CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO CEARÁ FACULDADES CEARENSES - CURSO DE DIREITO

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1 8 CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO CEARÁ FACULDADES CEARENSES - CURSO DE DIREITO ERIKA SANTOS DE OLIVEIRA A POLÍTICA DE ENFRENTAMENTO AO CRACK COM ENFOQUE NOS JOVENS USUÁRIOS NO PIOXII- FORTALEZA-CE, NOS ANOS DE 2010 A FORTALEZA 2013

2 9 ÉRIKA SANTOS DE OLIVEIRA A POLÍTICA DE ENFRENTAMENTO AO CRACK COM ENFOQUE NOS JOVENS USUÁRIOS NO PIOXII- FORTALEZA-CE, NOS ANOS DE 2010 A Monografia submetida à aprovação da Coordenação do Curso de Direito do Centro de Ensino Superior do Ceará/FAC, como requisito parcial para obtenção do grau de Bacharel em Direito, sob a orientação de conteúdo do Professor Martinho Olavo Gonçalves e Silva. FORTALEZA 2013

3 10 A POLÍTICA DE ENFRENTAMENTO AO CRACK COM ENFOQUE AOS JOVENS (13 A 17 ANOS) USUÁRIOS NO PIO XII- FORTALEZA-CE NOS ANOS DE 2010 A "O que me assusta não é a violência de poucos, mas a omissão de muitos. Temos aprendido a voar como os pássaros, a nadar como os peixes, mas não aprendemos a sensível arte de viver como irmãos." (Martin Luther King)

4 11 RESUMO Esse trabalho objetiva em realizar um estudo acerca da problemática causada pelo uso continuo do uso da droga crack por parte de adolescentes entre 13 e 17 anos de idade, no bairro de PIO XII do município de Fortaleza CE bem como informações acerca dos métodos de reconhecimento tais como: triagem por uso de instrumentos de fácil aplicação; critérios diagnósticos, abordagem aos usuários dependentes de crack; e relação às atitudes, prevenção, tratamento; recuperação; reinserção social, bem como a aceitabilidade do uso da Terapia Comunitária como forma de prevenção. A grande diversidade de pessoas envolvidas com o crack nessa região permite fazer uma breve analise de que o abuso de substâncias psicoativas é um problema de saúde pública da maior importância. Dados da Organização Mundial de Saúde no ano de 2004 apontam que cerca de 10% das populações dos centros urbanos de todo o mundo, consomem abusivamente substâncias psicoativas e o crack se destaca nesse cenário por ser uma droga de fácil acesso. A proliferação do vicio atinge os mais diferentes níveis sociais, fatores biológicos, genéticos, psicossociais, ambientais e culturais demonstra que a dependência de drogas é um estado total de dependência mental. No estado do Ceará, esse problema é avaliado de acordo com a frequência de internações em instituições psiquiátricas e casas de recuperação do estado. PALAVRAS CHAVES: JOVENS, DROGAS, VIOLÊNCIA, CRACK, PREVENÇÃO, POLÍTICAS PÚBLICAS.

5 12 ABSTRACT This paper aims to conduct a study of the problem caused by using overwhelming and continuous drug use crack in the neighborhood of Pius XII in Fortaleza EC as well as information about recognition methods such as screening tools for easy use application, diagnostic criteria, approach users crack addicts and their relationship attitudes, prevention, treatment, recovery, and social reintegration, as well as the acceptability of the use of Community Therapy for prevention. The great diversity of people involved with the crack in this region allows a brief analysis of the substance abuse is a public health problem of major importance. Data from the World Health Organization in 2004 showed that about 10% of the populations of urban centers around the world, consume psychoactive substances abuse and crack stands out in this scenario to be a drug of easy access. The proliferation of addiction reaches more different social levels, biological, genetic, psychosocial, environmental and cultural shows that drug addiction is a state of complete mental dependence. In the state of Ceará, this problem is rated according to the frequency of hospitalization in psychiatric institutions and houses state recovery. WORDS KEYS: YOUNG, DRUGS, VIOLENCE, CRACK, PREVENTION, PUBLIC POLICY.

