CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SANTA CATARINA FUNDAMENTOS DE REDE DE COMPUTADORES

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1 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SANTA CATARINA FUNDAMENTOS DE REDE DE COMPUTADORES

2 Conceitos Básicos 1

3 O que é uma Rede de Computadores? Uma Rede de Computadores é formada por um conjunto de dispositivos capazes de se comunicar, trocar informações e compartilhar recursos, interligados por um sistema de comunicação, conforme ilustrado na figura 1.1. O sistema de comunicação vai se constituir de um arranjo topológico interligando os vários dispositivos através de enlaces físicos (meios de transmissão) e de um conjunto de regras com a finalidade de organizar a comunicação (protocolos). Rede de Computadores são ditas confinadas quando as distâncias entre os dispositivos são menores que alguns poucos metros. Redes Locais de Computadores são sistemas cujas distâncias entre os dispositivos se enquadram na faixa de alguns poucos metros a alguns poucos quilômetros. Sistemas cuja dispersão é maior do que alguns quilômetros são chamados Redes Geograficamente Distribuídas. Sistema de Comunicação Figura 1.1 Rede de Computadores Redes Locais (Local Area Networks) LANs) As Redes Locais surgiram dos ambientes de institutos de pesquisa e universidades. As mudanças no enfoque dos sistemas de computação que ocorreram durante a década de 1970 levaram em direção à distribuição do poder computacional. O desenvolvimento de minis e microcomputadores de bom desempenho permitiu a instalação de considerável poder de processamento da informação em várias unidades de uma organização ao invés da anterior concentração em uma determinada área. Redes Locais surgiram, assim, para viabilizar a troca e o compartilhamento de informações e dispositivos periféricos (recursos de hardware e software), preservando a independência de várias estações de processamento, e permitindo a integração em ambiente de trabalho cooperativo.

4 Pode-se caracterizar uma rede local como sendo uma rede que permite a interconexão de equipamentos de comunicação de dados numa pequena região. Em geral, nos dias de hoje, costuma-se considerar limitações associadas às técnicas utilizadas em redes locais não imponham limites a essas distâncias. Outras características típicas encontradas e comumente associadas a redes locais são: altas taxas de transmissão e baixas taxas de erro. É importante salientar que essas características são susceptíveis à evolução tecnológica. Redes Metropolitanas (Metropolitan Area Networks MANs) Quando as distâncias de ligação entre dispositivos atingirem distâncias metropolitanas, chamamos esses sistemas não mais de redes locais, mas de Redes Metropolitanas. Uma rede metropolitana apresenta características semelhantes às redes locais, sendo que as MANs, em geral, cobrem distâncias maiores do que as LANs operando em velocidades maiores. Redes Geograficamente Distribuídas (Wide Area Networks WANs) Surgiram da necessidade de se compartilhar recursos especializados por uma maior comunidade de usuários geograficamente dispersos. Por terem um custo de comunicação bastante elevado (circuitos para satélite e enlaces de microondas), tais redes são em geral públicas, isto é, o sistema de comunicação é mantido e gerenciado por grandes operadoras (públicas ou privadas), e seu acesso é público. Face as várias considerações em relação ao custo, a interligação entre os diversos dispositivos em uma tal rede determinará a utilização de um arranjo topológico específico e diferente daqueles utilizados em redes locais. Ainda por problemas de custo, nos seus primórdios, as velocidades de transmissão empregadas eram baixas: da ordem de algumas dezenas de kilobits/segundo (embora alguns enlaces cheguem hoje a velocidades de megabits/segundo). Por questão de confiabilidade, caminhos alternativos devem ser oferecidos de forma a interligar os diversos dispositivos. Por que usar Redes de Computadores? Existem inúmeras razões para se utilizar redes de computadores. Compartilhar arquivos e impressoras pode ser uma delas. O fundamental é que a adoção da tecnologia de redes de computadores aumenta a produtividade pessoal e do grupo de trabalho. A seguir você conhecerá alguns aspectos relevantes que justificam plenamente a implementação desta tecnologia.

