Abertos ao mundo TURISMO E SERVIÇOS DE VOCAÇÃO GLOBAL. siemens.pt. Tema de Capa ECONOMIA DOS SERVIÇOS E TURISMO DE VALOR ACRESCENTADO

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1 PRIMAVERA 2014 N.78 siemens.pt Abertos ao mundo TURISMO E SERVIÇOS DE VOCAÇÃO GLOBAL Tema de Capa ECONOMIA DOS SERVIÇOS E TURISMO DE VALOR ACRESCENTADO Destaques NOVO CENTRO GLOBAL DE OPERAÇÕES EM PORTUGAL Sustentabilidade APOIO À FAMÍLIA Raio-X Inovação ECOBUS

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3 Criar cidades onde o futuro acontece. As respostas da Siemens ajudam a construir cidades sustentáveis duradouras, mais agradáveis e mais prósperas ajudar a fazer. siemens.pt Em todo o mundo, a Siemens está empenhada em ajudar as cidades a serem locais onde as pessoas, as empresas e o ambiente possam prosperar. E Portugal não é excepção. O sistema de controlo de acessos baseado em bilhética sem contacto desenvolvido para a CP Comboios de Portugal tem contribuído para aumentar a segurança dos passageiros, assegurar receita e tornar o acesso aos transportes públicos mais fácil. O centro de Despacho da REN, operador da rede de transporte de energia eléctrica nacional, utiliza um sistema de supervisão e controlo da Siemens, que opera e monitoriza toda a rede de transporte. Já na área dos serviços e tecnologia de edifícios a Siemens implementou um projecto de optimização energética no edifício Sede da Vodafone Portugal. Um sistema de automação que actua como "cérebro" do edifício contribuindo para a redução de consumos energéticos. Estamos a trabalhar com o mundo de hoje para criarmos respostas duradouras para o mundo de amanhã.ra criarmos respostas duradouras para o mundo de amanhã. facebook.com/siemensportugal youtube.com/ptsustentavel twitter.com/siemenspt Answers for Portugal. Respostas para Portugal.

4 D DESTAQUES P Á G I N A 6 Clipping - De olhos na Siemens Competência exportadora Siemens Portugal num minuto Novo Centro Global de Operações TEMA DE CAPA P Á G I N A 1 4 Tema de Capa: Abertos ao Mundo Entrevista: Pedro Reis Portugal apresenta excelentes atrativos para investidores João Falcato O trabalho em parceria faz parte do ADN do Oceanário Opinião: Luís Mourato DIRECTOR DA SIEMENS BUILDING TECHNOLOGIES Parceiros para o Crescimento NEGÓCIO P Á G I N A 2 5 ST SUSTENTABILIDADE RAIO-X INOVAÇÃO ENERGIA: páginas 25 a 28 INDÚSTRIA: páginas 29 e 30 INFRAESTRUTURAS&CIDADES: páginas 31 a 38 SAÚDE: páginas 39 a 46 OUTRAS SOLUÇÕES: páginas 48 e 49 EXPORTAÇÃO: páginas 50 a 54 P Á G I N A 5 5 O valor da família Mãos Amigas Uma corrida ecológica Saber partilhado Mérito e igualdade Portas abertas ao futuro Os novos engenheiros Ensino dual P Á G I N A mil inovadores Encontrar inovação nas melhores startups ISEL ganha laboratório remoto Inovação elétrica O poder das Tecnologias de Informação IMAGEM DE CAPA _ Thinkstock_iStock_EpicStockMedia SP SUCESSO EM PORTUGAL P Á G I N A 7 3 O caminho da recuperação 20 anos de rigor Redes sociais Economia na onda Em nome do futuro LEIA NAS SEGUINTES PÁGINAS DIVERSOS ARTIGOS SOBRE ECONOMIA DOS SERVIÇOS E TURISMO Disponível em versão ipad e android IMPRESSUM: Diálogo Publicação da Siemens em Portugal PROPRIETÁRIO E EDITOR: Siemens, S.A. DIRETORA: Joana Garoupa - Tel.: COORDENAÇÃO GERAL: Ana Ribeiro - Tel.: e Sandra Pimentel - Tel.: COLABORADORES: Ana Sousa, Cátia Rocha, Fátima Pinto, Filipe Janela, Francisco Rosa, Hugo Modesto, Inês Delgado, Inês Luís, Ira Litwinoff, Luísa Silva, Paula Baixinho, Rita Silva, Salomé Faria, Sofia Carvalho, Sónia Graça INFORMAÇÃO: CC - Corporate Communications, Siemens, S.A. - Tel.: ENDEREÇO POSTAL: R. Irmãos Siemens, Amadora. EDIÇÃO, DESIGN E PAGINAÇÃO: serviço Custom Publishing da PURE Ativism SEDE DE REDAÇÃO: R. Irmãos Siemens, Amadora PERIODICIDADE: Trimestral TIRAGEM: 5000 exemplares NÚMERO DE REGISTO ERC: DEPÓSITO LEGAL n.º /88 A DIÁLOGO NA INTERNET: - Conteúdos escritos ao abrigo do novo Acordo Ortográfico Caso queira participar uma violação às regras de conduta internas Business Conduct Guidelines, contacte pelo

