Relatório técnico nº Avaliação de Desempenho Acústico de Sistemas de Pisos NBR 15575:2013 parte 3

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1 Relatório técnico nº Avaliação de Desempenho Acústico de Sistemas de Pisos NBR 15575:2013 parte 3 SINDUSCON- Grande Florianópolis End.: Avenida Rio Branco,1051- Centro, Florianópolis, SC Contato: Eng. Marco Aurélio Alberton Telefone: (48) Anima Acústica Tecnologia e Conhecimento Ltda. End.: Rua Lauro Linhares, 2055, torre Flora, sala 505 Trindade, Florianópolis, SC Responsável: Engº Vítor Litwinczik Telefone: (48) Florianópolis, SC, 19 de dezembro de 2013

2 Pág. 2 de 30 Sumário 1. INTRODUÇÃO REFERÊNCIAS NORMATIVAS INSTRUMENTAÇÃO UTILIZADA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO ACÚSTICO NÍVEIS DE DESEMPENHO ACÚSTICO ANÁLISE DE DADOS...6 ANEXOS...9 I. SISTEMA 01 Nível de pressão sonora de impacto padronizado (L nt,w ) Ruído de impacto...9 II. SISTEMA 01 Diferença padronizada de nível ponderada (D nt,w ) Ruído aéreo III. SISTEMA 02 Nível de pressão sonora de impacto padronizado (L nt,w ) Ruído de impacto IV. SISTEMA 02 Diferença padronizada de nível ponderada (D nt,w ) Ruído aéreo V. SISTEMA 03 Nível de pressão sonora de impacto padronizado (L nt,w ) Ruído de impacto VI. SISTEMA 03 Diferença padronizada de nível ponderada (D nt,w ) Ruído aéreo VII. SISTEMA 04 Nível de pressão sonora de impacto padronizado (L nt,w ) Ruído de impacto VIII. SISTEMA 04 Diferença padronizada de nível ponderada (D nt,w ) Ruído aéreo IX. SISTEMA 05 Nível de pressão sonora de impacto padronizado (L nt,w ) Ruído de impacto X. SISTEMA 05 Diferença padronizada de nível ponderada (D nt,w ) Ruído aéreo XI. SISTEMA 06 Nível de pressão sonora de impacto padronizado (L nt,w ) Ruído de impacto XII. SISTEMA 06 Diferença padronizada de nível ponderada (D nt,w ) Ruído aéreo XIII. SISTEMA 07 Nível de pressão sonora de impacto padronizado (L nt,w ) Ruído de impacto XIV. SISTEMA 07 Diferença padronizada de nível ponderada (D nt,w ) Ruído aéreo XV. SISTEMA 08 Nível de pressão sonora de impacto padronizado (L nt,w ) Ruído de impacto XVI. SISTEMA 08 Diferença padronizada de nível ponderada (D nt,w ) Ruído aéreo XVII. SISTEMA 09 Nível de pressão sonora de impacto padronizado (L nt,w ) Ruído de impacto XVIII. SISTEMA 09 Diferença padronizada de nível ponderada (D nt,w ) Ruído aéreo XIX. SISTEMA 10 Nível de pressão sonora de impacto padronizado (L nt,w ) Ruído de impacto XX. SISTEMA 10 Diferença padronizada de nível ponderada (D nt,w ) Ruído aéreo XXI. SISTEMA 11 Nível de pressão sonora de impacto padronizado (L nt,w ) Ruído de impacto XXII. SISTEMA 11 Diferença padronizada de nível ponderada (D nt,w ) Ruído aéreo... 30

