UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE SOCIOLOGIA

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE SOCIOLOGIA "ACUMULADORES": UMA ANÁLISE SOCIOLÓGICA DA CRISE DA BRANQUITUDE NORTE-AMERICANA Julia Wood Geld Ribeiro São Carlos, SP 2013

2 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE SOCIOLOGIA "Acumuladores": uma análise sociológica da crise da branquitude norte-americana Julia Wood Geld Ribeiro Monografia apresentada como requisito parcial para conclusão de curso de graduação em Ciências Sociais, da Universidade Federal de São Carlos, sob a orientação do Prof. Dr. Richard Miskolci. São Carlos, SP 2013

3 RIBEIRO, Julia Wood Geld. "Acumuladores": uma análise sociológica da crise da branquitude norte-americana/julia Wood Geld Ribeiro. São Carlos: UFSCAR, 2013 Trabalho de Conclusão de Curso Universidade Federal de São Carlos, Acumulação, 2. Patologização de comportamentos, 3.Branquitude, 4. Etnografia de tela; 5. White Trash.

4 JULIA WOOD GELD RIBEIRO ACUMULADORES : UMA ANÁLISE SOCIOLÓGICA DA CRISE DA BRANQUITUDE NORTE-AMERICANA Monografia apresentada à Universidade Federal de São Carlos, como parte dos requisitos para a conclusão do curso de Ciências Sociais. BANCA EXAMINADORA Orientador Prof. Dr. Richard Miskolci Convidada Profa. Dra. Maria Inês Mancuso

5 Para minha mãe, meu pai e minha irmã.

6 Agradecimentos Primeiramente, ao professor doutor Richard Miskolci por ter acreditado na minha capacidade, viabilizado a execução deste projeto e ter sido extremamente atencioso e elucidativo. Esta monografia é fruto de uma Iniciação Científica, pela qual sou grata à FAPESP pelo financiamento que este projeto recebeu e pelo incentivo e motivação à pesquisa. Agradeço à professora doutora Maria Inês Mancuso que aceitou participar da defesa desta monografia e principalmente por ter me ensinado a importância de uma boa escrita. Ao professor doutor Jorge Leite Júnior pela disposição e prontidão em ajudar. Ao professor doutor Valter Silvério que me ensinou em sua disciplina, Sociologia das Relações Raciais, um olhar crítico sobre a questão da construção das raças e como esta produziu um processo de desumanização e inferiorização, naturalizada à certas parcelas da sociedade. À Leticia Pavarina, por ter me aturado ao longo da graduação (haha), pelas incontáveis vezes que me fez companhia, jogamos conversa fora, fomos ao cinema e esteve presente quando mais precisei, se tornando uma amiga muito mais do que especial. À Amanda Martins, amiga para encarar ferro e fogo, estávamos lá, uma pela outra, quando achávamos que nada tinha mais solução e que não daríamos conta hahaha. Obrigada por ter me dado a mão sempre! Ao Rodrigo Melhado, pelas risadas, pelas descargas de estresse via whatsapp e por ter me ajudado muito durante a graduação e na execução deste projeto. Obrigada Aninha Sabadin pelas risadas e por ter viabilizado a entrega deste trabalho. Enfim, gostaria de agradecer aos amigos e amigas que fiz que ao longo destes quatro anos, que me ajudaram a crescer como pessoa, fazendo da graduação uma experiência transformadora. À minha amiga Rosaly Petrin, por estar sempre presente, pela sinceridade e lealdade de sempre, uma irmã para mim. Ao Victor Fré, por estar ao meu lado, pelas motivações e ter sido tão paciente. Em especial à minha família, sem vocês eu não teria conseguido. À minha mãe, Christina, pelo seu carinho incondicional, ao meu pai, Fernando, por ter me ensinado a sempre fazer o meu melhor e à minha irmã, Lizah, por me apoiar sempre. Agradeço por terem aguentado meus surtos, meu jeito sistemático e meu nervosismo e por terem acreditado na minha capacidade acima de tudo. Obrigada por terem feito tudo isso possível e me proporcionado esta oportunidade. Amo vocês.

