PEDAGOGIA SOCIAL E PREVENÇÃO DO ABUSO DE DROGAS

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1 PEDAGOGIA SOCIAL E PREVENÇÃO DO ABUSO DE DROGAS Resumo ASINELI-LUZ, Araci 1 UFPR Grupo de Trabalho - Políticas Públicas, Avaliação e Gestão da Educação. Agência Financiadora: não contou com financiamento A premissa que a prevenção ao abuso de drogas é um processo de valorização e crescimento do ser humano que se antecipa aos problemas, procurando inibí-los, eliminá-los ou reduzir danos e deve se dar, basicamente, pela educação (ASINELLI-LUZ, 2000), encontra na Pedagogia Social seu fundamento e seu locus. A resistência da escola e o despreparo da formação dos profissionais da educação em assumir o abuso de drogas como temática pedagógica fez com que a prevenção desse lugar ao amedrontamento, ao estigma e à violência na escola e no seu entorno. Ao mesmo tempo, a educação social, mediada por educadores sociais vinculados às Fundações de Ação Social, Organizações Não Governamentais, Conselhos Tutelares, Centros de Socioeducação, entre outros, ajuda a mostrar que fora da escola, também há um sistema bioecológico que educa e que tem como fonte de conhecimentos a vida familiar, os movimentos sociais, as manifestações culturais, as interações sociais, a dinâmica escolar, a convivência humana. Esta comunicação é fruto da reflexão e de pesquisas que aproximam estes dois campos, o escolar e o não escolar, na perspectiva da Pedagogia Social a fim de discutir a importância da prevenção do abuso de drogas na educação. Neste sentido, o educador social, dentro e fora da escola, exerce a sua presença educativa (COSTA, 2001) criando acontecimentos em prol da organização de projetos de vida, bem como da qualidade de vida da população, onde a prevenção do abuso de drogas seja pensada como ponto de partida para políticas sociais humanizadoras. Acredito que prevenção também se aprende e a educação é o seu paradigma de sucesso. Palavras-chave: Pedagogia Social. Prevenção do abuso de drogas. Educação. Introdução Venho estudando e pesquisando sobre a prevenção do abuso de drogas desde 1987, quando de minha inserção no Conselho Estadual de Entorpecentes (hoje Conselho Estadual de Políticas sobre Drogas) para coordenar o processo de formação continuada de professores de 1 Doutora em Educação pela USP. Pesquisadora na linha da cognição, aprendizagem e desenvolvimento humano do Programa de Pós-Graduação em Educação, do Setor de Educação da UFPR. Membro do NEPS Núcleo de Estudos em Pedagogia Social da UFPR.

2 2926 Ciências e Biologia, em atendimento à Lei Federal de Entorpecentes, nº 6369, de outubro de 1976 que, em seu Art. 5º estabelecia Nos programas dos cursos de formação de professores serão incluídos ensinamentos referentes a substâncias entorpecentes ou que determinem dependência física ou psíquica a fim de que possam ser transmitidos com observância dos seus principios científicos. Parágrafo único. Dos programas das disciplinas da parea de ciências naturais, integrantes dos currículos dos cursos de 1º grau, constarão obrifatoriamente pontos que tenham por objetivo o esclarecimento sobre a natureza e efeitos das substâncias entorpecentes ou que determinem dependência física ou psíquica (p.3). Deste então, venho convivendo com a resistência e a fragilidade que as escolas e as Secretarias de Educação Municipal e Estadual apresentam para que a prevenção do abuso de drogas passe a constar intencionalmente das políticas educacionais públicas e do projeto políticopedagógico das escolas. Se inicialmente a literatura disponível à época tinha como pressuposto o abuso de droga como problema moral, de saúde ou de comportamento marginal, nos dias atuais já se tem clareza que as drogas fazem parte do contexto sociocultural de todas as civilizações e que não existe sociedade sem suas drogas. O que se faz necessário é compreendê-las na sua dinâmica biopsicossocial e estabelecer políticas públicas que regulamentem seus limites e possibilidades de uso. No Brasil, poucas drogas têm seu uso permitido entre a população adulta, como o são as bebidas alcoólicas e o cigarro. Mesmo assim, cada vez mais essas drogas passam a ter seu uso discriminado e controlado, tendo em vista os danos à saúde e a interrelação com formas diferenciadas de violências, como no caso do álcool, relacionado aos acidentes de trânsito, às brigas e agressões familiares, bem como a possibilidade de escalada para outras drogas de uso não permitido. Embora as pesquisas no Brasil mostrem o uso precoce das drogas lícitas (idade de iniciação para álcool e cigarro em torno de 10 anos) e os prejuízos que causam à saúde pública, há um movimento mundial, com segmentos articulados localmente, que começa a questionar a manutenção do modelo repressor e solicita o debate e a discussão para viabilizar a discriminação das drogas. No entanto, o advento do crack, em especial entre as classes média e média-alta e seu alto consumo pela população menos privilegiada economicamente, exige que o assunto abuso de drogas/dependência ganhe visibilidade e possa ser enfrentado com ações humanizadoras. Entre as soluções possíveis e necessárias está a estruturação da educação escolar e não escolar para responder a esta demanda.

