Medida Institucional Normativa: Ampliação do limite de participação de capital estrangeiro nas companhias aéreas brasileiras Medida Institucional Normativa: Redução de barreiras à entrada de novas companhias aéreas em aeroportos coordenados. Iniciativa: 007M - Instituição de plano de incentivos para o desenvolvimento e a expansão do transporte aéreo regular de passageiros em ligações de baixo e médio potencial de tráfego 18/08/2014, 09:57 Página 14

15 Medida Institucional Normativa: Elaboração de plano de incentivos para o desenvolvimento e a expansão do transporte aéreo regular de passageiros em ligações de baixo e médio potencial de tráfego. Iniciativa: 007N - Promoção da expansão das capacidades acordadas por ocasião das negociações dos Acordos sobre Serviços Aéreos Medida Institucional Normativa: Revisão/celebração de Acordos sobre serviços aéreos. Unidade Responsável:Agência Nacional de Aviação Civil Objetivo: Promover a segurança da aviação civil, ampliando a segurança operacional e a proteção contra atos de interferência ilícita. Órgão: Secretaria de Aviação Civil Análise Situacional do Objetivo: A segurança do transporte aéreo pode ser dividida em dois tipos: segurança operacional ou de voo (safety) e proteção contra atos de interferência ilícita (security). A segurança de voo (safety) é o estado no qual o risco de ocorrência de acidentes ou incidentes aeronáuticos é reduzido ou mantido em um nível aceitável por meio de um processo contínuo de identificação de perigos e gerenciamento dos riscos. As ações relativas a safety certificação e fiscalização alcançam as empresas aéreas, os tripulantes, os operadores de aeródromos e os fabricantes de produtos aeronáuticos. Já security é a combinação de medidas, recursos humanos e materiais destinados a proteger a aviação civil contra atos de interferência ilícita em aeroportos e aeronaves que possam colocar em risco a operação aérea como, por exemplo, os atentados terroristas. As ações relativas a security são principalmente focadas nos aeroportos, por ser o local a partir do qual os atos de interferência ilícita podem atingir as aeronaves, mas também alcançam as empresas aéreas. No que tange a security, a ANAC tem mantido sua rotina de fiscalização, com 277 itens fiscalizados no primeiro semestre de No que se refere a safety, a Agência fiscalizou, no primeiro semestre de 2014, itens relativos à segurança operacional, infraestrutura aeroportuária, regulação econômica e aeronavegabilidade. Todo esse conjunto de atividades contribuiu para o êxito da realização de grandes eventos no País no ano de 2014, como a Copa do Mundo FIFA realizada entre os meses de junho e julho, eventos que trouxeram ao setor aeroportuário grande movimentação de aeronaves e passageiros, nacionais e internacionais. Além disso, também contribuem para a redução do índice anual de acidentes aeronáuticos com fatalidade em operações regulares, por 1 milhão de decolagens. No ano de 2007, o índice Brasil estava em 1,48, atingiu 0,21 no ano de 2012 e obteve 0,17 no primeira metade de Dessa forma, o índice atual está abaixo da média mundial de 0,46. Outra ação realizada no sentido de promover a segurança da aviação civil foi a edição e revisão de normas e requisitos relacionados à infraestrutura aeroportuária e aeronáutica, operações aéreas e aeronavegabilidade. No decorrer do 1º semestre de 2014 foram editados e revisados 21 normativos. Além disso, destaca-se que foram realizadas 13 audiências públicas que possibilitaram a participação da sociedade no processo de aperfeiçoamento do arcabouço jurídico da Agência. METAS Meta: Realizar 1224 auditorias, inspeções e testes de segurança da aviação civil contra atos de interferência ilícita no período de abrangência do PPA Instituição Responsável pela Apuração: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC Análise Situacional da Meta: No primeiro semestre do ano de 2014 foram fiscalizados 277 itens referentes a auditorias, inspeções e testes de segurança da aviação civil contra atos de interferência ilícita, de forma a totalizar o valor de itens fiscalizados nos anos de 2012, 2013 e Cabe ressaltar que a metodologia de apuração das inspeções foi alterada no ano de 2013, assim, a meta está em processo de readequação. Quantidade alcançada: Auditorias, inspeções