DIAGNÓSTICO SETORIAL DESIGN BRASIL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DIAGNÓSTICO SETORIAL DESIGN BRASIL"

Transcrição

1 DIAGNÓSTICO SETORIAL DESIGN BRASIL 1 Setembo 2014

2 SUMÁRIO 01 Apresentação 02 Resumo 05 Nomenclatura do design 09 Breve relato sobre o design 12 Profissionais de design e seus mercados de atuação 18 Tipos de profissionais do design no Brasil 19 Atores do setor do design no Brasil A 20 O impacto do design na sociedade 24 Arranjo criativo do design no Brasil 25 Programas de incentivo ao design 29 Marco legal: design e econômia criativa 32 Formação 36 Conclusão 37 Bibliografia

3 APRESENTAÇÃO O presente documento é o relatório de diagnóstico para desenvolvimento do Plano Setorial de Design no marco das políticas públicas de cultura no Brasil desenvolvido junto à Secretaria da Economia Criativa, do Ministério da Cultura junto, e ao Colegiado de Design. As páginas seguintes contemplam a parte referente ao Diagnóstico Setorial do Design Brasileiro, cujo objetivo é conhecer o arranjo setorial atual para servir de base para o futuro Plano Setorial. Este relatório utilizou como fonte inicial o diagnóstico do Colegiado de Design realizado durante o ano de 2013 com o enfoque nas áreas de Produção Simbólica e Cultural; Cultura, Cidade e Cidadania; Cultura e Desenvolvimento Sustentável; Cultura e Economia Criativa e Gestão e Institucionalidade da Cultura, somado às pesquisas de fontes secundárias e conversas realizadas com especialistas na área durante o período de 02 de Abril a 15 de Abril de Este relatório tem como base diversos textos do Colegiado de Design que buscavam analisar o cenário atual do design durante o ano Com base nesses textos, a pesquisa ampliou o seu escopo, trazendo uma visão socioeconômica do Brasil e do setor de Design. Esse levantamento ocorreu através de conversas com especialistas da área e levantamento de dados secundários. O objetivo foi, não apenas analisa o design, mas, suas fronteiras mais extensas e os impactos que tecnologia, economia, sociedade e mercado trazem para o setor, para assim, projetar possíveis implicações futuras.

4 RESUMO Em outubro de 2009 foi aprovada a criação de um assento específico para o Design no Conselho Nacional de Políticas Culturais (CNPC) após gestão decisiva de João Roberto Peixe, designer que à época pertencia ao quadros do Ministério. O órgão tem como finalidade propor a formulação de políticas públicas para o desenvolvimento e o fomento das atividades culturais no território nacional através da articulação e o debate dos diferentes níveis de governo e a sociedade civil organizada. 2 Uma vez criado o assento para o Design o próximo passo era a eleição de representante e a criação de um colegiado setorial para a formulação do Plano Setorial de Design. A eleição dos representantes se deu em uma das etapas da II Conferência Nacional de Cultura, a Pré-Conferência Setorial, ocorrida em fevereiro de As Pré-Conferências foram instâncias de articulação local e regional, organizadas pelo Ministério da Cultura, de agentes culturais de cada uma das áreas artísticas e de patrimônio com assento no Conselho Nacional de Políticas Culturais. Esta reunião contou com a presença de delegados e convidados do Poder público e da sociedade civil. Para participar como delegado nesta reunião os designers interessados se cadastraram em uma ferramenta virtual oferecida pelo Ministério. Nove dos dez nomes escolhidos para serem delegados setoriais do design na II Conferência Nacional de Cultura foram indicados por aclamação. As delegações de cada uma das cinco regiões, exceto o Sul, indicaram dois representantes da sociedade civil. Com apenas uma delegada, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina teve representação menor. A plenária decidiu que a décima vaga deveria ser disputada por votação entre os profissionais de todos os estados. Foram quatro candidaturas e, ao final da escolha, o Design ficou assim representado: Centro-Oeste - José Merege, do Distrito Federal e Rejane Luiza Koppenhagen Wamzer, do Mato Grosso; Nordeste - Manuel Teles de Oliveira Filho, do Ceará e Wagner Braga Batista, da Paraíba; Norte- Fernanda Martins e Sâmia Batista, do Pará; Sudeste - Enil Almeida Brescia, de Minas Gerais e Patrícia Penna, de

5 São Paulo; Sul - Ana Brun, do Paraná; a 10ª vaga ficou com Bruno Lemgruber, do Rio de Janeiro. Os delegados da pré-conferência elegeram então uma lista tríplice com nomes para ocupar a cadeira no Conselho Nacional de Políticas Culturais (CNPC). Os escolhidos foram: Ana Brun (Paraná), Freddy Van Camp (Rio de Janeiro) e José Merege (Distrito Federal). O ministro da Cultura Juca Ferreira então escolheu Freddy Van Camp como Representante Setorial e José Merege, suplente. Uma vez que neste processo não foram eleitos delegados setoriais para o CNPC, o Plano Setorial não pode ser elaborado. O mandato de 2 anos finalizou em junho de 2011, quando foi iniciado processo de eleição de novos representantes junto ao CNPC e dos Colegiados Setoriais (ou renovação no caso de áreas que já possuíam) que assumiram o desafio de discutir e aprovar o Plano Setorial de Design, diretrizes que orientarão o Ministério da Cultura em suas ações relativas ao Design. O processo eleitoral contou com duas etapas, virtual e presencial. O Ministério abriu ferramenta virtual para cadastro de eleitores e delegados estaduais. Os interessados, ao se cadastrar como eleitores, podiam manifestar seu interesse em ser delegados setoriais publicando plataforma temática para a área. Após processo de votação os eleitos seguiram ao Fórum Nacional Setorial para a escolha dos delegados do Colegiado Setorial de Design e dos representantes no CNPC. Fernanda Martins, titular, e Daniela Garrossini, suplente, foram eleitas para um mandato de 2 anos. Para o colegiado setorial foram eleitos da região nordeste, Bia Simon, Carlo Freitas, Denise de Castro, Agostinho Lira, Wagner Batista, Renata Gamelo e Ticiano Arraes; da região norte, Fernanda Martins e Sâmia Batista; da região centro-oeste, Daniela Garrossini e Cleomar Rocha; da região sudeste, Mauro Pinheiro, Adalberto Bogsan Neto, Bernadete Teixeira, Zoy Anastassakis, Cecilia Consolo, Ruth Klotzel; da região sul, Miriam Zanini, Tulio Filho, Carol Fujita, Érico Fileno, Roselie Lemos, João Eduardo Sobral e Paulo Cardoso. Apesar de conseguirmos representantes de todas as regiões, designers do estados do Acre, Alagoas, Amapá, Amazona, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Sergipe, Tocantins, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Maranhão não se inscreveram para o processo. 3 O Colegiado Setorial reuniu-se em Brasília em março, ago e out no ano de 2013 e em duas ocasiões em 2014, 18 e 19 março e 12 e 13 de agosto Nestas ocasiões, além de assuntos relativos ao Ministério foram debatidos e construídos os temas

6 que comporiam o Plano Setorial. É importante ressaltar que foi necessário que grupo dedicasse a esta tarefa um tempo muito maior, à parte das reuniões do Colegiado, o que nos faz refletir sobre a necessidade de uma outra forma para a construção de Planos Setoriais. O Plano ora apresentado segue para consulta pública, consolidação das colaborações e posteriormente para a aprovação do CNPC. Uma vez aprovado orientará as políticas públicas para o Design no Ministério da Cultura. Espera-se que seja ferramenta de articulação com outras esferas do Governo de forma fortalecer a presença do Design no país e colaborar a sociedade brasileira como um todo. 4

7 NOMECLATURA DO DESIGN Palavra Design no Mundo Segundo Luiz Geraldo Ferrari Martins, a palavra desenho deriva da italiana disegno, vocábulo surgido em meados dos anos mil e quatrocentos, e que deu origem aos provincianismos usados em outras línguas tais como dessein, em francês, diseño, em espanhol, design, em inglês e desenho, no Brasil. Diferente das outras línguas, as palavras em italiano e português conservaram, basicamente, um sentido mais amplo ligado ao conceito originário, aquele que se referia não só a um procedimento, um ato de produção de um signo (de-signo), como também, e principalmente, ao pensamento, ao desígnio do mesmo ato. Como, por exemplo, no inglês, a existência de outras expressões como drawing, com outra raiz, trouxe um significado para cada um dos dois (designar\ projetar e desenhar) termos. 5 Mas, essa distinção, em inglês, entre drawing e design, acentua, ainda outra vez, o sentido original de disegno, no que se refere ao ato conceitual, estruturador do pensamento visual e de sua comunicação projetiva, que a língua inglesa soube, pode ou teve que destilar. (Martins, 2007) Tudo isso nos induziria a pensar como que praticamente estabelecida essa distinção entre o ato físico de desenhar ligado a to draw e o pensamento de produzir um plano, ligado ao termo design (idem, 2007), mas acontece que o design utiliza ferramentas de desenho e visuais para o exercício do seu fazer e também como forma de expressão do seu pensamento, criando, assim, uma relação quase indivisível do fazer e pensar através do desenho, visual e concreto.

