UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE EDUCAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA - LICENCIATURA. Lia Gonçalves Gurgel. Projeto de pesquisa

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1 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE EDUCAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA - LICENCIATURA Lia Gonçalves Gurgel Projeto de pesquisa AQUISIÇÃO DA LÍNGUA DE SINAIS A PARTIR DE UMA PERSPECTIVA BILÍNGÜE NA EDUCAÇÃO INFATIL Porto Alegre 2011

2 2 SUMÁRIO 1 APRESENTAÇÃO DA PROPOSTA INTRODUÇÃO OBJETIVO PROBLEMÁTICA MÉTODO ETAPAS PREVISTAS REFERENCIAL TEÓRICO QUADRO ESTADO DA ARTE DA ÁREA REFERÊNCIAS APÊNDICES ANEXO A: TERMO DE CONSENTIMENTO...16

3 3 Apresentação da proposta Esta proposta de pesquisa qualitativa propõe a reflexão aprofundada sobre o processo de aquisição da língua de sinais dentro da perspectiva bilíngüe na educação infantil. Todas as crianças surdas 1 podem adquirir a língua de sinais, desde que participem das interações cotidianas com a comunidade surda, como acontece com qualquer outra criança na aquisição de uma língua natural. Língua natural entendida como uma língua que foi criada e é utilizada por uma comunidade especifica de usuários. Além das crianças surdas possuírem potencialidades de aquisição da língua de sinais, elas têm o direito de se desenvolverem numa comunidade de pares (Skliar, 2001). Mediante este fato observa-se a importância do bilingüismo que parte do princípio de que o surdo deve dominar, enquanto língua materna, a língua de sinais, que é a sua língua natural, e como segunda língua a língua oficial do seu país. Nesse sentido, é de fundamental importância o convívio da criança surda com outros surdos, que dominem a língua de sinais. Para Goldfeld (1997), o ambiente lingüístico deve ser o mais adequado possível à criança surda, para facilitar a aquisição da língua de sinais e evitar o atraso da linguagem e todas as suas conseqüências, em nível de percepção, generalização, formação de conceitos, atenção e memória. E acrescenta que provavelmente a língua de sinais será a língua mais utilizada na construção da fala interior e exercerá a função planejadora da linguagem, já que esta língua é mais fácil e natural para o surdo. 1 Surdo, aqui será tratado, não como deficiente, mas como uma minoria lingüística. Abordando uma visão sócio-antropológica que entende os surdos como sujeitos pertencentes a um grupo cultural e lingüístico minoritário, ao invés da visão clínico-terapêutica que entende os surdos como deficientes e os classifica segundo os graus de perda. O termo deficiente auditivo é o termo clinico que define o grau da surdez. Porém, para a comunidade surda esse não é um bom termo, pois coloca em primeiro plano o déficit, aquilo que falta para os surdos em relação a uma norma ouvinte (Skliar, 1998).

4 4 Introdução Ao focalizar a representação da identidade surda em Estudos Culturais, tenho de me afastar do conceito de corpo danificado para chegar a uma representação da alteridade cultural que simplesmente vai indicar a identidade surda. O encontro surdosurdo é essencial para a construção da identidade surda, é como um abrir do baú que guarda os adornos que faltam aos personagens. Os surdos são surdos em relação à experiência visual e longe da experiência auditiva. Os surdos têm diferença e não deficiência. A identidade surda se constrói dentro de uma cultura visual. Essa diferença precisa ser entendida não como uma construção isolada, mas como construção multicultural (Perlin, 2001). O contexto bilíngüe da criança surda configura-se diante da coexistência da língua brasileira de sinais e língua portuguesa. Não basta decidir se uma ou outra língua fará parte do programa escolar, mas sim tornar possível a coexistência dessas línguas (Quadros, 2006). A língua de sinais brasileira é uma língua visual-espacial elas são consideradas pela lingüística como línguas naturais ou como um sistema lingüístico legítimo, e não como um problema do surdo ou como uma patologia da linguagem (Quadros, 2006). Abro um parêntese para explicar que a língua brasileira de sinais é uma língua reconhecida pela Lei 10436/2002 e pelo Decreto 5626/2005. Essa língua é visualespacial, como dito anteriormente, ou seja, se realiza no espaço com articuladores visuais: as mãos, o corpo, os movimentos e o espaço de sinalização. Além disso, o decreto 5626 de 2005 assinala que a educação de surdos no Brasil deve ser bilíngüe, garantindo o acesso a educação por meio da língua de sinais e o ensino da língua portuguesa escrita como segunda língua. A escola torna-se, portanto, um espaço lingüístico fundamental, pois é um dos principais espaços que a criança surda entrará em contato com a Língua Brasileira de Sinais assim como com a língua oficial do seu país. A língua de sinais será trabalhada de forma visual-espacial e a Língua Portuguesa será apresentada na forma escrita. Conforme, afirma Quadros (2005) a educação de surdos, em uma proposta bilíngüe, deve ter um currículo organizado em uma perspectiva visual-espacial para garantir o acesso a todos os conteúdos escolares na Língua Brasileira de Sinais. Porém, não basta simplesmente traduzir o currículo da escola regular para a língua de sinais, há que se contemplar nele os aspectos culturais das Comunidades Surdas, sua história e direitos para que o Surdo possa se identificar com a cultura de sua comunidade e não somente