5 FAZER CRESCER PORTUGAL FAZEMOS BEM, QUEREMOS FAZER MAIS MELO RIBEIRO Administrador Delegado e Chief Executive Officer Darwin ensinou-nos que o sucesso pertence àqueles que melhor percebem o sentido da evolução e melhor se adaptam aos desafios. É uma lição que nos deveria tranquilizar porque, se alguma coisa os portugueses já provaram, foi a sua capacidade de resiliência e adaptação. Contra a tendência adversa da conjuntura, que afetou os nossos mercados tradicionais de exportação, Portugal sempre encontrou soluções, desenvolveu novos mercados e soube inovar em áreas-chave para a nossa economia, procurando e valorizando os fatores que nos distinguem e nos quais podemos ser competitivos. O setor dos serviços é, sem dúvida, uma das áreas que o país tem de saber alavancar como motor para a viragem da economia portuguesa. Do turismo aos serviços de valor acrescentado por exemplo de engenharia onde a Europa está cronicamente deficitária, passando pelas atividades de outsourcing, temos um grande potencial ao nosso dispor para criar valor para Portugal e impulsionar as nossas exportações. O turismo, em particular, é uma das áreas em que acumulamos mais experiência e conhecimentos, mas também aqui há novas oportunidades para melhorar como, por exemplo, o turismo de saúde, tirando partido das nossas forças naturais. Portugal é um país seguro, acolhedor e aberto ao exterior. A pertença à União Europeia e ao espaço Schengen facilita as deslocações ao nosso país, que se tornam ainda mais apetecíveis dado o custo competitivo de Portugal e a hospitalidade dos portugueses. O alargamento do canal do Panamá coloca-nos na linha direta de uma das principais rotas comerciais do mundo. E a negociação em curso para um novo acordo de comércio livre entre a UE e os EUA só virá reforçar a centralidade de Portugal no espaço euro-atlântico. Vivemos tempos de oportunidades únicas que temos todo o potencial para aproveitar. Além da localização geográfica, Portugal é um bom sítio para viver. Temos um clima ameno e atraente, valores naturais e paisagísticos excecionais e uma cultura milenar. Ponto de encontro natural entre três continentes, estamos ligados por relações históricas e culturais

6 Thinkstock_Zoonar_P.Jilek Tirando partido da qualidade da nossa educação, devemos apostar em segmentos de turismo onde já damos cartas, como o turismo de golfe ou o surf. ao Brasil e à África lusófona, numa comunidade linguística e cultural que se estende à Ásia e se baseia no património comum da quinta língua mais falada em todo o mundo. São estes os ativos que temos de colocar ao serviço do nosso desenvolvimento. E a estes ativos soma-se um outro: as pessoas. Os portugueses são um povo aberto, acolhedor e com uma excecional facilidade de relacionamento. Os nossos jovens estão entre os mais bem preparados da Europa. Exemplo disso é a sua facilidade em falar línguas estrangeiras ou a qualidade dos engenheiros aqui formados. Os níveis de formação superior em Portugal deram um salto quantitativo e qualitativo substancial nos últimos anos, e continuam a subir. Como podemos então aproveitar todo este potencial? Com visão, confiança e trabalho. Reunindo os nossos atrativos e potencialidades, podemos criar em Portugal um polo mundial de competitividade na área do turismo de saúde e dos serviços de elevado valor acrescentado, com vocação exportadora. A realização de