8 Nomenclatura no Brasil A profissão de design, quando vem para o Brasil nas décadas de 50 e 60, chega com a tradução para Desenho Industrial. A maior razão para esta tradução se dá ao fato do vínculo da mesma com o objetivo inicial da profissão, que estava ligada ao desenho (em um sentido formal, projetual e de concepção) de objetos (escalonáveis) para a indústria (pesada, de bens duráveis e de consumo, principalmente). Desta forma, a tradução exerceria, em um primeiro momento, quase que um papel autoexplicativo do que viria ser a essa nova profissão que aportava no Brasil. Acontece que nem só objetos era (ou é) o resultado final do Desenho Industrial e, por isso, nem sempre a indústria (esse ponto será melhor explorado nos próximos capítulos) seria (e será) o cliente final do processo de Desenho Industrial (design) e, por isso, rapidamente esta expressão se demonstrou, e demonstra-se, limitadora. Design e inovação 6 Nesta tentativa de definição de nome e, por consequência, conceitual, vale ressaltar o caráter inovador do Design, que hoje vemos ganhando força como representado pelo texto a seguir. O design thinking é uma ferramenta que ajuda a empresa a pensar com a cabeça do consumidor. As aspirações do cliente são, então, decifradas e traduzidas em um objeto inovador, único. É como um design sob medida, não apenas pelo compromisso com a estética, mas, principalmente, pela funcionalidade. A essência desse processo de criação está em formular as perguntas certas. Para quem é esse produto? Quais são os concorrentes? Que hábitos e necessidades podemos identificar nas pessoas para diferenciar o portfólio? Todas essas questões podem ser resumidas em uma só sentença: de que produto as pessoas precisam? As respostas ajudarão os fabricantes a elaborarem uma estratégia eficaz de produção, distribuição e venda. O resultado deve seguir três requisitos. Precisa ser desejável, tecnicamente possível e mercadologicamente viável. (PADILHA, 2009) Aqui podemos perceber a ideia da abrangência de aplicação e também a valorização do pensar (thinking) design e como essa maneira de pensar e agir frente a um problema pode ser aplicada para diversos meios. Porém, o mais importante é capaci-

9 dade de criar e entender o novo, característica que está no cerne da profissão atual do design (Desenho Industrial). Design: Estética e lógica Desenho Industrial é uma atividade no extenso campo da inovação tecnológica, uma disciplina envolvida nos processos de desenvolvimento de produtos, ligada a questões de uso, produção, mercado, utilidade e qualidade formal ou estética dos produtos. (ICSDI apud CUNHA, 2000) Ao pensarmos em inovação e design, a qualidade formal estética, citada anteriormente em outros textos, tem peso igualitário às questões mais racionais, como uso e utilidade - que podem traçar aqui uma distinção ao exercício do artista que, conceitualmente, não vê a necessidade de colocar o caráter funcional em suas obras. Ou seja, para o designer o belo, apenas, não é o resultado final de seu trabalho, assim como, a função, não bela, também não o será. Outro ponto que vale uma reflexão está relacionado ao uso do conceito de inovação que, nesta definição, foca mais no caráter tecnológico do mesmo, deixando de lado o fator humano para qual todo o desenvolvimento foi focado e, como pudemos ver, superficialmente, em outros exemplos. 7 Conclusões preliminares Analisando as definições anteriores, podemos perceber interseções que ajudam a definir o campo central da profissão de design e salientar sua abrangência. Tais informações resultam na dificuldade de definição de atuação da área. 1) A palavra design é a que, hoje, melhor representa o exercício da profissão, assim como seus objetivos projetuais, neste relatório esta será a nomenclatura utilizada para todos os campos de atuação profissional, salvo quando houver a necessidade de ressaltar alguma prática especifica para auxiliar no diagnóstico setorial. 2) 2) Este diagnóstico também não tem como objetivo eleger nem formatar uma nova definição para o termo DESIGN, devido à amplitude que a profissão assume hoje no Brasil. Podemos considerar os vários aspectos, que ora são usados isolados, ora em conjunto, sob o conceito do DESIGN que permeia este documento. Os termos abaixo,

10 usados atualmente, no contexto dos negócios e meio acadêmico refletem a participação do Design no cenário econômico e cultural. Conceitos-chave: 8 Design - área de conhecimento, produção e ação; Design para inovação - design thinking - o design inserido nos processos para melhoria e desenvolvimento de ações, processos, produtos e serviços. Impacto econômico, social, cultural, simbólico, tecnológico, de uso. Gestão de Design - gestão de processos, sistemas, pessoas, produtos, serviços e ou marcas. Design centrado no ser humano (User Experience Design) (UxD ou UED) - processos, aplicações, métodos, técnicas e pesquisa para prever as experiências e torná-las sistematicamente satisfatórias para os usuários. Design de interação (Interation Design) (IxD) - processos, aplicações, métodos e projetos voltados para as diferentes plataformas tecnológicas de comunicação. Design de Produto - conceituação, concepção, formatação dos objeto, do uso, processo produtivo de fabricação. Design de Comunicação - códigos, símbolos, processos, aplicações, métodos e projetos voltados para as diferentes plataformas e sistemas de comunicação. Desde aplicações físicas em produtos à mídias impressas, digitais e audiovisuais. Design de Superfícies - pesquisa, desenvolvimento, processo, produção de materiais para superfícies táteis, simbólicas, culturais - econômico, social, cultural, estético, tecnológico, de uso, significado e humano. Design como criatividade - pesquisa, planejamento, produção e ação. Processo de conversão do aspecto econômico, social, cultural, estético, tecnológico, de uso, do manuseio, que gera significados para o ser humano.

11 BREVE RELATO SOBRE O DESIGN A história do Design se confunde com a própria história da humanidade, desde que o homem de forma consciente se apropriou de materiais disponíveis na natureza para conformar um produto com uma função específica. Da linguagem dos registros gráficos dos modos de viver e fazer, dos primeiros vasos elaborados para embalar água, vinho, ou azeite, até as sofisticadas plataformas tecnológicas de comunicação atuais, o Design tem estimulado a criatividade, a pesquisa de materiais, as técnicas e os processos produtivos. Ao longo de sua evolução assume diferentes conceitos, tomando feições diversas para se adaptar ao desenvolvimento do processo produtivo e às mudanças e exigências da sociedade. Como área, nasce quando as produções artesanais começaram a se organizar como indústria por volta do século XVIII, quando as fronteiras entre manufatura e arte ainda eram pouco definidas. Como profissão, propriamente dita, começa a ser disseminado na segunda metade do século XIX com a força do movimento Arts and Crafts na Inglaterra vitoriana. 9 Historicamente implicado na Revolução Industrial e associado ao século XX, o Design desenvolveu-se como protagonista da sociedade industrial para atender primeiramente às necessidades relacionadas aos aspectos formais e materiais dos objetos. Com as mudanças nas relações do homem com o seu meio e seus objetos, outros aspectos foram incorporados para assumir diferentes representações do contexto social. Se nos primeiros anos da Revolução Industrial os requerimentos do produto eram a produção em quantidade, à medida que a indústria entrou em plena operação, o Design integrou-se aos diferentes estágios do desenvolvimento do produto, introduzindo inovações, envolvendo questões relacionadas ao ambiente social, econômico e cultural, desde a concepção, passando por novas soluções no processo produtivo até a aparência final do produto. Decorrente do processo iniciado na Inglaterra, as experimentações pioneiras da Bauhaus na Alemanha, de 1920 a 1933, contribuíram para disseminação do Design, alinhando-o à arte, à técnica, ao marketing e às tecnologias, conforme as contingências econômicas ou quando a atividade se deslocava de um a outro contexto social, como

12 mediadora das outras áreas envolvidas na produção, concentrando todas as especificidades sob um mesmo eixo simbólico. Conduzido por diferentes correntes e direções, a inovação torna-se uma das principais razões para que o Design se integre à estrutura produtiva como vantagem estratégica e competitiva. Junto ao planejamento e à produção, a atividade passou a integrar as medidas e planos econômicos das grandes nações, desde os anos 1940, tornando- se o eixo de competitividade do século XXI. É parte integrante dos planos econômicos e considerado o fator responsável pelo sucesso da indústria de países como Japão, Inglaterra, Alemanha e Itália. A partir dos anos 1960, fica evidente que a dinamização e desenvolvimento das forças produtivas buscam a inovação, nos artefatos industriais aos sistemas complexos de comunicação. O Design se torna uma preocupação de todos que almejam o aumento da competitividade de seus produtos no cenário globalizado. 10 No Brasil, apesar de contar com iniciativas desde os anos 1950, quando Pietro Maria Bardi, abriu as portas da indústria paulista para os designers, os anos 1990 é que marcam a inserção do design no tecido econômico brasileiro, sendo oficialmente reconhecido como um dos mais importantes instrumentos para o aprimoramento dos bens aqui produzidos, através do Programa Brasileiro de Design do Ministério da Indústria do Comércio e do Turismo (1995). Integrado por instituições públicas e privadas, o programa se orientou com foco nas exportações e na promoção da Marca Brasil. No programa, a atividade convencionada como Design é a atividade especializada de caráter técnico científico, criativo e artístico, com vistas à concepção e desenvolvimento de projetos de objetos e mensagens visuais, que equacionem sistematicamente dados ergonômicos, econômicos, sociais, culturais e estéticos, que atendam de fato às necessidades humanas. Nessa perspectiva, desenha-se um conceito da atividade, que emerge do deslocamento da percepção dos valores tradicionais para outros que se relacionam ao bem-estar e qualidade de vida do indivíduo. É um instrumento de facilitação da interação humana com seu meio, seja transformando informações em códigos visuais, ou desenvolvendo ferramentas e equipamentos que ampliam a nossa capacidade física. É o desenvolvimento consciente do Design em toda sua complexidade, cuja premissa é a sustentabilidade social, cultural, econômica e ambiental, em todos os níveis das cadeias de valor. Desde o uso inteligente dos recursos materiais renováveis, até a gestão de resíduos e reuso dos objetos.

