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1 24 de setembro de 2014 Moore Stephens Auditores e Consultores ÍNDICE LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA... 2 Maioria deve deixar para 2015 novo regime fiscal (Valor Econômico)... 2 Brasil e EUA fecham acordo para evitar sonegação de impostos (O Globo)... 3 Sped, de olho na indústria a partir de janeiro (Diário do Comércio SP)... 4 IMPOSTO SOBRE LEASING - STF não deverá admitir novos recursos sobre local de cobrança de ISS (Conjur)... 5 RECURSOS HUMANOS / TRABALHISTA... 7 Cada profissional escolhe o modelo mental que quer, cuidado com o seu (Administradores.com)... 7 Bom atendimento: um desafio para as organizações (RH Central)... 8 CONTABILIDADE / AUDITORIA... 9 Na era da contabilidade digital (DCI SP)... 9 Por um novo modelo de negócios para as empresas contábeis (Portal Contábeis) OUTROS ASSUNTOS Investimento externo na bolsa bate recorde (Valor Econômico) Cade aprova compra de 49% da Vale Presente pela Caixa (Exame.com) Eike Batista e mais sete são denunciados em São Paulo por formação de quadrilha (O Globo) Após dólar superar R$ 2,40, BC aumenta intervenção no câmbio (G1 Portal de Notícias) SOBRE A MOORE STEPHENS AUDITORES E CONSULTORES A Moore Stephens é uma das maiores redes de auditoria, consultoria e outsourcing contábil do mundo (Top 10). Está presente em 105 países, com mais de 660 escritórios e cerca de colaboradores. No Brasil, em expansão, há mais de 300 profissionais e 30 sócios nas firmas-membro sediadas em: Belo Horizonte - Cuiabá - Curitiba - Florianópolis - Fortaleza - Joinville - Porto Alegre - Ribeirão Preto - Rio de Janeiro - Santa Maria - Campinas - São Paulo - Página 1

2 LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA Maioria deve deixar para 2015 novo regime fiscal Por Fernando Torres De São Paulo A maioria das grandes empresas brasileiras deve deixar para 2015 a migração para o novo arcabouço regulatório, previsto na Lei , para calcular quanto de Imposto de Renda e CSLL terá de recolher sobre os lucros. A partir do ano que vem a mudança é obrigatória, mas em relação aos resultados do exercício de 2014, as companhias têm até 21 de outubro para decidir. Segundo especialistas, será mais fácil para a maior parte delas usar por mais um ano o Regime Tributário de Transição (RTT), que está em vigor de maneira temporária desde 2008, quando se iniciou o processo de transição do modelo contábil brasileiro para o padrão internacional IFRS. Essa visão foi reforçada após a regulamentação da nova lei, trazida pela Receita Federal por meio de duas instruções normativas publicadas na semana passada. "O que veio foi a versão mais complicada que se podia imaginar. Será um desafio bastante importante do ponto de vista de sistemas", disse Marcelo Natale, sócio da Deloitte especializado em tributos, que participou ontem do 4º Encontro de Contabilidade e Auditoria, organizado pela Associação Brasileira de Companhias Abertas (Abrasca) e pelo Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (Ibracon). A Receita informou na regulamentação que as empresas optarem por abandonar o RTT antecipadamente devem apresentar controles em subcontas, já para o balanço de 2014, com as diferenças entre os saldos no balanço societário e aquele apresentado para fins fiscais no nível de cada ativo, e não de forma agrupada. Natale destaca que a pena para quem não apresentar as subcontas de forma detalhada não está limitada à possível multa que pode ser aplicada pelo Fisco em caso de erro. A norma prevê que, na ausência de divulgação dos controles detalhados, o contribuinte deve oferecer à tributação toda a diferença não explicada, se houver IR a pagar, ou perder totalmente o direito ao crédito fiscal, se houver diferença a ser compensada. O único incentivo para o abandono antecipado do RTT é o fato de a Receita Federal ter deixado claro que vai tributar o dividendo distribuído referente ao exercício de 2014 que exceder o lucro fiscal. Em uma das instruções publicadas, o Fisco esclareceu esse ponto, que era uma dúvida dos contribuintes. Foi assegurada a isenção para os dividendos distribuídos referentes ao período de 2008 a 2013 enquanto vigia o RTT e também a partir de 2015, quando valera a nova legislação. Para os resultados de 2014, contudo, a isenção só se aplicará para as empresas que optarem por seguir os ajustes da Lei Se a empresa não optar, deverá tratar de forma separada a diferença entre o lucro societário e o lucro fiscal deste ano como uma reserva de lucros que, se um dia vier a ser distribuída, terá que ser tributada. De acordo com André Milanez, diretor financeiro da Cetip, não existe resposta única que determine que optar ou não pelo novo regime de tributação será mais ou menos vantajoso. "Cada companhia vai ter que analisar seu caso", afirmou ele, que também participou do evento. Além da questão dos dividendos, o executivo mencionou que devem ser considerados os desafios operacionais de implantação da mudança já em 2014 e a dedutibilidiade do pagamento baseado em ações, que passará a ser permitida. Para as empresas que não optarem, mas quiserem manter o percentual do lucro societário distribuído aos acionistas na forma de dividendos, Milanez lembrou que é possível distribuir todo o lucro fiscal de 2014 e complementar o eventual excesso com reservas de lucro de anos anteriores. Fonte: Valor Econômico (24/09/2014) Página 2

