PROJETO. Início: maio/2011. Duração: 36 meses. Coordenador Geral: Prof. Aroldo Misi. Coordenador Executivo: Prof. José Haroldo Sá

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1 PLANO DE TRABALHO PROJETO MAPA METALOGENÉTICO DO ESTADO DA BAHIA II: BANCO DE DADOS E ANÁLISE METALOGENÉTICA E PREVISIONAL DE DUAS PROVÍNCIAS NA REGIÃO NORDESTE DO ESTADO MAIO/2011

2 PROJETO Título: MAPA METALOGENÉTICO DO ESTADO DA BAHIA II: BANCO DE DADOS E ANÁLISE METALOGENÉTICA E PREVISIONAL DE DUAS PROVÍNCIAS NA REGIÃO NORDESTE DO ESTADO Início: maio/2011 Duração: 36 meses Coordenador Geral: Prof. Aroldo Misi Coordenador Executivo: Prof. José Haroldo Sá Unidades Executoras: Centro de Pesquisa em Geofísica e Geologia, Universidade Federal da Bahia (CPGG/UFBA): Grupo de Metalogênese Laboratório de Espectroradiometria Universidade Estadual de Feira de Santana - UEFS 1 - INTRODUÇÃO A criação de um Sistema de Informações sobre a Geologia e os Recursos Minerais do Estado da Bahia faz parte de um conjunto de propostas que a CBPM idealizou e vem realizando nos últimos anos, para dar cumprimento ao seu papel institucional de empresa estatal promotora do desenvolvimento do setor mineral. O enorme acervo de dados e informações disponíveis exigiu a construção de bancos de dados que pudessem armazenar, classificar, integrar e disponibilizar esse acervo de modo fácil e rápido, para atender demandas relacionadas com diversos interesses, principalmente aquelas voltadas para criar oportunidades e incentivar o conhecimento, a descoberta e o aproveitamento dos recursos minerais do Estado. O Projeto Mapa Metalogenético do Estado da Bahia, que foi concluído em dezembro de 2006 pelo Grupo de Metalogênese (UFBA/CNPq) por meio de convênio patrocinado pela CBPM e SICM, com a participação do DNPM, insere-se nesse contexto. O projeto atingiu os objetivos pretendidos, ou seja: 1) Desenvolveu um sistema de geoprocessamento que permite compatibilizar e integrar a massa de dados fornecida pela CBPM e/ou de domínio público, que inclui: ocorrências minerais (CBPM e CPRM), mapa geológico (SIG/BAHIA), imagens RADAR, imagens de satélite, bases topográficas do IBGE disponibilizados pela SEI, modelagem digital de terreno e mapa gravimétrico, da CPRM. 2

3 2) Construiu uma ferramenta de disseminação dos dados baseada em software livre de amplo acesso, por meio da qual podem ser feitas consultas espaciais (mapas) e das bases de dados do projeto, via Internet. 3) Desenvolveu as bases preliminares para uma nova proposta de regionalização tectônica do Estado, levando em conta parâmetros metalogenéticos e geotectônicos, além de outros. 4) Criou as condições para realizar análises metalogenética e previsional das províncias minerais identificadas e delimitadas pelo projeto. O Estado da Bahia dispõe de um enorme acervo de dados e informações que reúnem levantamentos geológicos, geofísicos e geoquímicos, em escalas adequadas à exploração e pesquisa mineral, além de dezenas de milhares de análises petrográficas, mineralógicas, químicas, isotópicas etc., distribuídas por todo o território do Estado. Este enorme patrimônio encontra-se pronto para ser integrado, analisado e avaliado por meio de novas geotecnologias. Para tanto, faz-se necessário construir uma estrutura adequada capaz de reunir todos os dados e informações, tornando-os disponíveis para consultas internas e externas (empresários, pesquisadores, estudantes e demais interessados). O Grupo de Metalogênese do Centro de Pesquisa em Geofísica e Geologia (CPGGUFBA e CNPq), responsável pela execução do Projeto Mapa Metalogenético do Estado da Bahia, submete à apreciação da CBPM a proposta de trabalho descrita a seguir, para realização no período de maio/2011 a abril/ OBJETIVOS A partir do conhecimento reunido no Mapa Metalogenético do Estado da Bahia, concluído em dezembro de 2006, e mediante o levantamento de novos dados de campo e de laboratório, bem como a utilização de modernas ferramentas de geoprocessamento, tem-se como objetivo principal a indicação e caracterização de áreas com grande potencial para mineralizações de interesse econômico. A análise metalogenética e previsional será inicialmente realizada em duas províncias geológicas localizadas na região nordeste do Estado, sobre as quais serão desenvolvidos modelos previsionais, tendo como foco principal as províncias minerais de cobre, cromo, ouro e ferro. Constituem-se objetivos complementares: (i) Implantar um banco de dados, na UFBA e na CBPM, de suporte a decisões e desenvolver ferramentas de software capazes de efetuar a integração de diversas fontes de dados utilizadas no projeto; (ii) integrar novas bases de dados ao sistema do mapa metalogenético, sobretudo os dados geofísicos mas também outros tais como os geoquímicos, petrográficos, de afloramentos e atributos dos depósitos e ocorrências minerais; (iii) implantar um banco de dados de padrões espectrais de minerais e rochas em imagens de satélite, que dará suporte à análise metalogenética e previsional e a outros programas de exploração mineral na região; (iv) incorporar novos dados de campo e dados geoquímicos, geocronológicos, isotópicos e 3