7 FAZER CRESCER PORTUGAL Thinkstock_iStock_Epic Stock Media eventos como a Expo 98 ou o Euro 2004 são uma prova da nossa capacidade de acolher o mundo e vencer com sucesso desafios complexos, que exigem tanto de planeamento rigoroso quanto de capacidade de superação e resolução de problemas. Tirando partido da qualidade da nossa educação, devemos apostar em segmentos de turismo onde já damos cartas, como o turismo de golfe ou o surf. O turismo residencial ou o turismo de saúde são outras áreas de enorme potencial. E porque não? Portugal tem das melhores unidades de saúde do mundo como o Hospital da Luz, por exemplo, construído com know-how e visão portugueses e quadros técnicos e clínicos de excelência, capazes de fazer da saúde um polo de exportação. Mesmo em áreas tradicionais como a agricultura, sabemos fazer do melhor, como os melhores, em segmentos como o vinho ou os produtos tradicionais, reconhecidos além-fronteiras. É um caminho inescapável. Apostando nesta capacidade diferenciadora, e tomando como meta um acréscimo de cinco milhões de visitas ao nosso país, podemos antever um impacto de vários milhões de euros na nossa economia, com a criação de centenas de postos de trabalho e um impacto fiscal suficiente para diminuir substancialmente o nosso défice das contas públicas. É uma meta ao nosso alcance! Quase sem darmos por isso, Portugal é hoje sede de dezenas de empresas e centros de competências que exportam serviços de excelência para todo o mundo, tirando partido de uma rede de comunicações e infraestruturas de TI de grande qualidade na Europa. E temos ainda à nossa disposição todo o potencial de uma economia do mar, que está cada vez mais no centro das atenções, em projetos de investigação e em investimentos que reúnem entidades públicas e privadas, numa lógica de parceria e união de forças. As grandes mudanças acontecem em incrementos e, muitas vezes, não as vemos chegar. Mas elas aí estão. O caminho está a ser feito. Cabe-nos a nós ver o potencial de mudança, arregaçar as mangas e lançarmo-nos ao futuro. Com toda a confiança. 07

8 DESTAQUES DE OLHOS NA SIEMENS Inovação, sustentabilidade e pioneirismo são alguns dos motivos pelos quais a Siemens tem andado sob o foco dos media I M P R E N SA R Á D I O TIC EM CRESCIMENTO EXPORTAR CONHECI- MENTO A inauguração do novo Centro de Competências IT Corporate Automation chamou a atenção do Jornal de Negócios. Miguel Guerreiro, CFO da Siemens Portugal, explicou que este é mais um passo certo na estratégia de desenvolvimento da empresa. 01 Jornal de Negócios 7 de abril de 2014 T E L E V I SÃO NÚCLEO DE INOVAÇÃO Rui Costa, diretor de Information Technology da Siemens Portugal, foi ao Económico TV falar do novo centro de competências, que apresentou como parte de uma visão de constituir em Portugal um cluster com capacidades altamente competitivas no setor das TIC. A TSF entrevistou o CFO da Siemens Portugal, Miguel Guerreiro, a propósito do novo Centro Global de Operações da Siemens em Tecnologias de Informação. É um esforço de uma década que irá contribuir para o nosso crescimento, explicou Miguel Guerreiro. EXEMPLO DE LIDERANÇA REGRESSO A CASA 03 Ministro da Economia inaugura Centro de Competências da Siemens Portugal. O novo centro da Siemens Portugal vai integrar até 300 pessoas altamente qualificadas. 02 Correio da Manhã 5 de abril de 2014 Na inauguração do centro de tecnologia IT CA, a SIC entrevistou alguns profissionais que aproveitaram esta oportunidade para regressar do estrangeiro e falar sobre esta experiência na Siemens

9 I M P R E N SA LÍDER EM ÁFRICA VISÃO POSITIVA ENGENHARIA ATRAENTE T E L E V I SÃO Entrevistado pelo jornal OJE, Carlos Melo Ribeiro, CEO da Siemens Portugal, comentou a nomeação da filial portuguesa para o grupo dos 30 Leading Countries, com especial destaque no desenvolvimento do negócio em Angola e Moçambique. Joe Kaeser, CEO da Siemens AG, partilhou em entrevista ao Jornal de Negócios os seus pontos de vista sobre o papel da inovação no crescimento económico sustentável e falou do papel da Siemens Portugal. A revista Briefing entrevistou a diretora de Comunicação da Siemens, Joana Garoupa, para perceber o sucesso da empresa na gestão das suas redes sociais e o seu posicionamento junto do público, que cada vez mais vê a Siemens de forma dinâmica e apelativa. SORRISOS ABERTOS O programa de saúde oral Sorriso Feliz mereceu especial destaque na programação da RTP. A iniciativa, apoiada pela Siemens, marcou presença no programa informativo Portugal em Direto, assim como no programa de referência das tardes da RTP1, Portugal no Coração OJE 25 de fevereiro de 2014 Jornal de Negócios 21 de fevereiro de Briefing 1 de março de MERCADO ESTRATÉGICO As vastas oportunidades para a inovação colocam o mercado angolano numa posição de destaque. Entrevistado pela Marketeer, Fernando da Silva, responsável pelas exportações da Siemens, relatou a intenção da empresa de apoiar e desenvolver novos projetos e parcerias para a construção de uma Angola de futuro. 06 Marketeer 1 de março de 2014 EVOLUÇÃO CONSTANTE A forte cultura de inovação e os constantes progressos tecnológicos da Siemens estiveram em primeiro plano num artigo do Diário Económico. 09 Diário Económico 6 de março de 2014 QUEREMOS SABER A SUA OPINIÃO: Porque a sua opinião é muito importante para nós, agradecemos que responda a um breve questionário sobre a revista Diálogo que se encontra disponível em: Ao fazê-lo, estará a contribuir para que a revista evolua para ir ainda mais de encontro às suas necessidades.

