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1 TÍTULO: OFICINAS PEDAGÓGICAS E A CONSTRUÇÃO COLETIVA DE UM PROGRAMA DE PREVENÇÃO AO USO DE DROGAS NAS ESCOLAS AUTORES: Elza Alves da Silva, José Marcos da Silva Costa, Janaína Cipriano do Nascimento, Jerônimo Viegas da Silva, Vagna Cristina; Profa.Vanda Maria da S. Alvarenga ÁREA TEMÁTICA: Educação Diante do aumento do consumo e do uso problemático de substâncias psicotrópicas na sociedade e de suas conseqüências na vida social, familiar e pessoal, de um modo geral, e, em especial, entre os estudantes, faz-se necessário construir instrumentos capazes de implementar, nas escolas, um projeto educativo que inclua a prevenção ao uso de drogas. Neste sentido, o presente projeto justifica-se ao propor esta construção num processo participativo e em consonância com as propostas de políticas de prevenção às drogas nas escolas e a própria demanda da comunidade. O presente projeto possui a preocupação primeira de contribuir com a discussão e inserção da temática das drogas na vida da escola e nas disciplinas escolares. Neste sentido, os educadores são considerados os principais agentes formadores num processo de educação preventiva, pois, fortalecem a relação - família, escola e comunidade - no resgate dos valores maiores da cidadania e de defesa da vida; bem como de resistência aos apelos desviantes, que são cada vez mais presentes em nosso meio, influenciando os jovens ao uso das diversas drogas, alem de outros comportamentos que prejudicam sua qualidade de vida. Na década de 1990 pudemos perceber, através de pesquisas realizadas pelo Centro Brasileiro de Informações Sobre Drogas Psicotrópicas CEBRID, quão grave foi, e continua sendo, o problema do uso de drogas psicotrópicas pela nossa juventude. Sem respeitar idade, sexo, cor ou classe social as drogas vem causando enormes prejuízos tanto ao indivíduo, quanto a família, a sociedade e ao Estado. Este último, tendo de arcar com despesas relacionadas ao tratamento de doenças provocadas pelas drogas, ao combate do narcotráfico e muitos outros. Embora este problema não seja novo, o fracasso da guerra contra às drogas exigiu novas posturas e a busca de alternativas mais eficazes para solucionar, ou, ao menos diminuir, os graves problemas provocados pelo uso e abuso de drogas na sociedade. Assim, tomou destaque a prevenção através de estratégias educativas.

2 A escola passa a ser reconhecida como espaço capaz de contribuir com a formação de indivíduos aptos a resistir as propostas desviantes e ter uma visão mais crítica sobre às drogas. Podendo, dessa forma, fazer escolhas mais conscientes e livres. O fato de reconhecermos o importante papel da escola na prevenção às drogas não significa que estejamos prontos, e nem os nossos educadores, para tratarmos do assunto de forma consistente. Através de visitas à algumas escolas, conversas com educadores, apresentação de palestras e debates, percebemos não apenas o despreparo, mas também o temor de muitos professores em abordar o assunto com seus alunos; e, mesmo quando o professor está qualificado e disposto, problemas estruturais e administrativos impedem uma ação mais eficaz no sentido da prevenção. Por outro lado, estes educadores estão desejosos que se faça a prevenção nas escolas, uma vez que eles estão em contado direto com alunos drogados e, até mesmo, com traficantes que não hesitam em vender drogas nos portões ou dentro das escolas. Preparar a escola para prevenir contra às drogas é um desafio. Estamos certos de que é possível, através de medidas educativas, criar na escola condições favoráveis para que nossos jovens saibam resistir e repudiar o uso de drogas. Isto, através de informações que estimulem os sentimentos de cidadania, amor e de valorização da vida. Com a Reforma do Ensino e a consolidação dos Parâmetros Curriculares Nacionais ( PNC,1997 ) que inclui os temas transversais vemos as condições reais para implementar um programa de prevenção capaz de se manter a longo prazo e surtir os efeitos benéficos de transformação no indivíduo e na sociedade, em consonância com os valores humana. São Paulo atualmente está com uma experiência de sucesso neste sentido através do programa: Prevenção também se ensina, e as nossas escolas também já estão trabalhando a temática. Por isso, nossa proposta não é de incluir a temática nas disciplinas, mas sim, transformar isto numa realidade, de forma a contemplar a especificidade das nossas escolas e da região. A abordagem desta temática para nós deve levar em conta os temores dos educadores, seus interesses em tratar ou não de temas relacionados às drogas; também considera a preocupação dos pais de alunos e seus interesses, além de reconhecer como desafio um movimento real de prevenção às drogas, que não esteja limitado a ações pontuais e desvinculadas de um projeto amplo e contínuo. Pois, se a prevenção não for