6 13 SUMÁRIO INTRODUÇÃO CONCEITOS DE CRIANÇA E ADOLESCENTE O Crescimento do Consumo de Drogas na Infância e Juventude A Influência no Aumento da Dependência Química na Infância e Juventude O USO DO CRACK NO AMBIENTE ESCOLAR E FAMILIAR ARCABOUÇO NORMATIVO PERTINENTE AO ENFRENTAMENTO DA DEPENDÊNCIA QUÍMICA POLITICAS PÚBLICAS SOBRE DROGAS EM FORTALEZA Programas da Iniciativa Privada PERFIL DO USUÁRIO DE CRACK NO PIO XII ESTATÍSTICAS SOBRE DROGAS NO BAIRRO PIO XII ALTERNATIVAS DE ENFRENTAMENTO DA DEPENDÊNCIA QUÍMICA CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS... 41

7 14 LISTA DE SIGLAS CAPS-AD-Centro de Atenção Psicossocial CEBRID-Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicoativas CF- Constituição Federal CONAD-Conselho Nacional Antidrogas CP-Código Penal ECA- Estatuto da Criança e Adolescente FEBEM-Fundação Estadual para o Bem Estar do Menor FUNABEM- Fundação Nacional do Bem Estar do Menor FUNDAÇÃO- CASA-Fundação de Centro de Atendimento Socio-Educativo ao Adolescente PRONASCI-Programa Nacional sobre Drogas SAM- Serviço de Assistência ao Menor SENAD- Secretaria Nacional sobre Drogas SISNAD- Sistema Nacional Anti-Drogas SUS- Sistema único de saúde

8 15 AGRADECIMENTOS Agradeço primeiramente a Deus pelo dom da vida, por ter ouvido minhas orações e jejuns durante o meu curso de Direito e por todas as oportunidades que tive. Mais do que nunca, nessa etapa da vida, por ter se configurado um desafio concluir um curso superior, haja vista o longo período de esforço para ingressar na vida acadêmica. Agradeço imensamente aos meus pais que me ensinaram e estiveram sempre comigo, acreditando nos meus sonhos. Agradeço a todo corpo docente do curso de Direito da Faculdades Cearenses, especialmente, aos professores que me incentivaram nessa árdua caminhada. Faço um agradecimento em memória à secretária e responsável pelo Núcleo de Práticas Jurídicas, saudosa Dona Francisca. Expresso também meus agradecimentos a todos os meus colegas pela amizade, solidariedade e compreensão, inclusive na realização de todos os trabalhos em equipe. Agradeço também ao Prof. Martinho Olavo Gonçalves e Silva pela ajuda e orientação deste trabalho. Agradeço ainda os profissionais e amigos que contribuíram direta e indiretamente, para a realização deste trabalho. Agradeço às Escolas Municipais: Almerinda de Albuquerque; Luíza Távora; Profª Antonieta Carls localizadas no bairro PIO XII em Fortaleza-Ce, na pessoa dos seus Diretores e Coordenadores que me auxiliaram na concretização deste trabalho.

9 8 INTRODUÇÃO A pesquisa tem como objetivo promover um debate na sociedade e no poder público em relação ao uso indevido de crack pelos jovens, avaliando também a responsabilidade desse mesmo poder, ou seja, das autoridades em relação ao crack. É cada vez maior o número de crianças e adolescentes que se envolvem com drogas, trata-se de um grupo heterogêneo e flutuante. Nesse sentido, definir e identificar a população específica que por sua vez, representa uma das principais dificuldades para realização de pesquisas sobre o tema, assim como para a análise dos dados. No presente trabalho, foram coletadas informações sobre a situação de crianças e adolescentes em sua realidade escolar. Diante desse quadro, o consumo de drogas está presente no quotidiano, podendo inclusive, ser considerado como parte integrante de um estilo de vida específico do grupo, a inserção da droga na rotina da vida dessas crianças e adolescentes em virtude da forte influência da droga. O consumo de drogas, assim como o desenvolvimento da dependência, é permeado por inúmeras variáveis, a droga enquanto fator indispensável, as características pessoais e as condições oferecidas pelo meio também são fatores que contribuem significativamente. Quando se trata de crianças e adolescentes em situação ambiente escolar, indivíduo quanto o meio, estão particularmente fragilizados, e o terceiro fator, a droga, está mais disponível. Os estudos, que buscam ilustrar o consumo de drogas, são de extraordinária relevância para o norte adequado das políticas públicas. Esses estudos traçam um perfil da atualidade, atenuando, consequentemente, a chance de serem adotadas políticas públicas baseadas em simples especulações. Embora os jovens não alcancem a Lei atual de Drogas por serem inimputáveis de acordo com o Código Penal art.27 Caput, e por isso mesmo não tendo uma legislação especifica que merecem atenção.