13 Uma das grandes mudanças historicamente observadas em relação ao processo do Design, refere-se a interrelação que deve existir entre os aspectos da concepção, produção e comercialização. Nesse processo abrange as vertentes articuladas do design - gráfico, produto, ambientes, web, dentre outras - para estabelecer as características externas e estruturais dos produtos e as suas propriedades comunicacionais e simbólicas. Nos objetos e equipamentos, na interface visual de uma máquina de lavar roupas, na orientação de pessoas dentro das cidades ou no painel do interior de um automóvel, o Design busca atender as expectativas do universo produtivo a partir dos anseios e necessidades da sociedade. Torna- se fator central para a humanização das tecnologias e para a troca econômica e cultural. Design é tanto um processo como um resultado, que traduz a cultura material e imaterial dos diferentes grupos e seus estilos de vida no contexto de um território. Design é cultura e identidade. É estratégia fundamental para agregar valor e conferir identidade a produtos, serviços e empresas. O Design brasileiro que ganha prêmios e tem visibilidade externa é, particularmente, portador de uma essência genuína que o torna distinto no ambiente da mundialização. Grandes empresas investem em Design. As pequenas unidades e comunidades produtivas também podem se beneficiar do Design, se ações forem implementadas para sua inserção. Distribuídas por todo o território brasileiro elas apresentam grande potencial de expansão. Com diferentes demandas, carregam implícitos valores produtivos locais, que podem ser ativados pela ação do Design, melhorando processos e destacando aspectos significativos das suas cadeias de valor e de suas identidades. 11

14 OS PROFISSIONAIS DE DESIGN E SEUS MERCADOS DE ATUAÇÃO O Brasil passa por um momento único em sua história, especialmente no que diz respeito a termos econômicos e sociais. De acordo com pesquisa PNAD/IBGE de 2012, o rendimento médio familiar aumentou em 23% nos últimos quatro anos, diminuindo o percentual das classes D e E, criando o losango social no lugar da pirâmide social que tínhamos até então. 12 O crescimento na renda familiar é responsável por impulsionar o consumo e trazer novas relações comportamentais com objetos e posses. Apesar do maior poder de compra, as camadas em ascensão social precisam fazer investimentos certeiros, suas compras devem trazer a melhor relação custo x benefício, ponderando questões como status de produto/marca e funcionalidade diante das necessidades cotidianas. Por sua vez, a população com alto poder aquisitivo busca se destacar da massa, então, preza por exclusividade, tanto em materiais quanto em processos produtivos e aspectos estéticos. Design em contexto Neste cenário, o design ganha papel fundamental no desenvolvimento de produtos e serviços que atendam a estes anseios populares, pois seu cerne está na observação e entendimento das capacidades humanas e na forma de interagir com o meio. O papel do designer é identificar, propor, eleger, projetar, soluções que ampliam nossas capacidades físicas (sensoriais e motoras) para promover uma melhor qualidade de vida. Para acompanhar esta oportunidade, vimos um crescimento no investimento do design, uma evolução dos seus significados e, por consequência, sua forma de atuação. Diversas empresa nacionais e multinacionais, dos mais variados portes, se prepararam para este cenário através do aumento dos times internos, da criação de

15 áreas ou setores específicos para atender a demanda interna de design e ou atuar como gestores na contratação de consultorias externas, no aumento do escopo das equipes, ou simplesmente, iniciando na contratação deste tipo serviço ou profissional. Além disto, diferentes fatores vêm contribuindo para a evolução do perfil profissional do designer. A carreira apresenta diversificação e especialização em razão de constantes transformações socioculturais e econômicas, e ainda há o impacto da aceleração científico-tecnológica. Nessa conjuntura dinâmica, o contexto de atuação do designer está progredindo em direção a uma perspectiva sistêmica. Desta forma, aliando a variedade de atuação do profissional à necessidade crescente de contratação e aos custos empregatícios, houve uma aceleração na consolidação do mercado de profissionais freelancers. Estes designers costumam trabalhar de forma informal, ou seja, sem qualquer registro ou contrato oficial com seu empregador. Assim, eles acabam por atuar em diversos campos, como consultores - para setor privado e ou público, como apoio a escritório e estúdios de design ou, como em muitos casos, de forma coletiva, junto com outros freelancers que tenham habilidades complementares, ou não, objetivando ter maior relevância frente ao mercado. Coletivos de design 13 Como uma forma de resposta à necessidade da industrialização aliada à nova realidade brasileira, ocorre a evolução do designer como construtor do sua própria ideia, o designer autônomo ou empreendedor. Estes profissionais costumam iniciar microempresas com seus pares e formar os chamados Coletivos de Design. A gênese destes ocorre por diversos fatores, tais como: crescimento profissional e pessoal, aprimoramento de ideias, aprendizado, experiência de trabalho em equipe ou, até mesmo, o reconhecimento diferenciado de seu trabalho. Normalmente possuem características e atividades mais relacionadas com as áreas de design gráfico, ilustração, desenvolvimento de trabalhos multimídia e o webdesign. Costumam reunir profissionais de áreas afins, como fotógrafos, redatores e programadores. A sua constituição acontece, geralmente, de maneira informal. E, na prática, por seu caráter informal enquanto empresa, não são encontrados dados consolidados sobre coletivos em levantamentos sobre o mercado atual de design no Brasil. Portanto, não temos medidas da grandeza destes em comparação a outras formas organizacionais.

16 Números do Design Nacional Vimos também nos últimos anos a dinâmica de aquisições, fusões e a criação de startups internas em empresas da indústria criativa já constituída. Toda esta nova dinâmica de mercado trouxe mudanças significativas no cenário do design atual, o que dificulta, ainda mais o levantamento de dados do setor, que já são escassos ou pouco aprofundados. As informações relativas ao ambiente profissional do design no Brasil encontram-se esparsas e parecem não revelar o real potencial panorama atual. Segundo dados definidos por meio de pesquisa no Relatório Design do Brasil, realizado pelo SEBRAE em 2011, e dados do site designbrasil.org.br, o Brasil contaria com aproximadamente 900 escritórios de design. Por este estudo, a Região Sudeste se apresenta como a que dispõe do maior número de empresas, contando com cerca 520 escritórios. Na sequência aparece o Sul com aproximadamente 200 empresas. O Nordeste possui cerca de 110 escritórios, o Centro-Oeste cerca de 60 empresas e o Norte conta com aproximadamente 20 escritórios. 14 À princípio, estes números poderiam ser validados através do cadastro na Receita Federal, por meio dos Códigos Nacionais de Atividades Econômicas (CNAE) ou pela Relação Anual de Informações Sociais (RAIS). Porém a informalidade, a busca pela redução da carga tributária, ou mesmo a proximidade com outras categorias como a Publicidade e o Desenvolvimento de Sistemas, por exemplo, acaba tornando inviável a validação. As estatísticas oficiais apontam que, quando analisada a CNAE referente ao Design e decoração de interiores, verifica-se em 2012: empregos de design em todo o território nacional. Quando avaliados os registros de empregos relacionados ao design, efetivados na CBO, no ano de 2012, visualiza-se somente um montante de 296 trabalhadores formais. Outro aspecto que contribui para que a validação não seja possível, é o fato dos escritórios possuírem muitas vezes, mais de um cadastro no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica, pratica também atribuída, em muitos casos, com o objetivo de redução de carga tributária. Associações e demais instituições O design nasce multifacetado e caminhará cada vez mais para uma entrega total sob um mesmo guarda-chuva, mais amplo, do design. Há indícios de um futuro promissor e mais abrangente para o design. Onde este será cada vez mais utilizado por empresas como ferramenta de inovação, pesquisa, estratégia e forma de pensar.

