MACROECONOMIA (1º Ano Gestão, ano lectivo 2003/2004) Exercícios de Apoio ao Capítulo 4 (O mercado de bens)

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MACROECONOMIA (1º Ano Gestão, ano lectivo 2003/2004) Exercícios de Apoio ao Capítulo 4 (O mercado de bens)"

Transcrição

1 4.1. Determine a função representativa do consumo privado de uma economia em relação à qual se sabe o seguinte: - As intenções de consumo das famílias são caracterizadas por uma dependência linear relativamente ao seu rendimento disponível presente. - Quando o rendimento disponível é 8925 unidades monetárias (u.m.) /ano, o consumo privado é 6650 u.m. /ano. - A um aumento de 10 u.m. /mês no rendimento disponível das famílias, corresponde um aumento de 7 u.m. /mês no consumo privado. Interprete o significado dos parâmetros da função que determinou Suponha que um estudo sobre o comportamento agregado das famílias de um determinado país, realizado para um ano que escolhemos como base, permitiu determinar que o seu consumo dependia do respectivo rendimento disponível e que essa dependência era do tipo linear. Sabe-se, adicionalmente, que: - o valor do rendimento disponível, para o qual a poupança é nula, é de 455 u.m./ano; - um aumento de rendimento disponível de 10 u.m./mês traduz-se num aumento das intenções de consumo de 8 u.m./mês. Perante a informação fornecida: a) Calcule a expressão da função consumo e interprete o significado dos seus parâmetros. b) Calcule a expressão da função poupança, interprete o significado dos seus parâmetros e relacione-os com os da função calculada na alínea anterior. c) Determine a expressão da propensão média ao consumo e demonstre, matematicamente, que o valor desta propensão é sempre maior que a da Exercícios de Apoio ao Cap. 4, Pág. 1

2 correspondente propensão marginal. Interprete o significado daquelas grandezas Determine a função representativa do consumo privado de uma economia em relação à qual se sabe o seguinte: - As intenções de consumo das famílias são caracterizadas por uma dependência linear relativamente ao seu rendimento disponível corrente. - a propensão média a consumir, para o valor do rendimento disponível de 4000 u.m./ano é de 0,975; no entanto, para o rendimento disponível de 5000 u.m./ano, essa propensão média tem uma variação de 0,035. Interprete o significado dos parâmetros da função que determinou Considere uma economia fechada e sem Estado descrita pelo seguinte modelo, em unidades monetárias num determinado ano: I = Ī C = ,8Y a) Sabendo que o investimento autónomo corresponde a 5, calcule a Despesa, o Produto, o Consumo Privado e a Poupança Privada. Explique como se relacionam as variáveis macroeconómicas que calculou. b) Indique o valor da propensão marginal a consumir, da propensão marginal a poupar e a expressão da propensão média a consumir. c) Se a propensão marginal a poupar passar a ser 0,3, qual o efeito dessa alteração sobre o Produto e sobre a Poupança, considere o nível de I referido em a)? d) Retome o modelo inicialmente apresentado. Explique as consequências sobre o produto de um aumento do investimento de 5 para 10. Quantifique as Exercícios de Apoio ao Cap. 4, Pág. 2

3 consequências sobre o produto e sobre o consumo privado dessa variação no investimento Considere uma economia fechada e com Estado descrita pelo seguinte sistema de equações, em unidades monetárias num determinado ano: Y = C + I + G C = 20 +0,8. Yd I = 300 G = r 250 TR = 150 T = ,2. Y a) Determine o nível de equilíbrio do produto desta economia. b) Calcule o saldo orçamental corrente. c) Suponha agora que, conhecedor do efeito multiplicador que os gastos públicos em bens e serviços exercem sobre o produto, o Governo decide aumentá-los para 300. Nesta situação, calcule o novo rendimento de equilíbrio e o novo saldo orçamental. d) Partindo da situação da alínea anterior, podemos admitir que, apesar da satisfação pelo crescimento do produto mas, sabendo que o financiamento dos gastos públicos deverá ser acompanhado por um acréscimo de receitas públicas, houve quem defendesse duas alternativas possíveis: Alternativa A - diminuição das transferências do Estado para as famílias TR = -50, exactamente no mesmo montante da subida já verificada nos gastos públicos em bens e serviços, G = +50 ou Alternativa B subida de 2% da taxa de imposto (passando para t = 0,22). Discuta a validade destas duas alternativas, tendo presente que as preocupações do Governo deverão ser não apenas o equilíbrio das contas públicas mas também o nível do rendimento desta economia. Exercícios de Apoio ao Cap. 4, Pág. 3

4 4.6. Suponha que deve avaliar a viabilidade de um projecto de investimento de um milhão de contos a efectuar no início do ano As receitas líquidas esperadas desse investimento repartem-se do seguinte modo: Fim do ano de 2005: contos Fim do ano de 2006: contos Fim do ano de 2007: contos Fim do ano de 2008: contos Acha viável o projecto, colocando-se na óptica do empresário, se a taxa de juro de mercado (constante ao longo deste período) for de 8%? 4.7. Determine a função investimento das empresas de uma economia em que: O investimento pode ser representado por uma função linear da taxa de juro; A uma variação positiva de 2% /ano na taxa de juro corresponde uma variação negativa de 224,2 unidades monetárias (u.m.) no investimento; Quando a taxa de juro é 3%, as intenções de investimento das empresas são de 1605 unidades monetárias. Interprete o significado dos parâmetros da função que determinou No estudo do mercado de bens e serviços de uma economia, obtivemos as seguintes informações: O investimento das empresas é variável e depende linearmente da taxa de juro. A respeito da influência dessa taxa de juro sobre a variável investimento, sabese que um aumento de 0,03 /ano na taxa de juro (medida como número puro /ano) ocasiona uma diminuição de 1350 u.m./ano no valor das intenções de investimento. Para a taxa de juro de 0,05/ano, as intenções de investimento das empresas desta economia são de 6100 u.m./ano. Calcule a função investimento das empresas da economia em causa e interprete o significado dos seus parâmetros. Exercícios de Apoio ao Cap. 4, Pág. 4