5 Compartilhamento de Dispositivos Compartilhando dispositivos de rede, uma organização pode fazer economia porque precisa de menos dispositivos e os que estão disponíveis são melhor utilizados. As desvantagens do compartilhamento de dispositivos são a disponibilidade e o desempenho. Um dispositivo que está sendo utilizado pode não estar disponível imediatamente. Isto pode não causar muito problema para o usuário final em cada estação de trabalho contanto que se faça um planejamento adequado e se leve em consideração os demais usuários. Compartilhamento de Aplicações A redes também permitem o compartilhamento de programas aplicativos. Cada programa compartilhado é instalado na estação de trabalho da rede em um disco compartilhado de rede. As aplicações que estão em disco compartilhado de rede reduzem os problemas de suporte e instalação associados ao gerenciamento no nível da estação de trabalho. Normalmente, uma aplicação em um disco de rede precisa ser instalada e configurada apenas uma vez. O administrador de rede marca a aplicação como read-only (somente para leitura) e compartilhável. Compartilhamento de Arquivos Uma das muitas aplicações que uma rede permite é o compartilhamento de arquivos. Este compartilhamento permite que várias pessoas trabalhem em um projeto para atualizar e compartilhar documentos. As mudanças estão disponíveis para todos tão logo sejam efetuadas por qualquer usuário. Grupo de Trabalho A computação em grupo de trabalho (Workgroup computing) é um conceito dos anos 90. Ele é baseado na teoria de que todos os computadores devem trabalhar de forma coesa que permita a troca e atualização das informações. Para realizar esta integração, deve existir uma rede e depois deve ser instalado software dedicado, como o Microsoft Windows for Workgroup ou Lotus Notes. Estes produtos permitem que as estações de trabalho compartilhem seus desktops locais, enviem correio eletrônico, compartilhem dados e células de planilhas eletrônicas e tenham acesso a conjunto de dados simultaneamente.

6 Correio Eletrônico ( ) Trocar informações entre usuários de computador é a base de uma rede. Um dos tipos mais comuns de troca de informações é na forma de correio eletrônica (eletronic mail, ou ). O também pode ser empregado entre companhias e profissionais utilizando um serviço público de informações. Os sistemas de atuais permitem o envio de documentos baseados em texto, binários ou até mesmo programas executáveis. Pode-se ainda enviar e receber planilhas, gráficos e imagens. Isso possibilita a disseminação em massa de informação dentro de uma organização. Segurança das Informações A segurança na rede é uma necessidade para a maioria das organizações. No passado, um nível de segurança para os usuários casuais era fornecido devido a complexidade dos sistemas. Atualmente, com desktops simples, treinamento e educação extensivos sobre computadores, um usuário esporádico pode obter facilmente acesso a informações restritas. Os processos de login (conectar) e logout (desconectar) são alguns dos métodos principais de controle de acesso para um servidor de arquivos. Outros métodos incluem o bloqueio e as restrições de arquivos baseados em usuários isolados ou em grupos de usuários.

7 Revisão 1. O que é uma LAN, MAN e WAN? 2. Cite os motivos que nos levam a implementar a tecnologia de rede de computadores.

8 Sistemas Operacionais 2

9 Como Funciona um Sistema Operacional de Rede Os sistemas operacionais de redes (Network operating systems NOS) estão sendo usados desde o final dos anos 70. Um NOS é um sistema operacional que pode fazer muitas coisas de uma só vez. Isto é chamado de multitarefa (multitasking). A multitarefa é otimizada para aproveitar os recursos como discos e redes. Alguns dos primeiros NOS foram indx da Intel e Sharenet da Novell. Estes primeiros sistemas foram o início do NOS. Todos os NOS atuais derivaram-se destes produtos. Assim que uma solicitação por um arquivo chegar da NIC, ela é passada para o scheduler. Este configura a solicitação e notifica o driver de dispositivo do disco que é necessário um arquivo. O driver de dispositivo do disco obtém o arquivo e informa ao kernel, que por sua vez envia as informações para fora da NIC através da LAN. A mesma seqüência de eventos é usada para imprimir serviços. As aplicações locais podem ou não seguir a mesma seqüência isto é determinado pelo programador da aplicação. Mas todas as solicitações de serviço devem passar pelo núcleo. O diagrama da figura 2.1, ilustra o funcionamento do sistema operacional de rede. Scheduler Do Sistema NIC Driver de Dispositivo Kernel Driver de dispositivo de disco LAN Física Programas aplicativos Driver de dispositivo de impressora Figura 2.1 Diagrama de funcionamento do sistema operacional de rede