17 As especialidades de moda, produto, gráfico e interação vêm convergindo em soluções únicas de produtos e serviços voltados para indústria ou para a sociedade, através de dinâmicas participativas ou pelo simples processo criativo construtivo do design. Desta forma, as fronteiras que limitam e classificam o design tendem a desaparecer, aumentando sua capilaridade e, consequentemente, a complexidade de mapeamento do setor no Brasil. Este levantamento buscou as unidades de design dentro de empresas e instituições. Mas há poucas informações disponíveis, tampouco indicadores sobre este assunto, até o momento. Não há um banco ou qualquer ferramenta que congregue informações sobre os profissionais. Nem mesmo as associações profissionais existentes também são capazes de fornecer com exatidão o número de profissionais associados. Existe uma dificuldade natural no entendimento e delimitação do campo do design por parte de grande parcela da população e das outras linguagens da cultura, justamente pelo design se encontrar na interseção entre a cultura e as expressões da vida cotidiana, com a participação na indústria e impacto na economia. A própria natureza da área é a transversalidade, ou seja, o campo do design permeia as outras linguagens, estabelece relações e, muitas vezes, materializa a própria cultura. 15 O mercado também é formado por entidades representativas atuantes no setor através de diversas iniciativas. Essas instituições correspondem, também, a essa visão do design como linguagem transversal entre a cultura e economia. Possuem corpo diretivo, conselhos, e associados formais - todas com o intuito de difusão e melhoria das práticas profissionais e da cultura da profissão. As associações abrem a participação para profissionais do setor específico e a maioria busca criar um corpo crítico na região ou cidade onde estão instaladas. Algumas abrem a participação para estudantes em fase de conclusão de curso, professores da área, e outras filiam empresas fornecedoras do setor, mas a maioria busca, geralmente, apoio financeiro junto a essas empresas. O principal objetivo é conseguir representatividade para obter voz junto aos órgãos governamentais, não governamentais e a setores industriais. De forma geral, as associações trabalham para demonstrar a capacidade de contribuição do design para a inovação, o crescimento sustentado e o incremento na qualidade de vida, sendo através de metodologia e ferramenta de diferenciação de produtos, serviços e políticas públicas. Algumas concentram sua ação na promoção

Ministério da Cultura Secretaria de Articulação Institucional SAI

Ministério da Cultura Secretaria de Articulação Institucional SAI Secretaria de Articulação Institucional SAI O Processo de Construção do SNC Teresina-PI 04/Dez/2012 A Importância Estratégica do SNC Após os inúmeros avanços ocorridos nos últimos anos no campo da cultura

Leia mais

Ministério da Cultura Secretaria de Articulação Institucional SAI

Ministério da Cultura Secretaria de Articulação Institucional SAI Secretaria de Articulação Institucional SAI Seminário Metas do Plano e dos Sistemas Municipal, Estadual e Nacional de Cultura Vitória-ES 05/Dez/2011 Secretaria de Articulação Institucional SAI A Construção

Leia mais

AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA

AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA Miranda Aparecida de Camargo luckcamargo@hotmail.com Acadêmico do Curso de Ciências Econômicas/UNICENTRO Luana Sokoloski sokoloski@outlook.com

Leia mais

Atuação das Instituições GTP- APL. Sebrae. Brasília, 04 de dezembro de 2013

Atuação das Instituições GTP- APL. Sebrae. Brasília, 04 de dezembro de 2013 Atuação das Instituições GTP- APL Sebrae Brasília, 04 de dezembro de 2013 Unidade Central 27 Unidades Estaduais 613 Pontos de Atendimento 6.554 Empregados 9.864 Consultores credenciados 2.000 Parcerias

Leia mais

GOVERNO DO RIO DE JANEIRO Secretaria de Estado de Cultura Plano Estadual de Cultura

GOVERNO DO RIO DE JANEIRO Secretaria de Estado de Cultura Plano Estadual de Cultura GOVERNO DO RIO DE JANEIRO Secretaria de Estado de Cultura INTRODUÇÃO A Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro (SEC) está coordenando a elaboração do Plano Estadual de Cultura, a partir do diálogo

Leia mais

Entrevista Como é o trabalho desenvolvido pelo Departamento? Quantos Fóruns Permanentes de Micro e Pequenas empresas existem hoje?

Entrevista Como é o trabalho desenvolvido pelo Departamento? Quantos Fóruns Permanentes de Micro e Pequenas empresas existem hoje? Entrevista A diretora do Departamento de Micro, Pequenas e Médias Empresas do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Cândida Cervieri, foi entrevistada pelo Informativo RENAPI.

Leia mais

Com a sua atuação pró-ativa a SUCESU trouxe diversos benefícios em prol do setor que representa no Brasil, podendo destacar:

Com a sua atuação pró-ativa a SUCESU trouxe diversos benefícios em prol do setor que representa no Brasil, podendo destacar: Introdução É grande a parcela da população das nações mais desenvolvidas do mundo que está se organizando em sociedades e associações civis que defendem interesses comuns. Essas pessoas já perceberam que

Leia mais

Apoio à Inovação. Desenvolve SP 11 de novembro de 2014

Apoio à Inovação. Desenvolve SP 11 de novembro de 2014 Apoio à Inovação Desenvolve SP 11 de novembro de 2014 Quem somos Fundado em 20 de Junho de 1952 Empresa pública de propriedade integral da União Principal fonte de crédito de longo prazo para investimento

Leia mais

Esta publicação tem por objetivo apresentar o Programa Cultura Viva, de responsabilidade da Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural do

Esta publicação tem por objetivo apresentar o Programa Cultura Viva, de responsabilidade da Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural do Esta publicação tem por objetivo apresentar o Programa Cultura Viva, de responsabilidade da Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura, de modo a facilitar sua compreensão

Leia mais

2013 Inventta Todos os direitos reservados.

2013 Inventta Todos os direitos reservados. Agenda Quem Somos Gerindo a Inovação nas Empresas Estímulos Governamentais à Inovação Resultados da pesquisa FDC/Inventta Conclusões O GRUPO A Inventta é uma consultoria especializada em gestão da inovação,

Leia mais

AÇÕES DO PLANO NACIONAL DE CULTURA. Número da ação

AÇÕES DO PLANO NACIONAL DE CULTURA. Número da ação Meta Número da ação 1.1.1; 1.1.2; 1.1.3; 1.1.4; 1.1.5; 1.1.7; 1.1.8; 1.1.9; 1.2.3; 1.3.1; 1.4.2; 1.5.1; 1.5.2; 1.6.5; 1.7.1; 1.7.2; 1.7.4; 1.10.1; 1.10.3; 5.1.1; 5.1.4; 5.4.1; 5.4.2; 5.4.3 e 5.4.4 1.1.1

Leia mais

Financiamento de Projetos para a Inovação

Financiamento de Projetos para a Inovação GESTÃO Financiamento de Projetos para a Inovação Objetivos da Aula Conhecer sobre o financiamento de projetos de pesquisa aplicada; Conhecer a dinâmica do processo de elaboração de projetos de pesquisa

Leia mais

Política Nacional de Museus Bases para a Política Nacional de Museus

Política Nacional de Museus Bases para a Política Nacional de Museus Política Nacional de Museus Bases para a Política Nacional de Museus APRESENTAÇÃO Ao se propor a sistematização de uma política pública voltada para os museus brasileiros, a preocupação inicial do Ministério

Leia mais

Programa. orientações. Portal do Ministério da Cultura www.cultura.gov.br. Cultura Viva www.cultura.gov.br/culturaviva

Programa. orientações. Portal do Ministério da Cultura www.cultura.gov.br. Cultura Viva www.cultura.gov.br/culturaviva Programa Portal do Ministério da Cultura www.cultura.gov.br Cultura Viva www.cultura.gov.br/culturaviva orientações @DiversidadeMinC e @CulturaViva cidadaniaediversidade Secretaria da Cidadania e da Diversidade

Leia mais

Histórico do Programa Brasileiro do Design

Histórico do Programa Brasileiro do Design Histórico do Programa Brasileiro do Design 1995 Lançamento do Programa Brasileiro do Design; Exposição: "O Brasil Mostra sua Marca". 1996 Concurso da Logomarca do PBD; Estudo: "Design para a Competitividade".

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DO GT CAPOEIRA E EDUCAÇÃO

CONTRIBUIÇÕES DO GT CAPOEIRA E EDUCAÇÃO CONTRIBUIÇÕES DO GT CAPOEIRA E EDUCAÇÃO Este documento apresenta os resultados dos debates desenvolvidos pelo Grupo de Trabalho Capoeira e Educação, do 1º Encontro Regional do Programa Nacional de Salvaguarda

Leia mais

Programas de Apoio à Exportação

Programas de Apoio à Exportação INTERCÂMBIO COMERCIAL BRASIL / MERCOSUL Programas de Apoio à Exportação ENCOMEX JARAGUÁ DO SUL Flávio Martins Pimentel Coordenação-Geral de Programas de Apoio à Exportação MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO,

Leia mais

Inovar para competir. Competir para crescer.