5 Soluções 4.1. C = 402,5 + 0,7.Yd, interpretação dos parâmetros: 402,5 é o consumo autónomo e representa a parcela do consumo privado que não depende do rendimento disponível corrente; 0,7 é a propensão marginal a consumir e representa a variação do consumo privado quando o rendimento disponível corrente varia 1 u.m./ano a) C = ,8.Yd, interpretação dos parâmetros: 91 é o consumo autónomo e representa a parcela do consumo privado que não depende do rendimento disponível corrente; 0,8 é a propensão marginal a consumir e representa a variação do consumo privado quando o rendimento disponível corrente varia 1 u.m./ano. b) S = ,2.Yd c) PMeC = 91/Yd + 0,8; PMgC = 0,8; 0,8 < 91/Yd + 0,8, para qualquer Yd > C = ,8.Yd, interpretação dos parâmetros: 700 é o consumo autónomo e representa a parcela do consumo privado que não depende do rendimento disponível corrente; 0,8 é a propensão marginal a consumir e representa a variação do consumo privado quando o rendimento disponível corrente varia 1 u.m./ano a) Conhecida a igualdade Y = C + I e resolvendo o sistema: Produto Interno = Despesa Interna= Y = 100 u.m.; C = 95; S = 5 = I. b) Propensão marginal a consumir = 0,8; Propensão Marginal a Poupar = 0,2; Propensão Média a Consumir = (15/Y) + 0,8. c) O Produto(Y) diminui de 100 para 66,6(6). A Poupança (S) continua a ser 5 u.m. ( S = ,3x66,6(6)). A componente autónoma da poupança permanece igual, mas embora a propensão marginal à poupança tenha aumentado( i.e. agora para cada unidade adicional de rendimento o crescimento da poupança é maior) passa a incidir sobre um rendimento menor. Exercícios de Apoio ao Cap. 4, Pág. 5

6 d) O novo valor de Y é 125. Com recurso ao multiplicador: Y = (1/s). Ī, o multiplicador é 5; C = 15 + (0,8x125) = a) Y = b) SO = 0. c) Y = 1989 e SO = d) Alternativa A: Y =1878, SO = + 6; Alternativa B: Y =1 904; SO = O projecto é viável, com: 4 P ( 1+ 0,08) t= 1 t = > = Custodo Investimento, no ano I = 1 941,3 112,1.i (considerando a taxa de juro em percentagem) ou I = 1 941, i (considerando a taxa de juro em nº puro) [basta uma]. Interpretação dos parâmetros: 1 941,3 é o investimento autónomo, ou seja, a parcela de Investimento (I) que não depende da taxa de juro real de mercado (i), mas de outras determinantes do investimento, consideradas constantes; 112,1 ou representa a sensibilidade de I à variação de i I = i, interpretação dos parâmetros: é o investimento autónomo, ou seja, a parcela de Investimento (I) que não depende da taxa de juro real de mercado (i), mas de outras determinantes do investimento, consideradas constantes; representa a sensibilidade de I à variação de i. Exercícios de Apoio ao Cap. 4, Pág. 6

2. Condições de Equilíbrio do Modelo No modelo keynesiano simples, a economia estará em equilíbrio se:

2. Condições de Equilíbrio do Modelo No modelo keynesiano simples, a economia estará em equilíbrio se: Macroeconomia Aula 2 1. Modelo Keynesiano Simples 1.1. Clássicos x Keynes Para os economistas clássicos, a economia de mercado era auto-regulável e tendia quase que automaticamente para o pleno emprego.

Leia mais

INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA

INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA UNIVERSIDADE DA MADEIRA Departamento de Gestão e Economia INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA 2º Semestre 2004/2005 2º CADERNO DE EXERCÍCIOS Estudo dos Ciclos Económicos 1. O MERCADO DO PRODUTO 1.1. Modelo Simples

Leia mais

INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA

INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA UNIVERSIDADE DA MADEIRA Departamento de Gestão e Economia INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA 2º Semestre 2004/2005 1º CADERNO DE EXERCÍCIOS Introdução 1. INTRODUÇÃO 1. * A macroeconomia lida com: a) A Economia

Leia mais

EXAME PARA CONTABILISTA CERTIFICADO DELIBERAÇÃO Nº 001/CTEC/2013 - NOVEMBRO-DEZEMBRO DE 2013 PROVA DE ECONOMIA GERAL

EXAME PARA CONTABILISTA CERTIFICADO DELIBERAÇÃO Nº 001/CTEC/2013 - NOVEMBRO-DEZEMBRO DE 2013 PROVA DE ECONOMIA GERAL DELIBERAÇÃO Nº 001/CTEC/2013 - NOVEMBRO-DEZEMBRO DE 2013 PROVA DE I - Ao receber o Enunciado da Prova escreva seu nome e número do documento de identificação. II - Ao entregar a Prova, depois de resolvida,

Leia mais

UNIVERSIDADE DOS AÇORES DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E GESTÂO EXEMPLO de TESTE

UNIVERSIDADE DOS AÇORES DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E GESTÂO EXEMPLO de TESTE UNIVERSIDADE DOS AÇORES DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E GESTÂO EXEMPLO de TESTE 1.Discuta a diferença entre os seguintes conceitos? (a) Produto Interno Bruto - Produto Interno Líquido; (b) Produto Nacional

Leia mais

3.1 Da c onta t bil i i l d i ade nacio i nal para r a t e t ori r a i ma m cro r econômi m c i a Det e er e mi m n i a n ç a ã ç o ã o da d

3.1 Da c onta t bil i i l d i ade nacio i nal para r a t e t ori r a i ma m cro r econômi m c i a Det e er e mi m n i a n ç a ã ç o ã o da d Determinação da renda e produtos nacionais: O mercado de Bens e Serviços Capítulo III 3.1 Da contabilidade nacional para a teoria macroeconômica A Contabilidade Nacional: medição do produto efetivamente

Leia mais

Economia II. A Procura Agregada de Bens e Serviços e a Função IS. Francisco Camões / Sofia Vale / Vivaldo Mendes. Setembro 2007

Economia II. A Procura Agregada de Bens e Serviços e a Função IS. Francisco Camões / Sofia Vale / Vivaldo Mendes. Setembro 2007 Economia II A Procura Agregada de Bens e Serviços e a Função IS Francisco Camões / Sofia Vale / Vivaldo Mendes Setembro 2007 1 A Procura Agregada de Bens e Serviços e a Função IS Equações de Comportamento