4 outros que dêm suporte à análise metalogenética e previsional das províncias selecionadas; (v) atualizar e aperfeiçoar as ferramentas já desenvolvidas durante a primeira fase para divulgação das informações e conhecimentos gerados; (vi) propor uma nova regionalização tectônica do território do Estado, estabelecendo sua relação com os processos metalogenéticos, estudos esses que foram iniciados no projeto anterior. 3 PRODUTOS FINAIS 1) Modelagem metalogenética e previsional de duas províncias na região Nordeste do Estado com foco para províncias minerais de cobre, cromo, ouro, ferro, zinco e chumbo, apresentada sob a forma de mapas digitais e texto. 2) Banco de dados de suporte a decisões contendo todos os dados disponíveis e os novos dados a serem levantados pelo projeto nas províncias selecionadas. 3) Biblioteca de padrões espectrais de rochas, minerais e solos das províncias selecionadas, que serão incorporados à base de dados e darão suporte às análises metalogenética e previsional.. 4) Ferramenta de disseminação de dados, meta dados e informações, aperfeiçoada e atualizada. 5) Relatório Final, que poderá vir a ser editado e publicado pela CBPM. 4 PLANO DE TRABALHO: EXECUÇÃO E AÇÕES Duas áreas de trabalho foram selecionadas, ambas localizadas no setor nordeste do Estado (Figura 1), que servirão como áreas-piloto. A metodologia desenvolvida poderá ser aplicada em outras províncias, posteriormente. As áreas selecionadas mostram as seguintes características:. A área 1 encontra-se recoberta por levantamentos aerogeofísicos executados pela CBPM. Do ponto de vista geotectônico ela contém unidades representativas do evento orogenético (2,1-2,0 Ga), com transporte de massa de leste para oeste e do evento de colapso orogenético, incluindo a granitogênese (1,9 Ga) da época paleoproterozóica. Dentre as principais concentrações minerais temos (i) o distrito cuprífero do vale do Curaçá; (ii) os distritos cromitíferos do vale do Jacurici e de Campo Formoso; (iii) os distritos auríferos de Jacobina e do rio Itapicuru; (iv) o distrito zincífero de Mundo Novo e (v) os distritos berilíferos (esmeralda) de Carnaíba e Socotó. A área 2 não possui levantamentos aerogeofísicos, mas trata-se de uma região com grande potencial para presença de depósitos de fosfato e de chumbo e zinco, cujo controle estratigráfico é bem marcante. Além disso, as bibliotecas espectrais aqui produzidas terão aplicações no mapeamento espectral de bacias sedimentares (neoproterozóicas), visando o estabelecimento de correlações regionais. Do ponto de 4

5 vista geotectônico, a principal característica da área é a presença de sub-bacias intracratônicas (epicontinentais), formadas durante a fragmentação do supercontinente Rodinia, entre 900 e 600 Ma., aproximadamente. A evolução comum dessas bacias e das bacias de margem passiva, ambas formando grandes áreas distribuídas em todo o Cráton do São Francisco, reflete se nas sucessões estratigráficas, que podem ser correlacionadas por longas distâncias. Uma vez que os controles das mineralizações de fosfato (principalmente) e de sulfetos de Zn-Pb estão controladas estratigráficamente (alem de outros controles), as correlações regionais com a Bacia do São Francisco e com a Bacia de Irecê, onde já se conhecem mineralizações econômicas, torna-se imperativa. Este projeto será executado por pesquisadores e estudantes vinculados ao Grupo de Metalogênese da Universidade Federal da Bahia (Centro de Pesquisa em Geofísica e Geologia - CPGG/UFBA - e CNPq) e ao Programa de Pós-Graduação em Modelagem em Ciências da Terra e do Ambiente da Universidade Estadual de Feira de Santana (PPGM/UEFS). A COFFEY BRASIL, por meio de acordo de parceria que possui com a UFBA, dará suporte em serviços e consultoria nas áreas de banco de dados, desenvolvimento de softwares e consultoria especializada às entidades envolvidas (UFBA, UEFS e CBPM). 5