3 Brasil e EUA fecham acordo para evitar sonegação de impostos POR GABRIELA VALENTE BRASÍLIA - Brasil e Estados Unidos fecharam, nesta terça-feira, um acordo para aprofundar as trocas de informações para evitar a sonegação de impostos. De acordo com o Ministério da Fazenda, o ministro Guido Mantega e a embaixadora americana, Liliana Ayalde, assinaram um termo de cooperação Intergovernamental (IGA, sigla em ingês) para permitir que o envio desses dados seja automático. Brasil e EUA já possuíam um acordo de intercâmbio de informações tributárias, o Tax Information Exchange Agreement (Tiea). Ele foi assinado em 2007 e estava defasado. Segundo um comunicado da Fazenda, esse termo precisava ser ser ampliado para atender aos requisitos previstos pela Foreign Account Tax Compliance Act (Facta), a lei americana que disciplina a identificação de atividades financeiras de contribuintes no exterior. O acordo internacional assinado agora prevê que informações sobre contribuintes norte-americanos no Brasil sejam encaminhadas pelas instituições financeiras para a Secretaria da Receita Federal do Brasil RFB e posteriormente repassadas por esta ao Internal Revenue Service IRS dos EUA, diz o Ministério da Fazenda em nota divulgada à imprensa, que completa: Em contrapartida, a RFB receberá das autoridades tributárias norte-americanas informações sobre movimentações financeiras de contribuintes brasileiros em instituições financeiras dos EUA. Esta troca de informações se fará respeitando a confidencialidade da informação por ambas as partes. O comunicado, divulgado após a assinatura do termo, também é parte de um esforço mundial liderado pelo G20, o grupo dos 20 países mais ricos do mundo, de ampliar a cooperação para evitar a evasão tributária. Fonte: O Globo (23/09/2014) Página 3

4 Sped, de olho na indústria a partir de janeiro A de 2015, começa a valer o prazo para a entrega do chamado Bloco K do Sped Fiscal. Neste módulo, que vai substituir o Livro de Escrituração de Controle da Produção e Estoque, o fisco vai exigir informações sobre a movimentação de de materiais Empresas industriais devem começar a rever seus sistemas de custos para enviarem novas informações ao Sistema Público de Escrituração Fiscal (Sped), o ambicioso projeto do governo que consiste na entrega de toda a contabilidade por meio de arquivos digitais. A partir de janeiro de 2015, começa a valer o prazo para a entrega do chamado Bloco K dosped Fiscal. Neste módulo, que vai substituir o Livro de Escrituração de Controle da Produção e Estoque, o fisco vai exigir informações sobre a movimentação de materiais e estoques dos estabelecimentos industriais e de alguns atacadistas. Deverão ser detalhadas as fichas técnicas dos produtos, as perdas ocorridas no processo produtivo, as ordens de produção, os insumos consumidos e a quantidade produzida, dentre outras informações. O gerente fiscal da Confirp Consultoria Contábil, José Luis Furtuoso de Jesus, chama a atenção para a variação do tipo de material utilizado no processo produtivo de uma indústria. Será preciso explicar os casos de variação de itens para fabricar o mesmo produto, por exemplo. Em resumo, todo o material informado na ficha técnica precisa ter origem. Na prática, a exigência obriga o fabricante a ter mais transparência no processo industrial, explica. A nova obrigação fiscal, entretanto, não é vista com bons olhos pelas empresas e vem gerando polêmica mesmo antes do início da obrigatoriedade. De acordo com José Luiz, é grande o número de empresas resistentes à entrega por considerarem o envio de dados sigilosos. É o chamado segredo industrial. Por ora, o fisco fixou o dia 25 de fevereiro como a primeira data de entrega, com dados relativos ao mês de janeiro de Segredo ou não, o fato é que desta vez o fisco terá acesso a informações detalhadas sobre os custos diretos das empresas que recolhem o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Até então, as entregas de arquivos digitais relativos ao Sped alimentavam os sistemas da Receita Federal com informações sobre as transações feitas com outras companhias. Com a nota fiscal eletrônica, por exemplo, as vendas são informadas quase que em tempo real. Agora, com a exigência de envio de informações sobre quantidades, insumos consumidos em cada material intermediário ou produto acabado, o custo de uma empresa será conhecido pelo fisco. Além disso, com esses dados, será possível projetar o estoque de matéria-prima e de produto acabado. Além das indústrias, a obrigatoriedade vai atingir os atacadistas que importam produtos para revenda e aqueles que comercializam máquinas e equipamentos para a produção de bens. No caso dos primeiros, será preciso declarar apenas a movimentação do estoque. Por enquanto, o varejo livre da primeira fase de entrega da obrigação acessória. A legislação também dispensa as empresas optantes dosimples Nacional e os Microempreendedores Individuais (MEIs). A partir de janeiro do próximo ano, as empresas obrigadas a enviar o Bloco K devem prestar contas à Receita por meio de arquivos digitais todos os meses. A legislação não estabelece de forma clara o valor de multa para a falta de entrega do bloco K. Por analogia, entende-se que é equivalente à aplicada pela falta de entrega do Sped Fiscal, fixada em 2,5% sobre o valor das operações de entrega e saídas dos estabelecimentos que deixaram de ser transmitidas aos sistemas do fisco. A entrega do Bloco K será um desafio para as empresas, especialmente aquelas que ainda não possuem um sistema de custos eficiente, conclui o consultor. Por Silvia Pimentel Fonte: Diário do Comércio SP (23/09/ h30) Página 4