e testes de segurança da aviação civil Data de Referência: 30/06/2014 Meta: Reduzir, até 2015, o índice anual de acidentes aeronáuticos para nível igual ou melhor que a média mundial, com referência ao ano de 2011 (índice 0,46), considerando acidentes aeronáuticos com fatalidade de passageiros em operações regulares, por 1 milhão de decolagens Instituição Responsável pela Apuração: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC. Análise Situacional da Meta: A Agência alcançou no primeiro semestre de 2014 o índice de 0,17. Quantidade alcançada: 0,17 Data de Referência: 30/06/2014 INICIATIVAS Iniciativa: 007U - Edição e revisão de normas e requisitos relacionados à infraestrutura aeroportuária e aeronáutica, operações aéreas e aeronavegabilidade 18/08/2014, 09:57 Página 15

16 Medida Institucional Normativa: Edição e revisão de normas e requisitos relacionados à infraestrutura aeroportuária e aeronáutica, operações aéreas e aeronavegabilidade, com ênfase na conversão de Regulamentos Brasileiro de Homologação Aeronáutico (RBHA) e as Instruções de Aviação Civil (IAC) em Regulamentos Brasileiro da Aviação Civil (RBAC) e Instruções Suplementares (IS). Unidade Responsável:Agência Nacional de Aviação Civil Iniciativa: 007V - Promoção de programas, vigilância continuada e fiscalização dos requisitos de regulação junto aos provedores de serviço de aviação civil e órgãos envolvidos Ação: Regulação e Fiscalização da Aviação Civil UO: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC Descrição: Regulação e fiscalização de empresas, aeroclubes, escolas, centros de formação, equipamentos, instalações, documentação, procedimentos, infraestrutura aeroportuária e aeronautas, de forma a garantir o funcionamento e o controle da aviação civil dentro de padrões internacionais de qualidade e segurança. Produto: Item fiscalizado Unidade de Medida: unidade Objetivo: Desenvolver a aviação civil mediante o planejamento e coordenação de atividades ligadas à indústria aeronáutica, à formação de profissionais e à sustentabilidade ambiental. Órgão: Secretaria de Aviação Civil Análise Situacional do Objetivo: Visando a ampliação da capacitação dos profissionais da aviação civil, foram capacitados profissionais de 2012 até o 1º semestre de Em 2012, a ANAC formou 391 profissionais no âmbito do projeto de bolsas para formação de mecânicos de manutenção aeronáutica. A partir de 2013, com a adequação no perfil de execução da Ação Orçamentária 20SW, foram realizados cursos e seminários no âmbito da Ação Nacional de Aviação Civil, tendo sido capacitadas 993. Já durante o 1º semestre de 2014 a Ação Nacional de Aviação Civil realizou 24 eventos, e capacitou 709 pessoas. Em relação aos projetos de concessão de bolsas de estudo para a formação de profissionais detentores de licença para a aviação civil, a exemplo de pilotos e mecânicos de manutenção, a ANAC iniciou tratativas para que o Programa de Concessão de Bolsas seja transferido para a SAC-PR, onde se vislumbra a celebração de um Termo de Execução Descentralizada, no qual os recursos alocados na Ação 20SW seriam descentralizados por meio do SIAFI. A partir de 2013, a SENAV/SAC-PR, por sua vez, planejou as seguintes ações: (1) a formação de bombeiros de aeródromos para aeroportos regionais brasileiros; e (2) a capacitação de profissionais aeroportuários de aeroportos regionais brasileiros. Naquele ano foram capacitados 607 profissionais do setor aéreo civil, dentre bombeiros de aeródromo, gestores e administradores de aeroportos regionais e gerentes de seções contra incêndio de aeroportos regionais. Já no 1º semestre de 2014, a SENAV/SAC-PR capacitou 348 Bombeiros de Aeródromo. Os resultados alcançados proporcionarão aos aeroportos regionais atendidos a possibilidade de operação de voos regulares, haja vista os requisitos obrigatórios de números mínimos de bombeiros de aeródromo em exercício em cada aeroporto. Além disso, as capacitações em nível gerencial têm o fito de proporcionar a melhoria dos serviços prestados nos aeroportos do interior do país e de qualificar profissionais que possam contribuir para o crescimento sustentável da rede de aeroportos regionais brasileiros. Quanto à identificação de novas tecnologias que estão sendo utilizadas na indústria aeronáutica e desenvolvimento