3 1. INTRODUÇÃO Pág. 3 de 30 Este relatório apresenta os resultados das medições de desempenho acústico de 11 sistemas diferentes de pisos utilizados em edificações residenciais de construtoras pertencentes aos SINDUSCON-FPOLIS. O procedimento para a quantificação do nível de desempenho acústico foi baseado na norma brasileira ABNT NBR 15575:2013 parte REFERÊNCIAS NORMATIVAS ABNT NBR 10152:1987. Níveis de ruído para conforto acústico. ABNT NBR :2013. Edifícios habitacionais Desempenho. Parte 3: Requisitos para sistemas de pisos. ISO 140-4:1998. Acoustics Measurement of sound insulation in buildings and of building elements. Part 4: Field measurements of airborne sound insulation between rooms. ISO 140-7:1998. Acoustics Measurement of sound insulation in buildings and of building elements. Part 3: Field measurements of impact sound insulation of floors. ISO 354:2003. Acoustics Measurement of sound absorption in a reverberation room. ISO 717-1:1996. Acoustics Rating of sound insulation in buildings and of building elements. Part 1: Airborne sound insulation. ISO 717-2:1996. Acoustics Rating of sound insulation buildings and building elements. Part 2: Impact sound insulation. 3. INSTRUMENTAÇÃO UTILIZADA A Tabela 1 apresenta a lista de equipamentos utilizados para realização dos ensaios acústicos. Tabela 1 Lista de equipamentos utilizados. Equipamento Marca Modelo Nº serie Obs. Medidor de nível de pressão Tipo 1 01dB Blue Solo sonora Cert. Calib: RBC Calibrador acústico 01dB CAL (2004) Classe 1 Cert. Calib: RBC Amplificador de sinal 01dB POWER12 03/11-05/B247-A12 200W RMS Fonte sonora 01dB OMNI12 03/11-05/B247-O12 Fonte dodecaédrica Máq. impacto padronizada 01dB CalpestONE Calp04/05-11/ AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO ACÚSTICO Os ensaios foram realizados entre os dias 05 de abril e 23 de novembro de A Erro! Fonte de referência não encontrada. apresenta a identificação e esquemas dos sistemas de pisos ensaiados. As composições dos sistemas formam informadas pelas construtoras. As dimensões apresentadas forma indicadas pelas construtoras, medidas in loco ou obtidas das plantas baixas das edificações.

4 Pág. 4 de 30 Sistema de piso Área [m²] 1 3,50 x 3,45 2 2,40 x 4,15 3 2,75 x 3,30 4 2,90 x 4,40 (1) 5 2,90 x 4,40 (1) 6 2,55 x 3,45 7 2,95 x 3,70 (1) 8 2,95 x 3,70 (1) 9 2,95 x 3,70 (1) 10 2,95 x 3,70 (1) 11 2,95 x 3,70 (1) 1 Ambiente com forma irregular. Valores representam as dimensões principais.

5 4.1. NÍVEIS DE DESEMPENHO ACÚSTICO Pág. 5 de 30 A Tabela 2 apresenta os níveis de desempenho esperados quanto ao ruído de impacto. Tabela 2 Critério e nível de pressão sonora de impacto padrão ponderado, L nt,w. Elemento L nt,w Nível de desempenho 66 a 80 Mínimo Sistema de piso separando unidades habitacionais 56 a 65 Intermediário autônomas posicionadas em pavimentos distintos 55 Superior A Tabela 3 apresenta os níveis de desempenho esperados quanto ao ruído aéreo. Tabela 3 Critérios de diferença padronizada de nível ponderada, D nt,w. Elemento D nt,w Nível de desempenho Sistema de piso separando unidades habitacionais 45 a 49 Mínimo autônomas de áreas em que um dos recintos seja 50 a 54 Intermediário dormitório. 55 Superior A Tabela 4 apresenta os resultados condensados para o critério de nível de pressão sonora de impacto padronizado ponderado, L nt,w, (Isolamento ao ruído de impacto). Os resultados tabelados e respectivos gráficos são apresentados em anexo. Tabela 4 Nível de desempenho acústico quanto ao ruído de impacto. Sistema Índice Nível Medido Nível mínimo Nível de Desempenho 1 L nt,w 83 db 80 db Não atende 2 L nt,w 81 db 80 db Não atende 3 L nt,w 69 db 80 db Mínimo 4 L nt,w 52 db 80 db Superior 5 L nt,w 58 db 80 db Intermediário 6 L nt,w 81 db 80 db Não atende 7 L nt,w 79 db 80 db Mínimo 8 L nt,w 67 db 80 db Mínimo 9 L nt,w 71 db 80 db Mínimo 10 L nt,w 71 db 80 db Mínimo 11 L nt,w 70 db 80 db Mínimo A Tabela 5 apresenta os resultados para a diferença padronizada de nível ponderada, D nt,w, (Isolamento ao ruído aéreo). Os resultados tabelados e respectivos gráficos são apresentados em anexo. Tabela 5 Nível de desempenho acústico quanto ao ruído aéreo. Sistema Índice Nível Medido Nível mínimo Nível de Desempenho 1 D nt,w 43 db 45 db Não atende 2 D nt,w 46 db 45 db Mínimo 3 D nt,w 50 db 45 db Intermediário 4 D nt,w 48 db 45 db Mínimo 5 D nt,w 45 db 45 db Mínimo