10 Kernel O Kernel do NOS contém todos as funções de baixo nível do sistema operacional. Estas incluem os métodos de processamento de comunicações, solicitações de drivers de dispositivos, solicitações de scheduling, controles de bloqueios e teste de erros. Programas Aplicativos Muitos tipos diferentes de programas aplicativos podem rodar em um servidor de rede. Alguns programas coletam informações estatísticas sobre o desempenho do servidor de arquivos, alguns programas analisam condições de erro e outros programas fornecem serviços para bancos de dados e correio eletrônico. Drivers de Dispositivo - NIC Os drivers de dispositivo da NIC (placa de rede), traduzem as solicitações do kernel (ou núcleo) em solicitações de hardware adequadas para enviar e receber informações da rede. Scheduler do Sistema O scheduler do sistema é o responsável pela sincronização total do sistema. Esta é a parte do NOS que decide quando as solicitações de disco serão atendidas, quando os serviços de impressão serão impressos, quando as solicitações de rede gerarão respostas e que programas aplicativos do servidor local vão rodar. O scheduler está em comunicação constante com o kernel do NOS. Driver de Dispositivo de Disco O driver de dispositivo de disco é o responsável por transformar as solicitações de acesso ao disco em comandos que as controladoras de disco possam entender. A controladora de disco é o dispositivo que traduz os comandos de software em acesso físico para as informações em uma unidade (drive) de disco. Driver de Dispositivo de Impressora Alguns drivers de dispositivo são preparados para impressora. Eles possuem a inteligência necessária para processar os códigos da impressora antes de enviá-los para impressão. Outros drivers de dispositivos de

11 impressoras não possuem a inteligência para processar os códigos e assim eles são passados diretamente para a impressora, que deve então traduzi-los. Controle de Acesso Assim que o NOS estiver configurado e rodando e todos os recursos compartilhados estiverem disponíveis, o acesso a eles devem ser controlado. A maioria dos usuários associa imediatamente o controle de acesso a nomes de usuário e senhas. O controle de acesso abrange o controle dos objetos da rede, incluindo usuários, impressoras, discos e aplicações, assim como as propriedades associadas a cada objeto. O processo de Login Antes que uma estação de trabalho possa Ter acesso a servidores de arquivos remotos, deve ser iniciado um processo que cria uma conexão entre uma estação de trabalho e um servidor. Este é o processo de login. Durante o processo de login, é feita uma conexão entre o servidor de arquivos remoto e a estação de trabalho local. Após uma verificação do usuário, os drivers remotos aos quais aquele usuário deve ter acesso são identificados e conectados à estação de trabalho. Os drivers remotos aparecem para o usuário como dispositivos locais. O processo de Logout Após um usuário ter concluído a sessão na rede, ela deve ser interrompida ou finalizada. Uma seqüência especial de eventos acontece durante o logout. Devido ao fato do logout ser como sair do cinema, não é necessária a identificação do usuário. Normalmente o usuário digita um comando para o logout e o servidor de arquivos interrompe todas as conexões de rede com aquele usuário e o desconecta de todos os recursos compartilhados. LANs Peer-to-Peer (homogênea) O compartilhamento de informações está se tornando mais e mais importante à medida em que um maior número de pessoas compartilha computadores e a tecnologia de informações. Com todo esses interesse gerado pelas redes, um método simples e barato de criar uma rede foi apresentado para pequenas redes (dois a cinco usuários). Este método simples de ligação é chamado rede peer-to-peer (homogênea), que permite que os dispositivos e recursos em um microcomputador sejam compartilhados com dispositivos e recursos em outro.

12 A idéia por trás das redes peer-to-peer é que cada microcomputador pode ser tanto um cliente quanto um servidor (em uma rede peer-to-peer não existe um servidor dedicado). O dono de um microcomputador pode configurar seu sistema de modo que os usuários de outros PCs possam acessar diretórios específicos em seu sistema e usar sua impressora. Já que qualquer cliente pode ser um servidor e qualquer servidor pode ser um cliente, os sistemas são considerados como de status igual ou par (peer) daí o termo peer-to-peer. A figura 2.5 ilustra uma pequena rede peer-to-peer.

