AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL COM WEB SERVER EMBARCADO EM UM MICROCONTROLADOR

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL COM WEB SERVER EMBARCADO EM UM MICROCONTROLADOR"

Transcrição

1 AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL COM WEB SERVER EMBARCADO EM UM MICROCONTROLADOR Diego Silva de Melo Rogério Mendes Massuchini Trabalho de Conclusão de Curso de Engenharia Elétrica, orientado pelo Professor Alessandro Correa Mendes. Universidade do Vale do Paraíba Jacareí 2013

2 AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL COM WEB SERVER EMBARCADO EM UM MICROCONTROLADOR Diego Silva de Melo Rogério Mendes Massuchini Alessandro Correa Mendes Universidade do Vale do Paraíba Jacareí 2013

3 Quando atingimos o objetivo, convencemo-nos de que seguimos o bom caminho. Paul Valéry 3

4 AGRADECIMENTOS Agradecemos a todos os Docentes da FEAU e em particular o Professor Alessandro, pela compreensão e ajuda a nós, por se tratar de dois alunos que além dos afazeres escolares, temos nossas responsabilidades diárias nos nossos empregos e das nossas famílias. Eu, Rogério agradeço e dedico este momento a minha família e principalmente minha esposa Deusileni e minhas duas razões de viver, que são meus filhos, Arthur de 5 anos e o recém chegado Heitor de 2 meses, pois através deles consigo obter força para ultrapassar os obstáculos do dia a dia. Eu, Diego agradeço antes de tudo a Deus por mais essa conquista e a minha família que sempre esteve ao meu lado nesta longa jornada que se encerra. 4

5 RESUMO A área de Automação Residencial vem se expandindo no Brasil. Fatores como o crescimento do mercado imobiliário, especialmente dos condomínios de alto padrão, estão funcionando como catalisadores do interesse do público em adotar novas soluções de conforto, segurança e melhorando o estilo de vida. Possui um controle unificado de sistemas residenciais, que visa unir os controles de todos os sistemas dentro da residência. Este trabalho apresenta uma solução de controle residencial centralizado por meio de um sistema com acesso via internet, capaz de controlar o sistema de iluminação e de equipamentos. Toda a estrutura física da solução é feita sobre um microcontrolador com um hardware que permite a construção ágil de circuitos. Para controlar o sistema remotamente foi desenvolvido um com sistema servidor web para hospedar a página web desenvolvida nas linguagens de programação PHP e HTML. A página criada possui uma interface simples e intuitiva permitindo o usuário efetuar comandos para ligar e desligar dispositivos remotamente. A comunicação entre os dispositivos é realiza através de uma rede interna onde trafegam as informações e comandos enviados do sistema de controle ao microcontrolador. Palavras Chave: Automação residencial; Microcontroladores; Web server. 5

6 ABSTRACT The area of Home Automation is expanding in Brazil. Factors such as the growth of the real estate market, especially the upscale condominiums, are working as catalysts in the public interest to adopt new solutions for comfort, safety and improving lifestyle. It has a unified control of home systems, which aims to unite the controls of all systems within the residence. This work presents a solution for home control through a centralized system with free internet, able to control the lighting system and equipment. All the physical structure of the solution is made on a microcontroller with hardware that allows the flexible circuit construction. The control system remotely was developed with web server hosting the web page developed in programming languages PHP and HTML. The created page has a simple and intuitive interface allowing the user to turn on and off commands to devices remotely. The communication between devices is performed through an internal network where information and commands are sent from the control system to the microcontroller. Keywords: Automação residencial; Microcontroladores; Web server. 6

7 SUMÁRIO Pág. LISTA DE FIGURAS... 9 LISTA DE TABELAS GLOSSÁRIO INTRODUÇÃO OBJETIVOS OBJETIVO GERAL OBJETIVOS ESPECÍFICOS AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL CONCEITOS E HISTÓRIAS DOMÓTICA FORMAS DE CONTROLE MEIOS DE COMUNICAÇÃO CONTROLE RESIDENCIAL VISÃO GERAL SISTEMA DE ENERGIA ELÉTRICA SISTEMA DE ILUMINAÇÃO SISTEMA DE SEGURANÇA MATERIAIS E MÉTODOS O QUE É UMA REDE E ETAPAS DE DESENVOLVIMENTO CONFIGURAÇÕES DE REDE ENDEREÇOS IP MICROCONTROLADORES CARACTERÍSTICAS O HARDWARE DO PROJETO

8 4.2.3 IDE DO MICROCONTROLADOR PLACA ETHERNET SHIELD ARQUITETURA DO PROJETO WEB SERVER CARACTERÍSTICAS DO WEB SERVER WEB SERVER XAMPP CARACTERÍSTICAS E REQUERIMENTOS APLICAÇÕES INTERFACES COM O USUÁRIO O QUE É PHP HISTÓRIA VANTAGENS DO PHP CONFIGURAÇÕES BÁSICAS UTILIZADAS NO PROJETO REFERÊNCIA DAS PORTAS DOS MICROCONTROLADORES COM PHP RESULTADOS CONCLUSÃO REFERÊNCIAS

9 LISTA DE FIGURAS Pág. Figura 2.1 Exemplo de domótica Figura 3.1 Rede de computadores Figura 3.2 Arduino Uno e placa Ethernet Shield Figura 3.3 Interface do IDE versão Figura 3.4 Arquitetura do projeto Figura 3.5 Utilização do PHP

10 LISTA DE TABELAS Tabela 3.1 Portas do microcontrolador Tabela 3.2 Referências dos comandos Pág. 10

11 GLOSSÁRIO Web server Servidor Web. IHM Interface Homem Máquina. House Code Código de Casa. Unit Code Unidade de Código. ABESE Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de segurança. AURESIDE Associação Brasileira de Automação Residencial. PWM Modulação por largura de pulso. Timers - Temporizadores. UC unidade de controle. ULA unidade lógica e aritmética. CPU Unidade central de processamento. carregador de boot responsável pelas rotinas de inicialização. Rx e Tx Receptor e Transmissor IDE Ambiente Integrado de Desenvolvimento open-source - código fonte disponível para download. Sketchs arquivos de código fonte gerado pelo IDE. Upload envio dos dados do computador para o microcontrolador..2 Interface do IDE WEB XAMPP - O nome provem da abreviação de X (para qualquer dos diferentes sistemas operativos), Apache, MySQL, PHP, Perl. 11

12 1 INTRODUÇÃO A Automação Residencial nos últimos tempos está passando de um item do futuro para a realidade, muitas residências já possuem algum tipo de automação como, por exemplo, na área de iluminação, entretenimento, segurança, telecomunicação, controle e mensuração de temperatura, entre outros, possibilitando obter um sistema único de controle. Atualmente há vários dispositivos capazes de realizar a interface homem máquina (IHM), o diferencial e o desafio está em possuir a mesma capacidade de controle com um custo menor. Focado neste desafio, este trabalho irá desenvolver uma Automação Residencial com interface a um computador para que possa ser possível ter um controle na parte da automação residencial via Webserver embarcado em microcontrolador. Dentro deste trabalhoenvolvem-se vários elementos, como por exemplo; CI (circuitos integrados), circuitos de iluminação, sistemas embarcados, comunicação de rede sem fio, etc.. No decorrer dos capítulos tem-se uma abordagem dos conceitos e aplicação de uma Automação Residencial. Depois são apresentados os fundamentos e características da plataforma Arduino. E para finalizar o projeto, vem o desenvolvimento e detalhamento da parte computacional e eletrônica do projeto. 12

13 2 OBJETIVOS 2.1 OBJETIVO GERAL Criar um sistema automatizado para controle de dispositivos residenciais. 2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS Desenvolver um sistema automatizado para residências. Criar um sistema via Web para controle dos dispositivos. Implementar acesso ao sistema via internet, permitindo o controle através de dispositivos, e/ou computadores remotos. 13