6 Metalogênese Regional do Estado da Bahia 42 W 41 W 40 W 39 W 38 W ABARE RODELAS CHORROCHO CURACA CASA NOVA 9 S MACURURE GLORIA PAULO AFONSO SOBRADINHO JUAZEIRO REMANSO SANTA BRIGIDA SENTO SE UAUA CANUDOS JEREMOABO 10 S JAGUARARI NOVO TRIUNFO ANTAS MONTE SANTO CAMPO FORMOSO EUCLIDES DA CUNHA BANZAE ANTONIO GONCALVES FATIMA CICERO DANTAS CANSANCAO HELIOPOLIS ITIUBA PINDOBACU QUIJINGUE RIBEIRA DO POMBAL FILADELFIA PONTO NOVO NORDESTINA ANDORINHA UMBURANAS TUCANO OUROLANDIA MIRANGABA SAUDE QUEIMADAS JUSSARA CAEM CIPO CENTRAL JACOBINA SAO GABRIEL NOVA SOURE SANTALUZ VARZEA NOVA IRECE UIBAI ARACI OLINDINA LAPAO SERROLANDIA QUIXABEIRA VALENTE JOAO DOURADO MIGUEL CALMON CAPIM GROSSO GAVIAO SAO DOMINGOS TEOFILANDIA CRISOPOLIS VARZEA DO POCO IBITITA AMERICA DOURADA VARZEA DA ROCA NOVA FATIMA SATIRO DIAS MORRO DO CHAPEU IBIPEBA SERRINHA APORA CANARANA MAIRI PIRITIBA ICHU BARRO ALTO CAFARNAUM ACAJUTIBA INHAMBUPE CANDEAL PINTADAS BARRA DO MENDES TAPIRAMUTA PE DE SERRA LAMARAO MUNDO NOVO ENTRE RIOS MULUNGU DO MORRO BONITO TANQUINHO BAIXA GRANDE SANTANOPOLIS IRARA SOUTO SOARES UTINGA MACAJUBA PEDRAO ANGUERA IPIRA SERRA PRETA ALAGOINHAS ARACAS IRAQUARA RUY BARBOSA WAGNER IPECAETA FEIRA DE SANTANA LAJEDINHO CATU RAFAEL JAMBEIRO SANTO ESTEVAO TERRA NOVA POJUCA SEABRA ITABERABA PALMEIRAS ANTONIO CARDOSO SANTO AMARO LENCOIS SAO FELIX MURITIBA MATA DE SAO JOAO IBIQUERA BOA VISTA DO TUPIM BONINAL ITATIM CAMACARI SAPEACU SAUBARA IACU SIMOES FILHO NOVO HORIZONTE ANDARAI SAO FELIPE MILAGRES NOVA REDENCAO ELISIO MEDRADO VARZEDO VERA CRUZ SALVADOR NOVA ITARANA AMARGOSA NAZARE ARATUIPE MARCIONILIO SOUZA BREJOES JAGUARIPE PIATA LAJE ABAIRA PLANALTINO IRAJUBA UBAIRA IRAMAIA SANTA INES JIQUIRICA VALENCA ERICO CARDOSO IBICOARA MARACAS ITAQUARA CAIRU JUSSIAPE ITIRUCU TAPEROA LAJEDO DO TABOCAL RIO DE CONTAS NILO PECANHA TEOLANDIA JAGUAQUARA BARRA DA ESTIVA MUCUGE DOM BASILIO ITAETE LAFAIETE COUTINHO ITAMARIGANDU ITUACU CONTENDAS DO SINCORA APUAREMA JEQUIE 11 S 12 S 13 S ITUBERA IGRAPIUNA CAMAMU JITAUNA TANHACU LAGOA REAL BRUMADO MANOEL VITORINO ITAGI MIRANTE CAETANOS 14 S MARAU IPIAU UBATA ITAGIBA GONGOGI BOA NOVA ITACARE ITAPITANGA UBAITABA BOM JESUS DA SERRA DARIO MEIRA RIO DO ANTONIO ARACATU MALHADA DE PEDRAS km Fanerozóico Mesoproterozóico Neoarqueano Neoproterozóico Paleoproterozóico Mesoarqueano Área de trabalho 1 (coberta por levantamentos geofísicos) Paleoarqueano Área de trabalho 2 (sem levantamentos geofísicos) Figura 1- Delimitação das áreas de trabalho do Projeto Mapa Metalogenético da Bahia - Fase II 6

