Tópicos. Introdução Conexão Camadas Roteamento Comutação Células. Interfaces. Características ATM. LANs Virtuais. Categorias de Serviço.

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1 Redes ATM

2 Tópicos Introdução Conexão Camadas Roteamento Comutação Células Interfaces Características ATM LANs Virtuais Categorias de Serviço LAN Emulation

3 Introdução a ATM ATM = Asynchronous Transfer Mode Tecnologia de rede, mais significativa na última década Objetiva integrar funções de LANs, funções de WANs, possibilitando a transmissão de voz, vídeo e dados, dentro de um único projeto de HW e um único protocolo uniforme. Objetiva também, scalability que simplificará o projeto e o gerenciamento de redes.

4 Benefícios da Tecnologia ATM ATM oferece alguns benefícios que nenhuma outra tecnologia de rede tem oferecido: Velocidade : ATM suporta taxas de transmissão de ate 622 Mbps. Scalability : ATM permite largura de banda aumentada e um grande número de portas dentro das arquiteturas existentes.

5 Benefícios da Tecnologia ATM Largura de Banda Dedicada : Garante uma consistência de serviço de aplicação, que não esta disponível em tecnologias compartilhadas. ATM oferece o potencial de uma solução fim-a-fim, isto é, que ela pode ser usada desde desktops em segmentos de redes locais (LANs) a backbones de WANs.

6 Benefícios da Tecnologia ATM Se ATM é tão significativa devemos responder : O que exatamente ela é? Como ela pode melhorar sua rede? Quanto esta tecnologia custará? Quando você deve implementá-la?

7 Como tudo Iniciou ATM começou como parte do padrão para B- ISDN desenvolvido em 1988 pelo então CCITT (hoje, ITU-T). Modelo de Referência B-ISDN ATM não requer o uso de um protocolo específico para a camada física.

8 Como tudo Iniciou O ITU-T está correntemente formalizando os padrões para ATM. Em 1991, o ATM Fórum, um consórcio de fornecedores da tecnologia ATM e usuários, foi formado para expedir acordos da indústria sobre interfaces ATM.

9 ATM - Definição ATM implementa um protocolo ponto-aponto, full-duplex, orientado a conexão, comutado por células, que dedica largura de banda para cada estação na rede. ATM utiliza multiplexação por divisão de tempo assíncrona (TDM) para controlar o fluxo de informações sobre a rede.

10 ATM - Definição ATM opera em larguras de banda de: 25Mbps a 622 Mbps, embora a maior parte das experiências com ATM sejam a 155Mbps.

11 Outros Benefícios Excelente scalability. Integração com redes legadas. Largura de banda sob demanda. Tráfego de rede como voz, dados, imagem, vídeo, gráficos e multimídia. Adaptação para ambientes como LANs e WANs.

12 Por que ATM? Como toda tecnologia de rede existente, ATM foi desenvolvida como uma alternativa a protocolos de transporte existentes, tais como Ethernet e Token Ring que são obviamente limitados em largura de banda e scalability. ATM foi projetado para trabalhar com múltiplos tipos de tráfego simultaneamente e com uma eficiência crescente.

13 Por que ATM? ATM e hábil para transmitir uma ampla variedade de taxas de bits e suportar comunicações em rajadas, tais como: voz, dados e tráfego de vídeo.

14 Comutação de Circuito Nota : A maior parte das pessoas não pensam em tráfego de voz com comutação de circuito como rajada, mas assim é ATM; De fato, uma conversação de voz por comutação de circuito utiliza menos da metade da largura de banda disponível.

15 Comutação de Pacotes Comutação de pacotes, utiliza largura de banda somente quando tráfego de dados está presente. Foi desenvolvido para manipular rajadas de tráfego de dados. Sistemas de comutação de pacotes não funcionam adequadamente para tempo real, por exemplo, para tráfego em duas direções como em vídeo interativo.