14 3 AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL 3.1 CONCEITOS E HISTÓRIAS O principal objetivo da Automação Residencial é facilitar as tarefas diárias em uma residência tanto as mais simples, como por exemplo, o acender uma lâmpada, quanto as mais complexas, como uma programação para irrigar jardins com sensores de umidade instalados no solo. A história da Automação Residencial começa por volta dos anos 70 com os primeiros controles para eletroeletrônicos. Em 1975 foram criados os X-10 que é chamado de pioneiro da Domótica e desenvolvido pela Pico Electronics. O X-10 foi o primeiro protocolo a transmitir dados através da linha elétrica, controlando à distância operações como ligar ou desligar equipamentos. Segundo Fernandes (2000) os endereços X-10 são constituídos por duas partes de quatro bits cada: código de casa (House Code) e código de unidade (Unit Code). Normalmente, dentro de uma única casa é atribuído o mesmo código aos controladores e aos módulos, sendo o código de unidade, utilizado para selecionar cada um desses módulos em particular. O código de casa é utilizado para separar módulos que podem estar instalados em casas ou apartamentos vizinhos, mas que dividem o uso da mesma rede elétrica. Com o passar dos anos varias empresas começaram a desenvolver produtos para Automação Residencial, a fim de tentarem baixar o custo final do produto. Como exemplo, a americana Echelon Corporation, criou o LonWorks, protocolo de controle residencial e predial. No Brasil somente em meados de 2000, foi criado a AURESIDE que é a Associação Brasileira de Automação Residencial, possui sede em São Paulo, e tem como objetivo divulgar conceitos e tecnologia, homologar serviços e produtos bem como capacitar profissionais. 14

15 3.2 DOMÓTICA A palavra Domótica vem da junção da palavra latina Domus (casa) com Robótica (automação), tem como principal objetivo simplificar a vida das pessoas a fim de realizar algumas tarefas, como controlar alguns dispositivos a distâncias. Segundo Roque (2008), domótica é a utilização simultânea da eletricidade, da eletrônica e da tecnologia da informação no ambiente residencial, permitindo realizar a sua gestão, local ou remota, e oferecer diversas aplicações integradas nas áreas da segurança, conforto, comunicação e gestão de energia. Hoje a Domótica é chamada de ciência da Automação Residencial, extremamente nova, que além de completar a Automação Residencial, agrega outras ciências, como Engenharia Elétrica, Arquitetura, Engenharia da Computação, Sociologia entre outras, com intuito de suprir as necessidade e tentar eliminar o máximo de contato com dispositivo dentro da residências. Figura 2.1 Exemplo de domótica. (Fonte: site gngimports) De acordo com Bolzani (2007) como não há uma padronização de desenvolvimento para projetos, uma boa prática de implementação da Domótica é dividir o processo em três grandes setores: controle, dados e multimídia. 15

16 3.3 FORMAS DE CONTROLE As formas de controle da automação residencial são divididas em duas partes, que são os controles centralizados, como o próprio nome diz centraliza um conjunto de dispositivos em uma única central e os controles descentralizados, usados em projetos mais complexos. Conforme Casadomo (2013) utilizando-se a arquitetura centralizada, o controlador envia as informações para os atuadores e interfaces. Já o recebimento das informações se torna possível devido à presença de sensores, sistemas interconectados e as ações do usuário. Uma vantagem da arquitetura centralizada é o custo em relação à descentralizada, mas por outro lado é grande a quantidade de fiação utilizada nos projetos. Casado (2013) fala que na arquitetura descentralizada existem diversos controladores interconectados por um bus que possibilitam o envio de informações entre eles. Já os atuadores, as interfaces e os sensores não necessariamente comunicam-se com mais de um controlador diretamente, ou seja, a proposta é dividir o sistema para suprir necessidades complexas. A maior vantagem desta arquitetura e tornar o sistema mais robusto, fácil instalação e facilidade de uso, já a desvantagem fica por conta do custo elevado dependendo do projeto. 3.4 MEIOS DE COMUNICAÇÃO Conforme Teruel (2008) quanto à forma de comunicação entre os dispositivos, às soluções propostas pela domótica geralmente são cabeadas ou por radiofrequência. Dentro das soluções cabeadas, podem ser utilizados cabos de dados ou a rede elétrica. Segundo Teruel (2008) nos sistemas com transmissão de dados por radiofrequência, o sistema de ligação é muito parecido com o sistema que usa cabeamento de dados. Tendo como principal diferença a presença de pequenos módulos de automação que são embutidos nas paredes, aos quais, é necessária a ligação do neutro. 16

17 3.5 CONTROLE RESIDENCIAL VISÃO GERAL A automação residencial possui diversos aspectos importantes e que contribuem de maneira benéfica no nosso dia a dia. A possibilidade de se controlar equipamentos e dispositivos como eletrodomésticos ou iluminação melhora o controle dos mesmos e permite a medição do consumo de energia a fim de reduzir gastos. Além disso, trás uma grande comodidade visto que o sistema pode ser controlado por meio de um computador ou dispositivos móveis. Segundo Bolsani (2004) existem no mercado outros tipos de controle residencial, baseados nos sistemas domóticos, que ajudam a ter um maior controle geral da residência. Abaixo alguns exemplos de sistemas residenciais: Sistema de energia elétrica; Sistema de redes de computadores; Sistema de controle de iluminação; Sistema de telefonia; Sistema de áudio e vídeo; Sistema de segurança patrimonial SISTEMA DE ENERGIA ELÉTRICA O controle residencial ajuda a reduzir o consumo de energia elétrica por meio de softwares que realizam cálculos dos gastos energéticos mensais. As facilidades para aquisição de equipamentos contribuem para o aumento no consumo de energia elétrica, em contra partida com um gerenciamento dedicado podemos criar critérios que possibilitem a redução no consumo SISTEMA DE ILUMINAÇÃO Com a automação residencial controla-se toda a parte de iluminação de uma residência por meio de dispositivos móveis, como smart fones. Esse tipo de controle foi o pioneiro na era das casas inteligentes, sendo que hoje encontramos dispositivos mais completos e de fácil 17

18 instalação para que o usuário possa gerir melhor sua residência. A economia fica basicamente através dos sensores, que conseguem visualizar o ambiente e fazer uma regulagem inteligente da iluminação SISTEMA DE SEGURANÇA Sem dúvida alguma é o sistema que mais cresce no que se diz respeito a automação residencial, segundo a ABESE (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de segurança) estudos recentes apontam um crescimento de 15% ao ano. Segundo Bolsani (2004) possui alguns pontos importantes a serem cumpridos dentro do sistema de segurança, esses pontos são: Prevenção ou dissuasão: o sistema deve inibir e promover a desistência do invasor; Detecção e alarmes: o sistema deve comunicar com todos os sensores para identificar uma possível invasão e acionar os alertas; Reconhecimento ou identificação: o sistema deve ser capaz de identificar se a pessoa é o usuário ou não e tomar as devidas decisões; Retardo: o sistema analisa as condições de todos os sensores e câmeras antes de tomar uma decisão ou aguarda uma ordem do usuário para evitar falsos alarmes; Reação: o sistema deve disparar os alertas programados assim que houver uma invasão, a fim de cancelá-la. Bolsani (2004) define o sistema de segurança em cinco subsistemas: Detecção perimetral: se baseiam sensores e barreiras que monitoram o perímetro da residência detectando possíveis invasões; Sensoriamento interno: consiste em sensores que monitoram o interior da residência; Circuito Fechado de Televisão (CFTV): associado ao Sistema de Sensoriamento Interno, CFTV consiste em câmeras colocadas em locais críticos da residência (como a entrada ou áreas de acesso restrito) adaptadas 18

19 para cada tipo de local, enviando as gravações para um servidor que armazena as imagens; Controle de Acessos: também associado ao Sistema de Sensoriamento Interno, controla o acesso das pessoas a determinados pontos da residência através de crachás, cartões, sistemas biométricos ou outros meios de identificação; Controle de Rondas: consiste em controlar a movimentação do pessoal responsável pela segurança para evitar brechas para uma invasão, este se aplica em casos onde existe segurança feita por pessoas. 19

20 4 MATERIAIS E MÉTODOS 4.1 O QUE É UMA REDE E ETAPAS DE DESENVOLVIMENTO Segundo Rob Scrimger (2002) uma rede são dois ou mais computadores que compartilham informações, variam em tamanho de apenas alguns até milhões de clientes. Um cliente é um requisitante, pode ser um computador ou outro dispositivo que solicita o tráfego de rede. Por exemplo, acessar em um site. O cliente envia uma solicitação de sincronização para o servidor (www.uol.com.br). O servidor envia ao cliente uma solicitação de sincronização juntamente com a confirmação da sincronização enviada anteriormente pelo cliente. O cliente então envia ao servidor uma última mensagem, juntamente com a confirmação da solicitação de sincronização enviada anteriormente pelo servidor, estabelecendo assim a conexão com o servidor e este permitindo o acesso ao site. O servidor (site UOL) também é um cliente. Figura 3.1 Rede de computadores. (Fonte: site gngimports) CONFIGURAÇÕES DE REDE Os sistemas de redes podem existir de diferentes formas e tamanhos, porém todos possuem certas características que são comuns. Cada dispositivo em uma rede, sendo ele referido como uma estação ou nó tem que possuir uma interface apropriada. Todas as estações 20