7 O programa de trabalho a ser desenvolvido no período de 36 meses, compreenderá a execução de quatro subprogramas, a seguir detalhados: Banco de Dados de Suporte à Decisão e ferramentas de integração. Responsáveis diretos: Gláucio Rocha, Leonardo Santana Outros pesquisadores: Aroldo Misi, José Haroldo Sá, Washington Franca Rocha Objetiva conceber e implantar um banco de dados especializado para suporte às atividades de análise e simulação no âmbito da fase II do projeto do Mapa Metalogenético Digital do Estado da Bahia, aqui denominado de banco de dados de modelos metalogenéticos (BDMM). O BDMM será parte fundamental de um sistema de informações sobre geologia e recursos minerais e, utilizando ferramentas de integração que serão desenvolvidas durante o projeto, será capaz de agregar dados de sistemas de informações existentes e de diversas fontes tais como: dados geofísicos, geoquímicos, afloramentos, petrografia, sondagens, assinaturas espectrais entre outros. Atividades de interpretação e análise das informações primárias serão executadas por técnicos especializados em geofísica, sensoriamento remoto e sistemas de informação geográfica. Esses dados serão agregados à base de trabalho utilizada pelos demais subprogramas e, posteriormente, à base de dados de consultas. As informações compiladas e os resultados do projeto, serão disponibilizados aos diversos usuários via portal de informações geográficas. Este portal web possuirá capacidade de busca e visualização das informações, bem como integração com a plataforma de geoprocessamento adotada nas instituições envolvidas. O BDMM assim como as demais ações deste subprograma serão concomitantemente construídos e desenvolvidos no Laboratório de Geoprocessamento do Grupo de Metalogênese da UFBA e na CBPM, e progressivamente seus dados serão implantados na Companhia Baiana de Pesquisa Mineral. Objetivos O objetivo principal será o desenvolvimento e a implantação de um banco de dados de suporte a decisão (banco de dados de modelos metalogenéticos - BDMM), além do desenvolvimento de ferramentas de software capazes de efetuar a integração de diversas fontes de dados utilizadas no projeto. Esse conjunto de produtos se constituirá numa plataforma tecnológica capaz de prover a infra-estrutura necessária para a criação de cenários de simulação e análise previsional, além de consultas simplificadas, que serão utilizadas pelos pesquisadores do projeto e por outros usuários de todas as instituições envolvidas. Os objetivos complementares deste subprograma são: (1) A implantação de um software de gerenciamento dos dados básicos de mineração para apoio às atividades mapeamento geológico, coleta de dados no campo, amostragens geoquímicas e gestão dos resultados de análise e laboratórios; (2) A disseminação ampla da informação primária compilada para o projeto e dos resultados dos outros subprogramas. Para se alcançar este objetivo será necessário o desenvolvimento e a implantação de um 7

8 geoportal baseado na web com capacidade de pesquisa de informação por metadados e busca por critérios espaciais. Será publicada interface de acesso via webservices que tornará possível a integração com softwares de geoprocessamento amplamente utilizados. Justificativas A utilização de bancos de dados como ferramenta de apoio em projetos de pesquisa e no suporte à decisão em instituições é algo plenamente difundido. Entretanto, a existência de dados em diversos formatos e orientados a atividades específicas confere-lhes características únicas, exigindo esforço adicional na compatibilização dessas informações. Instituições com processos de informatização crescente possuem bancos de dados operacionais, cujo conteúdo está diretamente ligado às atividades de rotina, especializados nas diversas áreas de atuação. Cada conjunto de informações é modelado para atender as especificidades daquele determinado domínio, por exemplo: informações sobre recursos minerais; sistemas de laboratório de análise; bases de dados de afloramentos, entre outros. São sistemas projetados para atender as necessidades da área operacional. A consolidação dos sistemas, e das diversas bases, em um único sistema de gerenciamento de dados para mineração permite a padronização de processos de aquisição de dados, um gerenciamento mais adequado das atividades de mapeamento e amostragem, e o acesso integrado a toda informação primária coletada ou produzida na instituição. Por outro lado, atividades estratégicas e de análise necessitam do acesso às informações presentes em todos os sistemas, além de outras fontes independentes, relacionadas a partir de diversos critérios, com a possibilidade de criação de cenários de simulação que apóiem a modelagem metalogenética e previsional. Várias alternativas existem para prover acesso a essa informação fragmentada. A mais usualmente utilizada é a modelagem de um banco de dados orientado à consulta, com ferramentas de integração sincronizadas com as várias fontes de dados. Um banco de dados que dê suporte aos processos de simulação e análise será de grande valia para as atividades de interpretação de informações durante o projeto, e servirá como base para implementação de sistemas de apoio à decisão no futuro, pois integrará, em ambiente único, a maior parte da informação necessária a esses processos. Arquitetura Dentro do ponto de vista da infra-estrutura atual da CBPM e das últimas ações desenvolvidas pelo núcleo de geoprocessamento da mesma, esse subprograma será desenvolvido de acordo com a arquitetura proposta na figura abaixo. 8