10 9 Não é difícil chegar à conclusão que o grupo de crianças e adolescentes que tem ou já teve contato com as drogas, são reconhecidos pela relação das drogas e a violência, seja pela busca de prazer, fuga das condições de vida, outros fatores como a ausência da família, preconceito, falta de perspectiva são aspectos preocupantes. Estatísticas apontam que, um elevado consumo de drogas nessa população tem sido cada vez mais alto, no tocante aos estudantes da rede pública de ensino, os tipos de drogas como os solventes o crack e a maconha são as mais citadas. Diante disso, o presente trabalho tem como escopo atualizar e ampliar as informações sobre o consumo de drogas, notadamente o crack entre crianças e adolescentes na idade escolar do bairro PIO XII da cidade de Fortaleza-CE. Nesse sentido, o crack surge nos EUA em 1980, cujo nome vem do barulho que faz quando fumado, cerca de 10 anos esta droga se consolidou, extrapolando as fronteiras norte-americanas até chegar ao Brasil. A partir da cocaína, droga extraída por meios de processos químicos das folhas da Erythoxylon coca uma planta originária da América do sul.o crack em sua estrutura nada mais é do que o subproduto da pasta da cocaína, a partir de uma espécie de cocaína base ou seja a cocaína dissolvida na água acrescida de bicarbonato de sódio ou amônia, que aquecido separa a parte sólida da líquida, após a parte sólida secar, é cortada em forma de pedras, tornando-se mais acessível do que a cocaína propriamente dita, já que essa droga é de alto custo financeiro, o crack surge como alternativa de baratear o seu uso. O indivíduo que a utiliza sente uma intensa euforia, é de alta toxicidade, levando a deterioração biológica e mental do usuário em pouco tempo.

11 10 1. CONCEITOS DE CRIANÇA E ADOLESCENTE Nos dicionários da língua portuguesa, a palavra infância é denominada como o período de crescimento que vai do nascimento até o ingresso na puberdade, por volta dos doze anos de idade. A Convenção sobre os Direitos da Criança, aprovada pela Assembléia Geral das Nações Unidas, preceitua: criança são todas as pessoas menores de dezoito anos de idade". Norteia-se pela noção de que crianças e adolescentes são seres humanos que se encontram numa situação fática peculiar, qual seja, a de pessoas em fase de desenvolvimento físico, psíquico, emocional, em processo de desenvolvimento de sua potencialidade humana adulta...(toledo MACHADO 2003:50) Etimologicamente, a palavra infância vem do latim, infantia, e refere-se ao indivíduo que ainda não é capaz de falar. Essa incapacidade é atribuída à primeira infância, onde se estendem até os sete anos, que representaria a idade da razão. No entanto, a idade cronológica não é suficiente para caracterizar a infância. A infância, nessa perspectiva, deve ser compreendida como um modo particular de se pensar a criança, e não um estado universal, vivida por todos do mesmo modo. Uma vez, que a multiplicidade e a urgência tem ver por todas, desvincularmos a concepção de criança e de infância de uma ideia pré-concebida, seja ela qual for, no vislumbre de uma concepção pós-moderna de criança e infância, em algumas reflexões sobre o assunto temos que, infância tem um significado genérico e, como qualquer outra fase da vida, esse significado é função das transformações sociais, A sociedade tem seus sistemas de classes de idade e a cada uma delas é associado um sistema de status e de papel, a idade cronológica não pode abarcar a concepção contemporânea de criança, na busca da compreensão das raízes dessa reflexão. Atualmente, fala-se da adolescência como uma fase do desenvolvimento humano que faz uma ponte entre a infância e a idade adulta. Nessa perspectiva de ligação, a adolescência é compreendida como um período atravessado por crises,

