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1 Greene Soluções Ambientais Geradora de Energia Elétrica Sociedade Ltda Greene Energias GESTÃO E TECNOLOGIA DE APROVEITAMENTO ENERGÉTICO Biomassa RSU e RSI

2 Quem Somos Energias A Greene Soluções Ambientais junto aos seus parceiros realiza os projetos, a fabricação dos equipamentos, a gestão geral dos projetos em marcha de operação e trabalho, os planos de manutenção, assim como realiza a valorização energética de biomassa e resíduos orgânicos com tecnologia própria.

3 Parceiros Brasil Greene Energias

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10 Plantas integradas de gestão dos resíduos RSU e RSI e Biomasa (A) - Classificação (B) Secagem da fração orgânica (C) Combustível derivado resíduo (CDR) (D) Mistura e peletização (E) Gaseificação e geração

11 Diferencial da linha de classificação 1 DESENHO ESPECIFICO PARA CADA PROJETO 2 OTIMIZADA PARA A MÁXIMA EFICIÊNCIA E PRODUTIVIDADE 3 ROBUSTA E COM A MINIMA MANUTENÇÃO 4 CONSUMO DE ENERGIA MINIMO 5 TECNOLOGIA PARA TRIAGEM E SEPARAÇÃO, POR INDUÇÃO E SELEÇÃO DOS METAIS, SEPARAÇÃO DE METAIS POR VISÃO ARTIFICIAL

12 Diagrama de funcionamento linha de classificação

13 (A) Vista Geral linha de classificação 4.SEPARAÇÃO DE FILM 3.SEPARADOR DE FINOS 2.TRIAGEM PRIMÁRIA 1.ALIMENTAÇÃO 7.COMPACTAÇÃO 6.SEPARAÇÃO FERROS METAIS ALUMINIO 5.TRIAGEM SECUNDÁRIA E PRENSA DE MULTIPRODUTOS

14 Energias Classificação do RSU Descrição de funcionamento da Planta

15 1. Alimentação A alimentação geral da planta se faz mediante caminhões no fosso de recep ç ã o. Dali o material é carregado, mediante garras, no alimentador de placas pesadas prim á rio. Este, por ú ltimo, o transfere para a fita de triagem primária. ALIMENTADOR PRIMÁRIO GARRA CORREIA DE TRIAGEM PRIMÁRIA CAMINHÕES FOSSO

16 2. Triagem Primária O material é transportado pela cinta de triagem primária através de uma cabine de triagem onde se retiram os grandes volumes. Eles são colocados em rampas que desembocam em container. GABINE DE TRIAGEM PRIMÁRIO ALIMENTADOR PRIMÁRIO FITA DE TRIAGEM PRIMÁRIO POSTO DE TRIAGEM PRIMÁRIO CONTAINERS TOLVIN DE TRIAGEM PRIMÁRIO Vidros Acartonado s grandes Material ferroso grande

17 3. Abertura de sacos e separação A fita de triagem descarrega sobre o tromel que rompe os sacos domésticos de resíduos e classifica o material graças a suas duas superfícies filtrantes de orif í cios crescentes. O material fino cai no saltador inferior e é enviado para refino e com postagem, sendo expurgado previamente de material ferroso mediante um separador de imã permanente. FITA TROMEL DE TRIAGEM SECUNDÁRIA TROMEL FITA DE TRIAGEM PRIMÁRIA GROSSO SEPARADOR DE IMÃ PERMANENTE SOLDADOR E FITA DE RECOLHIMENTO TROMEL FITA DE FINOS E COMPOSTAGEM Finos orgânicos Metais pequenos

18 4. Gabine de triagem secundária O funil dianteiro do tromel descarrega os materiais grosseiros sobre uma fita transportadora, esta descarga por vez é realizada sobre a fita de triagem secundária, sobre os primeiros pontos de descarga se situam as sucções de film, ligados a um separador de film (filtro) que succiona as poeiras e materiais em suspensão. VENTILADOR FILTRO SEPARADOR DE FILM TROMEL Container de finos FITA DE TRIAGEM SECUNDÁRIA FITA DE TRIANSPORTE DE FILM Film FITA TROMEL DE TRIAGEM SECUNDÁRIA