5 5 com a cultura dos ouvintes (Skliar, 1999). Por fim, o que está sendo proposto é uma reflexão sobre uma nova forma de encararmos o processo não apenas educacional do surdo, no sentido pedagógico mais restrito do termo, mas seu desenvolvimento como indivíduo em si mesmo e sua participação como indivíduo na sociedade. Nesse último sentido, educação com bilingüismo é uma expressão que deve vir intimamente comprometida com as características culturais das comunidades de surdos e de ouvintes (Fernandes, 1998). Além de ressaltar a importância da aquisição da língua não apenas como meio de interlocução, mas, também, seu lugar nos processos de desenvolvimento cognitivo.

6 6 Objetivo: O objetivo deste estudo qualitativo é: Investigar como ocorre o processo de aquisição da língua de sinais em escola que possui uma perspectiva bilíngue. Analisar como está organizado o ambiente lingüístico, o papel dos personagens participantes, os tempos de aprendizado das duas línguas (língua de sinais e português). Analisar em que medida a educação bilíngue contribui para a aquisição e o desenvolvimento da linguagem de crianças surdas. Justifica-se, pois ainda perdura um desconhecimento sobre as propostas metodológicas de ensino na educação infantil de surdos na perspectiva bilíngue.

7 7 Problemática Partindo do pressuposto que no bilingüismo o surdo deve dominar, enquanto língua materna, a língua de sinais, que é a sua língua natural, e como segunda língua a língua oficial de seu país, busco analisar o processo de aquisição da língua de sinais dentro desta perspectiva. Pois, a idéia não é simplesmente uma transferência de conhecimentos da primeira língua para a segunda língua, mas sim um processo paralelo de aquisição e aprendizagem em que cada língua apresenta seus papéis e valores sociais representados. Nesse sentido, é de fundamental importância o convívio da criança surda com outros surdos mais velhos, que dominem a língua de sinais. Além disso, se os pais forem ouvintes, há a necessidade de que eles aprendam a língua de sinais, preferencialmente no convívio com as comunidades surdas, para garantir um ambiente lingüístico adequado à criança surda, tanto no contexto familiar como no social. A partir disso, pretendo analisar como ocorre aquisição da língua de sinais em uma turma de educação infantil em uma escola particular de Porto Alegre. As formas que são proporcionadas a educação bilíngüe e em qual concepção político-pedagógica esta proposta está norteada bem como as funções que cada língua irá representar no ambiente escolar. QUESTÃO NORTEADORA: Como ocorre o processo de aquisição da língua de sinais das crianças surdas na educação infantil bilíngüe?

8 8 Método Delineamento: Este estudo de caso tem delineamento qualitativo e descritivo. Assim como, Nisbet e Watt (1978) caracterizam o desenvolvimento do estudo de caso em três fases, sendo uma primeira aberta ou exploratória, a segunda mais sistemática em termos de coletas de dados e a terceira consistindo na análise e interpretação sistemática dos dados e na elaboração do relatório. Desta forma, as três fases descritas acima nortearão o desenvolvimento do projeto. Participantes: Participarão deste estudo uma turma de educação infantil de uma escola particular de surdos, de Porto Alegre. Instrumentos: Os instrumentos utilizados nesta pesquisa para coleta dos dados referentes ao processo de aquisição da língua de sinais serão por meio da observação da interação das crianças entre seus pares e das crianças entre os professores. E, também, um roteiro base para as entrevistas semi-estruturadas analisando o papel dos professores, coordenação pedagógica na construção da aprendizagem das duas línguas, além da função da família neste processo. Como afirma Ludke (1986): Ao desenvolver o estudo de caso, o pesquisador recorre a uma variedade de dados, coletados em diferentes momentos, em situações variadas e com uma variedade de tipos de informantes. Procedimentos de coleta de dados: Uma entrevista semi-estruturada será realizada, pela pesquisadora do projeto, com os pais, professores e coordenação pedagógica. Seguidos da análise das observações realizadas com as crianças envolvidas no estudo. Procedimentos de análise de dados: O observador se defronta com uma difícil tarefa, que é a de selecionar e reduzir a realidade sistematicamente. Essa tarefa exigirá certamente que ele possua um arcabouço teórico a partir do qual seja capaz de reduzir o fenômeno em seus aspectos mais relevantes e que conheça as várias possibilidades metodológicas para abordar a realidade a fim de melhor compreendê-la e interpretá-la (LUDKE, 1986). A finalidade é extrair temas e obter um entendimento profundo dos valores e crenças que guiam as ações do individuo. Na análise dos dados será feita a verificação da forma como se dá a aquisição da língua de sinais constatada durante as observações na sala de aula. Além da compreensão de bilinguismo que a escola pesquisada defende, aliando a visão dos professores, gestores e família.