de requisitos para a sua homologação, a ANAC realizou, no 1º semestre de 2014, estudos internos e contatos com autoridades aeronáuticas estrangeiras para uma normatização harmonizada acerca da tecnologia das aeronaves pilotadas remotamente. Essa providência atenderá ao interesse da sociedade na utilização de aeronaves pilotadas remotamente nas mais diversas áreas, como segurança pública, inspeção de linhas de transmissão e dutos, fotografia aérea e agricultura, dentre outras. Em decorrência da utilização de novas tecnologias pela indústria, a ANAC emitiu, no primeiro semestre de 2014, as seguintes normas: - IS A- Extintores de incêndio portáteis. A inovação tecnológica nessa IS deve-se ao fato de estarem relacionados produtos atualmente disponíveis pela indústria em resposta às restrições de fabricação e utilização de gases que agridem a camada de ozônio (Protocolo de Montreal de 1987), ou seja, materiais que apresentam a mesma eficiência no combate ao fogo que o Halon 1301 e IS A- Uso de Informação Aeronáutica em Formato Digital - Electronic Flight Bag (EFB). - RBAC nº 25, Emendas nº 135 e 136; - Resolução nº /08/2014, 09:57 Página 16

17 Quanto à elaboração de estudos e projetos para a aviação civil, em 2012 a ANAC desenvolveu Estudo de Regionalização da Agência, com a finalidade de definir a disposição geográfica ótima da ANAC, contribuindo, dessa forma, para o planejamento e a gestão com qualidade da aviação civil brasileira. A partir de 2013, a meta começou a ser compartilhada com a SEAP/SAC-PR, que realizou cinco estudos voltados para o estabelecimento de diagnósticos sobre a aviação civil, a saber: Indicadores de desempenho de aeroportos brasileiros (DGA/SEAP); Estimativa de demanda para os aeroportos brasileiros (DPE/SEAP); Modelos alternativos para estimar demanda para aeroportos regionais (DPE/SEAP); Estimativa de movimentação na hora pico para os aeroportos regionais (DPE/SEAP); e Estimativa de mix e movimentação de aeronaves para os aeroportos regionais (DPE/SEAP). Durante o 1º semestre de 2014, o DPE/SEAP realizou uma atualização nas estimativas de demanda para os aeroportos brasileiros, em função dos dados recebidos de movimentação de passageiros e aeronaves para o ano de Em razão disso, foram atualizados, igualmente, as estimativas de movimentações de passageiros em hora-pico, bem como mix de aeronaves. No mesmo período, o DPE/SEAP iniciou um novo estudo, em conjunto com a Empresa de Planejamento e Logística, cujo objeto é a conjunção de esforços, conhecimentos, dados e apoio técnico necessários à realização de pesquisa de Dimensionamento e Caracterização da Matriz Origem Destino do Transporte Aéreo no Brasil. Ao total serão realizadas quatro rodadas de pesquisa em 65 aeroportos brasileiros, das quais três foram realizadas no primeiro semestre do ano corrente. Ao fim dos trabalhos será possível aprimorar o sistema de informações da Aviação Civil no Brasil, em particular no que tange à demanda por transporte aéreo e aos modais associados de apoio às viagens aéreas, fornecendo elementos essenciais para os planejadores do setor. Também se encontra em andamento o Termo de Cooperação nº 04/2013, celebrado em 27 de novembro de 2013, entre a SAC/PR e a Universidade Federal de Santa Catarina, com vigência até dezembro de 2017, que contempla a realização de estudos e pesquisas visando ao apoio no diagnóstico e planejamento do sistema aeroportuário do país. A previsão é de que a partir do 2º semestre de 2014 já sejam apresentados os primeiros resultados. A ANAC também identificou, durante o 1º semestre de 2014, 36 temas para desenvolvimento de estudos e pesquisas, sendo que quatro temas foram priorizados e os documentos necessários à contratação estão sendo providenciados. Dessa forma, espera-se que ao menos dois estudos sejam iniciados no segundo semestre de A SAC-PR tem trabalhado na concepção do planejamento estratégico de longo prazo para o setor, por meio de um Plano de Ação que tem por objetivo integrar e harmonizar o desenvolvimento das infraestruturas aeroportuária e aeronáutica civil, considerando os aspectos relacionados com o controle e o gerenciamento do espaço aéreo e a infraestrutura aeroportuária nacional, de acordo com as diretrizes emanadas pela Política Nacional de Aviação Civil (PNAC). Dando