16 Camada Física Níveis físico e de enlace da OSI Duas subcamadas: Meio físico (Physical Medium PM) Convergência de Transmissão (Transmission Convergence TC) Física AAL ATM TC PM

17 Subcamada de Meio Físico - PM Transmissão adequada de bits Alinhamento de bits Sinalização na linha Conversão eletro-ótica.

18 Subcamada de Convergência de Transmissão - TC Gera o HEC Transforma fluxo de células em um fluxo de bits Desacoplamento da taxa de transmissão em relação à taxa de geração de células Embaralhamento Delineamento de células.

19 Camada ATM Camadas de rede e transporte da OSI Adição e remoção do cabeçalho das células Multiplexação e demultiplexação de células Controle genérico de fluxo - GFC - na UNI. AAL ATM Física

20 Conexões ATM Forma como são estabelecidas: Virtuais Permanentes PVCs Virtuais Chaveadas SVCs Número de usuários finais: Conexões Ponto a Ponto Conexões Ponto para Multiponto.

21 Conexões: Ponto a Ponto e Ponto para Multiponto Usuário Final ATM Switch ATM Usuário Final ATM - Ponto-a-ponto - Unidirecional/bidirecional Usuário Final ATM Switch ATM Usuário Final ATM - Ponto para multiponto - Unidirecional Usuário Final ATM

22 Camada AAL (ATM Adaptation Layer) Provê uma complementação em termos de funções específicas aos serviços que não podem ser fornecidos pelo nível ATM. A principal razão de não fornecer estas funções no nível ATM é a de que nem todas as aplicações necessitam destas funções. AAL ATM Física

23 Funções da AAL Adaptação do Serviço de Usuário ao Modo de Transporte ATM como: informação sobre do relógio de serviço (sincronismo), detecção de células estranhas inseridas, detecção de células perdidas, meios para determinar e tratar variação do atraso de células.

24 Funções da AAL Tornar o nível de rede ATM transparente à aplicação do usuário. Segmentação e remontagem em células e multiplexação.

25 Células ATM ATM supera esta limitação porque emprega células, que são pacotes de tamanho fixo, ao contrário de pacotes de tamanho variável. Cada célula ATM consiste de um campo de 48 bytes (payload) e um campo de 5 bytes que contém um cabeçalho.

26 Célula ATM Célula tipo UNI (User Network Interface) Célula tipo NNI (Network Network Interface) 1 GFC VPI 1 VPI 2 VPI VCI 2 VPI VCI 3 VCI 3 VCI 4 VCI PTI CLP 4 VCI PTI CLP 5 HEC 5 HEC Informação Útil 48 bytes Informação Útil 48 bytes ( Pay Load) ( Pay Load)

27 Definição dos Cabeçalhos Cabeçalho da camada ATM na UNI. Cabeçalho da camada ATM na NNI. Cada cabeçalho tem 40 bits. As células são transmitidas a partir do byte mais à esquerda e do bit mais à esquerda contido em um byte.

28 Campos dos Cabeçalhos VPI (Virtual Path Identifier) - inteiro que seleciona um determinado caminho virtual. VCI (Virtual Channel Identifier) - seleciona um circuito virtual dentro do caminho escolhido. PTI (Payload Type) - define o tipo de carga que uma célula contém de acordo com valores definidos para tal.

29 Campos do Cabeçalho CLP (Cell Loss Priority) - Bit que pode ser ativado por um computador na rede para distinguir um tráfego de maior prioridade de um tráfego de menor prioridade. HER (Header Error Check) - campo de verificação de erro que confere o cabeçalho. A verificação não confere a carga.

30 Campos do Cabeçalho GFC (General Flow Control) - campo para controle de fluxo. Depois do cabeçalho vêm 48 bytes de carga útil. No entanto, nem todos os 48 bytes estão disponíveis para o usuário, pois alguns protocolos ALL colocam seus cabeçalhos e trailers dentro da carga útil.

31 Campos e Formatos de Células O formato NNI é igual ao formato UNI, exceto que o campo GFC não está presente e que são usados 4 bits para que, em vez de 8, o campo GFC tenha 12 bits.