3 2927 A prevenção do abuso de drogas Revisitando minha tese de doutorado Educação e prevenção do abuso de drogas: limites e possibilidades (2000), percebo que muitas das questões ainda permanecem sem respostas: Por que inexiste a cultura escolar de prevenção? Por que os poucos programas existentes não estão conseguindo reverter, em suas realidades, os dados de consumo, de forma significativa? Que avaliações se têm da adequação dos programas e de sua efetividade? A quem interessa a manutenção do status quo vigente? Como os governos se posicionam efetivamente na ação preventiva? Quantos e quais programas de prevenção podem servir de parâmetros na educação brasileira? Como a família se vincula às estratégias de prevenção? (ASINELLI-LUZ, p.90). Embora se tenha avançado no conhecimento das substâncias psicoativas, seus efeitos e desdobramentos nas dimensões biopsicossociais, pouco se avançou nos aspectos relacionados à dimensão humana, onde se privilegie a pessoa e não o que ela faz, evitando os estigmas e as diferentes formas de discriminação porque passa o usuário de drogas, em especial o usuário de drogas ilegais, como o são os que consomem a maconha (Canabis sativa) e o crack (derivado da pasta básica da cocaína). Carlini-Cotrin (1998) já dizia que a Prevenção ao Abuso de Drogas por intermédio da Educação tem como substrato a noção de que a sociedade civil pode e deve atuar nas intenções dos sujeitos sociais de consumirem substâncias que alterem suas consciências (que chamamos popularmente de drogas) (AQUINO, 1998, p. 20). Interessante que na escola, onde os professores representam um contingente de profissionais qualificados (espera-se) para atuar pedagógicamente junto à criança e ao adolescente, o tema droga não faz parte de seu referencial, de seu compromisso, de seu campo de interesse. Por outro lado evidencia a insegurança, o medo, a fragilidade dos vínculos na relação professor-estudante, a incapacidade de mobilização social e de aproximação com as famílias. Em decorrência, fora da escola, na realidade das ruas, da convivência familiar e comunitária, a droga marca seu espaço e território e os educadores sociais, em diferentes funções (nos conselhos tutelares, nos centros sócioeducativos, nas ONGs), independente de seu grau de escolaridade e formação, interpreta o contexto onde a droga atua como coadjuvante numa sociedade de desiguais e age em prol de um desfecho mais humano.