12 11 que encaminham o jovem na construção de sua subjetividade. Porém, a adolescência não pode ser compreendida somente como uma fase de transição, uma vez que a adolescência é um período da vida humana entre a puberdade e a adultície, vem do latim adolescentia, adolescer. É comumente associada à puberdade, palavra derivada do latim pubertasatis, referindo-se ao conjunto de transformações fisiológicas ligadas à maturação sexual, que traduzem a passagem progressiva da infância à adolescência. De acordo com o ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente a separação entre criança e adolescente fundamenta-se tão somente em aspectos ligados a idade, não se levando em consideração o psicológico e o social. Dessa forma, ficou assim definida como criança a pessoa que tem 12 anos incompletos e o adolescente o que se encontra na faixa etária dos 12 aos 18 anos de idade. O que não se pode deixar de ressaltar é que a distinção pretendida pelo legislador não coincide com a evolução biológica de uma fase para outra. Na realidade, os conceitos de criança e adolescente diante dos limites etários são variáveis de país para país. O art. 2º do Estatuto refere-se à competência em razão da pessoa, o menor de 18 anos, dentro do conceito de "menor", distingue a situação da "criança" e do "adolescente, para os efeitos da lei, como criança a pessoa até 12 anos e adolescente aquela entre os 12 e os 18 anos de idade. A decisão de incluir na esfera de ação do Estatuto o menor de 18 anos está de acordo com a Convenção sobre os Direitos da Criança, que, como se sabe, em seu primeiro dispositivo, estabelece que, para os efeitos da mesma, "se entende por criança todo o ser humano menor de 18 anos". O art. 2º, excepcionalmente e quando disposto na lei, o Estatuto é aplicável aos que se encontram entre os 18 e os 21 anos, outro importante efeito do limite dos 18 anos refere-se à determinação da idade da imputabilidade penal. O Estatuto, seguindo a decisão adotada pela Constituição de 1988, estabelece que os menores de 18 anos são penalmente inimputáveis (art. 104), ficando sujeitos à s medidas previstas no mesmo, cuja decisão está de acordo com o espírito da Convenção sobre os Direitos da Criança.

13 O Crescimento do Consumo de Drogas na Infância e Juventude O relevante crescimento do consumo de drogas por adolescentes e jovens é comprovação cotidiana inclusive dos estudos científicos, embora o homem adulto faça uso de drogas desde seus primórdios, o abuso de drogas por adolescentes é reconhecidamente um problema social grave. Somente no século XX, ao final dos anos 50, houve os primeiros relatos com o uso de solventes. Nos anos 60, com os movimentos jovens ganhando força, com uso de substâncias químicas, principalmente a maconha e os alucinógenos, começaram a fazer parte de seu mundo e, desde então, as drogas fazem parte do cenário internacional. Pesquisadores vêm realizando estudos que evidenciem as razões pelas quais ocorre essa experimentação e o uso regular das substâncias que causam dependência, principalmente nesse período da vida. Quanto aos adolescentes, por viverem um período de intensas transformações físicas e psíquicas, constituem uma população de risco em relação ao uso de drogas. A produção científica sobre a adolescência e todas as suas implicações é vasta e pontuada por uma importante diversidade de abordagens. No entanto, vale mencionar que existe uma tendência popularizada a se associar essa fase do desenvolvimento humano a crises, problemas, tumultos, estresse e sofrimento, bem como considerar tais fatores inerentes a esse período de amadurecimento tanto físico como psicológico. Segundo essa concepção, para que o desenvolvimento ocorresse de maneira adequada, o jovem precisaria elaborar os chamados 'lutos da adolescência', ou seja, aceitar as perdas como requisitas necessários para viver positivamente a fase da adolescência. Revela, ainda, que estudos mais recentes apresentam uma outra e nova forma de ver a questão, considerando a adolescência como um tempo de