10 COMPETÊNCIA EXPORTADORA Resultados Siemens Portugal 2013 MIGUEL GUERREIRO Chief Financial Officer É hoje consensual que o desenvolvimento económico e social do nosso país assentará na nossa capacidade de ver mais além, inovando e criando produtos e serviços de valor acrescentado, competitivos nos mercados globais. E Portugal tem, sem dúvida, muito a oferecer ao mundo, como bem mostra a experiência da Siemens. Nos últimos anos, fruto de um trabalho contínuo de antecipação das megatendências globais e de adaptação às necessidades do mercado, a filial portuguesa da Siemens tem aumentado de forma progressiva a sua abertura ao exterior. No ano fiscal de 2013 as exportações da Siemens Portugal somaram quase 120 milhões de euros, representando já cerca de 40% das vendas totais da empresa, que chegaram aos 335 milhões de euros. O volume de exportação da Siemens Portugal também cresceu cerca de 60% nos últimos dois anos, fruto do contributo dos centros de competências. Esta capacidade exportadora assenta nos 12 centros de competências que a empresa tinha a operar em Portugal em 2013 aos quais se juntaram, entretanto, mais dois. São polos de excelência nas áreas da energia, infraestruturas, saúde e serviços partilhados, que congregam talento português e internacional em áreas de enorme potencial, como o software e as Tecnologias de Informação. Estes centros fornecem serviços dentro do mundo Siemens para os 190 países nos cinco continentes. A aposta nestes polos de exportação não é de hoje. Desde o início da sua atividade, em 2005, estes centros são responsáveis por um volume de negócios total da ordem dos 400 milhões de euros, agregando um número crescente de colaboradores altamente qualificados hoje, perto de 40% dos cerca de colaboradores da Siemens Portugal trabalham para estes centros de competências. E ainda há muito caminho a percorrer. Em 2013 a Siemens Portugal abriu dois novos polos: o wecare, uma nova área do Global Shared Services dedicada a Customer Management Services (ver página 54), e o centro de desenvolvimento da Siemens na área da saúde, que fornece serviços relacionados com Sistemas de Informação e Consultoria Clínica (ver página 45). Já neste ano de 2014, dois novos centros abriram para reforçar esta estratégia de sucesso. Um na área de Corporate IT Automation, vocacionado para a áreas das TI que vai desenvolver plataformas de suporte à dinâmica interna da Siemens utilizadas nos 190 países onde a Siemens está presente (ver página 12). E outro, o Business Administration Support Center, que desenvolve atividades de suporte administrativo como gestão de custos, encomendas e imobiliário das instalações Siemens, prestando serviços a mais de 20 países. De facto, Portugal tem muito a oferecer através de uma verdadeira triologia de sucesso: as condições sistémicas do país, equipas al- 10

11 D DIÁLOGO DESTAQUES tamente qualificadas nas suas áreas de atuação e o track record de vários centros de competências de sucesso, mantendo a boa reputação que a Siemens Portugal tem junto da Siemens AG. Com a reorganização da Siemens em 2013, Portugal foi considerado um dos 30 lead countries da Siemens no mundo que em conjunto são responsáveis por 85% da faturação do Grupo ficando responsável pelo desenvolvimento do negócio em Angola e Moçambique. Sendo uma honra para Portugal, esta nomeação traduz a confiança e a nossa capacidade de estabelecer laços, atuando em parceria como agente privilegiado para o desenvolvimento de projetos de grande relevância nestes dois países. Nada disto se faz sem a capacidade, o empenho e a competência dos colaboradores da Siemens, a todos os níveis. Porque são as pessoas que fazem as organizações, orgulhamo-nos do nosso trabalho na formação contínua, no investimento feito na capacitação de jovens estudantes e no trabalho que fazemos para garantir que os colaboradores da Siemens têm condições ótimas para se realizarem profissionalmente, conciliando de forma equilibrada e harmoniosa a sua carreira com a sua vida pessoal e familiar. Manter equipas motivadas, empenhadas e inovadoras é o que faz o sucesso da Siemens Portugal. Esta será sempre uma medida inestimável do nosso progresso e da capacidade de o nosso país gerar competências exportadoras, que fazem a diferença pelo mundo fora. PRINCIPAIS DESTAQUES DA SIEMENS PORTUGAL SIEMENS PORTUGAL - LEAD COUNTRY E RESPONSÁVEL PELO DESENVOLVIMENTO DO NEGÓCIO EM ANGOLA E MOÇAMBIQUE RESULTADO LÍQUIDO ** EXPORTAÇÃO ** COLABORADORES * VENDAS ** * Grupo Siemens (Siemens, S.A., Siemens Healthcare Diagnostics, BSHG, Prestadores de Serviços e ACE). ** Valores em Milhões de Euros. Negócio próprio. Valores Siemens, S.A. e Siemens Healthcare Diagnostics. Dados 2013 no Relatório de Gestão disponíveis no Disponível em versão ipad e android 11