6 6 D nt,w 52 db 45 db Intermediário 7 D nt,w 48 db 45 db Mínimo 8 D nt,w 49 db 45 db Mínimo 9 D nt,w 48 db 45 db Mínimo 10 D nt,w 48 db 45 db Mínimo 11 D nt,w 48 db 45 db Mínimo Pág. 6 de ANÁLISE DE DADOS A norma NBR 15575, não prevê a predição do desempenho acústico de sistemas construtivos por meio de simulações computacionais. O uso de modelos matemáticos para predição de ruído em construções, seja ruído de impacto ou aéreo, pressupõe o conhecimento de propriedades físicas dos sistemas construtivos como densidades, fatores de perda por amortecimento, módulos de rigidez, fatores de acoplamento mecânico entre piso e paredes, entre outros. Todos esses fatores são pouco conhecidos ou possuem uma grande variabilidade nos materiais usados na construção civil o que dificulta a predição do comportamento acústico em edificações. Em geral, as formulações matemáticas para predição da atenuação sonora de ruído de impacto em sistemas de pisos são baseadas em sistemas simples e homogêneos, como uma laje maciça sem revestimento e sem contato rígido com a estrutura da edificação limitando suas aplicações práticas. As figuras a seguir mostram a situação ideal encontrada em laboratório, com o sistema de piso totalmente de desacoplado da edificação, e a situação real encontrada em campo. Percebe-se que em campo, devido ao acoplamento estrutural dos elementos da edificação, o ruído é irradiado por toda edificação e não apenas pelo sistema de piso. Situação ideal em laboratório Situação real em campo Bistafa 2 mostra que, para uma laje de concreto simples e homogênea, com pouco amortecimento, o nível sonoro normalizado de impacto irradiado para o ambiente de recepção é reduzido em aproximadamente 1 db para cada aumento de 1 cm na espessura da laje. Essa redução não acontece de forma linear sendo esperada uma redução de 9 db quando da duplicação da espessura da laje. Aumentar a espessura da laje como forma de aumentar o desempenho acústico, além de poder acarretar dificuldades estruturais, geralmente não fornece um aumento significativo no desempenho acústico da mesma. Assim, o uso de mantas para isolamento estrutural de contrapiso tem se mostrado acusticamente mais eficiente. 2 Bistafa, Sylvio R. Acústica Aplicada ao Controle de Ruído, 2ª edição, São Paulo, 2011.

7 Pág. 7 de 30 Cabe observar que para garantir o bom desempenho desse tipo de solução, deve-se evitar que as vibrações induzidas no contrapiso pelos impactos se transmitam para outros pontos da estrutura. Com base nos resultados obtidos, pôde-se observar: a) Nos resultados dos sistemas 1 e 2, nota-se que o aumento da espessura do enchimento de isopor não corresponde a um aumento do desempenho quanto ao ruído aéreo, D nt,w. A baixa densidade do isopor em relação ao concreto pode ser o responsável por esse comportamento. No entanto, o aumento em 3x da espessura do enchimento de isopor proporcionou um aumento do isolamento do ruído de impacto, L nt,w, em 3 db, insuficiente para atender ao desempenho mínimo da norma. Este resultado pode estar associado ao contato mecânico, curto circuito, entre o contrapiso e a estrutura da edificação que provoca transmissão de energia vibratória (acústica) para a estrutura com consequente redução do isolamento acústico. Tal observação carece de medições em campo para comprovar a hipótese. b) Os sistemas 4 e 5 diferem entre si pela manta de isolamento acústico no sistema 4 (contrapiso flutuante). Observa-se que houve um ganho de 6 db de isolamento ao ruído de impacto no sistema 4, com contrapiso flutuante, atingindo o desempenho Superior. O sistema 5, usado como referência neste caso, se mostrou suficiente para atender a um desempenho Intermediário, possivelmente devido ao acabamento em piso laminado que já possui uma manta de isolamento. No que tange ao ruído aéreo, o ganho proporcionado pela manta de isolamento (3 db), não é suficiente para atingir o desempenho Intermediário, permanecendo na faixa de desempenho Mínimo. Esse aumento de desempenho pode estar associado ao desacoplamento estrutural do contrapiso proporcionado pela manta acústica. c) Os sistemas 5 e 6 diferem no tipo de acabamento do piso, tendo o sistema 5 piso laminado e o sistema 6 piso cerâmico. Observa-se um melhor desempenho para o sistema com piso laminado, atingindo o nível Intermediário, enquanto o sistema 6 com piso cerâmico não atinge o nível mínimo, estando 1 db acima do recomendado. Nesta comparação, cabe observar que o sistema 6 possui área 3,8 m² menor que o sistema 5, e forma regular. Esses fatores podem ser causadores do elevado desempenho do sistema 5, um sistema simples com acabamento em piso laminado. d) Os sistemas 7 a 11 são similares, sendo todos medidos em uma única edificação. O sistema 7 representa o sistema básico, sem tratamento acústico. Ambos os desempenhos estão classificados como Mínimo, sendo que o desempenho ao ruído de impacto encontra-se próximo ao limite de 80 db. Observa-se que para os 5 sistemas o desempenho quanto ao ruído aéreo foi similar. Esse comportamento já era esperado, pois não há variação significativa de massa entre eles. A presença do contrapiso flutuante nos sistemas 8 a 11 poderia proporcional algum ganho no isolamento devido ao desacoplamento estrutural do contrapiso, mas tal efeito não foi observado. No que tange ao isolamento ao ruído de impacto, os sistemas com mantas de polietileno de baixa densidade e de lã de PET apresentaram resultados similares, estando em média 9 db abaixo do mínimo. Ganho considerável foi apresentado pelo sistema com manta de borracha