Leia mais

2. CONTABILIDADE NACIONAL

2. CONTABILIDADE NACIONAL 2. CONTABILIDADE NACIONAL 2.1. MEDIÇÃO DO PRODUTO 1. Uma boa contabilidade transforma dados em informação. Estudamos contabilidade nacional por duas razões. Em primeiro lugar, porque fornece a estrutura

Leia mais

2) Identifique na lista abaixo que transação ou atividade não seria computada nos cálculos das contas nacionais e do PIB:

2) Identifique na lista abaixo que transação ou atividade não seria computada nos cálculos das contas nacionais e do PIB: Cap 2 1) Considere que numa economia em determinado ano ocorreu uma severa epidemia, que ocasionou um aumento na demanda de serviços médico-hospitalares e por medicamentos. Considerando todo o resto constante,

Leia mais

NOME: NÚMERO: GRUPO I (8 valores)

NOME: NÚMERO: GRUPO I (8 valores) Universidade do Minho Curso de Comunicação Social Disciplina de Economia 8 de Junho de 2004 PROVA DE AVALIAÇÃO NOME: NÚMERO: Observações obrigatórias - antes de começar a responder, siga as seguintes instruções:

Leia mais

Prof. Tatiele Lacerda. Curso de administração

Prof. Tatiele Lacerda. Curso de administração Prof. Tatiele Lacerda Curso de administração Vamos estudar a política fiscal: nessa visão ela é mais influente para o atingimento do pleno emprego, sem inflação Modelo keynesiano básico: preocupa-se mais

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS I NOÇÕES DE CONTABILIDADE SOCIAL E MODELO KEYNESIANO SIMPLES

LISTA DE EXERCÍCIOS I NOÇÕES DE CONTABILIDADE SOCIAL E MODELO KEYNESIANO SIMPLES UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS DEPARTAMENTO DE ECONOMIA DISCIPLINA: ANÁLISE MACROECONÔMICA PROF. RAFAEL TIECHER CUSINATO LISTA DE EXERCÍCIOS I NOÇÕES DE CONTABILIDADE

Leia mais

O MODELO IS/LM: ECONOMIA FECHADA GRANDE ECONOMIA ABERTA. Vitor Manuel Carvalho 1G202 Macroeconomia I Ano lectivo 2008/09

O MODELO IS/LM: ECONOMIA FECHADA GRANDE ECONOMIA ABERTA. Vitor Manuel Carvalho 1G202 Macroeconomia I Ano lectivo 2008/09 O MODELO IS/LM: ECONOMIA FECHADA OU GRANDE ECONOMIA ABERTA Vitor Manuel Carvalho 1G202 Macroeconomia I Ano lectivo 2008/09 O modelo IS/LM, na sua versão mais simples, descreve, formalizando analítica e

Leia mais

Módulo 2 Custos de Oportunidade e Curva de Possibilidades de Produção

Módulo 2 Custos de Oportunidade e Curva de Possibilidades de Produção Módulo 2 Custos de Oportunidade e Curva de Possibilidades de Produção 2.1. Custo de Oportunidade Conforme vínhamos analisando, os recursos produtivos são escassos e as necessidades humanas ilimitadas,

Leia mais

Keynesiano Simples e IS-LM

Keynesiano Simples e IS-LM Keynesiano Simples e IS-LM Legenda: G=gastos do governo I=Investimento Y=produto b= sensibilidade da demanda por moeda em relação à taxa de juros h= K= β=multiplicador da política monetária δ = multiplicador

Leia mais

MACROECONOMIA I LEC201 Licenciatura em Economia 2007/08

MACROECONOMIA I LEC201 Licenciatura em Economia 2007/08 MACROECONOMIA I LEC201 Licenciatura em Economia 2007/08 CAP. 2 A MEDIÇÃO DA ACTIVIDADE ECONÓMICA --- EXERCÍCIOS 1. EXERCÍCIOS DAS AULAS 1.1. Contas Nacionais Considere o Quadro 1, com os principais agregados

Leia mais

MACROECONOMIA I Curso de Gestão 2008/09

MACROECONOMIA I Curso de Gestão 2008/09 MACROECONOMIA I Curso de Gestão 2008/09 Exercícios: IS-LM economia fechada ou grande economia aberta EXERCÍCIO 1: Considere as seguintes equações comportamentais representativas do funcionamento do mercado

Leia mais

Circuito Económico e Contabilidade Nacional

Circuito Económico e Contabilidade Nacional Circuito Económico e Contabilidade Nacional Visão das actividades económicas em termos de circuito. Relacionamento dos agentes pelas operações: - relacionamento em termos de equilíbrio ou, - desequilíbrio.

Leia mais

Avaliação Distribuída 2º Mini-Teste (30 de Abril de 2007 15h00) Os telemóveis deverão ser desligados e guardados antes do início do teste.

Avaliação Distribuída 2º Mini-Teste (30 de Abril de 2007 15h00) Os telemóveis deverão ser desligados e guardados antes do início do teste. LICENCIATURA EM ECONOMIA MACROECONOMIA II LEC 206 (2006-2007) Avaliação Distribuída 2º Mini-Teste (30 de Abril de 2007 15h00) Duração: 60 minutos Não é permitida qualquer forma de consulta. Os telemóveis

Leia mais

A transformação e o custo do dinheiro ao longo do tempo *

A transformação e o custo do dinheiro ao longo do tempo * A transformação e o custo do dinheiro ao longo do tempo * Estamos acostumados à idéia de que o valor do dinheiro muda ao longo do tempo, pois em algum momento convivemos com algum tipo de inflação e/ou

Leia mais

Curso DSc Bacen - Básico Provas 2001-2010 - Macroeconomia. Prof.: Antonio Carlos Assumpção

Curso DSc Bacen - Básico Provas 2001-2010 - Macroeconomia. Prof.: Antonio Carlos Assumpção Curso DSc Bacen - Básico Provas 2001-2010 - Macroeconomia Prof.: Antonio Carlos Assumpção Contabilidade Nacional Balanço de Pagamentos Sistema Monetário 26- Considere a seguinte equação: Y = C + I + G

Leia mais

A procura agregada de bens e serviços: a função IS

A procura agregada de bens e serviços: a função IS A procura agregada de bens e serviços: a função IS Orçamento, saldo orçamental e dívida pública Francisco Camões Fevereiro 2014 1 Orçamento Saldo orçamental Dívida pública Orçamento Saldos orçamentais

Leia mais

Instrumentalização. Economia e Mercado. Aula 4 Contextualização. Demanda Agregada. Determinantes DA. Prof. Me. Ciro Burgos

Instrumentalização. Economia e Mercado. Aula 4 Contextualização. Demanda Agregada. Determinantes DA. Prof. Me. Ciro Burgos Economia e Mercado Aula 4 Contextualização Prof. Me. Ciro Burgos Oscilações dos níveis de produção e emprego Oferta e demanda agregadas Intervenção do Estado na economia Decisão de investir Impacto da

Leia mais

A Análise IS-LM: Uma visão Geral

A Análise IS-LM: Uma visão Geral Interligação entre o lado real e o lado monetário: análise IS-LM Capítulo V A análise IS-LM procura sintetizar, em um só esquema gráfico, muitas situações da política econômica, por meio de duas curvas:

Leia mais

Lista 08 Balanço de Pagamentos Essa lista está valendo até dois pontos para quem resolver a última questão.