7 Resumo Esta monografia de conclusão do curso de graduação em Ciências Sociais analisa o fenômeno social da acumulação, tal como apresentado nas duas primeiras temporadas da série documental Hoarders: Buried Alive (2009), conhecida no Brasil como Acumuladores. A série é um reality show de reabilitação que apresenta a acumulação como exemplo negativo do comportamento considerado normal/aceitável, legitimando uma serie de práticas como o rompimento da fronteira público-privado, a invasão da intimidade dessas pessoas em um processo de tratamento e possível cura por meio da organização e limpeza de suas casas. A análise busca apresentar as relações entre a criação do seriado e sua exibição com a crise econômica que atingiu os Estados Unidos em 2007/2008, a qual foi marcada por um colapso dos financiamentos de casas que levou um grande número de norte-americanos a perderem seus lares. Em particular, o trabalho ressalta a forma como o seriado associa o declínio do American Way of Life com a re-emergência de um fantasma social da branquitude naquele país: o medo de se tornar white trash, termo local usado para designar brancos pobres. Palavras-chave: acumulação; patologização de comportamentos; branquitude; etnografia de tela; white trash.

8 Abstract This thesis written for the accreditation of a bachelor's degree in Social Sciences, analyzes the social phenomenon of hoarding, as presented in the first two seasons of the documentary series Hoarders: Buried Alive (2009), known in Brazil as Acumuladores. The series is a reality show rehab, which presents hoarding as a negative example of normal/acceptable behavior, legitimizing a series of practices such as the disruption between private and public boundaries, and the invasion of privacy of these people, in a process of "treatment " and possible "cure", by organizing and cleaning their homes. The analysis seeks to present the ralationship between the creation of the series and its exhibition with the economic crisis that hit the United States between the years of 2007 and 2008, marked by a collapse in house financing, driving many Americans towards home loss. In particular, the thesis points out how the serie combines the decline of the American Way of Life with the reemergence of the social specter of whiteness: the fear of becoming white trash, the local term for poor whites. Key-words: hoarding; behavioral pathologization; whiteness; screen ethnography; white trash.

9 Sumário Introdução...10 Capítulo I...17 Acumuladores Capítulo II...26 Lar e consumo nos Estados Unidos 2.1. Privacidade: da casa grande ao lar Transição para o século XX e o American Way of Life Locus de expressão do self e a dessacralização do lar Século XXI: reconfiguração da sociedade de consumo Saturação material...43 Capítulo III...52 Crise, segmentação e a emergência de um novo padrão de morar e viver Considerações finais...63 Acumulador ou White Trash? Referências bibliográficas...68

10 10 Introdução Esta pesquisa tem como objeto de análise a série documental Hoarders: Buried Alive, com o intuito de apreender o fenômeno social contemporâneo da patologização do consumo acumulativo, comportamento conhecido em inglês como hoarding. Segundo uma perspectiva que considera o consumo não-descartável como anormal, os hoarders, ou acumuladores, são pessoas que consomem de forma obsessiva e não completam o ciclo do consumo normativo contemporâneo, compreendido como um ciclo que começa com o consumo e termina com o descarte. O intenso processo de consumo que prevaleceu durante a segunda metade do século XX resultou em um grande acúmulo de objetos, retratando uma saturação material na maioria dos lares de classe média norte-americanos. Apesar de o hiperconsumismo ser uma característica difusa da sociedade, os comportamentos e os lares dos acumuladores são vistos por vizinhos, autoridades de saúde pública e pela mídia contemporânea como transgressores e potenciais risco à saúde coletiva. De tal forma que a denúncia da acumulação permite o rompimento de uma fronteira fundamental na cultura americana, ou seja, as separações entre a vida pública e a privada. O fato de alguém acumular em seu lar permite às autoridades o acesso à casa, acesso esse marcado tanto pelo controle sanitário quanto pelo envio de auxílio psicológico, o qual teoricamente seria uma forma de ajudar o/a morador/a no demandado (e obrigatório) processo de limpeza. A estrutura do programa segue a realidade das pessoas que são denunciadas por vizinhos ou fiscais sanitários às autoridades públicas competentes. Aqueles/as classificados acumuladores recebem um prazo legal para limparem suas casas e modificarem os seus comportamentos para que não sejam despejados, ou não perderem a custódia dos filhos, de seus animais de estimação e, até mesmo, serem enviados/as para algum tratamento compulsório. Assim, no programa objeto de pesquisa deste trabalho, é feito uma espécie de compacto do que se passa dentro deste prazo legalmente estipulado para a limpeza e reorganização interna dos lares, a maioria das vezes, de dois a três dias. As autoridades designam psicólogos, organizadores profissionais e experts em limpeza, os quais auxiliam os/as hoarders nesse processo retratado durante os episódios.o consumo não-descartável é concebido pelas autoridades sanitárias atuais como anormal, resultado de um distúrbio comportamental e problema de saúde pública. Em suma, é patologizado por elas, assim como

