Logística Ambiental: Adequação das organizações a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Msc. Renata Quemel Pires

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1 Logística Ambiental: Adequação das organizações a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Msc. Renata Quemel Pires

2 Desenvolvimento Sustentável É obter o crescimento econômico contínuo através de um manejo mais racional dos recursos naturais e da utilização de tecnologia mais eficiente e menos poluente.

3 O tripé da Sustentabilidade No ponto de vista ambiental, utilizar os recursos no presente sem prejudicar as gerações do futuro; No ponto de vista econômico, renda monetária e o padrão de vida dos indivíduos. No ponto de vista social, consiste no aspecto social relacionado às qualidade dos seres humanos, como suas habilidades,abrangendo tanto o ambiente interno na empresa quanto o externo.

4 Desenvolvimento Sustentável Capacidade de suporte dos ecossistemas e entender que vivemos na era dos limites; A economia insere-se na biosfera afetando o capital natural (peixes, minerais e petróleo); O desafio na construção do desenvolvimento sustentável é o de criar instrumento de mensuração chamado de indicadores.

5 Indicadores do Desenvolvimento Sustentável

6 Indicadores do Desenvolvimento Sustentável Indicadores do Desenvolvimento Sustentável Dimensão Ambiental Consumo industrial de Atmosfera substância destruidora da camada de ozônio; Concentração de poluentes no ar em áreas urbanas; Uso de fertilizantes; Uso de agrotóxicos; Terra Queimadas e incêndios florestais; Desflorestamento na Amazônia Legal; Produção da pesca marítima e continental; Oceanos, Mares e Costeiras. População residente em áreas costeiras. Espécie extinta e ameaçada Biodiversidade de extinção; Áreas protegidas; Acesso ao serviço de coleta de lixo doméstico; Saneamento Destinação final do lixo; Acesso a esgotamento sanitário; Tratamento do esgoto.

7 Indicadores do Desenvolvimento Sustentável Indicadores do Desenvolvimento Sustentável Dimensão Social População Taxa de crescimento da população; Concentração de Renda; Taxa de desemprego; Equidade Rendimento familiar; Taxa de mortalidade Saúde infantil; Imunização contra doenças; Acesso à saúde Escolaridade; Educação Taxa de Alfabetização; Densidade inadequada de Habitação moradores por dormitório. Segurança Coeficiente de Mortalidade

8 Sustentabilidade nas Organizações O papel do estado: Legislação ambiental limitam a liberdade da empresa a contaminar; A comunidade Local: Afetando as decisões das empresas no que tange a um maior controle ambiental, em relação ao problema de contaminação;

9 Sustentabilidade nas Organizações O papel do mercado: há um crescente aumento da consciência ambiental, que varia em função de cada mercado. Os fornecedores: A empresa necessita ter um bom desempenho ambiental em toda a cadeia produtiva, o que obriga a fazer exigência aos seus fornecedores.

10 Sustentabilidade nas Organizações Fazer uma avaliação de todos os impactos que o negócio poderá gerar na sociedade, na economia e no meio ambiente. Cruzar os resultados com o planejamento estratégico da empresa e definir ou reformular, a sua visão e missão e implantar ações para efetivá-las. Fonte: oestadoce

11 Sustentabilidade nas Organizações Economia de recursos para as organizações, como: Educação Ambiental: conscientização ambiental em toda a organização ( de cima para baixo); Logística Ambiental: Fonte: Fortim

12 Lei /10 Art. 1º - Esta Lei institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, dispondo sobre seus princípios, objetivos e instrumentos, bem como sobre as diretrizes relativas à gestão integrada e ao gerenciamento de resíduos sólidos, incluídos os perigosos, às responsabilidades dos geradores e do poder público e aos instrumentos econômicos aplicáveis.

13 Lei /10 1º - Estão sujeitas à observância desta Lei as pessoas físicas ou jurídicas, de direito público ou privado, responsáveis, direta ou indiretamente, pela geração de resíduos sólidos e as que desenvolvam ações relacionadas à gestão integrada ou ao gerenciamento de resíduos sólidos.

14 Lei /10 Art. 6º - São princípios da Política Nacional de Resíduos Sólidos: I - a prevenção e a precaução; II - o poluidor-pagador e o protetor-recebedor; III - a visão sistêmica, na gestão dos resíduos sólidos, que considere as variáveis ambiental, social, cultural, econômica, tecnológica e de saúde pública; IV - o desenvolvimento sustentável;

15 Lei /10 Art. 6º - São princípios da Política Nacional de Resíduos Sólidos: V - a ecoeficiência, mediante a compatibilização entre o fornecimento, a preços competitivos, de bens e serviços qualificados que satisfaçam as necessidades humanas e tragam qualidade de vida e a redução do impacto ambiental e do consumo de recursos naturais a um nível, no mínimo, equivalente à capacidade de sustentação estimada do planeta; VI - a cooperação entre as diferentes esferas do poder público, o setor empresarial e demais segmentos da sociedade;

16 Lei /10 Art. 6º - São princípios da Política Nacional de Resíduos Sólidos: VII - a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos; VIII - o reconhecimento do resíduo sólido reutilizável e reciclável como um bem econômico e de valor social, gerador de trabalho e renda e promotor de cidadania; IX - o respeito às diversidades locais e regionais; X - o direito da sociedade à informação e ao controle social; XI - a razoabilidade e a proporcionalidade.