19 5. Fita de triagem secundária e prensa de multi produtos Os diferentes materiais provenientes do tromel s ã o classificados na cabine de triagem secund á ria e lan ç ados sobre a cinta de transporte correspondente, posteriormente alimentar a prensa de multi produtos, mediante um alimentador de plantas de arraste, (Redler). FITA DE TRIAGEM SECUNDÁRIA FITA ALIEMNTADORA FITA TRANSPORTE PRENSA DE MULTI PRODUTOS

20 6. Separação de metais ferrosos e alumínios Na fita de triagem secund á ria s ã o primeiramente recuperados os metais ferrosos mediante separador eletro magnético que descarrega os metais para a prensa. Atrav é s de um alimentador vibrat ó rio, com separador por indução, são separados os alumínios e os destinados ao container. SEPARADOR ELETRO MAGNÉTICO FITA DE REJEITOS FITA DE TRIAGEM SECUNDÁRIA ALIMENTADOR VIBRATÓRIO Metais ferrosos PRENSA DE METAIS FERROSOS Alumínios SEPARADOR POR INDUÇÃO

21 7. Compactação de materiais - sobrantes Uma separado e selecionado os elementos aproveitáveis, os rejeitos da planta (inertes, etc), s ã o enviados á um compactador para a posterior destinação. SEPARADOR POR INDUÇÃO FITA DE REJEITOS COMPACTADOR Multi produtos compactados

22 Linha de Triagem - Fotos Triagem primária Tromel Fitas de triagem Fitas de triagem Separador vibratório Fita transporte de rejeitos

23 (B) Zona de secagem da matéria orgânica Aeração forçada Movimento da matéria orgânica Secagem com umidades superiores á 35%

24 (C) Linha de CDR Combustível derivado do resíduo Máxima automação Mínimo consumo Fração de um combustível homogêneo á gaseificar Características do CDR Umidade: < 15% PCI: > kcal/kg Granulometria: < 25 mm

25 (D) Peletização Mescla A fração orgânica uma vez tratada, se mescla e tritura em um mesmo equipamento. Peletização Uma vez triturada e homogeneizada, ambas frações, se peletiza, para favorecer o rendimento do sistema de gaseificação. Energias Renováveis CDR - Combustível Derivados de Resíduos

26 (E) Linha de gaseificação Na gaseificação, as substâncias contidas na matéria orgânica é convertida em energia química contida num gás. Este gás é utilizado como combustível para a produção de energia em motores de cogeração. As porcentagens m í nimas de cinzas n ã o gaseificadas, podem ser consideradas um resíduo, que bem valorizadas, podemos utilizá-las como material de construção, fertilizantes, na fabricação de vidro, etc. Assim, a gaseifica ç ã o é uma t é cnica eficaz para reduzir o volume de res í duos s ó lidos e recuperar seu poder energ é tico, tornando-se a forma mais adequada para a obten ç ã o de energia el é trica e t é rmica, no contexto do desenvolvimento sustentável.

27 (E) Linha de gaseificação fotos de fabricação

28 Motores de Co Geração Fotos de montagem

29 (E) Linha de gaseificação fotos de término da fabricação e montagem

30 (E) Tecnologia de gaseificação com reator giratório Processa qualquer tipo de resíduo orgânico Extração de cinzas desenhada para trabalhar com impurezas < 10% Possibilidade a mudança de resíduos sem parar o processo Desenhado e projetado para trabalhar em altas temperaturas Sistema avançado de eliminação de alcatrões Filtros secos, sem a geração de águas contaminantes Controle diferenciado com 6 zonas de reações Analisador continuo de gases Classificação e tratamento Reator gaseificador Tratamento do gás síntese Motorização, co geração

31 (E) Resíduos gaseificáveis Madeira e biomassas vegetais; Resíduos orgânicos e Resíduo sólido industrial; Plásticos, Papéis e Têxtil; Produtos de com postagem; Resíduos de frigoríficos e abatedouros; Resíduo sólido urbano, entre outros;

32 Linha triagem tratamento, CDR, peletização, gaseificação e motorização motores de co geração

33 Ciclo combinado aproveitamento energético através da gaseificação Energia térmica Classificação e tratamento Reator gaseificador Tratamento do gás síntese Motorização, co geração

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35 GREENE SUA MELHOR OPÇÃO EM TECNOLOGIA E PLANO DE NEGÓCIO Maior valorização de potencial energético Tecnologia de menor impacto ambiental Cumprimento de licenças e legislações Geração de empregos e fomento às tecnologias educacionais Subsídios a projetos de valorização social Gestão total de Implantação, operação e comercialização Greene Soluções Ambientais

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