continuidade aos trabalhos iniciados em 2013, a SAC-PR participou de processo para constituição de duas atas de registro de preços, no âmbito do MPOG, relativas a eventual contratação, sob demanda, de i) empresa especializada na prestação de serviço de consultoria para realização de serviços de modelagem de processos organizacionais envolvendo mapeamento, análise, desenho e redesenho de processos, implementação e monitoramento de ações propostas para melhoria, suporte técnico e transferência de conhecimento; e ii) empresa especializada para apoio ao processo de planejamento e gestão estratégica, utilizando como referência a metodologia do Balanced Scorecard BSC, contemplando serviços de formulação, revisão, desdobramento (tradução), alinhamento, implementação, monitoramento e capacitação. Como resultado dos processos, venceram os respectivos pregões eletrônicos as empresas Totvs S.A. e GD Gestão e Desenvolvimento Empresarial Ltda. Em junho de 2014 foi assinado com esta última contrato para elaboração de Planejamento Estratégico em unidades da SAC-PR, trabalho que teve início logo após a assinatura do contrato. Quanto à revisão do marco legal do setor de aviação civil, o DEOUT/SPR/SAC-PR trabalhou durante o primeiro semestre de 2014 na revisão do Plano Geral de Outorgas PGO, aprovado por meio da Portaria nº 110, de 8 de julho de A revisão do PGO busca alinhar a política pública de outorga de aeródromos ao programa de incentivo à aviação regional, recentemente anunciado pelo Governo Federal, por meio do qual serão realizados investimentos na infraestrutura de aeroportos regionais, com o objetivo de universalizar o acesso da população ao transporte aéreo regular. O programa prevê a utilização de recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil FNAC para a reforma e construção de pistas, melhorias em terminais de passageiros, ampliação de pátios, revitalização de sinalizações e de pavimentos, entre outros. Nesse propósito, em substituição à Portaria SAC-PR nº 110, de 8 de julho de 2013, a SAC-PR submeteu a consulta pública proposta de portaria que aprova o novo PGO, estabelecendo diretrizes e modelos para a exploração de aeródromos civis públicos em conformidade com a Política Nacional de Aviação Civil PNAC. Tendo em vista a realização da Copa do Mundo de 2014 e frente à expectativa de 600 mil visitantes estrangeiros no país, houve a publicação da Resolução CONAC nº 001/2014, de 28 de fevereiro de 2014, ad referendum, que trata da operação do Aeroporto de Congonhas na ocasião do evento. A Resolução determinou que a ANAC, para o período de 6 de junho a 20 de julho de 2014, estendesse o raio de cobertura das operações de voos do aeroporto de Congonhas e regulamentasse a autorização de voos charter e de fretamento no aeroporto, observadas exclusivamente as limitações de ordem técnica e operacional. Considerando as concessões para exploração da infraestrutura aeroportuária e o aumento da capacidade prevista nos planos de exploração aeroportuária, especialmente no que se refere ao Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos - Governador André Franco Montoro, o CONAC também aprovou, ad referendum, a Resolução nº 002/2014, de 29 de maio de 2014, que revoga a restrição à alocação, nos novos acordos bilaterais e multilaterais, de pontos relativos a frequências de voos internacionais no Aeroporto de Guarulhos. METAS Meta: Capacitar profissionais para atuação no sistema de aviação civil Instituição Responsável pela Apuração: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC Análise Situacional da Meta: De 2012 até o 1º semestre de 2014 foram capacitados profissionais da aviação civil. 18/08/2014, 09:57 Página 17