32 Células de Tamanho Fixo Oferecem muitas vantagens sobre pacotes de tamanho variável. Capacidade de Comutação a Nível de HW Capacidade de Comutação a Nível de HW : É simples, previsível e confiável para processar células de tamanho fixo, comutação ATM pode ser feita a nível de HW, ao contrário do processamento intensivo a nível de software. Caro para gerenciar, controle de fluxo, buffers e outros esquemas de gerenciamento.

33 Células de Tamanho Fixo Níveis de Serviço Garantido Níveis de Serviço Garantido : Atrasos de rede e de comutação são mais previsíveis com células de dados de tamanho fixo. Comutadores podem ser projetados para prover níveis de serviço garantidos para todos os tipos de tráfego, mesmo para serviços sensíveis a atraso tais como voz e vídeo.

34 Estrutura da Célula ATM A célula ATM é usada para portar informação transmitida entre comutadores (switches). Um segmento de 48 bytes contém a carga útil (payload) de informação proveniente do usuário e é colocado em uma célula com 5 bytes de cabeçalho, formando a célula ATM de 53 bytes. O cabeçalho suporta informação necessária para a operação de comutação.

35 Células de Tamanho Fixo Processamento Paralelo : Células de tamanho fixo permitem cell-relay switches para processar células em paralelo, para velocidades que excedam as limitações das arquiteturas de comutadores baseados em barramento (bus-based switch).

36 Células de Tamanho Fixo Capacidade de Processamento de Voz Capacidade de Processamento de Voz : Embora células ATM requeiram largura de banda somente quando tráfego esta presente, elas podem ainda prover o equivalente a um slot de tempo TDM para tráfego contínuo. Como resultado, ATM pode trabalhar com tráfego contínuo de tempo real tal como voz digitalizada e tráfego em rajada tal como transmissões de LANs, igualmente bem.

37 Células de Tamanho Fixo Todas as células ATM são, portanto, do mesmo tamanho, diferente de sistemas Frame-Relay e redes locais, que tem pacotes de tamanho variável.

38 Células de Mesmo Tamanho Permitem o seguinte : Largura de Banda garantida : pacotes de tamanho variável podem causar atraso no tráfego da rede. Alta Performance : grandes volumes de dados podem fluir concorrentemente sobre uma única conexão física.

39 Células de Mesmo Tamanho Permitem também : Comutação por HW : acarreta alto throughput e durante o tempo de vida da tecnologia, pode explorar uma relação preço/performance melhorada, a medida que o poder do processador aumenta e custos incrementais diminuem.

40 Células de Mesmo Tamanho Priorização de Dados : - ATM pode entregar uma resposta determinística, que é essencial para portar comunicações sensíveis a latência, tais como vídeo e áudio, ou missão-crítica com tráfego interativo de dados.

41 O que é Comutado? ATM não emprega largura de banda compartilhada. Ao contrário, cada porta sobre um switch é dedicada a um usuário. Um switch ATM estabelece uma conexão virtual entre um nodo transmissor e um nodo receptor. Esta conexão é feita com base no endereço de destino de cada célula e ela dura somente durante a transferência de uma célula.

42 O que é Comutado? Estas transferências de dados podem tomar lugar em paralelo e em toda a velocidade da rede. Porque a célula é transmitida somente para a porta associada com um endereço de destino específico, nenhuma outra porta recebe a célula.

43 Interfaces ATM Na camada ATM, existem duas interfaces distintas: a UNI (User Network Interface) e a NNI (Network-Network Interface). UNI - define o limite entre um host e uma rede ATM (em muitos casos, entre o cliente e a concessionária de comunicações). NNI - diz respeito à comunicação entre dois comutadores ATM ( roteadores na tecnologia ATM ).

44 User Network Interface - UNI Protocolo UNI da ATM, provê múltiplas classes de serviços e reserva de largura de banda, durante o estabelecimento de uma conexão virtual comutada. Define a interoperabilidade entre o equipamento do usuário e a porta do comutador ATM. A UNI privada define uma interface ATM entre o equipamento do usuário e um computador ATM privado.