8 Pág. 8 de 30 de pneu reciclado, sistema 8, que apresentou ganho de 13 db em relação ao nível mínimo recomendado. e) Os sistemas 6 e 7 variam entre si pela espessura do contrapiso e pela área do piso. Era de se esperar que o sistema 6, mais espesso, tivesse melhor desempenho acústico, tanto ao ruído de impacto quanto ao ruído aéreo. Isso se verifica apenas para o isolamento ao ruído aéreo, 4 db superior em relação ao obtido no sistema 7. No caso do ruído de impacto, o sistema 7 apresentou desempenho 2 db superior ao sistema 6, porém ambos próximo do limite de 80 db, mínimo exigido. Embora exista uma diferença de área entre ambos, ela é pequena para justificar o melhor desempenho do sistema 7. Essa variação pode ser consequência de processos construtivos específicos. Engº Vítor Litwinczik CREA Anima Acústica, Tecnologia e Conhecimento. Florianópolis, SC, 19 de dezembro de 2013.

9 Pág. 9 de 30 ANEXOS I. SISTEMA 01 Nível de pressão sonora de impacto padronizado (L nt,w ) Ruído de impacto Na tabela a seguir, são apresentados os valores de Nível de pressão sonora de impacto ponderado, L nt, para cada faixa de frequência, e o Nível de pressão sonora de impacto ponderado padronizado, L nt,w, calculado conforme a norma ISO 717-2:1996. Acoustics. Rating of sound insulation buildings and building elements. Part 2: Impact sound insulation. Área do piso: 3,50 x 3,45 m² Volume sala recepção: 31,4 m³ Data de realização do teste: 05/04/2013 L nt , , , , , , , , , , , , , , , , ,9 L nt,w 83 Figura 1 Nível de pressão sonora de impacto padronizado do sistema de piso. Fonte sonora: Máquina de impactos padronizada Figura 2 Esquema do sistema de piso avaliado.

10 II. SISTEMA 01 Diferença padronizada de nível ponderada (D nt,w ) Ruído aéreo Pág. 10 de 30 Na tabela a seguir, são apresentados os valores de Diferença de nível ponderada, D nt, para cada faixa de frequência, e a Diferença padronizada de nível ponderada, D nt,w, calculada conforme a norma ISO 717-1:1996. Acoustics. Rating of sound insulation in buildings and of building elements. Part 1: Airborne sound insulation. Área do piso: 3,50 x 3,45 m² Volume sala emissão: 31,4 m³ Volume sala recepção: 31,4 m³ Data de realização do teste: 05/04/2013 D nt , , , , , , , , , , , , , , , , ,1 D nt,w 43 Figura 3 Diferença padronizada de nível do sistema de piso. Fonte sonora: Ruído branco. Figura 4 Esquema do sistema de piso avaliado.