4 2928 Hameline (1986, in: CARVALHO; BAPTISTA, 2004, p. 84) conclui que o educador social é, simultaneamente, um prático, um especialista e um militante. O consumo de drogas tem mobilizado a atenção da sociedade, em especial, pela facilidade com que crianças e adolescentes têm acesso às substâncias, evidenciando a ausência de cuidados em relação a esta parcela da população que se constitui prioridade absoluta, conforme rege o Estatuto da Criança e do Adolescente. De sujeitos de direitos a vítimas da ausência de políticas de prevenção, passam à situação de algozes quando, consumindo ou servindo ao tráfigo de drogas, envolvem-se em situações de violências, de abandono da escola e participam de atos infracionais. Deslocar o foco da atenção da droga para a prevenção, concebendo-a como processo permanente, que tem como sujeitos de direitos as crianças e adolescentes, socialmente inseridos em dinâmicas culturais diversas, permite que a educação social estabeleça um novo paradigma para a prevenção do abuso de drogas. A este respeito, André e Vicentin (in: AQUINO, 1998, p. 69) discorrem que, em torno da problemática do abuso de drogas privilegia-se a descrição das substâncias e seus efeitos deletérios em detrimento de se pensara nas práticas sociais em que o consumo se inscreve ou nas lógicas sociais que podem estar propiciando o consumo. No processo de desenvolvimento humano que acompanha a infância e a adolescência, os pais/mães são os modelos de identificação para os filhos. Também o é o adulto de referência com que interage no dia a dia ou estabelece uma relação de líder-liderado, sendo responsável pela transmissão social de um sistema de valores a ser incorporado (ASINELLI- LUZ, 2000, p.48), que pode facilitar ou inibir a relação entre construtividade e destrutividade. A Teoria Bioecológica do Desenvolvimento Humano, de Bronfenbrenner (2011) mostra a importância da interrelação nos sistemas ecológicos, concebidos como sistemas entrelaçados (p. 23), enfatizando o desenvolvimento saudável. Para o autor, o ser humano cria o ambiente que dá forma ao seu desenvolvimento humano. Suas ações influenciam os diversos aspectos físicos e culturais que modelam sua ecologia, sendo este reforço o que faz os seres humanos para melhor ou para pior produtores ativos de seu próprio desenvolvimento (p. 37). Por isso não se pode negligenciar a presença das drogas nos microssistemas. A aceitação pelos professores e pelos educadores sociais de que a prevenção do abuso de drogas envolve informações e ações que auxiliam as crianças, os adolescentes, as famílias,

5 2929 a sociedade, a discernirem sobre a importância da permanente valorização da vida, teria, em muito, evitado os inúmeros desacertos que fizeram da escola (pública, em especial) um alvo freqente de descrédito, de violência, de ameaças e de exclusão (ASINELLI-LUZ, 2000, p.56). Os mecanismos de prevenção na educação social podem, então, reverter o processo de alienação do adolescente, auxiliando-o a desenvolver uma consciência crítica sobre as problemáticas que o rodeiam, tanto a sua própria como a problemática do mundo. Na escola este é o campo de ação da Pedagogia Social. Pedagogia Social e a prevenção do abuso de drogas O processo de globalização a que foi submetida, em especial, a sociedade ocidental, ao mesmo tempo em que empoderou importante parcela da população no mundo, também gerou exclusão social, reforçando a fragilidade das relações humanas e a vulnerabilidade de determinados grupos sociais. O tamanho do ônus a que foram submetidos os países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento provocou reações, principalmente no campo social. Neste contexto mundial, a Educação desponta como indicador de qualidade, promovendo uma série de avaliações que permitiu comparar o desempenho de estudantes em leitura, escrita e raciocínio matemático em diferentes países. No Brasil não foi diferente. Um conjunto de avaliações passou a envolver o cotidiano dos estudantes do ensino fundamental (IDEB), do Ensino Médio (ENEM) bem como os estudantes do ensino superior. Esta nova dinâmica provocou um olhar diferenciado para a Educação, compreendendo-a em sua complexidade e multidimensionalidade. Os registros de projetos socioeducacionais, que se multiplicam continuamente, são uma confirmação da diversidade e da diferenciação que atinge a área social (MACHADO, in: SILVA; SOUZA NETO; MOURA, 2011, p. 117), o aumento do investimento do setor privado em projetos sociais (responsabilidade social empresarial), bem como a proliferação de organizações não governamentais (ONGs) com atuação nos diferentes campos sociais. Nesse sentido, ganha força a educação social enquanto expressão da responsabilização da sociedade diante dos problemas humanos que a percorrem e que ela não pode radicar, sem mais, em determinismos e fatalismos de ordem individual, histórica, estrutural ou trancendente (CARVALHO; BAPTISTA, 2004, p.11). Os grandes conflitos, impasses e desafios da ação social surgem nesse complexo universo, assim como daí emerge o educador social enquanto profissional com finalidade fortemente formativa. A esse respeito,