45 Meio Físico de Transmissão Pode armazenar diversos caminhos virtuais, que, por sua vez, podem armazenar diversos circuitos virtuais. Em ambas as interfaces ATM, as células consistem em um cabeçalho de 5 bytes seguido de uma carga útil de 48 bytes, totalizando 53 bytes por célula.

46 Full Duplex Permite transmissão sobre um par de fios e recebimento sobre outro par simultaneamente, o que prove utilização completa de ambos os pares e alta taxa de dados. Por suportar full-duplex ATM dobra a largura de banda efetiva com relação à transmissão hallduplex ordinária que é empregada pela maioria dos protocolos de rede.

47 O que é Largura de Banda Dedicada Largura de banda para cada estação Estação solicita a quantidade apropriada para cada conexão e a rede automaticamente atribui essa largura de banda ao usuário. A largura de banda não é realmente dedicada, é compartilhada por outros usuários. A rede garante o nível de serviço solicitado controlando as transmissões simultâneas.

48 Considerações de Cabeamento Topologia ATM é uma malha de comutadores. Qualquer ponto da rede pode ser alcançado a partir de qualquer outro ponto via múltiplas rotas envolvendo conexões independentes entre os comutadores. ATM não requer um protocolo específico para camada física.

49 Considerações de Cabeamento ATM não tem limitações de distância que são impostas pelas características de atenuação do meio usado. Isto simplifica a construção da planta de cabeamento porque não existem quaisquer regras para restringir o projeto.

50 Suporte do Meio de Transmissão ATM Independência do meio de transmissão é um princípio de ATM. Muitos níveis físicos são especificados, 25Mbps, 100Mbps, 155Mbps até 622Mbps. ATM a 155Mbps incluirá suporte a cabo de fibra ótica,fibra multimodo e fibra mono modo, categorias 3, 4 5 de UTP, 1 de STP.

51 Interface Física de WANs Interfaces físicas a 155Mbps de WANs para a rede pública são baseada no SONET (Synchronous Optical Network). SONET é um esquema de transporte a nível físico internacionalmente utilizado, desenvolvido no início dos anos 80.

52 Setup e Configuração ATM é diferente de qualquer protocolo de LAN. O processo de instalação e configuração não são fisicamente difíceis, porém, são complexos porque necessitam de um conhecimento detalhado dos níveis ATM e do planejamento da rede. É necessário tempo e dinheiro para investimento em treinamento e consultoria antes da implantação de uma rede ATM.

53 Gerenciamento ATM Backbones ATM são mais fáceis de gerenciar do que a maioria de roteadores de rede, porque ATM elimina a grande complexidade necessária pra configurar grandes inter redes que tenha diferentes esquemas de endereçamento e rocedimentos de roteamento.

54 Gerenciamento ATM Hubs ATM fornecem conexões entre quaisquer dois tipos de portas, independente do tipo de dispositivo anexado a ele. O endereço deste dispositivos são prémapeados, tornando fácil enviar uma mensagem, por exemplo, de um nó a outro. O gerenciamento simplificado da rede é a razão principal para muitos usuários migrarem para uma solução ATM

55 LANs Virtuais Estabelecer filtragem de endereços e restrições entre diferentes grupos de usuários é uma atividade trabalhosa (consumidora de tempo), com pontes e roteadores convencionais. Gerentes de redes pensam em termos de workgroups, não em termos da localização dos usuários.

56 LANs Virtuais Portanto, eles não tem que estabelecer uma série de declarações de filtragem baseadas nas portas físicas. A natureza orientada-a-conexão de ATM e a performance de comutação de células por HW, habilita a criação de redes virtuais.

57 LANs Virtuais Ao invés de configurar e reconfigurar roteadores toda a vez que se muda as estações de trabalho de localização, gerentes de rede podem implementar LANs Virtuais. Uma LAN Virtual define uma lista de endereços de rede que são independentes de uma porta física.

58 LANs Virtuais Contudo, LANs Virtuais têm uma significado amplo de rede. Um dispositivo pode acessar qualquer outro dispositivo sobre a mesma LAN Virtual. LANs Virtuais podem definir filtros entre elas próprias, exatamente como se faz em roteadores.