21 ligadas ao sistema transmitem dados de uma estação para a outra, por um meio físico que tanto pode ser pares trançados, cabos coaxiais, cabos de fibra ótica ou rede sem fio. Para a manipulação correta da transferência de arquivos através do sistema, acessos às estações, validação dos dados etc, são necessários softwares que desempenhem tais funções ENDEREÇOS IP Conforme Teixeira Júnior (1999) um "número IP" ou simplesmente "IP", é um código composto de números separados por três pontos que identificam um computador em particular na rede. Cada computador, seja um servidor Web ou o computador que utilizamos no dia a dia, precisa de um endereço IP para se conectar, por exemplo, à Internet. Endereços IP consistem em quatro conjuntos de números de 0 a 255, separados por três pontos. Por exemplo, " " ou " ". O Provedor de internet (Internet Service Provider-ISP), irá lhe atribuir um endereço IP estático (não muda) ou um endereço IP dinâmico (que muda toda vez que você efetuar logon). A primeira parte do endereço identifica uma rede específica, a segunda parte identifica um endereço de um computador dentro desta rede. Em uma arquitetura Internet TCP/IP é através do endereço IP que os hosts conseguem enviar e receber mensagens pela rede. No projeto, a comunicação com o microcontrolador é realizada através de um IP dentro da rede , gateway e máscara de rede A porta de comunicação utilizada é O endereço IP configurado no microcontrolador é o A máquina que roda o servidor web esta configurada com o IP Dessa forma, através dos endereçamentos apresentados estabeleceremos o link de comunicação entre o servidor Web e o microcontrolador, além disso, permitindo que mais dispositivos possam se comunicar, bastando apenas estar nessa rede. 4.2 MICROCONTROLADORES Segundo Souza (2000) a ideia de um controlador caracteriza um dispositivo que controla algum parâmetro, inicialmente, eram dispositivos grandes fisicamente, inviabilizando para alguns tipos de aplicações, porém, com o avanço de sua tecnologia, foram reduzindo seu 21

22 tamanho e, atualmente, utilizam circuitos microprocessados, sendo assim chamados de Microcontroladores. Conforme Souza (2000) Em poucas palavras, poderíamos definir o microcontrolador como um pequeno componente eletrônico, dotado de uma inteligência programável, utilizado no controle de processos lógicos. De um modo geral, Microcontroladores são chips que possuem um processador, pinos de entrada/saída, memória e outros periféricos como conversores ADC, PWM, timers entre outros. Existem vários modelos de microcontroladores com diversas marcas. O que os difere são suas características como número de pinos, tamanho de memória, clock, conjunto de instruções e arquitetura interna. Existem ainda os microprocessadores, que são diferentes dos microcontroladores por possuírem uma arquitetura mais simples, tendo apenas uma unidade de controle (UC), que é dividida em duas partes uma parte de decodificação de instruções e outra de execução uma unidade lógica e aritmética (ULA), que são responsáveis pelas operações básicas, como soma, AND, OR e NOT e um conjunto de registradores internos. Para que possa funcionar os microprocessadores necessitam de periféricos conectados a ele como uma unidade de memória, conversores analógico/digital e digital/analógico e unidades de E/S de dados. Já no Microcontroladores esses periféricos estão embutidos no seu interior CARACTERÍSTICAS Segundo Souza (2000) a maior característica de um microcontrolador é possuir diversos periféricos em seu interior como uma CPU, memória, unidades de entrada/saída, conversores ADC e temporizadores. Cada um destes periféricos varia de acordo com o modelo do microcontrolador. A CPU é responsável pela inteligência da máquina e denominada unidade central de um microcontrolador. Ela obtém as informações a serem analisadas, através de um dispositivo de entrada, pelo processamento lógico das informações e pela resposta pela qual foi projetado o sistema a realizar, através de um dispositivo de saída. A CPU possui basicamente duas funções: leitura e interpretação do programa alocado na memória. Um conjunto de bits é utilizado para representar cada instrução que é lida e interpretada segundo um número finito de instruções que a CPU pode executar. 22

23 As CPU s possuem duas partes: memória de armazenamento de programa e memória de dados. A memória de armazenamento de programa e responsável por gravar a seqüência de instruções a ser executada pela CPU. A memória de armazenamento de programa deve ser não-volátil, ou seja, se for retirada a alimentação do sistema, o programa armazenado em memória deve ser preservado. As memórias utilizadas em um microcontrolador são as memórias ROM, PROM, EPROM, EEPROM e a Flash. A local onde são armazenadas as informações a serem utilizados nas operações é a memória de dados. Diferente da memória de armazenamento, essa permiti a leitura e escrita. Quando é realizada uma leitura de um dado externo, este é primeiramente armazenado na memória de dados e só depois se for necessário, será buscado pela CPU para ser interpretada e utilizada conforme a instrução. Uma característica destas memórias é a volatilidade; quando o dispositivo é desenergizado, as informações contidas neste são perdidas. Os dispositivos responsáveis pela ligação dos microcontrolador e a parte externa são as unidades de E/S ou I/O (Input/Output). Estas recebem e enviam dados analógicos e digitais, porém quando os dados forem analógicos terão que ser convertidos para digitais. Para se comunicarem (CPU, memórias e unidades de E/S) utilizam barramentos na parte interna do microcontrolador. Estes barramentos são compostos por conjuntos de trilhas metálicas nas quais as informações circulam em paralelo. Existem três tipos de barramentos: a) O barramento de endereços, que é utilizado para indicar o endereço da memória de armazenamento do programa; b) O barramento de temporização e controle é utilizado para definir o controle de fluxo e tempo das informações durante as operações de leitura e escrita; c) O barramento de dados é utilizado para o recebimento de dados pela CPU provenientes da memória e dos dispositivos de entrada e para envio de informações para estes O HARDWARE DO PROJETO O hardware baseia-se na utilização da parte física da Plataforma Arduino. Baseia-se em uma placa de circuito contendo um microcontrolador e outros componentes complementares (chip de conversão serial, cristal de frequência, etc.). O microcontrolador 23

24 contém um carregador de boot gravado que é responsável por executar os programas quando o circuito é ligado. As placas Arduino oficiais utilizam os microcontroladores Atmel AVR, família mega AVR13 (serie ATmega) (Arduino, 2011). Para fazer a captura de informações, o Arduin dispõe de portas (ou pinos) digitais e analógicas. As portas digitais podem ser utilizadas como entrada ou saída de dados, conforme o que o programador definir no código do programa. Servem para a leitura de dados simples, que enviam apenas um pulso de energia como um botão e para a escrita de dados. Dentre as portas digitais, duas são dedicadas à comunicação serial, ligadasparalelamente às portas Rx e Tx do microcontrolador, o que possibilita a troca de sinais com outro microcontrolador ou um computador. Segundo Banzi (2008) as portas de entrada analógica são responsáveis por leitura de dados analógicos (como a tensão de um sensor). O microcontrolador lê o valor destas portas e converte em um valor entre 0 e As portas de saída analógica são algumas das portas digitais que podem ser programadas para enviarem sinais analógicos. Essas portas possuem PWM, o que permite que se controle a intensidade do sinal enviado. Nesse projeto utilizamos a plataforma arduino UNO (14 entras digitais e 6 analógicas), junto com ela utilizamos a placa Ethernet Shield (Figura 3.2), responsável pela comunicação através da ethernet (rede interna). Os demais dispositivos são placas de circuito, fonte, relés e cabeamento de rede. Figura 3.2 Arduino Uno e placa Ethernet Shield. (Fonte: Autor) 24

25 4.2.3 IDE DO MICROCONTROLADOR O IDE (Integrated Development Environment) é o software que permite o desenvolvimento dos programas que serão executados pelo microcontrolador. Desenvolvida pela mesma equipe que mantém o hardware, o IDE segue o mesmo princípio open-source, todo o código fonte (desenvolvido em linguagem Java) está disponível para download no site oficial. A versão para o desenvolvimento deste trabalho é a versão 1.0.1, disponível para os três principais sistemas operacionais. Apesar de estar na versão alpha, o software está disponível no site oficial para qualquer pessoa fazer o download. Dentro do IDE existe um compilador que realiza as análises (léxica, sintática e semântica) no código digitado e sinaliza os possíveis erros. Esses arquivos de códigos fonte gerados são chamados sketchs. De dentro do próprio IDE o desenvolvedor faz o upload dos sketchs para o microcontrolador. Durante o upload o compilador converte os sketchs em arquivos assembly e transfere para a placa via porta serial. Figura 3.3 Interface do IDE versão (Fonte: Autor) 25