5 IMPOSTO SOBRE LEASING - STF não deverá admitir novos recursos sobre local de cobrança de ISS Por Guilherme Trilha Philippi e Rafael Barreto Bornhausen A antiga e longa discussão acerca da cobrança do Imposto Sobre Serviço (ISS) que incide sobre as operações de arrendamento mercantil acena para um novo capítulo perante o Supremo Tribunal Federal. Contudo, a discussão possivelmente não será tão longa, conforme veiculam os municípios por seus representantes em recentes manifestações. A discussão sobre a tributação das operações de arrendamento mercantil, no que diz respeito ao ISS, teve início com o questionamento de sua incidência, o que restou pacificado pelo Supremo Tribunal Federal no julgamento do RE , quando entendeu pela incidência do ISS sobre o leasing ao considerar que No arrendamento mercantil (leasing financeiro), contrato autônomo que não é misto, o núcleo é o financiamento, não uma prestação de dar. E financiamento é serviço, sobre o qual o ISS pode incidir, resultando irrelevante a existência de uma compra nas hipóteses do leasing financeiro e do lease-back. Superada tal questão, o Superior Tribunal de Justiça submeteu ao regime de recursos repetitivos, previsto no artigo 543-C do Código de Processo Civil, o julgamento do recurso especial /SC, com o fim de definir qual o município competente para a cobrança do ISS. Com base nas premissas adotadas pelo Supremo Tribunal Federal no julgamento do supracitado recurso extraordinário e na análise da legislação específica, definiu o Superior Tribunal de Justiça que o ISS deve ser recolhido na sede da empresa arrendadora, seja sob a égide do Decreto-Lei 406/68, seja sob a égide da Lei Complementar 116/2003. Desde a publicação do acórdão do REsp /SC, em 5 de março de 2013, o STJ e demais tribunais pátrios passaram a adotar referido entendimento, restando pacificada a questão. Recentemente, foi noticiada a admissão pelo STJ de dois recursos extraordinários, interpostos pelo município de Santo Antônio da Patrulha nos autos do REsp e REsp Tais recursos foram admitidos por decisão que se limitou a afirmar que restaram preenchidos os requisitos de admissibilidade e, assim, determinou a remessa dos recursos ao STF. Os recursos foram recentemente distribuídos e remetidos para a relatoria dos ministros Roberto Barroso e Rosa Weber. Contudo, o que se omitiu até o presente momento é que a matéria levada a Corte Suprema já teve sua repercussão geral negada, de modo que não devem ser admitidos os recursos. Ao julgar o AI (Tema 287/STF), o qual buscava levar ao STF a discussão justamente sobre a verificação do município responsável pela cobrança do ISS, foi reconhecida a inexistência de repercussão geral, uma vez que a nova discussão conduziria à análise de legislação infraconstitucional, o que evidentemente não é cabível nesta instância. Uma segunda decisão foi tomada no Agravo Regimental no Agravo de Instrumento , que tratava especificamente da verificação do município responsável pela cobrança de ISS incidente sobre contratos de arrendamento mercantil. A solução foi a mesma, ou seja, a verificação do município responsável pela cobrança do ISS demanda análise de legislação infraconstitucional. E é esta justamente a discussão que os recursos extraordinários interpostos buscam provocar, maquiados pela suposta existência de violação a preceitos constitucionais, mas que, em verdade, buscam unicamente rediscutir matéria de cunho infraconstitucional (município competente para a tributação do ISS sobre leasing). Deste modo, imperiosa a aplicação do artigo 543-A, 5º do Código de Processo Civil, o qual prescreve que Art. 543-A [...] 5º - Negada a existência da repercussão geral, a decisão valerá para todos os recursos sobre matéria idêntica, que serão indeferidos liminarmente, salvo revisão da tese, tudo nos termos do Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal, cumulada com o artigo 326[1] do Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal. Assim, entende-se que os recursos encaminhados ao Supremo Tribunal Federal e que são tidos pelos representantes das municipalidades como a abertura de uma nova discussão sobre o local da prestação do serviço nas operações de leasing, sequer Página 5

6 devem ser admitidos, conforme precedentes do Supremo Tribunal Federal, as restrições impostas pelo Código de Processo Civil e pelo Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal. [1] Art Toda decisão de inexistência de repercussão geral é irrecorrível e, valendo para todos os recursos sobre questão idêntica, deve ser comunicada, pelo(a) Relator(a), à Presidência do Tribunal, para os fins do artigo subsequente e do art Fonte: Conjur (24/09/2014) Página 6

7 RECURSOS HUMANOS / TRABALHISTA Cada profissional escolhe o modelo mental que quer, cuidado com o seu Por Lucineia Oliveira Hoje nossa conversa é sobre modelos mentais no ambiente de trabalho. Um fator quase que imperceptível à maioria de nós em nosso dia-a-dia corporativo, mas, que muito define a qualidade do nosso comportamento e relações profissionais. Ou seja, modelo mental nada mais é do que a forma como você relaciona o que vê, interpreta fatos, pessoas, e consequentemente, se comporta ou age profissionalmente. Assim, convido você através do exemplo de três comportamentos descritos a seguir, compreender se está cultivando um modelo mental positivo e que assim está lhe projetando para o sucesso ou um modelo mental negativo, que fatalmente, poderá estar aos poucos minando a saúde da sua carreira! Conheço profissionais que em seu modelo mental, orgulham-se de ser reconhecidos como "espertos". Carregam consigo a convicção que são bons ou melhores que os outros não porque estão dedicados na construção de algum projeto ou resultado diferenciado, mas, porque sempre estão sempre por dentro do que os outros estão fazendo. Tipicamente, estão através de pequenas brechas espiando como quem não pagou ingresso, a construção do trabalho dos outros e tentando opinar, sem nenhum poder de criticidade, sobre processos que na maioria das vezes requer muito acima de uma visão limitada por brechas, mas, um olhar visionário! Olhar de quem enxerga ao longe que riscos, mudanças, contentamentos e descontentamentos são necessários no trabalho em equipe para gerar os resultados esperados e que isso estimula o desenvolvimento das outras pessoas envolvidas nestes processos. O mix de cenários, a diversidades de problemas e relacionamentos profissionais, a forma como lidamos e nos arriscamos com eles, estimulam as melhores formações. Cuidado como você busca participar do processo de construção dos projetos dos outros. Existe uma enorme diferença entre participar e efetivamente contribuir! Conheço outros profissionais que em seu modelo mental julgam-se merecedores de estar em lugares que não conseguiram e nem conseguirão chegar. São os Egocêntricos míopes: Formação, algum tempo de empresa, trabalho impecável e irretocável, mas simplesmente por centralizar inúmeras tarefas em si mesmos! Temem qualquer autocrítica ao seu trabalho ou desempenho, alegam perfeccionismo, tentando na verdade camuflar a insegurança de ter que reconhecer erros ou de descobrir que no espaço corporativo de hoje, existem outras pessoas capazes de fazer com a mesma perfeição aquilo fazemos e a partir daí, ter que encarar o fantasma mais temido: conhecer alguém que faz tão bem seu trabalho quanto você mesmo e o pior, que ainda faz inovações! Cuidado com o comportamento centralizador! Observe se você não está se privando da experiência de formar outras pessoas, passar conhecimentos, gerenciar equipes, processos e acima de tudo, se não está se privando de deixar de coração aberto seu trabalho receber críticas construtivas e ser retocado. Esses são comportamentos que causam uma tremenda inspiração, contrário a aqueles que nunca sairão de onde estão! Permita-se retoques. Por fim, há ainda aqueles profissionais que intimamente, involuntariamente, sentem certo prazer diante do fracasso de algumas pessoas. São os hienas. Isso mesmo, hienas! Aparentemente felizes, sorridentes, cooperativos, sempre à disposição, pronto para ajudar tudo e a todos, mas, no fundo, vivem o conflito interno entre admirar projetos e resultados de colegas e em certas ocasiões sentir um fiozinho de satisfação com o insucesso de um ou outro menos grato. Certifique-se de ter um sentimento sadio diante das pessoas que você admira e as que menos admira no ambiente de trabalho. Seja qual for seu grau de empatia com as pessoas, lembre-se: Os bons inimigos sempre se respeitam! Por isso acredito que a qualidade de um profissional está no modelo mental que ele decide cultivar: negativo ou positivo? Com licença! Vou me servir generosamente de uma porção da segunda opção! Fonte: Administradores.com (24/09/2014) Página 7