59 LANs Virtuais Dispositivos sobre diferentes meios podem ser membros de uma mesma LAN virtual. Além disso, usuários podem mover estações sobre qualquer segmento dentro de uma sub rede virtual sem requerer reconfiguração de endereços. LANs virtuais habilitam gerentes de rede a agrupar dispositivos logicamente, sem consideração de localização física e provem largura de banda dedicada e serviços para cada grupo.

60 LANs Virtuais Usuários podem se conectar dentro de qualquer porta na rede e a LAN Virtual manipula o resto. Em adição a filtragem de endereços, LANs Virtuais também proporcionam o seguinte: Inserção, alteração e e movimentação simplificadas Alocação de largura de banda Características de segurança

61 Estabelecimento de Conexão Comutação ATM e Conexões Virtuais Comutação ATM e Conexões Virtuais Para comunicar sobre uma rede ATM, aplicações devem primeiro estabelecer uma conexão virtual (VC) entre comutadores (switches). Uma VC é um caminho de transmissão para uma célula de dados ATM.

62 Conexões Virtuais Uma VC se estende através de um ou mais switches, estabelecendo uma conexão fim-afim para a transmissão de dados da aplicação via células ATM. Conexões virtuais podem ser estabelecidas em dois modos : PVC (Circuito Virtual Permanente) SVC (Circuito Virtual Comutado)

63 Conexões Virtuais PVC - Pode ser manualmente configurado por um gerenciador de rede. Um PVC tem largura de banda dedicada que garante um nível de serviço para uma particular estação na rede. Gerenciadores de rede podem configurar PVCs para aplicações de missão-crítica que devem sempre receber informação em alta prioridade por conexões permanentes, tais como entre roteadores e pontes.

64 Conexões Virtuais O segundo modo significa que o estabelecimento de um circuito virtual comutado (SVC). Um SVC é um VC estabelecido sob demanda a medida que é necessário para a aplicação.

65 O que é ser Orientado a Conexão? Uma conexão deve ser estabelecida entre os computadores transmissor e receptor antes que a informação seja transferida. Cada comutador intermediário deve ser identificado e informado da existência da conexão. Cada pacote é roteado independentemente, e deve carregar um endereço completo do destino.

66 Roteamento e Comutação Quando um circuito virtual é estabelecido, a mensagem SETUP percorre a rede da origem até o destino. O algoritmo de roteamento define o caminho a ser percorrido por essa mensagem e, consequentemente, pelo circuito virtual. O padrão ATM não especifica um algoritmo de roteamento em particular.

67 Eficiência ao Roteamento A experiência com X.25 mostrou que uma boa parte do potencial dos comutadores pode ser desperdiçada ao se definir a conversão das informações do circuito virtual usado por cada célula na linha de saída do comutador, para uma linha de entrada por onde a célula será enviada. A camada ATM foi projetada de modo a proporcionar o máximo de eficiência ao roteamento.

68 Roteamento e Comutação Idéia inicial: rotear apenas pelo campo VPI, deixando o campo VCI apenas para quando as células são enviadas entre um comutador e um computador na rede, em cada direção. Entre dois comutadores só pode ser usado um caminho virtual.

69 Roteamento e Comutação Há uma série de vantagens em usar os VPIs entre os comutadores internos: 1. Quando se estabelece um caminho virtual entre uma origem e um destino, os circuitos virtuais ao longo do percurso só podem seguir o caminho que já existe.

70 Roteamento e Comutação 2.Não se pode tomar qualquer nova decisão em termos de roteamento. 3.É como se um feixe de pares trançados tivesse sido colocado entre a origem e o destino. A configuração de uma nova conexão exige apenas a alocação de um dos pares ainda não usados.

71 Roteamento e Comutação O roteamento de células individuais é mais fácil quando todos os circuitos virtuais de um determinado caminho já estão no mesmo feixe. A decisão de roteamento envolve apenas a observação de um número de 12 bits, e não um número de 12 bits e outro de 16 bits.