9 9 Etapas previstas O projeto de pesquisa terá duração de um semestre e será dividido em três etapas básicas preparação, coleta de dados e análise dos dados coletados. 1) Preparação: organização dos materiais, visitação para que seja realizada a explicitação do projeto que será desenvolvido na escola escolhida. 2) Interação com o grupo, professores e famílias visando à ambientação do projeto. 3) Coleta de dados: Essa etapa inicial da pesquisa se dará a partir das observações da convivência em sala aula e, também, através das entrevistas semi-estruturadas, realizadas ao término de cada mês, com os professores, gestores e famílias. 4) Análise de dados: Será feita a partir das observações e análise da concepção de ensino bilíngüe que a escola e a família possuem. Este estudo ajudará na compreensão de como este ensino auxilia no desenvolvimento da criança surda.

10 10 Referencial Teórico Este projeto de pesquisa originou-se a partir da investigação de como a aquisição da língua de sinais ocorre dentro de uma perspectiva bilíngüe. Uma das autoras que norteará a pesquisa será Ronice Müller de Quadros que faz uma reflexão sobre professores de alunos surdos que buscam trabalhar com uma perspectiva bilíngüe na escola. Assim, como afirma a autora: Ao optar-se em oferecer uma educação bilíngüe, a escola está assumindo uma política lingüística em que duas línguas passarão a co-existir no espaço escolar, além disso, também será definido qual será a primeira língua e qual será a segunda língua, bem como as funções que cada língua irá representar no ambiente escolar (Quadros, 2006, p. 18). Ainda tratando sobre o bilingüismo e educação bilíngüe. Partindo do pressuposto que o surdo terá o domínio principal da língua de sinais, a sua língua natural, e como segunda língua o português, ou seja, a língua oficial do país. Abordo este conceito a partir da perspectiva da autora Eulália Fernandez: Uma proposta de educação onde o bilingüismo atua como uma possibilidade de integração do indivíduo ao meio sociocultural a que naturalmente pertence, ou seja, às comunidades de surdos e de ouvintes. Educar com bilingüismo é cuidar para que, através do acesso a duas línguas, se torne possível garantir que os processos naturais de desenvolvimento do indivíduo, nos quais a língua se mostre instrumento indispensável, sejam preservados. Isto ocorre através da aquisição de um sistema lingüístico o mais cedo e o mais breve possível, considerando a Língua de Sinais como primeira língua, na maioria dos casos, como acontece em nosso projeto. Educação com bilingüismo não é, pois, uma nova forma de educação. É um modo de garantir uma melhor possibilidade de acesso à educação (Fernandes, 1998, p. 14). Outro conceito a ser trabalhado será sobre as identidades surdas a sua representação em estudos culturais. Para refletir sobre este conceito usarei a autora Gládis Perlin e Ronice Quadros que tratam a identidade surda como: [...] as identidades surdas são construídas dentro das representações possíveis a cultura surda, elas moldam-se de acordo com o maior ou menor receptividade cultural assumida pelo sujeito. (PERLIN, 2004, p ).

11 11 Para tratar sobre os Estudos Surdos a partir da interpretação não da surdez como uma deficiência ou enquanto uma experiência de falta, mas tratar os surdos como um grupo organizado culturalmente utilizando a definição a partir da forma cultural e lingüística. Para isso, utilizarei a autora Nídia de Sá que trás o seguinte conceito: Os Estudos Surdos têm surgido nos movimentos surdos organizados e no meio da intelectualidade influenciada pela perspectiva teórica dos Estudos Culturais, ou seja: os Estudos Surdos inscrevem-se como uma das ramificações dos Estudos Culturais, pois enfatizam as questões das culturas, das práticas discursivas, das diferenças e das lutas por poderes e saberes. (Nidia de Sá, 2006, p. 5) Além disso, a autora busca trabalhar a questão da educação bilíngüe considerando não apenas a necessidade do uso de duas línguas, mas, buscando dar espaço privilegiado e prioritário à língua natural dos surdos, possuindo como eixo fundamental a identidade e a cultura surda.