11 11 espetacularizado pelo programa em foco. Michel Foucault foi um dos mais importantes autores a discorrer historicamente sobre a crescente medicalização da sociedade contemporânea. Segundo o autor, com o desenvolvimento do capitalismo no século XVIII e meados do XIX, o corpo foi o primeiro objeto a ser socializado como força de trabalho, dessa forma que o controle da sociedade sobre o indivíduo se iniciou no corpo e por meio dele. Assim, tanto o corpo quanto a medicina se apresentam como realidades biopolíticas de nossa era. Na França, a medicina social se desenvolveu junto ao desenvolvimento das estruturas urbanas. À medida que as cidades se desenvolvem, nasce o que Foucault denomina de medo urbano, o medo da cidade, do amontoamento populacional, dos cemitérios, dos esgotos e epidemias e acrescenta: Darei o exemplo do Cemitério dos Inocentes que existia no centro de Paris, onde eram jogados, uns sobre os outros, os cadáveres das pessoas que não eram bastante ricas ou notáveis para merecer ou poder pagar um túmulo individual. O amontoamento no interior do cemitério era tal que os cadáveres caíam do lado de fora. Em torno do claustro, onde tinham sido construídas casas, a pressão devido ao amontoamento de cadáveres foi tão grande que as casas desmoronaram e os esqueletos se espalharam em suas caves provocando pânico e talvez mesmo doenças (FOUCAULT, 1979, p.87). Esse pânico urbano é característico da inquietude político-sanitária que se desenvolve junto ao crescimento urbano. Nesse período, um esquema político-médico volta à cena: o da quarentena. Dois grandes modelos vigoraram na organização médica: o da exclusão e o do internamento. O primeiro mecanismo foi o do exílio, da purificação do espaço urbano, enquanto no segundo vigorava a análise individualizante. Assim, o poder político da medicina social consistia em distribuir os indivíduos, isolá-los e vigiá-los, tendo a sociedade inspecionada debaixo de um olhar controlado. Nesse contexto, de preocupação médica com o espaço urbano e sua organização, surge a higiene pública como uma variação aprimorada da quarentena, desembocando daí na grande medicina urbana a partir da segunda metade do século XVIII. Essa vertente francesa da medicina social se configurou em torno de três objetivos centrais. Em primeiro lugar, deviam ser analisados, no espaço urbano, os lugares de acúmulos e amontoamento de tudo que podia provocar doenças, assim como, locais de formação e difusão de fenômenos epidêmicos ou endêmicos. O segundo objetivo era o controle de circulação das coisas ou dos elementos. Por fim, o terceiro explicita a organização