Lista 08 Balanço de Pagamentos Essa lista está valendo até dois pontos para quem resolver a última questão. Faculdade de Economia Lista 08 Teoria Macroeconômica I (SEN00076) Vítor Wilher (www.vitorwilher.com/monitoria) E-mail: macroeconomia@vitorwilher.com Atendimento Presencial: Quartas, 16h às 18h, Sala 21.

Leia mais

O Modelo AD-AS ou Modelo a Preços Variáveis

O Modelo AD-AS ou Modelo a Preços Variáveis O Modelo AD-AS ou Modelo a Preços Variáveis Macroeconomia 61024 Esta apresentação não dispensa a leitura integral do capítulo 5 do livro Sotomayor, Ana Maria e Marques, Ana Cristina. (2007). Macroeconomia.

Leia mais

O mercado de bens CAPÍTULO 3. Olivier Blanchard Pearson Education. 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard

O mercado de bens CAPÍTULO 3. Olivier Blanchard Pearson Education. 2006 Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard O mercado de bens Olivier Blanchard Pearson Education CAPÍTULO 3 3.1 A composição do PIB A composição do PIB Consumo (C) são os bens e serviços adquiridos pelos consumidores. Investimento (I), às vezes

Leia mais

Viabilidade Financeira: Calculo da TIR e VPL

Viabilidade Financeira: Calculo da TIR e VPL Terceiro Módulo: Parte 4 Viabilidade Financeira: Calculo da TIR e VPL AN V 3.0 [54] Rildo F Santos (@rildosan) rildo.santos@etecnologia.com.br www.etecnologia.com.br http://etecnologia.ning.com 1 Viabilidade

Leia mais

Conta Corrente do Governo

Conta Corrente do Governo Faculdade de Economia UFF Lista 07 Teoria Macroeconômica I (SEN00076) Vítor Wilher (www.vitorwilher.com/monitoria) E-mail: macroeconomia@vitorwilher.com Atendimento Presencial: Quartas, 16h às 18h, Sala

Leia mais

Conceitos Relevantes Tomando Decisões (Cap. 7) 2º SEMESTRE 2011

Conceitos Relevantes Tomando Decisões (Cap. 7) 2º SEMESTRE 2011 Conceitos Relevantes Tomando Decisões (Cap. 7) 2º SEMESTRE 2011 Custo de oportunidade e decisões Custo explícito é aquele que requer gasto em dinheiro. O custo implícito, por outro lado, não implica despesas

Leia mais

Introdução à Economia

Introdução à Economia Departamento de Economia, Gestão e Engenharia Industrial Universidade de Aveiro Introdução à Economia 2º Semestre Ano Lectivo 2010/2011 Caderno de Apoio Nº. 9 Mercado do Produto e Equilíbrio Macroeconómico

Leia mais

2. São grupos, respectivamente, de crédito na Conta 1 (PIB) e débito na Conta 2 (RNDB) das Contas Nacionais:

2. São grupos, respectivamente, de crédito na Conta 1 (PIB) e débito na Conta 2 (RNDB) das Contas Nacionais: UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa Núcleo de Pós-Graduação e Pesquisa em Economia Mestrado Profissional em Desenvolvimento Regional e Gestão de Empreendimentos Locais

Leia mais

Prova de Macroeconomia

Prova de Macroeconomia UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CURSO DE MESTRADO EM ECONOMIA PROCESSO SELETIVO 2010 Prova de Macroeconomia INSTRUÇÕES PARA A PROVA Leia atentamente as questões. A interpretação das questões faz parte da

Leia mais

Prova Escrita de Economia A

Prova Escrita de Economia A EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/Época Especial 15 Páginas Duração da Prova: 120 minutos.

Leia mais

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Na folha de respostas, indique de forma legível a versão da prova.

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Na folha de respostas, indique de forma legível a versão da prova. EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Economia A 11.º ou 12.º Anos de Escolaridade Prova 712/2.ª Fase 11 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

Elementos de Análise Financeira Matemática Financeira e Inflação Profa. Patricia Maria Bortolon

Elementos de Análise Financeira Matemática Financeira e Inflação Profa. Patricia Maria Bortolon Elementos de Análise Financeira Matemática Financeira e Inflação O que é Inflação? Inflação É a elevação generalizada dos preços de uma economia O que é deflação? E a baixa predominante de preços de bens

Leia mais

Crescimento em longo prazo

Crescimento em longo prazo Crescimento em longo prazo Modelo de Harrod-Domar Dinâmica da relação entre produto e capital Taxa de poupança e produto http://fernandonogueiracosta.wordpress.com/ Modelo keynesiano Crescimento = expansão

Leia mais

Economia Geral e Regional. Professora: Julianna Carvalho

Economia Geral e Regional. Professora: Julianna Carvalho Economia Geral e Regional Professora: Julianna Carvalho 1 Introdução à Economia Conceito Segundo VASCONCELOS, 2011, p. 2) é: a ciência social que estuda de que maneira a sociedade decide (escolhe) empregar

Leia mais

Défice Orçamental e Dívida Pública

Défice Orçamental e Dívida Pública MACROECONOMIA I Aula 4.Nov.2003 > A restrição orçamental do Governo > Visualização gráfica (apenas gráfica) dos efeitos de financiamentos por emissão de moeda dos défices orçamentais. >Défices e Dívida