Inovar para competir. Competir para crescer. Inovar para competir. Competir para crescer. Plano 2011/2014 Inovar para competir. Competir para crescer. Plano 2011/2014 sumário Plano Brasil Maior...7 Dimensões do Plano...8 Dimensão Estruturante...11

Leia mais

Entendendo custos, despesas e preço de venda

Entendendo custos, despesas e preço de venda Demonstrativo de Resultados O empresário e gestor da pequena empresa, mais do que nunca, precisa dedicar-se ao uso de técnicas e instrumentos adequados de gestão financeira, para mapear a situação do empreendimento

Leia mais

Ministério de Planejamento Orçamento e Gestão Secretaria de Orçamento Federal. Ações Orçamentárias Integrantes da Lei Orçamentária para 2012

Ministério de Planejamento Orçamento e Gestão Secretaria de Orçamento Federal. Ações Orçamentárias Integrantes da Lei Orçamentária para 2012 Programa 2047 - Micro e Pequenas Empresas Número de Ações 10 Tipo: Operações Especiais 0473 - Honra de Aval decorrente de Garantia do Risco das Operações de Financiamento a Micro, Pequenas e Médias Empresas

Leia mais

AOS CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DO BRASIL PROPOSTAS DE POLÍTICAS PARA A ÁREA DAS COMUNICAÇÕES

AOS CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DO BRASIL PROPOSTAS DE POLÍTICAS PARA A ÁREA DAS COMUNICAÇÕES AOS CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DO BRASIL PROPOSTAS DE POLÍTICAS PARA A ÁREA DAS COMUNICAÇÕES 1 Apresentação 1. As comunicações, contemporaneamente, exercem crescentes determinações sobre a cultura,

Leia mais

Economia criativa no Brasil: quadro atual, desafios e perspectivas

Economia criativa no Brasil: quadro atual, desafios e perspectivas Economia criativa no Brasil: quadro atual, desafios e perspectivas Armando Dalla Costa * Elson Rodrigo de Souza-Santos ** RESUMO - A cadeia produtiva da economia criativa no Brasil movimentou em torno

Leia mais

PLANO NACIONAL DE DANÇA

PLANO NACIONAL DE DANÇA PLANO NACIONAL DE DANÇA I APRESENTAÇÃO II - DIRETRIZES E AÇÕES II HISTÓRICO DO SETOR NO PAÍS III DIAGNOSE DE POTENCIAL E PONTOS CRÍTICOS DO SETOR IV DADOS DO SETOR PARA O SISTEMA DE INFORMAÇÕES E INDICADORES

Leia mais

EDITAL SENAI SESI DE INOVAÇÃO. Caráter inovador projeto cujo escopo ainda não possui. Complexidade das tecnologias critério de avaliação que

EDITAL SENAI SESI DE INOVAÇÃO. Caráter inovador projeto cujo escopo ainda não possui. Complexidade das tecnologias critério de avaliação que ANEXO II Caráter inovador projeto cujo escopo ainda não possui registro em base de patentes brasileira. Também serão considerados caráter inovador para este Edital os registros de patente de domínio público

Leia mais

AS COMPRAS GOVERNAMENTAIS E O SEBRAE. Denise Donati Coordenadora do Projeto Compras Governamentais Sebrae Nacional

AS COMPRAS GOVERNAMENTAIS E O SEBRAE. Denise Donati Coordenadora do Projeto Compras Governamentais Sebrae Nacional AS COMPRAS GOVERNAMENTAIS E O SEBRAE Denise Donati Coordenadora do Projeto Compras Governamentais Sebrae Nacional Desafio Fomentar o Uso do Poder de Compra do Governo Junto aos Pequenos Negócios para Induzir

Leia mais

RELATÓRIO DE CONCLUSÃO PLANO DE TRABALHO ACORDO DE COOPERAÇÃO FEDERATIVA MINISTÉRIO DA CULTURA E PREFEITURA DE PALMAS FUNDAÇÃO CULTURAL DE PALMAS

RELATÓRIO DE CONCLUSÃO PLANO DE TRABALHO ACORDO DE COOPERAÇÃO FEDERATIVA MINISTÉRIO DA CULTURA E PREFEITURA DE PALMAS FUNDAÇÃO CULTURAL DE PALMAS RELATÓRIO DE CONCLUSÃO PLANO DE TRABALHO ACORDO DE COOPERAÇÃO FEDERATIVA MINISTÉRIO DA CULTURA E PREFEITURA DE PALMAS FUNDAÇÃO CULTURAL DE PALMAS Palmas/TO, setembro 2013 Relatório de conclusão: Plano

Leia mais

POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA ESTEVÃO FREIRE estevao@eq.ufrj.br DEPARTAMENTO DE PROCESSOS ORGÂNICOS ESCOLA DE QUÍMICA - UFRJ Tópicos: Ciência, tecnologia e inovação; Transferência de tecnologia; Sistemas

Leia mais

ANÁLISE DO USO DOS INCENTIVOS FISCAIS À INOVAÇÃO EM 2012

ANÁLISE DO USO DOS INCENTIVOS FISCAIS À INOVAÇÃO EM 2012 Fevereiro 2014 Um olhar da Inventta: ANÁLISE DO USO DOS INCENTIVOS FISCAIS À INOVAÇÃO EM 2012 Maria Carolina Rocha, Marina Loures e Otávio Vianna 1. Introdução A Lei do Bem, cujo principal objetivo é promover

Leia mais

ECONOMIA DA CULTURA. Paula Porta Assessora especial do Ministro da Cultura e Coordenadora do Prodec MINISTÉRIO DA CULTURA

ECONOMIA DA CULTURA. Paula Porta Assessora especial do Ministro da Cultura e Coordenadora do Prodec MINISTÉRIO DA CULTURA MINISTÉRIO DA CULTURA ECONOMIA DA CULTURA UM SETOR ESTRATÉGICO PARA O PAÍS Paula Porta Assessora especial do Ministro da Cultura e Coordenadora do Prodec A produção, a circulação e o consumo de bens e

Leia mais

POLÍTICA DE INOVAÇÃO DA SOFTEX

POLÍTICA DE INOVAÇÃO DA SOFTEX POLÍTICA DE INOVAÇÃO DA SOFTEX Março de 2009 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO...4 1.1 Objetivos...4 1.2 Público alvo deste documento...4 2 GLOSSÁRIO...5 3 POLÍTICA DE INOVAÇÃO DA SOFTEX...7 3.1 Em relação aos ambientes

Leia mais

REDES DE PEQUENAS EMPRESAS

REDES DE PEQUENAS EMPRESAS REDES DE PEQUENAS EMPRESAS As micro, pequenas e médias empresas, em decorrência da globalização e suas imposições,vêm buscando alcançar vantagem competitiva para sua sobrevivência no mercado. CONTEXTO

Leia mais

BRDE INOVA. Joaçaba, 12 de maio de 2014. Apresentador: Paulo César Antoniollo

BRDE INOVA. Joaçaba, 12 de maio de 2014. Apresentador: Paulo César Antoniollo BRDE INOVA Joaçaba, 12 de maio de 2014 Apresentador: Paulo César Antoniollo Contextualização Primeiro Agente Financeiro do País credenciado junto ao BNDES Primeiro Agente Financeiro do País credenciado

Leia mais

CONSELHO TEMÁTICO DA MICRO, PEQUENA E MÉDIA INDÚSTRIA

CONSELHO TEMÁTICO DA MICRO, PEQUENA E MÉDIA INDÚSTRIA ASSUNTOS TRATADOS Cartilha sobre produtos e serviços bancários para Micro e Pequenos Empresários Apresentação dos cases de sucesso e fracasso no setor da Construção Civil Notícias sobre o Fórum Permanente

Leia mais

CHAMADA PÚBLICA MCT/FINEP PAPPE SUBVENÇÃO 02/2006

CHAMADA PÚBLICA MCT/FINEP PAPPE SUBVENÇÃO 02/2006 CHAMADA PÚBLICA MCT/FINEP PAPPE SUBVENÇÃO 02/2006 SELEÇÃO E CREDENCIAMENTO DE PARCEIROS PARA OPERAÇÃO DESCENTRALIZADA DO PROGRAMA DE APOIO À PESQUISA EM EMPRESAS NA MODALIDADE SUBVENÇÃO A MICRO E PEQUENAS

Leia mais

Redes sociais no Terceiro Setor

Redes sociais no Terceiro Setor Redes sociais no Terceiro Setor Prof. Reginaldo Braga Lucas 2º semestre de 2010 Constituição de redes organizacionais Transformações organizacionais Desenvolvimento das organizações articuladas em redes

Leia mais

Realização de rodas de conversa e de troca de conhecimento para intercâmbio do que foi desenvolvido e produzido.