26 4.2.4 PLACA ETHERNET SHIELD A placa Ethernet Shield permite que uma placa Arduino se conecte à internet. Ele baseia-se no chip de ethernet Wiznetchip W5100. O Wiznet W5100 fornece uma pilha capaz de suportar TCP e UDP de rede (IP). Ele suporta até quatro conexões de soquete simultâneos. A placa tem uma conexão Ethernet padrão RJ-45, com um transformador de linha integrado e Power over Ethernet habilitado. O Shield também inclui um controlador de reset, para garantir que o módulo Ethernet W5100 está devidamente reiniciado. O placa atual tem um módulo Power over Ethernet (PoE) projetado para extrair energia a partir de um par de cabo Categoria 5 Ethernet convencional: IEEE802 0,3 e compatível Baixa ondulação de saída e ruído (100mVpp) Tensão de entrada de 36V a 57V Proteção contra sobrecarga e curto-circuito Output 9V Alta eficiência conversor DC / DC: tip de 75% a 50% da carga 1500V isolamento (entrada para a saída) O Ethernet Shield contém uma série de LEDs informativos: PWR: indica que as placas estão alimentadas LINK: indica a presença de um link de rede e pisca quando o escudo transmite ou recebe dados. FULLD: indica que a conexão de rede é full duplex 100M: indica a presença de uma ligação de rede 100 Mb / s (em vez de 10 Mb / s) RX: pisca quando recebe dados TX: pisca quando envia dados COLL: pisca quando são detectadas colisões de rede 26

27 O jumper de solda marcado "INT" pode ser conectado a permitir que a placa Arduino para receber a notificação de interrupção de eventos do W5100, mas isso não é suportado pela biblioteca Ethernet. A ponte liga o pino INT do W5100 ao pino digital 2 do Arduino. 4.3 ARQUITETURA DO PROJETO A figura 3.4 apresenta a arquitetura do projeto, nela podemos observar como se dá a conexão entre o microcontrolador, web server e a página php. Figura 3.4 Arquitetura do projeto (Fonte: Autor) Para o acesso a internet ou mesmo comunicação via rede interna, o arduino precisa ser acoplado à placa ethernet shield. Por meio da placa ethernet shild foi configurado no microcontrolador e código PHP o IP :8081. Como podemos observar todo acesso pela página PHP será direcionado para porta 8081 que é o link de comunicação entre a página e o microcontrolador. 27

28 Para o acesso a página hospedada no servidor web há outro direcionamento esse pela porta Em resumo acessamos a página PHP pelo navegador através da porta 8888, exibida a página, ao executarmos algum comando, a comunicação com o arduino será através da rede interna na porta WEB SERVER Segundo site Wikipédia (2012) a expressão servidor web pode significar duas coisas: Um programa de computador responsável por aceitar pedidos HTTP de clientes, geralmente os navegadores, e servi-los com respostas HTTP, incluindo opcionalmente dados, que geralmente são páginas web, tais como documentos HTML com objetos embutidos (imagens, etc.), ou um computador que executa um programa que provê a funcionalidade descrita acima CARACTERÍSTICAS DO WEB SERVER Os pedidos http que se referem habitualmente a páginas HTML são normalmente feitos através de browsers. O processo se inicia com a conexão entre o computador onde está instalado o servidor web e o computador do cliente; como na web não é possível prever a que hora se dará essa conexão, os servidores web precisam estar disponíveis dia e noite. A partir daí é processado o pedido do cliente, e conforme as restrições de segurança e a existência da informação solicitada, o servidor devolve os dados. Atualmente há cada vez mais programas que fazem pedidos HTTP (leitores de RSS e outros) e quase desde o inicio da web que os ficheiros servidos pelo webserver vão para além dos ficheiros HTML, incluindo imagens, ficheiros de som, pdfs, etc. Genericamente tudo o que se enquadre no conceito de ficheiro pode ser enviado como resultado de um pedido http. Finalmente, os servidores web também podem executar programas e scripts, interagindo mais com o usuário. 28

Fundamentos de Automação. Controladores

Fundamentos de Automação. Controladores Ministério da educação - MEC Secretaria de Educação Profissional e Técnica SETEC Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Campus Rio Grande Fundamentos de Automação Controladores

Leia mais

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP)

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP) Hardware (Nível 0) Organização O AS/400 isola os usuários das características do hardware através de uma arquitetura de camadas. Vários modelos da família AS/400 de computadores de médio porte estão disponíveis,

Leia mais

O que são sistemas supervisórios?

O que são sistemas supervisórios? O que são sistemas supervisórios? Ana Paula Gonçalves da Silva, Marcelo Salvador ana-paula@elipse.com.br, marcelo@elipse.com.br RT 025.04 Criado: 10/09/2004 Atualizado: 20/12/2005 Palavras-chave: sistemas

Leia mais

AEC Access Easy Controller. Guia de Referência

AEC Access Easy Controller. Guia de Referência AEC Access Easy Controller Guia de Referência Índice 3 1. AEC - Vista Geral do Sistema 4 2. AEC - Componentes Principais 6 3. AEC - Configuração 7 4. AEC - Benefícios 8 5. AEC - Como encomendar? 10 6.

Leia mais

AUTOR(ES): LUIS WAGNER PASSINHO, ALESSANDRA CRISTINA SILVA, DANIEL ALVES DA ROCHA

AUTOR(ES): LUIS WAGNER PASSINHO, ALESSANDRA CRISTINA SILVA, DANIEL ALVES DA ROCHA TÍTULO: AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL PELA INTERNET COM PHP E ARDUINO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA SUBÁREA: COMPUTAÇÃO E INFORMÁTICA INSTITUIÇÃO: FACULDADE ANHANGUERA DE CAMPINAS AUTOR(ES):

Leia mais

Características técnicas Baseado no ATMega da empresa AVR, fabricante de micro-controladores em plena ascensão e concorrente do PIC Pode usar ATMega

Características técnicas Baseado no ATMega da empresa AVR, fabricante de micro-controladores em plena ascensão e concorrente do PIC Pode usar ATMega ARDUINO O que é Arduino Arduino foi criado na Itália por Máximo Banzi com o objetivo de fomentar a computação física, cujo conceito é aumentar as formas de interação física entre nós e os computadores.

Leia mais

Na primeira aula, conhecemos um pouco sobre o projeto Arduino, sua família de placas, os Shields e diversos exemplos de aplicações.

Na primeira aula, conhecemos um pouco sobre o projeto Arduino, sua família de placas, os Shields e diversos exemplos de aplicações. Na primeira aula, conhecemos um pouco sobre o projeto Arduino, sua família de placas, os Shields e diversos exemplos de aplicações. A partir de agora, iremos conhecer o hardware do Arduino e suas caracteristicas

Leia mais

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código)

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Roteiro Processos Threads Virtualização Migração de Código O que é um processo?! Processos são programas em execução. Processo Processo Processo tem

Leia mais

TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP

TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP HTTP (Hypertext Transfer Protocol ) Protocolo usado na Internet para transferir as páginas da WWW (WEB). HTTPS (HyperText Transfer

Leia mais

MUM Brasil - MikroTiK User Meeting Florianópolis - 2015

MUM Brasil - MikroTiK User Meeting Florianópolis - 2015 EVENTO MUM Brasil - MikroTiK User Meeting Florianópolis - 2015 MikroTiK PoE Automation APRESENTAÇÃO MikroTiK PoE Automation TÍTULO: Desenvolvimento de Soluções de Automação Comercial e Residencial através

Leia mais

MANUAL DE INSTALAÇÃO E PROGRAMAÇÃO CONVERSOR - IP / USB / SERIAL - 317 RV1

MANUAL DE INSTALAÇÃO E PROGRAMAÇÃO CONVERSOR - IP / USB / SERIAL - 317 RV1 MANUAL DE INSTALAÇÃO E PROGRAMAÇÃO CONVERSOR - IP / USB / SERIAL - 317 RV1 SÃO CAETANO DO SUL 06/06/2014 SUMÁRIO Descrição do Produto... 3 Características... 3 Configuração USB... 4 Configuração... 5 Página

Leia mais

Entrada e Saída. Prof. Leonardo Barreto Campos 1

Entrada e Saída. Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Entrada e Saída Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Sumário Introdução; Dispositivos Externos; E/S Programada; E/S Dirigida por Interrupção; Acesso Direto à Memória; Bibliografia. Prof. Leonardo Barreto Campos

Leia mais

Curso de PHP. FATEC - Jundiaí. Conteúdo do Curso. 40% de aula teórica 60% de aula prática. O que veremos neste semestre?