13 Figura 2.2 LAN Peer-to-Peer Os Contras da Rede Peer-to-Peer As redes peer-to-peer apresentam problemas em três áreas críticas: 1. O primeiro problema é que eles não são tão rápidos quanto sistemas baseados em servidores. Quando muitos pares-clientes (mais do que 10 ou 15) estão tentando obter um serviço ou quando estão tentando transferir grandes quantidades de dados para e de um par servidor, a arquitetura do sistema peer-to-peer tende a limitar a performance. 2. O segundo problema é na área do controle e gerenciamento. Como um PC numa rede peer-to-peer está principalmente sob o controle do seu usuário, ele pode fazer todo tipo de coisa perigosa. Por exemplo, o usuário poderia desligar o PC (atuando com um par-servidor) quando outro usuário (um parcliente) está atualizando um arquivo. 3. A terceira área problemática é a segurança e o acesso. Novamente, como os PCs numa rede peer-to-peer são gerenciados principalmente pelos seus usuários, e usuários estão normalmente interessados em fazer seus trabalhos do que em controlar uma rede, eles podem ser menos cuidadosos do que o desejável. Por exemplo, eles podem ser menos descuidados em gerenciar quem tem mais direitos para que arquivos. Os Prós da Rede Peer-to-Peer Redes peer-to-peer podem Ter problemas como serviços em nível de corporação, mas para produtividade pessoal e de grupo elas podem ser um recurso fantástico. Redes peer-to-peer são vantajosas nas seguintes situações: 1. Quando o grupo ligado em rede é pequeno. 2. Quando a performance não é uma questão importante. 3. Quando o custo é crítico. 4. Quando as habilidades técnicas são raras.

14 Os principais Sistemas Peer-to-Peer As seguintes empresas são as atuais líderes do mercado de redes peerto-peer:? Apple (Macintosh System)? Artisoft (LANtastic)? Novell (Personal Netware)? Microsoft (Windows 3.11 e Windows 95) LANs Baseadas em Servidor (cliente/servidor). As redes baseadas em servidores possuem um ou mais servidores de arquivo. Estes podem possuir vários drivers de disco, drivers de fita e impressoras disponíveis. Eles também podem ser conectados a mais de uma rede ao mesmo tempo. Todos os recursos estão disponíveis aos usuários através do servidor de arquivo central. Normalmente um servidor de arquivo é um computador com maior poder de fogo. Não é raro que os servidores de arquivo tenham unidades de processamento central de alto desempenho, tamanho da memória compatível as funções que desempenha e canais de entrada e saída velozes. A figura 2.6 ilustra uma pequena LAN baseada em servidor. Figura 2.3 LAN baseada em servidor. Os Principais Sistemas Baseados em Servidor Os seguintes sistemas são alguns dos que encontramos no mercado de redes baseados em servidor de arquivo:? Unix Linux;? Unix FreeBSD;? Unix SCO;

15 ? Novell (Netware 3.x, 4.0);? Microsoft (Windows NT).

16 Revisão 1. O que caracteriza um sistema operacional de rede? 2. Qual a diferenças básica entre um NOS e um sistema operacional de único usuário? 3. De que forma é o controle o acesso em uma LAN baseada em servidor? 4. Qual a característica básica de uma rede peer-to-peer (homogênea)? 5. Cite os pontos favoráveis e desfavoráveis na implementação de uma rede peer-to-peer. 6. Suponha que você trabalhe numa pequena empresa que possui 4 microcomputadores com sistema operacional para rede Workgroup e uma impressora a laser. Por necessidade de trabalho, foi detectado que todos os microcomputadores precisam utilizar a impressora. Seu superior imediato está prestes a comprar mais 4 impressoras. No entanto ele também ouviu falar numa tal de rede de computadores. Você foi convidado a realizar um estudo para propor soluções para o problema. Considere os seguintes itens e custos para a elaboração da proposta:? Computador servidor de arquivos (R$ 5.000,00);? Sistema operacional para implementação de rede peer-to-peer (R$ 450,00);? Sistema operacional de rede baseado em servidor (R$ 1.000,00);? Placa de rede (R$ 50,00);? Impressora a laser (R$ 4.000,00).