Realização de rodas de conversa e de troca de conhecimento para intercâmbio do que foi desenvolvido e produzido. Realização de rodas de conversa e de troca de conhecimento para intercâmbio do que foi desenvolvido e produzido. Criar novos mecanismos de intercâmbio e fortalecer os programas de intercâmbio já existentes,

Leia mais

Soluções Simples www.designsimples.com.br solucoes@designsimples.com.br

Soluções Simples www.designsimples.com.br solucoes@designsimples.com.br Soluções Simples www.designsimples.com.br solucoes@designsimples.com.br C1 Introdução Este guia traz noções essenciais sobre inovação e foi baseado no Manual de Oslo, editado pela Organização para a Cooperação

Leia mais

DIRETRIZES DO FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/NÓS PODEMOS. (aprovada em 2010 e 1ª revisão em agosto de 2012)

DIRETRIZES DO FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/NÓS PODEMOS. (aprovada em 2010 e 1ª revisão em agosto de 2012) DIRETRIZES DO FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/NÓS PODEMOS (aprovada em 2010 e 1ª revisão em agosto de 2012) Artigo 1º O Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade/Nós

Leia mais

Contribuições do GT Capoeira, Profissionalização e Internacionalização

Contribuições do GT Capoeira, Profissionalização e Internacionalização Contribuições do GT Capoeira, Profissionalização e Internacionalização Este documento apresenta os resultados dos debates desenvolvidos pelo Grupo de Trabalho Capoeira, Profissionalização e Internacionalização,

Leia mais

MACRO-OBJETIVOS DO PROGRAMA MACRO-METAS DO PROGRAMA LINHA DO TEMPO

MACRO-OBJETIVOS DO PROGRAMA MACRO-METAS DO PROGRAMA LINHA DO TEMPO MACRO-OBJETIVOS DO PROGRAMA 1- FORTALECER O SETOR DE SOFTWARE E SERVIÇOS DE TI, NA CONCEPÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE TECNOLOGIAS AVANÇADAS; 2- CRIAR EMPREGOS QUALIFICADOS NO PAÍS; 3- CRIAR E FORTALECER EMPRESAS

Leia mais

FRANQUIA HOME OFFICE

FRANQUIA HOME OFFICE FRANQUIA HOME OFFICE SUMÁRIO QUEM SOMOS PREMIAÇÕES ONDE ESTAMOS NOSSO NEGÓCIO MULTIMARCAS MULTISERVIÇOS PERFIL DO FRANQUEADO VANTAGENS DA FRANQUIA CLUBE TURISMO DESCRITIVO DO INVESTIMENTO PROCESSO DE SELEÇÃO

Leia mais

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL Eixos Temáticos, Diretrizes e Ações Documento final do II Encontro Nacional de Educação Patrimonial (Ouro Preto - MG, 17 a 21 de julho

Leia mais

CONSELHO DE ARQUITETURA E URBANISMO DO PARANÁ CÂMARA TÉCNICA DE PATRIMÔNIO HISTÓRICO, CULTURAL E ARTÍSTICO ECONOMIA CRIATIVA

CONSELHO DE ARQUITETURA E URBANISMO DO PARANÁ CÂMARA TÉCNICA DE PATRIMÔNIO HISTÓRICO, CULTURAL E ARTÍSTICO ECONOMIA CRIATIVA CONSELHO DE ARQUITETURA E URBANISMO DO PARANÁ CÂMARA TÉCNICA DE PATRIMÔNIO HISTÓRICO, CULTURAL E ARTÍSTICO ECONOMIA CRIATIVA De acordo com o estudo do Instituto de Estudo Econômico Aplicado (Ipea), Panorama

Leia mais

Programa BNDES para o Desenvolvimento da Economia da Cultura BNDES Procult

Programa BNDES para o Desenvolvimento da Economia da Cultura BNDES Procult Programa BNDES para o Desenvolvimento da Economia da Cultura BNDES Procult IMPORTANTE O programa BNDES PSI reduziu as taxas de juros no apoio a bens de capital, inovação e exportação. Verifique se o seu

Leia mais

1. II Conferência Nacional de Cultura II CNC e Pré-conferências setoriais

1. II Conferência Nacional de Cultura II CNC e Pré-conferências setoriais 1. II Conferência Nacional de Cultura II CNC e Pré-conferências setoriais Nos dias 11 a 14 de março, o Ministério da Cultura e seus órgãos vinculados realizarão II Conferência Nacional de Cultura (II CNC).

Leia mais

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS ANEXO 1 MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS Este documento serve como base orientadora para a apresentação de propostas de Arranjos Produtivos Locais para enquadramento no

Leia mais

Regulamento Prêmio Sebrae de Jornalismo 6ª edição Nacional

Regulamento Prêmio Sebrae de Jornalismo 6ª edição Nacional Regulamento Prêmio Sebrae de Jornalismo 6ª edição Nacional 1. DOS OBJETIVOS DO PRÊMIO 1.1. O Prêmio Sebrae de Jornalismo (PSJ) é um concurso jornalístico instituído pelo Sebrae Nacional Serviço Brasileiro

Leia mais

ABDI A 2004 11.080) O

ABDI A 2004 11.080) O Atualizada em 28 de julho de 2010 Atualizado em 28 de julho de 2010 1 ABDI ABDI A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial foi instituída em dezembro de 2004 com a missão de promover a execução

Leia mais

BDMG. Linhas de financiamento para INOVAÇÃO

BDMG. Linhas de financiamento para INOVAÇÃO BDMG Linhas de financiamento para INOVAÇÃO Setembro/2015 Portfólio BDMG em Inovação Participação em fundos de investimento BDMG TEC Estruturação de parques tecnológicos Financiamentos a projetos inovadores

Leia mais

POLÍTICA DE PESQUISA, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO DA ELETROSUL

POLÍTICA DE PESQUISA, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO DA ELETROSUL POLÍTICA DE PESQUISA, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO DA ELETROSUL Departamento de Planejamento, Pesquisa e Desenvolvimento - DPD Diretoria de Engenharia 1 ÍNDICE 1 PÚBLICO ALVO... 3 2 FINALIDADE...3 3 FUNDAMENTOS...

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO Nº. 003/2013 PROCESSO SELETIVO DE CONTRATAÇÃO DE PESSOAL

EDITAL DE SELEÇÃO Nº. 003/2013 PROCESSO SELETIVO DE CONTRATAÇÃO DE PESSOAL EDITAL DE SELEÇÃO Nº. 003/2013 PROCESSO SELETIVO DE CONTRATAÇÃO DE PESSOAL A Fundação Interuniversitária de Estudos e Pesquisa sobre o Trabalho (UNITRABALHO), criada em 1996 com a missão de integrar universidades

Leia mais

PANORAMA EMPRESARIAL DO TURISMO RURAL BRASILEIRO 2010 TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES

PANORAMA EMPRESARIAL DO TURISMO RURAL BRASILEIRO 2010 TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES PANORAMA EMPRESARIAL DO TURISMO RURAL BRASILEIRO 2010 TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES Organizador Patrocínio Apoio PANORAMA EMPRESARIAL DO TURISMO RURAL BRASILEIRO 2010 O Turismo é uma das maiores fontes de

Leia mais

Propostas de Políticas OS PEQUENOS NEGÓCIOS COMO FORÇA INDUTORA PARA O DESENVOLVIMENTO LOCAL

Propostas de Políticas OS PEQUENOS NEGÓCIOS COMO FORÇA INDUTORA PARA O DESENVOLVIMENTO LOCAL Propostas de Políticas OS PEQUENOS NEGÓCIOS COMO FORÇA INDUTORA PARA O DESENVOLVIMENTO LOCAL CANDIDATOS A PREFEITOS E PREFEITAS MUNICIPAIS Pleito Eleitoral 2012 PROPOSTAS DE POLÍTICAS PÚBLICAS PARA A PROMOÇÃO

Leia mais

Abrasa - Ponto de Cultura, Internacional Brasileiros na Áustria.

Abrasa - Ponto de Cultura, Internacional Brasileiros na Áustria. 1 Abrasa - Ponto de Cultura, Internacional Brasileiros na Áustria. Quem somos: A Abrasa Associação Brasileiro-Afro-Brasileira para o Desenvolvimento da Dança, Cultura Educação e Arte, é uma Instituição

Leia mais

ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DO SETOR METAL MECÂNICO DO GRANDE ABC

ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DO SETOR METAL MECÂNICO DO GRANDE ABC ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DO SETOR METAL MECÂNICO DO GRANDE ABC TERMO DE REFERÊNCIA Nº 002/2009 SERVIÇOS DE CONSULTORIA DE COORDENAÇÃO DO PROJETO Contatos Luiz Augusto Gonçalves de Almeida (Relações Institucionais)

Leia mais

Agenda de Políticas para Inovação. Brasília, 14 de fevereiro de 2013

Agenda de Políticas para Inovação. Brasília, 14 de fevereiro de 2013 Agenda de Políticas para Inovação Brasília, 14 de fevereiro de 2013 Recursos Humanos para Inovação Horácio Lafer Piva - Klabin A Agenda Promover uma mudança no ensino brasileiro com direcionamento claro

Leia mais

Ata de Reunião. Data da Reunião: 02/07/2013 Horário: 10h00min às 18h00min Local: Apex Brasil.

Ata de Reunião. Data da Reunião: 02/07/2013 Horário: 10h00min às 18h00min Local: Apex Brasil. Ata de Reunião 1. IDENTIFICAÇÃO DA REUNIÃO Data da Reunião: 02/07/2013 Horário: 10h00min às 18h00min Local: Apex Brasil. Líder da Reunião: Regina Silvério Telefones: (61) 3426-0785 Ordem do dia: Reunião

Leia mais

Como o CERNE foi construído?