11 Pág. 11 de 30 III. SISTEMA 02 Nível de pressão sonora de impacto padronizado (L nt,w ) Ruído de impacto Na tabela a seguir, são apresentados os valores de Nível de pressão sonora de impacto ponderado, L nt, para cada faixa de frequência, e o Nível de pressão sonora de impacto ponderado padronizado, L nt,w, calculado conforme a norma ISO 717-2:1996. Acoustics. Rating of sound insulation buildings and building elements. Part 2: Impact sound insulation. Área do piso: 2,40 x 4,15 m² Volume sala recepção: 26,9 m³ Data de realização do teste: 06/04/2013 L nt , , , , , , , , , , , , , , , , ,5 L nt,w 81 Figura 5 Nível de pressão sonora de impacto padronizado do sistema de piso. Fonte sonora: Máquina de impactos padronizada Figura 6 Esquema do sistema de piso avaliado.

12 IV. SISTEMA 02 Diferença padronizada de nível ponderada (D nt,w ) Ruído aéreo Pág. 12 de 30 Na tabela a seguir, são apresentados os valores de Diferença de nível ponderada, D nt, para cada faixa de frequência, e a Diferença padronizada de nível ponderada, D nt,w, calculada conforme a norma ISO 717-1:1996. Acoustics. Rating of sound insulation in buildings and of building elements. Part 1: Airborne sound insulation. Área do piso: 2,40 x 4,15 m² Volume sala emissão: 26,9 m³ Volume sala recepção: 26,9 m³ Data de realização do teste: 06/04/2013 D nt , , , , , , , , , , , , , , , , ,4 D nt,w 46 Figura 7 Diferença padronizada de nível do sistema de piso. Fonte sonora: Ruído branco. Figura 8 Esquema do sistema de piso avaliado.

13 Pág. 13 de 30 V. SISTEMA 03 Nível de pressão sonora de impacto padronizado (L nt,w ) Ruído de impacto Na tabela a seguir, são apresentados os valores de Nível de pressão sonora de impacto ponderado, L nt, para cada faixa de frequência, e o Nível de pressão sonora de impacto ponderado padronizado, L nt,w, calculado conforme a norma ISO 717-2:1996. Acoustics. Rating of sound insulation buildings and building elements. Part 2: Impact sound insulation. Área do piso: 2,75 x 3,30 m² Volume sala recepção: 24,3 m³ Data de realização do teste: 26/04/2013 L nt , , , , , , , , , , , , , , , , ,4 L nt,w 69 Figura 9 Nível de pressão sonora de impacto padronizado do sistema de piso. Fonte sonora: Máquina de impactos padronizada Figura 10 Esquema do sistema de piso avaliado.

14 VI. SISTEMA 03 Diferença padronizada de nível ponderada (D nt,w ) Ruído aéreo Pág. 14 de 30 Na tabela a seguir, são apresentados os valores de Diferença de nível ponderada, D nt, para cada faixa de frequência, e a Diferença padronizada de nível ponderada, D nt,w, calculada conforme a norma ISO 717-1:1996. Acoustics. Rating of sound insulation in buildings and of building elements. Part 1: Airborne sound insulation. Área do piso: 2,75 x 3,30 m² Volume sala emissão: 24,3 m³ Volume sala recepção: 24,3 m³ Data de realização do teste: 26/04/2013 D nt , , , , , , , , , , , , , , , , ,0 D nt,w 50 Figura 11 Diferença padronizada de nível do sistema de piso. Fonte sonora: Ruído branco. Figura 12 Esquema do sistema de piso avaliado.

15 Pág. 15 de 30 VII. SISTEMA 04 Nível de pressão sonora de impacto padronizado (L nt,w ) Ruído de impacto Na tabela a seguir, são apresentados os valores de Nível de pressão sonora de impacto ponderado, L nt, para cada faixa de frequência, e o Nível de pressão sonora de impacto ponderado padronizado, L nt,w, calculado conforme a norma ISO 717-2:1996. Acoustics. Rating of sound insulation buildings and building elements. Part 2: Impact sound insulation. Área do piso: 2,90 x 4,40 m² Volume sala recepção: 34,5 m³ Data de realização do teste: 27/04/2013 L nt , , , , , , , , , , , , , , , , ,8 L nt,w 58 Figura 13 Nível de pressão sonora de impacto padronizado do sistema de piso. Fonte sonora: Máquina de impactos padronizada Figura 14 Esquema do sistema de piso avaliado.