8 Bom atendimento: um desafio para as organizações Por Mari Gradilone Um sorriso abre portas. Quantas vezes você já ouviu essa frase? Mas o que ela tem a ver com o mundo dos negócios? Tudo. Com a concorrência cada vez mais forte, fidelizar clientes é o desafio das organizações, independentemente de seu porte. As pesquisas estão aí para comprovar: enquanto um cliente satisfeito divulga sua aprovação em relação à uma marca, em média, para duas pessoas, o insatisfeito consegue propagar sua experiência negativa para pelo menos cinco pessoas. Com a popularização das redes sociais, então, essa comunicação consegue ser amplificada. Um comportamento que vem deixando as empresas ainda mais vulneráveis, podendo ocasionar prejuízos irreparáveis à imagem. A conclusão é óbvia, mas nem por isso mais fácil: fidelizar clientes é menos custoso do que buscar novos, mas exige investimento e treinamento. O desafio é colocar o atendimento como prioridade e convencer seus colaboradores sobre a importância desse componente na manutenção e crescimento da empresa. Já foi observado que para muitos consumidores, o bom atendimento é mais importante que preço e até a qualidade do produto. É fator determinante sobre a decisão de comprar ou não algum produto. Por isso, educação não é um detalhe. Não se discute que o sucesso de uma empresa está intimamente ligado ao alto desempenho dos produtos e serviços que ela coloca à disposição de seus clientes, assim como o preço, agilidade na resposta, boa gestão e até ao ambiente interno construído. Mas não só isso. Com cada vez mais empresas oferecendo o mesmo produto ou serviço, o nível de exigência do consumidor aumenta. Com o tempo, o cliente aprendeu a pedir mais. Ele quer se sentir importante, sujeito nessa relação, mesmo quando ela é apenas virtual. E o atendimento, portanto, pode ser seu diferencial. Tratar bem o cliente não significa ceder aos caprichos dele ao ponto de ter prejuízo, mas sim ser flexível dentro da medida do bom senso, saber ouvir e ser capaz de argumentar respeitosamente. Ler nas entrelinhas, ter sensibilidade para interpretar a linguagem verbal e gestual, entender o que o outro busca e valoriza e, dessa forma, conseguir fechar uma boa negociação. É o bom negócio, aquele que é bom para os dois lados, que fideliza uma relação. Mas esse objetivo só é alcançado com uma equipe bem treinada, que conhece profundamente aquilo que vende ou apresenta. Um time que tenha segurança para defender os propósitos da empresa, o que certamente facilitará o diálogo entre colaborador-cliente. No entanto, manter uma equipe atualizada com as boas práticas de atendimento dá trabalho e exige investimentos. Um time campeão não nasce pronto. Precisa ser construído aos poucos e, uma vez formado, precisa ser mantido em alto padrão e motivado. A qualificação e valorização dos colaboradores precisam estar na pauta do gestor de um negócio que queira ser campeão em seu nicho. Um atendimento ímpar pode ser o diferencial de sua empresa frente à concorrência. Um componente que, bem potencializado, agregará valor à sua marca, ao seu caixa e fidelizará seus talentos e clientes. Porque cliente satisfeito sempre volta. Fonte: RH Central (artigo consultado em 24/09/2014) Página 8

9 CONTABILIDADE / AUDITORIA Na era da contabilidade digital Por Danylo Martins SÃO PAULO - Atualmente, o Brasil possui mais de 484 mil contadores e 81 mil empresários contábeis, segundo o Conselho Federal de Contabilidade (CFC). Nos últimos sete anos, este universo de mais de meio milhão de profissionais precisou se adaptar à modernização dos processos de trabalho com a chegada de novas tecnologias, como ferramentas e softwares contábeis. Todo o conjunto de instrumentos eletrônicos veio para apoiar os contadores que se depararam com um oceano de informações. "O volume de dados que chegam às empresas e aos escritórios de contabilidade é muito grande. Por isso, o contador precisa se preocupar cada vez mais com os detalhes", afirma Carlos Meni, presidente da Wolters Kluwer Prosoft no Brasil, empresa desenvolvedora de softwares e soluções tecnológicas para a área de contabilidade fiscal. Fenômeno Entre os especialistas, é unânime que um dos maiores fenômenos recentes no mundo contábil e tributário do país foi a criação do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped). "Nada mais é do que uma enorme 'caixa' que recepciona os dados e informações de diversas naturezas (contábil, tributário, custos, produção, financeiro, trabalhista, etc.) dos contribuintes", explica Geuma Nascimento, sócia da TG&C Trevisan Gestão e Consultoria. A partir do Sped, foram instituídas outras tipologias com funções específicas, como ECD contábil, EFD fiscal (ICMS/IPI), e-social (trabalhista), além das notas fiscais eletrônicas, diz a consultora. A onda tecnológica contempla uma gama de sistemas de gestão, entre eles os ERPs (Enterprise Resource Planning) - em tradução para o português, os Sistemas Integrados de Gestão Empresarial. Segundo Geuma, trata-se de uma ferramenta que possibilita a integração entre as diferentes áreas das empresas, garantindo autonomia, bem como a mitigação de erros e retrabalhos. O resultado, avalia ela, é positivo tanto do ponto de vista da produtividade quanto da qualidade das informações produzidas e recebidas pelos usuários. Para auxiliar no dia a dia Com mais de 120 produtos no portfólio, o grupo Sage disponibiliza uma série de softwares e ferramentas a partir das empresas integrantes do grupo, a Folhamatic e a EBS. Um deles é o Sage Relacionamento, que ajuda o escritório contábil a trocar informações e localizar dados de clientes com mais agilidade. O produto, disponível por meio de um site próprio e na versão para tablets e smartphones, permite receber avisos e controles de pendências, e outros serviços como troca de arquivos e documentos e movimentação da folha de pagamento dos clientes. Outra solução, lançada em abril deste ano, é o IOB esocial 360º, produto multiplataforma oferecido em dois pacotes, básico e completo. A única diferença é que na versão completa, além de um manual com informações, acesso a um portal e uma revista, o cliente tem direito a uma consultoria com duração de 30 minutos. O custo médio é de R$ 190 mensais, diz o presidente do grupo Sage, Jorge dos Santos Carneiro. Investimentos Desde o ano passado como integrante brasileira do grupo holandês Wolters Kluwer, a Prosoft investe entre R$ 7 milhões e R$ 10 milhões por ano em novas ferramentas voltadas aos profissionais de contabilidade. De acordo com Carlos Meni, presidente da empresa no Brasil, atualmente são oferecidos 16 sistemas para uma base de dez mil clientes. "São diferentes soluções, com pacotes Platinum e Gold, de acordo com as necessidades. Existe uma, por exemplo, que possibilita ao contador acompanhar certidões municipais e estaduais", diz o executivo. A expectativa, antecipa Meni, é de lançar até o fim do primeiro semestre de 2015 uma nova versão para os softwares, com foco em processos mais ágeis e realizados na nuvem. O investimento será de cerca de R$ 35 milhões, conta. Modernização Para dar conta das novas tecnologias e obrigações que surgem a todo momento, os escritórios de contabilidade precisam investir em cursos e treinamentos de seus profissionais. Segundo Maurício Lopes da Cunha, sócio da Nobile Soluções Contábeis e Página 9