72 Roteamento e Comutação Quando se baseia todo o roteamento em caminhos virtuais fica mais fácil comutar um grupo inteiro de circuitos virtuais. Exemplo: O re-roteamento de um caminho virtual redireciona todos os seus circuitos virtuais.

73 Roteamento e Comutação Os caminhos virtuais permitem que as concessionárias de comunicações ofereçam grupos de usuários fechados (redes privadas) para clientes corporativos. Uma empresa pode configurar uma rede de caminhos virtuais permanentes entre seus escritórios e em seguida alocar circuitos virtuais dentro desses caminhos de acordo com suas necessidades.

74 Roteamento e Comutação Roteamento pelo campo VPI como planejado ou pelos combinação dos campos VPI e VCI ( negando desta forma, todas vantagens aqui apresentadas). Os primeiros resultados obtidos pela combinação desses dois campos não foram muito animadores.

75 Conexões Virtuais Canal lógico entre dois usuários finais Canal virtual - VC Conexão de canal virtual - VCC Identificador do canal virtual - VCI.

76 Relacionamento entre VC e VCC Switch ATM Switch ATM Usuário Final ATM Usuário Final ATM VC VC VC VCC

77 Caminhos Virtuais - VP Grupo de canais virtuais Cada VC associado a um VP Conexão de caminho virtual -VPC Identificador de caminho virtual - VPI

78 Estrutura de Comutação ATM

79 Roteamento de células Troca de identificadores (label swapping) Em cada comutador existe uma tabela de roteamento que relaciona identificador e porta O comutador atualiza o rótulo da célula e transmite pela porta de saída

80 Tabela de roteamento de células Comutação através do rótulo VPI VCI Porta i Tabelas de Comutação ( uma para cada porta de entrada ) Seleciona entrada na tabela a partir do rótulo de chegada Porta n Rótulo VPI e VCI Tabela da porta i Retransmite pela porta adequada Troca rótulo Porta n VPI VCI

81 Exemplo de Comutação de Células VPI = 3 VCI = 8 VPI = 5 VCI =1 P1 P2 P3 P4 P1 P2 P3 P4 VPI =0 VCI = 1 VPI =3 VCI = 6 ENTRADA SAÍDA PORTA VPI VCI PORTA VPI VCI

82 Vantagens de uso de VPs e VCs Arquitetura de rede mais simplificada Redução no tempo de processamento e estabelecimento de conexão Serviços de rede melhorados. VP é enxergado pelos usuários Roteamento feito em hardware Tabela construída por aplicativos de gerenciamento de rede ou protocolos de sinalização

83 Categorias de Serviço O padrão ATM lista as categorias de serviço usadas com mais freqüência, para permitir que os fabricantes de equipamentos possam otimizar os comutadores e as placas adaptadoras para algumas ou todas essas categorias. As categorias mais importantes (Fig. 5.69, Tanenbaum) são:

84 Classe CBR CBR = Constant Bit Rate Emula um fio de cobre ou uma fibra ótica, embora tenha um custo muito mais alto. Bits são colocados numa extremidade e retirados na outra. Não há qualquer verificação, controle de fluxo ou outro processamento Classe essencial para a transição das redes

85 Classe CBR telefônicas atuais e os futuros sistemas B- ISDN, pois os canais PCM de grau de voz, os circuitos T1 e a maioria dos outros sistemas telefônicos utilizam uma transmissão de bits síncrona com taxa constante. Com a classe CBR, todo esse trafego pode ser transportado diretamente por um sistema ATM.

86 Classe VBR VBR = Variable Bit Rate RT-VBR = Real Time VBR NTR -VBR = Non-Real Time VBR RT-VBR deve ser usada em serviços que tenham taxas de bits variáveis e extrema necessidade de tempo real. Exemplo: videoconferência

87 NRT-VBR E destinada ao tráfego no qual a entrega pontual e importante, mas um certo retardo pode ser tolerado pela aplicação. Exemplo: as mensagens de correio eletrônico multimídia costumam ser gravadas no disco local do receptor antes de serem apresentadas, de forma que qualquer variação nos tempos de entrega das células seja eliminado antes da mensagem ser mostrada.