Curso de PHP. FATEC - Jundiaí. Conteúdo do Curso. 40% de aula teórica 60% de aula prática. O que veremos neste semestre? Curso de PHP FATEC - Jundiaí Conteúdo do Curso 40% de aula teórica 60% de aula prática O que veremos neste semestre? Linguagem PHP Banco de Dados - PostgreSQL PHP - Introdução ao PHP - Estrutura de um

Leia mais

ARDUINO UNO Guia do Usuário

ARDUINO UNO Guia do Usuário ARDUINO UNO Guia do Usuário Heco Mecatrônica Ltda. e-mail: vendas@hecomecatronica.com.br Visite nosso site: www.hecomecatronica.com.br Loja Virtual: shop.hecomecatronica.com.br Guia do Usuário - Página

Leia mais

INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial

INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial 2 1. O Sistema PrinterTux O Printertux é um sistema para gerenciamento e controle de impressões. O Produto consiste em uma interface web onde o administrador efetua o cadastro

Leia mais

1. CAPÍTULO COMPUTADORES

1. CAPÍTULO COMPUTADORES 1. CAPÍTULO COMPUTADORES 1.1. Computadores Denomina-se computador uma máquina capaz de executar variados tipos de tratamento automático de informações ou processamento de dados. Os primeiros eram capazes

Leia mais

William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição

William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição Capítulo 7 Entrada/saída Os textos nestas caixas foram adicionados pelo Prof. Joubert slide 1 Problemas de entrada/saída Grande variedade

Leia mais

Câmera CFTV Digital Sem Fio

Câmera CFTV Digital Sem Fio Câmera CFTV Digital Sem Fio Manual do Usuário Você acaba de adquirir um produto Leadership, testado e aprovado por diversos consumidores em todo Brasil. Neste manual estão contidas todas as informações

Leia mais

WebGate PO9900. Descrição do Produto. Dados para Compra. Itens Integrantes. Código do Produto

WebGate PO9900. Descrição do Produto. Dados para Compra. Itens Integrantes. Código do Produto Descrição do Produto A interface de comunicação WebGate,, permite que controladores programáveis com protocolo ALNET I possam ser conectados a uma rede Ethernet TCP/IP. O WebGate permite que estes controladores

Leia mais

Controle de Acesso. Automático de Veículos. saiba mais. automação

Controle de Acesso. Automático de Veículos. saiba mais. automação Controle de Acesso Automático de Veículos Este trabalho tem como objetivo desenvolver uma solução tecnológica que permita o controle dos portões automáticos remotamente através da internet. Aplicando-se

Leia mais

Arquitetura de Computadores. Professor: Vilson Heck Junior

Arquitetura de Computadores. Professor: Vilson Heck Junior Arquitetura de Computadores Professor: Vilson Heck Junior Agenda Conceitos Estrutura Funcionamento Arquitetura Tipos Atividades Barramentos Conceitos Como já discutimos, os principais componentes de um

Leia mais

Componentes de um Sistema de Computador

Componentes de um Sistema de Computador Componentes de um Sistema de Computador HARDWARE: unidade responsável pelo processamento dos dados, ou seja, o equipamento (parte física) SOFTWARE: Instruções que dizem o que o computador deve fazer (parte

Leia mais

CONSTRUÇÃO DE UMA UCP HIPOTÉTICA M++ INTRODUÇÃO

CONSTRUÇÃO DE UMA UCP HIPOTÉTICA M++ INTRODUÇÃO CONSTRUÇÃO DE UMA UCP HIPOTÉTICA M++ INTRODUÇÃO O seguinte artigo apresenta uma UCP hipotética construída no software simulador DEMOWARE Digital Works 3.04.39. A UCP (Unidade Central de Processamento)

Leia mais

AFRE. a. ( ) Instalando um programa gerenciador de carregamento, como o LILO ou o GRUB. a. ( ) Data Werehouse ; Internet ; Linux

AFRE. a. ( ) Instalando um programa gerenciador de carregamento, como o LILO ou o GRUB. a. ( ) Data Werehouse ; Internet ; Linux 1. De que forma é possível alterar a ordem dos dispositivos nos quais o computador procura, ao ser ligado, pelo sistema operacional para ser carregado? a. ( ) Instalando um programa gerenciador de carregamento,

Leia mais

Rodrigo Baleeiro Silva Engenheiro de Controle e Automação. Introdução à Engenharia de Controle e Automação

Rodrigo Baleeiro Silva Engenheiro de Controle e Automação. Introdução à Engenharia de Controle e Automação Rodrigo Baleeiro Silva Engenheiro de Controle e Automação (do latim Automatus, que significa mover-se por si) ; Uso de máquinas para controlar e executar suas tarefas quase sem interferência humana, empregando

Leia mais

Universidade Tuiuti do Paraná UTP Faculdade de Ciências Exatas - FACET

Universidade Tuiuti do Paraná UTP Faculdade de Ciências Exatas - FACET Universidade Tuiuti do Paraná UTP Faculdade de Ciências Exatas - FACET Hardware de Computadores Questionário II 1. A principal diferença entre dois processadores, um deles equipado com memória cache o

Leia mais

Curso de Aprendizado Industrial Desenvolvedor WEB

Curso de Aprendizado Industrial Desenvolvedor WEB Curso de Aprendizado Industrial Desenvolvedor WEB Disciplina: Programação Orientada a Objetos II Professor: Cheli dos S. Mendes da Costa Modelo Cliente- Servidor Modelo de Aplicação Cliente-servidor Os

Leia mais

DEZ RAZÕES PARA MUDAR PARA SISTEMA DE VÍDEO BASEADO EM IP. Ou o que seu vendedor de câmeras analógicas não lhe dirá

DEZ RAZÕES PARA MUDAR PARA SISTEMA DE VÍDEO BASEADO EM IP. Ou o que seu vendedor de câmeras analógicas não lhe dirá DEZ RAZÕES PARA MUDAR PARA SISTEMA DE VÍDEO BASEADO EM IP Ou o que seu vendedor de câmeras analógicas não lhe dirá 1. ALTA RESOLUÇÃO Câmeras baseadas em IP não estão restritas à baixa resolução das câmeras

Leia mais

ANE0003 - Configurando a pilha TCP/IP Microchip

ANE0003 - Configurando a pilha TCP/IP Microchip - Configurando a pilha TCP/IP Microchip ANE0003 Autor: 1. Introdução Marcelo Martins Maia do Couto A pilha TCP/IP é largamente utilizada para a comunicação entre elementos dentro de uma rede. Este protocolo

Leia mais

APOSTILA DE REDES DE COMPUTADORES PARTE - III

APOSTILA DE REDES DE COMPUTADORES PARTE - III APOSTILA DE REDES DE COMPUTADORES PARTE - III 1 REDE DE COMPUTADORES III 1. Introdução MODELO OSI ISO (International Organization for Standardization) foi uma das primeiras organizações a definir formalmente

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS LIVRES GERENCIAMENTO DE SERVIÇOS NO WINDOWS. Professor Carlos Muniz

SISTEMAS OPERACIONAIS LIVRES GERENCIAMENTO DE SERVIÇOS NO WINDOWS. Professor Carlos Muniz SISTEMAS OPERACIONAIS LIVRES GERENCIAMENTO DE SERVIÇOS NO WINDOWS Se todos os computadores da sua rede doméstica estiverem executando o Windows 7, crie um grupo doméstico Definitivamente, a forma mais

Leia mais

Documento de Requisitos de Rede (DRP)

Documento de Requisitos de Rede (DRP) Documento de Requisitos de Rede (DRP) Versão 1.2 SysTrack - Grupo 1 1 Histórico de revisões do modelo Versão Data Autor Descrição 1.0 30/04/2011 João Ricardo Versão inicial 1.1 1/05/2011 André Ricardo

Leia mais

UM NOVO CONCEITO EM AUTOMAÇÃO. Série Ponto

UM NOVO CONCEITO EM AUTOMAÇÃO. Série Ponto UM NOVO CONCEITO EM AUTOMAÇÃO Série Ponto POR QUE NOVO CONCEITO? O que é um WEBPLC? Um CP na WEB Por que usar INTERNET? Controle do processo de qualquer lugar WEBGATE = conexão INTERNET/ALNETII WEBPLC