17 Topologia 3

18 Chama-se topologia ou arquitetura de uma rede de comunicação a forma de como os enlaces físicos e os nós de comutação estão organizados, determinando os caminhos físicos existentes e utilizáveis entre quaisquer pares de estações conectadas a essa rede. Linhas de Comunicação Ao organizar os enlaces físicos num sistema de comunicação, confrontamo-nos com diversas formas possíveis de utilização das linhas de transmissão. Primeiramente, as ligações físicas podem ser de dois tipos: ponto a ponto ou multiponto. Ligações ponto a ponto caracterizam-se pela presença de apenas dois pontos de comunicação, um em cada extremidade do enlace ou ligação em questão. Nas ligações multiponto observa-se a presença de três ou mais dispositivos de comunicação com possibilidade de utilização do mesmo enlace, conforme figura 3.1. Ponto a Ponto Multiponto Figura 3.1 Tipos de ligação A forma de utilização do meio físico que conecta as estações dá origem à seguinte classificação sobre a comunicação no enlace (figura 3.2):? Simplex: o enlace é utilizado apenas em um dos dois possíveis sentidos de transmissão.? Half-duplex: o enlace é utilizado nos dois possíveis sentidos de transmissão, porém apenas um por vez.? Full-duplex: o enlace é utilizado nos dois possíveis sentidos de transmissão simultaneamente. Simplex Half-duplex Full-duplex ou Figura 3.2 Comunicação simplex, half-duplex e full-duplex.

19 Enlaces como os classificados anteriormente serão utilizados pelas diferentes topologias que, por sua vez, irão variar de acordo com o tipo de rede utilizada. Topologia em Barramento (Bus). A topologia em barramento ou bus (ver figura 3.3), é uma das tecnologias de rede mais baratas disponíveis. Não é necessário componentes especiais para implementar esta topologia. Basta apenas cabo e placa de rede (NIC). A única exigência especial é que o cabo tenha uma terminação elétrica em cada extremidade. Em termos de trafego de informações, pense nessa topologia como uma pista de dados que conecta várias estações de trabalho LAN. Em muitas dessas redes, as estações de trabalho verificam se uma mensagem está vindo pela pista, antes de enviar as suas mensagens. Como todas as estações de trabalho utilizam a mesma pista (ou bus ônibus), todas as mensagem passam pelas outras estações de trabalho no seu caminho até o destino. Cada estação de trabalho verifica o endereço da mensagem para ver se ele se encaixa com o seu próprio endereço. Características:? É fácil acrescentar novas estações;? A segurança da rede é de difícil manutenção;? Necessita menor quantidade de cabo que qualquer outra topologia;? Deve haver uma distância mínima (não superior a 100 metros) entre estações para evitar interferência de sinais. Figura 3.3 Topologia em Barramento ou Bus Topologia em Estrela Uma rede em estrela (star network ver figura 3.4) conecta cada estação de trabalho (workstation) ou dispositivo de rede a um ponto central, da mesma forma que uma rede telefônica. Nessa última, a cada número de telefone é atribuído um determinado par de fios, que vem do escritório central até o aparelho telefônico. Este par de fios, ou par de cabos é atribuído

20 exclusivamente a um determinado número de telefone. Mesmo que seu telefone seja conectado apenas com o escritório central, este é o responsável por conectar seu telefone com o resto do mundo. Da mesma forma, um ponto central chamado hub, concentrador (concentrator) ou repetidor (repeater) é usado para interconectar estações de trabalho no mesmo hub ou em hubs diferentes. Características:? Fácil de localizar e reparar erros;? Isolamento de tráfego;? Uma falha no nó central desativa toda a rede;? Necessita maior quantidade de cabo. HUB Figura 3.4 Topologia em Estrela Topologia em Anel Uma rede em anel consiste de vários nós juntos para formar um círculo. As mensagens procedem de um nó para outro, em uma única direção. A topologia em anel permite verificar se uma mensagem foi recebida. Quando um nó recebe uma mensagem endereçada a ele, ele copia a mensagem e depois a envia de volta à origem com um indicador mostrando o recebimento. Um dos principais itens de uma topologia de anel é a necessidade de garantir que todas as estações de trabalho tenham acesso igual à rede. Se várias estações de trabalho estão unidas para formar um anel, é extremamente difícil acrescentar novas estações de trabalho. A rede inteira precisa ser desativada enquanto um novo nó é adicionado e os cabos devem ser recolocados. Entretanto, existe uma solução simples. Muitas redes agora vêm com conectores chamados centralizadores de fios, como pode ser observado na figura 3.5. Isso permite que os administradores de redes