16 VIII. SISTEMA 04 Diferença padronizada de nível ponderada (D nt,w ) Ruído aéreo Pág. 16 de 30 Na tabela a seguir, são apresentados os valores de Diferença de nível ponderada, D nt, para cada faixa de frequência, e a Diferença padronizada de nível ponderada, D nt,w, calculada conforme a norma ISO 717-1:1996. Acoustics. Rating of sound insulation in buildings and of building elements. Part 1: Airborne sound insulation. Área do piso: 2,90 x 4,40 m² Volume sala emissão: 34,5 m³ Volume sala recepção: 34,5 m³ Data de realização do teste: 27/04/2013 D nt , , , , , , , , , , , , , , , , ,8 D nt,w 45 Figura 15 Diferença padronizada de nível do sistema de piso. Fonte sonora: Ruído branco. Figura 16 Esquema do sistema de piso avaliado.

17 Pág. 17 de 30 IX. SISTEMA 05 Nível de pressão sonora de impacto padronizado (L nt,w ) Ruído de impacto Na tabela a seguir, são apresentados os valores de Nível de pressão sonora de impacto ponderado, L nt, para cada faixa de frequência, e o Nível de pressão sonora de impacto ponderado padronizado, L nt,w, calculado conforme a norma ISO 717-2:1996. Acoustics. Rating of sound insulation buildings and building elements. Part 2: Impact sound insulation. Área do piso: 2,90 x 4,40 m² Volume sala recepção: 34,5 m³ Data de realização do teste: 27/04/2013 L nt , , , , , , , , , , , , , , , , ,7 L nt,w 58 Figura 17 Nível de pressão sonora de impacto padronizado do sistema de piso. Fonte sonora: Máquina de impactos padronizada Figura 18 Esquema do sistema de piso avaliado.

18 X. SISTEMA 05 Diferença padronizada de nível ponderada (D nt,w ) Ruído aéreo Pág. 18 de 30 Na tabela a seguir, são apresentados os valores de Diferença de nível ponderada, D nt, para cada faixa de frequência, e a Diferença padronizada de nível ponderada, D nt,w, calculada conforme a norma ISO 717-1:1996. Acoustics. Rating of sound insulation in buildings and of building elements. Part 1: Airborne sound insulation. Área do piso: 2,90 x 4,40 m² Volume sala emissão: 34,5 m³ Volume sala recepção: 34,5 m³ Data de realização do teste: 27/04/2013 D nt , , , , , , , , , , , , , , , , ,2 D nt,w 48 Figura 19 Diferença padronizada de nível do sistema de piso. Fonte sonora: Ruído branco. Figura 20 Esquema do sistema de piso avaliado.

19 Pág. 19 de 30 XI. SISTEMA 06 Nível de pressão sonora de impacto padronizado (L nt,w ) Ruído de impacto Na tabela a seguir, são apresentados os valores de Nível de pressão sonora de impacto ponderado, L nt, para cada faixa de frequência, e o Nível de pressão sonora de impacto ponderado padronizado, L nt,w, calculado conforme a norma ISO 717-2:1996. Acoustics. Rating of sound insulation buildings and building elements. Part 2: Impact sound insulation. Área do piso: 3,00 x 3,00 m² Volume sala recepção: 24,3 m³ Data de realização do teste: 27/10/2013 L nt , , , , , , , , , , , , , , , , ,2 L nt,w 81 Figura 21 Nível de pressão sonora de impacto padronizado do sistema de piso. Fonte sonora: Máquina de impactos padronizada Figura 22 Esquema do sistema de piso avaliado.

20 XII. SISTEMA 06 Diferença padronizada de nível ponderada (D nt,w ) Ruído aéreo Pág. 20 de 30 Na tabela a seguir, são apresentados os valores de Diferença de nível ponderada, D nt, para cada faixa de frequência, e a Diferença padronizada de nível ponderada, D nt,w, calculada conforme a norma ISO 717-1:1996. Acoustics. Rating of sound insulation in buildings and of building elements. Part 1: Airborne sound insulation. Área do piso: 3,00 x 3,00 m² Volume sala emissão: 24,3 m³ Volume sala recepção: 24,3 m³ Data de realização do teste: 27/10/2013 D nt , , , , , , , , , , , , , , , , ,1 D nt,w 52 Figura 23 Diferença padronizada de nível do sistema de piso. Fonte sonora: Ruído branco. Figura 24 Esquema do sistema de piso avaliado.