12 S I E M E N S P O R T U G A L N U M M I N U T O EM PORTUGAL FORNECEM SERVIÇOS PARA PAÍSES FALAM CERCA DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS CERCA DE MILHÕES DE EUROS DOS COLABORADORES (VOLUME DE NEGÓCIOS DA SIEMENS PORTUGAL DESDE O INÍCIO DA TRABALHAM NESTES SUA ATIVIDADE) CENTROS, DEDICADOS 100% À EXPORTAÇÃO INFRAESTRUTURAS & CIDADES ENERGIA SERVIÇOS PARTILHADOS SAÚDE TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO SMART GRIDS SERVICE CENTER COMANDO, CONTROLO E PROTEÇÃO PARA INFRAESTRUTURAS DE REDES ELÉTRICAS AEROPORTOS MODULARES ETICKETING INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLO DE CENTRAIS ELÉTRICAS GOVERNANCE ACCOUNTING & CONTROLLING WECARE CUSTOMER MANAGEMENT ACCOUNTING & FINANCE RECURSOS HUMANOS GOVERNANCE FINANCING BUSINESS ADMINISTRATION SUPPORT CENTER SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E CONSULTADORIA CLÍNICA CORPORATE IT AUTOMATION COMPRAS E LOGÍSTICA 12

13 D NOVO CENTRO GLOBAL DE OPERAÇÕES DIÁLOGO DESTAQUES Melo Ribeiro, CEO Siemens Portugal, com Pires de Lima, ministro da Economia O nosso país tem potencial e provas dadas como centro de excelência nas Tecnologias de Informação A Siemens Portugal inaugurou em Abril, na presença do ministro da Economia, António Pires de Lima, o seu novo Centro Global de Operações mundial na área das Tecnologias de Informação (TI). As oportunidades estão identificadas: Portugal tem vantagens competitivas valiosas nas Tecnologias de Informação (TI). Foi precisamente esse potencial que permitiu à Siemens Portugal captar mais um centro de competências exportador. Este 14.º centro da Siemens Portugal, denominado IT CA Corporate IT Automation, é dedicado precisamente às TI e vai criar, numa primeira fase e até ao final de 2014, 150 postos de trabalho altamente qualificados, sendo possível o crescimento para 300 postos de trabalho numa segunda fase. O IT CA Alfragide vai complementar as operações da sede na Alemanha. Este novo centro vai desenvolver plataformas de TI (Plataforma 4Sucess, aplicação de suporte ao desenvolvimento e avaliação de colaboradores; ESPRIT, uma plataforma financeira, baseada em sistema SAP, que é utilizada por 600 companhias do mundo Siemens para consolidarem os seus resultados financeiros), estratégicas para o bom funcionamento da organização, que serão depois utilizadas nos 190 países, nos cinco continentes, onde a Siemens está presente. Recentemente, a filial portuguesa foi convidada a partilhar a sua experiência numa conferência que procurou explorar o potencial de Portugal como Plataforma de TIC para a Europa. O CFO da Siemens Portugal, Miguel Guerreiro, mostrou que o país tem competências que devem ser aproveitadas nesta área. É uma questão de investir no talento nacional. Não nos podemos esquecer que o hardware é mais fácil e barato de deslocalizar, enquanto o brainware é um bem muito mais valioso, apontou Miguel Guerreiro. O IT AC ALFRAGIDE PROCURA PROFISSIONAIS PARA FUNÇÕES DE: ApplicationDeveloper (Java, SCD, Sharepoint ou HANA Views); Test Engineer; Test Automation Expert; SAP-Basis (Citrix, UC4, Unix, IXOS Saperion ou ESX Server); Database Administrator (Oracle); Information Security (Processes + Tools); System Manager.Net; ou Consultant Penetration TEsting. As vagas estão disponíveis no site 13