12 12 da água e do esgoto, para que um não interfira na distribuição do outro. No presente, aos olhos da saúde pública norte-americana, os hoarders ameaçam esses três objetivos. As casas dos acumuladores se apresentam como amontoados imensos de objetos, que segundo as autoridades - não apresentam ordem ou sequencialidade alguma. Os amontoados atraem insetos e animais pestilentos, em especial, ratos. Além disso, uma vez que muitos hoarders vivem sem energia elétrica ou água corrente, devido à negligência do pagamento das contas, vivem circundados por resíduos orgânicos em decomposição. Gera-se a preocupação, o medo da vizinhança, que ao temer pela própria saúde, contata o Estado, que aparece desde a figura da polícia até o departamento de saúde, em busca da intervenção. Este olhar normalizador, de intervenção pública no espaço privado e na vida pessoal dos chamados de acumuladores, rompe a fronteira entre público e privado conferindo legal e moralmente o acesso dos psicólogos e organizadores à suas intimidades, não apenas suas casas, mas também aos seus problemas individuais e familiares. A série documental norte-americana é transmitida pelo canal A&E, nos Estados Unidos, e pela Discovery Home & Health, no Brasil. Produzido pelo Screaming Flea Productions, conta com produtores executivos: Matt Chan, Dave Secerson e Mike Kelly. Foram filmadas seis temporadas, a primeira transmitida em 2009 e a última terminou em setembro de 2013, num total de 83 episódios. Segundo o site do programa, a acumulação é definida como um distúrbio mental, caracterizado pela necessidade obsessiva de colecionar objetos, mesmo que esses sejam inúteis, perigosos ou insalubres. 1 A partir da etnografia desse seriado documental, Hoarders: Buried Alive, cuja tradução literal seria algo como Acumuladores: enterrados vivos, mas que a versão brasileira simplificou para Acumuladores, a investigação buscará analisar como esse fenômeno social é tratado buscando refletir sobre como se instaura na sociedade norteamericana atual - a fronteira entre o normal e o patológico (Foucault, 1979), no que se refere à acumulação e ao consumo. E perceptível como o seriado em análise atrai a atenção alocando o/a expectador/a na posição de avaliador/reprovador do comportamento, mas também conta com sua simpatia e/ou solidariedade no acompanhamento da história. De certa maneira, assistir ao programa é uma forma de exercício subjetivo sobre a forma correta de consumir e organizar a própria casa, já que os episódios seguem a lógica dos experts psi e organizacionais indicados pelas autoridades de saúde pública para acompanhar e reger a reabilitação dos/as 1

13 13 acumuladores/as. Fruto de uma Iniciação Científica, esta pesquisa, a princípio, se norteava por questões em torno da patologização comportamental, das especificidades de ser um fenômeno ligado ao consumo e à acumulação, do apego sentimental aos objetos e da medicalização (que também é uma forma de controle legal), que se associa a transformação do hoarding em espetáculo televisivo. Com o decorrer da pesquisa, no contato com bibliografia específica e por meio da orientação sobre os elementos de análise, percebi que esses levantamentos iniciais encobriam questões mais complexas da sociedade norte-americana contemporânea. A monografia pretende mostrar como o fenômeno social e midiatizado da acumulação exprime, não apenas a inquietude da saúde pública ou o suposto desvio do consumo descartável normativo, mas - principalmente - um temor social difuso que ganhou força desde o início da crise econômica de 2007/2008. Esse temor social envolve fatos diversos, como o empobrecimento da população fruto da crise de um modelo de consumo específico dos Estados Unidos, a decadência do consumo de massa associado à ascensão de um consumo mais segmentado e seletivo. As casas superlotadas que provam o resultado de anos e até décadas de hiperconsumo caracterizam-se no programa, para além da acumulação que ameaça enterrar vivos seus moradores, mas também o risco iminente de perda das casas. Em outras palavras, adiante buscarei unir elementos históricos e sociológicos buscando demonstrar como os objetos que engolfam os acumuladores, tomados enquanto lixo pelo olhar normal, exprimem não apenas montantes sentimentais que contaminam o mundo material, mas, como os próprios acumuladores, passam a ser apresentados como possível escória social em meio à ascensão de uma nova economia no país A execução do projeto articulou a leitura de bibliografia sobre construção do imaginário em torno do lar, consumo, patologização e espetacularização de comportamentos contemporâneos e a uma etnografia de tela do seriado documental. Uma vez que a pesquisa envolveu a análise de um seriado e eventuais documentários, o artigo de Carmen Rial (2003), sobre etnografia de tela, foi um de seus fundamentos. A partir do 11 de setembro, Rial analisa como diferentes canais televisivos de diferentes países divulgam, interpretam e estruturam suas narrativas passando mensagens contraditórias sobre os mesmos fatos. A antropóloga afirma que as imagens divulgadas pela mídia, em especial pelasmídias televisivas, constituem um aspecto fundamental nas sociedades contemporâneas. A mensagem linguística direciona a