88 ABR ABR = Available Bit Rate Projetado para um trafego em rajada cuja variação de largura de banda e praticamente desconhecida. Exemplo: A capacidade entre dois pontos e 5 Mbps, podendo haver, no entanto, picos de 10 Mbps. O sistema garante 5 Mbps o tempo inteiro e fará tudo, sem que possa dar essa certeza, para fornecer 10 Mbps quando for preciso.

89 ABR E a única categoria de serviço que oferece um feedback em termos de taxa ao transmissor, solicitando a redução da velocidade durante os períodos de congestionamento. Se o transmissor atender a essas solicitações, a perda de células durante o trafego de ABR devera ser baixa.

90 UBR UBR = Unspecified Bit Rate Não realiza nenhuma negociação de largura de banda entre conexões ; as aplicações utilizam a largura de banda disponível de acordo com que a rede pode oferecer. Serve para aplicações de tempo não-real. Não exige requisitos em relação ao atraso e suas variações, e nem exige uma qualidade de serviço especifica.

91 UBR Aplicações toleram um nível não especificado de perda de células. Não oferece feedback sobre o congestionamento na rede. Em caso de congestionamento, as células UBR serão descartadas, não havendo feedback para o transmissor nem qualquer expectativa de que ele reduza a velocidade.

92 UBR Não oferece garantias de entrega. Assim, e adequada para a transmissão de pacotes IP, pois o protocolo IP não oferece garantias de entrega. Em caso de congestionamento, as células UBR serão descartadas, não havendo feedback para o transmissor nem qualquer expectativa de que ele reduza a velocidade.

93 UBR Nas aplicações sem pressão de entrega, que querem fazer seu próprio controle de erros e de fluxo, a UBR e uma escolha bastante razoável.

94 UBR A transferência de arquivos submetida ao segundo plano de uma estação de trabalho, o correio eletrônico e os serviços de informação USERNET são possíveis candidatos a UBR, pois essas aplicações não tem necessidade de tempo real. Para tornar a UBR atraente o preço da UBR deve ser mais acessível do que o das outras classes.

95 Características das Categorias do Serviço ATM Garantia de largura de banda Adequação para tráfego em tempo real Adequação para tráfego em rajadas Feedback sobre o congestionamento Ver a seguir Fig (Tanenbaum)

96 LAN Emulation Principal obstáculo na aceitação ampla de ATM no contexto das LANs atuais é a integração dos protocolos existentes tais como Ethernet, TokenRing e FDDI. Sendo um protocolo orientado a conexão, ponto a ponto, ATM não suporta trabalhar diretamente com protocolos de LANs legadas.

97 LAN Emulation Redes Ethernet provavelmente continuarão a existir devido ao baixo custo, padronização, extensões de tecnologia (FastEthernet, Ethernet Gigabit). Portanto, sem prover um esquema de integração para esta grande base instalada, ATM permanece sendo um nicho de tecnologia para um grupo de usuários isolados.

98 LAN Emulation LAN Emulation é a tecnologia de migração que permite estações dos usuários rodando aplicações existentes serem adaptadas aos serviços ATM. É um programa que emula operação de redes locais convencionais. Provê um tipo de ponte entre os protocolos de LANs legadas e segmentos ATM.

99 Diferenças entre LANs existentes e ATM ATM é orientada a conexão, enquanto Ethernet e TokenRing são sem conexão (pacotes vão para todas as estações da rede e somente são reconhecidas pela estação para a qual os pacotes são endereçados). Estações terão que prover suporte broadcast e multicast que são frequentemente usados em Ethernet e TokenRing.

100 Diferenças entre LANs existentes e ATM ATM utiliza esquema de endereçamento de 20 bytes, enquanto Ethernet e TokenRing utilizam endereços MAC de 48 bits (6bytes) Portanto, LAN Emulation tem que resolver as diferenças entre MAC e endereços ATM.

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