14 18-21 ENTREVISTA PEDRO REIS Portugal tem enormes atrativos para o investimento em serviços de elevado valor acrescentado. Na hora da despedida à frente da AICEP, Pedro Reis faz um balanço daquilo que aprendeu com os investidores externos e aponta os caminhos a explorar no futuro. Thinkstock_iStock_LianeM JOÃO FALCATO A Ciência e a Educação são valores cruciais para o desenvolvimento económico, realça o CEO do Oceanário. Em entrevista, João Falcato lembra como o conhecimento nos vai ajudar a explorar as novas fronteiras marítimas de Portugal OPINIÃO LUÍS MOURATO A tecnologia pode abrir novos caminhos de desenvolvimento nas áreas do turismo ou dos serviços. Para isso, as empresas e investidores devem procurar parceiros que não se limitem a vender tecnologia, mas apoiem todas as fases do desenvolvimento de projetos complexos, com uma elevada componente de inovação TEMA DE CAPA O turismo e os serviços encerram um enorme potencial de crescimento para a economia portuguesa. O desafio é captar o poder da inovação para criar novas áreas de valor e fazer deste setor uma alavanca para a conquista de mercados externos e a criação de riqueza.

15 DIÁLOGO TEMA DE CAPA por JOÃO PAULO BATALHA Jornalista e consultor editorial, especializado em temas de inovação empresarial ABERTOS AO MUNDO O turismo continua a ser um dos setores mais dinâmicos da nossa economia. E, para lá do turismo, os serviços de alto valor acrescentado vão dominar o nosso futuro É assim desde as Descobertas: Portugal atinge o seu melhor quando se abre ao mundo. Dos seus tempos como entreposto comercial, ponto de encontro de pessoas e culturas de todo o globo, até ao seu estatuto de destino turístico de excelência, o nosso país tem uma história de relações próximas com outras nações, vizinhas ou distantes. O empreendedorismo português sempre se fez de dentro para fora, na procura de outras pessoas, outros mundos, outros mercados. Hoje, a partilha dessa cultura universalista, de hospitalidade, de abertura e de cooperação com os outros é um dos motores da nossa recuperação económica. O turismo, um dos principais setores exportadores em Portugal, manteve uma performance animadora, mesmo num contexto recessivo em toda a Europa, onde estão os principais mercados de origem de visitantes. Dados oficiais do Ministério da Economia, que dizem respeito a 2013, indicam que o turismo é hoje responsável por 9,5% do PIB português e por 8% do emprego em Portugal. Foi um dos setores mais ativos na criação de empregos no ano passado e gerou, até ao terceiro trimestre de 2013, mais de 8,6 mil milhões de euros de receitas o equivalente a 14% do total nacional de exportações de bens e serviços. Não é de agora que o turismo se assume como setor de relevância especial na nossa economia, mas a verdade é que não só continuamos a crescer nesta área, como estamos a subir na escala de valor. Depois de anos de dependência excessiva do produto sol e mar com os custos da sazonalidade que lhe estão inerentes, Portugal tem crescido de forma significativa em segmentos de maior valor. No ano passado, por exemplo, o país foi distinguido pelos World Travel Awards como o melhor destino de golfe. E este ano é o surf que dá cartas, atraindo surfistas de todo o mundo para as provas internacionais organizadas no nosso país e para aventuras ainda mais mediáticas, como as ondas gigantes da Nazaré que, depois do pioneiro Garrett MacNamara, trazem hoje surfistas de topo ao longo de praticamente todo o ano. Hotéis e resorts nacionais são rotineiramente premiados entre os melhores do mundo e um estudo recente do Instituto do Turismo mostra que, pela primeira vez, a qualidade dos nossos vinhos é a imagem de marca mais associada ao país acima até do sol e mar. Portugal faz bem e recebe ainda melhor, diz quem nos visita no estudo do Instituto do Turismo, são 88% os visitantes com elevados níveis de satisfação da sua visita a Portugal. Um clima ameno, diversidade de paisagens e experiências com praia, montanha e cidades deslumbrantes a poucos quilómetros umas das outras, uma cultura rica e um povo hospitaleiro são ativos que os turistas reconhecem em Portugal. A isto somam-se outros atrativos estratégicos, como a segurança do país, a excelência das infraestrutu- 15