14 14 interpretação do telespectador, assim como, a câmera tem o poder de criar, gerar o acontecimento. Com isso, a etnografia de tela deve ser feita de forma a amenizar e distanciarse dessas manipulações midiáticas, de maneira a remontar diversas leituras sobre um mesmo acontecimento. Assim, parti da constatação de como a abordagem do seriado cria inúmeras situações, patologiza algo que provém do social, focando na higiene e em seu imperativo, visando provocar repugnância e nojo no/a expectador/a em relação ao morador/acumulador e/ou ao seu comportamento. Isso para não me deter nas formas usadas para alcançar um verdadeiro sensacionalismo midiático 2. Para esta pesquisa, foram analisados 22 episódios (as duas primeiras temporadas completas). Busquei refletir dentro dos limites de uma pesquisa de iniciação científica sobre as estruturas dos episódios, dos elementos recorrentes neles, do perfil dos participantes e daqueles que trabalham com eles (se são psicólogos, psiquiatras, organizadores profissionais), mas refleti também como se dão as filmagens, o deslocamento das câmeras e seus enfoques. A metodologia da etnografia de tela transfere para o estudo do texto da mídia procedimentos próprios da pesquisa etnográfica tradicional, como a imersão da pesquisadora no campo, a observação sistemática, o registro em caderno de campo, além de outras técnicas específicas da crítica cinematográfica. Em outras palavras, a abordagem inspirada pela etnografia de tela busca trabalhar a etnografia enquanto descrição científica, a fim de transformar o olhar em linguagem. No primeiro capítulo, apresentarei o seriado documental: a estrutura seguida nos episódios, quem são as pessoas envolvidas e o que o programa propõe. Analisar questões de produção e veiculação da série promovem apontamentos frente ao público espectador (confluentes com o olhar normalizado), questões em torno da organização do espaço e da vida privada, as quais desembocam em uma chave maior: a da emergência de uma nova sociabilidade associada a um novo ideal de lar e a outra forma de consumo (mais seletivo e segmentado). E com esse intuito que analiso alguns episódios, o que permitirá ao/à leitor/a familiarizar-se com a série, mesmo se não a tenha assistido. Trata-se também de uma aproximação guiada pela metodologia da etnografia de tela, a qual envolve a seleção de 2 A antropologia visual pauta o estudo do indivíduo em sua dimensão social e cultural. Rial busca mostrar a necessidade de estender para além do filme etnográfico, a definição da antropologia visual, incluindo a produção e análise de outros materiais audiovisuais. O termo etnografia de tela, se refere em específico a estudos de textos da mídia em que são empregados procedimentos próprios da pesquisa etnográfica junto a ferramentas próprias da crítica cinematográfica. Este termo provavelmente surgiu dos estudos de tela, que desde a década de 1980, já se referiam ao estudo etnográfico dos artefatos midiáticos.