14 13 transformação que não é, necessariamente, de tumulto ou transtorno, embora possa trazer problemas para alguns. A adolescência, assim, é um interpretante das fronteiras entre o dentro e o fora, entre o subjetivo e o social, entre o público e o privado e, consequentemente, pode ser reveladora das patologias vigentes nesses espaços. Como momento de passagem, portanto, a adolescência comporta uma construção de fronteiras e, ao mesmo tempo, uma dissolução. A adolescência inclui um processo de transição onde conflitos de ambivalência raramente se revelam de modo direto, mas que devem ser responsabilizados pelas incongruências que constam da conduta do adolescente. Adolescentes. São seres humanos mais vulneráveis, dada a peculiar condição de pessoa ainda em processo de desenvolvimento de suas capacidades físicas, psíquicas, e emocionais.(toledo MACHADO,2003:171). Assim, a violência, a formação de grupos e gangues, o uso de drogas podem se revelar em fundamentos de pedidos individuais que vão buscar eco no âmbito da sociedade. Até o momento não se conhece nem um fator que, isoladamente, seja o determinante ou causador do uso, abuso ou dependência de drogas. Alguns fatores que contribuem para o uso de drogas pelos adolescentes foram identificados por pesquisadores, dentre eles, foram detectados a influência do grupo de iguais, a aprovação social, a ansiedade, a depressão, a disfunção familiar e o comportamento anterior de assumir riscos. As respostas hoje disponíveis resultam de estudos epidemiológicos, ou seja, da relação de diversos fatores de risco e de proteção associados ao uso de drogas. Assevera, contudo, que os fatores de risco ou de proteção não são determinantes; apenas aumentam ou diminuem, em diferente intensidade, a probabilidade de o evento ocorrer. Com relação especificadamente aos fatores de risco e de proteção juntamente com o uso de drogas por adolescentes e jovens, existe um significativo número de estudos que se assemelha e aponta como costumam interagir e se manifestar.

15 14 O comportamento antissocial persistente, com violação de normas sociais ou direitos individuais está frequentemente associado ao baixo rendimento escolar e a problemas de relacionamento com colegas, trazendo limitações acadêmicas e sociais ao indivíduo, ademais, são frequentes os comportamentos de risco envolvendo o uso de drogas e o relaciona também como fator associado ao comportamento antissocial, reconhecendo que esse envolvimento com drogas e gangues pode iniciar o jovem na criminalidade. O Estatuto da Criança e do Adolescente prevê através da abordagem socioeducativa, a intervenção não meramente punitiva do Sistema de Justiça, mas propõe um modelo de intervenção sistêmica, à medida que preconiza apreciar a amplitude do problema e possibilita ao adolescente refletir sobre seus atos e buscar novas formas de se relacionar no mundo. Importante se faz buscar estabelecer parâmetros que possibilitem uma intervenção integrada, mais eficiente e eficaz do Poder Público nas áreas da prevenção, repressão, recuperação e reinserção da grande parcela da juventude brasileira flagelada pelas drogas A Influência no Aumento da Dependência Química na Infância e Juventude Os adolescentes e as drogas têm convergido desastrosamente no chamado ao Nosso Tempo por uma mudança de sensibilidade quanto ao modo de configurar os desafios sociais (GROPPA,1998:70 ). A Dependência Química é entendida como um conjunto de fenômenos que envolvem o comportamento, a cognição e a fisiologia corporal consequente ao consumo repetido de uma substância psicoativa, associado ao intenso desejo de usar esta substância, juntamente com dificuldade em controlar sua utilização persistente apesar das suas consequências danosas. Na dependência geralmente há prioridade ao uso da droga em detrimento de outras atividades e obrigações sócio ocupacionais.

16 15 A tolerância é, portanto, a necessidade de crescentes quantidades da substância para se atingir o efeito desejado ou, quando não se aumenta a dose, é entendida também como um efeito acentuadamente diminuído com o uso continuado da mesma quantidade da substância, em relação ao grau, temos que a tolerância se desenvolve e varia imensamente entre as substâncias. Existe, no entanto, um padrão de uso repetido da substância que geralmente resulta em tolerância, abstinência e comportamento compulsivo de consumo da droga muito percebido em diagnóstico de dependência de substâncias, onde pode ser aplicado a qualquer classe de substâncias, em relação aos sintomas de dependência temos uma similaridade entre as várias substâncias, variando na quantidade e gravidade de tais sintomas entre uma e outra droga, seus sintomas psíquicos e sociais são decorrentes do fumo, por exemplo, são absolutamente menores do que aqueles da dependência ao álcool. Denomina-se como "fissura" o forte impulso subjetivo ou compulsão incontrolável para usar a substância, muito embora não seja especificamente relacionada como um critério, a fissura tende a ser experimentada pela maioria dos indivíduos com dependência de substância, especialmente o crack. Os adolescentes e jovens que fazem uso continuo de estimulantes podem desenvolver níveis gravíssimos de tolerância, por exemplo, como se necessitasse dez vezes mais quantidade depois de algum tempo. Com frequência, essas dosagens da tolerância seriam letais para uma pessoa não usuária. Em geral os adolescentes e jovens dependentes dedicam muito tempo obtendo a substância, usando-a ou recuperando-se de seus efeitos, em alguns casos de dependência todas as atividades dessas pessoas, giram em torno da substância. As atividades sociais, ocupacionais ou recreativas podem ser seriamente prejudicadas, abandonadas ou reduzidas em virtude da dependência ou uso bastante abusivo da substância, e o dependente pode afastar-se de atividades familiares a fim de usar a droga em segredo ou para passar mais tempo com amigos usuários da substância. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), as primeiras experiências com drogas ocorrem, frequentemente, na adolescência, vários