21 adicionem e removam estações de trabalho conectando-as (ou desconectandoas) aos centralizadores de fios apropriados; a rede permanece intacta e em operação.

22 Características:? A falha de uma estação de trabalho não resulta na falha de toda a rede;? Uma estação de trabalho assume todas as tarefas de monitorar todas as funções da rede;? Combina as vantagens da topologia em estrela e bus. Centralizadores De fios Figura 3.5 Topologia em Anel LANs sem Fios Uma rede pode ter mais do que fios, software e placas de rede. Uma rede pode ser sem fios (wireless). Uma tendência recente em tecnologia de rede é isolar as estações de trabalho da espinha dorsal da rede. Fazendo isso, uma rede virtual (virtual network) é criada por um pequeno rádio transmissor e receptor. Isso permite que um computador laptop ou em locais distantes sejam membros da sociedade das redes, compartilhando dados, informações e outros recursos da LAN como se estivessem conectados fisicamente a ela. Organizando a Malha Uma metodologia de distribuição de cabos usando racks e painéis de controle (patch panel) ajuda a resolver o problema da selva de spaghetti. As redes constituem-se de fios, conexões e dispositivos. Um dos aspectos mais importantes do gerenciamento da rede é o controle dos cabos, ou seja, o

23 processo de manter os fios, cabos, conectores e painéis de controle organizados e identificados. Como a maioria dos problemas de rede se deve a problemas de fiação e conexão, é imperativo que a organização exista. Figura 3.6 Painel de Controle (patch panel)

24 Revisão 1. O que é topologia de rede? 2. Explique como se organiza a topologia em barramento, estrela e anel. 3. Quais as principais características das topologias em barramento e estrela? 4. Como se classificam as ligações físicas de rede?

25 Padrões e 4 Protocolos de Rede

26 Se os computadores, os softwares aplicativos, os softwares de rede e os cabos fossem fabricados pelo mesmo vendedor, existiriam poucos problemas em conseguir que todas as partes da rede trabalhassem uniformemente. Entretanto, a realidade atual diz que geralmente, o software de rede de um fabricante de LAN não funcionará em uma rede do concorrente, enquanto os programas aplicativos e até mesmo os cabos precisam ser selecionados para uma determinada LAN. O Modelo OSI Como a figura 4.1 ilustra, o modelo OSI consiste de sete camadas de especificações que descrevem como os dados devem ser controlados durante os diferentes estágios da sua transmissão. Cada camada fornece um serviço para a camada imediatamente acima. 7 Aplicações 6 Apresentação 5 Sessão 4 Transporte 3 Rede 2 Link de Dados 1 Física Figura 4.1 O Modelo OSI As Camadas de Mídia do Modelo OSI As três camadas inferiores referem-se às camadas de mídia. Estas camadas Rede, Link de Dados e Física são responsáveis pela remessa de mensagens através da rede. Elas controlam a remessa física das informações e normalmente estão reunidas em uma placa de interface de rede (network interface card NIC) ou outro dispositivo. Camada Física Esta é a camada usada para colocar - e remover informações na fiação real. Os detalhes mecânicos, dos fios e dos sinais elétricos são tratados aqui, como o tipo de conector usado, o número de pinos de um conector, o tipo de cabo usado (como coaxial, par trançado ou fibra óptica). Esta camada está relacionada com os fios distribuídos através das paredes, os conectores na parte de trás de cada computador e as propriedades do sinal elétrico.