6 2930 Freire (1996, p. 14) insiste em afirmar que formar é muito mais do que puramente treinar o educando no desempenho de destrezas. Transformar a experiência educativa em puro treinamento técnico é amesquinhar o que há de fundamentalmente humano no exercício educativo: o seu caráter formador (p. 33). No Brasil, Freire ainda se mantem como um dos principais expoentes da educação social, também nominada em alguns países de educação popular. Cada vez mais as intervenções socioeducativas envolvem questões de cidadania, socioambientais, culturais, dependência de drogas, etnicoraciais, de gênero, as violências, aspectos urbanos e rurais, nos espaços formais e não formais da educação, constituindo-se em objeto da Pedagogia Social. O vasto campo de atuação vem auxiliando na construção de sua concepção e consolidação enquanto ciência pedagógica no Brasil, assim como se faz presente em toda a América Latina e muitos países da Europa. Defende-se uma Educação para a democracia, a liberdade e a igualdade. Envolve-se família, escola, igreja, Estado, governo, magistratura, exército, associações culturais e profissionais, sindicatos, rádios, televisão e demais meios de comunicação, como partes da realidade social, responsáveis pela Educação Social de seus participantes, o que permite que seja interpretada como uma interação entre Sociologia e Pedagogia (MACHADO, in: SILVA; SOUZA NETO; MOURA, 2011, p. 122). Em se tratando de abuso de drogas na infância e na adolescência ou no meio familiar, a prevenção encontra na Pedagogia Social o seu fundamento para o desenvolvimento de habilidades prossociais que dificultem os processos de exclusão social, cujo custo social é muito alto. Além de afetar marcadamente o processo de aprendizagem, a autoestima, o autoconceito, o desenvolvimento humano de crianças e adolescentes, o abuso de drogas insere na dinâmica dos sistemas bioecológicos o medo social, cujos principais determinantes são a ignorância, o preconceito e a ausência de políticas sociais. Pesquisa realizada na cidade de Santo André, São Paulo, junto a personagens que tiveram suas vidas impactadas pela violência aponta que a violência relacionada ao tráfico de drogas e a violência policial juntamente com a violência doméstica, foram as mais mencionadas, aparecendo como um componente significativo no cotidiano das pessoas, assim como os adolescentes e jovens moradores de núcleos de favela apontam o mundo do tráfico como violento (BAIERL, 2004, p ). Libório e Koller (2009) em pesquisa junto a jovens brasileiros de dez cidades representando as cinco regiões sobre o desenvolvimento humano, identificam os fatores de risco e de proteção que envolvem jovens em situação de vulnerabilidade social. Identificam