9 O domínio de informações que estão hoje armazenadas no IGBA correspondem a implementação de duas ferramentas da Coffey e o desenvolvimento de um banco de dados de gestão mineral. Dentro das alternativas disponíveis para substituição do IGBA, a CBPM necessitaria (dentro do contexto das soluções Coffey): Sistema GeoEXPLO para gestão de projetos de exploração mineral; Sistema GeoDIM para gestão do patrimônio mineral; O desenvolvimento de um novo banco de dados para a gestão mineral. Faz-se necessário a migração da estrutura atual do IBGA para uma nova plataforma tecnológica em função: Da necessidade de sistema de gerenciamento de banco de dados multiusuário; De permitir uma integração com a informação geográfica; De uma maior flexibilidade no tratamento e na utilização da informação. A arquitetura do sistema de suporte a decisão que será desenvolvido nesse subprograma envolve o desenvolvimento de um componente GIS para atualização e manutenção da informação geográfica, migração das informações necessária do IGBA para o BDMM, desenvolvimento do BDMM, desenvolvimento do catálogo de metadados, da camada de serviços web (webservices) e do geoportal. O geoportal alimentaria o SIGWEB já desenvolvido pela CBPM, promovendo assim o acesso amplo as informações produzidas por esse projeto. 9

10 Ações As atividades deste subprograma serão executadas por técnicos especializados, a partir de planos específicos de trabalho e dentro dos objetivos do acordo de parceria técnica existente entre a UFBA e a COFFEY BRASIL. As ações a serem realizadas, compreenderão: Base de dados geográficos Revisão da base geográfica do projeto Validação Atributação Correção Geológica Verificação topológica Geração de novas camadas de informação (geofísica, geoquímica e afloramentos, dentre outras) Banco de dados - BDMM Avaliação dos sistemas existentes Compatibilização entre os sistemas existentes Implantação do software de gerenciamento de dados de mineração com os dados primários para o projeto do Mapa Metalogenético fase II. Modelagem de banco de dados de suporte à decisão Implantação do modelo de dados para suporte à decisão em gerenciador de banco de dados existente na CBPM Implementação de ferramenta de sincronização entre as diversas fontes de dados e o banco de suporte à decisão Infra-estrutura de dados espaciais Levantamento e Cadastramento de dados e metadados gerados pelo projeto. Implementação de Geoportal com as informações do projeto. Instalação e customização do Catálogo de Metadados. Publicação das informações via webservices Aquisição e processamento de dados espectrais. Responsável direto: Washington Franca Rocha (UEFS) Outros pesquidores: Ardemirio de Barros Silva e Joselisa Chaves (UEFS) Propõe-se a aquisição de dados espectroradiométricos em materiais rochosos e solos, com vista ao desenvolvimento de um banco de dados de referências espectrais de minerais associados a zonas mineralizadas na região nordeste do Estado da Bahia. Bancos de dados desta natureza possibilitam a identificação de sua distribuição em imagens de satélites com uso de técnicas adequadas de processamento de imagens. As técnicas de sensoriamento remoto hiperespectral utilizam padrões espectrais para identificar estatisticamente, em imagens de satélites, os objetos com maior afinidade. Para utilizar o potencial destas técnicas e das novas imagens de satélite com maior capacidade para discriminação de alvos, é necessário dispor de uma biblioteca de padrões para ser usada como referência na produção de mapas de distribuição dos minerais de interesse. Com o incremento de atividades de exploração mineral, a 10

11 aplicação de investimentos em inovação tecnológica torna-se essencial para elevar as chances de sucesso em pesquisas desta natureza. Dispor de mapas e de estimativas da distribuição de minerais com potencial de utilização ou associados a zonas mineralizadas contribuirá para a viabilização de novos projetos de mineração no Estado. Objetivo Implantar bibliotecas espectrais voltadas ao reconhecimento, em imagens de satélite, de padrões espectrais de minerais de alteração associados a zonas mineralizadas, como suporte à exploração mineral. Justificativas O estudo do potencial de recursos minerais vem ganhando importância no contexto científico-tecnológico com o incremento de pesquisas geotecnológicas voltadas ao desenvolvimento de novas aplicações em suporte à exploraçâo desses recursos. Dentre estes estudos, o mapeamento espectral de minerais, solos e materiais geológicos de interesse para a indústria mineral vem se destacando, devido à disponibilidade de novos sistemas sensores com capacidade de detecção de minerais e associação de minerais. A identificação e o mapeamento da distribuição e ambiência de minerais de interesse prospectivo são mais eficazes com o emprego de imagens de satélites e com uso de técnicas de processamento digital. Imagens digitais de satélite disponibilizam um grande acervo de dados espectrais, requerendo a aplicação de técnicas sofisticadas de processamento de imagens visando identificar os padrões espectrais associados aos alvos de interesse. Em geral, os padrões de referência espectral disponíveis são produzidos em laboratórios de centros espaciais e de universidades no hemisfério norte, onde as amostras foram coletadas em locais com condições climáticas muito distintas das nossas. A pesquisa ora proposta possibilitará o desenvolvimento de uma biblioteca de espectros de minerais obtidos in-situ ou coletados e analisados em laboratório. Esta biblioteca dará suporte a novas pesquisas sobre a implementação de método de processamento de imagens para melhor identificar áreas de interesse de prospecção. A Universidade Estadual de Feira de Santana, por meio de seu Programa de Pós- Graduação em Modelagem em Ciências da Terra e do Ambiente, possui recursos humanos altamente qualificados e com a experiência necessária para desenvolver pesquisas utilizando este ferramental, podendo firmar-se como pólo de referência e de desenvolvimento nesta área na região Norte-Nordeste do país. Ações e infra-estrutura laboratorial A atividade a ser desenvolvida envolverá a coleta de amostras para determinação das assinaturas espectrais, que constituirão as bibliotecas a serem elaboradas e em execução em uma área piloto (a ser definida no decorrer do projeto), onde será realizado um mapeamento espectral para demonstrar a utilização das bibliotecas criadas. Serão realizadas medidas de campo, usando espectroradiômetro portátil (a ser adquirido pelo projeto) cobrindo as duas áreas selecionadas. Uma parte dos pontos visitados será amostrada para a realização de medidas mais precisas no Laboratório de 11