10 Empresariais, o primeiro passo é entender a legislação e transmiti-la aos colaboradores. "Feito isso, buscamos cursos de atualização e capacitação disponíveis no mercado para os profissionais", diz. Para Geuma Nascimento, da TG&C Trevisan Gestão e Consultoria, é fundamental que o contador acompanhe a evolução das tecnologias e exigências por meio de educação continuada. Isso o ajudará a cumprir cinco importantes requisitos: "Interpretar os negócios com aplicabilidade dos entendimentos da ciência contábil; executar as escritas contábeis; elaborar informações gerenciais para tomada de decisão; apresentá-las aos investidores com orientações simples, porém assertivas no direcionamento dos negócios; e prover cenários do tempo presente e futuro, considerando o meio em que os negócios da entidade estão inseridos com todas as influências advindas de outros sistemas", lista a consultora. Mas, segundo os especialistas, não basta treinar os funcionários. É preciso ter recursos para adquirir novos equipamentos, o que demanda custo extra. "Quando as obrigações acessórias começaram a aparecer, tivemos de modernizar os escritórios. Trocamos servidores, compramos computadores que fossem única e exclusivamente dedicados aos servidores", conta Cunha. O maior desafio, diz ele, é conseguir lidar com o maior volume de dados. "Sempre temos de investir em tecnologia, ou seja, em servidores mais potentes. E, para garantir ainda mais segurança, utilizamos sistemas de backup on-line, na nuvem. Caso ocorra algum problema, temos os dados arquivados." O investimento não é barato, garante o sócio da Nobile, nem para o escritório nem para os clientes, as micro, pequenas e médias empresas. No entanto, o esforço é relevante, na opinião da consultora Geuma Nascimento. "Em outras palavras, cada empresa tem uma realidade distinta, apesar de a necessidade ser comum, o entendimento e a implementação de novas tecnologias", reforça. esocial: menos burocracia A partir de 2015, todos os empregadores estarão obrigados a fornecer as informações de seus funcionários ao governo. O esocial é a última etapa do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped). De acordo com os especialistas, a novidade deve reduzir a burocracia, aumentar a qualidade das informações e simplificar o cumprimento de obrigações das empresas perante o governo. Quem não cumprir estará sujeito a multas, que variam conforme o número de funcionários. Fonte: DCI SP (artigo consultado em 24/09/2014) Página 10