16 DIÁLOGO TEMA DE CAPA ras (da hotelaria às redes de transportes e comunicação) e a qualidade de vida que se encontra em Portugal, um país bonito, acessível e bem localizado. Não admira que áreas de elevado valor como o turismo de negócios ou o turismo residencial estejam em franco crescimento. Em regiões mais experimentadas neste setor, como é o caso do Algarve, já há investimentos interessantes em nichos como o turismo de saúde, com infraestruturas de nível mundial prontas a servir uma população de visitantes regulares ou mesmo turistas residenciais. POTENCIAL PORTUGUÊS As vantagens estratégicas que fazem de Portugal um destino turístico apetecível, e que têm ditado a exploração de segmentos turísticos de maior valor acrescentado, são ao mesmo tempo argumentos para o crescimento de outras áreas da economia. O mesmo Portugal acolhedor, culto e bem capacitado que atrai turistas, atrai também outro tipo de investimentos. Uma das áreas mais dinâmicas é a da prestação de serviços de engenharia em áreas cruciais como as tecnologias de informação, onde a infraestrutura portuguesa e a qualidade dos nossos recursos humanos fazem do país um destino de investimento muito atrativo para players de todo o mundo. Portugal tem crescido significativamente na exportação de produtos e serviços com grau médio ou elevado de intensidade tecnológica. Em 2007 (antes da crise do euro, portanto) o nosso país atingiu pela primeira vez uma balança tecnológica positiva ou seja, exportou mais tecnologia do que aquela que importou. Desde então, a tendência não se reverteu: o saldo tecnológico não só se mantém positivo como tem vindo a aumentar. É uma tendência que segue o perfil genérico das nossas exportações, que no ano passado ultrapassaram pela primeira vez a barreira dos 40% do PIB. E o futuro é risonho. A União Europeia e os Estados Unidos estão a negociar um tratado de livre comércio que abrirá novas oportunidades de competitividade à escala global, para as quais as nossas capacidades farão a diferença. A abertura do novo canal do Panamá, alargado para acomodar navios de maior calado, colocará os portos portugueses na linha direta do tráfego comercial entre Europa, Américas e Ásia. É uma centralidade reforçada para Portugal. Tudo isto traduz-se em vantagens competitivas fundamentais para a nossa economia, em áreas de tecnologia de ponta e serviços associados de elevado valor acrescentado, como o desenvolvimento de soluções de engenharia, o outsourcing de serviços partilhados para grandes empresas ou os call centers. Investimentos importantes têm sido feitos nesta área, não só por empresas nacionais (como a PT, que construiu na Covilhã um dos maiores data centers do mundo), como por multinacionais que vêm para Portugal tirar partido da localização central e custos competitivos do país, da oferta de talento qualificado e da qualidade das infraestruturas de comunicação. Hoje, segundo dados da AICEP, existem no nosso país 450 empresas de serviços partilhados e call centers, empregando mais de 30 mil pessoas. É uma indústria que tem registado um crescimento de dois dígitos nos últimos quatro anos e vai continuar a crescer: a consultora Gartner incluiu pela primeira vez Portugal na lista dos 11 melhores países do mundo para sediar atividades de outsourcing. Nesta área, como em tantas, Portugal está a inovar e a mostrar o caminho do futuro. Comprovando as lições da História: o nosso país está no seu melhor quando se volta para o exterior com confiança, entusiasmo e visão para acolher as experiências de quem vêm de fora e competir à escala global. Thinkstock_iStock_nessaflame 16

17 CONHECI- MENTO PARA O FUTURO Não são só as empresas a inovar. Um novo foco das universidades e centros de investigação tem impulsionado a qualificação do nosso tecido económico. Iniciativas como os programas de cooperação das universidades portuguesas com grandes escolas internacionais, como o MIT, a Carnegie Mellon ou o Instituto Fraunhofer, têm contribuído não só para melhorar as qualificações dos jovens portugueses, mas também captar para o nosso país alunos e talento internacional. O resultado tem sido um crescimento consistente do investimento em I&D por parte das empresas portuguesas e a fixação de mais centros de competências de empresas multinacionais no nosso país. NO CENTRO DO MUNDO Portugal pode não estar no centro da Europa, mas está longe de ser um país periférico. Situado na confluência estratégica da Europa, Norte de África e continente americano, o país é um ponto central de acesso a estas três regiões, onde se concentram 700 milhões de consumidores. O alargamento do canal do Panamá, agora em fase final, trará um acréscimo significativo de navios de grande dimensão para os portos nacionais um potencial de negócio que só pode crescer com o novo tratado comercial UE/EUA, atualmente em negociação. As boas infraestruturas nacionais estendem-se aos aeroportos, onde operam perto de 60 companhias aéreas ligadas a 150 destinos em todo o mundo só no ano passado, os aeroportos portugueses tiveram um tráfego de 32 milhões de passageiros. O português é a nossa outra centralidade: sexta língua a nível mundial, com 250 milhões de falantes deverão ser 335 milhões em 2050, é a quinta língua na Internet e a terceira em redes como o Facebook ou Twitter.