17 Resíduos Sólidos Segundo NBR e citado na Resolução CONAMA Nº 5, de 05 de agosto de 1993, temos: Resíduo no estado sólido e semi-sólido, que resultam de atividades da sociedade, de origem: doméstica, comercial, serviços, industrial, hospitalar, agrícola e de varrição.

18 Resíduos Sólidos - Classificação Residencial ou domiciliar: conhecido como lixo doméstico, constituído por restos de alimentos, invólucros, papéis, papelão, plástico, vidros, trapos, papel higiênico, fralda descartáveis, etc. Comercial: proveniente de estabelecimentos comerciais, tais como, lojas, lanchonete, restaurantes, escritórios, hotéis, bancos, etc. Construídos por papéis, papelão, plásticos, restos de alimentos, embalagem de madeira, sabões, papéis toalhas, papel higiênico, etc.

19 Resíduos Sólidos - Classificação Industrial: Proveniente de atividades industriais. São diversificadas, sendo formado por cinza, lodos, óleos, resíduos alcalinos ou ácidos, plásticos, papel, madeira, fibra, borracha, metal, escórias, vidros, cerâmicas, etc. Engloba a grande maioria do lixo considerado tóxico. Especial: Resíduo cuja geração é intermitente, como: veículo abandonados, podas de Jardins e praças, mobiliário, eletrodomésticos, animais mortos, descargas, clandestinas, etc.

20 Resíduos Sólidos - Classificação Radioativos: Derivados de fontes radioativas de metais como césio e urânio. No Brasil, o manuseio (coleta, transporte e destinação) destes resíduos está normalizados pelo CNEN (Conselho Nacional de Energia Nuclear). Público: gerados nos serviços de limpeza urbana tais como varrição de vias públicas, limpeza de praias, de galerias, de córregos e terrenos baldios, podas de árvores, Limpeza de área de feira livre, composto de resto de materiais diversos e embalagens.

21 Resíduos Sólidos - Classificação Porto, aeroporto, Terminal Rodoviário e Ferroviário: são resíduos sépticos que contêm ou podem conter microorganismo patogênico, trazidos aos portos, terminais rodoviários e aeroporto, constituídos por materiais de higiene e resto de alimentos. Agrícola: Proveniente das atividades agrícola e da pecuária, sendo constituídos basicamente por embalagem de adubo, defensivos agrícolas, restos de colheita, etc.

22 LOGÍSTICA AMBIENTAL Também é conhecida como: Logística sustentável Logística Verde Logística Ecológica

23 LOGÍSTICA AMBIENTAL Antes: Dominio sobre a natureza Destruição de bens não renovaveis Desenvolvimento não sustentável Depois: Cuidado com ecossistema Movimentação dos materiais não degradaveis Reciclagem de produtos de pós consumo Normas ambientais ecológicas Lançamento de novos produtos reciclados no mesmo equilíbrio da cadeia produtiva das empresas

24 Sustentabilidade nas Organizações Estuda o meio de planejar e minimizar impactos ambientais da logística tradicional,através de projeto direcionado a: Transporte; Produção; Redução de energia nos processos logísticos; Redução de utilização de materiais; Gerenciamente de resíduo; Relacionado a ISO

25 LOGÍSTICA AMBIENTAL Característica Diminuir impactos ambientais da logística tradicional; Melhorar os processos para reduzir o custo de materiais; Minimizar os disperdícios. Melhorar a eficiência; Foca o ciclo de vida do processo, produto e seus impactos ambientais; Melhorar os processos para reduzir o custo de materiais.

26 Sustentabilidade nas Organizações Logística Ambiental e ecoeficiência Melhorias do valor do produto ou serviço; Adaptações às questões ambientais; Redução de Custo; Razões competitivas.

27 LOGÍSTICA AMBIENTAL E REVERSA É a operacionalização de uma cadeia de reciclagem podendo ser classificada em pós- venda e pós consumo. Podem ser reaproveitados como materia prima secundária, que voltam ao ciclo produtivo pelo mercado correspondente ou, no caso de não conter as condições mencionadas devem haver a disposição final segura.

28 Logística Reversa Áreas de Atuações Área de Pós - Venda

29 Logística Reversa Áreas de Atuações Áreas de Pós - Consumo

30 Sustentabilidade nas Organizações Fatores internos Exemplo de cadeia Reversa da Lata de Alumínio

31 Sustentabilidade nas Organizações Exemplo de cadeia Reversa do Vidro

32 OBRIGADO Contato: (91)

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