Leia mais

Lista de Exercícios nº 1 - Parte I e II

Lista de Exercícios nº 1 - Parte I e II DISCIPLINA: MACROECONOMIA 24/03/2015 Prof. João Basilio Pereima Neto E-mail: joaobasilio@ufpr.com.br Lista de Exercícios nº 1 - Parte I e II 1. Modelo OA - Mercado de Trabalho com flexibilidade de Preços

Leia mais

LICENCIATURA EM GESTÃO TESTE 10.01.2006 VERSÃO A

LICENCIATURA EM GESTÃO TESTE 10.01.2006 VERSÃO A OBSERVAÇÕES: (i) A duração da prova é de 2 horas; (ii) Não é permitida a consulta de quaisquer elementos, nem são prestados quaisquer esclarecimentos; (iii) Responda ao Grupo I na tabela constante desta

Leia mais

CURSO AGENTE DA POLICIA FEDERAL E ESCRIVÃO Disciplina: Noções de Economia Tema: Macroeconomia Prof.: Carlos Ramos Aula 29.05.09

CURSO AGENTE DA POLICIA FEDERAL E ESCRIVÃO Disciplina: Noções de Economia Tema: Macroeconomia Prof.: Carlos Ramos Aula 29.05.09 MATERIAL DE APOIO - ENVIADO PELO PROFESSOR Noções de Economia Módulo III 8. Conceitos Fundamentais de Macroeconomia A Macroeconomia trata do estudo dos agregados econômicos, de seus comportamentos e das

Leia mais

SEQÜÊNCIA DE DEPÓSITOS

SEQÜÊNCIA DE DEPÓSITOS TÓPICOS DE MATEMÁTICA FINANCEIRA PARA O ENSINO MÉDIO - PROF. MARCELO CÓSER 1 SEQÜÊNCIA DE DEPÓSITOS Vimos que a variação de um capital ao longo do tempo pode ser ilustrada em uma planilha eletrônica. No

Leia mais

Mercados de Bens e Financeiros: O Modelo IS-LM

Mercados de Bens e Financeiros: O Modelo IS-LM Mercados de Bens e Financeiros: O Modelo IS-LM Fernando Lopes - Universidade dos AçoresA Mercado de Bens e a Relação IS Existe equilíbrio no mercado de bens quando a produção, Y, é igual à procura por

Leia mais

Microeconomia II. Cursos de Economia e de Matemática Aplicada à Economia e Gestão AULA 4.2

Microeconomia II. Cursos de Economia e de Matemática Aplicada à Economia e Gestão AULA 4.2 Microeconomia II ursos de Economia e de Matemática Aplicada à Economia e Gestão AULA 4.2 Decisão Intertemporal do onsumidor Análise dos Efeitos de Rendimento e de Substituição Isabel Mendes 2007-2008 4//2008

Leia mais

Unidade II. Mercado Financeiro e de. Prof. Maurício Felippe Manzalli

Unidade II. Mercado Financeiro e de. Prof. Maurício Felippe Manzalli Unidade II Mercado Financeiro e de Capitais Prof. Maurício Felippe Manzalli Mercados Financeiros Definição do mercado financeiro Representa o Sistema Financeiro Nacional Promove o fluxo de recursos através

Leia mais

Aula 2 Contextualização

Aula 2 Contextualização Economia e Mercado Aula 2 Contextualização Prof. Me. Ciro Burgos Importância de se conhecer o funcionamento dos mercados Diferenciação de mercado Comportamento dos consumidores e firmas; formação de preços;

Leia mais

NOME: NÚMERO: GRUPO I (8 valores)

NOME: NÚMERO: GRUPO I (8 valores) Universidade do Minho Curso de Comunicação Social Disciplina de Economia 9 de Junho de 2003 PROVA DE AVALIAÇÃO NOME: NÚMERO: Observações obrigatórias - antes de começar a responder, siga as seguintes instruções:

Leia mais

MINI SIMULADO 14 DE ABRIL DE 2013 BACEN ÁREA 2 PROVA: CONHECIMENTOS GERAIS E ESPECÍFICOS

MINI SIMULADO 14 DE ABRIL DE 2013 BACEN ÁREA 2 PROVA: CONHECIMENTOS GERAIS E ESPECÍFICOS IGEPP Instituto de Gestão, Economia e Políticas Públicas Telefone:(61) 3443 0369 E-mail: contatoigepp@gmail.com MINI SIMULADO 14 DE ABRIL DE 2013 BACEN ÁREA 2 PROVA: CONHECIMENTOS GERAIS E ESPECÍFICOS

Leia mais

WWW.CARREIRAFISCAL.COM.BR. IV O Modelo IS-LM - O equilíbrio simultâneo nos mercados de bens e serviços e de moeda

WWW.CARREIRAFISCAL.COM.BR. IV O Modelo IS-LM - O equilíbrio simultâneo nos mercados de bens e serviços e de moeda 1 IV O Modelo IS-LM - O equilíbrio simultâneo nos mercados de bens e serviços e de moeda O modelo IS-LM trata do equilíbrio do produto, incorporando os movimentos do mercado monetário. Trata-se de considerar

Leia mais

Grupo I Perguntas de resposta rápida (1 valor cada)

Grupo I Perguntas de resposta rápida (1 valor cada) ISCTE INSTITUTO UNIVERSITÁRIO de LISBOA Mestrado de Economia Mestrado de Economia Monetária e Financeira MACROECONOMIA e ANÁLISE da CONJUNTURA Teste Exemplo 4 Dezembro 2009 Duração: 2.00 h SOLUÇÕES Grupo

Leia mais

Levando em conta decisões de investimento não-triviais.