15 15 programas, a descrição pormenorizada e, por fim, mas não por menos, uma análise (no caso, ainda preliminar) da série documental em foco. O segundo capítulo trata da construção do lar e do consumo a partir da experiência burguesa europeia, mas me atento com mais detalhes em sua história nos Estados Unidos. Assim, promovo uma digressão histórica em torno da privacidade e da domesticidade, discutindo como ocorreu a consolidação do lar enquanto locus de expressão da intimidade até sua dessacralização no mundo midiatizado. Na mesma direção, busco reconstituir em traços gerais a criação e a difusão do American Way of Life e dos ideais do American Dream durante a segunda metade do século XX até chegar à crise desse modelo durante a primeira década do século XXI. O objetivo desse capítulo é apresentar um apanhado histórico necessário para compreender a forma como a cultura americana se desenvolveu em torno da noção do lar como espaço seguro e privado, assim como, esse ideal tem sido ameaçado pelos eventos econômicos recentes. Na última década, verificou-se uma desaceleração econômica nos Estados Unidos, dessa forma o terceiro capítulo busca explicar a multidimensionalidade da crise que atingiu o país, a partir de 2007/2008. A crise no mercado hipotecário aparece enquanto decorrência da crise imobiliária que atingiu o país, que, por sua vez, deu origem a uma crise mais ampla abalando o modelo de hiperconsumo e o mercado de crédito de forma geral. Nesse cenário, o principal segmento afetado foi o de hipotecas denominadas subprime, que embutem um alto risco de inadimplência. Com isso exposto, busco pensar a crise a partir dos temores sociais emergentes em torno da possível perda das casas, propriedades de uma clientela que vive em uma sociedade sem segurança social, sob risco iminente da pobreza, tudo apontando para o um possível fim traumático, em especial para a classe-média branca, a constatação do fracasso de sua branquitude na classificação local de white trash (literalmente lixo branco, expressão que associa a pobreza branca à condição de lixo, refugo social e econômico). O decorrer da pesquisa fez-me constatar que o programa fez sucesso lidando, e de forma indireta, mas simbolicamente poderosa, com o contexto de crise econômica que reavivou o velho fantasma racializante da cultura americana, o do white trash. O discurso hegemônico sobre raça, nos Estados Unidos, não restringe a branquitude fundalmentalmente à cor da pele, mas a associa à condutas e estilos de vida que equipara o ser branco a uma situação econômica confortável e estável. No seriado documental em foco, o fantasma da

16 16 perda das casas equivale ao risco de ser declarado incapaz, um loser (perdedor), já que todos os protagonistas do programa são brancos. O que sua acumulação ameaça é revelá-los como fracassados sociais, aqueles/as cujo comportamento supostamente desregrado/anormal transformou em lixo, mais especificamente, white trash.

17 17 Capítulo I. "Acumuladores A acumulação tem sido assunto cada vez mais explorado pelas mídias populares atualmente. A série documental Hoarders: Buried Alive explora tal fenômeno enquanto contra-modelo de consumo, expondo como doentia a relação entre acumuladores e seus objetos. O programa retrata casos de acumuladores denunciados por vizinhos ou fiscais sanitários, os quais estão sob a pressão de algum prazo legal para limparem suas propriedades e modificarem seus comportamentos. Os participantes correm o risco de despejo, perda da guarda dos filhos e dos animais de estimação, risco de serem internados de maneira compulsória ou até irem presos. Uma vez que o programa já traça um perfil conturbado dos participantes, ele explicitamente os patologiza como tomados de um suposto transtorno mental - e apresenta-os de forma sensacionalista. Produzida nos Estados Unidos, a série é transmitida no Brasil através do "Discovery Home & Health, canal voltado ao estilo de vida ligado a casa, ao explorar a organização do espaço privado. Esse canal apresenta, de forma geral, dois tipos de programas: os voltados aos exemplos positivos, aqueles a serem seguidos, e os voltados aos exemplos negativos, que devem ser evitados. Dentre os primeiros há Cada coisa em seu lugar e Chega de bagunça. Já a segunda categoria abarca os shows de reabilitação, ou seja, programas que exibem casos de pessoas cujo comportamento refletido em seu ambiente doméstico e relações familiares demandam intervenção de especialistas para os ajudar a se recuperarem. Em outras palavras, os protagonistas dos programas de reabilitação, ao menos no contexto da sociedade norte-americana, são vistos como contra-modelos e concebidos como losers (perdedores), tal associação é ironicamente evidente em The Biggest Loser, show sobre a perda de peso em que o vencedor é o que emagrece mais. Dentre os programas dessa vertente de exemplos negativos, destaca-se o Hoarders: Buried Alive. Os quatro exemplos enumerados acima se constituem enquanto reality shows, programas de orçamento baixo, focados supostamente na vida real de pessoas comuns, ou seja, unem elementos do estilo documentário, com o acompanhamento do cotidiano de indivíduos desconhecidos do grande público. Os programas Cada coisa em seu lugar, Chega de bagunça e Hoarders: Buried Alive trabalham, basicamente, com o mesmo