17 16 trabalhos, têm evidenciado a precocidade da faixa etária do início do uso de drogas, geralmente dentro da adolescência, entre 10 e 19 anos, fisiologicamente, na adolescência as regras costumam ser questionadas e contestadas e, juntando-se o fato desta ser uma época de grandes experimentações, daí surge o risco maior para o uso de drogas ilícitas, em especial o crack, que por ser uma doença complexa, exige tratamento longo e nem sempre eficaz.

18 17 2. O USO DO CRACK NO AMBIENTE ESCOLAR E FAMILIAR O consumo de drogas teve crescimentos consideráveis nos últimos anos, uma vez que as drogas não escolhe religião ou nível social, pois está presente em todos os lugares e realidades sociais e educacionais. O considerável crescimento das drogas pode ser atribuído a diversos fatores, em especial aos que se referem ao ambiente escolar onde a informação sobre drogas não tem a devida conscientização. A incompetência da política antidrogas do governo brasileiro é evidente diante de um cenário onde crianças se prostituem até por 1(um) real ou fazem qualquer outra coisa por uma pedra de crack. Daí a íntima relação entre o vício e a violência urbana (Rufino,2010:.78 ) A Conscientização juntamente com a prevenção do uso indevido de drogas é fundamental para a sensibilização sobre os riscos e perigos causados por elas. As ações de prevenção ao uso de drogas nas escolas não deveriam ser isoladas ou tratadas fora do contexto de uma prática pedagógica. A fragmentação social tem gerado no jovem a necessidade urgente de pertecer a um determinado grupo, para buscar um espaço de identificação.(groppa,1998:38) O papel da escola nesse sentido é fundamental, vai além da formação de cidadãos, uma vez participativos e capazes de analisar o que é devido ou não para sua formação, além das suas escolhas e o reflexo que isso afetará ou não a vida de outras pessoas. No entanto, o assunto não foge do contexto escolar no sentido de investir em formas de prevenção nas escolas, tratando-se de assuntos relacionados às drogas, sejam licitas ou ilícitas, de maneira que venha ter uma efetiva contribuição na formação e informações necessárias a serem passadas aos alunos bem como instituições educacionais. A escola como parte da sociedade, tem uma importância de se desenvolver tal assunto neste ambiente, este texto vem como intuito de contribuir e se fazer refletir sobre o que está se fazendo com o assunto drogas nas escolas e como podemos auxiliar nossas crianças e adolescentes na sua formação enquanto