Como o CERNE foi construído? Por que CERNE? O movimento brasileiro de incubadoras vem crescendo a uma taxa expressiva nos últimos dez anos, alcançando uma média superior a 25% ao ano. Atualmente, as incubadoras brasileiras apóiam

Leia mais

MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL ROTAS DE INTEGRAÇÃO NACIONAL

MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL ROTAS DE INTEGRAÇÃO NACIONAL MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE INCLUSÃO PRODUTIVA ROTAS DE INTEGRAÇÃO NACIONAL O presente documento tem por objetivo

Leia mais

CONHEÇA OS NOSSOS PROJETOS

CONHEÇA OS NOSSOS PROJETOS CONHEÇA OS NOSSOS PROJETOS APRESENTAÇÃO Em Dezembro de 2004 por iniciativa da Federação das Indústrias do Estado do Paraná o CPCE Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial nasceu como uma organização

Leia mais

Da Ideia ao Recurso: apoio financeiro para Inovação Tecnológica

Da Ideia ao Recurso: apoio financeiro para Inovação Tecnológica Da Ideia ao Recurso: apoio financeiro para Inovação Tecnológica Christimara Garcia CEO Inventta+bgi São Paulo, 29 de abril de 2015 CONTEXTO BRASILEIRO APOIO DIRETO Captação de Recursos Evolução dos desembolsos

Leia mais

A importância do crédito para as pequenas e médias empresas. Condicionantes da oferta de crédito

A importância do crédito para as pequenas e médias empresas. Condicionantes da oferta de crédito A importância do crédito para as pequenas e médias empresas Condicionantes da oferta de crédito Distribuição de empresas por porte MICRO PEQUENA MÉDIA GRANDE 0,4% 0,7% 6,2% Micro e Pequenas empresas 98,9%

Leia mais

APRENDIZAGEM PROFISSIONAL

APRENDIZAGEM PROFISSIONAL APRENDIZAGEM PROFISSIONAL a LEI promove o Trabalho Decente para a Juventude e desenvolvimento social e econômico para o Brasil Departamento de Políticas Públicas de Trabalho, Emprego e Renda para Juventude

Leia mais

Uma situação típica...

Uma situação típica... Uma situação típica... A Empresa X é do setor têxtil Tamanho - Micro-Pequena (9 Operários) Produção Diversificada (aproximadamente 800 itens) Cartela de cores com aproximadamente 100 cores variáveis Pedido

Leia mais

PROJETO SEMANA CULTURA VIVA 10 ANOS DE CIDADANIA E DIVERSIDADE CULTURAL

PROJETO SEMANA CULTURA VIVA 10 ANOS DE CIDADANIA E DIVERSIDADE CULTURAL MINISTÉRIO DA CULTURA SECRETARIA DA CIDADANIA E DA DIVERSIDADE CULTURAL PROJETO SEMANA CULTURA VIVA 10 ANOS DE CIDADANIA E DIVERSIDADE CULTURAL Brasília, Novembro de 2014. APRESENTAÇÃO A primeira Semana

Leia mais

Rede Brasileira de Produção mais Limpa

Rede Brasileira de Produção mais Limpa Rede Brasileira de Produção mais Limpa Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável SENAI Sistema FIERGS Rede Brasileira de Produção mais Limpa PARCEIROS Conselho Empresarial Brasileiro

Leia mais

Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento

Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento Marcelo de Paula Neves Lelis Gerente de Projetos Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental Ministério das Cidades Planejamento

Leia mais

Perspectivas para o Mercado de Sw & Serviços de TI:

Perspectivas para o Mercado de Sw & Serviços de TI: Perspectivas para o Mercado de Sw & Serviços de TI: Política Industrial & Plano de Ação C,T&I 2007-2010 Ministério da Ciência e Tecnologia Secretaria de Política de Informática - SEPIN outubro/2010 Agenda

Leia mais

Por que o empreendedorismo [junto com o capital intelectual] deve ser adotado como área estratégica no planejamento estratégico da Suframa?

Por que o empreendedorismo [junto com o capital intelectual] deve ser adotado como área estratégica no planejamento estratégico da Suframa? Por que o empreendedorismo [junto com o capital intelectual] deve ser adotado como área estratégica no planejamento estratégico da Suframa? 1 O empreendedorismo é uma revolução silenciosa, que será para

Leia mais

Avaliação das Políticas de. Incentivo à P&D e. Inovação Tecnológica no Brasil. João Alberto De Negri * Mauro Borges Lemos **

Avaliação das Políticas de. Incentivo à P&D e. Inovação Tecnológica no Brasil. João Alberto De Negri * Mauro Borges Lemos ** Avaliação das Políticas de Incentivo à P&D e Inovação Tecnológica no Brasil João Alberto De Negri * Mauro Borges Lemos ** NOTA TÉCNICA IPEA Avaliação das Políticas de Incentivo à P&D e Inovação Tecnológica

Leia mais

1º FÓRUM UNIÃO DE EXPORTADORES CPLP 26 E 27 DE JUNHO DE 2015 CENTRO DE CONGRESSOS DE LISBOA. JUNTOS IREMOS LONGE www.uecplp.org

1º FÓRUM UNIÃO DE EXPORTADORES CPLP 26 E 27 DE JUNHO DE 2015 CENTRO DE CONGRESSOS DE LISBOA. JUNTOS IREMOS LONGE www.uecplp.org 1º FÓRUM UNIÃO DE EXPORTADORES CPLP 26 E 27 DE JUNHO DE 2015 CENTRO DE CONGRESSOS DE LISBOA JUNTOS IREMOS LONGE www.uecplp.org CONCEITO Realização do 1º Fórum União de Exportadores CPLP (UE-CPLP) que integra:

Leia mais

AÇÕES INTEGRADAS Inovação e tecnologia Sistema Indústria incentiva projetos de inovação 4

AÇÕES INTEGRADAS Inovação e tecnologia Sistema Indústria incentiva projetos de inovação 4 AÇÕES INTEGRADAS Inovação e tecnologia Sistema Indústria incentiva projetos de inovação 4 IEL Nova gestão Diretor-geral projeta crescimento do Instituto 8 Curso BSC Capacitação abrange mais de 700 funcionários

Leia mais

As Compras Públicas, Simplificação, Sustentabilidade e Micro e Pequenas Empresas. Maurício Zanin Consultor SEBRAE Nacional

As Compras Públicas, Simplificação, Sustentabilidade e Micro e Pequenas Empresas. Maurício Zanin Consultor SEBRAE Nacional As Compras Públicas, Simplificação, Sustentabilidade e Micro e Pequenas Empresas Maurício Zanin Consultor SEBRAE Nacional OBJETIVO DAS NORMAS (linhas da esquerda para a direita) 8.666/93 Lei Geral de

Leia mais

Atribuições federativas nos sistemas públicos de garantia de direitos

Atribuições federativas nos sistemas públicos de garantia de direitos Atribuições federativas nos sistemas públicos de garantia de direitos Atribuições federativas nos sistemas públicos de garantia de direitos Características da Federação Brasileira Federação Desigual Federação

Leia mais

As MPE s como eixo central de cadeias produtivas

As MPE s como eixo central de cadeias produtivas As MPE s como eixo central de cadeias produtivas Guilherme Lacerda Diretor de Infraestrutura Social, Meio Ambiente, Agropecuária e Inclusão Social Madrid Outubro 2012 MPEs Importância, Desafios e Contribuições

Leia mais

Experiência: Projeto Rede Nacional de Agentes de Comércio Exterior Redeagentes

Experiência: Projeto Rede Nacional de Agentes de Comércio Exterior Redeagentes Experiência: Projeto Rede Nacional de Agentes de Comércio Exterior Redeagentes Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior em parceria com o Ministério do Trabalho e Emprego (através do

Leia mais

Agosto. São Paulo Brasil. connectedsmartcities.com.br

Agosto. São Paulo Brasil. connectedsmartcities.com.br 03 a 05 Agosto 2015 São Paulo Brasil connectedsmartcities.com.br Por que Connected Smart Cities? As grandes e modernas cidades são, talvez, as mais importantes realizações do homem, por serem responsáveis,

Leia mais

PROPOSTA. Plano de Trabalho do Comitê Temático de APLs de Base Mineral 2011/ 2012.