Leia mais

Manual da Placa de Interface e Acionamento. SnowFlakes 4S

Manual da Placa de Interface e Acionamento. SnowFlakes 4S Manual da Placa de Interface e Acionamento SnowFlakes 4S Introdução O SnowFlakes é uma placa eletrônica Open Source desenvolvida com o controlador programável Tibbo AKTEM-203, vendido no e-commerce do

Leia mais

Curso Técnico de Nível Médio

Curso Técnico de Nível Médio Curso Técnico de Nível Médio Disciplina: Informática Básica 2. Hardware: Componentes Básicos e Funcionamento Prof. Ronaldo Componentes de um Sistema de Computador HARDWARE: unidade

Leia mais

GPRS Universal. Manual do Instalador. C209994 - Rev 0

GPRS Universal. Manual do Instalador. C209994 - Rev 0 GPRS Universal Manual do Instalador C209994 - Rev 0 » Introdução: Antes da instalação deste produto, recomendamos a leitura deste manual, que contém todas as informações necessárias para a correta instalação

Leia mais

DMI. Dispositivo de Monitoramento Inteligente DMI TCR 88ES

DMI. Dispositivo de Monitoramento Inteligente DMI TCR 88ES DMI Dispositivo de Monitoramento Inteligente 1 DMI TCR 88ES Prezado Consumidor, A ISSO atua em diversos projetos envolvendo novas tecnologias, na área de TI, equipamentos elétricos e eletrônicos, equipamentos

Leia mais

A Evolução dos Sistemas Operacionais

A Evolução dos Sistemas Operacionais Capítulo 3 A Evolução dos Sistemas Operacionais Neste capítulo, continuaremos a tratar dos conceitos básicos com a intensão de construirmos, agora em um nível mais elevado de abstração, o entendimento

Leia mais

Prime IHC. Intelligent Home Control. Automação residencial com estilo, segurança e economia de energia.

Prime IHC. Intelligent Home Control. Automação residencial com estilo, segurança e economia de energia. Intelligent Home Control com estilo, segurança e economia de energia. Projetos inteligentes exigem um sistema de automação completo. Funcionamento do sistema. O funciona com entradas e saídas, controlando

Leia mais

TÍTULO: ARCASE - AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL COM ANDROID E SISTEMAS EMBARCADOS

TÍTULO: ARCASE - AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL COM ANDROID E SISTEMAS EMBARCADOS Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: ARCASE - AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL COM ANDROID E SISTEMAS EMBARCADOS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA:

Leia mais

5 Mecanismo de seleção de componentes

5 Mecanismo de seleção de componentes Mecanismo de seleção de componentes 50 5 Mecanismo de seleção de componentes O Kaluana Original, apresentado em detalhes no capítulo 3 deste trabalho, é um middleware que facilita a construção de aplicações

Leia mais

Introdução ao Arduino. Pessanha Santos ASPOF EN-AEL

Introdução ao Arduino. Pessanha Santos ASPOF EN-AEL Introdução ao Arduino Pessanha Santos ASPOF EN-AEL Programa 1. Introdução à plataforma de desenvolvimento Arduino 2. Análise à sua constituição 3. Software de desenvolvimento Arduino 4. Estrutura e Sintaxe

Leia mais

Automação residencial de baixo custo: um protótipo com acesso web

Automação residencial de baixo custo: um protótipo com acesso web Automação residencial de baixo custo: um protótipo com acesso web Ivan Vieira Ferreira da Silva Engenheiro Eletricista pelo Centro Universitário CESMAC. e-mail: ivanvieirafs@gmail.com Sérgio Silva de Carvalho

Leia mais

Automação Residencial

Automação Residencial Automação Residencial F. A. Dias G. M. de Paula L. S. de Oliveira G.F. Vieira 1 CEFET-MG, Brasil Contexto Social e Profissional, 2009 Graduação em Engenharia Mecatrônica Motivação Questão fundamental O

Leia mais

4. Controlador Lógico Programável

4. Controlador Lógico Programável 4. Controlador Lógico Programável INTRODUÇÃO O Controlador Lógico Programável, ou simplesmente PLC (Programmiable Logic Controller), pode ser definido como um dispositivo de estado sólido - um Computador

Leia mais

Organização de Computadores 1

Organização de Computadores 1 Organização de Computadores 1 SISTEMA DE INTERCONEXÃO (BARRAMENTOS) Prof. Luiz Gustavo A. Martins Arquitetura de von Newmann Componentes estruturais: Memória Principal Unidade de Processamento Central

Leia mais

Ambientes Inteligentes

Ambientes Inteligentes Ambientes Inteligentes APRESENTAÇÃO Com a grande inovação tecnológica e a evidente demanda por segurança e comodidade, o gerenciamento de todos os processos e máquinas que nos rodeia torna-se indispensável.

Leia mais

4 Estrutura do Sistema Operacional. 4.1 - Kernel

4 Estrutura do Sistema Operacional. 4.1 - Kernel 1 4 Estrutura do Sistema Operacional 4.1 - Kernel O kernel é o núcleo do sistema operacional, sendo responsável direto por controlar tudo ao seu redor. Desde os dispositivos usuais, como unidades de disco,

Leia mais

Prática 8: Comunicação SPI. 8.1 Introdução e objetivos. 8.2 Princípios básicos do protocolo SPI

Prática 8: Comunicação SPI. 8.1 Introdução e objetivos. 8.2 Princípios básicos do protocolo SPI Prática 8: 8.1 Introdução e objetivos Comunicação SPI O protocolo SPI (serial peripheral interface) é um método de comunicação utilizado para interconectar dispositivos ou chips de tal forma que estes

Leia mais

MONITORAMENTO RESIDENCIAL UTILIZANDO O ZABBIX E O PADRÃO IEEE 802.15.4 RESIDENTIAL MONITORING USING ZABBIX AND IEEE 802.15.

MONITORAMENTO RESIDENCIAL UTILIZANDO O ZABBIX E O PADRÃO IEEE 802.15.4 RESIDENTIAL MONITORING USING ZABBIX AND IEEE 802.15. MONITORAMENTO RESIDENCIAL UTILIZANDO O ZABBIX E O PADRÃO IEEE 802.15.4 W. ROMEIRO * e F. COSTA Instituto Federal de Ciências e Tecnologias do Rio Grande do Norte wr.romeiro@gmail.com * Artigo submetido

Leia mais

5 Entrada e Saída de Dados:

5 Entrada e Saída de Dados: 5 Entrada e Saída de Dados: 5.1 - Arquitetura de Entrada e Saída: O sistema de entrada e saída de dados é o responsável pela ligação do sistema computacional com o mundo externo. Através de dispositivos

Leia mais

Henry Equipamentos Eletrônicos e Sistemas Ltda.

Henry Equipamentos Eletrônicos e Sistemas Ltda. Manual do equipamento Henry Equipamentos Eletrônicos e Sistemas Ltda. +55 41 3661-0100 Rua Rio Piquiri, 400 - Jardim Weissópolis - Pinhais/PR - Brasil CEP: 83322-010 CNPJ: 01.245.055/0001-24 Inscrição

Leia mais

Redes de Computadores. Prof. Dr. Rogério Galante Negri

Redes de Computadores. Prof. Dr. Rogério Galante Negri Redes de Computadores Prof. Dr. Rogério Galante Negri Rede É uma combinação de hardware e software Envia dados de um local para outro Hardware: transporta sinais Software: instruções que regem os serviços

Leia mais

Módulo 1 Introdução às Redes

Módulo 1 Introdução às Redes CCNA 1 Conceitos Básicos de Redes Módulo 1 Introdução às Redes Ligação à Internet Ligação à Internet Uma ligação à Internet pode ser dividida em: ligação física; ligação lógica; aplicação. Ligação física

Leia mais

1. Introdução. 2. Conteúdo da embalagem

1. Introdução. 2. Conteúdo da embalagem 1 1. Introdução / 2. Conteúdo da embalagem 1. Introdução O Repetidor WiFi Multilaser é a combinação entre uma conexão com e sem fio. Foi projetado especificamente para pequenas empresas, escritórios e

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DE TECNOLOGIA CCET CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO Henrique Soares Hinke José Eduardo da Silva Rodrigues Matheus Augusto de Queiroz

Leia mais

Manual do Usuário Android Neocontrol

Manual do Usuário Android Neocontrol Manual do Usuário Android Neocontrol Sumário 1.Licença e Direitos Autorais...3 2.Sobre o produto...4 3. Instalando, Atualizando e executando o Android Neocontrol em seu aparelho...5 3.1. Instalando o aplicativo...5