18 18 cenário e enredo: casas abarrotadas de objetos e a dificuldade das pessoas que vivem nelas de organizarem e/ou se desprenderem de seus pertences. O interessante é que o mesmo cenário de desordem é abordado, trabalhando a organização do espaço privado dentro dos homes (lares), entretanto, é apenas no Hoarders: Buried Alive que ocorre a patologização da desordem e do acúmulo de coisas sintetizada no fenômeno da acumulação. Nos dois primeiros programas citados os participantes são tratados como pessoas que apresentam dificuldade de organizar sua vida privada, enquanto em Acumuladores os participantes são expostos e tratados como pessoas doentes - e até, de certa forma, irracionais - frente a tamanha desordem. O seriado Hoarders: Buried Alive é classificado como um show de reabilitação, termo que associa os dois aspectos que deram origem a esta pesquisa: o processo simultâneo de espetacularização e da patologização do comportamento de seus protagonistas. Mas o que seria a ideia de reabilitação? Segundo Newton (1984), a ideia da reabilitação de vícios comportamentais se originou a partir do movimento do abstencionismo nos Estados Unidos no século XIX. Após um século ganhando espaço na crença da sociedade, o movimento aprovou a Lei da Proibição, em 1920, que proibia a venda, a posse ou o consumo de álcool nos Estados Unidos. Entretanto, a Lei foi revogada em 13 anos, gerando a necessidade de um refúgio dentro da sociedade: a reabilitação, um processo em que a responsabilidade do tratamento foi realocada às mãos da medicina. O tratamento passou a ser ministrado no ambiente clínico, e assim a reabilitação passou a ocorrer em hospitais, alas psiquiátricas e sanatórios. Junto a este processo, houve a emergência de organizações de ajuda mútua. A primeira experiência desse tipo surgiu em 1935 com a criação dos Alcoólicos Anônimos. Essas organizações de ajuda mútua cresceram e passaram a abranger diversas problemáticas. Apenas como referência, ainda que já ultrapassada, no final da década de 1970, estimava-se a existência de grupos de ajuda mútua nos Estados Unidos. No seriado documental, o processo de aprendizado da reabilitação se dá por meio de sua transformação em espetáculo, no qual concentra todo o olhar e a consciência do espectador, de tal maneira que parece unificar seu olhar com o da sociedade (Debord, 1997). De um lado tem-se o olhar treinado do espectador e a produção da série voltados a esse mesmo olhar havendo, assim, uma confluência entre ambos e, do outro lado, são exibidos os acumuladores, concebidos como exemplos negativos para a observação. O espetáculo exprime o que a sociedade pode fazer ao unificar os diferentes termos, mas os unifica