7 2931 fatores de risco individuais (variáveis de personalidade, componentes genéticos, habilidades sociais e intelectuais pobres, histórias de abuso, por exemplo) e ambientais (vulnerabilidade socioeconomica, famílias numerosas, abusos, ausência de apoio familiar, baixa escolaridade, por exemplo); descrevem também fatores de proteção de três tipos: individuais, familiares e rede de apoio. Associados aos adolescentes, as oportunidades educacionais e o apoio social são os que mais se destacam entre os fatores de proteção, referendando a Pedagogia Social como necessário e importante campo educacional para o desenvolvimento da prevenção do abuso de drogas. Considerações finais A Pedagogia Social ganha status de Teoria de Educação Social em países como Espanha, Portugal, Argentina, Finlândia, Chile, Angola e muitos outros, em alguns deles com bases estruturais para garantir a formação específica de professor e educador social. No Brasil, algumas experiências já se fazem sentir e outras ganham espaços de discussão e debates acalorados em busca de contribuições para a consolidação de um conceito. Alguns pontos de vista, no entanto, já a reconhecem como uma ciência da educação voltada à prática social transformadora, acolhendo em suas bases os dilemas sociais humanos sob a égide da educação enquanto direito, na escola ou fora dela. É desta forma que a prevenção do abuso de drogas encontra respaldo pedagógico para que possa atuar com foco na pessoa e não na droga. Entende-se, no contexto da educação social que a droga, antes de ser um problema do indivíduo, é um sintoma de uma patologia social que, individualmente, interfere na dinâmica das funções superiores (pensamento, linguagem, ação) e, socialmente, devasta, instala o medo, onera, violenta e degrada as relações interpessoais. Nesta abordagem optei por utilizar a expressão prevenção do abuso de drogas por entender que a educação é essencialmente preventiva e a prevenção é prerrogativa da educação, bem como o termo abuso que, por se tratar da educação de crianças e adolescentes, qualquer contato com a droga já se caracteriza como uma situação de abuso, tendo em vista o que rege o Estatuto da Criança e do Adolescente (BRASIL, 1990) que proibe o acesso, aquisição ou contato com qualquer substância, lícita ou ilícita, que possa causar dependência ou colocar em risco a saúde e a proteção da criança e do adolescente.

8 2932 A prevenção do abuso de drogas envolve mudança do pensamento linear e cartesiano para o pensamento complexo e requer conhecimentos e atitude de diálogo entre diferentes áreas do conhecimento, buscando superar os mitos, o preconceito, o estigma, os medos, de tal forma a empoderar os sujeitos na busca de caminhos que promovam o desenvolvimento humano saudável. Reconhecer a Pedagogia Social como dinamizadora da possibilidade da educação para todos é o primeiro passo. REFERÊNCIAS AQUINO, Julio Groppa (Org.) Drogas na escola: alternativas teóricas e práticas. São Paulo: Summus, ASINELLI-LUZ, Araci. Educação e prevençaõ ao abuso de drogas: limites e possibilidades. Tese de Doutorado. Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo. São Paulo, BAIERL, Luzia Fátima. Medo social: da violência visível ao invisível da violência. São Paulo: Cortez, BRABO, Tânia Suely Antonelli Marcelino; REIS, Martha dos. (Org.) Educação, direitos humanos e exclusão social. São Paulo: Cultura Acadêmica, BRASIL. Ministério da Justiça. Conselho Federal de Entorpecentes. Legislação sobre entorpecentes no Brasil. Brasília: Imprensa Oficial, BRASIL. Ministério da Justiça. Estatuto da criança e do adolescente. Brasília, BRONFENBRENNER, Urie. Bioecologia do desenvolvimento humano: tornando os seres humanos mais humanos. Porto Alegre: Artmed, CARVALHO, Adalberto Dias de; BAPTISTA, Isabel. Educação social: fundamentos e estratégias. Porto: Porto Editora, COSTA, Antonio Carlos Gomes da. Pedagogia da presença. Belo Horizonte: Modus Faciendi, FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 30 ed. São Paulo: Paz e Terra, LIBÓRIO, Renata Maria Coimbra; KOLLER, Silvia Helena (Orgs). Adolescência e juventude: risco e proteção na realidade brasileira. São Paulo: Casa do Psicólogo, ROBAINA, José Vicente Lima. Drogas: o papel do educador na prevenção ao uso. Porto Alegre: Mediação, 2010.

9 2933 SILVA, Roberto da et al. (Org.). Pedagogia Social: contribuições para uma teoria geral da educação social. São Paulo: Expressão e Arte, 2011, v.2 SILVA, Roberto da.; SOUZA NETO, João Clemente; MOURA, Rogério. Pedagogia social. 2 ed. São Paulo: Expressão e Arte, 2011, v.1. TOGNETTA, Luciene Regina Paulino; VINHA, Telma Pileggi (Orgs.). Conflitos na instituição educativa: perigo ou oportunidade?: contribuições da psicologia. Campinas: Mercado das Letras, 2012.

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