12 Espectrometria de Reflectância do PPGM/UEFS, implantado desde dezembro/2009. Este laboratório realizará as medidas de espectro de precisão em condições de laboratório e com controle de iluminação. Estas serão comparadas com os padrões já conhecidos, a exemplo da Biblioteca Espectral do USGS. O espectroradiômetro portátil a ser adquirido, permanecerá sob comodato no laboratório da Universidade Estadual de Feira de Santana. Outros laboratórios ligados ao PPGM/UEFS, como o Laboratório de Processamento Digital de Imagens e o de Sistemas de Dados e Informações Georreferenciados, darão suporte ao projeto, sobretudo na fase de realização de testes e de estudo de aplicação para exploração mineral. Instalações em rede, duas Estações de Trabalho, além de softwares comerciais e de código aberto, específicos para geoprocessamento e modelagem espacial, são disponíveis nesses laboratórios Regionalização tectônica. Responsável direto: José Haroldo Sá Outros pesquisadores: Aroldo Misi, Maria da Glória da Silva e Simone Cruz No cenário geotectônico da Bahia destaca-se, como unidade maior, a porção nordeste do Cráton do São Francisco, que ocupa cerca de 80% do substrato do Estado. Essa entidade geotectônica foi consolidada no final do Paleoproterozóico e encontra-se, em grande parte, circundada por faixas orogenéticas que evoluíram principalmente durante o Neoproterozóico. O embasamento do Cráton do São Francisco engloba vários complexos e associações litológicas metamorfizadas sob condições de baixo a alto grau, formados em diversos ambientes geotectônicos desde o início do Mesoarqueano (3,2 Ga) até o final do Paleoproterozóico (1,8 Ga). Sobre esse embasamento se instalaram bacias intracratônicas que hoje se apresentam como coberturas, cujas idades vão do Mesoproterozóico ao Fanerozóico. Essas coberturas foram submetidas a processos metamórficos e tectônicos, geralmente de baixa intensidade. A área exposta do embasamento do Cráton do São Francisco representa cerca de 25% da superfície do Estado da Bahia e hospeda a grande maioria do seu patrimônio mineral. A análise da distribuição dos distritos e províncias minerais da Bahia realizada por meio do Projeto Mapa Metalogenético (1ª fase) demonstrou que o conceito atual sobre o arcabouço geotectônico do setor norte do Cráton do São Francisco é muito simplificado e não consegue explicar as premissas básicas relacionadas à evolução crustal e à interrelação geotectônica versus metalogênese. A partir desta constatação, uma nova proposta sobre a evolução geotectônica do território baiano vem sendo discutida pelo Grupo de Metalogênese e será objeto de análise mais detalhada durante a execução deste projeto, incluindo algumas verificações de campo. Principais tópicos a serem destacados para discussão e verificação a) Características geológico-geotectônicas dos blocos arqueanos (Gavião-Lençóis- Paramirim - Guanambi; Jequié - Serrinha. Uauá). b) Estágio pré-colisional neoarqueano/sideriano: formação de arcos de ilhas e bacias de margens passivas: greenstone belt do Itapicuru, seqüências São José do Jacuípe e Ipirá; 12