18 Em 2012, a ANAC formou 391 profissionais no âmbito do projeto de bolsas para formação de mecânicos de manutenção aeronáutica, por meio de três convênios celebrados em No início do ano de 2013, por meio de uma adequação no perfil da execução da Ação Orçamentária 20SW, foi possível ampliar o público-alvo e também o rol de iniciativas realizadas no âmbito daquela ação, que estava focada, anteriormente, na concessão de bolsas de estudos para a formação de profissionais detentores de licença para a aviação civil, a exemplo de pilotos e mecânicos de manutenção. A partir da readequação, foi possível realizar cursos e seminários no âmbito da Ação Nacional de Aviação Civil conjunto de eventos realizados em diversas capitais do país, que tem como objetivo disseminar conhecimentos sobre a segurança no transporte aéreo, esclarecimentos sobre normas, leis e procedimentos próprios do setor aeronáutico e apresentação do rol de serviços disponibilizados pela ANAC, aumentando assim a proximidade da Agência com parte de seu público: pilotos, comissários, mecânicos, despachantes de voo, alunos de escolas de aviação civil, proprietários de aeronaves, representantes de empresas aéreas, oficinas, administração aeroportuária e entidades do setor. Dessa forma, busca-se reduzir a assimetria de informações e contribuir para a redução de não-conformidades durante as inspeções. No âmbito da Ação Nacional de Aviação Civil de 2013, foram organizados 21 eventos e destaca-se que 993 pessoas participaram efetivamente das atividades, ou seja, cumpriram 80% de frequência mínima para a obtenção da certificação. Durante o 1º semestre de 2014 a Ação Nacional de Aviação Civil realizou 24 eventos por meio das seguintes unidades organizacionais: Superintendência de Aeronavegabilidade, Superintendência de Infraestrutura Aeroportuária, Superintendência de Padrões Operacionais e Gerência Geral de Análises e Pesquisas de Segurança Operacional, tendo sido capacitadas 709 pessoas. Já em relação aos projetos de concessão de bolsas de estudo para a formação de profissionais detentores de licença para a aviação civil, a exemplo de pilotos e mecânicos de manutenção, a ANAC iniciou tratativas junto à SAC-PR para que o Programa de Concessão de Bolsas seja transferido para aquela Secretaria, onde se vislumbra a celebração de um Termo de Execução Descentralizada, no qual os recursos alocados na Ação 20SW seriam descentralizados por meio do SIAFI. A partir de 2013, a Meta começou a ser compartilhada entre ANAC e SENAV/SAC-PR, que, por sua vez, planejou as seguintes ações: (1) a formação de bombeiros de aeródromos para aeroportos regionais brasileiros; e (2) a capacitação de profissionais aeroportuários de aeroportos regionais brasileiros. No âmbito da SAC-PR, foram capacitados, durante o ano de 2013, 607 profissionais do setor aéreo civil, os quais podem ser distribuídos nas seguintes áreas profissionais: 386 bombeiros de aeródromo; 155 gestores e/ou administradores de aeroportos regionais; e 66 gerentes de seções contra incêndio de aeroportos regionais. Em 2014, no período de 1º de janeiro a 30 de junho, foram oferecidas 438 vagas para formação de Bombeiros de Aeródromo, tendo sido capacitados 348 profissionais, distribuídos em 10 turmas que foram avaliadas por meio de relatório de fim de curso emitido pelo Comando da Aeronáutica. Foram capacitados profissionais em todas as regiões do país, conforme relação abaixo: Norte: Amazonas 32; Pará 13; Rondônia 7 e Tocantins 5. Total = 57. Nordeste: Bahia 42; Pernambuco 34; Piauí 23. Total = 99. Centro Oeste: Mato Grosso 17. Sul: Paraná 34; Santa Catarina 27 = Total 61. Sudeste: Espírito Santo 35; Minas Gerais 38; São Paulo 40; Rio de Janeiro 1 = Total 114. Os resultados alcançados proporcionarão aos aeroportos regionais atendidos a possibilidade de operação de voos regulares, haja vista os requisitos obrigatórios de números mínimos de bombeiros de aeródromo em exercício em cada aeroporto. Além disso, as capacitações em nível gerencial têm o fito de proporcionar a melhoria dos serviços prestados nos aeroportos do interior do país e de qualificar profissionais que possam contribuir para o crescimento sustentável da rede de aeroportos regionais brasileiros. Portanto, conforme exposto inicialmente, de 2012 até o 1º semestre de 2014 foram capacitados profissionais da aviação civil, tendo sido ultrapassada a meta proposta em mais de 60%. Quantidade alcançada: Profissionais Data de Referência: 30/06/2014 Meta: Desenvolver 8 estudos para planejamento e gestão do transporte aéreo Instituição Responsável pela Apuração: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC Análise Situacional da Meta: Em 2012 a ANAC desenvolveu o Estudo de Regionalização da Agência, por meio de modelagem e simulação, de interações com as Superintendências finalísticas e de discussões no âmbito estratégico da Agência. Foi elaborado modelo