11 Por um novo modelo de negócios para as empresas contábeis Por Roberto Dias Duarte Muito se tem falado sobre empreendedorismo em negócios contábeis, nas transformações desse mercado e no futuro dos escritórios. Quantidade considerável de empresários deste setor e profissionais que vivem este dia a dia ainda não se deram conta da real necessidade de mudanças. Na realidade, a maioria ainda concentra suas atenções em aspectos puramente técnicos ou operacionais. Esse comportamento nos leva a cometer erros estratégicos que comprometem a sustentabilidade de nossas empresas. Custos altos, problemas com o fisco, multas, clientes complicados, colaboradores pouco preparados e nada motivados. Enfim, às vezes dá até vontade de desistir. A chave para solucionar essas questões está no novo modelo de negócios para as organizações contábeis. Fato é que todos nós enxergamos mais facilmente os erros cometidos pelos outros do que os nossos próprios equívocos. Por isso, escrevi a estorinha" abaixo, que faz uma analogia do que está ocorrendo atualmente com o mercado contábil. Certa vez um empreendedor planejou e criou uma belíssima cantina italiana. O ambiente era bem aconchegante, especialmente preparado para receber os fãs da gastronomia típica da Itália. Ingredientes selecionados, cardápio impecável, chef experiente e uma variada carta de vinhos compunham o cenário. Os preços, mesmo sendo um pouco acima da média dos restaurantes da vizinhança, não eram um fator impeditivo para o sucesso do negócio. A casa funcionava à noite, e era muito bem frequentada. Famílias comemorando alguma data especial, casais em busca do aconchego e profissionais em seus jantares de negócios deixam a lotação quase sempre completa. Ainda assim, graças ao preparo dos garçons o atendimento era excelente. O tempo passou e o dono da cantina resolveu crescer, aproveitando a onda de vacas gordas do momento econômico. Sem pensar muito, decidiu também abrir para o almoço. A expectativa seria dobrar o faturamento. De fato, a receita aumentou muito nos primeiros meses. Mas, aos poucos, o público do almoço, que era bem diferente do jantar, foi apresentando sugestões aos funcionários da casa, que prontamente convocavam a presença do patrão para ouvir o cliente. Preocupado com a satisfação dos frequentadores, o empreendedor apressou-se em implantar as sugestões recebidas. Primeiro, passou a oferecer o serviço de buffet por quilo, justamente para atender mais rapidamente aqueles que tinham o horário do almoço mais apertado. Depois, passou a servir outras opções gastronômicas: churrasco, arroz com feijão e até mesmo sushi e sashimi. A música ambiente foi eliminada. A carta de vinhos, por sua vez, foi acrescida com rótulos de nacionalidades diferentes e com preços mais palatáveis, entretanto, com qualidade duvidosa. Caipirinha e outros drinks mais populares foram incluídos no cardápio. A atenção e a acuidade dos garçons e dos demais funcionários já não eram mais as mesmas. O importante era a velocidade, mesmo que isso prejudicasse a qualidade da comida, da bebida e do atendimento. O público noturno também já havia mudado drasticamente. O mesmo perfil de clientes do almoço invadiu a noite em busca de uma comida barata e uma cerveja gelada antes de ir para casa. Espremido pela concorrência que oferecia mais ou menos a mesma coisa, os preços caíram junto com o lucro. Não sei como esses restaurantezinhos da vizinhança conseguem trabalhar com preços tão baratos!, reclamava o empreendedor. O chef foi substituído por cozinheiros menos experientes, entretanto mais versáteis e menos onerosos ao negócio, e que estavam dispostos a fazer de tudo um pouco sem reclamar da qualidade dos ingredientes. Contudo, os custos aumentavam, do mesmo modo que a rotatividade dos colaboradores cozinheiros e garçons não ficavam mais de seis meses no emprego. Treinamentos detalhados foram substituídos pela técnica veja como ele faz e aprenda. Até problemas com as autoridades sanitárias começaram a surgir. O gerente, um senhor experiente, fluente em casos da bella Itália, há muito havia deixado seu cargo. Seu substituto, com seus 40 e poucos anos, já estava a ponto de ter um enfarto. Contratar, orientar, treinar, apaziguar desavenças entre os colaboradores e ainda cuidar da logística de compras, tomavam todo o seu tempo. Já os cuidados com a higiene foram delegados ao João, o cozinheiro-chefe ou será o Manoel? O restaurante fechou. Com a primeira marola econômica as pessoas passaram a procurar opções mais baratas e o fluxo de caixa não aguentou. Aliás, os controles gerenciais também não estavam exatos e atualizados como antes. Por isso, o empreendedor ficou sabendo pelo gerente do banco, que havia quebrado e levado junto boa parte de seu patrimônio pessoal. Página 11

12 Essa estória fictícia ilustra exatamente o que vem ocorrendo com o mercado de negócios contábeis. Transformações silenciosas vêm se concretizando há mais de 10 anos e muitos ainda não perceberam. Ao contrário da cantina italiana, ainda há tempo de transformar o modelo de negócios das mais de 80 mil organizações contábeis atualmente em operação no país. Claro que, para isso, será necessário um bom planejamento estratégico e o uso intensivo da tecnologia da informação como forma de agregação de valor para os serviços. O primeiro passo é definir formalmente a missão e visão da organização contábil. Esses pontos são base para o estabelecimento de estratégias. Uma declaração de missão bem definida explica, pelo menos o seguinte: razão de ser do negócio, público-alvo, região de atuação, como a empresa gera valor para clientes e acionistas e como ela se diferencia das demais. A visão, por sua vez, define como a empresa se vê no longo prazo. Michael Porter, em seu artigo What is Strategy, publicado na Harvard Business Review, explica que eficiência operacional não é estratégia, mas ambas são importantes para as empresas. Enquanto a primeira significa fazer melhor aquilo que os concorrentes também fazem, a segunda leva a efetivação de coisas que os concorrentes não realizam. Assim, um escritório que tenha como missão "oferecer serviços e soluções competitivas na área contábil ao mercado empresarial, de maneira rápida e eficaz ( ) deixa claro que a eficiência operacional faz parte de seu DNA. Contudo, não explica como ele gera valor para seus clientes, nem em que é diferente dos seus concorrentes. Isso conduz o mercado a perceber que seu diferencial" será o preço. Outra organização que atribua a sua missão "executar serviços contábeis e prover informações gerenciais ( ), por sua vez explicita um diferencial competitivo e o público-alvo, ainda que de forma muito abrangente (empresas que querem informações gerenciais). Por outro lado, aquele que define que sua missão "é atuar de forma transparente, segura, rentável e com responsabilidade social junto às áreas Contábil, Fiscal/Tributária, Trabalhista e Societária, proporcionando aos supermercadistas a melhor solução para o seu crescimento e solidez especificou melhor seu propósito, público-alvo, e como a empresa gera valor para clientes, acionistas e sociedade. Deixou claro também como se diferencia dos concorrentes. Dessa forma, o escritório contábil poderá definir seu modelo de negócios, que estabelece, basicamente: segmentos de clientes, proposta de valor, canais para entrega do valor, políticas de relacionamento com clientes, fontes de receita, recursos necessários para entregar valor aos clientes, parcerias estratégicas e estrutura de custos. O modelo de negócios é específico de cada empresa, mas podemos apontar, a título de exemplo, dois modelos bem diferentes que serão bem sucedidos nesse mercado: 1. Grande escritório que atua em qualquer segmento empresarial cuja proposta de valor é a segurança de conformidade legal. O autoatendimento eletrônico é um dos principais canais de entrega dos serviços. O relacionamento com clientes é impessoal para 80% da base. A principal fonte de receita é honorário mensal. A eficiência operacional nas atividades-chave (processo fiscais, trabalhistas e contábeis) demanda uma grande automação, padronização e treinamento. As parceiras estratégicas são realizadas com empresas do setor de tecnologia, capacitação e informações legais. 2. Organização contábil que atua em um nicho de mercado cuja proposta de valor é o apoio ao crescimento de seus clientes. O atendimento pessoal e personalizado é o canal mais importante, porém é suportado pelo autoatendimento eletrônico na entrega dos serviços de menor valor agregado. O relacionamento com clientes é personalizado. A receita decorrente de honorários mensais é relevante para custeamento da infraestrutura, mas consultorias especializadas contribuem mais fortemente com os resultados. A eficiência operacional nas atividades-chave é consequência da segmentação, reduzindo custos de tecnologia, atualização e capacitação. Em algumas situações, o escritório contábil utilizará a tecnologia de seus clientes para execução de atividades, dispensando a contratação de sistemas (contábeis, fiscais, trabalhistas). As parceiras estratégicas são realizadas com entidade formadoras de opinião junto ao público-alvo. Fica claro, portanto, que o contador 2.0, que é um empreendedor agora deve pensar muito além das questões meramente operacionais de seu negócio. Os modelos de negócio acima descritos são apenas exemplos de uma infinidade de opções estratégicas que podem e devem ser desenhadas para transformar o antigo escritório contábil 1.0. Portanto, antes de pormos as mãos à obra vamos colocar nossas mentes para trabalhar. Fonte: Portal Contábeis (24/09/2014) Página 12