12 12 Quadro com trabalhos relacionados: Autor Título Ano Relação com a pesquisa Dizeu,Liliane; Caporali, Sueli. Perlin, Gladis; Strobel, Karin A língua de sinais constituindo o surdo como sujeito. Fundamentos da Educação de Surdos Quadros, Ronice Idéias para ensinar Skliar, Carlos português para alunos surdos Atualidade da educação bilíngüe para surdos Sá, Nídia Cultura, Poder e Educação de Surdos Fernandez, Eulália Educação com bilinguismo crianças surdas para 2005 Discussão sobre a Língua Brasileira de Sinais e sua aquisição pela criança surda, no que se refere ao desenvolvimento da linguagem Buscar conhecimentos da Educação de Surdos para que seja possível identificar a língua de sinais, seus espaços, sua possibilidade da emergência de posições didáticas e sua percepção como língua de um povo Apresentar sugestões de como desenvolver atividades para ensinar o Português considerando o contexto bilíngüe As questões discutidas constituem, de forma implícita ou explícita, uma reflexão da natureza heterogênea, descontínua e rica sobre a educação bilíngue para surdos Estudos Surdos 1998 Bilingüismo

13 13 Referências: FERNANDES, E. e Rios, K.R Educação com bilingüismo para crianças surdas. Intercâmbio, II: LÜDKE, Menga e ANDRÉ, Marli E. D. A. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas.são Paulo: EPU, PERLIN, g. (1998) Identidades Surdas, Em: Skliar, carlos (org.): A surdez: um olhar sobre as diferenças. porto alegre: Mediação, QUADROS, Ronice Müller de. Idéias para ensinar português para alunos surdos / Ronice Muller Quadros, Magali L. P. Schmiedt. Brasília : MEC, SEESP, SKLIAR, Carlos. A Surdez: um olhar sobre as diferenças. Porto Alegre: Editora Mediação, SKLIAR, Carlos B. Os Estudos Surdos em Educação: problematizando a normalidade. Porto Alegre: Editora Mediação, SÁ, Nídia Regina Limeira. Cultura, poder e educação de surdos. Coleção pedagogia e educação. São Paulo: Paulinas, 2006.

14 14 Apêndice 1 Entrevista com os pais. Nome: 1) Qual a compreensão que você possui de bilinguismo? 2) Por que você escolheu um Colégio Bilíngüe? 3) Você observou quais modificações no desenvolvimento da língua de sinais da criança, após sua inserção neste ambiente? 4) De que forma você percebeu as mudanças na aquisição da língua? Em que situações você pode observar estas mudanças? 5) Neste contexto houve maior facilidade da compreensão da língua pela criança?

15 15 Apêndice 2 Entrevista com a Coordenação Pedagógica Nome: 1) Qual a proposta pedagógica da escola? 2) Há alguma melhora no desenvolvimento das crianças? Quais? 3) Como a escola entende essa perspectiva bilíngue? 4) Você acredita que essa é a melhor forma de ensino para a educação infantil constituída por crianças surdas? 5) Como você percebe o processo de aquisição da língua de sinais nos alunos desta turma?

16 16 TERMO DE CONSENTIMENTO INFORMADO E ESCLARESCIDO Eu, RG, responsável pelo (a) aluno (a), declaro por meio deste termo que AUTORIZO o (a) mesmo (a) a participar da coleta de dados da pesquisa científica intitulada A aquisição da língua de sinais a partir de uma perspectiva bilíngüe na educação infantil, oferecida pela pesquisadora Lia Gonçalves Gurgel, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS. Declaro que fui informado (a) que os objetivos desta pesquisa são: - Investigar como ocorre o processo de aquisição da língua de sinais em uma escola que possui uma perspectiva bilíngüe, afim de, analisar como está organizado o ambiente lingüístico, o papel dos personagens participantes, os tempos de aprendizado das duas línguas (língua de sinais e português) para perceber a importância deste ensino para estes alunos. Declaro que fui igualmente informado (a) de que, o uso de informações coletadas a partir desta pesquisa será utilizado apenas em situações acadêmicas (artigos científicos, palestras, seminários, trabalhos de conclusão de curso etc.), identificadas somente por sigla e número relativo à idade do participante. Autorizo somente para uso acadêmico, as fotos e filmagens obtidas durante a participação do (a) aluno (a) durante a coleta. A colaboração do (a) estudante terá início quando o (a) mesmo (a) entregar este presente termo devidamente assinado. Fui ainda informado de que o (a) aluno (a) participante poderá deixar de participar da pesquisa a qualquer momento, mediante a comunicação à pesquisadora responsável pela mesma. Porto Alegre, de de Assinatura do Pesquisador Assinatura do Responsável pelo jovem participante / telefone:

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