direcionador para definição da disposição geográfica ótima da ANAC, que poderá atender ao perfil de demanda por atividades predominantemente finalísticas da Agência, e subsidiar o processo de tomada de decisões de negócios de atores do setor, contribuindo, dessa forma, para o planejamento e a gestão com qualidade da aviação civil brasileira. Durante o 1º semestre de 2014 a Agência identificou 36 temas para desenvolvimento de estudos e pesquisas, sendo que quatro temas foram priorizados e os documentos necessários à contratação estão sendo providenciados. Dessa forma, espera-se que ao menos dois estudos sejam iniciados no segundo semestre de A partir de 2013, a meta começou a ser compartilhada com a SEAP/SAC-PR, que realizou cinco estudos voltados para o estabelecimento de diagnósticos sobre a aviação civil, a saber: Indicadores de desempenho de aeroportos brasileiros (DGA/SEAP) Consistiu na coleta presencial de dados, distribuição e geração de resultados de indicadores de desempenho das operações aeroportuárias do lado terra dos aeroportos. Com a obtenção desses resultados de indicadores de desempenho aeroportuário é possível a criação de um banco de dados da percepção, perfil e 18/08/2014, 09:57 Página 18

19 tempos de processamento do passageiro e, assim, a proposição de políticas públicas para o setor e ações visando a melhoria da gestão nos aeroportos brasileiros. Estimativa de demanda para os aeroportos brasileiros (DPE/SEAP) Estudo para estimativa de demanda de passageiros dos aeroportos brasileiros que operam voo regular, considerando curto, médio e longo prazos e utilizando modelos estatísticos. O trabalho é de fundamental importância para subsidiar o planejamento da rede de infraestrutura aeroportuária do país. Modelos alternativos para estimar demanda para aeroportos regionais (DPE/SEAP) Em 2013 desenvolveram-se estudos que balizaram modelos alternativos para estimativa de demanda de passageiros em aeroportos regionais, em especial naqueles com baixa disponibilidade de uma base de informações sobre movimentação de passageiros. Estimativa de movimentação na hora pico para os aeroportos regionais (DPE/SEAP) Estudo com estimativas de movimentação de passageiros na hora pico, para os terminais aeroportuários contemplados no programa de fomento à aviação regional do Governo Federal. O estudo subsidiará os trabalhos de dimensionamento dos terminais aeroportuários supracitados. Estimativa de mix e movimentação de aeronaves para os aeroportos regionais (DPE/SEAP) Para auxiliar o planejamento dos aeroportos regionais, foi desenvolvido estudo propondo estimativas de movimentação e mix de aeronaves para todos os aeroportos contemplados no programa de fomento à aviação regional do Governo Federal. Durante o 1º semestre de 2014, o DPE/SEAP realizou uma atualização nas estimativas de demanda para os aeroportos brasileiros, em função dos dados recebidos de movimentação de passageiros e aeronaves para o ano de Em razão disso, foram atualizados, igualmente, as estimativas de movimentações de passageiros em hora-pico, bem como mix de aeronaves. No mesmo período, o DPE/SEAP iniciou um novo estudo, em conjunto com a Empresa de Planejamento e Logística, por meio de Acordo de Cooperação Técnica, publicado no DOU de 27 de agosto de 2013, Seção 3, página 145, cujo objeto é a conjunção de esforços, conhecimentos, dados e apoio técnico necessários à realização de pesquisa de Dimensionamento e Caracterização da Matriz Origem Destino do Transporte Aéreo no Brasil. Ao total serão realizadas quatro rodadas de pesquisa em 65 aeroportos brasileiros, das quais três foram realizadas no primeiro semestre do ano corrente. Ao fim dos trabalhos será possível aprimorar o sistema de informações da Aviação Civil no Brasil, em particular no que tange à demanda por transporte aéreo e aos modais associados de apoio às viagens aéreas, fornecendo elementos essenciais para os planejadores do setor. Também se encontra em andamento o Termo de Cooperação nº 04/2013, celebrado em 27 de novembro de 2013, entre a SAC/PR e a Universidade Federal de Santa Catarina, com vigência até dezembro de 2017, que contempla a realização de estudos e pesquisas visando ao apoio no diagnóstico e planejamento do sistema aeroportuário do país. A previsão é de que a partir do 2º