Leia mais

PROTÓTIPO DE ATENDIMENTO DOMICILIAR AUTOMATIZADO: HOME CARE DE BAIXO CUSTO

PROTÓTIPO DE ATENDIMENTO DOMICILIAR AUTOMATIZADO: HOME CARE DE BAIXO CUSTO PROTÓTIPO DE ATENDIMENTO DOMICILIAR AUTOMATIZADO: HOME CARE DE BAIXO CUSTO Wilker Luiz Machado Barros¹, Wyllian Fressatti¹ ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil wilkermachado1@hotmail.com,

Leia mais

3/9/2010. Ligação da UCP com o barramento do. sistema. As funções básicas dos registradores nos permitem classificá-los em duas categorias:

3/9/2010. Ligação da UCP com o barramento do. sistema. As funções básicas dos registradores nos permitem classificá-los em duas categorias: Arquitetura de Computadores Estrutura e Funcionamento da CPU Prof. Marcos Quinet Universidade Federal Fluminense P.U.R.O. Revisão dos conceitos básicos O processador é o componente vital do sistema de

Leia mais

Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais

Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais 1. Software de Entrada e Saída: Visão Geral Uma das tarefas do Sistema Operacional é simplificar o acesso aos dispositivos de hardware pelos processos

Leia mais

TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP

TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP HTTP (Hypertext Transfer Protocol ) Protocolo usado na Internet para transferir as páginas da WWW (WEB). HTTPS (HyperText Transfer

Leia mais

Alessandro F. Cunha O que são sistemas embarcados?

Alessandro F. Cunha O que são sistemas embarcados? Alessandro F. Cunha O que são sistemas embarcados? 1. Introdução Alguma vez você já se deu conta que o microondas de sua casa tem uma capacidade computacional maior do que tinha o projeto Apolo, que levou

Leia mais

Sistemas Operacionais. Prof. M.Sc. Sérgio Teixeira. Aula 03 Conceitos de Hardware e Software parte 02. Cursos de Computação

Sistemas Operacionais. Prof. M.Sc. Sérgio Teixeira. Aula 03 Conceitos de Hardware e Software parte 02. Cursos de Computação Cursos de Computação Sistemas Operacionais Prof. M.Sc. Sérgio Teixeira Aula 03 Conceitos de Hardware e Software parte 02 Referência: MACHADO, F.B. ; MAIA, L.P. Arquitetura de Sistemas Operacionais. 4.ed.

Leia mais

11/3/2009. Software. Sistemas de Informação. Software. Software. A Construção de um programa de computador. A Construção de um programa de computador

11/3/2009. Software. Sistemas de Informação. Software. Software. A Construção de um programa de computador. A Construção de um programa de computador Sistemas de Informação Prof. Anderson D. Moura Um programa de computador é composto por uma seqüência de instruções, que é interpretada e executada por um processador ou por uma máquina virtual. Em um

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com - Aula Complementar - MODELO DE REFERÊNCIA OSI Este modelo se baseia em uma proposta desenvolvida pela ISO (International Standards Organization) como um primeiro passo em direção a padronização dos protocolos

Leia mais

AUTOMAÇÃO PREDIAL EM SALAS COMERCIAIS UTILIZANDO O LABVIEW E ARDUINO. Fábio F. M. de Moraes, Simon Pedro da F. Pinheiro, Roger R.

AUTOMAÇÃO PREDIAL EM SALAS COMERCIAIS UTILIZANDO O LABVIEW E ARDUINO. Fábio F. M. de Moraes, Simon Pedro da F. Pinheiro, Roger R. AUTOMAÇÃO PREDIAL EM SALAS COMERCIAIS UTILIZANDO O LABVIEW E ARDUINO Fábio F. M. de Moraes, Simon Pedro da F. Pinheiro, Roger R. da Silva Instituto de Estudos Superior da Amazônia - IESAM Av. José Malcher,

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais UNIVERSIDADE BANDEIRANTE DE SÃO PAULO INSTITUTO POLITÉCNICO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Sistemas Operacionais Notas de Aulas: Tópicos 7 e 8 Estrutura do Sistema Operacional São Paulo 2009 1 Sumário

Leia mais

SISTEMA DE MONITORAMENTO DIGITAL

SISTEMA DE MONITORAMENTO DIGITAL SISTEMA DE MONITORAMENTO DIGITAL Módulos para automação Características gerais - Processamento independente - Possui alerta sonoro e luminoso de falta de conexão - Não precisa ser configurado (Plug and

Leia mais

Estrutura interna de um microcontrolador

Estrutura interna de um microcontrolador Estrutura interna de um microcontrolador Um microcontrolador é composto por um conjunto de periféricos interligados a uma unidade de processamento e todo este conjunto confere a este componente uma versatilidade

Leia mais

1 Introdução... 4. Características... 4 Requisitos do Dispositivo... 5. 2 Conhecendo o dispositivo... 6

1 Introdução... 4. Características... 4 Requisitos do Dispositivo... 5. 2 Conhecendo o dispositivo... 6 Índice 1 Introdução... 4 Características... 4 Requisitos do Dispositivo... 5 2 Conhecendo o dispositivo... 6 Verificação dos itens recebidos... 6 Painel Frontal... 7 Painel Traseiro... 8 3 Conectando o

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS. Apostila 03 Estrutura do Sistema Operacional UNIBAN

SISTEMAS OPERACIONAIS. Apostila 03 Estrutura do Sistema Operacional UNIBAN SISTEMAS OPERACIONAIS Apostila 03 Estrutura do Sistema Operacional UNIBAN 1.0 O Sistema Operacional como uma Máquina Virtual A arquitetura (conjunto de instruções, organização de memória, E/S e estrutura

Leia mais

Universidade de Brasília

Universidade de Brasília Universidade de Brasília Introdução a Microinformática Turma H Redes e Internet Giordane Lima Porque ligar computadores em Rede? Compartilhamento de arquivos; Compartilhamento de periféricos; Mensagens

Leia mais

Boletim Técnico R&D 03/08 CARACTERÍSTICAS DO DRIVER MPC6006L 14 de março de 2008

Boletim Técnico R&D 03/08 CARACTERÍSTICAS DO DRIVER MPC6006L 14 de março de 2008 Boletim Técnico R&D 03/08 CARACTERÍSTICAS DO DRIVER MPC6006L 14 de março de 2008 O objetivo deste boletim é mostrar as características do driver MPC6006L. Tópicos abordados neste boletim: APRESENTAÇÃO

Leia mais

Desenvolvimento de Aplicações Web

Desenvolvimento de Aplicações Web Desenvolvimento de Aplicações Web André Tavares da Silva andre.silva@udesc.br Método de Avaliação Serão realizadas duas provas teóricas e dois trabalhos práticos. MF = 0,1*E + 0,2*P 1 + 0,2*T 1 + 0,2*P

Leia mais

TUTORIAL Arduino Nano

TUTORIAL Arduino Nano Conceito: O é uma plataforma de prototipagem eletrônica de hardware livre e de placa única, projetada com um microcontrolador Atmel AVR com circuitos de entrada/saída embutido que podem ser facilmente

Leia mais

SIMARPE Sistema de Arquivo Permanente

SIMARPE Sistema de Arquivo Permanente SIMARPE Sistema de Arquivo Permanente Documentos formam a grande massa de conhecimentos de uma organização seja ela privada ou pública, esses documentos em sua maioria são parte do seu patrimônio. A Gestão

Leia mais

INTERNET CONCEITOS. Internet é a "grande rede mundial de computadores"

INTERNET CONCEITOS. Internet é a grande rede mundial de computadores INTERNET CONCEITOS O que é Internet Estamos acostumados a ouvir que Internet é a "grande rede mundial de computadores" Entretanto, essa definição não é muito simplista. Na realidade, Ela é uma coleção

Leia mais

Smart Energy & Power Quality Solutions. Registrador de dados ProData. O mais compacto registrador de dados

Smart Energy & Power Quality Solutions. Registrador de dados ProData. O mais compacto registrador de dados Smart Energy & Power Quality Solutions Registrador de dados ProData O mais compacto registrador de dados Inteligente e compacto: Nosso registrador de dados universal que mais gerencia os custos de energia

Leia mais

Unidade III FUNDAMENTOS DE SISTEMAS. Prof. Victor Halla

Unidade III FUNDAMENTOS DE SISTEMAS. Prof. Victor Halla Unidade III FUNDAMENTOS DE SISTEMAS OPERACIONAIS Prof. Victor Halla Conteúdo Arquitetura de Processadores: Modo Operacional; Velocidade; Cache; Barramento; Etc. Virtualização: Maquinas virtuais; Gerenciamento

Leia mais

REDES ESAF. leitejuniorbr@yahoo.com.br 1 Redes - ESAF

REDES ESAF. leitejuniorbr@yahoo.com.br 1 Redes - ESAF REDES ESAF 01 - (ESAF - Auditor-Fiscal da Previdência Social - AFPS - 2002) Um protocolo é um conjunto de regras e convenções precisamente definidas que possibilitam a comunicação através de uma rede.