Levando em conta decisões de investimento não-triviais. Levando em conta decisões de investimento não-triviais. Olivier Blanchard* Abril de 2002 *14.452. 2º Trimestre de 2002. Tópico 4. 14.452. 2º Trimestre de 2002 2 No modelo de benchmark (e na extensão RBC),

Leia mais

CURSO de CIÊNCIAS ECONÔMICAS - Gabarito

CURSO de CIÊNCIAS ECONÔMICAS - Gabarito UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE TRANSFERÊNCIA 2 o semestre letivo de 2006 e 1 o semestre letivo de 2007 CURSO de CIÊNCIAS ECONÔMICAS - Gabarito INSTRUÇÕES AO CANDIDATO Verifique se este caderno contém:

Leia mais

MACROECONOMIA II PROFESSOR JOSE LUIS OREIRO PRIMEIRA LISTA DE EXERCÍCIOS

MACROECONOMIA II PROFESSOR JOSE LUIS OREIRO PRIMEIRA LISTA DE EXERCÍCIOS MACROECONOMIA II PROFESSOR JOSE LUIS OREIRO PRIMEIRA LISTA DE EXERCÍCIOS 1 Questão: Considere uma economia na qual os indivíduos vivem por dois períodos. A população é constante e igual a N. Nessa economia

Leia mais

Macroeconomia. Economia

Macroeconomia. Economia Macroeconomia Economia Fluxo de renda Comecemos então com o modelo simples de fluxo circular de renda. Bens e serviços vendidos Mercado de Bens e serviços Bens e serviços comprados Receita Despesa Empresas

Leia mais

INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA Exame de 2ª época

INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA Exame de 2ª época NOVA SCHOOL OF BUSINESS AND ECONOMICS INTRODUÇÃO À MACROECONOMIA Exame de 2ª época Ana Balcão Reis 28 de Junho de 2012 Inácia Pimentel João Miguel Silva Duração Total: 2h15m I ( 9 val) Nos exercícios seguintes

Leia mais

VE = (0.1)($100) + (0.2)($50) + (0.7)($10) = $27.

VE = (0.1)($100) + (0.2)($50) + (0.7)($10) = $27. Pindyck & Rubinfeld, Capítulo 5, Incerteza :: EXERCÍCIOS 1. Considere uma loteria com três possíveis resultados: uma probabilidade de 0,1 para o recebimento de $100, uma probabilidade de 0,2 para o recebimento

Leia mais

CAPÍTULO 11. Poupança, acumulação de capital e produto. Olivier Blanchard Pearson Education

CAPÍTULO 11. Poupança, acumulação de capital e produto. Olivier Blanchard Pearson Education Olivier Blanchard Pearson Education Poupança, acumulação de capital e CAPÍTULO 11 2006 Pearson Education Macroeconomics, 4/e Olivier Blanchard Poupança, Os efeitos da taxa de poupança a razão entre a poupança

Leia mais

O Comportamento da Taxa de Juros. Introdução. Economia Monetária I (Turma A) - UFRGS/FCE 6/10/2005. Prof. Giácomo Balbinotto Neto 1

O Comportamento da Taxa de Juros. Introdução. Economia Monetária I (Turma A) - UFRGS/FCE 6/10/2005. Prof. Giácomo Balbinotto Neto 1 O Comportamento da Taxa de Juros Prof. Giácomo Balbinotto Neto Introdução A taxa de juros é o preço que é pago por um tomador de empréstimos a um emprestador pelo uso dos recursos durante um determinado

Leia mais

CAP. 4b INFLUÊNCIA DO IMPOSTO DE RENDA

CAP. 4b INFLUÊNCIA DO IMPOSTO DE RENDA CAP. b INFLUÊNCIA DO IMPOSTO DE RENDA A influência do Imposto de renda Do ponto de vista de um indivíduo ou de uma empresa, o que realmente importa, quando de uma Análise de investimentos, é o que se ganha

Leia mais

- Gestão Financeira 1 -

- Gestão Financeira 1 - 1 Cap 2 - Administração do Capital de Giro 2.1 Introdução 2.2 O capital circulante e capital circulante líquido 2.3 Políticas de gerenciamento do capital circulante 2.4 Capital de Giro Próprio 2.5 Capital

Leia mais

Crescimento em longo prazo

Crescimento em longo prazo Crescimento em longo prazo Crítica ao conceito de poupança http://fernandonogueiracosta.wordpress.com/ Modelo dos Três Hiatos Y = (C + I) + (XS -MS) + (G -T), onde: Y= PIB; (C + I)= demanda efetiva privada;

Leia mais

Análise de Projectos ESAPL / IPVC. Estrutura e Processo de Elaboração do Cash-Flow

Análise de Projectos ESAPL / IPVC. Estrutura e Processo de Elaboração do Cash-Flow Análise de Projectos ESAPL / IPVC Estrutura e Processo de Elaboração do Cash-Flow A necessidade do Cash Flow Sempre que um investimento possa ter uma incidência significativa sobre o sistema de produção

Leia mais

Princípios de Finanças. Prof. José Roberto Frega, Dr. jose.frega@ufpr.br

Princípios de Finanças. Prof. José Roberto Frega, Dr. jose.frega@ufpr.br Princípios de Finanças Prof. José Roberto Frega, Dr. jose.frega@ufpr.br Material didático e acesso Site da disciplina http://frega.net Login: UFPRPRINCFIN 2 Prof. José Roberto Frega, Dr. Graduado em Engenharia

Leia mais

RELATÓRIO E CONTAS 2010 5 ANÁLISE ORÇAMENTAL

RELATÓRIO E CONTAS 2010 5 ANÁLISE ORÇAMENTAL 5 ANÁLISE ORÇAMENTAL 1 PRINCIPAIS DESTAQUES [Indicadores] Indicadores 2009 RECEITA Crescimento da Receita Total -18,8 19,8 Receitas Correntes / Receitas Totais 76,1 61 Crescimento das Receitas Correntes

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS ECONÔMICAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS ECO-02215 CONTABILIDADE SOCIAL

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS ECONÔMICAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS ECO-02215 CONTABILIDADE SOCIAL IDENTIFICAÇÃO Disciplina: ECO-02215 Contabilidade Social Carga horária: 4 horas/aula semanais Créditos: 04 Turmas: A e B Professor: Carlos Henrique Horn 1. Introdução ao estudo da Contabilidade Social

Leia mais

EXERCICIOS COMENTADOS ECONOMIA TELETRANSMITIDO

EXERCICIOS COMENTADOS ECONOMIA TELETRANSMITIDO EXERCICIOS COMENTADOS ECONOMIA TELETRANSMITIDO Questão 01 A questão 01 tem um pequeno problema que é o enunciado afirmar que se trata de uma economia sem governo, o que indicaria a não existência de tudo

Leia mais

ECONOMIA INTERNACIONAL II Professor: André M. Cunha

ECONOMIA INTERNACIONAL II Professor: André M. Cunha Introdução: economias abertas Problema da liquidez: Como ajustar desequilíbrios de posições entre duas economias? ECONOMIA INTERNACIONAL II Professor: André M. Cunha Como o cada tipo de ajuste ( E, R,