13 OUTROS ASSUNTOS Investimento externo na bolsa bate recorde Os investidores estrangeiros estão aparentemente menos preocupados com a corrida ao Palácio do Planalto do que os brasileiros. Enquanto o Ibovespa oscila ao sabor das pesquisas eleitorais, o fluxo de capital externo rumo à BM&FBovespa não para de crescer e acaba de bater recorde histórico. Segundo o último dado divulgado pela bolsa, os estrangeiros compraram mais de R$ 21 bilhões em ações de empresas brasileiras neste ano (até sexta-feira). O montante supera os R$ 20,596 bilhões de capital estrangeiro que entrou na Bovespa em 2009, o maior fluxo registrado até hoje. Embora o Ibovespa acumule baixa de 7,7% em setembro - reflexo da recuperação da presidente Dilma Rousseff nas pesquisas eleitorais -, o fluxo de capital externo no mês está positivo em R$ 3,6 bilhões. "O estrangeiro aparece quase sempre na ponta compradora. Ele é quem tem dado saída ao investidor local, que está mais focado na especulação eleitoral", comentou um experiente operador de uma corretora brasileira. Para outros especialistas, o que os estrangeiros estão fazendo no mercado brasileiro é arbitragem de taxa de juros. "Com o juro praticamente zero nos Estados Unidos e na Europa, esse investidor busca rendimento aqui", explica o executivo de uma grande corretora internacional. No ano, o Ibovespa acumula alta de 9,7%. De acordo com esse executivo, a estratégia de investimento dos estrangeiros é toda "travada", isto é, independe do rumo da bolsa. Os investidores usam combinações que envolvem ações, opções e derivativos, como o contrato futuro do Ibovespa. Além do fluxo de capital externo no mercado à vista - compra direta de ações -, outro termômetro muito observado pelos operadores para monitorar o comportamento dos estrangeiros é justamente o saldo desses contratos futuros de Ibovespa na BM&F. Segundo dados recentes, os estrangeiros mantinham até segunda-feira saldo de 68,5 mil contratos de compra desse derivativo. Isto significa que a aposta predominante desse investidor é na alta da bolsa. Ontem, o Ibovespa fechou em baixa de 0,49%, refletindo o noticiário externo e a expectativa de pesquisas eleitorais. Foi a quinta queda consecutiva. Fonte: Valor Econômico (24/09/2014) Página 13

14 Cade aprova compra de 49% da Vale Presente pela Caixa Para a Caixa Econômica Federal, a operação significa investir em um empreendimento que tem mostrado sólido crescimento São Paulo - O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a aquisição de 49 por cento da Vale Presente, startup de cartões pré-pagos de vale-presentes, pelacaixa Econômica Federal, segundo despacho no Diário Oficial da União desta quarta-feira. "Para a Caixa, a operação significa investir em um empreendimento que tem mostrado sólido crescimento e boas perspectivas de retorno financeiro, além de possibilitar a implementação de novas soluções a partir da tecnologia da Vale Presente, sem que a Caixa tenha que atuar na emissão e administração de cartões pré-pagos", informou a empresa em documento apresentado ao Cade. Os valores da operação não foram informados. A Vale Presente iniciou suas operações em Com a transação, o empresário Carlos Wizard Martins, que detinha 74 por cento da companhia, passará a ter uma fatia de 25 por cento no negócio. Fonte: Exame.com (24/09/2014) Página 14

15 Eike Batista e mais sete são denunciados em São Paulo por formação de quadrilha Executivos também são acusados de indução de investidores a erro e falsidade ideológica POR GLAUCE CAVALCANTI RIO - O Ministério Público Federal (MPF) de São Paulo ofereceu denúncia contra o empresário Eike e outros sete executivos ligados à OGpar (ex-ogx) pelos crimes de formação de quadrilha, indução de investidores a erro e falsidade ideológica. A decisão é assinada pela procuradora Karen Louise Jeanette Kahn. No dia 11 de setembro, a mesma procuradora havia denunciado o empresário pelo crime de insider trading, processo que está sendo encaminhado ao Ministério Público do Rio de Janeiro. No Rio, a Justiça Federal vai determinar a quebra de sigilo fiscal de Eike Batista, afirmou o juiz Flávio Roberto de Souza, titular da 3ª Vara Criminal. A decisão atende à solicitação do Ministério Público Federal (MPF) do Rio e da Polícia Federal (PF). O pedido está ligado a um inquérito aberto no mês passado pela PF, que investiga o empresário pelo crime de lavagem de dinheiro. Segundo o magistrado, o pedido originado na Polícia Federal pretende apurar o destino do lucro de R$ 122 milhões que Eike teria obtido em duas vendas de ações realizadas em As operações são alvo de investigação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que resultou na abertura de inquéritos no MPF e na polícia. Este mês, o empresário foi denunciado pelo crime de uso de informação privilegiada(insider tranding) pelo Ministério Público Federal em São Paulo e no Rio. Neste último, houve ainda denúncia pelo crime de manipulação de mercado. O objetivo é entender a evolução patrimonial de Eike Batista nos últimos anos. Os dados registrados nas declarações à Receita Federal podem ajudar na compreensão da origem e do destino dos recursos movimentados por ele explicou o juiz. ADVOGADO DIZ QUE EIKE NÃO TEME NADA A defesa de Eike é categórica em afirmar que ele não teme absolutamente nada : A situação fiscal de Eike Batista e de suas empresas é completamente regular afirmou o advogado Sérgio Bermudes. PUBLICIDADE O juiz Flávio Roberto de Souza se reúne hoje com o Ministério Público para definir mais detalhes quanto à abrangência do pedido que será enviado à Receita Federal. Serão solicitados todos os dados das declarações dos últimos cinco anos do empresário. Toda e qualquer informação relativa às movimentações financeiras realizadas por Eike no banco de dados da Receita pode ajudar na apuração dos fatos em investigação contou o juiz. Em maio deste ano, o magistrado assinou um conjunto de três medidas cautelares que pediram o sequestro de bens do criador do grupo X no valor de até R$ 122 milhões, além da quebra de sigilos fiscal e telemático (internet) de Eike. Naquele momento, explicou o juiz, a demanda à Receita se limitava a verificar se havia investigações em curso no Fisco contra o empresário. Outro objetivo era obter da CVM dados sobre processos administrativos ligados a Eike. Agora, a medida será bem mais ampla. Além de apurar ganhos, perdas e movimentações de recursos, os dados podem levar à investigação de outros crimes disse o titular da 3ª Vara Criminal. Página 15