18 PEDRO REIS EX-PRESIDENTE DA AICEP IDADE: 46 anos FORMAÇÃO ACADÉMICA: Gestão e Administração de Empresas MAIOR DESAFIO QUE JÁ ENFRENTEI: Assumir a presidência da AICEP num momento particularmente crítico para a nossa economia O QUE ME DÁ MAIS PRAZER NA VIDA: Do ponto de vista profissional, atingir objetivos exigentes através de um trabalho em equipa bem coordenado O QUE GOSTARIA DE MUDAR EM PORTUGAL: Ajudar a reforçar a confiança no futuro quando temos tantas razões para creditar no nosso valor

19 Portugal apresenta excelentes atrativos para investidores DIÁLOGO ENTREVISTA O nosso país está a saber capacitar-se e atrair investimentos em áreas de excelência, refere Pedro Reis, ex-presidente da AICEP DIÁLOGO: Que caraterísticas promove de Portugal quando tenta atrair investidores estrangeiros para o país? PEDRO REIS: Portugal dispõe de um leque de caraterísticas fundamentais na angariação de projetos de investimento estrangeiro. Antes de mais, a posição geoestratégica: Portugal está no eixo das principais rotas marítimas mundiais, posicionando-se como a porta de acesso a um mercado europeu de 500 milhões de consumidores, mas também a um mercado de países de língua oficial portuguesa de 250 milhões de consumidores. A existência de excelentes relações entre Portugal e as fortes economias africanas contribui para a importância do posicionamento geoestratégico nacional. Depois, os recursos humanos qualificados, disponíveis em todos os setores de atividade e que apresentam hoje um grau de formação superior que os torna capazes de interagir e assumir posições de relevo num sem-número de setores de atividade. O número de licenciados e doutorados nacionais cresce de ano para ano, traduzindo-se num maior contributo para a atividade das empresas. Acresce ainda o facto de os trabalhadores nacionais dominarem várias línguas, o que os capacita para trabalharem em ambientes multiculturais. Portugal detém hoje um quadro legislativo equilibrado ao nível laboral, a par do que se promove na União Europeia, contribuindo assim para um nivelamento das relações das empresas multinacionais com as suas casas-mães. A estes fatores pode acrescentar-se a qualidade das infraestruturas de logística e comunicação, a qualidade e competência de fornecedores e parceiros em várias cadeias de valor, os incentivos financeiros e fiscais atribuíveis a projetos de investimento elegíveis e a qualidade de vida em Portugal. D: Portugal tem-se posicionado como plataforma de TI e de serviços de valor acrescentado. Quais são os atrativos que tornam o país competitivo neste setor? PR: Portugal apresenta excelentes atrativos para investidores nacionais e estrangeiros em diferentes setores de atividade, desde setores inovadores como a aeronáutica até setores mais tradicionais como o têxtil. O setor das TI em Portugal tem uma faturação anual superior a milhões de euros, conta com um universo de cerca de 10 mil empresas, empregando aproximadamente 72 mil pessoas, e exporta uma percentagem significativa da sua produção. Portugal é o 37.º país mundial mais avançado ao nível de novas tecnologias, de acordo com o indicador de desenvolvimento tecnológico do ICT Development Index. No que concerne especificamente ao posicionamento do nosso país como plataforma para projetos no setor das TI e dos serviços, existem dois vetores em que Portugal se destaca perante os investidores. O primeiro são os nossos recursos humanos e o segundo, a infraestrutura tecnológica instalada nos últimos anos. Daí se explicar que Portugal se afirme crescentemente a nível mundial como um hub privilegiado para centros de serviços partilhados de grandes multinacionais. D: Grupos nacionais e internacionais têm investido em nichos de turismo de elevado valor, como o golfe, eventos ou mais recentemente o surf. O que pode Portugal fazer para continuar a crescer nestas áreas? PR: Do nosso contacto com investidores acreditamos que, além das áreas tradicionais do turismo, o segmento do chamado turismo sénior e turismo de saúde pode vir a ser no futuro novos nichos onde Portugal pode crescer. Existe ainda uma área associada ao turismo, que é o fornecimento de bens e serviços à indústria do turismo, onde Portugal também pode vir a ganhar bastante. Em especial na internacionalização das empresas nacionais, devemos tentar criar competências e mercados onde as nossas empresas possam posicionar-se como fornecedores preferenciais, capazes de apresentar soluções inovadoras a custos competitivos. 19

20 JOÃO FALCATO CEO DO OCEANÁRIO DE LISBOA Miguel Menezes IDADE: 42 anos FORMAÇÃO ACADÉMICA: Licenciado em Ciências do Meio Aquático - Instituto Ciências Biomédicas Abel Salazar - UP Pós-Graduação em Gestão Avançada pela Universidade Católica Portuguesa MAIOR DESAFIO QUE JÁ ENFRENTEI: Ser um bom pai O QUE ME FAZ FELIZ: A alegria dos outros O QUE GOSTARIA DE MUDAR EM PORTUGAL: Gostava de ver Portugal líder mundial no setor do mar

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