semestre de 2014 já sejam apresentados os primeiros resultados. Portanto, de 2012 até o 1º semestre de 2014 foram iniciados 7 estudos para planejamento e gestão do transporte aéreo, sendo atingido 87,5% da meta. Quantidade alcançada: 7 Estudos Data de Referência: 30/06/2014 Meta: Elaborar o planejamento estratégico de longo prazo para o setor Instituição Responsável pela Apuração: Secretaria de Aviação Civil Análise Situacional da Meta: O planejamento estratégico de longo prazo para o setor encontra-se em fase de concepção pela SAC-PR, por meio de um Plano de Ação que tem por objetivo integrar e harmonizar o desenvolvimento das infraestruturas aeroportuária e aeronáutica civil, considerando os aspectos relacionados com o controle e o gerenciamento do espaço aéreo e a infraestrutura aeroportuária nacional, de acordo com as diretrizes emanadas pela Política Nacional de Aviação Civil (PNAC). Com o lançamento, pela Presidência da República, do Programa de Investimento em Logística: Aeroportos (PIL), em dezembro de 2012, instrumento que reúne os principais eixos de atuação da SAC-PR, observou-se a necessidade de alteração da estrutura organizacional desta Secretaria. A proposta de decreto de nova estrutura já se encontra em análise no âmbito dos órgãos responsáveis - Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) e Presidência da República (PR). No âmbito da melhoria dos processos de gestão, foi assinado em dezembro de 2013 o termo de cooperação junto à Universidade Federal de Santa Catarina para fornecimento, dentre outros, de pessoal qualificado em áreas de Tecnologia da Informação para implementação de sistema de gerenciamento e acompanhamento de projetos. Tal metodologia, quando aplicada, será utilizada nas diversas áreas da SAC-PR, especialmente no acompanhamento de obras e dos resultados efetivos da realização dessas intervenções, no acompanhamento de convênios e outros. Espera-se que, com a aquisição de conhecimento decorrente dessa cooperação, seja ampliada a capacidade interna de estabelecer objetivos e metas futuros, para todo o setor. Dando continuidade aos trabalhos iniciados em 2013, a SAC-PR participou de processo para constituição de duas atas de registro de preços, no âmbito do MPOG, relativas a eventual contratação, sob demanda, de i) empresa especializada na prestação de serviço de consultoria para realização de serviços de modelagem de processos organizacionais envolvendo mapeamento, análise, desenho e redesenho de processos, implementação e monitoramento de ações propostas para melhoria, suporte técnico e transferência de conhecimento; e ii) empresa especializada para apoio ao processo de planejamento e gestão estratégica, utilizando como referência a metodologia do Balanced Scorecard BSC, contemplando serviços de formulação, revisão, desdobramento (tradução), alinhamento, implementação, monitoramento e capacitação. Como resultado dos processos, venceram os respectivos pregões eletrônicos as empresas Totvs S.A. e GD Gestão e Desenvolvimento Empresarial Ltda. Em junho de 2014 foi assinado com esta última contrato para elaboração de Planejamento Estratégico em unidades da SAC-PR, trabalho que teve início logo após a assinatura do contrato. 18/08/2014, 09:57 Página 19

20 Meta: Revisar o marco legal do setor de aviação civil Instituição Responsável pela Apuração: Secretaria de Aviação Civil Análise Situacional da Meta: O Departamento de Outorgas da Secretaria de Política Regulatória de Aviação Civil trabalhou durante o primeiro semestre do ano de 2014 na revisão do Plano Geral de Outorgas PGO, aprovado por meio da Portaria nº 110, de 8 de julho de A revisão do PGO busca alinhar a política pública de outorga de aeródromos ao programa de incentivo à aviação regional, recentemente anunciado pelo Governo Federal, por meio do qual serão realizados investimentos na infraestrutura de aeroportos regionais, com o objetivo de universalizar o acesso da população ao transporte aéreo regular. O programa prevê a utilização de recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil FNAC para a reforma e construção de pistas, melhorias em terminais de passageiros, ampliação de pátios, revitalização de sinalizações e de pavimentos, entre outros. A atualização do PGO considera que o setor aéreo é estruturado em