13 bacias de Jacobina e Contendas-Mirante; seqüências Tanque Novo, Saúde e Cruz das Almas; seqüência máficoultramáfica do Vale do Curaçá (Caraíba). c) Colisão riaciana e granitogênese riaciana/orosiriana associada: granitos de Nordestina, Ibitiara e Jussiape; sienitos de Itiúba e Guanambi. d) Fase de colapso orogênico orosiriano e plutonismo associado: granitos de Campo Formoso e Carnaíba; complexos máfico-ultramáficos de Campo Formoso e Vale do Jacuricí. e). Tafrogênese orosiriana/estateriana com vulcanismo e plutonismo associados: vulcânicas Rio dos Remédios e Pajeú; suite intrusiva Lagoa Real. f) Deposição e evolução da Bacia do Espinhaço/Chapada Diamantina no Estateriano/Calimiano. g) Intrusão de exames de diques máficos na Chapada Diamantina no Calimiano/Ectasiano. Ações As atividades relacionadas a este subprograma constarão de: (i) Verificações de campo; (ii) apresentação e discussão da proposta de regionalização tectônica em fóruns adequados (simpósios, workshops, congressos). Essas ações estarão fortemente interligadas com aquelas a serem desenvolvidas no Subprograma IV Ações complementares: aquisição de novos dados de campo e de laboratório Responsável direto: José Haroldo Sá Outros pesquisadores: Aroldo Misi, Maria da Glória da Silva e Simone Cruz A serem desenvolvidas simultaneamente ao desenvolvimento dos outros subprogramas. Serão executadas ações para valorizar o conhecimento sobre a metalogênese do cobre, cromo, ouro e ferro (principalmente) das províncias geológicas selecionadas (Figura 1). Visarão, sobretudo, cobrir vazios de dados e informações necessárias para realizar modelagens metalogenéticas e previsionais. Muitas dessas ações (algumas das quais já estão em curso) serão realizadas por meio de convênios com outros grupos de pesquisa e laboratórios (no Brasil e no exterior) e mediante apoio financeiro proveniente principalmente de agências financiadoras de pesquisas (FAPESB, CNPq, FINEP, etc.). Constarão de (a) datação de depósitos minerais, utilizando técnicas avançadas e adequadas a cada caso e cuja eficiência tem sido comprovada nos últimos anos. Esse estudo permitirá a definição das principais épocas metalogenéticas registradas no território baiano; (b) determinação de isótopos estáveis e radiogênicos (δ 18 O, δ 13 C, δ 34 S, 87 Sr/ 86 Sr, Pb/Pb, Ar/Ar, U/Pb e outros) em associações minerais e encaixantes de depósitos minerais selecionados, com o objetivo de definir fontes, características dos fluidos mineralizantes e processos de concentração de metais; (c) determinação de temperaturas e salinidades de fluidos mineralizantes por meio de análise de inclusões fluidas em associações minerais de depósitos e ocorrências selecionados; (d) verificações de campo, com objetivo de esclarecer problemas geológicos e realizar amostragem para estudos de laboratório; (e) análises químicas, 13

14 mineralógicas e petrográficas, por meio de microssonda eletrônica, difratometria de R- X e microscopia ótica em fases minerais e rochas. A maior parte das análises químicas será realizada em laboratórios especializados. As análises por difratometria de R-X serão efetuadas nos laboratório do Instituto de Geociências da UFBA sendo que, para isso, está previsto no projeto a aquisição de um componente simples (cristal de iodeto de sódio para detecção), no valor R$ 4536,00. A quantificação prevista para estes trabalhos encontra-se no quadro abaixo. 5 ATIVIDADES Atividade Quantidade Prevista Análises isotópicas pelo método Ar-Ar 50 Análises isotópicas pelo método Pb-Pb 50 Análises isotópicas pelo método U-Pb 30 Análises isotópicas pelo método Re-Os 20 Análises isotópicas de oxigênio 120 Análises isotópicas de carbono 120 Analises de 87 Sr/ 86 Sr 60 Análises isotópicas de enxofre 80 Análises de Elementos de Terras Raras 60 Análises químicas de rochas 120 Análises de inclusões fluidas 120 Viagens de campo (nº de viagens) 12 O projeto será executado em 36 meses a partir de maio/2011, compreendendo as atividades principais abaixo descritas. Serão entregues relatórios técnicos semestrais em setembro/2011, março/2012, setembro/2012, março/2013, setembro/2013 e o relatório final em março/2014. Todas as atividades serão acompanhadas por um ou mais técnicos da CBPM, a critério da Diretoria Técnica possibilitando assim treinamento e transferência de tecnologia 1) Desenvolvimento de um banco de dados de suporte a decisões a partir de todos os dados disponíveis na CBPM e em outras bases de dados disponíveis. Inclui diversas ações, relacionadas no item /2011 a 02/ ) Análise e revisão da atual regionalização geológica e tectônica do Estado, rediscussão e proposição de possíveis revisões, com base nos processos metalogenéticos envolvidos. 05/2011 a 04/2012 3) Compra do espectrorradiômetro e de imagens Multi/Hiperespectral (UEFS) assim como do cristal de iodeto de sódio para o laboratório de difração de Raios-X (UFBA). 05/2011 a 08/2011 4) Revisão das bases geográfica e geológica do Projeto (Fase 1) e geração de novas camadas (geofísica, geoquímica, afloramentos, petrografia e outras). 06/2011 a 05/