3 continuada, não será eficaz. Se não estiver incluída no projeto pedagógico da escola, não haverá tempo para ser tratada, ou será facilmente descartada. Acreditamos que incluir a temática das drogas nas diversas disciplinas e no projeto pedagógico da escola, assim como a forma mais eficaz de prevenção na escola é capacitar e dar apoio aos educadores, constituindo um pólo de mobilização tanto da família como de instituições da sociedade. Mas não basta instituir e lançar informações sobre as drogas para a escola. Esta precisa ser contextualizada. Isto só é possível se estudarmos a realidade local, conhecendo sua especificidade dentro de um contexto maior e produzindo material didático a partir de nossa própria realidade. Neste sentido, capacitar os educadores representa, além de dar informações científicas sobre drogas, torná-los conhecedores de sua própria realidade e capazes de despertar em seus alunos um sentimento de defesa da vida e dos valores sociais. Conhecer a realidade também significa transformar vivências de sala de aula e da comunidade em exemplos para reflexão e tomada de atitude, forjando em seus alunos um espírito de cidadania e de participação. Para implementação desta proposta, pensamos em cinco etapas fundamentais: a primeira representada por conferência para educadores e familiares dos alunos, onde, abordaremos a problemática de forma panorâmica, tratando dos diversos aspectos envolvidos: tipos de drogas, tipos de uso e de usuários, conceitos de dependência, codependência; fatores de risco, aspectos jurídicos, psicossociais e educacionais, e, o papel da escola. Este também será um momento para debate e tirada de dúvidas. Na etapa seguinte, são realizados oficinas com o objetivo geral de discutir a inserção da temática das drogas na vida da escola e nas disciplinas escolares e, também, elaborar uma proposta de plano de curso coerente com as carências de educadores e familiares. A terceira etapa é de pesquisa. Visa estudar a realidade local, levantar as informações demandadas na etapa anterior e elaborar módulos temáticos para o curso de capacitação de professores e formação de multiplicadores. A quarta etapa é o curso. Este poderá durar até dois meses e, através de oficinas, já estará sendo levado para a sala de aula. Na quinta etapa estaremos implementando, de forma definitiva, o programa de prevenção. Representa a continuação das etapas anteriores e o início de um processo que deverá fazer parte da vida da escola.

4 A análise que faremos será qualitativa e contínua. Terá como referência a mudança de atitude, diminuição de problemas com drogas e a melhoria na vida da escola. Finalmente, vale destacar que, quando falamos em prevenção às drogas, não estamos pretendendo tornar este tema em algo que sempre estará presente na escola e na sala de aula. Por acreditarmos que prevenção se faz com a valorização da vida, ao tratarmos de temas como ética, respeito as diferenças, direitos humanos, cidadania, ecologia e outros temas, também estamos fazendo prevenção mesmo reconhecendo que é importante tratar da temática de forma específica. O uso de substâncias psicotrópicas, apesar de estar inserido em diversas culturas e ao longo da história humana, neste século, alcança um perfil diferenciado e preocupante ao considerarmos o aumento do consumo e da dependência, principalmente entre os jovens. Em relação a esta problemática, é visível a preocupação dos pais e educadores no que se refere ao uso de psicotrópicos cada vez mais cedo pelo jovem. Os pais, por não saberem lidar com este problema, acabam transferindo para a escola a responsabilidade da educação e da prevenção ao uso de drogas. Por outro lado, os educadores também se encontram ansiosos e, em muitos casos, não foram preparados para a abordagem da temática com seus alunos. A Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) aponta a escola como o local mais adequado para o desenvolvimento de ações preventivas voltadas a melhoria da qualidade de vida (cf. TOZZI e BOUER, 1998). Para a UNESCO, a escola é mais do que um simples espaço de socialização do saber, onde os alunos passam boa parte da vida. É um ótimo local para a discussão e possibilidade de novas informações ( a partir da criação de novas alternativas para os alunos através de práticas educativas, esportivas e culturais ), proporcionando aos jovens, o espírito de trabalho em grupo, a disciplina, a mudança de posturas, atitudes e comportamentos. A prevenção ao uso e abuso das drogas já é uma proposição real da família, da sociedade e do Estado para as escolas. Saber o que fazer e quais caminhos tomar é uma preocupação comum para todos aqueles que se propõem a iniciar uma política de prevenção às drogas nas escolas. Tozzi e Bouer (1998) propõem algumas considerações que devem ser seguidas para a realização de ações preventivas no ambiente escolar:

5 A escola deve implantar ações que promovam o desenvolvimento humano: prevenção primordial ou primária; bem como respeito pôr si e pelos outros; ampliar a autonomia; preparar para a vivência democrática e para a cidadania; As ações desenvolvidas no ambiente escolar, devem estar inseridas no contexto histórico, político, econômico e sociocultural da região ao qual está inserida; As ações preventivas devem ser incorporadas ao Projeto Pedagógico da escola, garantindo assim sua continuidade. Devem ser realizadas pôr professores das mais diversas disciplinas, devidamente familiarizados e capacitados; A escola deve buscar a participação de todos os seguimentos da comunidade escolar, envolvendo pais e famílias, bem como a integração com outras entidades no bairro, município ou Estado; A continuidade das ações deve ser garantida por infra-estrutura institucional, pois as intervenções voltadas para a melhoria da qualidade de vida só surtem efeitos a médio e longo prazo. Para Lorencini, em seu artigo Enfoque contextual das drogas: aspectos biológicos, culturais e educacionais ( in Aquino, 1998 p. 40 ), "...a escola é um ambiente social adequado e propício para desenvolver a problematização da temática, discutindo estratégias de informação, orientação e intervenção para uma educação preventiva, em que participem alunos, pais, professores e a comunidade escolar e social em geral". Este autor sugere que, para desenvolver estas atividades, a escola deve dirigir algumas metas, que passaremos a citar: Repensar o programa de conteúdos e objetivos das disciplinas, de modo que a problemática das drogas seja contemplada. Conhecer o grau de disseminação das drogas entre os alunos. Possuir materiais didáticos como livros e vídeos especializados sobre o tema. Conseguir aglutinar alunos, pais, professores, funcionários, direção e especialistas em torno da discussão da temática (cf. op cit. p. 40). Para nós, caminhar com o objetivo de atingir estas metas representa a construção de um ambiente e de uma estrutura capazes de proporcionar a eficácia das ações preventivas. No Brasil, a inserção desta temática na vida escolar está prevista nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PNC) da Secretaria de Educação Fundamental (1997).

6 A forma de se trabalhar os temas transversais com as disciplinas tradicionais é possível de três modos diferentes: "a) Uma forma é entendendo que essa relação deve ser intrínseca, ou seja, não tem sentido existir distinções claras entre conteúdos tradicionais e transversais; b) Uma Segunda maneira é entendendo que a relação pode ser feita pontualmente, através de módulos ou projetos específicos em que (...) em determinados momentos do curso o professor de matemática deixaria de trabalhar somente sus disciplina e incorporaria algum tema transversal em suas aulas; c) Uma terceira maneira de conceber essa relação é integrando interdisciplinarmente os conteúdos tradicionais e os temas transversais" (Araújo in Aquino, 1998 p ). Estas três formas de conceber a inclusão dos temas transversais, mantém as disciplinas tradicionais como eixo central do sistema educacional, no qual os temas transversais vão girar em torno deles ou impregná-los. Mas, independente da forma de inserção da temática na vida da escola, a determinação de estratégias e de ações preventivas devem ser discutidas tanto com professores, como com os alunos e pais. É importante refletir sobre o contexto social e cultural da comunidade para produzir medidas eficientes e eficazes na prevenção às drogas; e, principalmente, deve-se estar aberto para discussões de novas propostas que viabilizem as ações preventivas. No contexto internacional, temos um movimento de combate e prevenção às drogas que mobiliza tanto a sociedade civil, como setores da política e da economia. A grande preocupação internacional com a problemática das drogas se confirma no Brasil, onde, entre outras pesquisas, o Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (CEBRID) Já realizou quatro levantamentos sobre o uso de drogas entre estudantes brasileiros, que revelaram, com números, um alto índice de uso de psicotrópicos entre estudantes e uma tendência de aumento de uso na vida pelas alunas, em especial, de substâncias lícitas como o álcool e o tabaco (nicotina). A análise destas pesquisas também revelou uma tendência de aumento de uso freqüente de maconha (canabis satica linné), ansiolíticos (tranquilizantes), anfetamínicos (combate a obesidade e/ou a fadiga) e cocaína nas dez capitais brasileiras onde foram realizados os levantamentos (cf. on line: drogas.com.br). Com base nestas informações, evidenciando o aumento do uso de drogas entre estudantes, é possível confirmar a importância do papel da escola para prevenir o uso de