19 18 sujeitos. Mostrando que prevenção é o caminho necessário para se coibir o uso/consumo de drogas. Em virtude dos problemas de saúde e violência que encontramos na sociedade, relacionados em grande medida ao consumo de drogas, e as dificuldades em debater tal assunto em relação à prevenção e ao consumo, que não é uma tarefa fácil. Porém é de fundamental importância nas instituições escolares Há poucas décadas as escolas omitiam incluir na proposta pedagógica atividades de prevenção com seus alunos ditos problema. Elas preferiam simplesmente expulsá-los, como forma de punição mesmo sendo contra a Lei, porem a intenção aqui não é achar culpados, até porque trabalhar o assunto drogas nas escolas não diz respeito somente a ela, mas a toda sociedade e família. Atualmente percebe-se que pouco mudou e se fez para melhorar em relação a esse assunto e foram tais acontecimentos que direcionaram nossos olhares para a pesquisa proposta. Importante se faz trabalhar o tema de uma forma que auxilie as instituições, uma vez que crianças e adolescente estão vivendo em uma sociedade em que as drogas estão presentes e por falta de melhores informações adequadas a este público os riscos são diários de se tornarem mais um usuário. É importante ter uma visão inovadora e desenvolver tal tema de uma forma mais pedagógica e dentro de um ambiente apropriado para nossos alunos. Surge neste contexto à necessidade de se olhar de frente esta situação e de se propor a solucioná-la, buscando iniciativas da comunidade docente para envolver essas crianças e adolescentes. E o primeiro passo é banir o discurso do aqui não tem, ou não existe drogas, e reconhecer que elas estão em todo lugar. Grande parte da literatura sobre o assunto, no tocante ao crack em ambiente escolar traz alternativas de base teórica e práticas, define que as drogas constituem um hábito, que têm atração por atuar no cérebro, modificando a sensibilidade, o modo de pensar e, muitas vezes, de agir. Isso inclui, além do crack, drogas como a maconha, cocaína, os medicamentos para emagrecer que contêm anfetaminas, a nicotina, o álcool e a cafeína.

20 19 Assim, as drogas são classificadas como drogas lícitas, que são aquelas permitidas por lei, as quais são compradas praticamente de maneira livre, e seu comércio é legal e como drogas ilícitas são as cuja comercialização é proibida pela justiça, estas também são conhecidas como drogas pesadas e causam forte dependência. As drogas psicoativas em especial o crack, agem no cérebro de várias maneiras: os estimulantes fazem o cérebro funcionar mais rapidamente, colocando-o sob um estado de alerta exagerado, causam euforia e sensação de bem-estar, com o consequente aumento da capacidade de trabalho. Como representantes principais desse grupo destacam-se as anfetaminas, o ecstasy e a cocaína;as drogas depressoras fazem com que o Sistema Nervoso Central (SNC) funcione de uma forma mais lenta, produzindo, assim, uma sensação de tranquilidade e de desligamento da realidade. São exemplos desse tipo de drogas os tranquilizantes e os barbitúricos; os alucinógenos, por sua vez, atuam perturbando o funcionamento do cérebro, eles não aceleram nem diminuem o ritmo do SNC, mas são capazes de provocar delírios, ilusões e alucinações acompanhados por relaxamento ou euforia. Alguns dos principais representantes desse grupo são a maconha, o LSD e o chá de cogumelos. Dentre as causas apontadas por autores relacionadas com o mundo escolar que podem levar ao uso de drogas, foi verificado que fatores como o baixo desempenho escolar em estudantes pode excluí-los, em algum grau do grupo de estudantes que têm mais sucesso, levando-os ao envolvimento com pares que apresentem problemas em aspectos escolares. O impacto do grupo é um fator que interfere no uso de substâncias psicoativas, e os autores evidenciam que quanto maior a associação com pares desviantes, maior a probabilidade de desvio e uso de drogas. No entanto, o fenômeno das drogas envolve múltiplos aspectos, tais como: psicológicos, sanitários, educativos, políticos e sociais, exigindo integralidade de saberes no que se refere a ações preventivas, de controle e de tratamento salientar que, embora o uso de drogas possa representar um sintoma da sociedade atual, os prejuízos e consequências dele decorrente não são inócuos e precisam ser tratados com cautela.

21 20 O uso indiscriminado de substâncias psicoativas lícitas e ilícitas tem causado impacto negativo em nível individual e social, estando diretamente relacionado ao aumento da criminalidade, marginalização e violência. Nessa perspectiva, em especial as atenções têm-se voltado ao aumento exponencial do consumo de substâncias por parte da população jovem e adolescente onde representa um grave problema mundial de saúde pública. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, estima-se que quase dois terços das mortes prematuras e um terço da totalidade de doenças em adultos são associadas a doenças ou comportamentos que começaram na sua juventude, como o abuso de drogas. A maioria dos estudos epidemiológicos brasileiros sobre o uso de drogas na população juvenil vem sendo conduzido no espaço escolar, estudos epidemiológicos são importantes na medida em que descrevem e retratam a distribuição dos estados ou acontecimentos relacionados à saúde de uma dada população. Nesse contexto do uso de drogas, tais estudos são de fundamental importância para avaliar a situação em prol do desenvolvimento futuro de estratégias preventivas e/ou tratamento.

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