15 5) Coleta de amostras para medidas espectrorradiométricas em laboratório, medidas de campo e medidas de laboratório. 09/2011 a 08/2012 6) Verificações de campo e amostragem para análises geocronológicas e outras. 09/2011 a 05/2013 7) Análises de laboratório (geocronológicas, isótopos estáveis, quimismo de rochas, etc.). 12/2011 a 10/2013 8) Construção de ferramenta de integração de dados. 03/2012 a 11/2012 9) Construção da base de meta dados com interface de consulta dinâmica. 03/2012 a 01/ ) Banco de dados de assinaturas espectrais. 12/2011 a 10/ ) Processamento digital de imagens Multi/Hiperespectral.em área piloto 03/2012 a 07/ ) Implantação de Geoportal do projeto. 02/2013 a 12/ ) Desenvolvimento de ferramenta de auxílio à análise metalogenética. 11/2011 a 12/ ) Conclusão do BD de assinaturas espectrais e mapa de alteração hidrotermal na área piloto. 08/2013 a 12/ ) Análise integrada de todos os dados (06/2012 a 01/2014), com ampla discussão a ser promovida pela equipe do projeto em dois eventos, com a participação de pesquisadores, especialistas e profissionais. Prevê-se a realização de um Primeiro Evento em julho/2012 e um Segundo Evento em setembro/ ) Conclusão da análise metalogenética e previsional das duas províncias selecionadas e apresentação do relatório final. 02/2014 a 04/ QUADRO DA EQUIPE PERMANENTE Nome Título Instituiçã o Função Período Carga Horária Semanal Aroldo Misi Prof. Dr. UFBA Coordenador Geral José Haroldo Sá Prof. Dr. UFBA Coordenador Executivo Ardemirio de Barros Silva Prof. Dr. UEFS Pesquisador 36 5 Simone Cerqueira P. Cruz Prof. Dr. UFBA Pesquisador Maria da Glória da Silva Prof. Dr. UFBA Pesquisador 36 5 Gláucio Almeida Rocha Analista COFFEY Pesquisador Joselisa Chaves Prof. Dr. UEFS Pesquisadora 36 5 Leonardo Santana Ms. COFFEY Pesquisador 36 5 Washington J. S. da F. Prof. Dr. UEFS Pesquisador Rocha Apoio técnico Nível Sup. UFBA Apoio à especializado (cinco) Apoio técnico graduandos (três) pesquisa Graduando UFBA Apoio à pesquisa

16 7 CRONOGRAMA DAS ATIVIDADES Cod Atividade Início Término Responsável 1 Desenvolvimento de um BD de suporte a 05/ /2012 Gláucio Rocha decisão. 2 Análise e revisão da regionalização tectônica. 05/ /2012 José Haroldo Sá 3 Compra de espectroradiômetro e de imagens. 05/ /2011 Washington Franca Rocha 4 Revisão das bases cartográfica e geológica e 06/ /2013 Leonardo Santana geração de novas camadas 5 Coleta de amostra e medidas de campo e 09/ /2012 Washington Franca Rocha laboratório - espectroradiometria 6 Verificações de campo e amostragem para 09/ /2013 José Haroldo Sá análises diversas. 7 Análises de laboratório (geocronologia, 12/ /2013 José Haroldo Sá isótopos, quimismo, etc.) 8 Construção de ferramentas de integração de 03/ /2012 Gláucio Rocha dados 9 Construção da base de meta dados do projeto 03/ /2013 Gláucio Rocha 10 Construção do BD de assinaturas espectrais 12/ /2012 Washington Franca Rocha 11 Processamento digital de imagens 03/ /2013 Washington Franca Rocha 12 Implantação do Geoportal do Projeto 02/ /2013 Gláucio Rocha 13 Desenvolvimento de ferramenta de análise 11/ /2013 Gláucio Rocha metalogenética 14 Conclusão do BD de assinaturas espectrais 08/ /2013 Washington Franca Rocha 15 Análise integrada dos dados: análise 06/ /2014 Aroldo Misi metalogenética e previsonal 16 Conclusão e relatório final 02/ /2014 Aroldo Misi e Haroldo Sá 16

17 8 CRONOGRAMA FÍSICO Ativ Trimestres x x x x 2 x x x x x 3 x x 4 x x x x x x x x 5 x x x x 6 x x x x x x x 7 x x x x x x x x 8 x x x x 9 x x x x 10 x x x x 11 x x x x x x 12 x x x x 13 x x x x x x x x x 14 x x x 15 x x x x x x x 16 x x 17

18

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