7 drogas e propor alternativas capazes de atrair os jovens e adolescentes para o desenvolvimento de atividades saudáveis, voltadas para a valorização e a qualidade de vida. Neste sentido, a prevenção ao uso de drogas, não deve estar limitada a campanhas alarmistas sobre drogas, policiamento e repressão - que discrimina e exclui o usuário de drogas. Com um enfoque centrado na qualidade de vida, o jovem é visto dentro de um contexto e, são consideradas todas as formas de agressão impostas pelo modelo de sociedade dominante. A prevenção voltada para a qualidade de vida "Exige que o homem seja situado dentro de seu contexto concreto de vida. Ao discernir suas dificuldades, seus conflitos e sofrimentos decorrentes de desequilíbrios psicossociais e econômicos, torna-se possível a procura de soluções mais justas e mais condizentes com sua dignidade humana, possiveis de acarretar uma melhoria global de suas condições de existência"(bucher, 1996 p ). Neste sentido, Bucher afirma que a promoção da qualidade de vida deve permear todas as ações sociais e educacionais, tanto para adultos quanto para jovens, envolvendo aqueles valores universais que presidem um verdadeiro processo social - tolerância, solidariedade, paz, democracia, justiça e direitos humanos (op cit). Assim, temos nesta proposta, a preocupação não apenas de formar educadores e multiplicadores com conhecimentos sobre drogas e seus efeitos no indivíduo e na sociedade, mas também, refletir no sentido inverso, ou seja, sobre os diversos motivadores produzidos dentro da sociedade para o uso das drogas e para muitas outras atitudes de agressão ao corpo e a vida. Esta proposta está dividida em dois momentos fundamentais: primeiro, através de oficinas pedagógicas, se buscará identificar as possibilidades e limites dos professores, famílias e comunidade a respeito da temática. Neste sentido, serão desenvolvidas cinco oficinas relacionadas aos objetivos específicos deste projeto. Estas oficinas poderão durar entre duas e quatro horas podendo incluir atividades durante a semana para complementar as informações e são aplicadas conforme a disponibilidade de educadores e familiares dos alunos. Optamos por não incluir neste momento a participação direta dos alunos, por considerarmos que este momento ainda é um momento preliminar de capacitação dos educadores e familiares e por saber que estes estão em níveis diferentes

8 para a discussão do tema. Entretanto, as oficinas possibilitarão a troca de informações entre alunos e professores. O segundo momento, relacionado com o primeiro, está dividido em três fases: Inicialmente, estaremos pesquisando e organizando o material bibliográfico e documental necessário para a elaboração dos módulos para o curso que visa capacitar professores e familiares na abordagem da temática com crianças, adolescentes e jovens. Depois, iniciaremos o curso, que deverá ter a duração mínima de cinqüenta horas. Finalmente, teremos a implementação do programa de prevenção, junto aos alunos, através das disciplinas escolares. Diante das transformações ocorridas na sociedade e na educação, não é mais possível lograr êxito com a implantação de medidas e programas impositivos, nem para alunos, nem para professores. Qualquer ação educativa, hoje, deve considerar os atores envolvidos e oferecer oportunidades para que estes possam propor e construir projetos conforme seus próprios interesses e da comunidade em que vivem. As oficinas, enquanto espaços coletivos, proporcionam a participação e o envolvimento da comunidade em temas de seu interesse. São fundamentais no desenvolvimento de propostas e ações COM, e não PARA a comunidade, possibilitando assim, um maior comprometimento e estímulo à participação. Candau e Zenaide(1999 p ) consideram a oficina uma estratégia de formação privilegiada e assim a definem: "As oficinas são espaços de construção coletiva de um saber, de análise da realidade, de confrontação e intercâmbio de experiências, de exercício concreto dos direitos humanos. A atividade, a participação, a socialização da palavra, a vivência de situações concretas através de sóciodramas, a análise de acontecimentos, a leitura e discussão de textos, a realização de vídeo-debates, o trabalho com diferentes expressões da cultura popular, etc., são elementos presentes na dinâmica das oficinas. O desenvolvimento das oficinas, em geral, se dá através dos seguintes momentos básicos: aproximação da realidade/sensibilização, aprofundamento/reflexão, construção coletiva e conclusão compromisso. Para cada um desses momentos é necessário prever uma dinâmica adequada para cada situação específica, tendo-se sempre presente a experiência de vida dos sujeitos envolvidos no processo educativo". As autoras que mencionamos fazem referência a Gonzales (1987) para citar as principais características das oficinas: espaço para a vivência, a reflexão, a