Leia mais

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO VERSÃO 2

EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO VERSÃO 2 EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO 10.º/11.º ou 11.º/12.º Anos de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 286/89, de 29 de Agosto Programas novos e Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março) PROVA 712/13 Págs. Duração

Leia mais

Demonstração Patrimonial. Demonstração de Resultados

Demonstração Patrimonial. Demonstração de Resultados FL. 4 E ASSISTENCIAL CONSOLIDADO PASSIVO 25.948.508.276,68 21.668.385.323,35 PASSIVO 25.948.508.276,68 21.668.385.323,35 DISPONÍVEL 1.645.870,56 794.917,79 CONTAS A PAGAR 806.148.143,98 431.319.472,12

Leia mais

Tendo em atenção os seguintes dados referentes a Portugal:

Tendo em atenção os seguintes dados referentes a Portugal: Exercício - II.1 Tendo em atenção os seguintes dados referentes a Portugal: (valores em milhões de contos) PIB 1986 a preços correntes 4418,8 PIB 1987 a preços de 1986 4608,1 PIB 1987 a preços correntes

Leia mais

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos.

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/2.ª Fase 15 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

Prova Escrita de Economia A VERSÃO 1. 10.º e 11.º Anos de Escolaridade. Prova 712/1.ª Fase. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos.

Prova Escrita de Economia A VERSÃO 1. 10.º e 11.º Anos de Escolaridade. Prova 712/1.ª Fase. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/1.ª Fase 12 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

MODELAGEM COM EQUAÇÕES DIFERENCIAIS DE PRIMEIRA ORDEM E APLICAÇÕES À ECONOMIA

MODELAGEM COM EQUAÇÕES DIFERENCIAIS DE PRIMEIRA ORDEM E APLICAÇÕES À ECONOMIA MODELAGEM COM EQUAÇÕES DIFERENCIAIS DE PRIMEIRA ORDEM E APLICAÇÕES À ECONOMIA PAULO, João Pedro Antunes de Universidade Estadual de Goiás UnU de Iporá jpadepaula@hotmail.com RESUMO Esta pesquisa foi feita

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA Centro de Ciências Sociais e Humanas Programa de Pós-Graduação em Administração

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA Centro de Ciências Sociais e Humanas Programa de Pós-Graduação em Administração UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA Centro de Ciências Sociais e Humanas Programa de Pós-Graduação em Administração GERENCIAMENTO FINANCEIRO DOS BENEFÍCIOS ADVINDOS DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA: UMA ANÁLISE

Leia mais

Portugal Enquadramento Económico

Portugal Enquadramento Económico Portugal Enquadramento Económico Fonte: INE PIB e Procura Interna em Volume (Tvh) em % do PIB 40 35 30 25 20 15 10 5 0 Formação bruta de capital fixo (total economia) FBCF excepto Construção FBCF Construção

Leia mais

POUPANÇA INVESTIMENTO E SISTEMA FINANCEIRO. Sistema financeiro serve para unir pessoas que poupam com as pessoas que

POUPANÇA INVESTIMENTO E SISTEMA FINANCEIRO. Sistema financeiro serve para unir pessoas que poupam com as pessoas que Aula 21 12/05/2010 Mankiw (2007) - Cap 26. POUPANÇA INVESTIMENTO E SISTEMA FINANCEIRO. investem. Sistema financeiro serve para unir pessoas que poupam com as pessoas que INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS NA ECONOMIA

Leia mais

2. Enquadramento Orçamental para o Exercício de 2015

2. Enquadramento Orçamental para o Exercício de 2015 G R A N D E S O P Ç Õ E S D O P L A N O E O R Ç A M E N T O 2 9 2. Enquadramento Orçamental para o Exercício de 2015 GRANDES OPÇÕES DO PLANO E ORÇAMENTO 2015 3 0 G R A N D E S O P Ç Õ E S D O P L A N O

Leia mais

Pindyck & Rubinfeld, Capítulo 15, Mercado de Capitais::REVISÃO

Pindyck & Rubinfeld, Capítulo 15, Mercado de Capitais::REVISÃO Pindyck & Rubinfeld, Capítulo 15, Mercado de Capitais::REVISÃO 1. Uma empresa utiliza tecidos e mão-de-obra na produção de camisas em uma fábrica que foi adquirida por $10 milhões. Quais de seus insumos

Leia mais

Agregados macroeconômicos:

Agregados macroeconômicos: 2.1 Introdução Agregados macroeconômicos: Contabilidade social Capítulo II Macroeconomia: ramo da teoria econômica que estuda a determinação e o comportamento dos agregados nacionais. a parte relativa

Leia mais

Introdução à Matemática Financeira

Introdução à Matemática Financeira Introdução à Matemática Financeira Atividade 1 Por que estudar matemática financeira? A primeira coisa que você deve pensar ao responder esta pergunta é que a matemática financeira está presente em muitos

Leia mais

As empresas agrícolas similares, consideradas de referência, apresentam em média os seguintes indicadores financeiros, que

As empresas agrícolas similares, consideradas de referência, apresentam em média os seguintes indicadores financeiros, que BLOCO 10 ASSUNTOS: Controlo Análise dos Registos Contabilísticos Balanço e Conta de Exploração PROBLEMAS: PROBLEMA 1 Os Balanços sucessivos dos anos n-2, n-1 e n referem-se a outra exploração agrícola

Leia mais

Introdução à Matemática Financeira. Valor do dinheiro no tempo. Moeda. Gastar X investir

Introdução à Matemática Financeira. Valor do dinheiro no tempo. Moeda. Gastar X investir Introdução à Matemática Financeira Valor do dinheiro no tempo Moeda Antes de detalharmos a Matemática Financeira, vejamos algumas definições sobre o que são moeda e capital. Moeda é o meio que facilita

Leia mais

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos.