16 Na noite de ontem, a Justiça de São Paulo decidiu pelo envio da denúncia oferecida pelo MPF-SP contra o empresário para o Rio, disse Bermudes. Segundo o advogado, o Ministério Público precisará acolher o documento assinado pela procuradora Karen Louise Jeanette Kahn, em São Paulo. A Comissão de Valores Mobiliários já abriu 11 processos administrativos sancionadores relacionados a Eike. Em maio eram nove. A CVM não se pronuncia a respeito das investigações em curso. Se irregularidades forem comprovadas, as penalidades previstas em lei vão de advertência à cassação de autorização ou registro para atuar no mercado de capitais, passando por multas. Neste caso, a legislação prevê que a multa não ultrapasse R$ 500 mil, porém a autarquia pode determinar o pagamento do equivalente à metade do valor da emissão ou operação irregular, ou um valor que represente três vezes o montante da vantagem obtida ou da perda evitada como resultado do ato ilícito. JUSTIÇA AINDA VAI AVALIAR BLOQUEIO DE BENS A definição do valor de R$ 122 milhões levantado pelo MPF do Rio em maio veio do quanto Eike teria obtido de lucro em duas operações distintas de vendas de ações realizadas no ano passado, por meio do fundo Centennial Asset Minig Fund LLC. A primeira aconteceu entre 24 de maio e 10 de junho, com papéis da OGX (atual OGPar, em recuperação judicial), antes da divulgação de fato relevante em 1º de julho de 2013, quando veio à público a informação de que os poços da petroleira do grupo não tinham o volume de óleo inicialmente estimado. A outra ocorreu entre 27 de agosto e 3 de setembro, envolvendo ações da OGX e da OSX (empresa de construção naval, também em recuperação judicial). Na semana passada, a Justiça Federal bloqueou R$ 117 milhões do empresário Eike Batista num pedido de arresto de até R$ 1,5 bilhão decretado pelo juiz Flávio Roberto de Souza. O valor estava depositado em debêntures (títulos da dívida). O MPF já foi notificado sobre o montante obtido e, posteriormente, o juiz vai avaliar se determinará o bloqueio de bens móveis e imóveis do empresário, para alcançar R$ 1,5 bilhão. O arresto poderá incluir bens dos filhos mais velhos de Eike, Thor e Olin, e de sua mulher, Flávia Sampaio. Fonte: O Globo (24/09/2014) Página 16

17 Após dólar superar R$ 2,40, BC aumenta intervenção no câmbio Instituição informou que aumentará vendas de dólar no mercado futuro. Alta do dólar dificulta controle da inflação pois encarece importados. Do G1, em Brasília Após o dólar romper a barreira dos R$ 2,40 nesta terça-feira (23) pela primeira vez desde fevereiro deste ano, o Banco Central vai aumentar sua intervenção no mercado de câmbio para tentar conter a alta na cotação da moeda. O BC informou que vai elevar a oferta de contratos de "swap cambial" instrumentos que funcionam como venda de moeda norteamericana no mercado futuro, o que tem influência no preço do dólar a vista. "O foco é tentar interferir no movimento especulativo que ocorre a partir do mercado futuro que adiciona pressão no mercado à vista que também tem demanda de recursos que estão deixando o país", avaliou o economista Sidnei Nehme, especialista no mercado de câmbio, da NGO Corretora. Ao todo, o Banco Central vai passar a ofertar 15 mil contratos de "swap cambial", o que representa um aumento frente ao patamar anterior, que era de 6 mil contratos. Com isso, o volume de intervenção sobe do equivalente a US$ 300 milhões para US$ 750 milhões por dia, uma vez que o mercado não acredita que o valor recuará nos próximos dias. Os economistas acreditam que o Banco Central estará "rolando", ou seja, emitindo novos contratos em substituição aos que estão vencendo, no ritmo de 100% do vencimento de US$ 6,68 bilhões previsto para o início de outubro. Até o momento, somente 70% dos contratos vinham sendo "rolados". Ao todo, serão quase US$ 2 bilhões a mais de contratos o que tende a contribuir para impedir uma alta maior do dólar no mercado a vista. A alta da moeda norte-americana é prejudicial para o controle da inflação no Brasil, uma vez que os produtos importados ficam mais caros, assim como os insumos contribuindo para aumentar as pressões inflacionárias na economia brasileira. Dólar mais alto, por sua vez, também beneficia indústria nacional, tornando seus produtos mais baratos no exterior, mas também torna as viagens internacionais mais onerosas para os brasileiros. Isso porque as passagens e hotéis geralmente são cotadas em dólar. Para Nehme, Diretor Executivo da NGO Corretora, atribuir a alta do dólar às pesquisas eleitorais seria um "artifício para especulador" e no "fundo encobre a realidade do país afastando-a do debate mais focado no confronto político". Para ele, a valorização da moeda norteamericana no Brasil está relacionada com fundamentos internos (indicadores da economia) e externos (decisão do Federal Reserve de retirar estímulos à economia norte-americana). Fonte: G1 Portal de Notícias (24/09/2014) **************************************************** Página 17

1 Informações diversas Câmara aprova ampliação de parcelamento do Refis da crise O plenário da Câmara aprovou na noite desta quarta-feira (21) a medida provisória que amplia o parcelamento de débitos tributários,

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