9 conceitualização; síntese do pensar, sentir, agir. Lugar de manufatura-mentefatura; lugar de vínculo, da comunicação, da produção social de objetivos, acontecimentos e conhecimentos. Nas oficinas é possível fazer descobertas, propor novos caminhos e contestar valores contrários aos princípios de cada sujeito. Assim, ao privilegiá-la na abordagem de uma temática tão complexa e polêmica como as drogas, previne-se contra a perpetuação de tabus e paradigmas que não mais se sustentem na atualidade. As oficinas possuem momentos onde as mudanças começam a acontecer, pois, os indivíduos estão envolvidos, não apenas na aplicação de programas, mas na sua construção. É importante considerar que as oficinas não são um fim em si mesmas, mas parte de um conjunto de atividades destinadas a efetivação de ações voltadas para a prevenção ao uso e abuso de drogas no ambiente escolar. BIBLIOGRAFIA 1. ALMEIDA, Bernadete de Lourdes Figueiredo. Dinâmica de Grupo. Texto didático para a disciplina: tópicos especiais em Serviço Social. UFPB/CCHLA/DSS, Dinâmica com população. Texto didático para a disciplina: tópicos especiais em Serviço Social. UFPB/CCHLA/DSS, AQUINO, Júlio Groppa (org.). Drogas nas escolas: Alternativas teóricas e práticas. São Paulo: Summus, ARAÚJO, Ulisses de. Apresentação a edição brasileira de: MORENO, Monteserrat. Temas transversais em educação: bases para uma formação integral. Ed. 5. Trad. Cláudia Schulling. São Paulo: Ática, BERGERET, J. Toxicomanias: um enfoque pluridimensional. Trad. de Maria Tereza Baptista. Porto Alegre: Artes Médicas, Brasil. Secretaria de Educação Fundamentantal. Parâmetros Currculares Nacionais: Meio ambiente, saúde. Brasília, BUCHER, Richard (org.). Prevenção ao uso indevido de drogas 2. ed. Brasilia: EUB, V. 8. BUCHER, Richard. Drogas e sociedade nos tempos da Aids. Brasília, UNB,1996.

10 9. CANDAU, Vera (org.) e ZENAIDE, Maria Nazaré Tavares, et al. Programa nacional de Direitos Humanos. Aprendendo e ensinando direitos humanos. João Pessoa, CARMO-NETO, Dionísio Gomes do. Metodologia científica para principiantes. 3. ed. São Paulo: Atlas, COTRIN, Beatriz Carlini. Drogas: mitos e verdades. 8. ed. São Paulo, CRUZ, Amadeu Roselli (org.). Educação e prevenção ao abuso de drogas. Rio de Janeiro: Universidade Santa Úrsula, MORENO, Monteserrat. Temas transversais em educação: bases para uma formação integral. Ed. 5. Trad. Cláudia Schulling. São Paulo: Ática, SEIDL, Eliane Maria Fleury ( org. ). Prevenção ao uso indevido de drogas: diga sim à vida. Brasília: CEAD, UnB; SENAD/SGI/PR, v SILVA, Washington França da. PROERD - Programa Educacional de Resistência às Drogas e à violência. On line: em 03/07/ TIBA, Içami. Anjos Caídos: como pervenir e eliminar as drogas na vida do adolescente. 5. ed. São Paulo: Gente,1999. Coleção Integração Relacional. 17. TOZZI e BOUR in AQUINO, Júlio Groppa (org.). Drogas nas escolas: Alternativas teóricas e práticas. São Paulo: Summus, 1998.

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