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/2.ª Fase 14 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

Macroeconomia. Faculdade de Direito UNL 2008/09. José A. Ferreira Machado

Macroeconomia. Faculdade de Direito UNL 2008/09. José A. Ferreira Machado Macroeconomia Faculdade de Direito UNL 2008/09 José A. Ferreira Machado 1. As principais grandezas macroeconómicas e a sua medição Medição do rendimento nacional, do nível geral de preços e da taxa de

Leia mais

MATEMÁTICA FINANCEIRA COM O USO DA CALCULADORA HP 12.C CADERNO DE EXERCÍCIOS

MATEMÁTICA FINANCEIRA COM O USO DA CALCULADORA HP 12.C CADERNO DE EXERCÍCIOS MATEMÁTICA FINANCEIRA COM O USO DA CALCULADORA HP 12.C CADERNO DE EXERCÍCIOS Parte integrante do curso Conhecendo a Calculadora HP 12C Prof. Geraldo Peretti. Página 1 Cálculos aritméticos simples. A) (3

Leia mais

Questões de Economia Cesgranrio. Macroeconomia

Questões de Economia Cesgranrio. Macroeconomia Macroeconomia Balanço de Pagamento 1. Cesgranrio ANP 2008 Especialista em Regulação) Quando um país tem um deficit no balanço comercial do seu balanço de pagamentos, pode-se afirmar que a) as exportações

Leia mais

CONTABILIDADE NACIONAL 1

CONTABILIDADE NACIONAL 1 CONTABILIDADE NACIONAL 1 Ópticas de cálculo do valor da produção O produto de um país pode ser obtido por três ópticas equivalentes: Óptica do Produto permite-nos conhecer o valor do produto por sector

Leia mais

Título : B2 Matemática Financeira. Conteúdo :

Título : B2 Matemática Financeira. Conteúdo : Título : B2 Matemática Financeira Conteúdo : A maioria das questões financeiras é construída por algumas fórmulas padrão e estratégias de negócio. Por exemplo, os investimentos tendem a crescer quando

Leia mais

Análise e Resolução da prova de Auditor Fiscal da Fazenda Estadual do Piauí Disciplina: Matemática Financeira Professor: Custódio Nascimento

Análise e Resolução da prova de Auditor Fiscal da Fazenda Estadual do Piauí Disciplina: Matemática Financeira Professor: Custódio Nascimento Análise e Resolução da prova de Auditor Fiscal da Fazenda Estadual do Piauí Disciplina: Professor: Custódio Nascimento 1- Análise da prova Neste artigo, faremos a análise das questões de cobradas na prova

Leia mais

Juro é a remuneração do capital emprestado, podendo ser entendido, de forma simplificada, como sendo o aluguel pago pelo uso do dinheiro.

Juro é a remuneração do capital emprestado, podendo ser entendido, de forma simplificada, como sendo o aluguel pago pelo uso do dinheiro. Juros simples Juros simples Juro é a remuneração do capital emprestado podendo ser entendido de forma simplificada como sendo o aluguel pago pelo uso do dinheiro. Quem possui recursos pode utilizá-lo na

Leia mais

RESOLUÇÃO MPS/CNPC Nº 16, DE 19 DENOVEMBRO DE 2014

RESOLUÇÃO MPS/CNPC Nº 16, DE 19 DENOVEMBRO DE 2014 RESOLUÇÃO MPS/CNPC Nº 16, DE 19 DENOVEMBRO DE 2014 (Publicado no D.O.U, Nº 227, de 24 de novembro de 2014) Altera a Resolução nº 26, de 29 de setembro de 2008, do Conselho de Gestão da Previdência Complementar,

Leia mais

PROCESSO SELETIVO PARA INGRESSO NOS QUADROS COMPLEMENTARES OFICIAIS DA MARINHA {QC/2004) É PERMITIDO O USO DE CALCULADORA ECONOMIA

PROCESSO SELETIVO PARA INGRESSO NOS QUADROS COMPLEMENTARES OFICIAIS DA MARINHA {QC/2004) É PERMITIDO O USO DE CALCULADORA ECONOMIA PROCESSO SELETIVO PARA INGRESSO NOS QUADROS COMPLEMENTARES DE OFICIAIS DA MARINHA {QC/2004) É PERMITIDO O USO DE CALCULADORA ECONOMIA 1) Uma economia, operando a pleno emprego, sacrificou inicialmente

Leia mais

INVESTI M E N T O A VISO:

INVESTI M E N T O A VISO: ai nha Macr oecono mia 1 turmas T01, T03 e T05 Docent e El sa Font AVISO: INVESTIMENTO Investim e nto-questões gerais Princípio do Acelerador Acelerador Simples e Acelerador Flexível Capitalóptimo/desejado

Leia mais

Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil

Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil Estudos sobre a Taxa de Câmbio no Brasil Fevereiro/2014 A taxa de câmbio é um dos principais preços relativos da economia, com influência direta no desempenho macroeconômico do país e na composição de

Leia mais

Valores estimados PAF. Justificação em PAF (acumulado) 2011 2012 total 2013 2014

Valores estimados PAF. Justificação em PAF (acumulado) 2011 2012 total 2013 2014 QUADRO I: SÍNTESE DA SITUAÇÃO FINANCEIRA ATUAL E PREVISÕES DE EVOLUÇÃO Município: Miranda do Douro 31-12-214 estimados estimados / Apurados / Apurados 213 212 (acumulado) 211 212 total 213 214 Apurados

Leia mais

3º Ano do Ensino Médio. Aula nº 02. Assunto: JUROS E PORCENTAGENS

3º Ano do Ensino Médio. Aula nº 02. Assunto: JUROS E PORCENTAGENS Nome: Ano: 3º Ano do E.M. Escola: Data: / / 3º Ano do Ensino Médio Aula nº 02 Assunto: JUROS E PORCENTAGENS 1) Porcentagem Definição: É uma fração que indica a participação de uma quantidade sobre um todo.

Leia mais

SINAIS POSITIVOS TOP 20 (atualizado a 10JUL2014)

SINAIS POSITIVOS TOP 20 (atualizado a 10JUL2014) SINAIS POSITIVOS TOP 20 (atualizado a 10JUL2014) 1. Taxa de Desemprego O desemprego desceu para 14,3% em maio, o que representa um recuo de 2,6% em relação a maio de 2013. Esta é a segunda maior variação

Leia mais

Poupança, Investimento e o Sistema Financeiro

Poupança, Investimento e o Sistema Financeiro Poupança, Investimento e o Sistema Financeiro Roberto Guena de Oliveira USP 29 de agosto de 2013 Poupança, Investimento e o Sistema Financeiro29 de agosto de 2013 1 / 34 Sumário 1 Instituições Financeiras

Leia mais

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS DEPARTAMENTO DE GESTÃO E ECONOMIA MACROECONOMIA II Licenciaturas: Economia, Gestão º A/º S CADERNO EXERCÍCIOS Nº INVESTIMENTO E POUPANÇA

Leia mais