rede. Assim, para que haja equilíbrio de todo o sistema, deve-se encontrar alternativas que permitam a viabilidade de aeroportos grandes, médios e pequenos, de modo que os passageiros sejam tratados com mesmo padrão de qualidade em todas as regiões do país. O Plano tem por objetivo definir e divulgar as diretrizes de política pública que nortearão as decisões da SAC-PR no processo de seleção do modelo de exploração mais adequado a cada aeródromo civil público, instituindo um conjunto de regras para o planejamento das instituições federais, estaduais e municipais responsáveis pelo desenvolvimento da aviação civil brasileira. Nesse propósito, em substituição à Portaria SAC-PR nº 110, de 8 de julho de 2013, a SAC-PR submeteu a consulta pública proposta de portaria que aprova o novo PGO, estabelecendo diretrizes e modelos para a exploração de aeródromos civis públicos em conformidade com a Política Nacional de Aviação Civil PNAC. Tendo em vista a realização da Copa do Mundo de 2014 e frente à expectativa de 600 mil visitantes estrangeiros no país, houve a publicação da Resolução CONAC nº 001/2014, de 28 de fevereiro de 2014, ad referendum, que trata da operação do Aeroporto de Congonhas na ocasião do evento. A Resolução determinou que a ANAC, para o período de 6 de junho a 20 de julho de 2014, estendesse o raio de cobertura das operações de voos do aeroporto de Congonhas e regulamentasse a autorização de voos charter e de fretamento no aeroporto, observadas exclusivamente as limitações de ordem técnica e operacional. Considerando as concessões para exploração da infraestrutura aeroportuária e o aumento da capacidade prevista nos planos de exploração aeroportuária, especialmente no que se refere ao Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos - Governador André Franco Montoro, o CONAC também aprovou, ad referendum, a Resolução nº 002/2014, de 29 de maio de 2014, que revoga a restrição à alocação, nos novos acordos bilaterais e multilaterais, de pontos relativos a frequências de voos internacionais no Aeroporto de Guarulhos. Em continuidade às tratativas iniciadas em 2013 visando a redução de barreiras à entrada de novas companhias aéreas em aeroportos coordenados, após a realização das duas audiências públicas sobre o tema (Consulta Pública nº 1/2013 SAC e Audiência Pública nº 02/2013 ANAC), foi publicada a Resolução CONAC nº 3, de 8 de julho de 2014, específica para o Aeroporto de Congonhas (SBSP), com um conjunto de diretrizes para implantação de uma sistemática de redistribuição periódica dos slots perdidos pelas companhias aéreas em decorrência de critérios de regularidade e pontualidade, bem como para alocação de novos slots que venham a surgir no aeroporto em decorrência de uma expansão da sua capacidade declarada. INICIATIVAS Iniciativa: 007W - Ampliação da capacitação dos profissionais da aviação civil Ação: SW - Formação e Capacitação de Profissionais da Aviação Civil UO: Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC Descrição: Realização de ações de fomento a escolas e centros de treinamento de profissionais da aviação civil e de ações de capacitação direta, a fim de prover e fomentar a formação e a capacitação de profissionais da aviação civil, para garantir a suficiência desses profissionais, em quantidade e qualidade, de modo que sejam atendidos os padrões recomendados de segurança, bem como as demandas decorrentes do crescimento do setor aéreo e do desenvolvimento e aplicação de novas tecnologias. Produto: Profissional capacitado Unidade de Medida: unidade Ação: SW - Formação e Capacitação de Profissionais da Aviação Civil UO: Fundo Nacional de Aviação Civil - FNAC Descrição: Realização de ações de fomento a escolas e centros de treinamento de profissionais da aviação civil e de ações de capacitação direta, a fim de prover e fomentar a formação e a capacitação de profissionais da aviação civil, para garantir a suficiência desses profissionais, em quantidade e qualidade, de modo que sejam atendidos os padrões recomendados de segurança, bem como as demandas decorrentes do crescimento do setor aéreo e do desenvolvimento e aplicação de novas tecnologias. Produto: Profissional capacitado Unidade de Medida: unidade 18/08/2014, 09:57 Página 20

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