21 Pág. 21 de 30 XIII. SISTEMA 07 Nível de pressão sonora de impacto padronizado (L nt,w ) Ruído de impacto Na tabela a seguir, são apresentados os valores de Nível de pressão sonora de impacto ponderado, L nt, para cada faixa de frequência, e o Nível de pressão sonora de impacto ponderado padronizado, L nt,w, calculado conforme a norma ISO 717-2:1996. Acoustics. Rating of sound insulation buildings and building elements. Part 2: Impact sound insulation. Área do piso: 2,95 x 3,70 m² Volume sala recepção: 28,4 m³ Data de realização do teste: 23/11/2013 L nt , , , , , , , , , , , , , , , , ,2 L nt,w 79 Figura 25 Nível de pressão sonora de impacto padronizado do sistema de piso. Fonte sonora: Máquina de impactos padronizada Figura 26 Esquema do sistema de piso avaliado.

22 XIV. SISTEMA 07 Diferença padronizada de nível ponderada (D nt,w ) Ruído aéreo Pág. 22 de 30 Na tabela a seguir, são apresentados os valores de Diferença de nível ponderada, D nt, para cada faixa de frequência, e a Diferença padronizada de nível ponderada, D nt,w, calculada conforme a norma ISO 717-1:1996. Acoustics. Rating of sound insulation in buildings and of building elements. Part 1: Airborne sound insulation. Área do piso: 2,95 x 3,70 m² Volume sala emissão: 28,4 m³ Volume sala recepção: 28,4 m³ Data de realização do teste: 23/11/2013 D nt , , , , , , , , , , , , , , , , ,3 D nt,w 48 Figura 27 Diferença padronizada de nível do sistema de piso. Fonte sonora: Ruído branco. Figura 28 Esquema do sistema de piso avaliado.

23 Pág. 23 de 30 XV. SISTEMA 08 Nível de pressão sonora de impacto padronizado (L nt,w ) Ruído de impacto Na tabela a seguir, são apresentados os valores de Nível de pressão sonora de impacto ponderado, L nt, para cada faixa de frequência, e o Nível de pressão sonora de impacto ponderado padronizado, L nt,w, calculado conforme a norma ISO 717-2:1996. Acoustics. Rating of sound insulation buildings and building elements. Part 2: Impact sound insulation. Área do piso: 2,95 x 3,70 m² Volume sala recepção: 28,4 m³ Data de realização do teste: 23/11/2013 L nt , , , , , , , , , , , , , , , , ,3 L nt,w 67 Figura 29 Nível de pressão sonora de impacto padronizado do sistema de piso. Fonte sonora: Máquina de impactos padronizada Figura 30 Esquema do sistema de piso avaliado.

24 XVI. SISTEMA 08 Diferença padronizada de nível ponderada (D nt,w ) Ruído aéreo Pág. 24 de 30 Na tabela a seguir, são apresentados os valores de Diferença de nível ponderada, D nt, para cada faixa de frequência, e a Diferença padronizada de nível ponderada, D nt,w, calculada conforme a norma ISO 717-1:1996. Acoustics. Rating of sound insulation in buildings and of building elements. Part 1: Airborne sound insulation. Área do piso: 2,95 x 3,70 m² Volume sala emissão: 28,4 m³ Volume sala recepção: 28,4 m³ Data de realização do teste: 23/11/2013 D nt , , , , , , , , , , , , , , , , ,9 D nt,w 49 Figura 31 Diferença padronizada de nível do sistema de piso. Fonte sonora: Ruído branco. Figura 32 Esquema do sistema de piso avaliado.

25 Pág. 25 de 30 XVII. SISTEMA 09 Nível de pressão sonora de impacto padronizado (L nt,w ) Ruído de impacto Na tabela a seguir, são apresentados os valores de Nível de pressão sonora de impacto ponderado, L nt, para cada faixa de frequência, e o Nível de pressão sonora de impacto ponderado padronizado, L nt,w, calculado conforme a norma ISO 717-2:1996. Acoustics. Rating of sound insulation buildings and building elements. Part 2: Impact sound insulation. Área do piso: 2,95 x 3,70 m² Volume sala recepção: 28,4 m³ Data de realização do teste: 23/11/2013 L nt , , , , , , , , , , , , , , , , ,5 L nt,w 71 Figura 33 Nível de pressão sonora de impacto padronizado do sistema de piso. Fonte sonora: Máquina de impactos padronizada Figura 34 Esquema do sistema de piso avaliado.