Leia mais

Introdução à Informática. Aula 04. Sistemas Operacionais Aplicativos e Utilitários Transmissão e meios de transmissão de dados. Prof.

Introdução à Informática. Aula 04. Sistemas Operacionais Aplicativos e Utilitários Transmissão e meios de transmissão de dados. Prof. Aula 04 Sistemas Operacionais Aplicativos e Utilitários Transmissão e meios de transmissão de dados Sistema Operacional Um conjunto de programas que se situa entre os softwares aplicativos e o hardware:

Leia mais

Solução Completa em Automação. FieldLogger. Registro e Aquisição de Dados

Solução Completa em Automação. FieldLogger. Registro e Aquisição de Dados Solução Completa em Automação FieldLogger Registro e Aquisição de Dados Ethernet & USB Até 16GB de memória Conversor A/D 24 bits Até 1000 amostras por segundo Apresentação FieldLogger O FieldLogger é um

Leia mais

O melhor do PHP. Por que PHP? CAPÍTULO 1. Uma Pequena História do PHP

O melhor do PHP. Por que PHP? CAPÍTULO 1. Uma Pequena História do PHP CAPÍTULO 1 O melhor do PHP Este livro levou bastante tempo para ser feito. Venho usando agora o PHP por muitos anos e o meu amor por ele aumenta cada vez mais por sua abordagem simplista, sua flexibilidade

Leia mais

Processadores. Prof. Alexandre Beletti Ferreira

Processadores. Prof. Alexandre Beletti Ferreira Processadores Prof. Alexandre Beletti Ferreira Introdução O processador é um circuito integrado de controle das funções de cálculos e tomadas de decisão de um computador. Também é chamado de cérebro do

Leia mais

PROFESSOR ÉVERSON MATIAS DE MORAIS SISTEMAS OPERACIONAIS. Sistemas operacionais (so) Roteiro

PROFESSOR ÉVERSON MATIAS DE MORAIS SISTEMAS OPERACIONAIS. Sistemas operacionais (so) Roteiro PROFESSOR ÉVERSON MATIAS DE MORAIS Graduação em Processamento de Dados Especialização em Ciência da Computação Mestrado em Ciência da Computação SISTEMAS OPERACIONAIS Aula 1 Sistemas operacionais (so)

Leia mais

ACIONANDO DISPOSITIVOS ATUADORES EXTERNAMENTE COM ARDUINO ETHERNET

ACIONANDO DISPOSITIVOS ATUADORES EXTERNAMENTE COM ARDUINO ETHERNET ACIONANDO DISPOSITIVOS ATUADORES EXTERNAMENTE COM ARDUINO ETHERNET Filipe Cavalcanti Fernandes 13filipe11@gmail.com Universidade Federal do Pará (UFPA) Campus de Tucuruí BR 422 km 13, Canteiro de Obras

Leia mais

Fundamentos em Informática

Fundamentos em Informática Fundamentos em Informática Aula 06 Redes de Computadores francielsamorim@yahoo.com.br 1- Introdução As redes de computadores atualmente constituem uma infraestrutura de comunicação indispensável. Estão

Leia mais

Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008

Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008 Goiânia, 16/09/2013 Aluno: Rafael Vitor Prof. Kelly Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008 Objetivo Esse tutorial tem como objetivo demonstrar como instalar e configurar o IIS 7.0 no Windows Server

Leia mais

Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008

Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008 Goiânia, 16/09/2013 Aluno: Rafael Vitor Prof. Kelly Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008 Objetivo Esse tutorial tem como objetivo demonstrar como instalar e configurar o IIS 7.0 no Windows Server

Leia mais

Por razões, é requerido um módulo de E/S, que deve desempenhar duas funções principais:

Por razões, é requerido um módulo de E/S, que deve desempenhar duas funções principais: Entrada e Saída Além do processador e da memória, um terceiro elemento fundamental de um sistema de computação é o conjunto de módulos de E/S. Cada módulo se conecta com o barramento do sistema ou com

Leia mais

HARDWARE COMPONENTES BÁSICOS E FUNCIONAMENTO. Wagner de Oliveira

HARDWARE COMPONENTES BÁSICOS E FUNCIONAMENTO. Wagner de Oliveira HARDWARE COMPONENTES BÁSICOS E FUNCIONAMENTO Wagner de Oliveira SUMÁRIO Hardware Definição de Computador Computador Digital Componentes Básicos CPU Processador Memória Barramento Unidades de Entrada e

Leia mais

Cogent DataHub v7.0. A próxima geração em soluções para troca de dados em tempo real

Cogent DataHub v7.0. A próxima geração em soluções para troca de dados em tempo real Cogent DataHub v7.0 A próxima geração em soluções para troca de dados em tempo real Cogent é reconhecida como uma líder no segmento de soluções de middleware no domínio do tempo real. E, com a introdução

Leia mais

CONCEITOS INICIAIS. Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web;

CONCEITOS INICIAIS. Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web; CONCEITOS INICIAIS Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web; O que é necessário para se criar páginas para a Web; Navegadores; O que é site, Host, Provedor e Servidor Web; Protocolos.

Leia mais

GerSAT Manual de Usuário

GerSAT Manual de Usuário GerSAT Manual de Usuário Manual do Usuário Ver. 1.1 Junho 2015 Informações importantes Antes de utilizar o equipamento, pedimos para que leia e siga todas as instruções descritas neste manual, pois a utilização

Leia mais

O USO DE UM SENSOR DE LUZ LINEAR COMO RECURSO DIDÁTICO PARA DEMONSTRAR PRINCÍPIOS DE DIFRAÇÃO E ESPECTROSCOPIA

O USO DE UM SENSOR DE LUZ LINEAR COMO RECURSO DIDÁTICO PARA DEMONSTRAR PRINCÍPIOS DE DIFRAÇÃO E ESPECTROSCOPIA Quim. Nova, Vol. 38, No. 3, S1-S6, 2015 O USO DE UM SENSOR DE LUZ LINEAR COMO RECURSO DIDÁTICO PARA DEMONSTRAR PRINCÍPIOS DE DIFRAÇÃO E ESPECTROSCOPIA Fernando Arruda Mendes de Oliveira a,b, Eduardo Ribeiro

Leia mais

Soluções corporativas personalizadas com o Microsoft Exchange 2010 e o Cisco Unified Computing System (UCS)

Soluções corporativas personalizadas com o Microsoft Exchange 2010 e o Cisco Unified Computing System (UCS) Soluções corporativas personalizadas com o Microsoft Exchange 2010 e o Cisco Unified Computing System (UCS) Hoje é fundamental para as empresas poder contar com recursos de comunicação, mobilidade, flexibilidade

Leia mais

A Camada de Rede. A Camada de Rede

A Camada de Rede. A Camada de Rede Revisão Parte 5 2011 Modelo de Referência TCP/IP Camada de Aplicação Camada de Transporte Camada de Rede Camada de Enlace de Dados Camada de Física Funções Principais 1. Prestar serviços à Camada de Transporte.

Leia mais

CDE4000 MANUAL 1. INTRODUÇÃO 2. SOFTWARE DE CONFIGURAÇÃO 3. COMUNICAÇÃO

CDE4000 MANUAL 1. INTRODUÇÃO 2. SOFTWARE DE CONFIGURAÇÃO 3. COMUNICAÇÃO CDE4000 MANUAL 1. INTRODUÇÃO O controlador CDE4000 é um equipamento para controle de demanda e fator de potência. Este controle é feito em sincronismo com a medição da concessionária, através dos dados

Leia mais

Capítulo 11 - Camada de Transporte TCP/IP e de Aplicação. Associação dos Instrutores NetAcademy - Julho de 2007 - Página

Capítulo 11 - Camada de Transporte TCP/IP e de Aplicação. Associação dos Instrutores NetAcademy - Julho de 2007 - Página Capítulo 11 - Camada de Transporte TCP/IP e de Aplicação 1 Introdução à Camada de Transporte Camada de Transporte: transporta e regula o fluxo de informações da origem até o destino, de forma confiável.

Leia mais