19 19 enquanto separados. Em outras palavras, o sucesso de Acumuladores decorre de um acordo de escrutínio pelo programa e pelo espectador frente ao acumulador, ou seja, o olhar da reabilitação é associado ao do espectador, alocado na confortável posição de normal e, por isso mesmo, avaliador/julgador do comportamento exibido na série documental. Trata-se de um olhar não apenas normal, mas normalizador, de intervenção, características que justificam o rompimento da fronteira entre público e privado e o acesso à intimidade do outro. Essas narrativas de emergência de uma síndrome e sua repercussão na cultura contemporânea devem ser lidas de forma crítica. Segundo Williams (1977), narrativas dominantes trabalham através de pontos hegemônicos, selecionando o material que será incluso e aquele que será excluído da história em potencial. Assim, o material que foi excluído pode contar uma história diferente. O programa acaba por trabalhar um perfil conturbado dos participantes, visando uma leitura medicalizada e de repúdio em relação aos seus comportamentos. Ao desconstruir a abordagem trabalhada, pode-se imaginar uma série de histórias diferentes, nas quais o que se denomina hoarding, não seria nem mesmo enquadrado enquanto tal. Por exemplo, Alex é uma criança de sete anos exposta pelo programa como hoarder e, ao apresentá-lo, aponta-se que é disléxico e tem déficit de atenção. Sua mãe, Missy (46 anos), também é mostrada como acumuladora. Ela se sente responsável pela situação do filho, tem medo do conselho tutelar e de ser denunciada. Assim, ao aceitar ajuda do programa, Missy diz querer salvar Alex do mesmo fardo que ela carrega. Num dado momento, Alex exige que quem viesse assistir sua casa tivesse mãos gentis e não duras nesse sentido, personificando o tratamento de seus pertences. Alex acumula brinquedos e bichos de pelúcia e, segundo Dr. David Dia (terapeuta cognitivo comportamental), Missy associa os objetos à memória, enquanto Alex já tem o apego sentimental a eles. Em uma cena desse episódio, em uma tentativa de separar os bichos de pelúcia para serem doados, Alex deita sobre o monte e diz: eu os amo todos, porque eles me ajudam a não ser tão triste 3. A partir desse caso, pode-se pensar que Alex foi enquadrado como hoarder pelos profissionais envolvidos e pelo próprio programa, mas é possível fazer outra leitura, não patologizante, de seu comportamento. Alex, como qualquer criança, é simplesmente apegado aos seus brinquedos e não quer se desfazer deles. 3 I love them all, because they help me not be só sad.

20 Os reality shows de reabilitação tendem a seguir a mesma estrutura, ao focar na patologização de vicios comportamentais e na intervenção a fim da reinserção no mundo social, o qual não é problematizado, antes presumido como a esfera das relações sociais normais. Em Hoarders: Buried Alive verifica-se uma série de aspectos recorrentes entre os diferentes episódios, por exemplo, a desconexão do acumulador em relação ao mundo que o cerca, o ritual de negociação entre hoarder e expert, as histórias de justificativa do por que agem assim. Nas palavras de Lepselter: os acumuladores são apresentados pelas narrativas mediatizadas, como sujeitos imersos no espetacular caos de isolamento, e depois são renormalizados terapeuticamente como agentes racionais de consumo que podem redescobrir o social (2011, pp. 919) 4. No começo de todo episódio de Hoarders: Buried Alive aparece um quadro escrito que de três a seis milhões de pessoas no mundo são acumuladoras sendo que cerca de dois milhões vivem nos Estados Unidos da América. Visto como um fenômeno que atinge milhões de pessoas, os meios midiáticos tratam a questão como um transtorno muito individualizado, por exemplo, Fulano é acumulador por causa do relacionamento conturbado com seu pai ou Ciclano é acumulador, pois passou por fases de pobreza. Não há reconhecimento de contextos sociais, políticos, culturais e econômicos que circundam o acumulador. Os programas retratam um mundo sem jogos de poder ou política, no qual o isolamento do hoarder é apresentado como uma triste e solitária aberração, em relação aos grupos sociais que frequentam e vivem em casas limpas e organizadas (LEPSELTER, 2011). As práticas e normas de consumo ficam desconexas de estruturas históricas, políticas e econômicas. Mais uma vez utilizando o caso de Bill, Dr. David lhe entrega uma sacola cheia de coisas para ele separar entre o que deve ficar e o que será descartado. Bill nem olha o que tem dentro e já fala que vai ficar com tudo. Dr. David tenta outra abordagem e pede que Bill olhe o que tem ali e pergunta por que guardar e qual a utilidade, Bill responde que tem medo de um dia precisar. Logo em seguida, a filha do doutor, Amelia, declara que Bill vasculha o seu lixo, tentando se defender, Bill alega que as coisas precisam ser recicladas utiliza os lenços removedores de maquiagem ressecados, que foram descartados pela filha, para limpar as mãos. O seu processo de pensamento o de guardar e reutilizar certos objetos - mostra uma possível ligação entre excesso e privação (medo de um dia precisar), o que é transformado pelo programa em um sintoma de um problema comportamental, como 4 Mediated narratives present hoarders in all the spectatcular chaos of their isolation, and then therapeutically renormalize them as managed, rational agents of consumption who may rediscover the social. 20

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