26 XVIII. SISTEMA 09 Diferença padronizada de nível ponderada (D nt,w ) Ruído aéreo Pág. 26 de 30 Na tabela a seguir, são apresentados os valores de Diferença de nível ponderada, D nt, para cada faixa de frequência, e a Diferença padronizada de nível ponderada, D nt,w, calculada conforme a norma ISO 717-1:1996. Acoustics. Rating of sound insulation in buildings and of building elements. Part 1: Airborne sound insulation. Área do piso: 2,95 x 3,70 m² Volume sala emissão: 28,4 m³ Volume sala recepção: 28,4 m³ Data de realização do teste: 23/11/2013 D nt , , , , , , , , , , , , , , , , ,9 D nt,w 48 Figura 35 Diferença padronizada de nível do sistema de piso. Fonte sonora: Ruído branco. Figura 36 Esquema do sistema de piso avaliado.

27 Pág. 27 de 30 XIX. SISTEMA 10 Nível de pressão sonora de impacto padronizado (L nt,w ) Ruído de impacto Na tabela a seguir, são apresentados os valores de Nível de pressão sonora de impacto ponderado, L nt, para cada faixa de frequência, e o Nível de pressão sonora de impacto ponderado padronizado, L nt,w, calculado conforme a norma ISO 717-2:1996. Acoustics. Rating of sound insulation buildings and building elements. Part 2: Impact sound insulation. Área do piso: 2,95 x 3,70 m² Volume sala recepção: 28,4 m³ Data de realização do teste: 23/11/2013 L nt , , , , , , , , , , , , , , , , ,6 L nt,w 71 Figura 37 Nível de pressão sonora de impacto padronizado do sistema de piso. Fonte sonora: Máquina de impactos padronizada Figura 38 Esquema do sistema de piso avaliado.

28 XX. SISTEMA 10 Diferença padronizada de nível ponderada (D nt,w ) Ruído aéreo Pág. 28 de 30 Na tabela a seguir, são apresentados os valores de Diferença de nível ponderada, D nt, para cada faixa de frequência, e a Diferença padronizada de nível ponderada, D nt,w, calculada conforme a norma ISO 717-1:1996. Acoustics. Rating of sound insulation in buildings and of building elements. Part 1: Airborne sound insulation. Área do piso: 2,95 x 3,70 m² Volume sala emissão: 28,4 m³ Volume sala recepção: 28,4 m³ Data de realização do teste: 23/11/2013 D nt , , , , , , , , , , , , , , , , ,4 D nt,w 48 Figura 39 Diferença padronizada de nível do sistema de piso. Fonte sonora: Ruído branco. Figura 40 Esquema do sistema de piso avaliado.

29 Pág. 29 de 30 XXI. SISTEMA 11 Nível de pressão sonora de impacto padronizado (L nt,w ) Ruído de impacto Na tabela a seguir, são apresentados os valores de Nível de pressão sonora de impacto ponderado, L nt, para cada faixa de frequência, e o Nível de pressão sonora de impacto ponderado padronizado, L nt,w, calculado conforme a norma ISO 717-2:1996. Acoustics. Rating of sound insulation buildings and building elements. Part 2: Impact sound insulation. Área do piso: 2,95 x 3,70 m² Volume sala recepção: 28,4 m³ Data de realização do teste: 23/11/2013 L nt , , , , , , , , , , , , , , , , ,6 L nt,w 70 Figura 41 Nível de pressão sonora de impacto padronizado do sistema de piso. Fonte sonora: Máquina de impactos padronizada Figura 42 Esquema do sistema de piso avaliado.

30 XXII. SISTEMA 11 Diferença padronizada de nível ponderada (D nt,w ) Ruído aéreo Pág. 30 de 30 Na tabela a seguir, são apresentados os valores de Diferença de nível ponderada, D nt, para cada faixa de frequência, e a Diferença padronizada de nível ponderada, D nt,w, calculada conforme a norma ISO 717-1:1996. Acoustics. Rating of sound insulation in buildings and of building elements. Part 1: Airborne sound insulation. Área do piso: 2,95 x 3,70 m² Volume sala emissão: 28,4 m³ Volume sala recepção: 28,4 m³ Data de realização do teste: 23/11/2013 D nt , , , , , , , , , , , , , , , , ,4 D nt,w 48 Figura 43 Diferença padronizada de nível do sistema de piso. Fonte sonora: Ruído branco. Figura 44 Esquema do sistema de piso avaliado.

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