PROPOSTA. Plano de Trabalho do Comitê Temático de APLs de Base Mineral 2011/ 2012. PROPOSTA Plano de Trabalho do Comitê Temático de APLs de Base Mineral 2011/ 2012. 1 Apresentação No campo da Política Nacional de Apoio aos Arranjos Produtivos Locais (APLs), o Grupo de Trabalho Permanente

Leia mais

RELATÓRIO DE ATIVIDADES 2013

RELATÓRIO DE ATIVIDADES 2013 RELATÓRIO DE ATIVIDADES 2013 Instituto Lojas Renner Instituto Lojas Renner Promover a inserção de mulheres no mercado de trabalho por meio de projetos de geração de renda é o objetivo do Instituto Lojas

Leia mais

PLANO DIRETOR 2014 2019

PLANO DIRETOR 2014 2019 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PESQUISA E INOVAÇÃO INDUSTRIAL EMBRAPII PLANO DIRETOR 2014 2019 1 Índice 1. INTRODUÇÃO... 4 2. MISSÃO... 8 3. VISÃO... 8 4. VALORES... 8 5. OBJETIVOS ESTRATÉGICOS... 8 6. DIFERENCIAIS

Leia mais

INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE. Palestra para o Conselho Regional de Administração

INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE. Palestra para o Conselho Regional de Administração INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE Palestra para o Conselho Regional de Administração 1 O QUE É O SEBRAE? 2 O Sebrae O Serviço de Apoio às Micros e Pequenas Empresas da Bahia

Leia mais

Profa. Dra. Cristina Castro Lucas de Souza Depieri

Profa. Dra. Cristina Castro Lucas de Souza Depieri Inovação e Tecnológia na Gestão Pública Profa. Dra. Cristina Castro Lucas de Souza Depieri Doutorado em Administração (UnB) Mestrado em Contabilidade e Controladoria (UFMG) Graduação em Ciências Contábeis

Leia mais

PLANO SETORIAL DAS ARTES VISUAIS

PLANO SETORIAL DAS ARTES VISUAIS PLANO SETORIAL DAS ARTES VISUAIS DOCUMENTO BASE: Secretaria de Políticas Culturais - SPC Fundação Nacional de Artes FUNARTE Câmaras Setoriais de Artes Visuais MARÇO DE 2009 CAPÍTULO I DO ESTADO FORTALECER

Leia mais

$55$1-26/2&$,6 CARACTERÍSTICAS GERAIS DO APOIO A ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS. Angela Maria Medeiros M. Santos Lucimar da Silva Guarneri*

$55$1-26/2&$,6 CARACTERÍSTICAS GERAIS DO APOIO A ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS. Angela Maria Medeiros M. Santos Lucimar da Silva Guarneri* CARACTERÍSTICAS GERAIS DO APOIO A ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS Angela Maria Medeiros M. Santos Lucimar da Silva Guarneri* * Respectivamente, gerente setorial de Indústria Automobilística e Comércio e Serviços

Leia mais

Ministério da Cultura

Ministério da Cultura SISTEMA NACIONAL DE CULTURA Processo de articulação, gestão, comunicação e de promoção conjunta de políticas públicas de cultura, mediante a pactuação federativa. Objetivo Geral do SNC Implementar políticas

Leia mais

INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E A ESTRATÉGIA DO SENAI PARA APOIAR A COMPETITIVIDADE DA INDÚSTRIA BRASILEIRA

INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E A ESTRATÉGIA DO SENAI PARA APOIAR A COMPETITIVIDADE DA INDÚSTRIA BRASILEIRA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E A ESTRATÉGIA DO SENAI PARA APOIAR A COMPETITIVIDADE DA INDÚSTRIA BRASILEIRA Inovação é o que distingue um líder de um seguidor. Steven Paul Jobs Grandes ideias mudam o mundo. Missão

Leia mais

PROJETO DE CIDADANIA

PROJETO DE CIDADANIA PROJETO DE CIDADANIA PROJETO DE CIDADANIA A Anamatra A Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho Anamatra congrega cerca de 3.500 magistrados do trabalho de todo o país em torno de interesses

Leia mais

Pesquisa: Fomento para inovação nas Empresas Brasileiras

Pesquisa: Fomento para inovação nas Empresas Brasileiras CI1306 Pesquisa: Fomento para inovação nas Empresas Brasileiras Raoni Pereira, Hérica Righi, Marina Loures, Tiara Bicalho, Janayna Bhering, Bárbara Xavier - Núcleo de Inovação A Introdução inovação configura-se

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS, GERAÇÃO DE EMPREGO E INCLUSÃO SOCIAL. XII Seminario del CILEA Bolívia 23 a 25/06/2006

DESENVOLVIMENTO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS, GERAÇÃO DE EMPREGO E INCLUSÃO SOCIAL. XII Seminario del CILEA Bolívia 23 a 25/06/2006 DESENVOLVIMENTO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS, GERAÇÃO DE EMPREGO E INCLUSÃO SOCIAL. XII Seminario del CILEA Bolívia 23 a 25/06/2006 Conteúdo 1. O Sistema SEBRAE; 2. Brasil Caracterização da MPE; 3. MPE

Leia mais

SERVIÇO BRASILEIRO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS

SERVIÇO BRASILEIRO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS SERVIÇO BRASILEIRO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS PEQUENOS negócios no BRASIL 99% 70% 40% 25% 1% do total de empresas brasileiras da criação de empregos formais da massa salarial do PIB das exportações

Leia mais

PERFIL DOS ESTADOS E DOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS: INCLUSÃO PRODUTIVA.

PERFIL DOS ESTADOS E DOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS: INCLUSÃO PRODUTIVA. PERFIL DOS ESTADOS E DOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS: INCLUSÃO PRODUTIVA. FICHA TÉCNICA Coordenação de População e Indicadores Sociais: Bárbara Cobo Soares Gerente de Pesquisas e Estudos Federativos: Antônio

Leia mais

Sede Sebrae Nacional

Sede Sebrae Nacional Sede Sebrae Nacional Somos o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresa, uma entidade privada sem fins lucrativos, e a nossa missão é promover a competitividade e o desenvolvimento sustentável

Leia mais

Esse programa visa a organização contínua e a efetividade do Processo Único de Federação, que contará com a inserção de um edital.

Esse programa visa a organização contínua e a efetividade do Processo Único de Federação, que contará com a inserção de um edital. Esse programa visa a organização contínua e a efetividade do Processo Único de Federação, que contará com a inserção de um edital. Esse terá suas etapas e prazos muito bem definidos, garantindo um processo

Leia mais

Cultura Oficina Litoral Sustentável

Cultura Oficina Litoral Sustentável Cultura Oficina Litoral Sustentável 1 ESTRUTURA DA AGENDA REGIONAL E MUNICIPAIS 1. Princípios 2. Eixos 3. Diretrizes 4. Ações 4.1 Natureza das ações (planos, projetos, avaliação) 4.2 Mapeamento de Atores

Leia mais

POLÍTICA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS DOS INSTITUTOS FEDERAIS DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA

POLÍTICA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS DOS INSTITUTOS FEDERAIS DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA POLÍTICA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS DOS INSTITUTOS FEDERAIS DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA Brasília, 25 de novembro de 2009 1 POLÍTICA DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS DOS INSTITUTOS FEDERAIS DE EDUCAÇÃO,

Leia mais

A Comunicação no Modelo de Excelência da Gestão (MEG) 1

A Comunicação no Modelo de Excelência da Gestão (MEG) 1 A Comunicação no Modelo de Excelência da Gestão (MEG) 1 Narjara Bárbara Xavier Silva 2 Patrícia Morais da Silva 3 Resumo O presente trabalho é resultado do Projeto de Extensão da Universidade Federal da

Leia mais

PRINCIPAIS LINHAS DE FINANCIAMENTO E FOMENTO PARA INOVAÇÃO

PRINCIPAIS LINHAS DE FINANCIAMENTO E FOMENTO PARA INOVAÇÃO PRINCIPAIS LINHAS DE FINANCIAMENTO E FOMENTO PARA INOVAÇÃO inovação. Dentre esses se destacam as formas especiais de financiamento a projetos inovadores através de Editais e linhas de fomento. Nesse sentido

Leia mais

REGIONALIZAÇÃO DO TURISMO

REGIONALIZAÇÃO DO TURISMO REGIONALIZAÇÃO DO TURISMO PROGRAMA NACIONAL DE ESTRUTURAÇÃO DE DESTINOS TURÍSTICOS (Documento base Câmara Temática de Regionalização) Brasília, 08.02.2013 SUMÁRIO 1. CONTEXTUALIZAÇÃO... 2 2. DIRETRIZES...

Leia mais

Painel IV: Panorama do Crédito no Banco do Brasil. Ary Joel de Abreu Lanzarin Diretor de Micro e Pequenas Empresas

Painel IV: Panorama do Crédito no Banco do Brasil. Ary Joel de Abreu Lanzarin Diretor de Micro e Pequenas Empresas Painel IV: Panorama do Crédito no Banco do Brasil Ary Joel de Abreu Lanzarin Diretor de Micro e Pequenas Empresas As diretrizes estratégicas dão foco ao negócio Perspectivas Simplificar e agilizar a utilização

Leia mais

mais inclusivos painel: negócios de impacto CONGRESSOFNQ EXCELÊNCIA EM GESTÃO

mais inclusivos painel: negócios de impacto CONGRESSOFNQ EXCELÊNCIA EM GESTÃO CONGRESSOFNQ painel: negócios de impacto Como canalizar forças para fins mais inclusivos e sustentáveis? EXCELÊNCIA EM GESTÃO André conti Da esq. p/a dir.: Gilberto Ribeiro, da Vox Capital, Julia Maggion,

Leia mais