27 Camada de Ligação de Dados (Link de Dados) A camada de Ligação de Dados é responsável por organizar as informações da Camada Física. As informações desta camada são convertidas a partir de uma série de 1s e 0s em pacotes e grupos. Estes contêm as seguintes partes: endereço de fonte e destino das mensagens, as mensagens propriamente ditas, e quaisquer informações de controle exigidas pelas camadas subseqüentes. A Camada de Ligação de dados acrescenta informações de controle específicas antes de enviar os dados para a camada física e retira estas informações antes de enviá-los para a camada de rede. É feita alguma correção de erros na Camada de Ligação de Dados, com os erros nos bits de dados sendo captados e corrigidos por verificação de erros (error correction codes ECCs) e somas de verificação (checksums). Camada de Rede A camada de Rede é responsável pela colocação das informações na rede. Esta é a camada que verifica e envia as mensagens baseada no campo de endereço do host. Se um host examinado não for o de destino, então o pacote é remetido para um segmento de rede diferente que tenha um caminho para o host de destino. A operação de remessa da mensagem está relacionada com o roteamento o processo de encontrar o menor e melhor caminho para uma mensagem seguir de forma a alcançar seu destino. As informações são transferidas baseadas em cálculos que determinam o melhor caminho para uma mensagem seguir. Se a mensagem destina-se ao host examinado, ela é então entregue para a Camada de Transporte para o processamento posterior. As Camadas Host do Modelo OSI A Camada de Aplicação, a Camada de Apresentação, a Camada de Sessão e a Camada de Transporte constituem a porção host de modelo OSI. Da mesma forma que a construção de uma pirâmide, cada camada do modelo OSI é construída sobre as outras, com cada uma fornecendo serviços à camada imediatamente acima. As camadas juntas formam um todo neste caso, uma rede. Este método de dividir para conquistar permite o desenvolvimento de redes complexas, da mesma forma que um carro é construído em uma linha de montagem. As quatro camadas superiores do modelo OSI são projetadas para possibilitar uma remessa precisa de dados entre computadores. Camada de Transporte Esta camada é responsável pela remessa confiável. Basicamente, este é o serviço de entregas da rede. Da mesma forma que um serviço de entregas

28 procura garantir a remessa de encomendas, a Camada de Transporte tenta garantir a remessa dos dados. Se um embrulho, chamado pacote (packet), não puder ser remetido, uma mensagem é enviada ao host solicitante informando que haverá um atraso na remessa. Entre os métodos usados para garantir a entrega estão mensagens de notificação, controle de fluxo e a atribuição de números em seqüência aos pacotes de dados. Esta camada não garante que a mensagem foi remetida corretamente apenas garante que ela foi enviada. Determinar se uma mensagem precisa ser corrigida ou enviada novamente é responsabilidade das Camadas de Apresentação e de Sessão. Camada de Sessão Esta camada é responsável pela correção de erros e pelo recebimento de dados da Camada de Apresentação. As funções encontradas nesta camada são o controle de erros, o controle de diálogo e as camadas de procedures remotas (remote procedure calls RPC). As RPCs são programas que se situam em um servidor e são chamados de um programa aplicativo. A chamada de procedure remota é usada pela Novell Netware, Network File System (NFS) e outros sistemas remotos de arquivos. Os erros detectados por esta camada não são erros de mídia de comunicação mas erros de alto nível como a falta de espaço em disco ou a ausência de papel na impressora. Camada de Apresentação Esta camada é responsável pela formatação dos dados e sua tradução da Camada de Sessão para a Camada de Aplicação. Outras funções encontradas nesta camada são a codificação, a tradução e a compressão de dados. O formato de conversão dos dados é deixado a critério do projetista de comunicações e todos os sistemas que trocam dados devem estar de acordo com o modo como os dados serão formatados. Camada de Aplicação As interfaces do usuário estão presentes nesta camada. Alguns exemplos são os seguintes: Microsoft Windows, Motif e OS/2. Muitos programas aplicativos também fazem interface com o usuário e a rede nesta camada. Estes incluem os programas comuns como o Lotus Notes, assim como o correio eletrônico, processadores de texto e operações de transferência de arquivos. Os Padrões de Rede IEEE (Institute of Eletrical and Eletronic Engineers)

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